• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1270_21_10_1992

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' ....


CIARIO REGIONAL
21 DE OUTUBRO DE 1992
CORREDOR BELIVISTENSE CLISSIFICIDO
PIRJI I são SILVESTRE TE AND
O corredor belavis
tense Elenilson da
Silva, 19 anos, parti
cipou no último dia
11 d 14a edição da
mini-maratona, com
percurso de 21,1 kms,
pelas ruas da capital
paulista, e chegou cm
190 lugar, conquistan
do uma vaga no pelo=
tão de elite da tradi
cional prova de são -
Silvestre que será
realizada na passagem
do ano em São Paulo ,
com participação dos
melhores corredores
do mundo.
Elenilson da Silva
fez o percurso com o
tempo de 1 : O 8 . 2 O , o
vencedor foi o atleta
do Scsi Coral,Valdenor
Pereira dos Santos ,
que marcou o tempo
de 1:03.51, novo re­
cord da prova. A mi­
nimaratona disputada
em descidas e subi -
das pelas ruas de
São Paulo, é conside
rada a segunda mais
importante prova do
pedestrianismo da
América do Sul, só
perdendo em competiti
vidade para a São
Silvestre, da qual
os 50 'primeiros elas
sificados da minima­
ratona estarão lar -
gando no pelotão de
elite.
u 1MI €
AD
Com o excelente d'!
empenho de Eleni1 •
son da Silva, surpre
endendo vários atle=
tas considerados com
maiores chances, ele
tornou-se o primeiro tnr za -3
sul-matogrossense
conquistar com seus
próprios méritos a
classificação para a
são Silvestre este
ano, cuja participa­
cão é sonhada por
muitos atletas que
tentam anos e anos
sem sucesso.
Valeu Elenilson
Bela Vista e seus a­
migos torcem por vo­
cê.
Nos tempos atuais,
.quando o consumidor
procura defender os
seus direitos e mui -
tas empresas (e técni
cos) nem sempre cum -
Prem com suas obriga­
lçôes, é gratificante
'ver em nossa cidade
um profissional hones
to, competente e com
muita responsabilida­
de como Luiz Calliari
da empresa Auto Elé -
trica Dinâmica. ,
Hoje, em Bela Vis­
ta, e nas demais cidal
des da região, o nome
de Luiz e de sua em -1
Presa, são sinônimos .
de COMPETENCIA E RES­
PONSABILIDADE.
Gaúcho, radicado
em Bela Vista há mui
tos anos, aqui seca=
sou, tem filhos bela­
vistenses, LUIZ é um
empresário moderno
correto, e, se rece -
ber o apoio da comuni
dade, sobretudo dos
que exigem serviços
de alto nível, podera
crescer ainda mais
gerar mais empregos
investir mais, enfim,
oferecer novas opções
à nossa cidade.
Para Bela Vista
crescer, progredir ,
9erar empegos, preci
Há pelo menos do­
is dias grande parte dos
moradores do bairro
Costa e Silva e Ou -
tros setores da cida
de estão sem água em
suas torneiras, sem
que se saibam os mo­
tivos, ontem alguns
moradores da rua San
to Afonso e imediacô
e; estiveram em con­
tacto com a reporta-
samos de empresários,
de técnicos, iguais a
gem manifestaram
sua angústia com o
problema que vem ser
do causado em suas
residências. Solici­
tamos ao SAAE que to
me medidas urgentes
no sentido de regula
rizar o fornecimen-
to, pois pelo que
se sabe o rio Apa
não secou, muito pe­
lo contrário, as chu
,,
i
= A '
r'
1 . '
to
t
r T
.
.
Luiz Calliari
1
·- .. J
Elenlls0n_da_SI1va,52,excelente resultado ma Mtnt aratona_e_clasltfcaçao para_a_Si0I1vestre
Luiz Calliari, da Au
to Elétrica Dinâmica.
CONSUMIDORES PEDEM ÁGUA
vas são constantes e
a ünic coisa que
não falta nem atra­
sa são as cobranças
no final do mês, a­
lém disso várias fa
mílias estão sendo
obrigadas a carrega
rem água por longas
distâncias devido a
interrupção no for­
necimento. Alô SAAE.
IRE OR: IVALUO PEREIRA
O Prefeito Edson
Moraes, disse, on -
tem, que "todos os
abjetivos de nossa
Administração serão
cumpridos à risca ,
não.temos o hábito
de promet.er e nao
cumprir, as obras
de pavimentação as­
fáltica continuarão,
e a implantação de
modernas luminárias
nas ruas centrais
da cidade também se
rá uma realidade".
"Prometemos uma
Nova Bela Vista, u­
ma cidade com suas
ruas pavimentadas ,
uma cidade à altura
da tradição do nos­
so povo, e estamos
tornando tudo isto
possivel- observou
completando - "no
tocante ao aspecto
social, depois dos
trâmites legais jun
to à Justiça, vamos
extinguir a taxa de
iluminação pública
e também o pagamen­
to do IPTU para as
pessoas de baixa ren
da".
PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 3.000,00
.
• t3 • .
Edson Moraes:"Vamos
Cumprir Objetivos"
Pref. Edson Moraes
.t"E.
Nunes, pelo seu falecimento ocorrido no dia 20/10/92.
Para o Prefeito
de Bela Vista, "não
adianta os adversári
os criticarem, e pro
vamos que não toma=
mos medidas politi -
cas-eleitoreiras, po
deríamos adotar cstas
medidas antes das e­
leições, mas preferi
mos seguir os cami
nhos legais, tudo den
tro da Lei".
Edson Moraes dis­
se ainda, que vai
passar ao seu suces­
sor "uma Prefeitura
organizada, com um
parque rodoviário e
maquinários invejá­
vel, e os salários
em dia, fato que
não ocorreu quan
recebi a Prefeit .
do mesmo prefeito
que, agora, ganhou
as eleições em Bola
Vista".
Finalizando, Mo­
raes disse que "de­
vemos respeitar a
vontade popular, o
povo, elegendo, as
vezes acerta,· ãs
vezes erra, resta
orar, e orar muito,
para que Bela Vista
possa continuar a
sua trajetória de
progresso".
Na Página - 08
as obras do Prefei­
to no setor de ener
qia para Bela Vis -
ta.
Entrevista/ Alcer.i Guerra
"QUER! IJE PAGUEM
0$ AIOS UE SOFRI"
, .. .,....;,;.,,-
Livre das acusações.de prevaricação e
omissão no inquérito que investigou irre
_gularidades na Fundação Nacional de Saú=
dr? (FNS), o ex-ministro Alceni Guerra
prepara um contra-ataque, "sem ódio nem
desejo de vingança", para reparar suai­
magem, profundamente atingida pelo escãn
dalo, em dezembro. PÁGINA - 07
Comunicado
Devido aos constantes cortes de luz em nossa cidad p{
b d: Fr - Ie, nosso iar1o TrI-
una a onteira nao circulou ontem. De acordo coa info:
esse problema "falta de luz" {- ·d - racoes recebidas
ra perdurar por varios dias o que inf li
ente_arrulha_todo_o_nosso_sisteadtaro_de_traba1h. A DIRECão'

Artiqos em cou-
1as.
- --- -------------------------
RTDfCUI.O
ComentárIo de um peemedebfsta a respci to da intenção do
fcil<l fdBnn NorJca, de acabar com a cobrnnçn do lPTU - Impoato_Prediol
torta! r!ano - "RIDÍCULO" - completando, "porque o Prefeito nao to:nou
rovtdên·Ia antes"?
noA PERGUNTA
pre -
Terr!
esta
Muito boa a pergunta, lembrando que a atual Administração tê:n
apenas 2 meses pela frente,
DISTORÇÕES
Outro peemedebistn disse que este jornnl publicou (coluna 1~
1 uil'll: 1 r, de Ubaldino) que a isenção do cobrança do IPTU foi promessa. de cnm­
pnnhn de Abrniio, "Foi mesmo, só para residências de até 60 metros de area cons
tr·iícl,1. O prefeito eleito está visando, com isto, favorecer os mais carentes
e niio a minoria privilegiada que pode e deve pagar impostos",
TAXA DE ILUMINAÇÃO P0BL1CA
O mesmo vale para a cobrança de taxa de iluminação pública
so serno beneficiados os mais carentes, RICO pode e deve pagar.
PELO JEITO
"No apagar das luzes", parece que o Prefeito Edson quer deixar Peca informações pelo Fo­
a Prefeitura sem CAIXA para enfrentar o próximo ano. Isso vai dar um pepino e ne: (067) 255-1460
dos grossos", comentou um vereador eleito.
PROFESSORES
Eu nao vou citar o nome, mas aquela professora foi ácida
comentário - "pagou pouco, paga pouco, e quer dar festas, nós precisamos
mesmo, é receber bons salários". Prá quem não sabe ela falou do churrasco
recido pelo Prefeito aos professores da Rede Municipal. E agora?
COH AQUILO ...
Pois é, nosso diretor está com aquilo, não roxo, mas cheio ,
de incomodaçÕes com políticos que não sabem receber críticas, ~ mais, acham -
~e no direito de intervir com a linha do jornal. E, também, com pessoas que
se melindram ao ler a TF, oras, não fazemos jornalismo para agradar quem quer
que seja.
AVISO AOS NAVEGANTES
Se tem uma coisa que a nossa equipe não gosta, é de comentá­
rios a respeito do que o jornal publica. E temos uma palavra mágica para aca­
bar cl_e uma vez com os "sensíveis", INDIFERENÇA. l:'. isto mesmo, nosso compromi~
so é com o povo e com a VERDADE.
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Tem gente garantindo que COLLOR vai voltar ... Gente, nao dá
mais, acabou-se a era Collor... não brinquem com o povo nas ruas.
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Os comentários são muitos, estão c±tando vários nomas para
formar a equipe do prefeito eleito de Bela Vista. sãõ meras especulações, mas
uma coisa é certa, Abraão não vai aceitar imposições de nomes. Agora, que fi­
que bem claro, a IMPRENSA têm e terá o direito de elogiar a formação dessa e­
quipe, ou de criticá-la. Temos este direito até mesmo como funcionários - de~===========::!
uma empresa genuinamente belavistense e que, após os 4 anos de Abraão, vai
continuar funcionando. Queremos .uma equipe competente e correta.
JANlLDE ROSA nos· SANTOS, Oficia.la do Cartórto de Registro Civil desta co
marca de Bela Visa-MS., faz saber a quantos o presente Edital de Proclamas­
virem, que apresentaram os documentos exigidos-pelo artigo 180 do Código Ci
vil Brasileiro, incisos I, II, III e IV e pretendem se casar: -
WELLINGTON SILVA DA ROSA e CELINA LOUVEIRA, ambos brasileiros, soltei -
ros, residentes nesta cidade; ele, autônomo, filho de Gecí Gomes da Rosa e
Dalva Silva da Rosa; ela, lides do lar, filha de Armando Louveira e Hilda
Peralta.
Se nl;;uél!I souber de algum impedimento, que se oponha na forma da lei.
Bela Vista-HS., 16 de outubro de 1992
JA-'IIL!lE ROSA DQS SANTOS - OFICIALA - Cartório do 22 Ofício
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Cansei de dizer que cargos, mandatos, etc, etc, terminam, os
políticos não vão entender isto nunca. E o jornal continua ... Não adianta OR- j=============;7==================db!!~;,:!:,==,,;;,;),
GULHO, PREPOTENCIA, depois vem a decepção. Lembrem-se de- Collor e da Repúbli- 8. M. 8.
ca das Alagoas.
DIVISÕES
{Fundado em 20/02/1972)
Publicação da Rede BeLavLstense de Jbrnat - Aventda Trt
buna da Fronteira, 564 - Fone (067) 439-1410- C. P. 23
Bela Vista - Mato Grosso do Sul
Dlntores
Iva1do Pereira e Marta Estela Velasquez Pereira
Diretor Responsrve1
Ivaldo Pereira
REl'ORIACENS: 1
Ub4ldlno Rodrigues e Luiz Henrique N. Co::-rcn (L!le)
Cerente
Cllson Silva Snntos
4 Redação, Adinistração_e Parque crfto Aventda Trtuna­
#..IS".??",,-ré - re iv s»-11 - •
Rua a t.:I - Mato Crosso do Sul - Redução .l=<lilr
14 de Halo, 32 - Fone (067)251-1669 (ede próprLa)
Sucursaia': l
Anton1o J0ão, Porto MurtLnho, MaracaJu, ontto e Caracol (Cor
respondentes e Capo Grande, Brasília e pr!ctpa!s capta!s,
Representantes CoereLaL
E?uA_Vefeulos e cuntes6es _s/c La,_Rua o7 e_A1, 2a2
andar, conjunto 5 - Fones 255-2579/255-392, s5 pai ,
?}}E?? 2109 - ree_63-1iã9. its &é i5siris, ísis ss
:u-É$± "#,Ç";;" m, <soe i»" is
Não devolve0s originai
O Jornal não se responsabiliza y
ou de origens definida pelos artigo, assina&3s
Flll.ado à ADJORI/IIS e A11J1.UoRI
4SSDIA7llRA SDIKS'1llAL - CrS 250.000 ,oo
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r: T !J'A DA FONTA!A
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l,!,(,';J r, IJP:7.0L/
À cont!o_A Asas pa!te. a d,e+A
da eripr,ir do to4o; quanto, ndo
PI, nos vir unto u no!no e mua n!feda -
rIdade, 'os.a luta e iclrecer prpu!aio
_dtmnr!ir pre n4 rlr e mnfpu! -
0r, que contra la {nte;tn,
Contn para ontribufes d«r1nada no
cutelo dera putl!pões; no hrn do Ira­
sII- conta ri ro 10,17-), Anfn 121 ;
no Janer[ - conta nrro '1.900-1 anela
o,·,. ,
Recebi do companheiro Neiva Moreira
presidenta Nacional do PDT, um balanço
ainda incompleto - dos resultados aleito -
rais de nosso partido nas eleições do últi
mo 3 de outubro. Já chega a 410 o número
de Prefeituras conquistadas por pedetis
tas. E em varias outras, do importantes cl
dadcs, vamos no aegundo Lurno. Em todo G
País, sobe aos milhares o número do Vorca­
dores eleitos sob nossa legenda. São rcsul
todos cxprcnsivos, no interior e nas capi­
tais, como Curitiba, Cuiabá, Aracajµ - on­
de os companheiros Rafael Grecca, Dante do
oliveira o ,Jackson Barreto venceram já no
primeiro turno - e João Pessoa, onde nosso
candidato Chico Franca, vitorioso, disputa
a segunda (aso das eleições. Em outras ca
pitais, como São ~uiz, Bel~m e Salvador ,
somamos forças, participando de coligaçõos
ilmplamentc majoritáriils e vitoriosas, Tri­
plicamos, cm termos nacionais, o número de
Prefeituras pedetistas.
Apesar de tudo isto, vejam como a mídia
se ocupou, na última emana, em apresentar
o PDT como um partido derrotado e a mim ,
pessoalmente, como uma liderança politica­
mente destruída. Os insucessos eleitorais
no P.io e r.m Porto Alegre - onde tanta vi­
tórias anterior~s do PDT representavam ape
nas "manifestações locais do populismo" =
são agora tratados como símbolos de uma
condenação inapelável de nosso partido e
de nossa liderança. Todos os governadores­
inclusive os aplaudidíssimos pela mídia e
campeões de pesquisas, como Ciro Gomes, do
Ceará, e Antonio Carlos Magalhães, da
Bahia - viram seus candidatos perderem
ma~ só o Leonel Brizola foi derrotado. O
PT, que mal conseguirá manter o número ·ae
Prefeituras obtido em 88, é apontado como
grande vitorioso, apesar de sua fragorosa
derreta para Maluf, em São Paulo, onde por
uma estreití~~ima margem de votos tudo não
se decidiu no primeiro turno. O ABC, berço
e roeu to do pPt;.smo, repeliu as adminis -
trações do PT em Santo André, são Bernardo
e são Caetano, mas nada disso conta para
os redatores e comentaristas, em qeral,nos
veículos de imprensa.
A verdade é que nosso partido, ainda
que ferido pelos resultados nas cidades do
Rio e de Porto Alegre, afirmou-se nacional
mente. ~ possível que algum dano tenham -
nos causado as exploracões maliciosas em
torno de nossas posições de defesa de uma
solução serena e dentro da legalidade para
o triste episódio Collor. Mas, como provam
os resultados das eleições, as razões de
vitórias e derrotas foram, essencialmente,
locais. Como explicar, por exemplo, nossas
expressivas vitórias em Campos, São Gonça­
lo e Niterói - aqui, ao lado do Rio - com
aquele sofisma? Ou, num raciocínio inver -
so, como exolicar a derrota dos candidatos
daqueles mais açodados propugnadóres do
impeachment, como os tucanos cearenses Ci­
ro Gomes e. Tasso Jereissati, ou de Sunli -
cy, ou do candidato do Governador Requião,
do Paraná?
O PDT encara com serena responsabilida­
de a manifestação da população. Buscamos ,
em nossos processos de avaliação, verifi -
car nossos acertos e nossos erros. Mas
não esouecemos, por um minuto sequer, que
ê de mós que o· conservadorismo e os meios
de comunicacão controlados pelas oligar
quias estão sempre cuidando. Sabem sue
nós,.com nossa espontaneidade - e até com
nossas improvisações - representamos a
mais genuína vertente das lutas sociais do
1 VERDADE E
pr staremos ao par ) d
montos e que ] t mos pra nir
dividir o povo 'rah;»1h'or. Por isco, a an
do lhes interessa, in1»,n o ' pro, do
pois, vencerem m a i s f a c i l m o n e, como f--
ram com Collor nas eloi;os presincii
e como pretendem azr com o rinsfuaa t --
5ar Maria, no Pio de anoiro.
!ós, porém, somos pln as do deero.
Nossas raízes estão tão rofundante cra-
vadas na história de nosso povo, que o o
der desses grupos, suas manobras e manipu­
lações não nos podem senão causar danos pe
quenos e transitórios. Logo, o processo s
cial, o julgamento sereno e honrado da po­
pulação nos rocupotil o refaz nossas for
ças. A causa ouo dorcndomos, a causo da
liberdade o d~ justiça social, a causa de
nosso povo, é uma chama imortal, que força
alguma consc9uirá jamais apagar.
*
CPI DA VJSP .. Vejam como os falsos mora
listas, aoesar de toas as dificuldades da
minimização que a mídia - cm especial, a
televisão - vão sendo ~esmascarildos pelos
-
MISTIFICACftO
o "cso PC",
a p u r a ç õ es da cPI o o P rosidnt da 'oni -
o, o quorcis as Nilson ibion, vi ples-
rt engaveta o epodicntena tova'o e
lo plenário, obstrói oa rouori nto
inorm ço e restaura, na prática, o siqi
lo sobre movimentos bancários dos envolvi
dos. Com a atuação de eu partido, o ofe
reci n'o " srontaneo" de abertura da
con s bancárias do Sr. cuércia passa a
ser, inolemen e, tum jogo do cena. Voe­
so partido, solidário com o companheiro -
Luiz S lonão, stá exigindo que o Sr. Gib
on seja substituído na presidência da
cpI, por seu compor ameno desqualifican­
te e sua proposital obstrução a investi0a
ç6os sérias isen-
tas, como as que
precisam ser feitas
sobro a escandali -
zante superavalia -
ção dos bens de Wag
nor Canhedo, denun­
ciada polo próprio
Salomão.
Leonel Brizola
r.ovornador elo
Estado do
Rio c'c Janeiro
o·Governador Pe
dro Pedrossian evi­
tou, ao liberar 150
milhões de cruzeiros
o fechamento temporã
rio do Sanatório a-­
to Grosso. O Hospi
tal psiquiátrico cor
ria o risco de para=
lisar suas ativida -
des pelo atraso no
pagamento dos salá
rios de seus servido
res, da falta de ali
mentação e de reme
dias para atender os
200 pacientes.
Pedrossian, du­
rante visita ao hos­
pital, garantiu tam
bém a liberação de
uma cota mensal de
medicamentos. Sequn­
do a diretora - admi­
nistrativa da entida
de, Pátima do Carmo
O Governador Pedro Pedrossian con-
cluiu com o Banco do Rrasil, a renegocia­
ção aa dívida de curto prazo do Estado em
condições mais vantajosas do que a propos­
ta anterior. O valor ne~ociado é de 33
milhões de dólares. A dívida é de 100 mi­
lhões de dólares e foi contraída para pa··
gar salários atrasados deixados pelo Gover
no anterior. -
O parecer favorável ao Banco para a
proposta de Mato Grosso do Sul será comuni
cado oficialmente ao Governador Pedro Pe­
drossian pelo Presidente Tnterino do Ban­
co do Brasil, 'uis Antonio Fayet, em curi
tiba, durante reunião do Codesul. O secre=
tário de Fazenda, osé Antonio Felício dis
se que a decisão• é um passo importante=
para resolver o mais sério problema do go-
FECHAMENTO
TO GROSSO
Albino Maia, a deci
são do Governador=
representou "um pas
so importante para=
evitar uma situação
desastrosa", já que
200 internos pode
riam ficar sem as=
sisténcia médica.
Os recursos,u­
tilizados pelo Go­
vernador, serão re­
passados ao hospi
-----------------------=========================---------------
tal pela Fundação de
Promoção social de
MS •• Promosul. O Go­
verno do Estado vaí­
tentar, em Brasília,
aumentar os valores­
pagos pelo Ministé
rio da Saúde,através
do Sistema ünica de
Saúde, para atendi -
menta das pessoas ca
rentes, já que 904 •
dos pacientes são
tratados pelo sus.
verno: a dívida de curto prazo".
A decisão do Banco, segundo Felíci,,
vai permitir um equilíbrio nas finanças -
do Estado e garantir a continuidade dos -
investimentos, principalmente em obras so
ciais. A medida deve servir de parâmetro=
para que o Governo conclua a negociação -
com os demais bancos credores.
Antes dessa renegociação, o Banco do
Brasil vinha retendo partes dos recursos­
do Fundo de Participação dos Estados- FPE
destinado a Mato Grosso do Sul. "Sem essa
renegociação, feita por interferência di­
reta do Governador Pedro Pedrossian, cer­
tamente o Estado teria sérios problemas -
financeiros, o que poderia causar, inclu­
sive, paralização de obras", lembra o se­
cretário de Fazenda, José A. Felício.
, .
NE<iOCIOS E OPORTUNIDADES, PINTA DE TUDO
Viação e ruze
CONFORTO - SEGURANÇA - EFICIENC!A
LINHAS PARA TODOS OS MUN!ClPIOS DE MS
CONEXÃO'PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS
Viação Cruzeiro do Sul
UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇAG DE MS
GJ
do Sul
.,.

• , r .
O Dia Mundial da Alimentação e as
Comunidades do Interior do Brasil
n fome, associada
,1 11,,nnutrição con:;t: í
t ! um dos mais qra­
ven problema brani­
loiros. f sem d@vi -
da, o mais contran­
qedor, Afeta crian -
ças, adultos e ido -
os, m todas as re­
qiõo. Mas ó a crian
ça pequena a qun ma­
is sofre suas consoe­
qufincian. Não poupa
a criança, nem antes
do seu nascimento. A
dPonutriçiio dentro -
do 6tero materno, 5
a causa mais impor -
tantc do peso de nas
cimPnto abaixo dopa
drão verificado cm
noseas crianças.
A desnutrição é
uma importante causa
da mortalidade na in
fância (principalmen
te por sua associa=
cão com doencas in -
fecciosas); do atra-
7.0 no crescimento da
criança e do iovem ;
das dificnlàades no
aprendizado escolar
'rcpr,t0nc1n r: r;vn
ão) da do'icíncla
na capacidade produ­
tlvn <lo trnhnlhador
além de contribuir -
para a queda na ex -­
pcctntlva de vidH,
Emhora a pobreza
seja a causa básica
da desnutrição, es -
tando, portanto, re­
lacionada às questõ­
es da diatribuição -
da renda, acesso e
uso da terra (zona -
Rural), acesso ao
trabalho (zona urba­
na), não se pode ne­
gar que mudanças nas
condições de vida e
saúde (habitação, sa
neamento básico, ali
mentacão, cobertura­
de serviços de saúde
e educação) terão um
impacto importante -
na refuçaó do probl~
ma.
A produção de ali
mentes é outro fator
de grandr. importân -
cia, mbora por si
só não garante que a
distribicão s·ia e­
qui ativa den ro da
populac:3o, poin na­
cesso o consumo de a
limrntoA ocL5o liga=
dor. a vários •a·o
res, principalmente
ao poder o compra -
da populacão.
Out-ro acpcc ore­
lativo ao conhrcimen
to daa quest5os de~
limentacão e nutri
ão pela população
são também ratares
importantes para a
nutrição de alguns
grupos específicos -
como é o caso da im­
portância do aleita­
m<:nto materno e das
práticas do desmame,
da higiene no manu -
seio e preparo dos a
J. lmentos, de preven­
cão da anemia e de ·­
outros distúrbios da
nutrição.
Faz-se,portanto ,
necessário a amplia-
lliment
....,
a,çao
Questão de Interesse, Nacional
O problema da ali
mentacâo não é mais
responsabilidade só
do Governo ou espe -
cialmente do Governo
Federal. A questão
assumiu uma tal im -
portância que toda a
sociedade precisa se
envolver com ela
buscando soluções a­
dequadas para cada -
grupo de pessoas afe
tadas ou para cada
s1cuação". A declara
cão é do Dr. Peter
Rosenegger, Represen
tante da FAO para o
Brasil, anunciando o
programa do Dia Mun­
dial da Alimentação,
16 de outubro.
Segundo Roseneg -
ger, a idéia princi­
pal é transformar o
Dia Mundial da Ali -
mentação num momento
de reflexão de toda
a comunidade, para -
retomada dos esfor -
ços com vistas a um
rabalho mais perma-
cao o difusão de -
ses conhecimento -­
no sentido de mudan
cas de hábi os e
comportamentos rela
popu'acão.
Todas essas con­
sideracões chamam a
a encio para a com­
plexidade da ques -
tão e, portanto,qug
remoa, Senhor Pra -
feito, propor-lhr u
ma idéia simples
para cornecar o en -
frenlamcn·o desta -
situacão - a suai­
niciativa, um posi­
cionamento seu, co­
mo principal líder
da comunidade, em -
relação ao Dia Mun­
dial da Alimenta
ção, 16 de outubro.
O Dia f-lundial da
Alimentação vem sen
do promovido pela~
FAO há 18 dezoito)
anos.
O objetivo maior
é conscientizar a
sociedarlc para a im
portãncia d4s que -
6, s re ativas à n-
1imantar;o e Nutri­
cão.
f ex'romamonte -
simples· um ato pd
blico, na praça
prlr.cip1l, r.n r-mpa
r
1
11 Pr<''Pi ura, nu:n
coléqio, envolvendo
sudantes, proes­
sores, vereadores
l.i'.drr0<1 polili<.:o; -
líderes da área m­
presarial (comér
cio, indústria, pro
fissões, serviços)~
líderes de trabalha
dores, inprcnea -
onde houver - com o
objetivo de chamar
a atenção das pes -
soas para a questão
nutricional e ali­
mentar.
F.sta atitude
que pretendemos se­
ja repetida em to -
dos os Municípios -
do País - vai mar -
car um momento his­
tórico na sua Admi-
nistr çio· busca
d s soluções possí­
veis pura um dos
mais anqunt jantes -
problemas o er hu
mano·' a fom, a ca­
rônc a alimentar, a
falta de saúde, de
ens raia e disposi -
c3o pnra Pnfrrntnr
as dificuldades diá
ri <l!J,
e precisar, on­
vi.arrmor; 11m roteiro
suqestões, alqumas
Idéias que podem
ser modificadas, re
duzidaa, adaptadaa­
às condições de ca­
da comunidade.
Comunique-no co­
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Renato Moreira
Assessor Pessoal fo
Ministro <la Agricul
tura e Reforma Aar
ria.
·1nteriorizacão e Continuidade
A FAO, que é a or
ganizaçao das Nações
Unidas para Agricul­
tura e Alimentação ,
trabalha em todos os
continentes para au­
mentar a produção e
melhorar a distribui
cão de alimentos. Õ
dia 16 de outubro fi
cou consolidado como
a data em que se in­
tensificam as discus
sões e os debates ,
ampliando os esfor -
ços dos Governos e
das Comunidades para
proporcionar mais a­
limentos mais saudá­
veis à disposição
das populações.
"Neste ano, diz
Peter Rosenegger, te
mos dois objetivos -
principais: levar o
Dia Mundial da Ali -
• nente para eliminar
: a Fome a desnutri
mentação para o inte
rior do Brasil, a1
cançando as pessoas
que produzem, trans­
portam e distribuem
alimentos; e manter
viva a discussão do
problema alimentar e
nutricional por mais
tempo". Ele conta ,
inicialmente, com um
importante apoio pa­
ra chegar ao campo -
o DENlCOOP, Depar.ta­
mento Nacional de De
senvolvimento Fural-
e Cooperativismo, do
Ministério da Agri -
cultura e Reforma A­
grária. Para manter
e ampliar o debate
sobre a questão ali­
mentar, Rosenegger -
espera que o Brasil
tenha, ainda este a-
.no, o seu Comitê Na-
cao.
o representante
da FAO acredita na
mobilização política
e social, com o obje
tivo de reduzir os
efeitos negativos da
desnutrição e da ali
mentação inadequada­
junto às populações
de menor renda e, es
pecialmente, entre=
crianças, mulheres e
trabalhadores.
cional de Segurancâ
Alimentar, que deve­
rá trabalhar para so
lucionar problemas=
de Produção, Armaze­
namento, Transporte,
Distribuição e Quali
dade dos Alimentos::
do País.
"Queremos interio
rizar as preocupaçõ::
es relacionadas com
a alimentação, por -
que é no interior -
que se produzem os a
limentos. E no inte­
rior há gente mal a­
limentada e gente
mal nutrida", ~aran­
te o representante -
da FAO. Para Poseneg
ger, "no interior e
que se decide, tam -
bém, a qualidade dos'
alimentos ofertados
para a populacão".
RONDA POLICIAL
Baleado no Pé na Praia tdo pa
O menor L,.R.P., 16 anos, morador na nua Santo Aonso, Bair
ro Vila Nova, foi vítima de disparo de arma de fogo no últimÕ
domingo, dia 18, sendo ferido na região dorsal do pé.
Segundo as informações, o fato deu-se na Praia do Pompí
lio, onde surgiu desentendimentos entre L.P.R., e outro me
nor, C.R., morador no Fairro Costa e Silva, que sacou de um
revólver Taurus, calibre 22 e efetuou um disparo atingindo o
pe de_1..P., que foi encaminhado minutos depois para o Hospi
tal Sao Vicente de Paula. -
_ A arma utilizada por C.R., 17 anos, foi entregue à guarni­
cao da p que atendeu a ocorrência no prõprio local <lo fato -
pelo soldado Adernar Loureiro Nunes, apesar das diligências
realizadas pelas Polícias Civil e Militar de nossa cidade o
autor do disparo não foi encontrado pelos Policiais.
Segundo informações do Delegado de Polícia Paulo Cesar
Rraus, nue está respondendo pela nelegacia de Polícia de Bela
Vista, já existem várias queixas registradas contra o menor -
.R., todas por disparos de arma de fooo em via pública e en­
volvimento em arruaça, principalmente na região do Bairro -
Costa e Silva, por isso a nolicia continuará atenta nara, mes
mo em se tratando de menor, tomar as providências no sentido­
de evitar que a qualquer hora dessas aconteça um incidente ma
is grave devido a sua otal irresponsabilidade.
ESFAQ_UEADO NAS COSTAS
Outro caso registrado pela Delegacia de Polícia, no último
final de semana oi. o es aqueamento praticado contra
O
menor
c.r.., 16 anos, morador na Rua Antero de Moraes, Bairro Vila -
Nova, que levou uma facada nas costas do elemento conhecido -
pelas iniciais T.s., residente na Pua Parão do Triunfo.
A ocorr7nc1a dP.11-se na Vila Nova, por voltas das
2
2·00 ho
ras, dc dia_l7, a Policia compareceu no local, estando ta -
bem na residencia do I.S., mas o autor do esfa
guiu evadir-se. • queamento conse
.Casa - Vende-se
~ocalizada á Rua Libero 8adaró
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COMENTANDO
MARRUÍ JEANS
Estará exibindo
sua linda coleção Pri
ma vera/Verão, em Does­
filo no dia 25/10/92
no Grfimio Recreativo
Antonio João (Graj).
ESSE DESPILE
Está previsto para
iniciar ãs 20:30 ha o
participarão manecas
de Ponta Porã, Campo
Grande e as "pratas
da casa". Vale apena
conferir essa promo -
ção que promete suces
sol
O PRESIDENTE
Itamar dá a Recei­
ta do novo paladar do
Poder:
Ingredientes: um
quilo de polvilho do­
ce; 400 gramas de
queijo ralado; oito a
dez ovos; meio litro
de leite; um copo de
óleo e sal-a-gosto.
Modo de fazer: le­
ve o leite, o Óleo e
o sal ao fogo e deixe
ferver; jogue a mistu
ra sobre o polvilho e
quando esfriar, vã
quebrando os ovos en­
quanto amassa, até tu
do ficar liso e homo=
gêneo, mesmo que can­
se o braço.
Depois, acrescente
o queijo, faça as bo­
linhas, coloque em ta
buleiro untado e leve
ao forno bem quente ,
sem abri-lo nos pri -
meiros 20 minutos.
Então, é só servir
com cafê passado na
hora.
Convite Bonito e Criativo
Os Diretores do Jornal da Praça: João Natalício e Izolina ,
estão distribuindo para a Festa dos 13 anos do Jornal, que diz:
NÓS E voei'.
Há 13 anos o Jornal da Praça convive com você, todos o di­
as. e uma relação bonita, de amor e muito respeito. E mais un
voz, junto5, estamos comemorando o aniversário desse relaciona
mento. --
Expressando os sentimentos o convicçÕen da sociedade de for
ma responsável, acompanhando o amadurecimento político, cconó::
mico, cultural e social dos milhares de amigos que fez ao lon­
go desses anos todos, o ,Jornal da Praça faz a sua festa. E
quer brindar com você - personaqem principal dessa incrivcl
história, escrita em preto e branco, para dar mais cor ao seu
dia-a-dia.
Convite
A Empresa Jornalística ·Jornal da Praça Ltda, tem a honra de
convidar V. s. e distinta família para o tradicional baile de
aniversário do Jornal da Praça - Destaques 92 - com animação
de dois grandes grupos musicais: "MR - Musical Show" do Para -
ná e "Los Tammy's" de Pedro Juan Caballero.
Data - 31 de outubro/92
Início - 22 horas
Local - União Tênis Clube
Traje - Social
Reservas de mesa pelos fones: (067) 439-3130 e 431-2160
rua Rio Branco, 279- Ponta Porã - MS
ou
Nossa Senhora
Aparecida
Paulo Francisco Mar tos
os primeiros lam
pejos de nossa civi­
lização, nas praias
desertas de Iperoiq
(atual Ubatuba/SP)
Jornalista
Ivaldo Pereira
e amigos em re-
cente jantar no
Coraj.
Pastoral da Juventude de B. Vista-MS
Paróquia Santo Afonso
Convite
A Pastoral da Juventude da Paróquia de
Santo Afonso, vem mui respeitosamente ,
convidar V.S0 e DD. Família para partici­
parem do DIA NACIONAL DA JUVENTUDE,_ que
terá como objetivo a maior integraçao da
juventude da nossa cidade.
Local - Ginásio de Esportes
Dia - 25/10/92
Inicio - 13:30 horas
Após as festividades, teremos uma cami
nhada até a Igreja Matriz do Santo Afonso
para a celebração. da Missa em Ação de
Graças pelo Dia da Juventude Brasileira.
Esperando contar com sua honrosa parti
cipacão, antecipamos os nossos sinceros a
gradecimentos.
Pe.
Atenciosamente,
Nilo Schlickmann - Vigário
Jorge Florentino - Pres. PJ
"Onde há jovens, há vida!"
Geração Esperança
Jovem! És a esperança do mundo.
Em ti surge uma nova vida.
Tu és a realidade Única de um
punhado de sonhos, presos na
substância divina do teu ser
imortal.
TÜ és o aperto de mãos, que se
encontram no limite indeciso de
todas as terminações do Universo.
Em ti renasce, a cada manhã de sol,
as apiraçoes puras que fazem bem
ao corpo e à alma.
Jovem, eu creio em ti!
Creio no teu poder de crescimento e
com tua alegria contagiante.
Creio na forca invencível que te
embala no tempo e no espaço.
I
uma alma abrasada no
amor de Deus cantava
em versos latinos as
glórias e dons da
Virgem Mãe de Deus.
Era o Beato Padre
José do Anchieta
que agradecia a ma -
ternal proteção de
Nossa Senhora, por
lhe ter preservado a
alma e o corpo duran
te o terrível cati -
veiro entre os tamoi
os.
Esse magnífico
poema, de 5.780 ver­
sos, composto inici­
a:mente sobre a are­
ia, constituí, segun
do a expressão do
Pe. Hélio Viotti, SJ
historiador especia­
lista em Anchieta
I
um "monumento devas
salagem de nossa ter
ra à realeza espiri­
·tual de Maria".
A Rainha do Céu
cumulou com suas bên
çãos e favores celes
tias esta Terra d san
ta Cruz, desde odes
cobrimento, e por to
da a extensão de nos
so imenso território
foram sendo edifica­
das capelas, igre
jas, basílicas e san
tuãrios para honrar
a Mãe de Deus, agra­
decer seus benefici­
os e suplicar sua mi
sericordiosa prote
ão, sob bárias invo
caçóes. -
Entre esses nume­
rosos títulos, o ma­
is notável para nós
é, sem dúvida, o de
Nossa Senhora Apare­
cida, Padroeira e
Rainha do Brasil.
A sagrada Imagem,
miraculosamente sur­
gida nas águas do
rio Paraíba, no ano
de 1717, a partir de
então escolheu uma
colina, no vale do
mesmo nome, para que
aí se edificasse u -
ma igreja em seu lou
vor, local onde se
derrama uma imensa
quantidade de graças
para todo o Brasil.
f, extraordinário
o afluxo de romei
ros, durante todo o
ano - especialmente
a 12 de outubro, fe
ta da Padroeira -
Aparecida, capital
espiritual do país,
onde vão eles recon­
fortar suas olmaa. O
que atesta de modo
eloquente a predile­
ção de Maria Santís­
sima pela mais popu­
losa nação católica
da Terra. .
Para louvar Nossa
Senhora Aparecida ,
nunca se falará dema
siado. "De Maria nun
quam satis", disse o
grande doutor da de­
voção mariana, são
Luís Maria Grignion
de Montfort.
Assim, foi com e
norme alegria que to
mei conhecimento da
publicação da tercei
ra edição do livro -
"Rainha do Brasil -
A maravilhosa histó­
ria e os milagres de
Nossa Senhora da Con
ceição Aparecida", -
de autoria de Gusta­
vo Solimeo e Luiz So
limeo.
A obra fartamen­
te ilustrada, e o
ta com a aprovaç5
do Arcebispo de A; __
recida, Dom Geraldo
Penido. Além da par­
te histórica, contém
ela um Catecismo so­
bre a devoção a Nos­
sa Senhora, esclaro­
cendo, entre outras
matérias, as razões
de liceidade do cul­
to das imagens. Lan­
çado em maio deste a
no, o livro já alcan
çou o expressivo to­
tal de 30 mil exem -
plares.
(ABIM)
(Elízia Maria de Arruclà) r-------.....; _._
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O emprcqado rural foi equiparado ao urbano para esse fim
Um fato lamentável chegou ao nosso conhecimento, de que a
l
nr0vid6ncJ<1 Social nJo Lcm notificado aoa cmpr0c;ndos ruraJs -
quanto à data de aposentadoria por idade de trabalhadores ru "
rais, com a absurda aleqação de que a Lei mudou e n,10 ha ncc:0!!_
idade de cessação do contrato de trabalho.
Compete à Previdência Social informar imediatamente ao em -
preqador a data do inicio da aposentadoria para a competente
Rescisão com a homologação peran te o orqao compe tente.
A informação de que a Lei mudou e não precisa I ais o desli­
gamento do emprcgodo, em caso de aposentadoria de empregado ru
rol, ó um absurdo. Com a equiparação do empregado rural ao ur­
bano, com o advento da nova lcgiolaçio previdenciária, a par -
tir de novembro/91, agora sim, é preciso o desligamento do em­
prego, paio o benefício é o mesmo que tem o trabalhador urba -
no.
Até novembro/91, o empregado rural aposentava-se com meio
salário minimo, o que não ora considerado uma aposentadoria ,
razão pela qual não se verificava a Rescisão de Contrato de
Trabalho na prática,
com a equiparação do empregado rural ao urbano, o rural pas
sou a desfrutar dos mesmos benefícios previdenciários e o em -
pregador rural, por sua vez, paga a mesma coisa que uma empre­
sa urbana para fins de custeio da Seguridade Social.
A Previdência Social compete única e exclusivamente, ao apo
sentar um empregado, notificar o empregador.
Não são de sua competência interpretações jurídicas traba -
lhistas.
Perguntas & Respostas
TRJBALHO URBANO
Pergunta:Inclui-se o aviso prévio 30 dias no tempo de servi
ç0, para efeito de cálculo? - V.L.R.C. - Manaus/AM
Resposta: O prazo do aviso prévio (30 dias) .conta-se para
todos os efeitos legais, salvo quando. a falta de cumprimento -
do aviso ocorrer por culpa do empregado. Quando o empregado
não cumpre o prazo do Aviso Prévio, além de so=rer o desconto
do valor correspondente a 30 dias, o prazo nio é contado para
nenhum efeito.
TRABALHO RURAL
Pergunta: Admiti, na Fazenda, para trabalhar na lavoura, ma
rido e mulher. Acontece que eles têm 3 filhos menores. Queria­
saber se ambos têm direito ao salário-família. M.D.P.S.P.
Campos/RJ
Resposta: Sim. Quando marido e mulher trabalham e têm fi
lhos menores de 14 (quatorze) anos de idade, ambos recebem as
quotas do Salário-Família, mesmo que contratados os dois em
uma mesma empresa.
TRABALHO DOMÉSTICO
Pergunta: A empregada doméstica estando grávida, de quem é
a responsabilidade pelo pagamento do salário-maternidade, con­
siderando que ela nio está registrada? - G.C.L.S. - Fortaleza/
CE.
Resposta: A responsabilidade pelo. pagamento do Salário-Ma -
ternidade da empregada doméstica é da Previdência Social, en -
tretanto, como ela não está registrada, a obrigação é da empre'
gadora, pois não houve contribuição à Previdência Social, mui=
to embora esse benefício não dependa do período de carência.
PREVIDENCIA SOCIAL
Pergunta: Uma pessoa que prestou serviço no meio rural por
vários anos, atualmente contribui para a Previdência Urbana .
e tem o marido que é aposentado, tem 65 anos de idade. Indaga­
se: Essa mulher tem direito a requerer sua· aposentadoria? -
J.R.S.O. - Rondonópolis/MT.
Resposta: O tempo de serviço do setor r:ural computa-se pa­
ra o setor urbano e vice-versa.
Não é preciso contribuicão como rurai, mas comece de prova
escrita, para que seja comprovado o·trabalho como rural. Assim
sendo, a pessoa poderá aposentar-se pelo Regime Geral da Previ
dência Social.
Nova CL T:
Legislação
Mudança na
Trabalhista
BIT-Revista tem esquema para mantê-lo atualizado
As leis trabalhista= URBANAS E RURAIS passam por uma- profun
da reforma. Uma Comissao de Juristas de Alto Nível, três de
les inclusive, integrantes da BIT-Revista, trabalham na-prepa­
raçao da NOVA C.L.T. e toda legislação trabalhista rural.
Acompanhe passo a passo as mudancas, através da BIT-Rev"ista.
ta revista de menor preço no mercado de revistas jurídicas
especializadas, além de·se constituir em uma das mais requisi­
tadas do País, pois é escrita com uma linguagem simples e efi­
ciente, ao alcance de todos.
Peça um prospecto com todas as informações escrevendo para:
BIT-Revista - Revista Nacional de Orientaç~es Trabalhistas e
Previdenciáriás URBANAS e RURAIS.
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Sao Paulo - Telefone/PABX (0144) 42 - 3645 - FAX (0144)42-4461
!-Sugestão ao Executivo
t' " 1
1, 1a Vista
J0. Cetns
Uas c?4as à
unidade aue
o cio·; ícl;;.d,.; ;.
comentário.
nunca chega. ·ta
as4unto pra ou ro
A verdade é quo o f turo Prg
feito de Bela Vis a, jun o cor:
seus assessores, dever iniciar
um projeto, ou plano, de apoio
para
u ..... o r_

+


retalo [ora
mu. "com t"
dó o rec
•• rs a
ri3 passa pe as pequena em
rreia. A propósito, publica os
t ~ cnm o Dr-
utu breve entre'is a '«e •
fesor da Fundação Cetulio Var-­
qas, Luciano dos santo Gaino
respeito do ssunto (empregos),
transcrito do Caderno do 'apre­
qos, do O Fstado de São Paulo.
A fórmula correta
emprego cr1ar
O Professor de evoluç3o e rr
volução organizacional da Fundá
cão etulio vargas (FGv-SP), Lã
ciano dos Santos Gaino, fala so
bre a crise no mercado de trab
lho. E afirma: mesmo que are=
cessio passe, a grande empresa
nio vai voltar a contratar.
Estado - Como criar emprego?
Luciano dos Santos Guino - SÓ
existem dois modos: aumentando
o número de empregos nas empre­
sas existentes ou o número <le
empregadores. A primeira hipóte
se está saturada. A grande em=
presa não é mais a grande empre
gadora em nenhum lugar do mun
do. O modelo organizacional es­
tá mudando. Com o ambiente com­
petitivo, as organizações têm
dificuldades de manter estrutu­
ras de maior porte. Elas estão
sendo desmontadas, com transfe­
rência de serviços para tercei­
ros.
Estado - Onde está o emprego?
Gaino - No Brasil (como no res-
.o elo mundo) apenas 20 do em -
prego está em grandes empresas
e 80% nas pequenas e médias. Fs
tes ;,oç tendcn a diminuir por -
que nem todas as empresas fize­
ram as mudanças necessárias pa­
ra obter um novo modelo organi­
zacional, com maior flcxibilid~
de.
Fstado - Muda o perfil do traba
lhador?
Gaino - o modelo de sucesso do
Lrabalhadortem que mudar. Ele
foi criado para ser empregado.
!sto se transformou numa cultu­
ra social, até a década de 70 -
esse modelo eu certo. De 1á pa
ra cá mudou. O diploma deixou=
de ser sinônimo de ~uc0sso para
se tornar um pré-requisito de
alternativas de não ser emprega
do no sistema tradicional. Mas­
de ser autõnomo, sócio, dono de
um negócio (futuro empregador).
Isto antes era exceção, hoje é
regra. O Brasil precisa criar 5
mil empregos por dia, apenas pa
ra assimilar o crescimento da
população economicamente ativa,
Realismo
O belavistense precisa "cair
na real", como dizem os jovens,
deixar de sonhos irrealizáveis
e adotar a política "feijão com
arroz". Esperamos que Abraão Za
carias, reciclado, veja a reali
dade como ela é, e não como a
pintam os eternos fabricantes
de sonhos. Sonhar é preciso,ló
gico, mas para transformar so­
nhos em realidade é preciso
"compreender os sonhos". (PP)
A..lilUNCIE AQUI:
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÃRIO REGIONAL
PREÇO DESTE EXEMPLAR: Cr$ - 3.000,00
T
-==- E ~ ASSOCLACÃO
- =--- = - NACIONAL
~ , J DE JORNAIS
urro Dtrr
Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais -
ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes preceitos:
.....»--
o funaonamento sem restrições
da imprensa e o livre aercício
da profJSSão
=3 A~urar e p~blicar-;~erdade-­
dos fatos de interesse público,
não admitindo que sobre eles
prevaleçam quaisquer interesses
I
t:._ f Defender os direitos do ser
humano, os valores da democracia
representativa e a livre iniciativa
.r
{)correr».«
contestações objetivas das pessoas·
ou organizações acusadas, em suas
páginas, de atos ilícitos ou
comportamentos condenáveis
,.....
, J ~urar o acesso de seus leitores .
as diferentes versões dos fatos
e às dimsas tendências de opinião •
da sociedade
o
()ir.is...a,
·mdmduo a sua privacidade,
salvo quando esse direito
constituir obstárulo à
informação de interesse público
l .
J) Düere_n,_ciar, __ d-_e-_to:rma:-:.:i-de.n..._tifi_ca_·~,--el--1
pelos leitores, material editorial
e material publicitário
e

o I. TI 1 A 1A ,. '.'. t, 0,
Entrevista/ Alcer.i Guerra
Quero que paguem os danos que sofri
Livro das acua -
;e de prevaricação
e omissão no inquóri
to que investigou ir
reqularidades na Fun
duçüo !lacional ci'ê
saúde (fNS), o ex-mi
niotro Alccnl Gucrri
preparo um contra-a­
taque, "sem ódio nem
desejo de vingança",
para reparar sua ima
gcm, profundamente -
atingida pelo cuc5.n­
dalo, em dezembro. A
liviado, o ex-minis=
tro da saúde do go -
verno Collor quer re
construir sua vida o
não pensa em politi­
ca. "primeiro, preci
so colocar minha vi=
da pessoal em dia
para depois pensar
em outras coisas", a
firma. Em entrevista
a Sônia Silva e Antô
nio Marcello, da A=
gência Estado ele in
siste que o programa
dos agentes de saúde
que motivou as denún
cias de super fatura­
menta de bicicletas
e mochilas - é a úni
ca chance que o Bra-­
sil'tem do controlar
a epidemia de cóle --
ra.
Estado - sua vida
foi abalada pelo es­
cândalo. Como o se -
nhor pretende agir?
Alceni Guerra
Primeiro, vou colo -
car minha vida em
dia. A pancada foi
muito forte. A viru­
lência com que fui
atacado foi despro -
porcional aos fatos.
Preciso dar tempo ao
tempo para ver o com
portamento dos seto­
res que me difamaram.
Vou buscar que pa
guem os danos que so
fri, mas não quero
cair na vala comum
de preconceitos que
usaram contra mim.
Estado - Sem ódio?
Alceni - Sem ódio
nem desejo de vingan
ca. Estou observando
o comportamento nao
apenas da imprensa ,
mas do todos que agi
ram contra mim. o
que estão dando qua­
rida decente a deci­
:·;ão do procura<lor-gr•
ral da República, A-­
ristides Junqueira ,
que não viu provas
contra mim, cotfio a­
qindo honestamente .
Se forem da impren -
sa, estão simplesmen
te exercendo o direi
to de informar. A ii
prensa teve um trata
menta muito duro co­
migo. Foi um lincha­
mento moral, sem
provas nem indícios.
Mas acho que foi uma
época própria da his
tória do Brasil. Pa­
ra mim, agora, é im­
portante divulgar ao
máximo a decisão do
procurador. É impor­
tante para resgatar
a minha inocência.
Estado Isso bas
ta?
Alceni - Não sei.
Os danos têm de ser
ressarcidos. Mas há
coisas que não se po
de quantificar. Como
vou superar o trauma
que foi a publicação
na primeira página
de um jornal de cir­
culação nacional de
um desenho do meus
filhos com uma tarja
negra nos olhos, co­
mo se fosse um delin
quente? Para as cri=
anças, foi um trauma
muito grande que
rompeu até seu conví
vio social. são pre­
juízos difíceis de
resgatar. O processo
de acusação que SO -
fri não trouxe ape -
nas danos à minha i­
magem. Minha mulher,
Ângela, teve que a -
bandonar seu curso
de Psicologia. Mas
eu não quero serres
sarcido baseando-me­
no Ódio ou na vingan
ça. Por isso, não
vou fazer nada dei-
mediato. Prefiro e
prar.
Estado - O se
nhor atribui a al -
quém a responsabili
dade por essa campa
nha?
Alccni - Prefiro
não comcntür. !louve,
inLercoccc contra -
riado, claro. Mas
não quero comentar
nem nobre o compor­
tamento do governa­
dor da Dahla, Antô­
nio Carlos Magalhã­
es, nem sobre o do
presidente da Rede
Globo, Roberto Mari
nho. Mas acredito -
que a aproximação -
do governador do
Rio, Leonel Brizola,
com o presidente
Collor, que eu con­
segui, contrariou
fortes interessas .
Só para lembrar, eu
consegui uma econo­
mia de US$ 5 bilhõ­
es na construção
dos Ciacs.
Estado - Mas a
reação às denúncias
foi nacional.
Alceni - Foi. A
reação foi de um e­
mocionalismo que eu
acreditava impossi­
vel. Outro exemplo:
surgiu uma denúncia
de que eu tinha a -
bandonado os ianomâ
mis. Eu era responsa
bilizado pela malá­
ria numa área indí­
gena. Eu tinha em
mãos relatôrios da
ação da FNS, comuni
cados mostrando ã
notificação obriga­
tória dos casos. Mes
mo assim,pessoas da
mais alta qualifica
çâo profissional me
denunciaram à Procu
radoria. Foi um ato
emocional, sem base
nem comprovação das
denúncias.
Estado - O se
nhor tem alguma má­
goa dos seus anti -
gos colaboradores
BRU
Distribuidora dos produtos
BRAHMA para Bela Vista e
Região.
Oferecemos todo tipo de ma
teriais para festa, como -
freezers, mesas, cadeiras,
copos e transporte.
CERVEJAS, REFRIGERANTES E
CHOPP com 15 dias de ante­
cedência.
na Fundação cional
de Saúdo?
Aiceni - • -
qui tbm é preciso
der um dencno to so
emocionalimo.
Estado- E o ir -
mão de Paulo César
Parias, Luiz Romero,
que foi eu secretá­
rio-goral no minint~
rio? A CPI do PC re­
velou o envolvimento
dele em corrupção.
Alceni - Conheci
Luiz Romero na campa
nha de Collor. E1e
tinha um bom curricu
lo, já havia adminis
trado a Saúde em A1a
J0as. Não xistia na
época essa história
de Esquema PC.
Estado - O senhor
se sentiu abandonado
pelo Presidente Col­
lor?
Alceni - Piquei
quase oito mesas sem
falar com ele. Minha
questão era com a
Justiça. Depois do
parecer do procura
dor, ole telefonou
mo cumprimentando
Voltou a telefonar
antes da votação do
impeachmont. E outra
vez depois, q ando
me disse que desc l­
pava o voto de meus
irmos as favor de
seu afastaner.to.
Estado - o senhor
vai permanecer em
rasília?
Alceni - Pretendo
me estabelecer em
Curitiba, retom r a
vida. Ais, não foi
só a minha vida que
foi afetada, a situa
cão da saúde do Bra­
sil também.
Estado - Como?
Alceni - A crise
criada pelas denúnci
as paralisou um pro=
grama importante, o
dos agentes de saú -
de.
Se tivéssemos con
seguido levar esse
programa adiant
n,ao ri as ho)
mi que 2 mil ca
os do cólera, e
nac 0 mil. O pro
qrar a deu certo em
todos os países que
o irpl ntaram, chi­
na, 1ndia, Paqui: "
tão. Porque a cole-­
ra e comb te com
medicamentos, cla
ro, mas principal
mn e com agentes
de aüde com facili
dado de locomoção •
Não se pode confun­
dir, como foi f ito,
um programa de sal­
de impor ante como
esse com denúncias
de super faturamen -
t.o. l'lfJ clonúncia::; ti
nham que ser apura=
das, mas não podiam
ter paralisado o
progra.r.rn.
FONE (067) 439-1306
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Bela vista-MATO GROSSO DO SUL
Brahma é Brahma
Você Sabe!
E
Ajuste fiscal - O
Ministro da Economia,
Gustavo Krause, afie
mou que a criação do
Imposto sobre Transa
ções Financeiras -
(ITF) já é ponto fe­
chado do projeto de
ajuste fiscal de e -
mergências, que deve
chegar ao Congresso
no dia 22. O governo
informou que o IR
de pessoas físicas
não será ilterado
Eduardo Vieira, re -
cém-nomeado ministro
da Indústria e Comér
cio, criticou aberta
mente a decisão. Os
bancos também são
contrários ao ITF.
Salão de automó
vel - Aberto ao pá
blico, o 170 Salão
mostra o primeiro con
forto entre os car
ros nacionais e im -
portados. As novida­
des são a nova linha
Ford Escort, o VW
Gol 1000, a perua O­
mega e a Tempra duas
portas. Entre os im­
portados estão a Mer
cedes Cabriolet 300-
CE, o Honda CRX, o
Renault Safrane e 'To
yota Corola. A Volks
mostra ainda ofusca
do ano 2000, batiza-

ODI Ia
do de Chico. O salão
vai até o dia 25 des
de mes.
Privatização - O
BNDES começa a prepa
rar um projeto para
mudar as regras das
privatizações. O Ba~
co quer que a compra
seja paga com um
porcentual mínimo em
dinheiro e que ades
tinação do valor ar=
recadado seja amplia
da. O calendário dos
leilões não foi alte
rado. -
Mercosul - O Pre­
sidente Itamar Fran­
co recebeu na quarta
feira na Base Aérea
de Brasília os Presi
dentes da Argentina,
Carlos Menem, e - do
Uruguai, Luis Alber­
to Lacalle. O objeti
vo de Itamar é garan
tira continuidade
do projeto de imple­
mentação do Mercado
Comum do Cone Sul.
Previdência - O
Ministro da Previdên
eia, Antonio Britto,
que tomou posse na
quarta-feira passa -
da, rejeitou a possi
bilidade de aumento­
da alíquota das con-
tribuiçõcs dos em­
pregadores e empre
gados à Prcvidén =
eia. Disse também
que quer rever o
sistema de aposen­
tadoria e custeio
de benefícios ao
funcionalismo pú -
blico.
FGTS - O Minis­
tro do Trabalho ,
Walter Barelli, a­
nunciou que preten
de realizar uma de
vassa nas aplicaco
es do FGTS. O ron­
bo do Fundo deverá
chegar a Cr$ 5,2
trilhões até o fi­
nal do ano.
Habitação O
Banco Central anun
ciou que a TR pode
rã ser usada para­
corrigir as presta
ções da casa pró=
pria, se as partes
concordarem, ou em
substituição a ou­
tros índices. O
banco comunicou a­
os agentes do Sis­
tema Financeiro de
Habitação que a me
dida do Supremo
Tribunal Federal
de proibir seu uso
ê de efeito restri
to. (AE) -
EDITAL DE PROCLAMAS
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do Cartório de Registro
Civil desta cidade de Bela Vista-MS., faz saber a quantos o
presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os doeu
mentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro in-
1sos I, II e IV e pretendem se casar:
LUIZ ANTONIO DE PAULA e IRANIS SANCHES LEITE , ambos brasi­
leiros, solteiros, residentes e domiciliados nesta cidade ele
repórter, filho de Antonio Cardoso de Paula e Luzia Raimunda
de Paula, ela, lides do lar, filha de Hasan Brun Leite e Seve­
rina Sanches. •
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha na for
ma da Lei.
Bela Vista-Ms., 22 de Setembro de 1992
JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala
Se você não se cuidar
a Aids vai te Pegar

INFORMITIYO ENERSU
Conselho Tutelar da
Criança e do Adolescente
em Novo Endereço
A PER;UI, informa que o suprimento de
enerqia elétrica do Entado de M; encontra­
e em condições precárias c/ ocasião de
tendo e racionamento de energia em função
da queda de ll estruturas da linha de
tranmi são de responsabilidade da ELETRO­
SUL que interqliqa Campo Grande a Usina Ili
drelétrica de Jupiá no Rio Paraná próximo­
a 'l'rcu J.ngoan, provocada por um forte ven­
daval, ocorrido dia 15 do outubro na rcgi­
üo de Ãgua Clara.
Considerando a importância doe man-
lcr o atendimento o oin· o ra7o.Ív 1, a
EMERSUL, olicíta aos consumidores a co­
preensão e colaboração que tal situação e
xigu, no contido de economizar env rqia ,
rcntringindo a utilizacão de ar condic:io­
nado, elevadores, chuveiros, motores, bem
como dos equipamentos de alta sensibilida
de ou seja: microcomputadores, equipamen­
toa elctrônicon cm geral, incluaivc ele
trodométicos, para evitar-e danificação
por oaciloç5o de tena5o.
reicit iplkant
e Fttetsã
is de três tuilômetros
feria Elétrica
o Prefeito Ed­
son Medeiros de Mo
raes, mesmo em fase­
final de mandato,con
tinua trabalhando ã
todo vapor, as obras
de asfaltamento no
centro da cidade,
bairro Antonio João­
e Conjunto Dr. Ely ,
estão em andamcmto,a
meta é concluir a
etapa lançada em ju­
lho até o final do
ano. A iluminação pú
blica e expansão da
rede de energia elê­
trica, tanto no cen­
tro da cidade, bair­
ros e periferia, com
promisso de campanha
do Profcito, está
sendo cumprido e tam
bém até o final do
seu mandato Rela Vis
ta estará totalmente
iluminada, não exis­
tindo praticamente -
nenhuma região no es
curo.
A empresa ENGE­
FORT já implantou e
continua implantando
dezenas de postes de
energia nos bairros­
Ãgua Doce, Serradi
nho e outras áreas::
na periferia da cida
de, além das interli
gações de pontas de
rede cm vários pon­
tos. No total, o Prc
feito Edson Moraes -
conseguiu junto ao
Governo do Estado ,
180 luminárias e ain
da mais 160 padrões-=
de energia para famí
lias de baixa renda,
que já foram entre -
gues à população­
mais carente de nos
so município. Além -
da expansão da rede­
de energia elétrica­
em Bela Vista, num
total de mais de 03
quilômetros só nesta
etapa que está em
execução e das 180
TRIBUNA DA FRONTEIRA - PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 3.000,00
Ml
A Derrota de Geraldo
;
.i,lr
Em toda e qualquer competição
existem três hipóteses: vitória ,
empate e derrota. O candidato a
Prefeito em Amambai - Geraldo Fe­
lipe Corrêa - perdeu as eleições
para NESTOR SILVESTRE TAGLIARI no
dia 03 de outubro último. Para
muitos seg~idores fiéis de GERAL­
DO FELIPE CORREA, sua derrota se
iniciou na escolha do seu vice
Sabedores da "não aprovação de Con
tas pelo Tribunal de Contas do Ma
to Grosso do Sul", quando Geraldo
Felipe Corrêa, fora Prefeito em
Amambai- onde a Lei diz: todo o
Prefeito que não tiver suas con -
tas APROVADAS pelo Tribunal NÃO
poderá sair candidato. O ECO popu
lar era se GERALDO ganhass~ as e::
leiçõcs, quem assumiria seria o
seu vice, pois neste jogo as "car
tas estavam marcadas". A premissa
foi verdadeira, pois depois das
eleições, mesmo com GERALDO FELI­
PE CORREA derrotado, seus aliados
FRANCISCO DE SÃ e AVELINO VIEIRA
SOARES - nila - traíram Geraldo
na votação realizada numa das ses
sões da Câmara Municipal de Verea
dores de Amambai, quando estava
em jogo o parecer da Comissão com
posta por Vlademir P. Siqueira -
José Libcrato da Rocha e Alcibes
Ribas de Araújo, que tentavam ir
contra o parecer do Tribunal
luminárias novas q/
0stão sendo instala
das nos postes onde
não existia ilumina
cão pública, o Pre­
feito Municipal de­
terminou os sorvi
os de reparos, ma­
nutenção e trocas -
das luminárias quei
madas em nosso muni
cípio, fazendo com
ue o seu compromis
o de ver uma Bela­
Vista iluminada se­
ja cumprido inte­
~ralmente até o dia
31 de dezembro,quan
do deixará a Prefez
t.ura Municipal de
cabeça erguida e c/
e gostosa sensação­
do dever cumprido.
O Conselho Tutelar da criança do
adolescente, órgão integrante do Conselho­
Municipal da Criança e do Adolescente de
Bela Vista, que cuida de todos cavos rela­
cionados aos menores em nossa cidsdo, dons­
de uma simples assistência até os proble­
mas de violência e maus tratos, está loca­
lizado m novo endereço. O Conselho Tute
lar que estava instalado no prédio anexo -
ao Paço Municipl, mudou-se esta seman p
ra o antigo Prédio da câmara municipal _de
Bela Vista, a Rua Coronel Dias, imediações
da Agência dos Correio, onde as senhoras -
que o integram então a disposição de todo
os in ressados que tenham qualquer tipo -
de problemas relacionados aos menores.
Geraldo Felipe Corrêa
de Contas do Estado do MS pa­
ra INOCENTAR GERALDO FELIPE
CORREA. O placar da votação -
foi 6 à 5 favorável ao pare -
cer do Tribunal de Contas e a
sorte de Geraldo Felipe Cor -
rêa, estava nas mãos destes
dois vereadores acima citados,
segundo declarações do Fran -
cisco e Bila, votaram pela LI
BERDADE e JUSTIÇA na Democra=­
cia do Brasil.
ALCENI
GUERRA
A Democracia brasileira virou ma1s um:i µágin11
em sua desvairada trajetória. A trágica morte do
Sr. D ire tas, car inhosm:iente chamo do de "velhinho",
respeitosamente de Dr. Ulysses, parou a respiração
por momentos de milhares de brasileiros, Ulysses ,
o velho caudilho, político sem ou quase sen icu -
las, detxa lembranças e exemplos para uma geração
que tem pressa, Legislador por natureza, ~uerreiro
por nascimento, eterno vencedor das causas comuns,
1doso com pensamentos sábios, reflexos de menino,
lutador peso pesado contra a DITADURA, carro che­
fe das DIRETAS, promulgador da Nova Constituinte,
qualquer lugar que não fosse o MAR, seria pequeno
para abrigar seu CORPO em sua última viagem, tomba
do pelas intempéries do tempo da Mãe Natureza. Õ
Mestre Ulysses Guimarães não guardava mágoas ou
rancores de seus adversjrios ou inimigos, pacifica
dor com voz de TROVÃO. Sua bandeira no momento erã
transformar o Brasil em PARLAMENTARISMO. A traição
sempre fora uma realidade na vida de Ulysses Guima
raes. Na vida conjugal sua esposa lhe trocara por
, um Coronel que lhe deixou 02 filh:,s, casamento dis
solvido pela morte acidental, também aéreo onde­
Ulysses refez sua vida não mais a dois, ma~ sim
a 04. Possivelmente o maior golpe político foi a
DERROTA nas eleições para Presidente do Brasil no
ultimo pleito. O seu maior aluno - ORESTES QUÉRCIA
lhe rouba a Presidência do PMDB. No auge dos seus
bem vividos 76 anos, morre sem ver realizado mais
um sonho para o Brasil: PARLAMENTARISMO. Ulysses
sempre combateu a corrupção em todos 06 níveis
mas a CORTEZIA do helicóptero com piloto e tuao
lhe custou muito caro ... O PMDB, CONGRESSO NACIO­
NAL, perdem o seu principal ídolo, mas
O BRASIL
perdeu o CLTIMO DOIS MOICANOS.
Jorge Pacheco
O ex-ministro de
Saúde - Alceni Guer
ra - que muito con­
tribui com os muni­
cípios de Mato Gros
so do Sul e demais­
Estados da União ,
saiu vitorioso das
maldosas e infunda­
das acusações de
corrupções e conti­
nua acreditando na
Justiça de Deus - e !'-------------------------.J
Bra·sileira. Cabe
ressaltar que quan-
do Alceni Guerra foi
Ministro da Saúde ,
não faltavam medica
mentos para os Hos­
pitais e modernizou
todo o sistema em
nosso País. •
Nosso respeito e
admiração ao Ex-Mi­
nistro Alceni Guer­
ra.
Ril1lE O JORNAL
SUA
ANUNCIE E VALO
CIDADE !
DE
TF - O SEU JORNAL!
_,..
MM1E SE T
~ LOCADORA
~
,,
- A BARÃO DO ·TRIUNFO, 1381
--- •
439- 1390
RA MEGA DRIVE
TAS NINTENDO E OUTROS
CENTRO
EDITORIAL
O iJl.TI.HO DOS HOICANOS
CONVERSE C0!-1 JESUS
Meu Jesus eu "Ós d~pos1 tei toda a minha conf_!.
ança.
Vós sabeis de tudo Pai e Senhor do universo
sois
O Rei dos reis. Vós que fizeste o paralíti~
co andar, o morto voltar a vh•er, o leproso sa -
~~r, vos que vedes minhas angústias, as mfnhas
agr1nas, bem sabes DIIno Amigo como preciso al
cançar de vos esta grande graça (pedir a zraca).
A minha conversa conosco Mestre me dá animo e
alegria para viver. Só de vós espero com fé a
confiança (pedi -
J e ª graça com fe) Fazei DiYiDO -
esus que antes de termi •
nar esta conversa que -
terei convosco durante nove dias eu alcance es-
,Faca que eco co té. coo gratidão u1tca-
esta oraçao para out -
aprendam a ter f ·ros que precisam de vos»
dia II i e confiança na Yossa Misericor
• um ne meus pa: -
na todos os diz 1Ssos, assim como o sol flu,:,l
as o amanhacer e test h os-
sa conversa. Jesus tenh emunta a n
vez ais auenta a ±,, "?1anca em vós. Cada
Todos os dias, durante e.
mandar publicar p no,e dias orar no fio
de coracão.' ,""Fracas alcançadas. Agradece
.B.S)
Viação Caracol
Linha Bela Vista/e.,
rente. racol, saindo às 15:00 horas d!ir!a
Car.u:ol/Reln Vista s...i(nd ..
0tias para ex&ursGes +"?_s 07:o0 Noras d1ártaca"·_
n.u e C.,Jn(ortiJvles. ~Lllorc !:Onals e_t:1t.er~st.::tdu3l!.. oo .. r;.
. s nfonnaçoes pelo f-one:'-JY-ló-fi>
BELA VISTA - NATO CROSSO DO e;
EXTRAVIO DE NOTAS
A Firma Teixeir .
munica que ext, e Avila Ltd/E. C0]
iscai_ao co»a~,,3? 3 a1es a r ,
blicacão que sr de nos o1 a 10. P,
. az de acordo com a lei·,
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