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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1271_22_10_1992
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o
@
AL
ELA VISTA -- MATO CR0O DO UI. -
- -
MOR
22 DE OU'! UHRO DE 1992 Nº 1. 'l /l
ll1Í moiu de tr anos
a Prefeitura Munfc1pal
vêm ut!ltzundo uma chica
rn locul 1 wda hem nÕ
centro do batrro Água Do
cc, como dcpóuito de to:
do o lixo rccol hido nn
Idade dtárlamente, são
1 mala de 800m
2
de ,írau to
ada por detritos de td
d espécie, inclusive o
lixo hoopitnlnr elo lloupi'
tal Siio Vicctttt• de Paul
e Postos ele Saúde, f'. co
tu encontrar seringas ,
agulhas, restos de san -
gue nos frascos de cote
ta e nplicuciio, além de
animais mortou, enftm
todo tipo clu podridÜo
que exala mau cheiro por
qulÔmctroA adentro do
bairro Água Doce.
Devido n proximidnde
das resfdGncfas e da pró
prio cidndc, ó comum se
encontrar crnança mexen
do no depósito de 11xo ,
procurnndo runtos de co
mido doe rcetnurantea po
ra comer, agulhas e se •
ringns dcncnrtiveio pnre
brincar e outros ttpos
de obj e ton que possam ter
nlgwnn utilidade, Segun
do infonnnçÕoR de morado
re do bnirro, vários -
criançoo dns imediaçÕc□
contumnm brincar de opll
car nJecio com as ser
gao e agulhus encontra:
dno nos restos do lixo
hoopitnlnr que nll t! jo
gndo, nlgumnA inclusive
chegando n se furarem
com as agulhas que podem
conter todo tipo de in -
feccio.
Outro problcmn vivido
pclon moradores do figun
Doce provocado pelo de
pónito de lixo dn Prcfr!
tura, é a grande quant!
dnade de moecun que próti
camente atacam as resy"
d@nctas e também a água
podre que escorre do li
xiio cr'uznndo por dentro
de pelo mcnon d z chÁcn
rue, contnmlnundo on len
çÓis de Ógun e nçudes
Indo cnir no rto Apa
bem ncimn da estação de
cnptocio de igun do
SAAE. E resumo, além de
cortar grande parte do
bairro figun Doce, ao ó -
guos que escorrem pelos
valos e grotoe podem es
tar levando todo tipo de
Impurezas para o rio Apa,
que nbastece à popula
çÜo belavistcnse.
LII VISTD
N HO SINO"
O ex-vereador
Frascos coo resto de sangue hospitalar, agulhas e seringas,
rio_encontrados_por todonos 1ado1
Segundo informações -
do suplente de vereador
Israel Chamnrro, líder -
do bairro, os rr.oradores
Já procuraram as autori
dades, os vereadores, o
Prefeito Municipal, in -
clusive fof féIto um
abaixo assinado com cen
tenas de assinaturas
as a tê o momento ncnhu-
e
_Central de Contaminação
empresário cm nossn
cidade, José Glaucy
Flores, disse ontem
que "Bela Vista vol
tará a ser notícia
no Estado, todos os
esportes cm nossa
cidade serão dinami
O "Lixão" na Água Doce
•stã provocando danos ao
Refo ambiente, além de a
Reaçar dezenas de crian -
Ças com toda espécie de
doenças. f Lnacreditável,
•ar nos dias de hoje, ir
esponsãve!s ontarem uma
'Central de Contaminação"
cm pleno bairro residenci
a!l. O L{ão nada mais Z
que ue,a Central de Conta
t11nac:io, e qu!! n.Õ.o vcnhnm
o desculpas, é a saúde
- .._
~~ zados, sobretudo o
futebol, através de
um projeto que tem
à frente a Liga Es
portiva Belavistcn
se".
ma providência, no senti
do de acabar com o lixão,
localizado ao lado da As
sociação dos Pequenos Pro
dutores do figua Doce, foi
tomada, "var::ios ao jornal,
se nao resolver procurare
mos a Justiço para que tI
rem esse depósito de lixo
do meio do nosso bairro"
disse o 1der caattãr!o".
Para Glaucy Flo
res, "temos um po -
tcncial muito grande,
nfio s6 quanto ao fu
tcbol, mas também no
voleibol, basquete -
natação, atletismo e
futebol de salão"
"Prova disso - com -
plementou, "basta ver
o sucesso do corre -
dor Elenilson, já
classificado para a
São Silvestre a nos
sa seleção de fute -
bol de salão ganhan
do títulos importan-
Nesta sexta-feira
estarão em Bela Vis
ta dez membros do
Conselho Regional de
Desportos e Federa -
ção de Futebol de
MS, para normaliza -
remo funcionamento
da LEB. Haverá uma
reunião com presiden
Cintara Mitciy#i ±tá falia
1
tcs".
"Sim, finalizou
O vereador João Kalife, 1 Se
crctário da Câmara Municipal
disse ontem que "o Legislativo
belavistense está em colapso, vi
vemos uma das maiores crises fi-
nanceiras de sua história em nos
sa cidade".
Segundo o vereador, "há qua -
ro meses que o prefeito não re
passa verbas para o pagamento
dos vereadores, os funcionários
da Câmara estão há dois meses
sem receber, temos débitos com
_ , a Xerox, o que impede a repara -
ção da máquina, consequcntementP.
não podemos nem tirar cópias
nem mesmo o cafezinho pode ser
- servido, não tnmos dinheiro para
comprar, os fornncedorcs já nao
4 atendem aos nossos pedidos, na
verdade a Câmara está falida".
Glaucy - voltaremos
a ser notícia no Es
tado, Bela Vista vol
tará a ocupar o seu
lugar de destaque
vamos ã luta".
tes de clubes, auto
ridados e oessoas -
ligadas ao esporte,
no salão nobre do
Hotel Pousada da
Fronteira.
-.:-;·-
Msiuas_escorre_do1ixio_até_o_rio Apa_cruz.ando por dentro
S virias clicaras
da população que estó em
jogo.
Sempre afirmamos· que
as issoc1.açÕes. de Horad!?_
res, Sindicatos, Clubs
de Serviços, são auxilia
rcs de uma comunidade -
louvável a atitude dos
moradores, n imprensa es
tá a! paro denunciar o
que cst:,i errado.
Vamos acabar comn a
11
Centrnl de Contnminac;Õd
1
na Água Doce.
Ver. Jo:io IC.>llfc
MATÉRIA COMPLETA PÁGINA/05
Esta visita se
deve a interferên
eia de Glaucy Flo -
res que so1icitou a
diligência, lembra
mos que Glaucy foi
presidente da LEB.
AVIS O
Pedimos aos as
sinantes em atraso
que procurem o nos
so Depto Comercial
para o resoectivo
pagamento.
Comunicamos, ou
trossim, que todos
os débitos penden
tes com esta emore
sa jornalística· -
serão majorados a
partir do dia 1o
de novembro, com
taxas do mercado
A DIREÇÃO
UTELIR
....... -0 DE ELOGIOS
PÃGINA - 05
V INCiUIR A SUNAB
PÁGINA - 05
Antenor Pelegrino
iETTo Do TRÃÃLÃo T PREVIDENCni s oCINi
AO ALC/1'.lCE DE TOIJ05
--------
"BOIA-RIA" -- 'TRABALHADOR AVULSO
Havendo boa vontade, a questão pode er resolvida
Já publicamos nes
ta e;ão uma érie
de comen ários sobre
a questão do chamado
trabalhador "Bóia
Fria", oportunidade
em que destacamos a
recusa pelos traba -
lhadorcn do registro
cm carteira, os loi-
1s pelas madruga -
dane, naquela opor
tun idade, apresenta
moo como proposta pa
ri solução da quos ..
tão, a transformação
dos "Bóias-Frias" em
'l'RADALIIADORES AVUL -
SOS, assumindo assim
os Sindicatos de Tra
balhadores Rurais a
responsabilidade pe
la intermediação da
mão-de-obra.
Para nossa satis
fação, a proposta é
ratificada por um
eminente especialis
ta cm Previdência So
cial, o Dr. João Do=
nadon, Fiscal de Con
tribuic5cs Previden=
ciárias. Dr. DONADON
defende idêntica prQ
ponta e rliz que, pa
ra a transformação
do "Bóia-Fria" em
TRADALII/IDOR AVULSO ,
basta apenas uma Por
taria do Ministro do
'Trabalho, com o que
concordamos plenamen
te.
A proposta do
Dr. João Donadon es
tá publicada na ínte
grana edição de se
tembro da BIT-Revis
ta, cuja cópia já
está nas mãos do Con
sultor Jurídico do
Ministério do Traba
lho, para estudos e
preparação do texto
da Portaria Ministe
rial que permitirá o
TRABJLIIO AVULSO aos
trabalhadores rura -
is, observando o
que manda a letra
"q" do inciso VI, do
Art. 10 do Regulamen
to da Organização e
do Custeio da Segu -
ridade Social, apro
vado pelo Decreto no
Perguntas
TR/BJLTIO URBANO
Perqunta - A em -
presa é obrigada a
justificar-se com o
empregado, quando en
cerra o contrato de
experiência e não
quer contratá-lo em
definitivo?
Resposta - Não. O
contrato de experiên
eia é por prazo de=
terminado. As partes
ao celebrarem o con-
trato, o fazem saben
do disso, logo, ao
final deste, não po
de o empregado exi -
gir explicação ou
qualquer justificati
va para a rescisão.-
TRABJLIIO RURlL
Pergunta - O sim
ples fato de o empre
gado ser retireiro ,
já lhe dá direito a
hora extras? Como de
vo proceder para evI
tá-las? -
Resposta - Para g
vitar o excesso de
horas do empregado
retireiro (ordenha
dor), o empregador
pode se valer do cha
mado serviço intermI
tente, que ê previs=
to pela legislação
trabalhista rural
Serviço intermitente
é aquele que, por
sua natureza, é rea
lizado em duas ou ma
is etapas diárias
distintas. De acordo
com a legislação vi-
&
gente, é necessario
um intervalo mínino
de 5 (cinco) horas
entre uma etapa e
outra de trabalho e,
nesse intervalo, ne
nhuma tarefa pode
ser dada ao emprega
do, isto é, ele não
pode sequer ficar à
disposição do empre
gador, pois esse in
tervalo não é compu
tado em sua jornada
de trabalho. Essa
condição deve ser
anotada na CTPS do
empregado. Portanto
não é o simples fa
to de ser retireiro
que dá ao empregado
direito a horas ex
tras.
TRJBJLHO DOMf:STICO
Pergunta - A em
pregada doméstica
tem direi to ao FGTS?
A minha empregada
tem uma amiga que
disse a ela que sim.
Gostaria de ter cer
teza.
Resposta - O em
pregado doméstico
não faz jus ao Fun
do de Garantia do
Tempo de Serviço ,
nem à indenização .
Em que pese a Cons
tituição Federal
ter trazido algumas
vantagens a mais a
esses trabaihadores
nem todos os direi
tos foram estendi -
dos.
Gl2/92 (nova reda -
cão)
OP1CIOS AO M_INIS'l'RO
DO 'TRABALHO
lhor preço da cida-
ro:
las.
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Pane (067) 439-1165
Rua Conde de Porto Alegre
Rua Duque de Caxias
D: Luiz, th Duarte
roo« l-- ;
as entidades rurais
remetam oficias, e
legramas, telex ou
telcfax diretamente
ao Ministro do Tra
balho, insistindo
na edição da Porta-
ria que estende o
TRABALHO AVULSO aos
rurais, o que será
de grande valia e
que em muito melho
rará a contratação
de trabalhadores
"bóias-frias", evi
tando-se os riscos
de multas e proble-
mas trabalhistas
com a Justiça, além
de dar fim aos de
primentes leil5es
pelas madrugadas.
Respostas
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Sem Grilo
Pergunta - Uma em
presa rural pode for
necer declaracão a
um empregado, (Servi
ÇOS Gerais) para com
provar tempo de ser=
viço, de que esse em
pregado trabalhou pã"f===================================,J
ra ela, mesmo que te][
nha sido sem regis =
troem carteira, sen
do que isso ocorreu
entre 1978 e 1983 ?
Tal fato não pode ser
encarado como fraude
ou sonegação? E se o
empregado entrar com
reclamação trabalhis
ta? -
Resposta - Se e -
xistem provas de que
o empregado traba
lhou sem ser regis -
trado, a empresa de
ve fornecer a decla
racão. A esse tempo,
o trabalhàdor rural
não estava sujeito a
desconto, nem a em -
presa era obrigada a
contribuir com base
a i6ia de ase»-p__ nr til' '
to, como passou a a-11 8MB
contecer a partir de
1/11/91. Não é frau o••
de comprovar a verdi . IV6f SÕ8S
de. Nem se trata de
sonegação, porque
não há obrigação fis
cal evidente. QuantÕ
ao empregado entrar
com reclamação traba
lhista, não é mais
possível, posto que
já prescreveu o di -
reito de reclamar.
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7 419-110- C&. P. 23
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Diretores
Ivaldo Pereira e Mar!a
Diretor Rcsporu;.5vct
Iva!do Pereira
Estela Ve!asquez Pe; ·dr-a
REPORTAGENS:
l'b~ildlno Rodrl!ues e Luiz Henrique ~~
Cerente
CIlson SI1va Santo
JOI AI, T HUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - P 1A - 03
ENTREVISTA - PAULINO ClCERO DE VASCONCELLOS
EMPRESÍRIO PRECISII TER PICIÊNCII
O MLnftro de Minas e Energia, Paulino Cícero
de Vasconcellon, admite que o Brasil no terá coo
diçoe de cumprir ente ano o acordos de recupera
cio das tarifas de energia elétrica feitos com o
Banco Mundial (BIrd) e com o Fundo Monetário Inter
unc!ona; (l'MI). Alerta também pura o rinco que a
Pclrobrirn corre de voltar a ter prejuízo em 1992 -
por cauna das mutaçoen patrimoniais decorrente do
processo de privatização.
Cfcero, que é deputado pelo PSDll-HG, propõe -
amplo debute nobre n privatizaçiio e qualifica aque
les que o chamam de "estatizante" de desinforma -
dos. Elo identifica uma "certa mágoa" doo empresn
rlou com a composição do Ministério e atribui a
1sso as criticas ao Governo Itamar Franco. Para e
le, o novo Governo não pode errar.
"Qu,rnto maior o empresário, maio humildade de
ve ter nesse momento",. afirma o ministro, que pe
diu paciência aos empresários em entrevista aos
reportercs Mareio de Hora.is e Ribnmar Oliveira
(AE).
Estado - Que mudanças estão sendo discutidas-·
para o programa de privatização?
Paulino Cícero de Vasconcellos - Não houve a
té agora uma troca de idéias para definir as mu
danças. O governo tem sido cauteloso. O Presidente
quer que a opinião pública tenha a exata noção do
compromisso do governo com a modernização e com a
privatização.
Estado
alteracÕes?
Cícero - Deve ser a Secretaria de Planejamen
to mas quem acumulou expe-riência até agora sobre -
privatização foi o Banco Nacional de Desenvolvimen
to Econômico e Social, que é o gestor do programa.
Do BNDES, portanto, espera-se as maiores contribu!
çÕes no sentido·de se promovêr alterações.
Quem vai administrar as discussões e
A Recuperação das Tarifas dos Servicos ó Vital para que
o Brasil possa retomar os Investimentos Públicos
Estado
Cícero
zaça0 tenha
O Programa será mais aberto?
É preciso que o programa de privati-
o respeito público.
Estado Então, o programa é uma caixa preta,
inacessível?
Cícero - É. Mas a discussão pública acabará
com isso. Menos propaganda e mais discussão é fun
damental.
Estado O Senhor foi contra a privatização
da Usiminas?
Cícero - Não. Fui o primeiro cidadão a dizer
que a Usiminas tinha de ser privatizada.
fJ
Estado Como solucionar a questão das moedas
podres?
Cícero Eu acho que se se colocasse pelo e
nos 57, ou 107 seja lá o que for, em moedas corren
tes, começaríamos a ter uma experiência nova.
Estado - Então é boa a idéia de cobrar 107
da privatização cm moeda corrente?
Cícero - A inclusão de moeda corrente torna
ria o programa de privatização mais fácil de ser -
engolido.
Estado - o Senhor defende que as empresas pr_!
vatizóvcis mantenham o emprego. Como funcionaria
isso?
Cícero - Geralmente, o processo de realinha
tento envolve a redução da forca de trabalho. Algu
mas empresas têm feito isso com Intel1gene1a:criam
programas de incentivo à aposentadoria, dao bonus
e facilidades para demissão voluntária.
Estado - A manutencào do emprego teria também
de ser discutida com 09 candidatos a comprar esta-
tais? .
Cícero - E preciso se compreender as dificul
dades deste momento. são Paulo esta com 1,3 milhao
de desempregados: A sensibilidade de quem compra
ma estatal, para essas dificuldades do momento, a
Juda a resolver a questao.
" •
Estado_ o Governo Collor caminhava para a
privatização de todas as estatais, incluindo a Va
le do Rio Doce e a Petrobrás. Qual e a sua posição_
nesses casos?
Cícero - É a mesma do presidente Itamar Fran
co: contrária ã privatização da Petrobras e da Va
le. É um tema politicamente contencioso e temos -
muitos desafios políticos para.os proximos meses.
? tumultuar o cenário polittco com no
ao vamos á hã unidades -
vas questoes. Mas e bom dizer que .
da Vale do Rio do doce sendo privatizadas._
No caso da Petrobrás, há a privatizaçn? de di
versas unidades petroquímicas.
via conomfa de consumo de energia, conservaçio e
corte de custos, seguirta por sse caminho, A recu
peração das tarifas é vital para qu o Pafs posa
retomar os Investimentos,
Estado - Coo o Senhor está vendo a denúnci.a
de que a Petrobrás vem tendo prejuízo com as priva
tiznacôes?
Cícero - O assunto tem de ser analisado.
Produto da venda das empresas controladas pela Pe
trobrás está sendo incorporado ao seu_patrimonio -
Pelo valor de merendo dos títulos e nno pelo que
realente foi captado. Esses prejuízos todos vao
e refletir no balanço da Petrobrás. Resultado: a
o
en.presa corre o risco de voltar a ter prejuízo este ano
por causa das mutaçoes patrimoniais decorrentes do
processo de privatização.
Entado - O prejuízo da Petrobníe é dé quanto?
Clcero - Eu conversei com o Presfd nte da Pe
trobrás , para manter um canal permanente, mas não
abordei esse [ato específicemente. (Na empresa, há
cálculos de que a Petrobrás Já acumula prejuízos
de US$ 1,23 bIlho com as privatizações).
Eetado - E a questão tarifária na Petrobrás e
no setor elétrico, como fica?
Cícero - foi feito um ajuste com organismos
multilaterais de crédito, como o Banco Hundinl e o
Banco Interamericano de Desenvolvimento. Para que
houvesse uma recuperação de tarifas, para mudar o
perfil de endividamento das empresas do setor elé
trico e para que pudesse voltar o fluxo de recur -
sos para expansão do Parque Energético do Pa!s.
O acerto previa a recuparação da tarifa, dos
atuais US$ 47 por magavatt/hora, para US$ 67 até
o final do ano. Não vamos chegar lá. Estamos em
US$ 51 o Megawatt. Se eu. pudesse conseguir isso
Por iniciativa da Or
ganizacão das Nações Uni
das para a Agricultura e
a ilimeataçao (FAO), come
morou-se dia 16/10, o Dla
Mundial da Alientacão.Da
to essa, no entanto
infelizmente mais ·se
adequado à denunciar e
evidência do quadro
ALIMEHTA(Ã
Não e esse nosso ob
jetivo neste momenta.
O que mais nos preo
cupa evidenciar é que Õ
amplo conhecimento dos
problemas apontados, de
uas causas e consequên
cias - cuja maior expres
ão constitui na realiza
cão da CPI da fome - naÕ
foram, ainda capazes de
gerar um sentimento so
cial de indignação e re
pulsa forte o suficiente
para engendrar movimen -
tos efetivos de transfor
maça0 dessa realidade vi
vida.
O direito básico
que
tem
à
ex
tremamente penoso e per
sistente da fome e da mi
séria no mundo, no qual Õ
Brasil se insere vergonho
sarnente.
As estatísticas so
bre as questões são tão
bundantes quanto sombrias
No mundo, mais • de
780 milhões de pessoas pa
decem de desnutrição cr
nica, por consumirem me
nos que os rêquerimentos
energéticos mínimos neces
sãr1os; cerca de 13 mi
lhÕes de crianças menores
de cinco anos de idade
morrem anualmente por in
fecçÕes e enfermidades
causadas direta ou indire
tamente pela fome e desnu
trtção; e mais de 257 da
população mundial sofre -
de anemia, em algum grau,
por deficiência de ferro.
Na América Latina ,
cerca de 1 milhão de cri
anças morrem anualmente -.
nestas condições, vítimas
da gigantesca disparidade
na distribuição interna -
da renda que condena à mi
séria contingente de 78
milhões de menores.
• A situac;ão brasilei
ra não é diferénte. Estu
dos divulgados recentemen
te pelo IBGE revelam que
157 das crianças padecem
de desnutrição crôni'ca ,
que o índice de mortalidn
de infantil - 60 Óbitos=
por mil nascimentos - é
ainda, um dos mais altos
do mundo, e cerca de 32 %
de crianças e adolescen -
tes são, hoje, socialmen
te marginalizados e têm o
seu futuro comprometido -
pela miséria.
A esses dados pode
ramos agregar outros re
lativos ao desnível da
renda , ao desemprego e
às precariedades do sanca
mento básico e da saúde=
públlca, atendo-nos assio
a delinear um quadro desa
lentador da realidade sÕ
cial do País.
a
alimentação não adquiriu
até o momento, no Brasil
e fundamento da prÓpria
cidadania, e o que tris:
temente se constata e
que nenhum grupo ou mo
vimento social,mesmo nes
tes importantes momen -
tos de consolidação da
democracia brasileira,se
tem apropriado desse con
ccito e, consequentemen
te, levado adiante a sua
conquista.
O Pa{s elaborou uma
nova Constituição, pro
cesso que se desdobrou -
também nas Constituições
tstnduais e nas Leis Or
gânicas dos Municípios.
No entanto, a garantia -
e o direito dos indiví -
duos à alimentação míni
ma necessária nem sequer
chegou a merecer referên
cias suficientemente ex=
plÍcitas, como o obtive
rar as outras necessida
des, também básicas, nas
áreas de transporte, de
EaÚde, de educação e de
segurança.
Mais recentemente ,
nos seis meses que aten
deram à votac;ão dos pri
meiro turno das elei
çÕes municipais, o Esta=
do realizou ampla coleta
das reivindicações popu
lares para a melhoria de
condições de vida em São
Paulo, consultando mora
dores de 26 bairros da=
Capital. Surpreendente -
ente, as questões da a
imentacão e do abasteci
tento popular de alimen
tação não chegaram a ter
sequer representação es
tatística.
Os problemas levan
Estado- Que recado o Sr. dar1a aos que crItl
cam e chamam o Presidente Itamar Franco de "coner
vador" e "estatizante"?
Cícero - 0 Presidente Itamar nao pode come -
ter erros políticos. Os pró:imos 60 a 90 das se
rio um período de decisões muito fmportantes para
a vida brasileirn.
Quem es t,i me tendo o pau está desinformado. Pe
ç0 apenas para que esses críticos tenham u pouco
de calma. K lnguêm pode ser dono sozinho de u:,, i',1 h
com 8 mI1hões e 500 ml quilômetros quadrados e
140 mtlhôes de habitantes. Quanto ma!s forte é o
empresário, nafs humildade ele deve ter. Ninguém
quer fazer aqui revolução armada, ou criar uma no
va pol!tJca econômica, ou fazer uma polfttca de ne
gar a excelência da economia de mercado, ou a fm
portancfa do papel do patriciado econômico no de
senvolvimento do País. Tenham paciêucia,
A CIDADA 1
tados, foram semelhantes
nas diversas regiÕes,mes
mo nas ais periféricas,
e se concentraram nos i
tens relativos a trânsi
to, limpeza; segurança ,
transporte e infra-estru
tura. O fato sepre se
repete, o que evidencia
que a alimentaçao,enquan
to direito legítimo dÕ
cidadão, não tem consta
do na maioria das mani
festaçÕes mais recentes=
da vontade pública.
É indispensável e
primordial, portanto,que
se venha a conquistar a
devida dimensão pública
e política da questão a
limentar, resgatando as
relações do Estado com a
Nação no seu mais legÍti
mo e inalienável direirÕ
qual seja o de uma ali
mentação digna, saudável
suficiente e equilibrada
É necessário, ainda
que se esclareça que a
marginalização alimentar
nas dimensões atuais, em
muito se distancia do me
ro atendimento da Assis=
tência social a ser cu
prido por programas com
pensatórios.de suplemen
tacão alimentar. Trata -
um se, na realidade, de
desafio muito maior: a
segurança aliméntar -con
ceito amplo que abrange=
a conquista das garan
tias do indivíduo contra
a fome - deve hoje ser
entendida como condição
básica para a retomada -
do crescimento econômico
e do desenvolvimento so
cal.
A responsabilidade
cabe a todos os segmen -
tos sociais: políticos ,
empresários, trabalhado-
res, enfim, cidadiios.
Ao Estados cabe,
sem divida, a parcela -
ma1or, atraves da elabo
ração e execução de po
líticas macroeconômicas
de combate à recessão ,
de geração de empregos
e de melhoria na distri
buição da renda.
É possível. comba
ter a pobreza de modo -
rápido e pollticamcnte
sustentável, médiontê u
ma estratégia composta
por dois elementos de
igual importância. Um
deles é a utilização
produtiva do trabalho -
(busca de rumos desén
volvimentistns eficien=
tese mão-de-obra inten
sivos). O outro elemen
to é a prestação de ser
viços sociais básicos=
aos pobres, em especial
atendimento médico, pla
nejamento facilinr, nu=
tricão e educação pricá
ria. -
A questão da moder
nidade do País, mais dÕ
que nunca, está posta.O
que ressaltamos é que a
modernidade só começará
a partir da recuperação
da dignidade do indiví
duo e de suas condições
de vida, cuja base se
constitui em sua pro
pria alimentação.
O direito à alimen
tacão é o Princípio da
cidadania e, portanto ,
a conquista da cidada -
nia é o princípio da mo
dernidade do País. -
Rosalba de Aleida Mole
do, socióloga, é coorde
nadora da Sec. de Agrte.
e Abast. de São Paulo
·Vende-se
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JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONA
1
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O PODER JOVE
Do rcdcrnoinho
de ven os gerados pe
la CP! do PC emergi
ram duas boas novida
deR: a explosão na
cional de uma cape -
rnnçosa indignação é
tica e o alegre pro
testo dos jovens nas
ruas. A imprensa des
tacou st fato, a
plaudindo o retorno
doo estudantes à mi
litãncio politica e
a aparente troca de
uma vida centrada
nos shoppings e na
discussão sobre mar
ca de autos, bike e
tênis pela preocupa
ção com o País e a
cidadania.
t preciso apr_2
veitar esses momen -
tos de valorização -
da adolescência para
ampliar a reflexão -
sobre os jovens na
sociedade brasileira
para além do regozi-
jo pela politização
estudantil. E digo -
ampliar porque, con
forme as pesquisas -
têm revelado, uma
parcela ponderável -
dos adolescentes não
está nas escolas.Ela
vê-se forçada a tro
car o estudo pelo
trabalho, em ritmo -
disciplinado e cansa
tivo, frequentemente
sem grandes perspec
tivas de dinheiro ou
carreira. Ela não es
tá investindo em seu
futuro, mas sobrevi
vendo ao presente.
A necessidade -
tem levado muitos a
dolescentes a traba
lhar cedo, dificul
tando a qualificaçãÕ
de sua mão-de-obra.
• Cansados e mal
remunerados no dia-a
dia, estes jovens -
também encontram pou
cas recompensas em
suas horas de lazer:
são parcas as possi
bilidades de diver
são em lugares onde
isso geralmente cus
ta caro.
TrabaÍho duro e
pouco divertido aca
bam sendo a vida da
grande maioria dos
jovens em cidades co
mo São Paulo. Uma
pesquisa recente que
coordenei para o Nú
cleo de Estudos de
Políticas Públicas -
(Nepp) da Unicamp(em
convênio com o Cen
tro Brasileiro da
infância e da adoles
cência-CBIA)-consta
ta uma faceta desta
situação, a partir -
da leitura de proces
aos de Varas da In
fãncia e da adoles -
cncia da Capi al.Ob
scrvou-sc que a
maior demanda dessas
varao rcf •rc-se a
tias e irmãs reguln
rizando a si uação -
Cnmiliar de parentes
menores trazidos, de
Minas Gerais ou do
Nordeste, para traba
lhar cm são Paulo.
são jovens de
baixíssima escolari
dade e reduzido grau
de profissionaliza -
ção, que deixam a ca
sa paterna rumo à ci
dade grande, sem ou
tro apoio senão o de
suas famílias caren-
tes.
Com empregos pouco
estimulantes e de re
mune ração mínima, ha
birando as regiões -
mais pobres da cida
de, compõem ou ras -
tribos adolescentes,
bem diversas de seus
comteporãncos ncw-pQ
li. izados.
Esta e outra
pesquisa do Nepp de
tectaram mais uma
importante tribo ado
lesccntc - numerica
mente bem menor, po
rém não menos exprcs
siva , a dos paulis-
as pobres e da bai
xa classe média q/
bombardeados pela ex
posição aos bolsões
de consumo, furtam e
roubam, numa reaç o
imediatista à inca
pacidade financeira
de adg irir o que -
desejam. Fla movi
nenta delegacias e
varas especiais com
reus problema□, re
velando que, alfn -
<la contos acão poli
tica jovem, a crini
ralidade :ambém
jov m, indo dos 16
os 23 anos a idade
dos marginais que -
Liram o sono do ci
fadão que trabalha.
Todas essas
tribos adolescentes
devcrjam despcrtnr
uma boa reflexão so
bre as condições de
vida, profissional.!_
zação e scolaridad
de uma parcela dos
mocos brasil, iro,pa
ra que a alegria tra
zida à político pe
lo& esLudantes cor.
testadores es' imule
a sociedade civil e
diferentes ins.anc1-
as do poder público
a encontrar formas
de a uaço que ra
gami alegria-alegria
também parn o Jovem
pobre e trabalhador
das periferias.
Acredito que a
euforia da juventude
na política pode a
cordar a cria ivida
dc adormecida pela
descrença, trazendo
um sopro renovador -
do I (' J 1 .-
p
não ô nas boas esco
l., as em todos os
estabelecimentos d
ensino, nas oficinas
escri t.ór J or;, lnJ 11; ,
praça , pebolins e
dance eri.s, onde u
ma juvenude saudá
vel pode aprender ,
produzir e se diver
tir, ou consumir a
nurgarrnnt• suas for
ça5.
a
Célia Soibelmann Me-
1hem é pequi sadora -
do Núcleo de Et. de
Políticas Públicas -
da Unicamp e douto
randa em Ciência Po
lítica na USP.
Me d i e a m e n t o s
PREÇOS PODERAO SER R nu
O Ministro da Saúde, Jamil
Haddad, é contra a venda de remé
dios em supermercados e negou a
existência de estudos neste senti
do por parte do governo. Existem
estabelecimentos especializados -
para a ,,enda de medicamentos, dis
se. A desregulamentação do setor
(que permitiria a comercialização
de remédios em outros pontos de
venda) é um dos argumentos que o
Governo pretendia usar na primei
ra reunião da Câmara Setorial com
a Indústria farmacêutica para con
ter os reajustes de preço, previ~
ta para amanhã, no Ministério da
Fazenda. Atualmente, todos os re
médios têm os preços liberados. O
Ministêrio estuda ainda a possibi
!idade de ser cobrado um percen -
tual de 10 a 20% do consumidor -
sobre o preço dos medicamentos
distribuidos pala Central de medi
camentos (Cerne), do Ministério.
O Ministro da Saúde anunciou
que criará dois grupos de redução
dos preços de uma lista de 80 me
dicamentos de uso continuado e a
distribuição dos produtos atravês
da (Cerne). Grupo que avaliará me
canismos de redução de preços in-
cluirá representantes da indús
tria farmacêutica, do Mini~tério
da Saúde, especialistas no assun
to e representantes do Ministério
da Economia com os quais Haddad -
pretende negociar a diminuição de
impostos aplicados sobre a indús
tria farmacêutica. Podemos conse
guir a redução dos preços através
da simplificação ~e embalagens,r~
tirada dos intermediários no pro
cesso de compra e reaproveitamen
to dos frascos, apresentando, co
mo contraproposta, reavaliação
dos impostos, afirmou o Ministro.
Depois de conversar com a
indústria farmacêutica do Rio de
Janeiro, que representou também a
de São Paulo, o Ministro da Saúde
acredita que o setor tem boa von
tade. I:les dizem possuir certa ca
pacidade ociosa e querem negociar
por que admitem que o aumento dos
remêdi0s e queda dos salãrios di
minuiu o percentual de pessoas c7
condições financeiras para adqui
rir os produtos, afirmou. Haddad,
também explicou ter solicitado ao
Presidente Itamar Franco que seja
dada prioridade no investimento -
em lab0ratórios·oficiais dentro -
Conselho Regional de Desportos de MS
AO:' DIÁRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA
Este Conselho Refonal de Desportos de Mto Grosso do Sul, Õrgâo vinculado D Sccrctarl::a de E
ducaço do Estado, juntaente coca a Prefeitura Municipal de Bela Vista, realizarão a Instalação Tran
sltÓrln dcctc colci~lado, coe ohjctlvo de dlscutlr e buscar soluções ao Desporto, facilitando seu pla
ncj:cc.nto e execução dentro do Sl!.tc=n Desportivo Est.ndu.:11.
Dessa fon:in, gost.arlaoos ~e contar coe a presença de Vossa Senhor-la, conttlbulndo assi.c para
Cngrandeclccnto do evento, que contará coes a seguinte prograaaçio:
CIDADE: ll<:ln Vlctn LOC.AL: Terraço do Hotel Pau.r.ad,1 da Fronteira
o
DATA: 23/outubro s 19.30 horas - nbcrtura
2/outubro às 1;o0 horas- trabalhos técnicos e jurídicos,
Contando co vossa presença, subscrevemo nos, cordialmente - Sllvlo. Lobo Filho - Pren. do CU>/'HS
do Orçamento do próximo ano. O ~i
nistro determinou um levantamentÕ
das capacidades dos laboratórios
oficiais e da necessidade de in
vestimento para propiciar aumento
da produção. O segundo grupo de
trabalho vai estudar a distribui
ção adequada de medicamentos com
prados pela Cerne. Poderíamos dis
tribuir cobrando 10 a 20% e ores
to do custo sendo complementado=
pela Cerne, afirmou. o grupo de
trabalho que estudará o assunto -
será composto por especialistas -
na area, adiantou o Ministro.
O presidente do Conselho Fe
deral de Farmácias, Thiers Ferrei
ra, foi ao Ministro da Saúde cri
ticar a possibilidade de venda de
medicamentos cm supermercados.Não
se pode discutir medicamentos co
mo se fossem mercadorias, afirmou
Ferreira. Ele admitiu que existem
falhas, como farmácias que não
respeitam a obrigatoriedade de
ter um farmacêutico para atendi -
mento aos clientes.' O Ministro da
Saude acredita que a venda em Su
permercados levaria ao fechamento
de farmacias e ao desemprego. te
mos que pensar é em abrir mercado
de trabalhos, disse Ferreira.
l V I S0 - EDITAL._ DE LICITAÇÃO NO 00 5/92
OBJETO: Exploração co ·1
res e restaurantes " xclus!vfdade, de ba-
a, 1sai1a4 , " ?2vir!o Pico ntet -
vis iore: e@ ia, A. P;",3: tto
, Prefeitura '1u:ii r.iuntc pio.
"ato Grosso do s".";'P'de tonizo-Estado e
tra aerta g 1teté?"Publtco que se enon -
da et1aio peru+e"; referida nos teras
tos no Cadastro cera a Intgresses !gscr!
ter a pasta contendo a ltações, poderão o
dg I!citação co a C6,,3pe!teações e bases -
cão à Rua ce1. Pie,"?o Perane±e de uetz±
e propostas deverão "a 1
7
0, A Documentação
de novezbro de 19
9
2,3' treues ate o dt 20
do ?rereto, en&e <"2";P! horas. ng G3te:e
te de licitação. mn:ra a Cotssão Permane
Prefeitura Mtuntet
de setembro de 14' a1 de Bon!to-S, E 15
sidente C.P.L. ' Erico Correta Arruda - Pr
COVE5XANDO COM O POVO +,
Viação Cruzeiro do S ui
0
Viação Cruzeiro do Sul
CONFORTO - SEGURA'A - EFICIENCIA
!,INHAS PARA TODOS OS IU l!C!PIOS DE MS
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS
UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇAG DE MS
TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL BELA VISTA, 22 DE OUTUBRO DE 1992 - PGI IA -
CIMIRI MUNICIPIL ESTÍ FILIDI
O vereador João Kalife, 10 Se
crctnrio da Camara Municipal ,
disse ontem que "o Legislativo
elavistense está em colapso, vi
vemos uma 'das maiores crises f
nanceiras de sua histria em nos
ea cidade". -
Segundo o vereador, "há qua -
tro meses que o prefeito não re
assa verbas para o pagamento
doo vereadores, os funcionários
da Câmara estão há dois meses
sem receber, temos débitos com
a Xerox, o que impede a repara -
cão da máquina, consequentemente
não podemos nem tirar cópias
nem me smO o cafezinho pode ser
servido, não temos dinheiro para
comprar, os fornecedores já nao
atendem aos noesoG pedidos, na
verdade a Câmara estã falida".
Ver. João Kali te
Entende o vereador João Ka-
CONSELHO TUTELIR
UM TRDBDLHD DIGNO DE ELOGIOS
O Conselho Tutelar
dos Direitos da Crian
ça e do Adolescente ,
em Bela Vista, está
desenvolvendo um tra
balho digno de elogi
os e merece o respei
to de toda a comunida
de. -
Todos nós sabemos
que um dos mais gra -
ves problemas do Bra
sil é o problema do
menor, não só do me -
nor abandonado, mas
do menor que às vezes
não recebe assistên -
eia e nem orientação
'
em sua própria casa.
Tivemos casos em
nossa cidade de vio
lência contra o me -
nor, abuso sexual, a
bandono, exploração,
em todos estes casos
o CONSELHO TUTELAR
atuou de maneira mar
cante e resolveu si
tuações difíceis.
Comenta-se que
haverá eleição para
efetivação deste Con
selho, etendemos que
a velha regra, "não
se mexe em time que
está ganhando", vale
bem para este caso.
Se o Conselho es
tá funcionando, a
·equipe está unida e
coesa, são competen
tes, não há o por
quê de mudanças, não
deverá haver injun
ções de espécie al
guma, muito menos
políticas, os inte
grantes devem conti
nuar.
Hoje a equipe
que está trabalhan
do, e vem trabalhan
do há quase um ano,
o ex-superintende sível tarefa de fis- torções desde sua
da Sunab, Aloisio Tei calizar todo o País, criação, na década
xeira, viu com simpa- quando sua função e- de 60. Ela foi cria
tia a decisão do mi -- ra normatizar a apoi da para controlar
nistro da Justiça,Mau ar os Estados. Falta os preços nos bote
ricio Corrêa, de ex - vam fiscais e carros, quins da esquina ,
• - - lembra. Em Minas diz o ex-superinten
tinguir o orgao, as- - dente. A economia a
sim como a Lei Delega por exemplo, na epo-
da nos, que permitia ca de Teixeira, ha - tual exige uma le =
·o sovares inter@ir vis sete ascos e %;z$; ? ."
ra controlar os pre-
e desapropriar empre eos em 700 municipi- lações com as indús
sas que desrespeitas- triase com os con=
sem o controle de pre os. : pel d, o sumidores. Mesmo as
ços. Para Teixeira, a A Lei e ega ª n
5 naº
Teixeira sim, Teixeira consI
Sunab nos úl times a - , sequ. • ,
também acumulou dis- dera a lei delegada
nos acumulou_:_~:~os-=--=====-=-----------------------------
life que, "o atual prefeito de
Bela Vista senhor Edson Mora -
s, não tem o mínimo de respei
to pelo Poder Legislativo, po
is juridicamente falando le
já deveria responder por Cri -
me de Responsabilidade, pois
está impedindo o fu cionamento
normal da C5.mara".
Kalife disse, também, que
"ao ler o jornal, nos últimos
dias, ternos visto o Prefeito a
firmar que vai isentar a popu
lação deste e daquele imposto,
que vai terminar esta e aquela
obra, vai iniciar outras, e
não cumpre com suas obrigaçõ -
es, não paga nem à Câmara, que
não é favor, é dever, é obriga
cão".
O Secretário da câmara afir
sob orientação firme
e eficiente do MM Ju
iz de Direito da co
marca Dr. José Neder
Meneghelli e do Pro
motor Público, Dr.
Elton, e do apoio do
Conselho Municipal
que tem na presidên
cia o ver. João Kali
fe. é composta por
Marlene Palmieri Ba
tilani, Maristela
Gabinio, Neli Prates
e Flora Velasquez.
Por uma questão
de bom senso, DEVEM
CONTINUAR.
I ICTR?O VAI EXTIIKGUIR A SUA
uma das boas heran -
ças do autoritarismo,
que precisava apenas
ser atualizada. Tei
xeira não acompanhou,
na semana passada, a
intenção do governo
de criar a agência
da livre concorrên -
eia, a partir da ex
tinção da Sunab e da
Secretaria Nacional
de Defesa Económica
(SNDE). Mas lembra
ser essa decisão mui
to parecida com sua
idéia em 1987.
ESE T
LOCADORA
ma que "dinheiro a Prefeitura
têm, ois no mês de setembro ar
rccaclou Cr$ 913 milhões de cru
zeiros, e a previsão para outu
bro é de Cr$ 1 bilhão de cruzei
ros ou mais".
Finalizando, diz que "o Pre
feito deveria publicar na Im
prensa a relação de despesas e
arrecadação da Pr feitura, isto
seria administrar.com transpa -
rência, o que não ocorre, pois
nunca vimos sequer a publicação
de um Balanço, o povo não acom
panha o que se faz, tudo fica
entre as paredes da Prefeitura:
José Elias: Perda de
Ulysses é Irreparável
AS MA MEGA DRIVE
EVE FITAS NINTENDO E OUTROS
«,
- BARÃO DO TRIUNFO, 1381
.,.-- ..
439- 1390·
CENTRO
O deputado fede -
ral José Elias Morei
ra (PTB) distribuiu
nota, através do ga
binete dele na Cama
ra dos Deputados em
Brasília, sobre a
morte do deputado
Ulysses Guimarães
José Elias considera
a morte de Ulysses u
ma perda irreparável
para a política bra
sileira, por tudo a
quilo que ele repre
sentou e os ideais
que defendeu durante
a vida pública. t a
seguinte a nota do
deputado douradense.
"Infelizmente as
evidências confirmam
a notícia. Laços des
feitos. Vida que se
transfere.
Exemplo que fica
em nossas mentes e
permanecerá em nossa
história.
Foi um arauto da
liberdade e da Justi
ça. Um defensor das
minorias. Pregoeiro
incansável das cau
sas nobres. Mensagei
roda democracia, um
menestrel encanecido
de olhar celeste.
Já não se encon -
tra entre nós. Já não
contamos com sua pre
sença, sua experiên=
eia e seus ensinamen
tos forjados nos em=
bates da vida. Somos
todos órfãos de sua
Dep. José Elias
sabedoria revelado
ra.
Agora está fal -
tando alguma coisa
entre nós. Falta al
guém, aquele que em
sua velhice jovial,
·a vida se multipli
cava e o monge se
transformava em
guerreiro imbatí
vel.
Resta-nos o leni
tivo da certeza de
que, onde ele esti
ver, não deixará ja
mais de olhar por
esse País que tanto
amou, por esse povo
que tanto defendeu
e empolgou, pores
ses pobres que con
tinuam a vagar por
aqui.
Adeus velho Ulys
ses ou, simplesmen
te, até logo jovem
guerreiro".
PRESERVE O
PANTANAL
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E VIDA
Jornal l ri huna da Fronteira
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lnlor■e TF
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pela *Politicagem ...
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·--· __..:.'..'.~~~~=============:
"QUERO VER BELA
VISTA ILUMINADAº
J frase faz parte
do Proqrama de Gover
no do Prefeito f:clson
~ndeiroe de Moraes ,
quando de sua campa·
nha rumo ao Paço Mu
nicipal e o seu com
promisso no setor da
0ncroiu elétrica es
tá sendo cumprido ,
foram e estão sendo
cx•cutadas expansão
de energia em vários
Rairros, como Serra
dinho e Agua Doce
periferia da cidade
e interligações de
pontas de redes, só
nesta última etapa
ouc está em execução
são mais de 3 quilâretros
de expansão de rc--cle , num
total de 7 5 novos postes
implantados; centenas de lu
minárias novas foram e ·es
tão sendo implantadas em
v,iírios pontos da cidude e
também nos bairros ,
além dos reparos e
serviços de manuten
ção nas luminárias -
queimadas ou com de-
feitos. Para o Pre -
• 1
Pref. Edson Horaes -
feito é proibido fi
car no escuro em Be
la Vista e até o fi
nal do seu mandato -
ele estará traballian
do para cumprir inte
gralmente mais este
compromisso de cam
panlia.
Energia, Energiar-
E a nossa energia
elétrica continua
falhando mais que es
pingarda velha, nos
últimos dias as in -
terrupções estão sen
do constantes, fatõ
que vêm causando pro
blemas e prejuízos a
os consumidores bela
vistenses, além de
provocar também a
falta de água na ci-
dade, pois sem ener
gia o SME não tem
como tocar as bombas.
O maior problema cau
sado por essas inter
rupções é sem dúvi ~
das a queima de apa
relhos elétricos tan
to no comércio como
nas residências, o
prejuízo só não é
maior porque o "Gas
cão" voltou a ener -
gizar o povo.
O 5ÁUL.OS NA
ENTRADA DA IDADE
Semana passada, atendendo a solicitação
de moradores nas imediaçõe~ do Restaurante
do Panclio e Vila Previsul, solicitamos as
autoridades competentes, através de nossa
coluna, que fossem co
1ocados quebra-molas
ou outro tipo de obstáculo no pro).onqamen
to da Rua Rarão do 'adãrio, entrada a ci
dade, para se evitar as altas velocidades
desenvolvidas pelos· veículos que cheam ou
saem de Rela Vista em direção ã Antonio
João ou ,Tardim.
Assim que o Jornal circulou recebemos -
telefonemas reforcando o pedido, uma mãe
chegou a dizer que "você poderá salvar uma
vida com essa iniciativa, eu vi a minha i
li-ia ser atropelada por um carro em alta ve
locidade, por· sorte ela ainda está viva ,
mas ficou com as sequelas c'lo aciàente.pro
vocado pela irresnonsabilidac1e de um motoris
ta e pela falta de nm obstáculo naquele
trecho". •
Fica, mais uma vez o alerta, já aconte
ceram acidentes fatais no referido nrolon
gamento da arão do Ladãrio.
Puxando
o Saco!
Se cm gente que
acha que vamos [i -
car puxando o saco
neste ou daquele po
lítico porque ele=
ou o seu partido oa
nhou as eleições ~
está mito enqana -
do, nós temos ape -
nas um compromisso,
com os nossos leito
res e graças à Deus
somos livres e indc
pendentes para es =
crevermos as verda
des, boas ou más
contra ou a favor -
de quem quer que se
ja, não ternos ora
bo preso nem cem o nos··
so chefe que nunca
nos censurou, esta
mos entendidos? Is
to vale para ~ela -
Vista e toda are -
gião. Em tempo: "bu
tuca tira boi do ma
to já dizia o Nil ~
son Caminhoneirol"
Casa - Vende-se·
Vende-se uma casa em Campo Granee, no
Pairro Universitário I, com 03 quartos ,
saJa, cozinha, dispensa, 2 varandas, to
da murada, com crade na frente, terreno
medindo 12 30metros. Vocalizada à Rua
',ibero Radar6, no 268, saída para cão
Paulo, com asfalto na oorta.
iceita··se carro ou êasa em Rela Vista
no negócio, tratar comn 'Wilson Fernandes,
em ela Vista, ou elo "Telefone: 439--1066
Santa
Ignorância
Em um boteco ou
tro dia um coitado
mal-informado, tal
vez achando que a
Tribuna da Frontei
ra depende de favo
res para se manter,
fez a seguinte âfir
mação: "aaora que o
Abraão ganhou as e
leições esse jornal
vai ter que fechar,
ele trabalhou con -
tra nós". Primeiro
o infeliz não deve
ler jornal e pelo
jeito ele não sabe
que o Abraão já
foi Prefeito e o
Jornal fez oposição
à ele por quatro a
nos.
ó negão, vai cui
dar da tua vidinha
que do resto você -
não entende nada
viu!!
O Railão e Disco
teca Fossa Nova, po
pularmentc conheci
do como RaJJ5o da
Pron eira, inr;tal ••
do na Avenida Fdon
Medeiros de Moraes,
na baixaria Corin
thiana, está ameaça
do de ser fechado=
gracas à iqnorÃncia,
a inveja e a politi
caqem barata pra i
cada por algumas
pessoas cue, cones
so, pensávamos ser
mais cultas e inte
ligentes.
ryepois de cons -
truir, com muito sa
crifício o dificur
rarles, a sede pró -
pria para o ~ailão,
dotada de toda a in
fra-estrura de segu
rança e atendendo=
os requisitos exiai
dos pelas autorida
des, o Empresário -
ilson Fernandes co
mecou a enfrentar=
orohlP-mas com al
guns elementos que
sendo partidários -
do pMnn, não acei -
tam que ele tenha
traballiando para o
prn/pr, com sua apa
relhaqem de sonori
zação e querem pre
judicá--lo de ~ual -
quer maneira, incu
sive um 'abaixo-assi
nac'lo iá anrou circu
'ando pela vi'inhan
Nossos!
Pêsames
F.sta coluna, a
través coseu arti
culista e toc'la a fa
milia r envia os
mais sinceros senti
mentes de pesar aos
familiares da Sra.
Dominga Benitez_ lu
nes, que faleceu no
último nia ?.n,em es
pecial· ao seu espo
so Sr. Goethe Esco
bar Nunes e ao seu
filho Alberto Peni
tez ~unes,nosso coci
banheiro de imprensa]
·Reclamação/! PTU
, .
~em qente em nossa cidade que anda
muito sensíve
1
. ultimamente, semana pa
da veiculamos matéria em nossa coluna a;
zendo que o ?refeito -:nson ><erleiros ele
Moraes estaria enviando nos próximos i
as Projeto de 'ei à câmara Municipal aca
bando também com o rT- mposto Pre -
dia' e "Territorial ''rhano - e ue prova
ve'mente o Projeto de 1,ei seria aprova •
do, primeiro oroue o "refeito tem maio
ria na Câmara e seounro norm.1e a extin -
cão o rpn foi comnromisso de campanha
o pmnn, em palanque.
"Rastou nara as chiadeiras comecarem,
teve ente aue entendeu tudo errado e a
chou que estávamos "alfinetando" o pvn,
Ora senhores, .não temos o menor inte
resse nisso, nosso único ohjetivo foi
hem informar a onulação, não escreve -
mos nenhuma mentirá nem cometemos inius
tiças, muito neio contrário, até destaca
mos que seria unira o útil ao aorac'láveJ~
ou seja, a maioria ro ~refeito na Camara
e o comPromisso do PMDB ne acahar com o
rpTn, beneficiando os contri'">nintes hel.!:1_
vist:enses.
Se houve falha oi'apenas no tocante
ao tamanho das propriedades aue seriam -
isenta'as de pagar o imoosto secundo o
compromisso do D:nn, cue é de 6 m, cue
esquecemos de frisar, mas parece-nos aue
até nisso o Proieto do Prefeito coinci -
e, portanto, não vemos Prohlema nenhum
e não entendemos da onde tiraram a idéia
de rue estávamos ouerenro "cutucar" o
partido o Quércia, pelo eito não conhg
cem a nossa linha editorial, ue prima -
pela verdade acima de tudo,doa a quem
noer! !
"moresário Wilson r.ernandcs
ra, mas carece-nos
que quase ninguém -
ouis assiná-lo, pa
ra decepção dos mal
intencionados, que
em vez de irem tra
balhar querem oreiu
nicar quem está in
vestindo na área de
lazer em Bela Vis -
ta e geranno empre
gos para mais de
10 pessoas.
O que esses poli:_
tigueiros não sabem
é que nenlium politi:_
cotem o poder de
fechar uma micro-em
·presa, com toda a
sua documentação em
ornem, que paqa os
seus imprstos e ta
xas reqularmente.
Para se ter urna
idéia ra safacleza -
O atleta belavis
tens-e ~lenilson dã
Silva, que corre oe
lo são Paulo Fute =
bol Clube, conquis
tou no último • dia
11 a sua classifica
cão para disputar a
tradicional prova
de São Silvestre
na viracla do ano ,
pelas ruas de São
Paulo. E1enilson
foi o 100 colocado
na Minimaratona,cow
percurso de 21,1kms.
classificando os 50
de algumas prssoas ,
nem mesmo o som no
bailão vaza para fo
ra do Clube, não in
comodando nem as pes
soas que moram no
costado do prédio. ~
bom os interessaclos
em fechar o hailão -
começarem a pensar -
primeiro se estão pa
gando os seus impos
tos regularmente, se
não estão em c1é_bi to
com a fiscaJização -
·estadual e fe<leral e
se ninguém sabe dos
seus rahos, como con
trabandos por exem -
plo, etc e tal caso
contrário vai sobrar
oara muito neguinho
que de repente pode
rá ver o tiro saindo
pela culatra! !
Elenílson na
São Silvestre
___,, ------· - ...--
primeiros oara
são Silvestre que
contará com os me -
lliores corredores de too o mnno
Com esse resultado.o atleta belavisten
se e o rameiro sul-matoarossense a conse-
ruir classificacão para a São Silvestre o
largara ~o nelotao rc elite na r
Parahens garoto. P ova.
ui .lla as a..
a Fleni1son da silvá
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R'/AI, TPIBU'A DA FRONTEIRA 1 • J '
f
i·I • o
Rotary não é
Dispendioso
Procurando iusti..
ficar a debilidade -
d algnns clubes, cs
á se 'ornando fro •
quente o arqumen o -
dr que "Rotary está
Ficando caro",
Estimular o fomi n
taro tdeal <le Ser.=
vir o Desenvolvimen
to do companheiris -
mo, o reconhecimento
' do mérito de tocla o
cupação útil, a me -
lhoria da comunidade
pela conduta exem
pJ ar de cada um na
sua vida pública e
privada, a aproxima
ção dos profissiona
is de t·.odo o mundo
visando a consolida
ção de boas relações
e o objetivo rotá
rio, não é um traba
lho dispencl ioso. A
quota "per capita" ..
semestral a Rc, assi
naturas de revistas
e outras publicações
que Rotarv oferece ,
a obriqacão dos Con
selhos Diretores e -
leitos se Fazerem
presentes às ~ssem -
bléias Distritais e
a outros encontros -
não somam elevadas -
importâncias que pos
sam pôr em "xeque" a
boa vontade de ser -
vir.
0s sócios de Rota
ry Clubsrepresentam
as atividades prois
sionais de suas loca
lidades, são líderes
em suas atividades ,
selecionados pela
formação de que são
portadores, condiz n
tos com o objetivo -
de nosso programa e
que oe dispõem, atra
vês de suas profis =
sãos e seus comporta
men·os, n serrm ú -
tais as suas comuni
dades. Para ser rota
riano não~ nocessá
rlo ser importante ou
rlco.
O que Potary pro
cura é riqueza espi
ritual e mora], na
compreensão de que -
colhemos aquilo que
sP.meamos. O que in -
teressa a Potaru é
que clubes sejam re
almente comoostos de
líderes profissio
nais de suas locali
dadP.s, igualando se
us membros num coeso
companheirismq, em
busca de seu objeti
vo.
Compreende-se que
as condições econômi
case financeiras -
das lideranças pro -
fissionais obedecem
aos níveis do poder
de cada loca'idade ,
e a beleza do Pota
rv consiste em ser
um "nivelador soei -
a]", buscando no ho
mem tão-soment.e as
úteis qualidades ine
rentes aos seus pro
pósitos, adaptando -
se, assim, às diver-
sas condições ae res
ponsabilidade, cult~
ra e costumes, ofere
cendo aos clubes a
liberdade de realiza
remo que estiver ao
seu alcance. r, ara
ça a essa adaptali-
dadc, aosistimo3 a
sua crescente expan
sao.
vão podemos usar
o arqumento de que
"Potary está ficando
caro", Cabendo a ca
da Clube as despesas
de sua própria manu
tenção, o argwnento
seria "Nosso Clube -
está ficando caro" ,
e então tomar s ca
bíveis providências
para diminuir os dis
pêndios. Um Clube rÕ
tário é um Clube do
prestação de servi -
ços, e não um clube
recreativo. E, como
diz um ex-governa
dor, " ... é preciso -
deixar de ser confun
dido com a imagem de
"Clube", apenas como
um "bom clube".
Rotary recomenda
simplicidade, mas o
que vemos em muitos
clubes é o hábito de
suntuosos banquetes,
ricamente ornamenta
dos, com distribui ••
ção de custosos pre
sentes, quando deve
riam ser realizados
somente em ocasiões
especiais, com mode
ração, atendendo às
condições de clube.
As recomendadas reu
niões domiciliares ,
para elaboração ae
programas e solução
de assuntos rotári -
os, são realizadas -
com recepções, fugindo
às suas finalidades.
-====================-=======-----------------------------------
Sílvio Rerto, do Rotary Club de Araraquara-Oeste,sn
(Dist. 4540) - Governador 1973-74
Ipanema Modas
DONI NILCE REILIZOU FESTA
PIRA as CRIINÇIS
Antonio João - Fal
tam um pouco mis
de dois meses para
a nova prefei .a to
mar posse, mas mes-
mo aim, dona Nil
ce elei a cm 03 de
outubro, já está
provando o seu cari
nho pc lo povo de An
tonio João. Dona Nil
ce chegou nesta ü1-
irna semana da Capi
tal, onde estava fa
zcndo tratamento me
dico e deu uma sur
presa para as crian
ças de nosso MunicI
pio. No dia em que
se comemora o Dia
das Crianças, 12 de
Outubro, não progra
ças, pre entes, que
a hornaarem era ape
nas "uma prove de
que nunca va1 esquo
c r do povo de Anto
nio João, principal
mente das cr ancas
que são o futuro de
nosso pais. Antonio
João vai ter uma ad-
ministração que hã
muito tempo o povo -
espera, emos que tra
zer o desenvolvimen
to para nossa terra
que tanto amamos, a
comunidade an onio -
juanense precisa ma
is do que nuncn deu
ma cidade próspera ,
ond prc>valccerii a paz,
a alegria e o desen
volvimen o", afirmou
Nilce /lvcs.
CAMPE TRE TAMBEM FESTEJOU
O DI DAS CRIANCAS:
» '
Antonio João
As crianças do
Distrito de Campes
tre, também viveram
momentos de muitas
felicidade nesta úl
tima semana. A cara
vana de dona Nilce
Alves foi até o Dls
trito para realizar
a festa em homPna -
gem a todas as cri
anças daquele lugar.
mou n hur fota na
cidade, no sntanto ,
a fuura prefeita não
deixou por menos, e
realizou, junto com
o Vic Prefeito José
Elói e dona Iones a
fes a das crian as ,
onde mais de duas
mil pessoas foram a-
é a Escola p n ale
ão, para par icipar
da homenagem as cri
anças. Lá, brincaram
com palhaços, mági -
cos, comeram olo
chocolate, pipoca ,
suquinho, enfim come
moraram o seu dia
com muita alegria. Do
na Nilc falou a to
dos os pais e crian-
-------------======================
Com muita alegria,
brincadeiras, as cri
ancas passaram atar
de desta última se=
gunda feira festejan
do o seu dia. Foi ser
vido, porções de pi
poca, bolo, biscoi -
tos, suquinhos para
todos aqueles que
participaram da des
contraída festa. Do-
na Nilce expressou -
para todas as famili
as campestrinas o
seu amor pelas crian
ças, e se comprome -
teu em fazer uma ad
ministração voltada
para aquela comunida
de.
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ANJ comprometem •e a cumprir os seguintes preceitos:
-, Manter sua independência
r) --
~ Sustentara liberdade de expressão:
o funcionamento sem restrições
da imprensa e o livre exercício
da profissão
2
..J Apurar e pubhcar a verdade
dos ratos de interesse público,
não admitindo que sobre eles
prevaleçam quaisquer interesses
2L... •.• -r" en er os 1re1tos o ser
humano, os valores da democracia
represe.nliltirn e a livre iniciativa
.,.....
J Assq:u~r o acesso de seus leito~ .
às diíerentes msões dos fatos
e às diversas tendências de ppiniiio
da sociedade
/.
{)Garantira publicação de
coai.estações objetÍl'as das pessoas
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páginas, de atos ilícitos ou
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indivíduo à sua privacidade,
saho quando esse direito
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informação de interesse público
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/ Diferenciar, de forma identifichel
pelos leitores, material editorial
e material publicitário
• loCorrigjr erros q~e tenham sido
- cometidos em suas edições
a
e
a.
O D l
JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA - DI1PIO
«.
COMENf:
VI CONGRESSO
NACIONAL,
sempre orlontado pe
lo Vigário da Paró
quia Pe. Nilo.
a Federação das
sociodadoo Pontalozzi
e XVIII Encontro dan
Sooiodadoo Pcul:nlozzi
estará acontecendo
noo dino 26 a 29 de
outubro cm campo Gran
de.
O TEMA A SER
Debatido nesse En-
contro ocrú: "O Exer
cício do Direito, uma
questão de cidadania,
A PRESIDENTE DA
Federação fia Sra
Lizair de Moraes Gua
rino a a Presidente
de Honra do Congresso
é a lo Dama do Estado
Mo Aparecida Pedrossi
an.
PARA REFLETIR
AS PARTICIPANTES
Do Encontro, que
são as representantes
das Pestalozzi das ci
dadas do Estado, te=
rão um curso onde vá
rios Temas importan -
tes e esclarecedores
estarão em pauta.
A PRESIDENTE DA
Pestalozzi de Bela
Vista, Prof0 Ana Ma -
ria Ocariz, se fará
representar através
de um membro da Dire
toria.
O DESFILE DE MODAS
Faça tudo com
amor! tudo que é
feito uem Amor oni·
mal feito, e tnnde
ã dor.truicão.
Só o amor cong
trói obras 0tornnn
e penetra profunda
mente o corncão da
humanidade, porque,
nó o amor é por.iti-
J
Que Marruá Jeans ,
estará promoyendo no
dia 25/10/92, será no
Grêmio Pedro Rufino e
não no Graj como saiu
no Comentando do dia
21/10.
Sf
er
ANIVERSARIOU
No dia 19pp o garo
tão Julie César Sali
nas velasquez. Felici
dades mil, são os nos
sos votos!
E A FALTA DE
1
l Luz, principalmen
e, te a noite! Como fi -
õ1 cam os estudantes des
a se período?
,e
lS
.e
A PINTORA
Gisela Domschke
estarã expondo seus.
trabalhos entre 28/10
92 à 20/11/92 na Itau
galeria em Campo Gran
de.
1 t •
,J
NÃO ESQUEÇAM:
Será no dia 25/10/
92, no Ginásio de Es
portes, a comemoração
do Dia Nacional da
Juventude, com vasta
programação qúe ini -
eia ãs 13:30 hs.
O PRESIDENTE DA
,.
vo.
Tudo o que não
é amor é negntivo.
Faça tudo com
amor, porque o pró
prio Deus é amor.
Quando as cria
turas fizerem tudo
com amor, saberão o
que é a saúde e a
felÍcidade.
Pastoral da Juven
tude é o jovem Jorge
Florentino, sendo
Click Especial
Para a Pequena Larissa Simõc
PARA ADRILIIANTAR NOSSA COL!W/ •
Elisancqelà- h
Maratona Escolar/92 Escolhe os
Melhores Trabalhos do Estado
Encerrou-se dia 16 o pra
zo de entrega dos trabalhos=
que vão participar da fase es
tadual da Maratona Escolar/92
promovida pela Secretaria de
Estado de Educação, pela ini
ciativa da Bloch Editores S.A
e apoio cultural da Petrobrás
Foram apresentados 24
trabalhos de alunos dos muni
cipios de Ivinhema, Naviraí ,
Amambai, Nova Andradina, São
Gabriel do Oeste, Deodipolis,
Corumbá, Angélica, Jardim,Dou
rados, Bela Vista além da Fa
zenda itamaraty . Apesar de
reduzido, esse número repre -
senta um grande avanço em re
lação ao ano passado, quando
ª Secretaria recebeu apenas -
seis trabalhos. para concorrer
ao mesmo concurso.
Dirigida aos alunos de
2Q Grau, esse ano a Maratona
.tem como tema a vida e a obra
de Gonçalves Dias e o objeti
vo é promover a pesquisa, o
hábito de leitura e a produ
ção de textos relativos à o=
brado autor brasileiro. A
primeira fase do concurso foi
realizada nas escolas, quando
os alunos concorreram com uma
1
redação sobre o tema proposto
Na segunda fase, os me
lhores trabalhos selecionados
nas escolas concorrem entre -
si. O primeiro lugar será um
prêmio de valor de CrS200 mil
para o aluno e para o profes
sor. O aluno classificado com
o segundo melhor trabalho re
ceberá Cr$ 150 mil e o 3Q,49,
50 e 60 colocados receberão -
·medalhas.
Cada um dos primeiros co
locados, seus professores e
estabelecimentos de ensino re
ceberão ainda diploma alusivo
ã participação no concurso.
Além disso, os seis pri
meiros trabalhos concorrerão
à fase nacional da Maratona
Escolar/92 que constará deu
ma prova sobre Gonçalves Dias
Os prêmios para essa eta
pa serão em dinheiro, para a
lunos e professores. Os esco
lhidos na fas0. estadual recebe
rio passagens aéreas e hospe
dagem no Rio de Janeiro, para
a finalíssima que acontece no
inicio de dezembro.
SELEÇÃO DE TRABALHOS
A Coordenadora da Marato
na Escolar/92 em Mato Grosso=
do Sul, JOnia Garcia Gomes da
Silva, explica que a Secretaria
de Estado de Educação montou
uma comissão formada por tres
professores que deverão sele
cionar os melhores trabalhos-·
apresentados.
'Jônia Garcja, que é su
pervisora de Apoio Pedagôgico
da Secretaria, está satisfei
ta com o aumento do número de
participantes em relação ao
ano anterior. Além disso, se
gundo ela, "essa é a única i
niciativa nacional que contem
pla os alunos de 20 Grau". -
Na escolha dos trabalhos
serão consideradas a criativi
dade dos autores em apresen -
tar os dados· levantados so
bre Gonçalves Dias. Para a en
traga da premiação está pre=
vista uma cerimônia com a par
ticipacão da Secretária de
Educação Leocãdia Petry Leme.
TRIBU./ O/ FRONTEIRA:
ESTE EXEMPLAR crs· 3.ooo,oo
Ser Jovem
r im é espe ar
Ser jovem, pa. a + "r
sempre o melhor, rucomendut
pela fé, jamais pensar no p1or.
Ouvir aquilo que é bom, ver, julgar,
depois agir.
Estar sempre dentro do tom.
Melhor: é construir.
Ser jovem e vor a mira, ~ vJvcr com
amizade,
Imentira, jümaü,
Rejeitar sempre n
temer a verdade.
Onde estivar, ser feliz, valer-se
que tem.
Esporar o que sempre guia,
melhorar sempre, tambem,
ser jovem é estar atento, Ó lutar
para vencer, remar mesmo contra o
vento, jamais as ondas temer.
Organizar-se cm tudo.
Vacilar, isso jamais!
Encontrar um bom conteúdo,
mostrar do que é capaz.
Então, jovpm, seja ativo.
Espere lutando e alcançará; ramo
velho, sendo vivo, jamais se
arrebentará.
o coração, jovem sendo, verdeja cm,
toda idade, e mesmo envelhecendo,
mostra a sã capacidade.
(Roque Ribeiro doo Santos)
·-----------------------
Quebra Molas na
Entrada da Cidade
O vereador Marce
lino Cássio Biglia A
cioli, do PFL, soli
citou ao Prefeito Mu
nicipal, através de
indicação apresenta
da na Câmara Munici
pal nesta quarta-foi
ra, que seja coloca=
do um quebra-molas
no prolongamento da
rua Barão do Ladãrio,
entrada da cidade, en
tre o Restaurante do
Pancho e a loja Con
feccôes Garcia, "tei
do em vista já ter
ocorrido vários aci
dentes naquele local
devido a alta veloci
dade desenvolvida e
los veículos que ch@
RESOLVE:
elo
t --
ver. c5seio Acioly
gamou saem de nos
sa cidade" destacou
o edil pefelista.
----=-----
Portaria N· 017/92
Dr. Jorge de Souza Rosa, Presidente da
Carnara Municipal de Bela Vista, Estado de
Mato Grosso do Sul no uso . .
buições Legais;' ae suas atri
CONCEDER licença prêmio de 03 (três)
meses a funcionária CLÉLIA APARECIDA GO -
DOY AGUILHEIRA .
a Lei Munici,,{ °U"Pri
nd
o o que determina
tado os (ei{ 91
5
/
9
1, por ter com1e
- anos de efetivo •
a contar de 01 d + 'o serviço
de 1992 c e ou~ubro de 1992 à 30 de
• umpra-se - Jor d
Presidente _ J - . . e ge e Souza Rosa
oao Kalite - 19 Sec.
Conserto de Ruas
O Ver. Jorge de S R -
de indicação verbal· rosa,PTB, atraves
solicitou au " a ao Prefeito Municipal
ruas da eiéa"??arrumadas odas as
mas chuvas { erioradas pelas ülti -
das Eseoi $.'?'?ente_as ieaias5e°
nho, onde o trare,'Va_e Joaquim Murti -
interditado. g eS
t
a em vias de ser
ANUNCIE AQUI!
TRIBUNA DA FRONTEIRA
@
AL
ELA VISTA -- MATO CR0O DO UI. -
- -
MOR
22 DE OU'! UHRO DE 1992 Nº 1. 'l /l
ll1Í moiu de tr anos
a Prefeitura Munfc1pal
vêm ut!ltzundo uma chica
rn locul 1 wda hem nÕ
centro do batrro Água Do
cc, como dcpóuito de to:
do o lixo rccol hido nn
Idade dtárlamente, são
1 mala de 800m
2
de ,írau to
ada por detritos de td
d espécie, inclusive o
lixo hoopitnlnr elo lloupi'
tal Siio Vicctttt• de Paul
e Postos ele Saúde, f'. co
tu encontrar seringas ,
agulhas, restos de san -
gue nos frascos de cote
ta e nplicuciio, além de
animais mortou, enftm
todo tipo clu podridÜo
que exala mau cheiro por
qulÔmctroA adentro do
bairro Água Doce.
Devido n proximidnde
das resfdGncfas e da pró
prio cidndc, ó comum se
encontrar crnança mexen
do no depósito de 11xo ,
procurnndo runtos de co
mido doe rcetnurantea po
ra comer, agulhas e se •
ringns dcncnrtiveio pnre
brincar e outros ttpos
de obj e ton que possam ter
nlgwnn utilidade, Segun
do infonnnçÕoR de morado
re do bnirro, vários -
criançoo dns imediaçÕc□
contumnm brincar de opll
car nJecio com as ser
gao e agulhus encontra:
dno nos restos do lixo
hoopitnlnr que nll t! jo
gndo, nlgumnA inclusive
chegando n se furarem
com as agulhas que podem
conter todo tipo de in -
feccio.
Outro problcmn vivido
pclon moradores do figun
Doce provocado pelo de
pónito de lixo dn Prcfr!
tura, é a grande quant!
dnade de moecun que próti
camente atacam as resy"
d@nctas e também a água
podre que escorre do li
xiio cr'uznndo por dentro
de pelo mcnon d z chÁcn
rue, contnmlnundo on len
çÓis de Ógun e nçudes
Indo cnir no rto Apa
bem ncimn da estação de
cnptocio de igun do
SAAE. E resumo, além de
cortar grande parte do
bairro figun Doce, ao ó -
guos que escorrem pelos
valos e grotoe podem es
tar levando todo tipo de
Impurezas para o rio Apa,
que nbastece à popula
çÜo belavistcnse.
LII VISTD
N HO SINO"
O ex-vereador
Frascos coo resto de sangue hospitalar, agulhas e seringas,
rio_encontrados_por todonos 1ado1
Segundo informações -
do suplente de vereador
Israel Chamnrro, líder -
do bairro, os rr.oradores
Já procuraram as autori
dades, os vereadores, o
Prefeito Municipal, in -
clusive fof féIto um
abaixo assinado com cen
tenas de assinaturas
as a tê o momento ncnhu-
e
_Central de Contaminação
empresário cm nossn
cidade, José Glaucy
Flores, disse ontem
que "Bela Vista vol
tará a ser notícia
no Estado, todos os
esportes cm nossa
cidade serão dinami
O "Lixão" na Água Doce
•stã provocando danos ao
Refo ambiente, além de a
Reaçar dezenas de crian -
Ças com toda espécie de
doenças. f Lnacreditável,
•ar nos dias de hoje, ir
esponsãve!s ontarem uma
'Central de Contaminação"
cm pleno bairro residenci
a!l. O L{ão nada mais Z
que ue,a Central de Conta
t11nac:io, e qu!! n.Õ.o vcnhnm
o desculpas, é a saúde
- .._
~~ zados, sobretudo o
futebol, através de
um projeto que tem
à frente a Liga Es
portiva Belavistcn
se".
ma providência, no senti
do de acabar com o lixão,
localizado ao lado da As
sociação dos Pequenos Pro
dutores do figua Doce, foi
tomada, "var::ios ao jornal,
se nao resolver procurare
mos a Justiço para que tI
rem esse depósito de lixo
do meio do nosso bairro"
disse o 1der caattãr!o".
Para Glaucy Flo
res, "temos um po -
tcncial muito grande,
nfio s6 quanto ao fu
tcbol, mas também no
voleibol, basquete -
natação, atletismo e
futebol de salão"
"Prova disso - com -
plementou, "basta ver
o sucesso do corre -
dor Elenilson, já
classificado para a
São Silvestre a nos
sa seleção de fute -
bol de salão ganhan
do títulos importan-
Nesta sexta-feira
estarão em Bela Vis
ta dez membros do
Conselho Regional de
Desportos e Federa -
ção de Futebol de
MS, para normaliza -
remo funcionamento
da LEB. Haverá uma
reunião com presiden
Cintara Mitciy#i ±tá falia
1
tcs".
"Sim, finalizou
O vereador João Kalife, 1 Se
crctário da Câmara Municipal
disse ontem que "o Legislativo
belavistense está em colapso, vi
vemos uma das maiores crises fi-
nanceiras de sua história em nos
sa cidade".
Segundo o vereador, "há qua -
ro meses que o prefeito não re
passa verbas para o pagamento
dos vereadores, os funcionários
da Câmara estão há dois meses
sem receber, temos débitos com
_ , a Xerox, o que impede a repara -
ção da máquina, consequcntementP.
não podemos nem tirar cópias
nem mesmo o cafezinho pode ser
- servido, não tnmos dinheiro para
comprar, os fornncedorcs já nao
4 atendem aos nossos pedidos, na
verdade a Câmara está falida".
Glaucy - voltaremos
a ser notícia no Es
tado, Bela Vista vol
tará a ocupar o seu
lugar de destaque
vamos ã luta".
tes de clubes, auto
ridados e oessoas -
ligadas ao esporte,
no salão nobre do
Hotel Pousada da
Fronteira.
-.:-;·-
Msiuas_escorre_do1ixio_até_o_rio Apa_cruz.ando por dentro
S virias clicaras
da população que estó em
jogo.
Sempre afirmamos· que
as issoc1.açÕes. de Horad!?_
res, Sindicatos, Clubs
de Serviços, são auxilia
rcs de uma comunidade -
louvável a atitude dos
moradores, n imprensa es
tá a! paro denunciar o
que cst:,i errado.
Vamos acabar comn a
11
Centrnl de Contnminac;Õd
1
na Água Doce.
Ver. Jo:io IC.>llfc
MATÉRIA COMPLETA PÁGINA/05
Esta visita se
deve a interferên
eia de Glaucy Flo -
res que so1icitou a
diligência, lembra
mos que Glaucy foi
presidente da LEB.
AVIS O
Pedimos aos as
sinantes em atraso
que procurem o nos
so Depto Comercial
para o resoectivo
pagamento.
Comunicamos, ou
trossim, que todos
os débitos penden
tes com esta emore
sa jornalística· -
serão majorados a
partir do dia 1o
de novembro, com
taxas do mercado
A DIREÇÃO
UTELIR
....... -0 DE ELOGIOS
PÃGINA - 05
V INCiUIR A SUNAB
PÁGINA - 05
Antenor Pelegrino
iETTo Do TRÃÃLÃo T PREVIDENCni s oCINi
AO ALC/1'.lCE DE TOIJ05
--------
"BOIA-RIA" -- 'TRABALHADOR AVULSO
Havendo boa vontade, a questão pode er resolvida
Já publicamos nes
ta e;ão uma érie
de comen ários sobre
a questão do chamado
trabalhador "Bóia
Fria", oportunidade
em que destacamos a
recusa pelos traba -
lhadorcn do registro
cm carteira, os loi-
1s pelas madruga -
dane, naquela opor
tun idade, apresenta
moo como proposta pa
ri solução da quos ..
tão, a transformação
dos "Bóias-Frias" em
'l'RADALIIADORES AVUL -
SOS, assumindo assim
os Sindicatos de Tra
balhadores Rurais a
responsabilidade pe
la intermediação da
mão-de-obra.
Para nossa satis
fação, a proposta é
ratificada por um
eminente especialis
ta cm Previdência So
cial, o Dr. João Do=
nadon, Fiscal de Con
tribuic5cs Previden=
ciárias. Dr. DONADON
defende idêntica prQ
ponta e rliz que, pa
ra a transformação
do "Bóia-Fria" em
TRADALII/IDOR AVULSO ,
basta apenas uma Por
taria do Ministro do
'Trabalho, com o que
concordamos plenamen
te.
A proposta do
Dr. João Donadon es
tá publicada na ínte
grana edição de se
tembro da BIT-Revis
ta, cuja cópia já
está nas mãos do Con
sultor Jurídico do
Ministério do Traba
lho, para estudos e
preparação do texto
da Portaria Ministe
rial que permitirá o
TRABJLIIO AVULSO aos
trabalhadores rura -
is, observando o
que manda a letra
"q" do inciso VI, do
Art. 10 do Regulamen
to da Organização e
do Custeio da Segu -
ridade Social, apro
vado pelo Decreto no
Perguntas
TR/BJLTIO URBANO
Perqunta - A em -
presa é obrigada a
justificar-se com o
empregado, quando en
cerra o contrato de
experiência e não
quer contratá-lo em
definitivo?
Resposta - Não. O
contrato de experiên
eia é por prazo de=
terminado. As partes
ao celebrarem o con-
trato, o fazem saben
do disso, logo, ao
final deste, não po
de o empregado exi -
gir explicação ou
qualquer justificati
va para a rescisão.-
TRABJLIIO RURlL
Pergunta - O sim
ples fato de o empre
gado ser retireiro ,
já lhe dá direito a
hora extras? Como de
vo proceder para evI
tá-las? -
Resposta - Para g
vitar o excesso de
horas do empregado
retireiro (ordenha
dor), o empregador
pode se valer do cha
mado serviço intermI
tente, que ê previs=
to pela legislação
trabalhista rural
Serviço intermitente
é aquele que, por
sua natureza, é rea
lizado em duas ou ma
is etapas diárias
distintas. De acordo
com a legislação vi-
&
gente, é necessario
um intervalo mínino
de 5 (cinco) horas
entre uma etapa e
outra de trabalho e,
nesse intervalo, ne
nhuma tarefa pode
ser dada ao emprega
do, isto é, ele não
pode sequer ficar à
disposição do empre
gador, pois esse in
tervalo não é compu
tado em sua jornada
de trabalho. Essa
condição deve ser
anotada na CTPS do
empregado. Portanto
não é o simples fa
to de ser retireiro
que dá ao empregado
direito a horas ex
tras.
TRJBJLHO DOMf:STICO
Pergunta - A em
pregada doméstica
tem direi to ao FGTS?
A minha empregada
tem uma amiga que
disse a ela que sim.
Gostaria de ter cer
teza.
Resposta - O em
pregado doméstico
não faz jus ao Fun
do de Garantia do
Tempo de Serviço ,
nem à indenização .
Em que pese a Cons
tituição Federal
ter trazido algumas
vantagens a mais a
esses trabaihadores
nem todos os direi
tos foram estendi -
dos.
Gl2/92 (nova reda -
cão)
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DO 'TRABALHO
lhor preço da cida-
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as entidades rurais
remetam oficias, e
legramas, telex ou
telcfax diretamente
ao Ministro do Tra
balho, insistindo
na edição da Porta-
ria que estende o
TRABALHO AVULSO aos
rurais, o que será
de grande valia e
que em muito melho
rará a contratação
de trabalhadores
"bóias-frias", evi
tando-se os riscos
de multas e proble-
mas trabalhistas
com a Justiça, além
de dar fim aos de
primentes leil5es
pelas madrugadas.
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Pergunta - Uma em
presa rural pode for
necer declaracão a
um empregado, (Servi
ÇOS Gerais) para com
provar tempo de ser=
viço, de que esse em
pregado trabalhou pã"f===================================,J
ra ela, mesmo que te][
nha sido sem regis =
troem carteira, sen
do que isso ocorreu
entre 1978 e 1983 ?
Tal fato não pode ser
encarado como fraude
ou sonegação? E se o
empregado entrar com
reclamação trabalhis
ta? -
Resposta - Se e -
xistem provas de que
o empregado traba
lhou sem ser regis -
trado, a empresa de
ve fornecer a decla
racão. A esse tempo,
o trabalhàdor rural
não estava sujeito a
desconto, nem a em -
presa era obrigada a
contribuir com base
a i6ia de ase»-p__ nr til' '
to, como passou a a-11 8MB
contecer a partir de
1/11/91. Não é frau o••
de comprovar a verdi . IV6f SÕ8S
de. Nem se trata de
sonegação, porque
não há obrigação fis
cal evidente. QuantÕ
ao empregado entrar
com reclamação traba
lhista, não é mais
possível, posto que
já prescreveu o di -
reito de reclamar.
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Cerente
CIlson SI1va Santo
JOI AI, T HUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - P 1A - 03
ENTREVISTA - PAULINO ClCERO DE VASCONCELLOS
EMPRESÍRIO PRECISII TER PICIÊNCII
O MLnftro de Minas e Energia, Paulino Cícero
de Vasconcellon, admite que o Brasil no terá coo
diçoe de cumprir ente ano o acordos de recupera
cio das tarifas de energia elétrica feitos com o
Banco Mundial (BIrd) e com o Fundo Monetário Inter
unc!ona; (l'MI). Alerta também pura o rinco que a
Pclrobrirn corre de voltar a ter prejuízo em 1992 -
por cauna das mutaçoen patrimoniais decorrente do
processo de privatização.
Cfcero, que é deputado pelo PSDll-HG, propõe -
amplo debute nobre n privatizaçiio e qualifica aque
les que o chamam de "estatizante" de desinforma -
dos. Elo identifica uma "certa mágoa" doo empresn
rlou com a composição do Ministério e atribui a
1sso as criticas ao Governo Itamar Franco. Para e
le, o novo Governo não pode errar.
"Qu,rnto maior o empresário, maio humildade de
ve ter nesse momento",. afirma o ministro, que pe
diu paciência aos empresários em entrevista aos
reportercs Mareio de Hora.is e Ribnmar Oliveira
(AE).
Estado - Que mudanças estão sendo discutidas-·
para o programa de privatização?
Paulino Cícero de Vasconcellos - Não houve a
té agora uma troca de idéias para definir as mu
danças. O governo tem sido cauteloso. O Presidente
quer que a opinião pública tenha a exata noção do
compromisso do governo com a modernização e com a
privatização.
Estado
alteracÕes?
Cícero - Deve ser a Secretaria de Planejamen
to mas quem acumulou expe-riência até agora sobre -
privatização foi o Banco Nacional de Desenvolvimen
to Econômico e Social, que é o gestor do programa.
Do BNDES, portanto, espera-se as maiores contribu!
çÕes no sentido·de se promovêr alterações.
Quem vai administrar as discussões e
A Recuperação das Tarifas dos Servicos ó Vital para que
o Brasil possa retomar os Investimentos Públicos
Estado
Cícero
zaça0 tenha
O Programa será mais aberto?
É preciso que o programa de privati-
o respeito público.
Estado Então, o programa é uma caixa preta,
inacessível?
Cícero - É. Mas a discussão pública acabará
com isso. Menos propaganda e mais discussão é fun
damental.
Estado O Senhor foi contra a privatização
da Usiminas?
Cícero - Não. Fui o primeiro cidadão a dizer
que a Usiminas tinha de ser privatizada.
fJ
Estado Como solucionar a questão das moedas
podres?
Cícero Eu acho que se se colocasse pelo e
nos 57, ou 107 seja lá o que for, em moedas corren
tes, começaríamos a ter uma experiência nova.
Estado - Então é boa a idéia de cobrar 107
da privatização cm moeda corrente?
Cícero - A inclusão de moeda corrente torna
ria o programa de privatização mais fácil de ser -
engolido.
Estado - o Senhor defende que as empresas pr_!
vatizóvcis mantenham o emprego. Como funcionaria
isso?
Cícero - Geralmente, o processo de realinha
tento envolve a redução da forca de trabalho. Algu
mas empresas têm feito isso com Intel1gene1a:criam
programas de incentivo à aposentadoria, dao bonus
e facilidades para demissão voluntária.
Estado - A manutencào do emprego teria também
de ser discutida com 09 candidatos a comprar esta-
tais? .
Cícero - E preciso se compreender as dificul
dades deste momento. são Paulo esta com 1,3 milhao
de desempregados: A sensibilidade de quem compra
ma estatal, para essas dificuldades do momento, a
Juda a resolver a questao.
" •
Estado_ o Governo Collor caminhava para a
privatização de todas as estatais, incluindo a Va
le do Rio Doce e a Petrobrás. Qual e a sua posição_
nesses casos?
Cícero - É a mesma do presidente Itamar Fran
co: contrária ã privatização da Petrobras e da Va
le. É um tema politicamente contencioso e temos -
muitos desafios políticos para.os proximos meses.
? tumultuar o cenário polittco com no
ao vamos á hã unidades -
vas questoes. Mas e bom dizer que .
da Vale do Rio do doce sendo privatizadas._
No caso da Petrobrás, há a privatizaçn? de di
versas unidades petroquímicas.
via conomfa de consumo de energia, conservaçio e
corte de custos, seguirta por sse caminho, A recu
peração das tarifas é vital para qu o Pafs posa
retomar os Investimentos,
Estado - Coo o Senhor está vendo a denúnci.a
de que a Petrobrás vem tendo prejuízo com as priva
tiznacôes?
Cícero - O assunto tem de ser analisado.
Produto da venda das empresas controladas pela Pe
trobrás está sendo incorporado ao seu_patrimonio -
Pelo valor de merendo dos títulos e nno pelo que
realente foi captado. Esses prejuízos todos vao
e refletir no balanço da Petrobrás. Resultado: a
o
en.presa corre o risco de voltar a ter prejuízo este ano
por causa das mutaçoes patrimoniais decorrentes do
processo de privatização.
Entado - O prejuízo da Petrobníe é dé quanto?
Clcero - Eu conversei com o Presfd nte da Pe
trobrás , para manter um canal permanente, mas não
abordei esse [ato específicemente. (Na empresa, há
cálculos de que a Petrobrás Já acumula prejuízos
de US$ 1,23 bIlho com as privatizações).
Eetado - E a questão tarifária na Petrobrás e
no setor elétrico, como fica?
Cícero - foi feito um ajuste com organismos
multilaterais de crédito, como o Banco Hundinl e o
Banco Interamericano de Desenvolvimento. Para que
houvesse uma recuperação de tarifas, para mudar o
perfil de endividamento das empresas do setor elé
trico e para que pudesse voltar o fluxo de recur -
sos para expansão do Parque Energético do Pa!s.
O acerto previa a recuparação da tarifa, dos
atuais US$ 47 por magavatt/hora, para US$ 67 até
o final do ano. Não vamos chegar lá. Estamos em
US$ 51 o Megawatt. Se eu. pudesse conseguir isso
Por iniciativa da Or
ganizacão das Nações Uni
das para a Agricultura e
a ilimeataçao (FAO), come
morou-se dia 16/10, o Dla
Mundial da Alientacão.Da
to essa, no entanto
infelizmente mais ·se
adequado à denunciar e
evidência do quadro
ALIMEHTA(Ã
Não e esse nosso ob
jetivo neste momenta.
O que mais nos preo
cupa evidenciar é que Õ
amplo conhecimento dos
problemas apontados, de
uas causas e consequên
cias - cuja maior expres
ão constitui na realiza
cão da CPI da fome - naÕ
foram, ainda capazes de
gerar um sentimento so
cial de indignação e re
pulsa forte o suficiente
para engendrar movimen -
tos efetivos de transfor
maça0 dessa realidade vi
vida.
O direito básico
que
tem
à
ex
tremamente penoso e per
sistente da fome e da mi
séria no mundo, no qual Õ
Brasil se insere vergonho
sarnente.
As estatísticas so
bre as questões são tão
bundantes quanto sombrias
No mundo, mais • de
780 milhões de pessoas pa
decem de desnutrição cr
nica, por consumirem me
nos que os rêquerimentos
energéticos mínimos neces
sãr1os; cerca de 13 mi
lhÕes de crianças menores
de cinco anos de idade
morrem anualmente por in
fecçÕes e enfermidades
causadas direta ou indire
tamente pela fome e desnu
trtção; e mais de 257 da
população mundial sofre -
de anemia, em algum grau,
por deficiência de ferro.
Na América Latina ,
cerca de 1 milhão de cri
anças morrem anualmente -.
nestas condições, vítimas
da gigantesca disparidade
na distribuição interna -
da renda que condena à mi
séria contingente de 78
milhões de menores.
• A situac;ão brasilei
ra não é diferénte. Estu
dos divulgados recentemen
te pelo IBGE revelam que
157 das crianças padecem
de desnutrição crôni'ca ,
que o índice de mortalidn
de infantil - 60 Óbitos=
por mil nascimentos - é
ainda, um dos mais altos
do mundo, e cerca de 32 %
de crianças e adolescen -
tes são, hoje, socialmen
te marginalizados e têm o
seu futuro comprometido -
pela miséria.
A esses dados pode
ramos agregar outros re
lativos ao desnível da
renda , ao desemprego e
às precariedades do sanca
mento básico e da saúde=
públlca, atendo-nos assio
a delinear um quadro desa
lentador da realidade sÕ
cial do País.
a
alimentação não adquiriu
até o momento, no Brasil
e fundamento da prÓpria
cidadania, e o que tris:
temente se constata e
que nenhum grupo ou mo
vimento social,mesmo nes
tes importantes momen -
tos de consolidação da
democracia brasileira,se
tem apropriado desse con
ccito e, consequentemen
te, levado adiante a sua
conquista.
O Pa{s elaborou uma
nova Constituição, pro
cesso que se desdobrou -
também nas Constituições
tstnduais e nas Leis Or
gânicas dos Municípios.
No entanto, a garantia -
e o direito dos indiví -
duos à alimentação míni
ma necessária nem sequer
chegou a merecer referên
cias suficientemente ex=
plÍcitas, como o obtive
rar as outras necessida
des, também básicas, nas
áreas de transporte, de
EaÚde, de educação e de
segurança.
Mais recentemente ,
nos seis meses que aten
deram à votac;ão dos pri
meiro turno das elei
çÕes municipais, o Esta=
do realizou ampla coleta
das reivindicações popu
lares para a melhoria de
condições de vida em São
Paulo, consultando mora
dores de 26 bairros da=
Capital. Surpreendente -
ente, as questões da a
imentacão e do abasteci
tento popular de alimen
tação não chegaram a ter
sequer representação es
tatística.
Os problemas levan
Estado- Que recado o Sr. dar1a aos que crItl
cam e chamam o Presidente Itamar Franco de "coner
vador" e "estatizante"?
Cícero - 0 Presidente Itamar nao pode come -
ter erros políticos. Os pró:imos 60 a 90 das se
rio um período de decisões muito fmportantes para
a vida brasileirn.
Quem es t,i me tendo o pau está desinformado. Pe
ç0 apenas para que esses críticos tenham u pouco
de calma. K lnguêm pode ser dono sozinho de u:,, i',1 h
com 8 mI1hões e 500 ml quilômetros quadrados e
140 mtlhôes de habitantes. Quanto ma!s forte é o
empresário, nafs humildade ele deve ter. Ninguém
quer fazer aqui revolução armada, ou criar uma no
va pol!tJca econômica, ou fazer uma polfttca de ne
gar a excelência da economia de mercado, ou a fm
portancfa do papel do patriciado econômico no de
senvolvimento do País. Tenham paciêucia,
A CIDADA 1
tados, foram semelhantes
nas diversas regiÕes,mes
mo nas ais periféricas,
e se concentraram nos i
tens relativos a trânsi
to, limpeza; segurança ,
transporte e infra-estru
tura. O fato sepre se
repete, o que evidencia
que a alimentaçao,enquan
to direito legítimo dÕ
cidadão, não tem consta
do na maioria das mani
festaçÕes mais recentes=
da vontade pública.
É indispensável e
primordial, portanto,que
se venha a conquistar a
devida dimensão pública
e política da questão a
limentar, resgatando as
relações do Estado com a
Nação no seu mais legÍti
mo e inalienável direirÕ
qual seja o de uma ali
mentação digna, saudável
suficiente e equilibrada
É necessário, ainda
que se esclareça que a
marginalização alimentar
nas dimensões atuais, em
muito se distancia do me
ro atendimento da Assis=
tência social a ser cu
prido por programas com
pensatórios.de suplemen
tacão alimentar. Trata -
um se, na realidade, de
desafio muito maior: a
segurança aliméntar -con
ceito amplo que abrange=
a conquista das garan
tias do indivíduo contra
a fome - deve hoje ser
entendida como condição
básica para a retomada -
do crescimento econômico
e do desenvolvimento so
cal.
A responsabilidade
cabe a todos os segmen -
tos sociais: políticos ,
empresários, trabalhado-
res, enfim, cidadiios.
Ao Estados cabe,
sem divida, a parcela -
ma1or, atraves da elabo
ração e execução de po
líticas macroeconômicas
de combate à recessão ,
de geração de empregos
e de melhoria na distri
buição da renda.
É possível. comba
ter a pobreza de modo -
rápido e pollticamcnte
sustentável, médiontê u
ma estratégia composta
por dois elementos de
igual importância. Um
deles é a utilização
produtiva do trabalho -
(busca de rumos desén
volvimentistns eficien=
tese mão-de-obra inten
sivos). O outro elemen
to é a prestação de ser
viços sociais básicos=
aos pobres, em especial
atendimento médico, pla
nejamento facilinr, nu=
tricão e educação pricá
ria. -
A questão da moder
nidade do País, mais dÕ
que nunca, está posta.O
que ressaltamos é que a
modernidade só começará
a partir da recuperação
da dignidade do indiví
duo e de suas condições
de vida, cuja base se
constitui em sua pro
pria alimentação.
O direito à alimen
tacão é o Princípio da
cidadania e, portanto ,
a conquista da cidada -
nia é o princípio da mo
dernidade do País. -
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JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONA
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e
O PODER JOVE
Do rcdcrnoinho
de ven os gerados pe
la CP! do PC emergi
ram duas boas novida
deR: a explosão na
cional de uma cape -
rnnçosa indignação é
tica e o alegre pro
testo dos jovens nas
ruas. A imprensa des
tacou st fato, a
plaudindo o retorno
doo estudantes à mi
litãncio politica e
a aparente troca de
uma vida centrada
nos shoppings e na
discussão sobre mar
ca de autos, bike e
tênis pela preocupa
ção com o País e a
cidadania.
t preciso apr_2
veitar esses momen -
tos de valorização -
da adolescência para
ampliar a reflexão -
sobre os jovens na
sociedade brasileira
para além do regozi-
jo pela politização
estudantil. E digo -
ampliar porque, con
forme as pesquisas -
têm revelado, uma
parcela ponderável -
dos adolescentes não
está nas escolas.Ela
vê-se forçada a tro
car o estudo pelo
trabalho, em ritmo -
disciplinado e cansa
tivo, frequentemente
sem grandes perspec
tivas de dinheiro ou
carreira. Ela não es
tá investindo em seu
futuro, mas sobrevi
vendo ao presente.
A necessidade -
tem levado muitos a
dolescentes a traba
lhar cedo, dificul
tando a qualificaçãÕ
de sua mão-de-obra.
• Cansados e mal
remunerados no dia-a
dia, estes jovens -
também encontram pou
cas recompensas em
suas horas de lazer:
são parcas as possi
bilidades de diver
são em lugares onde
isso geralmente cus
ta caro.
TrabaÍho duro e
pouco divertido aca
bam sendo a vida da
grande maioria dos
jovens em cidades co
mo São Paulo. Uma
pesquisa recente que
coordenei para o Nú
cleo de Estudos de
Políticas Públicas -
(Nepp) da Unicamp(em
convênio com o Cen
tro Brasileiro da
infância e da adoles
cência-CBIA)-consta
ta uma faceta desta
situação, a partir -
da leitura de proces
aos de Varas da In
fãncia e da adoles -
cncia da Capi al.Ob
scrvou-sc que a
maior demanda dessas
varao rcf •rc-se a
tias e irmãs reguln
rizando a si uação -
Cnmiliar de parentes
menores trazidos, de
Minas Gerais ou do
Nordeste, para traba
lhar cm são Paulo.
são jovens de
baixíssima escolari
dade e reduzido grau
de profissionaliza -
ção, que deixam a ca
sa paterna rumo à ci
dade grande, sem ou
tro apoio senão o de
suas famílias caren-
tes.
Com empregos pouco
estimulantes e de re
mune ração mínima, ha
birando as regiões -
mais pobres da cida
de, compõem ou ras -
tribos adolescentes,
bem diversas de seus
comteporãncos ncw-pQ
li. izados.
Esta e outra
pesquisa do Nepp de
tectaram mais uma
importante tribo ado
lesccntc - numerica
mente bem menor, po
rém não menos exprcs
siva , a dos paulis-
as pobres e da bai
xa classe média q/
bombardeados pela ex
posição aos bolsões
de consumo, furtam e
roubam, numa reaç o
imediatista à inca
pacidade financeira
de adg irir o que -
desejam. Fla movi
nenta delegacias e
varas especiais com
reus problema□, re
velando que, alfn -
<la contos acão poli
tica jovem, a crini
ralidade :ambém
jov m, indo dos 16
os 23 anos a idade
dos marginais que -
Liram o sono do ci
fadão que trabalha.
Todas essas
tribos adolescentes
devcrjam despcrtnr
uma boa reflexão so
bre as condições de
vida, profissional.!_
zação e scolaridad
de uma parcela dos
mocos brasil, iro,pa
ra que a alegria tra
zida à político pe
lo& esLudantes cor.
testadores es' imule
a sociedade civil e
diferentes ins.anc1-
as do poder público
a encontrar formas
de a uaço que ra
gami alegria-alegria
também parn o Jovem
pobre e trabalhador
das periferias.
Acredito que a
euforia da juventude
na política pode a
cordar a cria ivida
dc adormecida pela
descrença, trazendo
um sopro renovador -
do I (' J 1 .-
p
não ô nas boas esco
l., as em todos os
estabelecimentos d
ensino, nas oficinas
escri t.ór J or;, lnJ 11; ,
praça , pebolins e
dance eri.s, onde u
ma juvenude saudá
vel pode aprender ,
produzir e se diver
tir, ou consumir a
nurgarrnnt• suas for
ça5.
a
Célia Soibelmann Me-
1hem é pequi sadora -
do Núcleo de Et. de
Políticas Públicas -
da Unicamp e douto
randa em Ciência Po
lítica na USP.
Me d i e a m e n t o s
PREÇOS PODERAO SER R nu
O Ministro da Saúde, Jamil
Haddad, é contra a venda de remé
dios em supermercados e negou a
existência de estudos neste senti
do por parte do governo. Existem
estabelecimentos especializados -
para a ,,enda de medicamentos, dis
se. A desregulamentação do setor
(que permitiria a comercialização
de remédios em outros pontos de
venda) é um dos argumentos que o
Governo pretendia usar na primei
ra reunião da Câmara Setorial com
a Indústria farmacêutica para con
ter os reajustes de preço, previ~
ta para amanhã, no Ministério da
Fazenda. Atualmente, todos os re
médios têm os preços liberados. O
Ministêrio estuda ainda a possibi
!idade de ser cobrado um percen -
tual de 10 a 20% do consumidor -
sobre o preço dos medicamentos
distribuidos pala Central de medi
camentos (Cerne), do Ministério.
O Ministro da Saúde anunciou
que criará dois grupos de redução
dos preços de uma lista de 80 me
dicamentos de uso continuado e a
distribuição dos produtos atravês
da (Cerne). Grupo que avaliará me
canismos de redução de preços in-
cluirá representantes da indús
tria farmacêutica, do Mini~tério
da Saúde, especialistas no assun
to e representantes do Ministério
da Economia com os quais Haddad -
pretende negociar a diminuição de
impostos aplicados sobre a indús
tria farmacêutica. Podemos conse
guir a redução dos preços através
da simplificação ~e embalagens,r~
tirada dos intermediários no pro
cesso de compra e reaproveitamen
to dos frascos, apresentando, co
mo contraproposta, reavaliação
dos impostos, afirmou o Ministro.
Depois de conversar com a
indústria farmacêutica do Rio de
Janeiro, que representou também a
de São Paulo, o Ministro da Saúde
acredita que o setor tem boa von
tade. I:les dizem possuir certa ca
pacidade ociosa e querem negociar
por que admitem que o aumento dos
remêdi0s e queda dos salãrios di
minuiu o percentual de pessoas c7
condições financeiras para adqui
rir os produtos, afirmou. Haddad,
também explicou ter solicitado ao
Presidente Itamar Franco que seja
dada prioridade no investimento -
em lab0ratórios·oficiais dentro -
Conselho Regional de Desportos de MS
AO:' DIÁRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA
Este Conselho Refonal de Desportos de Mto Grosso do Sul, Õrgâo vinculado D Sccrctarl::a de E
ducaço do Estado, juntaente coca a Prefeitura Municipal de Bela Vista, realizarão a Instalação Tran
sltÓrln dcctc colci~lado, coe ohjctlvo de dlscutlr e buscar soluções ao Desporto, facilitando seu pla
ncj:cc.nto e execução dentro do Sl!.tc=n Desportivo Est.ndu.:11.
Dessa fon:in, gost.arlaoos ~e contar coe a presença de Vossa Senhor-la, conttlbulndo assi.c para
Cngrandeclccnto do evento, que contará coes a seguinte prograaaçio:
CIDADE: ll<:ln Vlctn LOC.AL: Terraço do Hotel Pau.r.ad,1 da Fronteira
o
DATA: 23/outubro s 19.30 horas - nbcrtura
2/outubro às 1;o0 horas- trabalhos técnicos e jurídicos,
Contando co vossa presença, subscrevemo nos, cordialmente - Sllvlo. Lobo Filho - Pren. do CU>/'HS
do Orçamento do próximo ano. O ~i
nistro determinou um levantamentÕ
das capacidades dos laboratórios
oficiais e da necessidade de in
vestimento para propiciar aumento
da produção. O segundo grupo de
trabalho vai estudar a distribui
ção adequada de medicamentos com
prados pela Cerne. Poderíamos dis
tribuir cobrando 10 a 20% e ores
to do custo sendo complementado=
pela Cerne, afirmou. o grupo de
trabalho que estudará o assunto -
será composto por especialistas -
na area, adiantou o Ministro.
O presidente do Conselho Fe
deral de Farmácias, Thiers Ferrei
ra, foi ao Ministro da Saúde cri
ticar a possibilidade de venda de
medicamentos cm supermercados.Não
se pode discutir medicamentos co
mo se fossem mercadorias, afirmou
Ferreira. Ele admitiu que existem
falhas, como farmácias que não
respeitam a obrigatoriedade de
ter um farmacêutico para atendi -
mento aos clientes.' O Ministro da
Saude acredita que a venda em Su
permercados levaria ao fechamento
de farmacias e ao desemprego. te
mos que pensar é em abrir mercado
de trabalhos, disse Ferreira.
l V I S0 - EDITAL._ DE LICITAÇÃO NO 00 5/92
OBJETO: Exploração co ·1
res e restaurantes " xclus!vfdade, de ba-
a, 1sai1a4 , " ?2vir!o Pico ntet -
vis iore: e@ ia, A. P;",3: tto
, Prefeitura '1u:ii r.iuntc pio.
"ato Grosso do s".";'P'de tonizo-Estado e
tra aerta g 1teté?"Publtco que se enon -
da et1aio peru+e"; referida nos teras
tos no Cadastro cera a Intgresses !gscr!
ter a pasta contendo a ltações, poderão o
dg I!citação co a C6,,3pe!teações e bases -
cão à Rua ce1. Pie,"?o Perane±e de uetz±
e propostas deverão "a 1
7
0, A Documentação
de novezbro de 19
9
2,3' treues ate o dt 20
do ?rereto, en&e <"2";P! horas. ng G3te:e
te de licitação. mn:ra a Cotssão Permane
Prefeitura Mtuntet
de setembro de 14' a1 de Bon!to-S, E 15
sidente C.P.L. ' Erico Correta Arruda - Pr
COVE5XANDO COM O POVO +,
Viação Cruzeiro do S ui
0
Viação Cruzeiro do Sul
CONFORTO - SEGURA'A - EFICIENCIA
!,INHAS PARA TODOS OS IU l!C!PIOS DE MS
CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS
UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇAG DE MS
TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL BELA VISTA, 22 DE OUTUBRO DE 1992 - PGI IA -
CIMIRI MUNICIPIL ESTÍ FILIDI
O vereador João Kalife, 10 Se
crctnrio da Camara Municipal ,
disse ontem que "o Legislativo
elavistense está em colapso, vi
vemos uma 'das maiores crises f
nanceiras de sua histria em nos
ea cidade". -
Segundo o vereador, "há qua -
tro meses que o prefeito não re
assa verbas para o pagamento
doo vereadores, os funcionários
da Câmara estão há dois meses
sem receber, temos débitos com
a Xerox, o que impede a repara -
cão da máquina, consequentemente
não podemos nem tirar cópias
nem me smO o cafezinho pode ser
servido, não temos dinheiro para
comprar, os fornecedores já nao
atendem aos noesoG pedidos, na
verdade a Câmara estã falida".
Ver. João Kali te
Entende o vereador João Ka-
CONSELHO TUTELIR
UM TRDBDLHD DIGNO DE ELOGIOS
O Conselho Tutelar
dos Direitos da Crian
ça e do Adolescente ,
em Bela Vista, está
desenvolvendo um tra
balho digno de elogi
os e merece o respei
to de toda a comunida
de. -
Todos nós sabemos
que um dos mais gra -
ves problemas do Bra
sil é o problema do
menor, não só do me -
nor abandonado, mas
do menor que às vezes
não recebe assistên -
eia e nem orientação
'
em sua própria casa.
Tivemos casos em
nossa cidade de vio
lência contra o me -
nor, abuso sexual, a
bandono, exploração,
em todos estes casos
o CONSELHO TUTELAR
atuou de maneira mar
cante e resolveu si
tuações difíceis.
Comenta-se que
haverá eleição para
efetivação deste Con
selho, etendemos que
a velha regra, "não
se mexe em time que
está ganhando", vale
bem para este caso.
Se o Conselho es
tá funcionando, a
·equipe está unida e
coesa, são competen
tes, não há o por
quê de mudanças, não
deverá haver injun
ções de espécie al
guma, muito menos
políticas, os inte
grantes devem conti
nuar.
Hoje a equipe
que está trabalhan
do, e vem trabalhan
do há quase um ano,
o ex-superintende sível tarefa de fis- torções desde sua
da Sunab, Aloisio Tei calizar todo o País, criação, na década
xeira, viu com simpa- quando sua função e- de 60. Ela foi cria
tia a decisão do mi -- ra normatizar a apoi da para controlar
nistro da Justiça,Mau ar os Estados. Falta os preços nos bote
ricio Corrêa, de ex - vam fiscais e carros, quins da esquina ,
• - - lembra. Em Minas diz o ex-superinten
tinguir o orgao, as- - dente. A economia a
sim como a Lei Delega por exemplo, na epo-
da nos, que permitia ca de Teixeira, ha - tual exige uma le =
·o sovares inter@ir vis sete ascos e %;z$; ? ."
ra controlar os pre-
e desapropriar empre eos em 700 municipi- lações com as indús
sas que desrespeitas- triase com os con=
sem o controle de pre os. : pel d, o sumidores. Mesmo as
ços. Para Teixeira, a A Lei e ega ª n
5 naº
Teixeira sim, Teixeira consI
Sunab nos úl times a - , sequ. • ,
também acumulou dis- dera a lei delegada
nos acumulou_:_~:~os-=--=====-=-----------------------------
life que, "o atual prefeito de
Bela Vista senhor Edson Mora -
s, não tem o mínimo de respei
to pelo Poder Legislativo, po
is juridicamente falando le
já deveria responder por Cri -
me de Responsabilidade, pois
está impedindo o fu cionamento
normal da C5.mara".
Kalife disse, também, que
"ao ler o jornal, nos últimos
dias, ternos visto o Prefeito a
firmar que vai isentar a popu
lação deste e daquele imposto,
que vai terminar esta e aquela
obra, vai iniciar outras, e
não cumpre com suas obrigaçõ -
es, não paga nem à Câmara, que
não é favor, é dever, é obriga
cão".
O Secretário da câmara afir
sob orientação firme
e eficiente do MM Ju
iz de Direito da co
marca Dr. José Neder
Meneghelli e do Pro
motor Público, Dr.
Elton, e do apoio do
Conselho Municipal
que tem na presidên
cia o ver. João Kali
fe. é composta por
Marlene Palmieri Ba
tilani, Maristela
Gabinio, Neli Prates
e Flora Velasquez.
Por uma questão
de bom senso, DEVEM
CONTINUAR.
I ICTR?O VAI EXTIIKGUIR A SUA
uma das boas heran -
ças do autoritarismo,
que precisava apenas
ser atualizada. Tei
xeira não acompanhou,
na semana passada, a
intenção do governo
de criar a agência
da livre concorrên -
eia, a partir da ex
tinção da Sunab e da
Secretaria Nacional
de Defesa Económica
(SNDE). Mas lembra
ser essa decisão mui
to parecida com sua
idéia em 1987.
ESE T
LOCADORA
ma que "dinheiro a Prefeitura
têm, ois no mês de setembro ar
rccaclou Cr$ 913 milhões de cru
zeiros, e a previsão para outu
bro é de Cr$ 1 bilhão de cruzei
ros ou mais".
Finalizando, diz que "o Pre
feito deveria publicar na Im
prensa a relação de despesas e
arrecadação da Pr feitura, isto
seria administrar.com transpa -
rência, o que não ocorre, pois
nunca vimos sequer a publicação
de um Balanço, o povo não acom
panha o que se faz, tudo fica
entre as paredes da Prefeitura:
José Elias: Perda de
Ulysses é Irreparável
AS MA MEGA DRIVE
EVE FITAS NINTENDO E OUTROS
«,
- BARÃO DO TRIUNFO, 1381
.,.-- ..
439- 1390·
CENTRO
O deputado fede -
ral José Elias Morei
ra (PTB) distribuiu
nota, através do ga
binete dele na Cama
ra dos Deputados em
Brasília, sobre a
morte do deputado
Ulysses Guimarães
José Elias considera
a morte de Ulysses u
ma perda irreparável
para a política bra
sileira, por tudo a
quilo que ele repre
sentou e os ideais
que defendeu durante
a vida pública. t a
seguinte a nota do
deputado douradense.
"Infelizmente as
evidências confirmam
a notícia. Laços des
feitos. Vida que se
transfere.
Exemplo que fica
em nossas mentes e
permanecerá em nossa
história.
Foi um arauto da
liberdade e da Justi
ça. Um defensor das
minorias. Pregoeiro
incansável das cau
sas nobres. Mensagei
roda democracia, um
menestrel encanecido
de olhar celeste.
Já não se encon -
tra entre nós. Já não
contamos com sua pre
sença, sua experiên=
eia e seus ensinamen
tos forjados nos em=
bates da vida. Somos
todos órfãos de sua
Dep. José Elias
sabedoria revelado
ra.
Agora está fal -
tando alguma coisa
entre nós. Falta al
guém, aquele que em
sua velhice jovial,
·a vida se multipli
cava e o monge se
transformava em
guerreiro imbatí
vel.
Resta-nos o leni
tivo da certeza de
que, onde ele esti
ver, não deixará ja
mais de olhar por
esse País que tanto
amou, por esse povo
que tanto defendeu
e empolgou, pores
ses pobres que con
tinuam a vagar por
aqui.
Adeus velho Ulys
ses ou, simplesmen
te, até logo jovem
guerreiro".
PRESERVE O
PANTANAL
NATUREZA
E VIDA
Jornal l ri huna da Fronteira
Faça hoje mesmo
sua Assinatura
-
6 Meses Cr$ 250,000
(1
1 M, BIHUNA DA FRONTEIRA
-
1
1
1
1
l
lnlor■e TF
Empresário Ameaçado
pela *Politicagem ...
UPA,DT AO PODRIGUES
·--· __..:.'..'.~~~~=============:
"QUERO VER BELA
VISTA ILUMINADAº
J frase faz parte
do Proqrama de Gover
no do Prefeito f:clson
~ndeiroe de Moraes ,
quando de sua campa·
nha rumo ao Paço Mu
nicipal e o seu com
promisso no setor da
0ncroiu elétrica es
tá sendo cumprido ,
foram e estão sendo
cx•cutadas expansão
de energia em vários
Rairros, como Serra
dinho e Agua Doce
periferia da cidade
e interligações de
pontas de redes, só
nesta última etapa
ouc está em execução
são mais de 3 quilâretros
de expansão de rc--cle , num
total de 7 5 novos postes
implantados; centenas de lu
minárias novas foram e ·es
tão sendo implantadas em
v,iírios pontos da cidude e
também nos bairros ,
além dos reparos e
serviços de manuten
ção nas luminárias -
queimadas ou com de-
feitos. Para o Pre -
• 1
Pref. Edson Horaes -
feito é proibido fi
car no escuro em Be
la Vista e até o fi
nal do seu mandato -
ele estará traballian
do para cumprir inte
gralmente mais este
compromisso de cam
panlia.
Energia, Energiar-
E a nossa energia
elétrica continua
falhando mais que es
pingarda velha, nos
últimos dias as in -
terrupções estão sen
do constantes, fatõ
que vêm causando pro
blemas e prejuízos a
os consumidores bela
vistenses, além de
provocar também a
falta de água na ci-
dade, pois sem ener
gia o SME não tem
como tocar as bombas.
O maior problema cau
sado por essas inter
rupções é sem dúvi ~
das a queima de apa
relhos elétricos tan
to no comércio como
nas residências, o
prejuízo só não é
maior porque o "Gas
cão" voltou a ener -
gizar o povo.
O 5ÁUL.OS NA
ENTRADA DA IDADE
Semana passada, atendendo a solicitação
de moradores nas imediaçõe~ do Restaurante
do Panclio e Vila Previsul, solicitamos as
autoridades competentes, através de nossa
coluna, que fossem co
1ocados quebra-molas
ou outro tipo de obstáculo no pro).onqamen
to da Rua Rarão do 'adãrio, entrada a ci
dade, para se evitar as altas velocidades
desenvolvidas pelos· veículos que cheam ou
saem de Rela Vista em direção ã Antonio
João ou ,Tardim.
Assim que o Jornal circulou recebemos -
telefonemas reforcando o pedido, uma mãe
chegou a dizer que "você poderá salvar uma
vida com essa iniciativa, eu vi a minha i
li-ia ser atropelada por um carro em alta ve
locidade, por· sorte ela ainda está viva ,
mas ficou com as sequelas c'lo aciàente.pro
vocado pela irresnonsabilidac1e de um motoris
ta e pela falta de nm obstáculo naquele
trecho". •
Fica, mais uma vez o alerta, já aconte
ceram acidentes fatais no referido nrolon
gamento da arão do Ladãrio.
Puxando
o Saco!
Se cm gente que
acha que vamos [i -
car puxando o saco
neste ou daquele po
lítico porque ele=
ou o seu partido oa
nhou as eleições ~
está mito enqana -
do, nós temos ape -
nas um compromisso,
com os nossos leito
res e graças à Deus
somos livres e indc
pendentes para es =
crevermos as verda
des, boas ou más
contra ou a favor -
de quem quer que se
ja, não ternos ora
bo preso nem cem o nos··
so chefe que nunca
nos censurou, esta
mos entendidos? Is
to vale para ~ela -
Vista e toda are -
gião. Em tempo: "bu
tuca tira boi do ma
to já dizia o Nil ~
son Caminhoneirol"
Casa - Vende-se·
Vende-se uma casa em Campo Granee, no
Pairro Universitário I, com 03 quartos ,
saJa, cozinha, dispensa, 2 varandas, to
da murada, com crade na frente, terreno
medindo 12 30metros. Vocalizada à Rua
',ibero Radar6, no 268, saída para cão
Paulo, com asfalto na oorta.
iceita··se carro ou êasa em Rela Vista
no negócio, tratar comn 'Wilson Fernandes,
em ela Vista, ou elo "Telefone: 439--1066
Santa
Ignorância
Em um boteco ou
tro dia um coitado
mal-informado, tal
vez achando que a
Tribuna da Frontei
ra depende de favo
res para se manter,
fez a seguinte âfir
mação: "aaora que o
Abraão ganhou as e
leições esse jornal
vai ter que fechar,
ele trabalhou con -
tra nós". Primeiro
o infeliz não deve
ler jornal e pelo
jeito ele não sabe
que o Abraão já
foi Prefeito e o
Jornal fez oposição
à ele por quatro a
nos.
ó negão, vai cui
dar da tua vidinha
que do resto você -
não entende nada
viu!!
O Railão e Disco
teca Fossa Nova, po
pularmentc conheci
do como RaJJ5o da
Pron eira, inr;tal ••
do na Avenida Fdon
Medeiros de Moraes,
na baixaria Corin
thiana, está ameaça
do de ser fechado=
gracas à iqnorÃncia,
a inveja e a politi
caqem barata pra i
cada por algumas
pessoas cue, cones
so, pensávamos ser
mais cultas e inte
ligentes.
ryepois de cons -
truir, com muito sa
crifício o dificur
rarles, a sede pró -
pria para o ~ailão,
dotada de toda a in
fra-estrura de segu
rança e atendendo=
os requisitos exiai
dos pelas autorida
des, o Empresário -
ilson Fernandes co
mecou a enfrentar=
orohlP-mas com al
guns elementos que
sendo partidários -
do pMnn, não acei -
tam que ele tenha
traballiando para o
prn/pr, com sua apa
relhaqem de sonori
zação e querem pre
judicá--lo de ~ual -
quer maneira, incu
sive um 'abaixo-assi
nac'lo iá anrou circu
'ando pela vi'inhan
Nossos!
Pêsames
F.sta coluna, a
través coseu arti
culista e toc'la a fa
milia r envia os
mais sinceros senti
mentes de pesar aos
familiares da Sra.
Dominga Benitez_ lu
nes, que faleceu no
último nia ?.n,em es
pecial· ao seu espo
so Sr. Goethe Esco
bar Nunes e ao seu
filho Alberto Peni
tez ~unes,nosso coci
banheiro de imprensa]
·Reclamação/! PTU
, .
~em qente em nossa cidade que anda
muito sensíve
1
. ultimamente, semana pa
da veiculamos matéria em nossa coluna a;
zendo que o ?refeito -:nson ><erleiros ele
Moraes estaria enviando nos próximos i
as Projeto de 'ei à câmara Municipal aca
bando também com o rT- mposto Pre -
dia' e "Territorial ''rhano - e ue prova
ve'mente o Projeto de 1,ei seria aprova •
do, primeiro oroue o "refeito tem maio
ria na Câmara e seounro norm.1e a extin -
cão o rpn foi comnromisso de campanha
o pmnn, em palanque.
"Rastou nara as chiadeiras comecarem,
teve ente aue entendeu tudo errado e a
chou que estávamos "alfinetando" o pvn,
Ora senhores, .não temos o menor inte
resse nisso, nosso único ohjetivo foi
hem informar a onulação, não escreve -
mos nenhuma mentirá nem cometemos inius
tiças, muito neio contrário, até destaca
mos que seria unira o útil ao aorac'láveJ~
ou seja, a maioria ro ~refeito na Camara
e o comPromisso do PMDB ne acahar com o
rpTn, beneficiando os contri'">nintes hel.!:1_
vist:enses.
Se houve falha oi'apenas no tocante
ao tamanho das propriedades aue seriam -
isenta'as de pagar o imoosto secundo o
compromisso do D:nn, cue é de 6 m, cue
esquecemos de frisar, mas parece-nos aue
até nisso o Proieto do Prefeito coinci -
e, portanto, não vemos Prohlema nenhum
e não entendemos da onde tiraram a idéia
de rue estávamos ouerenro "cutucar" o
partido o Quércia, pelo eito não conhg
cem a nossa linha editorial, ue prima -
pela verdade acima de tudo,doa a quem
noer! !
"moresário Wilson r.ernandcs
ra, mas carece-nos
que quase ninguém -
ouis assiná-lo, pa
ra decepção dos mal
intencionados, que
em vez de irem tra
balhar querem oreiu
nicar quem está in
vestindo na área de
lazer em Bela Vis -
ta e geranno empre
gos para mais de
10 pessoas.
O que esses poli:_
tigueiros não sabem
é que nenlium politi:_
cotem o poder de
fechar uma micro-em
·presa, com toda a
sua documentação em
ornem, que paqa os
seus imprstos e ta
xas reqularmente.
Para se ter urna
idéia ra safacleza -
O atleta belavis
tens-e ~lenilson dã
Silva, que corre oe
lo são Paulo Fute =
bol Clube, conquis
tou no último • dia
11 a sua classifica
cão para disputar a
tradicional prova
de São Silvestre
na viracla do ano ,
pelas ruas de São
Paulo. E1enilson
foi o 100 colocado
na Minimaratona,cow
percurso de 21,1kms.
classificando os 50
de algumas prssoas ,
nem mesmo o som no
bailão vaza para fo
ra do Clube, não in
comodando nem as pes
soas que moram no
costado do prédio. ~
bom os interessaclos
em fechar o hailão -
começarem a pensar -
primeiro se estão pa
gando os seus impos
tos regularmente, se
não estão em c1é_bi to
com a fiscaJização -
·estadual e fe<leral e
se ninguém sabe dos
seus rahos, como con
trabandos por exem -
plo, etc e tal caso
contrário vai sobrar
oara muito neguinho
que de repente pode
rá ver o tiro saindo
pela culatra! !
Elenílson na
São Silvestre
___,, ------· - ...--
primeiros oara
são Silvestre que
contará com os me -
lliores corredores de too o mnno
Com esse resultado.o atleta belavisten
se e o rameiro sul-matoarossense a conse-
ruir classificacão para a São Silvestre o
largara ~o nelotao rc elite na r
Parahens garoto. P ova.
ui .lla as a..
a Fleni1son da silvá
Viação Caracol
Tinha Rela Vista/caracol
15-nn horas rliariamente.
Caracol/Pela vista
ras diariamente. '
Ónibus para excursões
t .., re<;ionais e in -
eresta,,uais,_ modernos e
con"ortáveis.
'aiores informações elo
470 - 665
sainc'o as
EXTRAVIO DE NOTAS
A Firma Teixeira e Avila Ltd/E. Co-[
mnun1ca que extraviou 3 talões d -
Fiscal_ao consumidor de no o" ?°_
blicacão que f: a D0. '! 1
te se az de acordo com a !s;
R'/AI, TPIBU'A DA FRONTEIRA 1 • J '
f
i·I • o
Rotary não é
Dispendioso
Procurando iusti..
ficar a debilidade -
d algnns clubes, cs
á se 'ornando fro •
quente o arqumen o -
dr que "Rotary está
Ficando caro",
Estimular o fomi n
taro tdeal <le Ser.=
vir o Desenvolvimen
to do companheiris -
mo, o reconhecimento
' do mérito de tocla o
cupação útil, a me -
lhoria da comunidade
pela conduta exem
pJ ar de cada um na
sua vida pública e
privada, a aproxima
ção dos profissiona
is de t·.odo o mundo
visando a consolida
ção de boas relações
e o objetivo rotá
rio, não é um traba
lho dispencl ioso. A
quota "per capita" ..
semestral a Rc, assi
naturas de revistas
e outras publicações
que Rotarv oferece ,
a obriqacão dos Con
selhos Diretores e -
leitos se Fazerem
presentes às ~ssem -
bléias Distritais e
a outros encontros -
não somam elevadas -
importâncias que pos
sam pôr em "xeque" a
boa vontade de ser -
vir.
0s sócios de Rota
ry Clubsrepresentam
as atividades prois
sionais de suas loca
lidades, são líderes
em suas atividades ,
selecionados pela
formação de que são
portadores, condiz n
tos com o objetivo -
de nosso programa e
que oe dispõem, atra
vês de suas profis =
sãos e seus comporta
men·os, n serrm ú -
tais as suas comuni
dades. Para ser rota
riano não~ nocessá
rlo ser importante ou
rlco.
O que Potary pro
cura é riqueza espi
ritual e mora], na
compreensão de que -
colhemos aquilo que
sP.meamos. O que in -
teressa a Potaru é
que clubes sejam re
almente comoostos de
líderes profissio
nais de suas locali
dadP.s, igualando se
us membros num coeso
companheirismq, em
busca de seu objeti
vo.
Compreende-se que
as condições econômi
case financeiras -
das lideranças pro -
fissionais obedecem
aos níveis do poder
de cada loca'idade ,
e a beleza do Pota
rv consiste em ser
um "nivelador soei -
a]", buscando no ho
mem tão-soment.e as
úteis qualidades ine
rentes aos seus pro
pósitos, adaptando -
se, assim, às diver-
sas condições ae res
ponsabilidade, cult~
ra e costumes, ofere
cendo aos clubes a
liberdade de realiza
remo que estiver ao
seu alcance. r, ara
ça a essa adaptali-
dadc, aosistimo3 a
sua crescente expan
sao.
vão podemos usar
o arqumento de que
"Potary está ficando
caro", Cabendo a ca
da Clube as despesas
de sua própria manu
tenção, o argwnento
seria "Nosso Clube -
está ficando caro" ,
e então tomar s ca
bíveis providências
para diminuir os dis
pêndios. Um Clube rÕ
tário é um Clube do
prestação de servi -
ços, e não um clube
recreativo. E, como
diz um ex-governa
dor, " ... é preciso -
deixar de ser confun
dido com a imagem de
"Clube", apenas como
um "bom clube".
Rotary recomenda
simplicidade, mas o
que vemos em muitos
clubes é o hábito de
suntuosos banquetes,
ricamente ornamenta
dos, com distribui ••
ção de custosos pre
sentes, quando deve
riam ser realizados
somente em ocasiões
especiais, com mode
ração, atendendo às
condições de clube.
As recomendadas reu
niões domiciliares ,
para elaboração ae
programas e solução
de assuntos rotári -
os, são realizadas -
com recepções, fugindo
às suas finalidades.
-====================-=======-----------------------------------
Sílvio Rerto, do Rotary Club de Araraquara-Oeste,sn
(Dist. 4540) - Governador 1973-74
Ipanema Modas
DONI NILCE REILIZOU FESTA
PIRA as CRIINÇIS
Antonio João - Fal
tam um pouco mis
de dois meses para
a nova prefei .a to
mar posse, mas mes-
mo aim, dona Nil
ce elei a cm 03 de
outubro, já está
provando o seu cari
nho pc lo povo de An
tonio João. Dona Nil
ce chegou nesta ü1-
irna semana da Capi
tal, onde estava fa
zcndo tratamento me
dico e deu uma sur
presa para as crian
ças de nosso MunicI
pio. No dia em que
se comemora o Dia
das Crianças, 12 de
Outubro, não progra
ças, pre entes, que
a hornaarem era ape
nas "uma prove de
que nunca va1 esquo
c r do povo de Anto
nio João, principal
mente das cr ancas
que são o futuro de
nosso pais. Antonio
João vai ter uma ad-
ministração que hã
muito tempo o povo -
espera, emos que tra
zer o desenvolvimen
to para nossa terra
que tanto amamos, a
comunidade an onio -
juanense precisa ma
is do que nuncn deu
ma cidade próspera ,
ond prc>valccerii a paz,
a alegria e o desen
volvimen o", afirmou
Nilce /lvcs.
CAMPE TRE TAMBEM FESTEJOU
O DI DAS CRIANCAS:
» '
Antonio João
As crianças do
Distrito de Campes
tre, também viveram
momentos de muitas
felicidade nesta úl
tima semana. A cara
vana de dona Nilce
Alves foi até o Dls
trito para realizar
a festa em homPna -
gem a todas as cri
anças daquele lugar.
mou n hur fota na
cidade, no sntanto ,
a fuura prefeita não
deixou por menos, e
realizou, junto com
o Vic Prefeito José
Elói e dona Iones a
fes a das crian as ,
onde mais de duas
mil pessoas foram a-
é a Escola p n ale
ão, para par icipar
da homenagem as cri
anças. Lá, brincaram
com palhaços, mági -
cos, comeram olo
chocolate, pipoca ,
suquinho, enfim come
moraram o seu dia
com muita alegria. Do
na Nilc falou a to
dos os pais e crian-
-------------======================
Com muita alegria,
brincadeiras, as cri
ancas passaram atar
de desta última se=
gunda feira festejan
do o seu dia. Foi ser
vido, porções de pi
poca, bolo, biscoi -
tos, suquinhos para
todos aqueles que
participaram da des
contraída festa. Do-
na Nilce expressou -
para todas as famili
as campestrinas o
seu amor pelas crian
ças, e se comprome -
teu em fazer uma ad
ministração voltada
para aquela comunida
de.
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-, Manter sua independência
r) --
~ Sustentara liberdade de expressão:
o funcionamento sem restrições
da imprensa e o livre exercício
da profissão
2
..J Apurar e pubhcar a verdade
dos ratos de interesse público,
não admitindo que sobre eles
prevaleçam quaisquer interesses
2L... •.• -r" en er os 1re1tos o ser
humano, os valores da democracia
represe.nliltirn e a livre iniciativa
.,.....
J Assq:u~r o acesso de seus leito~ .
às diíerentes msões dos fatos
e às diversas tendências de ppiniiio
da sociedade
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coai.estações objetÍl'as das pessoas
ou organizações acusadas, em suas
páginas, de atos ilícitos ou
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Respeitar o direito de cada
indivíduo à sua privacidade,
saho quando esse direito
constituir obstáculo à
informação de interesse público
()
/ Diferenciar, de forma identifichel
pelos leitores, material editorial
e material publicitário
• loCorrigjr erros q~e tenham sido
- cometidos em suas edições
a
e
a.
O D l
JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA - DI1PIO
«.
COMENf:
VI CONGRESSO
NACIONAL,
sempre orlontado pe
lo Vigário da Paró
quia Pe. Nilo.
a Federação das
sociodadoo Pontalozzi
e XVIII Encontro dan
Sooiodadoo Pcul:nlozzi
estará acontecendo
noo dino 26 a 29 de
outubro cm campo Gran
de.
O TEMA A SER
Debatido nesse En-
contro ocrú: "O Exer
cício do Direito, uma
questão de cidadania,
A PRESIDENTE DA
Federação fia Sra
Lizair de Moraes Gua
rino a a Presidente
de Honra do Congresso
é a lo Dama do Estado
Mo Aparecida Pedrossi
an.
PARA REFLETIR
AS PARTICIPANTES
Do Encontro, que
são as representantes
das Pestalozzi das ci
dadas do Estado, te=
rão um curso onde vá
rios Temas importan -
tes e esclarecedores
estarão em pauta.
A PRESIDENTE DA
Pestalozzi de Bela
Vista, Prof0 Ana Ma -
ria Ocariz, se fará
representar através
de um membro da Dire
toria.
O DESFILE DE MODAS
Faça tudo com
amor! tudo que é
feito uem Amor oni·
mal feito, e tnnde
ã dor.truicão.
Só o amor cong
trói obras 0tornnn
e penetra profunda
mente o corncão da
humanidade, porque,
nó o amor é por.iti-
J
Que Marruá Jeans ,
estará promoyendo no
dia 25/10/92, será no
Grêmio Pedro Rufino e
não no Graj como saiu
no Comentando do dia
21/10.
Sf
er
ANIVERSARIOU
No dia 19pp o garo
tão Julie César Sali
nas velasquez. Felici
dades mil, são os nos
sos votos!
E A FALTA DE
1
l Luz, principalmen
e, te a noite! Como fi -
õ1 cam os estudantes des
a se período?
,e
lS
.e
A PINTORA
Gisela Domschke
estarã expondo seus.
trabalhos entre 28/10
92 à 20/11/92 na Itau
galeria em Campo Gran
de.
1 t •
,J
NÃO ESQUEÇAM:
Será no dia 25/10/
92, no Ginásio de Es
portes, a comemoração
do Dia Nacional da
Juventude, com vasta
programação qúe ini -
eia ãs 13:30 hs.
O PRESIDENTE DA
,.
vo.
Tudo o que não
é amor é negntivo.
Faça tudo com
amor, porque o pró
prio Deus é amor.
Quando as cria
turas fizerem tudo
com amor, saberão o
que é a saúde e a
felÍcidade.
Pastoral da Juven
tude é o jovem Jorge
Florentino, sendo
Click Especial
Para a Pequena Larissa Simõc
PARA ADRILIIANTAR NOSSA COL!W/ •
Elisancqelà- h
Maratona Escolar/92 Escolhe os
Melhores Trabalhos do Estado
Encerrou-se dia 16 o pra
zo de entrega dos trabalhos=
que vão participar da fase es
tadual da Maratona Escolar/92
promovida pela Secretaria de
Estado de Educação, pela ini
ciativa da Bloch Editores S.A
e apoio cultural da Petrobrás
Foram apresentados 24
trabalhos de alunos dos muni
cipios de Ivinhema, Naviraí ,
Amambai, Nova Andradina, São
Gabriel do Oeste, Deodipolis,
Corumbá, Angélica, Jardim,Dou
rados, Bela Vista além da Fa
zenda itamaraty . Apesar de
reduzido, esse número repre -
senta um grande avanço em re
lação ao ano passado, quando
ª Secretaria recebeu apenas -
seis trabalhos. para concorrer
ao mesmo concurso.
Dirigida aos alunos de
2Q Grau, esse ano a Maratona
.tem como tema a vida e a obra
de Gonçalves Dias e o objeti
vo é promover a pesquisa, o
hábito de leitura e a produ
ção de textos relativos à o=
brado autor brasileiro. A
primeira fase do concurso foi
realizada nas escolas, quando
os alunos concorreram com uma
1
redação sobre o tema proposto
Na segunda fase, os me
lhores trabalhos selecionados
nas escolas concorrem entre -
si. O primeiro lugar será um
prêmio de valor de CrS200 mil
para o aluno e para o profes
sor. O aluno classificado com
o segundo melhor trabalho re
ceberá Cr$ 150 mil e o 3Q,49,
50 e 60 colocados receberão -
·medalhas.
Cada um dos primeiros co
locados, seus professores e
estabelecimentos de ensino re
ceberão ainda diploma alusivo
ã participação no concurso.
Além disso, os seis pri
meiros trabalhos concorrerão
à fase nacional da Maratona
Escolar/92 que constará deu
ma prova sobre Gonçalves Dias
Os prêmios para essa eta
pa serão em dinheiro, para a
lunos e professores. Os esco
lhidos na fas0. estadual recebe
rio passagens aéreas e hospe
dagem no Rio de Janeiro, para
a finalíssima que acontece no
inicio de dezembro.
SELEÇÃO DE TRABALHOS
A Coordenadora da Marato
na Escolar/92 em Mato Grosso=
do Sul, JOnia Garcia Gomes da
Silva, explica que a Secretaria
de Estado de Educação montou
uma comissão formada por tres
professores que deverão sele
cionar os melhores trabalhos-·
apresentados.
'Jônia Garcja, que é su
pervisora de Apoio Pedagôgico
da Secretaria, está satisfei
ta com o aumento do número de
participantes em relação ao
ano anterior. Além disso, se
gundo ela, "essa é a única i
niciativa nacional que contem
pla os alunos de 20 Grau". -
Na escolha dos trabalhos
serão consideradas a criativi
dade dos autores em apresen -
tar os dados· levantados so
bre Gonçalves Dias. Para a en
traga da premiação está pre=
vista uma cerimônia com a par
ticipacão da Secretária de
Educação Leocãdia Petry Leme.
TRIBU./ O/ FRONTEIRA:
ESTE EXEMPLAR crs· 3.ooo,oo
Ser Jovem
r im é espe ar
Ser jovem, pa. a + "r
sempre o melhor, rucomendut
pela fé, jamais pensar no p1or.
Ouvir aquilo que é bom, ver, julgar,
depois agir.
Estar sempre dentro do tom.
Melhor: é construir.
Ser jovem e vor a mira, ~ vJvcr com
amizade,
Imentira, jümaü,
Rejeitar sempre n
temer a verdade.
Onde estivar, ser feliz, valer-se
que tem.
Esporar o que sempre guia,
melhorar sempre, tambem,
ser jovem é estar atento, Ó lutar
para vencer, remar mesmo contra o
vento, jamais as ondas temer.
Organizar-se cm tudo.
Vacilar, isso jamais!
Encontrar um bom conteúdo,
mostrar do que é capaz.
Então, jovpm, seja ativo.
Espere lutando e alcançará; ramo
velho, sendo vivo, jamais se
arrebentará.
o coração, jovem sendo, verdeja cm,
toda idade, e mesmo envelhecendo,
mostra a sã capacidade.
(Roque Ribeiro doo Santos)
·-----------------------
Quebra Molas na
Entrada da Cidade
O vereador Marce
lino Cássio Biglia A
cioli, do PFL, soli
citou ao Prefeito Mu
nicipal, através de
indicação apresenta
da na Câmara Munici
pal nesta quarta-foi
ra, que seja coloca=
do um quebra-molas
no prolongamento da
rua Barão do Ladãrio,
entrada da cidade, en
tre o Restaurante do
Pancho e a loja Con
feccôes Garcia, "tei
do em vista já ter
ocorrido vários aci
dentes naquele local
devido a alta veloci
dade desenvolvida e
los veículos que ch@
RESOLVE:
elo
t --
ver. c5seio Acioly
gamou saem de nos
sa cidade" destacou
o edil pefelista.
----=-----
Portaria N· 017/92
Dr. Jorge de Souza Rosa, Presidente da
Carnara Municipal de Bela Vista, Estado de
Mato Grosso do Sul no uso . .
buições Legais;' ae suas atri
CONCEDER licença prêmio de 03 (três)
meses a funcionária CLÉLIA APARECIDA GO -
DOY AGUILHEIRA .
a Lei Munici,,{ °U"Pri
nd
o o que determina
tado os (ei{ 91
5
/
9
1, por ter com1e
- anos de efetivo •
a contar de 01 d + 'o serviço
de 1992 c e ou~ubro de 1992 à 30 de
• umpra-se - Jor d
Presidente _ J - . . e ge e Souza Rosa
oao Kalite - 19 Sec.
Conserto de Ruas
O Ver. Jorge de S R -
de indicação verbal· rosa,PTB, atraves
solicitou au " a ao Prefeito Municipal
ruas da eiéa"??arrumadas odas as
mas chuvas { erioradas pelas ülti -
das Eseoi $.'?'?ente_as ieaias5e°
nho, onde o trare,'Va_e Joaquim Murti -
interditado. g eS
t
a em vias de ser
ANUNCIE AQUI!
TRIBUNA DA FRONTEIRA

