TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1275_31_10_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1275_31_10_1992Número da edição1275Data de publicação31 de outubro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.122538241274444 , -56.52672686306475 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1275_31_10_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ,- EGO AL EIA VI'TA - MATO GROSO DO UL, - NO: 1.275 J I DF OU'TU!O DE 1.99/ DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO FXEM!IA: $.3.000,00 CHAMORRO: "M comentando are - portagem publJcndn - neste Jornal, dia 2 de outubro, a roa peito do problema do Lixão no Agua Doce , cm a qual o Prefeito. Edson Moraes refuta as críticas doo mora dores daquele bair • ro, o suplente de Vc reaclor e líder comu:: nitário, Israel Cha morro, disse que "o senhor Prefeito Ed - son Moraes na sua resposta disse que ri ornou doinformado:s e que estamos dene - grindo a imagem do Dela Vista e deu a entender que as nos sns donGncias nfio correspondem à verda ele nos chamou de men tiroso, mentiroso G o Prefeito, pois o problema do Lixão vem se arrastando desde maio de 1990 , e que pode se compro var pelos documentos abaixo publicados". Para Israel Cha - morro, "o Prefei o - nào entendeu a nos4 posição, não é uma - posição política,nos sa preocupação é com a comunidade, com d saúde de nossas crian ças, Com OS nossos - moradores, e alem do mais, a campanha po lítica já passou, e se tivessemos a in - tenção de fazer do Lixão um instrumento político, teríamos - feito durante a cam panha". PÁGINA - 08 Hospital em Crise A situação financeira do Hospital São Vicente de Paula é caótica, não há dinheiro nem para pa gar os funcionários. Até agora nada fo1 feito pelo Governo do Es tado para minorar os pro blemas de Bela Vista nã área da saúde pública. Mais uma vez o nssun- to Hospital fof debatido vamos entrevistar o Adm.1 no Rotary Clube, entida- nistrador, Márfo Vargas, de que há muitos anos - que falará a respeito vem desenvolvendo campa- dos problemas que atra - nhas visando arrecadar - vessa o Único Hospital - fundos para a manutenção de llela Vista, que aten do Hospital. Leilões , de também outras cida - bingos, corrente da ami- des da região e ·também - zade, tudo já foi feito Bella Vista (Paraguai). para ajudar o Hospital. No final desta semana m m ==uu=e O PREFEITO" Antonio João Araponga na Escuta 1 or f1to 1.ts I e- "1 Brasinha na Escuta PÁGTNA - OJ Governador do Rotary em Bela Vista No próximo dia 7 esta rã em nossa cidade o Go~ vernador do Rotary Club, Distrito 4470; João Jua ren,o Girotto e esposa - Marisa. Girotto é de Cassilân dia, está realizando uma série de visitas ao Dis trito que congrega Clu - bes de Mato Grosso do Sul e Noroeste de são - Paulo. Em Bela Vista falará a respeito dG>s projetos do Rotary em todo o mun do e dos objetivos para este ano rotário, a exem plo da criação de NRDC Núcleo Rotary de Desen - Volvimento Comunitário , atm,ento do quadro social e participação da campa nha de erradicação do a alfabetismo e no objett vo principal da entidade que e. a integração dos Povos, o despertar do - companheirismo e a ética nas profissões. • Será recepcionado pe lo Presidente do Rotary Club de Bela Vista, Su - leiman. Tebichrane e de mais integrantes. Para o Presidente Su leiman "a visita do Go vernador e de sua espo - sa motivam os rotaria - nos a se empenharem mais nos ideais de Paul Har - ris, fundador do Rotary, servir". Na programação reu n1ôes de trabalho duran te o dia e à noite um - jantar festivo no Clube Esportivo Belavistense - ou na sede do Clube, o local sera confirmado - ainda esta semana. Suplente de vereador e Líder Comunitá rio - Israel Chamorro Eleição na Adjori Neste domingo, em Pon rente vem participando se. a Porá, a ADJORI - Asso de todas as reunfoes da ciaçào de Diretores d; Abrajori - Associação - Jornais do Interior de Brasileira de Jornais do Yato Grosso do Sul elege Interior, e está com um rã a nova diretoria qu; Plano de Trabalho elabo responderá pela entidade rado para dinamizar a 1m no biênio 92/93. prensa interiorana. - O candidato à Presi - Pacheco é Diretor do dente é Jorge Pacheco, Jornal Correio da Fron - ce Amambai, que ultima- teira, pioneiro da re - Aniversário do Jornal da Praça Neste sábado o Jornal da Praça de Ponta Porã - estará comemorando ani - 'ersário. O Diretor do Jornal 'sãs Natalício de Olivel a .l João Juarenco Girotto e esposa Marisa ra e sua esposa, Izolina de Oliveira, Diretora Ad ministrativa, programa= ram varias festividades com a presença de Jorna listas, Empresários e po CÂMARA é NOTÍCIA E INFORMACÀO PÁGINA -- 02 PEDRO PEDREIRA PÁGINA - 07 gião de Amanba1. O Jornalista Ivaldo Pereira e sua esposa Ma ria Estela Velásquez Pe reira farão parte da no va diretoria da Adjori, através dos Jornais Tri buna da Fronteira, Cor - reio Jardinense e Tribu na Murtinhense. Conselho Define Diretrizes para Vacinação contra F abre-Aftosa Discutir as diretrizes e estra êgias para garantir o controle da sanidade em Mato Grosso do Sul e fortalecer o programa de combate a febre aftosa desenvolvido pelo De Partamento de Inspeção e Defesa A ~ropecuãria - IAGRO. Esses, os do .s Principais assuntos discutidos elo Conselho Deliberativo de Fe - re Aftosa formado por representan ç da secretaria de Agricultura , uaria e Desenvolvimento Agra rio Secap), Ingre, Associac;ào dos - Criadores das lndÜstrias de Carne. P.ig.ina - 04 Josê Américo Flores do Amaral líticos do Estado. O Jor nal da Praca é um dos a is tradicionais jornais do interior, e João Nata 1fcto u jornalista de respeito que merece to - das as homenagens. ENTREVISTA/Fernando Collor "Tenho Convicção de Minha Inocência" Num terno marrom-cla rode vincos impecáveis, o Presidente afastado - Fernando Collor inicia o expediente na biblio teca da Casa da Dinda - rigorosamente ás 08:00 horas. Mesmo longe do poder, continua mantendo O es tilo formal e solene que mostrava no Pal.iicio do Planalto. Até o amigo mais ín t imo, o Empresãrio Luiz Estevão, o trata com re verência. Collor senta-se na - ponta de uma mesa co - prída, cercada de retra tos da fnm!lia, cane = tas, agenda, os vários livros que lê simulta - nearente, as condecora coes, un telefone bran co e seu computador pes Idéia Fixa Collor: "Não considero outra alternativa do que a de retornar ao lugar a que o povo re condu zi.u" soal. Tudo obsessivamente - no lugar. Pá.dna - 03 Antonio João ------------- -~ ---------- IRAPONGI li ESCUTA 0r11 M0 ltl'rl.S Ili.! HI.CLN•llH DO POUCO QUE 'l'Ell!3, ~~ BRE-SE QUE IÍ ALGUÉM QUE DARIA 'TUDO PARA ESTAR EM 'TEU LUGAR. (elp) Par Elio Lima PJquPl oabcndn 411r um certo Jovem multo cnnhccJ do no, melos juvenis da city, prontou uma d1na de comentirfa: durante uma fetinha de aniversário de uma garota, embolsou adi mais, nada menos que 20 (vinte) "anduba". Que é 1o rapaz? só no digo teu nome, porque não posso Invadir tua privacidade. Mas a garotada que or.tcv1• Já onbc quem tu és. 1 1 Que a Kita, da 7! série da Escola Pantaleão, a- nlvcrsnrlou no ~ltlmo dia 08 de outubro no maior si 1 ênclo da paroquio. E nnbcm quantos o nos, ou melhor, quantas aboboras ela colheu na lavoura da exften - cin1 Só IS. Qulnzo nninhos. Enfesta? A garotado cotá cobrando. E com rnzão, Kátiu. Parabéns deste FlQtmr SABENDO C MA _ E IHFORMAÇAO VER. QUER ACABAR ses......... COM A EXTRA{ÃO no ,.v~nto: ' ..üj. o DE AREIA NO APA - Clube do Laço Tr os - Ponta Porá - Clube do Laço São Geraldo - Bela Vista - Clube do Laço BIngas - Caarapó - Reptes.atantes do Clube do Laço de Bela Vis colunista. VERil'IQUEl 1 1 Um fato curioso durante uma reunião de pais rea- lizada nu Escola Aral Moreira nu noite de 14 de ou tubro. Realizou uma votação paro decidir se o pro - l fessor Rui permanecia ou não no direção daquela es cola. Tudo resolvido. Votação favorável à permanên cia do supra citado, entretanto surgiu um impasse : colocaria ou não o resultado do escolha no ata. Ou tra votação. Também por aclamação levantando a mão quem fosse favorável. Eis que no meio dos votantes alguém levanta as duas mãos. E já alguém gritou: Epal Aqui tem um com as duas mãos levantadas. Viram só? Até aqui, numa simples reunião de pais ocorrem fatos assim. Imaginem em questões màiores, como é o caso das Casas Parlamentares - centro das grandes 1 decisÕes políticas do país. li DANDO UM CIRO Pela city na noite de 14 de outubro (quurta-fei 'ra) da{ numa festinha de aniversário. Festinha he - ,in? Adivinhe de quem? Do Carlinos (da bicicletoria). I A garotada estava lá cm peso. Será que para levar suas congratulações paro º·· amigo ou mais pura ·se de liciarem com as delícias do culinário da Sandro e da Rozilda, ambas da 72 B da Escola Aral Moreira Notei muita gente bonita por lá: Lucineide, Jussa - ra (2Q Técnico), Marlene (é a baixinha do Foto) Ana Maria, Sandra, etc. Tinha mais gente mas, des - culpem-me: o espaço é pouco. Ah, ia me esquecendo Notei tamt im o Eder (Bamerindus) roendo o pizza. SÓ consumindo a massa. Mas festa de jovem é isso. É a gito total. Parabéns Carlinhos. OL!lA SÕ ---- A relação que há entre a política brasileira as novelas da GLOBO: "O Collor candidatou-se como o SALVADOR DA PÃ TRIA, elegeu-se como o DONO DO MUNDO, deixou tudo PEDRA SOBRE PEDRA, trnvou uma luta de CORPO E ALMA agora está um DEUS NOS ACUDA e VOCt DECIDE. Gostou? e CLIJBR DO LJÇO •FLORENCIO JOSt PEREIRA" EM NOTICIAS: ta. - fcprcsérlt1111ten do Clube do Lnço Portiio Que- brado - Nova Alvorado - Fazendcl DoiG de Ouro - Antonio João FoI uma festa sem precedentes. Durante o dln era poeira nas pistas de laçada. no!te a poei ra continuava. Só que mudava de local. Era nas plotas de donço. Poeira estn levantado pelo boto da pionadn embalada ~elo ritmo alegre dos chama mês, polcas, e voncroes saídos dos acordes do ja trodicionol conjunto "OS ORIGINAIS DA FRONTEIRA". No decorrer do festa pude ouvir alguns comen tários de viGitanteu alegando que não im:iginovnm que o Clube do Laço Florêncio José Pereira Já es tivesse com a estruturo cm que se encontra levan do-se cm cons1deraçio o tio curto espaço de tem po em que foro fundado. Realmente, os criadores daquela entidade, o grupo que continua lutando e o povo de Antonio João estão de parabéns. Antonio João merece coisa boa, e este Clube é uma das boas coisos que veio para ficar. A todos, nosso parabéns. Contaram-me que certo vez um caipira daqueles bem desinformados chegou cedo em uma lanchonete e pediu: - A sinhoro pode mi arrumá um quebro-torto bem arreforçado. - A garçonete nao entendeu nada •• - O que é isso, moço? - Ué num sobe não? Você pego um pouco di ar - roz, feijão, guizado de mandioca qui sobro da janta, poe um ovo, mistura bem, esquenta e pron to. A garçonete: Moço, nós aqui servimos so cafezinho e su - cos. O caipira: - Intão mi dá um suco di feijão preto, moço. Aconteceu nos dias 10, 11 e 12 de outubro, o I En contro do Amizade do Laço promovido pelo Clube do La UM POUCO DE HUMOR IIUMOR NA POL!TICA o vereador Getulio Lino Fino, do PT, . presentou na sessão ordinária d Camara_!g nicipal nesta quinta-feira, uma indicação endereçada ao Prefeito Municipal e ao Dire tor do IBAMA, solicitando que iejen toma - das imediatas providências no sentido de ser impedida a extração de_areia no Rio Aa que, segundo o vereador, vem sendo feita na Praia do Pompílio e imediaçoey. "Tal providência só será possivel com o fechamento da rua pararela ao rio, evitan do a entrada de veículos naquela via de acesso a Praia de areia que? aoG poucoo vê.:n se acabando devido a extração ilegal feita constantemente" ressaltou Gctulinho cm sua 1nd1caç5o. O professor Altair, Tampinha para quem nao sobe, foi traído por sua mais forte cabo eleito ral: a professora Nely. Certo dia estávamos comemorando o Dia do Estu dante na Escola Pantaleão e por lá estavam al guns jovens cantando músicas sertanejas. Num de terminado momento a professora.Nely empolgou~se com a música e vejam só o que aconteceu: gritava desse jeito: - Pio, Pio, Pio, Pio! Eu entendi tudo. Ocorre que é comum principalmente na fronteira, quando alguém gosta de uma música gritar. Mas o povão naõ entendeu muito bem o essência dos fatos. f'. professora Nely, parece que a senhora está deven do uma explicação, a alguém, certo? 0BS - Não me entendam mal as pessoas citadas neste fato, são apenas brincadeiras de bom gra do, Ok! MENINOS, EU VI. .. - Alguém namorando altas horas da madruga na pracinha. Pude perceber que se tratava de duas pessoas porque haviam duas cabeças. - Empurrando seu carango na avenida, dandopar: tidas sem parar e ... nada de funcionar. Carango sem petróleo não funciona, cara. - Alguém cochilando numa sala de aula, Será que este sono é resultado do cansaço ou é ressa ca mesmo? Os trabalhadores que tiveram em novem bro renda líquida até Cr$ 4.852.510 estarão isentos de pagar o Imposto de Renda (IR) retido na fonte. Este é o resultado da cor reção da tabela do IR pelo !ndice Nacio nal de Preços ao Con sumidor Ampliado (IP CJ) de outubro - de 25,48%, calculado pe lo Instituto Brasilei rode Geografia e Es tatísitca (IBGE). Os contribuintes que re ceberem acima do limi te de isenção e ate Cr$ 9.462.395 poderão deduzir Cr$ 4.852.510 e pagarão 15% de im - ,::- 1E SE I ~- • LOCADORA ,, .:,.._ BARÃO DO_ TRIUNFO, 1381 439- 1390 AS MA MEGA DRIVE E FITAS NINTENDO E OUTROS CENTRO ISENÇÃO DO IR NA FONTE SUBIRÁ PARA CRS 4,8 1 HÕES posto. Quem ganhar acima de Cr$ 9.462. 394,50 poderá dedu zir Cr$ 6.696.494 e recolherá 258 de IR na fonte. O descon to por dependente passará para Cr 194.100. Este mês, a isen cão vale para quem ganha até Cr$ 3.867 160. Na faixa de Cr$ 3.867,160 a Cr 7.540.962, a parce la a deduzir é de Cr$ 3.867.160 e a alíquota, de 15% Acima de Cr$ 7.540. 962, a dedução é de Cr$ 5.336.681 e a alíquota, de 25%. O PAIS QUE PLINTI A FOME ESPINTA Publicação da Rede BelavLtense de Jornal - Ave+ata Tr1 buna da Fronteira, 564- Fone (067) 439-1410- a. P. 2 Bela VIsta - Mato Grosso do Sul Diretores • Ivaldo Pereira e Mar!a Estela Velasquez Pereira Diretor Responsável lv:tldo Percirn Reportagens Ubaldino Rodrigues e Lulz Henrique ~. Correa (Llle) Ccrcnte CUson Sllva 5.'.lntos , "2";çç; A=tnt«raio • _r»roe critto Ata, n+te! i».,a"".3"; i ris - is @si5 @5-ve,, Rua I« de sta - Mato Grosso do Sul - Redação l" e K:iio, J4l - Fone (067) 251-1669 (sede própria) Sucursai..tõ':' Antonio Joio, Porto MurtInho, Maracaju, Banto e caracol (C!: PP"dentes e capo Grande, Brasf1ia e prinetpats a! ' 1 l l 1 i e e Brasinha na Escuta 1 r. rxlo Pois ê, o "assunto" lixão - depósito de ixo no hqua Doce - foi noticia, também la tolinha máqica da 'TV Morena, o ex-repór ter deste Jornal, Giovani Coesar, hoje n v Morena, veio fazer a reportagem. EXPLICOU ... EM TEMPO Se até quarta-feira não procurarem o Departamento Comercial para SALDAR os com promissos, vamos publicar a relação dos devedores RELAPSOS. CONFUSÃO O Repórter Ubaldino Rodrigues ouviu o Empresário Wilson Fernandes, proprietário do Bailão da Fronteira, que reclamou de perseguição por parte de algumas pessoas, segundo ele, por motivos políticos. A ma teria foi publicada, só que o Wilson não disse quais seriam essas pessoas. Volta - Tos a perguntar ao Wilson quem era, ele - nao disse os nomes, apenas comentou que "quem vestiu a carapuça tem culpas". Não entendemos, e, para nós, a história morre aqui, estamos entendidos? SÔ QUE A partir de agora não vamos mais publi • car denúncias sem endereço certo, ou dá Õ nome ou não publicamos nada. Isto dá con fusão e muita gente que não tem nada a ver com as "brigas" políticas acaba envol vido. - CARTÕES DE NATAL Aqui na TF já temos, na divisão gráfi ca, vários cartões de natal, a preços po pulares, e temos também um pacote de na - tal, você compra os cartões e publica men Sagem na edição especial de natal a preço :>opular. Venha conferir, pode falar com 0 Ivaldo ou com a Dona Estela. • UM SENHOR ARQUITETO Quem necessitar dos serviços de um AR QUITETO competente e responsável procure O Júnior, serviço de primeira e uma equi Pe que trabalha mesmo. ,, 0 : O Prefeito Edson Moraes disse, na edi - ção de ontem, que "nlgumae pcasoas querem denegrir a imagem de Bela Vista". Estas - pessoas, no caso, seriam os moradores do Água Doce que vieram ao jornal. Não é não senhor Prefeito, eles querem apenas ACA - BJR com o LIXÃO. E estão cuidando da ima gera de Bela Vista. ESSA EU NÃO ENTENDI ... Ligou para o Jornal um cidadão pedindo que noticiássemos o desaparecimento de um CISNE, pertencente a um trabalhador do par que de diversões. Não entendemos e pergun tamos - UM CISNE? - Sim, um cisne - respondeu. Até parece gozação, eu não sei, mas fi ca o. anúncio. SÓ quero saber uma coisa prá quem mandar a conta? FALANDO EM CONTA O Diretor-comercial da Tribuna da Fron teira esá preocupado, e não é para menos. Algumas Prefeituras e cãmaras não estão - honrando os seus compromissos, não estão pagando seus débitos. Esse pessoal preci sa entender que temos que pagar PAPEL, CHA PAS, TINTAS,FUNCIONÁRIOS, etc, etc, e bo ta etc nisso. Além do mais, mandam publi car matérias sem perguntar o preço. tis to mesmo, não perguntam o preço. Depois - reclamam. ENTREVISTA/Fernando Collor TENHO CONVICÇÃO DE MINHA INOCÊNCIA 'u terno rron-c! ro d vincos inp- civis, o Pridr.t f do F rnando Collor inicia o crdinte na biblioteca da Casa da D'da ricoro nte às 08:00 hora. Mesmo longe do poder, continua man tendo o estilo forml e solene que montra va no Palácio do Planalto. Até o amigo m is intimo, o Fpresário Luiz Estevão, o trata com reverencia. Co! lor tenta-se na ponta de uma mesa compri- da, cercada de retratos da família, cano tas, agenda, os vários livros que lê si - multaneamente, as condecorações, um tele fone branco e seu computador pceooal. Tu do obsessivamente no lugar. O porta-voz e tevaldo Dias conta que só o viu tirar o paletó uma vez, nos 25 dias de exíl1o, no novo gobinete sem ar condicionado. Os r - pórtcres recomeçaram a aparecer, convida dos, nos últimos dias. Foi dessa forma que o Presidente afastado recebeu o Esta do para uma entrevista. A conversa não foi gravada,mas anotada, a pedido de Ete valdo. "Assim ele fica mais à vontade",ex plicou. - Estado - Presi - tas, mais de 90i dente, várias vezes das pessoas pergun o senhor recorreu à tadas responderam - expressão "não me que não saíram à deixe só". Não está rua pelo impeach se sentindo só, ago ment. E entre a mi ra? noria que se mani - Fernando Collor- festou muitos estão Não. Este é um pe - se dando conta de riodo marcado pela que talvez tenham a tristeza, pelo so - vançado um pouco ma frimento. Mas tam - is do que poderiam bém pela reflexão.E imaginar. Ao perce pela companhia dos ber, fora da paixão, amigos. Quando eu que só agora é que pedia 'não me dei - a defesa se apresen xem só' referia-me ta, perguntarão:por ao enorme contingen quê? Apenas porque te de descamisados, não se permitiu an pés descalços, a to tes. Quando as pes dos aqueles de fora soas começarem a do processo de de - realizar o que está senvolvimento, por- acontecendo, para a que nossa luta se - lém das emoções, um ria dura, penosa, e novo juízo se fará. iria contrariar mui Quem foi às ruas tos interesses. Fa- não sabia em profun zia também outro a- didade o que estava pelo além do 'não - acontecendo. Esses me deixem só'. Eu que agiram ao sabor dizia: 'seja qual - das emoções passa - for o Presidente e- rão a avaliar corre leito, teremos de tamente. Este é um nos unir em torno - momento de reflexão dele'. Não, não me para aqueles que se sinto só. Nunca me envolveram emocio - senti só, mesmo num nalmente. momento tão triste e sofrido como este. Estado - Vê si - nais de que o entu siasmo político e popular que marcou a campanha pelo im peachment está se esvaziando? Collor - Gosta - ria de realçar o ex traordinário momen= to democrático que estamos vivendo. t a exaltação das li berdades individua is. Isso é auspiciQ so. Esse processo - político está bem rico de ensinamen - tos, e nos demons - tra que a manifesta cão da cidadania se dá, em primeiro lu gar,na cabine elei toral. Esse eu jul go ser um ponto de destaque. A partir daí, se considerar mos algumas pesqui sas que foram fei - Estado - O Presi dente Itamar Franco consultou o senhor alguma vez desde de seu afastamento?Con corda com alguns d seus assessores que apontam a formação de uma "República - dos Senadores" e a vêem como um golpe civil? Collor - Não hou ve consultas...o fã turo se encarregara de responder a esta pergunta. Não quero fazer nenhum tipo - de avaliação. Estado - "Eu vol tarei", o senhor tem repetido. Mas, e se não voltar.Tem planos alternativos? Collor - Não le vo em conta a alter nativa de não vol = tar. Confio na Jus tica. Tenho convic cão da minha inocên Idéia Fixa Collor: "Não considero outra alternati va do que a de retornar ao lugar ague. o povo me conduziu" eia. Não considero outra alternativa - do que a de retor - nar ao lugar a que o povo me conduziu por manifestação de sua vontade, nas primeiras eleições depois de 30 anos - de abstinência elei toral. Tenho cumpri do com meu dever de preparar uma defesa consistente. Estado - Depois de ter apresentado sua defesa, o se nhor agora vai via jar, descansar? Collor - Estarei aqui de plantão per manente. Veritas - quae sera tamem (verdade, ainda que tardia, em latim). Vamos aguardar. Is so é um processo pe noso. Para mim e pã ra o País. Mas Deus é justo, e haverá - de fazer com que se descubra a verdade. Estado - Há in - formações de que o Senor pode ser con vocdo a depor no Senado. Collor - Não há nada definido sobre isso. Terei de ou - vir antes os meus advogados. Estado - O que perde o Brasil dos seus projetos com o processo de impeach ment? - Collor - (Demons trando safisfacão - com a pergunta,abre uma pasta e retira três blocos de pa - pel). Mais do que - as pessoas, são os programas,as idéias. (Mostra um calendã rio, com o dia 22 de outubro marcado. "Acesita", diz. Nou tro bloco, exibe um programa, o Projeto de Reconstrução Na cional. O terceiro continua os proje - tos em andamento). Acompanho tudo minuciosamente. Meu programa e irreversível, e de ve prosseguir. Estado - Como o senhor vê as elei ções americanas? George Bush ou Bill Clinton? Collor - Tenho u ma relação muito pÕ sitiva com o presi dente Bush, tanto - no campo pessoal co mo no de chefe d Estado. Ele tem si do muito sensível - às postulações que o Brasil fez. E as minhas relações com Albert Gore (o vice presidente de Clin ton) também são boas. Estado - Presi - dente, o senhor viu seu irmão, Pedro na televisão, no Programa JÕ Soares Onze e Meia? Collor - Nada bre isso ... Estado - Pedro - disse em Miami, nu ma entrevista, que o Senhor poderia ter cortado a crise na origem, se o ou visse ... Collor - Minha - dor já é suficiente mente grande. E está agravada pelo quadro instá - vel de minha mãe (Leda, internada no Hospital Albert Einstein em são Pau lo). Ora melhora, ora piora. Uma infecção sem pre é possível. A- gora está com água no • pulmão. Um trata.menta muito doloroso. Este é um momen to muito doloroso. (Com expressão - carregada, se recu sa a prosseguir no assunto). (O Estado de São Paulo) I / Jornal iria da fronteira Faça hoje mesmo sua Assinatura 6 Meses Cr$ -~ 300.ooo,· , ,I' CONSELHO DEFINE . DIRETRIZES PIRI YICINIÇIO CONIRI FEBRE - IFTOSA pfcut!r as dtretrlze e estra- téIa para arant'r o controle da sanHdade em Mato Grosso do Sul e fortalecer o prorama de combnte a febre aftosa desenvolvfdo pelo Depar tamento de Inpeçio e Defesa MMrope curta IACRO, Esnes, o dols prln Ipaf asuntos dIcutdos pelo Con se lho Deliberativo de Febre Aftosa - forado por representantes da Secre tarla de Agricultura, Pecuirla e De envolvimento Agrário Secap) ,1aro, Associação do Cr 1adore das Indüs - tr!as de Carne, Durante o encontro, o Conselho debateu também, a Implantaçio de nor mas adequadas para garantir a cober tura vacinal, principalmente na re fio do Pantanal, dado o dlffcIl a ccsno ao local. Para Isso, de acordo com o DIre tor de Operações do Iagro, Osvaldo - llodriguuo, o 11overno vai "aumentar a fiscalização nas propriedades , para garnntir a vacinação total do reba nho existente no Estado", Neste sentido, o Iagro trabalha paro implantar mecanismos que contr! buam para diminuir na perdoa durante as campanhas de vaciriação. "t preciso detector os pontos - de falhas e as regiões críticas, a fim de concentrarmos os esforços" ressaltou Osvaldo Rodrigues. Na sua opinião, a iniciativa po de colaborar para a erradicação da Febre Aftosa e a manutenção do cre denciamento para a exportação da car ne produzida no Estado para o Merca do Europeu. "A vacinação é feita ba seada em levantamentos do rebanho e xistentes em Mato Grosso do Sul" disse. Pura a próxima componha, que tem infc1o marcado para l9 de novembro, o Iagro estabeleceu como meta vaci nar 19 milhões de cabeças. - ANTECIPAÇÃO Em vista 'das dificuldades de manejo dos animais e acesso à região o Iagro antecipou a campanha de vaci nação contra a febre aftosa no Panta nal. A ocorrência de focos isolados da doença em alguns municípios da região, foi outro fator que contri - buiu para a antecipação. A vacinação no Pantanal começou no dia 20 passado. "Para garantir o controle efet! vo, foram suspensos temporariamente, todos os eventos que impliquem na a glomeração dos·animais", explicou Os wvaldo Rodrigues. - Segundo ele, as cheias nos rios da região, também pesaram na decisão de antecipação. Para o Secretário de Agricultu ra, Pecuária e Desenvolvimento Agrá rio, José Américo Flores do Amaral , o cordão de isolamento aplicado nas áreas de focos, "é uma medida indis pensável para evitar o avanço da do ença na região, além de garantir a eficiência do controle sanitário e xistente no Estado". O prazo da medida é de 35 dias, .1 . José Américo Flores do Amaral tempo necessário para a cura dos ani mais e n manifestação do vírus incuba do. Para conscientizar .a classe produto ra da necessidade de se vacinar os reba nhos, o Iagro desenvolve campanhas edu cativas, além de multar os infratores. Na avaliação de José Américo Flo res do Amaral, a multa tem função de a lerta. "O registro de vacinação anti-af tosn somente será expedido pelo Iagro , mediante a apresentação do comprovante de aquisição de vacinas", afimou. O registro deverá estar acanpanhado pela nota fiscal de compra das doses , discriminando tipo, partida, data e no me do laboratório fabricante. Dessa forma, será possível exercer um controle efetivo cobre a vacinação", disse Flores do Amaral. VACINAS O diretor de operações do Iagro ex plicou que, mesmo com a participação da campanha no Pantanal, não haverá falta de vacinas no mercado. O Órgão conseguiu, via Ministério - da Agricultura, um total de 4 milhões - de doses, que serão comercializados pe los revendedores credenciados pelo Ia gro. " o primeiro lote das vacinas já se· encontro no Estado", d1z Osaldo Ro drigues. De acordo com ele, a vacina in clicada para o Pantanal é a do tipo oleo sa, que tem prazo da atuação mais 1on- go. "Isso permite vacinar apenas uma vez por ano". A vac'ina usa o Óleo como elemento dispersante do vírus, com açao lenta. Para o restante do Estado, a reco mendação do Iagro é para o uso da vaci na do tipo aquosa. O Iagro faz o controle de qualida de das vacinas comercializadas, através da fiscalização junto aos revendedores do produto, visando garantir a utiliza cão do produto com eficiência. Além disso, o Iagro faz o acompa nhamento técnico durante a vacinação orientando sobre a forma correta de ma nuseio e aplicação. A realização da vacinação deve rã ser comunicndn ao Órgão, dentro - deno máximo l5 d1as, à partir do término da vacinação. PRODUTORES Segundo o presidente da Associa ça0 dos Criadores do Mato Grosso do Sul - Acrissul, Lauc{dio Coelho, o caminho para a erradicação da febre aftosa no Estado, possa por uma cam panha bem desenvolvida em conjunto - com os produtores. "Cada produtor tem a preocupa - cão em manter a produtividade de seu rebanho", disse. Para ele, o trabalho realizado pelo Go verno Pedro Pedrossían, tem crfado con dfcôes para erradicar a Febre-aftosa num curto esp:tço de te:-.po. Segundo estimativas do Centro Pan Americano de Febre-A[tosa, a erradtc cão total da doença na América do Sul, somente se dará no ano 2009. No Brasil o Estado de Mato Grosso do Sul é um dos cinco que apresentam evoluçao cons tante no combate à doença. O controle: e manutenção deste "status", depende - de uma vacinaçao e vigilância sobre o gado existente no Estado. rmrmrrrzrasrzzzrtrrata mrrmsszemsaaarssssrm LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA O SEU JORNAL - ESTE EXEMPLAR Cr$ 3.000, Auto Elétrica Dinâmica LUIZ CARLOS CALLIARI MACHADO Peças e Serviços elétricos para veículos em geral, ven das de baterias novas e Ajax Ecoline com 1 ano de garantia. Rua Marechal Deodoro, Bairro Costa e Silva Fone - (067) 439 1864 BELA VISTA - MS Garantimos nossos serviços Visite-nos e comprove! Hospital Santo Aleixo Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo ' Convênios: Unimed, Banco do Brasil, Prefeitura Municipal, Caixa SUDS e Fazendas Plantão - 24 horas Fone: ( 067) 255-1261 BONITO - MS Viação Cruze ·' O ''"º do Sul CONFORTO - SEGURANÇA - EFICIENC!A LINHAS PARA TODOS OS MUNICIPIOS DE MS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS Viação Cruzeiro do Sul .UM A ESTRELA BRILHA NA CONSTELAÇAG DE M S ( , 1 : ?""i lé -, 1 1 o· 1 Jl AI. lil , ,,. J • 0 Doutor !os Edurdo Nedr Menehell!, Juiz de DIre!to d 'pela Veta, Estado de Mato Grosso do ul, na forms da 1e!, ·e, ] FMI BER aos que o prenente Ld!tal vIre ou dele conheci mnto t!ren, l ,•xprclldo 110/J ,llll(lll 11" '/7'2/''1 clr• l)frnc,•pJiio l..,tr!l'Jrdlr.~r1•, qi, !~clro (. Ir· ,.":,I e s/ Eda r: .. rcloRo Colc,1111J prormv, m conrr., o J., pó!to de MLu1 1 eh cu trâmite por este Jufzo e Cartórfo Judicial, que em seu cumprimento e ate,_{ dendo ao mal que dons autos conta pelo presente Edital com o prazo de/ sessenta d1nas, que será affado na sede deste Juízo e publicado na forma da lei, ficam CITADOS o, confinantes, herdeiros e ou sucessores de Miguel Pacheco: Roque Candta, CIrtaco Cindia, PatrocInfo Cancfa, Eusebfa Grdta , Sonlll Pncheco Vnrr•lro, Vtor Pacheco Varelro, 'arlo Pacheco Varelro, Fran Ila Varelro GavIlan, Muel Varelro, f.u<.:l idc:r; Vün•iro, r:.:Jmlrn Co:1cl'lç10 Sfq11rlra, Santn Varc1ro, VItor Vareiro, Marlo Vareiro, Anastac{a D1as Pa - clwco, Aqui no l'achcco, Aurc 1 io Pacheco, FlorentIno Pacheco, AvelLnda Pache co, Crfotlna l'nchcco, T::Jdoro l'nchcco, ~L1rclu110 Pacheco, G:ibrlela Pacheco: lzldro Pacheco, 0clncilva Pachr:co, LconlclcfJ Pacheco, Teodoro Pacheco e Maria Luclanrt l'nchcco, para, querendo, no prnzo ele quinze dias, contestarem a a çiio, bem como pnrtlclpnr dn nudiêncla de Justtffcação de Posse des!nada pnrn o dln 02 de dezembro de 1992, ~o 14:00 horno, que rcnllzar-sc-n no t c!Hkio do Fórum, sito i, rua Bnriio do Lucliírlo 1595, Belo ViGta-11S. Adver - tem-se que o pruzo pura contc&taç,io é de quinze dins a contar da declsno que declarar Ju11tific:ada a posse. D.ido e paGsado nesta cidade <.' Co□arca de Bolo Visto, Estudo de Mato Gros□o do Sul, nos quinze dios do mês de junho do ano de mil uovecentoa e noventa e dois. Eu, PEDHO PAULO CENTURIÃO, Es . crcvcutc Judicial, o datilografei. Pedro VerMllo da Silva Eucrlvâo p/dctcrm:iaação Judicial meses. Compra se· Novilhas vazias, meio sangue Nelore x Europeu, de 18 à 24 Tratar com Rosi Cristina Fone: (067) 383-5893 BRUM ** BR111MA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! ** Distribuidora dos produtos BRAIIMA para Bela Vista· e Região. Oferecemos todo tipo de ma teriais para festa, como - freezers, mesas, cadeiras, copos e transporte. CERVEJAS, REFRIGERANTES E CHOPP com 15 dias de ante cedência. FONE (067) 439-1306 Rua Antonio Maria Coelho, 439 Bela Vista-MATO GROSSO DO SUL -, Brahma. é Brahma Você Sabe! 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"""" .. , - cometidos em suas edições MO·TOR ~ Retífica em Geral: Pagamentos (12) * ENTREGAMOS SEU CARANCO, RAPIDINHO! * COLOCAÇÃO CRATIJITAI * MOTOR COH GARANTIA! ·CAMPO GRANDE - MS Rua ·13 de Maio, 3.709 em Frente a Santa ·Casa Fone - 383-2517 e 304-44 4 Empresas que Negociam l elef ones são ca,astradas no Procon de Mato· Grosso do Sul Leonel Brizola O Grande Yilorios1 h emprra ou 1 ,( ~ 10 ' ; '. , ( '1 • • j lj r í li e , 11111 , •(,rn, r r; J ct li am linhas d tl fo e no Mato Gro O do 'Sul, t@m um travo de 10 dias par ate caltr rom no Órgão doe orientação o Pro eenao o Consumidor (P,'ocon/l·lf;), 1 inf<H mação é da Diretora Angela Macedo, 1em - brando que a medida niio ó ollci<JilÔrid mas irá normalizar a vonda no mercado p ra)elo. A Diretora infor mou que a partir do cndnstromnnto das Efil presas o pessoas que comercializam teleío nes, diminiu a recla mação por parte dos consumidores. Segun do ela, tem aumenta do o número de pedi dos de cadastramento do Procon. Ângela Macedo in forma também que o programa foi desenca dado para rotqer rio a os contuído- r, ma smhém a fjrm; {d,ncos que a tua no mercado, "E item muitas empre %an, ruo ,tsvna sen do prejudicadas po - 10·1 qnlpl· .. , N partir de?e cada:tramen o, o Procon passou a de tr informações o bre a firma e os mó todos de comerciali ,r,ç;,o qu<' u·;lizmn", d i s:a•, 1 cmbrnndo que o Procon di!l(JÔe dos telefones 384 - 4323 e 384 - 4377 à dispo aiçüo do comunidade paro qualquer tipo - de esclarecimento. o ar.aba traznlo prejuízos ao conum.' dor. "O consórcio ó leqal se iver au torização do Banco - central. Caso con rã rio, por envolver - norteios não autori zicloa, inclusive> pc l,1 jl(•C(•it.il Federal , são irregulares", de clarou. outro tipo de ven da irregular de tcl! fone detectada pelo Procon, lesava não - só o consumidor mas também o proprietá - rio de linha telefô nica. Neste caso, pes soas alugavam o apa relho e acabavam ne gociando, sem conhe cimento do dono. "Isto taib6m foi detectado e as pes - soas, para não serem lesadas, no caso, de vem observar no con trato o número que está sendo negociado e não apenas o prefi xo", disse Ãngela. PESOUISA QUER ECONOMIA7.AR USO DE SOO ANT-Fi!O Uma pesquisa que está sendo desenvol vida pelo Departamen to de Taxilogia e Farmacologia (DTF) , da Secretaria de Saú de poderá permitir ã redução da quantida de de soro anti-ofí dico utilizado no tratamento contra as picadas de cobra , permitindo uma gran de economia na produ cão e utilização do soro. A pesquisa es tá sendo patrocinada pelo Instituto de Me dicina Tropical de= Liverpool (Inglater ra) e coordenado pe lo Instituto Butan - tã, no Brasil. A pesquisa consis te no acompanhamento laboratorial dos ca sos de acidentes ofí dicos, visando deter minar cientificamen~ te a quantidade de CONSÓRCIO o Procon alerta - também sobre a com - pra de telefones a - través de consór cios. Segundo Ângela Ma cedo, isto é feito de maneira irregular soro necessária para a realização do tra tamento. Segundo o Diretor do DTF, Ulis ses Simon da Silvei= ra, os hospitais a - plicam, em média, 10 doses de soro anti - ofídico nos casos de envenenamento por Pi cada de cobra. Os cientistas a creditam que este nú mero de doses pode ser reduzido pela me tade, sem prejuízo= do tratamento. De acordo com U - lisses Simon, o ser pentãrio do DTF, que é considerado um Nú cleo Regional de Ofi diologia, está real zando a pesquisa a= companhando os casos que são registrados no Hospital Universi tário. o mesmo traba lho está sendo desen volvido por mais ao= is Núcleos Regionais COMÉRCIO VAREJISTA DE: CARNE BOVINA - SU!NA - VERDURAS - FRUTAS - LEGUMES Aceitamos encomendas de leitões (tratados para consumo imediato e frangos). Produtos de primeira qualidade. TEMOS TAMBt:M: LINGUIÇA E CARNE DE PORCO DEFUMADO RUA GUIA LOPES, 727 - BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - de Ofidiologia, em Presidente Prudente e são José do Rio Preto. Segundo ele o trabalho teve início em setembro e deverá se estender até feve reiro. A pesquisa está - sendo desenvolvida - pelo DTF consiste em determinar, através de exame? laborato - riais do sangue do paciente, por quanto tempo o veneno da co bra age no organismo humano e, ainda, a velocidade do desapa recimento do veneno após a aplicação do soro. O resultado fi nal da pesquisa sera feita em Liverpol com a realização do teste de Elisa ( o mesmo usado para 'diagnóstico da Aids) no plasma sanguíneo coletado no Brasil. -. FONE: (067) 439-1897 1 [ ,- estamos constitui:do o Ad pnT a rio coro cidadao, - l ) u e tu « } + i+ao o noso procurador - [vogado criminalista Dr. Arthur LavnG' ',,, ·+o e sua podero- I , . ' ·l ·~nt~ r,ob"~c.o .,.r1.,1r: , , • para ingressar na +ut .ça COi ' ; "- +,ac6e Globo ' • ; - • i]i i ris as Orqanl@v" ? • 1 r ... a r.1dqv l n.1 f•C0!~",;11c;, f' pu.u lC e - 4 1 < ~) .. l •, l lc ·nc" •ren e s c,1 u.1.,1.1 ,,, f a única reposta ao nosso a :a» • • • - ±. s dias que an ecedera as difamaçoe que joqaram contra nos, nos • " t 'I •• - to culminante namons ruosa eleições, e que alcançaram o seu pon," ', r no sábado ' • ± roga fej na p 1Ca 0+ a , peça de propaganda abjeta e men 1 ·s4 • + + dia do pleito, na primeira página de 0 Globo., Penal: a,, A ação de Roberto Marinho em um nome no coa1g9, ',, 1 ; t.r'ticas de falsidade ideoogi-[ montagem criminosa com caracte 1s -o ' ' d' fatos e documentos - ca. Isto é, deformou, mutilou e .lS orceu '- .,. • públicos cor., o objetivo de obt r vantagens eleiorais· roí o corolário de um processo torpe de manipul çao do pro cego de formcão da consciência eleitoral da populas@O__ Tu vinha desde a milionária contrataç<.1O E' a difusão sistematica, de "pesquisas de opinião", de noticiário desigu,.il e dio~orci - do num abuso inominável de seu avassalador poder ec~no~ico ~ de mídia, regado pelos US$ 38 milhões retirados da Caixa Econ@ mica Federal em condições eocandalosamente favor clda~. O que fez Roberto Marinho, agora, no Rio, foi rgneir ?ata mente sua criminosa e confessada atuaçao nas cleiçocs p.eu~de~ ciais: montou o segundo turno entre os candidatos que queria manipulou e distorceu deliberadamente o pleito para, afinal , conduzir ao poder o seu preferido de entao, o candidato Fernan do collor. Em 89, como agora, serviu-se de ambiciosos e de o - portunistas para, através deles, viabilizar seus apetites de poder, confundindo e dividindo o voto popular. Anotem, as pes soas de bem, o que estou afirmando: ROberto Marinho pouco se importa com o interesse público. Acima de tudo, quer e precisa do poder e da influência, e tudo o_que faz e manda fazer, atra vés de suas penas de aluguel, nao e senão com essa finalidade. Para nós, como para qualquer partido politi~o democratico - que tenha princípios e deseje servir a populaçao, perder elei ções não é nenhuma tra9édia. t normal, natural, parte do próprio rito da democracia. Pa ra gente como ele, para seu império, ao contrário, é vital a manutenção de sua influência, a qualquer preço, para manter seus privilégios, seus favorecimentos, suas concessões. Enfim, para continuar aferrado às tetas do Estado, succionando os re cursos da população, para aumentar seu poderio, sua fortuna - hoje, uma das três maiores do Brasil. Não importa que o senhor Roberto Marinho se considere acima da lei e pense que não haverá juiz algum que consiga condená - lo. Mais, dia, menos dia, porém, ele e seus cúmplices terão que prestar contas de seus atos. Vejam com que petulância a máquina da Globo e seus escribas se atrevem a nos julgar, afirmando, além de bateladas de ou tras mentiras, que o relacionamento administrativo do Governo do Estado com o Governo Federal, e que nossos reclamos para que a CPI do chamado caso PC procedesse com isenção e serieda de provocaram o insucesso eleitoral do PDT na cidade do Rio de Janeiro, ao lado de uma "rejeição" à figura do Governador. ACM, barão global da Bahia, perdeu mais não foi derrotado; Tasso Jereissati e Ciro Gomes, os modelos yuppies da eficiên - eia e da modernidade, perderam as eleições mas continuam trata dos como vitoriosos. Fleury e o quercismo, idem. - Só Leonel Brizola perdeu as eleições e, agora, está politi camente acabado. E mais ainda: onde o PDT venceu - como curiti ba, São Luís, Cuiabá, Aracajú, João Pessoa, etc - a vitória - foi apenas por razões locais. Em tudo, o que causa maior repugnância é a insistência com que procura dividir e destruir o PDT, estimulando traições e dissidências, como, o fez com César Maia, ou fabricando intri - gas, como tenta novamente agora, ao invocar o Prefeito Marcel lo Alencar. Claro, no fundo, o que quer mesmo é aproveitar a hora, como em outras vezes, para "limpar" as irregularidades de sua giga tesca construção na Barra, o Projac. Nâo há dúvidas de que o grande vitorioso das eleições Rio foi Roberto Marinho. Recebeu US$.38 milhões da CEF, reforçou sua máquina de pro paganda, excluiu o PDT e montou o segundo turno com os candida tos que lhe convinham, exatamente como nas eleições presiden· c1ais. A'?ora, Ja se prepara para colocar um "Collor" na Prefei tura carioca. ' - Ocorra o que ocorrer, este poder espúrio que a ditadura - nos deixou have~á de ter ajus tes de contas definitivo com a consciência pública·desta Na - cão. LEONEL BRÍZOLA Governador do Estado do de Janeiro Mandad-o Publicar pelo PDT no Rio Fone (067) 439-1165 : Rua Conde de Porto Alegre Rua Duque de Caxias De: Luiszeth Duarte * Tudo em jeans e o melhor preço da cida de! *Artigos em cou ro: laços, calças, se las. *Biquinis Moda intima,ber mudas, camisetas,etc.. Bela Vista - MS Vende-se 300 Has. CARACOL - 25 km da cidade 8 divisões. 50 Has. brachiarão água a vontade PREÇO BASE 3 VACAS/HA. Gado Arrendado. *********************************~************************** Temos cliente que PRECISA de 300 vacas arrendadas. Oferece garantia hipotecária. TRATAR (067) 439 - ll7ó Fazenda Montada - Dr. Kleber , 1 ' F FOI TE1 A PEDRO PEDREIRI ___,__ _ j j PRlffEl'fO'.l [ A Imprensa e as Câmara Municipais, de todas as cidades da região, devem fiscalizar, isto memo, FISCALIZAR, os gastos ldoS prrfcilon cm fim de mandato. Recebemos várias denúncias - e Prefeitos, sobretudo onde não fizeram seus sucessor que, tão planejando uma orgia ele gaotou e der;per;,Vi. NUNCA E DEMAIS Lembrar que O Banco Central proibe aos Prefeitos, 6 meses - antes de pausarem o,cargo, contrairem débitos, a Resolução do aanco Central é de n0 36. Nem mesmo com a aprovação da Câmara Municipal, o Prefeito poderá contrair clébitoo. SAFADEZA Muita safadeza é deixar para o próximo Prefeito o pagamento de salárioo atrasadoo, muitos Prefeitos cometeram este erro (no passado) , ou melhor, pecado, esperamos que isto não ocorra cm nossa região. É safadeza com os funcionários. CABEÇAS INCHADAS Andando pela cidade ouvi muitos comentários a respeito de "cabeças inchadas", olha gente, devagar, muito devagar, depois de 4 anos a mesa pode virar. Em muitos casos, pode ocorrer que antes dos 4 anos, o Prefeito eleito, seja daqui ou de qualquer outro Município, poderá ser pressionado pelo povo, sobretudo - pelos "caras pintadas", que não querem saber mais de incompe - téncia e irregularidade se bem que, acreditamos, nenhum Prefei to eleito. em nossa req~fio, seri alvo dos ataques. Mas ·.. tudo é possível. outRCIA CORRUPTO O Presidente Na cional do PMDB, ORES TES QUERCIA está re~ cebendo chumbo gros- so da imprensa de, são Paulo. « No seu Governo , em são Paulo, aconte ceu de tudo, mas de tudo mesmo. CORRUPÇÃO é uma palavra suave quando os jornais de Sao Paulo falam a. respei to do ex Governador. PORTO MURTINHO - ,' ..z. . ss. - i Esta semana toma mos várias cervejas com o Prefeito elei to de Porto Murti nho, LUIZ ABREU, com o Vice, TENA e com o Empresário FELIX AL VES, na pauta • das conversas a agiliza cão do Jornal TRIBU NA MURTINHENSE e até a viabilização da sede própria do Jor nal em Porto Murti - nho. Palavras textuais de ABREU: "VAMOS PRESTIGIAR O NOSSO - COMÉRCIO, e o JORNAL DE VocEs? Assim como Quercia a GRÁFICA terão prioridade, desde que os preços sejam compati Veis com o mercado". • No tocante ao Jornal, Luiz falou: "SERÁ O ÓRGÃO DO MUNIC! - PIO DE PORTO MORTINHO". Nada mal para quem já recebeu moção de repúdio pela publicação·de uma pesquisa (na época chamada - de mentirosa) que dava vitória para Luiz Abreu. E a vitória de LUIZ ABREU confirmou a notícia da TRIBUNA MUR TINHENSE. De leve. - PRODUTORES RURAIS Almoçamos, em Porto Murtinho, com o Empresário e Produtor - Rural ERNANDE MAIDANA, com o também Produtor Rural, ZE ARANDA, de Antonio João,,que está investindo firme naquela cidade. Visitando Porto Murtinho, hospede-se na POUSADA DOS VIAJAN TES, em frente a Prefeitura, é o ponto de encontro de comprado tese vendedores de gado. Uma boa para os produtores rurais e comerciantes de gado. Vá lá e confira. Viação Caracol · o1.ver Ti t, n2 me de u menino n cido tum asilo, pei e sem 7e, bati zado às presas criado pela ir gina cão de Charles Dickens, grande s critor inglês, cru como esses meninos que vivem em bandos pela ruas das gran der. citlatlcs. Os, e ninou daqui roubam, mendigam, arrancam bolsas, relógios e pulseiras, quase sempre instrumenta lizados por adul tos. Oliver Twist , de coração bom, ro deado de arrogân eia, de cinismo, de avareza, de malda - do, também conheceu um chefe assim, em Londres, onde a ima ginacão de Dickens o colocou - em con dições semelhantes à realidade, por e xemplo, de são Pau lo. Que fazer? De Dickens aos Capitã es de Areia, de Jor ge Amado; do viole~ to adolescente A lex, na Laranja Me cãnica de Anthony Burgess, levada à tela por Stanley Ku brick, ao menino que meses atrás ma tou um médico em são Paulo e causou uma comoção na cida de; do antigo SAM a atual Febem; de eu femismos semânticos (apreender e não prender, ato infra cional e não crime, criança e adolescen te e não menor e, para culminar, um estatuto com apre tensão de resolver todos os problemas do País relaciona - dos com quem tiver menos de 18 anos de idade) chegamos a um fato: atos de violência (ou que - nome se queira dar, o sinônimo pouco im porta) praticados= por grupos de faixa etária cada vez ma- is rduzid ão d c+da vez te- c, . u- pelas rrno v que por tto É# » ±&j precisam cuidar da quest7o. o fato que não e mais pos oívc! t1par as o lhos diante do avan co, que tem sido cá da vez mais bru al, da violência juv nil. As autoridades - incompetente ( no existem as competen tes?) não têm sabi do diagnosticar o problema. Falam,por exemplo, em violên cia sem sentido,sem perceber que avio lência nunca é som sentido, como já en sinou Wertham, reno mado psiquiatra e critico social: "Os espiritos jovens são criticados", en sina ele, "podem fã cílmente concluir= que o sadismo e o barbarismo não são, na realidade, puní veis. t isso, precl sarnente, o que acon tece. A Deusa da Violência usurpa o lugar de Têmis, a Deusa da Justiça". Há uma sucessão de equívocos. Lugar de menor, aqui nO - sentido juridico de finido que demarca uma idade, não é na rua. O primeiro grande passo é tirá lo das ruas. A Fi gura do educador de rua é pedagogicamen te mais do que dis cutível. Rua (e a Escola?) não é lu - gar para educar nin guém. E são justa= mente essas crian - ças, abandonadas , marginalizadas, que merecem a nossa a - tenção. "O que fi - zestes a um destes pequeninos a mim o fizestes", recomen dava Cristo. A poe tiza Gabriela Mis - tral ponderava que .e, Li@Go x Chegou a hora de distinguir: carente, abandonado, u ti po de criança ou - do!escente; infra - tor, outro tipo,co pletamonte diferen te. As autoridades incompeten es, que não descobrir m ain da a pedagogia (neni sequer o llngungcnl para lidar com in - fratores, estão con fundindo perigosa - mente dar o apoio - social a que os me nores têm direito com o estímulo de a tos de violência (matar, roubar, a - gredir) e um reco - nhecimento implíci to do um Estado Ofi cial da Delinqun eia Tolerada. Aí,cn tio, as personal ida des em formação são precocemente defor madas: a linguagem, giria de bandido; a escala de valores - lamenta estar inter nado "só porque ma tou um canalha" (me nor na TV após are helião na Febem). Tudo errado. O infrator preci sa ser tratado, o= rientado, educado , profissionalizado. Seu ato não pode ser legitimado, em hipótese alguma com artifícios e tergiversações. As chamas que consumi ram instalações no quadrilátero do Ta tuapé possuem um significado simbóli co: a política de tratamento ao infra tor é um completo= fracasso. Precisa mudar e na companhia de um pequeno ~dvér bio: já! ------------------------======================================= Percival de Souza, Jornalista, é Presidente do Conselho Es- tadual de Entorpecentes (São Paulo) , ---------------------=======================================--- Vende-se Um Opala "Comodoro" - ano 79 - metálico de particular,por apenas - Cr$ 16.000.000,00 Tratar Rua Mato Grosso,550 - com André ANTONIO J0O - MATO GROSSO DO SUL BMB Diversões PROPRIETÃRIO: OMAR BOEIRA RUA: URIAS DE ALMEIDA, 775 - VILA NOVA - O PONTO DE E~CONTRO DA JUVENTUDE! '** LINHA BELA VISTA/ CARACOL, saindo às 15:00 horas diáriamente. ** CARACOL/BELA VISTA, saindo às 07:00 horas diária mente. 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Fone - 439-1846 Fu: Conde de Porto Alegre,368 - Bela Vista - MS CHIMORRO: UMENTIROSO É o p o,·n ando a repto tyer pulli.ada nrst jornal, dia 2 de ou tubro, a repito do problema do 1,1ÃO na aua Dore, em a qual o prefeito Edan Mora o refuta as crítica, dos moraores daquele bairro, o suplente de vereador e líder coma nltZiri.o, Ior,1cl Cha:. moro, disso que o "o r;0nho1 l'rc[<ÜlO Eduon Moraen na sua respos ta disse que somos de s informados e que es tamos deneqr indo n imagem de ela Vista e deu n entender que as nossas denúncias n~o correnpondem, a vnrdnde noa chamou de mentirosos, mentiroso é o prefeito, pois o problema do lixão vem ao arrantando desde MJIO de 1990, e quo pode e controvar pe lo documento ti- o publicados", Para ira] Cha - morro, "o pr»feito não entendeu a nossa posiçao, não ó uma poiçá0 políti e;,, norrn,1 pr ocut,a<.;Z,o é com a comundi ade, com a saúde de nossas crianças, com os nos os moradores, e, a J ém do main, a campa nha política iá pas r1ou, e ne tivénr.:omos a intenção de fazer do r.1xJ1.o um lnntru - monto político, te - rlamon feito durante a campanha". Entende o lldor daquele bair ro, que "Bela Vista não pode conviver com mentiras, se cm to - dos os municípios , nos pequenos, médi - os e grandes, no Associação dos Acre, ão Pau!o ou Paraná a preocupa - ;ao de todo cor o meio ar±ien e, co a saúde, o assun .o m.roce a eriedado <! r!iio polénicun nn imprensa. Acabe com o LIXO, enhor pre feito, depois faca comcntárion, r:rrar é humano, pcrmunc - cor no erro é burr! cc' 1 • Finalizando, Cha morro disnc que"~ vereador Cánr;io Acio ly, cm Junho de 90, fcz indicação ao prefeito a respeito do Lixaão, publica da abaixo, juntamen te com a resposta do prefeito naquela ocasião, quem men - tiu? quem está enga nando o povo?' com - pletou. Pequenos Produtores ,_ _,J .• - _, ;.;:_-- .. ,,,_. , . - . . . ;, •" à a '- . , . ' . .. '_ ... -~ "" .. _.._ .. ., ~ • , •• , i •• .- :'e-.3 ; s l.· a • 4À' i . . . + 3 .A -A»: ±g.i ·5'.·7,' ·-. s $.o 3•"cs?eis , # e Ofício no 196/90 CM Exmo - Senhor: EDSON MEDEIROS DE MORAES DD. Prefeito Municipal NESTA Bela Vista, 11 de junho de 1990 Senhor Prefeito, Na reunião Ordinária desta Casa Legislativa realizada no dia 07 pp., a Mesa Diretora dos trabalhos, recebera dos morado res do Bairro Ãgua Doce, uma denúncia, inclusive com amostragem de fotografia, quanto a situação do depósito de lixo naquele bairro. Outrossim, informamos que essa denúncia fora apresentada ao Plenário, na qual a Mesa comunicou aos demais Edis, que tomaria uma providência, juntamente com va Exciá., a respeito. Solicitamos ainda, que· seja·providenciado com a máxima urgên eia, um outro local para.depósito de lixo. Esperando merecer vossa atenção, agradecemos antecipadamente, com protestos de elevada estima e consideração. Atenciosament:e, Marcelino Cássio Biglia Acioli - Presidente Prefeitura Municipal de Bela Vista OF!CIO NQ 272/90/GAJl EM 15 DE JIJNHO DE 1990 DO - PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA - SR. EDSON MEDEIROS DE MORAES AO - PRESIDENTE DA CÃ."WA MUNICIPAL - SR. MARCELINO CÁSS10 BIGLI.Í. ACIOLI REF: COMUNICAÇÃO_ (FAZ) Senhor Presidente, As~im como Vs. Exci2s., também tomamos conhecimento da denúncia do depôs! to de li.xo no bairro Água Doce. Já solicitamos ao Secretário de Obrns providencias, quanto no aterro do. local, sendo que ali ficará destinado somente para depósito de galhadas r~! rados do centro da cidade que periódicamente serão queimadas. Sendo só para o tomento, subscrevemo-nos. Rurars de Água Doce OFICIO NO 001/ASPMD Bela Vista-MS., 29 de Maio de 1990 Do - Presidente da ASPRA-D Jo Sr. Prefeito Municipal de Bela Vísta Assunto - Depósito de Lixo, Remoção (Solicita) A Associação dos Pequenos Produtores Rurais dé Ãgua Doce, representando o seu quadro social, com posto de todas as famílias residentes neste bairro, vem mui respeitosamente, solicitar à V. Ex - eia,, se digne man dar tomar providên cias, urgentes, no sentido de que este bairro não venha so frer graves canse-: quências no que se refere a saúde, cu ja ameaça verrr do de pósito de lixo, con forme demonstramos~ a) A Prefeitura· está utilizando sua chácara situada em área central deste bairro, e lindeira a sede da ASPRAD, f>i!: ra depositar o lixo da cidade; b) Considerando que o depósito de lixo está situado na cabeceira da ba cia pluvial, que ba nha na sua totalida' de o bairro, indo desa'guar no Rio Apa; e) Considerando que as famílias des te bairro·&ilizam água parà deu consü , mo diário de poços de balde e não pou cos em cacimhas; d) Considerando que existem açudes que se alimentam canl águas dé chuva vin da por esta bacia e alguns desses açu - des servem de àrea• de lazer, para. a po :~ pulacão jovem do bairro, no verão; . e) Considerando quo no período,' de l== ------- chuvas esta bacia As águas escorrem do Lix2o até O Rlo Apa. T se transforma ém zando por dentro de várias C-h.-icarns pequenos rios tempo rário, onde crianças e porque não dizer as famílias mais hu mildes, aproveitam pa ra banhar-se e para lavarem suas roupas; f) Considerando que foi constatado que nos lixos deposi tados nesse lugar se encontram também li xos hospitalares, co mo seringas descar táveis com agulhas , bem como frascos de soro com seus equi - pos, alguos ainda com restos de medica mentas; g) Considerando que as crianças do bairro já estão ca - tando estes restos hospitalres, para fa zerem brinquedos , sem pelo menos, per ceberem os grandes riscos a que expõe; h) Considerando , ainda que já houva entendimento popular com a Prefeitura, on de ficou acertado verbalmente, que a área só seria utili zada para galhos",de árvores, resultados das podas, e que ao secarem seríam que_!: madas. Cujo o acer to verbal não está sendo cumprido, e Finalmente, para evitar consequênci as desastrosas, ape lamos para o bom senso de V. Excia., • no sentido que o re ferido depósito de lixo, seja removi - do, para outra área que não venha ofere cer maiores perigos o e mesmo porque, crescimento de nos sa cidade, se este!! de para este bair - ro. Sem outros moti a vos, afirmamos nossa consideração e estima. Pela Diretoria ADAIR SENA Presidente ·l Atenciosamente, EDSON MEDEIROS DE NORAES l>rcfcito Municipal tlXO NO LIXO Mantenha sua Cidade Limpa ) ' ~~ es i· i ê 1 ~ c ~ t c ! Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1274_30_10_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1276_04_11_1992 Voltar para a lista de itens