TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1445_25_12_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1445_25_12_1993Número da edição1445Data de publicação25 de dezembro de 1993Número de páginas68GeoCoordenada -22.11172421058984 , -56.53290015443329 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1445_25_12_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ,l - do fundador: Ivaldo Pereira 20/02/1972 TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL s t o +ELA VISTA/HS ANO 21 25 DE DEZEMIRO DE 1993 EfllÇÃO DI'. NATAi. Circulacão llfl A VISTA CAR.lOO!. POO MU"TINO JARDIM CITTA WPFS ROSITO ' lllOAQUE : e @oO »IRETOR: IVALDO TE EIRA [XCKl'l.AR cR$ 500,00 José Destefani- Empresário de Sucesso, Político Honrado e Cidadão Preocupado com a Comunidade e J e Empresário José Destefani O ano de 1992 foi r.-· arcado pelo renascimen to da êtica no Brasil. O ano de 1993 está findando, marcado por sua continuidade, a êti so ca agora se soma à lidartedade. No início do ano o Betinho lançou as ba ses de um Movimento que nos motivou a todos. A ação da Cidada nia contra a Fome, a Mi sêria e pela Vida ê sinal de esperança. Motiva todas um as classes sociais, ideolo ias e religiões. São trabalhadores e empresários, meios de comunica cão, Igrejas, Sindicatos, Partidos , Políticos: Donas de Casa, Juventude, todos dando as mãos em favor de um Brasil ~elhor, sem miséria e cheio de solidariedade. Hoje são mais de 3.000 comitês da cidadania espalhados pelo Brasil, funcionãrios do BafiCO do Brasil, Prefeituras, que se unem aos cidadãos li gados ou não a instituições. São Brasileiros que mostram que nosso País ê viãvel, que não se pode mais aguentar a corrup cão, não se pode mais admitir que uns levem van tagens sobre todos. O Betinho nos motivou também no Congresso Nacional. Formamos a Frente Parlamentar da Cida dania, da qual me orgulho de ser um de seus fun dadores. Agora o Betinho nos chama a organizar o Na tal sem Fome. Recolhendo e distribuindo alimen - tos, brinquedos, roupas e solidariedade, muita solidariedade. A Fraternidade do Natal, que deve estar pre sente em nossas vidas em todos os dias, pode ser mais repleta do amor divino se formos capazes de dar um pouco de nós em favor dos mais necessita dos. Convido todos os sul-matogrossenses a en grassarem as fileiras da fraternidade, da solid! redade. Vamos mudar este País. Vamos construir um Brasil melhor, do qual pão tenhamos, em momento- algum, vergonha de nele viver. - Um Brasil sem corruptos, uma Naçao de pe~ soas felizes, que se alimentam, trabalham, estu dam, vivam em paz. Estes são os votos que levo a todos voces tieus am.igos e amigas. Felicidades e muita fraternidade em 1994. Wilson B. Martins O Empresário e Pro dutor rural José Destefa ni, Diretor Presidente do Grupo Supermercados - SÕo José, é um homem prco cupado com a comunidade, atuando em diversos eto res gera empregos, parti c!pa ativamente de vá rios movimentos e enttda des que têm como objeti: voo desenvolvimento de Jardim. Nestes tempos onde todos almejam um novo Brasil, passar o Brasil a limpo, Destefani é um político que honra e dtg nifica a classe, respei tado e admirado por to Foi inaugurada pelo Prefeito de Caracol, a ponte sobre o Rio Cara col, na região que deman da ao TORO MORO. dos não só pelo caráter, nas também pela coerên cJa e linha de conduta. Foi vereador, prefeito e hoje é o oidcntc do Diretório nicipal do PP, entende ã política como a arte de servir o povo, nunca ra- dicalfzou posições, mu to pelo contrnrio, ê um homem de diálogo e as sume posições de acordo com os interesses do mu nicípio. Falando a do atual quadro Destcfani disse preciso ouvir a ruas, é vice Pre G respeito político que " é voz das preciso IAGI.A A POIIE M IORO MOR * Veja matéria so bre a Inauguração da Pon te do TORO MORO, na Pági na - 12 do 49 Caderno desta Edição de Natal Jardim Volta a Crescer com o Povo mais Feliz-Pires e o Povo Comemoram o Natal ~ ouvir o cla_or popular , captar e entender a =en sngco do povo , as deci sões políticos deve□se□ pre partir das bases, de baixo poro cir-a, assim., político, o administra dor, trabalhará afinodo: cor- a vontade popular". Através deste Jor nal, José Destefoni en viou a seguinte rensagem ao povo de Jardim: " sou f1lho de uma fan{lia hu mllde, desde crlanca a prendi que o trabalho missão, junto com meu fi lho, Zé Luiz, minha fi lha Sandra, minha esposi L!dio, estru~os trabnlh,rn do, ncaramos desaffos , ncrcdltAmoa que Jnrdlo possa se transformar nu ma das cidades mais pró peras do MS, nós só que recoso melhor para Jar dm. - Aos Jardinenses, de coração, enviamos um f - liz Natal e que 1994 seja o início, enfim, da alnejada caminhada para ele vida o, progresso e com melhor qualidade de para nossa gente". Supermercado são José Fone (067) 251-1161 Jardim - l1S ! } E f' a )_ ~ ·, __ , * Veja Matéria sobre o Natal do povo Jardinense na Administração Pires - Na Página -!O deste Caderno Prefeito Municipal de Bela Vista Abraão Zacaria& Deputado Mola e Prefeito de Caracol Juvino Godoy * Veja Matéria em Retrospectiva da Administração Luiz Carlos de Abreu, Na Pág/ 6 do 42 Caderno Wilson Barbosa Martins. Prefeito Ajuda no Fome e L'uiz Abreu Combate a à Miséria Prefeito Luiz Carlos de Abreu Suplemento Clural * Veja matéria de Cultura, Artes, Horóscopo e outros assuntos no 22 Caderno desta edição. t "o Bela Vista * Fundo de Assistência So cerno cal entrega I40 culos a idosos carentes. Página - 05 * El.eito Funcionário Pa drão da Prefeitura Muni cipal - Sérvulo Pereira 'I Bab11 fo1 o grande Ven- cedor do Concurso. Página - 06. 07· * Pronav faz a do Natal. Página - 11 Festa ---------- Neste Caderno TI;AO DE 'VNTA, --------·--· ----------------------------- 8 RIS I L Comunidade 25/Df-Z/l 99J NCO Atuação DO Decisiva na o nnnco do Bra sil, agencia de pelá Vista, não é apenas o suoLcntóculo da economia belavisten se, através de finan ciamentos aos empro sários, produtores rurais, comerciantes enfim, dos que traba Iham e produzem, e também orientador e incentivador, contan do para isto com fui cionários especiali zados e que possuem, sempre as respostas para as pcrguntas,as sugestões, o guia se guro para o início e estabilização de no vos empreendimentos, afinal cote é o Ban co da produção. Mas a agência do Banco do Brasil - em Bela Vista supe rou também todas as espectativas no to cante a participação comunitária. Tendo a frente o gerente Antonio de Castro Vieira, com a colaboração dos ge rentes adjuntos Jose valdo e Helbert Bas so, dos funcionários Getúlio, Fátima e demais integrantes - deste quadro afinado arregaçaram as man Jas e implantaram em nossa cidade a campa nha contra a fome e a miséria. E partici pum decisivamente de todas as campanhas , seja para o Hospital Asilo, promoções de eventos, enfim, quan do se inicia um pro grama, um evento, cm Bela Vista, lá está o BB e sua tropa de choque pronta para vencer desafios. Por tudo isso, os funcionários do Banco do Brasil em Bela Vista são pes soas admiradas e que ridas pela comunida de. "FELIZ NATAL! " Banco do Brasil Investe US$ 24,2 Milhões em Programa de Apoio a Micro e Pequenas Empresas Nomes de Dezem bro, o Banco do Bra sil vai destinar US$ 24,2 Milhões ao Pro grama de Apoio às M! croempresas e empre sas de pequeno porte - MIPEM - com o obje tivo de financiar o-= perações de capital de giro e investimen to. - Do total de re cursos, a parcela de US$ 7,2 milhões des tina-se prioritária mente, a financiamen tos de projetos d modernização tecnoló gica e implementação de sistemas de ges tão empresarial, no âmbito do MIPEM - In vestimenta, programa no qual o Banco do Brasil atua em parce ria com o SEBRAE. AS agências do Banco do Brasil e Es critórios represen - tantes do CEBRAE (no caso do MIPEM-Inves tirnento) de todo o Pais já estão rece bendo propostas de financiamento de pro jetos. Além do MIPE a empresa interessa da ainda tem outras opções para financia mento de capital de giro, nas modalida - des de crédito fixo com prazos de 40 dias e tres meses e crédito em conta cor rente, com prazo ini cial de um mes e prorrogações de até tres meses, os encar gos variam de acordo com as diferentes op ções. O Banco do Bra sil ainda oferece o Cheque-Ouro empresa rial, por meio de abertura de crédito em conta corrente, e o Arrendamento Mer cantil, que financia até 100% do valor de bens móveis e imó veis como veículos , máquinas e equipanen tos (nacionais e im portados), com prazo de quitação de 24 à 36 meses. Técnicos da á rea negocial da Supe rintendência Esta dual do Banco em car po Grande, acreditam numa estimativa de demanda para o Esta do de Mato Grosso em torno de CR$ 300 mi lhões a ser atendida neste mes de dezen bro. Superintendên eia Estadual do .BB no MS. - Antonio de Castro Vi eira - Badu . ·- Sub-Gerente Joseval do Helbert Basso - Beti nho E z §# # .,, 88 já está Operando Linha de Crédito para Pagamento do 13· Salário das Empresas O Banco do Brasil já está acolhendo propostas relativas à linha de crédito especial para suprimento de Capital de giro destinado ao pagamento de 139 salário das empresas. Os beneficiários da linha de crédito são empresas Brasi leiras de capital nacional, in clusive firmas individuais, pri orizando-se a Assistência às Mi croernpresas e empresas de peque no e médio portes, com ramo de atividade industrial, comercial ou de prestação de serviços. As empresas de grande por te também poderão ser assisti das. - * CONDIÇÕES O teto para contratação do financiamento será de CR$ 32 mi 1hões por empresa ou o valor da folha de pagamento relativo ao 13 Salário dos empregados da beneficiária (inclusive encar gos sociais), considerando-se Ô menor valor. A linha de crédito terá prazo mínimo de 3 e máximo de 6 meses, sem carência. Os encar gos financeiros serão a TR ã mais juros de 1,172% A.M. para as Microempresas e Empresas de Pequeno e Médio Portes, e TR mais 2,00% para as Empresas de grande porte. O prazo limite pà ra contratação dessas operações será o dia 31 de janeiro de 1994. Com a reedição dessa linha de crédito, o Banco do Brasil - reafirma sua vocação história - de fomentador do desenvolvimen to, viabilizando , com exclusl vidade, assistência com encar gos inferiores aos praticados - pelo mercado. O Banco Amigos do Brasil e Clientes Deseja aos um Feliz seus 1994! MOÇÃO ND PREFEITURD DE JIRDIM Para encerrar o ano o Prefei :o de Jardim Engenheiro José ,~---.--e t __ fi r-~ ~. : -~[;- Vicente de Sanctis Pires, promoveu um concurso do Funcionário- ~ Municipal Padrão de 1993. i lsfgs- ±= +- ;===}l Cada Secretário indicou um funcionário de sua pasta e no sorteio foram agraciados: Sr. Pedro Gomes da Silva que recebeu como prêmio uma bici cleta e o Funcionário Simeão Martins Barbosa, a quantia de cRs 20.000,00, ambos ainda receberam urna placa com os dizeres: Funcionário Padrão/93 ~ Ao Funcionário ..... pelos relevantes serviços prestados-:~ à Municipalidade, com os agradecimentos e gratidão do r ti :_;;,. e Engenheiro José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal Na hora os dois funcionários foram, merecidamente, hornen~. geados a emoção tornou conta de toda a Prefeitura, pois, humil des, os homenageados foram às lágrimas contagiando todos os presentes. O ato do Exmo. Prefeito de Jardim foi justo e tornou-se g rnocionante. * ADMINISTRACÃO PIRES: O CIDADÃO EM PRIMEIRO LUGAR* . EIJMA PIRES, IIRIM VOLT à CRESCER EDIÇÃO DE NTAL, INFORME TF UflAI.DINO HOIHUCUE:, PMA CO'TI!'A A PÉ EM ELA VISTA Desde o inicio do nno n I t d ex 's ·m promessas e uma v!uturn nova para a Polfcla MI Litar de ilela Vista, ma o ano está se acabando e a PM continua n pc, no mato e nem cachorro, como diz o ditado - popular, Usando a frase dita por um amigo esta e mana: 'Esta viatura deve estar vindo de "pangaré" para Bela Vista, quem sabe até o final do nno ela chega" 11 MARGINAIS GOSTAM DE BELA VISTA o Só pnrn lembrar às Autoridades responsáveis pe la Segurança Pública, até parece que 011 mnrgina in gootum de nossa cidade, vira e volta aparecem por aqui olementoa de alta pcriculosidadc, n exern plo de pelo menos dois casos rcgiRtrudos csti nno, o do "Negão" morto em tiroteio com Agentes - do GOE e n PH no Região das Caleiras e o tiroteio no Receito Federal entre a PM e a turma do "Vaca Preta" que foi baleado e preso, TRAllALllO PREJUDICADO Semana passada mesmo u Polícia Militar recebeu informações altamente confiáveis de que um elcmen to procurado pela Polícia e foragido dn Capital do Estado estava cm Bela Vista, mas como o velho "Camburão" estava encostado, em cima dos tocos , sem pneus, com a instalação queimada, câmbio pifa do, sem freios etc,, o jeito foi a Polícia ficar torcendo para o sujeito não aprontar nada e se mandar logo da cidade. Uma vergonha!! E A REATIVAÇÃO DAS BARREIRAS? Só paro finalizar o assunto Segurança PÜblica, apesar de prometida pelas Autoridades do Governo do Estudo, atê agora as barreiras policiais de nossa Região não foram reativadas, por enquanto está tudo como o diabo gosta, sem nenhuma fisculi zação e com a malandragem deitando e rolando, de dia e de noite. Depois vêm o Pedro pedir votos p~ ra o Schimidt ! "O AMOR NÃO TEM FRONTEIRAS" Tomamos conhecimento esta semana do resultado da campanha de Solidariedade cm prol da Benefi cincia Hospitalar são Vicente de Paula, apurado até o dia 13 de dezembro. O total líquido atingiu até agora cerca de l.900.000,00, mas os depósitos em conta corrente, na conta 14.000-7, aberta no Banco do Brasil, a nosso ver estão deixando a de sejar, foram depositados apenas 39.000,00.Parece nos que muita gente que pode está deixando de dar a sua parcela de colaboração ao nosso Hospital São Vicente de Paula, será que não? REVEILLON NO GREMIO Este ano, fugindo um pouco da tradição e tam bém dando mais urna vez a sua parcela de colabora cão, o Grimio Pedro Rufino estará realizando o Baile de Reveillon em conjunto com lleneficincia - ·Hospitalar são Vicente de Paula, a animação será do Musical Master, traje Esporte Fino e as reser vas de mesa já estão sendo feitas na Secretaria do Clube. Vale a pena participar deste baile que está prometendo ser o maior sucesso do ano, além do que a causa é nobre. CÂMARA TEM NOVO PRESIDENTE O Y.édico e Vereador Fernando de Freitas 'Elias é o novo Presidente da .arar Municipal de Eela Vista, ele foi ele!to por c!no votos a quatro na sessão ordinirta desta terça fefra, dia l4, após a renúncfa do Presidente Marcos Ilias, cu· prindo un acordo de cavalheiros que tInha com a sua bancada naquela Casa, Ao novo Presidente da .Gnara deefa nos felicidades e sucesso no seu mandato, Ao ex Presidcntc ou purabéno pelo cocr~ncla no renunciar e pelo trabalho sérlo e responsável que desenvol - vcu em seu mandato. AS PRÉVIAS O PMDB De nada adiantou as manobras e as tentativas do grupo llderodo pelo ex-Conselheiro João Leite Sch! ntdt, de impedirem a realização das eleições pré vins para a escolho do candidato do partido oo Go verno do Estado no próximo ano. Como Já hav!m::os previsto nnterionnente, no hora da decisão pesou o cncifc do Senndor Wilson Barbosa Martins e o Dire tório Regional aprovou, por 43 a 28 votos, a con sulto popular nos filiados para saber quem eles querem como candidato a Governador. Dá para advi nhar? PREFEITO ABRAÃO VOTOU PELAS PRÉVIAS De parabéns o Prefeito Abraão Zacarias que,aten dendo no anseio da maioria dos filiados ao PMDB e nossa cidade, votou pela realização das el~içÕes - prévias para a escolha do candidato a Governadur do partido, Também o Prefeito de Caracol, Juvir.o Godoy, deu o seu voto favorável n consulto popu lar. Democracia e respeito a vontade do povo é is ~o Srs. PrefeitLs, é hora mesmo de se acabar com os tentativas de enfiar candidatos "goelo abaixo" do povo!! APOIO À SCIIIMIDT, SÕ ENROLAÇÃO! ! Logo que surgiram os dois candidatos dentro do PMDB, escrevemos aqui nessa coluna que muitos dos apoios declarados à candidatura do ex-Conselheiro João Leite Schimidt era pura enrolnção, "a idéia de muitos prefeitos é ir tapeando o Pedro para não perder as obras e dinheiro do Governo do Estado mas na hora da onça beber água muitos vão bandear para o lado do "velhinho", dizíamos na época. Mais uma vez parece que estamos acertando em cheio, a começar pelo Prefeito da capital Juvêncio Cé&ar da Fonseca que de "Schimitistn" declarado, votou pe las prévias e já está praticamente rompido com Pe drossian. Como ele, muitos outros que defendiam a candidatura Schimidt, inclusive o Deputado oka , votaram a favor das prévias, defendida por Wilson e pela maioria dos peemedebistas do Estado, Para béns, até o próximo ano e não me queiram mal. FESTA NA BARRA DO IT Recebemos e Agradecemos o Convite do Presidente da Associação de Pequenos Produtores o Assentamen to Barra do Itá, para participarmos da proroçào que -: foi realizada ro último domino no Assentamento que teve jogos, bingos, churrasco e muitas outras aLividades. Aproveitamos para desejar pleno ê.~!to inova Diretoria da Associação. DEPUTADO PUCCINELLI CONSE(g[]~~ PARA BONITO UM MODERNO POSTO TELEFÔNICO Câmara Municipal de Bela Vista 1 co. ao r ±I6OS 1 o,.b,!x,),,sln•: c-L ,'AO ELAS R'OS DA cCRZ, Presidente da c r, 1 ~ ur.tc.:_p,,1 t.1~· t'lu V1~tL11 ~ t.1~.) cL~ 'teo ! (Ctf ,..._, do Sul, bras'!e!ro, casado, portador da c&do! de Identidade R m? 03!!31 SSP-MS e CC + i 146.77.061-87, residente e demte!ltado nessa j cidade de Eel, Vista, s!to à Rua u!ah n? 728 e de utro J,1 'o a Fira .RÁFIA E FDIIORA APA , com sede nesta cidade slto à Rua da Repibltca - S/, b Irro Centro, inscrita no CCC-F osb o ± 03.201.266/0001-90 e Inscrtção Estadu, 1 n? 28. 059.232-9, ne te ato denominado CO7A!AIO, te Justo e acertado o presente contrato part!cu - lar, que reger-se-ão pelas cláusulas e cond! çôes seguinte; LÃt'STA PRIMEIRA: Pelo preerte Instruerto e na melhor forma de direito, contratada a Fira GRFICA E EDITORA APA, para Impressão de 100 (ce) livros do Rezlrento 'nterno desta Casa Le gialntivn: fLAt:Sl'T.J SEGUNDA; O preço tora! da pr<>~tnciio de serviços do que trata a cláusula acima, será de CRS 250.000,00(Duzcntoa e cinquenta nfl cruzei ros reais), com as seguintes condições de paga ento, 50I (cinquenta por cento) do pagamento no ato da entrega dos serviços e o restante em 30 (trinta) dias; CLÁL:SL'LA TERCEIRA: O prazo para entrega dos ser viços, será de 30(trinta) d!as, a contar da da ta da assinatura do presente contrato; CLÁUSULA QUARTA: Da Doteçiio, us Despesar; decor- rentes da execução dos serviços, hora 1 contratado, correrá à conta do programa do elemento de despesa 31.3.0. - SERVIÇOS ílE TER CEIROS E ENCARGOS, Sub-elemento 3.1.3.2. - OU TROS SERVIÇOS E ENCARGOS, constante do Orçamen- to da Ciimara; CLÁUSULA Qt.:INTA: A Cã::iara se reserva o direito de rescindir, unil&teralrnente o presente contra to de prestação de serviços, independente de in terpelação judicial ou extrajudicial, sen !nde: 1 nlzar, a qualquer título a CONTRATANTE, ressal- vado o direito de haveres pelos trabalhos Já executados; CLÁUSULA SEXTA: D.:,s Penalidad.os, u CO'.':TRATADA su jeitar-se-á a Lulta de valor igual a parcela mensal, aplicá•:el ã critério da CÃ.'IARA, se os trabalhos executados conflitarem com as normas , legais e regulamentares em vigor e que disso rc sulte em prejuízo para o órgão; - i CLÃVSULA SÉTI!!A: Fica eleito o FORO cesta Co=r 1 ca de Bela Vista, para nele serem dirimidas,qua [ isquer duvidas or~undas do presente contrato; 1 E por estarem assim Justos e contratados, as/ sinam o presente contrato, em J (tris) vias di igual teor, os representantes legais de abas-' as partes, na presença das testemunhas abaixo. ; Bela Vista-MS., 19 de Outubro de 1993 1 MARCOS ELIAS RIOS DA CRUZ - Presidente; IVA•Do PEREIRA - Pela Contratada. TESTEMUXHAS: ORLANDA FREITAS DOS SANTOS - l2 Secretária; E! NANDO JORGE DE BARROS - Vereador; ISRAEL CHAOR RODA ROCHA - Vereador; LUIZ ALEXANDRE LOUREIRO , PALMIERI - ·:ereador André Puccinelli, De putado Estadual Peerede bista, muito tem contri buido com a Administra - cão de José Arthur Fi gueiredo, participando com frequência dos pri~ cipais acontecimentos no Município, apresentando ao mandatário do Estado as reivindicações mais urgentes. Atendendo o pedido do Prefeito, Puccinelli fez uma indicação através da Assembléia Legislati va ao Presidente da TE LEMS, para que a Empresa construa um novo Posto Ttlefônico com insta~ çôes modernas e eficien tes, fazendo jus acida de turística de Bonito • pois o atual Posto Tele f6nico, instalado nas de pendências da Prefeitura Jã está superado para a época. A resposta veio - de imediato e técnicos do TELEMS aqui estiveram e apresentaram a José Ar thur Figueiredo o proje to do novo Posto Telefô nico, que será edificado ao 1ado do Salão Paro quial, e contará com GY! tro cabines, sendo uma exclusiva para pessoas paraplégicas. O parlamentar também está batalhando junto a TELEMS pela instalação de um orelhão do Balneá-· rio Municipal Rio Formo so e um Posto Telefônico na vila da Ponte do Rio Miranda(saída para Anas tácio), devido o grande fluxo de turistas, prtn cipalmente na temporada de pesca. O atuante Deputado consegiu da CEME ( Cen - trol de Medicamentos) grande quantidade de re médios para a Farmácia - do Centro de Saúde, além de marcar presnça nos principais eventos real! zados no Município, - As visitas constantes de André Puccinelli ao Prefeito, Vereadores e u entidades de classe evidencia sua preocupa cão com o bem estar do povo bonitense e por is so merece votos de gran de estica, sendo um dos mais dinâmicos represen tantes da Região na As semblêia Legislativa. - (Firmino de Barros) Prefeitura Municipal l de Bela Vista Oração a querida mãe N. S. Aparecida Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida voz que nos ama e nos guia todos os di a, vos que sois a mais bela de todas as 1 m~es e que eu amo com todo o meu cora - çao eu vos peço mais uma vez que me aju de alcançar esta graça por mais difícil que ela seja, sei que vós me ajudarás e. me acompanhará sempre atê a hora de mi- nha morte amém. • Rezàr: 1 Ave Maria, 1 Pai Nosso 3 di as seguidos. Publicar assim que receber a graça-. Por muitas graças alcançadas. L.R. DECRCTO ~"C:-SR0 770 DE 20 DE DEZD!.BR0 Dó 1993 ''Dispõe. sobre desapropr!o'lção de â.rc.1". O PREFEITO Ml'XICI?Al. DE 5EU VIS-ui, ES'!AIJO DE MAIO CROS SO DO SUL, no uso de suas atributções lega!s, e Ccnsidera:id.o o disposto no 1r.c1so X!I, do art.51, da. Lei ~!u:licipal n~ 666 de 05 de abrl de 1990 DECRE I A: ' Art.1 - Fca desapropriado o lote de terreno cuburbano - deter:!nado sob o n? 313, 12 circunscr!ão zcburbar, ed!n do 2501250 etros da frente aos fundos e acs cs lados,per 7""?_, ire+ tsst e a.soo =, e reris<e« <= i:<G Art.2?- A desapropriação de que trata o ar:!zoanter!sr, origina-se da declaração de Interesse so!al através do De creto 769, de 14 de dcz.cr:bro de 1993, cc base na Le! Fede - ral n? 4.132, de 10 de setembro de 1962. J _Mrt.32- A Ingentzação de que trata o !nc!so IV,do ar. 5: da Constituição Federal, te per base aval!aio efetuada ] !""E2" ts ressr nus ntt», = 1»i Parágrafo Cnico - A Indentza;ão de que trata o "caput" - deste artigo, perfaz o ontante de CRS ,300.000,00 (Quatro Ilhoes e trezentos nIl cruzeiros Reais). Art.4?- Este Decreto entrará en vigor na data de sua pu- 1lcaçã0, revogadas as dispos!çes c cotrir1o. Abraão Arroa Zacarias i"rcfclto ?:Unicipal HEI.A VISTA - 'NOOS TEROS" ___________ _J PREFEITURD MUNICIPl·l DE JARDIM t.REIO 1?_ 09/9 DE O7 DE. DEZEMBRO DE 199. D!põe sobre abertura de Crédito Adicional Su p1ementar no Orçamento vigente no valor de cs 862.102,I6 (0It0centos e sessenta e do!s mil,cento e dois cruzelros teals e dezesseis centavos) ENG? JOSÉ VICENTE DE SA:CTIS PIRES, Prefeito MI nlclpnl de Jardim, Estado de Mato Grosso do Sul,no uso de suas atribuções leais e de acordo com a Le1 n9! 782/92 e o dl6porto na Le! Orgânica Munfc pal de 06 de abril de 1990, combinado ulndu com o Item III do $ 19 do artigo 43 da Lei Federal n9 .300 de 17,03.64, considerando que na execução do orçamento tornam-nu Jnauflcicntc. D E C R E T A: Art. 1!! - Fica aborto no Orçamento do Município de Jardim/MS, para o exercfcfo de 1993, um Crédito Adicional Suplementar no valor de CR$ 862.102,16 - (Oitocentos e sessenta e dois mil, cento e dois cruzolroa renis e dezesseis centavos), para refor ç0 das seguintes rubricas orcamentárias. ll.O. 20.06. - SECRETARIA MUN. DE PROMOÇÃO SOCIAL 15.81.021.2.011 - Manutencoo dos AtividodesdaSe- cretaria 3.1.2.0. - Material de Consumo CR$ 234.705,78 4.1.2.0.- Equtp. e Material Perm. CR$ 38.000,00 15.81.486.2.012. - Manutenção do Pronav Municipal 3.1.J.l. - Remuneração de Serv.Pes.CR$ 119.705,33 Sub-Totol. CR$ )92.411,11 U.0. 20.07. - SECRETARIA UN. DE VIACÃO E ORAS PC ELICAS 03-07.021.2.016. - Manutenção das Atividades da Se cretaria 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ Sub-Total................... . CR$ Total de Suplementação CR$ (Oitocentos e sessenta e dois mil cento e dois cru zeiros reais e dezesseis centavos). Art.29 - Os recursos paro dor cobertuva e suple mentacão de que trata o artigo primeiro serão os provenientes de anulação parcial das seguintes ru bricas Orçamentárias. U.O. 20.01 - GABINETE DO PREFEITO 03.07.021.2.002.- Manutençao das Atividades 469.691,05 469.691,05 862.102, 16 • a cargo do Gabinete 3.1.1.2.-Pessoal Civil-Diários CR$ 4)6,17 ).1.2.0.- Material de Consumo CR$ 408,56 3.1.).l.- Remuneração de Serv.Pessoais CR$ 131,65 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ 79,37 4. 1.2.0.- Equip. e Material Permanente CRS 750,09 Sub-Total CR$ 1.05,54 U.O. 20.02.- SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO 03.07.021.2.003. - Manutencao das atividades a car goda Secretaria J.l.l.2.- Pessoal Civil- Diárias CR$ 189,29 ).1.1.3.- Obrigações Patronais CR$ 17.204,66 3.1.J.l.- Remuneração de ser. Pes. CR$ 425,14 4.1.2.0.- Equip. e Material Per. CRS 23.%42.00 Sub-Total. CR$ 41. 761,09 U.0.- 20.03. - SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA 13,75.429.1.007. - Campanhas de Lrrad!casão de do en,as transmissfvef 3.1.2.0,- Material de Consumo CRt 126,02 Sub-Total.,.................... CRS .j,ô U,O. 20.06. - SECRETARIA MUN. DE PRO,O SOLA! 15,861.021.2.01l. Manutenção das At!vidade da Se cretaria 3.1.1.1.- Pessoal CfvII - Folha CR$ 3.301,45 15.81.486.2.012.- Manutenção do Pronav Municipal 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 2.964,64 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargou CRS 348,56 15.81.487.2.01.- Programa de Assistência a Cen tros Comunitários e Associações de Bairros, 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos f_Ri 695,41 Sub-Total......···...·...··.......CR$ 7.310,08 U.0. 20.07. SECRETARIA MUNICIPAL DE_ VIAÇÃO E OBRAS POllLICAS 03.07.021.2.016. - Manutenção das Atividades da Se cretaria 3.1.1.2.- Pessoal CIvIl - Diárias CR$ 1.285,50 3.1.3.l.- Remuneração de Serv. Pes. CR$ 818,46 3;1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS 1.016,27 10.58.575.1.0ll.- Pavimentação,Reforma,construção de Edificações saneamentos em geral. 4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 14.165,00 16.88.5)4.2.017.- Manutenção das Estradas Vicinois 3.1.2.0.- Material de Consumo CRS 821,34 Sub-Total. CRS 18.106,57 U.O. - 20.08-SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO 03.09.042.2.018. - Manutençao das Atividades da Se cretaria 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS 987,40 Sub-Total. CR$ 987 ,40 U.0.- 20.09.- SECRETARIA MUNICIPAL DE SRV. URBANOS 10.57.459.2.021.- Programa Habitacional de Casas Populares dos Municípios 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 5.734,00 10.60.323.2.019. - Manutenção das Atividades da Se 03.07.021.2.005.- Manutençao das atividades a car go da Secretaria 3.1.9.2.- Despesas de Exercícios anteriores CR$................................... 1.221,66 J.2.3.l. - Subvenções sociais CR$ 19.510,00 3.2.6.1.- Juros da dívida contratada CR$ 43.)59,07 3.2.6.2.- Outros Serv. da Dívida contratada CRS 22.050,00 3.2.6.5.- Juros de outras dívidas CR$ 32.810,48 3.2.8.0.- Pasep CRS 7.671,11 3.2.9.l.- Sentenças Judiciais CRS 9.333,34 03. 07. 024. 1. 001.- Informatização dos Serviços Mu nicipais 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 234,24 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ • 74,81 4.1.2.0.- Equip. e Mterial Permanente CRS4.179,22 03.08.031.2.004. - Manutenção das Atividades da Se cretaria 3.1.1.2.- Pessoal Civil - Diárias CR$ 620,86 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 37,20 3.1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. CR$ 6.815,65 3.1.3.2.- Outros Serv. e-Encargos CRS 1.251,80 Sub-Total : CRS 149.169,44 U.O. 20.0!:__- SECRETARIA }ílJN. DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE Õ8.41.190.2.008.- Manutenção.do Pré Escolar 3.1.l.l.- Pessoal Civil - Folha CR$ 458,23 4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 5.790,00 08.42.188.1.003.- Construção,Ampliação,Reforma de Edificações no Ensino 4.1.1.0.- Obras e Instalações CR$ 157.360,00 08.42.188.2.007.- Manutenção das Atividades da Se cretarla 3.1.1.1.- Pessoal Civl -- Folha CR$ 392.411,11 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 765,01 3.1.3.1.- Remuneração do serv.pessoais CR$3.210,00 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CR$ 2.42),94 4.1.2.0.- Equip. e Material Peno. CRS 66.648,25 Sub-Total CR$ 629.066,54 .0. 20.05.- SECRETARIA MUNICIPAL DE SACDE E SA XEAl-!ENTO 13.75.025.1.008. - Construção, Reforma,Edificações na Área de Saúde. 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 3.1.3.2.- Outros Scrv. e Encargos CR$ 13.75.428.2.009.- Manutenção das Atividades cretar!a ).1.2.0.- Mat.erial de Consumo CRS ).1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. CR$ ~.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos CRS cretario 3.1.1. J- Obr.igaçÕes Patronais CR$ 10,00 3.1.2.0.- Material de Consumo CR$ 985,86 3.1.3.1.- Remuneração de Serv. Pes. C$ 1.949,28 3.1.3.2.- Outros Serv. e Encargos RS I.087.26 Sub-Total CR$ 9.766,40 Total da Anulaçao.... . .. .. .. . .. .. .. CR$ 862. l 02, 16 (Oitocentos e sessenta e dois mil, cento e dois - cruzeiros reais e dezesseis centavos) Art.JQ - Esta Lei entrará em vigor na sua. publicação, revogadas as disposições rio. 382,95 )01,26 da Se- 642,79 1.283,96 1.391,82 data em contrá Gabinete do Prefeito, 07/12/93. Eng José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal de DECRETO K'2 082/93 DE 07 DE DEZEMBRO DE 1993. Retifica o item XXI do Decreto Ng 078/93 30/11/93 e dá outras providências. ENGQ JOSf VICENTE DE SANCTIS PIRES, Prefeito Mu nicipal de Jardim, Estado'de Mato Grosso do Sul,no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, E, considerando ter havido lapso no resultado , publicado no item XXI do Decreto ng 078/93 do 30/ 11/9), D E C R E T A: Art.19 ~ O item XXI do Decreto ng 078/93 30/11/93 passa atar a seguinte redação: XXI - Eletricista (OI vaga) 19 - Marcirio Ferreira Acosta 59,76 - pontos Art.29 - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em con erário. - Gabinete do Prefeito, 07 de Dezembro de 1993. Eng9 José Vicente de Sanctis Pires Prefeito Municipal de de Prefeitura Municipal de Caracol DECRETO K'2 083/93 DE 13/12/93. Dispõe sobre alteração do Horário Coercial - no mês de dezembro de 1993. ENG? JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES, Prefeito Mu nicipal de Jardim, Estado de Mato Grosso do SuJ. usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei e, Considerando os festejos natalinos e de passa - gem de ano. Considerando que a população trabalha no perío do diurno sendo imponsibilitados de efetuarem suas compras: D E C R E T A: Art.12 - Fica autorizado o Comércio local a al terar o horário de funcionamento, até 31 de dezer bro de 1993, de 2~ feira e sábado até as 22 horas, excetuando-se o dia 25 de dezembro - Dia de Natal. Art.2g - Este Decreto entrará em vigor n.a data de sua publicação, revogadas as disposições em con erário. - Gabinete do Prefeito, 13 de dezebro de 1993. Engg José Vicente de Saneeis Pires Prefeito Nunicipal LEI N 283/93 Autoriza o Poder Executivo Municipal à lt e n a r as A c õ vs p e rm a n e n t e s a o M u n i c í p i o d e C a r a - col !S, Junto a Enersul, (Empresa de Energia ±!átrfca de Mato Grosso do Sul). O Prefeito Munfc!pal de Caracol, Estado de Mato Grosso do Sul, Faz Saber a Câmara Mante! pal aprovou e ele sanciona a seguinte Let, Art.I? - Fica o Poder Executivo Municipal ay torizado à alienar 42,450 (Quarenta e duas mil quatrocentos e cinquenta) ações se..do, 37.925 - (Trinta e sete, novecentos e vinte e cinco) Or dinári.1s e 4.525(Quotro nil, quinhenton e vlntc e cinco) Preferenciais claoGc "A", pertencente ao Município de Caracol-S, Junto a Empresa de Energia Elétrico de Mato Grosso do Sul._ Art.29 - 0 preço mínimo para alienação das referidas Ações será de CR$ 43.00(Quarenta e três cruzeiros reais); Art.3g - A receita auferida com a ol1enaçâo, será destinada ao pagamento parcial do l)Q(décl mo terceiro) salário dos servidores Públicos !y nicipais. Art.4g - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação revogadas as disposições em contrário. Poço Municipal 08/12/93. PORTARIA N? 047/93, de 15/12/93 O Prefeito Municipal de Caracol, no uso de suas •atribuições legais e, em especial, no que se contém no Artigo lQ do Lei Municipal n2 283/ 93, resolve indicar, o Sr. Jairo Godoy, Carlos Roberto Hespporte, e João Renato Ocampos, para constituirem, sob a presidência do primeiro, a Comissão Especial para avaliação da Enersul S/A de propriedade desta Prefeitura Municipal. Esta Portaria entrará em vigor na data de hg je, devendo ser afixada, por cópia, no quadro - de aviso desta Prefeitura. Juvino Godoy - Prefeito Municipal LEI N9 284/93. Altera a Lei Municipal nq 279,de 30 de ju lho de 199J, que autoriza o Poder Executivo a contratar parcelamento da dívida para com o Fug do de garantia ao Tempo de Serviço - FGTS, e dá outras providência. O Prefeito Municipal de Caracol, Estado de Mato Grosso do Sul, face saber que a Câmara !fu nicipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art.1g - O Art.1g da Lei Municipal 279 de JO d: julho de 1993, passa a ter a seguinte reda çao. Art.I9 - Fica o Poder Executivo autorizado - em nome do Município de Caracol, contratar par celamento da dívida para com o FCTS, através da Caixa Econõmica Federal - CEF, na foma da Reso lução n9 100/93 de 26/05/93(D.O.U. 02/06/93) d; Conselho Curador do FGTS, dívida equivalente a CR$ 5.622. 444.220,05 (Cinco bilhões, seiscen - tos e vinte e dois milhões, quatrocentos e qua renta e quatro mil, duzentos e vinte cruzeiros e cinco centavos),valor atualizado até 30/07/9). Art.29 - Esta Lei ratifica os artigos 2 a 59 da Lei Municipal 279, de 30 de julho de 1993. Art.39 - Est~ Lei entrará em vigor na data de sua publicaçao, retroagindo seus efeitos ã data de JO de julho de 1993. Art.4g - Revoga-se as disposições e contra rio. Paço Municipai de Caracol, 07/11/93. Edital de Proclamas JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofic1ala do Cartório de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-M5, FAZ SABER a todos quanto o presenta Edital de Proclamas virem, que apresentaram os documentos exigtdos pelo aritgo 180 do Código Civil Bras1 - leiro incisos I-II-IV e V e pretendem se casar: FELICIANO GIENEZ e NILZA ROMERO MARTINS, a bos brasileiros, domiciliados e reside.ntes nes ta cidade, ele, viúvo, Lavrador natural de Bela Vista-MS., filho de Justa Pastora Gimenez ela, solteira, lides do lar, natural de Bela Vista-MS filha de Guilherme Martins e Matilde Ifran Mar tins. Se alguém souber de algum impedinento, que se oponha na forma da Lei. Belo Vista-MS., 20 de dezembro de 1993. JANILDE ROSA DOS SANTOS Oficiala FELIZ 1994 J P.Ol<;ÃO OJ: flll'i'/T, DEZ/1993 PINA - 05 .. -------- ------------------------- f UNDO DE ISSISTÊNCII SOCIAL ENTREGI 40 ÓCULOS A IDOSOS CRENTES No último dia l6, Quinta-Feira, o Fun do de Aitencia Social (FAS) de Bela vis ta, dirigido pela Primeira Dama Olga Dian= chi Zacarias, entregou à idosos carentes - cadastrados no "Projeto Esperança", 140 pa re de óculos adquiridos com recursos 1e vantados na Campanha para doação de óculos desenvolvida pelo "Projeto Esperança" que é coordenado pela Sra. Maria Consuelo Al me ida da Cruz. - 'er, Fernando de Frettas,Gerente do1Atonto de Castro letra FeTe[to Abraão Zacarlas_Dona Olga e varlos colaboradores. A Campanha para doação de óculos teve uma grande aceitação pela comunidade bela vistense, dezenas e pessoas deram a sua parcela de colaboração para mais essa ini ciativa dentro da área social do municí pio. Nomes de novembro os idosos com pro= blemnas visuais foram submetidos a exames - oftalmológicos patrocinados pelo Fundo de Assistência Social, e constatada a necessi dadc de utilização das lentes, todos rece= beram seus óculos através do programa deno minado "Faca da Noite um Dia". - Participaram da entrega dos óculos aos idosos o Prefeito Abraão Zacarias, la Dama Olga, Coordenadora do Projeto Esperança Consuelo da Cruz, Presidente da Cãmara Mu nicipal Marcos Elias , Vereadores Fernando de Freitas, Fernando Jorge, Israel Chamor ro, Secretários Municipais e dezenas de co laboradores da Campanha para doação dos ó= culos que, segundo a coordenadora do Proje to Esperança, "tiveram uma participação i~ prescindivel para o sucesso da Campanha". _) 1 (;, ~·, .... , .. . ~.;-/,,,• . 1,2, " t E- - A...port.ir_'g.artidy.ioda_countco. 'o._lerbrt. pel .-.- Vereador Marcos Rl, que falou em noe da Coordenador.a 'o ! E % A »retora do AS, ona o1g.a,hocngetuo_tgoso_engrado.. esforço, a união e a dedicação de toda a rosa sr a[s dos@oPro[e@oEsj@ruga vresente ,_dr l!} equipe do Fundo de Assistência Social do ~ HOMENAGEM AOS IDOSOS nosso município e a colaboração de toda a comunidade, por isso deixo aqui, em nome - do Prefeito Abraão Zacarias, da Dona Olga, e da Dona Ináh, a Sra mais idosa aqui pre sente, o agradecimento à todos que colabo raram com essa campanha" disse o Vereador. Marcos Elias lembrou também que em reunião anterior com os idosos do Projeto Esperança feito o compromisso, em nome do Prefeito Municipal Abraão Zacarias,de que mesmo se a campanha não arrecadasse um cru zeiro sequer os óculos para os idosos se riam entregues nesta data, de qualquer ma neira, para isso tinhamos a garantia de que esse compromisso seria cumprido pelo Prefeito Municipal", destacou ele, para a plausos das centenas de idosos presentes. Em nome da Coordenadora do Projeto Es perança, Marcos Elias finalizou deixando~ agradecimento especial à todos, indistinta mente, que participaram da Campanha para doaçao dos oculos, definido por ele como - "um ato muito bonito de caridade e de con fraternização em benefício dos idosos de nossa cidade". Antes de dar início a entrega dos cg los a la Dama Olga Bianchi Zacarias fez uma homenagem à todos os idosos presentes, entregando uma rosa à Sra. Adélia Moraes , a mais idosa, com 87 anos de idade, que foi escolhida para representar todos os i dosos do "Projeto Esperança" PALAVRAS DA 1~ DJMJ OLGA ZACARIAS rem o Espírito fraternal contribuiram de finitivamente para o êxito desta campanha. Equipe do Fundo do Ação Social e e~ especial a coordenadora do Projeto Esperan ça, Consuelo da Cruz pelo trabalho cn fil vor dos nossos idosos... Meu companheiro, Prefeito Abraão Zaca rias, incannivcl colaborador cm todas ai nossan promoções ... Autoridades presentes, Idosos do Projeto Esperança - motivo do orgulho da gente belavistense pela his tória de lutas e experiências que tanto nos enriquecem e são a legitima herança des ta terra... - Hoje, já vivendo o espírito de união, paz e fraternidade do Natal, sinto-me emo cionada ao entregar 165 óculos àqueles que mesmo vencidos pelo tempo mantém acesa no olhar a chama da esperança, lutando por en xergar ainda as belezas do mundo e as gran dezas da alma humana. Rogo a Deus que possamos sempre olhar pelos nossos idosos com o carinho e a dedi cação que eles merecem e que nunca lhes falte na velhice: o amparo, o carinho, a atenção. Agradeço em meu nome e de toda a mi nha equipe à todos voces pela confiança q/ depositaram no Governo de Abraão Zacarias. Juntos, vamos fazer uma Bela Vista feliz. Boas festas, saúde e paz. Muito obrigado. • Olga Zacarias - Diretora do F.A.S. AGRADECIMENTO AOS COLABORADORES O Vereador e Presidente da Cãmara Mu nicipal de Bela Vista, Marcos Elias da Cruz, falou em nome da sua esposa e coorde nadora do Projeto Esperança, Sra. Consuelo Almeida da Cruz, ele agradeceu o carinho - manifestado por todos que colaboraram pa ra a realização desse trabalho e ajudaram= para que todos os obstáculos fossem ultra passados, tornando possível o sucesso des sa campanha e a dos óculos aos idosos. -- (, ' • ' • meida da Cruz pelo seu trabalho, a senhora r e a l m e n t e demonstrou n e s s e u m a n o d e A d m i - nitração Abraão Zacarias, mesmo com tod. as dificuldades que estamos nfrentando,to da a sua capacidade competência na Admi nistração do Projeto Esperança, programa - esse onde voces mais idosos são olhados c/ carinho e como xoplos de um futuro me lhor para Bela 'Vista", ressaltou Zacarias, 1 ! 1 ./ A l? Dama Olga Bianchi Zacarias foi a primeira a falar na solenidade de entrega dos óculos aos idosos carentes de nossa ci dade, abaixo, na íntegra, o pronunciamento da Presidente do Pronav Municipal e Direto ra do Fundo de Assistência Social de nosso Município, responsável pela campanha de Doação de óculos. " Meus amigos da comunidade belavis tens~, responsáveis em grande parte pela - realizacão deste evento, que ao mostra PREFEITO ABRAÃO ZACARIAS "Hoje é um dos dias mais felizes des se primeiro ano da minha administração que começou no dia lo de janeiro" disse o Pre feito Abraão Zacarias ao iniciar suas pala vras na reunião de entrega dos óculos· aos idosos, "vejo aqui nos olhos dessas pes soas que fizeram a história de Bela Vista as suas felicidades por estarem sendo olha das com carinho por essa equipe responsá - vel pelo Fundo de Assistência Social" con tinuou o Prefeito. - Abraão parabenizou a Sra. Consuelo A1 os Abraao disse ainda, "estamos hoje a qui entregando mais de 150 óculos à essas pessoas que possuem em suas vidas uma espe rança de enxergar melhor, nós temos mais de 30 cirurgias para serem encaminhadas , voces, que por enquanto não estão receben do os óculos porque precisam dessas cirur gias, podem contar que a partir de janeiro estaremos encaminhando voces à Campo Gran de, para serem todos atendidos dentro do ano de 1994", enfatizou o prefeito e rea firmou o compromisso "até o final do ano que vem, nesta data, ao estarem se despe - dindo do ano de 1994, todos os idosos do Projeto Esperança já estarão dentro da Ca- sa de Convivência do Idoso, "esse é um compromisso que fiz na minha campanha e vou cumprir, se Deus quiser, no ano de 1994" assinalou Abraão. O Prefeito Municipal de Bela Vista fi nalizou suas palavras destacando o fato das contribuições para a Campanha de doa cão de óculos terem alcançado um número - suficiente para atender todas as necessida des, considerando esse fato como reflexo= da credibilidade da comunidade belavisten se cm sua administração. Abraão Zacarias - se despediu dos idosos e da equipe do fun do de Assistência Social do Município, de sejando um feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos. OS COLABORADORES A pedido da Diretora do Fundo de As sistt:,1cia Social do Município de Bela Vis ta, la Dama Olga Bianchi Zacarias e da Co ordenadora do Projeto Esperança, Sra. Con suelo Almeida, publicamos abaixo relação - das pessoas sue deram a sua col~boração pa ra a Campanha de Doação de óculos aos Ido= sos Carentes de nossa cidade. são eles: Prefeito Abraão Zacarias; Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite, Presidente da Câmara - Marcos Elias Rios da Cruz, Secretários Mu nicipais - Ayres Cafure, Edvaldo Pereira= de Carvalho, João Kalife, Nilio Diório E vilásio Nunes de Miranda, Paulo Mello, ve readores Fernando de Freitas Elias, Israel Chamorro da Rocha, Fernando Jorge de Bar ros, Orlanda Freitas dos Santos, Gerente= do-Banco do Brasil Antonio de Castro Viei ra "Badú", sub-gerente Josevaldo, Jornalis ta Ivaldo_Pereira e Estela Pereira, Horter cio Capilé Escobar, Joel Ferreira 0campos Nelson Matoso, Moacir Paredes, Soliman Te bichrane, Edson Cezãrio da Silva, Maurício Rocha Ortiz, Gentil Vargas da Rosa, Jair ena Barreto, José Luiz Lopes, Paulo Dan tas, Padre Nilo schlickmann, Sras. Lenita Kaiife, Hei! Delvales, Glaucia Bienchi - =crias, Timara de Barros, Eliza Zacarias Marizeth Oliveira Gonçalves Rodrigues, E1 pidia !iranda,_Firmina Miranda de Melo, ve ra Salomao, Inah Cardinal, Ana Paredes T landa Gonçalves, .Jandira Rojas, Lad.ir Ri;~ de Carvalho, Laura Cafure, Marieida Lino Nunes, Hepher Gideoni Rodrigues Elias, à essas pessoas Deus lhe pague. Ao final dos pronunciamentos os ido sos foram sendo chamados um a um e, sem pre com um sorriso estampado nos rostos e palavras de agradecimento à equipe do Fun do de Assistência Social, todos recebi - os seus oculos. eram (Fotos e Reportagem Ubaldino Rodrigues). E.D1,O DE NATAL P{G1+ -----~----- ELEITO O FUHCIOHÁRIO PADRÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL SÉRVULO PEREIRA BAMBIL FOI O GRANDE VENCEDOR DO CONCURSO Instituído pelo Prefeito Municipal A braão Zacarias neste seu primeiro uno de Administração, o Concurso para a escolha - do funcionário Padrão de 1993 da Prefeitu ra Municipal de Dela Vista, teve como ob jetivos principais homenagear os servido - res destacando suas qualidades Administra tivas, incentivar a assiduidade ao traba - lho, o zelo pela coisa pública e a presta c::io de um bom atendimento à população. O Concurso movimentou a classe do fun - cionalismo municipal nas últinas semanas e culminou com uma eleição onde cerca de trc zentos funcionários que compareceram ao Grêmio Pedro Rufino votaram para escolher o funcionário Padrão entre os 12 candida - tos apresentados. Participaram do Concurso, como candida tos a Funcionário Padrão de 1993, os se guintes servidores: Anselmo Costa Lima, Al bcrto Cleir Torres, Braulino Paredes, cãn= dido Medina, Francisco Garahi, Fábia Bal - buena de Souza, Hugo Pinto Rocha, José Mo reira da Silva, Lourdes A. Cunha dos San - tos, Ramão Conceição Almiron, Ramão Godoy e Sérvulo Pereira Bambil. Desde às 18:00 horas do último dia 17 já era grar.de a troviirc.ntacãode funcionários no salão do Grêmio Pedro Rufino, onde estavam instaladas as urnas de votação e as respec tivas mesas receptoras de votos, a cernis= são responsável pelo concurso, composta pe los Secretários Municipais Evilásio Nunes de Miranda, Paulo Melo e João Kalife, coor denavam com eficiência e habilidade a votã cão, no total depositaram seus votos nas urnas 291 funcionários públicos municipais, sendo que participaram da eleição desde os funcionários mais humildes até os integran tes do primeiro escalão do Executivo Muni= cipal. Exatamente às 20:00 horas teve início a apuração dos votos, a expectativa era gran de entre os concorrentes, todos confiantes numa boa votação, o resultado final apon - tou a vitória, merecida, do servidor Sérvu lo Pereira Bambil, que teve 94 votos, fi = cando em segundo lugar o servidor José Mo reira da Silva, com 46 votos e em terceiro a funcionária Fábia Balbuena de Souza, com 39 votos. A vitória de Sérvulo foi muito aplaudida por todos os funciondcios e fami liares presentes ao Grêmio Pedro Rufino , numa demonstração de reconhecimento aos mé ritos do funcionário que é muito querido - por todos os seus companheiros de serviço. Sérvulo Pereira Bambil, funcionário da Prefeitura há mais de 12 anos, atua no se tor de limpeza do Paço Municipal e ao lon go desse tempo sempre destacou-se pela pon tualidade, dedicação, cordialidade e res - ponsabilidade no serviço, possuindo ainda uma grande amizade com todos os seus cole gas, ele recebeu pela vitória no Concurs~ o Prêmio de 22 mil cruzeiros reais, corres pondente ao 14 salário, um rédio AM/FM e o Diploma de Funcionário Padrão de 1993 das mãos do Prefeito Abraão Zacarias. Emocionado, ele agradeceu aos seus co~ panheiros os votos recebidos, saudou a Ad ministração Abraão Zacarias e desejou um Feliz Natal e Próspero Ano Novo à todos., Autoridades Presentes Após a escolha do Funcionário Padrão foi composta a mesa das autoridades com as presenças do Prefeito Abraão Zacarias, Pri meira Dama Olga, Vereadores Marcos Elias (Presidente da cãmara) ,Fernando de Freitas Elias, Israel Chamorro da Rocha, Fernando Jorge de Barros, Secretários Municipais Né lio Diário, João Kalife, Evilásio Nunes de Miranda, Assessor Jurídico da Prefeitura Kleber Loureiro Medeiros, Também fizeram uso da palavra o Presi dente da câmara Municipal Marcos Elias Rios da Cruz e o Secretário Municipal de o bras, que falou em nome de todos os Funci nários Públicos Municipais. Em seguida Prefeito Abraão Arrnoa Zacarias deu início ao seu pronunciamento afirmando: "Cumpri - mente à todos com a alegria de estar entre amigos que ao longo deste ano dividiram sa crifícios, compartilharam vitórias, muitos destes, companheiros de trabalho desde a primeira Administração, outros, novos alia dos na árdua tarefa de promover novos tem pos para o Municipio". Na Página o ... , na integra, o Pro - nunciamento de Prefeito Municipal por oca sião da eleição do funcionário Padrão e festa de despedida desse primeiro ano de seu mandato: Desde às 18:0 horas jd era ui'!e n u mero de Fu!!"h"1t-""" ftt"""""!t"e'' Vista do Grêmio Pedro Rufino totalmente lotado pelos Servidores Municipais Os candidatos à Funciondrio Padrdo, cor o Prefeito Abraão e Dona Olgc -~ 1 __ A_Comtssão responsável pelo concurso dá inicio a apuracao dos votos ' . . - _... 1 ":' - .___ f = 71'· -- L José Moreira da Silva foi o 20 colocado A funcionária Fãbia Balbucna de Souza - foia terceira mais votada Prefeito Abraão Zacarias fez uma uma exalta trabalho em suas palavras aos servidors " 3 z.% , #: a- Mais de cem premios foram sorteados en- ~ s funcionários publicas municipais - -K ., Centenas de prêmios foram tre os funcionários PÚblicos ELEITO O FUNCIONÁRIO PADRÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL SÉRVUL.O PEREIRA BAMBIL FOI O <iRAHDE VENCEDOR DO CONCURSO 07 n ' .( t.. ---~---- Prirreira Da:ma Olga.em seu pronunciamento valorizar o ontem; man obre udo, cCrtruir,' Cor çaremos um ano rovo de fato. Vence P -,·,me·,ra Dama f,.ala no presC"nto O nos:;,o <1: 1 :ir.h,.Ã. :;o::; Ofl ;-o~L'!':to:- :-,,iG u:.fíc,'!,. €' ~lH1tô!' i:'1.!, " Quo cada um de você, funcionar!os ocu- ciaremos uma nova caminhda. O futuro esta pantes de cargos de confiança, concursados ao nosso alcance, basa acreditr e fazer• aos F -. ·unc•,on· a' r•.,us· quç, dca mr,C"nh,ir·i Cc1rgo:; doG 1 ' i'.; huniltl0G - Doa::; Fczt.as, !:iuúdc e Pro:·;pr-ríd<1dü j t<ido•· uon mt1iJ gruclud<lo~ t()nhill1 concciêncLJ. a p ,. • « e reen s -is± Grande Sorteio te 'rêmits A festa era mesmo deles, além da esco-. do sempre com afinco, seriedade e amor;cui y il y '' , J l lha do Funcionário Padrão, os Servidores - dando do patrimônio público, prestando um participarnm ainda de um grande norteio de bom atendimento a comunidade, exercendo a pr~mioo promovido pelo Prefeito Municipal pontualidade e presteza no trabalho. Que Abraão Zacarias. Antes dos sorteios a Pri- nossas viaturas e prédica públicos sejam - melra Dama Olga Bianchi Zacarias usou da bem cuidados; só e façam gastos estrita - palavra para expressar o seu sentimento de fficntc neccsa~rios e autorizados. Que haja gratidão à classe do funcionalismo munici- harmonia no ambiente de trabalho e o bem - pal, definida por ela como "parceiros de comum esteja acima de todos os interesses trabalho e participes de todas as nossas - pessoais. promoções em favor da população mais carcn Em contrapartida, no próximo ano vamo' tc do nosso Municlpio". Diasc a Primeira::- dotar a Prefeitura de uma melhor infra-es Dama e Diretora do Fundo de Ação Social do trutura, iniciando a modernizaçao da m~qut Municlpio, em suas palavras: "Ao lembrar - na administrativa e dardo o::; primeiros Pª.!! de tantos pais de famílias e mulheres que sos na informatização. O funcionários da não tem a oportunidade de produzir para o limpeza pública serão uniformizados. Novas sustento de seus filhos e hoje não poden - vidturas serâo adquiridas e d frota melho estar aqui comemorando conosco a confrater rada. Continuaremos a po1itica ne valoriz~, nização do trabalho, peço, em especial : ção do servidor implantando o p~ograma de que cada um valorize a sua oportunidade , qualidade administrativa, efetuando com ri. trabalhando com amor e dividindo sempre 'gor os pagamentos e contemplando os ãescm- com fraternidade o seu pão de cada dia. penhos. 2 preciso lembrar que mesmo diante de tantas dificuldudes, premiados que fomos - por uma herança de caos administrativo e financeiro deixada por meu antecessor, con seguimos até o final de dezembro pagar 16 folhas e meia, além de negociar. O fundo - garantia de todos os servidores que jamais havia sido recolhido, negando-lhes um bene fício incontestável. Mesmo à custa do sa crifício de tantos companheiros que carre garam nas ruas nossa bandeira promovemos o concurso público, com o firme propósito de resgatar a justiça administrativa e enxu - gar a máquina do Municíoio. Todos os funcioná rios contra ta dos foram dis=nsados e indenizados. Restituiu-se a dignidade do servidor e-o sru crédHc,. Gostaria de anunciar que no próximo dia 21 efetuaremos o pagamento do 139 salário dia 03 faremos uma reunião de trabalho pa ra a qual todos erão convocados. Continuaremos prestigiando o trabalha - dor, dando exemplos de dedicação, honesti dade, trabalho. Exigiremos o cumprimento e ficaz das responsabilic1ades, sob pena de punição. Que a nossa AC1J11inistração seja uma via de mão dupla por cnde transitem em igualdade de condições os direitos e os de Agradeço, na qualidade de trabalhadora veres. do Fundo de Ação social, 0 continuo aapoiol Que nenhum servidor pratique a política do meu companheiro e Prefeito Abraão Zaca- pessoal; que todos rrahalhem em nome do go rias, um lutador, um persistente, um gran- verno dos Novos Tempos e, de Bela Vista. - de amigo do trabalhador e da gente belavis O Concurso funcionário padrão terá con tense. A minha equipe do _F.undo de Ação S- tinuidade, valorizando a qualidade adminis cial, que nunca mediu esforços na promoção trativa. Aos que este ano foram indicados: da Justiça Social, trabalhando com alegria os cumprimentos da Administração e o apelo e harmonia em prol de Novos Tem~os. para que jamais arredem-se dos princípios Deixo à todos uma palavra de agradeci - . ...c1ue os fizeram merecedores. mente e os votos de que Deus à todos aben- r--------------------------------------------------11!' coe com a saúde, o melhor de todos os· ins trumentos de trabalho. Que com dedicação todos consigam ser prósperos. A fraternida de e o amor os faça felizes em 1994". Boas Festas. Pronunciamento do Prefeito Abraão Zacarias lt· :~. > - , .r ..-' PM Promove lmno de Canratriza? A Polícia Militar de Bela Vista promoveu no ~ltimo domingo, dia 19 , na bonita sede social do 60 Esporte Clube, um al oç0 de confraternização· entre os Policiais M1li- tares de Bela Vista e Ca racol, locados no 2g Pe letão PH, e seus fa:nilia res, além de Policiais= Civis de nossa cidade. Estiveram presentes - ca:nbém o Delegado de Po lícia de Bela Vista, Dr. Renato Cesar Pereira, o , Defensor Plico Dr. Wal , :nir Ta borda, o Sub-Coma; ,, dante do IOg RC MEC - jor Bayard, Vereador No= r diel, de Guia Lopes da Laguna, entre outros. Antes do almoce foi - realizada uma partida de futebol entre uma equipe _ da Polícia Milit.;r e uni misto de atletas do Ses- Apó os rnunciameros chegou o momen to aguardado com expectativa pelo funciona lismo público municipal, o sorteio de mai: de 100 pr6mlos ofcrcciao::i pelo Prefeito A braão Zacarias e, segundo a sua asso ria, adquiridos com custo zero para os co - fros públicos municipais qracas a criativi dado do Chefe do Excu ivo. Geladeiras, te levisores à cores, jogos de cadeiras, me - as, colchões, ventiladores, liquidificado res, ferros elétricos, jogos de panelas , camas, conjuntos de sofá, bicicletas femi ninas e masculinas, enfim, foram no total 101 prêmios sorteados entre os funcioná rios que participaram da eleição do funcig nário padrão, pois no momento cr.1 que idm votando eles recebiam um cupom para ser de positado na urna do sorteio. - Importante ressaltar que todos os prc - mios oferecidos pela Prefeitura Municipal aos funcionários públicos municipais foram adquiridos na loja do "Ponto Certo" àe no_§ sa cidade tendo em vista que a loja foi a que melhores preços oferece para a aquisição dos prios pela Prefeitura. Como forma de re conhecimento pela preferência dispensada - ao Ponto Certo e gerente local da Loja , Joel, fez a oferta de um ventilador arno , três velocidades, para ser sorteado também entre os servidores públicos municipais premiando com isso mais um funcionário, 8aie Encerra a festa Depois de elegerem o funcion,.1rio pddr.:io do sorteio e participarem do sorteio de prêmios, os servidores públicos municipai" puderam desfrutar ainda de um grande baile animado pelo excelente conjunto musical "Colibri", de nossd cidade. Foi realmente uma noite inesquecível para a classe do funcionalismo pGblico municipal, pela pri meira vez na história da admíni:.tração pú blica de nossa cidade foi promovido o con curso para a escolha do funcionário padrão e também inédito o grande sorteio de prê - mios entre os funcionários do Executivo abrangendo todas as Secretarias e autar guias. De parabéns o Prefeito Abraão Zaca rias e toda a sua equipe pelo carinho e re conhecimento ao trabalho e a dedicação dos nossos funcionários.públicos municipais , eles realmente merecem toda essa atenç3~ - dispensada. (Fotos e Reportagens Ubaldino Rodrigues) "Peço inicialmente que todos acolham um lbraço fraterno e o reconhecimento à toda :iedicação, apreço e afinco depositados 110 cotidiano no exercício da função que lhes 'foi confiada. Quero fazer desta noite uma exaltação - • ~o trabalho, porque é pelo trabalho que '•,1J· transita a solução para a crise ••• t pelo trabalho que o homem se torna nobre e dig no e, sõmen te por ele, se faz história. s Credencio-me para fazer ste depoimento • porque sou um cidadão de origem humilde 1 um filho trabalhador desta terra e do ve.- 1 lho Sebastião Zacarias, que, timbrado pelo •:l,!1 j suor do trabalho nos campos e atrás do bal , cão de um açougue conquistou a maior gló - 1 ria de um cidadão: Governar por duas vezes 1 o seu Município. Posso hoje, com a consciência de ter sempre lançado ao solo sementes, da hones tidade e do trabalho, colher e dividir com esta comunidade os frutos do progresso, da realiza~ão pessoal. Este é, meus amigos, o maior tesouro de um homem: um passado de lutas, sério, digno. Na reflexão que intercala esta festa , revejo tantos momentos de dificuldades vivi dos ... Uma. história que certamente se repe te a alguns de vocês que hoje também ini - ciam a sua carreira ... Sei que para se com preender a vida devemos sempre mencionar e. 1--------------------------_J . ,, _,; Policiais do 20 Pelotão PM durante o almoço de confraterniza cão na sede do Sessenta Esporte Clube senta, veteranos e fan - pelo placar de 4 x 2, o cionârios da Prefeitura éestaq ... e da partida foi Municipal, apesar da ida e cen troavance "Pancho" de de alguns de seus a= que .ossinalou dois gols, tletas e da forme. física sendo um de cabeça. não muito em dia, alguns Segundo declarações - até com a barriguinha - os próprios atletas da be avantajada, o nisto P, 'a decepção da parti do Sessenta, Veteranos e da foi o goleiro Del funcionârios da Prefeitu que. que serve no desta ra derroto, o time da pj cacento de Caracol e q.c chcgoo com aa "panca" de :neter medo no Tafarel e pose digna dos galâs de TV, oas na hora do vamos ver, das cinco bolas cha tadas para o seo gol, una batea na trave e quatro - foi parar no fundo dá rede. Ainda bem que tudo era festa. O Coandante do 22 p 1orão P, Tenente vi112 santi Roeiro, agradece a Diretoria do Sessenta Espprte Clube por terce dido a sede e à todos - que colaborara para a realização do almoço de confraternização da ?ol! cin Militar. - T • T 1 li / _ f1,-,_f:_/_ V r //l'J _/_ M:; _ ,rgmm 'l'JI íHIIIH_ll/ J,'JION __ I· •. ~- _ :- _ _ , _ $q ,-_·t:f -~ ' .. ,, Novo Mercado DE: RAMÃO ARRUDA FARIAS Secos e Molhados, lata rias em geral, produtos Vg terinários, e representan te da Agip - Liquigãs . ·35.-- ·-;..J :-.--~- ,""";,.- __, . ..,- - . ><' ~ • ' l'.G,J r·:C/.!'J • . . ~ ~ . ' ' .. j.- - .. .. _:...:...( ...: s" IR r • Atendimento personalizado * Os celhores preços da cidade AVENIDA BRASIL -- 565 Caracol MS Posto Timbiri Ltda. DE: VALDOMIRO (LIMA) *Serviço de Posto em geral, Combustível filtrado, Lubrificantes, troca de óleo e borracharia l AVENIDA BRASIL,S/NO Caracol MS ,, lU -- . Qo, e A $ t ' ( t ' a a o i • ' .e.♦- : _·I01NA, 'TRIBUNA DA FRONTEIPA / BELA VIGIA / Toda passagem de ano é tempo de renovar as esperanças no futuro. Principalmente quando este futuro já tem suas sementes plantadas no presente. E, assim, nos faz cultivar a esperança de que melhores dias, 365 dias, virão. FELIZ 1994 Rancho S Veterinária * Vacinas - Vermífugos gg Sal Mineral Tortuga- i 2. -} Produtos veterinários ---ih. t. .o ·----- em geral t·- AVENIDA 11 DE pEzEMo =gás FONES: (067) 251 - 1763 - Jardim MS (067) 251 - 1656 ARROZ Santa Rosa QUALIDADE - A DONA DE CASA Jà COMPROVOU, ARROZ SANTA ROSA RENDE MAIS, O SABOR É ESPECIAL, MUITO MAIS ALIMENTO! Atacado e Varejo Compre hoje, e use • Sempre, o Melhor Mauro Eduardo Bearari * Rua Tuiuty, 50 Fone (067) 251-1291 Jardim - MS Ipanema Modas * Confecções e Bijouterias Adulto e Infantil, diretamente do Rio de Janeiro, com os últimos lançamentos! * Rua Conde de Porto Alegre, 368 * Fone (067) 439-1846 Arroz, um alimento saudável 1. 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Não importa, pareciam milhões, olhos bri - Lhante de felicidade, corações emociona - do, pessoas simples, gente do povo, povo de ires, povo feliz. Ai está a diferença, Pires e Lourdes ão felizes distribuindo felicidade. O Ginásio abriu suas portas, todo deco raio com motivos natalinos, para acolher o povo que caminha, o povo que acredita, o povo de Jardim. O Prefeito falou, do jeito que o povo gosta, [alou com o coração, sua maneira de ser, falou dos objetivos de sua Administra ção, do que foi feito, do que é preciso fa zer, com seriedade. Jardim cresce, acida de que mais cresce no Sudoeste e Frontei - ra, os desafios são imensos, mas a vontade de realizar, de fazer, superam os obstácu los. Pires gosta de vencer desafios, até mes mo a descrença dos intolerantes, dos - que teimam cm permanecer na escuridão da criti ca ferina, mas ele perdoa, sabe que a mar cha da história é inexorável, Jardim ca minha para o seu destino de grandeza. O p~ vo, O povo de Pires, não aceita o pensar - pequeno, Jardim não quer os seus filhos pensando pequeno. O Prefeito lembrou das crianças, do que está sendo feito para atender aqueles que herdarão os frutos do trabalho de hoje, e trabalharão amanhã para que os seus filhos e os filhos de seus filhos também herdem - frutos do trabalho, uma comunidade próspe ra, justa e evolutiva. Cuidar com carinho as crianças de hoje é forjar na usina ó1a vida o adulto respon s5.vel de amanhã. O Brasil não aceita mais aventuras, im provisaçes o Brasil quer de seus políticos e acllninistra:!orcs honestidade, competência e patriotismo, por isto Pires foi aplaudido entusiasticamente no Ginásio, o povo sabe, conhece e vota nos homens honrados, por isto foi eleito, por isto trabalha e rece be a gratidão do povo. Falando de seus objetivos, lembrou da E ducação, Saúde, de mais moradias pera os sem teto, "vamos entregar 250 casas, di namizar o setor de saúde e transformar a nossa cidade num modelo de Administração", disse ele. "Isto estamos fazendo. E vamos conti nuar a luta. Com Deus e com o povo tudo venceremos", enfatizou. Além de sacolões com os mais variados gêneros alimentícios, mais 1.500 cestas , foram distribuídas bolas ·de voley, bicicle tas, brinquedos, sem falar nos sanduíches e refrigerantes às crianças. O povo feliz, o povo com Pires, com Jar dim, comn o pensamento voltado para a ação, para a convivência fraterna, esta é a Jar dim do povo, com trabalho, ação, determi - nismo e muita garra. A dupla de cantores Elizeria e Elienar emocionou e encantou a platéia, talvez aí esteja a palavra que possa transmitir tudo aquilo que aconteceu no Ginásio Ticão: EN CANTAMENTO. Comc resente pela formatura e visando a complementação cur ricular os alunos da EMPG Pre - ~eito Estácio Cunha Martins, do Distrito de Boqueirão recebe ram, do Prefeito Pires, uma via ge à Campo Grande, mais preci sa:ente "um dia na Embrapa". O Prefeito Pires, Dona Lourdcz, toda a equipe da Administração Municipal propor - clonaram ao povo uma festa mágica. Não se rá esquecida. Receba Prefeito, de todos os Jardinen - ses que querem o melhor para a nossa cida de, o muito obrigado, Deus lhe pague. E, fique ciente, o povo sabe que o se - nhor não está e nunca esteve à cata devo tos, e nem de elogios, ou tapinhas nas cos l f · ., / i: ._: (2 tas; o povo sabe, Prefeito, que a festa , suas realizações, seu trabalho é fruto de um ideal e de um coração imenso, o povo, e Deus, Prefeito, sabe, como é bom ser bom, que alegria ver a alegria nos olhos dopo V<:_>: da gente humilde, que o Rabi da Gali - lia, o_Senhor da Luz, proteja o senhor e sua familia, irradiando na sua vida um pouco mais da Vida Dele. o senhor mere- ce. (PP). no PRESENTEIA ALUNOS DO BOOUEIRAO 07/12/93 Terça Feira Os 19 estudantes foram coman dados pelo Engenheiro Agrõnomo Reginaldo e orientados pelos Professores Antonio Carlos e A lexandre Cher, e tiveram um dia interessantíssimo, segundo des creve o relatóio que transcreve mos abaixo: - 08:00 - 0G:30 horas - Recepção'e boas vindas Chefia do CNPGC e SDT 08:30 - 09:00 horas - EMBRAPA E CNPGC Pedro Paulo Pires 09:00 - 09:!0 horas - Intervalo 09:10 Controle de Ectp e Endoparasitos Ivo Bianchin 10:10 - 11:00 horas - Coleção de Forrageiras Silvano Calixto 10:00 horas 13: 30 .. 13:50 horas - Area de Informação Maria Antonia Uchoa 13:50 -<3 horas - Degradação e Recuperação de Pastagens Armindo Neivo Kichel 14:30 - 14:40 horas - Intervalo 14:40 15:20 horas 15:20 - 15:50 horas - Laboratório de Parasitologia Jacqueline Cavalcanti Barros 16:00 horas - Encerramento Degradação e Recuperação de Pastagens (coE tinuacão) 11:00 - 1l:30 horas - Curral para Bovinos - Módulo 500 Saladino Gonçalves Nunes Tanto os Mestres como os alunos acharam a experiência de sur.:a importância para o desenvolvimento de suas atividades e agrade cem ao Prefeito Pires pela.oportunidade gue lhes foi oferecida. Jardim Volta a Crescer - - ---------------- PRONIV FIZ 1 . FESTA DO NITIL - A PRONAV, realizou neste dia 20 pp., d festa do Natal das crianças das Creches. A Primeira Dama Olga B. Zacarias e o Prefeito Abraão Zacarias realizaram na Creche do Projeto Acalanto a festinha das crianças, com distribuição de presentes de Natal, onde não faltou a chegada tão espe rada pelas crianças, do Papai Noel onde tam bém foi distribuido sorvetes. Olga B. Zacarias cm entrevista sobre os projetos futuros disse: "As metas feitas neste ano, como todo mundo sabe foi difícil, para a Administra ção de Abraão, pois encontrou a Prefeitura com muitas dívidas e inclusive cu na parte da área social, com relação dos tonvênios que temos com a LBA, que estavam todos blo queados por falta de pagamentos e a falta de prestação de contas da Administração a~ terior e isso nos causou grandes transtor nos pois ficamos mais de 6 meses sem rece ber esses repasses. Tudo isso dificultoso, inclusive para reabrirmos as Creches e darmos atendimento aos idosos, ma~ graças ã algumas promoções e ao atendimento da comunidade belavisten sc que nos auxiliou tivemos bastante êxi - tos e pudemos tocar as coisas para frente. Nossa maior preocupação era com as Cre ches e com os idosos, isso com a ajuda da comunidade e do Prefeito Abraão colocamos em funcionamento. Acredito que fizemos tu do dentro do possível, com poucos recursos e com dificuldades. Acredito que cumprimos uma das metas praetidas na campanha, se houve falhas com atendimentos as Creches e aos idosos, procuraremos suprir no ano de 94 que acredito será bem melhor que este ano. Tinhamos cm mente a implantação de vá - rios programas, mas não foi possível devi do à situação financeira e a falta de espa ço físico. O ano de 93 foi difícil, mas fi zcmos tudo dentro do possível, o que esta va dentro de nossas possibilidades foi fei to, quero ressaltar mais uma vez, com a a juda da comunidade e do Prefeito Abraão. Acredito que o ano de 94 será um ano me lhor para nós todos. Abraão já ostá procu rando recursos, para fazermos uma Creche onde poder.'.i. abrigar 250 ou 300 criança::; d-~ O ã 16 anos no terreno "Roane Collor" no Bairro Costa e Silva onde abrangerá também ao adolescente cursos nrofissionalizdntcs, onde poderemos prepará-los para o merca do de trabalho". Isso não está concretizado ainda, são projetos que temos para 94 e que estaremos torcendo para que dê certo, pois o Prefei to está em busca de recursos para que con cretize nossos objetivos. Espero que a nossa comunidade tenha fé e esperança para que nossas realizações sg jam concretizadas. Temos que ser otimistas e rezarmos para que tudo dê certo. Para finalizar gostaria de deixar aqui aos belavistenses, não só cu, mas o nosso Prefeito Abraão, nossos abraços fraternos e que o ano de 1994 seja o ano de realiza ções para todos, que oremos juntos para que nossas realizações sejam concretiza das. Aos bclavistenscs que tenham um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo e que Deus i lumine os lares de todos". 1 de e ... ,.. 1 " # 1 i 1 ·.' ,,,. Cumprindo o que - havia prometido no último dia 16 duran te a realização da eleição do Funcioná rio Padrão da Prefei tura Municipal, o Prefeito Abraão zaca rias pagou neste ül timo dia 21 o 130 sa lário de todo o fun cionalismo público - municipal, encerran do o ano de 1993 com os compromissos com os servidores total mente cm dia. Aproveitando que grande parte dos fun cionários públicos - municipais estavam - reunidos na sede do Paço Municipal, onde foi feito o pagamento do 13 Salário, o Prefeito Abraão fez um pedido à todos P ra que, dentro de suas possibilidades colaborassem com a campanha de Solida - riedade que está sen do realizada em prol do Hospital São Vi - cente de Paula, deno minada "O Amor não tel:1 Fronteiras". o Prefeito, em suas palavras aos funcionários, lem brou que o Hospital São Vicente de Paula enfzenta sérias difi culdades devido aos parcos recursos re passados pelo INAPS, na maioria das vezes com grande atraso. A i 1 1 Pi.efeito Abraâo ocdc o apoio dos funcionários para a Campanha em prol do Hospital_ Sdo Vicente de Paula Abraão ressaltou que "hoje o nosso Hospital é uma casa onde todos nós temos direito ã saúde gra tuita e com isso a arrecadação do Hospi tal é muito pouca, o que o coloca à beira da falência". Abraão Zacarias - disse ainda, "a Dona Bernadete, Presiden te do Hospital são Viéente de Paula, é uma pessoa de muita competência e credi bilidade e vêm desen volvendo essa campa= nra onde todos os be lavister.ses que des@ jarem, de uma forma ou de outra, colabo rar com o Hospital , são muito bem rec,1,.i dos". O Prefeito pediu a colaboração de seus funcionários e afirmou: "pode ser qualquer quantia pes soal, não precisam= ter vergonha de cola borarem com um pou quinho", segundo ele, "por menor que sejam as colaborações, em muito elas vão aju - dar aqolos que mais necessitam" assina - lou o Prefeito, des tacando que "o momen to é de todos nós a judarmos para que possamos sair das dificuldades que en frentamos". Para receber as .doacões dos funcioná rios da Prefeitura= Municipal, foi instala da uma mesa recepto ra ao lado da caixa onde estavam sendo e fetuados os pagamen tos do 130 salário, até o fechamento des ta Edicão ainda n tínhamos o resultado oficial das colabora cães dos funcioná - =ios da Prefeitura, o que será divulgado na próxima edição da Tribuna da Fronteira. Refeito Distriii l is as Professores Municipais Por ocasião do pagamento do 139 sal rio aos Funcionários Públicos Municipais, o Prefeito Abraão Zacarias presenteou os Professores da Rede Municipal de Ensino com exemplares do livro "Pedras Que Ro 1am" e "Nas Matas do Perdido", de auto - ria do Jornalista Ivaldo Pereira. No total foram distribuídos 200 exem plares das duas edições, o gesto do Pre feito marca o início de um programa de incentivo a cultura a ser desenvolvido em conjunto com a Editora Bela Vista (Edibel), a partir do mês de fevereiro , para editar no sistema de parceria (Pre feitura, Editora e Empresários, Livros e Revistas de Autores Belavistenses). Vale lembrar que neste setor, cultu ralo Prefeito de Bela Vista também tem planos para desenvolver na comunidade ou tras iniciativas, as quais serão divulga das logo nas primeiras Edições da Tribu na da Fronteira, em 1994. - A iniciativa do Prefeito em distri buir os livros para os Professores da Re de Municipal de Ensino foi muito bem a • ceita por todas e, diga-se de passagem no outro dia o Editor jã recebeu inúmeros - telefonemas de pessoas que desejam adqui rtr novos exemplares, o que só será pos sivel apôs a impressão de uma segunda e dicao, Ja que a primeira está totalmente esgotada, tanto do "Pedras Que Rolam" co mo do "Nas Matas do Perdido". Prosperidades! Dt:Z/1 '.J'.J 3 - l nloque Social NOITE DOS ASTROS E ESTRELAS O, melhores do ano de 93; dará início a preparação para festa máxima que irá reu nir as personalidade que mais se destaca ram no ano de 1993: Pessoas de nomes mar cantes serão relembradas e homenageadas n noite das personalidades. Será uma festa inesquecível... SUCESSO Com o sucesso do cu trabalho realizado cm divcr!.õO!J Municiplo!. do Interior do MS o Produtor e Modelo Edir •ravares retorna d cidade pólo da Região Sudoeste Jardim para encerrar o ano, como j.:i é tradicional a realização de um desfile show, com diver - coo modelos da Região MS. O CLUBE DOS CAIÇARAS Que está sob a direção da Sr4 lbrão, está na expectativa de que nal do ano poderá ser inaugurada. Parabéns à Direção do Clube. CONFECÇÕES MARA ~ a nova loja que tem em Porto Murtinho fica ao lado da Tribuna Murtinhense, com muitas novidades para você, com ótima qua lidade. PIRABENIZAMOS O jovem Fábio da Silva dos santos, fi lho da Sra Elena e o Sr. Ozório Miranda dos Santos que foi magistrado em direito no dia 10 de Dezembro cm Campo Grande. Mui to sucesso! 1 PORTO MURTHll!O k ,. >I ] Fátima até o f! BAILE DO BAILÃO BAHIA Arrasou neste final de semana, a festa do Havai, estava super animada. A socieda de murtinhensc se fez presente e a festa foi até as 5:00 hs da manhã com ritmo de Carnaval. O Clube Bailão Bahia no momento é o mais apropriado para passar um final de semana com muita descontração e anima ão. Valeu ... Abri I hantando BAILE DE FORMATURA Estava tudo muito bonito na Festa de Formaturc:1 do 30 Técnico, dia 18 de dezem bro de 93, na Missa cm Ação de Graças rea lizada na Igreja Sagrado Coração de Jesus· às 8:00_hs da manhã à seguir, às 19:30 hs a coluçao de grau na qual os formandos do 30 Técnico estiveram todos deslumbrante. O.baile foi realizado no Clube Carandazal o paraninfo foi o Ex-Prefeito de Porto Murtinho Dr. Heitor Miranda dos Santos o Patrono Deputado Moka, e o Padrinho o Pre sidente da Câmara João da Cruz Pacheco e a Madrinha Miriam dos Santos. Também estavam presentes os casais que anotei: Sr. Nelson Feres e esposa, Sr Heitor e esposa, Sr.Baptista e esposa, cm tre outros. Os formandos: Ana Paula Simo ne Martins, Caetano Filho, Edson Farias, Francisco Alves, Idalina Medina, Joceli - Ribas, Lina Villalba, Marcio Acostu,Maria Fátima Farias, Merlin Ibarra, Miriam Fe res, Nelson Júnior, Odilon Valencoela, R sa Sanches, Victor yala. - Agradecemos as presenças especiais de: Aparecido(Defensor), Eliete Ayub, Sidney Abrdo Filho, Karla dos Santos, Graciela - Gonzales e a Senhorita Sonia Brites. Rosetas de atalas INGREDIENTES: - 1 kg de batatas em rode - las; 1/2 xícara(chá) de água fervente; 50 g de manteiga; 3 colheres (sopa) de auei jo parmesão ralado; 3/4 de xícara(chá) de creme de leite fresco; 3/4 de xícara(çhá) de leite, sal a gosto MODO DE FAZER: - Ponha as batatas descas cadas e cortadas em rodelas numa tigela com água fervente. Tampe e leve ao forno cm temperatura alta, por 13 a 15 minutos ou até que as batatas estejam macias. Me :a duas vezes durante esse tempo. Retire do forno, escorra bem, junte a manteiga e <lmas•'c até obter uma massa lisa. Acrescen ,._.. n c;ucijo ralado. o creme de leite, sal Carla Noronha, Musa Verão 92 MS. Inicia-se o ano com Show de Beleza e sensualidade feminina o Concurso que irá eleger a mais bela felina Jardincnse a Pan tera de 1994.Na linha de show se fará pre= sente os melhores bailarinos do MS(Ninfa e Revclino) e a presença da Musa Carla Noro nha - foto acima. O ESPORTE CLUBE VARDASKA De Porto Murtinho, e sua equipe agrade ce as seguintes pessoas que colaboraram com o time. Senhora Irene Ribeiro, Comercial - Isla Margarita, Dr. Nascimento, Sr. Lino Gaúna, José Anibal, Vereador Alcides, João Pacheco, Fernando Mattos, Sr. Dias, Osval do Anastácio. o Esporte Clube agradece à todos. RECADOS De: Norma Para: Lídio Frei tas • O destino permitiu o encontro e a sepa ração, mas não o esquecimento. Te curto de mais. PARA REFLETIR: Procure sempre falar a verdade, mesmo que isso a deixe em situações delicadas. Os lances que rolam no nosso dia-a-dia, são as nossas experiências para vir o ama- nhã. • ===========-=--------===================-----------------------------------------==== ulióária e bata com uma batedeira,adicionando o lei te aos poucos. Coloque nun saco de confei tare forme pequenas rosetas de mais ou me nos 5 cm sobre uma bandeja refratária, for radas com papel manteiga: Leve ao freeze para congelar por mais ou menos três ho ras. Passado este tempo, retire do freezer e transfira para um saco plástico. Leve no vamente ao freezer. Quando for utilizar retire do saco plástico, coloque-as una ao lado da outra num refratário, cubra-as com com papel absorvente e leve ao forno em temperatura máxima por três minutos. Reti re do forno e deixe descansar por três mi nutos antes de servir. Estas rosetas po dem ser conservadas no freezer por oito di as. E BOM APETITE!! Caracol em Sielate - d. do tanta coisas - Porque et quarana a: " inúteis? - Pare que tantas em seu armário, quan- do seu irmão estão com os deles vazios? Distribua tudo aquilo que lhe nso _ tá ervindo, para que a sua alma não ti .do for e afastar que pesada demais, quan " a terra, Se você juntar muitas coisas inúteis, a sua alma poderá permanecer presa """ conseguir alcançar as regiões dos BEM- AVENTURADOS .. , RECEBENDO PARABÉNS o Funcionário da Prefeitura Municipal GERONIMO CARDOSO, que estará trocando idade neste dia 24 de dezembro. Sao os votos de seus amigos de trabalho. Para béns. FORMATURA Realizou dia 17, no Clube Cawboy, a Formatura dos alunos do 39 ano da Escola Estadual de 19 e 29 grau Dr. Rubens de castro Pinto. Logo após a entrega dos diplomas, um sensacional bailo, que foi ate as 5:00 hs da manhã. Presenças marcante da noi te: Irineu Neto e esposa, Jary e Cletr , Doroteu e Zely,Darcy e Neuza,Renato Ocat pos, Vereador Evaldo Pereira, entre ou tros. AOS FORMANDOS Nossos parabéns, por mais uma grande vitória conquistada em suas vidas. Por que sem o estudo não podemos alcançar ra da em nossas vidas. DEPOIS De um bom terpo em são Paulo, o jovem Leu Saldanha está de volta. QUEM Está mexendo com os corações caraça - lenses, é o jovem JÚNIOR SALOMÃO. Esse sim mexeu mesmo, pois as gatas estão de cabeça virada COMEMOROU Mais um ano de vida, a Senhora ROSELI GODOY. Uma festinha em sua residência marcou a data. A sra. ROSELI, desejamos mil felicidades!! Parabéns!! UM PASSARINHO Me contou que o nosso anigo IVO SALDA NHA, está amando de verdade. Com certeza vai dar casamento é o que comentam. Quem sabe? Recalo do {Cara;ão De: Gato P/ Ana Carla Godo" Quando ficar triste, oense nâs _pes soas que mais te ama ... • De: Amiga P/ Mari Marcia {Bela vista) Desejo que mil estrelas ilumine seu - caminho, e que ·seja muito feliz! De: Assanhada P/ Jony Que tal passarmos uma noite juntos,já esqueceu que te amo?... De: Gatinha P/ Marcos Puxa gato! Precisava desmair, isso é coisa de criança. De: alguém que te adora P/ Alcedir ·A felicidade precisa ser interrompida para ser sentida. Do scfrimento vem as lágrimas, da separaéão a saudade ... De: L.A. P/ Rosineia Esse seu jeito me deixa louco. Te ad~ ro, me dá uma chance!! De: Princípe P/. Idiane Esse lindos olhos seus, quando você me olha, fico timido. Tenha dó de min. PARA REFLETIR: A sinceridade é o cultivo da amizade, a honestidade é a amiga da perfeicão FELIZ NATAL • E PROSPERO ANO ANO!! 1 :a 911 é EDIÇÃO DE NTAL ~------- .. -- - - -- ----------------------------------=------ Moka Apresenta Emendas ao Orçamento para Beneficiar a Saúde no Interior O Dcputndo Eotadunl aldemir Moka, I[der do FDB na Assembléia Legs 1ativa, apresentou emen- das rnodl(icntivnn ~ peço orçamentára elaborada pelo Executivo EGtuduol, buNcnndo truns(crlr bcnc ffefos para a área de saúdc, prlncipnlrncntc do interior, bem, como a execuçao de projetos que aquecerao as economias - dos Munic!piou de lleln Vista e Porto Murtinho. Em outra emeneda modI f!cat iva, Mokn sugere que Reja acrescido ao or çarento do Fundo Especi al de Saúde de Mato Gros so do Sul (FESA), o va- lor de CRS 1,5 m!lhão no programa de operacional! zaco do Sfstema Untflck do de Suúdc (SUS). Na mesma mensagem, o parla mentar cancela 1d@ntico valor no projeto Dcscn - volvimento de Estudos e Projetos Especiais. A in tenção do Deputado é cor rear recursos para are forma da Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande. JARDIM - O Município de Jardim também está na lista de beneficiados do Deputado peemedebista.No projeto de Lei nQ 139/ 93, de sua autoria, ele apresenta nova emenda da DEZ/1993 Secretaria de Catodo de Saúde, acrescendo-ce de CR$ 2 mllhães, apltcãv. Is no prorama Constru cão, Reforma e Ampliação de Im6vciu. Paro tanto , o Deputado sugere cance lamento do mesmo valor no projeto Dcscnvolvirnen to de Estudos e Projetos Especiais, Ao justificar a emendo, Waldernir Moka apontou a necessidade de reformar o Hospital Mare chal Rondon, localizado no Município de jardim , requerendo propriedade nas ações do Governo e , em visto do que, apresen ta emenda para que sejai alocados recursos para MATERIAS SOBRE EDUCACÃO AMBIENTAL INSERIDAS NO CURRícu·Lo ESCOLAR 94 BONITO - Nos Últimos oito anos Bonito projetou-se espetacularmente no setor turístico e sua fa~a a travessou fronteiras internacionais, atraindo visi tantes de toda a parte do globo, que ficam maravi~ lhados com as belezas naturais. O progresso repentino apanhou todo mundo despre venido, pois a cidade não oferecia o mínimo de co~ dtção para acomodar tanta gente. Houve reação por parte das autoridades e da ini eia tiva privada. Empresários que vislumbrara o po tencial que o turismo representa e que também vie ram nessa avalancha, estão investindo pesado no se tor com a implantação de hôteis de luxo, lanchone te, organizadas agencias turísitcas, guias especia lizados, depósitos de bebidas, restaurantes, etc. BONITO E SEGURO Na enquete realizamos entre os turistas, soube nos que a opção por Bonito está baseada nos rios de águas cristalinas, lindas cachoeiras, peixes em nhudincia, grutas misteriosas, bem como a riquissí ma fauna e flora que ainda não foram "totalmente" violentadas pelo homem. Por outro lado, afirmam" - "A segurança é um fator positivo, pois os tromba dÕes e trombadinhas ainda não descobriram Boni to ·.." Do jeito que ocorreu a espansão, se não houver uma exploração racional, tudo poderá desmoronar co no um "castelo de areia!' - Todavia, largos passos estão sendo dados pela preservação do meio ambiente. EDUCAÇÃO AMBIENTAL Através da Lei ng 636/93, o Pefeito José Ar thur Figueiredo instituiu na Rede Municipal de -En sino a obrigatoridade de matérias que tratam do ceio ambiente. A disciplina passará a ser ministra da a partir do ano letivo de 1994. As Autoridades- sua Implementação. BELA VISTA - Pera o Muni cfp1o de bela Vista, te ra natal do parlamentar, emenda modificatfva bus ca a construção do posto de saúde para o bairro Bela Vista, eo conforni dade de projeto e estudos elaborados pela Secreta ria de Estado de Saúde. Por isso, a erecndn acrcs ce no orçamento daquela pasta o valor de CR$ 1,5 milhÕo, com destino no projeto Construção, Re forma e Ampliação de lmÕ veis, cancelando, ao rnes mo tempo, idêntico valor no projeto Desenvolvimen to de Estudos e Projetos Municipais estão promovendo a capacitação dos pro fessores para um melhor resultado na conclusão da disciplina no currículo escolar. Um grupo de professores de I grau, éa l! a 8a séries, já concluiram um curso de educação ambien tal e aqui estiveram duas professores da Fundação NeotrÕpica do Brasil, desenvolvendo o Projeto Boni to. são elas;Priscila Delgatto e Mareia Branbilha~ "AQUETE DA "SERRA DA BODQQUENA" A Priscila, com material reciclavel, elaborou urna enorme maquete da "Serra da Bodoquena", para que os professores pudessem se assimilar mais com as características da Região. Além do total empenho de José Arthur Figueire - do, que vem oferecendo amplo apoio a ambientalis - tas até de Entidades Internacionais que aqui apare cem com frequeincia, o "Caso de Bonito" está na pauta da Secretaria do Meio Ambiente e lhama, que redobraram a fiscalização na área. Os propríetári os de terras estão sendo conscientizados da proibi cão do desmatamento indiscriminado, principalmen te nas proximidades de rios e riachos, a fim de preservar a mata ciliar, que protege os mananciais. Entidades Internacionais também estão elaboran do projetos de proteção ao meio ambiente de Bonito e recentemente houve um encontro no Radio Clube de Campo Grande, com a participação de técnicos da SE MA e membros do UNICEF. - Portanto, a partir de janeiro de 94, farão par te do currículo escolar, aulas teóricas e práticas sobre a educação ambiental, mas Dna. Jandira Amo rim de Oliveira, secretária Municipal de Educacão, nos informou que a frequência às referidas au las será obrigatória, mas não reprovatória. 'PEDREIRQ QUERIR ROUBDR à YIDTURI DR POLICIA PARI FIZER UM FUZUE O popular pedreiro - Gentil Ferreira(48 anos) mede quase dois metros de altura e quando está sõbrio é um bom profis - sional. Porém, depois que separou-se da espg sa, entregou-se por com pleto ao vício da embria guês. - Ultimamente,:rabalhou quase dois meses para um "gato" na Fazenda Santa Ot{lia e ficou enfureci do, porque quem o contra tou recebeu do patrao e estava fazendo "corpo mo le" para paga-lo. Indig nado, esteve até na Dele acia para reclamar os seus direitos. Coco nada foi resolvido, teria di to aos amigos que ia rou bar a viatura da Polícia 'para fazer alguns "cava- los de pau" pelas ruas da cidade. AFANOU UMA "MAGRELA" Brasil, afanou uma bici cleta de propriedade do pastor Jonas, que alies tava estacionada. O pedreiro não estava funcionando bem da "e~ ca", pois avisou a to dos que havia roubado a "magrela" e ia vende- la para tomar algumas· pin- gas, pois "ladrÕ,es nao vão para a cadeia!" Todavia,ele esqueceu se que não é "nenhum co larinho branco". Quando estava em um boteco na Vila Machado, tentando - vender o "produto do fur to" por apenas cinco mil cruzeiros, foi preso, i~ diciado em inquérito recolhido ao xadrez. Dando gargalhadas, a firmou que queria mesmo era a viatura da polícia para "fazer um fuzue pe las ruas da cida e Fspec!a!s. PORTO MRTIHO - Se es quecer-se de que Bela Vista possui projeto de construção de um matados ro público, Valdemlr ka solicitou, na nes emenda mod!fcat!va, dis ponta no ;,rojeto d<' t.eT n0 139/93, fosse acrest do ao orçamento do Depar tamente de Obras PblI ca de Mato Grosso do Sul (DOP) recursos da or de de CR$ 1,5 !1hão cancelando o mero valor de outras dotocões. SANESUL - Por outro ln do, o parlamentar enviou requerimento à Eoprcsa do Saneamento de Mato Sul (SAESTL) sol!itan do a ubst!tu!cio da E- taco de Tratamento de A,ua (ETA) do Mante[to de Perto Murttnho, O De putado apontou que o equipamento é completa r.ente obsoleto e vem com prometendo a qualidade - da água consum{da pela população. Co a troca de [TA, faldenir 1!okn n• vela que a Sanesul passa rã a oferecer áquela co mun!dade não ô condi çôes de atender completa mente a demanda, como ó consumo de água de me lhor qualidnd<!, de". Como não encontrou o veículo policial, ao pas ar defronte no Banco d Dion e Marleide MS na São Representam Silvestre Dion Anastácio, representante da Viação Cidade Morena e Corpo de Bombeiros, e Marleide Fátima Costa, de Maracaju, re presentarao Mato Grosso do Sul na proxima Corrida de são Sil vestre, dia 31 de Dezembro, em São Paulo. o III GP de MS, em 12 mil metros nas ruas de Campo Grande, aconteceu na manhã de domingo(dia 12), com a participação de atletas de diversos Mu nicípios. Os vencedores do GP, ao adquirir o direito de participar - da São Silvestre, vibraram muito com o resultado. Dion Anastá cio corre desde 1987 e já esteve duas vezes na são Silvestre: em 1990 foi o 1429 e em 1991 o 640. Ele.não correu em 1992. Marleide treina há apenas quatro meses e pela lil vez tem a chance de frequentar o seleto pelotão feminino que participa da São Silvestre,uma das mais importantes provas de pedestria nismo do mundo. - COMENTÃRIO E OPlNIÃO O Ilegal Ficou Legal Depois de provocar o processo, a procura e a consequente prisão de PC Farias, o ato de receber dinheiro em campanha política, nun patente ato corporativista, o Congresso Nacional aprova, que a partir de agora as empresas poderão ajudar can didatos a cargos públicos, injetando recursos fI nanceiros para suas campanhas. De repente o povo se vê frente a frente con m~ is uma atitude dos seus representantes, que de forma nenhuma condiz com a sua vontade e os seus anseios de moralização da vida públic.~. Mais uma vez, estaremos vendo os interesses dos partidos e dos seus candidatos serem colocados corno priorid~ de. Essa medida, que a exemplo de tantas outros, nos constrange e desacredita os políticos perante a opinião pública, legaliza um ato ilegal e vat permitir que os eleitos nos próximos pleitos, es tejam "legalmente" comprometidos com os seus pa trocinadores, patrocinadores estes, que nunca "in vestem" sem pensar em retorno. Desgraçadamente, quando começamos a acreditar um pouco mais na classe política, imaginando que agora eles estejam pensando seriamente em mudar - as coisas, pendendo para o lado da moralidade e da decência, eis que, somos surpreendidos pela le galizacão de um ato sempre suspeito, que vai con tribuir ainda mais para a nossa incredulidade na classe política brasileira. O Poder paralelo exercido pelas empreiteiras vai continuar, pois são elas as maiores patrocinas doras dos candidatos durante suas campanhas. Sao elas também as maiores interessadas em "ganhar polpudo retornos" do Poder Público, através • da sua participação nas obras dos governos, obras es tas, que nem sempre terminam e que com raras ex= cessões, deixam de ter seus custos superfaturados Existe um constrangimento geral das pessoas neste País, com relação à intenção dos pretenden tes a cargos públicos. Apesar da presença de a! guns baluartes da moralidade que ainda restam no seio do Congresso Nacional, ficaros ainda assim , com a impressão de que os "calculistas e oportu - nistas" ainda ganham de goleada, quando são chamados a decidir. Sabemos que muitos elementos, mesoos chamusca dos por denúncias, ainda sobrarão no meio d~que - les que restarem depois da "prometida" devassa que vai haver em todos os cantos deste País, mas, agora sim, é competência do ELEITOR, saber sepa rar aqueles que mesmo inocentados por falta de provas ou pelos benefícios da lei que é mais do que madrasta e fazer de tudo para deixa-los fora do contexto político. O momento é de uma séria RENOVAÇÃO. Uma renova cão !'le verdade, envolvendo sistemas, homens e 7 ide ias, pois somente assim poderemos voltar a so nhar. Sonhar com uma Nação decente e moralmente inatacável. O político brasileiro prec!sase ccscientizar de que, enquanto ele se enche de privilégios e re cursos para atingir os seus objetivos eleitorais: o povo, o pequeno empresário e as classes produto rasque impulsionam o nosso desenvolviento, pas sa por sérios problemas de ordem econõ:nico fi nanceira, encontrando dificuldades de todos os n! veis para a continuidade do seu trabalho. Ao co trário da cl;asse política, que tem o poder de de liberar ec caus~ própria - e isto eles fazem coe exemplar maestria! - o povo, nas suas mais varia das camadas e classes sociais, fica relegado' ao esquecimento, sem a mínima alternativa de scluciio para os seus intrincados problemas. Essas atitudes geram revolta, descrédito e de sestiulo e nos transfora nessa rassa de desespe rançados e incrédulos, teso quando testeunhasos acoes de ras alta relevância moral,coo alguns - que te s!do mostrados pela CPI 4o Orca:ne.nto. - Queremos ter a chance de acreditar de verda de nos nossos homens públicos! ... os "" """T"·" " " -JUVINO PIGI 5 BILHOES OE FGTS No dia 13 pp., o Prefeito conseguiu colocar a Prefeitura Municipal de Caracol em dia com o FGTS. Apõe aaoumir a Prefoiturc1 o Prefeito Juvino, encontrou ain da em atraso o INSS e PIS/PASEP: A Prcfciturc1 não oonoeguia - assinar convênios à nível Fede ral, devido à falta de regular! zacão do INSS, PIS/PASEP e FGTS, prejudicando muito a Prefeitura. O montante pago pela Prefei tur,l foi de CR$ 5.622.444.220,05 (cinco bilhÕeo, seiscentos e vinte e dois milhões, quatroceD_ tos e quarenta e quatro mi1, du zentos e vinte cruzeiros e cin co centavos), isso só do FGTS. Isso colocou novamente a Pro feitura de caracol d poder ra - zcr novamente Convênios d nivel Federal, onde irá beneficiar com grandes recursos. "Agora estamos só com um pro blema - disse Juvino - o ex-pre feito Cicero Barbosa havia assT nado um Convênio com a Secreta= ria Estadual de Saúde e não pres tou contas, o que nos está pre judicando, devido a falta dessa prestação de contas". Juvino entrou com uma re- presentação à Promotoria Pübli ca de Dela Vista, para que obri guc o x-Prcfeit~ cícero Barbo sa à r ssarcir aos cofres muni cipai o dinheiro daquele Convê nio. Esoc Convênio tinha por fi nal idade a implantação do SUS - Sintoma Onico de Saúde no Muni cípio de Caracol, com transfe - rência de recursos corresponden te nos reoíduos da Unidade de Cobertura Ambulatorial - UCA repassados pelo INAMPS, para u tilizacão exclusiva em custeio das atividades de Assistência à Saúde. O valor recebido desse Convê nio pelo ex-prefeito Cícero Ba~ bosa foi de CR$ 1.652.114,00 (hum milhão, seiscentos e cin - quenta e dois mil e cento e qua torzc cruzeiros). "O ex-Prefeito Cícero Barbo sa, recebeu esse dinheiro e não cumpriu com o Convênio,não pres tou conta dos recursos recebi dos e,colocou o Município em a dimplência perante a Secretaria de Saúde do Estado - disse Juvi no - precisei tomar uma atitude drástica para acabar com tudo - isso. Recorri à Justiça, pois é o único meio que o nosso MunicJ N dzPt~ 6.427/93 ± ±:zt 13..94 677024 NO DA EM"tA FRLHEITRA MM:C'TAL DI CARACL NO+EGO FA LIE:NO FERREIRA LI:7, 2: : EAIIA EEONMIEA FEDERAL CEM:R - CARAcOLrS LI w....=r;:_:::.,:..:_:v._.:..._ __ :...j A""'c,..,!:c-..,C'::cAc--=-DA:--::-CA!:-:c,XA::-:-,lM:-:-;-:l~c~o;::c-=ou::-c;::;~:;;Fc---~j { é , z2 gLIYZ 21Z224/2221-22 [ "A E»A4 rat CAIU (CONOMICA fmfflAl Certo ca ardemocsptonn #94! de M epresa ama idetta'a e'i e tuaçl gu'a p ra t e o F u n t da G r a t a d o 7 mo d a e nv i o - F G T S CAIXA ECONOMIEA FEDERAL _ l e aa.CA A RMA IE[IRA,s u vos t os cus suor roo vr± vawr ruo+ç4c o o-os4. pio poderá reaver o dinheiro que lhe é de direito. "Espero que Justiça seja feit desta vez", finalizou Juvino. Conheço e Confio DBS MATAS IS PEDRAS - UM CAMIIINO OE IRAI ALI E 1ALEMIO Condenado à Revelia, ex-Prefeito ·de Bela Vista. Devolve Dinheiro Público Em virtude de não ter apresentado defe sa junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma vez inti mado a justificar a "A audàcia é a· aplicação de recur - coragem do pobre" e sos públicos em con- meditando sobre ela, as impugnadas por a podemos concluir sem quela instituição, o muito esforco que ex-prefeito de Bela ela tem sido a ala - Vista, Edson Medei - vanca mestra para O ros de Moraes, aca - sucesso de muitos em bou condenado à reve preendimentos. lia nas duas ações e Estou incluido vecutivas apresenta- dentre aqueles privi- das pela municipalida legiados que tiveram de àquele Conselho= a oportunidade de Fiscal. A Prefeitura ver chegar em Bela Municipal de Bela Vista um garoto, ven Vista, hoje' represen tledor de livro$ nos tada pelo Prefeito A idos da década de braão Armoa Zacarias, 70, que por forca do com base no Artigo - seu trabalho, que 77, § 40 da Consti - consistia em visitas tuicão Estadual, com domiciliares, acabou binado com Artigo gostando da gente do 103 e o Parágrafo 1 lugar, dos seus cos- da Lei Complementar tumes e resolveu fi- -, r- " ,,,.., • 1 no 048/90 (nova reda car, estabelecendo - 5 __,.,, ' ... v .. ,: '"': ção na Lei Complemen se logo, com um pe - I • tar n 064,20/07/92), queno negócio de li- e seguindo a orienta vros e coseres. /A[] [DBDB DDEIIDIFpmA ao e 4 aeeumetas+G Logo, foi juntan- A 'ELE&LL.EIA fornecida pelo TCE , do amigos e na véspe . - .-, _autor da impugnação ra de um carnaval , ' "· juntamente com Alva-e -ivdldo Pereira, pro- rias de valor indis ro Garcia de Souza evidenciava a conti - cutivel. Welington, resolve - nuidade do Jornal "Nas Matas do Per ram levantar uma que passou a ser im- dido", com edição fã "grana" criando um prei;,::;o em Ponta Po- esgotada e "Pedras - jornaleco chamado de rã o·riginando dali Que Rolam" lançada - "o Joia", que foi im da~uele gesto de ' nesta semana, também pressa as pressas na criatividade e audá- com um fundo que en nossa antiga gráfica eia a empresa que ho cerra uma mensagem - a luz de velas, uma je cománda. - séria e bem à gosto vez que a energia e- Vencendo dificul- daquilo que vivemos lêtrica se apagava - dades com muita ação nos dias atuais. as ll_da noite e a e trabalho, o "moço O ano de 1994 edição' deveria cir de Bauru", inicia •- nos reserva ainda cular na manha se mais um desafio e muitas surpresas a guinte, para que se com o seu Diário Re- gradáveis, advindas pudesse levantar o gional à todo vapor, da audácia e da cria dinheiro pois o car- abrangendo diversas tividade desse jorna naval Ja começava n~ cidades da." região lista e escritor em-= quela sexta-feira. com um conceito edi- preendedor. Com a experiência toria] impar, inaugu- Parabéns Ivaldo - trazida de Bauru e ,a já com sucesso Pereira! - Teus fi - Corumbá d f ' ' lh , 0 . ' on e . 0 sua carreira de es,- os e teus amigos - 3rnalista e Editor. critor lançando qua- têm razões para se e con a retirada dos se que paralelamente orgulhar de estar ao do~~ compdnheiros duas obras literá teu lado. José Glaucy Flôres Existe 'um provér bio muito sábio que diz que: IAS Ler , e Cultura de diversas despesas efetuadas na Adminis tração de Edson Me= deiros de Moraes, de cidiu propõr a compe tente ação de cobran ça executiva contra o ex-prefeito. . Devidamente inti mado, não apresentou defesa e foi conside rado revele passí = vel de execução, con forme prevê a lesgis lacão. Na ocasião da análise das despe sas, as contas impug nadas somavam NCZ$ 1.144.240,18. Já na data de apresentação do processo, em mar- ·co Último, a corre - cão· e os juros eleva ra cifra para CR 1.162.324.108,89. Ho je, o montante che gou a CR$ . 17.053.183,13 no pri meiro processo e CR$ 142.374,41 em a cão executiva seme - lhante. Até o momen to, Edson Moraes já devolveu aos cofres municipais o total - de CR$ 16.967.071,01, .abatidos da dívida principal. A impugnação de quatro relatórios de despesas pelo Tribu nal de Contas acarrc tou também, para Õ ex-prefeito, a conde nação para pagar mul ta de 200 Uferms ju to aos cofres esta - duais, além de ser - forcado a cobrir to das as custas, juros de mora, atualização monetária e honorá - rios estipulados em 20%. Como ainda não liquidou todos os dé bitos e não apresen tou bens à penhora, o ex-prefeito ainda corre o risco de ter arrestados pela Jus tiça, tantos bens quantos forem neces sários para saldar - " suas dívidas junto - ~ aos cofres dos pode res públicos munici pal e estadual. (Assessoria de Ir prensa da Prefeitura Municipal de Bela Vista) Pedrossian Afirma que Trabalho de Ary Riao __tem Valor Inestimável O ingresso do vi- que procuravam o Go- de ce-governador'e che- vernador. ó copa- a feda Casa Civil do nheiro ideal que nos Governo, Ary Rigo , permitiu formular - no PTB, foi saudado Projetos e fazer es enfaticamente pela - ta revolução adminis liderança máxima da trati va", disse Pe agremiação, o Gover- drossian. • nador Pedro Pedros - Assim,o Governa - sian. O Governador - dor Pedro Pedrossian lembrou que antes da se referiu a Ary Ri costura da aliança - go, em entrevista co que sustentou sua letiva durante a Cor candidatura ao Gover vencão Regional .do no em 1990, o rela - PTB que renovou a E ionamento com Rigo xecutiva Regional e nao era dos mais es- recepcionou Rigo e t.reitos. "Mas depois, dezenas de novos pe na nossa caminhada , tebis·tas:· ele se revelou homem "O Ary Rigo foi de_muita capacidade um companheiro de e e um companheiro - chapa. A nossa convi de valor inestimável, vencia política no por CUJO trabalho pu passado não foi das de dar a melhor as ·mais estreitas. Mas ~istencia aqueles - ele se revelou homem muita caoacidade, muita lealdade. Foi um companhei ro inestimável. Atra vés dele pude dar as sistencia a todos os companheiros, políti cos, todos aqueles - que procuravam o Go vernador. E dessa forma eu encontrei o ambiente adequado P2 ra formular proje tos, planos, e fazer a revolução adminis trativa que estamos operando. Hoje o Rigo é es trela que brilha ea nosso time, no cenã rio de Mato Grosso - do Sul, exatamPnte - por suas qualidades por sua grande capa cidade". Os votos de Boas Festas recebidos: Rel naldo • Azevedo e Flia - Londrina/PR; Juiz de Direito Dr. Jodo de Oliveira Rodrgiues e Flia, Itapetininga/SP; Gentil e Flor Floricultura Floresta - Bela Vista; Deputa do Akira Oti:;ubo e Flia. - Campo Grande; Adm colegiada da Escola Castelo Branco - Bela Vista1 Olga Zacarias - Presidente da Funda ção Ação Social - Bela Vista; Senador Wil son Martins - Campo Grande; Randon - Caxias do Sul/RS; Orestes Quércia e Alaíde - são Paulo/SP; BOSco Farinclli e Sandra Guedes Atual Editora/SP; Hélio e Olga Mandetta Campo Grande; Senador Rachid Saldanha Der zi e Sra - Brasília/DF; Deputado Alberto - li Rondon e Flia - Campo Grande; Elda M. Si - mões - Presidente do Abrigo dos Desampara dos - Bela Vista; Cel. Sérgio Pacheco de Oliveira e Flia - B. Vista; Ver. José Carlos Barcelos e Flia - Caracol, Consuelo Barbo sa - Coord. do Projeto Esperança,E. Vista. toroada de Sucessos A Promoção do Hospital no dia 19 pp.,na Praça Ãlvaro Mascarenhas. Durante o dia Barracas de Salgados, refrigerantes, arroz carreteiro, churrasquinho, sorvete, cerve ja estiveram a disposição das pessoas que lá circulavam. A noite foi o Bingo, onde - 13 prêmios foram sorteados. d: Agradecemos e Retribuimos Nossos Parabéns, A PRESIDENTE DO HOSPITAL ~,· Bernadete Rondon e sua equipe, alguns r.9. : tarianos e suas esposas trabalharam duran a e te o dia todo para bem atender o público - cond, que prestigiou a promoção. A todos que de r r::UÍ uma forma ou de outra colaboraram os agra s j, decimentos de toda a Equipe da Bene f icên - 1· eia Hospitalar São Vicente de Paula. t" u· NOSSOS PARABeNs AOS ANIVERSARIANTES r---- 1 1 ci zai orá s e +i é j?II' ~ 1 ±a 'e ter • JUS' n5 es· r' o • ,w ci 25/12 - Marcos Almirão 30/12 - Dr. Renato de Souza Rosa 30/12 - Victor Hugo Velásquez Pereira n farmácia -Moderna Pelo êxito alcançado no Vestibular pa ra Direito na Socigran cm Dourados: Jane Velásquez, Daniela R. Rodrigues e Ales sandra Proença Leite. Alessandra Proença Leite /. bebidas, oferece: mesas, cadeiras e free - zers, água mineral e vinhos. Confira, preços acessíveis e facilida - des nos pagamentos!! 1 E •• M'i ro !A. A I, a, A f.t'";:' o..,.-·,.,o Q.E O ME SI0 . C1AS, OS QE FOCO " :Iro !O. .S '! CKTA'ES OS O» TAS AA r 'A :ra ii. uirs .5 1«nas Aa 1E SES NOES 'NCA SEJA' Ao Do caço. I RA"03 • 170 PARA QU" MOO VI0S DE T E.ES , VEA 5E AOS EX1SITES. DE SOVE ! TO AC«A D{EL PARA Q" VOS5à !!ZADE SF!A I ALT: TO DE kt"rC.'SO '.A LUTAS DA A ..... , QUE O NOVO ANO SEJA INTENSAINTE VIVIDO T QUE A ALICIA DA AIZADE SE FAÇA P5ESENTE A CADA DIA FELIZ NATAL Y PROSPERO AO NOVO (Todos Nó) 1 VIS O O BANCO DO BRASIL, POR SOLICITAÇÃO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL, COMUNICA QUE: - NO DIA 24/12/93, O EXPEDIENTE BANC RIO PARA O POBLICO, EM TODAS AS INSTI TUIÇÕES FINANCEIRAS, SERÁ DAS 09:00 às 11:00 HORAS. - NO DIA 30/12/93, O EXPEDIENTE PARA O POBLICO EM TODAS AS INSTITUIÇÕES PINAN CEIRAS, SERA NORMAL: (DAS 10:00 às 15:00 HORAS) - NO DIA 31/12/93, NÃO HAVERÁ EXPEDI EN TE BANCÃRIO PARA O PÚBLICO. O PERFIL DO NOVO POLITIC i 4"? e; ° ·42 ·s c . e ., - f% s "se -cf s' a2 ", ·O e e° " Do Rotariano Soleiman Tebichrane estará distribuindo no dia 25/12/93 das 07:00 às 12:00 horas em frente a Farmácia Moderna , cerca de 6.000 prêmios às crianças atê 09 anos já inscritas. Soleiman adquiriu com recursos próprios cerca de 10.300 prêmios até o momento cerca de 5000 crianças esta vam inscritas. Nossos parabéns ao Solimam por gesto tão nobre l .. O Rotary E casa da Amizade, realizaram no dia 20 Pp., um jantar dançante, em sua sede, on de aconteceu troca de presentes pelo encer ramento do anol O DELICIOSO Jantar e sobremesa, foi feito pela Sra. Jacqueline Batilani Loureiro. Mereceu elo gios de todos l O ANIMADO SOM FICOU A cargo de Juscelino Rodrigues. ENFIM, FOI Uma noite de congraçamento e muito com panheirismo. ANIVERSARIOU No dia 22 pp., a Sra. Flaviana, a VÓ Baiana. Morando atualmente na Bahia, Vó Baiana veio comemorar seus 73 anos com Ga~ cho, Vitoriana, enfim, com os belavisten - Ses. Felicidades!! • Os Empresários Paulo e Kátia, a partir desta semana já estarão atendendo os apreciadores das bebi das Antárctica.Sera ond~ Ja funcionava o depósito da Antárctica. Telcfon~ 43~-1369. Você que vai fazer uma Festa, la alem das Como consequência das Comissões Parla mentares de Inquéri to - a que levou ao afastamento do Presi dente Collor de Mel= lo e da atual - que investiga o mau uso das verbas do orca - mento, começa a ser delineado um novo perfil para o políti co brasileiro. A honestidade se rá talvez o valor - mais exigido pelo e leitor. Declaracões de bens e de rendas, extratos bancários , currículos objetivos e transparentes inun darão os Jornais, os programa de TV e de rádio, as cartas aos eleitores amigos e o verso dos tradicio - nais folhetos. Os "santinhos" deverão desaparecer, substi tuídos por plaquetes ricas em detalhes biográficos, curricu lares e profissio nais. A questão ética ao se sobrepor às propostas eleito rais, deslocará o ei xo do marketing poli tico para uma visão e uma discussão am - pla dos problemas na cionais, regionais e mesmo locais. Se a esta exigên cia inevitável dos participantes das f~ turas eleições, for acrescentada a refor ma do sistema eleito ral, especialmente - com a adoção do voto distrital, podemos - ter a esperança de uma enorme mudança - nos novos quadros pg líticos. Candidatos dignos e competentes, elei tores atentos e,exi- gentes e uma legisla cão eleitoral restri tiva e rigorosa, eis a fórmula mágica da transformação e apri moramento da repre • ientação política no País, com benéficas consequências não só para o exercício dos Poderes, mas para todas as institui cães sociais e poli ticas. OS "Santinhos" de verão desaparecer , substituídos per pla quetes ricas em deta l.hes biográficos". - Culinária Tender Natalino Te.mpo de Preparo: 30 minutos - Rendimento: oito porções - Uso: prato principal Ingredientes - l tender sem osso de 2,5 kg e cravos da india. Calda: 1 xícara (chá) de Karo, 1 colher (sopa) de mostarda e 1 colher (sopa) de manteiga. Para decorar: fatias de abacaxi; pêssego em calda em me tades; cerejas em calda e ameixa em calda. Preparo - Retire o couro e o excesso de gordura do tender. Coloque numa assadeira e leve ao microondas por dez minutos em p..9. tência alta. Vire e volte ao forno por ma is dez minutos, em potência alta. Retire - do forno, besunte com a calda que se prepa ra assim: Num refratário pequ~no coloque o Karo,a mostarda e a manteiga. Misture ben. Leve - ao microondas, por dois minutos, na potên cia média. Espete alguns cravos no tender e leve-o novamente ao forno, por cinco mi nutos em potência alta. Retire do forno, espere esfriar. Embale com filme plástico e leve ao freezer por até 90 dias. ' Para descongelar: na véspera, tire do freezer e leve-o à geladeira. Antes de servir, coloque-o em um refra trio e leve ao microondas. (Suplemento Feminino) Pegue a Nota, Ganhe Prêmios e Ajude Entidades Beneficentes Você vai lazer alguma compra hof ,1 Vai mandar lazer algum conurto, ontratar servlos? Se/a qual lor a sltuaão, não se esquea do pedir a nota fiscal A parllr de fantlro, qualquer nota llscal podo valer prêmtos, mllharos de primlos. .. mas as notas do dozembro /6 estão vai endol Logo fogo voei vai saber como trocá-las por raspadlnhasl E quanto mals natas voei cons,gulr /untar, mals chances terá de ganhar btclcletas, brinquedos, eletrodoméstlcos, motos... e até um Ômega zero qulfõmetrol Ao concoirer, você também estará afudanda v6rlas entldades beneficentes que Irão ganhar prêmlas em lnhelrol E entãal1 Não se esquera, pegue a notai Se vd é d@ente de cma ertidd± b!fl~l<en!, fala IDlll o profailo d, 0d idod e veja a d'es paro p»tiipa dsa aparta Raspadinhas . A O com premuos instantâne@s: Brinquedos, bicicletas, motos, eletrodomésticos. E ainda o sorteio de um Ômega zerinho no final da série! PREFEITURAS MUNICIPAIS SECRETARIA DE FAZENDA DO ESTADO ~ overnoMS ~ ~ rubJro agora ?refeito Pires Luta pela Saiice dos Jardine uses E entrega ao Hospital e Equipamentos para o Cen tro Cirurgico no valor d ~RS l.528.000,00. O material foi cone - gddo atravCs d: Fdaczo Nacional de Sade qcc, a través de Convênio repas sou-o para a Prefeitura. A chegada do Centro Ci rCrgtco para o Hospital - Marechal Rondon veio co - ror una luta antiga do Prefeito Pires e sua Se - cretâria de Sa~de, Dra. Maria de Lourdes dos Reis, que batalharam atê.que, o nes:o, chegasse ao nosso nosocô:uio. A população jardinense terá um melhor atendimen to Hosp!talar e agradece ao Coordenador Regional - da Fundação Nacional de SaCde de MS, Dr. Antonio Urt Filho, por viabilizar o Convênio com a Prcfeitu ra de Jardim, à Dra. Ma= ria de Lordes por seo es forço em conscguí-lo e a~ Prefeito Pires pelo Convê nio assinado e repasse zo Hospital de Jardi~. No to da entrega nai tos políticos est~vam prc sentes e o Prcsidcnt•c dÕ Hospital Xal. RonJon Luiz Edcardo G. Grcbert a r.deceo • presnc dos • r:.sm0se, rcbendo o ma.. teril en nove de toda DI retoria, teceu elogios - aos responsáveis por ma is este ato de amor ao povo jardinensc. Agora resta que os pg 1{Picos que estavam pre sentes se sensibilizem e consigam que se ter::iinc as obras do Hospital pa- ra que o Centro CirCrgi co possa ser instalado, A{ teremos na!s uma fes ta e mitos agradecien tos àqueles quc se prco cup:.m com a s ..de do jardinensc. Representando o Dr. Urr cstav~ o Dr. Alcx ;mig( inconteste de nosso povo. À todos que tornaram - esse sonho uma realidade ('IS :igradec:imen tos, s ince ros do povo jardinense e p~rabêns à Diretoria do Hospital Mal. Rondon pela belíssia aqisiço. NOSSI MENSIGEM ~ tempo de paz. Te.mpo de rc flex3.o. ~ valiar o que foi feito, o que deixamos de fazer, somar experiências, dar conti nuidade ao processo de aprendizagem. Vi vemos aprendendo. Somos gratos aos leitores, anuncian tes, aos que se utilizam de nossos Jor nais veiculando propagandas, matérias, reportagens, aos que sonham conosco os mesmos sonhos, o de construir um mundo melhor. Estamos caminhando, com os próprios pés, adquirimos SEDE PRÔPRIA em cara col, uma nova impressora "off sett" pa ra a divisão gráfica, vamo~, também informatizar os jornais, melhorando a qualidade de impressão, um novo visual. Com certeza, 0 1994 será um ano de ino vacões. Projetos para adquirir sedes prÓpriÃS em Antonio João e Porto Murtinho estão em andamento, assim -como novos equipa - mentas para a gráfica e Jornais. NÔS CONFIAMOS E ACREDITAMOS NO SUDO ESTE E FRONTEIRA, NA MISSÃO DE CONSTRUIR UM PA1S NOVO, CON!I'AMOS COM voe.E. Feliz Natal e Próspero Ano Novo Todos Nós JORNAIS: Tribuna da Fronteira (Diário Regional}· Tribuna Murtinhense Correio Jardinense Gráfica e Editora Apa OBS: Em 1994 haverá a fusão da Rede Belavistense de Jornais e Gráfica e Editora Apa, para surgir a EDITORA BELA VISTA (EDIBEL) j Tribuna da Fronteira Diário Regional Qm: O POVO SEJA LEX IIFOR3LO FAO E 2/02/1972 DIRETOR-REDATOR-CHEFE: Iva1do Peretra 01REI'ORA ADMINISTRATIVA: Mar La Estela Velásquez Fere!ra SECRZ"IÃ!10 OE REDAÇÃO: Ub;ildlno Rodri;;ues REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Aval, FLr!no . de Barros ► , REDACIO, DEPARTAMENTO COERCLL E PARQUE CRUFIco - Joel4» 'I'ribuM da F'rontelra,564 • Caixa Pgsta1 23- FONE (c7 4J9 - 1410 - Bela Vista - ns • - SUCURSAIS: Jardim, Porto MurtLnho, Anton!o João. Bonito <;j?°' c=o crie e erres&ente = sraii sis Propriedade da Rede Belavlstese de Jorna!s Ltda CCC - ~ 15.513. ~OJ/0001·90 O .JOlmL MÃO SE RESPONSABILIZA PELOS ARIICOS AS-IS 00 DE ORICEM DEFINIDA NGo devolveos ote ' . * 1 • 1 • ' . • ' . ' . 1 ·• •• 1 • ' * 1 • 1 • • * 1 * 1 * • * 1 * 1 * • * 1 * ·• • 1 * • * 1 * 1 * 1 * 1 * 1 * 1 * 1 * • * I• * 1 ,. • ,. 1 ,. "', ,. 1 * * * J • * * * * 1 1 ,. 1 * • * 1 • * l * ,. ,. * * * * * ,. t * * * ,, * * * '' ,. !· * 1 * * * * ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ 3 t $ * » * ~ * ~ * ' * ... .. 1 Edição de Natal ~---------·-·.- --- ·------ ------- a CIDERNO ,, , # ·; ' • • • • V CADERNO - 25 DE DEZEMBRO DE 1993 - " MENSAGENS " -------·-------- l 1 1 1 1 - --- - --~----J J_ ) ! J ) J· ); T + ) . . a 1, ·-- ·--- ----------------- Feliz Matal!_.. 9= ·._ •• • . ' 1 Í.il.5 ião 1()- •• ::,IR • • •• • • • • • * •• • • • • •• •• • • •• • • • * • * • * •• •• • • •• •• • * •• O ANO NOVO É SEMPRE ABERTURA DE NOVAS ESPERANÇAS. A NOSSA t A DE QUE CONTINUEMOS A MANTER COM AMIGOS, CLIENTES E FORNECEDORES OS PORTES LAÇOS DE AMIZADE, RESPEITO E COLABORAMO, BÂSICOS PARA NOSSO MOTO SUCESSO . . ' • * • * • * • * • • • * • • •• • • •• •• •• • • • • • • •• •• • • • • •• • • • • •• • • •• • • • • •• • • • • •• • • •• JOSÉ DESTEFANI - PROPRIETARIO Supermercado São José MNI ! r ..,, 1 f • • • * •• • • ------- •• • • • • •• • • •• . :: • * •• • • • • • • • • 1· • • • • • • • • • • • ' . ::. F E L I Z 1 9 9 4 ' •• * * • * , •. •·••** ******* , # w w w w # g + + # # " + » + + + + 1 32gg * * *. * * * * * * * * * * * * * ~ ~ * * * * * * * * * * * * * * * * * :::: : * * ···:::° * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * E.DJÇMO DE NATML, D17/1993 1 l ,1 l y } 4 1 ; l 1 , l 1 1 Bom Natal A ALEGRIA DO NNTA AUMENTA A ESPERANÇA EM UM ANO DE HUI'l'IS REALIZAÇÕES BOIS FES'l'IS 1 FEl,I7. 1993 1 SÃO OS VOTOS DO BANCO DIMERINDUS DO BRASIL AGENCIA - PORTO MURTINHO - MS UM MOMENTO FORTE DE ESPERANÇA NATAL ... RENASCE A ESPERANÇA ENTRE OS HOMENS..- RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR ... QUE EM 1994 POSSAMOS VIVER COM MAIS ) ESPERANÇA NUM , CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR. r N ALMIR STEIN - GERENTE NIÃO E FOR r. s o N F E R 1 s BOAS FESTAS! SÃO OS VOTOS DA CASA AMERICANA - PORTO MORTINHO MS * SECOS E MOLHADOS, FRUTAS, LAT1CINIOS, CONFECÇÕES, PRESENTES MIUDEZAS EM GERAL * RUA DR: CORREA , 737 - FONE - 287-1211 * AGRADECEMOS A PREFERÊNCIA ITIL O NATAL E UM BOM MOMENTO PARA BRINDARMOS AOS SUCESSOS ALCANÇADOS, BRINDEMOS AO ANO QUE CHEGJ SEJA AINDA MELHOR COM MAIS ALEGRIAS E REALIZAÇÕES! FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DA FARMÁCIA MURTINHENSE - PORTO MURTINBO/MS A FRATERNIDADE t A CHAMA QUE ILUMINA O CAMINHO DA PAZ! BOAS FESTAS 1 SÃO OS VOTOS DE: WANDERLEY LOOBET E FAMILIA o AS BOM A ALEGRIA DO NATAL NOS AUMENTA A ESPERANÇA EM UM ANO NOVO DE MUITAS REALIZAÇÕES. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DE HEITOR MIRANDA DOS SANTOS E FAMILIA ITIL! · FESTAS Feliz Natal MAIS DO QUE SIMPLES MENSAGENS, ESTAMOS ENVIANDO NOSSOS SINCEROS DESEJOS DE UM NATAL DE PAZ E AMOR, E UM ANO NOVO DE REALIZAÇÕES E FELICIDADE. I ( FELIZ NATAL, PROSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DE: PROPRIETARIO FELIX HERMlNIO FERES BEIRA RIO HOTEL , * ATENDIMENTO CAMARADA! TIMOS PREÇOS PORTO MORTINHO - MATO GROSSO DO SUL EDIÇÃO DE NNTM, DE/1993 20 CATE+NO C MIRI MUNICIPAL DE BELD VISTI Natal ... I 1 A ESTAMOS ENVIANDO NOSSOS ' ... 'J 53, SINCEROS DESEJOS DE UM -"iA .. NATAL DE PlZ E J.MORI d Cruz (GDD) É IIORA DE ELEVAR NOSSOS CORAÇOES, PENSANDO CARINIIOSIMENTE NlQUELES QUE COMPlRTILl-11RAM CONOSCO l JORNADA DES'l'E 1NO. / ESSES COMPlNHl'.IROS, '.NOSSOS SINCEROS 1GRADECIMEN'l'OS POR TODA COLlDOMÇ/O, DESEJANDO-LHES PROGRESSO E PELICIDlDE NO JNO QUE SE INICIA. MJIS DO QUE SIMPLES MENSlGEM, VFlilllDORES: FERNlNDO DE FREITlS ELilS MJRCOS ELIAS RIOS DA CRUZ FERNANDO JORGE DE B1RROS ORLlNDA FREITlS DOS SlNTOS GERALDO PINHEIRO MURJNO ISRJEL CHlMORRO l,UIZ 1LEXlNDRE LOUREIRO PALMIÉRI MJRCOS RONDON DE OLIVEIRJ RONEY MORJES SIMÕES _j L•JÍ.z 1lcxandrc L. Palmiér~ (PTB) ( r>'1Dil J -- j 1 l l l F r·,ando <le F:n,it;:,.s Elias (PMDB) vice-Presidente, Lider do prefei to e Presidente Eleito para o .:.no de l'l94. , r Fe±nardo Jorge d Barros - (pvr) - 20 secretario Ma:o Rondo:. g O.iv::u (PP) Roney Moraes Simões.:. (PSDBJ Feliz Natal Feliz Ano Novo ,I WllÇÃO m; tl/í'AT, 25/DE7/1993 ----- ---- --- ---------·- Jesus Nasceu FEL,IX ALVES - PROPRlETÃRlO JUNTOS COM CRISTO, QUE RENASCE NESTE NATAL, LUTEMOS PARA TER UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA FELIZ NATAL, PRÓSPERO SÃO OS VOTOS DO: 1 l l , DL 1 F 1 L 1 l t * PORTO MURTINHO - MS 1 r NATAL - QUE RENASÇA EM TODOS A ESPERANÇA, A CORAGEM E A ALEGRIA COM A LEMBRANÇA DE QUE DEUS ESTà JUNTO DE NÔS. NATAL - SEMPRE SE RENOVA O NASCIMENTO DE NOVAS IDtIAS, NOVOS PROJETOS, NOVAS PERSPECTIVAS, NOVOS DESAFIOS. OM NDTDL! COMERCIAL ISLI MIi PRODUTOS IMPORTADOS EM GERAL MATERIAIS ELETRÔNICOS, MOTORES DE POPA, CAÇA E PESCA FONE (067) 287-1341 PORTO MURTINHO - MS ********************************~************************ FELIZ 1994 k= , ... ). •. ·::: ........ •· .. · ... ·: ---~:··_.·,:.'.:>·::::·.·: {1/21. 1 : -: : . ,. .'. ·•. ·.:.. . .... . . . .. . . . · .. : . : .. . . . . ....... . . ·. . . . . . . . :-·: . . . AUTO POSTO PDNTINE RUA DR. CORREA, 700 FONE/ FAX - (067) 287-1238 PORTO MURTINHO MS • (õJ SERVIÇO DE POSTO EM GERAL - COMBUSTÍVEL FILTRADO, LUBRIFICANTES E TROCA DE ÔLEO - LAVAGENS E BORRACHARIA. ATENDIMENTO PERSONALIZADO E EDIÇÃO DE NNTAL DEZ./1993 BOAS FESTAS QUANDO O NATAL SE APROXIMA, NOS LEMBRAMOS DAS DIFICULDADES QUE ENFRENTAMOS DUHJN'l'E '1'000 INO. MAS A MAGIA DESTA DATA NOS DÁ A CERTEZA DE UM AMANHà MELHOR E, ClDl VEZ MAIS, ACREDITAMOS QUE O lNO NOVO SERà MlIS FELIZ, CHEIO DE ESPERINÇl, REPLETO DE PNZ. FELIZ NlTlL E PRÓSPERO ANO NOVO! SÃO OS VOTOS DO: SUPERMERClDO TIMBIRI - AILTON F. DOS SANTOS - CARACOL - MATO GROSSO DO SUL .•:.: I NO MOMENTO EM QUE O PENS/MENTO SE ELEV/1 /Ti:_: AQUELE QUE, COM SEU SORRISO E SUA PROMESSA i:_: O CENTRO DO NATAL, DIZEMOS A TODOS QUE ESTIVERAM CONOSCO EM PENSAMENTO, PALAVRA E TRABALHO O NOSSO MAIS SINCERO RECONHECIMENTO. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO. SÃO OS VOTOS DE: MARCIONILIO RODRIGUES DOS SANTOS E MATILDE CARACOL - MS 1 1 1 i 1 1 f FELIZ NATAL, PROSPERO ANO NOVO BG / ATRAVÉS DO TRABALHO ESTIVEMOS LIGADOS NO ANO QUE SE ENCERRA, QUE EM 1994 CONTINUEMOS TRABALHANDO , CRESCENDO E PROGREDINDO JUNTOS. - E O QUE LHES DESEJA O: BANCO BAMERINDUS DO BRASIL S/A - AGENCIA CARACOL - MS Bom Fim de Ano NATAL, RENASCE A ESPERANÇA ENTRE OS HOMENS ... RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR ... QUE EM 1994, POSSAMOS VIVER COM MAIS ESPERANÇA, NUM CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR. BOAS FESTAS. ~ O QUE LHES DESEJA O DE : RAMÃO PEREIRA CLUBE SANTA ROSA Feliz Natal CARACOL - MS QUE OS MAIS ALEGRES ACORDES DO NATAL SOEM POR TODO ANO NOVO, ESPALHANDO SUA MOSICA DE PAZ E ALEGRIA ... A TODOS QUE CONOSCO COMPARTILHARAM A ALEGRIA DO ANO QUE SE PASSOU, DESEJAMOS MUITA PROSPERIDADES, SAODE ... SÃO OS VOTOS: VEREADOR PASCHOAL PUCHETA E FAMILIA EDIÇÃ0 DE NNTA, UE:Z/193 29 CNERNO Felicidades A 'TOD0S AQUELES QUE LUTAM E TíllBAT,IIAM POR UM AMANHà MELHOR, DESEJAMOS UM NA'rAJ. DE ALEGRIAS E ESPERANÇAS, QUE LEVARÃO A UM ANO NOVO DE FELICIDADE E PROGRESSO, AMOR E PAZ. FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DE: JESUS DELBAR FERREIRA LEITE E F1M1LIA CARACOL - MS L . - ···- • J 1 • -~ •• • • • /J i 1 i r O TRABALHO NOS MANTEVE LIGADOS TODO ESTE AGORA, O NATAL NOS LEVA A REFLETIR SOBRE TODO O QUE PASSOU, PARA JUNTOS SEGUIRMOS EM FRENTE, PROGREDINDO E CRESCENDO NO ANO NOVO. BOAS FESTAS SÃO OS VOTOS DA BORRACHARIA DE CLOnOALDO CENTURIÃO EM 1993 TRABALHAMOS, DISCUTIMOS, CRIAMOS, CONQUISTAMOS ... QUE EM 1994, TENHAMOS MAIS TRABALHO, PARA DISCUTIR MELHOR, A FIM DE CRIARMOS MAIORES RECURSOS E CONQUISTARMOS NOVOS HORIZONTES. BOAS FESTAS CARACOL-MS SÃO OS VOTOS * POSTO PORTEIRA MANECO DOS SANTOS Que tudo se realize QUE A PAZ E A ALEGRIA DO NATAL ESTEJAM PRESENTES EM TODO ANO NOVO. A ESPERANÇA DO AMANHA É FRUTO DO TRABALHO DE HOJE. QUE O NATAL FORTALEÇA A ESPERANÇA, ILUMINANDO DE AMOR, PAZ E ALEGRIA O ANO QUE SE INICIA BOAS FESTAS 1 HORÁCIO GODOY E FAMILIA - CARACOL - MS Boas Festas O NATAL É UM ÓTIMO MOMENTO PARA REPENSAR O PRESENTE E TRAÇAR NOVOS PLANOS PARA UM FUTURO OE ESPERANÇA E REALIZAÇÕES. BOM NATAL E PRÔSPERO ANO NOVO SÃOS OS VOTOS OE: SÃO OS VOTOS DE: LIQUINHO CENTURIO E FAMILIA ' CARACOL - MS 1 l Bom Natal • -- .~ - - - :.º. :-"'' • --""-, ---~~~-..:..-. -.- . A FELICIDADE DEPENDE UNICAMENTE DE N0S. NESTE NATAL, VAMOS PROCURA-LA DENTRO DE CADA UM. PARA NO ANO NOVO, APROVEIT-LA A CADA INSTANTE. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO. * COMERCIAL LIMA - VALDOMIRO LIMA 'E FAMILIA c A R A e o L -- . -------- B O 4 S FEST.&S 25/D,1/1993 -------- -- . OUE NESTE NNTNL, POSSAMOS REFLETIR NO EXEMPLO SIMPLES E HUMILDE DE JESUS, PARA CONSTRUIR NO ANO NOVO, A VEJIDlDP.InA FP.LICID/DEI AOS NOSSOS AMIGOS, ERGUEMOS UM BRINDE DESEJANDO O MlIS FELIZ Nl'l'lL E UM /NO NOVO W}:,GRANDES REALIZAÇOES. { • SÃO OS VO'l'OS DA: LANCHONETE PAQUERA - JARDIM - MS - 1EM%. ... , ... .. . O NATAL FAZ RENASCER EM CADA PESSOA A ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR! FELICIDADE, PAZ E HARMONIA, SÃO OS VOTOS QUE ARDENTEMENTE FAZEMOS NO TRANSCORRER DE 0M ALEGRE NATAL E NO LIMIAR DE UM ANO NOVO REPLETO DE ESPERANÇAS. SÃO OS VOTOS DA: T IPECAHIA HORIZONTE DE: VALTER ACOSTA JARDIM -MS EDIÇAO DE NATAL . DEZ/1993 20 CADERNO Câmara Municipal de Caracol .--' VEREADOR JOS8 CARLOS BARCELOS ESTE É O MELHOR MOMENTO PARA REFLETIRMOS EM TUDO O QUE SE PASSOU NESTE /NO. QUE EM 1994 POSSAMOS ES'l'JR NOVAMENTE JUN'I'OS, APROVEITANDO AS EXPERIENCIAS POSITIVAS QUE TIVEMOS PARTINDO PARA NOVAS E FELIZES REALIZAÇÕES FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1 VEREADOR JOS8 CARLOS BARCELOS - PRESIDENTE MIL'I'ON BENDER THIRSON FERREIRA LEITE ESTJNISLJU NUNES PASCHOAL PUCHETA EVALDO DE MOURA PEREIRA DORALINA RODRIGUES LEITE JOSÉLIO DOS SANTOS DARCY SOUZA NETO CiMIRI MUNICIPIL DE INTONIO JOIO QUANDO O NATAL SE APROXIMA, NOS LEMBRAMOS DAS DIFICULDADES QUE ENFRENTAMOS DURANTE TODO O ANO. MAS A MAGIA. DESTA DATA NOS DA A CERTEZA DE UM AMANHà MELHOR E, CADA VEZ MAIS: ACREDITAMOS QUE O ANO NOVO SERA MAIS FELIZ, CHEIO DE ESPERANÇA, REPLETO DE PAZ. FELIZ NATAL, PRÕSPERO ANO NOVO 1 JUNEIR MARQUES - PRESIDENTE BOAS FESTAS EDIÇÃO DE NATAL 2 DE DEZEMBRO/1993 NATAL NÃO E SO FESTA, ESPERANÇA, N A T A L E ACIMA DE TUDO, UM DIA ESPECIAL PARA PENSAR NA VINDA DE CRISTO. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO 1 SÃO OS VOTOS DO DEPUTADO ESTADUAL ALBERTO RONDON Feliz at a 1 • • • UM BOM NITIL! COM ELE A CERTEZA DE QUE ONDE CHEGAR SUA PALAVRA, CHEGARÁ A VERDADE, A ESPERANÇA E O AMOR. FELIZ NATAL 1 SÃO OS VOTOS DE: ANTONIO CARLOS ARROIO - ASSESSOR ESPECIAL DO GOVERNADOR PEDRO PEDROSSIAN Bom Natal QUE AS LUZES DESTE NATAL PENETREM NOS CORAÇÕES E ILUMINEM TODOS OS DIAS DO ANO NOVO. QUE CADA MOMENTO SEJA DESFRUTADO COM IMENSA ALEGRIA E SEJA FORMADO UM ELO DE PAZ, AMIZADE E AMOR! FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO! OS VENTOS BONS DO NATAL TRAZEM-NOS SEMPRE PEDAÇOS DE ALEGRIA, DE LUZ, ANSEIOS DE PAZ, E AQUELA ENORME EXPECTATIVA DE UM MUNDO MELHOR, MAIS JUSTO, MAIS HUMANO, MAIS FRATERNAL SÃO OS VOTOS DE: ULISSES SERRA NETO (NONINHO) - PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO OE CULTURA - MS Prosperidades "FELIZ NATAL 1 FELIZ 19931 É O QUE LHES DESEJA: Feliz Natal DEPUTADO ESTADUAL - WALDEMIR MOKA - DEZ/93 20 CADERNO Feliz Ano Novo A ESTRELA DO PASTOR NOS GUIOU POR 'TODO ESTE ANO, E NOS CAMINHOS CORRIDOS ENCONTRAMOS S7ODE E BOAS AMIZADES, ESPERAMOS QUE OS REFLEXOS DE SUA LUZ CONTINUEM ILUMINANDO A 'TODOS NOS, EM MAIS UM FELIZ ANO NOVO BOAS FESTAS SÃO OS VOTOS DA: PREFEITURA MUNICIPAL DE JARDIM - MS + ENGENHEIRO JOSÉ VICENTE DE SANCTIS PIRES - PREFEITO .. . . . . . . . . . ,·.· · .. I FELIZ 1994 !!! Feliz Natal! O TRABALHO FOI NOSSO PONTO COMUM ATRAVÉS DELE CRESCEMOS, APRENDEMOS E CONSTRUIMOS. QUE EM 1994 POSSAMOS CONTINUAR JUNTOS, ESTREITANDO LAÇOS DE AMIZADE E TRABALHANDO MAIS, SEMPRE COM BASE NA HARMONIA E COOPEAAÇÃO. BOAS FESTAS, FELIZ ANO NOVO! t O QUE LHES DESEJA O: F l E 9 L 9 I 4 z SE JESUS TIVESSE VIVIDO HOJE, NÓS LHE PEDIRIAMOS: SENHOR, EXPLICA-NOS A PNRABOLA DO TIPÓGRAFO ... ". E ELE NOS EXPLICARIA: "EU SOU A VERDADEIRA MATRIZ. TUDO O QUE VEIO ANTES DE MIM FORAM APENAS PROVAS, FIGURAS DA REALIDADE QUE SOU EU. E TODOS OS QUE VIERAM DEPOIS DE MIM DEVERÃO REPRODUZIR, EM SUAS VIDAS, O MEU MISTt::RIO". QUE O MISTÉRIO DO NATAL SE REVELE A TODOS EM FELICIDADE, PAZ E SAODE. PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO MURTINHO LUIZ CARLOS DE ABREU BOM NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO t Feliz Natal QUE 1994 SEJA REPLETO DE ALEGRIA! SÃO OS VOTOS DE JOELSON MARTINEZ PEIXOTO E FAMILIA JARDIM - MS NIITIL! ONDE Hà UMA VONTADE, Hà UM CAMINHO. ONDE HÁ BOA 'VONTADE, Hà MUITOS CAMINHOS. A TODOS AQUELES QUE NOS AJUDARAM A ABRIR CAMINHOS NO ANO QUE PASSOU -- -- - E QUE FORJARAM CONOSCO, NA TEMPERA DA LIDE, UMA CORRENTE SÓLIDA DE BOA VONTADE, O NOSSO MUITO OBRIGADO E MELHORES VOTOS DE HARMONIA E CRESCENTE PROSPERIDADE. BOAS FESTAS! E O QUE DESEJA A: MINERAÇÃO PROPRIETARIO : ANTONIO ARANHA JARDIM - MS EDIÇÃO DE NNTAL, - 25 DE DEZEMBRO DE 1993 20 CAD)E;oo feliz Natal! r 1 :. .J, . Osvaldo Possari VIVER O ADVENTO E O NATAL, EM PROPUNDIDADE, 2 ABRIR JANELAS E PORTAS DA ALMA, COM ALEGRIA E GENEROSIDADE. JESUS QUER NASCER E RENASCER EM NOSSOS CORAÇÕES! E TEMPO DE LEMBRAR QUE A PAZ t POSS!VEL. NATAL ... E PARTILHAR AS CONQUISTAS QUE JUNTOS SEMEAMOS ... São os Votos da: Viação Cruzeiro Osvaldo Cesar Possari o ui .. Faca como Papai Noel VIAJE TRANQÜILO, VIAJE VIAÇÃO CRUZEIRO DO. SUL 1e"0e 2 meteres2 e ,gçgg] Um Feliz Natal ... Nata 1 ... • 11 NO CORAÇÃO, ._ DNÇI RENOVADA - NII VIDD ·f. ETIDA - CRIANÇA : 1 ! i a s ·, Vereador João da Cruz Pacheco - Presidente do Legislativo Murtinhcnse i j t l * OS VEREADORES - * ILKJ BICHA OSÓRIO MIRANDA DOS SANTOS * IILTON SANCHES * FEí..!lANDO DE MATOS * SANDRO MJLDONADO * OSVALDO NITAL1CIO .OVELAR * ILCIRO LOPES * ILCIDES 1NCÃNTIRI * JOÃO DA CRUZ PACHECO DESEJAM A TODOS UM FELIZ NITIL E PRÓSPERO ANO NOVO! S10 OS VOTOS OI: CÂMIIRB MUNICIPIL DE PORTO • MORTINHO r EDIÇÃO DE NNTAI, 20 CALE+NO Df.Z/ 19'.n Feliz Natal! UH NATAL, CHEIO DE AMOR E DE PAI, TRAZENDO UM ANO NOVO DE ESPERANCA E PROGRESSO PARA TODOS FELIZ NATAL l'RÕSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DO PREFEITO MUNICIPAL DE BONITO - MS * JOSt;: ARTHUR FIGUEIREDO Feliz Ano Novo FELIZ AO COMEMORARMOS O NASCIMENTO DAQUELE QUE e A LUZ, A ESPERANÇA E A VIDA LEMBREMO-NOS DE QUEM MERECE OS MAIS SINCEROS VOTOS DE PAZ, FELICIDADE E PROGRESSO! BOAS PESTAS SÃO OS VOTOS DA: PREFEITURA MUNICIPAL DE ANTCNI 10MO - MS NILCE ALVES DE OLIVEIRA - PREFEITA MUNICIPAL 1994 A CADA NATAL NOVAS ESPERANÇAS ... QUE EM 1994 AS ESPERANÇAS SE CONCRETIZEM TRAZENDO PARA TODOS MUITA PAZ E FELICIDADE BOAS FESTAS FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DO: PREFEITO MUNICIPAL DE GUIA LOPES DA LAGUNA JORGE ANDRt CAETANO l FESTAS Nata A SER NATAL E O ANO NOVO A REALIZAÇÃO DOS NOSSOS SONHOS! FELIZ NATAL ! 1 1 Rà UMA INTENSA TROCA DE MENSAGEM DAS MAIS VARIADAS FORMAS; NÃO IMPORTA QUE A MANEIRA POSSA PARECER LIGEIRA, O QUE IMPORTA t QUE AS PALAVRAS CARREGUEM A FORÇA DOS NOSSOS SENTIMENTOS, O QUE IMPORTA t;: QUE SE FAÇA E FALE ALGUMA COISA. PARA QUE O NATAL CONTINUE O s À 1 1 PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOI ADMINISTRAÇÃO JUVINO GODOY - CONHEÇO E CONFIO EDI,AO DE MA'TAL, DEZ/1993 20 CAEP O t, 1 1 t l ' 1 l : t, • : 1 1 1 ' j esus Nasceu A ALEGRIA DO NATAL NOS AUMENTA A ESPERJNÇÁ DE UM ANO DE MUITAS REALIZAÇÕES. DOAS FESTAS. SÃO OS VOTOS DE: Paz e Alegria Que tudo se realize NATAL ... RENASCE A ESPERJNÇA ENTRE OS HOMENS ••• RENASCE A BUSCA DA PAZ E DO AMOR .•. QUE EM 1994 POSSAMOS VIVER COM MAIS ESPERANÇA NUM Y CLIMA DE MUITA PAZ E AMOR. FELIZ NATAL SÃO OS VOTOS DA: IRINEU NETO DA SILVEIRA E FAMILIA CARACOL - MS MADEIREIRA F. PAGLIOSA + NECO PAGLIOSA E FAMILIA * CARACOL - MS Boas Festas O NATAL!:: UM BOM MOMENTO PARA BRINDARMOS AOS SUCESSOS ALCANÇADOS; BRINDEMOS TAMB!::M, AO ANO QUE CHEGA SEJA AINDA MELHOR COM MAIS ALEGRIAS E REALIZAÇÕES. FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO SÃO OS VOTOS DA: BAMBU LANCHES DE SERGIO SERENA E CELSO SERENA E FLIA c A R A c o L MS - j _ "A FRATERNIDADE!:: A CHAMA QUE ILUMINA O CAMINHO DA PAZ. DO AMOR. " QUE 1994 SEJA REPLETO DE REALIZAÇÕES! FELIZ NATAL! F 1 SÃO OS VOTOS DO E 9 L 9 MERCADO CARACOL I 4 z DE: JARY SOUZA NETO E FAMILIA 1 l 1 1 1 l 1 ! ---------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------------------------- ----------------------------------------------=-=====---------- TIL MAIS DO QUE SIMPLES MENSAGEM, ESTAMOS EVIANDO NOSSOS SINCEROS DESEJOS DE UM NATAL DE PAZ E AMOR, E UM ANO NOVO DE REALIZAÇÕES E FELICIDADE. FELIZ NATAL ( SÃO OS VOTOS DE: AVELINO GODOY·E FAM!LIA - MS e Feliz Natal , . DEVEMOS SEGUIR SEMPRE EM FRENTE, MANTENDO A ESPERANÇA E CONQUISTANDO EXPERIENCIAS PARA CONSTRUIR UM FUTURO FELIZ, ONDE A PAZ E A HARMONIA ESTEJAM PRESENTES. FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO - SÃO OS VOTOS DA: TORNEARIA SANJODIESEL - JOÃO B. DO NASCIMENTO E FLIA c A R A e o L M s II l 1 -fdição de Natal 3 1 CIDERNO 25 DE DEZEMBRO DE 1993 - J9 CADERNO - s emento Cultural LITERATURA- ATES - CINEMA - MÚSICA APOIO: ULYSSES NETO (NONINO) • Publicado simultaneamente nos jornais. T. da Fronteira / C. Jardinense e T. Murtinhense O Espírito de Natal O Espírito de Natal é algo que veio gradativamente se integrando ao nos so dia-a-dia. Ele chega aos poucos, através de um cartão de Boas Festas que muito an tes da data esperada é enviado por amigo distante. As amizades se multiplicam ou se renovam pelos abra ços, os encontros , mas sobretudo pelo pinheiro enfcílado quc aparece na praça no supermercado. As estrelas luminosas que são colocadas no alto de cdifícios,ou mesmo naqueles sim ples pinheirinho,que é apanhado no alto do armário, junto e/ bolinhas coloridas. Com essa chega da, as preocupações pela ceia da" Noite Feliz "e o desejo - de presentear, tão explorado pelo comér cio... - O consumismo de uma sociedade tão a pegada à ditadura do que lhe é exposto - pelos meios de comu nicação, entretanto, não chega a totalmen te mudar o "espírito natalino". Mas dar presentes não é um fenômeno dos nossos tempos, há uma tradi cão porém nesse cos ume. Antes mesmo do nascimento de Cristo os romanos celebra vam as Saturnálias festas que homenagca vam Saturno e a fer Lilidade do solo. Assim, do dia 17 ao dia 23 de de zembro, o trabalho @ ra suspenso e as ca sas enfeitadas, cea va-se e se presentea va os amigos e paren tes. A tradição se manteve e foi assimi lada pelos católicos Estes festejos da época romana cul minavam com uma gran de festividade no dia 25, dedicada ao , Deus Sol, denominada "Natalis Solis Invic ti" ou "Natalícia do Imbatível Sol". Em 354 D.C.cons ciente de que era impossível mudar a realização da festa resolveu a igreja cristianizá-la. " 25 de dezembro tornou - se então, o dia ofi cial do aniversário de Cristo. O bom velhinho que se tornou comum cm todos os natais , como o bom Noel, ou carinhosamente conhe cido como Papai Noel ", teve sua ori gem num bispo, que vjveu no século 40, conhecido por sua generosidade em dis tribuir doces e gulg seimas entre as crianças. Esse bispo mais tarde, ficou co nhecido no mundo co mo são Nicolau (cujo dia de nascimento - foi 6 de dezembro) Até a data 1848, São Nicolau foi caracte- rizado como o tradicional Noel. nosso Papai Outra lenda que explica a origem do pinheiro enfeitado - vem de Martinho Lute ro, fundador do Pro testantismo. Passea va ele numa noite fria mas extremamen te bonita por seu ar diferente e com o céu estrelado e repa rou num cipreste mo lhado, gotas de água iluminadas pelas fo guelras, pareciam en feites coloridos.... Teve então a idéia - de colocar uma peque na árvore, enfeitá - la e colocar velas a cesas em seus ramos, estava iniciada uma tradição que ainda hoje caracteriza a chegada do Natal .... O presépio, que foi iniciativa de São Francisco de As sis, que fez o pri meiro, é exibido em quase todos os lares e igrejas da Europa. Os espanhóis porém apresentam uma Parti cularidade. O Menino Jesus é colocado no seu leito da manje doura à meia-noite= do dia 24 para 25. Antes a manje doura fica vazia.· A cada ano, é comprada uma nova peça como um Pastor, um bicho, ou outra figura típi ca. Com o passar dos anos, o presepio ten de a crescer... Na Itália, os. calabreses comem o "strufulli", um doce cem nozes e mel. Na França é comum um ti po de doce com a for ma de tronco de árvo re, feito com choco= late, chantilly, mar zipã, conhecido como "Buche Noel". Os povos têm ca da qual sua tradição Os húngaros se dão presentes e as crianças fazem prcsé pios para dar aos a migos. Os armênios g fcrecem carneiros e perus assados aos vi zinhos. Os holande - ses festejam a chega da do Sinterklaas - (Papai Noel) e tro cam presentes no dia 5. Os soviéticos tro cam comidas típicas= e servem uma ceia composta de ganso , pernil, maçãs e canu dos de doces confei tados. Os alemães fa zem árvores e as en feitam com bolachi nhas cobertas de gla cê colorido e saem as ruas em grupos cantando canções na talinas. Enfim, o que é importante não é a forma de comemoração mas sim, sentir todo o espirito cm q se é envolvido po. essa noite mágica... Livros e Autores Página -10 É Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa / KO3$N4 NOME.AGEM $2?h, • --- - à. .} . Ulisses Serra Neto " Noninho " . Homenageamos nesta Edição de Natal o Jovem Ulisses Serra Neto "Noninho",atual Presidente da Fundacãode Cultura de Mato Grosso do Sul, um dos principais incentiva dores da Cultura e do Esporte sul matogroi sense. * v,ja como preparar deliciosos pratos para enriquecer o seu Natal er:i Fami lia, receitas aprovadas e comprovadas. * Todos os itens para voce seguir, nas Páginas 06 / 07 deste 3 Caderno • O Natal em Diversos Países * Veja como é comemorado o Natal/Pág/12 A+i MI O LT! L r1A Como· Fazer Enfeites de Natal Móbil e dos Anjos Esta é una das melhores d e c o r a ç õ e s do NATAL - O M Ó B I L .E DOS ANJOS. Para executá-lo basta olhar as Indicações do texto e a medidas que estão ao la do, MATERIAL NECESSÁRIO: 5 compensados de vi rola de 20X13 centímetros e 5mm de epesura, l arame rosco de 4O cm, que será o arame central, 2 arames late raio (ll) de 20 cm d e tamanho, } lixas 120, um fio de nailon de Jm. Para cor tar a madeira, serra tico-tico, Para decalcar os anjos l caneta esferográfi c a preta COMO PAZER: Copie o anjo grande cm papel fino ou vegetal, ponha um carbono e· dcalqoe na padeira os cInco anjos, Cor a erra tico-tico, comece a cortar as cinco peças usando uma lâmina bem fina, Lixe depois cnda anjo com uma li xa l20, Lembre-se que as duas faces (ou lados) tem de ser marcados, Pinte os anjos com tintn eamaltc, uG11ndo cada cor para cada anjo a seu critério. Pr,2 cure variar bem as cores, Execute os furos nas cabeças dos anjos por onde vai passar o fio de nai lon (ou linha colorida). Em cada arame, d@ uma curvatura como se fosse a letra "E" com um alicate de ponta fina. No centro de cada arame é preciso que fique esticado e as ex tre:nidades, formando um pequeno gancho, que servirá para prender os fios d; naylon e na outra extremidade do arane, pelo orifício feito,prenda os anjos. E pronto. Agora prenda num locnl central e aguarde os elogios de seus convidados na ceia de NATAL, MATERIAL: 5 anjos nas dimensÕe!l de 20XIJ cm de compensado com 5mm de espes ar 1 - arame central de 40 cm grosso. 2- arame laterais de 20 cr.1 grosso 3 lixas de grana 120 1 - fio de nylon FERRAflENTAS: Serra tico-tico, canetas esferográficas pretas, tinta a Óleo de cores diversas. COMO FAZER: Tome o gabarito do anjo maior. Copie o desenho em papel vegetal ou manteiga decalcando sohre o compensado as cinco figuras com papel-carbo - • no. Corte depois com a serra tico-tco os cincos anjos. Lixe cada peça. Mar que com caneta esferográfica todos os detalhes do anjos. Decalcando de um la do como de outro. Pinte as figuras com tinta esmalte, tendo bastante cuidad;. com os contornos e de cores vivas. Fure a cabeça dos anjos por onde vi passar o fio de nylon observando as medidas do modelo. Dê uma leve curvatura nos arames para ter mais leveza. No centro de cada ara:ne, faça um reforço como se fizesse a letra "E" com um alicate de bico. Retorne as extremidades dos arames dobrando as pontas para formar pequenos ganchos. Na letra "E",os ganchos servem para ficar os fios - de nylon, seguindo exatamente as medids que mostram o modelo. Depois de pronto receba os elogios de todos. l 1 1 1 1 1 1 1 l 1 1 ! 1 1 TIL .- > ±%2,, 4a I LO TRmt#DO MATERIAL: Uma placa de isopor, bolas pequenas de isopor, palitos de Palitos de churrasco, CO!O FAZER: Recorte a base do trabalho em isopor no tamanho de 25Xl5co e pi_!! te-o co:n tinta plãstica. Pegue as bolas de isopor e vá prendendo os pzlitos de modo a formar "es trelas" os palitos maiores servem pa,:s prender as estrelas na base do ico-= por. Pinte as estrelas de cores diversas, e veja que bonito efeito!! dente. 74mAN/0 Da ANo Centro de Mesa :l Este centro é fâcil de fazer e veja como: 1 - Corte uma placa de isopor 30X20 cm. Cole depois a placa apliczndo sobre ela palha laninada por toda a placa. Toe uca vela e cole galão laminado dando voltas de modo a enfeita-la. Em espiral decor rida ih O - e o resto com bolas col~ se P nas. oesmo galao pode ser colado em volta da placa. 2 - Coloqe no centro de mesa onde vai ser servida to. a ceia e veja o belo efc! BO&S FESTAS l EDIÇÃO DE NATAL 30 CADERNO DEZ/9) CONTO ) EIS REGIME, VIVI O INO O Naquolo último dia do ano, o calor empurrava todoa para a praia. llnlena trocou de roupa, apanhando º biquinl azul de bolinhas de que Gil berto mais parecia gostar. Tratou logo de telefonar para o na morado. O telefone tocou o suficiente - para cansá-la e ela, desanimada, o colo cou no gancho enquan to reparava o céu muito azul, sem nu vens. Enquanto aguar dava uma nova oportü nidade de ligar, ob servou pelo grande - espelho da sala, com olhos bem críticos , suas formas um tanto roliças, razão maior para aquelas cansati vas aulas na acado mia ... O problema é q/ tinha pouca altura e adorava comer. Deu u ma volta pela saleta e tornou a ver suas formas e apesar de estar tudo no lugar e firme, se achou al go gordinha, para os padrões do namorado. Gilberto era al to e elegante, um atleta militar, mol dado numa disciplina rígida que o fazia admirado. Essas difg ronças talvez os tivessem atraido tan to, naqueles quase tres anos de namoro, mas não o suficiente para que sofresse piadas de amigas in vejosas... A campanhia to cou. Helena reparou um pouco no seu ros to de olhos brejei ros e nariz arrebita do que talvez tivas se impressionado mais Gilberto, pensou SOE ridente, surpresa c/ a beleza marota do ror.Lo ... Abriu a porta , pensando ser o namo rado. Roberto, primo, ali estava com um Q migo, Fernando, um garotão loiro que surfava sempre na Barra. Ambos foram en trando dispostos a levá-la à praia. Foram tão con vincantes, os olha res tão penetrantes, que a moça se rendeu ao convite. De um salto, os tres partiram no pe queno carro do primo e logo foram contor nando as praias re plotas de gente. Pro curaram então algum lugar mais tranqui lo da Barra, onde poderiam estar mais à vontade e longe de arrastões... O mar estava brilhante à luz de um sol ofuscante, os tres riam em meio a brincadeiras e as on das do mar. Helena reparou que nem sen tia a falta do namo rado. Roberto se a fastou e logo depois chegou com um imenso sorvête. Helena, con trariada por não p6 der, descartou no regime que fazia, o prazer de prová-lo. Os rapazes se revoltaram com ocas tigo que ela se autõ impunha. Afinal,para eles, ela era jovem, bonita e sobretudo - de formas perfeitas! O assunto ga nhou cores e discus são. Para os dois ra pazes, ela não devia se sacrificar tanto para atender a um namorado ausente. Fa laram de iguarias q/ haviam comido no Na tal e no que estava sendo preparado para o Último dia do ano. Helena quase chorou lembrando a dieta que fizera. Tudo sempre p/ agradar o Gilberto e ele nem telefonara. Onde andaria? Pensou por ins tantes... Não demorou em ter a resposta. Na praia agreste, ela divisou à certa altu ra uma barraca boh conhecida. Se aproxi mou lentamente, en quanto os rapazes i preciavam o seu modo de andar. Pelas costas reconheceu o rapaz de cabelo cortado. Surpresa, Hele na viu Gilberto abra çado a uma esguia loira ... Tornou a olhar para ter certeza, e voltou cm direção aos rapazes. Quase num grito pediu ao primo o sorvete que ele an tes lhe havia ofere cido. O devorou num misto de raiva e sen tiu que os rapazes ã olhavam com certa gu lodice também... - A última noite do ano chegou. Entre velas e comidas de todo o tipo, Helena se refestelava dos longos dias de jejum cercada pelo primo e parentes. O relógio bateu as badaladas do ano que acabava , um foguetório, ilumi nou a noite e os Õ lhos brilhantes de Helena, enquanto de cada lado do seu ros to redondo, RobertÕ e Fernando a beija vam carinhosamente, desejando um ano fe liz... Foi o adeus aos regimes e a promessa de iniciar um novo e muito bem nutrido ano! ... Para Refletir Ninguém possui uma serenidade que nao construiu. Daí, o im positivo da vigilância em nós próprios. Não se trata de prevenção contra ninguém e sim de verno. Para semelhante realização, ser-nos-à justo enfileirar cor tas obrigações primordiais que se nos mostram por alicerces da consciência tranquila. (Calma Emmanuel - Chico Xavier) ********************************************************************************************************************************** *************************************************************************************************************~******************** D CARPO FEMIMIDO IPÁS S /ME / AS mulheres maduras, aque las que foram cantadas em prosa e verso por Balzac, exercem um interesse crescente sobre os homens, isso porque a vivência cm qualquer tipo de relaciona mente, é mais duradoura na que possui experiência. A mulher - de trinta anos tem atributos fí sicos e interiores que uma ado lescente, com toda a sua beleza desabrochando, nem sempre pode alcançar. Mas se a mulher depois dos trinta é mais charmosa, sabedo ra dos "temperos" do amor, seu fisico apresenta em muitos ca sos os sinais de envelhecimen to.'o busto já não é tão rigido hã um aumento de volume, asco Xas e quadris, nádegas e cintura dão mostras de flacidez e a tao indesejável celulite tem um à Vvanço maior com a idade. t preciso então se preca Ver e iniciar uma guerra diária contra o envelhecimento precoce e dar ao corpo mais tonicidade. A água é o melhor hidratan te do corpo. Adote tomar pelo menos um litro diário desse li ruido, como desintoxicador natu tal e preservador da umidade na tural da pele. Mas e o resto do corpo ? t hora de frequentar pelo menos duas vezes por semana uma .Scssão de musculação feminina , ..._ ..,_ __.1. orientada para o enrijecimento muscular. A intensidade e a frequên cia dos exercicios vão depender de seu estado fisico. Para uma avaliação mais completa, é acon selhável fazer alguns exames de saúde e os seguintes testes, an tes de iniciar a carga de exer cicios. l- Teste ergométrico - realiza do numa bicicleta para se ter e avaliar o batimento do cora çâo e a pressão arterial. A car ga a que se é submetida irá di zer como serão seus exercícios. 2- Avaliação da postura - nesse teste é observada a estrutura - dos ossos dos joelhos, coluna . tornozelos para detectar lesões ou alterações do corpo. 3- Teste de Carga e Intensidade mínima e máxima - Consiste na avaliação dos músculos quando - submetidos a exercícios, a quan tidade e a repetição diante das condições atuais do corpo. 4- Seção de alongamento - atra vés de testes se poderá ter uma visão do comportamento dos mús culos, antes do uso de aparg lhos de musculação. Esses testes irão determi nar a carga a ser aplicada, a quantidade de vezes que um exer cicio deverá ser realizado. G importante é que os resultados a presentados, ainda que de forma lenta, ou gradual, sejam assimi lados pelo corpo, aumentando a tonicidade, a rigidez muscular e a manutenção das formas. Para. enrijecer lugares flácidos, é necessário um acúmulo maior de cargas para exigir maior resis tência dos músculos. A manutenção das formas , nuitas vezes, só será consegui- auto-g0 do com exercicios específicos - localizados e capazes de " Dis solver" as adiposidades. A li poaspiração pode ser um auxI liar importante nesses casos - pois não se pode a curto prazo resolver problemas adquiridos a través de anos. Uma alimentação indicada, pode também ajudar a manutenGc da tonicidade e pre servação das formas desejadas. A doutora americana Lyn Hardwell, especialista em dio tas e manutenção do corpo feni nino, adverte em recente entre vista: "a mulher que possui ca rátores genéticos largos, difi cilmente os pode perder. Os os sos da bacia principalmente, a companham uma relação idêntica= entre as mulheres e seus descen dentes. Os exercícios condicio= nades visando diminuir certas - partes do corpo precisam de um estreito acompanhamento técnico e médico. Os ossos e a estrutu ra muscular de uma mulher acima dos trinta não podem ser iguais aos de uma jovem adolescente. A musculação, o alongamen to, os exercícios localizados . melhoram considerãvelrnente a parte motora, mas não muda a es truture do corpo". eretas B!tl!ora!i«: cs!±rt!ss ur zhe ±gsn ho!y- Ln !Ardee!! - 19s9 - As nad!fica- • ",$"7;3r 4+ ss: - eiiro il UPL!ME'TO CILTUPAL, EDIÇÃO DE NATAL, 39 CADERNO ::7/93 CLAUOIO MIRZO ENTRA EM CENA COMO COVEIRO O Público tuvs q/ sperar bastan to para ver Cláudio Marzo novamen te na tolinha. Afastado da televi ão desde PNTANA,, novela quo pro t.agonizou na Rede Manchete, o ator retorna em FERA FERIDA fazendo um dos personagens mais fantásticos - da história escrita por Nguinaldo Silva, Ana Maria Morotzsohn e Ri cardo Linharem. - O trio de autores acertou cm cheio no clima anti-naturalista da noveln, que j5 foi experimentado em outras obras como SARAMANDAIA , e PEDRA SOBRE PEDRA. Em Tubiacanga tudo pode acontecer, e o persona gcm de Cláudio Marzo, o coveiro O restes, é um elo de ligação entre dois mundos, com seu poder de con versar com os mortos. Antes do ser chamado pelo di reter Marcos Paulo para integrar Õ elenco de PERA PERIDl, Cláudio Mar zo foi a primeira opção de protago nista para a minissérie AGOSTO. o Ator gostou muito da possi bilidade de fazer o Comissário Mattos, mas tc:vo que recusar o papel por estar debilitado fisica- (t BROCADA' E DIAS GOMES: MINI5SÉRIE A VISTA l ' 1 1 ' ! 1 ' 1 ! i 4 1 ' 1 1 i 1 1 1 l 1 ' 1 i 1 Consagrado com peças e telono velas, Dias Gomes lança seu primeI ro Romoncc. DERROCADA (Editora Record)mos tra um outro lado do escritor ate então desconhecido do grande públi co. Em uma narrativa direta, usan do sempre a primeira pessoa, conta a histório de Rodrigo Pena, mili tanto comunista que com o fim do socialismo vê todos os seus ideais de vida se acabarem. Sem ser outobiográfico, DERRO CADA reconstitui a trajetória exis tencial do militante comunista,sua entrega total ao partido, as pri sões, exílios e a abdicação da fa mília. Na verdade, a personagem re presenta uma série de ex-militan - tos do partido comunista, não um especificamente, diz Dias Gomes , mas algumas pessoas que ele conhe ce. DERROCADA não é meu primeiro romance. Quando tinha 17 anos já escrevia romances, pecas, contos , poesias, tudo de forma compulsiva, como se a minha vida fosse aca bar em pouco tempo. O tempo mos trou que deveria dirigir meu traba lho para 0 teatro, eu era um drama turgo nato e não poderia fazer ou tra coisa. A idéia de escrever o livro - comccou este ano. Segundo Dias Go mes era como se fosse um filho que rendo nascer, sentia uma vontade= de por cm prática. O segredo, divi dido somente com a mulher, era pa ra não criar uma expectativa em torno do trabalho. "Se alguém soubesse que esta va preparando um livro a cobrança seria inevitável. Até porque nao sabia se iria continuar escrevcn do, poderia ter parado no meio.' O personagem Rodrigo Pena era um agrupamento de tantas outras pessoas envolvidas com o partido , afirma o autor, tem é claro - mes mo inconscientemente - minha vivên cia de anos e as pessoas que gsti veram sempre ligadas ao PC. Embora confesse nunca ter conseguido con viver com as normas e exigências - que o partido fazia, Dias Gomes e laborou a personagem a partir do que ela estaria sentindo em sabêr que todos os ideais do mundo socia lista desabavam. - "A reação das pessoas ao meu livro tem sido muito boa. Tenho re cebido diversas ligações emociona= das, que contam terem sentido exa tamente o mesmo que a personagem". A repercussão de DERROCADA su perou tudo que Dias Gomes previa • Segundo o autor um amigo provou q/ o livro tem tudo para se transfor mar em uma ninissérie: "Quando es crevi o romance pensei em fazer aT go que o leitor não conseguiss0 Ator Cláudio Harzo mente por conta de uma Hepa tite e de uma cirurgia. o Escritor Dias Gomes largar. Queria um livro rapi do, mas que motivasse as pes soas". - Proposta para transfor mar o livro em minissérie , Dias Gomes ainda não recebeu mas que está para isto, ele mesmo não nega. Mas uma moti vação anda tomando conta de= le, é preparar outro livro,e o tema ronda sua imaginação, embora não tenha tomado for ma definitiva. Mesmo confes sadamente sendo um indisci plinado em toda as coisas q/ faz, enquanto escrevia DERRO CADA, ele encontrou tempo pa ra preparar uma nova miniss rie para a Rede Globo. - Como tema, a decadência de uma família de classe al ta, comecando na morte do ex presidente Tancredo Neves.AG gravações têm inicio em bre ve. A obra de Dias Gomes é marcada pela presença politi caem tudo o que faz, seja no "PAGADOR DE PROMESSAS, "O SANTO INQUÉRITO", ou nas te- 1enovelas como "ESPIGÃO, "RO QUE SANTEIRO". Mesmo sendo um otimista e escrevendo ou levando o otimismo às pes soas, é claro que a popula ao precisa receber uma inje cão de ânimo, de otimismo. - Niguérn acredita mais em eleições , políticos 1 ou no combate a inflação. Ela faz parte da cultura nacional.As pessoas precisam entender q/ o Brasil é uma potência, mui to maior e mais rica do qu; a Argentina, Chile ou qual quer outro lugar. Ternos um solo de altíssima potenciali dade, repleto de minerais. Não é possível que o Brasileiro se deixe abater ou perder a esperança". "O :dicos acharam melhor cu não enfrentar a maratona das gravações da série e, além dis o, cu estava muito acima do peso para fazer o papel. Tive que comer muito doce quando estava com hapatite e en gordei uns l0 quilos, mas já es Lou voltando ao antigo ritmo dé trabalho, aos poucos, e es ou fazendo urna diet.J.", explicu r.liiudio M.:irzo. Bem mais ~agro, Cl.'.iudio Marzo fez uma reentrada triun fal em FERA FERIDA. No primeiro capítulo que seu personagem foi ao ar, os autores capricharam - nos efeitos especiais, e Cáu dio participou de cenas belíssI Mas, com dircitcs a raios, tro voadas e orco-ír1s. Feliz cm voltar à cena, ele fala de seu personagem: "O Orestes tem uma sensibilidade muito aguçada, é um paranormal que aprendeu a gostar mais dos mortos do que dos vivos, porque no mundo dos mortos não existe mentiras, e les não precisam de artifícios= para viver", cont o tor. O visual "grunge" e o jei to rebelde de Tina, personagem de Patrícia Perronc na novela OLHO NO OLHO, chamam a atenção do público para essa jovem a triz que marca a sua presença= cm sua segunda atuação na teli nha. Antes de encarnar a Tina, Patrícia estreou nas novelas fa zcndo a Paulinha, de DESPEDIDA= DE SOLTEIRO, que também era chegada a rebeldia. Essas duas personagens com características semelhantes fi zeram Patrícia Perrone ficar c7 aquele medo da rotulação: "não quero ser chamada para fazer a penas papéis de adolescentes re beldes ou problemáticas. Espero que eu não fique màrcada com esse tipo de personagem, mas a dorei .fazer a Paulinha e agora estou curtindo muito a minha no va personagem", diz Patrícia que também aponta diferenças en tre as duas: "A Paula era con testadora, mas tinha um bom suporte familiar, ela era meio rebelde sem causa, suas preocu pações eram menos sérias do que as da Tina. A Tina·tem preocupações so ciais, é consciente e se revol ta com as injustiças que aconte cem à sua volta, enquanto sua família é completamente deses truturada", compara a atriz. Filha mais nova de Popô za pata (Sérgio Mamberti), Tina e completamente diferente das ir mas Pink (Rita Guedes) e Lanã (Lyra Collares). Vive fugindo - de casa, se envolve com pessoas estranhas e veste roupas esqui si tas. "Na verdade ela tem es sas atitudes para chamar ate? çao e compensar a sua carência. Ela sente falta de carinho por parte do pai e da irmã seus sentimentos oscilam entre o a mor e o ódio", analisa Patrícii Perrone. satisfeita com os ru mos que sua personagem vai se guir a partir do seu envolvimen to com Borrão (Henrique Farias) que a apresentou a uma realida de bem diferente daquela a que -----·--------·--=·===-·======--- O coveiro Or.tos vai r emido por todos os hbitant do Tubiacanqa que têm alqu segredo a esconder, pois nas suas convers s com os fanili rer mortos vai ficar sal .do do muitas falcatruas. Além disso, com suas qarr finhas de água da fonte milagrô sa, já apelidada por seus fi lhos do "xixi de defunto", el vai abalar os alicrcs da cida de. Ilka Tibiriçí (cissia Kiss) será aprimeira a tomar a água , e vai simplesmente sair corren do atrás do Prefeito Domós cnes Macaranduba (José Wilker) vesti da apenas de calcinha c uti. Até o Prefeito vai ser vitima das garrafinhas quarda das pelo Coveiro que fazem as pessoas liberarem seus desejos ocultos. ECABE PRESS Patrícia Perrone: Rebelde com Causa Atriz Patrícia Pcrronc estava acostumada. Na vida real a atriz Patri Perrone também teve seus momen tos de rebeldia. Em 1987, quan do tinha l4 anos e havia decidi do seguir a carreira de atriz é la teve que enfrentar a oposi çao de seus pais. A tradicional família de classe média não ~ ceitava muito bem a idéia, mas Patrícia foi estudar nos Est dos Unidos e lã começou a cor eretizar seu sonho, passando nos testes para atuar em uma peça na sua "High Scoo1". Agora, aos vinte anos, ela conquistou o apoio e a adira cao dos pais e além de ter e~ meçado uma carreira de sucesso na televisão, é co-autora e i~ tegrante do elenco da peca. CON FISSOES DE ADOLESCENTES, ao 12 do de Maria Mariana. Morando em São Paulo a ~ triz grava lá as externas'de g LHO NO OLHO e viaja semanal:en. te ao Rio p/ fazer a cenas de estudio. * ECABE PRESS COMECE 94 BEM INFORM D FAÇA ASSINATURA DOS JORNAIS - CORREIO JARDINENSE - JARDIM/MS TRIBUNA DA FRONTEIRA - BELA VISTA/MS TRIBUNA MURTINHENSE - PORTO MURTINHO/MS * S SÕ LIGAR PARA SEMANÁRIO DIÃRH> SEMANÁRIO r 1 (067) 439 - 1410 C' L1 l'l<AL I.DIÇÃO DC: !l/,l/L - 0» Presente Inesperado .JOSÉ MENESES ---------------- - ---·- Myda caminhou deva par para o pequeno apar tamento. No rooto jovem e atra ente, Já havia rugas q6é denotvam angntfa e o frimcnto. Comprarn um pouco de queijo, pnBsno e uma gar rnfa de vinho branco,mai na sncola do supermerca do o reatonte eram fral dns descartáveis e mui tas latas de lclc em pó-; miuüczas ou qunac tudo fosse necessirlo a amn be bê .•. Abriu a porta e sor riu. Sentadinho num mo desto carrinho, um rosa do nenê sacudia as mãozi nhas gordas, Magda agra deceu com um beijo a vi zinha que ficara enquan to ia is compras. Fechou lentamente a porta e, to mando a criança nos bra ços, foi até a janela pa ra ver a monumental árvÕ re natalina annadn na praça em frente. Distraída com as mi lhares de lâmpadas ace sas, Magda pensou na sua vida tão nova e já envol ta em tantos problemas. Conhecera Gustavo e com ele vivera o grande amor de sua vida. Momentos de paixão a levaram a dei xar a família, n faculda de, os amigos, tado en- flm ... Os dias felizes com Gustavo tinha o sabor do proibido, mas de estar também no paraíso,por is so não se arrependia de ter abandonado tudo. Um dia, porém, ele partia. Seria uma viagem rápida ao Norte, onde iria fi- car pouco tempo, o Hufi ciente para acompanhar o fInalde uma barragem a ser Inaugurada. Os dias foram passando, Magda a cada telefonema se certi ficava de que a volta se ria demorada. Os tclefo= nemas deram lugar a cor tas, já agora menos fre quentes ... Não demorou a ter a certeza que tão cedo ele não voltaria, quando o mandnram para nova obra, agora na fronteira,recen temente iniciada, Eacre= veu então aflita: estava grávida e precisando de le, maia do que nunca .. , Os meses passaram sem notícias. ~onseguira com uma conhecida um e.mprego perto de casa onde por seu estado poderia se preparar para o grande momento, tão sonhado por quase todas na mulheres. Não foi sem sacrifício - que sozinha, trabalhou até o ltimo dia antes de ir para a aternida - de ... No caminho de volta com o seu filho, Magda pensou nos pais. Estava agora mais aozinha,ou me lhor na companhia do se: bebê ... Recomeçou a trabalhar e nos seus vinte e dois anos, aprendeu a difícil tarefa de ser mãe. Certa tarde recebeu da empresa em que Gustavo trabalha va um malote. Ele manda ra um monte de cartas e lendo e relendo, ela com preendeu que na distante selvaa em que estava tra balhando, que suas car tas nunca haviam chegado ao dcstlnat,ir1o, Js:iargu rada viu o dinheiro que ele, de longe, andara. Soube que a regfão em que ele agora trabalhava à frente de o grupo de pioneiros era perigosa demais coo Índios hostis e febres tropicair;, cnpa zes de levá-lo defLn!t! vamente de sua vid~ ... Pensou na farn!lin que por certo ignorava a si tuação. Triste, colocou na mesa a garrafa de vi nho, o queijo e as pen sas, O vinho por certo iria deixá-la tonta O u fieicnte para dormir e assim, passaria aquela noite de NATAL, sem nada pra recordar, nada para chorar ... Estava no meio da sua suposta ceia, quando b teram a porta. Levantou-se meio ton ta e já por hábito olhou o pequeºnino que dormi.: tranquilo. Não esperava ninguém, tão pouco dentro de sua amargura, agrade cera as vizinhas que ha viam convidado para pas sar a noite ... Ouvia ri sos vindos do andar de cima, uma tradicional rn~ sica, há muito não ouvi= da criava a atmosfera mas novamente a campai nha a despertou.OlhQu pc lo yisor da porta e vi: um homem encoberto pe las sombras do corredor mal iluminado. Reparando melhor, viu outras pessoas, por cer to batendo na porta erra da, pensou. Abriu um pouco a por ta e quando ia falnr,u□a voz inesquecível entrou A # t9 /8, 7 por seus ouvidos: - o é aqal que tora um o ça ... Magda de ... Magda estrenecco d cabeça aos pés e esc.n carou ü port ..... az longo e rodopian te abrço, un Gustvo barbudo c agro levanto, do cho. Erre!o aquele braço que parecia ter o tenpo de na eternid.- de oovio and outras vo zes conhecidas: - Fel!z N.tal, {Ilha! Onde estC nosso ncto?... RI HDME DOM DD S 2 9 ;O ... ,- n s .3 a @ en1 is WAGNER CARNEIRO Desde de 1988 sem gravar, o cantor,m~sico eco~ positor Tunai trocou os palcos pelo cst~dio de gr~ vação para lançar "Dom", o sexto disco deste mine! rode Ponte Nova. Apesar de ficar cerca de S anos sem lançar um disco, Tunai não parou de trabalhar. Sempre reali zando shows ~m todo o Brasil e compondo novas musi cas, o artista não encontrava tempo para as grava ções. Mas veio a necessidade de grava: e cora ela ás dificuld~des de escolher um repertorio de qual! dãde. Tunai escolheu o que tem de melhor, mas afir ~ou que muitas boas composições deixaram de ser i;ravadas. Foram necessários apenas dois meses, cerca de 130 horas de gravação, para que o disco ficasse pronto e, no final de março, Tunai sai satisfeito dos estúdios da CajG Music, no Rio, co o novo tra balbo repleto de canções cuidadosamente elaboradas para deleite de seus fãs e admiradores. A faixa-título, segundo Tonai, foi coposta pa ra homenagear as pessoas que têm o dom da sensibi- li&de."Dom vai também para aqueles que foram às re Cantor.sico.Copos'tornzi as gritar por justiça, para o "carapintadas''.,-para parceria com Aldir Blanc. Tambco a adaptação para a msica, para a arte e para as pessoas em geral", "y Prayer/Ble Moon", conta com.::. participação da revela, acrescentando que a canção fala do dom do zfindíssia Michz. "Sina de Aor" & outra canção amor e de se apaixonar. "O dom da levez do ser, de reeditada neste trabalho. Tunai desejava cantares ser apaixonado", afirma. ta msica com Elis Regina, artista que lhe deu mui Além de "Dom", Tunai lança as inéditas "Paraí - ta força no início de soe carreira. 'Tinha que ca so", "Parat!", "Você é Mais", "Rainha", "O1hos Ne- tar com uma mulher, pois esta canção é um di.ilogo gros" e "De Surpresa", esta em parceira com o insg entre dois amantes. A Elis se foi e acabei gravan- parável amigo Sérgio Natureza. do sozinho", comenta. As novidades deste disco ficam por conta do "ln Sempre ao lado de Jot oraes na co-prodçio e teriores", a primeira o~sica instrumental que Tu= arranjos cooplementares, Tunai nunca deixa de fa nai lança. "Inte.riorcs foi feita na casa de Ivan lar de seus sucessos gravados por cantores e inté! ~farchetti, ... n artista plástico que mora em Ouro pretes do mais alto gabarito co:::o Gal Costa que Preto e que me convida sempre para passar uns dias cantou, "Eternamente", "Depoi,s das Dez", gravado em soa casa. Interiores é uma homenagem a Ivan e por Simone., o, "Certas Canções", por Milton Nasci- seus belos quadros", enftizc. mento. Outra boa surpresa ê a regravco de "Transvcr- Na s'-"1. opinião, se o compos·itor compor u.."'J.ã. mar- sal do Tepo", composição do irão Joo Bosco en c forte suas sicas tero a capacidade de sop rar o tepo. Tanai, la!ldezente, revela a vontade de entrar para o tire dos grandes músicos da MPB , como Chico Buarque, Toa Jobim e MIlton Nascimento. "E nasci para compor e fazer .::~sicas. Neu referen cial sio estes artlitas''• completa. Tunai pretende, 94, gravar una disco ao vivo coe &lgu!:las participações especi.2.is. L'm projeto que certanente será alcançado por este artista que já merece desfilar entre os grandes da MPB por seus trabalhos reconhecidos e aprovados por todos. ?ara o show de lançarento de "Doa", Tuna! prepz rou u::i espetáculo inesquecível. O artista leva aÕ palco instrucentista de alto nível, como André Nei va(baixo) e Edinho Souza (percu3sâo). Tunai inter= pretará aléo das inéditas, verdadeiras obras de arte coo "Fr!sson", "As Aparências Engana" (gra vada por Elis Regina) , "Etcrnaoente" e "Certas Can cães". - E * + TRIBUNA DA FRONTEIRA; * TRIBUtlA MURT I NHENSE; s: * * * * * * * * * * * : E UM OS JORNAIS: CORREIO JARDINENSE; DESEJA À TODOS UM FELIZ NATAL . PRÓXIMO ANO NOVO!! * * * * * * f * r SUPLEMENTO CULTURAL, ·-,------ ---·----·-------------- E Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa 'PERU A MODA -. .............. '"::_,-..__ ,,.,._ • ·~ .. , 1 '.. - a..' w« .d.l Ingredientes: l peru de 3 quilos, 2 co lheres de sopa de sal grosso, 3 limões em rodelas, 3 copos americanos de vinho bran co, 1 colher (de sopa) de vinagre branco , água suficiente para cobrir o peru, sal fi no, alho socado, pimenta e margarina a gos to, vinho para refrescar a carne (cerca de 1 copo americano). r 1, , 3 • GJJE:?.::o DEZEMBRO/93 Modo de Fazer: Mergulhe o peru na mistu ra do sal grosso, limão, vinho, vinagre e água, Deixe assim por 5 horas. Ao fim des te tempo, exuque-o bem e tempere com o sal fino, alho e pimenta. Aguardando que o tem pero penetre na carne. Recheie, costure e feche as aberturas com barbante e palitos de metal e passe a margarina na pele. Asse sobre urna folha de papel-alumínio aberta com temperatura quente (200C), até come - çar a duurar. Pincele com mais margarina refresque com um pouco de vinho e feche o papel-alumínio para cozinhar sem queimar. Quando estiver macio, abra o papel e deixe acabar de tostar, continuando a regar com mais vinho e com o molho depositado no pa pel. Sirva decorado com abacaxi, cereja~ e azeitonas verdes. Ingredientes-Recheio: l cebola grande , tablete de margarina, sal, pimenta e noz 1:,oscada a gosto, Óleo de dendê a gosto,506 Jr de miúdos do peru (completados com miü dos de frango), 1/2 copo americano de vi - nho madeira, 3 copos americanos de passas pretas, e copos americanos de nozes pica - das, 3 copos americanos do azeitonas ver - despicadas, 6 gemas, 1/2 litro de sangue (compra-se em casas da especialidade) ,2 co lheres de sopa de manteiga sem sal. - Modo de fazer•: 1 Refogue a cebola com mar garina, tempere e acrescente os miúdos bem cozidos e picados. Apure bem e refresque - com o vinho. Acrescente as frutas secas e as azeitonas, mexa e deixe apurar toda a mistura, ligando-a com as gemas. ~dicione o sangue, que deve ter sido preparado com um pouco de vinagre para se manter liqui - do, deixe em fogo baixo, mexendo sempre a te engrossar. Verifique o tempero que deve ser picante e bem temperado de sal e deixe esfriar para usar. Este recheio destina-se ao papa, mas às vezes o papo é pequeno, e então pÕde re chear a parte do abdômem com o mesmo re cheio. Senão, use o recheio habitual para essa parte, à base de outras carnes de sua preferência. PEITO DE PERU AO CHAMPANGNE Ingredientes: l peito de peru sem oss :i (mais ou menos 2.600kg), 2 xícaras de chá de champagne seco, 1 colher ~e sopa de• pi menta-do-reino branca, cm grao, sal a gos to, 1 ramo de cheiro verde, 200 gr. de ce bolas pequenas, 4 colheres de sopa de man teiga ou margarina (100 gr.), 1 xícara de cha de uvas-passas brancas, sem sementes 1 xícara de chá de damascos secos, 1 xica ra_de chá de champagne seco, 1 colher de cha rasa de araruta. Modo de Fazer~ Tempere o peru com o champagne (2 xicaras), a pimenta, o sal , o cheiro-verde e as cebolas, dcix.:indo des cansar por 2 horas. Escorra dos temperos , reservando csta marinada. Leve ao fogo com d manteiga ou margarir.i1, virando serJpre até que fique bem dourado. Junte a marinada,sem as cbolas, e cozinhe até ficar macio. Se for preciso acrescent" p·•qucnas porções de água aos poucos, mantendo a panela tampada e o fogo baixo. Coloque o peru num rcfratct rio com a marinada, coberto com papel man - tciga e leve~ potência alta por 15 minutos e depois na potência média por mais 15 minu tos. Tire o papel, vire a carne e volte ã potência alta por 15 minutos. Junte as ccbE las e as frutas, e volte a potência alta por 3 minutos. Leve ao forno convencional - para corar. Acrescente as cebolas reserva - das, as uvas-passa e on damascos, previama~ te deixados de molho ao champagnc (1 xíca - ra) por 1 hora. Deixe ferver para estufas , com o fogo baixo até apurar. Fatie o peru e coloque numa travessa aquecida e guarneça com as cebolas e as frutas. Acrescente a a raruta ao caldo da panela (cerca de 2 xíca ras) e volte ao fogo, nexendo até que en grosse ligeiramente. Coe, verifique o tcmp~ roe reaqueça. Fatie o peru e coloque numa travessa aquecida e guarneça com as cebolas e as frutas. Acrescente a araruta ao caldo do refratário, misture bem, e volte à potên eia alta por 3 minutos, mexendo 2 vezes. Co loque o molho à parte em molheira aquecida. Presunto à Califórnia e .r • ' .·;;,, _,.} Ingredientes: l preunto de aproximada - mente 4 kg, 1 garrafa de vinho branco, 1 vi dro de Karo, 1 vidro pequeno de mostarda em pasta, 1 colher (de sobremesa) de molho in glés, 1 colher (de sop~) de manteiga, cra - vos_da india, compotas de pésscgo, abacaxi, maça , era e ameixa preta. Maneira de fazer lo etapa - Retire o cou rodo presunto e forre com o mesmo uma assa deira grande, Risque a superfície do presun to cm morango e coloque em cada junção T cravo da índia. Misture o Karo com a mantei ga, o molho inglés e a mostarda. 2ô Etapa - Arrume o presunto sobre o cou ro, besunte com o Karo c leve ao forno brando. De vez em quando, regue o assado com o vinho, um pouco de Karo e o próprio - molho da assadeira. Mantenha no forno por 2 horas e 30 minutos. 0,uando estiver bem ma cio, arrume em uma travessa, cubra a parte do osso com papel repicado e guarneça ao re dor com as frutas bem escorridas. FRANCiO ASSADO ENVOLTO NA MASSA _ Ingredientes~, 1 frango (capão, de prefe rencial, de 1.800 gr (aproximadamente), 1 colher de chá de estraqão, sal e Pimenta do reino preta, moida, a gosto, 230 gr, de manteiga, 400 gr de farinha de trigo penei rada, 2 colheres de sopa de ágµa, 2 ovos l colher de café de sal, 1 pitada de açúca; 2 colheres de sopa de óleo. ' Modo de Fazer: Lave e seque bem o fran - go. Espalhe o estragão por seu interior.Sal gue e apimente por dent.ro e por fora. Es quente o forno em temperatura forte (2000) . Unte o frango com 1 colher de sopa de man - teiga e leve ao forno durante 30minutos. E le deve ficar dourado, mas não totalmente= assado. Vai acabar de assar na massa. Reti re do forno, deixe esfriar e reserve. Ivone Morin Prepare a massa: Coloque numa superfi cie lisa a farinha. Abra uma cova na fari nha e deposite ali as colheres de água c 1 ovo. Junte, em scguida, a colher de sal e a pitada de açúcar. Espalhe em pequenos pcdaços, 200 gr de manteiga amolecida. Em seguida, com as pontas dos dedos misture tudo delicadamente, sem bater ou amassar, até obter uma massa homogênea. A massa quando está pronta não gruda mais nos de dos. Faça uma bola com a m.lSSd, salpiqu0 um pouco de farinha, cubra com um pano e deixe descansar por uma hora. f preferi - vel assar o frango envolto na massct nurea assadeira ou prato de metal que possa ir a mesa. Separe metade da massa e abra com um rolo de macarrão para formar o primei ro retângulo. A massa deve ficar cem 1/2 cm de espessura. Corte com uma faca for - mando um retângulo exato de 40 por 30 cm, Unte o fundo la assadeira com o óleo e de posite esse retângulo de massa. Abra a o~ tra metade da massa igualmente em formato de retângulo. Essa massa deve ser mais fi na que a anterior. Enrole a massa no rolo e depois desenrole sobre o franoo, cobri~ do-o totalmente. Ajeite com as mãos e se le a junção das duas camadas de massas , ao redor do frango. Sele com firmeza,prcs sionando os dedos. Utilize os pedaços de massa que sobraram para a decoração. Com uma faca pontuda, faca uma chaminé, isto é, um buraco de l cm, na parte superior - do frango coberto pela massa. Esquente o forno em temperatura forte (2000C). Bata o ·ovo que sobrou e acrescente 1 colher de sopa de água. Utilizando um pincel, cubra generosamente a massa com o ovo. Leve ao forno. Depois de 15 minutos, baixe um pou coo fogo (1800C) e deixe mais 30 minu tos. Retire do forno e leve à mesa. Corte primeiro a massa e depois destrinche o frango. Bacalhau Empanado L...- . - w f' ;>' ,r 1 J j j .4 t i te .J --~ - . ___ , J t, ~ D Ingredientes: 1/2 kg de bacalhau,l xicara (de chá) de leite, 5 colheres sopa) de farinha de trigo, 1 colher sopa) d~ oleo, 3 ovos, sal, Pimenta reino, oleo para fritura. • Preparo: De véspera, ponha o bacalhau de molho em agua fria, trocando-a Pelo me 1os uma vez, se possivel. Tire a pele { as espinhas, com cuidado para que fiquem pedaços relativamente grandes. Afervente o bacalhau e escorra-o. Leve-o novamente ao fogo, com outra água, deixando até co zinhar. Bata as 1 caras em neve, acrescen- te as gomas, l colher (de sopa) de óleo sal, leite e farinha de trigo, até obter massa como a de panquecas. Deixe descan - sar.1 hora. Passe os pedaços de bachalhau cozi O nessa massa e frite-os em óleo bem quente. e Natal, tempo de paz, amor esperança 1/2 (de (de do 1 1 1 . r. ' f l ~n l' :'. i 2 :;_~~~~ nA_1. E_·u_r_ç_f.._o_o_c_t_1_A_T_A_L ;_·_;_-:_r,I1_r:_?_._:o '_;:..._z_,_ ... n, 0 ; 'J ~ E Natal, Reúna a Família em Volta da Mesa Pernil com Chutney de Mangas Inqredientes: l pernil de 3 kg, sal e pimenta do reino preta moída a gosto, nuco de 2 limõeu, 5 dentes de alho amansados, 1 xícara de chá de vinagre do vinho branco, 3 colheres de sopa de óleo, 200 gr de ba - com cm fatias, l5 azeitonas sem caroços 150 qr. de linguiça calabresa em fatias. Ingredientes: Chutney de mangas - 1 xi cara de chá do limão descascado e picado,4 dentes de alho amassados, 6 xícaras de chá. de mangas picadan, 2 1/2 xícara de chá de acúcnr, 1 1/2 xícara de chá de passas sem sementes, 1 xícara de chã de cebola pica - da, 1/2 colher de chá de sal, 1/4 de co lher de chá de pimenta do reino preta mol da a gosto, 2 xícaras de chá de vinagre, 1 colher de chá de gengibre em pó. Modo de Fazer o Pernil: Comece a prepa rar um dia antes, ou com bastante antece - dência. Desosse o pernil, utilizando uma - faca longa e afiada. Separe o osso da car ne até retirá-lo, uma operação delicada. t preferível pedir que o açougueiro o faça. Tempere o pernil desossado com o sal, a P1 menta, o limão, o alho, o vinagre e o ó lco. Passe vigorosamente, inclusive no bu raco do osso, esses temperos na carne. Pi que em tirinhas finas 1/3 do bacom e colo que no buraco do osso junto com a linguiça e as azeitonas. Deixe o pernil temperado - descansar por 12 horas na geladeira. No dia seguinte, coloque o pernil numa assa - doira e espalhe sobre ele os temperos. Cu bra com o restante do bacom e leve ao for no. ~sse cm fogo baixo (150C) durante cer ca de 4 horas. Regue o pernil com o suco - do assado. Se secar, acrescente um pouco - de água. Antes de servir, verifique se ele está realmente assado, principalmente nas partes mais grossas. Modo de fazer - Chutney de manga - Rcá na todos os ingredientes numa panela e lo ve ao fogo baixo durantr 30 minutos. Deve ficar como uma compota. Deixe esfriar e sirve acompanhando o pernil. ROQUEMBOUCHE maisena, 1 colher de de baunilha. Ingredientes - Massa (Patê à chou)- l colher de chd de açúcar, 1 1/2 copo ameri cano de água, 2/3 de copo americano de man teiga ou margarina (100 gr) 1/2 colher d café de sal, 2 copos americanos de farinha de trigo (200 gr) 4 a 5 ovos. Modo dD fazer: Ferva o açúcar com a á - gua, a manteiga c o sal. Jogue a farinha - de uma só vez e mexa até descolar completa mente da panela. Deixe esfriar e junte os ovos, um a um, batendo muito bem entre a adição de cada ovo. Sobre uma assadeira le vemente untada faça pequenas bolas, com o auxílio <lo saco de confeitar o de duas co lhercs de chd. Leve ao fome pré aquecido-; com temperatura quente (200QC), nos primei ros 10 minutos, e depois moderado (1750C), até que fiquem secas e levemente dourada. Deixe esfriar. Ingredientes - recheio - (Creme Patis - siere) - l copo americano bem cheio de aç~ car granulado (200gr), 1 copo americano mal chio do lit (500rl), 5 gemas passa nas pela peneira, 5 colheres de sopa de Modo de fazer - Ferva o açúcar com a a gua até obter uma caldi cn ponto de fio grosso, Deixe esfriar. Misturo os restan - tes ingredientes, mcnon a b<..1unilh<..1, junte d calda, reservada e leve ao fogo, mexendo sempre até engrossar. Retire do fcgo,. ju~ tc a baunilha. Deixe cnfriar e reserve. Ingredientes - Caramelo - 4 copos ameri canos bem cheio de açúcar granulado (700 - gr), 3 copos americanon de água. Modo de Fazer - Ferva o açúcar com água até obter um caramelo hem dourado. Utilize quente. Montagem: Recheie as carolinas com o creme frio. Pasoc uma , uma na calda de ca ramelo o coloque-as cm assadeiras untadas: Deixe esfriar complctancnte. Forre um cone de isopor com papel-alumínio untado. Na ba se desse cone faca um círculo de carolinas, colando-as com pingos de caramelo líquido. Repita a mesma operação com as outras atê cobrir completamente e com cuidado retire o cone e coloque o doce sobre uma bandeja, já guarnecida com fios de ovos. Os croque~ bouchcs podem ser feitos com doces vidra - dos, ou mesmo frutas secas (nozes, arr.ên doas, tãmaras ou ameixas) também vidrados. TORTA DE NOZES REFINADA Ingredientes Massa -- 2 copos americanos de açúcar (300 gr), 2 copos americanos de mantiga ou margarina cem sal (300 gr), 12 ovos, 3 copos americanos de farinha do tri bo (300 gr), 1 colher de sopa rasa de fer mento cm pó, 1 colher de ch de essência - de baunilha, 6 copos anericanos de nozes - moída (300 gr) 1 a 2 colheres de sopa de leite, se a massa ficar muito espessa. Modo de fazer: Bata o açúcar com a man teiga ou margarina até obter um creme fo - fo. Reserve. Bata os ovos até dobrarem o volume e junte-os ao creme reservado, mexendo sem bater até ligar bem. Adicione os ingredien tes restantes e coloque em forma de camadã bem alta, untada e forrada com papel tam - bém untado. Forno preaquecido, com tempera tura moderada (1750C), durante cerca de 4Õ minutos. Deixe esfriar, desenforme na ban deja escolhida. Reserve. Ingredientes - Recheio - 2 copos ameri canos mal cheio de açúcar granulado (300 - gr), 1 cop~ americano de água, 6 gemas, 1 lata de leite condensado, 1/2 coPo america no de vinho madeira, 6 copos americanos de nozes moida (300 gr). Modo de Fazer: Ferva o açúcar com a ã - gua até obter uma calda em ponto de fio grosso. Esfrie, junte as gemas batidas com o leite condensado e misture bem. Acrescen te o restante e leve ao fogo baixo, mexen do sempre até engrossar. Reserve até amor nar. Ingredientes - Deracãu - 20 ameixas - sem caroço, em calda; 1 lata de pêssego em calda, 200 gr de fios de ovos. Ingredientes - Fios de .Ovos (200 gr), 3 1/3 copos americanos de açúcar granulado (500 gr), 2 copos americanos de ãgua, 12 gemas, 1 colher de chá de essência de bau nilha. º' Modo de fazer - Com o acicar e a áqua - p r ep a r e uma calda em p o n t o d e f i o fraco, Passe as gemas, à temperatura ambiente, p la pen ira, mexendo o indispensável para que não engrossem. Coloque no funil ·ro prio deixe cair sobre a calda fervente rodando sempre em círculos rápidos. Passe os fios para uma peneira, salpique-os com pequenas porções de água fria, deixe escor rer bem e mergulhe-os na calda aromatiza da com a baunilha, onde devem pe:anecer d a 4 horas, conserve na geladeira e, quando for utilizar escorra de novo na peneira. Montarem Cave o centro da massa. Re " cheio com camadas altern..das de cr me e da massa esfarelada, calculando bem. Com o resto do creme cubra todo o bolo. Coloque os fios de ovos no tc1npo, deixando-os cair de forr.,d natural e, no centro, os pQsGcgos formando uma flor. Em volta, um círculo de ameixas. Panetone Festivo L~~~ Ingrdientes - Fermento básico - l/2 co po <1mcricano de dÇÚcar, 2 tabletes de or mento de pão (30 gr), 1 copo americano de leite morno, 1 copo é:Illcricano de farinha - de trigo. y Modo de fazer - Junte tudo e deixe leve dar até dobrar o volume. Adicione cntâo Õ restante da massa. Ingredientes - Massa - 1 / 2 copo amei • c,, no de manteiga ou margarina, 2 ovos, l L - lhcr de chã de sal, 4 copos americanos farinha de trigo, 4 colheres de sopa de çúcar, 1 colher de sopa de canela cm pó 2 copos americanos de frutas cristalizadci picadinhas, gemas de ovo para pincelar glaçucar para polvilhar. e Modo de fazer: Reserve as frutas, asco lhcres de açúcar, a canela e o glaçucar. A crescente os ingredientes restantes ao fer mento básico seguindo a ordem indicada e trabalhe a massa até fazer bolhas. Deixe - levedar até dobrar o volume. Abra com oro lo em forma de retângulo, polvilhe o acú car misturado com a canela, cubra com as frutas e enrole como rocambole. Dê golpes na parte superior do panetone. Deixe leve dar de novo até dobrar de volume. Pincele todo panetone com a gema e asse em forno pre-aquecido, com temperatura quente (200C) nos primeiros 10 minutos, passan do a moderada (1750C), até estar crescida e bem dourada (cerca de 40 minutos). Ain da quente, polvilhe com o glaçucar. Bolo Russo Ingretlientes - Massa - 2 copos anerica nos de acúcar (300gr), 1 1/2 copo anerica no de manteiga ou margarina com sal (22:or) 5 ovos, 2 colheres de chá de vodka,2 é, americanos de farinha de trigo (200 gr),3 colheres de sopa de maisena 2 colheres - de chá de fermento em pó, Í copo america no de damascos secos 'e picados (200 gr) , 1 copo americano de Passas de usa sem se mentes, 1 copo americano de castanahs do Pará picadas, açúcar de confeiteiro para polvilhar o bolo. Modo de fazer: Bata o açúcar com a man teiga.ou margarina até obter um creme fo= fo e claro. Adicione os ovos, un à um, ba tendo sempre entre cada adição. Acrescem~ te a Vodka, bata até ligar, retire a mas sa da batedeira e junte os ingredientes - restantes, mexendo bem, mas sem bater. Co loque em forma redonda e alta, untada e forrada com papel também untado. Cubra com a farofa e asse no forno preaquecido, com temperatura bem quente (2009C) nos - primeiros 15 minutos, passando a roderada (17C), por cerca de l hora. Farofad/2 co po americano de acúcar granulado,l/2 copo d castdl".has do_ I;-ll'á picadas e 1 colher (café) d~ canela em po. / P L E M ' I O LI. 1 A . -------- (1_ ZR'- O RIFE QUE MATOU KEHHEDY LANÇADO POR CLAUDIA FURIATI U dos crimes que te- 1e abalou o mando está em puta outra vez, Após trinta anos de tua[tas In vestigaçõe e especula • çes, o assassinato de John Kennedy, ta qoe até hoJe mobiliza a opl- nfo pblic americana , ganha um destaque epcI l na Imprensa brastleI rn, O motivo? Apesar da valanche de obras publl cadas na terra de tfó Som abordando o assunto, foi exatamente aquf que velo nnacer um doa traha lhos que mais promete gê rar polêmico. E a causa- dora disso tudo é a jor malista e historiadora C1adia Fariatl, que es teve durante treze meses fazendo pesquisas nos ar qulvos secretos de Cuba e li fez descobertas sur preendentes. A investi~ ção virou um livro,"'ZR' - O Rifle que Matou Ken nedy", que contém uma vi são inédita sobre esse tão falado atentado de Dallas, e que foi lança do pela Editora Revan, Todo esse projeto se iniciou em fins de 1991 e início de 1992, quando Claudia assistiu ao fil- me de Oliver "JFK", e leu alguns arti gos na revista americana Time que levantavam a possibilidade da partici paço dos cubanos no cri me. Ambos os fatos fora; decisivos para que a jor nalista tivesse a Idéia de tentar pôr isso tudo às claras. "O assunto me ch;.mava muita atenção tinto porque soa formada cm história contempor~ - nea como porque gosto bastante de filmes e li terz.tura de. suspense. 11 , revela. Disposta a des vendar o enigma do envol inento cabano, ela pro coro o jornalista Ricar do Boechat e lhe fez ã propo5ta: viajar p;.ra Cu ba, escrever umà série - de artigos sobre o tema e publicá-los no jornal "O Globo". A autorizaçào veio, desde que Claudia trouxesse informações re lente novas. A historiadora viajou e, nos treze meses de trabalho, muita água ro lou, até que Surgiu o de sejo de transformar ã pesquisa em·um livro. Se gundo ela, nos primeiros seis meses aconteceram BRASIL URGENTE • 1 : l 1 1 Stone ADRIA!A AI'E, - W2 te revela que o momento dccIslvo para transfor - mar os artigos e ar l! vro fo1 quando durante um entrevista com o Ge neral Cubano Fab!an Esc lante, este tenciona una llsta de nomes de envol v!dos na conspiraço que foi responr,nvcl pelo ao as[nato de Kennedy, 'percebi que Isso era um denúncia uma revela çao, e pra que fico_!! se realmen te um tl!rHl em basado, cu não podir. só falar que fulano colpoo sicrano, Eu tinha que construir uma história." confessa, A partir da apuração feita, a jornalista e~ controu a chave do aten tado ao Presidente dos EUA, que deu nome ao GCu livro, "ZR Rifle" era o o nome de uma operação comandada pela CIA (Cen tral de Inteligência Ame ricana) que se destinavã a executar dirigentes pg líticos estrangeiros que representassem uma amea ça ao poder norte-ameri cano. Através do Serviço Secreto Cubano, ela des cobriu que esse esquema (oi deslocado para assa ssinar Kennedy. A CIA cuidava da elaboração do plano e elementos da con tra-revolução cubana ~ da Máfia, da execução do crime. Outra descoberta feita por Claudia duran- te os meses em que este ve em Cuba foi que al guns destes mafiosos se: riam de Chicago - inclo- Give Jack Ruby, o assas sino de Lee Oswald, (que até hoje é apontado como o principal acusado da morte de JFK). Devido n importância internacional do crime , o livro de Claudia Furia ti será editado no exte- rlor. Por enquanto,já es tá acertado o lançamento da obra na Itália e cm países de língua inglesa (Inglaterra, Canadá, Es tados Unidos, dentre Ou tros). Além disso, está cm andamento o acordo pa ra a publicação ade "ZR' - O Rifle que Matou Kennedy" em países de língua espanhola. U do camentrio baseado no li vro foi feito para ser exibido na televisão. O progra= já !oi oostrado cm Cuba no final de no vembro, em três capÍtu: los, dando um total de 2h e 10 min. que é a ver so original. No Brasil, este chegará em breve,sô que um pouco modificado. "Fizemos uma vc.rsao com pacta para a TV brasilei ra. Retiramos muitas in: fon:iaçÕes que só interes savana ao pblico cabano, pois diziam respeito à hist6ria e n política de les." afirma ela. - Com 39 anos de idade, essa carioca foi a ni as entrevistas e a leitu ra de documentos,isto é: a fase de coletas de in formações. Paralelamen - te, já fazia uma organi zaão de tudo a partir da montagem de uma estru tura dos textos(início: meio e fim). Na outra me tade da viagem, Claudia garante que tabém apo rou ddos, mas que a maioria deles surgiu mes mo na prilJeir;. parte dã investigação, A jornali~ ca, entre muitos orna listas estrangeiros, a ganhar acesso ao serviço secreto cobano, Nesses - trinta anos de mistério, ela fo! a pr!reira Pe uoa a tirar o Governo de Fidcl Castro do banco dos réus e, como testeu nha que nunca foi ovi - da, mostrar ao mundo que nao teve nenhuna partict paço no assassinato de John Kennedy. Para exec~ tar tarefa tno especial, em dvida nenhuma que a autora precisou de uma autorização para poder consultar os arquivos do serviço secreto de Cuba e lá encontrar documen - tos, muitos dos quais ~ parecem no livro, ao la do de documentos americ~ nos, Tal qual o suspense que assistimos em filmes policiais, Claudia pa~ sou por situações dignas de Alfred Hitchcock. Da rante a obra, ela cita uma série de momentos p~ rigosos, mas outros que, para contra balançar,são engraçados e curiosos. Criar o debate e pro por um conjunto de med! das que transforme a me talidade do governo e torne a administração do Estado raslle!ro mais transparente, □as cow a participação popular. Es sa afirmação pode reso :nir o proposto do "Bra si1 Urgente", o fr. de debntcs onde a socic dndc participa diretame~ te das questões que 1mpe demo desenvolvimento econômico, social e poli tico do PaIs. O primeiro encontro que abriu as discussões em torno dos problemas - do País aconteceu na C sa da Gávea, no lt!o dia 7, quando estiveram reunidos vários membros da sociedade civil, int~ lectaats, artistas e for nalistas, À mesa de deba tes sentaram-se José Wil ker, ator e presidente em exercício da Casa da Gávea; Clarisse Petchman economista; Carlos Les sa, Professor da UFRJ e ex-Diretor da rea soci al do BNDES; Cindido Men des, reitor da Faculdad~ Cindido Mendes; Zelito - Viana, Cineastra; Afonso Romano de Santana, Escr! tore Presidente da Fan dação Biblioteca Nacio - nal; Antonio Grassi,ator e Diretor da Casa dê Gá vea; e Céllo Lora, Dire cor da Price Waterhoase. A ausência mais sent! da foi do catedrático Barbosa Lima Sobrinho que foi um dos precosso res deste movimento, mas os resultados desse pri meiro encontro, segundo José Wilker, foi altamen te positivo. "Esse é um espaço onde as pessoas se reunem, refletem, par tem para a investigação da realidade e, a partir daí, oferecem alternati vas para a resõlucão das questões. Estamos aqui agora para pensar nas so luçÕes e levá-las à exe: coço com a participação da sociedade", afirmou. O escritor e poeta Affonso Romano de Santa na vai mais longe. Para ele, o objetivo também é de dar uma "sacudidã" no País. "Discutir o lugar da cultura dentro do Pa Is, passando pela qaes tão orçamentária e pela proposta do Ex-Ministro que matou Kennedy" revela , dentre outras coisas, cg mo e por que a CIA, a contra-revolução cubana e a Máfia fabricaram a operação que matou o Pre sidente americano, Segu~ do a autora, esta opera cão conseguiu extermi nar, além de Kennedy, o primeiro Ministro do Con go, Potrice Lumumba, e o Presidente da Repblica Dominicana, Rafael Tru j11lo, e que o nico fr casso da "ZR Rifle" foi no atentado a Fidel Cas tro. Tendo trabalhado co mo· jornalista de 1978 - até 1984, e como histo - riadora (com formação de mestrado em História) a partir desse mesmo ano, Claudia Furiati diz que Sua obra é uma conjunção dessas suas duas profis sões, abordando o fato com ponto de vista histó rico e jornalístico. E: quanto ao futuro das apo rações, ela revela: "Ain da existem muitos doeu: mentas que são desconhe cidos de todos nós. E es ses papéis secretos es tão guardados a sete cha ves no Congresso Aeric no. O que foi encontradÕ em Cuba são evidências - dos fatos, mas as provas estão nos Estados Uni- dos, e não em nossas nãos". E especula: "Quem sabe essas provas nem existam? Afinal, um pla no dessa natureza pode encobrir muito bem qual quer vestígio, de modo::. não incriminar ninguém responsável. Logo o qo fica valerdo são es sas evidências". "'ZR'"•' O Rifle 1 NITD-L: O UM ~ OMENTO FORTE DE ESPERANÇA Jerônio Moscado de ao ertar as verbas destina das à Ca!tara € fandane1 tal. "O País só pode + dar de roo q.ando inve_ t!r mac!crente n. Ca1tu ta", r:vuliou, A eco:10::ú1ita Cl::.rissc Petchan revelou,após as sistir ao v!dco "Brnsil tirgentc" co::i dcpol.ncntos de Gilberto Gi1, José Gg no1mo, Zuenir Ventara en tre outros intelectuais, que sintonizou-se co:n as observnçõcs feltas por Zuenir Ventura. "O pro blema só vai se resolver quando todos os envolvi dos sentarem-se para di~ cutir, A falta de apoio e incentivo às' artes de uma maneira geral é co mum a todos e só com a participação da massa é que encontraremos solu· çÕcs", afirmou, Na opinino do profes sor Carlos Lessa, o deba te brasileiro talvez nãõ tenha amadurecido,na pr~ fundidade necessária, o tema central que é are forma do Esta do.'Não con seguimos ainda definir qual é a natureza das rg lações público-privadas, qual é o ta:nanho do Est_õ!!. do, quais são os ecanis mos de sua constituição política, da sua exteE_ são social e do equilí - brio dos seus poderes. Essas matérias nós não discutimos da forma ne cessária e, o que é mais importante, é que não se discute reforma cono re forma. Deve existir al gum projeto ou alguma utopia com a qual nos identificaremos", aconse lhou, O cineasta Zelito Viana afirmou que o ex Ministro Moscado disse que é a "prova viva e concreta do descaso que existe no Brasil em rela cão à Cultura", Zelito afinnou também que o Mi nistro Moscado foi "laça do" quando embarcava pa: ra a Europa para ser MI nistro, depois que o Pre sidente Itamar Franco - tentou chamar pelo menos dez nomes para ocupar o cargo. "Isso demonstra bem o nível que a socie dade brasileira encara a cultura. Eu sintonizo - com o professor Lessa quando ele falou que nós temos m projeto de Pa Ator A!TO!TO CRASSI ís, Ninguém tem idéia do que é isso e isso re flete em toda::. socieda de", confessou Zelito. O profesoor Cândido Mendes disse que pensar em cultura é vida viver com a imprcsio de que vivemos num País tão fan tástico, mas ao mesco tempo tão sofrido. "O Br2, sil acordou popvlarmente com o suicídio de Get~ - lio Vargas, levou um tranco do Jânio Quadros, depois o sofrimento de Tancredo Neves, viveu a odisséia do 'Príncipe Ne gro' )u:.ia reierência ao CA-Presidente Collor) e agora vive a ediocri dade do Presidente Ita 7ar que no capre as re gras do jogo", condenou. Para o diretor da Pr! ce Waterhouse, Célio Le ra, o problema reside eo como se organiza hoje o Estado brasileiro."O Bra s!1 ten na situação bas cante complicada porque tem una caltara históri ca catalizadora e de re pente vem uma Constitui ção qe inicia o proces so de descentralização. Devemos cobrar quais se rão as obrigações da União, dos Estados e Mo nicípios em relação âs medidas que pretendemos adotar e increccntar" enfatizou o diretor. O Brasil Urgente" vol tacá a se reunir ainda este ano e, certamente, as discussões em torno - das questões se darão de forma mais contundente. SÓ com a participação p~ nul;,r sairemos do buraco. MENSACiEM NATALINA DE DOM HELDER CÂMARA Do:n Helder Cânara, de passagem pelo Rio de Janeiro, onde esteve co:no .convidado par come.::ioracões do 50 anos de sacerdócio de Eugênio Sales - arcebispo do Rio de Janeiro deixou com a repôrter Suely Chagas, da Eckabe Press, a seguinte mensagem para os ros: "Vamos ajudar a preparar esse nosso sil para a chegada do novo milênio, com entvs! asmo, fé e embalados e:n um lena, que eu acho ma!to feliz e que merece o nosso apoio: Um no ainda, MISÉRIA vo milênio sem miséria, Pobreza NÃO. Miséria é u111 insalto ao as D o = brasilei- Criador! PAZ!" 1 3 //1';'.O BT,PAI UJ!ÇiO D. k/1/U, DE Sá: CHEGANDO • COM O NITIL A moleque do Pila rrs, dona dos uma in contável coleção do bonés - "quando saio sem elos mo sinto nua"- etâ nas rã - dios com música nova, "Perdidamente Apaixo nada", urna balançan te declaração de d - mor. A faixa de tra Malho talvez não se ja a sua preferida - do álbum "D SA", que a BMG Ariola lança - no m6s de Nool (o Pa pai, é claro), mas - com ccrtczct 6 dlgo - que ela gost<.l de Cdn tar. "Senão eu não gravava", declara Sandra Cristina Fre derico de Sá, ouso mente, Sandra de Sá, ls doze músicas - do disco, trazem re gravações como o me dlcy cm homenagem a Luiz Gonzaga- "Baião, Xote das Meninas e Qui nem Ji16" - e "Voei" de Tim Maia. Uma inédita de Jorge Denjor - "Anjo Vaido so" -e uma participa cão especial do Ba - rão Vermelho. Coisas da nossa "soulwonam~ Entre copos de cerveja - dietas de finitivamente não, - combindm com elJ. - , Sundru explica que - ess· é um trabalho - mai amadurecido."Du rante o intervalo on tre o último e o a tual disco, a gente sempre cresce e cres e•, Se estacionar e melhor ficar cm ca - sa. E sinto que nes se disco o meu amadu recimento está mais acentuado, O mundo - anda muito rápido, o País está muito rãpi do. Os acontecimen - tos se atropelam, en tão, a gente vai mu dando da noite para o dia. E estou mais participativa, me me tendo até na técni = ca, querendo saber - para que servem aque les botões todos na quela mesa enorme". Sandra assina, em parceria com Macau, "Free Lance", uma in cursão pelo mundo - rap. Esse também é o caso de "Depende de Você", cheia de ba - lanço funk. A parti cipacão do Barão é na faixa "No Morro - Não Tem Play" - "Play Ground", completa o refrão-, música de Ivo Meirelles, Letra que vai dar o que fa lar quando declara - que "A vida é doce , mas pode amargar/im posslvel o desejo/De mudar e sorrir/ De quem não tem para on de ir". "você", de Tim Maia, não tem sabor de reconciliação. "A quele tititi na épo ca que gravamos "Va le Tudo", foi coisa de família. E dépois disso, já gravei com ele mais uma ou duas vezes. Com a gente - INHO o Ia o fim do dno está marcando o lançamento de vários discos. As gravadoras aproveitam a proximidade do Natal e colocam no merca do os novos trabalhos de seus contratados. Apostam em uma grande vendagem, mesmo - encontrando um mercado em crise, cnde os grandes vendedores saem com menos discos e muita promoção. Entre tantas tendências musicais o pago de volta com força, dominando o mercado aT guns grupos de são Paulo. No Rio de Janei ro Zeca Pagodinho lança seu oitavo disco - quarto pela BMG - Ariola. Alô Mundo mantém o estilo do malandro, a crítica social e o :, samba de raiz. Pergunta - Fale um pouco sobre seu novo disco. Zeca Pagodinho - Não existe muita dife - rença dos anteriores. Mantenho meu estilo que consagrou e que todo mundo conhece.Tem muito samba, músicas românticas, e cinco - composições minhas. Pergunta - Você mantém o mesmo estilo ao lonao desses anos. Por quê? Zeca Pagodinho - Não tenho que mudar na da. Quem sabe não precisa fazer nada para aparecer. Quem compra meu disco sabe exata men te o que faço. • Pergunta! - Neste novo disco quais as mQ sicas de que mais gosta? Zeca Pagodinho - Gosto_dele todo, claro que existe uma ou outra musica que a gente tem um carinho maior. Tem Maos de Almir Guiento que é uma das minhas preferidas. A que está tocando mais e Cabelo no Pao Car~ ca. Pergunta - Quais os planos mais imedia- não tem essa de ran cor. A gente briga e depois volta tudo as boas. t aquela histó ria: eu posso falar, os outros não. Adoro o Tim. Ele tá certo: "DSA", o título do álbum, é também a Marca da firma de Sandra. "Foi a Alcio ne que começou a me chamar assim: De sã. Acabou pegando. Sou cu, na intimidade" , fala soltando uma gostosa gargalhada. Com 13 anos de tos para o novo disco? Zeca Pagodinho - Lancei o disco no Cane cão, com casa superlotada. Já estamos ager dados para o Seis e Meia (Projeto que apre senta cantores da MPB a preços populares)~ cm janeiro e depois da turnê pelo Brasil. Pergunta - Como vê a volta do pagode? Zeca Pagodinho - o pagode nunca sumiu, o que está acontecendo é que tem gente in vestindo em grupos que dão retorno imedia to, mas dessa leva não vai sobrar muita coisa. O que estas pessoas fazem é dar o - portunidade a determinados grupos que fa - zem shows de graça, enriquecem pouco e no final desaparecem. Pergunta - Mas tem rente boa nesse meio? Zeca Pagodinho - Claro! Em são Paulo e cxistcmótimos pagodeiros e compositores. só que os melhores ainda não tiveram oportuni dade. Como estão investindo no pagode, uma hora estas pessoas irão conseguir a chance de vencer. Pergunta - Você andava meio sumido. o que tem feito? Zeca Pagodinho - Eu não estou sumido , tenho trabalhado muito, sô que ando percor rendo outros Estados, feito uma série de shows e apresentações. Pergunta - Como é seu relacionamento com a gravadora? Zeca Pagodinho - Muito Bom. A relação é saudável sem muita complicação, até porque não paro muito aqui. Meu lugar é na rua ou por aí. Pergunta - Mas seu status é de bom ven dedor de discos. c rrir , 9 diecos - Gravados {r contar os copacto), 2 dis cos de curo s 1 de platina - "fora as - injustiças" - Sndra ainda não tem usa carreira no ex rior. "Nanca programei a minha carr ira. s COlúdS Sf'::ipr•' for<.J,"1 acontecendo. Não qos to de esquematizar. Traçar planos. Não d dianta nada ir para a Tailândia", brinca. "Talvez, por isso , não tenha me preocu pado cm investir no mercado fonográfico americano ou curo peu. Sei, por amigos, que tenho discos ven dendo lá fora. Mas tudo pirataria". Em 94 pretende a ccrtar o passo na terra dos "gringos". Estuda com a gravado ra, um disco sério= para ser lançado no exterior. "Já gravei em inglês e em espa nhol. Inclusive, de vo gravar "Retratos e Canções" em espa - nhol, para entrar na trilha sonora da No vela "Corpo e Alma", que foi vendida para fora. Mas, meu sonho o aravar al;o t .quês, par ;ado na Europa o nos Fst dos Unidos , gravar na nossa Iín quo. Se los podom , por que a gente nao?" Por enquanto, ain da no pensa 1os show»s, "Show e uma comemoração. Nao pro cisa ser necessaria rente logo após o lançam nto e um no vo álbum. Prefiro ver o que vai dar primeiro. Afinal, ca da novo trabalho e seapre urisco. Shows só depois do Carna - val, começando pelo interior paulista". Carnaval que ela comemora n<l Marquês de Sapucai, saindo - nas Escolas de sam - ba. Não todos, por - que já não tem mais pique. Em 94, por e xemplo, sai somente na Unidos da Ponte , na Ala Amigos dc1 Marron (leia-se Al cione), e na Manguei ra, na Ala da Maritl Bethânia. No carna - val que passou, ani mou alguns bailes po pulares, patrocina - dos pela Prefeitura do Rio, em praças. Zeca Pagodinho - Eu sei que vendo bem e que tenho um público cativo. O engraçado é que conheço muito cantor que vive dizendo que vendeu não sei quantos mil discos, aí você vai saber direitinho e o cara conse - guiu no máximo 30 ou 50 mil cópias. P~rgunt~ - Tem idéia de quantos discos podem ser vendidos? Zeca Pagodinho - t difícil. Pode ser cem mil, vai depender muito. Sei é que em todo lugar que me apresento vejo todo mun do com o disco, sabendo a maioria dos sam bas e letras. Zeca Pagodinho é um dos pioneiros de un tipo de música brasileira mais caracterís tica dos mor!ros e regiões mais pobres do Rio de Janeiro. O-pagode não passa de um reunião em algum lugar onde se toca sa.Tbc. ,sé que acompanhado e outros instrumentos. E Zeca com seu jeito de malandro conhece u to bem o bom ou mau samba. Cheio de ginga ganhou o apelidona época de garcto e que era mascote dos Boêmios de !rajá na ala Pagodinho. Em seus discos Ze ca coloca o mais puro samba e homenageia a velha guarda. Sabe e conhece as discrimina çôes que sambistas e pagodeiros têm. - "Quando um rico derruba um copo aconte ceu. Mas se é um pobre está bêbado ou só faz coisa errada". Em seus discos, Zeca Pagodinho um samba social, onde conta 9 dia do morro, de uma população zada. revela - dia-a - marginali O MD Meditação hoje é sobre o mal: "O mal não merece comentários, Pois só traz re sultados desagradáveis.· Qualquer palavra produz vibrações que atraem vibrações Semelhantes. Portanto, o comentário sobre o mal, atrai vibrações pesadas e nocivas. Fale apenas a respeito de coisas belas e boas, comente o bem e as ações nobres e permanecerá envolvido por uma onda de paz, de alegria, e bem-estar. O pensamento é energia e as palavras - vibrações que são de longo alcance. Quem mal faz para si o faz. É a Lei de retorno, o que pensa, deseja e faz aos outros, a Clande Medeiros si retorna. O pensamento, cománda as ações, somos aquilo que pensamos. Deus é o bem,o mal e o demonio. Temos no meio o livre arbí - trio. Fazer ou não fazer. Escolha, é li - vre, fazê-lo ou não. A felicidade, a alegria não se compra:n, fabricam-se dentro de cada um. Ninguém é dono da verdade, compree.nsão é necessária em tudo. Que atire a primeira pedra, quem nu.nca errou'. Jesus disse isso quando tentava.-n. a pedrejar a pecadora: "Que atire a pri:nei-:: ra pedra, quem nunca pecou". Foram os apedrejadores retirando-se um a um. E_Jesus deu à pecadora o seu prião. _ ~s ~i vros de formação ajudam muito. Leia a Biblia,_traz tantos bons ensinamentos. Pague o dizimo e você sa~pre terá dinhei ro, nunca lhe faltará nada. .J LEI. TO CULTURAL. •• ------------- _ FOGO XORTO Em comemoração aos 50 anos do romance , a Editora José Olympio está lançando a qud draqésima ediçaó do Livro "Fogo Morto", de José Lins do Rego. IJm<t espécie- do síntese da obra do escritor paraibano, "Fogo Mor - to" trata da loucura, uma das obsessões de Zé Lins, assim como a morte e o sexo. A n~ va ·dição traz fotos, caricaturas, dados - nobre a vida e a obra do autor, fac-símile da capa da primeira edição, além de estu - donde Otto Maria Carpeaux, Ivan Cavalcan ti Proença e Paulo Mendes campos. COMANDO "Comando Vermelho - A histõria secreta do crime organizado", o livro do Jornalis ta Carlos Amorim, vai virar filme, com par te dos recursos garantidos por uma distri buidora americana. No cinema, protegido pe la ficção, Amorim pretende revelar fatos e personagens que não puderam ser identifica dos no livro. GRANDE OTELO sõ nove pessoas foram ao lançamento de "Bom dia - manhã", livro de poemas de Gran de Otelo, lançado pela Top Books. Depois - da morte desse brasileiro que trouxe gê nio, graça, arte e beleza para a nossa rc~ lidade, é bem possível que o livro setor ne um best-seller. São mais de cem poemas, prefaciados por Jorge Amado e Antonio 0lin to. ASIMOV A Editora Record está lançando "Crôni - cas da Fundação", o canto do cisne do es - critor de ficção científica Isaac Asimov. Neste livro, Asirnov conta com seu alter-ego, Hari Seldon, aperfeiçoa sua teoria de psi co-história e seu projeto de assegurar a so brevivência da humanidade. EROTISMO Com o selo da Editora Rocco, chega este més is livrarias o livro "Ilistõria da Lite rdtura Erõtica", ensaio do romancista e hlstoriador da arte francés Alexandrin. Os assuntos abordados vão desde os contos e fada até os apimentados romances de Henry Miller, passando também pelas narrativas - sensuais escritas pelas mulheres. • 1 1, 1. i i '1 LENDAS DE OUTONO Jim Harrison é um escritor americano do mesmo time de Melville e Hemingway. Quem - duvidar, pode conferir em "Lendas do Outo no", novela de apenas 79 pâginas que estâ sendo lançadas no Brasil pela Editora 34. ta histõria de três irmãos que se apre sentam voluntariamente para lutar na Pri moira Guerra Mundial. O mais jovem morre - vítima do gás mostarda. O irmão do meio percorre terras e mares para entender a morte prematura do irmão. Já o irmão mais velho leva sua vida de forma ajustada, de pois de se casar com a mulher que o irmão do meio abandonou. KEN FOLLETT Autor de "O buraco da agulha", o inglês Ken Follett está com um novo romance na praça, "uma fortuna perigosa", da Editora Siciliano. Follett conta que sua experiên cia como jornalista foi importante. "Escre ver todos os dias - diz Follett - me fez muito fluente. Ser jornalista faz você a - char muito natural colocar seus pensamen - tos no papel". CARLOS POENTES Em seu novo livro, "Três discursos para duas aldeias", o escritor mexicano Carlos Fuentes aborda uma questão de interesse pa ra os brasileiros. Ele diz que não podemos separar desenvolvimento, justiça e liberda de. E explica: "Uma ditadura militar pode nos dar desenvolvimento, mas não justiça e democracia; uma ditadura totalitária pode proporcionar justiça social, mas não liber <lade. Estas três exigências devem ser sa tisfeitas juntas". ROBERTO MEDINA Criador e organizador dos dois Rock in Rio, o Empresário Roberto Medina está es· - crevendo suas memõrias. Ele vai contar os bastidores dos shows internacionais que promoveu no Brasil, dizer suas impressões sobre os artistas que conheceu e falar também do sequestro que sofreu dm 1990. O ultimo capitulo será dedicado a um sonho que o publicitário não realiará· o Pock - i: Pio III. JUCA CHAVES Mais conhecido como menestrel, o nari3u do Juca Chaves mostra :cu lado humorista - no livro "Do JK a Itamar - A culpa é do governo". O lançamento foi no salão nobre do Senado, com um bufê que incluiu desde - caviar <l democrática pipoc<1. CASTELO BRANCO Vai para dS livrarias esta semana, com o selo da Editora Recora, o romance "O Cas tela Branco", de Orhan Pamuk, o maior nome da literatura turca contcmporánca. Pamuk conta a história de um italiano do século 17 que é aprisionado prlos turcos e entre gue a um cientista esquisito cuja semelhan ça com ele é tão espantosa que os confun - de, ao mesmo tempo cm que os atrai. ORIENTE Uma história divertida sobre as comple xas relações entre um Oriente supostamente devoto e bárbaro e um Ocidente supostamen te civilizado e racional. ~ o que faz o es critor turco Orhan Pamuk em seu romance "Õ Castelo Branco". Pamuk conta a história de um turco e um italiano muito parecidos que, a serviço de um sultão, durante o se culo 17, compartilham segredos e falam de suas diferentes culturas. RIMBAUD O poeta e escritor Ivo Barroso lança no ano que vem três livros sobre o poeta {rar côs Arthur Rinbud. O primeiro trara a poesia completa do "Soneto das Voqais",con 63 poemas escritos quando Rimbaud tinha er tre 16 e 19 anos. O segundo livro trara prosa-poesia de "Uma Estadia no Inferno", E o terceiro reunira as cartas que Rim bauc escreveu e recebeu. Segundo Ivo Barro so, Ribaud o maior poeta do nosso tempo e também o pioneiro da poesia moderna. DISPARATES O humor erudito de Umberto Eco está em sua melhor forma no livro "O segundo di~ - rio mínimo", que sai no Brasil pela Edito ra Record. são observações sobre os costu mes, paródias literárias, fantasias e dis parates variados. No livro, Umberto_Eco er sina a desmentir um desmentido, a nao fa - lar de futebol, como seguir instruções e como usar reticências. AMYR KLINK o navegador Amyr Klink está lançando o livro de fotos da viagem que fez da Antár tida ao Ãrtico, a bordo do veleiro Paratti. "As janelas do Paratti", com 184 pági - nas, traz as melhores entre as duas mil fo tos que fez durante a viagem. Amyr Klink: faz a ressalva de que são fotos de um via jante e não de um fotógrafo. Horóscopo Semanal f 8 :rr €o J'. Teodora Zen Ãries - Rcg~nte: Marte. Mesmo com talento voltado para a religião, filoso fia, legislação e poesia, tendo em vista que a Lua está bem aspectada com o signo durante essa semana, o nativo sentirá compulsão a buscar somente - entretetimento que dispensam energia física. Touro - Regente: Vênus. A receptividade não tem freios nem possibilidade - de escolha: engloba tudo, tanto as energias positivas como as negativas. A sensibilidade e axagerada e pode chegar a carencia afetiva. Por pouca coi sa o taurino ficará magoado. Gêmeos - Regente: Mercúrio. Aspecto de fusão sentimental absoluto convo - cando a alma e os sentidos para uma comunhão quase perfeita. O geminiano é um idealista romantico que nao tem limites quando o assunto é O relaciona mento a dois. Câncer - Regente: Lua. O trânsito do sol pelo signo proporciona dinamismo equilibrado e humor relaxado. Deixe-se conduzir pelas forças de seu incons ciente, tendo em vista que a sua imaginação será ativa e cheia de planos - inteligentes. Leão - Regente: Sol. As carências práticas do signo serão preenchidas pela garra, ambição e poder de decisão e ainda autoridade, por influência da Lua de passagem durante a semana. O leonino terá facilidade para adaptar - se a regras sociais. Virgem - Regente: Mercúrio. O nativo estará dividido entra a vida mundana e o isolamento, no qual é difícil encontrar um d , pouco Ie equilíbrio e paz - em sua cabeça. Procure definir-se quanto ao aspecto pratico e ao idealismo conservador. Libra - Regente: Vênus. A generosidade e a libriano, o que o fará sentir uma vontade dos os que convive diariamente. A semana tetimento. gentileza dominam o espírito do de_dividir o alto astral com to sera produtiva e terá muito entre Escorpião - Regente: Plutão. A impulsividade, a agressividade · ·A 1bi lidade estarão à flor da pele durante esse período. 1e e a irrtal- d - • O escorpiano terá ten- encia a monentos de cólera e ira, e é bom que esse controlado. aspecto seja medido e Sagitário - Regente: Júpiter. A Lua em quadratura com O signo durante a se mana trará ao nativo grande tensão emocional, na q l - as·r " um Ponto de eqyi1frio. vocése sentirá persesuiao ~;'til encontrar que atrapalhara bastante o seu rendimento. e trabalho, 0 Capricõrnio - Regente: Saturno. O espírito de li 1 _ derariça do nativo estará em a ta durante essa semana e, é agora que voce d prova. Execute empreendimentos comerciais em teve xplorã-lo e pô-lo d exito ~e agir analiticamente. sociedade e poderá ter pleno Aquário - Regente: Urano. o aquariano estará buscand . rante essa semana, seja ela no plano físico ou 'O a sua identidade du sidade de se comunicar e terã fascinação por .,2tal. você sentirá neces duplicidade. u O aquilo que representar - Peixes - Regente: Netuno. Em questões relacionadas à saãd pisciano tone certos cuidados, porque tem tendência du,l' ê bom que tregar-se a excitação, o que poderá provocar probl -e a semana, tros males estomacais. emas de gastrites e o a er ou - Jornal , e Cult ura o ta so '.,IJl•I, .t:1:.10 ('IJL'llJf•/11, ----------------------------------------· --------- L.DIÇO DE NATAL 11 O CIMINHO DO CORIÇID: 1 NECESSIDADE DE SE FIZER UMII REVOLUÇÃO INTERIOR 'o _ ncvoluciondrio, critico, po lcmico. Fernando Sctnchcz Drugó vem cultivando cssu imagem com o objetivo de rcdlizar a verda doira revolução humana no mun - do. Para isto, o escritor espa nhol está no Brasil lancando o seu livro O Caminho do Coração ( Selo Nova Era / Editora Record) o realizando uma série de confc rênciao e palestras em vários Estados. O livro já vendeu mais 232 - mil :xcmplares e rendeu a Dragó , o Premio Planeta da Literatura de 1990. No Brasil, Dragó espe ra fazer o mesmo sucesso conse guido na Europa e mostrar ao brasileiro o que aprendeu per - correndo diversos países do O - rientc cm busca do conhecimento da essência humana. O Caminho do Coração é mais que um livro. t uma redescober ta da aventura vivida pelo pró prio autor que faz de si um per sonagem. "O Caminho do Coração é o caminho xamânico, o caminho da fé, mais intuitivo que racio nal; feminino, mais mdgico que cientifico", revela Dragó. O escritor explica que seu - livro conta a história de Dioni sio viajando por Paises como Turquia, Irã, Paquistão, 1ndia, Indonésia, Vietnã o Afeganis tão, atravessando rios, mares e montanhas como um peregrino an- f cestral em busca da revelação do próprio coração. Enquanto viaja, envia cartas à sua companheira Cristina, que ficou na Espanha. Como Penélo - pe, ela tece na memória a pro - funda relação entre os dois, no momento em que cresce uma vida dentro de i. Toda a rajetória do romance é comandada polo des tino, que a cada página apresen ta surpresas inquietantes aos - leitores que embarcam na "via - gem". Durante sua jornada, Dioní io ou Ulisses se encontrava com mestre Iluminados que lhe - mostram novas possibilidads de transformação aos homens do Oci dente, escravizados por uma rcã lidade materialista e racional. O Caminho do Coração~ uma obra envolvente e fascinante.RE pleto de aventuras e de mensa - gens esclarecedoras àqueles qu acreditam na verdadeira odisséia que leva o viajante para dentro ce si. t uma obra que revela na ~ua essência a magia poderosa - c'.os viajantes. O AUTOR Fernando Sanchez Dragó é na tural de Madrid, mas vive f.oria, uma pequena cidade de pouco mais de 20 mil habitantes . do interior da Espanha. tem So ria que Drago encontra o refü - gio e busca a inspiração para seus livros. Escritor e Jornalista, Dra - gó 6 considerado um dos importantes pensadores da F.ra da Europa. Intelectual mais alto quilate, Dragó é sem- em mais Nova do "QUEM NÃO ESTA MUDANDO, ESTA MORTO" pro convidado passa ventos cul tu,ais, programa de levião e d rádio, ondo dissrts so - bre temas polnicos. Aliás fci vencedor do Prêmio Ondas - 0m 1989 ± los assuntos debati dos pela forma do conduzir - os debates. A1m dos prêmios citados Drago conquistou o Prmio Na cional de Literatura de seu pi is com Hi ória Máqica de Epa nha, uma obra de 4 volumes air da não editada no Brasil. Mas é no livro Prova do Labirinto, um best-seller que já vendeu - mais de 290 mil exemplars que o escritor deposita suas - esperanças para novas conquis tas. Drago também é professor u niversitário de Literatura e História. Ministrou aulas na Itália, Japio, Senegal, Marro cos, Jord5nia, Quénia e Esta - doo Unidos. Profundo cong~cc - der dos problemas sociais do planeta, Dragó já fez parte das comitivas hippies que iam ao Oriente em busca da verdade e participou aivamente da po lítica na 0poca do Franquismo. o escritor acredita que tri lha o caminho da revolução in= terior é uma necessidade vi:al. É dessa forma que ele defende a busca do aperfeiçoamento den ro de nós mesmos para crescer sempre. "Quem não está mudando, cs:á mor:o", reflete. e o o , e% Todos gos:am de receber no fi nal de cada ano mensagens de Bo as Fesas, quase sempre em vis·o sos car::ões de - beleza e qualida de que "enchem - os olhos" de qual quer um. Mas se você julga que - odo o corre-cor re nos Correios é um fao de nos sos dias, es:á - redondamene en ganado. Em 1880 o direor-geral dos Correios na Inglaurra, ape lava por anún cios publicados nos Jornais, pa ra que todos en- viassem suas men saoens o mais rã pido que pudes= sem e de prefe - rência duas sema nas antes do diã 25 de Dezembro! ... Mas quem começou esse cosume, ainda hoje mantido? Os in gleses, segundo eles mesmos orgulhosamen te afirmam, teriam - começado essa prã:i ca. Contam que em 1843 quando Sir Hen ry Cole, diretor do Museu de Londres,não enconrou emnpo sufi cien:e para de pró= prio punho escrever aos amigos e familia res, procurou o ar - :is:a olás::.ico John Calco:.i1 Horsley. A ele encomendou que - fizesse car:ões ilus ::rados com dizeres a lusivos ao Na:al e ao Ano Novo, desejan OE ra versão, porém,as segura que os carés na::.alinos, seriam o bras de piedosas freiras que viveram na época medieval. Na Europa Medie - val essas piedosas - morijas a pedidos de noores :eriam inicia do essa prá::ica, bar dando em car:ões mo= zivos sanos. ou ':ra versão é que padres iluminarisas eriam feio as pri meiras gravuras a pe dido do Papa. Segui ram-se ou::.ras amos - ras a:ravês de mon ges ilus:radores e o hábi::.o de fazer men sagens decora::ivas - cresceu desde en:ão. O primoiro ar 1850 e mos':rava o ão conhecido Papai Noel, oresenteando - criançàs numa casa, onde se jantava um suculento peru e fru tas, acompanhado ce convivas. No Brasil, sabe - se que a par::ir de 1975, começaram a a parecer as primeiras mensagens, todas im portadas da Europa e Estados Unidos, sen do um privilégio .de pessoas abastadas e nobres da corte. Mas foi durante a década de 1940 e 50 que o hábito de en - viar mensagens pelo correio se tornou co mum a todos. Na ver= ln]a a mn+»h lo N :renõ puxado porre nas em plena neve , árvores cober:as de neve, nada êm a ver com o nosso :ropic.al Pais. As opções so - bre a escolha do ::e ma são hoje :an:as , que a escolha se :oE na difícil. Esse pro blema não é de ago - ra. Em 1880 uma fir ma inglesa, produziu 2.500 modelos de car :ão e a dificuldade de escolha fez coo que ou:ras gráficas en::rassem-na concor- Foi uma noite inesquecível - para as cerca de 30 mil pessoas que compareceram ao Pacaembú. Du rante duas horas e meia, o pú - ~lico paulista pode se deleitar c-om a performance ímpar e o show impecável que o ex-bea:.le Paul MacCartney proporcionou, comoen sando amplamente a espera desde l 99 O, quando só se apresentou no Rio de Janeiro. Foi megashow - mais :ranquilo do ano. Pron.o - Socorro e Polícia Militar prai camente não registraram ocorrên cias, devido uma grande par-e ao clima familiar - e pré-balza quianos, diga-se predominante= no Estãdio. Em um ano com número recora de shows internacionais, a im - prensa teve que se habituar às excentricidades de algumas pseu do-estrelas (e alguns falsos bri lhantes) que muitas vezes nega vam-se a qualquer con::.ato com a nídia. Realeza das realezas, Macca segue o caminho oposto. Desde ua chegada ao Aeroporto irra - diava bom-humor e simpatia. Con cedeu uma rápida porém franca e informa·tiva entrevista. Entrou dançando e brincando com os Jor r,alistas: "Não falo '. brasileiro' muito bem, descumpem-me", dispa rou. Em nenhum momento negou-se a falar sobre o passado betle, 2rrrttrl e " r» réncia. A par:ir dai, o impor:an:e mesmo é você se encher de a legria e dentro do espíri':o na:alíno, ir logo enviando su as mensagens,antes que as filas o desaniriem... cal como John :.ennon: "Muita - gente luta para fazer uma gran de canção. Juntos, fizemos cen tenas delas, e isso me deixa= muito orgulhoso".Em tom farses co, disse que cospe nos crlti= cos que questionam alguns de seus mais recentes trabalhos - solo: "não componho para eles, e se o público gosta, é o que me interessa", estou satisfeio. MacCarney e banda entraram em cena após um filme-documen :ário de 12 minu:os que enal:e eia a paz mundial e o fim das agressões ao meio-ambiente. A primeira Ciinção foi "Drive my car", dos Fab Four. O show se guiu al=ernando canções do ma is novo álbum, Off The Grouna-; dos Wings (banda de Macca nos anos 70), e,lógico e o mais a guardado por ';coàos, clássicos bealemaniacos. Só que nem o mais fervoroso e fiel beatlena niaco talvez esperasse un di ouvir coisas como "Paperback - Writer", "Penny Lane" ou ainda "Here, here and Everywhere".Fo ram romenos que não raro ar rancaram lagrimas de mui tos dos presentes. "Let It be" e "Sear gent Peppers", e apesar de 5 esperadas, tamóém arrancara~ - do_público sonoros encores. As britânicas duas horas de espe tâculo fora fechadas Dor '0P4%.H1TO CULTURAL EIHÇÃO DE N/1.TlJ, 39 CAUERNO DEZ/93 PAGI O Natal em Diversos Paises em ±,·mpro pa Pai Noel s chama pã pai Noel c nem sem pro a distribuição de presentes é feita na noito do dia 24 de <lczcmbro. Mns cc tas, e outras poucas são as diferenças 5u perficiais do atai vivido em Paises di ferentes: no fundo no fundo, a alegria e a oportunidade do reunir a família são ns mesmas cm qual quer parte. PERU: 'TOURADAS E PI CARONES ---- No Peru, Papai Noel ó Papai Noel mesmo, a Missa do Galo é também obriga ção para os mais re ligiosos, e cm cada casa terá um prosé - pio e uma árvore de Natal com neve arti ficial: 1á também faz calor. l 1 . 1 1 il de mel de canil. O PUDIM DA BOA SORTE NA AUSTRÁLIA Sem dúvida, cm matéria de sofistica ção cm menu de ceia= de Natal, a Austrá lia ganha longe de qualquer país. Pavão assado em fogo bai xíssimo durante todo o dia da véspera, re ✓~ chcado com um tipo - 'l de farofa doce entra beringela, alho e no zes. De sobremesa,um pudim gelado (o cli ase "a é quente) de fru- - tas em pedaços ( ma çã, pêssego e amei xa), com molho quen te de manteiga, açu car queimado e rum. Dentro deste pu dim, a dona da casa= terá posto cuidadosa mente moedas e pren das (anéis, coraçÕe zinhos, etc ... ) quem achar as prendas te rá garantido, um pro ximo ano cheio dc sorte. O costume de prendas que dão sor te é tomado de forma diferente por clubes escolas e lojas impor tantes que, durante= todo o mes de dezem bro, dão aos seus fregueses, alunos e filiados, brindezi nhos com o mesmo in tuito. Isso na metade urbana da Austrália, que no interior, os papuas,, embora em contato com as mis sões, não aceitaram= as festas católicas. Mas o Natal pe ruano vem depois, co mo um fecho de paz , da temporada de tou rada de Nov o/De zembro, qua: o tou reires do mundo in teiro vem disputar, cm Lima, o Escapula tório de Ouro do Se nhor dos Milagres. E não só essa tradição espanhola - vem colorir o Natal Peruano; a convivên cia com os índios tam bém produziu, num mesmo pais, costumes bem diferentes. Em Cusco, no dia 24, nas ruas principais, tem a Feira Del Santuranti cuy, onde se vende imagens religiosas e brinquedos. No dia 25, as familias visi tam as igrejas, para comparar e comentar os presépios luxuo sos armados em cada átrio. E se os índios quechuas, indiferen tes ao Natal e imu ncs a qualquer sin cretismo, continuam celebrando suas fes tas com alimentos - "pachamanca" ( cozi dos cm fornos subter rãnos), os peruanos católicos fazcn seu Natal com picarone : deliciosas roscas mr gulhadas num molho O LONGO NATAL DOS MEXICANOS Se a Aüstria tem o prato mais sofisti cado, é o México que tem o Natal mais longo. Do dia 15 de dezembro, ao dia 23 as famílias fazem as Posadas. Cada "posada" é uma festa com sua co mida característica=. e em cada uma ·hã reu nião dos par-entes e distribuição de pre sentes. As Posadas são uma rememoração das paradas que a Virgem Maria . fez em sua viagem para o Egito. Esses presentes porém, tem mais urna característica de prendas do que de objetos de valor. A distribuição de pre sentes propriamente= dita, bem como a ceia característica (fcita de bacalhau à Viascayna) só acontg corá, como aqui, na noite do dia 24, quando San Nicolas deixará os brinque - dos perto do prcsé pio que cada casa ar mou. NO CANADÃ, SANTA KLAIS FECHA OS OLHOS Depois de rece ber uma cartinha(que pode ter sido escri ta em Ingles ou Fran ces - as duas lin guas oficiais do País). Santa Klaus - bondosamente distri buirá os presentes pedidos às crianças que tenham sido obe dientes e estudiosas durante o ano. Mas com a histó ria que o País tem e com o temperamento forte de algumas das raças que compõem sua população, Santa Klaus tem mais é que ser indulgente quan to ao item "obediên cia", pois senão ar risca-se a não ter crianças a quem dis tribuir presentes. o Canadá, desce berto por franceses, tem orgulhosos (e an tigamente bem beli cosos) índios Sioux, Esquimós fugidios,es coceses brigões e mais: islandeses,gre gos, sikhs e ucrania nos - todos com seus jornais, escolas e costumes próprios. Quanto a histó ria do Pais, ela é recheada de aventu reiros e esqusitões: Sieur de la Vérendrye, exímio caçador de pe les desde a idade de oito anos, ouviu di zer que havia um ou tro oceano a esquer da (o Pacífico). Jun tou a família e foi. Parou nas montanhas Rochosas, obstáculo inesperado a inter romper a expedição= que já durava treze anos. Voltou e rece beu promessas de ver bas para continuar, mas morreu antes, nu ma briga de rua. v rendrye, tinha nasci do em Qucbec, cidade fundada, duzentos a nos antes, por outro louco, o Conde de Frontenac, que por qualquer "dá cá ague la palha", declarava guerra aos ingleses (uns 200000 - Fron tenac contava com 10.000 homens). Das guerras contra os es pantosos ingleses e da caça ininterrupta a peles, Frontenac , ao morrer, tinha con seguido a maior par te do continente nor te-americano· para sua Nova França. E , aos poucos e aos trambulhÕes, a Confe deração Canadense fo1 se formando. Willian Alexander Smith, um imponente gigante de mais de dois metros de altura e outros - tantos de diâmetro , cm muito ajudou para isso. Insatisfeito - com seu nome,Willian conseguiu mudar seu registro de nascimen to para Love Of cos mos (Amor pelo Cos= mos), não tendo con seguido fazê-lo para Love Of Bacchus, sua primeira idéia. Leve fundador de um jor nal impertinente, o Victoria Colonist , conseguiu mobilizar a opinião pública pa ra a entrada de mais um Estado, o Victo ria, o que veio a mu dar a face do País , tornando-o mais an glo-saxão que Fran ces. Por essas e por outras, Santa Klau fecha os olhos e, de pois de uma ceia d@ peru assado e bolo de frutas, nozes e amêndoas, as crian ças canadenses vão , confiantes, abrir suas meias dependura das na lareira. POLÔNIA: UM CASO RA RO DE Ff: No centro da Eu repa, mesmo quando e ra socialista, a Po lônia sempre foi um caso raro de fé. Pa pai Noel existe, e xiste Missa do Galo e árvore de Natal c/ presentes. Mas, pelo menos no norte, a ãr vore de Natal terá quer seu dono ou não neve nos galhos: o clima é bem frio e para acompanhar o peixe em conserva de sua ceia, o polonês vai beber uma fortis sima mistura de vi] nho fervendo com açy car c canela. Lá fora, as' crianças fazem bata lhas de bolas de ne ve. No Sul do País, na Cracóvia, é costu me a visita, nesta e poca do ano, ao mÕ nastório de Jasna C ra, construido no século XV, por fra des paulinos. O monastério es tá no alto de um dos filadeiro, em local ostra tégico e, dura.:; te a invasão sueca - foi ponto importan te e vitorioso de resistência. f; em sua capela· gótica que está a Madona Negra, embai xo da qual se ajo lham os peregrinos pedindo um ano nove que seja bom para t_9': dos. *******************' *******************« *******************· N A T A L * Independente maneira em que memorado, o sempre traz a esperança, fé, etc., entre. os povos den tro dos laços f miliares ! da é ccr Natal União f::° , .. . ccJ • cJ cO' pi ui? ... ,., ae '3 /! ,-----------------------------------------------------, PREFEITURI MUNICIPAL DE BELI VISTI Código Tributário Municipal - Lei o 6 e 20 de. Dezembro de 1993 I0.SAL, TRILA DA TONTEIRA DIA IO PE.IO:A'. 2 DE DEZEMBRO DE 1.993 Prefeitura Municipal de Bela Vista- MS Código Iritário Municipal - Lei l 966 de 20 de Oezt11bre de 1993 ver a inscriçlo dentro do prazo de trinta dIas D!p@e obr o códtgo Trtbatirlo .ntctpul de ie La Vista, Estado de Mato Grosso do Sul e da outr;rn 571a#E1. IV - A área contra[da, o padro da ed!fica,o, o valor unitário da construção, no caso de ser o esmo edificado; O PREFEITO MUNICIPAL. DE BEI.A VISTA, ESTADO DE MA TO GROSSO DO SI. Faço saber que a amara Municipal aprovou sanciono a seufnte Lel DISPOSIÇÕES PllELlMWARES Art, I0 - Eta LeI dispõe sobre os direitos e o brigaçÕco de ordem trIbatárfa relativos ao Fisco Ma niclpal e is pessoa, obr!adas ao pagamento de tr! botos municipais ou penalidades pecuniárias. Art. 2! - A Legislação Tributária do Monicfpto / de Bela VIsta, observará os dispositivos compreendt dos neste Código que seguem as normas conotftoclona ls vigentes, bem como as normas gerais estabeleci - dar no código Tributário Nacional e Leis complemen tares subsequentes, 'u TITULO I SISTEMA. TRIBUTÁRIO MUNICIPAL CAPITULO ONICO - DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 3Q - Compõem o sistema tributário do Munic:I: pio: I - Impostos; 11 - Taxas e Ill - Contribuição de Melhoria. Art. 4g - O Município ao prestar efetivamente, / serviços facultativos, cobrará preço p~blico, cuja fixação dos valores e cobrança não estarão sujeitos a reserva de Lei, conforme dispuser o Poder Executi vo. Parágrafo Onico - Para os efeitos deste artigo considera-se facultativo, o serviço, sempre que sua utilização depender da vontade do usuário ou de sua livre provocação. TITULO II IMPOSTOS CAPÍTULO I IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 5g - O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana tem como fato gerador a pro priedade, o domínio ~til ou a posse de bem imóvel , por natureza ou acessão física, corno definido na Lei civil, localizado na zona urbana do Munic:l:pio. § lQ - Para os efeitos deste imposto, entende-se como zona urbana a definida cm Lei Municipal cm que exista pelo menos dois dos seguintes melhoramentos, construídos ou mantidos pelo Poder P~blico: I - Meio-fio Ou calçamento, com canalização águas pluviais; 11 - Abastecimento de água; III - Sistema de esgotos sanitários; IV - Rede de iluminação p~blica, com ou sem pos tcamcnto para distribuição domiciliar; V - Escola priniria ou posto de salde, a ua dis tância máxima de 3 (três quilômetros do imóvel con siderado. de $ 29 - Considera-se também zona urbana as áreas urbanizãveis ou de expansão urbana, constante de projetos de aprcelamento do solo aprovados Pele Pre feitura, destinados à habitação, à ind~stria ou aÕ comércio, mesmo que localizada fora das zonas defi nidas nos termos do parágrafo anterior. Art. 62 - 0 Poder Executivo delimitará, por De creto, as áreas urbanas do Município, observado o disposto no artigo anterior. Art. 7g - 0 contribuinte do impostõ é o proprie tário do imóvel, o titular do seu domínio ~til ou o seu possuidor, a qualquer titulo. Parágrafo tlnico - Aplicam-se a este imposto as re gras sobre responsabilidade prevista neste Código.- Art. 8g - 0 imposto não é devido pelos proprietá rios, titulares do domínio til ou possuidores, a qualquer título, de bem imóvel que, mesmo localiza do em zona urbana, tenha área superior a 1 (um hec tare e que seja utilizGdo, comprovadamente, em- ex= ploração extrativa vegetal, agrícola, pecuária ou agro-industrial. Art. 9g - Considera-se ocorrido o fato gerador , para todos os efeitos legais, anualmente, no dia 1g de janeiro. V -1dlces offclals de correção monetãr!a; VI -Equipamentos urbanos o, melhorias decorren tes de obras pbllcas recebidas pela área eu que se localizar o fóvel. Parágrafo Cnico - O Poder Executivo editará anu almente, antes do término do exercício, Planta Gc-: nérica de Valores contendo: 1 - Os valores dos diversos logradouros ou das diversas zonas, para efelto de cálculo do valor V! nal de terrenos, com base nos elementos citados no "caput" de11te artigo; II - Oa valores do metro quadrado de edificação segundo diversos padrões; Ill - Fatores de correção e critérios de aplic~ cão ;:os valores de terrenos e edificações. Art. 12 - O imposto será calculado sobre ova lor venal do bem i:nóvel mediante a aplicação das!_ l!quotan a seguir: I - Imóvel edificado; a - Um por cento ( 1i) 11 - Imóvel não edificado: a - Sem equipamentos públicos....····.·...1.07 b - Com l equipamento p~blico .........•..• J.5% c - Com 2 equipamentos públicos....·......2.07 d - Com 3 ou mais equipamentos públicos...3.07 Parágrafo Onico - Entende-se por pblicos os seguintes benefícios: a - Rede de energia elétrica b - rede de água; c - meio-fio, asfalto, abertura tos. Art. 13 - Para os efeitos deste imposto, não se considera edificado o terreno que contenha: I - Edificação temporária ou provisória que pos sa ser removida sem destruição ou alteração; II - Edificação em andamento ou paralisada; III - Edificação em ruínas, em demolição, conde nadas ou interditadas. SEÇÃO II BASE DE CÁLCULO E AL!QUOTAS Art. 10 - A base de cálculo do imposto é o valor venal do imóvel, excluído o valor dos bens móveis ne le =ntidos, em caráter permanente ou tempocário, pa ra efeito de utilização, exploração, aformoseamentÕ ou comodidade. • Are. 11 - O valor venal dos bens imóveis será a purado atravês de dados constantes no Cadastro Imobi l1rio Fiscal e atualizado por decreto do Executivo, anualmente, cm funçao dos seguintes elementos consi der.dos e conjunto o, separadamente, a critério da repareie-ao competente: I - Declracão do contribinte, desde que aceita pela Administração !aicipal; II - Abastccw.ento dc, água; III - fadices êdtos devalorização correspondente loe.1iz:.ç40 do inovel; SEÇÃO III de ruas e esgo- ISENÇÃO equipamentos Art. I4 - São isentos do pagamento do IPTU os contribuintes que atendam a uma das seguintes con dições: I - Sejam associações culturais, beneficentes , religiosas, profissionais, esportivas, sem fins 1~ crativos, relativamente aos imóveis ocupados para a prática de suas finalidades essenciais ou desti- nados ao uso do quadro social; • II - Sejam ex-integrantes da FEB que toara par te ativa em combate nos campos da Itália, bem como suas vivas, desde que o imóvel seja destinado are sidência de qualquer dos dois beneficiários ou de ambos; III - Sejam aposentados, pensionistas ou incapa zes, que comprovem renda familiar de até 02 (dois) salários mínimos vigentes no Pais, desde que se - jam proprietários ou possuidores de uma ~nica pro priedade urbana; IV - Seja:n proprietários de um .;nico imóvel no Município, cuja propriedade se constitua em resi - dência e o valor do imposto seja igual ou inferior a 3 (três) Unidade Padrão Fiscal - UPF - no dia do lançamenco. Art. 15 - As isenções constantes do artigo rior só serão efetivadas após a comprovação, interessado, do preenchil:iento das condições e quisitos previstos. ante pelÕ re- SEÇÃO IV INSCRIÇÃO Are. 16 - A inscrição no Cadastro Imobiliário Fiscal é obrigatória, devendo ser promovida, sepa radamente, para cada edificação no imóvel de que o contribuinte seja proprietário, titular do domínio ~ti ou possuidor a qualquer titulo, mesmo que be neficiado por imunidade Ou isenção. § lQ - São sujeitas a uma só inscrição, requer.!_ da com a apresentação da planta ou croqui: I - As glebas de quaisquer melhoramentos; II - As quadras indivisas de áreas arruadas; Parágrafo 2Q - A inscrição é obrigatória tam-- bê, para os casos de reconstrução, reforma e a créscimo. Art. 17 - O contribuinte é obrigado a promover a inscrição em formulário próprio, no qual, sob sua responsabilidade, sem prejuízo de outras 1n - for.nações que poderão ser exigidas pela Prefeitu- ra, declarará: . I - Seo nome, qualificação e endereço; II - Localização, dimensão, área e confronta ções do terreno; III - uso a que efetivamente está sendo dest_! nado o imóvel; IV -No caso de imóvel construído, dimensões e área de construção, n.;mero de pav"imentos e data de conclusão da construção; V - O valor constante do tÍtuio aquisitivo. Parágrafo Onico - As informações prestadas pe lo contribuinte .no ato da inscrição ou da atua11 zacão dos dados cadastrais, não implica:n-a s..a ã ceitacão pelo Fisco, que poderá revê-las a qual= quer época, independente de prévia comunicação. Art. 18- 0 contribuinte é obrigado a promo - tados da: 1, { I - Convocação eventalente feira pe4o Manil- pio; ( • II - Demolição o perecimento das ed! {caçoes oo construções existentes no terreno; . III - Aqistão oo proessa de copra do fõvel; IV - qa!sfçio o, proessa de copra de parte do terreno não constrafdo, desmembrado o, ideal; V - Posse do Imóvel exercida a qualquer tltalo, rt. 19- Os responsáveis pelo parcelamento do solo !icaci obrigados a fornecer, m:nr,:-.lln:cntc, Jo Cadastro Imobiliárto F1cal, relação dos lotes que no decorrer do ano tenham sido alienados, dcfinltl vamentc, ou n:ediante co:npro:nisso de compra e vcn - da, mencionando o noze do comprador e o endereço do eso, o nero da quadra e do lote, a fin de ser feita a devida anotação no Cadastro lmobiliario, Art. 20- O contribuinte o:nisso ocrá inscrito de ofício, observado o disposto no Are. 16. Parágrafo Cntco - Eqoipara-se ao contribuinte g misso o que apresentar for.lar1o de inscríçao co inforinaçÕes falsas, erros ou omissoes dolosas. SEÇÃO V LANÇAMENTO E ARRE.CADAÇÃO Art. 21 - 0 lançamento do imposto será anual e distinto, feito para cada unidade imobiliária autÕ noma, ainda que contiguos Ou vizinhos pertinentes a um mesmo contribuinte, observando-se o estado do imóvel em 30 de outubro do ano a q .. e corl:'esponder a lançamento. Art. 22 - O imposto será lançado em nome do prg pr1etário, detentor do doinfo til ou do possui - aor do imóvel, levando-se em conta os dados e ele mentos constantes ao Cadastro Imobiliário Fiscal. $ 1g - No caso de 1móvel objeto de compromiss'o de compra e venda, o lançamento será feito cm no me do promitente-vendedor até a inscrição do com promissário-comprador. § 22 - O lançamento do imposto do imóvel obje to de enfiteuse, osofroto oo f1deiconfsso, será e fetuado em nome do enfiteuta, do usufrutuário Ou do fiduciário. 5 39 - dificado, alguns Ou ros casos tária dos Nos casos de condomínio de imóvel não e o imposto será lançado em nome de a, de de todos os condôminos, nos dois prime! sem prejuízo da responsabilidade tribu demais pelo pagamento do tributo. Art. 23 - O contr1buinte será notificado do lan çaento do imposto via pessoal oo por edital, ã critério da repartição competente. Art. 24- O lançaeno do imposto, sempre que possível, poderá ser feito em conjunto com os de mais tributos que recaem sobre o imóvel. Art. 25 - O IPTU será lançado em roeda corren te e quantificado em UPFs (Unidades Padres F1sca is)., tomando - se cama base u valor da UPF do G do lançamento. § 12 - O parcelamento, bem como o prazo para o pagamento serão fixados anualmente, por regula - mento do Poder Executivo. $ 29 - Será concedido desconto de: I - 20% para pagamento de uma só vez; II - 10% para quitação do parcela:nento, desde que o contribuinte esteja em dia co as parcelas anteriores. Art. 26 - O valor mínimo para efeito de cobra ça será: I - Imposto Predial 0,80 (oitenta centésimos ) da UPF; II - Imposto Predial e Territorial Urbano 0,40 (quarenta centésimos) da UPF. Art. 27 - 0 pagamento do imposto não 1plica re conhecimento, pela Prefeitura Municipal, para qua isq .. er fins, de legiti:nidade da propriedade do do ínio til ou da posse do bem ióvel. ' SEÇÃO VI PENALIDADES Are. 28 - erã aplicada ao contribuinte que não cumprir o disposto no_Artigo 18, multa equivalente a.l (uma)Unidade ~adrao Fiscal do Município. Art. 29- será aplicado ao contribuinte que não cumprir o dispost_o no Artigo 19, alta equivalente a 1,5 UPF do Manicip1o. ' Art. 30 - AS multas a que se referem os 28 e 29 deste Código, serão devidas por a exercícios, até o integral capriento das ç0es. Are. 31 - A falta de pagamento do tributo nos vencimentos fixados sujeitar o contribuinte: I- À correção monetária do valor dos créditos tributarias; II - À multa de 10% sobre o valor do débito cor rigido monetariamente, atê 30 dias do vencimento; III - A alta.de 20: sobre o valor do dêbito cor rigido monetariamente, a partir do 319 dia de ve- cimento; • Artigos ou mais obriga- IV_ - A cobrança de Juros moratórios' à razão de 1: ao pes, Incidentes sobre o valor do débito conlill! do monetarlamente no ato do efetivo pagamento. IOR'.MI, TRL A DA ') .IRA LI{R!O »+ I0.a1 (l ·------ __Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS {íili Trinitário Municipal - Lei l 966 de 20 de Dezembro de 1993 ,._ a CAP !'J t;l,() J l IAPOSIO 0RE _SERVI,03 DE. QUALQUER NATUREZA SEÇÃO I - FATO GF.RADOR 1. CONTRIBUI E Art. )2 - 0 Imposto Sobre Serviços de Qualquer !a toreza "ISS" tem cono fato gerador a efetfva prestá cão de serviços por eupresa oo proftss1anal aat@no o, co oa uen estabeleciento ffxo, dos serviços da lista abafxo, ou que a eles posa uer equipara doo: I - Médico, Inclusive análises clInfcas, eletrt cidade médica, radfoterap1a, ultra-sonograf ta, ra diologia, tolllografia o congêncreG; II - lloup1tu1s, cl!nlcao, oanatórios, laboratóri os de análise, ambulatórios, pronto-socorros, man! contos, casas de sade, de repooso e de recuperação e congenere; 111 - Bancos de sangue, leite, pele, olhos, sê - mcn e congênerea; IV - Enferweiros, obstetras, ortÓpicos, fonoau - diólogos, protéticos (próteses dentárias) ; V - Assistência mêdtca e congêneres conforme pre visto nos !tenn 1, 2 e 3 desta lista, prestados a: travée de planos de medicina de grupo, convênios,in clusive cow empresas para aasistiincia a empregados; VI - Planos de saúde, prestados por empresa ,que não esteja incluída no !tem S desta lista e que se cumpram através de serviços prestados por tercei ros, contratados pela empresa ou apenas Pagos por e las, mediante indicacão do beneficiário do plano; VII - Médfcos veterinários; VIII - Hqspitais veterinários, clínicas veteriná rias e congeneres; IX - Guarda, tratamento, amestramento, adestra - mento, embelezamento, alojamento e congêneres, rela tivos a animais; - X - Barbeiros, cabeleireiros, manicures; pedicu r~s, tratamento de pele, depilação e co"7igêneres; XI - banhos, ducha, sauna, massagens, ginãstica e congêneres; XII - Varrtção, coleta, remoção e incineração de lixo; XIII - L1apeza e dragagens de portos, rios e ca nais; XIV - Limpeza, manutenção e copservação de imóve is, inclusive vias p~blicas, parques e jardins; XV - Desinfecção, imunizacãõ, higienizacão, des ratização e congêneres; XVI - Controle e tratamento de afluentes de qual quer natureza e de agentes físicos e biológicos; - XVII - Incineração de resíduos quaisquer; X1111 - Lilllpeza de chaminés; XIX - Saneamenro ambiental e congêneres; XX - Assistiincia técnica; XXI - Assessoria ou consultoria de qualquer natu reza, não contida cm outros !tens desta Lista, orga nizacão, programação, planejamento, assessoria, pro cessamento de dados, consultoria técnica, financci= ra ou administrativa; XXII - Planejamento, coordenacão, programacão ou organizacão técnica, financeira ou ~dministrativa; XXIIl - Análise, inclusive de sistemas, exames , pesquisas e informações, coleta e processamento de dados de qualquer natureza; XXIV - Contabilidade, auditoria, guarda-livros , técnico em contabilidade e congêneres; lD,.'V - Perícias, laudos, exames técnicos e análi- ses cl{Jiicas; XXVl - Traduções e interpretações; XXVII - Avaliação de bens; XXVlll - Datilografia, estenografia, expediente, secretaria em geral e congêneres; XXIX - Projetos, cálculos e desenhos técnicos de qualquer natureza; XXX - Aerofotogrametria (inclusive in~erpreta cão , mapeamento e topografia); XXXI - Execução, por administração, -,cpreitada Ou sub-empreitada de construção civil, de obras hidrá~ licas e outras obra·s semelhantes e respectiva enge pharia consultiva, inclusive serviços auxiliares ou complementares (exceto o fornecimento de mercadori as produzidas pelo prestador de serviços, fora do 1~ cal da prestacão de serviços, que fica sujeito ao I!:: Ms); XXXII - Demolição; XX:Xlll - Reparacão, conservação e reforma de edi f!cios, estradas, pontes, portos e congêneres (exce to o fornecimento de mercadorias _produzidas pelo prestador de serviço fora do local da prestação dos services, que fica sujeito ao ICMS l..; XXXlV - Pesquisa, perfuracão, cimentação, perfi lagem, estimulacão e outros serviços relacionados com a exploração de petróleo e gás natural; XXXV - Florestamento e reflorestamento; XXXVI - Escoramento e contenção de encostas e serviços congeaeres; XXXVII - Paisagismo, jardinage e decoração (ex ceto o fornecimento de mercadorias, qu« fica suje_! to ao 1CMS); XXXVIII - Raspagem, calafetação, polimento, lus tracão de pisos, paredes e divisórias; XXXIX - Ensino, instrução, treinamento, ava.lia - cão de conhecimentos, de qualquer grau Ou natureza; XL- Planejamento, organização e ad!nistracão de feiras, exposições, congressos e congêncre.s; XLI - Organizações de festas e recepções "buffct" / (exceto o fornecimento de alimentação e bebidas)_; XLII - Administração de bens e negócios de ter ceiros. e da consórcio; XLIII - Administração de fundos :r..:tuos (exceto a rea!fzada por fnst!ta!çe f1nane!ras ator!za das pelo Banco Central ; XL.IV - Agenciamento, corretaens ao Itere d1açõe de Gblo, de earos e de planos de pre vidência privada; - XL- Agencfazento, corretagemn o fntereda çies de t!talos q0a1sqer (exceto os servi,os e xecotados por Inst!toldes autorizadas pelo Ban co Central XIV - Agenciamento, corretagem oa Intenzed1a ções de dtre!tos de propriedade Indastrt l, ar tística ou literária; XLVII - Agenciamento, correta e:n ou 1nter.r.e - diações de contratos de franqala (franchtse) e de faturação (factoring) 'exceto os serviços presta dos por fnst!tafçõe autorizadas pelo Banco Cen tral; XLVIII - Agenciamento, organização, prooção e execução de prograr.ias de turisu:os, passeios, / excursões, guias de turiGmo e congêneres; XLVIX - Agenciamento, corrctagco Ou inten:i" - diaçÕes de bens móveis e in1Ôveir; não abrangidos nos !tens XLIV, XLV, XLVI e XL'II; L- Despachantes; LI - Agentes de propriedade industrial; LII - Agentes de propriedade artística ou li terária; Lill - Le11Ões; LIV - Regulação de sinistros cobertos por con tratos de seguros, inspeção e avaliação de ris - cos para cobertura de contratos de seguros, pre venções e gerência de riscos seguráveis, presta dos por quem não seja o próprio segurado ou co~ panhia de seguro; LV - Armazenamento, depósito, carga, descar - ga, arrumação e guarda de bens de qualquer espé cie (exceto depósitos feitos em instituições fi nanceiras autorizadas pelo Banco Central~ LVI - Guarda e estacionamento de veículos au- tomotores terrestres; LVII - Vigilância ou segurança de pessoas e bens; LVIII - Transporte, coleta, remessa ou entre ga de bens ou valores, dentro do território do Município; LIX - D!versões públicas; a - cinema, "taxi-dancings" e congêneres; b - Bilhares, beliches, corridas de animais e outros jogos; e - Exposições com cobrança de.ingresso; d - bailes, shows, festivais, recitais e con gêneres, inclusive espetáculos que seja também transmitidos, mediante compra de direitos para tanto, pela televisão ou pelo rádio; e - Jogos eletrônicos; f - Competições esportivas ou de destreza f sica ou intelectual, com ou sem a participação de expectador, inclusive a venda de direitos à trans missão pelo rádio ou pela televisio; - g- Execução de dsica, Individualmente ou por conjuntos. LX - Distribui cão e venda de bilhestes déüote • ria, cartões, pules ou cupons de apostas, sortel OS Ou prêmios; LXI - Fornecimento de m~sica mediante transm.1s são por qualquer processo, par vias públicas o ambientes fechados (exceto tras:nissões radiofôni cas ou de televisão); LXII - Gravação e distribuição de filmes e vi deoteipes; LXIll - Fonografia Ou gravação de sons Ou ruí dos, inclusive trucagem, dublagem e mixagem sono ra; LXIV - Fotografia e cinematografia, inclusive revelação, ampliação, cópia, reprodução e traca - ge; LXV - Produção, para terceiros, mediante ou sem encomenda prévia, de espetáculos, entrevistas e congêneres; LXVI - Colocação de tapetes e cortinas, com a terial fornecido pelo usuário final do serviço; LXVll - Lubrificação, li:npesa e revisão de má quinas, veículos, aparelhos e equipamentos (exce to o fornecimento de peças e partes)• LXVIII - Conserto, restauração, ma'nutencão e conservação de máquinas, veículos, motores, eleva dores ou de qualquer objeto (exceto o fornecben= to de pecas e partes); LXIX - Recondicionamento de motores (O valor das peças fornecidas pelo prestador de serviço fi ca sujeito ao lCMS )_; LXX - Recauchutagem ou regeneração de pneus p~ ra o usuário final; LXXI - Recond.icionamento, acondiciona:nento, pin tura, beneficiamento, lavagem, secage, tingimen to, galvanoplastia, anotlização, corte, recorte·, po limento, plastificação e congêneres, de objetos não destinados a industrialização Ou comercializ~ ç.ao; LXXII - Lustração de bens móveis quando o ser viço for prestado pelo usuário final do objeto lustrado; LXXIU - Instalação e montagem máquinas e equipamentos, prestados nal do serviço, exclusivamente com le fornecido; LXXIV .- }íoni:agem industrial, pr-estada ao usua rio final do serviço, ex=lusiva:nente CO::l ::iater-ial por ele fornecido; de aparelhos, "º usuiirio fi mnterial por .!ô 12. sos, de nhos; LXXI - Copos!çio rifta, [otocoo tio, cl! cherta, z!ncografta, !!tora!ta e fotolitora!!a; LX'VII -- Colocação de moldaras e a!ins, encader nação, raação e dooração de livros, refostas e cor êneres; LXXVII - Lor.ão de bens vefs, fnlasfve rendamento rercant!l; LXXLX- Farera!s; LXXX- Alfa!atar!a e costora, quando o ater!al for fornecido pelo usuárto final, xceto aviaren - Cóp! os reprado ao, t doorentos eoutros papé! Goa{aer pre planta o, dese- r- tos; LXXXI- Tintarar!a e lavanderta; LXXXII - tax!der1a; LXXXIII - Recrutamento, agencLnento, sele ão co locação oa fornectento de io-de-obra, esmo em ca ráter tesporárto, tnclas!ve por eprezados do pres tador de serviço oa por trabalhadores avulsos por! le contratados; LXXXIV- Propaganda e publicidade, Inclusive pro oção de vendas, planejaento de campanhas ou sfsté mas de publicidade, elaboraciio de desenhos, textos e de::iais r-:ateriais publicitários (exceto ª"ª ir.:pre~ são, reprodução o, fabricação); LXXXV- Vetcalação e divulgação de textos, dese nhos e outros :nateriais de publicidade, por qual - quer meio (exceto em jorrois, periódicos, rádioa e televisão); LXXXVI - Serviços portuários e aeroportuários, / utilização de porto ou aeroporto, atracação, capata zia, annazenage:n interna, externa e especial, supri mento de água, serviços acessórios, :novimentacão de mercadorias fora do cais; LXXXVII - Advogados; LXXXVIII - Engenheiros, arquitetos, urbanistas a grônomos; LXXXIX - Dentistas; XC - Economistas; XCI - Psicólogos; XCII - Assistentts sociais; XCIII - Relações Pblfcas; XCIV - Cobranças e recebi:nentos por conta de ter ceiros, inclusive direitos autoria1s, protestos de títulos, sustação de protestos, devolução de títu los não pagos, manutenção de títulos vencidos, for neci:nentos de posição de cobranças Ou recebimentos e outros serviços correlatos de cobrança ou recebi menta (este Íte:n abrange também os serviços presta dos por instituições autorizadas pelo Bancá Cen ~ tral ; XCV - Instituições financeiras autorizadas a fan cionar pelo Banco Central do Brasil: forneci:Dcnto d; talões de cheques; emissão de cheques administrati vos; transferênciqsde fundos; devolução de cheques; sustação de pagamento de cheques; ordens de paga:nen to e de crédito, por qualquer meio; emissão e reno vação de cartões magnéticos; pagamentos por conta de terceiros, inclusive os feitos fora do estabele cimento; elaboração de ficha cadastral; aluguel de cofres; fornecimento de 2§ via de avisos de lança - mento de extratos de contas; emissão de carnes (nes te Ítec não está abrangido o ressarciento a inst! tuiçÕes financeiras, de gastos com portes do corre io, telegramas, telex e teleprocessacento, ·necessá rio a prescação,ru, serviços): XCVI - Transporte de natureza estritamente muni· cipal; XC111 - Comunicações telefÕnicas de um para o~ tro aparelho dentro do mes□o município; XCVIII - Hospedageehotéis, otéts, pensões e congêneres (o valor da al.ii::::.entacão, quando .1.nc.lu!dc, no preço da diária, fica sujeito ao 10!5)· XCVIX - Distribuição de bens de terce{ros e re presentação de qualquer natureza; § 12 - Fica autorizado o Poder Executivo M..nici pal, através de regulamento, a atualizar a lista de services a que se refere este Artigo, sei:,pre que a mesma for alterada por legislação pertinente. $ 22- Exclue-se da incidência desse i:nposto os serviços compreendidos na co:npetência tributária'/ da Uniio e dos .Estados. $ 39 - Os serviços incluídos na lista ficam su jeitos apenas ao imposto previsto neste artigo,a.in da que Sua prestação envolva o forneciento de e cadorias, salvo nos casos dos Itens XXXI, XXXIIl,/ XLI, ll"Vll, LXVIII e LXIX da lista de serviços. $ 4g - O contribuinte que exercer-, ell! caráter. -;,e!_ manente Ou event~al, mds de uma das atividades re lacionadas O~lista de serviços, ficará sujeito aÕ icposto que incidir ·sobre cada uma delas, inclusive quando se tratar de profisisona.l autÕno:o. Art. 33 - O contribuinte do 1:::posto é o presta dor de serviço, pessoa físicaº" jurídica, com ou se::, estabelecil:tento fixo, que exerça, -habitual ou temporariamente, individualmente ou em sociedade qualquer das·atividades especificadas na lista de serviços. Parágrafo Onico - As pessoas físicas oo ardi cas são solidariamente responsáveis pelo pag=en'.o do i:nposto relativo_ aos services ã elas prestadas por terceiros, se nao exigire do prestador de se.r viço coprovaçio da respectiva inscrição no cadas tro de contribuintes do imposto. Art. 34 - O Imposto Sobre Serviços será devido ao ManicIp1o de Bela Vista: I - No caso das atividades de cortst ruçã.o civil, .IOHHAI. 'IHTl!:t'IA UA I-IHll'ITP.JRA DJÃJ<IO Rl'.C:10 AI. BELA VISTA/MS, 25 DE DZEMERO DE. 1993 qordo a obra se local!zar dentro do seu terrió - r lo, a Inda qoe o prestador tenha estabelecimento ou domfc[lo trtbatárlo fora deles; II - No casos das de:ls atividades, quando o estabeleci:ento ou o dorlc[lo tribotárlo do pres tador se local{zar no território do Município, e1n <la que o serviço seja prestado fora dele. flrt, 35 Entende-se por cstr.bclecimcnto presta dor o loca 1 onde seja executados, administrados , fiscalizados, planejados, contratados ou organiza dos os serviços, total oo parcialmente, do nodo permanente ou temporário, sendo irrelevante para soa caracterização a denominação de séde, filial , agência, sucursal, escritório, loja, offc1na oo qualaquer outras que venham a ser utilizadas, Art. 36 - A incidência do imposto independe: I - Da existência de estabelecimento fixo; II - Do cumprimento de quaisquer exigências le ,;,.is, regulamentares ou administrativas, relativas a prcstõcâo de servico, sem prejuízo das cominacõ es cb[vels; III - Do recebimento do preço ou do resultado - econômico da prestação de serviços. SEÇÃO II BASE DE CÁLCULOS E AL!QUOTAS Preíeitura Municipal de Bela Vista· - MS {Clino Tribtário Municipal - Lii l 966 de 20 de lezmbro de 1993 c0 o contrtbInte deve fazer Inscrtções d!st!n- Art. 37 - A base de cálculo do imposto é o pre ço do serviço sobre o qual será aplicada a al!q ... o ta segundo o tipo de service prestado e de confor midade com a tabela 1 constante desta Lei. § 1~ - O imposto será calculado através da apli cacão de alíquotas fixas sobre a Unidade Padrão Fis cal do Município, quando: - I - A prestação de serviços se der sob a forra de trabalho pessoal do próprio contribuinte, sem considerar as importâncias pagas a título de remu neração do respectivo trabalho; II -Os serviços a que se referem os !tens I, IV, VII, XXlV, LI, LXXXI, LXXXVIII, LXXXIX, XC e CXI , da lista do Artigo J2 forem prestados por socieda des. § 2Q - Considera-se trabalho pessoal do próprio contribuinte, para os efeitos do inciso Ido § lQ, ou por ele executado pessoalmente, com •O a ... x!lio de atê 02 (dois empregados.) Art. 38 - 0 imposto será calculado: I - na hipótese do inciso II do§ lQ do Artigo anterior, pela aplicação das alíquotas constantes da tabela l que integra este Código, multiplicada pelo n~mero de profissionais habilitados, sócio,em pregado Ou não, que prestem serviços cm nome da se ciedade, embora assumindo responsabilidade pesso - al, nos termos da lei aplicável; II - Nos demais casos, pela aplicacão, sobre o preço dos serviços ,das alíquotas relacionadas na Ta bela I que integra este Código. Artigo 39 - Será arbitrado o preca do serviço , mediante processo regular, nos seguintes casos: I - Quando se apurar fraude, sonegacãÓ ou omis são, ou se o contribuinte praticar atos dolosos vi sanda embaraçar o.exame de livros ou documentos ne cessários ao lançamento e à fiscalizacào do tribu= to, ou se não estiver inscrito no cadastro fiscal; II - Quando o contribuinte não apresentar sua guia de recolhimento e não efetuar o pagamento do imposto sobre serviços de qualquer natureza no pra zo legal; III - Quando o contribuinte não exibir à fisca lização os elementos necessários á comprovacão do respectivo montante tributável,' inclusive nos ca - soe de perda o extravios dos livros ou documentos fiscais; IV - Quando o resultado obtido pelo contribuin te for economicamente inexpressivo, quando for di fícil a apuração do preca, ou quando, a, prestação do serviço tiver caráter transitório ou instável, § lQ - Para o arbitramento do preca do service serão considerados, entre outros elementos ou ind! cios, os lançamentos de estabelecimentos semelhan tes, a natureza do service prestado, o valor das instalações e equipamentos do contribuinte, sua lo calização, a remuneração dos sócios, o nero ae empregados e seus salários. § 2Q - Nos casos de arbitra::iento, a so::ia dos pre ços, em cada mês, não poderá ser inferior à- somã das ocguintes parcelas referentes ao mês considera. do: - I - Valor das matérias-primas, combustíveis outros materiais consumidos; II - Total dos salários pagos; III - Total da remuneração dos diretores, pro - prietários, sócios ou gerentes; IV - Total das despesas de ág ... a, luz, força e te lefone; V -- Alaguel do Lôvel e das ãqainas e equipa - :ne.ntos utilizados para a prestação dos servic'as,ou II do valor desses bens, se forem próprios. e SEÇÃO III DISCRIÇAO Art. 40 - 0 contribuinte deve promover a sua ins criço no cadastro fiscal de prestadores de servi ç0s no prazo de 30 dias contInos, contados da da ta do início de ss atividades, fornecendo à Pre- feitura os elementos e Informações necessirias pa ra a correta fiscalização do tributo, nos for:alá rios oficiais próprios, Ig - Para cada local de prestação de servi - tas. $ 2g - A Inscrtço não faz presa!r a aceita - o, pela Prefeitura, dos dados e Informações a presentados pelo contribuinte, os quais podem ser ver!ficados para fins de lançamento. Art. 4I - 0 contribuinte deverá atualizar per manentemente sua inscricão no cadastro fiscal, fi cando obrigado a comunicar as alterações que 60 v~ rificarc~ eo seu estabeleci:nento, bem como a ces sacio temporária ou definitiva de sua atividade , nos prazos estabelecidos en regulamento. Art. 42- A Prefeitura exigirá dos contribuin tes a emissão de nota fiscal de serviços e a uti l1zacão de livros, formulários, ou outros ·docu:nen tos neccssarlos ao registro, controle e fiscalizn çao dos serviços ou atividades tributáveis, seo - Pre que tal exigência se fizer necessaffa em ra - zao da peculiaridade da prestação. $ 1g - 0 regulamento estabelecerá Ôs modêlos cfe livros e notas fiscais, forma e prazo para sua es crituração e emissão, dispensa ou obrigatoriedade de manutenção de determinada; livros ou documen - tos fiscais de acordo com a natureza dos serviços ou ramo de atividades, $ 29 - 0s documentos fiscais nio poderão ser! mendados ou rasurados de modo a lhes prejudicar a clareza ou veracidade. Art. 43 - O impo.sto:ãre ,Jlervicos de natureza deve ser calculado pelo próprio inte, mensalmente. PARÃGRAFO Onico - Nos casos de diversões p~bli cas, se o prestador de serviços não tiver estabe lecimento fixo e permanente no M ... nicÍpio, o 1mpos to será calculado diáriamente. qualquer contribu Art, 44 - O imposto será calculado pela Fazen da Municipal anualmente nos casos: I - Da prestação de serviços a que se referem os !tens I, IV, XXIV, LI, LXXXVII, LlOOCVIII, ..... LXXXIX, XC, XCI, XCII e XCIII da lista do Artigo 32; II - Em que o serviço seja prestado comprovada mente sob a forma de trabalho exclusivamente pes= soal do próprio contribuinte, independentemente/ de ter ou não formacão técnica, científica ou ar tística especializada, com atuação profissional/ autônoma. Art. 45- Tratando-se de lançamento de ofício, o contribuinte será notificado em seu domicílio/ tributário, acompanhado do auto de infração e im posição de multa, se houver, com prazos fixados pa ra pagamento superior a 20 dias de recebimento. Art. 46 - Quando o contribuinte quiser compro var sem documentação hábil, a critério da Fazenda Municipal a inexistência do resultado econômico, / por não ter prestado serviços tributáveis pelo Mu nicípio, deve fazer p comprovacão no prazo gstabe lecido por este Código para o recolhimento do ui= posto, Art, 47 - O prazo para homologação do cálculo do contribuinte é de 5 anos, contados da ocorrên cia do fato gerador, salvo se comprovada a exis - tência de dolo do contribuinte, fraude ou simula cão pelo sujeito passivo. - Art. 48 - A autoridade competente poderá, por ato próprio, fixar o valor do imposto por estima, tiva, quando: I - Se tratar de atividade exercida em caráter provisório de natureza temporária; II - Se tratar de contribuinte de rudimentar/ organizacão comercial; III - O contribuinte não tiver condicÕes de e mitir documentos fiscais ou deixar, sistematica - mente, de cumprir as obrigacões acessórias previs tas na legislação vigente; - IV - O contribuinte reiteradamente violar o dia posto na-legislação tributária municipal; - V~ Nos demais casos, em que se evidencia a ne cessidade de tratamento fiscal específico, a cri= têrio da autoridade pertinente. § lQ - O valor do imposto lançado .por esti::iàti va será expresso em UPF, e levará em consideracão:. I - O tempo de duração e a natureza específica da atividade; II - O preca corrente dos serviços; III - 0 local onde se estabeleceu o contribuin te. $ 2g - 0 contribuinte sujeito ao regine de es timativa poderá, a critério da autoridade cope - tente, ficar dispensado do uso de livros fiscais e emissão de documentos. Art. 49 - O imposto ao ser fixado por estima.ti va, a critério da FAzenda Municipal, observará as seguintes nor.nas relativas ao cálculo e recolhi menta do tributo: I - Informações fornecidas pelo contribuinte e outros elementos inforoativos, inclusive estudos de Órgãos p~blicos e entidades de classe direta - mente vinculados à atividade; II - Valor das matérias-pr:1.cas, combustíveis e outros materiais cons.r.:ú.dos; 0 III - Total dos salários pagos; IV - Total da renoneração dos diretores, pro - prietários, sócios ou gerentes; V -·Total das despesas de água, luz, forca e telefone; VI - Alogael do Lóvel e das iquIns e equipa mentos utilizados para a prestaçao dos serviços,oo 17 do valor desses bens, se forem próprios. $ 12- 0montante do imposto ssi stlado e rã parcelado para recolhento em prestações mensg is. $ 2g - Findo o período fixado pela administra - ção para o qual se fez a estimativa, o, deixando o sIstema de ser apltcado por qualquer otfvo, era apurado o preço real doa serviços c o r:iontonto,: do inposto cfetiva:::cntc devido pelo sujeito p,wnivo no período considerado. $ 39 - Verificada qualquer diferença entre o mon tantc recolhido e o apurado, sera ela: I - Recolhida dentro do prazo de 30 dias, conta doo da data do encerramento do período considcrndÕ quando favorável ao Fisco; II - Restituída oo coapensada, mediante requer! .mento do contribuinte, .. ª ~ apresentado dentro do prazo de 30 dia~~ cptados da data do encerramento ou cessação da ddoção do sistema, quando favorável ao sujeito passyo, salvo quando, no exercfc1o,ho. ver sido apurada. por.qualquer forma, soncgaçao do imposto pelo contribuinte, § 4Q - O enquadramento do sujeito passivo no rg gime de estimativa, a critério da Fazenda Munici - pal, poderá ser feito individualmente, por catego ria de estabelecimento ou por grupo de atividades, § 5Q - A aplicação do regime de esti::1ativa pode rá ser s ... spensa a qualquer tempo, mcsino não ,tendo findado o exercício ou período, a critério da Fa - zenda Municipal, seja de modo geral, individ ... al ou quanto a qualquer categoria de estabeleciento, oo por grupos de atividades. § 6Q - A autoridade fiscal poderá rever os valo res estimados para determinado exercício ou per!o= do e, se for o caso, reajustar as prestações subse quentes à revisão. - Art. 50 - Os contribuintes enquadrados nesse rc gime serão comunicados, ficando-lhes reservado o di reito de reclanação, no prazo de vinte dias, cotz dos do recebimento da conicação. SEÇÃO IV ARRECADAÇÃO Art. 51 - O imposto será recolhido mensalmente, aos cofres da Prefeitura Municipal, mediante o pre enchimento de guias especiais, independentemente 7 de prévio exame da autoridade administrativa, até o quinto dia do mês subsequente ao vencinento. Parágrafo Cnco - Nos casos de diversões p~bli cas, se o prestador de serviço não tiver estabele cimento fixo e permanente no Município, o imposco será recolhido diáriamente, dentro das vinte e qua tro horas seguintes ao encerramento das atividades do dia anterior. Art. 52 • Nos casos dos incisos I e II do Arti go 44, o imposto se:á recolhido pelo contribuinte, anualmente, em uma unica parcela no vencioento e 1~ cal indicados. § lQ - O pagamento do imposto poderá ser anteci pado em até trinta dias co desconto de 107. § 2Q - O pagamento do inposto poderá ser efetua do em até 2 (duas prestacôes iguais, nos vencioeÕ tos e locais indicados no aviso de lançamento, ob= servando-se entre o pagamento de u.-:ia e outra pres taçao, o intervalo ínio de 30 dias co::i acréscimo de 10%. Art. 53- As diferenças de 1posto,,apuradas e levantamento fiscal, constarão de auto de infração e serao recolhidas dentro do·prazo de vinte dias/ cont!nuos, contados da data do recebimento dares pectiva notificação, se prejuízo das penalidades/ cabíveis. SEÇÃO V NÃO INCIDfNCIA Art. 54- O imposto sobre serviços de qualquer natureza não incid b ~ e so re os seguintes serviços / prestados: I - Por contratos de relacào de e:nprego e pelos assalariados definidos er leis trabalhistas, pres tacoes de trabalho e terceiros· II - Por trabalhadores avulsos: III - Por diretores, adinistradores, s6cios ge rentes e menbros de conselhos consultivos e fisca is de sociedades; IV - Por servidores públicos federais, estada is, municipais ou autarquices, inclusive os inati vos a:nparados pe.las respectivas legislaçÕe~ que 05 definam como tais. SEÇÃO VI ISENCOES Art. 55 - São i.sentos do imposto sobre serviços de qualquer natureza: _I- Os serviços prestados por profissionais au tonomos, nao estabelecidos e caracterizados trabalhos físicos ou artesanais; coo II - Os prestados por associações culturais; III - Os de diversão pblica, coa fins benef! - centes os considerados de interesse da conidade pelo orgao de Educaçao e Cultura do Município. SEÇÃO VII - PENALIDADES Art. 56 - As infraçoes as disposicoes deste Ca• p!tulo serão p id un1 as com as seguintes penalidades: I - Malta equivalente a 3 lJ1>Fs do Munic!pio,nos casos de: 1 J D1RIO REGIONAL E' VI / 2 Dr 199 Á.IA 0 --·----·-·-·---~---- ------ ---- --------- --- --- -------- Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS tCilia Triintirio Municipal - Lei l 966 de 20 de Dezembro de 1993 a - Mao comparecimento r,p..rt! " • + 3, 1, t { g, • , - a t M f e[, ·, •• Pal Soo propria do q0ando qo lqot ln ro do rcor, dor ! ivi s ± r r: !eo - ia ao trator L l 'fana(cip:o, pa r a solleltar a Inscrição no Cadastro aados no trrl.ir!o do 'nfcf, to, quota parte c.. nome est o { d to Artt,o, a HIcl de Prestadores de Serviço, o, anotação das fo valor seja maior do qoe o valor da quota parte a rio 'os pel SF, alteraçoes ocorridas; que lhe C devida da total!dade dos bens, n!d!n- b- Inscrlo oo soa alteraço, comunlcação de do obr diferença; venda o, transferêncfa de estabelecimento e encer- XIV - A aqalsiçio de terras devolutas; ratento ou transferêncta de ramo de atlvIdade, a- XV - Qafsquer oatros atos ou contratos transla po o prazo de trinta dias contados da data d o- tfvos da propriedade de Imóvel e de direitos a e- correncLa do evento. les relativos, situados no territór lo do !'.vn Ic [ II - Multa equivalente a 10Z elo imposto devido, p1o, safe!tos a transcrição, na fora da Le!. que sera aparada pela fiscalização, en decorrência Parágrafo Cfco - Ser devido novo Imposto: de arbitramento do preço, observada as disposições I - Quando o vendedor exercer o direito de pre- do Artigo 39, Incisos e parágrafos desta Lei, nos lação; casou de: II - No pacto de rclhor ccprador; a - Falta de livros fiscais; III - Na retrocessão; b - Falta de escrituração do imposto devido; IV - t-:a retrovcnd,1. c - dados Incorretos na escrita fiscal ou docu- mentos [iocais; d- Falta do número de Inscrição no Cadastro de Prestadores de Serviço cm documentos [iscais• III - Multa 2quivalentc a l UPF nos casos de: " Fnlta de declaração de dadoa; b - Erro, omissão ou falsidade na declaração / dos dados. IV - Multa equivalente a 2 UPFs nos casos de: a - Falta de emissão de nota fiscal ou outro do cumcnto emitido pela Administração Municipal; - b - Falta ou recusa de exibição de livros, no - tas ou documentos [iscais; c - Retirada do estabelecimento ou domicílio do prestador, de livros ou documentos fiscais, exceto nos casos previstos em regulamento; d - Sonegação de documentos para a apuração do preço dos serviços; e - Embaraço ou impcdiraento ã fiscalização. Parágrafo Onico - A falta de pagamento do impos to no prazo fixado no Artigo 52 e seu Parágrafo 22 ou, quando for o caso, no prazo fixado no Are. 53, sujeitará o contribuinte: I - A atualização monetária do valor cios crêdi tos tributários; II - A multa de 107 sobre o valor do débito atua lizado ele acordo com o índice oficial de inflaçãÕ até trinta dias do vencimento; III - A multá de 207. sobre o vtlor do débito a tualizado monetariamente, a partir do 312 dia do vcnc i:nc n to; IV - A cobrança de juros moratórias de 17. sobre o valor atualizado monetariamente. JORNAL, 'TRIIJNA DA PINTE.ARÁ CAPITULO III UIPOSTO SOBRE A TRANSMISSAO DE BENS IMÕ'EIS E DE DIREITOS A ELES RELATIVOS SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Are. 59 - O contribuinte do Imposto é: I - 0 adquirente oa cessionário dos bens ou d1- rcilos transmitidos ou cedidos; II - Na permuta, cada um dos permutantes, Parágrafo Cnfco - !as transntssoe oa cesses / que se efetuarem sen o recolhIento do posto de vido, ficam solidar tarente responsáveis por estepa ganento o transmitente e o cedetce, conforme o ca so, SEÇÃO II - NÃO lNCIDtNCIA Art. 60 - O imposto nao incide sobre a transmis são de bens móveis e de direitos a eles relativos~ quando: I - Efetuada para a sua incorporação ao patrlm~ nio de pessoa jurídica cm realização de capital; II - Decorrente de fusão, incorporação ou excin cão de pessoa jurídica. - $ 1g - O disposto nos incisos 1 e II deste Arti go não se aplica quando a pessoa jurídica adquircÕ te tenha como atividade preponderante a compra e venda desses bens ou direitos, locação de bens inó veis ou arrendamento mercantil. § 22 - Considera-se caracterizada a atividade/ prepon<lcrantc referida no parágrafo anterior, quan do mais de 507. da receita operacional da pessoa j: rídica adquirente, nos dois anos seguintes ao da aquisição, dccor rcr ele vendas, administração ou ces são de direito a aquisição de imóveis. - $ 3g - Verificada a prepondcrãneia a que se re ferem os parágrafos anteriores, tornar-se-á devido o imposto, nos termos da lei vigente à data da a quisição, sobre o valor atualizado do imóvel Ou dos direitos sobre ele. BASE DE SEÇÃO III CALCULO E AL1QUOTAS Are. 57 - O imposto sobre a transmissão de bens imóveis e de direitos à eles relativos, mediante! to oneroso "inter vivos" têm como fator gerador: I - A transmissão, a qualquer título, da pro - pricdadc ou domínio ~til de bens imóveis, por natu reza ou acessão física, confon:ic definido na, lei civil; II - A transmissão, a qualquer título, de direi tos reais sobre imóveis, exceto os direitos reais de garantia; III - A cessão de direitos relativos às trans - missões referidas nos incisos anteriores; Art. 58 - A incidência do imposto alcança os se guintes atos: I - A compra e venda de bens imóveis e atos e~ quivalentes oo a cessão de direitos deles decorren tes· ÍI -A incorporação de bens imóveis ou· direitos reais ao patrimônio de pessoa jurídica, ressalvado o disposto nos incisos I e II do Artigo 64; III - A compra e venda de benfeitorias, excctu~ das as indenizações daquelas feitas pelo proprict! rio ao locatário; - IV -- A arrematação, adjudicaçao e remissão hasta pblica de bens imóveis; ' - O excesso do quinhão lançado por um dos cõ~ Juges, em separação judicial ou divórcio, na divi são do patrimônio comum, para efeitos de dissolu - cão da sociedade conjugal; _ VI - A instituição e a substituiçao íideicomis- sária; •- VII - A sub-rogação de bens inalicnaveis; /III - A constituição de enfiteuse e subenfitc~- se; - IX- A transa!ssão da propriedade de bens ióve is, sem prejuízo do disposto nos incisos anterio - tes, e consequência de: a - dação cm pagamento; _ b- Sentença declaratória de usucap1ao; c - Mandado cm causa propria e seus substabele cimentos, quando configurar transaçao e? instru - menta contiver os requisitos essenciais a compra e venda; d - Copronissos de compra e venda quitado, in- clusive cessõcs de direitos dele decorrentes; X- A cessão de direitos de usufruto sobre bens imóveis• XI -•A transferência de direito sobre constra - cão ex.istente cc terreno alheio, ainda que feita ao proprietário do solo; - - XII _ A permuta de bens inoveis ou de direitos.a eles relativos; _ XIII - Torna o, reposso lhas, em virtude de sepracao cm que ocorra nas parti judici.'11 ou divórcio Art. 6l - A base de cálculo do imposto é ova - lor dos bens ou direitos transmttidos Ou pactuados no negócio jurídico, avaliado e fixado pelo Órgão competente da Municipalidade. I - O valor da base de cálculo do imposto, será apurado por dados constantes no Cadastro Icobiliá rio fiscal, através dos quais o Poder Executivo a naalnente edita a Planta genérica de Valores, refc rida no artigo li e seu parágrafo ~nico desta Lei~ II - O valor da base de cálculo do :ú:lpos to de i móveis rurais quando tiver por base o valor da ter ra nua estabelecido pelo Órgão federal competente: poderá ser atualizado monetariru~cnte pelo Nunicí pio, até a data da transissão. Parágrafo Onico - Nos casos abaixo especifica - dos, a base de cálculo será: I - Na arrecatação ou leilão e na adjudicação/ de bens imóveis, o valor estabelecido pela avalia ção judicial ou administrativa, ou o preço pago, se este for maior; II - Na concessão real de uso e na cessão de di rcitos de usufruto o valor do negócio ou 507. do va lor do bena imóvel, se aaior; III - No caso de acessão física, o valor da in denizaço oa o valor venal da fração ou acrésci mo transmitido, se maio,; IV - Na transmissão por setcnça declaratória de usucapião, o valor cstabclcc!do pela avaliação ju dicial; V - Na dação er.i pagar.icnto, o valor venal do bem imóvel; VI - Na permuta, o valor venal de cada imóvel/ ou de direito permutado; VII - Na transmissão do doclnio ~til, o. valor venal do imóvel; 1111 - Nas tornas ou reposição, verificadas em partilhas ou divisões, o valor da parte excedente da mcação ou quinhão ou da parte ideal consistente cm imóveis; IX - Na instituição ·de fidcico::üsso, o valor ve nal do imóvel ao tempo cm que o fideicomissário en trar na posse dos bens legados; X - Nas cessões de direito, o valor venal do i móvel. . Art. 62 - A impugnação do valor fLxado co= ba se de cálculo do imposto será endereçada à reparti ção :nunicipal que efetuou o cálculo, acoropanhada de laudo técnico de avaliação do ioõvel ou direito transmitido. Art. 63 - O imposto será calcu.lado aplica.ndo-se o valor estabelecido como base de cálculo as se - guintcs alíquotas: I - Transmissões compreendidas no S.istcraa F-inan cciro da Haitacão, e relaço à parcela financf da - 0,5; II - Decais transmissões e ccssõcs Art, - Intos do !p to: - extinlo do o!rato, q0ande o , futl ta[dor te « onr!n, do dono da prprted Me; II - A l tran nfso de rrent da execio de planos de habito para a popolçio de M·ta ren da, patrofn/dos o, exectsdoi por Gros pMl! - cos oo os Antes que sejam de interesse octal; III - As transferênfas de IGvefs desapropria dos para fins de refora arária; Art. 65 - O pagamento do Imposto realizar-se-: I - Nas transaissões oo cessies per escritora pblfca, antes de sua lavratora; II -- Nas transissóes o cessóes por doarnto particular, mediante a apresentação do mesmo k fs calfzaão, dentro de trinta dias de saa assinata- ra; III - Nas transmissões oo cessões por reio de procuração e casa própria ou documento aue lhe seja assemelhado, antes de lavrado o respectivo Ins trumcnto; IV - Nas transmissões em virtude de qualquer / sentença J~cticial, dentro de trinta dias do trãn sito en julgado da sentença; V- Na arrematação, adjudicação, remissão e uso capião, até trinta dias após o ato ou o trãosito cr.i Julgado da sentença, mediante guia de arrecada ção expedida pelo escrivão do feito; - VI - Xas aquisições de terras devolutas, antes de assinddo o respectivo título, que deverá ser apresentado ã autoridade fiscal co::ipctcnte para cálculo do i::iposto devido e no qual será anotada a guia de arrecadação; VII - Nas tornas Ou reposição cm que sejam os interessados incapazes, dentro de trinta dias con tados da data da intil!laçâo do despacho que as do- torizar; VIII - Na acessão física, até a data do paga - ento da indenização; IX - Para o caso de escrituras lavradas fora do Município, a data do registro da escritura no Car tório coopetcnte, época cm que será procedida ã avaliação do Lóvel, levando-se ea conta o valor venal do ocsoo no dia da apresentação da aludida escritura. Art. 66 - O L"posto será recolhido através de guia de arrecadação visada pelo órgão ounicipal / co:npctente .. SEçIO V SEÇÃO VI OBRIGAÇÕES ACESSÕRIAS Art. 67 - O sujeito passivo é obrigado a apre sentar, na repartição competente da Prcfeitura,os doeumentos e infor:naçÕes necessários ao lançaen to do imposto, confornc estabelecido cm regulaoe~ to. Art. 68 - Os tabeliÕes e escrivães não poderão lavrar instrucentos, escrituras ou cercos judici ais sena qoe o 1posto devido tenha sido pago. Are. 69 - Os tabcliÕes e escrivães transcreve rão a guia de recolhiccnto do bposto nos instru entos, escrituras ou ter:os judiciais qoe lavra re□. Art. 70 - Todos aqueles que adquirirem bens ou direitos cuja transmissão constitua ou possa cons tituir fato gerador do icposto são obrigados a a= presentar seu título à repartição fiscalizadora do tributo dentro do prazo de 90 dias a contar da da ta em que for lavrado o contrato, carta de adjudi cação Ou de arrccatação, Ou qualquer Outro tÍtulÕ representativo da transferência do be oo direito. SEÇÃO VII - RESTITUIÇÃO Art. 71 - O bposto recolhido será devolvido , no todo ou, em parte, quando: 1 - Não se cocpletc o ato ou o contrato sobre, que se tiver pago, depois de requerido com provas bastante e suficientes; II - For declarada, por dccisãa,jud.icial tran sitada e julgado, a nulidade do ato ou contrato pelo qual tiver sido pago; III - For postcrio=cnte reconhecid:. a não in cidência ou o direito ã isenção; IV - Houver sido recolhido a cafor. SEÇÃO VIII FISCALIZAÇÃO Art. 72- Os escrivães, tabeliães, oftc1a1s de-notas, de registro de icóveis e de registro de títulos e docucentos e quaisquer serventuários da Justiça não poderão praticar atos que ioporte::, cc transmissão de bens imóveis ou de direitos a eles relativos, be cozo suas cessões, se qe os ine ressados apresentem comprovante original do paga= oe.nto do imposto, o qual será transcrito, en se inteiro teor, no instru:oento respectivo. Art. 73 - Os scrventuários referidos no Artigo anterior ficac obrigados a facilitar a fiscaliza cão da Fazenda Municipal, os exaes em Cartórios/ dos livros, registros e outros docueentos e a for necer, gratuitamente, quando solicitados, cert!a es de atos que forco lavrados, transcritos, ave bados e concernentes a imóveis ou direitos ã eles relativos. 1( IJ' " Art, 7,- 'Todos os nrventar!os referidos no Art. 72 desta Let, ficam obrigados á, no prazo de l5 dLss dos atos praticados, coponlcar todos os a tos transladatfvo de do±fito/fobIllárfo, ident! ffcando o objeto de transação, nome das partes e demais dados necessarlos ao Cadastro Imobfltãrto / T'Isca1 do Monlcfpto. SEÇÃO 1X PENAL IDADE.S Art. 15 - 0 adquirente do imóvel ou direito que no apreentor o e t[tolo à repartição fiscal1z@ dora, no prazo leal, fica sujeito à multa de 507 sobre o valor do imposto, Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código Tributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 em!sso e escrituração de livros, notas fIscaís e mapas de controle necessários ao registro das en tradas, movimentações e vendas relativas aos com bostfvels lfqa!dos e gas0/os. Parágrafo Cnlco - Enquanto não forem definidos e regulamento novos tipos de documentos ffscaís, serão aceitos pelo fisco municipal os Jã adotados por deter!nação do Departamento Nacional de Pe tróleo. Ar. 93 - Cada estabelecimento, sela matriz,ft 11al, depósito, sucursal, a@nc1a os repr ventaçao terá escrituração fisco! própria. Art. 9 -- O contribuinte do iopor,to dcvcró pro- mover a sua Inscrição na repartição municipal c petente no prazo de trinta dias após a publicação desta Lei, bem coo coanfcar qualquer alteraçaol contratual ou estatutári.D., oudança de endereço Ou do domicilio fiscal, na foma e prazo previstos c>m Art, 76 - 0 não pagamento do imposto, nos pra - zos (ixndoa ncst.:i Lei, sujeita o infrator ã multa correspondente a 1007 sobre o valor do imposto de vido. Purágrnfo Onico - da nos scrvcntuários no Artigo 72. Igual penalidade será aplica que descumprirem o. previsto Art. 77 - A omissão ou inexatidão fraudulenta/ de declaracão relativa a elementos que possam in - fluir no cálculo do imposto, sujeitará o contribu- 1nte à malta de 2007 sobre o valor do imposto sone gado. Parágrafo Onico - Igual multa será aplicada a qualquer pessoa, inclusive serventuários, que In - tcrvcnha no ncg6cio jurídico ou na declaração e se ja conivente Ou auxiliar na inexatidão Ou omissao praticada. Art. 78 - O contribuinte que deixar de meneio - nar os frutos pendentes e outros bens trans::iitidos juntamente com a propriedade, fica sujeito ã mulra de 1007. do imposto sonegado. SEÇÃO X . li ! l NORMAS GERAIS res revendedores-retalhistas, pelas venda efeta das aos peqoenos consumidores e inclusive pela q0a tidade de combustível por eles consumfda. $ 12- Para os efeitos deste triboto, são const derados contrIbafntes substitutos, responsáveis pe lo recolhbc:ito do i::lposto devido, o produtor, o indu!Jtrinl, o distribuidor e o con:erciantc ataca - dista de produtos combustíveis, quanto ao imposto devido pelo vendedor varejista; § 2Q - são considerados contribuintes autônonos cad.i cstabclecincnto comercial, industrial edis - tribuidor permanente ou temporário, inclusive ove! culo utilizado no comércio ambulante. • Art. 84 - Considera-se local de operação, para os efeitos desta Lei, o estabelecimento do contrt buinte, ou aquele onde se encontrar os produtos / tributáveis no momento da ocorrência do fato gera dor, exceto quando na venda de combustíveis gaso - sos, efetuada através de gasodutos, hipótese e::i que o local de operação será o do estabelecimento do conounidor. § lQ - Considera-se estabelecimento o local , construído ou não, onde o contribuinte exerça sua atividade, cm caráter permanente ou temporário, de comercialização e varejo dos combustíveis sujeitos ao imposto, inclusive os autônomos, com Ou sem uti lizacão de veículos. $ 29 - Caso o responsável ou o contribuinte do imposto estejam situados em municípios diversos, o Poder Executivo Municipal poderá celebrar convênio entre as unidades interessadas, ou co::i o 6rgão Fe deral competente, visando a adoção de normas e pro cedirnentos que se destinem à cobrança e fiscaliza ção do imposto, bem como disciplinar a substitui cao tributária, se for o caso, e no que couber. Art. 79 - Na aquisição de terreno Ou fração id!_ al de terreno, bem como na cessão dos respectivos/ direitos, cumulada com contrato de construção, por empreitada de mão-de-obra e materiais, deverá ser comprovada a pré existência do referido contrato , sob pena de ser exigido o imposto sobre o imóvel , incluída a construção e/ou benfeitoria no estado cm que se encontrar por ocasião do ato translativo da propriedade. Art. 80 - O promissário-comprador de lote de ter reno que construir no imóvel antes de receber a es critara definitiva, ficará sujeito ao pagamento do imposto sobre o valor da construção e/ou benfeito ria, salvo se comprovar que as obras referidas fo ram feitas após o contrato de co:npra e venda, med! ante a exibição de um dos seguintes documentos: I - alvará de licença para construção; II - Contrato de empreitada de mão-de-obra; III - Notas fiscais do material adquirido para a construção; IV - Certidão de regularidade da situação da o bra, perante o Instituto Nacional de Seguridade So cial - INSS. Art. 81 - Enquanto não for definitivamente orga nizado o Cadastro Imobiliário do Município, o im = posto será recolhido de acordo com o preço do va - lor constante da escritura ou do instrumento part! calar, conforme o caso. Parágrafo Cnico - Provado, em qualquer caso,que o preço ou valor constante do,instrumento de erans missão foi inferio~ ao realemnte contratado, sera 'aplicada, a ambos os contratantes, multa equivalen te a três vezes a diferença do imposto não recolhi do, sem prejuízo do imposto devido. - CAPITULO IV IMPOSTO SOBRE VENDAS A VAREJO DE CO}OlUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS SEÇÀO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 82 - O imposto sobre combustíveis Líquidos e Gasosos - IVV - exceto Óleo diesel, tem como fa tor gerador a venda a varejo efetuada no territ6 - rio do Município, dos seguintes produtos: I - gasolina; II - Querosene; III - Õleo combustível; IV - Álcoól hidrat<,do; V - Gás liquefeito de petróleo. Parágrafo Onico - Consideram-se a varejo as ven das realizadas em qualquer quantidade a consumidor final, pessoa fíoica ou jurídica, independentemen te da for:aa de fornecimento e acondicionamento. Art. 83 - O contribuinte do imposto é qualquer pessoa física ou jurídica que realizar a venda a varejo de combustíveis líquidos ou gasosos a ·consu :iidor find neste Município, incluindo-se: - I - As cooperativas e sociedades c.ivis, com fins lucrativos oo não, que explorem estabelecimentos/ onde se efetue venda a varejo de combustíveis lí - qu.idos ou g.:1sosos; Il - Os órgãos da adinistraço pblica, da Uni o, dos stados e dos Municípios, inclusive suas autarquias, enpres.s públicas,-sociedades de econo ala nista e fundações concessionarias o. per!s sion.rias de serviços pblicos, ainda que a venda s e r e s t r i n j a a deterinsd c a t e g o r i a f u n c i o n a l o o pro íissi,,ral; III - As distribuidoras, pelas vendas efetadas ..os r.andes consr!dores especiais; ;- Os postos revendedores ou os transportado- SEÇÃO II RESPONSÁVEIS Art. 85 - São responsáveis solidariamente, pelo pagamento do imposto devido: I - O transportador; A - em relação aos produtos que transportar de sacompanhados de documentação comprobat6ria de sua procedência ou quando entregá-los a destinatário/ diverso do indicado na documentação fiscal; e b - Em relação aos produtos transportados que forem vendidos a varcj o em ter ri tório do Município; II - Os armazéns gerais e os depositários, a qualquer título, que mantenham sob sua guarda, em nome de terceiros, os produtos de que trata este ca pítalo, destinados a venda direta a consumidor fI nal. SEÇÃO III BASE DE CÀLCULO E AL!QUOTA Are. 86 - A base de cálculo do imposto é 0 va - lor de venda do combustível líquido ou gasoso no va rejo, incluídas as despesas adicionais e os 1rpos . . tos pagos. Parágrafo Onico - Na falta do preço referido no "caput" deste artigo, a base de cálculo será o pre ç0 do produto para a venda ao consumidor final. - Art. 87 - A autoridade fiscal poderá arbitrar a base de cálculo, sempre que: I - Não forem exibidos ao fisco os elementos ne cessários à comprovação do valor das vendas, incl sive nos casos de ~das extravio ou atraso na es crituração de livros ou docur:icntos fiscais; II - houver fundada suspeita de que os documen tos fiscais não refletem o valor real das operaçõ es de venda; e III - Comprovar a ocorrência de venda:amb~lante a varejo, de produtos -sujeitos ao imposto e desa companhados de documentos fiscais pertinentes. Are. 88 - A alíquota do imposto é de 3,07 do va lor da operação da venda a varejo dos produtos que se refere este capítulo. SEÇÃO IV LANCAMENTO Art. 89 - O lançamento do imposto será feito-nos documentos e,livros fiscais, com a descricão•das o perações realizadas, na fora prevista em regala - menta. Art. 90 - O lançamento a que se refere o artigo anterior é de exclusiva responsabilidade do contri buinte e está sujeito a posterior homologação pelã autoridade fiscal competente. • Parágrafo,,tlnico .- A homologação a que se refere o caput deste artigo será efetuada mediante a expe dição de Termo de Verificação Fiscal e, quando for o caso, conterá lançamento complementar que será /. notificado ao contribuinte, através de Auto de ln fração oa Tero de Intiacão. " SEÇÃO V - PAGAMENTO a Art. 9I - O valor do 1posto a recoJ.bcr será a purado e pago quinzenalmente, através de guia pre enchida pelo contribuinte cm modelo aprovado pela Fazenda Municpal, na forma e prazos previstos cm re, galanento. - Parágrafo Onico - O regulamento deverá discipli nar os casos de recolhimentos efetuados por contri= buintes ou responsável não inscrito. SECÃO VI POCUMENTACÃO FISCAL E OBRIGAÇÕES ACESSÕRIAS Art. 2- 0 contribuinte do imposto é.obrigado, alê de outras exigências estabelecidas ea lei, à regula.cento. Art, 95 - Considera-se documentação fiscal in! dÕnea aquela que: I - Tenha sido confeccionada se a respectiva autorização de irpressão de docentos fiscais; II - cobora revestida de formalidades legais , tenha sido utilizada para fraude co~1provada; III - Consigne transmitente fictício; IV - Indique co::io destinatário estabelecimento/ diverso daquele que registrou, ainda que pertençam ambos ao mesmo titular; V - Tenha sido emitida após o cancelamento da inscrição no cadastro; e VI - Tenha sido emitida em flagrante inobser - vãncia das deais noras de controle das obrigaçÕ es acess6rias previstas na legislação tributária/ e nó interesse da arrecadação ou da .fiscalização do imposto. SEÇÃO VII PENALIDADES Art. 96 - O descumprimento das obrigações pri~ cipal e acess6rias sujeitará o infrator, sempre juízo da exigência do imposto, ãs seguintes pena lidades: I - Falta de recolhimento do imposto devidamcn te lançado e apurado, verificado em procedimento/ fiscal - multa de 50% do valor do imposto atuali zado monetariamente; II - Falta de recolhimento do imposto por não terem sido resgistradas, nos livros fi9cais ou coo tábcis, operações que determinariam débitos fis = cais - multa de 1007 do valor do imposto atualiza do monetariamente; - III - Emitir documento consignando inportância diversa do valor da operação ou com valores dife rentes nas respectivas vias, com o objetivo de reduzir o imposto a pagar - :nulta de 200% do va lor do imposto atuali2ado monetariamente; IV - Transportar, receber ou ::ianter eo estoque ou depósito produtos sujeitos ao imposto sem doeu mentação fiscal ou acompanhados de documento fis= cal inidõnco - multa de 150% do valor do imposto atualizado monetariamente_; V -Recolhimento do imposto fora do prazo, an - tes de qualquer procedimento fiscal - multa de 307 do valor do imposto atualizado monetariamente· VI - Falta de inscrição do contribuinte na 1 re partição competente - malta de 107 da Unidade Pa drão do Município; VII - Rasurar ou emendar lançamentos em livros e documentos fisca1s - alta de 57 da Unidade Pa drão Fiscal do Município.. SEÇÃO VIII - NORMAS GERAIS Art. 97- Para os efeitos desta Lei, as deno! nacoes relativas aos produtos, distribuidores, re vendedores e consuidores obedece às normas estã" belecidas pelo Departamento Nacional de Petróleo ou outro órgão federal qe vier a substituí-1o. Paragrafo tlnico - Fica o Poder Executivo auto rizado a firmar convênio com o Departamento Nacio nal de Petróleo ou seu sucessor legal, o Estado o Municípios, objetivando a fiscalização da distri buição, comercialização consumo dos produtos refe ridos nesta Lei. - T!TULO III TAXAS CAP!TULO I TAXAS DE LICENÇA SEÇÂO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 98 -As taxas de licença tea coo fato ge radar o efetivo exercício regular do poder de po- 11cia_administrativa do Mnfc{pio, editante a rea lizacao de diligencias, exames, inspeções, vist◊◊ rias e outros atos administrativos .. . Art. 99 - Considerá-se exercício do poder de po l!cia a atividade da administração p.:blica que., li irando ou disciplinando direito, interesse o 1i herdade, regula_a pratica _de ato ou a abstenção 7 de fato, ec razao de inte_resse p~blico concernen te a seg~ranca, higiene, ordem, costumes, ttanqui lidade publica ou ao respeito à propriedade e ao~ di.reitos individuais 0u coletivos. S I? - Considera-se regalar o exercício dopo der de polícia quando desempenhado pelo órgão com P!tente nos limites da ;Lei aplicável, coe a obse vancia do processo legal e, tratando-se· de ativi= dade que a lei tenha coco discricionãria, sec. ab~ so Ou desvio de poder. - 5 29 - 0 poder_de polícia administrativa será exercido em relaçao ~ quaisquer atividades ou a tos, lucr~tivos ou_ nao, exercidos em caráter per- ') 1 1 1 , A ,. " ·- ------·-- - Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código Tributário Municipal - lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 1 ; - munente oo tporrfo nos lLalts da competn La do Mnlf»to, dependentes, nos ter:os deste Có d!go, de prvia. licença da refeftara. Art, 100 - As taxa de licença rio devidas pi (':,: l.r>c.l] lZ,H;ito; II - Flscallzaco de funcionamento em horário norr.1.d e l".flLCl..il; III - Exercfefo da atividade do comércfo aba - l.nte; IV-- Aprovação e execução de obras, Instalações e urbanizações de áreas particulares; V - l'uhllcld .• Je; VI-- Execaçio de lote,mento, desmembramento, re munbr,imcnto ou. Ucs<lohr,rnicnto; VII - Ocupação de áreas em vias e logradouros / públicos. Are. 101 - O contribuinte das taxas de licença e a pessoa (!nica ou juddicn que der causa ao e ><Crc!cio de atividade ou ã prática de atoG sujei tos ao Poder de polícia administrativa do Mnfcf - pio, nos termos do art, 99. SEÇÃO II BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTAS Are. 102 - A base de cálculo das taxas de polí cia administrativa do Município é o custo estimado da atividade dispcndida com o e><erc!cio regular do poder de polícia. Art. 103 - A taxa de liccnca será calculada pe la aplicação sobre a Unidade Padrão do Município/ de Bela Vista-MS, dos percentuais relacionados na Tabela II, que integra este Código, SEÇÃO 111 INSCRIÇÃO Art. 104 - Ao requerer a licença, o contribuin te fornecerá à Prefeitura os elementos e informaçÕ cs necessárias ã sua inscrição no Cadastro Fiscal~ a critério da autoridade administrativa. SEÇÃO IV LANÇA}!ENTO Art. 105 - As taxas de licença podem ser lança das isoladamente ou em conjunto com outros tribu - tos, se possível, m;:is dos avisos recibos constarão, obrigatoriamente, os elementos distintos de cada/ tributo e os respectivos valores. SEÇÃO V Art, 106 - As taxas de licença serão arrecada - das antes do início das atividades ou da prática dos ;:itos sujeitos ao poder de polícia administrat! va do Município, medi;:intc guia oficial preenchida/ pelo contribuinte, observando-se os prazos estabe lecidos cm Regulamento. SEÇÃO VI s Pa • : e ·cê ·0 ARRECADAÇÃO PEN/ILIDADES rt.to r rf I - Sb«d d vfd; Are. 107 - O contribuinte que exercer quaisquer atividades ou praticar quaisquer atos sujeitos a~ pocicr de polícia do MunicÍpi~ e dependentes de pr! viã licença, sem a autorizaçao da Prefeitura, de que trata O Art. 99, $ 22, e sem o paganento da res pectiva taxa de licença, ficara sujeito a multa de 107 da Unidade Padrão Fiscal do Município. Parágrafo Onico - Ao contribuinte reincidente/ será imposta multa em dobro. SEÇÃO VII NORMAS GERAIS Art. 108 - As taxas de _lic~nça para localizacã~ e para funcionamento tambc~ sao devidas pelos dep~ sitos fechados destinados a guarda de mercadorias. Art 10 9 - As licenças para localização '" para funcio~amento serão concedidas desde que as condi- Ões de zoneamento, higiene e segurança do estabelg ç t •ja~ adequadas a especie de atividade a cimento es c + ser exercida, observados os requisitos da legisla- - edilícia e urbanística do Município. çao 10 _ Serão obrigatórias novas licenças • toda § - rcm modificações nas características vez que ocorre d d 1 1 '-entoou no ramo de ativi a e ne e e- do estabe .el - 1 l d id a ocorrer transferencia de oca o xercida Ou a n estae]e"?";}Cacas saerio ser cassadas e deter § 2 - fechamento do estabelecimento, a qualquer minado O deixem de existir ns condiçoes / tempo, desde que concessão das licenças, Ou quan que legitimarainm a mesmo ápós a aplicação das pena d ontribu. te, - a? o o c { i não cumprir as detenninaçoes a lidades cab ve"?'e1arizar a sitcacão do estabe Prefeitura para 1%2, 1casas_serio gggf4das so» s ter± • - . deverao ser xa os_cm locais vis! de Alvaras, que sso á fiscalizaçao. veis e de fácil aced localização e de funciona.~ § 4 0 As taxas e ·- d i í - -_ olhidas de uma so vez, antes o n_ menta serão rec da prática dos atos sujeitos tividadcs ou d M i { i cio das a { i administrativa o un c p o. der de polca ao po soas que que iram manter seus / 10 As pes • i 1 Art. l - b rtos fora do horar o nonna , estabelecimentos alei permite, só poderão iniciar nos caos em que a d~ante prévia licença da Prefei ouas atividades m~ caxa correspondente. tora e paga=en"_ considera-se horário especial p,rágrsfo fnic d te aos domingos e feriados , - spon on - • 06 0 período corre 0 _ dias. uteis, das 18 as, 1 rário, n ,. cm qualquer ,o ós as 12:30 hs. ábados ap hs e aos s estabelecimentos abertos em 1 11 - P~ra os de licença para funciona- /lrt. . 1 a t3X'-' .Aor?rio especi. » li ll.rn lll ; .! ±os 1! . !os; :,r; • ,: ,n. J !? - o, s crsIr s atontes do Artf,o III nlo se aplica suo!ntes ativIdades: I- Ipressoe dtstr!bicio de jorn.Is; II - Serviços de tr nportes coletivos; III - Inst!totos de edcaço e de asslstnefa t ílCCJ.,l; IV -- Postos de abastecimento de conbstfvLs; Art, 113 - taxo de expedição de Alvará funcionamento é snoal e ser recolhida de una vez, nos tcrncrn do ,,rti;;,1 JOlí <lesta lei. Parágrafo Cnfco- A taa de qoc trata este go ser de a UPF do Manffpfo. Art. 114 - Nos casos de «ttvidades tltIplas e xercldas no mesmo estabelecimento, as taxas de li cença serio calculadas e pai.s levando-se em consl deração a ntividadc sujeita a r.in1or Ônus fiscal, - Art, 115 - A taxa de licença de comércio ambo lante é anual, se:.watral, men~ ... l ou di.ÍrL1 e ser.; recolhida de ur.1.1 só vez, antes do início das .;tivi dades ou da prqticn dos atos sujeitos ao poder de pol!cia admtnistrativa do lfunlcípio, nos terr.10s do artigo 103 desta lct. Parágrafo Cnico - A taxa de licença de comércio ambulante, quando anual, ser recolhida na seguin te conformidade: 1 - Total, se a atividade se iniciar no prir.ici ro semestre; II - Pela metade, se a atividade se iniciar no segundo semestre; Art. 116 - As taxas de licença para execuçio de obra, loteamento, desmenbranento ou rcmembramento, só serão concedidas mediante prévio exame e aprova çao das plantas ou projetos, na forma da legisla - çao urbanística aplicável. SEÇÃO VIII NÃO INCIDENCIA Art. 117 - Ficam c><cluídos da incidêncin da ta xa de licença os seguintes atos e atividades: I - A c><ecução de obras em imóveis de propricda de da União, Estados, Distrito Federal e Municí = pios quando e><ecutados direta::icntc por seus Órgãos; Il - A publicidade de caráter patriótico, a con cernente a segurança nacional e a referente as ca panhas eleitorais, observada a legislação eleito - ralem vigor; 111 - A execução de obra particular, exclusiva mente residencial, de atê 50 m 2 , com base cm proje to elaborado prévia::,cnte pelo órgão competente da Prefeitura; IV - A ocupação de área cm vias e logradouros/ p,:;blicos por: a - feira de livros, exposições, concertos, re eretas, palestras, conferências e densis ativida - des de caráter notoriar.icntc cultural Ou científico; b - exposições, palestras, conferências, prega ções e demais atividades de cunho notoriamente re ligioso; c - candidatos e representantes de partidos po líticos, durante a fase de campanha, observada ale gislação eleitoral ena vigor; - V - as atividades desenvolvidas por: a - vendedores ambulantes de jornais e revis - tas; b - engra><atcs ambulantes; c - vendedores de artigos de ind.::scria docêsti ca e de arte popular de sua própria fabricação,sem auxílio de empregados; . d - cegos e mutilados, quando o e><ercício em es cala ínfica. CAPITULO II TAXAS DE SERVIÇOS P0BLICOS SEÇÃO I - FATO GERADOR E CONTRIBUINTE Art. 118 - As taxas de servicos p,:;blicos têm co mo fato gerador a utilização, efetiva ou potenci = al, de serviço p,:;blico específico e divisível,pres tado ao contribuinte ou posto a sua disposição. - Parágrafo Onico - Considera-se o serviço p,:;bli co: I - utilizado pelo contribuinte: a - efetivamente, quando por ele usufruído a qualquer título; b - potencialmente, quando seja posto a sua dis posição mediante atividade adm.inistrativa e::i cfetI vo funcionamento; - II - específico, quando possa ser destinado em unidade autÕnooa de intervenção, de utilidade Ou de necessidades pblicas; III - divisível, qu'1ndo suscetível de utiliza - ção separadamente, por parte de cada um dos seus !o.lSuários. Art. 119 - O contribuinte da t'1Xa é o proprietã rio, o titular do domínio .:cil º" possuidor, a qual quer título, de bem L~Óvel lindeiro ~ via ou logra doro pblico abrangido pelo serviço prestado. - Parágrafo Onico - Considera-se t~mbêc lindeiro o bem imóvel que tenha ~cesso, por·ru3S Ou passa gens particulares, entradas de vila oo asseelh: - dos, à via ou logradouro p.;J,lico. Art.. 120 - As taxas de serviços scr.:io devidas / para: I - Coleta domiciliar de lixo; II - Limpeza das vias pCblcas urbanas. ,rt. i 2t ·t,/s pbl! e . r-.,-.:u co sfderanda- o total ano xer[lo nterfor r! tlv. ·· 0s, devl!unte +to.lfz»!o c1a!s de Inflo. flrt. 12) - As rmoço Ge lfosoa !llu 11, ~ (íu, exceda a 1? gero feltas ediant o pasgmnto l de preço pblfco, Art. 124 - A taxa de serviços urbanos er cal colada pela aplicação, sobre a 'nt!ade Padrlo r cal, dos percentais relacionados na Tabela II e qoe integra este CGdfgo. SEIO III NÃO I!CID!NCIA Art. 125 - Fica cxcla[dos da Incidnta da t. xa de serviços urbanos os serviços de coleta domf ciliar de lixo e li:wza das vias pblIcas rb - nas relacionadas com: I - I6veis de propriedade da UnLo, dos Esta dos, do di6trito Federal e dos Munic!pJos; II - Iráveis de propriedade de institolço de educação eassistencla social e os utilizados como teraplos d~ qualquer culto, SEÇÃO IV LANÇAMENTO Art. J 26 - As taxas de scrv iços podem s cr lan çadas isoladaccnte ou ec conjunto com Outros tri botos, se possível, nas dos avisos-recibos conste rão, obrigatoria~entc, os elc:nentos distintivos/ de cada tributo e os respectivos valorc6. SEÇÃO V ARRECADAÇÃO Art. 127 -·o pagaccnto das taxas p,:;blicos será (cito nos vencimentos cados nos avisos- recibos, SEÇÃO 'I de serviços e locais Indf PENALIDADES Are. 128 O contribuinte qu<e deix.1r de reco lher as taxas devidas nos pr.:.zos indicados nos a visos-recibos ficará sujeito: l - à dtualização do débito, calculada mcdi.,n te a aplicação dos coeficientes fixados pelo Go - verno Federal para a atualização do valor dos cré ditos tributdrios; 11 - à olta de 107 sobre o valor do débito toalizado de acordo coe o Índice ofici~l de infl~ cão, até trinta dias do venci:nento; III - ~ culta de 207. sobre o valor êo débito a toalizado de acordo com o índice oficial da inil~ çao a partir do 31g dia do venci=lento, até 60 di= as; IV - a multa de 30Z sobre o valor do débito a tualizado de acordo coo o índice oficial da infla cão de 61 dias até 90 dias do v"ncbcnto; - V - ã culta de 507 sobre o valor do débito a tualizado de acordo coo o Índice oficial da infl~ cão a partir do 91Q dia do venc1=iento; VI - ã cobrança de juros moratórias de com o Índice oficial da inflação e fór::iula verno Federal. acordo do Go- CAP !TULO l II TAXAS DE SERVIÇOS DirERSOS ·SEÇÂO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 129 - Pela prestação dos serviços de atrí cala, vacinação de cães, de apreensão e depÓsitÕ de bens móveis, animais e mercadorias, de cc:nité - rio, inclusive quanto ás concessões, o abate de ga do e a extinção de formigueiros, os serviços refe= rentes ã Inspetoria de Trãnsito, será cobrada a ta xa de que trata este Capítulo. Art. 130 - A arrecadação das taxas de que trata este Capítulo será prévia Ou no ato da prestação/ do serviço, quando as condições previstas e rego lamento ou instruções e de acordo co:n a Tabela III anexa ã este Código. Art. 131 -.o abate de gado destinado ao cons .. :no só será permitido mediante licença da Prefeitura , precedido da inspeção sanitária feita nas condiç-ª. es previstas nas posturas mun.icipais. Parágrafo (lnico· - A arrecadação da taxa do aba te referido neste artigo, será feita por antecipa cão, no ato da solicitação da respectiva licença. Art. 132 - A exigência da taxa não atinge o ab te de gado em charqueadas, frigoríficos Ou Outros estabeleci:nentos se:nelhantes, fiscalizados pelo sar viço federal co:ipetente, exceto quanto ao gado cu= ja carne fresca se destinar ao coso local, fi cando o abate, neste caso, sujeito ao tributo. Art. 133 - Fica sujeito à multa de a PF d0Ma nic!pio, por cabeça abatida, quem abater gado forã do Matadouro municipal se prévia licença da Pre - feitura e paga~ento das ta>cas devidas. Parágrafo llnico - Para as demais infrações ao disposto neste Capítulo, aplicar-se-ão no que cou ber, as altas previstas no artigo 128 deste Códi go. TfTl!LO IV - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA CAPITULO CNICO SECAO I FATO GERADÕRECÕNTR!BU1NTE Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Deze1br1 de 1993 Art. I)4 - A utr!alço de :olhorfa tem coo feto erdor a execoio de obra pública pelo Man!- e[pfo, da q. l decorra elhorLa para os fóvels a- bran1dos pele meta, Parrato nfo - A obra pública referida no c pat deste artfgo poderá ser aque a reullzada pela d:Intstraço !frete oa Indireta municipal, fnclu sIve quando resultante de convênio com a Inflo e Estado o, comi cnt Idade pblica federal oo estadual, Art. I)5 - 0 sole!to passivo da contrtbalçio de melhor1a é o proprtetirfo, o tItolar do dofnto G tll Ou o porrnul<lor, ,1 qu,1lquer título, do imóvel beneficiado por obra pública, $ 12- A contrtblço de melhoria dos bens 1nd1 visos, ser lançada em note de qualquer um dos t! talares a quem caberá o direito de exigir dos dena 1s as parcelas que lhes couberem, - $ 2g - A contrtbtço de melhoria const!ta1 ô - nos real, acompanhando o Imóvel, ainda após a trans missão. SEçMO II HASE DE CÁLCULO Art, 136 - A base de cálculo da contribuição de melhoria é o custo da obra. ~ 1g - No custo da obra serão incluídas as par celas relativ,rn a projetos, fiscalização, desapro priações, atlministração, execução e financiamen tos, incluRive os encargos respectivos. § 29 - O custo da obra terá a sua expressão mo netária atualizada na época do lançamento, median te aplicação de coeficientes de atualização ofici al de inflação, Art. 137 - O custo da ,obra será rateado entre os contribuintes n..i proporção direta <lo tamanho dates tada do terreno do imóvel beneficiado. - Art. 138 - O Prefeito, tendo cm vista a nature za da obra, os benefícios para os usuários e o ní vel de renda dos contribuintes, fica autorizado a reduzir em até 507 o custo da obra a que se refere o artigo anterior, SEÇÃO Ill COBRANÇA 1. l 1 1 1 l Art. 139 - Para a cobrança da contribuição de melhoria, o Órgão fazendário da Prefeitura deverá publicar edital contendo os seguintes elementos: 1 - memorial descritivo da obra, seus custos / parciais e seu custo total; li -determinação da parcela do custo a ser ra teado entre os contribuintes; 111 - relação das vias ou trechos de vias onde se localizam os imóveis beneficiados; IV - relação dos imóveis beneficiados, sua área territorial e o comprimento de sua testada; V - valor da contribuição de melhoria por metro de testada. Art. 140 - O sujeito passivo da contribuição de melhoria tem o prazo de trinta dias, a contar da data de publicação do edital, para à impugnação de qualquer dos elementos dele constantes, cabendo ao impugnante o Ônus da prova. Parágrafo Onico - rt impugnação deverá ser diri gida ao Órgão fazendário da Prefeitura, através de petição fundamentada, que servirá para o início do processo administrativo fiscal e não terá efeito suspensivo na cobrança da contribuição de melhoria. Art. 14l - Executada a obra na sua totalidade/ Ou em parte suficiente para beneficiar determina - -dos imóveis, de modo a justificar o início da co - branca da cont«-ibuição de melhoria', proceder-se- á o lançamento referente a esses imóveis. Art. 142 - A notificação de lançamento direta - mente ou por edital, con<erá: I - identificação do contribuinte e respectivo imóvel beneficiado; II - valor da contribuição de melhoria lançado; 111 - prazos para pagamento de urna só vez ou par celadamentc e respectivos locais de pagamento· - IV - prazos para 1npugnacão. ' SEÇÃO IV PAGAMENTO Art. 143 - A contribuição de melhoria poderá ser paga de uma só vez ou parceladamente, de acordo __ / com os seguintes critêrios: I - o pagamento de urna só vez gozará de descon to de 207 se efetuado até o vencimento da primeira parcela; II - as parcelas serão corrigidas mensalaente aedtante aplicação dos Índices oficiais de infla - ç0. Art. 144 - 0 atraso no pagament:o das prestacõ_es sujeit:a o contribuinte: I - à cobrança de juros de mora de acordo com o índice oficfal de inflação; . II - à multa de 107 sobre o valor do débito a tualizado de acordo com o índice oficial de infla c40; III - 5 multa.de 20~ sobre o valor do débito a talizado de acordo coa o índice oficial de infla ço a partir do 312 dfa do vencimento. SEÇÃO V - NORMAS GERAIS Art. 145 - Ftca excluídos da incidência da con tribuiçào de celhoria os imóveis de propriedade dÕ Poder P.:hlico, exceto os-prometidos à venda e os submetidos a regime de enfiteuse, aforacento ou con cesso de uso. - Are. 146 - Fica o Prcícito expressamente autori ado ., uni nome do Mnfcffo, firmar convCnfos com a LUntao : o Estalo para efetuar o lançamento e ar recada,ão da conttbatção de melhoria devida pela Ir.plantação de obra pblica federal ou estadual, cs bendo ao manfcpfo percentagem na receita arrecada da, - rt, 147 - 0 Prefeito poderá delegar à entidade da adn1n1Gtrnçâo indireta municipal as funç5cs de cilculo, cobrança e arrecadação de contribuiçio de raclhorfo, bem coco de julgamento das rcclaoaç5cs , impugnações e recursos, atribuídas nesta lei ao Ór gão fazendário da Prefeitura. TULO V OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I NORMAS GERAIS Art. 148 - A obrigação tributária é principal ou acessória. § 1~ - A obrigação principal surge com a ocor - rência do fato gerador e tem por objeto o pagamen to de tributo ou penalidade pecuniária, e extingue se juntamente com o crédito dela decorrente. $ 29 - A obrigação acessória decorre da legisla ção tributária e tem por objeto as prestações, po= si tivasº" negativas nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. § 3Q - A inobservância da obrigação acessória , converte-a em obrigação principal relativamente a . penalidade pecuniária. CAPITULO II FATO GERADOR Art. 149 - Fato gerador da obrigação principal é a situação definida neste Código como necessária e suficiente para justificar o lançamento e a co - brança de cada um dos tributos de competência do Município. Art. 150 - Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação tri butária do Município imponha a prática ou a absten ção do ato que não configure obrigação principal. CAP!TULO III SUJEITO ATIVO Are. 151 - O município de Bela Vista, como su - jeito ativo da obrigação tributária, é a pessoa Jo r{dica de direito público titular da competência 7 privativa p/ decretar, arrecadar e fiscalizar os tributos especificados neste código e nas leis à ele subsequentes. $ 1g - A competência tributária ê indelegável, salvo a atribuição da capacidade de arrecadar ou fiscalizar tribútOs, Ou ainda, de executar leis, / serviços, atos ou decisões administrativas na área tributária, que poderá ser conferida a outra pes soa Jurídica de direito público. § 22 - Não constitui delegação de copetência o cometimento a pessoas de direito privado de encar go Ou função de arrecadar tributos. CAPÍTULO IV SEÇÃO I Sl]JEITO PASSIVO NORMAS GERAIS Art. 152 - Sujeito passivo da obrigação princi pal é a pessoa física ou jurídica obrigada, nos ter mos desce Código, ao pagamento de tributo ou pena= lidade pecuniária de competência do Município ou½: postos por ele. Parágrafo Cnico - O sujeito passivo da obriga - çao principal sera considerado: 1 - contribuinte, quando tiver relação pesso al e direta com a situação que constitua o respec tivo fato gerador; 11 - responsável, quando, sem revestir a condi ção d~ contribuinte, sua obrigação decorrer de dis posiçoes expressas neste Código. rt. 153- Sujeito passivo ua obrigação acessá ria e a pessoa obrigada a prática ou à abstenção/ de atos previstos na legislação tributária do Muni dpio. SEÇÃO 11 SOLIDARIEDADE Art. 154 - são 1 - as pessoas Código; II - as tuação que principal. Parágrafo Onico - A solidàriedade referida nes te artigo não comporta benefício de outrem. Art. 155 - A solidariedade produz os ~eguintes efeitos, salvo os casos expressa.~ente previstos em lei: I- o pagamento efetuado por um dos obrigados, aproveita aos demais; II - a isenção ou remissão do crédito tributá - rio exonera todos os obrigados, salvo se outorgada pessoalmente à um deles, substituindo·, neste ca11o, a solidariedpde quanto aos demais pelo saldo; III - a interrupção da prescr:ição, em favo,.r ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica aos demais. SEÇÃO III - CAPACIDADE TRlBUTÃRIA solidariamente obrigadas: expressamente designadas neste pessoas que tenham interesse comum na si constitua o fato gerador da obrigaçãÕ Art. 156 - A capacidade tributária passiva 1n depende: 1 - da capacidade civil das pessoas nat .. rais· II- de achar-se a pessoa natural sajeita a me didas que importem privação ou· limitação do exerci cio de atividades civis, -comerciais ou profissionã is, ou da administração direta de seus bens ou ne= gócios; III - de estar a pessoa farfd!ca relamente const!ta{da, bastando que configure uma unidade conGfca oo prof1,fonal. SEÇÃO IV oomcfLIO TRIBLTÃR10 Art. 157 - Ao contribuinte oo responsável ê fa coltado escolher e indicar ao Fisco o se de:fcí lio tributário, assim entendido o luar onde de senvolve sua atividade, responde por suas obriga ções perante a fazenda Municipal e pratica os de mais atos que constituam oo possam vir a constito ir obrigação tributária. 5 Ig - Na falta de eletcão de domfcflto trtbo tário pelo contribuinte ou rc6pono·vel, conGidc - rar-se-á coco tal: I- quanto as pessoas naturais, a sua resfd@n cia habitual, ou, sendo esta incerta ou desconhe cida, a sede habitual de sua atividade; II - quanto às pessoas far{dicas de direito pri vado ou as fimas individuais, o lugar de sun sé= de, ou, e::i relação aos atos ou !atos que dere~ o rigem à obrigação tributária, ou de cada estobelc ci.oen to ·comercial; - III - quanto às pessoas jurídicas de direito p~ blico, qualquer de suas repartições no territóriÕ do Município. § 2Q - Quando não couber a aplic.eção das rc - gras previstas em qualquer dos incisos do parigra fo anterior, considerar-se-á como domicílio trib: tário ao contribuinte ou responsável o lugar dã situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fa tos que derem origem à obrigação tributária res - pectiva. § 32 - A autoridade administrativa pode recu - saro domicílio eleito, quando sua localização, a cesso ou quaisquer outras características impossi bilitem ou dificultem a arrecadação ou fiscaliza= cão do tributo, aplicando-se então, a regra dopa rágrafo anterior. Art. 158 - O domicílio tributário será obriga toriamente consignado nas petições, requerimen - tos, recursos, declarações, guias, consultas e quaisquer outros documentos dirigidos ou apresen tados ao Fisco. CAP!TULO V RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA SEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL Art. 159 - Sem prejuízo do disposto no código Tributário nacional, a !ei pode atribuir, de modo expresso,a responsabilidade pelo crédito tributá rio a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabili dade do contribuinte ou atribuindo-a a este em cã ráter supletivo do cumprimento cocal ou parta1d referida obrigação. EçO II RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES Art. 160 - O disposto nesta seção aplica-se por igual aos créditos tributários definitivamente / constituídos Ou em curso de constituição a data dos atos nela referidos, ou aos constituídos pos ter1orente aos mesmos atos, desde que relativos/ a obrigaçoes tributarias surgidas até a referida data. Art. 161 - Os créditos tributários relativos/ ao imposto P:edial e territorial urbano, as taxas pela prestaçao de se:"içoa que gravem 08 bens mó veis e as contrib~içoes de melhoria, sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quan do conste do título a prova de sua quitação. - P~ragrafo Onico - No caso de arrematação em has ta publica, a sub-rogação ocorre sobre O respect_I vo preço. Art. 162 - São pessoalmente responsáveis: I -.o adquirente ou remitente, pelos débitos / tributarios relativos aos bens adq irid i do h , . u os ou rem a, sem que ten a havido prova de sua quitação;- II -o sucessor a qualquer t!tlo e o cônjuge meeiro, pelo~ debitoa tributários do "de cujus" e xiatentes ate a data da partilha ou adjudica ão - 'Agitada esta resonsa±idade ao etaee á a.{ n ao do legado ou da meação;: i- ,',gel4e, eis é±os rt±ir±gs ao e cu. us ate a data da abertura da sucessão. d Art. 163 - A pessoa_Jurídica de d:ireito priva- o que resultar de fusao tr·nsforma - i poração de e· /ao ou ncor- is. «i...."%: 2"%:5Fez«a» ·os» y-ri@is. as acuo2..2;; "; transforadas ou incorporadas. ' Paragrafo Onico - O disposto neste artigo apli ca-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado quando l - tiva atividde seJá coe±,Poracao da resec r ui por qualquer sGc ~scente Ou seu espÕlio, sob a mesma ou outra razao social, ou sob firma indiv:idual. Art. l64 - A pessoa natural , • reito privado que adquirir de o ar .dica de di- Efrc1o, fndo de cércto "Fh;_Por qcalq.e ereta1, industrial, proa"abelecteno co - viços ou profissional e 1n' de prestaçao de ser lo - cont uar ares i - p. raçao sob a resma d o - pect va ex fira ta±v±a.a1, res"?razão soe±a1 o, so vos ao fndo de estabe1,<,_os tributos relati até a data do ato: ec ento 'adquirido devidos I- integralmente ploracão do comércio: se o alienante cessar a ex industria ou atividade; 10 en SEÇÃO IH IESPONSll!l l!. !Dflfll.í DE H.l<CFllW!i Art, 165 - Nos casos de Impossfbf1Idade d ex! g@ncia do cotplrmento da obrigaçio principal pelo contribuinte, respondem solidariamente com este nos tos em que Intervierem ou pelas omissões de que forem rcuponHuvcls: l - oo pais, pelos débitoo tribut~rios dou fl - lhou menorco; 11 - ou tutorco e curadores, pelos débiton trlbu tãrlos de seus tutelado oo coratelados; - 111: os administradores de bens de terceiros, pelos debitas tributários; IV - o inventariante, pelos débitos tributários do espólio; - o s!ndico e o comissário, pelos débitos cri botarios da massa falida ou pelo concordatário• VI - os tabeliães, escrivães c demais serventaá rios de ofício, pelos débitos tributários dos atos praticados por eles, ou perante eles, en razão de seu of!cio; VII - os sócios, pelos débitos tributários sociedade de pessoas, no caso de liquidação, Parágrafo Onico - Ao disposto neste artigo so - mente se aplicam as penalidades de caráter morató rio. irt. 166 - São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes às obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de po - der Ou infração de lei, contrato social ou estatu· tos: I - as pessoas referidas no artigo anterior; II - os mandatários, prepostos e empregados; III - os diretores, gerentes ou representantes de pessoas juríd-icas de d!reito privado. de SEÇÃO IV - RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES Art. 167 - Salvo difposição de lei contrária, a responsabilidade por infrações da legislação trib~ cária independe da Intenção do agente ou do res ponsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato. Art. 168 - li responsabilidade é pessoal do agen- te: 1 - quanto às infrações conceituadas por lei co mo crimes ou contravenções, salvo quando pratica - das no exercício regular de administração, manda - to, cargo ou emprego, ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito; II - quanto às infrações em cuja definição o do lo específico do agente seja elementar; - III - quanto às infrações que decorrem direta e exclusivamente do dolo específico: a - das pessoas referidas no artigo 15 aquelas por quem respondem; b - dos mandatários, prepostos ou empregados / contra seus mandantes, preponentes ou empregadores; c - dos diretores, gerentes ou representantes/ de pessoas jurídicas de direito privado, contra e tas. Art. 169 - A responsabilidade é excluída pela de n.:ncia expontânea da infração, acompanhada, se for o caso, do pagamento do triboto devido e dos juros de mora, ou do depósito da i.mportancia pela autori dade administrativa, quando o montante do tributo depende de apuraçio. Parágrafo Cnico - Não se considera ex?ontânca a den.:ncia apresentada após o início de qualquer pro cedimento administrativo ou medida de fiscaliza - cão, relacionados com a infração. contra e eº~ se d • % I - Lpona,is do s,} Ito p «lvu; II - reorso de of io; I! • Intcfat!v d o!f!o d «ator!dad adi nfstr tive, nos ests prvistos no artlo l70. Mrt. 173- A d!'!caço Lntrol»z!da, de off - lo oo em consequência de decisão adfn!strat!va, oo J«d!cf.1 n a s e r ! é r ! o s Jurídicos a d o t a d o s p e l a atoridde ad: Listra fva no exercfcfo do lançe - rento, 0ente pude ser efetivada em rele:o a 6u mesmo a)eito passivo, quanto ao faro gerador o corrido posterlorrente soa introdac4o. irt. 174- 0 lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro,quen do o e outro, na forra da leslação trtbatrl presta à autoridade adr!nitrativa Informações so brc matéria de fato Indispensáveis soa efetiva ça10, $ 1- A retificação da declara;o por inicia tiva do próprio declarante, quando vise a reda - zir ou a cxcl .. Ir tributo, só é admissível medfan te a comprovação do erro en que se funde e entes de notificnuo o lanç,1::c.ento. 5 2g - Os erros contiJos na declaração n:io np~ rãveis por exame serão retificados de offcIo pe ln autoridade administrativa a que competir a re visão daquela. irt. 175 - Quando o cilculo do tributo tenha por base, oa leve er consderaçao, o valor ou o preço de bens, direitos, serviços ou atos jrfdi cos, a autoridade lançadora, r.icdiante processo rc gular, arbitrará aquele valor Ou preço, sempre que seja omissos ou não pereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados, ou os documentos ex pedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro le= galente obrigado, ressalvada, e caso de contes tação, avaliaçüo contraditória, administrativa ou judicial. Art. 176 - O lançamento é efetuado e revisto/ de ofício pela autoridade a<l~inistrativa nos se - guintcs casos: 1 - quando a lei assim o detenninc· II -quando a declaração não seja p~cstada, por quem de direito, no prazo e na fora da legisla ção trlbutáric..; 111 - quando a pessoa lcgalente obrigada, em bora tenha prestado declaração nos tennos do inci so anterior, dcLxe de atender, no prazo e na for ma da legislação tributária, a pedido de esclare cimento fon:iulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfato - riancnte, a juízo daquela autoridade; IV - quando se comprove falsidade, erro ou o missão quanto a qualquer elemento definido na le gislação tributária como sendo de declaracão o brigatória; V - quando se comprove ocissão ou inexatidão, por parte da pessoa legalmente obrigada, no exer cício da atividade a que se refere o artigo se - guinte; VI - quando se comprove ação ou omissão do su jeito passivo, ou de terceiro legalmente obriga: do, que dê lugar a aplicação de penalidade peco niária; VII - quando se comprove ação ou omissão uO su jeito passivo oo terceiro em 'benefício daquele : agiu com dolo, fraude o silação; VIII - quando deve ser aprecindo fato no co nhecido ou nio provado por ocasião do lançamnen- to anterior; . IX - quando se cooprove que, no lançacento an terior, ocorreu fraude ou falta funcional da a toridadc que o efetuou, ou or.ú.ssâo, pela mesa a toridade, de ato ou for.nalidade essencial. - T!TULO VI CR~DITO TRIBUTÁRIO CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I LANÇAMENTO Art. I7O - Compete privativamente à autor1da de administrativa constituir o credito tributario pelo lançamento, assim entendido o proced,:mento a~ inistrativo tendente a verificar a ocorrencia do fato gerador da obrigação correspondente, determi nar a matéria cributavel, calcular o montante do tributo devido, identificar o ~ujcito passivo e, sendo O caso, propor a aplicaçao da penalidade ca- bível. Parág.rafo (lnico - A atividade _administrativa de lançamento é vinculada e obrigatoria, sob pena de responsabilidade funcional. nrc.· 171 _ o lançamento reporta-s~ a data da o- corrência do fato gerador da obrigaçao e rege-se pela legislação vigente, ainda que posteriormente/ modificada ou revogada. - s 1 o _ Aplica-se ao lançamento a legislaçao que posteriormente à ocorrência do fato gerador da a bri ação, tenha instituído novos_criterios de ap~ Sé ±ssos de fiscalização, ampliando os raçao Ou proce - d i poderes de investigaçao das autoridades adnin s - 1 trativas, ou outorgado ao credito _,,,:dores garant,!_ as ou rivilégios, exceto; neste ultimo caso, pa- % d atribuir responsabilidade a tercei ra o e e to e - ros. i,- e li· / 2 g -o disposto neste art.&o nao s ap a § - /•-nçndos por períodos certos de tem- aos impostos = • po desde qaé a respectiva lei fixe expressamente a data em que o fato gerador se considera ocorrido. ------- SEÇÃO 11 MODAL IDADES DE LANÇAMENTO Are. 177 - O lançaento por homologação, que o corre quanto aos tributos cuja legislação atribu~ ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamen to sem prévio exame da autoridade administrativa-: opera-se pelo ato e1 que a referida autoridade,to mando conhecimento d::i atividade assi:It exercida pe lo obrigado, expressamente a homologa. - § Ig - 0 pagamento antecipado pelo obrigado nos t:=os dcst: artigo extingue o crédito, sob condi çao rcsolutoria da ulterior homologação do lança: mento 9 2Q - não influem sobre a obrigação tributá - ria quaisquer atos anteriores à horologação, pra ticados pelo sujeito passivo ou por terceiros, vi sando a extinçao total ou parcial do débito. - $ 32- os atos_a que se refere o parágrafo an terior serao, porem, considerados na apuração do saldo_por ventura devido e, sendo o caso, na i posiçao de penalidade ou sua graduação. § 4Q - O prazo para homologação é de cinco di as contados da ocorrência do fato gerador quando expirado esse prazo scm que a Fazenda Municipal / se tenha pronunciado, considera-se homologado o lançamento e definitiva.ente extinto o cr@dito. CAP [TULO 11 SUSPE.'SÀO DO CRÉDITO '!RIBt:T,RlO SEÇÃO I DlSPOSIÇÕ• 5 GERAIS Are. 178 - Suspendco a exigibilidade do crédi to tributário: I-- a oratória; II - o dp itos do seo ventante inat gral: 1II - s rec! roles e os tecorsos nos termo das le!s realdras do processo ad in!stratIvo trfb.rrfo; IV- a coces o de te!Ida l!Inar n manda do de serança, Parágrafo 'nico - 0 disposto neste artigo nio dlspenas, o compriment das obrigações ucessGrI as dependentes da cbrgaçio principal colo cré dito se]as suspns, cu del conseqoentes, StÇAíl lI +RATO1A Art. 179- Const!tal oratórfa aconcessão de novo prazo ao sojefto passivo, após o vencimen to do p r a z o or!zfnalente assinalado pra o p a g.;:o(::ito do crédito tributário. Art. I0 - A moratória svente pode ser con- ccdida: I enu caráter geral; a - pelo Mvnldplo; b pela Uno, quanto a trtbatos de cospe - tincia dos estados, do DiRtrlto Federal ou doa Mante{p1os, quando s1altaneaente concedidas / quanto aos tributos de competência federal e is obrig ações de direito privado; [I - co caráter individual, por despacho da autorid:1dc ad::únlstrativa, desde q .. e hutorizada por lei n3s condições do inciso anterior. ParágrJfo Onico - A lei concessiv:1 de moratÕ ria pode circunscrever expressaente a sua apll cabIfdade a determinada região do Mante{p1o,o a dctcn:iJnada classe ou categoria de sueJJ.tos / passivos. Ar. 18l- A lei que conceder moratória em ca ráter geral ou autorizar sua concessão em cará: ter individual, especificará, sem prejuízo de Outros requisitos: I - o prazo de duração do favor, na conces - são em caráter geral; II - as for.nas e garantias para a concessio/ do favor e carter Individual; III - sendo o caso: a - os tributos a que se aplica; b - o nero de prestações e se ... s vencir.:en - tos, dentro do prazo a que se refere o inciso I, podendo atribuir a fuaçio de uns e de outros a autoridade administrativa, para cada caso de / concessão em caráter individual; c - as garantias que devem ser fornecidas pe lo beneficiado no caso de concessão ec caráter individual. Art. 182 - Salvo disposiçio de lei er.i contrá rio, a moratória somente abr~nge os créditos de finitivarnente constituídos à data da lei ou dÕ despacho que a conceder, ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regular mente notificado ao sujeito passivo. - Parágrafo Onico - a moratória não aprovei ta os casos de dolo, fraude ou si:nulacão do su jeito passivo ou de terceiro em benefício daque les. - Art. 183 - A concessão de moratória em cará t:r individual não gera direito adquirido e se ra revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiado nio satisfazia ou deixou de satisfa zeras condições, Ou não Cumpria Ou deixou de cu=iprir os requisitos para a concessão do fa vor, cobrando-se o crédito atualizado de acordo com o índice oficial de inflação, acrescido de juros de cora: . I - coa 1posição da penalidade cabível, nos casos de dolo, fraude ou simulação do beneficia do, ou de•terceiro em benefício daquele; - II - sem imposição de penalidade, nos decais casos. Parágrafo Cnico - No caso do inciso 1 deste artigo, o tempo decorrido entre a concessão da moratória e sua revogacâo não se computa para e feito da prescrição do direito à cobrança do er dito, no caso do artigo II deste artigo, a revo gaçao so pode ocorrer antes de prescrito o refe rido direito. SEÇÃO III DEPÕSITO Art. 184 O sujeito passivo poderá efetuar o depósito do montante inc.egral da obrigaçãotr! butária a fb de responder a exigibilidade dÕ crédito tributári.o. § lQ - só será admitido o depósito, se o su jeito passiv? tiver bpugnado administrativa ou j..dicialmente, a legitimidade do crédito tribu tário. §_ 22 - o depósito não ficar vinculado ao d bit~ fiscal e poderá ser levantado para anifes taçao de vontade do depositante. - Are. 185 - No caso de devolu;;ão do débito do depósito, por ter sido reconhecido o d:ireito do depositante, seu valor será atualizado e acres cido de juros àe u: ao m·ês, calculados entre a data do depósito e a data em qu~ tenha nõ.scido o direito de o depositant-e requ<!rer a devolução. CAP!TULO III EXUNCÃO DO CREDITO TRIBUTÁRIO SECAO I - MODALIDADES DE E<TllÇÃO Art. 186 - Extinguem o crédito tribut-árlo: I - o pagamento; l! - a corapensacào; III-a transcço; -lO JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA !JlÃklO kl <.IO•IAI. PÁGI Preieitura Municipal de Bela Vista - MS Código Irihtário Mi.ital - Lei l 966 de 20 de Oez■,ra de 1993 IV - a remfssão; V -- a prescrição e decadência; V 1 - a converso de depósito em renda; VII - o pagamento antecipado e a homologação 'o lançamento nos termos do disposto na legislzçao trlbutirin do Município; VIII - a consignação em pagamento, quando julgada procedente, nos termo do disposto da legislaçao ttihut,Írln do Município; IX - a declsão administrativa, Irreformável, as Gim cntcndJ<la u definitiva na órbita a<lmlniHtratJ: va, que nio mal possa ser objeto de ação anulató- rio; X - o dcclsrio Judicinl pasHada cm julgado. Parágrafo Cnfco - A lei disporá quando aos efel tos du extinção total ou parcial do crédito sobre a ulterior verificação da irregularidade dn sua conotituição. SEÇÃO 11 PAGAMENTO de qualquer documento relatfvo ao pagamento; III - reforma, anulação, revogação cu rescisão de decJr,êo r.or.dcnatÓrLn. Art.I96 - A restituição de tributos que compor tem, por sua natureza, cransferincia do respectivo encargo financeiro, somente será feita a que pro ve haver assumido o referido encargo, ou, no caso <le tê-lo transferido a terceiro, estar por este e pressamentc autorizado a recebi-la. Art,197 - A restituição total ou parcial do tr! buto dá lugar à devolução, na resma proporção, dos juros de mora e das penalidades, salvo as decorren tes de infrações de caráter fornal não prejudica= das pela causa da restituição. Parigrafo Onico - A restituição vence juroG não capitaliziveis, a partir do trânsito e.m julgado da decisão definitiva que a determinar. Art.198 - 0 direito de pleitear a restituição - extingue-se com o decurso do prazo de 5 anos, con tados: l - nas hip6teses dos incisos I e li do art. 195, da data da extinção do crédito tributário; II - na hipótese do inciso III do art.195, da da ta em que se tornar definitiva a decisão adminis -: trativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, anulado, revogado ou rescin dindo a decisão condenatória. Art.199 - Prescreve em dois anos a ação anulató ria da decisão administrativa que denegar a resti-: tuição. Parágrafo Onico - O prazo de prescrição é inter rompido pelo início da ação judicial, recomeçandÕ o seu curso, por metade, a partir da data da inti mação validamente feita ao representante judicial da Fazenda Municipal. SEÇÃO IV DEMAIS MODALIDADES DE EXTINÇÃO Art.200 - A lei pode, nas condições e sob as ga rantias que estipular, ou cuja estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa, autori zar a compensação de créditos tributirios com cré ditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda Municipal, sempre que o interesse do Munic Ípio o exigir. Parágrafo Onico - Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo, a lei determinará, para os efei tos deste artigo, a apuração do seu montante, não podendo, porém, cominar redução maior que a corres pendente ao juro de lI ao mis pelo tempo a decor rer entre a data da compensação e do vencimento. Art.201 - A lei pode facultar, nas condições que estabeleça, aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributiria celebrar transação que, medi ante concessões mútuas, importe em término de lití gio e consequente extinção de crédito tributário. Art.202 - A lei pode autorizar o Poder Executi vo a conceder, por despacho fundamentado, remissão total ou parcial do crédito tributirio, atendendo: l - à situação econômica do sujeito passivo; 11 - ao erro ou ignorãn~ia exr.usáveis do sujeito passivo, quanto a matéria de fato; • III - à diminuta importância do crédito tributá - rio; IV - ãs considerações de equidade, em relação com as características pessoais ou materiais doca Art.187 - A imposição de penalidade não ilide o pagamento integral do crédito tributário. Art.188 - O pagamento de um crédito não importa em presunção de pagamento: l - quando parcial, das outras prestações que se decomponha; II - quando total, de outros créditos referentes ao mesmo ou a outros tributos. Art.189 - Quando a legislação tributária nao dispuser a respeito, o pagamento será efetuado na repartição competente do domicílio do sujeito pas sivo. Art.190 - quando a legislação tributária não fi xar o tempo do pagamento, o vencimento do crédito ocorre trinta dias depois da data em que se consi dera o sujeito passivo notificado do lançamento. Parágrafo Onico - A legislação tributiria pode conceder desconto pela antecipação do pagamento nas condições que estabeleça em regulamento. Art.191 - O crédito não integralmente pago no vencimetno é acrescido de juros de mora, seja qual for o motivo determinante da falta, sem prejuízo - da imposição das penalidades cabíveis e da aplica cão de quaisquer medidas de garantia previstas nes ta Lei ou em lei tributária. § 12 Se a lei dispuser de modo diverso, os ju ros de mora são calculados de acordo com o índice oficial de inflação. § 22 O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada pelo devedor den tro do prazo legal para pagamento de crédito. Art.192 - O pagamento do tributo será efetuado pelo contribuinte responsável ou terceiros, em mo! da corrente ou cheque. § 12 A legislação tributária pode determinar - as garantias exigidas para o pagamento por cheque ou vale postal, desde que não o torne impossível - ou mais oneroso que o pagamento em moeda corrente. § 22 O crédito pago por cheque somente conside ra extinto com o resgate deste pelo sacado. Art.193 - Existindo simultaneamente dois ou ma is débitos vencidos do mesmo sujeito passivo para com o Hunicipio, relativos ao mesmo ou a diferen - tes tributos ou provenientes de penalidade pecuniá ria ou juros de mora, a autoridade administrativa competente para receber o pagamento determinará a respectiva imputação, obedecidas as seguintes re gras, na ordem enumerada; I-em primeiro lugar, aos débitos por obriga - çao propria, e em segundo lugar aos decorrentes de responsabilidade tributária; 11 - primeiramente, ·as contribuições de ria, depois as taxas e por fim os impostos· lll - na ordem crescente 'dos prazos de pr:scrição; IV - na ordem decrescente dos montantes. Art.194 - A importância do crédito tributário - pode ser consignada judicialmente pelo sujeito pas sivo, nos casos: - l - de recusa de recebimento, ou subordinação - deste ao pagamento de outro tributo ou de penalida de, ou ao cumprimento de obrigação acessória· - 11 - de subordinação do recebimento ao cum~rimen to de exigências administrativas sem fundamento le em melho- gal; 111 - de exigência, por mais de uma pessoa jurídi ca de direito público, de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador. S 19 A consignação só pode versar sobre o cré dito que o consignante se propõe a pagar. § 22 Julgada procedente a consignação, o paga mento se reputa efetuado e a importância consigna= da e contro~ertida em renda; julgada improcedente a :onsignaçao no todo ou em parte; cobrar-se-à o credito acrescido de juros de mora, sem prejuízo das penalidades cabíveis. SEÇÃO III - PAGAMENTO INDEVIDO Art.195 - O sujeito passivo terá direito à res tituição total ou parcial das importâncias a títu lo de créditos tributários pos seguintes casos: I - cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou cm valor maior que o devido em face de legislac~o tributária aplicável, ou da natureza ou circunstancias materiais do fato gerador efetiva - mente ocorrido; II- erro na identificação do sujeito passivo,na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência trat!va ou Judicial que expressaente, em conJunt ou Isoladamente: cão; II - reconheça a Inexistêncfa da obrfgaçio lhe deu orle; III - exonere o sujeito passivo do cumprimento da obrigncão; IV - declare a incompetência do sujeito ativo pg ra exigir o cumprimento da obrigação. Parágrafo Onico - Enquanto no tornada definitI va a decisão administrativa ou transitada en julga do a decisão judicial, continuará o suje!to passi vo obrigado, nos temos da lcgislaçÕo tributária , ressalvadas as hipóteses de suspensão da ex!1ltdt de do crédito tributário, previstas no artigo 178 deste código. CAPÍTULO IV - EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO l DISPOSIÇÕES GERAIS so; V - ãs condições peculiares a determinada gião do território do Município. Parágrafo Cnico - O despacho referido neste ar tigo nao gera direito adquirido, aplicando-se,quan do c,abível, o disposto no art.183. - Art.203 - O direito de a Fazenda Pública consti tuir o crédito tributário extingue-se após 5 anos7 contados: I - do primeiro dia do exercício seguinte ãque le em que o lançamento poderia ter sido efetuado· _II- da data em que se tornar definitiva a deci sao que houver anulado, por vício formal, o lança mento anteriormente efetuado. Parágrafo Onico - O direito a que se refere es te artigo extingue-se definitivamente com o decur so do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tri butário pela notificação, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparatória indispensável ao lan aento. Art.204 - A ação para a cobrança do crédito tri butario prescreve em cinco anos, contados da data da sua constituição definitiva. Parágrafo Onic~ - A prescrição se interrompe: I - pela citaçao pessoal feita ao devedor· II - pelo protesto judicial; ' III - por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor; IV - por qualquer ato inequívoco ainda que extra .judicial, que importe em reconhecimento do débito- pelo devedor. • Art.205 - As importâncias relativas ao montante do crédito tributário, depositadas na repartição fiscal ou consignadas para garantia de instância ou em decorrência de qualquer outra exigência da legislacao tributaria, serao, após decisão irrecor rível, no total ou em parte, restituídas de ofi cio ao impugnante, ou convertidas em renda a favor do Município. Art.206- De acordo con o art.186, incisos IX e X, extingue o credito tributário a deci_são admin.'l_!. re- I - declare a Irregular!dade de ua SEÇÃO Il ISENÇÃO que Art.207 - Excluem o crédito tributário: I - a isenção; II - a anistia. Parágrafo Onico - A exclusão do crédito tributá rio não dispensa o cumprimento· das obrigações aces sórias, dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela consequente. Art.208 - A isenção é a dispensa do pagamento de um tributo, em virtude de disposições expressas neste Código ou em lei a ele subsequente. Parágrafo Cnico - A isenção concedida expressa mente para um determinado tributo não aproveita aos demais, salvo disposição de lei em contrário , não é extensiva: I - às taxas e ãs contribuições de melhoria; II - aos :ributos instituídos posteriormente sua concessao. Art.209 - A isenção será efetivada: l - em caráter geral, quando a lei que a conce der não impuser condição aos beneficiários; II - em caráter condicional, por despacho do Pre feito, em requerimento. § 12 O requerimento referido no inciso 11 deste artigo deveri ser apresentado: a) no caso dos impostos predial e territorlal e sobre serviços, devido por profissionais autônomos ou sociedade de profissionais, até o vencimento do prazo final fixado em cada ano para pagamento dos mencionados tributos; b) no caso do imposto sobre serviços lançado por homologaçao, até o vencimento do prazo f1nal fixado para o primeiro pagamento, no ano. $ 2g A falta do requerimento fará cessar os efeitos da isenção e sujeitará o crédito tributá - rio respectivo às foras de extinção previstas res te Codigo. $ 39 No despacho que efetivar a isenção pode ra ser determinada a suspensão do requerimento pa ra períodos subsequentes, enquanto forem sat!se! tas as condiçoes exigidas para que seja efetivada a isençao. § 4Q O despacho a que se refere este artigo nio gera direitos adquiridos, sendo ·a isenção revogada, d: ofício sempre que se apure que o beneficiado - nao satisfaz1a ou deixou de satisfazer as cond1- ç0es, ou nao cumpria ou de1.xou de cump'rir os requi sitos para a concessão do favor, cobrando-se O cr1 dito atualizado de acordo com o índice oficial de idflaçao, acrescido de juros de mora· a) com imposição da penalidade cabível nos ca sos de dolo, fraude ou sirulacão do beneficiário , ou de terceiro em benefício daquele· b)_se 1posição de penalidae, nos deais casos. $ 5 0 lapso de tepo entre a efetivação e a re vogaçao ~a isençao nao e computado-para efeito de prescriçao do direito de cobrança do crédito. ,$ 69 As isenções condicionadas serão solicita - as em requerimen:o instruido·com as provas de cu primento das exigenc1.a - - _ s necessarias pera a sua con $??"?: gye deve ser aprese±ao aié i1±so a±ã ut. lo nes de março de cad. { do benefci f1:a1 'ada exerc cio, sob pena o se no ano seguinte. Art.210 - A documenta o meiro pedido de isen:. 'a apresentada coo pr1- mais í i çao podera servir para os de- exerce os, devendo J cão da isenção referir- •o_requerimento àa :enova- · ·se aquela documentaçao. SECO III à ANISTIA .Art.211 - A anisti • das irra;5es ceei&,, ?" eareais e=aio do pagamento das perlalid' consequente dispensa-, ge exclusiva±ente as 4"Ses a ela relativas,abra mente vigência a ,"aces coretidas anterior aplicando: que a conceder, nao se I - aos atos qualificados. contravencões e aos • . em lei coo cries ou cão, sejam praticado que, mesmo sem essa qualifica- éie, eis ssues ,,[; o1o, rasae cu si=uls fício daquele; ou por ·terceiros em ben! II - salvo disposição res lt em contrãrio, u antes de conluio entre d naturais ou jurídicas, uas ou Art.212 - A anistia pode - l ~ ser concedida·. - em carater geral: ] II - limitadamente:' Çi às infraces ma.is pessoas r JORNAi. Tklfll NA llA H-f/Nll.ll<A IHÃkJIJ >. ·.;· AI . l !' Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 ) s Infra@e da lelslaço relativa a deter n!nado trfbuto; b) is Infrações punidas cor penalidades pecunlã rfas té determinado montante, conjuradas ou não con penalidade de outra natureza; c) a determinada refio do territórfo do Munfef po, em função de condições a ela peculiares; c) ob condição do pagamento do tributo no pra zo fixndo peln lei que a conceder, ou cujn [ixnçiio seja atribuída pela mesma lel à autoridade adminis trativn. - Art.213 - A anistia, quando nuo concedido cm C! ritcr geral, ~ efetivado, cm cada coso, por despa cho da autoridade administrativa, em requerimento como qual o Interessado faça prova do preenchimen to dns condições e do cumprimento dos requisitos previsto em lei pura suu concessão. Parigrafo Onico - O despacho referido neste ar tigo não gera direito udquirido, nplicando-se,qunn do cub!vel, o disposto no art.183, - CAPITULO V IMUNIDADES Art,214 - Siio imunes aos impostos Municipais por força de dispositivos constitucionais: l - o patrimônio ou os serviços da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Hunic!pios, e respectivas autarquias e fundações, quando vincula doa às suas finalidades essenciais ou às dela de: correntes; II - os templos de qualquer culto; III - o patrimônio ou os serviços dos partidos po líticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrat! vos, atendidos os requisitos da lei, IV - os livros, jornais, periódicos e o destinado à sua impressão. § 1~ O dispobto no inciso I deste artigo nao se aplica: l - aos serviços públicos'concedidos, nem exon! ra o promitente-comprador da obrigaco de pagar im posto que incidir sobre imóveis objeto de promessa de compra e venda; II - ao patrimônio e aos serviços, relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pe las normas aplicáveis a empreendimentos privados , ou em que haja contraprestação ou pagamento de pre ços ou tarifas pelo usuário. § 2Q O disposto no inciso II deste artigo apli ca-se a todo e qualquer imóvel cm que se pratique, permanentemente, qualquer atividade que, por suas características, possa ser qualificada como culto, independentemente da fé professado; a imunidade todavia, se restringe ao local do culto, não se es tendendo a outros imóveis de propriedade, uso posse de entidade religiosa que não satisfaçam as condições estabelecidas neste parágrafo. § )Q O disposto nos incisos II e III deste artt go compreende somente o patrimônio e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das en tidades neles mencionadas. $ 4g 0 disposto neste artigo não exclui a atri buição, por lei, às entidades nele referidas, da condição de responsáveis pelos t=ibutos que lhes caiba reter na fonte, e não dispensa da prática de atos previstos em lei, assecuratórios do cumprimer to de obrigacões por terceiros. Art.215 - A imunidade não abrange as taxas e a contribuição de melhoria e não dispensa o cumpri mento das obrigações acessórias. Art.216 - O disposto no inciso Ili, do art. 205 subordina-se à observância dos seguintes requisi - tos pelas entidades nele referidas: I - não distribuirem qualquer parcela de seu pa trimÕnio ou de suas rendas, a título de lucro participação no seu resultado; II - aplicarem integralmente, recursos na manutenção dos seus clonais; III - manterem escrituracão de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades ca pazes de assegurar sua exatidno. Parágrafo Onico - Na falta de cumprimento do disposto no "caput" e incisos deste artigo! a auto ridade tributária pode suspender a aplicacao dobe nefício, papel ou no País, os seus objetivos institu- - o TITULO VII CAPITULO CNICO SEÇÃO l ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA PROCEDIMETNO AD!-!INISTRATIVb FISCALIZAÇÃO Parrato ntco - O, !!sros obrtgtr!os d crituração con retal ffocal e os c provante dos lançamentos nele efetuador erlo conservados até que ocorra a presrlço dos créditos r!buti rios decorrentes das operações a que ne refiram, Art.22O - !edlante !rt!aço escrita, são o!r!- gado a prestar autor!dade admuIn!strat!vs todas as Informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I - os tabelfies escrivães e dera!s serventui rio8 d<; or!cios; 11 - os bancos, caixas tconÕalcnR tuiçÕes financeiras; III - as empresas de administração de bens; IV - os corretores, leiloeiro• e de&pJchanteq oficiai,;; V - os inventariantes; VI - os síndicos, comissnrlo9 e liquidncários; VII - quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, cm razão de seu carr,o, of!clo, fun .cão, minist~rio, atividade ou profissão, Parágrafo Cnico - A obrigação prevista neste ar tigo não abrange a prestaç;o de inform,•çÕes quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legal mente obrigado a observar segredo cm razõo de car go, ofício, função, ministério, atfvidade ou pro fissão, Art.221 - Sem prejuízo do disposto na legisla - ção criminal, é vedada a divllgação, para qualquer fim, por parte da Fazendo Municipal ou de seus fun cionários de qualquer informação obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financei ra dos sujeitos passivos ou de terceiros e sobre a natureza e o estado dos seus negócios ou ativida dcs. Parágrafo Cnico - Excetlam-se do disposto neste artigo, unicamente, os casos previstos no artigo - seguinte e os de requisição regular da autoridade judiciária no interesse da justiça. Art.222 - A Fazenda Pública Municipal poderá prestar e receber assistência das Fazendas Públi cas da União, dos Estados, do Distrito Federal e de outros Municípios para a fiscalização dos tri butos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou específi co, por lei ou convênio_ Art.223 - A autoridade administrativa Munici pal poderá solicitar o auxílio da polícia mili tar estadual quando vítima de embaraço ou desaca to no exercício de suas funções, ou quando neces sário à efetivação de medida prevista na legisl; ção tributária, ainda que não se configure o fa: to definido em lei como crime ou contravenção. ou Art.217 - Compete à unidade administrativa da Fazenda Municipal, a fiscalização do cumprimento da legislação tributária. Art.218 - A legislação tributária Municipal ~ plica-se às pessoas na:ura~s ou jur{dicas, contri buintes ou não, inclusive as que gozem de imunida de ou isenção ou que sejam beneficiadas por quais quer outras formas de exclusao ou suspensao do cre dito tributá.rio, _ _ Art.219 - Para os efeitos da l!gislaçao tribut~ ria do Município, não têm aplicaçao quaisquer dis posições legais excludentes ou limitativas do d! rei to de examinar mercadorias, livros, arquivos documentos papeis e efeitos comerciais ou fis cais, dos ~omerciantes, industriais ou produtores, ou da obrigação desses exibi-los. SEÇÃO II e st art! o o Ln - do o É udtt ! da cf ao pro Art.Z! - A prova d as!as de deter!nado tr!bato era feita per cert!d ne,,at!va, expedida vista de requerimemo do tntereado, que conte nha todas as Inforaçóes nece «arfas à Identifica- ão de sua pessoa, dote!llo ffscal e ramo d neó e dera!s {nsti cfo cu a !vldade, Indique c per[odo a que e re- fere o pedido. Pará:rafe Cnico - A certtdio regatfva erã se- - pre expedida nos termos em que tenha sido requeri da e será fornecida dentro d dez dias da data da entrada do requer!monto ne repartição, Art.229 - A exped!çio de certidão neat!va não excluf o direto doe Município ex!lr, a qualquer tempo, os créditos tributários que venham a ser apurados posteriormente Art.230 - Terá os mesos efeitos de cert!dão ne gativa aquela que ressalvar a ex!st@nc!a de crédl tos tributários no vencidos, em curso de cobrança executiva, e que tenha s!do efetivada a penhora ou cuja ex!gfbil!dade esteja suspensa. Art.23l - O crédito apurado após a essão da certldo negativa, deverá ser Informado ao devedor através de offclo, pela Fazenda Municpal, em um prazo máximo de I0 dfas, devendo o suje!to passivo efetuar o pagamento do seu débito no prazo de 30 dias np6s il ciincia. D!VIDA ATIVA Art.224 - Constitui dívida ativa do Município a proveniente de impostos, taxas, contribuição - de melhoria e multas de qualquer natureza, dccor rentes de quaisquer infrações à legislação trib; cária, regularmente inscrita na repartição admi= nistrativa competente, depois de esgotado o pra zo fixado para pagamento, pela legislação tribu tária ou por decisão final proferida em processo regular. Art.225 - A dívida ativa regularmente inscri ta, goza de presunção de certeza e liquidez. Parágrafo Onico - A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou de terceiros a que aproveite. A=t.226 - O termo de inscrição da dívida ativa deverá conter: 1 - o nome do devedor, e, sendo o caso, o dos co-responsáveis, bem como, sempre que possível o domicilio ou residência de um ou de outros; II - o valor originário da dívida, bem como termo inicial e a forma de calcular os juros mora e demais encargos previstos em lei ou con trato; III - a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da divida; IV - a indicação, se for o caso, de estar a dí vida sujeita à atualização monetária, bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial pa ra o cálculo; V - a data e o número da inscrição no Registro de Dívida Ativa; VI - o número do processo administrativo ou do auto de infração, se neles estiver apurado o va lor da dívida. S I A certidão de D{vida Ativa conterá os es mos elementos do Termo de Inscrição previsto nos incisos deste artigo e será autenticada pela auto ridade competente, $ 29 0 Termo de Inscrição e a Certidão da D{vi da Ativa poderão ser preparados e numerados a cri tério do Fisco, por processo manual, mecânico ou eletrônico. 5 39 Até a decisão de primeira instância, a certidão de Dívida Ativa poder.:i ser e::iendada ou substituída, assegurada ao executado a devolução do prazo para embargos.. Art.227 - A cobrança da dívida ativa do ~!unic.f pio será procedida: I - por via amigável, pelo Fisco; 11 - por via judicial. Parágrafo r'nico - /1!::, duas vias a c;ue se refere o de TITULO VI1; CAP!TL"LO I pdn o!rena PROC:CDIMENTO TRIBUTÁRIO :,OR.'!AS GERAIS Art.232 - Este t!tulo regula as disposições ge rais do procedimento tributário, as medidas preli minares, os atos lniclnls da exi~incia do crédito tributário do Município decorrentes de impostos,ta xas, contribuição de melhoria, penalidades e de mais acréscimos, a consulta, o processo administra tivo tributário e a responsabilidade doo agentes fiscais. SEÇÃO SEÇÃO lI SEÇiO 111 PRAZOS PROCESSUAIS Art.233 - O prazos serão contínuos, excluindo se na sua contagem o dia do início e incluJndo- se o do vencimento. Parágrafo Cnlco - Os prazos s6 se inic~am ou vencem em dia de expediente noral no Órgão cm que tramite o processo ou deva ser p.aticado o ato. Art.234 - A autoridade julgadora, atendendo a circunstâncias especiais, poderá, em despacho fun damentado, prorrogar por 10 dias o prazo para rea lizaçio de verificações. CIENCIA DOS ATOS E DECISÕES Art.235 - A intimação dos atos e decisões far- se-à: l - pessoalmente sempr~ que possível, ou a re presentante, mandatário ou preposto, mediante reci bo datado e assinado, ou com menção das circunstãn cias em que houve impossibilidade ou recusa de a sinatura, presentes duas testem~nhas; II - por via postal, através de carta registrada com aviso de recebiento (AR), datado e firmado pe lo destinatário ou alguê do seu doicíl!o; III - por edital integral ou resumido, quando im profícuos os meios previstos nos incisos anterio res. § lQ Quando o edital for de for-ma resumida deve rã conter todos os dados necessários à plena ciên= eia do intirado. $ 22 Quando, en um teso processo, for interes sado mais de um sujeito passivo, e relação a cada um deles serão atendidos os requisitos fixados nes ta seção para as intimações. - Art.?.36 - Considerar-se-á feita a intimação: I - quando pessoal, na data da ciê,,.cia pelo au tuado, ou da declaração de quem fizer a intimacão; II - quando, por via postal, na data do recibo de volta, e, se for essa omitida, quinze dias ap6s a entrega da carta no Correio; III - quando por edital, trinta dias ap6s a data da publicação e afixação do mesmo. Arc.237 - Os despachos interlocutórios que nao afetam a defesa do sujeito passivo independem de intimação.· NOTIFICAÇÃO DE LANÇAMENTO Art.238 - A notificação do lançm:iento será fei ta por via postal, pelo 6rgâo que ad::únistra o tri buto e conterá, obrteatoriru:iencc: - I - a qualificação do notificado e as caracte rísticas do notificcdo e as do imóv~l. quando for o caso; 11 - o valor do crédito tributário lançado, sua natureza e o prazo para recolhirento e ipugnação; III - a disposicâo legal infrigida, se for o ca so, e o valor da penalidade; IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor,ou do servidor autorizado, e a indicação do seu cargo ou função. Pnr:igrnfo ti!cacão de nográfico ou Cr..ico - Prescinde de nssin::itura a no lançamento emitida por processo recu !lctrÕnico. J0MM, TRIMINA DA +UNTEI'A DIÃRlO IU.GIONAL ME.LA VISTA/MS, 25 DE DZENBRO DE 1993 PC I MA Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS [Cilin Iritário Mui.ial - Lei 966 de 20 de Dez•bra de 1993 Art.239 - A not'teço do !lançamento será fel ta na forma do disposto nos artigos 2)5 e 236, C/P11ULO TI PROCEDIMENT0 FISCAL. Art.240 - O procedimento fiscal tem início com: l - n Jnvraturn de termo de lntlmacio fi&cnl; [l - a lavratura de termo de apreensão de merca dortas, livros ou documentos; li! - o notiflcuciio prellnlnar; TV - n lrwruturn de nuto de infrnç,10 ~ imposição de multa; V - qualquer nato da Administração que caracter! ze o inicio de apuração do crédito tributário. Pnrigru[o Onico - O inicio do procedimento ex clul a espontaneidade do sujeito passivo em rela çio a atos anteriores e, independentemente de inti macio, a dos demais envolvidos nas Infrações ver! ficadao, Art.24l - A exlgnc!a do crédito tributário se rá formalizado em outo de infração ou notificação, diotinto6 pnrn cnde tributo, Parágrafo Onlco - Quando mais de uma infração i legiGlação decorrer do mesmo fato a comprovação dos ilícitos depender dos mesmos elementos de con vicção, a exigência será formalizada em um só • ins trumento e alcançará todas as infrações e infrato res. Art.242 - O processo Rerá organizado em forma de auto forense em ordem cronológica e terá suas folhas e documentos rubricados e numerados. CAPITULO III SEÇÃO 1 - M:ODIDAS PRELIMINARES TERMO DE FISCALIZAÇÃO da Int!macio, re,ular!ze a situação, I? Esgotado o prazo de que trata este artio, sem que o Infrator tenha regularizado a sttuaçio perante a repartição competente, a notificação F!g cal será automaticamente convertida em Auto de In fração, § 22 Lavrar-se-i, imediatamente, auto de infra cão e imposição de multa quando o sujeito passivo se recusar a tomar conhecimento da notificação ffs cal. Art.249 - Não coberi notificação fiscal, deven do o sujeito passivo oer imediatamente autuado: I - quando for encontrado no exercício do otivi dode tributável sem prévia inscrição; - 11 - quando houver provas de tentativa para exi mir-se ou furtar-se ao pagamento do tributo; III - quando for manifesto o ânimo de sonegar; IV - quando incidir em reincidência. SEÇÃO II AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA Art.250 - Verificando-se violação do legislação tributiria, por ação ou omissão, ainda que não ir porte em evasão fiscal, lavrar-se-i o auto de in fração e imposição de multa correspondente, em du= as ou mais vins, sendo a primeira entregue ao in frator. Art.251 - O auto de infração será lavrado por autoridade fiscal competente, com precisão e clare za, sem entrelinhas, emendas ou rasuras, e deverá: I - mencionar o local, o dia e hora da lavratu ra; II conter o nome do autuado e endereço e, qunn do existir, o numero de inscrição no cadastro da Prefeitura; III - referir-se no nome e endereço das Art.243 - A autorido<lc administrativa que presi dir ou proceder a quaisquer exames e diligências= de fiscalização lnvrarã, sob 6UO assinatura, a da ta de início e término, o período fiscalizado, os livros e documentos examinados e o que mais possa interessar. § lQ Os termos a que se referem o "caput" deste artigo, serão lavrados no estabelecimento ou local onde se verificar o fiscalização ou a constatação da infração, em livros fiscais ou em separado, hi pótese cm que o termo poderá ser datilografado ou impresso em relação às palavras rituais,devendo os claros ser preenchidos à mão e inutilizados as en trelinhas em branco. 9 2Q Em sendo o tenno lavrado em separado, ao fiscalizado ou infrator forncer-se-i cópia do ter mo autenticado pela outoridnde a que se refere es te artigo, contra recibo no original. $ 3g A assinatura não constitui formalidade es sencial à validade do termo de fiscalização, nao implica confissão, nem a sua falta ou recusa agra vará a pena. § 4Ç Iniciada a fiscalização, o agente fazendá rio terá o prazo máximo de cento e oitenta dias pa ra concluí-la, salvo quando houver justo motivo de prorrogação, autorizado pela autoridade superior. SEÇÃO II APREENSÃO DE BENS, LIVROS E DOCUMENTOS Art.244- Poderão ser apreendidos os bens móve is, inclusive mercadorias, livros ou documentos em poder do contribuinte, do responsável ou de tercei ros, em outros lugares ou; trânsito, que·constituai prova material de infração estabelecida na legisle cão tributâria. • - Art.245 - Da apreensão lavrar-se-à auto com os elementos do auto de infração, observando-se, no que couber, o disposto no artigo 244. Paragrafo Onico - Do auto da apreensão consta ro a descrição dos bens, mercadorias, livros ou documentos apreendidos, a indicação do lugar onde ficarão depositados e do nome do depositário, po dendo a designaçao recair no próprio detentor, se for idoneo, a juízo do autuante. Art.246 - Os livros ou documentos apreendidos - poderao ser devolvidos, a requerimento do autuado, quando não houver inconveniente, mediante recibo . ficando no processo cópia autenticado de inteiro teor da parte de que deve fazer prova. Parágrafo Onico - Os bens apreendidos serão res tituídos, a requerimento, mediante depósito das quantias exigíveis, cujo importância será arbitra da pela autoridade competente, e passado recibo ficando retidos, até decisão final, os espécimes necessários i prova. Art.247 - Se o autuado não provar o preenchimen to das exigências legais para liberação dos bens apreendidos no prazo de sessenta dias, a contar da date da apreensão, serão os beos levados o leilão público. S 1g Quando a apreensão recair em bens de fácil deterioração, o leilão poderá realizar-se a partir do próprio dia da apreensão. § 22 Apurando-se, na venda, importância superi- or ao devido à Fazendo Publica Municipal, será .o autuado notificado para receber o excedente. CAPITULO IV ATOS INICIAIS SEÇÃO I - NOTIFICAÇÃO FISCAL PRELIMINAR Art. 248 - Verificand~-se omissão não dolosa de pagamento de tributo, ou qualquer infração à legis lação trfbutiria de que possa resultar evasão de receita, 6crá expedida contra o infrator notifica ;lo fiscal para que, no prazo de dez dias contados CAPITULO V- CONSULTA testemu- nhos, se houver; IV - descrever o fato que constituiu a infração e as circunstâncias pertinentes; V - indicar o dispositivo legal ou regulamentar violado e o da penalidade aplicável; VI - fazer referência ao termo de fiscalização - em que se consignou a infração, quando for o caso; VII - conter intimação ao infrator para pagar os tributos, multas e acréscimos devidos, ou apresen tar defesa e provas nos prazos previstos; VIII - assinatura do autuante aposta sobre a indi cação de seu cargo ou função; IX - assinatura do próprio autuado ou infrator , ou de representante, mandatário ou preposto, ou da menção da circunstância em que houve impossibilida de ou recusa de assinatura. - $ 1g As omissões ou incorreções verificadas no auto de infração não acarretarão nulidade quando - do processo constarem elementos suficientes para a determinação e do infrator. $ 29 A assinatura não constitui formalidade es sencial â validade do auto de infração, não ipl1- ca confissão, nem a sua falta ou recusa agravará a pena. § )Q Havendo reformulação ou alteração do auto de infração, será devolvido o prazo para pagamehto e defesa do autuado. Art.252 - O auto de infração poderá ser lavrado cumulativamente com o auto de apreensão. Arc.253 - O sujeito passivo será intimado da la vrnturn do termo de infração, na forma do dispostÕ no aritgo 220 deste Código. Art.254 - Desde que o autuado não apresente de fesa e efetue o pagamento das importâncias exigi das no auto de infração dentro do prazo de trinta dias, contados da respectiva intimação, o valor das multas exceto a morar6'a, será reduzido 10%. em cessuais. Art.259- Não produzirá efe!to nenhum a consul- ta forulada: I - en desacordo com o artigo 256; II - por que estiver nob procedimento f!scal Instaurado para apurar fatos que se relacionem co a r.10téria consultada; III - por qulrlll tiver sido intimado a cumprir obr! gação relativa ao fato objeto da consulta; IV - quando o foto já hcuvér sido objeto de dcci são anterior ainda não oodi!icadn, proferida consulta, ou litígio em que tenha sido porte o con sulente; V - quando o fato estiver definido ou declarado em disposição literal da lei tributiria; VI - quando não descrever, completa e exatamen - te, a hipótese que Ge referir, ou não contiver os elementos necerrários i solução, salvo se a Inexa tidão ou omissão for excusável a critério da auto ridade julgadora, Parágrafo Onico - Nos casos previstos neste ar tigo, a consulta seri declarada ineficaz e detcrmi nodo o arquivamento. rt.260 - Quando a resposta à consulta for no sentido da exigibilidade da obrigação cujo fato ge rodor já houver ocorrido, a autoridade julgadora~ ao intimar o consulente da mesma, fixará o prazo - de vinte dias para o cumprimento do procedimento/ por ela determinado. Art.261 - O consulente poderá fazer cessar, no todo ou em parte, a oneração de eventual crédito - tributário, efetuando seu pagamento ou depósito obstativo, cujas importâncias serão restituídas dentro do prazo de trinta dias, contados da notifi cação do interessado. Art.262 - Não cabe recurso voluntário de CAPITULO VI PROCESSO ADMINISTRATIVO SEÇÃO 1 NORMAS GERAIS Art.255 - Ao contribuinte ou responsável é as segurado o direito de consulta sobre interpreta - çao e aplicaçao da legislação tributária Munici Pal, desde que protocolada antes do início da nçao fiscal e com obediência às normas adiante es tabelecidas. Art.256 - A consulta será formulada através de petição dirigida ao responsável pela unidade admi nistrativa, com a apresentação clara e precisa de todos os :lementos indispensáveis ao entendimento . da situaçao de fato e com indicação dos dispositi vos legais aplicados, instruida, se necessário com os documentos. Parágrafo Onico - O consulente deverá elucidar se a consulta versa sobre hipótese em relação à qual já ocorreu o fato gerador da obrigação tribu taria, e, e caso positivo, a data da sua ocorre eia. - Art.257 - Nenhum procedimento fiscal será ins taurado contra o contribuinte responsável relati vamente a especie consultada, a partir da apresen taçao da consulta até o vigésimo dia subsequente a data da ciência da resposta. Art.258 - O prazo para a resposta à consulta formulada será de vinte dias. S Ig Para melhor instruir o processo, poderá ser solicitada a emissão de parecer e a realiza - çao de diligência. $ 2 0 prazo _para apresentação de pareceres e diligencias sera de vinte dias, prorrogáveis por igual período, a critério da autoridade competen te, e suspenderao o curso dos demais prazos pro- -.------·- -- --. -- TRIBUTÁRIO Art.272 - A impugnação de exigêncin·fiscal efeito suspensivo e instaura a fase litigiosa .t:m procedimento. • 0 Art.273 - ~ sujeito passivo poderá , i!:!pu ar qualquer exisêncta fiscal, independenteeee", previ.o deposito, d~ntro do prazo de vinte dias,con tados da notificação do lançaento d in. - ,. - ou a nt ma- cao, mediante defesa escrita e junt d d tos b • _ an o os ocumen coprobatorios das razões apresentadas. Paragrafo Cnico - O 1pugnant d, - representar e po era azer -se por procurador legalmente constituído. Art.274- A impugnação - a -- .1 sera lirigida ao respon- sav1; pela.unidade administrativa d fin de vera conter: e ancas e I - a qualificação do interessado contribuinte no cadastro respecti • o numero do para receber a intimação· vo e. o endereço - II - os motivos de fato ou de fundamenta; direito em que se III - as provas do alegado - gências que pretenda sejam e: a indicaçao das dili vos que a justifiquem; {etuadas co os o!- IV -_o pedido formuladb de modo claro Paragrafo Onico _ 0 servido e preciso, Pugnação dará recibi r que receber a im- o ao apresentante Art.275 - Apresentada a impugna-- ou formado esse, se não h ao ao processo, minhado ao autuante, ouver, o resto será enca is razões da 1pu.., ! ?Presentará corestacão - as. ao, lentro do prazo de_dez d! ern so de consulta. Art.263 - A resposta dada i consulta teri efei to normativo quando adotada em circular expedida pela autoridade fiscal competente, sempre que resposta tiver interesse geral. pedido de reconsideração ou decisão proferida em proces- a Art.264 - Ao processo administrativo tributi rio aplicam-se subsidiariamente as disposições do processo administrativo comum. Art.265 - Fica assegurado ao sujeito passivo. o direito de ampla defesa. Art.266 - 0 julgamento dos atos e defesas compe te: I - em primeira instância, ao responsável pela unidade administrativa de finanças· II - e segunda instância, ao Prefeito. Art.267 - A interposição de impugnação, defesa ou recurso independe de garantias de instância. Art.268 - Nao sera admitido período de recons deração de qualquer decisão. Art.269 - É facultado ao sujeito passivo ou a quem o represente, durante a fluência dos prazos, ter vista dos processos em que for parte,pelo pra zo de cinco dias. Art.270 - Poderão ser restituídos os documentos apresentados pela parte, ediante recibo,desde que nao prejudiquem a decisao, a critério da autorida d': competente, exigindo-se a sua substituição por copias autenticadas. • Art.271 - Quando, no decorrer da ação fiscal fo re apurados novos fatos, envolvendo a parte' t ou oy ras pessoas, ser-lhe- arcado igual prazo para apresentaçao de defesa, no mesmo processo. SEÇÃO II - IMPUGNAçAO J A', TPIE'JMA DA FRITE.IRA A/M ,, 7.í ll' Prefeitura Municipal de Bela Vista - MS Código l ributário Municipal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 Art.276 - Rcceb1du u prucehnu cun o contP&tn çi0, a autoridade Juladora determinará de oficio a realtzaçio das diligencias que entender necessá r!nc, f1~nndo o prnzo de quinze dtno para sua efe t1vnçâo, e Indeferirá us que considerar prescindf vcir;, lmpr;itlclivcln 011 protelntÕriuo. Parágrafo Onico - Se na dlllRinclo [orem opur~ do fatos de quc resulte crfdito tributário maior do que o impugando, scrã reaberto o prnzo parn no va impugnnçio, devendo do fato ser dado ciincin no lntcrcoando. Art.277 - Completada a instruçio do processo, o mesmo ocrá encaminhado~ autoridnde Julgudorn. Art,278 - Recebido o processo pela autoridade - Julgodorn, esta decidirá sobre a procedência ou i~ proccd;ncia da impugnação, por eacrito, com red! çÕo clara e precisa, dentro do prazo de trinta di as, § IQ A nutoridnde julgadora nüo ficará adotrita Õs olcgnçõus das partes, devendo julgar de acordo com oun convicção, em fnce das provns produ~idns - no processo, $ 29 No caso de a outoridode julgadora entender necessário, poderá determinar as diligências que entender necessárias, determinando as novns pr•~as n serem produzidas e o prazo para sua produção. Art.279 - A intimação da decisão será feita na forma dos nrtigos 235 e 236. Art.280 - O impugnante poderá fazer cessar, no todo ou em pnrte, a oneração do crédito tributá - rio, efetuando o seu pagamento ou o seu depósito obstativo, cujas importâncias, se indevidas, serão restitu!das dentro do prazo de JO dias,contados da data da intimação da decisão. Parágrafo Onico - Sendo devido o crédito tribu tário, a importância depositada será automaticamen te convertida em renda. Art.281 - A autoridade julgadora recorrerá de ofício, no próprio despacho, sempre que a decisão exonerar o contribuinte o~ o responsável do paga mento de tributo e multa. • SEÇÃO Ill do .o Art.282 - Da decisão de primeira instância cab! ra recurso voluntário ao Prefeito, com efeito sus pensivo, dentro do prazo de vinte dias,contados da intimação. Parágrafo Onico - O recurso poderá ser interpos to contra toda a decisão ou parte dela. Art.283 - O Prefeito poderá converter o julga mento em diligência e determinar a produção de prg vas ou do que julgar cabível para formar sua con vicção. Art.284,- A intimação será feita na forma dos artigos 235 e 236. Art.285 - O recorrente poderá fazer cessar, no todo ou em parte, a oneração do crédito tributá - rio, efetuando o seu pagamento ou seu depósito ob~ tativo, cujas importâncias, se indevidas, serão restituídas dentro do prazo de 30 dias,contados da data da intimação da decisão. SEÇÃO IV EXECUÇÃO DAS DECISÕES do RECURSO ponsabIldade sejam apurada, enquanto no e t "to o direito da fnznnda P~~!icu. , I Igualmente e r ã responsável a a t o r ! d d e - o, funcionário qae defar de dar andamento aos pro cessou admfn!trat!vos trfhtiríos, os quando o f! zer fora dos prazos estabelecidos, oa mandar arqal vá-los antes de findos sem casa Jost!ficada e não fu11da:ocnt;ido o dcnpacho na legislação vigente a época da detcruinação do arquivaMcnto. § 2~ A responJabllidadc, no cnso deste artigo , é pessoal e independente do cargo ou função cxcrcI dos, aem prejuízo de outras sançÕc!l ,idr.l:!nistrati - vas e penais cabíveis ã espécie. Art.291 - Nos cauos do artigo anterior e acus parágrafos, ao responsável, e, se mais de a hoo ver, lndepcndcntemente una dos outros, será cooin!!, da a pena de multa de valor 1cal à metade da apl! cável ao contribuinte, responsável oa Infrator,se prejuízo da obrigatoriedade do recolhiccnto do tr! buto, se este Já não tiver sido recolhido. $ 1g A pena prevista neste artlgo será imposta pelo responsável pela unl<l.!dc administrativa de fi nanças, por despacho administrativo que apu:ar a responsabilidade do funcionário, a quem scrao asG~ gurados amplos direitos de defesa. § 22 Na hipótese do valor da multa e tributos - deixados de arrecadar por culpa do funcionário ser superior a 107. do total percebido mensalmente por ele a titulo de remuneração, o responsável pela unidade administrativa de finanças determina~á o recolhimento parcelado, de modo que uma só vez não seja recolhido importância excedente àquele lL~l te. Art.292 Não será de responsabilidade do fun cionário a omissão que praticar ou o pagamento dÕ tributo cujo recolhimento deixar de promover en ra zão de ordem superior, devidamente provada,ou qua~ do não apurar infração cm face das limitações da tarefa que lbc tenha sido atribuida pela chefia imediata. Parágrafo Onico - Não se atribuirá responsabili dade ao funcionário, não tendo cabimento aplicaçãõ de pena pecuniária ou de outra, quando se verift car que a infração consta de livro ou docuoentos fiscais a ele não exibidos e, por isso, já tenha lavradÓ auto de infração por embargo â fiscaliza - çao. Art.293 - Consideradas as circunotânciais espe ciais cm que foi praticada a omissão do agente fi~ cal, ou os motivos por que deixou de promover a ar recadação de tributos, conforme fixados cm regula= menta, o responsável pela unidade administrativa de finanças, após a aplicação da multa, poderá dIs pensá-lo do pagamento dessa. TITULO IX - DISPOSIÇÕES FINAIS Art.294 - Serão desprezadas as frações de centa vos no cálculo de qualquer tributo. Art.295 - Fica instituída a Unidade Padrão Fis cal (UPF) que corresponderá ao valor de dez UFIRs, para servir de parâmetro ou elemento indicativo de cálculo de tributos e penalidades, como estabeleci do na presente lei. Arc.296 - Os tributos lançados de forma parcela da terão os valores quantificados em UPF, tomando como base o valor da UPF do dia do lançamento. Art.297 - O Poder Executivo expedirá decreto re gulamentando a aplicação desta Lei. Art.298 - Esta Lei entrará em vigor a partir de 12 de janeiro do próximo exercício. Art.299 - Revogam-se as disposições em contrá rio. Art.286 . São definitivas; I - as decisões de primeira instância não su jeitas a recurso de ofício, e quando esgotado o prazo para recurso voluntário sem que esse tenha sido interposto; II - as decisões de segunda instância. Parágrafo Onico - Quando o recurso voluntário - for parcial, tornar-se-á definitiva, desde logo, a parte da decisão que não tenha sido objeto de re curso. Art.287 - Transitada em julgado a decisão conde natória, o processo será remetido ao setor compe - tente para a adoção das seguintes providências quando cabíveis: I - intimação do contribuinte, para que efetue o pagamento da importância da condenação no prazo de vinte dias; II - conversão do valor do depóslto em dinheiro; III - remessa ao Órgão competente para a inscri ção do crédito tributário em dívida ativa,decorri do o prazo e não cumprida a decisão; IV - liberação dos bens, mercadorias, livros ou documentos apresentados ou depositados. _ Art.288 - Transitada em julgado a decisao favo rável ao contribuinte, responsável ou autuado, o processo será remetido ao setor competente· para restituição dos tributo~ e penalidad~s porventura pagos, bem como liberaçao das importancias deposi tadas, se as houver. Art.289 - Os processos somente poderão ser ar quivados com o respectivo despacho. Parágrafo Onico - Os processos encerrados se rão mantidos pela Administração, pelo prazo de ci_!! co anos da data do despacho de seu arquivamento após o que serão inutilizados. CAPITULO Vil RESPONSABILIDADE DOS AGENTES FISCAIS Art.290 - O agente fiscal que, e função do car go exercido, tendo conhecimento da infraçno da le gislação cribuÚria, deixar de lavrar e encaminhar o auco de infração, fica sujeito a pena de respon sabilidade funcional pelo prejuízo cnus~do a Faze!! da Pública Municipal, desde que a omissao e ares- Prefeitura Municipal de Bela Vista , Abraão Armoa Zacarias - Prefeito Muncipal T A B E L A AL1QUOTAS DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NA TUREZA 01 02 03 ()1, os DISCRIMINAÇÃO DAS AT!V!DADES PROFISSl0SAlS Al/I0~0:-105 - de n[vel univcrsit..Írio • de n!vcl t:Õd!o - outros _grasne,_. FIXA ANUAL. IMPOSTO - 1 '1. sho,•1- ~ "U?f'' 1 o.ento econ. 1tributiivel 0UIR0S SERV!Ç0S - diversões pÚbllcas ,uxccç:io a0s Jogos desportivos. - outros serviços nõ.o cr.pecí !l.c.ados nos !tens anteriores , ; inclusive ·os jogos desport ha;. 10,0 s,o 2,0 10.0 s.o T A"'B ELA II T A X A D E L I C E N Ç A PERCENTÍJAIS A SEREM-APLICADOS SOBRE A UNIDADE FISCAL DO MUNIC!PIO. de 101 A 50 de sl 4 40 a [ma de 400 l .2ccereiafs: e& 5 de 5 a 100 de 10' « 50 ac{a de 20 2}, prestadores de serviço(enpre as, pro!lssIona!as, sociedades de prg fis!ora!s e dral: enr!dades coi fLns Irat!vos: até 50 e!.- 51 .l !CV d•· 101 a 250 acfa de 20 3. Licença para cuão de obras par t{cu)ares: 3.1 ccrsrruçõ: . aprovação do pro'eto por , concessão de alvarás de construçao, ou rencaçao . concessão de hat!te-se por ' , ru·ração do frõvel - 3.2. edi!:casão • +p14a660: , aprova;ao do projeto por n . , concesão do alvará de zcdIfIca;ao, Ou TCnCVaç4O 33, deoltção e alterações; 34, execuçao de lotearento e desnem br.imcnto: . aprovação do projeto por n' , od!ficaçãc do projeto aprovado por r? 3.5 autorização para desnebracento e rezebraento, 3.6. ct-r:idâo divers.:i 4. L1cenc;a par.i í)t.:t>l1c!d,1de: 4.1. painel, cartaz ou arúc(o, Incly .sive }ttrrtro:; t St"-~lh.1n::es, lw:iro - scs ou não. colocados em uros, radei r.1.r.':ento, il:!.-i!s c~pec1a1s, cerc.ados , tapures, tabuletas ou e qualquer ou tro local per{tido, por i por seres tre. 4.2. oo9tru:írios, inclusive letreiros e scr.:clh,1nte9, lu:::inosos ou não, colo ados fora dos estabelecIrentos, ainda ue e...-: µlerias, estaç.Ões, a!Jrigos,vc! ulos ou ena qualquer outro local per .itiCo, por r:-.: por se:-iestre. ·.3. publicidade, fe!ta co a utiliza .ia de veículos, r,ssoas, mús1c.n5, anl ~is (circos, etc , alto-falantes ou ualquer outro aparelho someero ou de roJcção fotog,ráfic.1, por dia. 5. Licença para ocupação de áreas en vias e logradouros: públicos: a. e caráter Inter!tente por dia: 51, barracas e se...-..elhantes de !ei ras livres 5.2, veículos onde se vende mercado rias 5.J. circos, parques de diversões , feiras, e.xposições, s~ prejuízo do paaento do ir:posto devido 1 54, outras foras de ocupação no e.2_• quadradas nos Itens anteriores 5.5. bancas de Jornal _ 5.6 bares, lanchonetes, restauran tes e se:-elhnntes, por r: 2 ; 5. 7, outras !ora.as de ocupação não e.nquadradas nos !tens anteriores, por o.=. 6. Llcença para o comércio eventua.1 • ou nr.bulontes: 6.l. comerciantes residentes no Mun! dp!o (t:ês/ano): . coe vl.!{culo ::otorizai:!o . outros co:ierciantes 6.2. co:::crciantes não residen:.es !'?O 1:Un!dp!o: co::,. veiculo ::,.otoriz.'.lc!O gêneros al!ent!c1os outros produtos out.ros ccr.:~rc1.antes gêneros alir.ent!cios outros prodct.os 7 .o. Expe:!!entc . .itcsta.do ou certidão . atestado ou ce:-tidão por ano ou fração de busca . . requer!zento ou papel entrada na re!eitun1 • overba;:Ão de escritura por i.::!Óvel . trar.s fcrê.ncia de contrat'b - b4i.xóls divers.:is . registro de ferro de ado . cert1d5o nesat1vn por 1.I:.Õve.l .. scgu.,dJ.s vins, inclusive de docu ventos de arrecadação 8 .o. Serviço:. Diversos • apreensão de ,:mi.:=.al por cabeça • vo1cinacâo de ciic.s por u.-úd.adc . depósito de .an.1.cal, por unidade e por dia . ex t ! n ç o d e for!gue!ro por unidg de . npree:i.?.âo de bens ou t::::erc.adorias per u:Ud.Jdc ou por quilo . d.epõ;;tto:. de ::crcador.ln.s e. objc. - tos per lote até 100kg Abate de An!a!s. a. por cabeça de pado bovino b por cabeça de antal de outras ecg pé!es c, por cabeça de ave Ce::i.1 térlo: Inação Ee Sc::.:::ultur.:a r..1:;a: Adulto, por ctnco ano.; Infante, por 3 anos pr r r ' por 't ' t± tte :.,I') +6,0 8,0 i1o,G 6,0 ,0 10,0 12,0 ·,0 6,0 il,0 10.0 O,Ol 3,0 0,02 0,5 0,02 3,0 3,0 0,00) 0,00) 1,0 V,5 l,C0 1,00 0,J0 0,30 0,J0 0,50 0,20 0,60 0,20 0,20 1.,00 - 6,00 0,15 o,so 3,00 1,00, 4,00, 6,00 1,00, 1..,00, 6,00 o,so, 1,00, .c.,oo 0,60, 1,so, 5,00 1,00 0,80 1,00 1,00 o,so 1.,00 l,S0 o,so 1,00 1,00 0,20 0,20 0,30 º·ºª 0,20 0,05 O,OJ 0,002 l,0 0,50 ,101"1/J, 'l'H I IIIJtln li, F PONTEIA HELA VJ:.,TA/MS, 2'.i D!': DEZEMBRO DE 1993 PÃGINA - ' Prefeitura Municipal de Bela Vista' - MS Código Tributário Munici1Jal - Lei N· 966 de 20 de Dezembro de 1993 Adulto, por clnco ,rnor; . Infante, por três, anos . Mausoléu, por cinco anos Prorrogação de_Prazo; . Sepultura rasa, por 5 anos . Carneira por 5 anos f_crpo tuidade: Sopulluru rasu, por mª Carneira, por m Jazigo (cdrncird dupla, gcmindda) por m? ExumaçZto: Antes de vencido o prazo regulamentar de decomposição Depois de vencido o prazo regulamentar de decomposiç::io piveros: Abcrturd de scpulturd, carneira, jazi go ou mausoléu para nova inumacâo . Entrada ou retirada de ossada . Permissão para qualquer construção no cemitério (embelezamento, colocacâo de inscrições, etc) AL!QUOTA LM "UPF" T A B E LA III TAXAS DC SERVIÇOS URDA~OS -------------------- ...., Em Carneir..: -~ . --~ 1,50 1,00 ),0 1,50 2,00 1,00 2,0 3, o 2,50 1,50 1,50 1,50 1,50 PERCENTUAIS A SER.F'M APLICADOS SODRL: A UNIDADB fISClL DO r 1 DISCRIMINAÇÃO AL1Q'OTA EM "UPr" 1. Coleta domicilidr de lixo: 1.1. - Imóveis edificados, por clas se de a.roa construldu (ml): 1.1.1. - Exclusivumente residenciais até 60 de 61 a 120 de 121 d 250 acima de 250 1.1.2 - não residenciais até 60 de 61 a 120 de 121 a 250 acima de 250 2, Limpeza de vias públicas, por metro linear de testada. 3, Limpeza e roçada de imóveis não edi ficados, até 400 m 2 3.1 - cada 100 m excedente 4. Retirada de entulhos cm geral Nivelamento de lote até 360 m 2 . por m? excedente Transporte de máquinas em caminhâo pranchas/km rodado - ida e volta 0,50 1,50 2,50 3,00 1,00 2,00 3,00 3,50 0,05 3,00 0,30 1,00 0,005 0,15 EÍC QUE PORÁ 01) 1MONA, PI E$/4 gl I A/IJUIYCIE! 067( 439_1410 251_1669 287-1239 BELh VIS'l'A JARDIM P. MURTINHO ELBA/ 86 Vende-se, motor novo, amortece~ores novos pneus novos. A toda prova. Apenas CR$ 700.000,00 ou US$ 4.500,00. 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I ~°"!ti ~~ a 3; +z 2 3- f; a a ['< e Edição de Natal l 4 AD E R NO -------- ----------- -- S a u d a cão do Preleil "P ICÃO D E NATA. - 25/Df:7./1993 4<> CJOEHNO o Prefeito <lr .iilrdim , José- Vicente de Sanctis Pires E.t. $ P» «.9 'O Desde o primei ro dia de nossa admi nistração sabíamos= que não seria fácil gerenciar Jardim, um município com gra ves problemas admi nistrativos. Adotamos, corno postura, uma políti ca de reestruturação financeira e, como meta primordial, o atendimento ao ser humano. a u trabalho e aten der às ncessidades bú.,; ica s do povo principalmente o ca ren e, foi a primei ra atitude adrninis trativa pois, sempre tivemos consciência de que é o atendimen to dispensado ao po vo, o alicerce de uma administração digna. • Veja matéria na página - 02/40 Cad. Prefeito Luiz Abreu Ajuda no Combate à Fome e à Miséria F.stas medidas aparentemente sim ples, eran absoluta mente necessárias e até urgentes de se rem tomadas. Colocar os salá rios dos funcioná rios cm dia, recupe rara honrabilidade institucional e a dignidade dos servi ços e servidores pá blicos, valorizar f , '- ' ,...::,- ' Sr. Tadeu Ocampos, Eng Fernando Jorge de Barros, Prefeito Juvi no Godoy, Deputado Moka, Prefeito Abraao Zacarias, Vereador Mar cos Barbosa e Vice-Prefeito de Caracol·Wilson F. Leite. Foi inaugurada. Pelo Prefeito Munici Pal de caracol, Ponte sobre o Rio Ca racol, na região que demanda ao TORO MO RO. Com as presen ,as de vãrias autori dades locais entre as quais destacamos º Prefeito Juvino Go doy e Sra, Vice-pPre feito Wilson Ferrei ra Leite, Deputado aldemir Moka, Pre feito de Bela Vista= Abraão Zacarias, En genheiro do DERSUL Residente Fernando Jorge de Barros, os Vereadores José Car los Barcelos - PresI dente da Câmara Muni cipal de Caracol ~ Marcos Barbosa - Pre sidente da Câmara Mu nicipal de Bela vis ta, os vereadores de Caracol: Thirson Fer reira Leite, Dorali= na R. Leite, Darci Souza Neto, Paschoal Pucheta e Josélio dos Santos e ainda i númeras pessoas de 1. Prefeito de Porto Murtinho, Luiz Carlos de Jbrcu. O Prefeito Muni cipal de Porto Murtí nho, Luiz Carlos de Abreu e toda sua e quipe e principalme~ te o PRONAV Munici pal com a sua Coorde nadora Dona Emy Oha ra de Abreu não vem medindo esforços no combate à pobreza e à miséria. Neste dia 29 e 30 de julho o PRONAV Municipal junto com a Agência do Banco do Brasil local e da 2a Companhia de Fron teira, participaram da distribuição de alimentos, agasalhos e cobertores às pes soas carentes do mu nicípio, no total fo ram beneficiada 318 família: que desde o inicio da Administra cão atual vem ilten dendo mensalmente • Veja matér,a completa na página/ 06 deste cadero na matéria Retrospecti va da Administ:a,;::r. Luiz Carlos de Ab:ou destaque na socieda de Caracolense. * Matéria na Pá qina - 12 deste Ca derno- na Retros pectiva da Adminis tração Juvino Godoy. + Matéria na Página ll deste Caderno - Edição de Natal Gente Jovem * Veja os principais acontecimentos sociais da sociedade jardinense nesta Co luna - Por André Luiz valo - na Página 11 deste Caderno O2 EDIÇÃO DE 'NTAL 40 CADEPO RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO PIRES - JARDIM - MS Saudação do. Prefeito ' JARDINENSES Conta,para ajud-la, com os seguintes órgãos: PRONAV MUNICIPAL l 1 i Desde o primeiro dia de nos sa Administração sabíamos que - não seria fácil gerenciar dar dim, um Município com graves problcman adminiotrativoa. Adotamos, como postura, uma política de reestruturação fi - nanceira e, como meta primor dial, o atendimento ao ser huma no. Estas medidas, aparentemente simples, eram absolutamente ne cesárias e até urgentes de se rem tomadas. Colocar os salários dos fun cionários em dia, recuperar a honrabilidade institucional e a dignidade dos serviços e servi dores públicos, valorizar seu trabalho e atender às necesida des básicas do povo, principal mente o carente, foi a primeira atitude dispensada ao povo, o alicerce de uma Administração - digna. A oportunidade, a nós delega da pelo povo jardinense, nos e~ polga e entusiasma, pois nos deu oportunidade de trabalhar - pelo futuro de Jardim. Quem acompanhou as dificulda des apresentadas, nos primeiros meses de nossa Administração , no tocante a organização do erá rio público, sabe que os meti vos de júbilo são, no mínimo , gratiflcantos pois alcançamos é xito cm nosso investimento. "O POVO" Ao encerrarmos 1993 agradece mos a Deus pela força e lucidez, à nós transmitidas; a nossa e - quipe que, lado a lado, conosco batalhou e ao meu povo que teve paciência e consciência no de - senvolvimento de nosso trabalho. o Prefeito José Vicente de Sanctis Pires tomou posse no dia 01/01/93 o, no mesmo dia , iniciou a Administração séria - para que: "Jardim voltasse a Crescer". As medidas tomadas não mos - trou seu alcance do imediato pois, necessário foi colocar cm dia as dívidas existentes e pendentes, o Saneamento Adminig trativo foi o primeiro objetivo da Administração Pires. Encontrando uma Administra - cão endividada e com equipamen tos existentes sem vida útil, o Prefeito Pires,não se abalou e iniciou sua gestão com otimismo e muito amor ao seu povo. Foi pensando no povo jardi - nense, no setor social que tra çou os objetivos a serem alcan çados em 1993 e para ajudá-lo - nomeou sua equipe de que só exi giu trabalho, capacidade e ho - nestidade. A partir desse pon - to, sempre orientados pelo din mico Chefe do Executivo, todo - secretariado arregaçou as man - gas e começou a fazer com que Jardim voltassse ao seu desen - volvimento. EQUIPE ADMINISTRATIVA Ernestina A. Giansante Grubert Chefe de Gabinete Suzana Lima de Medeiros - Secre tária Municipal de Administraçao Eng. José Vicente de Sanctis Pi res Júnior - Secretário Munici pal de Fazenda e Planejamento José Francisco da Silva Filho - Secretário Municipal de Viação e Obras Públicas Eraldo da Silva - Secretário Mu nicipal de Serviços Urbanos Ora. Maria de Lourdes dos Reis Secretária Municipal de Saúde e Saneamento Professora Edit da Rosa Medei ros - Secretária Municipal de E ducação, Cultura e Esportes Maria de Lourdes Lorenzetti Pi res - Secretária Municipal de Promoção Social Dr. Marcus Antonio Ruiz - Asses sor Jurídico - Luiz Eduardo Giansante Grubert Assessor Especial 4INVIRIES AMIMISIRNINAS i ! i 1 1 1 Decreto que dispõe sobre a Anistia Fiscal oh5o'ivendo auxi liar o Munícipe inadimplente e procurando recursos para gerir sua Administração. Criação da Secretaria de Pro moção Social, para que o atendi mento aos Municipes carentes fosse dinamizado e consciente. Atendimento ao PRONAV, sur - tindo seus depósitos para ini - ciar o atendimento à população jardinense. Aquisição e implantação do Sistema Municipal de Informáti ca, colocando a Administração - de Jardim na era da dinamização de atividades. Aquisição de Equipamentos de uso interno da Prefeitura, Se - cretarias e Escolas. Pagamento dos Salários .dos funcionários municipais, em d - traso de 3 meses. Hegularização do repasse de verba para o Poder Legislativo (3 meses de atraso). Indenização de funcionáriós. Regularização do FGTS e INSS Parcelamento e pagamento das dividas junto ã Enersul, Sane - sul e Telems. Implementação do Sistema de Licitação Municipal. Secretaria de Fazenda e Planejamento Eng. José Vicente de Sanctis Pires Júnior - Secretário Luiz Eduardo Giansante Grubert - Assessor Especial Aldo da Silva Brum - Chefe de Tributação Setor Pessoal "Valorizando nossos funcioná rl.os teremos a g·arantia do su-= cesso em nossa Administração". Com esse pensamento o Prefei to de Jardim Eng. José Vicente de Sanctis Pires promoveu a va lorizacão do trabalhador munici pal, tendo o carinho de atuali-= zar seus vencimentos e dar-lhes condições dfgnas de trabalho. Promover o Concurso Público Municipal foi uma de suas ações em prol o trabalhador da Prefei tura. Criação da Comissão de Valo rizacão do Magistério, uma de suas vitórias. Professora Suzana Lima de Me deiros - Secretária de Adminis tracão. Enio Silveira Cavalhei ro - Chefe do Setor Pessoal. Promoção Social O compromisso com o atendi - mento à população especialmente a mais carente, continua a ser meta primordial do Prefeito Jo sé Vicente de Sanctis Pires que 'Criou a Secretaria de Promo c;aõ Social. A Ação Social, sob a Coorde "ção da Primeira Dama Dona Ma- ria de Lourdes Lorenzetti Pi res, contando .com o apoio da di nâmica equipe da Secretaria e a juda da população jardinense , procurou orientar seu trabalho na direção da suoeração de aten dimento àqueles êuja sorte nâõ os premiou: "Os mais carentes - de nosso Municiio". órgão que realize Ul1d obrd - permanente de apoio e assistên cia aos mais carentes, tem ca - dastrados: - famílias carentes - idosos do Projeto Conviver o PRONAV investindo alto pa ra satisfazer as necessidades - sociais. Valeu a pena. Foi um atendimento de mais de 30 pes - soas/dia que, somando à manuten ão dos cursos e a presença per manente dos menors na Creche Centro de Aprendizagem, supera a 200 atendimentos diários. E o trabalho, que traz orgu lho à Adrr.inistração Pires, é a área que desperta amor e vonta de de lutar "É o atendimento s cia1". Palavras da,Primeira Dama: "Ver nosso semelhante com saúde, sem tremer de frio, bem alimentado é o nosso desejo e a nossa meta". ATENDIMENTO O PRONAV Municipal em 1993, efetuou os seguintes atendimentos: 39 exames 89 examos 32 próteses 175 Certidões 114 consultas 104 doações 269 armações 600 receitas 290 pessoas 3 9 lonas Fxames laboratoriais Exames de ultrasonografia Prótese dentária Certidões de Nascimento Oftalmologista Doações de óculos • Armações para óculos Medicamentos Assistência 7equinha Doações de Lona 400 pessoas atendidas com alimentos diverso.s Doações de alimentos para idosos Doações de cobertores Doações roupas usadas Doações de leite Iigacão de água Padrão de luz Promoções do PRONAV Memorando Convênio com LBA Projetos Comunicação Exoedida Comunicacão recebida Ofícios expedidos Oficies recebidos Doações de 7.500 kg de feijões carentes . 3000 sacolas 8 50 cobertores 80 peças 120 litros diariamente 15 ligações 03 padrões 17 promoções 60 memorandos 04 convênios 03 projetos 115 conunicações 118 comunicações 98 Oficies 75 Ofícios t as pessoas. 1501 sacolas natalinas 1 CENTRO DE APREHDIZACiEM Em 1987, em sua primeira Gestão, o Prefeito Pires procurando atender as necessidades do menor de Jardim fundou o PROMAM, e.1 convenio com a Funabem. Com a extinção do FUNABEM foi criado o Centro de Aprendizagem7 Infante JuveniJ. para prossegu.ir e alcançar os objetivos traçados pelo PROMAM. Em 1993, o Centro de Aprendizagem atendeu 200 menores apoian do-os em suas atividades escolares, encaminhando-os a cursos co- mo o de datilografia. ' Sendo, os menores do Centro de Aprendizagem, em sua maioria - carentes foi-lhes oferecido alimentação e atendimento médico o - d.ontológico. · U· a a- 10 oen e a EDIÇKO DE NATAL, 1() CJlll.11'!0 OJ RETROSPECTIVA DA AMINISTRAÇÃO PIES O Esporte e o lazer, d músicd P d dança foram as atividades de descontração que os menores desenvolveram em suas horas de descanso. -,,~- ........ -----,-,-, ôrqão ligado à Secretaria de Promo cão Social possui uma equipe competen te que desenvolve suas atividades com muito amor. Coordena dora Professora Lira llaerter dos Santos. Creche Mnir.ipai JIHDIM MS caço encaminhe,nto do rror para que, o mso, tenha oportu r idade de aprender e se desenvolver e pare tinto, o Prefeito Pi- 1es tomou, neste ano do 1993, medidas do valorização do Magisté rio e do Educando: -- Implantação C.V.M. - Comissão de V.crização do Magistério; -- Implantação 'c Departamento d Esportes; - Apoio ao Espore amador, dando oportunidade para que Jardim participasse de todas as atividades esportivas. Exemplo da XV opa Morena de Fut/5al quando nossa cidade tornou-so Tri-Campa « da participação nos Jogos Abrtos de Mato Grosso do Sul cm "Três Lagoas onde nossa Equipe sagrou-se Campeã, tendo oportunids de de representar nosso Es.ado nos Jogos Aberta em Chapecó/SC. - Oportunizou os Campeonatos da Copa Morena Juvenil de Fut/Sal e Futebol; - Copa Morena de Veteranos de Futebol e Fut/Sal - Torneio Municipal de Futebol - Corrida ciclista - etapa Municipal e Estadual; Corrida pedestre, - Torneio de Voley de Areia Criação de novas salas de aula para abrigar menores que esta - Vdlll sem estudar por faltaª" vogas - Criação e implantação da Divisão de Supervisão Fscolar - Absorção para o Municipio da Escola Estadual de l9 grau Oswal- c1o F. Monteiro - Capacitação de Recursos Humanos com cursos na área de Pré-Esco lar e Ensino Fundamental de 1a à 8a Séries; Apresentação da Noite Folclórica Aquisição de nov~ ônibus Escoltlr. l c5 -5 4c5 a5e° aé e" e5 a5 o 35 Também implantada cm 1988 pelo Prefei to Pires, atende as crianças de O a 7 a- nos cujos pais, por -.., necessidade de traba .__ lho, não encontram - local para atendê los. Em 1993 foram a - tendidas 50 crianças cm período integral quc1ndo receberam mui l to amor, alimenta cão, cuidados médi - cos, odontológicos , higiene e preparo p~ l ~ ra a vida escolar. _ Equipe que atende t ' os menores na Creche . .._------------------------l Maria Neide Neto Acosta I I ·' , .i.º , o. das ao menor. o Conselho Municipal rou e efetuou a eleição cão do Conselho Tutelar dim. - Coordenadora da Creche. estrutu e forma de Jar- CONSELHEIROS MUNICIPAL Professora Sebastiana Maria Xavier de Moraes - Presidente ; Ora Maria de Lourdes dos Reis; Professora Edit da Rosa Medei - ros; Estanislau ArmOa; Professora Olga Maria Mira!l da· Professora Lucilene Pereira. 'o Conselho Tutelar é órgão - pennanente, autónomo e não juris dicional, encarregado, pela So ciedade, de .zelar pelo cumpri - mente da política municipal dos direitos da Criança e do Adole~ cente. E COPOSTO POR CINCO MEMPROS. Professor Jair Mauro F. Fre goneze- Presidente; Professora SETOR EDUCACIO Al responsabilidade maior de um bom Administrador é com a edu- L • _ EQUIPE Professora Edit da Rosa Medeiros - Secretária I.uciane Karla L. Pires - Chefe de Divisão de Supervisão Professor Mário do Carmo Torres - Chefe de Divisão de Esportes Narli Torres e Aparecida Jacob - Secretária Escolar Saúde e Saneamento Fazendo parte do importante trinômio "Educação, Saúde e Assis t.ência Social". O Prefeito Pires, com sua atenção ao atendimento ao Jardinense, dedicou sua atenção ao Setor da Saúde, iniciando pelo Escolar. - Implantou o atendimento médico-odontológico aos alunos da REME com instalação de Gabinetes nas Escolas Zeus Benevides e MARC; - Reestruturou o Conselho Municipal e com ele trocou os objeti - vos a serem alcançados no ano de 1.993 - Implantou o atendimento odontológico no período noturno, r.scolas Municipais e Posto de Saúde - Adquiriu uma ambulância nova; Saúde da Vila Panorama -- Apoiou integralmente as Campanhas desenvolvidas no Setor f.aúde -- Criou o cargo de Veterinário e implantou a Vigilância Sanitá - ria no Município; - Adquiriu remédios através da Fundação de Saúde Atendimentos nas Conselhos Municipal e Tute - lar de Atendimento à Criança e ao Adolescente. Certos que o atendimento e encaminhamento do menor é a me lhor solução para dias melhores, o Prefeito Pires e Dona Lourdes, destinaram seu·tempo na reestru ·turação da Lei dos Direito.s dã Criança e do Adolescente, ade - quando-a para as necessidades - reais de nossos menores e forma ramo Conselho Municipal que ti ve como meta primordial, oca - dastramento das entidades liga- •Suzana lima de Medeiros; Fátima Fernandes de Almeida; Professo ra Ernestina A. G. Grubert; Dr. Marcus Antonio Ruiz e pelos S plentes: Professora Rosidelma - Ferreira Vargas; Eder Loubot, e leitos pelos órgãos cadastrados no Conselho Municipal da Crian- ça e do Adolescente. • Apesar de autónomo, o Conse lho Tutelar, tem recebido total apoio do Prefeito Municipal e da Secretaria de Promocao So • cial. Trabalha em harmonia com o Juizado de Menores e recebe a - poio de toda população jardine!l se. o Conselho Tutelar desenvol veu, em 4 meses de <!=nação, um trabalho de atendimento . junto aos menores e as familias, pro curando difundir. os enunciados do Estatnto da Criança e do A - dolcscente, como o 1 Encontro para Estudos do Estatuto da Cri anca e da Adolescência idealiza do pelo Promotor de Justica Dr. Ercílio Antonio Comparin, opor tunidade que contou com a pre - sença do Superintendente da CBIA - Antonio José AngeloMotti. Com uma extensa lista de a - tendimentos o Conselho Tutelar, em conjunto com a Administração Municipal e o Juizado do Menor, tem muito a agradecer a todos - que, com seus· membros tem cola borado. de 12.182 - Consultas médicas; 5.933 - Exames de Laboratório;lS.851 Procedimentos; 6.582 - doses aplicadas; 8.639- entre inalações, inJeçoes e curativos; 58 - pequenas cirurgias; 2 - Campanhas de ~ultivacinação. • EQUIPE Dra. Maria de Lourdes dos Reis - Secretária; Dr. Manoel dos Passos Padilho; Dr. Rivair Durval Paranho Júnior; Dr. Alberto J.uiz da Silva Leite; Luiz Eduardo M. Portugal; Laucídio V. de narros; Dr. Tarley V. Marques; Dr. Nivaldo da S. Bispo; Rita "da Silva Amaral - Assessora Administrativa. VIACÃO E OBRAS PÚBLICAS » , Limpar a cidade, garantindo que a família jardinense viva em um Mu.nicipio limpo, sadio e bonito foi a preocupação permanente do Prefeito Pires nete ano de 1.993. - Logo nos primeiros dias de seu governo foi iniciado novo servi co de limpeza, tendo o setor de recolhimento de lixo se expand do a todos os recantos da cidade de Jardim. Visando asfuturas obras de drenagem e pavimentação das vias publicas providenciou a produção d estoque de tubos que deverão ser utilizado nas galerias de ãguas pluviais. -- Com os equipamentos rodoviários em péssimo estado de conserva cão, providenciou o concerto e reforma, dos mesmos, e tem procu rado conservar as vias publicas com constantes serviços de patro lamento e • cascalhamente. - .-- Reformou, totalmente, o Ginásio de Esportes Ticão dando condi ·,õe s da sadia prã tica de esportes. . ' . , - - Concluiu as obras da Capela do Cemitério e- do Terminal Rodovi~ rio; - Providenciou a reforma das Escolas Municipais - Iniciou a construção do Centro de Saúde da Vila Panorama -· Prov-idenciou a recuperação de vários oontilhões e pontes vias públicas • das E.DICO DE NATAL, 49 CADER!IO 25 DE DEZERO DE ..993 -- ------- ------- PC1A 04 ---------- ---------- RETRO!PEC'TIVA DA ADMINISTRAÇÃO PIRES - JARDIM MS - Implantou o início das obras de construção de 250 casas do Pro jeto de D favelamento do Município - Construção da Ecola Municipal da Vila Santa Tereza, recursos repassados polo MEC; implentou o inicio das obras de construção to de Dcsfavclamcnto do Município; - Construção da Escola Municipal da Vila Santa Tereza, recursos repassados pelo MEC. 1 ' 1 1 I ' roa. e Equipe- Jos &eis da silva Filho - secretário de obras; Eraldo da Silva - Secretário de Serviços Urbanos. • LECilSLATIVO PARTICIPA TiVO i l l 1 1 1 1 1 1 t 1 os Nobres Vereadores Jardinenses tem sentido a importância d~ Administração Pires e, juntos, tem proporcionado o apoio necess~ rio às medidas emanadas do Poder Executivo e encaminhando suges tões importantes para a evolução da qualidade de vida e atendi - mcnto à população jardinense. _ o Poder Legislativo é presidido pelo Nobre Vereador Jose Fran cisco Alves e alia-se ao Prefeito Municipal no esforço de assegu rar à população um futuro melhor, de prosperidade e progresso. . No relacionamento entre os dois Poderes fale; ,nais alto o Pro gresso de Jardim. As disputas políticas ou partidárias ficaram - em segundo plano. Os Projetos de Desenvolvimento do Município e jardinenses foram aprovados com prioridade pelo Legislativo Uno e Coeso. PODER LEGISLATIVO José Francisco Alves - Presidente; Ivan Vitório Braga - Vice Presidente; Fernando Augusto Freitas - 10 Secretário; Dalva Gue des Cafure - 20 Secretário; José Carlos Medeiros Rocha - Líder - do prefeito; Renato Ferraz; Ilson Martins Leite; Cireno Trelha - Falcão; Ramão Dalbuena; Dacir Barbosa de Deus; Daminones Vasques Palhano. PARCERIA COM O ESTADO· - ,: 1 r» encaminha 3 - Ao MIR - Ministério da Ir.tgraçao Kg!ona 6 'os Projetos para: . - - pavimentação asfáltica na Av. Cel. Camisa liz ,.. ,~ ('" c:íg .,s pluvi.1i::- <10 - Executar obras de drenagem e cana ava « JongO da BR 060 - d b · vicinais, com construçao e oiros -- Recuperação de 1l estradas - e- pontos S • "l for -1 c1-.-•-,-_L1dos C' cr.cJ.r.ii - 4- AO Ministério do Ben-Estar 5oca • nhado projetos visando:, 1, e, Ar a rede de g - Construção de caixa séptica e fi tro para a.enaer d F goto do Conjunto Previsul -- Execução do drenagem e canalização da região denominada "Funda ão do Vale" - -· Implantação de 7.700 m de rede de água tratada em toda req1ao periférica de Jardim _ - Implantação de 5.774 m de rede de esgoto sanitário na região - central de Jardim; - Execução de obras de drenagem e canalização de ciguds pluviais na Av. Duque de Caxias - . -- Término das Obras da creche, iniciada na gestc:lo ,rntcr1or 5 _ Elaboração de 28 Projetos de Lei, encaminhados e aprovados pelo Poder Legislativo, retornando para serem sancionados e transformados cm Lei, tais como: Lei Orçamentária para o ano de 1944; - Doação de área urbana e Mitra Diocesana; Doação de área urbana ao Sintej; Autorização para o Executivo firmar convênio com a União, Es tado e órgãos Estaduais; - Plano plurianual de Investimentos para o triênio 94/96 - Autorização para o Poder Executivo doar, área para a implanta- cão do Centro Universitário Estadual. - criação dos Conselhos Municipal: de Desporto e Lazer, Anistia - Fiscal, etc... 7 - Elaboração de 079 Decretos dentre os quais: Criaçaõ das Comissões Municipais de: Valorização do Magistério Saúde - Organizadora do Concurso Público - Defesa Civil De Desenvolvimento Rural Dos Direitos da Criança e do Adolescente De Defesa do Meio Ambiente -- Programação de Despesas - Suplementações, etc. 1 J. Legalização de 61 terrenos pertencentes a municipalidade/ loca ,ão, confecção de memorial descritivo e escrituração. Valor gas to CR$ 6.305.975,00. Equipe - Ernestina A. G. Grubert - Chefe de Gabinete; Fátima F. Almeida - Assessora de Gabinete; Maria A. Fernandes - Secret~ ria. Distrito de Boqueirão 1 1 l 1 t 1 ! l 1 O Eng. José Vicente de Sanctis Pires, sempre preocupado com o Setor Educacional, assinou Convênio com a Secretaria de Estado - de Educação para ampliação e reforma dos Educandários Estaduais. Ampliação da Escola Estadual Antonio Pinto Pereira e reforma total das dependências da Escola Cel. Juvncio, tornando-os ver dadeiros cartões de visita e dignos de receber nossa Comunidade Estudantil. Chefia de Gabinete· Além de Coordenar as relàções político Administrativas do Pre feito com a Câmara Municipal, Munícipes e Entidades; atender o cerimonial, imprensa e divulgação de assuntos e atos à Adminis tração. Foram elaborados projetos que visam aquisição de recur - sos para atender as necessidades gerais de Jardim tais como: 1 - Elaboração de Projetos solicitando recursos ao Minist~rio da Educação. - Ampliar e equipar a EMPEPSG Prefeito Estácio Cunha Martins; - Capacitar o pessoal docente do Pré a_So Série; - Construção de 5 complexos de Pré-Escolar nas Escolas MARC, CaS tele Branco, Professora Beracy, Bernardino Machado e Durval C. Barbosa; - Cor.struçãu de complexo de Pré-Escolar no Distrito de Boqueirão; - Ampliar, Promover a Manutenção, adquirir equipamentos e módu - los de materiais didáticos atendendo as necessidades de todas as Escolas Municipais; •• Construção de uma Unidade Escolar, na Vila Santa Te.reza; - Ampliação e aquisição de equipamentos na Escola Prefeito Está cio Cunha Martins no Distrito de Boqueirão: -- Construção de 03 quadras polivalentes e aquisição de material ~sportivo nas Escolas Beracy, Bernardino e Panorama. Elaboração de Projetos Sociais na área do Ministério da Saü- "O Distrito de Boqueirão será o Cinturão Verde de Jardim". Investindo nesta idéia o Prefeito Pires adquiriu uma área pa ra atividades da Escola Agrícola. Conveniou com a Secretaria do Estado de Agricultura, Terrasul, para aquisição e distribuição aos pequenos agricultores, de 71 sacas de feijão, para plantio e sementes de hortaliças. - Implantação da Horta Comunitária e Horta da Escola, que bem cuidada ofereceu alimentos ao povo e Escolas Municipais. Entregou 38 termos de doação e Memorial Descritivo aos rnoradE res de Boqueirão: l - Implantou o atendimento médico semanal - Implantou o sistema de Comunicação - Correios e Posto Telefni co -- Promoveu o Mutirão do Distrito quando ofereceu condições e rea lizou atendimento médico odontológico - Vacinação - Exames de tipagern sanguínea - Consultas médicas -. Próteses - Expediu ordens para exames oftalmológicos - carteiras de trabalho - identidades - tí tu los de eleitor. - Certidões de Nascimento Promoveu a recuperação, limpeza, plantio de árvores nas vias - urbanas do Distrito -- Reforma da quadra de esportes - Instalou a rede d'água. Para atender melhor a população, no Projeto de Desfavelamen - to, reservou 25 casas para serem construídas no Distrito de Bo - ueirão. o apoio dado à Agricultura jã surtiu efeito na colheita feijão. Equipe auxiliar. Engenheiro Agrônomo Reginaldo s. da Sene. a Jardim Volta a Crescer Um Ano de ftdministração na Procura dà• Estabilidade do Poder Executivo Tendo o Homem como . Meta Primordial .1. , ·,, l!i !!!; do 1 ? - E.DICMO DE 'KTAL 40 CADERNO r E roirã iiiiri irríéci sacio ios osos O dia 19 do Povo- , • do e a·al.no Med. reiro do 1,993, foi um dia mullo capcci al pnrR R Coordenado ra do Pronav Munici pal. Nome dia a 10 Dama, juntamente com sua equipe, puderam colocar cm prática o Projeto Pronav/LBA , na modalidade Convi ver. E.te Convênio tem por objetivo a:ender ao idoso carenze, a cima de 60 anos, num total do 130 anos i nativos com atendi - mento médico-hospisa lar, medicamen:os ~ cestas básicas, bem como atividades e culturais. Além disso, busca :ambém a integracão dos idosos no seio - familiar e social. Num clima de fes ta, o Vice-Prefeito Adilson Gomes Neto - (Tena), que marcou - presença no local , num discurso emocio nado, elogiou o tra balho da 10 Dama que juntamente com o Guarda Mirim, s- Primeira Dama de P. Murtinho Emy_ Ohara Chefe de Divisão e. Promoção Social, Ce lanira Loubet Netto, fizeram a entrega de 130 sacolões aos idQ SOS. "Nós não queremos atender apenas 130, mas, na medida do possível, queremos a Porto Murtinho co p memorou aniversario L dia 13 pp., um dos pontos altos do dos- r file cívico Militar, levando muitas pes - f'-.. soas à lágrimas, foi • - a passagem dos garbo sos meninos e moni - l nas da Guarda Mirim 'L de Porto Murtinho. com a sua humilda de, maneira do se h o Prefeito Luiz car- [ los de Abreu, saiu i na fronte dos demais Prefeitos de nossa - região, implantando naquela cidade Guarda Mirim. São mais de 200 jovens que receberam fardamento, instru - cão, nocões de aten dimento ao público e já se encontram pres tando serviços à co munidade murtinhense nos mais diversos se tores. A iniciativã do Prefeito, nos tem pos atuais de crise, falta de empregos menores nas ruas vem de bncontro aos mais diversos progra mas lançados pelo G2 tender a todos", a firmou Tena. Segundo a 10 Da - ma, o Projeto convi ver não pâra por ai "jã estamos fazendo um levantamento para atender mais 100 ido sos carentes já ca - dastrados na Coorde- um da abertura dos trabalhos to emoc ona o nadoria do Pronav , os idosos receberam lanches e em seguida a cesta-básica que - comporta : 5kg de ar roz, 02 kg de açú = car, 1 kg de trigo , 1 kg de macarrão, 1 lata de óleo e 1kg de feijão. Ficou ainda marca do com todos, que às sextas-feiras, das 08:00 horas às 11:00 horas, haverá ativi dades recreazvas e culurais. No final duas pes soas foram cscolh: = das: Sra. Elza Boga- r, para rprosena rem os_idosos peran- :e a LDA. E. Apenas da:ss mo e do :rabalho, o FRONAV Municipal, a :ravés de sua Ccorde nadora está demons - rando grande esfor ç0 para tonar solu ctonar os problemas. Encerrando as a:i vidades, a Primeira Dama Informou:"a Sra. Celanir es:ará jun :o comigo à diposi caõ doo r.cnhorcs procurando sempre , uma fora do melhor a:end&-los. Quero, as1n cm nome do PRONAV Mum - c:pal, agradecer à <0dos pela presença. E daxo aqui a :.o dos osta mensagem: O nosso prazer serei servi-los sem pre com o máximo de empenho. E que Deus nos ajude a fazê-lo" (Edição NO 311 - 15/ 03/93) a r Através de um sis tema de financiamen to popular com prestacões de até 0,5% do salário mini: mo, o Prefeito Luiz carlos de Abreu en - tregou cm lotes à população murtinhen se, possibilitando - que os cidadãos te - nham acesso a degraus mais altos da socie dade e possam viver com mais dignidade. Trata-se de resga ta.r mais um compro - misso de campanha, a liado a outras tare fas de fortíssimo polo social, tais co mo distribuição de ã lirentos e coberto= ros para os mais ca rentes. Exemplo Dignificante ---a.-- ;e- . "tambem fui um menl-- J no pobre, lutei mui . to, tive que abrir caminhos, na minha l,dministracão procu rarei atender as rei vindicações dos 5o - vens, na minha ci y.;· l Guarda Mirim de Porto Murtinho verno Federal e Go - vemo Estadual. Sem alarde, contando com recursos próprios , colaboração da comu nidade, Abreu indica o caminho, resta ago ra esperar do Gover no uma substancial a juda para ampliar Õ leque de atuação da Guarda Mirim. • Nas comemorações alusivas ao aniversá rio da cidade, houve Na oportunidade, o Vice-Prefeito Tena destacou a importân cia do financiamento dos lotes com parce las baixísrimas e· o Vereador Bala parabe nizou o Sr. Prefeito Luiz Carlos de Abreu pela decisão de per mitir o acesso aos carentes ao loteamen to. A solenidade con tou com a presença - dos Secretários Muni cipais, de Infra-Es trutura, Francisco de Souza Neto, de Planejamento Ulpiano Jacquet, do Asses - sor Jurídico Dr. Lair son Rodrigues Bueno, dos Vereadores Alci des Alc.'intara, e do "' J •' torneio de futebol , voleibol, prova de Jet-Sky, entrega de Títulos de Cidadãos Murtinhenses, desfi le, mas, o que mar - cou mesmo, abrilhan tou as festividades, foi o desfile da Guarda Mirim, criada pelo Prefeito •. Luiz Abreu, que já passou para a história de - Porto Murtinho. Abreu disse • que PREFEITO OE PORTO MORTINHO ENTREGA CEM LOTE Vereador Oswaldo Na talício Ovelar (Ba - la). O Assessor Jurídi co Dr. Lairson, ex= planou aos beneficia dos os seus direitos e deveres perante a Legislação Municipal de imóvel ou terre - no para ter o ti tulo definitivo. l 1 i (Etlição NO 322 @ MO MRFL ME PORTO LUTTIEMN Com uma Adminis - tracão simples, mas eficiente, o Prefei ' to Luiz Carlos de A breu, tem inovado na forma de administrar. Atendendo desde - as-reivindicações mais simples dos ci aadãos até as de so luções mais difíceis I,uiz Abreu tem trans posto os mais divor sificados obstáculos. A-limpeza e o patrolamento das ruas, a conservação das estradas, a regu larizacão dos lotes e o encerramento da bi-tributação na ã - reade expansão urba na (fora do dique) , apresentam dificulda des enormes que vão sendo ultrapassados com firmeza e deter minacão. O Projeto Convi. ver com 140 idosos, a Patrulha Mirim com 162 crianças e ado lescentes, e, o aten dimento social volta do aos carentes d forma carinhosa, tem mostrado cristalina mente a feição dessa administração. A concessão de aposentadoria e li - cenças na atual ges tão ganhou um ritmo acelerado, indo de dade, se Dous qui - ser, nunca teremos menor abandonados". t intencão do Pre feito, brevemente= ter um local apro priado para o quar tel da Guarda Mirim, do 18/06/93) encontro aos anseios do funcionalismo,ten do todos os requeri= mentas sido atendi dos, independente de preferência partidá rias. Na área de saúde, além de atendi mento ininterruoto e a colocação de um maior número do pro fissionais tem con - tribuído sobremanei ra para que o Índice de mortalidade infan til chegue a zero. Ademais, orienta ções sobre a cólera e a AIDS tem sido uma constantes. O relacionamento fraterno supra-parti drio com os Verea dores tem sido deta lhe marcante, colo - cando-se interesses· municipais acima de vaidades pessoais. o asfaltamento da Rodovia, do dique e das ruas, além dos trabalhos de micro e macro-drenagens vão transformar a cidade num canteiro de o bras, gerando empre gos e impostos, além de beneficiar comer ciantes, hoteleiros, proprietários de imó veis e de restauran tes. Alguns desses trabalhos já foram "para isto estou e espero contar com à colaboração dos em presários, dos pro dutores rurais, dos que também estão prco cupados com o futuro - de nossas crianças". iniciados, e a popu lação tem sentido cl repercussão. Nunca se ganhou - tantos veículos para a Prefeitura como a gora. Quatro carros e um caminhão doados pela Receita Federal num acordo inédito, propiciou a Porto Murtinho ser o único Município do Estado contemplado com essa volumosa doação. Os veículos estão sendo revisados e a semana que vem j5 co mecarão a trabalhar, o que vai propiciar serviços mais ãgeis a favor da comunida de. o turismo vem sen do incentivado para a divulgação maciça nos órgãos de impren sa, passando a ser a imagem da cidade. • Já, a pecuária , vai receber um Mata .douro Municipal que irá possiblitar faci lidade e rapidez na comercialização - de bovinos. A medida que es sas metas vão sendo alcançadas, novas se rão estabelecidas - preparando Porto Mur tinho para o MERCO = SUL e para o século 21. (Edição nP 025 - 14/07/9!3) O TRABILHO f IZ O FUTURO PRONAV DISTRIBUI COBERTORES E FEIJÃO ÀS COLÓNIAS E ESCOLAS l 1 1 1 l 1 1 1 1 1 1 1 O Mini3trio da Agricultura doou ao Mi nist6rio da Ação Social, que por sua vez - rrprlaSou ~ Prefeitura Municipal de Porto 'urtinho com o armazenamento e o acompanha monto da distribuição pela 2a Cia Fron, d uantidado de 6.480 kq de feijão. A PRONAV Municipal tendo como Coordena dora a la Dama Emy Ohara de Abreu, Celani ra (20 Dama do Município) e Ten. Ormay fi zeram as distribuições de 4.920 kg de fei jão . Para o Destacamento da Ingazeira,Foz do Apa Barranco nranco e Colônia Pantanal fo ram distribuidos 320 kg de feijão. Nc1 Colônia Bocaiuval, pura os alunos da quela Escola foram distribuidos 805 kg de (eijâo sendo que todos eles receberam tam bém um cobertor e um saco de 5 kg de fei - jão. Na Creche Laura Vicuna foram doados a - 1óm do cobertor 300 kg de feijão. No Proje to CONVIVER aos Idosos além dos cobertores foram doados 1.300 kg de feijão. Na Assistência Social, onde é atendido no PRONAV foram distribuidos 66o kg de fel jão. Na Colônia Cachoeira, na Escola primei ramente foram distribuidos aos alunos um cobertor e 5 kg de feijão e logo após aos adultos 5 kg de feijão. Após a entrega na Escola as Sras. Emy Ohara de Abreu, Celanira e Ten. rmay dis tribuiram nas casas, onde eram pesquisados os números de crianças ali existentes e pessoas idosas e que eram distribuídos fel jão c cobertores. Perfazendo um total de 1.000 kg de feijão distribuídos. Porto irtilho Comemora lia los llosos e Eira Cesta fásita as Carentes 1 1 ! 1 j ! l ! l i ! No dia.01 pp., -a Primeira "banta do Muni cípio de Porto Murti nho, Erny Ohara de A breu e a esposa do vice-prefeito, Cela nira Loubet Nctto promoveram a comemo ração do Dia dos Ido sos, a solenidade contou com a presen- ça de toda a equire do Executivo Munici pal. Foram entregues - vários prêmios, ser vido salgadinhos e refrigerantes e para finalizar um bolo de licioso. A PRONAV juntamente com o Ban co do Brasil, entre garam várias cestas básicas às pesioas carentes cadastra das. A Prefeitura Muni cipal e o Banco do Brasil estão entre - gando 262 cestas por mês aos carentes do Município essa polí tica faz parte do combate à fome e à miséria que está sen do adotado· pelo co verno Federal, é bom que se diga, o Pre - feito Luiz Carlos de Abreu e a Primeira - Dama já vem adotando essa política há mui to tempo. O Clube Caranda - zal, o local da sole nidade, estava lota do pelas pessoas ca dastradas para rece ber o seu benefício, a Primeira Dama dis cursou agradecendo e homenageando os ido sos. Ela disse que a PRONAV está cumprin do com o seu papel - social e dessa manei ra vai tentar dentro das possiblidades a tender todos os ca - rentes de dlimer.ta - ÇclO bâsica do nosso !'aricipio. Com mais essa ação social o Prefeito Luiz Carlos de Abreu e esposa es tão desenvolvendo um trabalho digno e hu manitário em prol de sua comunidade. ·Homenagem aos Anciãos Ainda o PoNAV está distribuindo diaria monte 230 litros de leite de soja para 137 carentes cadastrados. A quantidade do leite distribuído_é_com forme o número de filhos de cada familia sendo que algumas famílias receberam atê 3 litros de leite de sojtt, A Patrulha Mirin recebe 1 refeição por turno sendo esta 2 r0feições cm 2 turnos, um matutino e outro vespertino, tudo isso nas quintas-feiras, tendo como base verdu ras da horta comunitária, feijão, arroz , macarronada e quando a Polícia Florestal a preendeo peixe, há peixada para a Patrulha Mirin e que elas já receberam 535 kg de feijão. Na distribuição na Colónia Cachoeira , onde acompanhamos a entrega de feijão e de cobertores, a população daquela comunidade sentiu-se muito satisfeita pela distribui cão que veio à complementar suas necessida des e que ali de fato existem muita~ pes - soas carentes e sem meio de locomoçao para chegarem até a cidade de Porto Murtinho. Segundo Emy Ohara de Abreu foram distri buidos 4.920kg de feijão para as comunida des carentes, faltando somente 1.560 kg de feijão que serão distribuído~ ainda esta semana. Foram ainda distribuídos 578 cobertores entre as Escolas da Cachoeira, da Colônia Ingazeira, na Assistência Social e no Pro jeto CONVIVER (aos idosos). Deus nos reservou uma vida aqui na ter rapara que desfru - tássemos do modo que achã"ssemos melhor, O Brasil precisa aprender a respeitar os anciãos como o Ja pão os respeita. Lã, os velhinhos passam suas experiên cias, o seu modo de viver, os seus «costu mes e a suá tradição para os mais jovens, que aprendem sem prg cisar dar suas "cabe çadas". Chegar a idade em que se encontram e coroar de êxito a própria xistência pois os vovós são o alicerce dos filhos, netos, bisnetos e ta taranetos, dando G seu exemplo, mas principalmente o seu carinho. • O dia do Ancião ainda é pouco, pois, todos os dias deve - riam ser dos avós que nos geraram, nos viram nascer e dar os primeiros passi - nhos, que nos viram crescer, que nos vi ram obedecer e às ve zes desobedecer. Na idade, mas principalmente no es tado de espírito que se encontram, os an ciãos não precisam provar nada e nem ter medo de náda. só a felicidade - deve ser buscada sem pre, com a vontade - (Edição no 328 de 1 de Agosto 1993) de uma criança e olhos brilhando um neto. os de Caros vovós e VO vôs, a homenagem que hoje humildemente - prestamos é pequena diante da grandiosi dade de seus cora ções. Um abraço sincero em meu nome e do meu esposo Luiz Carlos - de Abreu. (Emy Ohara de Abreu - 1e Dam de Porto Murtinho). Perspectiva de um Povo Faminto ,:;m 1974 estava terminando o curso de contabilidade , quando ouvi um pro - fessor dizer que o Brasil era o "celei ro do mundo". Pais de dimensões conti - ncntais, com terras boas, clima ótimo e outras virtudes do Brasil varonil. Tais assertivas - serviam para auxi liar a alavancar em prestimos junto ao FMI. e Preciso arrojo para acabarmos com a estatística de ·mais de trinta mi lhôes de famintos. Ao recordarmos das vantagens elenca das em nosso primei ro parágrafo, enten do que devemos pen - sar racionalmente de mas agir especifica mente em cada Municí pio, definindo a sua prioridade den - tro de um contexto - geopolítico. Expli co: se a cidade "A" vai produzir melão, essa fruta tem que ser a melhor do mun do na sua espécie. Isto gerarã ren - das, lucros, empre - gos e menos miséria na casa do brasilei ro. Sem isto,varnos continuar vivendo de esperanças de pes soas como Betinho e Romário. Ambos procurando nos socorrer dos fra cassos nacionais em t.odos os campos, que nos fazem perder até o amor próprio. Precisamos de mi lhôes de Betinhos e Romários, com suas capacidades, vonta - des, patriotismo e dedicações. Vamos dar um pon tapé na miséria. (éa cão no 335 - 10/10/93) Vamos dar um Pontapé na Miséria Prefeito Luiz Abreu ljuda no Combate à. Fome ,e a Miséria O Prefeito Municipal do Porto Murtinho, Luiz Carlos de Abreu e toda sua equtpe e principalmene o PRONAV Municip l com a sua Coordenadora Dona Emy Ohara de Abreu não vem medindo esforços no combate po - breza e à miséria, Neste dia 29 e 30 de julho a PRONAV Mu nicipal junto com a Agência do Banco do Brasil local e da 2e Companhia de Frontei ra, participaram da distribuição de alimen tos, agasalhos e cobertores as pessoas ca rentes do Município, no total foram benefi ciados 318 famílias que desde o inicio da Administração atual vem atendendo mensal mente. o Banco do Brasil, através de seu Gcr ~ te local, Carlos Alberto Melgarejo e de to dos os funcionários vão colaborar mensal mente com 30 cestas bdsicas que beneficia rão o mesmo número de famílias. Melgarejo disse no seu discurso de entrega "O Ban co do Brasil seus funcionários não podo riam deixar de particioar dessa campanha - contra a fome e a miséria, e que a Primei ra Dama do Município poderá sempre cm con junto fazer muito mais pelas famílias me - nos favorecidas". A Administração do Prefeito Luiz Carlos de Abreu e toda sua equipe vem trabalhando cm conjunto com todos os órgãos públicos , clubes de serviços e com a sociedade em ge ral para conseguir fazer muito mais pe!a comunidade murtinhense, para isso ele nao observa cor partidária tanto é que o Poder Legislativo e o Executivo empunham uma ban deira só a do desenvolvimento de Porto Mur • tinho e a melhoria de qualidade de vida d~ comunidade. Com todos esses esforços, o,Exccutivo - Municipal não pára de peregrinar cm todas as Secretarias estadual reivindicando o bras, mais recursos financeiros para con - eretizar vários projetos em andamento. (Edição NQ 327 - 11/08/93) $ali are e Jcey Cl Ganham fie de lua O Prefeito Municipal, Luiz Carlos de A breu prebcupado com o bem-estar de sua comu nidade e atendendo reivindicação das comu nidades dos Bairros Salim Cafure e do 3air ro Jockey Club, está solucionando e benefi ciando, com mais água encanada e tratada a esses Bairros. A Prefeitura e a Sanesul assinaram con vênio para levar 800 metros de rede de ã - gua a esses Bairros citados. A Prefeitura Municipal fornecerá os tu bos de plásticos para a Sanesul e a Sane - sul fornecerá mão-de-obra e maquinário. Com mais essa iniciativa Luiz Abreu es tá atendendo a comunidade mais carente do nosso Município. (Edicão n0 330 - 07/09/93) Pequenos ftgricultores da Colônia Bocaiuval Recebem Benefícios Através da Secretaria de Infra-Estrutu ra, com o seu Secretário Municipal, Fran - cisco de Souza Neto, a eouioe do Prefeito Municipal Luiz Carlos de Abreu, está recu perando vários acessos às pequ~nas procrie dades rurais principalmente da Colónia Bo- caiuval. . Na s!tuação atual qualquer proprietário da ~olonia Boéaiuval pode se deslocar até a cidade sem qualquer contratempo, porque o acesso principal está recuperado até a Fazenda Sao Fernando. . . Com essas pequenas e importantes obras e que a Administração Lui~ Carlos de Abreu vem se destacando no âmbito Estadual, com uma Administração simples, mas com muito ob jetivo de sanar os problemas indiatos ed G :ta.se ao Executivo. (Edicão n0 330 - 07/09/93) FOME. NÃO Dá PRD ESQUECER 1 1 1 e e. - o 1' de .. , ' RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO LUIZ unz Au oNFuÉ vii ir sistí PARA SANEAMENTO 8ÁSIO O Prefeito Muuiciprtl, La{z Carlos de Abreu e o Deputado Federal Mal dlr Cucrra consunuum ver ba em Iras[la Junto a !llnl11térln da lntcp;raçào Refonal, através do seu lllnlntro Alc-xanclre Cos ta. E+a verba no valor de CR$ 27.203.701,00, se ri totalmente destinada n um grave problema de Porto MurtInho, que são as valas a céu aberto, O Prefeito Munlcipnl sem pre preocupado com a o bras prioritárias cone ue mais essa vitória , porque o snnenrnento bisi co no Município é um pro blema caótico e sempre a população cobra dos ho mens públicos que admi nistram Porto Mortinho. Mas hoje, o Prefeito Lu Iz Carlos de Abreu conse ue solucionar isto, on-· de é bom lembrar que o respaldo em Brasília foi muito importante contan- do com a representaçáo do Deputado .Federal al dlr Cuerr,1 que nZ.o mediu esforços em reivindicar melhorias e conseguir os recursos federals para Porto Mortinho. ssim que os recursos forem liberados, n Prc feiturn Municipal tomar~ un medias legais para li cItação dessa Importante obro reivindicada há tem po pela comunidade murti nhense e, somente agora na administração Luiz Carlos de Abreu, se con cretiza. Também vale ressaltar que o Prefeito Luiz A breu, juntamente com o vice Tcna e o secretaria do em conjunto, adminis= tram com os pés no chão, sem mentiras, ser demago 1a, sem obras faraoni - case sim, preocupados com o Município. O resul tado do trabalho desta: administracão realista está colocando Porto Mor . ' Prefeito Luz Carlos de Abreu tinho como destaque no cenário estadual e até nacional, devido à sua importante e estratégica ~lgacão, despertando os interesses para o Merco sul que está bastante próximo. O porto será o canal e com a pavimenta cão da rodovia BR- 267 até Jardim, será um gran de impulso para o desen volvimento. "Luiz Abreu diz que sa neamento é prioridade e a liberação de verbas fe derais uma grande con quista para Porto Murti nho." Prefeito Confirma que pela 1· vez na História Mui.ípi tem Politiza lkaiitarial Emy Entrega Cesta Básica aos llunns das Escolas Rurais 1 ,:o clln 22 t! .:w,l:,,, ;·r,} Ül,1'd ,!< Abr~u. J11n 'to com os Secretários da Educação Munie!pai,Car los Alberto Heyn, Secretirfo de F!nasças Ingri cio Comes Netto e Dona Irene Rbeiro, Empregá - ria hoteleira, estivera na olnta Cachoeira , Zona Rural deste tunfc[pio entregando cesta bá sca de alimentos aos alunos carentes daquela local ldnd •. Com mais esse trabalho a l? Dama do Munte[ -- pio com apolo do Prefeito Municipal e toda sua equ!pe, está levando os benefícfos a todos os 'lugares do Município, principalmente para a Zo- 1 :1a Rura L Por outro lado o Secretário Municipal de Edu cação, Carlos Alberto Heyn, está assistindo de perto o desempenho da sua Secretaria junto as crianças e alunos da Zona Rural, o mesmo esteve distribuindo material escolar, quando da vis!ta junto com a primeira Dama do Município. Emy explicou que essa entrega de 60 cestas básicas às criancas carentes, ela arrecadou jun to a população rurtinhense quando da realização da GINCANA CULTURAL realizada no dia 16/05/93. Ela disse ainda que irá realizar vários eventos junto com os Clutes de Serviços, como Rotary Club, Lions Clube outras Entidades filantrópi cas para arrecadar mais alimentos para assistir toda a população, principalmente crianças, doen tese idosos do Município. - Com todo esse trabalho a Administração Luiz Carlos de Abreu está preocupado em atender todo a população carente, dando melhores condições - de vida a eles. EDIÇÃO - 323 - DATA 26/03/93 O Município de Porto Mortinho é uma prova con creta de que a política de modernizaçao e diversi ficação da economia do Estado, desenvolvida pelo Governo Pedro Pedrossian, através de obras como a construção do terminal rodo-fluvial na cidade, que permitirá a abertura de um outro canal de ligac20 com o Mercosul, traz consigo a preocupação com o social, e principalmente com o resgate da dignida des das famílias mais carentes, dando-lhes melho res condicÕes de vida. - Esta avaliação é do Prefeito Luiz Carlos de Abreu, de Porto Murtinho, ao comentar a inclusão - do Munic[pio no Programa de Desfavelamento, levado ao interior do Estado. Segundo ele, pela primeira vez em toda sua história, o Município terá uma po lítica habitacional, que irá permitir o "sonho da casa pr6pria para os mais carentes". De acordo com levantamentos feitos por orgaos 1 d L ,. a p ·o do setor habitacional - observa Abreu - o que mais pesa no bolso do cidadão é o material de constru - tão. Contudo, com o Programa de,Desfavelamento do Governo do Estado, essa preocupação deixa de exis tir, na medida em que os participantes dos muti roes recebem um "kit" corpleto, que permite executar uma moradia de padrão mais digno. V Inscrições .. Com a finalidade de dar prosseguimento ao pro cesso de parceria entre o Município e o Estado, a Prefeitura de Porto·Murtinho está recebendo inseri çÕes das famílias que pretendam se integrar aos m~ tirões destinados a construção das moradias.Os par ticipantes, assim que tenham suas propostas aprova das,poderão receber a título de doação todo o mate rial a ser utilizado. TI N H O O Assessor Especial do Governador Pedrossi - an, esteve na terça-fei ra (14/12) em nossa ci= dade, oportunidade em que foi recepcionado pe las lideranças políticas e empresariais locais. Arroyo reuniu-se no Gabinete do Prefeito com o mesmo, o Vice-Prefeito Tena todos o secretaria de , alguns vereadores e funcionários, quando sa lientou da visão de esta dista do Governador Pe drossian, por ter vislum brado a importância dÕ Porto Fluvial para a ex portação e importação_de alimentos, além de estar asfaltando ínúmeras rodo vias da região sudoeste e Conesul, o que vai pro piciar condicões de trá= fego até o Porto, barate Neste dia 04/12, u assalto mobilizou a Frontéi ra e surpreendeu a polícia pela ousadia dos la= drÕes (assaltantes) que armados invadem a Fazenda Cunhataim, às margens do rio Paraguai, de Propr::l.e dade do Sr. Ernande Paiva Maidana, conhecido Pe cuarista da nossa região. Os ladrões aportaram na Fazenda armados e obri garam os dois encarregados à abater uma vaca, sen do que os mesmos alegaram haver somente vaca lei tclra o que foi rechaçado pelos ladrões e pediram para abater mesmo assim ou caso contrário sofreri am represálias inclusive ameaça de morte, não res tando outra alternativa aos encarregados se-não obe dccer cos ladrões. - Porém, a pronta intervenção da polícia ?ara gua.Ja no caso culminou com a prisão dos assaltan tes, sendo um dos elementos identificado coro José Salinas,Par.:iguio, sob o comando do Brasileiro Ale xar.d:e Lopes, que fo! detido por _umas horas pelas ando o custo final das mercadorias; as demais , economizar-se-à cerca de 5 mil kn nas exportações que terão como rota o ocêuno Pacífico, pois os produtos embarcados aqui terão sua saída para Prefeitura fecera Estradas o mencionado ocêano atra vês do Puerto de Nova Palmira. A partir de ago ra Arroyo e Luiz Abre~ começam uma nova rodada de negociações para tra tar da dragagem do Rio Paraguai afim de que os navios de grandes portes possam ter sua navegabi lidade assegurada mesmo no período da seca. Porto Murtinho MS.,15 de Dezembro de 1993. Antonio Ramon Ruiz Assessor de Imprensa Mu nicipal a mara r. r apta3rts aattmrrtrprurg ppaprrpmastatr trmamrr r rr r trmrmprtamarprt prrrrprrmrmrmrrrttt rtprrrt ttrtrrrrir DSSDLTO MOBILIZA I FRONTEIRA autoridade brasileira e posteriormente liberado de vido os problemas burocráticos sob alegacão de que o crime foi cometido em terr::1.tório Paraguaio. E hoje esse mesmo elemento convive em nosso meio tranquilamente como se nada houvesse aconteci do. - Agradecemos a pessoa do Sr. Mala, Agente de Po- 1eia Civil, que se prontificou a acompanhar o ca so mesmo em território Paraguaio e que lamentou não ter podido fazer mais devido aos problemas re ferentes às nossas Leis. Também agradecemos em especial ao desempenho do Oficial Paraguaio Joiio Paulo Duarte Torres e do Sub- Oficial Tomaz Ribeiro, que se en:penharam a fundo para levar ao término o caso. Esses foram os esclarecimentos e os agradecimen tos do Sr. Ernade Paiva Maidana, proprietário da Fazenda Cunharaim. A Prefeitura Municipal de Porto Murtinho,jun tamente com o DERSUL, recuperaram a Estrada d; Colônia Cachoeira, MS 467, da Colônia nté a BR- 267, essa operação em conjunto, segundo a popu lação daqu,ela Colônia, foi uma das mais bem fe:!. tas. Nas partes em que hnviam atoleiros foi ti= rado fora e colocaram pedras grndes e logo ~p6s, cascalho bem fino, ficando assim um servi co perfeito. Foi feita, ainda, a colocação d; 77 tubos de concreto para a drenagem daquela Ro dovia. - Na estrada da Colônia Bocaiuval, a Prefeitu ra Municipal de Porto Murtinho, com recursos pr6prios, fez o levantamento e o cascalhamento, com mais de 300 mts de aterro e a colocação de· tubos de concreto, onde fez-se necessário. Foi feito ainda o cascalhamento total do di que até a ponte Santo Antonio. Segundo o Prefeito Municipal de Porto Murti nho, Luiz Abreu: "Estamos recuperando todas as malhas viárias de nosso Município, pois encon - tram-se e péssimo estado devido as chuvas cons tantes que vem caindo em nossa região. - Essa recuperação da estrada do Bocaiuval fei ta com recursos pr6prios da Prefeitura, e que muito em breve deveremos dar continuidade ãs re cuperaçÕes de outras estradas que se fizerem n; cessárias", ressaltou o Prefeito Luiz Abreu. - EDI ÃO 312 - DATA 26/03/93 TL ■ ■ UM MOMENTO FORTE DE ESPERANÇA $ e 25 DE DE!FBRO DE 1.993 PÁG!! wM Poro si@iiiü Pi.i PORTO MORTINHO PORTO NURTIHITO - MS Celanira Neto:· Em Defesa dos·- Idosos~ Tão )0qo a6ru - miu, Luiz Abreu se - guiu para Campo Gran do o 13rilsÍlin, prot:i.i rando viabilizar ro cursos para vários - projeos na área o cial. Antes de viajar - Abreu disse que a prioridade de sua ad minis:racção será a - endcr "os mais ca - rentes, os menores", mas, evidentemente , dará continuidade aos planos que visam "ransformar a nossa cidade no portal do Mcrcosul". o Prefeito apoia rá todas as iniciai vas particulares que visem a "geração do empregos, com a im - plantação de mais cm RISTNN -»... Posso de Luiz Abreu o •rena na Câmara Municipal tas de trabalho e is neste período de re to é muito impor~te c-essão", disse ele. (&lição NQ 305 - 19/01) D ABREU E ARTHUR HEIK, EFICIÊNCIA E RESPONSABILIDADE presas no Município teremos mais ofer A Chefe da Divisão e Promoção Social , Celanira Louboet Netto, está de viagem par a cidade de Aquidauana. Informada pelos responsáveis do INSS que 1O (dez) velhinhos de nossa cidade es tavam ameaçados de perderem os beneficios (aposentadorias) caso não façam os exames exigidos para regularizarem a situacao, ce lanira saiu atráG dessas pessoas e apos muito trabalho de buGcas conseguiu locali zar todas essas pessoas. Dia 15 de Fevereiro, ola partiu en duas viaturas para a cidade de Aq~idauana onde os idosos foram fazer seus exames. ~ isso, Celanira. O seu gesto é uma de monstração carinhosa pelas pessoas dosamp2 radas. Estamos torcendo que tudo dê corto e CE ses velhinhos não percam até o pouco que - tem. Por isso, pedimos à Deus que te dê cada dia mais forca de modo que você possa con tinuar ajudando os mais necessitados. (Assessoria de Imprensa da Prefeitura Muri cipal - Edição NQ 309 - 20/02/93) Todos os Secretá rios e Assessores do atual Prefeito Luiz Carlos Abreu merecem os nossos elogios. ão competentes e a finados com as idéias do Chefe do Execu:i vo Murinhense, mas a chefe de gabineze, Cris:ina de Abreu , irmão do Prefei:o, e o Secre:ário de Admi nis:ração Ar:hur - Hein, os:ão superan do as cxpec:a:ivas. são os anjos da g.iarda do Profei:o. A máquina admini~ raiva está funcio nando, a equipe vai se firmando, mas nos e momento de tran- Cristina de Abreu sição, de implan:a - ção de novas idéias a figura serena sempre educada E c! o Prefei:o de Por:o ~'.ur:inho, Luiz Carlos de Abreu, en :egou no úl:imo dia 14 de fevereiro para a população Mur:i nhense uma ambulân - eia Q km. Driblando as difi culdades, ele con - seguiu com recursos do Município comprar uma ambulância para dar melltor atendimen o no transpor-...c dos "precisam de um zra tameno descente e confor:ável também", afirmou. Agora, o J-lospi ~al César Bordallo , de posse dessa viatu ra poderá atender ainda melhor, a nos sa população. O objetivo (Edicão O Prefei:o Luiz A breu, Vice-Prefei-o Tena e o Secre:ário de Educação Carlos Heyn, distribuíram - às Escolas Munici. - ~ais de 10 Grau Tho maz Laranjeira, Nos sa Senhora Caacupê e Escola Municipal da Colônia Bocaiuval , ma:eriais didá:icos para os alunos, sem excessáo, bem comnO - cadernos, lápis, ca ne:a, lápis de cor e réguas, ~cneficiando um grande número de alunos. pacien:es: "eles não precisam apenas de carinho e a tenção" , disse o PrcfPi:o - .e de Luiz Abreu é, além - de equipar, quer tam bém modernizar cada vez mais o setor da saúde. Além da ambulãn - eia que servirá para os a:endimentos que necessi:am de deslo camento emergenciais para ouzros cenros de saúde, o Prefeito deseja que o a:endi menco =ambém chegue de aos bairros e Colô - NO 309 - 20/02/93) Esses ma:eriais - as Escolas, mas os foram adquirldos com Professores também. recursos prõpr:_os da Tenho certeza que na Prefei:ura ~unici minha ges:ão, melho pal, es:arros inves - rareio Ensino Muni indo em nosso fuu- cipal, porque te - ro - disse Juiz A - nho por prioridade a breu - não podemos - criança de nossa ci dei>:ar de dar aszis- ____ {_, ~-- r • ---- Ar thur Hein o C.ris:ina es:á sendo de vi.al importância nias do Município. Assim é a Adminis tração Abreu. . - Apesar da reces - são que assola o País, Abreu não se in:imidou e mos=ra ~er um administrador c-orajoso e de habili àades políticas. - E está provando - ser fiel e muito preo cupado com o bem-es~ :ar de seu povo. Pre1eitura Municipal Distribui Materiais- Escolares dade, e elas sem es ~udos, não poderão ser algo na vida dessa vez chegou a oportunidade delas Es=udarern algo de hom para o seu fu:u ro". - par:a o bom andamento dos -:rabalhos. Com Cris:ina e Ar thur Hein, o Profei~ :o es :á tranquilo, o Secre:ário de Admi - nis:ração é aquele - homem conscionte,fir me de idéias, compe~ tente, e que, acima de :udo, quer o me - lhor para o novo mur tinhense. Arthur Hein e Crisina de Abreu dois profissionais compezenzes, respon sáveis, e ineressa dos em fazer o me lhor para a cidade. (Edição no 308 de 19 de Janeiro de 1993) '·' Prefeito assina Convênio com a FNDS Por ocasião da visita do Presidente Na cional da Fundação de Saúde, Dr. Haroldo - Ferreira, foram assinados convênios prio rizando a solução·dos problemas de ~anea - mento básico, término das obras do dique a agilização de varies programas na área da Saúde. Luiz_Abreu reivindicou, também, a im plantaçao de Kits sanitários e materiais de divulgação para distribuir na periferia entre a população ribeirinha, sobre o Cole ra e outras doenças. - O Prefeito de Porto Murtínho disse que a visita do Dr. Baroldo Ferreira foi gra ças a iniciativa do Deputado Federal Val - dir Guerra, "um grande amigo dos murtinhen ses". - Para Abreu, "nossa Administração come - ou a caminhar, temos trânsito livre em Campo Grande e Brasília, a privilegiada po s1çao geografica de Porto Murtinho a oor~ ta do Mercosul, trará grandes benefíciÕs - ao nosso povo". (Edição no 310 - 08/03/93) SAÚDE - DIREITO DE TODOS - s, r, Co m.o na ne, d a g SJ t :ência aos nossos es :udan:es, :ernos sim: que incenivá-los a irem às Escolas,pois eles são o fu:uro do nosso Municípic. Es:ou procurando de :odas as formas - modernizar as nossas Escolas, não somcn -.<' (Edição NO 312 - de 26/03/93) CRIINÇIS HOJE, FUTURO DO IMIINHI: RETROSPECTIVA DA Pronav AMINISTRAÇÃO LUIZ CM1OS .. 01 • MURTIY HO - P r oieto Conviver Iar o " . e° 09 » ~ 1' 1 1 l 1 1 ! t ., A Coordenadora da PRO!AV Municipal de Porto Mur tInho, Juntamente com a Chefe de D!vfuo Social C lanra Loubet Netto e o Assessor Especial Paulo A: hllio, atendem toda emana, cerca de 230 fdosos,on de toda a atenção é dispensada aos queridos velhl nhos de nossa cidade, para que os mesmos voltem o sorrir e se reintegrarem ao seio da noclcdadc e passam a ter atitudes positivas frente à sua velht ce, No Projeto CONVJVER, cm convênio com a Lili e contundo com o npoio do Executivo Hunicipnl, nten dcm 130 idouoH com Jdndc acima de 60 anos, onde re cebem todo atendimento médico hospitalar, odontolá glco e oftalmológico, além de uma cesto de comple mentnçio alimentur, contendo arroz, feJão, óleo , trigo, acúcnr e macarrão, A Coordenndora do PRONAV Municipal Ey Ohara de Abreu, pelo projeto Conviver, vem recebendo mensal mente uma verba enviada pela Prefeitura Municipal de Porto Murtinho, que montêm 100 ido.os carentes, dando o mesmo atendimento relativo aÔs 130 idosos mantidos pela LBA e Prefeitura Hunicipal, Sempre procurando atender bem aos seus "queri dos e estimados velhinhos", como os trata a Chefe de Divisão Social Celanira Loubet Netto, mensalmen te faz visitas aos idosos e famílias carentes, ã fim de estar a par de suas necessidades e de poder ajudar no que estiver ao alcance do projeto. O Projeto Conviver, é considerado um trabalho - árduo e ao mesmo tempo gratificante e humano, tem alcançado todos seus propósitos. CURSOS A PRONAV, com o apoio do Executivo Municipal e da população local, que com muita alegria corres pondem às promoções realizadas, iniciou os cursos seml-profissionalizantes de Tricô, Pedicure, Cabe leiro, Crochi e Pintura em Tecido um total de 132 pessoas que, através desse aprendizado, muito con tribuirão ao orçamento doméstico, PATRULHA MIRIM A Primeira Dama, Emy Ohara de Abreu Juntamente com o Prefeito Municipal Luiz Abreu, preocupados - com as crianças e adolescentes,entre I0 e 16 anos, iniciaram a Corporação dos Patrulheiros Mlrins,co~ posta de fanfarra e Banda de Música, onde os estu dantes reccberaüo instruções preliminares de disci plina militar, planos de trabalhos, sociabilidade entre outros. MEDICAflENTOS Procurando uma forma de melhor atender a popula ção carente, no que se refere à medicamentos, foi feito um contato entre a Secretaria Municipao de Saúde na pessoa do seu Secretário, Raimundo Morei ra Marim, Prefeito Municipal Luiz Abreu e esta Co ordenadoria ficando dctenninada a distribuição gra tuita dos medicamentos que serão feitos através do PRONAV Municipal com a ajuda de funcionários comp~ tentes daquela Secretaria. GINÁSIO DE ESPORTES • Também está sob a inteira responsabilidade da Coordenadora do PRONAV Municipal, Emy de Alireu, a Administração do Ginásio de Esportes "Mário David Andreazza", onde jâ foram realizadas inúmeras pro moções esportivas e toda renda arrecadada é desti nada exclusivamente ao atendimento aos carentes e necessitados do Município. CRECHE LAURA VICUA A Coordenadora .Sônia Ferreira e sua Assistente Sirley Gaúna, tem atendido diariamente 80 crian ças, entre O a 2 anos e de 4 a 6 anos de idade, dando carinho, atenção e tranquilidade às mães que depositaram total confiança a esta Coordenadoria. Sendo mantida com recursos próprios, exceto ·o dinheiro recebido da LBA no mis de Janeiro. As cri anças ali matriculadas tem recebido alimentação,h! giene, saúde e atendimento médico. Com crianças de 2a 4 anos, a Pressora Júlia Shem desenvolve varias atividades, com massas, can tos, etc. A Professora SUely Espíndola Clemente desenvol ve com crianças de 5 a 6 anos, várias atividades - como habilidades necessárias à aptidão para a lei tura, a escrita e a matemática. Nesse período da vida da criança são relevantes todos os aspectos de sua formação, dando os passos definitivos para uma futura escolarização adequada como membro do grupo social a que pertence. FUTUROS PROJETOS CASA DO ARTESÃO Futuramente, a Primeira Dama do NunicÍpio, atr~ vês de prooçes e auxílio das Classes ais privi legiadas da nossa sociedade,_fari a construção da sede própria d casa do Artesão e mais salas de au las no prédio da Casa do menor, alem da Construçao do Muro da Creche Laura de Vicunã e o término da Casa dos Idosos. .. ' !r;_Olgr de Areu Coordenadora d PRO!A' e sr -- f Crianças de 2 a 5 anos da Creche L. 'IGa i t i vi l a t e s esewo/vilas n o Pr i m e i r o Trimestre,/93 Acôes Desenvolvidas Medicamentos • Central de :-tedicamentos (PRONAV) Consultas - Oftalmologista Encaminhamento - Médico Intervenção - Cirúrgica Raio X Ultrassonografia Ajuda p/pedcia néd. e Aposentados Passagens Pedido de Registro Civil Identidades - SSP S Datilografia Reforço - Escolar Casas Populares para os Murtinhenses ire e [ena [Cumprem Promessa e Campala O Prefeito Luiz Car los de Abreu conseguiu junto ao Governo do Esta do a construção de 150 cnsas para os murtinhen ses. É um fato histórico . É uma promessa de campa nha do Prefeito Luiz e do vice Prefeito Tena. Através de um sistema de parceria, idéia sem pre pregada por todos os Jornais da Rede, hoje adotada pelo Governo Pe dro Pcdrossian, a Prefei cura entrará com a mãÕ de obra e o Governo com os materiais, Serão casas à altura das demais obras do Pre feito, contando com a participação de toda co munidade, num entendimen to perfeito Executivo Legis1at.ivo e comunida - de, idéia implantada por Luiz Abreu e sua equipe. Com mais de 30 metros quadrados de área cons truida, as casas popu!a- i' ,,,. -a J. ' N2 de Pessoas Atendidas 081 068 012 003 003 001 001 009 004 056 003 064 128 Com esta obra, mais de um de seu projeto de Governo, a Administração Luiz Carlos de Abreu/Te na, com a colaboração do Governo do Estado, cum premais um objetivo. O Prefeito agradece , através de a TRIBUNA MUR TINHENSE, o Governador: Pedro Pedrossian, o ai go da Fronteira, Asses sor Especial Antonio Car Assessor Paulo AbIlfo, Segunda Dama Celanlr e Cr!stino Ferreira do Projeto CONVIVER EDIÇÃO 334 - DATA 05/I' res de nossa cidade se rão das melhores, no pa- drão, em todo o Estado. Em edições anteriores havíamos falado da intcn ção do Prefeito e cons truir casas para os rur tinhenses, antecipando= se ao prazo previsto, as obras terão início no fi nal do ano. Fquipe PROA' de Porto !urtinho Incentivo ao Esporte Cesta Básica - Projeto Conviver Ajuda à Profissional Telhas Botijão de Gãz Atendimento à Creche Laura Vicunã Cursos Semi-Profissionalizantes a - Trico b - Crochi c - Cabeleireiro d - Pintura em Tecido e - Manicure/Pedicure Corporação dos Patrulheiros MIrins Banda Musical e Fanfarra TOTAL EDIÇÃO 315 - DATA 17/04 ( . ... los Arroio e o produtor ru:-al, Firnino Cortadn. Porto Murtinho,os ser teto,tabmnagrade. A 002 360 001 001 00[ 080 32 11 27 52 10 281 1291 po'{rica social da Ad:! nistração Luiz Abreu e Tcnn, é de valorizar o cidadão! PORTO MURIIHHO·, OS SEM TETOS TAMBEM ACiRADECEM 42 r •• 'l Na MdmInl±tração do Prefelto Municipal Luiz Carlos de Abreu há que tve ressaltar o excelente atendimento que a4 populçáo mur t Inhense vem recebendo do llospi tal César Jordallo, tem como DI rctor o Dr. Jonny heung, o Ho, p!tal posu! um total de )0 lel tos para atender a populaçio nu ma méd 1a de 1200 consultas mensa , . . , Unspital César Bordallo Presta· Excelente atendimento em Porto Mortinho s e conto com o::; ,H.:gulntcn ncr vlçon: l.nbor.1t<>·c lo, lll<ll}11Ím!.ca , Ralo-X, área emeryencial, CIInl cn Geral e outro,1 scrvlçon. Com uma estrutura reulnr, pe Is carece de alguns medicamentos em sua farmicla, ma . ., conto com oi; rcmédlor; C':rnenc lnlta.Outro pon to importante que deve ser colo cado, é que o nosso Município é muito grande, quase 1600 la? é o terceiro M1micípio f!m extensão no Estado e atende lnclusive os pudentes do Pofo vizinho (Pnro guai). Em conversa com o Dr. Jonny , explicou-me que o [ndlce de mor talidode infantil no Município é zero e muito importante porque na maioria dos Municípios brasi leiros esse Índice é al~íssimo , inclusive a Orgonização Mundial de Saúde deverá ser infqnnoda o respeito, pois osslm Porto Murt! nho estará c:ontrlbuJn<lo pnra r1ue o nosso País sala desse Índice u)urmantc em que e encontra, O Secretárfo Muntc!pai de Saí de, Rulmundn Horclr,, Mnr1m, não tem mo<lldo c5forçoe para rcivlnd! c3r no [xccutlvo Municipal e Jun loY eoluclonur os problcmau. O llonpital contu hoje com exce lenLes equlpomentos, onde o oten cllmento ô população é cada vez mE, lhor. l'aru o Prefeito Municipal - Luiz Carlo!l de Abreu a saúde do povo e o seu atendimento tem que ser eficiente, poquc um Município nem c[iclincia na irea de saúde , é um Município atrasodb. Tanto é a preocupação do Pre feito Municipal que logo nos pri meiros dio·s de seu mandato ji nd quiriu com recursos pr~prios do Município umo ambulâncio pura me lhor otender a população, porque Porto Murtinho fica muito distan te da Copitol pora onde são trans feridos os casos mais graves. O Dr. Jenny nos informou to~ bém que atualmente essa ambulãn - eia se desloca muito pouco para outros lugares porque a equipe l! derada por ele é muito eficiente e com isso as doenços ou cirurgi os mais graves são atendidas aqui mesmo; O Dr.Jonny disse oindo que Está herta a hsri;ão para altar o llit de Material le Cnsir;ã ma Prefeitura Mmiia le P. Mortinho O sonho de cons - truir a casa própria está se tornando uma realidade em Porto Murtinho, está aber ta a inscrição para ganhar o kit de mate rial de Construçao - na Prefeitura Munici pal. Segundo levanta mento feito por vá - rios órgãos habita - clonais, o que mais pesa no bolso do mu tuário é o material de construção, mas com a politica do Governo Estadual de Desfavelamento hoje é possível sonhur com a casa própria. Depois de peregri nar por vários ór - gãos estaduais e fe derais o Prefito Mu nicipal Luiz Carlos de Abreu e seu vice· Tena conseguiram in cluir Porto Murtinho nessa política do G2 vernador e o Deputa do Federal Waldir Guerra que dá susten tação no Congresso Nacional. Hoje todos os murtinhenscs es - tão orgulhosos de ver seu Município ser a menina dos o - lhos do sudoeste do nosso Estado. t tão bom ver hoje as máquinas tr~ balhando parà final! zar as obras de as faltamento da 'BR 267, essa obra hoje é realidade, pois os murtinhenses estavam cansados de ouvir promessas vãs ,mas que não são uma realida de, porque Luiz A breu e Tena e toda - sua equipe não se cansam de lutar para trazer os benefícios que toda comunidade murtinhense necessi ta para trabalharem (Edição NO 342 - de 07/12/93) I N A U G U R A Ç Ã O D A AGÊNIIA D O A M E R I N D U S EM PORTO MURTINHO verno Estadual: Nessa ·primeira - etapa serão construi das 75 unidades habi tacionais e na segun da etapa serão mais 75 unidades. Comes se feito Luiz e Tena estão conseguindo im plantar em Porto Mur tinho pela primeira vez na história do Municiípio a políti ca da casa própria.t bom lembrar que em apenas 11 meses de Administração Luiz - e Tena estão conse - guindo realizar o que muitos Prefeitos anteriores não conse guiram mas tudo is= so é porque Luiz A breu está afinado com a política do G2 vernador Pedrossian, o Deputado Estadual Waldir Neves é o ho mem que reivindica - junto com Luia ao Go + ,7o+ SAL. a gemo - +S LUI CALOS DE ABREU PORI ·' Peijoenas Agricult res da Colônia Bocaiuval Recebem Benefícios neste me de novembro a ambulin c1a se deslocou Campo Grande a penas } vezes e com fsso economi za equipamentos e veículo. Há_de se destacar que na Administra;ao Municipal passada a ambulância fa zla viagens quase que a cada dois ou tres dias, Reduzindo essas via genr; a mabuL:incia servirá à popu lnçiio por ~uito tempo. O Prefeito Municipal e GUa equipe, principalmente o Secretá rio Municlpol de Saúde, estão se pre alocando recursos Eetaduol ou Federal para aquislção de mais equipamentos e medicamentos para um atendimento de 1007. à populo çio. O Uospital conta hoje com um total de 30 funcionários,sendo 10 enfermeiros e os demais são opera dores de equipamentos e de limpe:: za. O Chefe de Divisão de Soúde,An gelo Romão Cardoso é o grande rei ponsável na área burocrática que com responsabilidade e colabora - ção de todos os funcionários enal tecem cada vez mais a entidade e consequentemente o atendimento à população. (Edcão N? - 341 - Presença de autoridades Civis e Militares, en - tre eles, Adilson Gomes Neto, Vice-Prefeito Munici pal, Joao da Cruz Pacheco, Presidente da Câmara M:;;: nicipal, Vereadores Sandro Maldonado e Alcides Oi~ nizio Alcântara, Raimundo Moreira Marim, Secretá - rio Municipal de Saúde, Arthor Heyn, Secretário My nicipal de Administração, Ingrcio Gomes Netto, Se cretãrio Municipal de Finanças, Norberto Morinigo, Cônsul do Paraguai em Porto Martinho, Lairson Ro - driges Bueno, Procurador Jurídico, Sr. Athaydc José Anib;.l C .. fure, representando o Banco do Bra - sil. No ato da Inauguração o Padre Zampierrone Bati zou com água benta a nova Agência. Adilson Gomes Netto, Vice-Prefeito representai}- Porto Murtinho já te- do o Prefeito Luiz Carlos de Abreu - disse que o ve vários Prefeitos cm Bamerindus está in:,,..g.,rando a sua Agência graças· - toda a sue. existência de os esforços da Ada!nistração atual e que o Banco el!lDncipnção político-ad somarã co:n o desenvo1.vimento de Porto Martinho. ministrativa, e seus 8l O Gerente Almir Stein disse no final do expe - anos, todos os Prefeitos d1ente que a capta;o de recursos foi excelente pz ra o primeiro dia de funcionamento do Banco e que fora abertas 26 contas correntes". "A cidade de Porto ~lurtinho demonstra grande po tencial tanto no Coêrcio coo na Peéuria. - Fomos muito bem recebidos tnnto pela comunidade nurtinhense como eu especial pcl Marinha e o Exé_E cito Brasileiro. Grcs os esforços do Prefeito - Luiz Crlos de Abro q.e {cz de tudo para que fez dc tdo pra que fosse r.ltzad. a naugorço do Enco e soa d..t. prvtt..", finalizo, AInir. e desenvolverem esse pujante Município. Na opinião de r.uiz Abreu: "O admi ~istrador público oue não deixar obras de grande utilidade para a' sua comunida de não é homem públi co", dessa filosofia o Prefeito Luiz Abreu e Tena e toda sua e quipe estão excluí - das, porque em 11 me ses de administração já fez mais do que - qualquer Prefeito an terior, Luiz disse - ainda que a popula - caõ murtinhense pode esperar muito mais , ele vai preparar Por to Murtinho para· o futuro e posterior - mente para o MERCO -. SUL. Hoje Porto Mur tinho faz jus ao slo gam do Prefeito Luiz Abreu: "O Trabalho - .faz o Futuro". Depoimento do Sr. Ákio: "a vinda do Ba:nerindus - para Porto Murtinho foi o eEforço do Prefeito Luiz' Carlos de Abre". Quadro de Fnc!onãrios: Alir Cargo Ste!n, Ge rente local; Rabens Azaga Fleitas - Chefe de Servi ços, Ãkio de Lima Imaguti, Supervisor. - l O de 30 de Os pequenos proprietários da Colónia Bo caiuval estio sendo beneficiados com maqu nários da Prefeitura Municipal e com apoio totul da Secretaria Municipal de Infra-Es trutura, o objetivo desse trabalho _gra - dear a terra de modo que ou proprictt1rioo possam realizar o plantio de sua lavoura. Trunbém estão sendo conr;tru1.dos acudco, deixando assin os proprictürios mais tran quilos em relação ao armazenamento de d gua entre outros serviços cm cxccucao. A preocupação do Prefeito Municipal,foi também completar a extensao da rede ele - trica nas propriedades onde não havia cncr gia elétrica. - Esse trabalho é o resultado de um Convg nio firmado entre a Enersul e a Prefeitura Municipal de Porto Murtinho. Es~e é mais um trabalho que o Prefeito Municipal Luiz Carlos Abreu e SUd equipe - vem desenvolvendo entre as várias frentes de obras que estão cm andamento na cidade e na área rural do Município. (Edição NQ 334 de 05/10/93) CAL(ADÃO DO PAÇO MUNICIPAL EM FASE DOE ACAB, MENTO Sob o comando da Construtora Casanova - da cidade de Bonito/MS está em fase de aca bamento os primeiros 100 metros da calçadã feita de pedra Petin Pavê, esses primeiros 100 metros ficam em frente da Prefeitura - Municipal, formando assim o Pao Munici pal•.• Neste dia 07 de Setembro a formatura de hasteamento dos Pavilhões Nacionais, Esta dual e Municipal foi em frente à Prefeitu ra e as Escolas com seus alunos e a 2e CIA FRON c:cm a sua tropa e a população em gera 1 notaram e gostaram do novo visual do Paço Municipal. e bom que se diga que esses cem metros de calçadão feito com essa pedra está ape nas iniciando, porque o Prefeito Municipal está com o projeto de calçar todas as cal çadas de todos os prédios das repartições públicas da nossa cidade e assim a nossa - cidade vai se embelezando mais, com essa o bra a população e os ~uristas que visitam ª nossa cidade a cada ano vai notando que o trabalho do Executivo Municipal tem várias frent.es prioritárias~·de obras. Dentro de 03 ou 04 meses a Av. Laranjei rajá terá mais 04 quadras prontas com ã Pedra Petit Pavê e assim essa Avenida será o Cartão Postal da nossa cidade. (Edicão 343 - 15/12/93) Funcio~rios: Edson Docúngos Farias, Bernardino Medina. Fania Miranda Maldonado, Maria Doraci Aya - la. No total de 06 funcionários.· Primeira conta a berta foi o cliente Sr. Andalêcio Martins Leite. 17 de Novembro de 1993) (Edtcão N - 343 - 15/12/93) LUIZ 4BREU REA~IZA O SONHO DA CASA PROPRIA A V ARIOS MURTINHENSES a Capital do Estado e a- junto com a Cocpanhia de Com essa reivindica - ti a Capital Federal pa- Habitação Urbana assinou ção O Prefeita Luiz Abreu ré conseguir incluir Por Convênio p;.ra construção coe menos de 12 meses de to ~)urtinbo na políticã de 150 cases populares , cw1dato está administran de Desfavelamento que o sendo que na 1~ Etapa se do p.::ra O seu povo ais Governo do Estado está rio construidas 75 antd carente. o Prefeito dis que passaram por essa - r~alizando, com isso Luiz des habitacioaa.is e pos- se que até O seu final _ Prefeitura jamais algum Abreu estar,; realizando terionncnte na 22 etapa de mandato conseguirá _ foi t~o longe como o n - o sonho de m..:itos cida - mais 75 aidad o1 rereto .teta1 is ae_stsa renas_ara cosi. .C;; "" "1,1+ sras 4e rts Luiz Carlos de Abreu. .::quisiç;io de sua própria gimes de m tir- 0 r a es possível para "- • u es, se - que Porto Murtinho volte Não se canso da rg moradiz guindo exemplo de tona de viagens que faz o Prefeito Mnleipal E .a, "P _ Outros a ser considerndo o n .. ni • ". to de tor perspeeri va do Sudoeste do nosso Estado. (Edição n2 í19 - gc SE . li r li: vo ' re, E: tas so c sa, Pa do B t. # * # # # * t * * * # * * fa * G "' "' "' "' .. k y .. - # 3 "'l+ % "' ; "' # no "' (l "' "' .. # "' " Tt .. ..... e Gente Jovem rm gr@ os16i " + CENTRO DE SAUDE ' P CURSO DE DANÇA CAXC Para quem não sa- be dançar, vanero , chote, rancheira e outrao dança::, gaúcha, não pode perder a oportunidade. O Cur o entá sendo reali zado no Ginásio de Esporte de Guia Lo nes da Laguna todos os domingos, horário verpertino. A inscri cão podo ser feitã no "perfil Cabelei - reiro", com o no so amigo Joãoz1 • nho., "PERFIL CABELIIREIRO" Agora está com seu salão ampliado, tudo muito bonito para atender seus clien - tes com mais confor·· to e qualidade de trabalho. De para béns, o nosso Amigo Joãozinho pela bri lhante iniciativa. ANIVERSARIOU PRESENTE DE NATAL - O Prefeito Jor ge Caetano vai pre sentear os alunos com uma linda bicicleta. são mais de 15 bici cletas, que serão sorteadas entre os alunos aprovados. SERVE FESTA Numa iniciativa - do Sr. Nicasse agora Jardim tem um traba lho eficiente em dis tribuicão de bebidas. Quando você for rea lizar sua festa, pro cure a Serve Festa , produtos exclusivos da Brahama. , .....:. .,;' J .... A gatinha Nayara Garcia, dia 21 de de zembro ela é filha do casal Eliza e Cris pim G. Barbosa. Mil felicidades à você. FELIZ NATAL Quero desejar s nossos Amigos, um fe liz Natal, um ano No vo Próspero cheio de realizações,paz,amor e felicidae.Boas fe tas ... VISITANDO Nossa city, o nos so amigo Sandro Bis= caro, que está cur sanda Direito em São Paulo. Seja bem vin do a nossa cidade,,, Boas férias,boas fes tas ... ln Foco O Dr. Marcos Puiz Assessor Jurídico da Prefeitura Municipal de Jardim, com traje típico Paraguio em Campinas onde cursou a Faculdade de Direito. Parabéns - a Gata Dilian, que completou mais um ano de vida. Parabéns,Felici.dades. Os moradores das Vilas Panorama SEAC, Santa Luzia, Cachoeirinha e San ta Tereza terão um Centro de Saúde - perto de suas casas, para atendê-los nas emergências. Preocupado com a saúde dos jardi nenses, principalmente dos mais hurnil des que residem na periferia de nosso Município, o Prefeito Pires está cons truindo, com recursos próprios, o Cen trcr de Saúde da Vila Panorama. A nova unidade, construida com aproveitamento do Centro Comunitário Professores do Boqueirão Participam de Enontro em qtiavara Os Professores Antô nio Carlos e Alexandre , do Curso de Técnicas A grícolas da EMPSG. Está cio Cunha Martins, do Distrito de Boqueirão participaram do I Encon tro de Escolas Agropecuá rias do Codesul e 1g Se minário de Resultados de Pesquisas de Fundação do Centro de Educação Rural - CERA - de Aquidauana. Procurando a atualiza cão do Ensino na área da Pecuária e Agricultura os mesmos, com o Patrocí nio e apoio da Prefeitu ra Municipal de Jardim, tiveram grande participa çao no evento. **************************************************************** * s * A Administração Pires * e * sempre procura investir * * na n:elhoria de quali + dade do Ensino de * Se es capaz de manter a tua ca!ma quando todo o mundo em redor já,peE * Jardim. • deu e te culpa, de crer em ti quan~o estão todos duvidando e para esses * • no entanto achar uma desculpa; Se es capaz de esperar sem te desesperares, * Ou, engnnnndo, não mentir ao mentiroso, ou, sendo odiado, sempre ao* • ódio te esquivares, e não parecer bom demais, nem pretencioso; • : Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires; De sonhar - se, * fazer dos sonhos teus serhores; Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo , * * conseguires tratar da mesma forma a esses dois impostores; Se és capaz de* *sofrera dor de ver mudadas em armadilhas as verdades que disseste e as* * coisas, por que deste a vida estraçalhadas; E refazê-las com o bem pouco * * que te reste; * + Se és capaz de arriscar numa Ünica parada, tudo quanto ganhaste em to-• * da a tua vida, e perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, resgufnao tor * nar ao ponto de partida; De forçar coração, nervos, müsculos, cudo a dar * * seja o que for que neles ainda existe, e a persistir assim quando,exausto , w contudo resta a vontade em ti, que ordena: PÊRSISTE: • * * Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes; e, entre Reis, não : •perdera naturalidade, e de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes ; * Se a todos puderes de alguma utilidade; e se és capaz de dar, segundo : * por segundo. * Ao minuto * no mundo, e * (DEUS). * que estva abandonado, ter os os recursos para atendimento 24 horas:en fermaria, pronto socorro, consul tóri-.-; sala de pequenas cirurgias, etc... O que admiramos é a competência e a simplicidade do Prefeito de JardI, pois, sem alardes, sem fazer comício faz com que o dinheiro do povo volte em obras sociais para o mesmo. 0 amor de um administrador ao seu povo é cedido pelo que ele faz em be nefício do mesmo povo e quanto a isso o jardinense não pcde reclarar. • * * * * • * fatal todo valor e brilho, tua é. a Terra com tudo que existe o que ainda é muito mais - és uc Homem, Filho do Pai maior : Rudyard Kipling - Trad . Guilhere de Almeida .; * * * * * * * * ********** * LEI NSERO 967 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1993 "Autoriza o Executivo alienar bens e dá outras providências". O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, uso de suas atribuições legais, Fa~o saber que a Câmara Municipal aprova e eu sanciono a seguinte Art.lQ - Fica o Executivo autorizado a alienar a sua Carteira de Ações da ENERSUL, de acordo com o estatuido na Lei Federal n 8666 de 2l de ju nho de 1993, conforme abaixo discriminado: I - ORDINÁRIAS II - PREFERENCIAIS (0) (P-A) - 93.000 11. 725 no Lei: Art.22 - 'o valor obtido com a alienacão da Carteira de Ações será des tinado para atender a construção de unidades habitacionais prevista no con v@n1o ng 024/ SHDU/MS/93. J • l ! 1 ' 1 1 Art.32 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação revoga - das as disposições em contrário. ' Bela Vista-s, 20 de dezembro de 1993 Abraão Aroa Zacarias Prefeito Municipal E.IÇi0 DE NATA ;,::; i)f. "Toro Foi inaugurado pelo Prefeito de col, a ponte nobre o Rio Caracol, na qião que demanda ao 'TORO MORO. Com as presenças de várias autorida - des locais entre as quais destacamos o Pr0(cito Juvino Godoy e Sra: Vice-Prefeito Wilson Ferreira Leite, Deputado Estadual - Wal<lcmir Moka: Prefeito de Bela Vista A braão Armoa Zacarias; Engenheiro Residente do Der sul Fernando Jorge do Barros; on Ve readores Joa6 Carlon·Barcelos - Presidente da Câmara Municipal de Caracol; Marcos Dar bosa, Presidente da Câmara Municipal do Bela Vista; oa Vereadores de Caracol Thir son Ferreira Leite; Doralina Rodrigues Lei te; Darci Souza Neto; Paschoal Pucheta e Josélio dos Santos e ainda inúmeras pes noas de destaque na sociedade Caracolense. o orador da festividade foi Tadeu o campos. No uso da palavra disse "estou mui to satisfeito, por mais uma meta de gover no atingida pelo nosso Prefeito Juvino Go doy, tenho a plena certeza que este é o 1= nlcio de um novo marco para a história de nosso município. • Tenho a plena convicção que isto aqui será apenas o inicio de uma grande jornada onde o nosso Prefeito dessa forma está a tendendo uma grande parcela de cidadões ca racolenses e também de Belavistcnses, pois a ponte está sendo inaugurada hoje, faz di visa entre os dois municípios. - Sabemos que esta ponte vem em coura partida atender aos anseios de um povo que realmente tem a necessidade de locomoção a té o nosso município e também para atender as necessidades dos fazendeiros da região, para o escoamento de seus produtos, nesse momento deixo a palavra livre, para quem - quiser fazer uso dela," finalizou Tadeu. DEPUTADO MOKA o Deputado Moka por sua vez disse "sei das dificuldades, que o Prefeito Juvi no, tem passado para que fosse construida= esta ponte, mas como é um homem de lutas , alcançou seus objetivos, com a ajuda dos fazendeiros desta região e que sem essa ajuda seria quase impossível a realização desta ponte. Temos a frente do Executivo - Municipal da Caracol um homem honrado e qualificado para a função de chefiar o mu nicípio de Caracol, não somente Juvino Go doy, mas também o seu vice Wilson Ferreira Leite, o popular Loló e toda a equipe de Jvino Godoy. A este povo que veio aqui nos presti giar quero agradecer e dizer-lhes, que o Governo do Estado, já fez a licitação do asfalto sobre a Avenida principal da cida de, a Avenida Brasil, onde será toda asfal tada e ainda este ano se Deus quizer. Tenho ainda mais notícias para lhes dar, muito em breve estarão sendo construi das 100 casas, para que seja sanada o ques tão de moradias da cidade de Caracol. Tudo isso Eu e Juvino nos empenhamos juntamente com o Governador do Estado, Pedro Pedras - sian,' para que fosse uma realidade para es te Município. Dou meus parabéns à Juvino Godoy, pelo seu empenho e dedicação ao mu nicipio de Caracol e que voces todos estão de parabéns por saberem tão bem escolher o seu representante no Executivo Municipal". ABRIO ZACARIAS RETROSPECTIVA DA ADMINISTRAÇÃO UUVINO GODO' - CAACO - MS Inaugurada a Ponte do ( João Carlo:s Vela..qu«) Cara- mos, para ver a melhorias de nossos conci re dadãos - Disso Abraão Zacaria, Prefeito - Municipal de Bela Vista - hoje esta inaug__ ração, nos une mais ainda, através desta ponte sobre o Rio Caracol, sabemos das dificuldades que hoje nos cercam, mas aci ma de tudo posso lhes afirmar, que Juvino é um homem capaz de fazer Caracol dar sua arrancada para o progresso. Não quero to mar-lhes muito tempo, mas venho aqui para estreitarmos ainda mais o laço que nos une, para afirmar que é dessa maneira que Caracol irá dar o seu arranque definitivo para o progresso. Deixo aqui meus Parabéns à Juvino Go doy, por mais uma etapa vencida e que no momento em que precisar de Bela Vista esta remos sempre à sua inteira disposição". 12 Moro" "Somos dois municípios que hoje luta- Obras de Asfaltamento . · em Caracol JUVINO GODOY Já o Prefeito Municipal de Caracol Ju vino Godoy em suas palavras disse "agrade co aqui neste momento a todos aqueles que de uma forma ou de outra nos tem aju~ado a construir esta ponte, em especial ao Depu tado que atende toda a nossa região, Depu tado Moka, ao Dr. Fernando Jorge de Barros do DERSOL, que não mediram esforços para que pudéssemos realizar esta obra. O Governo do Estado, através do DER SUL, nos deu a mão de obra. Venho aqui em especial agradecer ao meu Vice-Prefeito Lo ló, pcl sv empenho, pela sua luta, junto aos fazendeiros desta região, por ter con seguido arrecadar fundos, para a aquisição de materiais, isto é, madeiras para a pon te. Quero agradecer também aos fazendei ros que nos ajudaram que são: Márcio da Fazenda 3 Irmãos; Cezar Dieringa, Fazenda Rincão Serrano; Valdemar Saikonan, Fazenda Santa Maria; Fazenda Barra Bonita, que doa ram gado, e Irmãos Pezzini e Loreto da Silva pela doação de vaca gorda e Dr. Rena to Cezar pela cerveja para a festa de inau guração da Ponte. Quero ainda agradecer aos que doaram madeiras, os Srs. Orestes Godoy, Sertley, Edvaldo Salomão, Josélio Santos e o Sr. ~rick através do Sr. José Carlos Miranda (Cacau). Quero ainda, agradecer a presença de todos que aqui vieram prestigiar a nossa festa e convidar a todos para saborearmos um delicioso churrasco". Após as palavras do Prefeito Munici - pal de Caracol, Juvino Godoy, foi descerra da a fita, dando assim por inaugurada a ponte sob o Rio Caracol, na região onde Fazendo uso exclusivamente de recursos próprios do Município, o Prefeito de Caracol Juvino Godoy - lançou a execução das obras de asfaltamento para sua cidade, num total,de 27.000 m 2 nessa primeira etapa, que já está licit!!,ll,:t e pronta para ser ini ciada. O ~sfalto vai beneficiar n principal Avenida da ciàadc, Avenida Brasil, que deverá começar e rece ber os serviços de infra-estrutura básica para im plantação da camada asfáltica dentro dos próximos dias, a verdade é que a movimentação de homens e m5quinas pela cidade, após a posse do Prefeito Ju viro Godoy, começa a mudar o visual de Caracol, ci dade que, diga-se de passagem, até o final do an passado vinha caminhando muito devagar, quase p1 - rando. Segundo infonnaçÕes da Assessoria da Prefeitura ~unicipal, devido a má localização e por motivos - técnicos, tendo em vista que vão atrapalhar a exe cução das obrv.s de asfaltamento na Avenida Brasil, os postes de energia instalados bem no meio daque la via pública deverão ser retirados pela Prefeitu ra Xun!.cipal, oferecendo melhores· condições parn q~c o acfalto da Avenida, tão sonhado pela popula çao caracolense, seja transformado em uma grata - realidade, o que sem dúvida vai trazer inúmeros be nef!clos e meJ~orias para todo os seus moradores. MOKA E JUVINO G0D0Y AMENIZAM PROBLEMA HABITACIONAL EM CARACOL O Prefeito de Caracol, Juvino Godoy esteve esta semana em Campo Grande , oportunidade em que, res paldado pelo líder dÕ PMDB na Assembléia Leis lativa Deputado Waldemir Moka, garantiu junto is repartições públicas es taduais recursos para a menizar problemas do Mu nicípio nas áreas de saú de, habitacão, segurança pública, transporte de - estudantes, melhoria de escolas e pavimentação - asfâltica. No entanto, o desta que do trabalho conjunto desenolvido pelas lide - ranças políticas que re presentam Caracol e o Go verno do Estado ê a as= sinatura pela Secretaria de Habitação e Desenvol vimento Urbano de Convê nio para construção de 100 casas populares e re gime de mutirão, reduz±n do o déficit habitacio - nal e envolvendo a muni cipalidade e a Igreja Ca tólica.. - "Cada unidade, orçada em US$ mil dólares, rece berá uma cesta básica de material de construção , c:ujns recursos serão libe rdos até o final do mês' informou o Prefeito, sa lientando a importância social da obra. • Para ele o destaque - do trabalho adminisc-rati vo atual é proporcionar justiça social e possibt litar o bem-estar da po- pulação mais carente. Ao comentar a assina tura do Convênio, o Oepu tzdo Estadual aldeair Moka lembrou que "todo cidadão deve ter acesso a moradia diga coo • con dição primordial de vida".' A liberação de recur sos pelo Governo do Esta do é vista como mais umã resultante do grande en tendimento político-admi nistrativo entre o Gover nadar Pedro Pedrossian e as lideranças políticas que priorizam o desenvol vimento de Caracol e dÕ Estado. SADDE Na Secretaria de Saú de foi conscsuida a libe ração de medicamento pa ra atendimento no Municí pio e acertado o parcelã mento da dívida herdada d, Administração ante rior, considerando que a quitação deste débito im pediria o processo de m~ nicipalizacào do setor= de Saúde em Caracol. EDUCAÇÃO O Deputado aldemir - Mcka e o Prefeito Juvino dc~anda ao Toro Moro, pelo Prefeito Juvi ,no Godoy e pelo Prefeito de Bela Vista A braão Zacarias. -----------------==-- ----------=-=::.:=======: Godoy, asseguraram na Secretaria de Educação a través de um aditivo re curso no valor de CRS 160 mil cruzeiros reais para a reforma de uma u nidade escolar do Municí pio. Reivindicaram ainda a reforma e ampliação da - Escola Estadual Dr. Ru bens de Castro Pinto cu ja liberação de verbas - foi programada para o e xercício de 1994. SEGURANÇA Até o final de outu - bro Caracol ganha um au tomóvel Parati para aten der a Polícia Mil!tar dÕ Município. A Secretaria de Segurança ficou ainda de evitar a desativação dos<'ostos de Polícias de Áoua Arela e do Es - trelinha. Na Fundação de Apolo ao Estudante, o Deputado Waldemir Moka e o Prefet to Juvino Godoy assina= ra convênio para aquis! ça0 de um Ônibus que a= tenderá os estudantes do Mun.ic!pio, no valor de f" ia j 1 j : i1 7da :ua iut :2n r ze 15 foi do 1 Aoa vó1 'o. Pa os o :05 dro ..7 t sia 1,4 milhões de cruzeiros reais. ASFALTO Já o Vice-Governador Ary Rigo, anurciou aos lideres de Caracol que lui autorizada a licita cão da p:viemptacão da Avenida Brasil. Serão ao todo 22.720 metros quadrados de as - falto executados pelo Go verno do Estado. TEMPO DE ATENDIMENTO Juntos, lutando pelo desenvolvimento de Cara col, Walderir Moka e Ju vino Godoy, comentara - que os novos tempos de grave crise social e eco nôaica exigem dos homens públicos uma postura de despreendimento e mu.ito dinamismo: "hoje o mais importante é contribuir de forma objetiva para a soluçao dos probleas - maiores do povo. (Edição NO 1.416 22 de Outubro de 1993) Hoje o mais Importante é Contribuir de Forma Objetiva para a Solução dos Problemas Maiores do Povo al verá ti, 7as ter ser tima ria der ?.ic. e tic. t5 de , re, de r do ur lh ±i i da . 'ias 3ssi ·ia a éas ana ia, ·re, 'a on ,....._ Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1444_17_12_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1446_13_01_1994 Voltar para a lista de itens