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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1172_25_02_1992
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TRIRUA ?ROnTE
,,
DIARIO RFSG ONAL
ELA VISTA -- MAIO GROSSO DO SUL,
- MAO: 2I TERÇA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 1.992 N'.! l.172 D IRETOR: IVALDO PEREIRA
Escola Generoso Ponce Fecha as
Portas no Período Vespertino
,) Por decisão da Aêncla
Regional de Educação, sc
d1ada em Jardim, a Eacola
l'.staduul d!! l!:! Grau Gene
roo Ponce, um dos mais -
tradicionaiu estabeleci -
mentos de ensino de nossa
cidade, teve esta semana
enccrrodnn ns nulas no pe
rfodo vespertino, tanto:
para o primário (JQ e 4Q
série) como de SQ a 8Q. O
motivo alegado foi a pou-
ca quantidade de alunos
nos solos de nulo, o que
não comportava o funciona
mento normal da escola em
três p«?rÍOdos.
A :report:nj)pl esteve em coa
tcto com a Diretora Everia-
na Jorgina de Carvalho e
com a Supervisora Antonio
Helo, elas informaram que
os alunos que estudavam a
tarde, 3Q e 4Q séries, fo
ram transferidos para o
período matutino e os de
52 a 82 séries passaram -
para o noturno, com isso praticamente no centro -
as salas de aula nesses da cidade.
períodos foram completo O principal motivo do
dos com o número de alu baixa quantidade de alu-
nos exigido, já os que nos no Escola Generoso -
não podem estudar nesses Ponee é o total falto de
dois períodos tiveram de infra-estrutura tanto fI
procurar vagas cm outros sica como funcional, Õ
estabelecimentos. estabelecimento de cosi-
Com a decisão de fe no pouco ou quase nada -
char o período vespertino pode oferecer aos seus a
na escola, muitos pais de luoos, não dispõe, por
alunos e os próprios cst~ exemplo, de uma quadra
dantes foram pegas de sur de esportes, área de re
presa, o fato gerou incl~ creaçiio e falta até água
sive uma série de proble- fria para os estudantes
mas no meio das famílias beberem. Além disso os
que tinham filhos estudan sanitários apresentam de
do no Generoso Ponce, mui feitos, a cobertura pos
tos não podem estudar de suem deficiências, vaza
manha porque trabalham, mentos, não existindo nem
na maioria das escolas já mesmo salas próprias pa-
não existem mais vagas ra a direção, professo
além do que a maioria dos res e secretaria.
alunoa são adolescentes, A continuar como es
ficando muito difícil es- tá, o tendência natural
tudarem no período notur- é o fechamento total da
no, como é o caso dos que escola Generoso Ponce a
cursam de 52 a 82 series. te o final do ano, o mo
Outro problema gerado com tivo é simples: com oi
esso decisão são as distân- nÍcio das aulas nas duas
cias que muitos alunos te escolas periféricas que
rão de percorrer para eh! estÕo sendo construídas
garem aos colégios onde- pela Prefeitura tunfci -
conseguirem vagas, muitos pal nos bairros Primave-
L •
11 ( li
!..
- -· ------- ... o «
GENEROSO PONCE, ALUNOS FICAM SEN AULAS NO PERIODO VEsPER+
moram em área periférica
da cidade e tinham a Es-
colo Generoso Ponce
excelente localização
em
roe Espírito Santo e a
conclusão da reforma da
Escola Vera Guimaroes ~
reiro, o número de alu -
nos do Generoso tende o
diminuir ainda muito ma
is, afinal de contas, ta
to os pais de alunos co
mo os próprios estudan -
tes vao preferir um esta
belccimento de ensino
com melhores condições e
mais próximo à suas ca
sas.
Em síntese, as recla
maçoes contra o fechamen
to da Escola Generoso Pen
ce no período vespertino
são generalizadas por
porte de alunos e fami -
liares, vários professo
res também foram prejudi
cados com essa decisão:
os que são do quadro es
tável, terão de comple -
tar suas cargas horárias
em outras escolas e,_on
sequentemente, tomarno o
lugar de outros profis -
sionais que eram convoca
dos.
Está mais do que na
hora da classe política
de nossa cidade, a exem
plo do que já fizeram pe
lo Castelo Branco e Vera
Guimarães, envidarem es
forcos no sentido de
fazer com que o Genero
so Ponce mereço uma mai
or atenção por parte
dos responsáveis, para
que seja tirado do ver
dadeiro estado de aban
dono em que se encontra
há anos, é preciso uma
reforma completa e am
pliação do séu prédio o
mais rápido possível
Todos nós, princ1palmen
te os representantes do
povo, possuímos responsa
bilidades com o setor e
ducacional, que é um
dos mais importantes na
formação intelectual de
nossos jovens.
Fechar uma porta da
educação é, no mínimo ,
impedir o descnvolvimen
to, o progresso, à for:
mac;ão sadia e, canse
queotemente, um futuro
melhor para grande par
cela de nosso comunida
de, que são os jovens -
de hoje.
Providências é o que
todos esperam, com ur -
gência.
(U.R.)
SOCIEDADE JARDINENSE
PÁGINA -- 08
Caracol - Na sexta-feira dia 21 de Fevereiro de 1992, estava encostada
no balcão do B. Bamerindus em nossa cidade, chegou a ira Esperança cumpri
mentou-me, e como de costume a gente perguntou, como e que esta indo a luta
, ? Qual foi a minha surpresa quando ela voltou para mim e comecou a fa -
la
rma . iat ue estava nervosa, cu pedi: "Colma irma !" Tem dois tra~alhos:
T, gr::ou q , di la d l
ficar brava e amansar novamente'. Ela começou como quem .z:, e. e lo .a
do do prefeito, vou ataca-la! Francamente ira, nao esperava isso da senho
ra, porque pela posição que ocupo em nossa cidade como representante de De
us para nós, não esperava que a senhora haveria de ocupar-se de julgar_ os
outros, em vez de procurar entender. Sera que a senhora nao ve a situaçao -
do País? Assim também é nosso município. S?'plesmente irma,_a senhora esta
se deixando influenciar pelas pessoas de mas línguas, que so querem desnora
lizar
08 outros se a senhora esta pensando que com isso esta fazendo Políti
ca esta muito enganada, para mim isto_e politicagem. O tema da liturgia do
alado dia 22 era "Ame seus inimigos". Eu vi a senhora sentada no l_ banco
0 que va1e isto a senhora se so quer saber de atacar as pes~oas, brigar com
t , Não sei se a senhora ouviu a mensagem que dizia Se quisermos
!!];[!ar diante do sudo coso átseíuios de crtsrs e tiinos de Deus .
E e1o caminho do amor que se doo, sem esperar nada em troca. Amor_ate para
es a inimigos". Será que por um simples caminhão de areia eles não mere -
cem isso da senhora? Do jeito que a senhora anda se prestando ao papel de
politiquice, não vai conseguir nada mesmo:. -
TaemHora precisa ver que a nossa cidade e pequena e nao tem os campos -
de emprego, se o prefeito no_fez nada, ou nao esta fazendo como a senhora
mesmo disse, mas pelo menos nao demitiu nenhum funcionar1o. Ou a senhora
prefere, que coloque as maquinas para trabalhar e demito? os funcionarias, e
daí? 0 que vai contecer, a senhora vai manter todos eles:
Não e por que sou a esposa de um vereador que tinha o direito de ouvir
tudo aquilo da senhora. A senhora mesmo sabe que minha casa esta sempre de
portos abertas para servir as pessoas ao que for do meu alcance. Sou profes
sora hã 20 anos iri e Graças n Deus bem quista pela sociedade. A mensagem
que tenho à senhora é esta. "Tire os vendas de seus olhos porque tu pode tro
pecar e cair". (SUZANIR ALVES COELHO)
Estado Tem
400 Cr$
Milhões para
Campanha
Anti-Saramp
A1ém dos Cr$ 240 mi
lhões, o secrecirio de
saúde, Marcus Vin!cius
do Nascimento recebeu -
também Cr$ 400 milhões
para a Campanha Anti-Sa
rompo.
PÁGINA - 05
Editorial
Jean Paul Sartre, o grande pensador francês, d1-
z1a que as palavras são "ágca", elas possuem o
poder de construir, destrulr e revolucionar. A pró
prta BIbla dfz que no infefo era o Verbo, e as
p a l a v r a s , q u a n d o minceras, n a s c e m n o t e m p l o apra-
do do pensamento.
O homem ante de
Deus. Ele nada mais
dade.
Se as palavras
cio é ouro, há um
calar.
nascer, já existla na mente de
é do que uma emanação da dIvIn
sao saradas, as vezes, o Ilen
tempo para folar e um tempo para
Vivemos tempos cm que todos devem falar. SÓ um
grande debate nacional, envolvendo tudo e a todos,
poderá diminuir os choques e atritos que a nova or
dem mundi.al est.-i provocando.
O mundo Já não está dividido entre o COHUIHSHO
e o CAPITALISMO, hoje a divisão é entre paÍ,rnr, rtl
COS e países pobres (ou para runenlzar, EH DP.SP.NVOL
VD1ENTO).
Todas os mudanças começam de baixo para cima,
das pequenas comunidades às médias e àa grandes.!~
je já não são as capitala que ditam regras ou mo
dismos, há cidades e regiões no interior que er -
vem de exemplo a muitas metrópoles.
Discute-se, hoje, no Brasil, a prolifcrac;,io da
marginalidade infantil, os escandalos na área do
Governo, os trambiques dos usineiros de Alagoro, oc,
débitos com juros subsidiados de empresários ganan
ciosos que adoram o lucro fácil, o problera fundtá
rio (há muita gente com ;erra ociosa, só para espe
culacão), a AIDS, o sistema educac1onol, o espor -
te, as drogas (tecos até deputados envolvidos), o
contrabando, a (amÍlia, o casamento, os artes, en
fim, o país vive um período rico de idéias, e to -
das essas discussões (ou debates) são necessárias,
pois, só assim, o povo poderá escolher o seu cami
nho.
Acontece que a maioria entende que só o Gover -
no, o presidente Collor, é que deve arcar com toda
a responsabilidade.
Todos são responsáveis, mas entendemos que a SE
lução virá de baixo para cima, do povo, das peque
nas cidades, do interior, onde ainda é possível
sentar-se a beira das calçadas, nos fins de tarde,
sem o medo do assalto ou do sequestro. Do interior
virá um modelo de vida.
O mundo é mesmo uma aldeia g1obal, e a telinha
mágica, assim como mostra os maravilhosos jogos de
inverno em Albcrtville (França) mostra também a
invasão dos tanques no Líbano e os atentados em
Londres.
Somos como uma grande família, cheia de proble
mas, mas a cooperaçao, o entendimento, o respeito
às idéias, conseguem acalmar os mais afoitos e se
renar os ânimos. Assim é a TERRA. É a nossa humant
dade.
E Bela Vista? E os belavistenses? Os jardinen -
ses? Os murtinbenses?
f'. a nossa região, que já foi ch=ada de "Corre
dor Sofrido", lembrada só cm tempos de eleic;ão
quando candidatos o deputado, senador, nos visitam,
e participam de nossas festas, a todos recebemos -
com fidalguia e respeito.
Nós, também, somos elo da grande engrenagem, e,
nada melhor, e oportuno, começar a pensar nas pró
ximas eleições, quando elegerecos vereadores e pre
feitos. Precisaremos de políticos, homens que ja
despertaram do sono do comodismo e carreguem den -
tro de si, não a ambic;ão egoística, mas a vontade
de participar da grande aventura humana de constru
ir um novo município, um novo Estado, e, consequen
temente, um novo PAÍS, Integrado aos demais que
formarão a Terra do Ano 2.000. 0 chamado III? MLIe
nio.
Aos formadores da opinião pública cabe estares
ponsabilidade, a de levar, a todos os lares, aos
mais distantes rincões, a Boa Nova, a de que é pos
sível, e vale a pena, participar, da GRANDE CONS
TRUçÃO. (P.P)
PS: Aos descrentes, aos que ainda não derruba
ramas escamas dos olhos, aos que não acreditam
que poderemos fazer deste País uma grande nação
peco ler os livros de hlstoria e ver os exemplos
do Japão, Alemanha, Israel; e dos países que atra
vessaram momentos difíceis (EEUU na recessão) e
conseguiram superar dificuldades que parecia L -
possíveis. Assim pode se construir ua grande Na -
cão, e esta construçio começa por construir UMA CRN
DE CIDADE.
Bonito - Balneário Municipal
Com tlovo Visual
5
'.)
t
5
m
.n
s
A Prefeitura Municipal
através de sua Secretaria
de Turismo, vem desenvol
vendo várias melhorias
nas instalações do Bal
neirio Rio Formoso, vi
sando se adequar as nor
mas do CONDEMA 1cal
bem con,o melhorar
0
tendimento ao grande
mero de turistas ....
PÃGINA - 05
a
nu
'1 ·J 1 :, • !l 111 ',I'.!, .ll/11,I 1,t 1,1 ,· 1
1 10 : fia» ar 1UI).
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I 11 /) 1111 L/l'J 1,~ rr ·A, ( A ·'
111 d ,,tn i o dl r'e! do '
.O, ruer!do por H.LIA ,, NANOL. o»
n{ao· artrfo do fnlco o±f!o, o ar ·t«e t [
,,.n,. , • ,, Fl•J J'ff rnlt· n!ltd •;•• -,,· .,,J ' ·v i·•!•fc!n 1,, •.'r,,· ·1
te etu e, plicado por tr vees na fprena t o!letal, pura o
t,, r. fro, ut ra, e ua parte d{po. ft!v: JOIO IGi) e as[der r!o tio o
atos,· 1to Intertfo do resuerfto, ta. o«e d Prato, br, 't !-
urIta, rtd,unte do[fltado nesta cIdadr, II de Aeon!o ore do tr. to
i o silna te !ta a!sr.s, declarando-o abolut anuente fope d rer pw +! n
', V1l
1
. ,t,u, na fora to art, 9, II, do CÚrl! l) (Jvll . ,,c,Jrr!o t:O ·:J l[l. !, l..,
, :, l lJc11, o CJvf ), nofo-lhe curadora a ua fHha, Fel!p4 A I•. 11u J·rt!'1n, hr ! l J,. l
t'ra, p teóloga, re»{dente donde!!fada nesta cfdode, 'o ters dos arts, 1,14 do
Hl, do ódto fIvfl, ftusrev- o presente no Kefstro CIvfl publique-se pla
1 ale alo r o o!lfal par trés vezes, coa Intervalo de dez di s, int-?e a
pretor o pro o o prazo dl' c1.nt"O di-1'1, d<v•~l'1to J1ro..:,t1•r 111 f<Jr.a dv .1rt. 1,
,, 1, l •Jrl, ndo 11111,l,, 111 r11r M, r:-erc{clo de lmc:dinto, poT r<• lr,1t,1r de f1.lt.n do n•qu,•rl-
do dpols a arantta, Custas ex lee, PR.IC. Eonlto, 5 de fevereiro de 19!, C:l.)
a afure Jul de Dfrelto, E para que clegue no conhecimento d terceiros, e dos
1.1, • t iil,· u, l1•11,1tnnt:L.l, ftd t''ifl(dldo o pretente edital, que era publicado na for
lel t to + par ado nesta Idade e Comarca de Eonfta- Estado de 'uto Grosso do Sul, no: onu
}s » ,!t !t ·verelr» do no de m] novl•ccntoa t· novt•nt.t e doir. Lii, (ldCA:<DO .A'.C-íL f.l.·
, ' ,,u o da , J tu •r,J(<·i f' Ih rvl.
)'
J>r. r,.••r,;on C,1fure - Juiz d,• Direito
4) t
1
Ji;ntor Clínico: Dr. Alexandre Frizzo
CO;N1,NIOS COM UNIMED - INAMPS - BAN
DO DRIISIL - PREfFI'fURA MUNICIPAL
IXi ECONÔMICA FED!ml'i.L - SUDS e FlZEN
S
PLANTÃO 24 IIOR1S
FONE: 255 - 1261
DONlTO - MATO GROSSO DO SUL
J
15P0STA O
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70·· I p,
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Vericulo
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79- Exc.,, ... o C,.p. 21
Versiculo 5 ,, (j
80- Exodo Cup. 7
Versículo 7.
31- Lucri:; Cap. 17
vcrr.ículo 32.
82- r.xodo cap. 10
Vcrr.ícul~ 13 à 19
83- JÓ Cap. 6
Vcrr.iculo lí
84- Sofonins Cnp. 1
Versículo 12.
Colaboração do
Escritório Vasconce
los.
LEIA E ASSINE O JOR
NAL TRIButll DA FRON
TEIRA - DIÂRIO REGIO
NAL.
APROVEITE NOSSA PRO
MOÇJO: ASSINA'l'URA A
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C.ll!'on Stl.1 S.,": ..
J~l'd.JçiioJ /ul.1lnlat.rnçÃo e 1'.H·qu-e r.r.Í(h:.n: A:,~1ifdn 1'rlhunn
du Prn.,tclrn 5(,4 • s..c:~ PT-'.;•rln - fon,': 41'! • J4IO -_CnJ,._,1
Vo.::;Lnl - 21- 1ela VIsto- Mito Groo do Sal - Redação Jar
dJn - Ha 1 de Ma1o, 2 - J.'o:: : 7',1 - lt,L'J (r,•di• pro-prl:z)
Sucursal
Ar,tuntu .JaGo, Torto Murfnno, Maracajs, l ... ntto '-' r11·,1col
(Cor repodentes Campo Grande, bras1ia e prJ11clp.1!n
C.1pltal:.)
Hl'pr ... i;eutm,tes Co:.:.,-crcJ11Is
t.it•ula Vefcul,r. e Co·.u11lc.:çÕe .. ':-ÍC I t:fa., l,:.J t 7 dt• AhrJ 1 ,
1?7 -5'2 Andar, Conjunto,'« Fonia: 155 - 2'i79/15S - 14
1
J2' t
o Paulo, CapftaI, Tiula - Ave!da Presidente Varas,5
0
0,
l12 Adar, Conjunto 1.109. Fc8; 263 - 1179, ilo de Jnm:lro,
R.! ~ .,..ÍLut~, - SOS E.d!tfc!a ernsrdo Savão, Andar, Conjun
t0 303. Fone: 224 - 690, Pra{lta - DF,
ASSmAnmA AlnJAL: ers - .10.000,00
PY.LO CDRRl!IO: Cr5 -45 .000,00
ASSIHAnJRA =~-rnAJ.: ers - 20.000,00
N:io d~votvcoo~ orl1;tn,1lr.. O Jornal não l'i<' Tcnpon!lof>llJz:1
pelos Artigos assinados ou de_ orlyu deftnlda
H 1 (ndo a ÃllJOltJ7J,ís e AllÍWO~I
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PRÓXIMO À CERÀMICA SANTO ANTONIO
----- ,I
ANTONIO ,TOÃO MATO GROSSO DO SUL
IOR!MAL, TRIHUNA DA TONTEIA - DIÁRIO RECIO!NA! -
DPERFEIÇOIMENTO PESSOIL
L E 1
,
Comentando com um empresário belavstense a f -
tunação das empresas, nao ó em nossa reglao, mas em
todo o Drnull, com a molorln culpando, ora o Gover
no, o "pacote", os planos de salvação, a dívida
externa,a concorrência desleal, a Inflação, enfim ,
sao varfos on 'demotos' causadores do caos.
11
Poucou, muiton poucos, batem no peito e oflnnam,
men culpa",
E se esquecem que a verdade!ra causa das falêncI
as, das concordatas, das execuçoes, do empobrecimeh
to, da falta de perspectivas, é, na verdade, um pés
Bimo gercnclomcnto de suas empresas. E Isto vale pa
ra todos, poro os empresários, ugropecuaristus, pri
fissionois liberais, comerciantes, empregados e da:
nas de coso.
O brasileiro precisa adquirir o hÓblto de POUPAR,
de ter como máxima "o não gastar mais do que ganlrn"
e, poro as Administrações P~blicas ou Privadas, is
to significo solidêz e crescimento ordenado - " não
gostar mais do que se arrecada ou se ganho".
Sem a pretensão de ditar regras, ou indicar cami
nhos, estamos, há três anos, em nossa pequena empre
sa jornalística e gráfica, tentando colocar a casa
em ordem - nós, também, trabalhavámos errado. E te
mos a coragem de assumir os nossos erros, e procura
mos sana-los. , -
Como não há milagres na-economia, no Administra
ção de uma empresa, e não contamos com uma SENA, um
LOTO ou uma herança em nossa trajetória, fomos obri
gados a adotar uma economia de guerra. -
Antes de mais nada foi preciso, e é preciso, ACA
llAR com a escravidão das dívidas. Esse monstro que
mata esperanças e impede o crescimento.
A esse respeito, vamos transcrever alguns tÓpi -
cos do livro, A LEI DO TRIUNFO, de Napoleon H11 ,
de um capítulo denominado A ESCRAVIDÃO DAS D!VIDAS.
Indicamos este livro para todos os que procuram no
vos caminhos, buscam o aperfeiçoamento de suas ati
vidades, para os que possuem coragem e vontade de
mudar esse estado de coisas.
Não é um destes livros "mágicos" que transformam
a vida das pessoas da noite paro o dia, são princí
pios filosóficos e práticos que, realmente, nos le
vam a meditar e por cm prática os seus ensinamentos.
A Escravidão
Dívidas
a DO
das
o
A dívida é um senhor impiedoso, um inimigo fatal
do háblto da economia. A pobreza, por si só, é sufi
ciente para matar a ambição e destruir a auto conf!
anca e a esperança, mas acrescente-se a ela a res -
ponsabilidade das dívidas e toda e qualquer vítima
desses dois crueis senhores estara inevitavelmente
condenada ao fracasso.
Sob o peso das dívidas, nenhum homem é capaz de
dar
O seu melhor trabalho, ou de expressar-se em
tennos que infundam respeito, de criar ou levar a -
vante um objetivo definido de vida. O homem que se
deixa escravizar pelas d{vidas é tão desamparado co
mo
O
escravo limitado pela ignorancia, ou preso aos
grilhÕes.
... ~ terrível pensar em atravessar a vida como
uma vítima, acorrentada inteiramente aos outros por
dívidas. A acumulação de ~{vidas e um HÁBITO. Come
ça-se de modo modesto, ate que as dívidas vao assu
mindo proporções enonnes, pouco a pouco, dominando
inteiramente o individuo.
... Pensemos no que devemos a nos mesmos e aos
que dependem de nós e tomemos a resolucao de nunca
dever a ninguém. ~ esse o conselho dado por um dos
homens que maiores êxitos tem alcançado e cujas pr_!
melras oportunidades foram destruídas pelas dívidas.
Este homem conseguiu compreender a tempo o caminho
errado que seguia, eliminou o hÕbito de compr!r o
que não necessitava e libertou-se da escravidao das
dívidas.
TRIUNFO
A maioria dos homens que se habitua a dever nao
tem a fel!cidade de compreender o seu erro a tempo
de libertar-se dessa prlsic, pois a d{vda é qual
quer coisa de semelhante as arefas movediças, que
vão levando o Ind!v[duo cada vez mais para o fun -
do,
Há duas classes de dívidas, e tão diferenten em
natureza, que merecem 11er deocritnr. nqul.
1 - As dÍvidar; decorrentes de coisas supérflu:is,
e que se tornam um peso morto.
2 - As dívidas feitas no decorrer de uma transa
çiio comercial ou profissional, que representam mer
cadorias ou trabalho, e que podem ser convert ida·s-
em ATIVO.
A primeira classe de dívidas é o que deve ser!
vitada de todn maneiro. A Eegunda pode ser tolera
da' UHA VEZ UE O DEVEDOR SE.JA PRUDENTE E NÃO SE
PERMITA IR ME DOS LIMITES RA7.0 VEIS.
Desde o momento em que o individuo vni além des
ses limites, entra no campo da especulação, a qual
antes devora as suas vítimas do que as enriquece.
• Em geral, todas as pessoas que gastam mais do
que podem, são tentadas a especular com a esperan
ça de que podem liquidar, com uma simples voltu da
roda da fortuna, por assim dizer, todo o débito. A
roda da fortuna, porém, coetuma parar quando não
deve, e, longe de se encontrarem livres de dívidas,
os especuladores quase sempre se escravizam a elas.
A pessoa que não tem dívidas pode afastar a po
breza e conseguir grandes sucessos financeiros
mas para aquele que tem dívidas, as realizações
são apenas possibilidades remotas, e nunca uma pro
habilidade. -
Como dominar o medo da pobreza?
Primeiro - /,l;mmnar o hebito de
to e, em seguida, liquidar pouco a
tos contraídos.
Definido o hábito de eccnomizar uma parte certa
do nosso rendimento, mesmo que esta economia seja
apenas dez cruzeiros por mês, muito cedo o hábito
se instalará na nossa mente, e sentiremos alegria
em economizar.
Não basta libertar-se de um hábito indesejável,
pois hábitos assim têm acertuada tendência para -
reaparecer, a menos que sejam substituídos por ou
tros de natureza diferente.
Henry Ford nunca teria conseguido uma primeira
base, com a sun carruagem sem cavalos", se nno ti
vesse desenvolvido "desde cedo na vida, o hábito-:
da economia".
Para as empresas os fundos de reserva são esscn
ciais para a operação eficiente de qualquer negõ -
cio.
A faculdade de ganhar dinheiro e o economizar -
constituem uma ciência, maE as regras por meio das
quais o dinheiro é acumulado são tão simples que
qualquer pessoa pode segui-las. O principal requi
sito para isso é a forca da vontade para subordi -
nar o presente ao futuro, eliminando as despesas -
desnecessárias, com coisas de luxo.
Na verdade o hábito da economia pode ser tao
fascinante como o hábito de gastar, mas isso somen
te depois de se tornar um hábito bem arraigado e
s istemit ico.
CONCLUSÕES
comprar a crédi
pouco os debi -
Temos muito o que aprender a respeito de VIDA,
aprendemos nos livros, no cotidiano, nos contatos
com outras pessoas, as vezes.o crescimento pessoal
nao e acrescentar algo EM NOSSAS VIDAS, as alijar
o desnecessario, separar~ joio do trigo. Pelo me
nos uma vez por semana, este DIÁRIO publicará arei
gos, comentarios, sugestoes de mestres a respeita
do APERFEIÇOAMENTO PESSOAL. Ainda vale a ..,áxima ,
para mudar_o mundo, basta rudar o homem.
E na proxima semana vamos falar a respeito de
RIQUEZA, PROSPERIDADE PARA TODOS, GOVERNO PARTICI
PATIVO.
DlQ
No mundo
C, rlos Atônle de Allr Ferre!ra,
Do Rotary Club de Curittba-Oeste, P (DIst. 6/40)
Governador 184-85
organizações exem
pl .res, como aque
las das formigas e
das abelhas, onde -
cada animal fez a
suo parte sem1 e3m70-
recimento e, sobre
tudo, com um insu -
bstituívcl &cntimcn
to de solidarieda -
de. Não é à toa que
as formigas prolife
rama ponto de - ei lam mais alto ele
ceto em regiões ge- cabam oprimindo, su
ladas - existir cm julgando, inibindo
todo o planeta. os demais companhei
Empregando racio ros e afugon ando n
cinio e poder de vas idéias. São re:
vontade, os homens ponsáveis, em certo
reúnem condições i- caso, pela inoper
deais para organi - cia e falta de pers
zar-se eficazmente, pectivas de si ró
para conviver satis prio e dos clubes
fatoriamente agrupá que pertencem. Tais
dos, para alcançar companheiros preci
realização pessoal sam ser conscicntiz.
e coletiva de rodo dos de que as suas
rápido, completo e presenças devem con
duradouro. Todavia, tribuir para aperfc
nem sempre eles con çar r nino para neu
seguem obter resui- tralizar; para moti
tados finais equiva var c não para esfr
lentes à soma teor ar os ânimos; para
ca dos valores indi irradiar entusiasme
viduais reunidor o, e não o desestimulc
por isso, nesses ca Felizmente, poré
sos a união faz a a grande maioria rc
força. conhece que o privi
Uma das razões - légio de ser rotari
da expressividade , no implica, dentre
da força e do valor outras coisas, cm se
de Rotary é a soli- solidário com as ir
dariedade demonstra clativas dos demai;
da pela maioria dos companheiros. E cor
companheiros de to- preende auc esses
do o mundo. Grande sentimentos soment
exemplo está na Cam engrandecem as pesr
panha Polio Plus:on as e dignificam o J
de nasceu esta idé:- tary. Agindo assim (
ia? Aos verdadeiros utilizando a adesãi
1
rotarianos isto não dos seus sócios 1
importa; empenharam busca do estimulo
se todos e ela obt fomento do Ideal e
ve inquestionivel = Servir, Rotary ala:
sucesso. De público, trou-se também por
de crítica e de re- quase todo o plane
sultados. Também ta. E confirmou qu
foi assim em muitas a solidariedade po
outras atividades . produzir o mnilaare
Em Rotary, a partir alquímico de tráns1
do momento em que tar idéias individ1
se aprova alguma ' is e abstratas em
déia, ela deixa de sultados concretos
pertencer ao seu au de expressiva gran
tor: passa à proprie za.
dade e responsabili
dade do grupo. E cã Basta olhar as
da companheiro dá o história-
melhor de si pra v
la executada. 'omo
se fosse sua.
Entretando, aind
existem alquns co{
nheiros qu vacilar
no morento de assu
mir as metas dos se
us clubes como com
promissos seus. a
são solidarios como
deveriam ser. Suas
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ilal de Jardina-Mi., no uso de suas atribuloes leais, etc...
Considerando a necessidade de e proceder a regulamentação e fLcalfzaçao
os locais de festejos carnavalescos do ano de mil novecentos e noventa e do
o, a fim de cofblr abusos e definir responsabilidades:
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ftl~;OJ.V!:_
Art, I? -- {Somente serão fornecidos Alvarás para bailes carnavlecos aos
lub,'t: nocla!11, n•cr0e1tivo,; e cstnbo]ocim<>ntos d0 diversões pÚb1lcn9 que ,1s-
lv,,n•m J,,gnlmentc conr.titu{don e com o nlvnrn anual (92) desta Delcg:1clo ds_
1
11d.imr·~tl· cxper!iclo, 1,wc!Juntc aprescntnçiio de alvará do MM. ~uh de Plrelto
, 111fnncin e da Juventude, da Vistoria elo Corpo de Bomb<'iro,; Militar e da
1 gJ lÜ11cin Snnlrárl o, hem como relaço de nomes dos dirigentes responsáveis
ela realização do evento;
Are. 22 - O alvará para realizaçiio ele ensaiou em via p~bllcu ou em qua
raso, serão expedidos mediante a apresentação de cópias autênticas de expedi
ntes endereçados à Secretnrin Municipal de Transportes e Trânsito - 2OQ Cl
ctron e 70 Companhia Independente de Polícia Hilitnr - 7! CIPM, dando cfên
:La àqueles 6rcíios elos locais, dias e horários da renlizaçio dos ensaios;
Art, 32 - O locnl para ensaio deverá ser previamente determinado no reque
~mento que solicita o Alvará, mantendo uma distincia mínima de 500 metros -
e estabelecimento ele ensinos, ·templos religiosos, hospitais e assemelhados
' reputiçÕcs públicas;
1
Art. ~2 - O horário dos ensaios, nio poderá exceder às 22:00 horas;
Art. 59 - A participação ele menores nos [estejos carnavulescos, durante o
erodo noturno e diurno, somente será permitido em consonância com a Porta
{ta do Meritíssimo Juiz de Direito da Infância e da Juventude dn respectiva
' • marca;
( Art, 6Q - As diversões carnavalescas deverão encerradas ns 24 :00 horns do
'la 03 .03. 92;
Art. 7g - Os possuidores de Licença de Porte de Arma, deverio obter-se
portá-los durante os festejos de momo, sob pena de apreensiio e cassaçao -
b respectivo porte;
Art. 8Q - A presente portaria terá abrangência em todo Territ6rio do Munt
[pio;
1 Art. 9g - Esta Portaria entrará em vigor nn data ele sua publicaçio, revo
das as disposições em contrario.
Publica-se. Registre-se e Cumpra-se
Jarclim-MS., 18 de Fevereiro de 1992
DR. PEDRO I.EME - Delegado Regional de Polícia Adjunto Resp/ P/D.P.
, NOVENA PODEROSA AO MENINO JESUS DR PRAGA •
~I Oh! .. Jesus que dissestes: pcçn e re~ebcriís, proc.ura e nchar~s, bntn e a portn se abrirá: por
nteroedlo de ~tnrla, Vossn Sngrodn Hac, eu bato, procuro e vos rogo para que r.:lnhn prece seja
tcndldn (mcndonn·se o pedido),
t Oh! Jesus que dissestes: Tudo que pedires ao Pnl em neu none ele ntcnderã por 1ntctliléclfo de
faria Vossa Sagrada-Miie eu humildemente rogo no vosso Pni eo vosso no:nc que r.ilnhn oração seja
,uvldn (ncnclonu·s• o pedido).
. Oh! Jesus que disseste o céu e a terra passarão ras minha palavra no passará por 1nterné -
}Io de Maria lossn Sagradn Mãe eu confio que rInha oração seja ouvida (aencona-se o pedido)
eze 3 PaI Nosso, 3 Ave Maria, l Salve Rainha.
[} D caso de urgência esta novenn deverá ser feita cm 9 horas.
li Mandada publicar por ter alcançado várias raças, (S.F.S.M.)
1 .
1
A!ta se vtu a Virgem ao pê da Cruz.. Aflita cc vejo. Vnlc1-n:c Mãe de Jesus. Confio em Deus
orz todas as m1nhns forças, por isso peço que ilurolnc meu cacinho, concedendo a graça que tan
o deseJo. Faça o pedido e conde publicar no 3Q dia e observe o que ncontcccrá no 1..g dia.
(S.F.S.M.)
ORAÇÃO DOS AFI.11'0S
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t Foi extraviado um Talão de Nota Fiscal, pertencente ao Sr. Leonardo Sil
p eira Roberto, residente na Fazenda Esperança - Km 25 - BR 060 - Jarclim/Be
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~ Se for encontrado, entregar no Jornal Correio Jardinense.
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vem dcnonvolvcntlo v5.ri,rn melhoria,; nai_; inotalações do nalnoiirio
Rio Formoso, visando se adequar as normats do COtlDEMA local, bem
como melhorar o atendimento ao grande nGmero do turistas que tem
no dirigido no local nesta temporada,
As melhorias até agora efetuadas são as seguintes: mais 20
chuveiros o o4 r.;anit.'irios nos banheiros mais uma quadra de vo- A t • J. ,.._
lei de areia, Construção.de divisórias e~tre ª área de camping e n'0n10 +o a O
estacionamento, 10 churrasqueiras, aterro na praia e plantio de · _
mudas na nrea de camping. ,1,-------------.-------...:.------r--------~----,
Sendo que até o carnaval já estarão funcionando também: Pos
to de_atendimento _médico (primeiros socorros), salva vidas e de=
mais itens ncceasarios para o total bem estar e segurança dos
banhistas.
Ainda no tocante à segurança , vale frizar que a Guarda Mu
nicipal vem realizando plantão 24 horas no local, o que contri -
bui para praticamente eliminar desordens, depredações e pescai
legal naquela área de lazer.
Tudo isto vale realçar mais uma vez, o que vem se tornando -
marca registrada aa administração Naudemir Xavier: Realizações -
permanentes e voltadas para a solução total dos problemas encon
trados.
o
Estalo tn tt$ 4O Miliies para
Campana Mti - Sara
Além dos Cr$ 240 milhões,o
Secretário de Saúde, Marcus Vi
nicius do Nascimento recebeu -
também Cr$ 400 milhões para a
Campanha Anti-Sarampo.
O Minist~rio da Saúde pre
tende vacinar 50 milhões de
pessoas em todo o País.
Segundo Marcus Vinicius, a
Campanha terá início em 14 de
março(divulgação), mas a vaci-
=================
.nação será feita de 25 de abril
a 22 de maio, imunizando crian
ças e jovens de 9 meses à 15 a=
nos de idade.
O Secretário enfatizou que -
esta será a maior campanha deva
cinação jamais feita no Brasil,e
a meta do Governo é a erradica -
ção da doenca. O Governo preten
de realizar estas campanhas de
combate ao sarampo até que seja
erradicado do País.
DECRETO 003/92 - GABINETE DO PREFEITO.- 08/01/92
DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL DE PRE-ESCO
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que compreende os loteamentos: Parque das Primaveras, Primave
ral Primavera II, Primavera III, Primav~ra-IV, Copacabana, I
Tap~rã e AlvQrada e também os alunos da zona Suburbana.
DECRETA:
ARTIGO 10 - Ficâ criada a Escola Municipal de Pré-escolar
Grau Professora Enoly Loureiro Assis, Localizada no Bairro
Primaveras, neste Municipio.
ARTIGO 20 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publica
çao, revogadas as disposicões em contrário.
Gabinete do Prefeito Municipal, aos 08 de janeiro de 1992.
Edson Medeiros de Moraes - Prefeito Municipal
e 111
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ral.
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Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Municipal de Bela Vis
ta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições le= -------------....-------------,-..------------
gais que lhe são conferidas pela Lei Municipal NO 886/90, de
05.04.90, Artigo 13, Inciso V e Artigo 51, Inciso IV,
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solicitamos a Sra. Maria Alicia Arguelho, portadora da
carteira àe Trabalho, no 021.364, Série 00005, à comparecer
no prazo máximo de tres (3) dias apos essa publicação, na fir
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tro CGC 15.941.032/0001-69, Inser.no 28.247.948-1, para jus
tificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30
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não comparecimento de V.Sa., implicará sua rescisão por
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M E N S A G E M
Ao Ecelentf:si mo Sr. Cireno T. Falcão
MD, Vereador Presidente da Câmara Munici
al de Vereadores de Jardim - MS.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores ,
Ao iniciamos esta mensagem avocamos a pro
ção do Grande Arquiteto do Universo, que
ln momento alqum nos faltou com suas Graças
d Bençãos ao longo desses três anos que es
tamos pela vontade soberana da maioria a
frente do gerenciamento dos destinos do po
vo jardinense.
• NrsLn derrndciro nno de nossa ldministra
ç,:Ío, r;Pudo por Lan Lo, também a última mcnsa=
1nm qu0 fazcmoo ao Legislativo na qualida
)r, d<' mandatário do Governo Municipal, ni'I a
bnrturn solene de uma sessão legislativa no
inicio de um exercício.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores ,
~
osLarínmos slnccramonte, com o penhor de
osso Verdade, que não deixássemos sosso
rar a compreensio, o entendimento a narmo -
nine o bem relacionamento entre os Poderes
onstituídos. Que não deixássemos ser leva-
jos, sermos ~mbevecidos pela efervescência
idos embates de campanhas pré-eleitorais,mui
tas vezes eivados de maldades e pecaminosas
(intenções, que não levam a nada, a nada ser
o semeamento da discórdia tão prejudicial à
comunidade e que P comezinho de um ano de
isputa pela sucessão do Poder.
Vivemos em um período singular da histó
.ria da humanidade, ideologias , sistemas de
governo, existem transformaçoes bruscas em
todos os quadros do globo terrestre, condi
ções de vidas são mudadas, até a própria na
tureza parece sentir a tão repentinas modifi-
ações; os povos dos Países até bem pouco -
tempo considerados Potências mundiais,estão
hoje a beira da falência e do caos econõml
co. E o nosso país? Avassalado há muito tem
po pelo desmando, pela má aplicação e dis -
ltribuição das rendas públicas, pela irres
;onsabilidade e anti-patriotismo de uns pou
cos privilegiados e maus brasileiros, que
~os conduziram a situação que estamos;assis
~imos atõnicos deteriorar grande parte ai
!nossas infra-estruturas básicas, necessári-
l
~s para o ~lavancamento do progresso que -
persistissem sairmos da pobreza, da miséria e
<la condicio de País do terceiro mundo.
) Tudo isso, foi um grande ónus que paga
li os no período que somos governantes de nos
1so Município, com reflexos desnorteados a
qualquer programa ou projeto de Governo.
F. assim sendo Senhor Presidente e Se -
1 -
inhores Vereadores, dentro desse quadro cao-
tico, em que todos enfrentan dificuldades· das
1:mais alarmantes, nós procuramos fazer o me
l lhor, para a comunidade, pri6rizamos metas,
l
·e equacionamos gastos, apertamos os cintos
• o máximo possível, e com essa firmeza e âni
'mo forte transpusemos mais um ano, um ano
difícil, um ano sofrido. Usamos todas as ar
mas que conseguimos lançar mãos; em cada
canto, em cada órgão que se noticiaram a e
xistência de recursos, lá estavam as nossas
1 reivindicações, a nossa luta e a vontade
• férrea de conseguir mais obras, mais recur
sos para Jardim. Gostaríamos de fazer muito
mais, assim também, como os Senhores Verea
dores,porém, o mais já era sobre-humano. A
renida e titânica luta não foi. em vão, con
seguimos inumeráveis coisas para o nosso
querido povo de Jardim, graças ao apoiamen-
te dos companheiros, dos Senhores Vereado -
' res, da população de Jardim e de nosso pres
tígio; não vamos enumerar aqui todos os be
nefícios conseguidos, esse elenco todo fará parte
do Balanço Geral de 1991 com o dimensiona -
mento das metas para 1992, que serão no pra
zo legal oportunamente encaminhados à esse
P0dor ,
'taromo aqui apenas c o exemplifica
;ão de nono impetuoro trabalho, dedica -
ção o fé inquebrantávl naquilo que potu
lato:
a) - Construção de um Conjunto Habitacio
nal com I00 (cem) casas, em execução;
b) - Construção de um moderno Hemocen ro,
qrande preocupação hoje da comur:lcJadr pura o
controle ela qualidade de sangue, para ui
nimizar a desiminação dessa terrível do
ença que assusta o todnG nós a lIDS
c) - Conseguimos na ordem de 170 (cento e
setenta milhÕrs de cruzeiros) para are
forma e ampliação do Hospital Marechal
Rondon; tronsformnndo-o cm urna casa de
saúde capaz de atender as necessidades re
gionais;
d) - Construimos em convénio com o MEC,ma
is do 15 (quinze) salas do aulas nas EscQ
las Municipais, dando oportunidade para -
mais de 1.000 crianças frequentarem as sa
las de aulas;
e) - Iniciamos a reforma em Convénio com
o Estado das Escolas Estaduais Oswaldo
Fernandes Monteiro P ProfC'~sor Antonio
Pinto Pereira;
f) - Vimos coroada uma luta que encetamos
desde os primeiros dias de nosso mandato,
que era a expansão de nossos terminais te
lefõnicos, elevando para 2.000 aparelhos
e capacidade de nossa cidade, com moder -
nas instalações;
a) - Em consórcio com o Estado (Dersul) -
sob as expensas da Prefeitura e proprietf
rios do Município, recuperamos inúmeras -
estradas de produção do Município;
h) - Temos mais de uma dezenas de proje -
tos inseridos através de nossos Deputados
Federais e Senadores no orçamento da
união, para o presente exercício, para
obras de saneamento base, asfalto, gale -
rias de águas pluviais, assistenciais, e
ducação e saúde, importando tais recursos
em um montante superior a cinco bilhões -
de cruzeiros; além de um financiamento em
tramitação na C.E.F., em fase final de a
provação para pavimentação asfáltica na
grande Vila AngPlica, autorização essa a
provada unan.i.-rente pelos Senhores Vereado
res, cujas obras temos a certeza em breve
estarão iniciando;
i) - Temos ainda, as obras compromissadas
pelo Governador Pedro Pedrossian, com a
nossa Administração, asfalto, rodoviária,
etc ...
Na área de Assistência Social, sob a
responsabilidade da Primeira Dama Profes
sora Eliana Cafure Peixoto, foram inúme -
ros os benefícios carreados para o Municí
pio através dos Projetos: Conviver - aten
dimento de 100 idosos - duas vezes ao
mês; Projeto Creche 8 Horas - atendimento
de 50 crianças; projeto Creche Casulo - 4
Horas - atendimento de 250 crianças; Pro
jeto Centro de Aprendizagem,· atendimento
de 200 menores de 07 à 17 anos; além de
cursos profissionalizantes e micro-unida
de de produção, foram também, distribuí -
das 1.300 cestas de Natal às famílias ca
rentes de nossa cidade, no natal de 1991.
Senhor Presidente, Senhores Vereado
res, estão aqui sintetizados um pouco de
nosso trabalho e de nossas metas, que se
Deus assim nos permitir haveremos de cum
pri-las todas, até o Último dia de nosso
mandato.
Queremos nesta oportunidade transmitir
a Vossas Excelências o nosso desejo único
de trabalho sério e honesto, não queremos
brigas, nem querelas; as dificuldades e -
xistem e estão aí, a desafiarem as nossas
apetidões o nosso poder criativo e as nos
vontade, hav zrmo junto de ence-
m a una, para o ben e felicidade -
de ro <o povo.
Salienta os, Senhor Preside e, S
nhoros Vereador s, a nossa disposição em
tr para com o Legisla ivo um tratamento
equita ivo com relação ao repasso dos -
percentuais das receitas efetivamente
realizadas, na confor idado fixada em or
çamonta e a entradas da receita, não u
saremos dois pesos e duas medidas, o tra
tamento será igual para o Executivo e PA
ra o Legislativo, se recebermos no mes
80 da Receita progrmada, serao repassa
dos à Câmara de vereadores a mesma pro -
porção calculada sobre sua despesa pro -
gramada.
Ao finalizar a nossa mensagem:
Agradecemos aor; Senhocrs Vrrcadores e
aos funcionários do Poder Legislativo a
solidariedade, a presteza, o discernimen
to que manteve, cm estreita colaboração
com o Executivo Municipal, na proposta e
soluçio dos problemas da comunidade, rei
vindicando e ajudando a cumprirmos me
tas.
lgradecemos à todos ou segmentos da -
Comunidade, pelo carinho e compreensão -
diante das dificuldades r algumas falhas
que por ventura existiram, nos inccnti -
vando a trilhar, com redobrada força, o
desejo de desempenhar a nossa árdua mis
são.
Agradecemos aos Governos Federal e Es
tadual pelo apoio, embora não muito, mas
que foram significativos, no desenvolvi
mento de nossas ações.
Agradecemos a todos os órgãos públi -
cos Estaduais, Federais e Autárquicos,~
través de seus titulares, o incentivo e
apoio dispensados ao nosso Município.
Agradecemos sinceramente a 4ª Cia Eng.
Cmb. MEC, através de seu preclaro Coman
dante Major Fernando dos Anjos Souza, Pe
lo inestimável aooio legado a nossa admi
nistração; pela amizade,carinho e a colabora
ção dispensadas costumei.corrente à nossa comuni
dade. Por derradeiro, a nossa gratidão à to
dos os auxiliares, funcionários Munici
pais, do mais graduado ao mais humilde ,
que cada um em sua função, deram de si
para a consecução desse trabalho que foi
com muito amor realizado.
Senhor Presidente, Senhores Vereado
res, através de vós saudamos o labrioso
povo jardinense, pedindo a Deus nosso
Pai todo Poderoso, que guie nossos pas -
sos, direcione a nossa inteligência e i
lumine nossas ações no bem servir a comu
nidade nos seus anseios e ideais mais li
gítimos. -
Gabinete do Prefeito Municipal de Jar -
dim-MS., em 18 de Fevereiro de 1992.
Joelson Martinez Peixoto- Pref. Municipal
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PHLl':í'I'UH/ MlHUCli'lV, l). J,·•n.111 - w;
q
a
OíC10 NO 439/92 - CAÍ, EM 12 DE T.REIRO DE 1.992
Quando t l vemo,; conhcc j monto de denuncia f o rmulada pelo Sr.0 •
waldo C, Grubert, contra a minha penso, enviamos a V. Sa., r
1
;osn;,,_dcre_?;_1 e~(; Doc;umcnton comprotnlÍJrjo~, qt;'' ;> 110'),,0 v •. r,,
demonstraria a total falta de fundamentos legais para a mnals
nadn i1CU8i'.lÇao.
O_Eqréqio 'Tribunal de Contan de MS., de posse da acusucão e
Lambem da dcfcnu, cm docioi.io profcrüJ.-, r•1~ J 9/11/91, nos .:ib:;ol -
vou por unnnimidadc de votos, conformo cópia anexa.
O resgate da vcrdndc tunto para mim, como para a nossa cida
de foi um bem o non montra que o caminho que buscamos trilhar
tom que ser belo.
Sem mais, colocando-nos i.i disposição, subscrevemo-nos, re5 -
pe.l.tor;umentc.
Dr. Joelson Martinez Peixoto
ESTADO DE MA'l'O GROSSO DO SUL
Prefeito Municipal
'r}UBUNIU. DE CONTAS
Secretaria da Ser.sões - Decisão Simples NO 008/91 - Reservada
Processo TC - 05905/91
lSSUN'l'O: "Denuncia formulada pelo cidudão Osw.aldo Coimbra
Gruberl: contra o Prefeito Municipal de Jardim Joelson Martinez
Peixoto
O 'l'ribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, no u
so de sua atribuições legais,
Decide, por unanimidade de votos, nos termos do relatório e
voto do Excclentissimo Senhor Conselheiro - Relator Horácio Cec
zósimo de Souza, acolhendo o parecer do Ministério Público Espc
cial, pela improcedP-ncia da Denúncia feita pelo cidadão Oswaldo
Coimbra Grubert contra o Senhor Joclson Martinez Peixoto, Pre -
feito Municipal de Jurdim, comunicando-se o resultado deste jul
gamento aos interessados, e arquivando-se o processo com as ca~
telas de estilo.
Participaram, uinda, do julgamento, os excelentíssimos Scnho
res Conselheiros Carlos Ronaldo Albanczc, Rudel Espindola Trin
dade, João Totó da câmara, João Leite Schimidt e Ruben Figueiró
de Oliveira.
Presente o Excelentissimo Senhor Procurador Chefe, em exerci
cio, do Ministério Público Especial Dr. Marcel Brasil Freire Ca
piberibe.
Sala da sessões, 19 de novembro de 1.991.
Conselheiro Paulo Roberto Capiberibe Saldanha Presidente
CONSULADO DEL PlRlGUAY - BELA VISTA - MS - BRASIL
El Consulado de La República Del Paraguay INFORMA que por
Ley NO 113 del 20 de Diciembre de 1991, se extiende a 5 anos
el plazo de validez de los pasaportes consulares.
Así también por dicha Ley se fija cn 20 U$S el cesto de la
expedición de cada pasaporte, m~s 10 U$S por la inclusión de
cada hijo menor se fuere necesario. El cesto de la renovacion
se fijó em 10 U$S. Esta nueva Ley establece que los para -
guayos naturalizados solo podran obtcner y renovar sus pasa
portes unicamente en nuestro Pais. J.a Lcy no 113/91 modifica
los Párrafos 70 y 71 - Nota 22 - Capítulo 7 - Artículo 13
del Decreto-Ley NO 46 del II de Febrero de 1.972.
Rua Guia Lopes, 550 Caixa Postal - 08
CEP: 79.260 - Bela Vista - MS Brasil
COMARCA DE BELA VISTA - MJ'l'O GROSSO DO SOL
CARTÔRIO DO 20 OFÍCIO
Edital de Proclamas
NEGÓCIOS &. O
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MAR AC fJ U-· 1 NO COM t:. Í: {'/ G /_ í' G/1
l
Ga/poos em Conr
!J
Artofa/os d11 Ctmoo/o • 1 (;, ,,11
AI ondemos om lodo
RUA Pi!OJf.TMl/1 10?0 C[ ; ,·
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório do Registro
civil desta cidade, faz saber a quantos o presente Edital de
Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo
Artigo 180 do Código civil Nos I,II e IV, e pretendem seca-
sar: Darcy Freitas e Vera Lucia Pinhei:º· .•
Ele,nascido aos 23/01/67, em Bela Vista-MS., residente na
Rua Eusébio Martins, s/n, Bairro Costa e Silva, filho de u
reliano Freitas e de Dona Rufina Ávalos de Profissão Funcio-
nário público Estadual. . .
El nascida aos 08/11/60, em Bela Vista-MS., residente na
G
ª
1
' soares da Rocha, 421, nesta cidade, filha de Pedro
Rua a , • h • d p f • - p
Ivo Pinheiro e de Maria Fagundes Pinreiro, te 'ro 1ssao 'ro -
fessora.
- c ·stóvão Flores e Maria Antonia Torres Ifran.
Joao ri i·do aos 21/03/68, em Bela Vista-MS., residente na
Ele nasc • • FIh d Fl ' Fl
' t Fé neste Municipio, 'i o te .or1ano .ores e
Fazend~ Sanª nd~ina Flores., de Profissão Carpinteiro.
de Maria Ale~~ aos
23
/ll/68, em Jardim-MS., residente na Rua
Ela, nasci", s/no, Bairro Antonio João, nesta cidade, fi
José Lemes ""9"{an e de Juana Liduvina Torres Ifran, de Pro
lha de Agapi .o -
fissão :prõfessora.
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha
forma da Lei.
Bela Vista-MS., 21 de'Fevereiro de 1992.
Ludgero
Augusto Senhorine
Escrevente Extrajudicial
t
"
NE TE CIR
. BRINQUE cow
e
=
,
na
t
Obras de Engenharia Civil, Projetos, Ccr.:1r.
e Drenagem -- A1min!:trcçõo '··· "1
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'
"
!!ll!/ Ili l 1 (J11'J J. i l /1
IRO DE 1.982
Com muita alegria, todos os ano o nosso amigo Carlos Roher
) Ave, non traz os seus inqelon pomas que ao escritos
muito carinho.
Carlos, mesmo tendo problemas de dicção mostra-nos que seu
ulnto supera essa barreira.
t
O partido político PST, agora conta com uma grande força fe
t.nina.
t1 f, estamos falando da nossa amiga e Empresária jardinense
vc-atriz (a conhecida Dia da Javet), que está entrando para a
rreira politica.
; caranto-lhe que as mulheres jardinenses estão muito honra -
1s pela sua qrande participação. Parabéns!!!
d
b
ir Após o Carnaval, terá inicio no Assincra de Jardim, o cam -
•anulo da voley de areia de trio. Sendo composta da seguinte
1Jt)n,•irn: dois homens e uma mulher.
nc Para mui ores informações, procure o GUTO, no Assincra no pe
Díodo vespertino.
ni
CC
dc À mais nova gatinha do pedaço,estamos falando da garotinha -
duna, filha do casal Bruno e Lenic, que acaba de chegar para
tqcgrar ainda mais a vida do casal.
ir E aproveitando queremos dar boas vindas ao novo Comandante
o1 Policia Militar, o nosso amigo Cap. Veiga, que acaba de
cc»slocar-se de sua cidade para a nossa, cm busca de grandes e
dhgnificos trabalhos relacionados com a nossa segurança.
ri
gc A galera jardinense já está a mil, pois faltam poucos dias
tora o Carnaval.
cõ Segundo os comentários, a Banda Corumbaense 5a Dimensão, e~
tu prometendo grande sucesso neste Carnaval.
:a Para quem já os viu tocar, afirma que de samba eles sabem
teté demais.
ho Esse ano o Carnaval do Esporte Clube Jardim será de arrasar.
co
po
tr A Conferência Internacional sobre o Meio Ambiente que sera
po»alizada em junho na cidade do Rio de Janeiro, come;a a preo
COJpar os paises desenvolvidos e industrializados, em apresen -
noar propostas compatíveis e aceitas pela opinião pública mun
tiial sem ir de encontro ao potencial de desenvolvimento.
no Para isso, representantes dos 07 (sete) países mais ricos -
aso mundo encontram-se reunidos em Washington para juntos discu
pe.lj_rem e formularem uma proposta sobre o Meio Ambiente a ser a=
daresentada na ECO/92.
O importante dessa reunião é o exemplo dado:eles já se preo
moupam, há algum tempo, em apresentar sugestões aceitas, defen
FOendo seus interesses. Resta a nós brasileiros, saber se nos -
quhs autoridades também encontram-se preocupados em apresentar
repostas compatíveis com nossa realidade.
nh
ti
ma Desejo de todo coração e com muito carinho aos meus amigos,
lhelson da Silva Ferreira e Leivanir Franco Ferreira, filha dos
e teus amigos Loredo Franco e Juraci Arce Franco, que uniram-se
0
elos sagrados laços do matrimônio. Para vocês mil felicidades
mo muitos anos de vida juntos. São os sinceros votos do Baixi
diho Arara e família.
c-a:
Xi: No último dia 16, foi realizado
r@oncurso nível básico para seleção
f@;1 S/A.
so: Candidatos da região de Nioaque,
maes da Laguna, compareceram em peso
do1 Estamos torcendo por vocês!!!
em Guia Lopes da Laguna o
funcional do Banco do Bra -
;
Bonito, Jardim e Guia Lo -
para prestar o concurso.
Boa Sorte!
Edital de Proclamas
ne! Pedro Barcelos da Vale, Oficial Substituto do Cartório do
do egistro Civil de Bela Vista-MS., faz saber quantos o presente
merdital virem ou dele conhecimento tiverem, que pretendem casar
zoe Edson Jorge Correa Zatorre e Maria Ester Barbosa Cabral,ele
-:--'?spachante, natural de Antonio João-MS., onde nasceu no dia
0/12/62, domiciliado em Ponta Porã-MS., filho de Edson Zator-
~
e Dona Trindade Correa Zatorre, elas nascida nesta cidade a
s 19/07/72, filha de Adão Moreira Cabral e Dona Julia Barbosa
abral, estudante, residente e domiciliada nesta cidade. Apre
encaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 da Código Ci -
il Brasileiro de nos I, ti, irrreZ ·
Se alguém souber de algum impedimeni='o legal que se oponha
a forma da Lei.
f Cera de Aquidauana já
500 Mil evis à
içã de Criadores
Implantado ofici
almente há rés anos
em convênio entre a
Fundação Cera (Cen
tro de educação nu -
ral de ;uidauana) e
a Secretaria de Esta
do do Meio Ambiente,
o Projeto "Pexa" (Pos
to Experimental do
Aquidauana), de dois
anos para cá, multi
plicou por dez a pro
ducção de alevinos.JIÕ
je, estão à disposi
cão de pecuaristas ,
500 mil alevinos de
pacu, a espécie que
mais se adapta ao re
gime de cativeiro. -
Para aumentar a
produção de alevinos,
o Diretor-Presidente
do Cera, Mcdson Ja
ner da Silva, cons -
truiu mais 11 tan
ques, que sornados a
os outros quatro já
existentes, cornple -
tam o programa Pexa.
Do total de 15 tan -
ques apenas quatro -
são utilizados para
engorda, uma ativida
de acessória, uma
vez que atende a de
manda do restaurante
da Escola com a co
mercialização apenas
do excedente.
OBJETIVO
O principal obje
tivo do projeto é a
tender especialmente
o pequeno produtor ,
esclarece Medson Ja
ner. Ele acredita
que todo produtor ru
ral que tiver água=
corrente em sua pro
priedade pode ter um
znque para piscicul
tura sem um custo al
to, especialmente se
consorcidado com a
criação de suínos
por exemplo. No ano
passado foram comer
cializados mais de -
30 mil alevinos de
pacu. Hoje cada ale
vino está sendo ven
dido a Cr$ 100 ele
va dois anos para a
tingir o peso para o
abate, com aproxima
damente 1,8kg.
Na verdade a Fun
dação Cera já vinha
pesquisando a pisci
cultura desde de 1984,
mas só em 1989 come-
ou a comercializar
alevinos. Hoje, ,
Fundação é o maior
fornecedor de alevi
nos d • toda a r
qião. "Do ano passa
do para ca a venda
de alevinos pelo CP
ra diminuiu. Isso
pode não parecer ,
mas é bom, signifi
ca qu mais gente -
catá produzindo ale
vinos através da
tecnologia dcsenvol
vida por nós na rc=
qião", atesta o Di
retor da Fundação.
O COMEÇO
Dll CRilÇÃO
Como o pacu é um
peixe de piracema ,
é necessária a inje
cão de um hormônio
retirado da hipófi
se dos peixes, e
que, quando aplica
do nas matrizes em
cativeiro, possibi
lita a desova. As
matrizes, que ficam
no laboratório da
Fundação depois de
fecundadas colocam
milhares de ovos
que irão se trans -
formar em alevinos,
que começarão a ser
comercializados a
partir de 60 dias.
No Laboratório -
do Cera, o técnico
agropecuário forma
do na própria insti
tuição, Wagner Nan
tes Velasques, faz
experiências com a
reprodução do pinta
do em cativeiro, um
dos peixes mais a -
preciados no merca
do. Num dos tanques
de engorda está sen
do feito um consór
cio com suínos. Uma
pocilga foi cons
truída em cima do
lago, de forma que
os restos de rações
e a fermentação das
fezes dos porcos
servem de alimento
para os peixes, O -
correndo assim uma
redução substancial
no gasto com a ra -
cão e a consequente
criação de suínos.
Toda a renda ob
tida proveniente do
programa Pexa é re
vertida ·para o pró-
prio programa. O •
cedente, quando e -
xiste é repartido -
entr a Fundação Ce
ra e a Secretaria
do Meio Ambi nte. A
idóia <lo Diretor da
Fundação difundir
cada vez mais a pis
cicultura especial
mente entre peque -
nos produtores ru -
rais.
UM
QUE
POUCO DO
~ O CERA:
Criado há 17 a -
nos pelo então Go
vernador José Pra
gclli, a Fundação -
Cera abriga uma das
mais importantes Es
colas Agrícolas do
País. Hoje com 250
alunos entre 10 e
29 graus, a Funda
çaõ está desenvol
vendo mais de 12
projetos apenas na
área de campo,entre
eles estão: horti -
cultura, produção -
de grãos, criação -
de pequenos animais,
pecuária de corte e
de leite, sericicul
tura e inseminação
artificial.
são 806 hectares
encravados junto à
Serra de Aquidaua -
na. Além dos proje
tos para a área ru
ral, o Cera quer me
lhorar ainda mais Õ
nível de ensino. Pa
ra isso reativou o
primeiro grau de 52
à 8a série, que es
tava parada até o a
no passado. Aspa=
lestras com profis
sionais das mais di
versas áreas e com
renome nacional,tam
bém são uma constan
te agora na Funda=
caõ. Só no ano pas
sado foram feitas -
68 palestras comes
pecialistas de di
versas áreas. "A
nossa missão é for
mar o técnico de ní
nível mdiocom exce
lente qualidade, cu
ja capacidade de -
trabalho é muito
maior para are
gião do que um pro
fissional de nível
superior,por exemplo,
finaliza!edson Janer.
Bela Vista-MS., 24 de Fevereiro de 1.992.
Pedro Barcelos do Vale
- "" " "Ui""= --
tureza!
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e Legur.,es.
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Belu Vista Mato Grosso do Sul
1 (
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TRIRUA ?ROnTE
,,
DIARIO RFSG ONAL
ELA VISTA -- MAIO GROSSO DO SUL,
- MAO: 2I TERÇA-FEIRA, 2 DE FEVEREIRO DE 1.992 N'.! l.172 D IRETOR: IVALDO PEREIRA
Escola Generoso Ponce Fecha as
Portas no Período Vespertino
,) Por decisão da Aêncla
Regional de Educação, sc
d1ada em Jardim, a Eacola
l'.staduul d!! l!:! Grau Gene
roo Ponce, um dos mais -
tradicionaiu estabeleci -
mentos de ensino de nossa
cidade, teve esta semana
enccrrodnn ns nulas no pe
rfodo vespertino, tanto:
para o primário (JQ e 4Q
série) como de SQ a 8Q. O
motivo alegado foi a pou-
ca quantidade de alunos
nos solos de nulo, o que
não comportava o funciona
mento normal da escola em
três p«?rÍOdos.
A :report:nj)pl esteve em coa
tcto com a Diretora Everia-
na Jorgina de Carvalho e
com a Supervisora Antonio
Helo, elas informaram que
os alunos que estudavam a
tarde, 3Q e 4Q séries, fo
ram transferidos para o
período matutino e os de
52 a 82 séries passaram -
para o noturno, com isso praticamente no centro -
as salas de aula nesses da cidade.
períodos foram completo O principal motivo do
dos com o número de alu baixa quantidade de alu-
nos exigido, já os que nos no Escola Generoso -
não podem estudar nesses Ponee é o total falto de
dois períodos tiveram de infra-estrutura tanto fI
procurar vagas cm outros sica como funcional, Õ
estabelecimentos. estabelecimento de cosi-
Com a decisão de fe no pouco ou quase nada -
char o período vespertino pode oferecer aos seus a
na escola, muitos pais de luoos, não dispõe, por
alunos e os próprios cst~ exemplo, de uma quadra
dantes foram pegas de sur de esportes, área de re
presa, o fato gerou incl~ creaçiio e falta até água
sive uma série de proble- fria para os estudantes
mas no meio das famílias beberem. Além disso os
que tinham filhos estudan sanitários apresentam de
do no Generoso Ponce, mui feitos, a cobertura pos
tos não podem estudar de suem deficiências, vaza
manha porque trabalham, mentos, não existindo nem
na maioria das escolas já mesmo salas próprias pa-
não existem mais vagas ra a direção, professo
além do que a maioria dos res e secretaria.
alunoa são adolescentes, A continuar como es
ficando muito difícil es- tá, o tendência natural
tudarem no período notur- é o fechamento total da
no, como é o caso dos que escola Generoso Ponce a
cursam de 52 a 82 series. te o final do ano, o mo
Outro problema gerado com tivo é simples: com oi
esso decisão são as distân- nÍcio das aulas nas duas
cias que muitos alunos te escolas periféricas que
rão de percorrer para eh! estÕo sendo construídas
garem aos colégios onde- pela Prefeitura tunfci -
conseguirem vagas, muitos pal nos bairros Primave-
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GENEROSO PONCE, ALUNOS FICAM SEN AULAS NO PERIODO VEsPER+
moram em área periférica
da cidade e tinham a Es-
colo Generoso Ponce
excelente localização
em
roe Espírito Santo e a
conclusão da reforma da
Escola Vera Guimaroes ~
reiro, o número de alu -
nos do Generoso tende o
diminuir ainda muito ma
is, afinal de contas, ta
to os pais de alunos co
mo os próprios estudan -
tes vao preferir um esta
belccimento de ensino
com melhores condições e
mais próximo à suas ca
sas.
Em síntese, as recla
maçoes contra o fechamen
to da Escola Generoso Pen
ce no período vespertino
são generalizadas por
porte de alunos e fami -
liares, vários professo
res também foram prejudi
cados com essa decisão:
os que são do quadro es
tável, terão de comple -
tar suas cargas horárias
em outras escolas e,_on
sequentemente, tomarno o
lugar de outros profis -
sionais que eram convoca
dos.
Está mais do que na
hora da classe política
de nossa cidade, a exem
plo do que já fizeram pe
lo Castelo Branco e Vera
Guimarães, envidarem es
forcos no sentido de
fazer com que o Genero
so Ponce mereço uma mai
or atenção por parte
dos responsáveis, para
que seja tirado do ver
dadeiro estado de aban
dono em que se encontra
há anos, é preciso uma
reforma completa e am
pliação do séu prédio o
mais rápido possível
Todos nós, princ1palmen
te os representantes do
povo, possuímos responsa
bilidades com o setor e
ducacional, que é um
dos mais importantes na
formação intelectual de
nossos jovens.
Fechar uma porta da
educação é, no mínimo ,
impedir o descnvolvimen
to, o progresso, à for:
mac;ão sadia e, canse
queotemente, um futuro
melhor para grande par
cela de nosso comunida
de, que são os jovens -
de hoje.
Providências é o que
todos esperam, com ur -
gência.
(U.R.)
SOCIEDADE JARDINENSE
PÁGINA -- 08
Caracol - Na sexta-feira dia 21 de Fevereiro de 1992, estava encostada
no balcão do B. Bamerindus em nossa cidade, chegou a ira Esperança cumpri
mentou-me, e como de costume a gente perguntou, como e que esta indo a luta
, ? Qual foi a minha surpresa quando ela voltou para mim e comecou a fa -
la
rma . iat ue estava nervosa, cu pedi: "Colma irma !" Tem dois tra~alhos:
T, gr::ou q , di la d l
ficar brava e amansar novamente'. Ela começou como quem .z:, e. e lo .a
do do prefeito, vou ataca-la! Francamente ira, nao esperava isso da senho
ra, porque pela posição que ocupo em nossa cidade como representante de De
us para nós, não esperava que a senhora haveria de ocupar-se de julgar_ os
outros, em vez de procurar entender. Sera que a senhora nao ve a situaçao -
do País? Assim também é nosso município. S?'plesmente irma,_a senhora esta
se deixando influenciar pelas pessoas de mas línguas, que so querem desnora
lizar
08 outros se a senhora esta pensando que com isso esta fazendo Políti
ca esta muito enganada, para mim isto_e politicagem. O tema da liturgia do
alado dia 22 era "Ame seus inimigos". Eu vi a senhora sentada no l_ banco
0 que va1e isto a senhora se so quer saber de atacar as pes~oas, brigar com
t , Não sei se a senhora ouviu a mensagem que dizia Se quisermos
!!];[!ar diante do sudo coso átseíuios de crtsrs e tiinos de Deus .
E e1o caminho do amor que se doo, sem esperar nada em troca. Amor_ate para
es a inimigos". Será que por um simples caminhão de areia eles não mere -
cem isso da senhora? Do jeito que a senhora anda se prestando ao papel de
politiquice, não vai conseguir nada mesmo:. -
TaemHora precisa ver que a nossa cidade e pequena e nao tem os campos -
de emprego, se o prefeito no_fez nada, ou nao esta fazendo como a senhora
mesmo disse, mas pelo menos nao demitiu nenhum funcionar1o. Ou a senhora
prefere, que coloque as maquinas para trabalhar e demito? os funcionarias, e
daí? 0 que vai contecer, a senhora vai manter todos eles:
Não e por que sou a esposa de um vereador que tinha o direito de ouvir
tudo aquilo da senhora. A senhora mesmo sabe que minha casa esta sempre de
portos abertas para servir as pessoas ao que for do meu alcance. Sou profes
sora hã 20 anos iri e Graças n Deus bem quista pela sociedade. A mensagem
que tenho à senhora é esta. "Tire os vendas de seus olhos porque tu pode tro
pecar e cair". (SUZANIR ALVES COELHO)
Estado Tem
400 Cr$
Milhões para
Campanha
Anti-Saramp
A1ém dos Cr$ 240 mi
lhões, o secrecirio de
saúde, Marcus Vin!cius
do Nascimento recebeu -
também Cr$ 400 milhões
para a Campanha Anti-Sa
rompo.
PÁGINA - 05
Editorial
Jean Paul Sartre, o grande pensador francês, d1-
z1a que as palavras são "ágca", elas possuem o
poder de construir, destrulr e revolucionar. A pró
prta BIbla dfz que no infefo era o Verbo, e as
p a l a v r a s , q u a n d o minceras, n a s c e m n o t e m p l o apra-
do do pensamento.
O homem ante de
Deus. Ele nada mais
dade.
Se as palavras
cio é ouro, há um
calar.
nascer, já existla na mente de
é do que uma emanação da dIvIn
sao saradas, as vezes, o Ilen
tempo para folar e um tempo para
Vivemos tempos cm que todos devem falar. SÓ um
grande debate nacional, envolvendo tudo e a todos,
poderá diminuir os choques e atritos que a nova or
dem mundi.al est.-i provocando.
O mundo Já não está dividido entre o COHUIHSHO
e o CAPITALISMO, hoje a divisão é entre paÍ,rnr, rtl
COS e países pobres (ou para runenlzar, EH DP.SP.NVOL
VD1ENTO).
Todas os mudanças começam de baixo para cima,
das pequenas comunidades às médias e àa grandes.!~
je já não são as capitala que ditam regras ou mo
dismos, há cidades e regiões no interior que er -
vem de exemplo a muitas metrópoles.
Discute-se, hoje, no Brasil, a prolifcrac;,io da
marginalidade infantil, os escandalos na área do
Governo, os trambiques dos usineiros de Alagoro, oc,
débitos com juros subsidiados de empresários ganan
ciosos que adoram o lucro fácil, o problera fundtá
rio (há muita gente com ;erra ociosa, só para espe
culacão), a AIDS, o sistema educac1onol, o espor -
te, as drogas (tecos até deputados envolvidos), o
contrabando, a (amÍlia, o casamento, os artes, en
fim, o país vive um período rico de idéias, e to -
das essas discussões (ou debates) são necessárias,
pois, só assim, o povo poderá escolher o seu cami
nho.
Acontece que a maioria entende que só o Gover -
no, o presidente Collor, é que deve arcar com toda
a responsabilidade.
Todos são responsáveis, mas entendemos que a SE
lução virá de baixo para cima, do povo, das peque
nas cidades, do interior, onde ainda é possível
sentar-se a beira das calçadas, nos fins de tarde,
sem o medo do assalto ou do sequestro. Do interior
virá um modelo de vida.
O mundo é mesmo uma aldeia g1obal, e a telinha
mágica, assim como mostra os maravilhosos jogos de
inverno em Albcrtville (França) mostra também a
invasão dos tanques no Líbano e os atentados em
Londres.
Somos como uma grande família, cheia de proble
mas, mas a cooperaçao, o entendimento, o respeito
às idéias, conseguem acalmar os mais afoitos e se
renar os ânimos. Assim é a TERRA. É a nossa humant
dade.
E Bela Vista? E os belavistenses? Os jardinen -
ses? Os murtinbenses?
f'. a nossa região, que já foi ch=ada de "Corre
dor Sofrido", lembrada só cm tempos de eleic;ão
quando candidatos o deputado, senador, nos visitam,
e participam de nossas festas, a todos recebemos -
com fidalguia e respeito.
Nós, também, somos elo da grande engrenagem, e,
nada melhor, e oportuno, começar a pensar nas pró
ximas eleições, quando elegerecos vereadores e pre
feitos. Precisaremos de políticos, homens que ja
despertaram do sono do comodismo e carreguem den -
tro de si, não a ambic;ão egoística, mas a vontade
de participar da grande aventura humana de constru
ir um novo município, um novo Estado, e, consequen
temente, um novo PAÍS, Integrado aos demais que
formarão a Terra do Ano 2.000. 0 chamado III? MLIe
nio.
Aos formadores da opinião pública cabe estares
ponsabilidade, a de levar, a todos os lares, aos
mais distantes rincões, a Boa Nova, a de que é pos
sível, e vale a pena, participar, da GRANDE CONS
TRUçÃO. (P.P)
PS: Aos descrentes, aos que ainda não derruba
ramas escamas dos olhos, aos que não acreditam
que poderemos fazer deste País uma grande nação
peco ler os livros de hlstoria e ver os exemplos
do Japão, Alemanha, Israel; e dos países que atra
vessaram momentos difíceis (EEUU na recessão) e
conseguiram superar dificuldades que parecia L -
possíveis. Assim pode se construir ua grande Na -
cão, e esta construçio começa por construir UMA CRN
DE CIDADE.
Bonito - Balneário Municipal
Com tlovo Visual
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t
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m
S
.n
s
A Prefeitura Municipal
através de sua Secretaria
de Turismo, vem desenvol
vendo várias melhorias
nas instalações do Bal
neirio Rio Formoso, vi
sando se adequar as nor
mas do CONDEMA 1cal
bem con,o melhorar
0
tendimento ao grande
mero de turistas ....
PÃGINA - 05
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n{ao· artrfo do fnlco o±f!o, o ar ·t«e t [
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te etu e, plicado por tr vees na fprena t o!letal, pura o
t,, r. fro, ut ra, e ua parte d{po. ft!v: JOIO IGi) e as[der r!o tio o
atos,· 1to Intertfo do resuerfto, ta. o«e d Prato, br, 't !-
urIta, rtd,unte do[fltado nesta cIdadr, II de Aeon!o ore do tr. to
i o silna te !ta a!sr.s, declarando-o abolut anuente fope d rer pw +! n
', V1l
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. ,t,u, na fora to art, 9, II, do CÚrl! l) (Jvll . ,,c,Jrr!o t:O ·:J l[l. !, l..,
, :, l lJc11, o CJvf ), nofo-lhe curadora a ua fHha, Fel!p4 A I•. 11u J·rt!'1n, hr ! l J,. l
t'ra, p teóloga, re»{dente donde!!fada nesta cfdode, 'o ters dos arts, 1,14 do
Hl, do ódto fIvfl, ftusrev- o presente no Kefstro CIvfl publique-se pla
1 ale alo r o o!lfal par trés vezes, coa Intervalo de dez di s, int-?e a
pretor o pro o o prazo dl' c1.nt"O di-1'1, d<v•~l'1to J1ro..:,t1•r 111 f<Jr.a dv .1rt. 1,
,, 1, l •Jrl, ndo 11111,l,, 111 r11r M, r:-erc{clo de lmc:dinto, poT r<• lr,1t,1r de f1.lt.n do n•qu,•rl-
do dpols a arantta, Custas ex lee, PR.IC. Eonlto, 5 de fevereiro de 19!, C:l.)
a afure Jul de Dfrelto, E para que clegue no conhecimento d terceiros, e dos
1.1, • t iil,· u, l1•11,1tnnt:L.l, ftd t''ifl(dldo o pretente edital, que era publicado na for
lel t to + par ado nesta Idade e Comarca de Eonfta- Estado de 'uto Grosso do Sul, no: onu
}s » ,!t !t ·verelr» do no de m] novl•ccntoa t· novt•nt.t e doir. Lii, (ldCA:<DO .A'.C-íL f.l.·
, ' ,,u o da , J tu •r,J(<·i f' Ih rvl.
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J>r. r,.••r,;on C,1fure - Juiz d,• Direito
4) t
1
Ji;ntor Clínico: Dr. Alexandre Frizzo
CO;N1,NIOS COM UNIMED - INAMPS - BAN
DO DRIISIL - PREfFI'fURA MUNICIPAL
IXi ECONÔMICA FED!ml'i.L - SUDS e FlZEN
S
PLANTÃO 24 IIOR1S
FONE: 255 - 1261
DONlTO - MATO GROSSO DO SUL
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Vericulo
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Versiculo 5 ,, (j
80- Exodo Cup. 7
Versículo 7.
31- Lucri:; Cap. 17
vcrr.ículo 32.
82- r.xodo cap. 10
Vcrr.ícul~ 13 à 19
83- JÓ Cap. 6
Vcrr.iculo lí
84- Sofonins Cnp. 1
Versículo 12.
Colaboração do
Escritório Vasconce
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J~l'd.JçiioJ /ul.1lnlat.rnçÃo e 1'.H·qu-e r.r.Í(h:.n: A:,~1ifdn 1'rlhunn
du Prn.,tclrn 5(,4 • s..c:~ PT-'.;•rln - fon,': 41'! • J4IO -_CnJ,._,1
Vo.::;Lnl - 21- 1ela VIsto- Mito Groo do Sal - Redação Jar
dJn - Ha 1 de Ma1o, 2 - J.'o:: : 7',1 - lt,L'J (r,•di• pro-prl:z)
Sucursal
Ar,tuntu .JaGo, Torto Murfnno, Maracajs, l ... ntto '-' r11·,1col
(Cor repodentes Campo Grande, bras1ia e prJ11clp.1!n
C.1pltal:.)
Hl'pr ... i;eutm,tes Co:.:.,-crcJ11Is
t.it•ula Vefcul,r. e Co·.u11lc.:çÕe .. ':-ÍC I t:fa., l,:.J t 7 dt• AhrJ 1 ,
1?7 -5'2 Andar, Conjunto,'« Fonia: 155 - 2'i79/15S - 14
1
J2' t
o Paulo, CapftaI, Tiula - Ave!da Presidente Varas,5
0
0,
l12 Adar, Conjunto 1.109. Fc8; 263 - 1179, ilo de Jnm:lro,
R.! ~ .,..ÍLut~, - SOS E.d!tfc!a ernsrdo Savão, Andar, Conjun
t0 303. Fone: 224 - 690, Pra{lta - DF,
ASSmAnmA AlnJAL: ers - .10.000,00
PY.LO CDRRl!IO: Cr5 -45 .000,00
ASSIHAnJRA =~-rnAJ.: ers - 20.000,00
N:io d~votvcoo~ orl1;tn,1lr.. O Jornal não l'i<' Tcnpon!lof>llJz:1
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----- ,I
ANTONIO ,TOÃO MATO GROSSO DO SUL
IOR!MAL, TRIHUNA DA TONTEIA - DIÁRIO RECIO!NA! -
DPERFEIÇOIMENTO PESSOIL
L E 1
,
Comentando com um empresário belavstense a f -
tunação das empresas, nao ó em nossa reglao, mas em
todo o Drnull, com a molorln culpando, ora o Gover
no, o "pacote", os planos de salvação, a dívida
externa,a concorrência desleal, a Inflação, enfim ,
sao varfos on 'demotos' causadores do caos.
11
Poucou, muiton poucos, batem no peito e oflnnam,
men culpa",
E se esquecem que a verdade!ra causa das falêncI
as, das concordatas, das execuçoes, do empobrecimeh
to, da falta de perspectivas, é, na verdade, um pés
Bimo gercnclomcnto de suas empresas. E Isto vale pa
ra todos, poro os empresários, ugropecuaristus, pri
fissionois liberais, comerciantes, empregados e da:
nas de coso.
O brasileiro precisa adquirir o hÓblto de POUPAR,
de ter como máxima "o não gastar mais do que ganlrn"
e, poro as Administrações P~blicas ou Privadas, is
to significo solidêz e crescimento ordenado - " não
gostar mais do que se arrecada ou se ganho".
Sem a pretensão de ditar regras, ou indicar cami
nhos, estamos, há três anos, em nossa pequena empre
sa jornalística e gráfica, tentando colocar a casa
em ordem - nós, também, trabalhavámos errado. E te
mos a coragem de assumir os nossos erros, e procura
mos sana-los. , -
Como não há milagres na-economia, no Administra
ção de uma empresa, e não contamos com uma SENA, um
LOTO ou uma herança em nossa trajetória, fomos obri
gados a adotar uma economia de guerra. -
Antes de mais nada foi preciso, e é preciso, ACA
llAR com a escravidão das dívidas. Esse monstro que
mata esperanças e impede o crescimento.
A esse respeito, vamos transcrever alguns tÓpi -
cos do livro, A LEI DO TRIUNFO, de Napoleon H11 ,
de um capítulo denominado A ESCRAVIDÃO DAS D!VIDAS.
Indicamos este livro para todos os que procuram no
vos caminhos, buscam o aperfeiçoamento de suas ati
vidades, para os que possuem coragem e vontade de
mudar esse estado de coisas.
Não é um destes livros "mágicos" que transformam
a vida das pessoas da noite paro o dia, são princí
pios filosóficos e práticos que, realmente, nos le
vam a meditar e por cm prática os seus ensinamentos.
A Escravidão
Dívidas
a DO
das
o
A dívida é um senhor impiedoso, um inimigo fatal
do háblto da economia. A pobreza, por si só, é sufi
ciente para matar a ambição e destruir a auto conf!
anca e a esperança, mas acrescente-se a ela a res -
ponsabilidade das dívidas e toda e qualquer vítima
desses dois crueis senhores estara inevitavelmente
condenada ao fracasso.
Sob o peso das dívidas, nenhum homem é capaz de
dar
O seu melhor trabalho, ou de expressar-se em
tennos que infundam respeito, de criar ou levar a -
vante um objetivo definido de vida. O homem que se
deixa escravizar pelas d{vidas é tão desamparado co
mo
O
escravo limitado pela ignorancia, ou preso aos
grilhÕes.
... ~ terrível pensar em atravessar a vida como
uma vítima, acorrentada inteiramente aos outros por
dívidas. A acumulação de ~{vidas e um HÁBITO. Come
ça-se de modo modesto, ate que as dívidas vao assu
mindo proporções enonnes, pouco a pouco, dominando
inteiramente o individuo.
... Pensemos no que devemos a nos mesmos e aos
que dependem de nós e tomemos a resolucao de nunca
dever a ninguém. ~ esse o conselho dado por um dos
homens que maiores êxitos tem alcançado e cujas pr_!
melras oportunidades foram destruídas pelas dívidas.
Este homem conseguiu compreender a tempo o caminho
errado que seguia, eliminou o hÕbito de compr!r o
que não necessitava e libertou-se da escravidao das
dívidas.
TRIUNFO
A maioria dos homens que se habitua a dever nao
tem a fel!cidade de compreender o seu erro a tempo
de libertar-se dessa prlsic, pois a d{vda é qual
quer coisa de semelhante as arefas movediças, que
vão levando o Ind!v[duo cada vez mais para o fun -
do,
Há duas classes de dívidas, e tão diferenten em
natureza, que merecem 11er deocritnr. nqul.
1 - As dÍvidar; decorrentes de coisas supérflu:is,
e que se tornam um peso morto.
2 - As dívidas feitas no decorrer de uma transa
çiio comercial ou profissional, que representam mer
cadorias ou trabalho, e que podem ser convert ida·s-
em ATIVO.
A primeira classe de dívidas é o que deve ser!
vitada de todn maneiro. A Eegunda pode ser tolera
da' UHA VEZ UE O DEVEDOR SE.JA PRUDENTE E NÃO SE
PERMITA IR ME DOS LIMITES RA7.0 VEIS.
Desde o momento em que o individuo vni além des
ses limites, entra no campo da especulação, a qual
antes devora as suas vítimas do que as enriquece.
• Em geral, todas as pessoas que gastam mais do
que podem, são tentadas a especular com a esperan
ça de que podem liquidar, com uma simples voltu da
roda da fortuna, por assim dizer, todo o débito. A
roda da fortuna, porém, coetuma parar quando não
deve, e, longe de se encontrarem livres de dívidas,
os especuladores quase sempre se escravizam a elas.
A pessoa que não tem dívidas pode afastar a po
breza e conseguir grandes sucessos financeiros
mas para aquele que tem dívidas, as realizações
são apenas possibilidades remotas, e nunca uma pro
habilidade. -
Como dominar o medo da pobreza?
Primeiro - /,l;mmnar o hebito de
to e, em seguida, liquidar pouco a
tos contraídos.
Definido o hábito de eccnomizar uma parte certa
do nosso rendimento, mesmo que esta economia seja
apenas dez cruzeiros por mês, muito cedo o hábito
se instalará na nossa mente, e sentiremos alegria
em economizar.
Não basta libertar-se de um hábito indesejável,
pois hábitos assim têm acertuada tendência para -
reaparecer, a menos que sejam substituídos por ou
tros de natureza diferente.
Henry Ford nunca teria conseguido uma primeira
base, com a sun carruagem sem cavalos", se nno ti
vesse desenvolvido "desde cedo na vida, o hábito-:
da economia".
Para as empresas os fundos de reserva são esscn
ciais para a operação eficiente de qualquer negõ -
cio.
A faculdade de ganhar dinheiro e o economizar -
constituem uma ciência, maE as regras por meio das
quais o dinheiro é acumulado são tão simples que
qualquer pessoa pode segui-las. O principal requi
sito para isso é a forca da vontade para subordi -
nar o presente ao futuro, eliminando as despesas -
desnecessárias, com coisas de luxo.
Na verdade o hábito da economia pode ser tao
fascinante como o hábito de gastar, mas isso somen
te depois de se tornar um hábito bem arraigado e
s istemit ico.
CONCLUSÕES
comprar a crédi
pouco os debi -
Temos muito o que aprender a respeito de VIDA,
aprendemos nos livros, no cotidiano, nos contatos
com outras pessoas, as vezes.o crescimento pessoal
nao e acrescentar algo EM NOSSAS VIDAS, as alijar
o desnecessario, separar~ joio do trigo. Pelo me
nos uma vez por semana, este DIÁRIO publicará arei
gos, comentarios, sugestoes de mestres a respeita
do APERFEIÇOAMENTO PESSOAL. Ainda vale a ..,áxima ,
para mudar_o mundo, basta rudar o homem.
E na proxima semana vamos falar a respeito de
RIQUEZA, PROSPERIDADE PARA TODOS, GOVERNO PARTICI
PATIVO.
DlQ
No mundo
C, rlos Atônle de Allr Ferre!ra,
Do Rotary Club de Curittba-Oeste, P (DIst. 6/40)
Governador 184-85
organizações exem
pl .res, como aque
las das formigas e
das abelhas, onde -
cada animal fez a
suo parte sem1 e3m70-
recimento e, sobre
tudo, com um insu -
bstituívcl &cntimcn
to de solidarieda -
de. Não é à toa que
as formigas prolife
rama ponto de - ei lam mais alto ele
ceto em regiões ge- cabam oprimindo, su
ladas - existir cm julgando, inibindo
todo o planeta. os demais companhei
Empregando racio ros e afugon ando n
cinio e poder de vas idéias. São re:
vontade, os homens ponsáveis, em certo
reúnem condições i- caso, pela inoper
deais para organi - cia e falta de pers
zar-se eficazmente, pectivas de si ró
para conviver satis prio e dos clubes
fatoriamente agrupá que pertencem. Tais
dos, para alcançar companheiros preci
realização pessoal sam ser conscicntiz.
e coletiva de rodo dos de que as suas
rápido, completo e presenças devem con
duradouro. Todavia, tribuir para aperfc
nem sempre eles con çar r nino para neu
seguem obter resui- tralizar; para moti
tados finais equiva var c não para esfr
lentes à soma teor ar os ânimos; para
ca dos valores indi irradiar entusiasme
viduais reunidor o, e não o desestimulc
por isso, nesses ca Felizmente, poré
sos a união faz a a grande maioria rc
força. conhece que o privi
Uma das razões - légio de ser rotari
da expressividade , no implica, dentre
da força e do valor outras coisas, cm se
de Rotary é a soli- solidário com as ir
dariedade demonstra clativas dos demai;
da pela maioria dos companheiros. E cor
companheiros de to- preende auc esses
do o mundo. Grande sentimentos soment
exemplo está na Cam engrandecem as pesr
panha Polio Plus:on as e dignificam o J
de nasceu esta idé:- tary. Agindo assim (
ia? Aos verdadeiros utilizando a adesãi
1
rotarianos isto não dos seus sócios 1
importa; empenharam busca do estimulo
se todos e ela obt fomento do Ideal e
ve inquestionivel = Servir, Rotary ala:
sucesso. De público, trou-se também por
de crítica e de re- quase todo o plane
sultados. Também ta. E confirmou qu
foi assim em muitas a solidariedade po
outras atividades . produzir o mnilaare
Em Rotary, a partir alquímico de tráns1
do momento em que tar idéias individ1
se aprova alguma ' is e abstratas em
déia, ela deixa de sultados concretos
pertencer ao seu au de expressiva gran
tor: passa à proprie za.
dade e responsabili
dade do grupo. E cã Basta olhar as
da companheiro dá o história-
melhor de si pra v
la executada. 'omo
se fosse sua.
Entretando, aind
existem alquns co{
nheiros qu vacilar
no morento de assu
mir as metas dos se
us clubes como com
promissos seus. a
são solidarios como
deveriam ser. Suas
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ilal de Jardina-Mi., no uso de suas atribuloes leais, etc...
Considerando a necessidade de e proceder a regulamentação e fLcalfzaçao
os locais de festejos carnavalescos do ano de mil novecentos e noventa e do
o, a fim de cofblr abusos e definir responsabilidades:
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ftl~;OJ.V!:_
Art, I? -- {Somente serão fornecidos Alvarás para bailes carnavlecos aos
lub,'t: nocla!11, n•cr0e1tivo,; e cstnbo]ocim<>ntos d0 diversões pÚb1lcn9 que ,1s-
lv,,n•m J,,gnlmentc conr.titu{don e com o nlvnrn anual (92) desta Delcg:1clo ds_
1
11d.imr·~tl· cxper!iclo, 1,wc!Juntc aprescntnçiio de alvará do MM. ~uh de Plrelto
, 111fnncin e da Juventude, da Vistoria elo Corpo de Bomb<'iro,; Militar e da
1 gJ lÜ11cin Snnlrárl o, hem como relaço de nomes dos dirigentes responsáveis
ela realização do evento;
Are. 22 - O alvará para realizaçiio ele ensaiou em via p~bllcu ou em qua
raso, serão expedidos mediante a apresentação de cópias autênticas de expedi
ntes endereçados à Secretnrin Municipal de Transportes e Trânsito - 2OQ Cl
ctron e 70 Companhia Independente de Polícia Hilitnr - 7! CIPM, dando cfên
:La àqueles 6rcíios elos locais, dias e horários da renlizaçio dos ensaios;
Art, 32 - O locnl para ensaio deverá ser previamente determinado no reque
~mento que solicita o Alvará, mantendo uma distincia mínima de 500 metros -
e estabelecimento ele ensinos, ·templos religiosos, hospitais e assemelhados
' reputiçÕcs públicas;
1
Art. ~2 - O horário dos ensaios, nio poderá exceder às 22:00 horas;
Art. 59 - A participação ele menores nos [estejos carnavulescos, durante o
erodo noturno e diurno, somente será permitido em consonância com a Porta
{ta do Meritíssimo Juiz de Direito da Infância e da Juventude dn respectiva
' • marca;
( Art, 6Q - As diversões carnavalescas deverão encerradas ns 24 :00 horns do
'la 03 .03. 92;
Art. 7g - Os possuidores de Licença de Porte de Arma, deverio obter-se
portá-los durante os festejos de momo, sob pena de apreensiio e cassaçao -
b respectivo porte;
Art. 8Q - A presente portaria terá abrangência em todo Territ6rio do Munt
[pio;
1 Art. 9g - Esta Portaria entrará em vigor nn data ele sua publicaçio, revo
das as disposições em contrario.
Publica-se. Registre-se e Cumpra-se
Jarclim-MS., 18 de Fevereiro de 1992
DR. PEDRO I.EME - Delegado Regional de Polícia Adjunto Resp/ P/D.P.
, NOVENA PODEROSA AO MENINO JESUS DR PRAGA •
~I Oh! .. Jesus que dissestes: pcçn e re~ebcriís, proc.ura e nchar~s, bntn e a portn se abrirá: por
nteroedlo de ~tnrla, Vossn Sngrodn Hac, eu bato, procuro e vos rogo para que r.:lnhn prece seja
tcndldn (mcndonn·se o pedido),
t Oh! Jesus que dissestes: Tudo que pedires ao Pnl em neu none ele ntcnderã por 1ntctliléclfo de
faria Vossa Sagrada-Miie eu humildemente rogo no vosso Pni eo vosso no:nc que r.ilnhn oração seja
,uvldn (ncnclonu·s• o pedido).
. Oh! Jesus que disseste o céu e a terra passarão ras minha palavra no passará por 1nterné -
}Io de Maria lossn Sagradn Mãe eu confio que rInha oração seja ouvida (aencona-se o pedido)
eze 3 PaI Nosso, 3 Ave Maria, l Salve Rainha.
[} D caso de urgência esta novenn deverá ser feita cm 9 horas.
li Mandada publicar por ter alcançado várias raças, (S.F.S.M.)
1 .
1
A!ta se vtu a Virgem ao pê da Cruz.. Aflita cc vejo. Vnlc1-n:c Mãe de Jesus. Confio em Deus
orz todas as m1nhns forças, por isso peço que ilurolnc meu cacinho, concedendo a graça que tan
o deseJo. Faça o pedido e conde publicar no 3Q dia e observe o que ncontcccrá no 1..g dia.
(S.F.S.M.)
ORAÇÃO DOS AFI.11'0S
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t Foi extraviado um Talão de Nota Fiscal, pertencente ao Sr. Leonardo Sil
p eira Roberto, residente na Fazenda Esperança - Km 25 - BR 060 - Jarclim/Be
i ,a Vista - Distrito de Boqueirao.
~ Se for encontrado, entregar no Jornal Correio Jardinense.
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vem dcnonvolvcntlo v5.ri,rn melhoria,; nai_; inotalações do nalnoiirio
Rio Formoso, visando se adequar as normats do COtlDEMA local, bem
como melhorar o atendimento ao grande nGmero do turistas que tem
no dirigido no local nesta temporada,
As melhorias até agora efetuadas são as seguintes: mais 20
chuveiros o o4 r.;anit.'irios nos banheiros mais uma quadra de vo- A t • J. ,.._
lei de areia, Construção.de divisórias e~tre ª área de camping e n'0n10 +o a O
estacionamento, 10 churrasqueiras, aterro na praia e plantio de · _
mudas na nrea de camping. ,1,-------------.-------...:.------r--------~----,
Sendo que até o carnaval já estarão funcionando também: Pos
to de_atendimento _médico (primeiros socorros), salva vidas e de=
mais itens ncceasarios para o total bem estar e segurança dos
banhistas.
Ainda no tocante à segurança , vale frizar que a Guarda Mu
nicipal vem realizando plantão 24 horas no local, o que contri -
bui para praticamente eliminar desordens, depredações e pescai
legal naquela área de lazer.
Tudo isto vale realçar mais uma vez, o que vem se tornando -
marca registrada aa administração Naudemir Xavier: Realizações -
permanentes e voltadas para a solução total dos problemas encon
trados.
o
Estalo tn tt$ 4O Miliies para
Campana Mti - Sara
Além dos Cr$ 240 milhões,o
Secretário de Saúde, Marcus Vi
nicius do Nascimento recebeu -
também Cr$ 400 milhões para a
Campanha Anti-Sarampo.
O Minist~rio da Saúde pre
tende vacinar 50 milhões de
pessoas em todo o País.
Segundo Marcus Vinicius, a
Campanha terá início em 14 de
março(divulgação), mas a vaci-
=================
.nação será feita de 25 de abril
a 22 de maio, imunizando crian
ças e jovens de 9 meses à 15 a=
nos de idade.
O Secretário enfatizou que -
esta será a maior campanha deva
cinação jamais feita no Brasil,e
a meta do Governo é a erradica -
ção da doenca. O Governo preten
de realizar estas campanhas de
combate ao sarampo até que seja
erradicado do País.
DECRETO 003/92 - GABINETE DO PREFEITO.- 08/01/92
DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL DE PRE-ESCO
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que compreende os loteamentos: Parque das Primaveras, Primave
ral Primavera II, Primavera III, Primav~ra-IV, Copacabana, I
Tap~rã e AlvQrada e também os alunos da zona Suburbana.
DECRETA:
ARTIGO 10 - Ficâ criada a Escola Municipal de Pré-escolar
Grau Professora Enoly Loureiro Assis, Localizada no Bairro
Primaveras, neste Municipio.
ARTIGO 20 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publica
çao, revogadas as disposicões em contrário.
Gabinete do Prefeito Municipal, aos 08 de janeiro de 1992.
Edson Medeiros de Moraes - Prefeito Municipal
e 111
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ral.
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AI/TONTO JOÃO • NATO GROSSO 00 SUL
Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Municipal de Bela Vis
ta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições le= -------------....-------------,-..------------
gais que lhe são conferidas pela Lei Municipal NO 886/90, de
05.04.90, Artigo 13, Inciso V e Artigo 51, Inciso IV,
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solicitamos a Sra. Maria Alicia Arguelho, portadora da
carteira àe Trabalho, no 021.364, Série 00005, à comparecer
no prazo máximo de tres (3) dias apos essa publicação, na fir
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tro CGC 15.941.032/0001-69, Inser.no 28.247.948-1, para jus
tificar o seu não comparecimento no serviço por mais de 30
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não comparecimento de V.Sa., implicará sua rescisão por
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M E N S A G E M
Ao Ecelentf:si mo Sr. Cireno T. Falcão
MD, Vereador Presidente da Câmara Munici
al de Vereadores de Jardim - MS.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores ,
Ao iniciamos esta mensagem avocamos a pro
ção do Grande Arquiteto do Universo, que
ln momento alqum nos faltou com suas Graças
d Bençãos ao longo desses três anos que es
tamos pela vontade soberana da maioria a
frente do gerenciamento dos destinos do po
vo jardinense.
• NrsLn derrndciro nno de nossa ldministra
ç,:Ío, r;Pudo por Lan Lo, também a última mcnsa=
1nm qu0 fazcmoo ao Legislativo na qualida
)r, d<' mandatário do Governo Municipal, ni'I a
bnrturn solene de uma sessão legislativa no
inicio de um exercício.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores ,
~
osLarínmos slnccramonte, com o penhor de
osso Verdade, que não deixássemos sosso
rar a compreensio, o entendimento a narmo -
nine o bem relacionamento entre os Poderes
onstituídos. Que não deixássemos ser leva-
jos, sermos ~mbevecidos pela efervescência
idos embates de campanhas pré-eleitorais,mui
tas vezes eivados de maldades e pecaminosas
(intenções, que não levam a nada, a nada ser
o semeamento da discórdia tão prejudicial à
comunidade e que P comezinho de um ano de
isputa pela sucessão do Poder.
Vivemos em um período singular da histó
.ria da humanidade, ideologias , sistemas de
governo, existem transformaçoes bruscas em
todos os quadros do globo terrestre, condi
ções de vidas são mudadas, até a própria na
tureza parece sentir a tão repentinas modifi-
ações; os povos dos Países até bem pouco -
tempo considerados Potências mundiais,estão
hoje a beira da falência e do caos econõml
co. E o nosso país? Avassalado há muito tem
po pelo desmando, pela má aplicação e dis -
ltribuição das rendas públicas, pela irres
;onsabilidade e anti-patriotismo de uns pou
cos privilegiados e maus brasileiros, que
~os conduziram a situação que estamos;assis
~imos atõnicos deteriorar grande parte ai
!nossas infra-estruturas básicas, necessári-
l
~s para o ~lavancamento do progresso que -
persistissem sairmos da pobreza, da miséria e
<la condicio de País do terceiro mundo.
) Tudo isso, foi um grande ónus que paga
li os no período que somos governantes de nos
1so Município, com reflexos desnorteados a
qualquer programa ou projeto de Governo.
F. assim sendo Senhor Presidente e Se -
1 -
inhores Vereadores, dentro desse quadro cao-
tico, em que todos enfrentan dificuldades· das
1:mais alarmantes, nós procuramos fazer o me
l lhor, para a comunidade, pri6rizamos metas,
l
·e equacionamos gastos, apertamos os cintos
• o máximo possível, e com essa firmeza e âni
'mo forte transpusemos mais um ano, um ano
difícil, um ano sofrido. Usamos todas as ar
mas que conseguimos lançar mãos; em cada
canto, em cada órgão que se noticiaram a e
xistência de recursos, lá estavam as nossas
1 reivindicações, a nossa luta e a vontade
• férrea de conseguir mais obras, mais recur
sos para Jardim. Gostaríamos de fazer muito
mais, assim também, como os Senhores Verea
dores,porém, o mais já era sobre-humano. A
renida e titânica luta não foi. em vão, con
seguimos inumeráveis coisas para o nosso
querido povo de Jardim, graças ao apoiamen-
te dos companheiros, dos Senhores Vereado -
' res, da população de Jardim e de nosso pres
tígio; não vamos enumerar aqui todos os be
nefícios conseguidos, esse elenco todo fará parte
do Balanço Geral de 1991 com o dimensiona -
mento das metas para 1992, que serão no pra
zo legal oportunamente encaminhados à esse
P0dor ,
'taromo aqui apenas c o exemplifica
;ão de nono impetuoro trabalho, dedica -
ção o fé inquebrantávl naquilo que potu
lato:
a) - Construção de um Conjunto Habitacio
nal com I00 (cem) casas, em execução;
b) - Construção de um moderno Hemocen ro,
qrande preocupação hoje da comur:lcJadr pura o
controle ela qualidade de sangue, para ui
nimizar a desiminação dessa terrível do
ença que assusta o todnG nós a lIDS
c) - Conseguimos na ordem de 170 (cento e
setenta milhÕrs de cruzeiros) para are
forma e ampliação do Hospital Marechal
Rondon; tronsformnndo-o cm urna casa de
saúde capaz de atender as necessidades re
gionais;
d) - Construimos em convénio com o MEC,ma
is do 15 (quinze) salas do aulas nas EscQ
las Municipais, dando oportunidade para -
mais de 1.000 crianças frequentarem as sa
las de aulas;
e) - Iniciamos a reforma em Convénio com
o Estado das Escolas Estaduais Oswaldo
Fernandes Monteiro P ProfC'~sor Antonio
Pinto Pereira;
f) - Vimos coroada uma luta que encetamos
desde os primeiros dias de nosso mandato,
que era a expansão de nossos terminais te
lefõnicos, elevando para 2.000 aparelhos
e capacidade de nossa cidade, com moder -
nas instalações;
a) - Em consórcio com o Estado (Dersul) -
sob as expensas da Prefeitura e proprietf
rios do Município, recuperamos inúmeras -
estradas de produção do Município;
h) - Temos mais de uma dezenas de proje -
tos inseridos através de nossos Deputados
Federais e Senadores no orçamento da
união, para o presente exercício, para
obras de saneamento base, asfalto, gale -
rias de águas pluviais, assistenciais, e
ducação e saúde, importando tais recursos
em um montante superior a cinco bilhões -
de cruzeiros; além de um financiamento em
tramitação na C.E.F., em fase final de a
provação para pavimentação asfáltica na
grande Vila AngPlica, autorização essa a
provada unan.i.-rente pelos Senhores Vereado
res, cujas obras temos a certeza em breve
estarão iniciando;
i) - Temos ainda, as obras compromissadas
pelo Governador Pedro Pedrossian, com a
nossa Administração, asfalto, rodoviária,
etc ...
Na área de Assistência Social, sob a
responsabilidade da Primeira Dama Profes
sora Eliana Cafure Peixoto, foram inúme -
ros os benefícios carreados para o Municí
pio através dos Projetos: Conviver - aten
dimento de 100 idosos - duas vezes ao
mês; Projeto Creche 8 Horas - atendimento
de 50 crianças; projeto Creche Casulo - 4
Horas - atendimento de 250 crianças; Pro
jeto Centro de Aprendizagem,· atendimento
de 200 menores de 07 à 17 anos; além de
cursos profissionalizantes e micro-unida
de de produção, foram também, distribuí -
das 1.300 cestas de Natal às famílias ca
rentes de nossa cidade, no natal de 1991.
Senhor Presidente, Senhores Vereado
res, estão aqui sintetizados um pouco de
nosso trabalho e de nossas metas, que se
Deus assim nos permitir haveremos de cum
pri-las todas, até o Último dia de nosso
mandato.
Queremos nesta oportunidade transmitir
a Vossas Excelências o nosso desejo único
de trabalho sério e honesto, não queremos
brigas, nem querelas; as dificuldades e -
xistem e estão aí, a desafiarem as nossas
apetidões o nosso poder criativo e as nos
vontade, hav zrmo junto de ence-
m a una, para o ben e felicidade -
de ro <o povo.
Salienta os, Senhor Preside e, S
nhoros Vereador s, a nossa disposição em
tr para com o Legisla ivo um tratamento
equita ivo com relação ao repasso dos -
percentuais das receitas efetivamente
realizadas, na confor idado fixada em or
çamonta e a entradas da receita, não u
saremos dois pesos e duas medidas, o tra
tamento será igual para o Executivo e PA
ra o Legislativo, se recebermos no mes
80 da Receita progrmada, serao repassa
dos à Câmara de vereadores a mesma pro -
porção calculada sobre sua despesa pro -
gramada.
Ao finalizar a nossa mensagem:
Agradecemos aor; Senhocrs Vrrcadores e
aos funcionários do Poder Legislativo a
solidariedade, a presteza, o discernimen
to que manteve, cm estreita colaboração
com o Executivo Municipal, na proposta e
soluçio dos problemas da comunidade, rei
vindicando e ajudando a cumprirmos me
tas.
lgradecemos à todos ou segmentos da -
Comunidade, pelo carinho e compreensão -
diante das dificuldades r algumas falhas
que por ventura existiram, nos inccnti -
vando a trilhar, com redobrada força, o
desejo de desempenhar a nossa árdua mis
são.
Agradecemos aos Governos Federal e Es
tadual pelo apoio, embora não muito, mas
que foram significativos, no desenvolvi
mento de nossas ações.
Agradecemos a todos os órgãos públi -
cos Estaduais, Federais e Autárquicos,~
través de seus titulares, o incentivo e
apoio dispensados ao nosso Município.
Agradecemos sinceramente a 4ª Cia Eng.
Cmb. MEC, através de seu preclaro Coman
dante Major Fernando dos Anjos Souza, Pe
lo inestimável aooio legado a nossa admi
nistração; pela amizade,carinho e a colabora
ção dispensadas costumei.corrente à nossa comuni
dade. Por derradeiro, a nossa gratidão à to
dos os auxiliares, funcionários Munici
pais, do mais graduado ao mais humilde ,
que cada um em sua função, deram de si
para a consecução desse trabalho que foi
com muito amor realizado.
Senhor Presidente, Senhores Vereado
res, através de vós saudamos o labrioso
povo jardinense, pedindo a Deus nosso
Pai todo Poderoso, que guie nossos pas -
sos, direcione a nossa inteligência e i
lumine nossas ações no bem servir a comu
nidade nos seus anseios e ideais mais li
gítimos. -
Gabinete do Prefeito Municipal de Jar -
dim-MS., em 18 de Fevereiro de 1992.
Joelson Martinez Peixoto- Pref. Municipal
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PHLl':í'I'UH/ MlHUCli'lV, l). J,·•n.111 - w;
q
a
OíC10 NO 439/92 - CAÍ, EM 12 DE T.REIRO DE 1.992
Quando t l vemo,; conhcc j monto de denuncia f o rmulada pelo Sr.0 •
waldo C, Grubert, contra a minha penso, enviamos a V. Sa., r
1
;osn;,,_dcre_?;_1 e~(; Doc;umcnton comprotnlÍJrjo~, qt;'' ;> 110'),,0 v •. r,,
demonstraria a total falta de fundamentos legais para a mnals
nadn i1CU8i'.lÇao.
O_Eqréqio 'Tribunal de Contan de MS., de posse da acusucão e
Lambem da dcfcnu, cm docioi.io profcrüJ.-, r•1~ J 9/11/91, nos .:ib:;ol -
vou por unnnimidadc de votos, conformo cópia anexa.
O resgate da vcrdndc tunto para mim, como para a nossa cida
de foi um bem o non montra que o caminho que buscamos trilhar
tom que ser belo.
Sem mais, colocando-nos i.i disposição, subscrevemo-nos, re5 -
pe.l.tor;umentc.
Dr. Joelson Martinez Peixoto
ESTADO DE MA'l'O GROSSO DO SUL
Prefeito Municipal
'r}UBUNIU. DE CONTAS
Secretaria da Ser.sões - Decisão Simples NO 008/91 - Reservada
Processo TC - 05905/91
lSSUN'l'O: "Denuncia formulada pelo cidudão Osw.aldo Coimbra
Gruberl: contra o Prefeito Municipal de Jardim Joelson Martinez
Peixoto
O 'l'ribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, no u
so de sua atribuições legais,
Decide, por unanimidade de votos, nos termos do relatório e
voto do Excclentissimo Senhor Conselheiro - Relator Horácio Cec
zósimo de Souza, acolhendo o parecer do Ministério Público Espc
cial, pela improcedP-ncia da Denúncia feita pelo cidadão Oswaldo
Coimbra Grubert contra o Senhor Joclson Martinez Peixoto, Pre -
feito Municipal de Jurdim, comunicando-se o resultado deste jul
gamento aos interessados, e arquivando-se o processo com as ca~
telas de estilo.
Participaram, uinda, do julgamento, os excelentíssimos Scnho
res Conselheiros Carlos Ronaldo Albanczc, Rudel Espindola Trin
dade, João Totó da câmara, João Leite Schimidt e Ruben Figueiró
de Oliveira.
Presente o Excelentissimo Senhor Procurador Chefe, em exerci
cio, do Ministério Público Especial Dr. Marcel Brasil Freire Ca
piberibe.
Sala da sessões, 19 de novembro de 1.991.
Conselheiro Paulo Roberto Capiberibe Saldanha Presidente
CONSULADO DEL PlRlGUAY - BELA VISTA - MS - BRASIL
El Consulado de La República Del Paraguay INFORMA que por
Ley NO 113 del 20 de Diciembre de 1991, se extiende a 5 anos
el plazo de validez de los pasaportes consulares.
Así también por dicha Ley se fija cn 20 U$S el cesto de la
expedición de cada pasaporte, m~s 10 U$S por la inclusión de
cada hijo menor se fuere necesario. El cesto de la renovacion
se fijó em 10 U$S. Esta nueva Ley establece que los para -
guayos naturalizados solo podran obtcner y renovar sus pasa
portes unicamente en nuestro Pais. J.a Lcy no 113/91 modifica
los Párrafos 70 y 71 - Nota 22 - Capítulo 7 - Artículo 13
del Decreto-Ley NO 46 del II de Febrero de 1.972.
Rua Guia Lopes, 550 Caixa Postal - 08
CEP: 79.260 - Bela Vista - MS Brasil
COMARCA DE BELA VISTA - MJ'l'O GROSSO DO SOL
CARTÔRIO DO 20 OFÍCIO
Edital de Proclamas
NEGÓCIOS &. O
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MAR AC fJ U-· 1 NO COM t:. Í: {'/ G /_ í' G/1
l
Ga/poos em Conr
!J
Artofa/os d11 Ctmoo/o • 1 (;, ,,11
AI ondemos om lodo
RUA Pi!OJf.TMl/1 10?0 C[ ; ,·
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório do Registro
civil desta cidade, faz saber a quantos o presente Edital de
Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo
Artigo 180 do Código civil Nos I,II e IV, e pretendem seca-
sar: Darcy Freitas e Vera Lucia Pinhei:º· .•
Ele,nascido aos 23/01/67, em Bela Vista-MS., residente na
Rua Eusébio Martins, s/n, Bairro Costa e Silva, filho de u
reliano Freitas e de Dona Rufina Ávalos de Profissão Funcio-
nário público Estadual. . .
El nascida aos 08/11/60, em Bela Vista-MS., residente na
G
ª
1
' soares da Rocha, 421, nesta cidade, filha de Pedro
Rua a , • h • d p f • - p
Ivo Pinheiro e de Maria Fagundes Pinreiro, te 'ro 1ssao 'ro -
fessora.
- c ·stóvão Flores e Maria Antonia Torres Ifran.
Joao ri i·do aos 21/03/68, em Bela Vista-MS., residente na
Ele nasc • • FIh d Fl ' Fl
' t Fé neste Municipio, 'i o te .or1ano .ores e
Fazend~ Sanª nd~ina Flores., de Profissão Carpinteiro.
de Maria Ale~~ aos
23
/ll/68, em Jardim-MS., residente na Rua
Ela, nasci", s/no, Bairro Antonio João, nesta cidade, fi
José Lemes ""9"{an e de Juana Liduvina Torres Ifran, de Pro
lha de Agapi .o -
fissão :prõfessora.
Se alguém souber de algum impedimento, que se oponha
forma da Lei.
Bela Vista-MS., 21 de'Fevereiro de 1992.
Ludgero
Augusto Senhorine
Escrevente Extrajudicial
t
"
NE TE CIR
. BRINQUE cow
e
=
,
na
t
Obras de Engenharia Civil, Projetos, Ccr.:1r.
e Drenagem -- A1min!:trcçõo '··· "1
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'
"
!!ll!/ Ili l 1 (J11'J J. i l /1
IRO DE 1.982
Com muita alegria, todos os ano o nosso amigo Carlos Roher
) Ave, non traz os seus inqelon pomas que ao escritos
muito carinho.
Carlos, mesmo tendo problemas de dicção mostra-nos que seu
ulnto supera essa barreira.
t
O partido político PST, agora conta com uma grande força fe
t.nina.
t1 f, estamos falando da nossa amiga e Empresária jardinense
vc-atriz (a conhecida Dia da Javet), que está entrando para a
rreira politica.
; caranto-lhe que as mulheres jardinenses estão muito honra -
1s pela sua qrande participação. Parabéns!!!
d
b
ir Após o Carnaval, terá inicio no Assincra de Jardim, o cam -
•anulo da voley de areia de trio. Sendo composta da seguinte
1Jt)n,•irn: dois homens e uma mulher.
nc Para mui ores informações, procure o GUTO, no Assincra no pe
Díodo vespertino.
ni
CC
dc À mais nova gatinha do pedaço,estamos falando da garotinha -
duna, filha do casal Bruno e Lenic, que acaba de chegar para
tqcgrar ainda mais a vida do casal.
ir E aproveitando queremos dar boas vindas ao novo Comandante
o1 Policia Militar, o nosso amigo Cap. Veiga, que acaba de
cc»slocar-se de sua cidade para a nossa, cm busca de grandes e
dhgnificos trabalhos relacionados com a nossa segurança.
ri
gc A galera jardinense já está a mil, pois faltam poucos dias
tora o Carnaval.
cõ Segundo os comentários, a Banda Corumbaense 5a Dimensão, e~
tu prometendo grande sucesso neste Carnaval.
:a Para quem já os viu tocar, afirma que de samba eles sabem
teté demais.
ho Esse ano o Carnaval do Esporte Clube Jardim será de arrasar.
co
po
tr A Conferência Internacional sobre o Meio Ambiente que sera
po»alizada em junho na cidade do Rio de Janeiro, come;a a preo
COJpar os paises desenvolvidos e industrializados, em apresen -
noar propostas compatíveis e aceitas pela opinião pública mun
tiial sem ir de encontro ao potencial de desenvolvimento.
no Para isso, representantes dos 07 (sete) países mais ricos -
aso mundo encontram-se reunidos em Washington para juntos discu
pe.lj_rem e formularem uma proposta sobre o Meio Ambiente a ser a=
daresentada na ECO/92.
O importante dessa reunião é o exemplo dado:eles já se preo
moupam, há algum tempo, em apresentar sugestões aceitas, defen
FOendo seus interesses. Resta a nós brasileiros, saber se nos -
quhs autoridades também encontram-se preocupados em apresentar
repostas compatíveis com nossa realidade.
nh
ti
ma Desejo de todo coração e com muito carinho aos meus amigos,
lhelson da Silva Ferreira e Leivanir Franco Ferreira, filha dos
e teus amigos Loredo Franco e Juraci Arce Franco, que uniram-se
0
elos sagrados laços do matrimônio. Para vocês mil felicidades
mo muitos anos de vida juntos. São os sinceros votos do Baixi
diho Arara e família.
c-a:
Xi: No último dia 16, foi realizado
r@oncurso nível básico para seleção
f@;1 S/A.
so: Candidatos da região de Nioaque,
maes da Laguna, compareceram em peso
do1 Estamos torcendo por vocês!!!
em Guia Lopes da Laguna o
funcional do Banco do Bra -
;
Bonito, Jardim e Guia Lo -
para prestar o concurso.
Boa Sorte!
Edital de Proclamas
ne! Pedro Barcelos da Vale, Oficial Substituto do Cartório do
do egistro Civil de Bela Vista-MS., faz saber quantos o presente
merdital virem ou dele conhecimento tiverem, que pretendem casar
zoe Edson Jorge Correa Zatorre e Maria Ester Barbosa Cabral,ele
-:--'?spachante, natural de Antonio João-MS., onde nasceu no dia
0/12/62, domiciliado em Ponta Porã-MS., filho de Edson Zator-
~
e Dona Trindade Correa Zatorre, elas nascida nesta cidade a
s 19/07/72, filha de Adão Moreira Cabral e Dona Julia Barbosa
abral, estudante, residente e domiciliada nesta cidade. Apre
encaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 da Código Ci -
il Brasileiro de nos I, ti, irrreZ ·
Se alguém souber de algum impedimeni='o legal que se oponha
a forma da Lei.
f Cera de Aquidauana já
500 Mil evis à
içã de Criadores
Implantado ofici
almente há rés anos
em convênio entre a
Fundação Cera (Cen
tro de educação nu -
ral de ;uidauana) e
a Secretaria de Esta
do do Meio Ambiente,
o Projeto "Pexa" (Pos
to Experimental do
Aquidauana), de dois
anos para cá, multi
plicou por dez a pro
ducção de alevinos.JIÕ
je, estão à disposi
cão de pecuaristas ,
500 mil alevinos de
pacu, a espécie que
mais se adapta ao re
gime de cativeiro. -
Para aumentar a
produção de alevinos,
o Diretor-Presidente
do Cera, Mcdson Ja
ner da Silva, cons -
truiu mais 11 tan
ques, que sornados a
os outros quatro já
existentes, cornple -
tam o programa Pexa.
Do total de 15 tan -
ques apenas quatro -
são utilizados para
engorda, uma ativida
de acessória, uma
vez que atende a de
manda do restaurante
da Escola com a co
mercialização apenas
do excedente.
OBJETIVO
O principal obje
tivo do projeto é a
tender especialmente
o pequeno produtor ,
esclarece Medson Ja
ner. Ele acredita
que todo produtor ru
ral que tiver água=
corrente em sua pro
priedade pode ter um
znque para piscicul
tura sem um custo al
to, especialmente se
consorcidado com a
criação de suínos
por exemplo. No ano
passado foram comer
cializados mais de -
30 mil alevinos de
pacu. Hoje cada ale
vino está sendo ven
dido a Cr$ 100 ele
va dois anos para a
tingir o peso para o
abate, com aproxima
damente 1,8kg.
Na verdade a Fun
dação Cera já vinha
pesquisando a pisci
cultura desde de 1984,
mas só em 1989 come-
ou a comercializar
alevinos. Hoje, ,
Fundação é o maior
fornecedor de alevi
nos d • toda a r
qião. "Do ano passa
do para ca a venda
de alevinos pelo CP
ra diminuiu. Isso
pode não parecer ,
mas é bom, signifi
ca qu mais gente -
catá produzindo ale
vinos através da
tecnologia dcsenvol
vida por nós na rc=
qião", atesta o Di
retor da Fundação.
O COMEÇO
Dll CRilÇÃO
Como o pacu é um
peixe de piracema ,
é necessária a inje
cão de um hormônio
retirado da hipófi
se dos peixes, e
que, quando aplica
do nas matrizes em
cativeiro, possibi
lita a desova. As
matrizes, que ficam
no laboratório da
Fundação depois de
fecundadas colocam
milhares de ovos
que irão se trans -
formar em alevinos,
que começarão a ser
comercializados a
partir de 60 dias.
No Laboratório -
do Cera, o técnico
agropecuário forma
do na própria insti
tuição, Wagner Nan
tes Velasques, faz
experiências com a
reprodução do pinta
do em cativeiro, um
dos peixes mais a -
preciados no merca
do. Num dos tanques
de engorda está sen
do feito um consór
cio com suínos. Uma
pocilga foi cons
truída em cima do
lago, de forma que
os restos de rações
e a fermentação das
fezes dos porcos
servem de alimento
para os peixes, O -
correndo assim uma
redução substancial
no gasto com a ra -
cão e a consequente
criação de suínos.
Toda a renda ob
tida proveniente do
programa Pexa é re
vertida ·para o pró-
prio programa. O •
cedente, quando e -
xiste é repartido -
entr a Fundação Ce
ra e a Secretaria
do Meio Ambi nte. A
idóia <lo Diretor da
Fundação difundir
cada vez mais a pis
cicultura especial
mente entre peque -
nos produtores ru -
rais.
UM
QUE
POUCO DO
~ O CERA:
Criado há 17 a -
nos pelo então Go
vernador José Pra
gclli, a Fundação -
Cera abriga uma das
mais importantes Es
colas Agrícolas do
País. Hoje com 250
alunos entre 10 e
29 graus, a Funda
çaõ está desenvol
vendo mais de 12
projetos apenas na
área de campo,entre
eles estão: horti -
cultura, produção -
de grãos, criação -
de pequenos animais,
pecuária de corte e
de leite, sericicul
tura e inseminação
artificial.
são 806 hectares
encravados junto à
Serra de Aquidaua -
na. Além dos proje
tos para a área ru
ral, o Cera quer me
lhorar ainda mais Õ
nível de ensino. Pa
ra isso reativou o
primeiro grau de 52
à 8a série, que es
tava parada até o a
no passado. Aspa=
lestras com profis
sionais das mais di
versas áreas e com
renome nacional,tam
bém são uma constan
te agora na Funda=
caõ. Só no ano pas
sado foram feitas -
68 palestras comes
pecialistas de di
versas áreas. "A
nossa missão é for
mar o técnico de ní
nível mdiocom exce
lente qualidade, cu
ja capacidade de -
trabalho é muito
maior para are
gião do que um pro
fissional de nível
superior,por exemplo,
finaliza!edson Janer.
Bela Vista-MS., 24 de Fevereiro de 1.992.
Pedro Barcelos do Vale
- "" " "Ui""= --
tureza!
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