TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1276_04_11_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1276_04_11_1992Número da edição1276Data de publicação4 de novembro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.120629943195453 , -56.530950846172416 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1276_04_11_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto - --·-- -=- MELA VISTA-MNTO GROSSO DO SUL, - No 1.276 # DIARIO REGIONAL 04 DE NOVEMBRO DE 1992 DIHC'IO!l: lV/I,LJO Pt:IH:IW'I J - -"'--'--"--- --- =--- -- -~- - - .... --· - - - ::..--=- -==----=---' ~ BELA --- -- - - - -- VI ST PODER TER 11 V RE Como ,;e nabo, o número de veradores de um município é proporcional ao núme ro de habitantes, se undo a 1eqislacão @ leitoral, municípios coin mais ele 15 mil - habitantes podem ter até ll vereadores,no máximo, em suas Cama ras Municipais, e os te é o caso de Bela vista. Mesmo não ten •do regulamentado o número de vereadores para a próxima legis atura, anteriormen ~, o Legislativo be lavist.ensA ainda possuo-= tempo hábil p/ fazer isso· Esta semana re cebemos informações= da capital do Estado d q/ •xist.l'm rrovirnentaçÕP.fi• junto aos órgãos com petentes, através de advogados, no senti do de elevar de 09 para 11 o número de ngas na câmara Muni cipal já para o ini::. cio da próxima legi~ O Prefeito de Caracol, Cícero Bar bosa da Silva, foi um dos 22 homenagea dos pelo Jornal COR- ♦ 1 REIO DO NORDESTE de Recife (PE) pelos re levantes serviços ::: prestados ao Munici Palismo no Brasil. • Cícero recebeu vários troféus e di Plomas, entre estes, º troféu "Conde da Boa Vista". O prefei to caracolense foi agraciado com o di Ploma Expoente Nacio nal, promovendo o no l!le de sua cidade. Os promotores - enfocaram o relacio- latura. O Projeto ele vando de 09 para 11 vereadores cm Bela Vista deverá, segun do ao informações dar entrada na Câmara Mu nicipal nas próxima; sessões e ao que tu do indica, será apro vado facilmente,pois tanto o PMDB COIO o PTB, par tidos com • maior representativi dade no legislativo= belavistense, são fa voráveis a idéia, já que ficariam ambos - com mais um represen tante naquela Casa. Vale ressaltar, que o aumento do nú mero de vereadores - em Bela Vista não re presenta o aumento= das despesas do muni cípio com o Legisla= tivo, o percentual - repassado à Câmara será o mesmo, a úni ca diferença é que os salários dos pro ximos edis serão di- - . Cícero Barbosa namente do Pref. de Caracol com os de mais prefeitos da re giâo e também de ou tros Estados, desta cando·se também o seu relacionamento minuidos, ou seja, o duodécimo repassado pela Prefeitura será rateado entre os 11 e não mais entre os 09. Caso o Projeto seja mesmo aprovado pela Câmara~ o atual Presidente, Vereador Jorge de Souza Rosa, com a Imprensa. Segundo um dos organizadores,"o pre feito de Caracol é um exemplo de político democrata, buscando, sempre, fortalecer - as nossas institui ções, com isto dando exemplos de um homem de seu tempo". A vizinha Cara col está de parabéns não só pela escolha do prefeito como um dos .mais amorosos de fensores do municipa lismo, mas, pelo seu relacionamento com a imprensa. Jorge Rosa e Nélio Diário poderão assumir uma cadeira na Câmara Britto abre espaço para Negociação, Convoca Devedores a Pagar suas Dívidas para com a Previdência Social O Ministro da Previdência Social - Antonio Britto ini iou uma ampla roda da de negociação com devedores da Previ dênceia social, esp@ ialmente os empresa Fios rurais, prefei turas e Clubes de t'utebol. "Queremos - que todos paguem,por lsso vamos concluir entendimentos com to dos os setores. Da mesma forma, espera Ros submeter ao Pre- 1 idente da República Proposta para apres ?F a execução das lVídas". . Britto fixou Cuas prioridades de to prazo no Minis erio: manter ,todas':: ?_ gcêgs em curso no ".nist&rio, INSS e Ra DATPREV e traba- lhar no ajuste Fis- sistema atual tornou cal. Mas precisamos- se inviável. As em aumentar a nossa re- presas rurais foram ceita para fechar - equiparadas às urba- 1993. O Ministério nas, recolhendo so propôs, a preços de bre a folha de salã abril, um orçamento- rios, com.201. A tra 'ae .O trilhões de dicional cobrança de cruzeiros, mas houve 3 sobre a produção um corte de 6 tri foi abandonada. As lhÕes. "Não se pagã atividades rurais c/ 40 com 34 trilh~es", muita mão-de-obra fo disse- rarn penalizadas. As "Falta dinheiro c/ pouca mão-de-obra para 1993 e precisa- foram beneficiadas. mos encontrar fontes "A saida natu para assegurar, os ral é a cobrança via recursos destinados- produção, mas esta a pagar os atrasados mos negociando unia dos 1471". fórmula, com a mãxi- Nas conversa- ma flexibilidade, ca çôes iniciais manti- bendo ao setor ru das com o Presidente ral uma proposta de da Confederação Na- finitiva"- cional da Agricultu- ra, Antonio Ernesto Werner de Salvo,Brit to reafirmou que Página - 02 do PTB e Nélio Dió rio, do PMDB, 1O Su plente da coligação::. Força Popular, serão os dois vereadores - que ganharão uma ca deira no Legislativo belavistense, ao la do dos 09 já declara dos eleitos pela Justiça Eleitoral 1forme TE s7 Opções para o Desenvolvimento O vereador João Kalife, do PMDB, dis se ontem que a"futu ra Administração Mu nicipal buscará no vos caminhos para o desenvolvimento de Bela Vista". Para ele, "há, pontos positivos na atual Administração, devemos reconhecer - que o Prefeito Edson Moraes fez o que era possível, só não con cardamos com as prio ridades, temos ou tras, e serão priori dades que vamos ata= car de frente". Entende Kalife que um dos mais gra· ves problemas de Be la Vista, atualmente é a falta de empre gos, só que isto não é responsabilidade - de uma Prefeitura , mas de toda a comuni dade, sobretudo das chamadas classes pro dutoras". - "Entendemos que ·a economia belavis - tense - disse o ve reador é baseada na pecuária, nas fazen das, mas,os produto res rurais não podem empregar toda a popu lação de nossa cida::: de, evidente que ca be ao comércio e a indústria este ônus. mas para isto é pre ciso que tenham con dições de oferecer - ou sejam: Dr. Fer nando de Freitas E lias, Fernando Jor ge de Barros, Dr.Ge raldo Murano, Xan de, Marco Rondon .J t, 't.... Ver. ;_ -- João Kalife • vagas e pagarem um justo salário. Hoje o nosso comércio e a nossa indústria - não estão em condi côes ãe ampliarem os seus quadros". Nesta conjuntu ra, pa:ra Kalife,"an tes de mais nada e preciso unir a comu nidade, aparar ares tas, fortalecer clu bes, sindicatos, as sociações, e juntos buscarmos alternati vas. tão é áci1 , ninguem fa mila gres numa economia= como é a nossa, mas precisamos tentar". Kalife disse - que o problema de Bela Vista não é po lítico, nenhum pre feito pode fazer mi lagres, quando se trata de gerar em pregos para cente - Marcos Barbosa, Ro ney Moraes Simões Orlanda Freitas dos Santos e João Ka life. nas de pessoas, só se empreg5-las na prefeitura e com is to só trabalhará pa ra pagar os salári::. os, isto, hoje, r.ã é possível, pois a; exigências do povo nc tocante ao aton- dimento as suas no cessidades básicas, é efetivamente co brado. O que a Pro feitura pode fazer é criar condições - para este desenvol vimento, fazendo mais compras na ci dade, promover cur sos e palestras,via bilizar micro e pe quenas empresas, is to com o apoio do BANCO DO BRASIL e CEBRAE, para isto precisaremos criar organismos competen tes para adminis trar este quadro". Finalizando,Jo ão Kalife disse que _a preocupação de alguns empresários é sinal de cue esta ·mos no caminho cer to, essa preocu pacão reflete ae sejos de mudanças , é salutar, .com pletou". AMEAÇAS CONTRA JORNALISTAS. Página-04 LIXIO GERI CR Entre o Prefeito e • a· Imprensa JO» » TII 4A D BRITTO ABRE ESPAÇO PARA NEGOCIAÇÃO, CONVO~A DEVEDORES A PACiAR SUAS DÍVIDAS PARA COM A PREVIDENCIA SOCIAL o Ministro da Providencia Social - /111.r.nlo Br,ilto, !ni ciou uma ampla roda- da de ncqoclação com devedores da Previ dencia Social, espe cialmente os empreá rios rurais, prefei tura e Clubes de Futebol. "Queremos que lodotJ pugucm,por ,inflo vnmon concluir entendimentos com to don on uctorcu. l"lil mesma forma, espera mos nubrncter llo Pre= 1 íd<• n te- da Hepúbl ica prnpontn para apren sar a execução des dividas". l.lritto fixou duas prioridadeo de curto prazo no Minis trio: manter todas as acõeu em curso no Ministério, INSS e na DlTlPREV e traba lhar no ajuste Fis cal. Mas precisamos aumentar a nossa re ceita para fechar 1993. O Ministério propôs, a preços de abril, um orçamento de 40 trilhões de cruzeiros, mas houve um corte de 6 tri lhÕes. "Não se paga 40 com 34 trilhões", disse. "Falta dinheiro para 1993 e precisa mos encontrar fontes para assegurar os recursos destinados ª pagar os atrasados dos 147'!.". Nas conversa ções iniciais manti das com o Presidente da Confederação Na cional da Agricultu ra, Antonio Ernesto Werner de Salvo,Brit to reafirmou que Õ sistema atual tornou se i_nviável. As em= presas rurais foram ·equiparadas às urba nas, recolhendo so- bre a folha de salá rios, com 20%. A tra dicional cobrança de 3'!. sobre a produção foi abandonada. As atividades rurais c/ muita mão-de-obra fo ram penalizadas. As c/ pouca mãb-de-obra foram beneficiadas. "A saida natu ral é a cobrança via produção, mas esta mos negociando· uma fórmula, com a máxi ma flexibilidade, ca bendo ao setor ru ral uma proposta de finitiva". Britto disse q/ ficou feliz como a Confederação vê o problema. O setor ru ral quer voltar a pa nastro Antonio Britto gar a previdência So cial. Reconheceram q/ o setor diferente , mas não tão diferente que não desse para pa gar". Britto recebeu= igualmente os coorde nadares do Fórum Na= cional de Secretários de Agricultura e Re forma Agrária, lidera dos pelo Secretário= José Antonio Barros - Munhoz, de são Paulo. Estes manifestaram a intenção de que a con tribuicão do INSS se= ja efetivada com base na venda da produção agropecuária e com a líquotas diferencia - das para atividades - com utilização maior, ou menor de mão-de-o bra e que não excedam a 2,5%. Britto ouviu tam bêm sobre a contribui cão rural os trabalha dores rurais, lidera= dos pela CONTAG, i gualmente empenhados em encontrar uma solu cão para que os pro= dutores voltem a pa gar a Previdência so= cial. O Pais já conta com mais de 4,1 mi lhões de beneficiári os rurais, entre apo- sentados e pensionis tas. O INSS pagou em outubro 2,4 trilhões de cruzeiros em bene fícios rurais. Por outro lado, admitia-se que arre cadação das' contri - buicões rurais nao chegaria hoje a 300 bilhões de cruzeiros mensais. Quanto às Pre feituras, Britto re cebeu dirigentes da Confederação Nacio - nal dos Municípios , oportunidade em que insistiu na necessi dade das 700 prefei turas que tiveram suas cotas do Fundo- LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA, PREÇO DESTE EX: Cr$ 3.000,00 de participação dos Municípios bloquea da em outubro vcl tarem a pagar suas dívidas. "O blo auoio deverá conti nuar, disse, consi dcrando que J.400 - prefeiturns parcel~ ram • então cm dia com a Prcvidéncia - Social. "! ~ma dirc triz legal e de mora lização da cobrança por isso será manti da. A questão nem é financeira, e e tica". Britto·ressal tou que "o fato .de 3.400 prefeituras - estarem pagando à Previdência Social deve ser motivo de alegria, pois nin guém pagava nada a tê bem pouco tempo: Acrescentou q/ a Previdência So cial vinha facili tando os parcelamen tos das dívidas das prefeituras em 20 anos e com perdão - de 20 da divida. A lei de custe1o pr- via o parcelamento somen.e dos débitos a rasados, mas a no va lei, de junho,per mitiu o parcelamento da aiv.idn ptQ'J"n , • "f, prciso que os prefeitos se conven çam de que a cobran ça dos div.id ~ é prd valer, como o blo queio também é". Britlo r v lou, ainda que, como re sultado da ação fis cal de emergência , mais de 62 mil emprc sas empresas em to= do o País estão par celando seus débitos o que resultou numa receita de 100 bi lhões de cruzeiros , nomes de agosto pp. Com os clubes de futebol igualmen te enquadrados na ca tegoria de empresas, a Previdência quer - fechar um acordo· e entendimentos foram mantidos com os diri si todos dv a à vidrei4 Social qu : t executando d{vidas, co penho ras d bns, "quer determina a penhora é a justiça, as que remos uma solução ri gocind ". llri to propõs .. que a cobrança das contribuições previ dc-nciúria~ dos clu bes passe o ser fei ta sobre as rendas , tnnto para pagnmcnto das dividas passadas como para recolhincn tos ào restante. - A CBI-' ficou ele consultar os clubes. "O importante , afirmou Britto, é que ninguém vai fi càr sem pagar". - -----=-==== De: Normando Lima Ferro Velho Mais urn O mais completo Fer- ro velho e auto-peças da região, pecas novas e usa das. 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(Lilc) Ccrcntc CIlson SI1va Santos Redação, AdLnlstração e Parque rifico Avenida r1buw da Fronteira, 564 - Sede Própria - Fone (067) 4)9--141.0 - O• Posta1 23 - Bcl..11 Vista - Mto Grosso do Sul - Redação Jardh Rua 14 de llaio, 342 - l'ooe {067) 251-1669 (de prpr1a) Suc:urs.ii.a': Antonio Joio, Perto Murtinho, M'aracaju, oito e Caraes1 É "?deres e Capo Grande, rasfia e prietpats cm!' Re:prc.scnbntc.s Coctcr-cl.:dn 7bula Veículos e Corunlcasães S/C Lrda, Kua Ce1. 0sear fé to, 1123 - CEP: 0003-005- Paraíso - são Paulo/sP - F07 , (0i) 570-2142 571-803 - FAZ: (011) 571-9792 - Av. Pres'_ dente Varas, 590- 11? andar- Con]. 1109 - RI de Janet RJ .. e.E?: 20.on-000 .. Fone .. (O21)263-1129 - Fx 23-5%", SCS: Quadra I - Bloco G- Ed. Raracat, 505- Aras{La " CfP: 70.309·900 • Fone: (O61) 223-1511- FAX- 225-733. Não devolveos originais O jornal não se responsabiliza pelos artio; assinados " de orlgcss definida. Fll l•do .. J.DJ0RI /l4S e AnRAJ0ill A."S~..An:RA SE1<1:SIRAL .. CrS 300.000,00 L , ·' ' DEDO NI l- a4 , é Quando no feri - mo., o não cuidamos da ferida, ela infec ciona, e pode conta r,in,,r todo o corpo. preciso cuidar do ferimento ante - que o mo.amo debilite 0 organi:rn10. 'I'ornnr - r;n remédio!) apre prindon, J impar a ~ rida, vai doer, mui to, mnn a dor é paa sageira, é precioo - por o clcdo na ferida. Doln Viota entfi assim. Como uma feri dn infeccionada, - , Oi; que não estão feridos", encontram e COI as escamas noo olhos, e não vêC'rn os feridos. E noda fazem para curi los. Comodismo. - Caminhamos sob o vos, cuidando para - não quebri-los, as sim se encontram as relações "pós" elei ção de Abraão Zaca - rias. E ofensas se se Ju·m, E d Mi 7 i:!d•·:J r;:.io de:feitas, : os mal enLcndJdo:; pro1 if" - ram, germinando mais rancores, e vai e criando um clima in Guport.'."tvcl. Enquanto pnirn no aresta atmosfera de rutnlinç6ca, coplri to de dedo no gnti - lho, a CIDADE, a FE RIDA, vai 5angrenan do. E muitos vivem da iluoão de um pasoado que não volta, jama is voltará. E não querem aceitar a rea lidade, é muito du - ra, áspera, machuca, mexe com o nosso "eu". E qual a realida de da Bela Vista de hoje? Ela p0de ser cap tada durante a campa nha eleitoral, mui= tos não a conhecei - am, o povo passa fo me, não tem traba lho, quando tem, ga- nha pouco, precisa - de remédios, roupas, escolas para on fi - lhos, e vivem à spe ra dr un "r.i5laqro"·::. que nem le sabe - plicar como virá. Lojas fecham suas portas, não se abrem novas Empresas, fa - zendeiros de tradi - cão e de muito traba lho v6cm seus desce; denteG dilapidarem; fruto de nnos e anos de lutas. E perdem - terras, perdem gado, só restam ao lcmbran cas. Grandes lojas se foram. O comércio é uma pálida imagem dopas sado. 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Recordações são boaG cm certos instantes da vida , me não para dire - cioná-la. cm corton moncn tos, nossas feridas ta.mbém foram conta minadas, mas soube mos curá-las e esta mos FORTES, OTnus= TAS, cheios de fé para ajudar Bela Vista, para tirar - escamas dos olhos de companheiros de caminhada, para aju dar a curar feridas gangrenada, mesmo Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo Convênios: Unimed, Banco do Brasil, Prefeitura Municipal, Caixa suo's e Fazendas Plantão - 24 horas Fone: (067) 255-1261 BONITO - MS )!"'rO, . mn. alguns ei "l (. lÍ<JC.," preferem o comodi- mo dos mornos, pio elo· no, pois não sofre, não vibra, não or- te frio nem calor , nJo vive, VCGCT. E aos que, ao l rem este artigo duvidar m, ou o cri ticarem, pedimos , dom um passeio pe l, cidade, contem o número de lojas,mer cadon, procurem os salõce de barbcircn, convcrscm con o po vo. Veja a cara real de Bela Vista e não a que pintam on aco modados. ta verdade, ca be à nós ajudar na mudança desse qua - dro. 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MS SAÜDE ORIENTA HOSPITAIS SOBRE INTERNA(ÓES reteria { d nnt 4 o do o Honpitala convon!a int a 0nico do a@de - ( 'd, ) administrarem an inter na,0s, diante da falta do ro - cursos do Instituto Nacional do Assi tencia Médica o Previden ci 'ocil (Inamps) e da mudan ça o procedimentos quan o a Autorizaçoro de Internaçoos Mo pit lares (AH) . De,de aqosto, as co as men - sal d AIII estão limitadas _a um duodécimo do 8% da populaçao de cada Município, conforme Por taria 234, ditada pelo Minis - tório da Saúde om 7 do Feverei ro deste ano. S8qundo a Secretária de Sau de m exercício, Vera Lúcia Kod jaoqlanian, o sistema de saúde no Estado é consti tuído somente por iloupitnio privodou e fllan trópicos, sendo que aqueles con venindos oo SUS não pagos pelo Inamps, cabendo ao Estado fazer apenas o repasse dos pagamentos de /Ili. Ela explicou que os crité - rios quanto a isso são fixados pelo Ministério da Saúde, tanto que para a fixação das cotas pe la Portaria 234, foi enviada ã Secretaria Estadual de Saúde a relação da população de cada um dos Municipios sul-matogrossen se. Vera Lúcia reconhece que a mudança colocou os Hospitais em situação financeira mais criti ca ainda, tendo em vista que houve redução nos números AIH fixados pelo Ministério. Em função disso, ela orienta os estabelecimentos para que passem a administrar as interna ções, sugerindo que os casos de menor gravidade sejam tratados em ambulatórios, evidentemente se permitir o diagnóstico médi co. Nesse caso, existe ainda a vantagem de que enquanto ore - passe da AIHs é feito com 60 di as de prazo, as UCAS (Unidades de Cobertura Ambulatorial) são pagas pelo Inamps a cada mês. A necessidade de se adminis trar as internações é reforçada pelo fato de que o Inamps, como aconteceu em 91, deverá chegar ao final do ano sem recursos em caixa, o que significa expecta tiva de atraso nos pagamentos , o que é preocupante. Ao falar - sobre o assunto, Vera Lúcia es clarece que não é papel do Esta do definir as cotas de cada Hos pital e nem o pagamento. Mesmo assim, o Governo Estadual tem ajudado na medida do possível , como aconteceu com a Santa Casa de Campo Grande e o Sanatório - Mato Grosso, que receberam re - cursos do Estado para que não fechassem suas portas, prejudi cando dessa forma a população. de Histórico gora Lei Orgânica d~ Saúde_ (de número BOBO), que criou o Siste ma Onico de Saúde (SUS). Posteriormente, em fcverei - ro deste ano o Ministério da Saúde editou a Portaria 234 disciplinando que as cotas AIH passem a ser fixadas em um duodécimo de B% da populaçao de cada Municipio. _ Isso significa que o numero de Ali! deve ser dividido em par 'celas mensais. Afrânio ~artins explicou que embora a Portaria seja de feve reiro, para que houvesse tempo dos Hospitais se prepararem a nova realidade, a Secretaria de Saúde do Estado só passou a a - plicá-lo a partir de agosto úl timo. Isso foi feito em atendimen to à solicitação do então Minis tro da Saúde, Adib Jatene, que durante ·reunião com todos os Se cretârios Estaduais de Saúde no mês de julho, pediu que a Porta ria 234 fosse cumprida. Nessa reunião ele apresentou relatório de cada Estado, con - tendo informações computadas pe la Dataprev. No relatório de Mato Grosso do Sul alguns dados chamaram a atenção do Ministro. Dos 72 Municípios sul-mato - grossense,10 apresentaram índi ce de inernacão entre 20% a 27 comparado com a sua popula ção, considerado absurdo tendo em vista que a nivel mundial nos paises do terceiro mundo o percentual não ultrapassa 10%. De acordo com informações do Diretor geral de Assistência à Saúde da Secretaria Estadual Afrânio Martins, até janeiro deste ano as AIHs eram distri - buídas de acordo com o número - de leitos contratados ou conve niados de cada Hospital. Isso era feito com base na Portaria 3046, editada pelo Mi nistério da Saúde em 1982 com - fundamento nos critérios da Or ganização Mundial de Saúde (CMS). Em 1990, seguindo dispositi vo àa Constituição Federal pro rulqada em 1988, entrou em vi - Secretária Vera Lúcia de Segundo Afrânio Martins, em muitos casos isso acontece por que há hospitais que atendem pa cientes vindos dos Municípios - vizinhos. Nesse caso, ele esclarece que isso não prejudica os esta belecimentos conveniados, tendo em vista que quando da ocorrên cia desta natureza, há uma repo sição de AIH. - Ou seja, se um Hospital de Dourados atendeu, por exemplo, paciente de uma cidade ·vizinha, ele ganhará um AIH a mais, que é aquele transferido do Municí pio domicílio do paciente inter nado. - Esse controle é feito pela - Secretaria Estadual de Saúde com base nos relatórios envia - dos pelos hospitais, onde cons tam o nome do paciente, origem, data da internação e diagnósti co. As AIH são emitidas somente com a autorização dos auditores da Secretaria.de Saúde do Esta do. a ameacas • Contra Jernalistas Hoje em todo o mundo, não se admi.e « tas no exercício de sua profisso. me o nos pires da J ·:m r, ln!i.1 < ra ,J, ,oc;r.j_ .icil, qc1,,r.-io. <1 • liberdade, nao C ··or in,-; de f, rro (co•·,m1! ldC) r 1 's;,1::-, 1 --,· • -~ 1° autor1taro ível conviver com Governos e Po±i 1c0 a- çam a liberdade de Imprensa. te Jornal vem sofrendo a - Ultimamente alguns jornalistas d0st, 4 J ' já tomou , cacas por parto de políticos, a Direção do 'or"%;'';à • . • dar a gecurnça d i s - d a s a s providencias p a r a r e s g u r as a o9 • sionais o os seus direitos de trabalhar· ,Alei:a do Imprensa) ' f t • ADI (Associação Dres e r "+ , Comunicamos o @o a ," ·, ; e; (Asociacão Na-! ABRAJ0RI (Associação Brasileira de Jornais, N, UOR! (2a-] cional de Jornais (que congrega a grande imprensa, "' _y '8 • a: 'em comunicar no)e sociação de Diretores de Jornais),vamos, .an o , Federal o foto à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Policia , d : enadores e a e ao Deputados Estuduais, Deputados Fc cra1s, ~ - pr6prio Ministro da Justiça. « to não tue Por vivermos na fronteira, um tanto isolados, 1 s Ta 4 'I 1 a d • unidade nqu1 a JuoL1ca dizer que somos uma i ha cerca a e 1r.p • ' também funciona. t os a L · Para coibir os abusos da Inprensa, os excessos, ero < 01 de Imprensa que pune estes abusos, osscs excessos. . _ Paro 06 que desconhecem as normas de um Jornal, sua 1 inha, e tica publicamos abaixo o código de ~tica da ANJ, Tribuna segue rigorosamente este Código. Nunca deixamos de dar Direito de Res posta, uma prerrogativa do Jornalismo serio e nao compromet1ao. T _:_.- § E: ASSOCIACÃO - --- - - NACIONAL . ii ' bJüis T; o D trrr Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais • ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes prccci1os: -, Ma~ter sua independência r) .: _,woors nau««« seres». o funcionamento sem restrições da imprensa e o livre exercício da profissão 3......-- dos fatos de interesse público, não admitindo que sobre eles prevaleçam q_uaisquer intuesses 1 1 ·- - . . . L/ . - -- . . --- -· . ~ .,.Defender os dire.itos do ser humano, os valores da democracia representath·a e a livre iniciativa . ,-1 )sraro acesso de seus leitores ,J . às diferentes versões dos fatos e às diversas tendências de opinião da societiade r ()Garantira publicação de • contestações objetivas das pessoas ou organizações acusadas, em suas páginas, de atos ilícitos ou comportamentos condenáveis :J...,,m, • sigilo d,,;;;;;,.., 9 o "{.J Respeitar o direito de cada indivíduo à sua privacidade, salvo quando esse direito constituir obstáculo à informação de interesse público ~ r l. • •_:_ ~· -- ;v Diferenciar, de forma identificável pelos leitores, material editorial e material publicitário [).,-..s-- - cometidos em suas edições a lparierri~ Modas Confecções e Bijouterias Adulto e Infantil Diretamente âo Rio os últimos lancamentos: Conjuntos de Linho, Jeans. Roupas em malha, shorts, camisetas, pijamas, calcinhas, bermu das cores e modelos ã escolher. Pu~ Conde de Porto Alegre,368 - Fone - 439-1846 Bela Vista - MS 1 í Jornal l ribuna da Fronteira Faça hoje mesmo sua Assinatura 1 6 Meses Cr$ 300.000, 1 1 )! ! ; f' Hemosul Convoca População para doar Sangue "Oi• 11r-i pouco dr> i a quem ito precisa. Doo Sanque" .Com ee loqan, o Centro de ema- 1 oJogin <! ll<'rnot.:orapio ele Moto osso do ul - ilemoul, desen volve uma campanha de conscion ização da população para a formação de um estoque de San que. Indispensável para o aten imento de urgência nos hospi ais do Etado, a doação podc- 1,1lvar vidar., além de ajudar - os que necessitam das transfu sÕ<'n contínuos (hemofílicos) , oferecendo um produto de quali dade qarantida. - Qualquer pessoa pode doar sangue, desde que maior de 18 nos, ter peso oupcrior a 50 quilos, e, quando doador fre quente, ter feito a última doa cão no mínimo há tros anos. To do sangue coletado no llcmonul-; passa por uma "bateria" de tes tes, em laboratórios aparelha- dos com tecnologia de ponta. São identificados os pos síveis casos não diagnostica - dos de hepatite, sífilis, doen ça de Chagas, malária e Aids -; além da tipagem sanguínea e fa tor RH. - O possível doador recebe um atestado, com o resultado dos exames, em no máximo • 7 dias gratuitamente. Para ser considerado apto a fazer a doação, cada pessoa passa por uma triagem, feita - na hora e no local, para che car se o doador é portador de anemia. Quando anêmico, o Herno sul faz o encaminhamento médi co para o tratamento adequado. Dentro de trinta dias, es sa pessoa estará apta a fazer doações. DOADOR VOLUNTARIO Toda pessoa considerada apta, doa até 380 gramas de sangue em cada coleta. Essa quantidade é considerada corno ideal, sem comprometer o orga nismo do doador. Segundo infor mações do Hernosul, o sangue doado é rapidamente compensado pelo sistema circulatório de cada indivíduo. A legislação e.m vigor define o doador em duas categorias: o doador que socorre familiares ou conheci dos; e o doador voluntário. A ~finicão do doador voluntário considera aqueles que doem ou tenham doado sangues no mínimo una vez a cada seis meses, du rante o poríod de dois anos. Pocen!emento o Governador Pedro Pedronsian sanrionou a Lei l.272, que assegura a cndi mento priori ,Ídn ,10'., dn,1dor0;1- voluntários, devidament compro vado, junto aos hospitais, po:, tos de Saúde, erviço ambulato riais e congêneres, da rede pá- blica estadual. A mesma Lei pre vê também, garantia de matrícu la de filhoa de doadores volun tiriou de uangu0 noo c9tabolcc! montou da rede entadunl de cnsí no, independente de gualquer = forma de scl~ção. A unica condi cão é renpcitar as normas esta:: belccldns pela Secretaria de E ducação para o calendário coco lar. Para a coleta do sangue, o Jlcmosul utiliza material de l(l linha, devidamente csterelizado e descartáveis. Os funcionários do órgão são todos técnicos trei nados, e durante a doação, tan to o doador como o coletor não entram em contato direto com o sangue, nem com material usado. Esse procedimento garante a qua lidade do sangue, além de evi tar contaminações. Todo doador voluntário é cadastrado pelo He rnosul, para facilitar futuras - doações. VENCENDO TlBUS A doação de sangue é consi derada um ato de benemerência-; Ja que a pessoa doa um pouco do que tem para salvar a vida de alguém. Pesquisas realizadas en tre a comunidade, revelaram que um dos fatores que inibe a doa ção é a existência de tabus e crendices populares, lembrados para justificar a não doação. O Hernosul desenvolve várias campa nhas para esclarecer o assunto. Doar sangue não vicia, não en gorda nem emagrece, não existe, a possibilidade de contrair qual quer doença, a doação não afi~ na nem engrossa o sangue. As restrições para a doa cão se resumem à condições físi cas do doador no momento da cÕ leta, Não se recomenda fazer a coleta quando se estiver gripa do, portar alguma infecção,ale~ gias e fazer parte de grupos de risco para doenças sexualrnente transrnissíveis. Além disso, o doador não poderá ter sofrido - intervenções cirGrgicas recente O llernosul mantém um médico q/ gratuitamente faz o exame cli rúco geral e a orientação adequada . I 1 ✓ BRUM E CID LTDII. Distribuidora dos produtos BRA1Il-1A para Bela Vista e Região. Oferecernos·todo tipo de ma teriais para festa, corno - freezers, mesas, cadeiras, copos e transporte. CERVEJAS, REFRIGERANTES E CHOPP com 15 dias de ante cedência. EDITAL, DE PRIMFIPN E O Dotor M, todo de to tr de ... lU, .! t1 T"9l"1 1'11 ,,..t. t!'!" .•. l ta, i+ te!to tar'r!o » ' f :,.J> r AI • « 'e , t to .t 00 195,ra l o a p'!io s+. '+s,0 ! 4 da avall aso e' ao ado r!toa. l .o0ta. {«e pai Ians ,ta a «a d, d brn t de 2i),'s» hectare (d se ta me =.ar )sitdrMn, d Cara o!/, d onfror' oes : Morte com a Fazenda ]ara a de te! P + hR-77, que l!s Jardt a Porto Mur lho co terra Mi F Ide, arcta, Leste, com terras do Fazenda M!larosa, d João td!da; s da Curra!zInho, de Aral Rodrfus, a reter!ta ara eotrase p to!a cercada, bem loalirata, avaltada pelo valor d Cr 5).000,00 (qf tos uelros)- por hectare, no total de Cr$ 50.00.000,0 (lrn. ·nt. Ises de ruretros), o}eto da ratri ula n? 4,692, livro 02 do Curtdrfo de Registro de Iuo,els desta cidade. Ma Prlrelra Praa o Imóvel não será allenado por preço Inferlor ao da a«lf,ão, endo _ue na unta Praça, qu só terá oportunidade se resultar negativa a primeira, o lmovel arta vendffo a quem mais der e mafor lanço oferecer ainda que por preso abalo da avaliação. Mio havendo expediente qualquer dos dfas desfznados para as Pra,as, estas realizar-se-+no no suo d1a local dos dias Ledfata ·n'e sepultes, Caso o devedor nao se}a encontrado, ftca desde fa INTIMADO por este Edital com prazo do 15 quinze) d1as, das datas desfadas_para as rasas. Dos autos consta a Hipoteca de prIrelra Grau e se conortncfa de terefros do !nivel penhorado, em favor de Victor Haroldo Lino, e Epaminondas Rodrtxues da Ilva arresto para a rantia da Execução em favor de Joao Loureiro Pinheiro, e Retstro de Penhora para arantfa - da d[vida em favor de João Eduardo Lino. E para que ninguém possa alegar tenor@nIa, fol ex pedido o Edital coii prnzo de quinze dLas, que será affxado e publicado na forra da Lei. Dado e passado nesta cIdade e Comarca de Bela VIsta, Estado_de Mato Grosso do Sul, aos tres dfas do mes de novembro de 1992, Eu Fdzard Ibanhes), escrtvao substituto, datflora fel. Pedro Verg[1lo da SI1va- Escrivão Judfetal por deter!nação PODl(lt JUDICIÃl(IO DO ESTADO DR HATO CROSSO DO SUL - <n1ARCA DK BRI.. VL'ITA EDITAL DE PRIMEIRO E SEGUNDO LEILÃO O Doutor José Eduardo Neder MeneheIIi, Julz de Dtrefto da Coarca de Mela Vista, Fs tado de Mato Grosso do Sul, na !orca da Lel, etc •.• FAZ. SAHER a todos qunntos o presente Edital v1rer, ou dele conheci.Pento tiverem e in teressar possa., expedido nos autos n9 25/92, de carta Precatôria oriunda da 4[! Vara C{vel da Comnrca de Dourados/MS., extra{da dos autos de Execução ng 758/87, proposta pelo Banco ltnú S.A. contra Carlos ',Ja~ner Cuaritá Marqu,s e Outr-o, em trâmite p-or este Juízo e Cartório Judi cial, que nos di.1s JO de novembro e 15 de dczer:ibro de 1992, respecttvanente às 14:00 horas - no local destinado Às hastas públicas, no EdIfclo do Fórum, s!to à rua Barão do Lodário , 159S, nesta cidade, o lcilOf"iro nooe:u'o levará a público pregão de venda e arrem.ataçêo .a quer.1 mais der e naior lanço oferecer, referentes aos bens penhorados nos autos acima rencio nados e abaixo caractert.zados: 1) Um sernovcnte espécie bovina, da raça nelore de nome Baste RV, categoria P.O. do nexo r.ias• culino, de cor branca, com 46 reses de idade, registrada sob o n9 9.513, avall.ldo er.1 CrS 1.000.000,00 2) Un senovente de espécie bovina, da raça nelore de nore Canecão categorfa P.O. do sexo rios culino de cor branca, com 33 meses de idade, registrado sob o n? P-180, avaliado er Cr l. 000. 000,00. 3) Um secoventc da. Pspécte equina, da roça n:iangatorga de noe C. Rinccón, categ.orla puro, do sexo r.iasculino, cor alazão com 40 r.ieses de ldnde, registrado sob o n9 47.193, avaliado em CrS 2.500.000,00. ) Um serovente de espécie as!nina da raça pêga de nome Mimoso-CM, categorL'l puro sexo nascu lino, cor ruann cora 6 nno.s de idade, registrado sob o ng 70, avaliado en CrS 4, 000.000,00 .. - S) Cm scmovcntc de espécie asinina, da raça pêga categoria puro, de nome Amorosa, do sexo !e cinino, cor ruana, com 6 anos de idade, registrada sob o nQ 4.119, av.Jl lado e.e crs - 2 .000. 000,00. 6) Um scmoventc da raça pêga, de espécie asinina, categoria puro, de nooe Avestruz, C.O"" na, do sexo !er.iinino, coe 6 anos de idade registrada sob o n9 2 .. 907, avaliado er.i 2.000.000,00. 7) tJo semovente de espécie asinlna, da raça. pêga, categoria puro, de noe Cande-rór, do sexo feminino, cor ruana , 4 anos de idade, registrada sob o n? 3.143, avaliado e CrS 2.000.000, 00. 8) Ln seovente de espécie asinina, da raça Pêga de nome Ariranha, c.a.tegoria. puro, se.xo fer.ii nino, cor runna, com t. anos de tdade, registrada sob o n? 2.917, avaliado em CrS 2.000.000";" 00. FONE (067) 439-1306 BRAHMA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! ** Rua Antonio Mari~ Coelho, ~39 Bela Vista-MATO GROSSO DO SUL Brahma é Brahnia Você Sabe! 9) Um senovente de espêcie ns1ninn, da raça. pega, categoria puro, de nor:e Aruana, do sexo feoinino de cor ruana, com 7 anos de idade, registrada sob o ng 2.916, avalLada c:::i CrS 2.000.000,00. 10) l'tl ser.:.ovente de espécie equina, da raça nangalarga, de noe hare categoria puro, do se xo cascullno, de cor alazão co 110 oeses de idade, registrado.sob o ng 5.688, aval!ado e CrS 2.000.000,00. Todos os semoventes acima mencionados encontram-se sen defeitos físicos, bem desenvolvi dos e bem nutridos e npacentados na Fazenda IIapuâ, neste mua1.c!pio, de propriedade do re qu~rido Carlos h'agner CUarltá Marque. Total da aval!ação é de CrS 20.500.000,00 (vLnte f lhoese quinhentos mil cruzeiros). No prU::eiro lellao os bens nao sen10 alienados por preço - inferior ao de avaliação. Sendo que no segundo, que ~õ terá oport.untdade se resultar negati vo o prlceiro, os bens serao vendidos ec frnnco leilao, a quem mais der e calor lanço ofere cer ainda que por preço abal.xo da aval!ação. Não havendo expediente e qualquer dos dias de signados para os leitões, estes realizar-se-ão no oesmo horário e local dos dias úteis lr.ie":' diata.mente seguintes. No caso os devedores não serem encontrados, ftca.m desde Já intimados - por este Edital, da data. desi:;nada para os leitões, não constando dos autos ônus ne recurso pendente sobre os bens penhorados. E paril que ningi;êm possa alegar ignorânc:{a fol e."'C.pedtdo o presente Edital co:i prnzo de quinze dias, que sera afL"<..ldo e publicado na foma da lei. Dado e passado nesta cidade e Co marca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos vInte e seis dias do r:es de outu.bro - do ano de cil novecentos e noventa e dois. Eu Ilda Borq:es, Escrevente Judicial, o datilosrafel. Pedro Verg{lio da Silva, E.scrivã.o Judicial por detern1nação. Nova CL T: Legislaçã-o Mudança na. Trabalhista BIT-Revista tem esquema para mantê-lo atualizado As leis trabalhistas URBANAS E RURAIS passam por urna profun da reforma. Uma Comissão de Juristas de Alto Nível, três de les, inclusive, integrantes da BIT-Revista, trabalham na prepa ração da NOVA C. T,.T. e toda legislação t.ra.balhista rural. Acompanhe passo a pa.sso as mudanças, atravês da BIT-Revista. ~ a revista de menor preço no mercado de revistas jurídicas especializadas, além de se constituir em uma das mais requisi tadas do País, pois ê escrita com uma linguagem simples e efi ciente, ao alcance de todós. Peça um prospecto com todas as informações escrevendo para: BlT-Revista - Revista Nacional de Orientações Trabalhistas e Previdenciárias URBANAS e RURAIS. _ Rua Carijõs,905 - Caixa Postal, 369 - C'SP:· 17600-150-TUP.l/ Sao Paulo - 7'elefone/PA'3X (0144! 42 - 3645 - FAX (0144)42-4461 l, l n I o r me T F AJ'° J DIA DE TODOS OS SANTOS io dia 1o de No - vemhro 6 comemorado o Dia do 'Todos os Santo, ou melhor,da queles Santos que não receberam dentro do calendário reli - qioso, um dia esnoci fico dedicado à eles, ao contrário de San- Dia dos Finados No dia 02 de No - vmbro, sequnda-fei ra, foi celebrado em todo o Brasil o Dia dou Finados, cm Bela Vista tivemos missa pela manhã no Cemitê rio de Agua Doce com a presença decente nas de pessoas, du - rante o dia inteiro milhares de pessoas visitaram parentes e Lo Afonco, sJo Grrol do, ão Clemente,ão Judas Tadeu, ão Cos me e Damião, Nossa Senhora do Perpétuo ocorro, Nossa Senho ra Aparecida, São Paulo, São Pedro etc., 1o de Novembro foi também o dia doo amigos (alccldos nos Cemitérios de Água Do cc, do Diotrito de Nossa senhora de Fá tima e também no Ce mitério da vizinha - cidade de Bella Vis ta Paraguai, onde muitos brasileiros - possuem parentes mor tos, de carro, de bi cicleta, de carroça ou a pé, todos os promeseiros do "São Nunca" pagarem o que prometeram, e não o fizeram estão deven do e o castigo vêm - de cima porque, corno muitos outros, " São Nunca" também está - incluído no "Dia de Todos os Santos". meios de locomoção foram utilizados pa ra cumprir o ritual de ir ao Cemitério - rezar e acender ve - las para os entes queridos que já par tiram desta para me lhor, numa demonstra cão de fé e devoção à Deus Pai Todo Pode roso. Foi ocando até no Cemitério Parece-nos que fo focar (falar da vida alheia) está para al gumas pessoas como o alimento diário está para todos nós, se - não vejamos o seguin te fato: estávamos - no cemitério do Ãgua Doce, por volta das 16:30 horas, acenden do velas na Cruz Principal, ao lado - várias pessoas acen dendo velas e rezan do pelos seus mor tos, de repente ouve se várias pessoas conversando alto e algumas até rindo. Entre as várias - baboseiras que dizi am chamou-nos a aten ção esta: "A fulana largou do marido, v2 cê sabia? Verdade? E o marido dela foi em bora? Não, alugou um quarto lá perto de casal Por que será - que eles se larga ram? Por que ela era muito Santa"!! Vê se pode, até no cemité rio as comadres não deixam de tricotar - sobre a vida alheia, o pior é que no meio de tanta fofoca teve gente que até se per deu na reza que esta vam fazendo. A exem plo destas, tem mui ta gente por aí, ho mens e mulheres, que gostam de cuidar da vida dos outros en - quanto as suas estão mais sujas que pau de galinheiro, mas , como diz o ditado po pular, "cabrito não enxerga o rabo"!! Bi HISl AS NO RIO AP?A Com o forte calor que vêm fazendo nos últimos dias na Prin cesa do Apa vêm au - mentando muito o nú mero de pessoas que procuram as águas do Rio Apa para se re - frescarem, principal mente nos finais de semana e feriados prolongados como o do último dia 31, 1o Pesca Predatória Voltamos a insis tir, é preciso uma fiscalização constan te nas águas do Rio Apa e córregos adja centes, é grande o número de pescadores portando todo tipo - de equipamentos pro! bidos de utilização em nosso Municipio - que chegam e saem da cidade nos últi - mos dias, muitos le- e 2/11. Pena que a água do Rio ainda es tá um pouco suja de= vido as fortes e constantes chuvas bem como alguns lo - cais bastante procu rados que estão com muita sujeira na bei rada do rio e outros com suas estradas in terditadas, como o Paço existente abai- vando centenas de quilos de peixe, que representam a depre dação e destruição - da piscosidade de nossas águas, outro ra tida como uma das maiores de toda are gião sudoeste, .sõ perdendo para o Rio Paraguai. Pedimos às autoridades competen tes que voltem ' as suas vistas para es- xo do Parque de Expo sições Rio Apa, pró= ximo à Chácara da Sra Gilca Lino. Se - ria interessante a Secretaria de Obras dar uma olhadinha nesses problemas,com certeza os milhares de banhistas agrade cerão. se sério problema que atinge diretamen te à todos os bela vistenses, pois a con tinuar do jeito que estã, em poucos anos não teremos mais nem lambari no Apa. Ai vão dizer "bem que aquele chato do Ubaldino vivia di zendo isso!" - Mistura Perfeita te [ão a Lenha e Agua do Miranda Muito confortável, o e1r ;roso do 'l, tem queros 4+· bar. · A casa serve comida caseira, fornece barcos com motor de 8 ;7 O : s +qu da regi o. piloteiros experientes is 49 , tios 1 · 1. r d t a a t Z o i ? i «+ Pro ·x1· f'.10 u un r;o•i o d.V l!Ç"IOO <.ü • o • , l' - , M' +da nu.a vi Iam ana, dis.an.e 150 quilômetros de ar!'· ' teitas dir 4e km do l ar + horus <.Jc burco ,, r,ot.or. /'éJ rcsrrv((Jf 7 ) o"~;·_· 12r,2 (1.1·.J. ·, ,: A l Telefono ) 44 mente em iranda pe .o e 'w' a, e pule desta terça - - • ., J l O Estado d 5ao +a' O anúncio e do orna. tos a .,lo cidade de Miranl t 'ta e !ospt a.a « • feira, 27 de outubro, a oni • • 1 ·, ,tr·•ui do Punt.un,I . 1 da está aqui do nosso lado no porta ce a ' as regiões mais belas do mundo. uma a.s i " , descobrindo as belezas -' Enquanto os qrandes centros estao ' '.,: q [ - H conhecemo, mu1 .os saem - de nossa reqio que nos .aml em nao ao _" i o - :,,e pontos turisticos dos daqui para irem conhecer os pra1u 5 • 1 grandes centros. hoped Uma esticada até Miranda neste final de ano, com ';" " gem no agradável Doira Rio Hotel é sem duvidas uma grande pe dida para as férias de final de ano. Que tal??? Povo Atento para as Roubalheiras Está mais do que provado, ou os co - merciantes em ~eral se adaptem aos no - vos tempos, venden do produtos de qualidade e melho - res preços, ou são obrigados a ficarem com seus produtos emperrados nas pra- teleiras, é grande o número de famíli as em nossa cidade que compram quase - tudo em outras cida des e a tendência€ aumentar ainda mais depois do fechamen to do Supermercado Niohikawa que re presentava uma das boas opções de com pras no setor de qê ncros alimentícios. A verdade é que o povo belavistense já não aceita mais de nãos abonando as cxploracões e as roubalheiras. Está mais do que certo. Avisamos aos que gostam de comer uma boa carne de porco que o Açougue e Mer cado Estrela, de propriedade do nos so amigo "Jipe" es- tá aceitando enco - mendas de leites , próprios para o con sumo, para o Natal que está se aproxi mando, é bom os in teressados irem fa- zendo suas encomen das porque segundo as inforrnacões do proprietário, a procura cstá sendo grande desde a qora. Fechou o Nishikawa Em edicão da se mana passada do Diá rio Tribuna da Fron teira, na coluna IN FORME TF, veicula - mos matéria intitu lada "EMPRESÁRIO A MEAÇADO PELA POLITI CAGEM" onde noticia mos a perseguição - que o proprietário do Bailão e Discote ca Bossa Nova vinha· sofrendo por parte de algumas pessoas que desejam fechar aquela pista de Bai les, tudo por moti vos políticos. Esta semana recebemos in formações de que um comerciante, mora - dor na Baixada Co rinthiana se sentiu atingido pela maté- ria e registrou queixa na Polícia - contra o proprietá rio do Bailão, Vil son Fernandes, por entender que ele mandou publicar a matéria com o obje tivo de agredir o citado Empresário. O titular da Co luna Informe TF , Ubaldino Rodrigues, foi citado como tes temunha do caso e provavelmente nesta semana será ouvido pelo Delegado José Raimundo Pinto Fi - lho. Até agora não entendemos o que o referido Empresário deseja, não sabemos· nem testemunha de que ele acha que s_2 mos, afinal de con - tas não citamos o n~ me de ninguém, mas vamos à Polícia es - clarecer os fatos e, é claro, a partir da ~róxima edição desta coluna estaremos con tando nos mínimos de talhes, todo o desen rolar do processo dando nome à todos - os envolvidos para - que tudo seja devida mente esclarecido. Aguardem, não é todo dia que o Repórter se vê envolvido em casos de Polícia. Como diz o ditado, a carapuça serviu pà ra alguém, que agora tera de vesti-la , queira ou não!! Compra Como haviamos in- res belavistenses O pior de tudo e- N 'lh ov1 as vazias, meio sangue Nl formado em nossa co- pois ficam sem um es que com o fechamento 'e ore x Europeu, de 18 24 luna, o Supermercado tabelecimento comer- Nishikawa, muitas fa meses. Nishikawa, de pro cial dos mais comple milias ficam sem uma priedade do nosso a- tos que existia em opção para fazer su- Tratar com Rosi Cristina migo Roberto Hiroshi nossa cidade em maté as compras, porque - Nishikawa, fechou ria de gêneros ali= em matéria de Super- Fone: (067) 383-589 3 mesmo as suas portas menticios, e qualid~ mercado de qualidade em Bela Vista, e de, além disso era o Bela Vista hoje está quem mais sai perden que oferecia os me - deixando muito a de- do são os consumido= lhores preços sejar. FRESERYE ü Fiá E NfL@Ri a e J ' ' l freinia em Ratary. Obrigação ou Dever Cristão Adjori Elege Diretoria 1 - f de todos abldo o célebre ditado : água que corre não@deteriora mas a áqua es +agnada apodrece", Assim tem sido a baixa - reauência em nosso clube,, frequência eng que vem,caindo gradativamente, men a mes,qi rando ultimamente em percentuais lamentá veis, • Em contrapartida há do se reconhecer o r,t'•rito rlo no:ino clube no tocante a promo cães e relativa a solidez em finanças. Ma, em se referindo à frequencia, não só esta - os estagnados mas sim regredindo. Ou será que a frequência não assume um papel tão im portante DBnim, _ a ponto de oer relogacJu a u:n plano secundaria ? Questionando o poten- Presidente - Jorge Pacheco (Amambai) clnl, o valor individual o o trabalho coti- lo Vice Presidente - João Natalício de diano de cada um de nós, será que o tempo - Oliveira (Ponta Porã) no5 e tao cxiguo, Gera que somos mais ocupa 2o Vice Presidente - Maria Estela Velas CONGRESSO EH JNGRJ. DOS REIS dos que os companheiroo de outros clubes c] quez Pereira (Bela Vist-a) frequência de 1008 ? 1o Secretário - Dupr@ Garcia Coelho (Co~ O Presidente eleito da ADJORI es ará Frequência 100'1. não induz ao mérito de ta Rica/Camapuã) neste final do semana em Angra dos Reis - ser bom rotariano. O bom rotariano é o que- 29 Secretário - Irineu Ferrari (Miran - RJ - participando de um Congresso, com a trabalha, participa de reuniões , de promo - da) presenças de Ministro, d e E, ta do , Govunl çõcs, que vive com o seu coração coroado de Diretor Cultural: Ivaldo Pereira (Bola dores e diretores de jornais do interior alto espirita rotário, que é o ideal de ser Vista/Jardim/Porto Murtinho) do Brasil. vir. ·- lo Tesoureira - Izolina Machado de Oli- 1. partir de Dezembro voltará a circu - Dai surge a questão: se um bom indice- veira (Ponta Porã) lar o jornal da ADJORI e a sede cm Campo de frequência como está ocorrendo, em que- 20 Tesoureiro - Dorival Cesar Quintana Grande será ativada. às vezes um companheiro ma 1 conhece o que ·- -::__-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-=._-:_----;:::=================================~ senta ao seu lado, não se pode fecundar , ~ praticar e gozar de um bom companheirismo , em toda a sua íntegra, Partindo de todas essas premissas e in dagacões, frequência em Rotary não deve ser encarada como obrigação de corpo presente - nas nossas reuniões, haja vista a imposição do concurso de frequência que vem sendo rea lizado. • • Frequência em Rotary deve partir do in timo, do prazer e da profundidade de cada~ um de nós, com o intuito de servir ao proxi mo. Se "f: do Calvário que nascem as maiores esperanças ... ", será que não nos estamos a fastando de Deus Nosso Senhor? Porque é tão e somente quando estamos com ele , inspira dos e aprofundados no nosso dever de cris - tão, é que poderemos amar ao nosso semelhan te, principalmente ao mais necessitado. Portanto, se uma das metas fundamen tais do Rotary é servir ao mais carente, de vemos nos aproximar mais de Nosso Senhor p ra que nos dê forca, boa vontade, muito a mor e compreensão para que participemos de nossas reuniões, a fim de levantarmos e so lucionarmos os problemas e sofrimentos de quem muito depende de cada um de nós. Portanto companheiros, vamos refletir bastante seriedade: sem os ensinamentos de Jesus Cristo, sem orações e sem espírito cristão, jamais seremos bons rotarianos , não teremos boa frequência, e sem, frequên cia, não há companheirismo. A Auocia;ano a ornei ano ·+ Mato Grosso do u! -- A!I - l u qo, em Pon a Por, nova diretor conduzirá a ntidade no binio 92/92. A eleição foi n sede do JORNAL 'A PP- A e contou com a participação dos mais destacados empreários de comunicação do inter i or. Foi eleito preridente o d'retor do jor na] CORREIO DA FRON.EIRA, de A +mi, oor Je Pacheco, por aclamação. Pacheco é muito bem relacionado com a diretoria cl.i /,FlHJ./O RI - e com a imprensa interiorana, realiza rii um bom trabalho. 1SSlM FICOU CONSTITUÍDA A NOVA DIRETORIA: SUPLI::NTl:S Valdemar Bairosky (Corumbá), José Vala dares (Navirai) e Rosario Congro !to (Thê Lagoas) . NOVENA DE SANTA CLARA Oh! Santa Clara que seguiste a Cristo com tua vida de pobreza e oração, fazei que entregando - nos confiastes à providência do Pai Celeste no inteiro abandono aceitemos screroi,x,nte tua d1 vina vontade. Santa Clara bela e formosa iluminai os meus - caminhos para a Glória e par!' vitória, livrai {e dos fm igos e dos problemas. . Peço a milagrosa-Santa Clara que cubra minha cabeça em seu Manto Sagrado. Guia-me Santa Clara para que possa resolver todos os meus problemas. Amém. Banco do Brasil vai Reàuzir Taxa de Juro O Banco do Brasil apresentará, na pró xima quinta-feira, ao presidente em exerci cio Itamar Franco alternativas para rc ducão das taxas de juros de seus emprés timos. A informação é do ministro do Pla nejamento, Paulo Had dad. A decisão de baixar os juros do BB foi tomada, cm reunião de Itamar can Haddad, o presidente do BB, Alcir Callia ri, e o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Dani lo de Castro. A redução dos ju ros do BB foi anun - ciada ao mesmo tempo que a redução das prestações dos mutuá rios de financiamen= tos habitacionais da CEF. Itamar quer di minuir os efeitos da recessão e do desP.m prego sobre o bolso do trabalhador e re tomar gradualmente e desenvolvimento eco nômico, através de taxas de juros supor táveis. O presidente tem exercicio tem re clamado dos juros , mas o próprio Banco Central encontra di ficuldades em redu - zir a taxas do merca do aberto com edo das consequências na inflação e nas possi bilidades de finan ciamente do Tesouro. Diretor de R lações Públic tantti (Dourados) Diretor-Jurídico ilee do A res tu rado) CONSELHO PISCA. Pedro Arizoli (Nova Andradina). Álvaro Preira (Jardim) e Jairo Lima (Mundo Novo) (I.B.P.). LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL PREÇO DO EXEMPLAR: Cr$ 3.000,00 Governo e pequena empresa. O Sebrae quer promover esse encontro. Procure no Sebrae O CUIA DE DEFESA DA PEQUENA EMPRESA que lhe interessar e veja como pode ajudar a promover esse encontro. Uni.!lo, estados e municfpios juntos est.!lo comprando este ano quase 100 bilhôes de dólares em bens e serviços. Apenas 5% desse valor serão encomendados a pequenas empresas. Isto n:Io é bom. Bom seria comprar mais dos pequenos para dar força aos municípios, às economias regionais, aumentando os empregos, fixando as pessoas nos seus locais de origem. Espalhando riqueza, desenvolvimento e progresso pelo Pafs inteiro. Em toâo unto há pequenos empreendimentos. Para mostrar que isso é verdade, o SEBRAE está lançando dois Guias: um para convencer os responsáveis pelas compras nos governos que pequenas empresas sJo fornecedores confiáveis. Outro para mostrar às pequenas empresas como podem conquistar um merca.Jo tão importante. - - SEBRAE - - MS TrA Lu SEBRAE: abrindo mercado para a pequena empresa. SEBRAE MATO GROSSO DO SUL- A Femuanao Comes da Casta 658 - Centro <Tal. (067) 382-6360 - Cao Grade APOIO : TRIBUNA DA FI!ONTEIRA BMB Diversões PROPRIETÁRIO: OMAR BOEIRA RUA: URJAS DE ALMEIDA, 775 - VILA NOVA - O PONTO DE E:'.i!CONTRO DA JUVENTUDE! ANTONIO JOÃO MATO GROSSO DO SUL MTR E] Retífica em Geral: Pagamentos (1+2) * ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAPIDfNHO! * COLOCAÇÃO GRATUITA! * MOTOR COM GARANTIA! CAMPO GRANDE - MS Rua 13 de Maio, 3. 709 em .Frente a Santa Casa Fone - 383-2517 e 384-4464 i - O, vereadores olei to só vo asunir m aniro, aind otão e recuperando de uma campanha difícil, mas já estão enfrentando outra disputa, a for mação da Mesa Direto 10d, a eleição do Pre idente, Secretário , Vice, da Câmara Muni cipal. Ontem, conversando com um dor; atuais ve readores, que não se reeleqeu, ele afirmou que está havendo di verqências na coliga ;ão PDD, PDT e PFL , çue elegeu Abraão Za carias. "A briga naõ é s6 pura ver quem será o Presidente, alguns ve readores querem tam •• bém influir na esco - lha da equipe do pre feito", disse o verea dor. Vários nomes estão sendo cogitados, en tre eles JOÃO KALI- A câmara votará ho je, quarta-feira, o aumento do número de vagas de 9 para ll ve readores. Caso seja a , , Marco Rondon FE, !ARCOS BARBOSA e FERNANDO DE FREITAS ELIAS, pela coliga - cão PMDD, PST e PDT. Já pela BELA VIS- TA UNIDA, RONEY !ORA ES e •✓.ARCO RONDON também pretendem en frentar a eleição. Não se descarta a possibilidade de a - contecer um "racha", provada, Jorge Rosa e Nélio Di6rio serão os novos vereadores a partir de janeiro, com Jorge reeleito, João Kalife o passado é pródigo em lições, está O - correndo negociaçõ es nos bastidores . Na política tudo é possível e uma elei ção para a Mesa Di retora de uma Câma ra Municipal pode se transfonnar numa caixa de surpresas, ou até mesmo numa cartola de mágico. Câmara poderá ter 11 Vereadores o que é coerente e lógico, pois foi ma is votado que Kali fe e Professora Or landa. Dr. Fernando de Freitas Elias Marcos Rios da Cruz Roney Moraes Simões Estalo já tem flassiratas da Maratona Estudantil/9 Definidos os seis melhores trabalhos que representaram o Mato Grosso do Sul na· fase nacional da Maratona Escolar/92. A relação dos classi ficados foi divulga da pela Secretaria Estadual de Educa cão, que promoveu o evento no Estado, pa trocinado pela Bloch Editores S.A. e apo io cultural da Petro brás. A premiação si rã no próximo dia 13 de novembro. Dirigido a alunos de 29 grau, a Marato na/92 teve como tema a vida e a obra de Gonçalves Dias. O ob jetivo principal dÕ concurso foi o de promover a pesquisa, além de incentivar o hábito da leitura e a produção de textos relativos à obra do autor brasileiro. No Estado as atividades foram divididas em duas etapas. Na pri meira, os concorren tes disputaram entre si, em suas próprias escolas, para em se guida, disputarem a fase Estadual. Nesta segunda eta pa, o primeiro colo= cado foi Edilson Fer nandes de. Arruda, da Escola Estadual de lQ e 2Q Graus Dom Bosco, de Corumbá Dia 13 de novembro, ele será premiado com 200 mil cruzei ros, além de troféu e diploma. O segundo melhor trabalho foi da belavistense Car la Fátima Ibanhes Barreiro, da Escola castel.o Branco. Além de troféu e diploma, receberá 150 mil cru zeiros. - Os trabalhos elas sificados serão apre sentados na fase na cional. Os outros classificados são Lu ciana Pagliosa, dã Escola Castelo Bran co, de Bela Vista= (3a colocada); Ma - ria D6ria Alves Por tela, da Escola Joa quirn Gonçalves Le = do, Distrito de A - mandina (4a); Eli - sãngela da Silva da Escola Antõnia da Silveira Capilé, de Dourados (50); e Antônia Maria dos Santos Bressa, da Escola Juraci Alves Cardoso, de Navirai ( 6 il) . A escolha desses seis trabalhos foi feita por uma comis são integrada por três professores Conforme informaçõ es de Jônia Garcia Gomes da Silva, o número de partici - pantes foi conside rado muito bom e destaca a realiza - cão por ser a única iniciativa nacional voltada a alunos de 2Q grau. Em Novembro, Nova Raspadinha A Loteria Estadual de Mato Grosso do Sul Lotesul - lança até o dia 10 de novembro, u ma nova Raspadinha no mercado. Dessa vez se rã a "Acerte o Bicho,;; que substituirá a "Jo gue os Dados". A ino vação agora, cqnforme explicou Elizabeth Zoe cante, diretora do órgão, será o valor do prêmio máximo que subiu dos atuais 6 mi lhões de cruzeiros pagos pela "Quebra a Banca", para 10 mi lhões de cruzeiros. Os !".OVOS bilhe tes, um total de 250 mil, já estão sendo confeccionados e de verão chegar a Campo Grande ainda na pri meira quinzena de ng vembro, sendo coloca dos à venda imediata mente, ao preco de 5 mil cruzeiros. Eles poderão ser adquiri dos em bancas de re vistas, livrarias padarias, agências dos Correios, casas lotéricas, cambis tas, lanchonetes e outros locais do c mércio. Elizabeth zoccan Procurado por alguns moradores do bairro Agua Doce, tendo a frente Israel Chamorro, portando um abaixo assinado com mais de 50 assinaturas, nosso jornal publicou notícia a respeito de um LIXÃO naquele bairro, inclusive com resíduos hospitalares , (seringas, etc). O assunto se transformou em polêmica, o prefeito se defen dendo e os moradores denunciando. Na edição de domingo, ChamOE ro disse que o prefeito mentiu, "- é mentiroso", ao dizer que os moradores estavam fazendo política e que o problema não era tão grave assim. ERA. E é. Tanto que o Curador do Meio Ambiente, o Dr. Hel - ton Fonseca Bernardes, Promotor de Justiça, tomou as providen que o caso exigia. Imprensa x Prefeito cias Ontem, o diretor do jornal foi à procura do senhor prefei - to, nao para falar do LIXÃO, nem de qualquer-outra notícia foi para acertar débitos pendentes da Prefeitura Municipal com' o jornal. Não deu tempo. O prefeito, tido e havido como "cavalheiro" se alterou gritou, reclamou, enfim, perdeu aquela conhecida e admirada "finesse" que é exemplo para muitos. - Fale, Edson, fale tudo o que quiser, depois será a minha vez, disse o jornalista. Olhos nos olhos, frio, nosso "chefe" não se alterou apenas disse o que deveria ser dito naquele momento. ' - Até o final do mandato o prefeito tem, sim, espaço no jor nal, como prefeito, com elogios e criticas; o jornal não preci sa da Prefeitura'para sobreviver, afinal estamos h 20 anos circulando; o JORNAL SIM, ajudou Moraes, e muito, esta colabora cão foi mútua, desde a sua campanha, nunca cobramos além de nos satabela, muito pelo contrário, sempre abaixo da tabela de ou qtros_jornais, amigos são conhecidos nos momentos difíceis, co mo a vez em que Moraes foi, injustamente, denunciado Policia Federal (tempos da caça ao boi no pasto) e O defendia- . mos. te afirmou_ q:1e além· O Prefeito não tem nada. a reclamar da IMPRENSA do preço maximo de contrário. O mesmo afirmamos. . , muito pelo 10 milhões de cru - Nosso relacionamento com o prefeito el ·t d zeiros, a nova ras- .- d .e1 .o e Bela Vista se ra o mesmo, te RESPEITO. Se merecer elogios, os terá s padinha pagará tam- cer criticas,estas serão feitas. , ie mere bém aos apostado Ao pedir, em altos brados, "me esqueçam nã . res, importâncias [omeunomenojornal", o prefeito pede o n, !ocoloque_ais que variam de 5 mil for prefeitonósnossentimos no direi "?svel, enquanto a 400 mil cruzei- car o seu nome QUANTAS VEZES forem nece .<. dever de publi ros. Atualmente, a· livre. (PP) 'essarias. A imprensa é única Raspadinha '; que está no mercado 1 é a "Quebra a Ban - V d ca", que já pagou· e n e - dois prêmios de 6 milhões de cruzei ros. Um saiu para· um apostador de Cam apenas - Cr$ 16.000.000,00 po Grande e outro Tratar Rua Mato Grosso,550 - com Ande& para Dourados. ANTONI ~ TO JOO MATO GROSSO DO SUL Lotesul Lança no Mercado se Um Opala "Comodoro" - ano 79 - metálico d e particular,por Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1275_31_10_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1277_07_11_1992 Voltar para a lista de itens