TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1483_09_04_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1483_09_04_1994Número da edição1483Data de publicação9 de abril de 1994Número de páginas12GeoCoordenada -22.107907295854336 , -56.52614175486744 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1483_09_04_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIB rmJ,/ VIS'l'A/MS ANO: 22 NO: 1.483 09 DE ABRIL DE 1.994 SÃBADO DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR: CR$ 500,00 Pedrossian Visitou Obras em Jardim e Guia Lopes e Entregou Subestação de Energia ' 1 Dezgnas_de faias saydgrgm g Governador _Pedro Pedrossian na Na foto o Governador, Prefeito Pires, Deputado Rondon, entre recepção oferecida no Ginasio de Esportes de Jardim outros, na visita às obras do Centro Universitario de Jardim O Governador Pe - dro Pedrossian e uma grande comitiva visi tou nesta sexta-fei ra algumas obras do Programa de Desenvol vimento da Região Su doeste e entregou a • subestação de ener - gia elétrica em Jar dim. A chegada do Go vernador foi às 08:00 horas no Aeroporto - de Jardim. Em segui da, ele visitou as obras da Ciretran # Grêmio voltará a crescer No dia 17 de a bril haverá eleições no Grêmio Pedro Rufi no, João Kalife esta encabeçando uma das chapas. Foi Kalife, quan ·do Presidente do Clu be, que iniciou a construção do Parque Aquático, assim como várias obras que transformaram o Grê io Pedro Rufino num dos maiores Clubes - de nossa região. Paralelamente as obras, João Kalife - desenvolveu projetos de integração civis militares, formando a família gremista , unindo esforços na ~ realização dos mais variados eventos, es portivos, sociais , culturais e artísti cos, como shows com Sérgio Reis, Nelson Gonçalves, Cassino - de Sevilha, etc ••• Com o maior res - Peito as demais cha Pas, com Kalife na João Kalife presidência o Grêmio voltará a crescer , teremos, novamente , a oportunidade de realizar grandes e - ventos, apresentação de artistas de suces so, concursos de mis ses, torneios devo= leibol, futebol de salão, tornaremos o Grêmio uma presença obrigatória para todos àqueles ue visitam Bela Vis ta. Centro Universitário, as casas do Programa de Desfavelamento, o Hemocentro e inaugu rou a subestação e linha de transmissão de energia elétrica. Página 08 Acreditamos no po der de realização , de entedimento, des te homem que já pro vou, é de acão, é de obras, é o espírito do Grêmio. A família militar e civil têm o seu candidato: João Kalife. o líder do PMDB na AssemblP.ia Legis lativa, Waldemir Mo ka, confirmou na terça-feira, dia 05, seu total apoio ao nome do Deputado An dré Puccinelli para concorrer.ao cargo - de Vice-Governador , na chapa encabeçada pelo Senador Wilson Barbosa Martins, que Sindicato Rural de Caracol Informa 59· Leilão Caracorte DIA: 15/04/94 1 Sindicato SEXTA-FEIRA REALIZAÇÃO: 20:00 HORAS Rural de caracol e Porteira.Leilões Rurais PARTICiPEI CARACOL ESPERA POR VOCE!! Và E FAÇA BONS NEGÕCIOSII Vista nador em -/~---~ o » da moderna subestação de enerqia Jardim e ja em funcionamento lidera nas pesquisas com mais de 63%. A preferência pe lo Deputado que re - presenta região da Grande Dourados no Parlamento Estadual, não significa que a unidade do partido - esteja ameaçada. Os nomes em evidência , na avaliação do Depg VIMPIROS E CINIBIIS TEMPOS DE IRI Leia no Caderno B "Pedras que Rolam" , alguns Capítulos do •vivendo e Aprenden novo livro do Jorna- do" e "Nas Matas do lista e Escritor I - Perdido". Também ·em valdo Pereira, a fase de acabamento o partir de hoje serão livro "Nossa Terra , publicados .vários Ca Nossa Gente" - per . pitulos deste novo- fis biográficos . de livro do autor de líderes de nossa re- {COMENTANDO_-_Por_Nancy 1 Página - 09 '- + inaugurada pelo Gover tado Moka, "são todos merecedores de confian ça e se identificam muito bem com as di retrizes peemedebis ta". Página - 03 gião. "vampiros e Cani bais - Tempos de Ira" é um relato sobre a revolta de trabalha dores rurais, sindi- calistas, em uma Fa zenda na Amazônia com desdobramentos em todo o País. Confira! f) 0r'.PI, HORÍRIO DE. ÔNIBUS p • Viação Cruzeiro do Sul DE: ELA VISTA VISTA  /QUID/U/N/ - CAMPO GRANDE: OS:30 - 09:00 - 11:00 - 15:00 horas - 'Todas com baldeação em Jardim DE_ ELA VISTA A C/Ml'O GR/NDP. - NOTURNO: 23:00 horas DE BELA VISTA A PONTA PORÁ: 06:00 - 16:JO horaG DE BEL/ VIS'l'I à DOU1llDOS: 06:00 horas Com baldeação em lntonio João DE BELA VISTA A CORUMBÁ: 09:00 horas - Via Jardim/Bani - to/Uodo uena e Miranda ó TELEFONES UTEIS Bela Vista PREFEITURA MUNICIPAL CÃM/R/ MUNICIPAL BJNCO DO BRASIL DIMERINDUS BRADESCO DELEGACIA DE POL!CII ENERSUL CRU0EIRO DO SUL FÓRUM ROTIRM CLUB HOSPITAL SO VICENTE DE PAULI GREMIO PEDRO RUFINO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL RECEITA FEDERAL 100 RC MEC PONTO DE TÃXI I - AV. TEODORO SATIVA PONTO DE TÃXI II - RUA BARÃO DO LJDÃRIO PONTO DE TÃXI 111 - RUA ANTONIO JOÃO RÃDIO DELI VISTA CARTÓRIO 10 OF1CIO COPIGAll POSTO DE SAODE CONSELHO TUTELAR DA CRIANÇA 439 - 1041 439 - 1101 439 - 1421 . 439 - 1441- 439 - 1041 439 - 1217i9 439 - 1451 439 - 1495 439 - 1353 439 - 1772 439 - 1222 439 - 1339 439- 1261/1447 439 - 1151 439 - 1121 439- 1351 439- 1348 439 - 1333 439- 1243 439- 1302/1464 439 - 1387 439 - 1080 439- 1101 Janilde hosa dos Santo, oficiala do 4Carórlo de Registro Civil deita cidade I r, Co-.:ircu d1:. B,..l,, vi~t-,-::s., fuz. :.nbcr_.1 todos quanto o presente Edital de Procia mas virem, que apresentaram os Documvn. to exigidos pelo Art. 1 OU do couigo Ci- vil Brasilci.ro, lncico.: J, IT o rv e pr<' tendem se casar' Elizeu da Luz e Terezinha Celestino , brasileiros, naturais do Paraná, domici liados e residentes neste Município, sol teiros, ele, operador de Má uin a, filho de Pedro da Luz e Inêc Rute l.lrtínr.., •l,,, lide e. do lar, filha de José Celestino dos Santos e Donaciana Lourença dos Santos. Se alguém souber de algum i~pcdircnto que se oponha na forma da Lei. Dela Viota-HS., OG de Abril de 1.994 Janilde Roa dos Santos - Oficiala Tribuna da Fronteira DIÃRIO REG10NAL FUNDADO EM: 20/02/1972 DIREWR-REDATOR CllEFE: Ivaldo Pereira GERENTE COXERCIAL: Maria Estela.Vclásques P~reira SECRETÀRIO DE REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Ãvalo e Firmino de Barros EX.FY..PLAR: CR$ 500, 00 ASSUIATIJRAS: SEMESTRAL: CR$ 45.000,00 ANUAL: CR$ 90.000,00 REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: OS ORIGINAl.S EN - -' Avenida Tribuna da Frontcira,564 - CAIXA POSTAL - VIADOS À REDAÇÃO NÃO 23 - FONE: (067) 439 ._ 1410 - BELA VIS'[A _ MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS ARTIGOS ASSINADOS • NÃO SUCURSAIS: Jardu, Porto Murtinho, Antonio João, REFLETEM NECESSARIAMEN Bonito, Caracol, Campo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL cm Brasília e são Paulo . Edital de Proclamas Edital -de Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do cartório de Registro Civil desta cidade é Comarca de Bela Vista-MS., faz saber à todos quanto o presente Edital de Pro - clamas virem, que apresentaram os Docu mentas exigidos pelo Art.180 do Código - Civil Brasileiro, Incisos I, II, IV e V e pretendem se casar: Osvaldo Moreira Alves Branco e Rose Mary Cáceres dos Santos, ambos brasilei ros, residentes e domiciliados nesta ci dade, ele, militar, divorciado, filho de Osvaldo Soares Alves Pranco e Cledy Mo - reira Alves Branco, ela, estudante, sol teira, filha de Joaquim Antonio dos San tos e Julia Cáceres dos Santos. Se alguém souber de algum impedirrento que se op'.mha na for ma da Lei. Bela Vista-MS,07 de Jril de 1994 Janilde Rosa dos Santos - Oficiala p rd u- 'ar - [teira do Id n ida-' [de de Ramão caba -] 1heiro, cP +o l272 158 z01 - 7a ] 1 f'uhllC,1Ç<io cjU, 1 1 { faz para obten- l . - . "' . ~· -·. ' .. 1 ·ão da 2a vi . i l ll(•lnV1t1lil~M(; ., 1 1 07 do Jbril d.• 1994 1 - ----- ---- ---- ------- -· DOCUMENTOS PER1OS e r eira de Tr Lulho, cartoira à Identidade e CIC ; Cartão da Pernamrbu cana e Cartão <li Foma. Aurora Apareci da Silva Fernandes "QUER VENDER SEUS PRODUTOS E SER BEM INFORHJDO? ENTÃO, LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA OI FRONTEIRA FONE: 439 - 1410 LIGUE J!! GREMIO DOS SUBTENENTES E SARGENTOS - PEDRO RUFINO Propriedyd~ da Rede,Belaviistensc de Jornais- LTDA CCC-MF 15,513 203/0001 90 YrL1ADO À: ADJORI E ABRAJORI Edital de Convocacão 9 A Administração do GSSPR, cumprindo os dispositivos dos Pa rágrafos 1 e 2 do Art:".31 e letra "a" do Art. 38 do Estatuto da Entidade, convoca os sócios FUndadores, Remidos, Efetivos e Re - creativos para a primeira Assembléia Geral Ordinária, previsto na Letra "a" do Parágrafo 5 do Art.31 a ser realizada is 09:00 horas do dia 17 de Abril do corrente ano em sua sede social , após observar is exigências do Parágrafo 1 do Art.31, Parágra fo Onico do.Art. 32 e Parágrafo 2 do Art. 68. ORDEM DO DIA: a) Tomar conhecimento do Relatório da Administração finda; b) Eleição para a Diretoria que regerá os destino do Clube no Biênio 94/96. OBSERVAÇÕES a) O prazo para inscrição das chapas encerra-se dia 09 de A bril de 1994, is 12:00 horas. b) O Ato Eleitoral será encerrado com a chamada do último - associado inscrito no "Livro de Presença". e) Iniciada a votação o "Livro de Presença" será recolhido a_Com~ssão_de Eleição, ficando os.retardatários, em consequên-• eia, impedidos de votar. . Bela Vista-MS., 06 de Abril de 1.994 Mário Santos·vargas Presidente do GSSPR l 1, l· I! lrnç cl ti ;a0 var se ri res !is r!a Pre reali 1±, ,tal <o rfen. Ia enf. 'unto tiandc ' t Ajude a - Construir a· Casa do fltleta IARCTIEI Paixão DISTRIBUIDOR/ lNTARCTICA PARA BELA VISTA E CARACOL CERVEJA, GUARANÃ, TÕNICA, SODA, GUARANà DIET, POP LARANJA E ÃGUA MINERAL PRODUTOS DOBAR (CONIUQUE, PINGA), ETC Avenida Teodoro Sativa 3Ó5 - Fone: 439-1369 Bela Vista-MS •• fl e . __J t:o JO ' ll 10R AL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA DIPIO REGIONAL BELA VISTA, O9 DE ABRIL DE 1.994 +---~---~-----=--=-------~..:..:....:..:..::_:_:_:_:.._ _ 1 INFORME l f LÍDER DO PMDB PREFERE PUCCIHELLI CONCORRENDO À. VICE PEQUISA DE. PREÇOS NOS MERCADOS Em conversa esta emana com Jotaqe Flo res responsável pela realização das pesqui, soa elo prc~o:.i nos mcrcadori e supcrmcrc,1do:"íl da nossa cidade e divulgadas em nosso jor nal, ficou combinado que na próxima peuqui, a, após coletados todos os preços dos pro dutos , com preferência para gêneros ali-] menticios e de primeiras necessidades, va mos também fazer uma comparação pela URV, ou seja, vamos converter os preços dos pro dutos coletados nas primeiras pesquisas realizadas, para URV e comparar com os pre çon atunia, também convertidos para URV, - dessa forma teremos uma posição exata a - respeito dos preços, saberemos se houve ou não numcnto!cl exagerados e até mesmo qual a influção do período no setor de alimenta ção em Dela Vista. Aguardem mais essa novi dade da Nossa Tribuna da Fronteira. TRIBUNA COH MAIOR NCHERO DE PCINAS Como os nossos leitores e assinantes de vem ter notado, as últimas edições da Tribu na da Fronteira circularam com 12 páginas, essa alteração provocou inclusive peque nos atrasos na circulação do Jornal, mas - todos devem compreender que estamos promo vendo algumas mudanças com vista a dotar o Diário Tribuna da Fronteira de um maior nú mero.de páginas e também alterações em sua • diagramação e montagem. Isso requer treina mente de pessoal, aprimoramento da equipe de diagramadores e datilógrafos, etc ... mas a idéia é aumentar o número de páginas do jornal e melhorar ainda mais a sua qua lidade de leitura. Devagarinho chegaremos lá. "PROJETO BANDEIRANTE" VEM A! Hã exatamente quinze meses a frente da adminis tração municipal, o Prefeito Abraão Zacarias está ultimando os preparativos para deflagrar a execu cão do "Projeto Bandeirante", cujo objetivo é le= var toda a máquina-da Prefeitura, através de suas· Secretarias e Departaméntos, para os bairros e pe riferia da tidade. O Projeto prevê atender as·maiÕ res necessidades de cada bairro, de acordo com uma lista de prioridades a ser elaborada pelas pró prias Associações de !oradores em Conjunto com a - Prefeitura Municipal. Entre outros serviços, serão realizadas limpezas das ruas, valas, passeios pú blicos e de terrenos baldios, patrolametnos e cas calhamentos , atendimentos médico e odontológico com gabinete próprio, fornecimento de remédios, o rientações nas áreas de educação e assistência se cial, para viabilização de documentação pessoal, enfim, urna verdadeira ação direta da Prefeitura junto à população dos bairros da cidade, benefi ciando à todos indistintamente. RESTAURANTE "PANCHO ALEGRE" FECHA SUAS PORTAS o Restaurante "Pancho Alegre", de propriedade do conhecido Rodolfo Loureiro, localizado no pro longamento da rua Barão do Ladário, na entrada da cidade, fechou suas portas em nossa cidade na semana passa da. Segundo o seu proprietário, o motivo foi o fra co movimento registrado nos ultimos tempos, apesar dos preços bastantes acessíveis e a excelente qua lidade das refeições servidas no Restaurante • "Pan cho" infonnou que deverá se transferir para Campo Grande, onde pretende abrir um novo Restaurante, - • ramo que , diga-se de passagem, conhece como pou cos. Desejamos sucesso ao amigo e esperamos ser - infonnado da sua nova localizaçao assim que esti ver instalado na'-Cidade Morena, para que possamos . infonnar seus amigos e clientes de nossa cidade e - que normalmente vão à Campo Grande. SESSENTA E AABB DECIDEM T1TULO Neste domingo, dia 10, a Associação Atlética - Banco do Brasil, que retornou neste ano ao Campeo nato Belavistense de Futebol, decide o título da Copa Rio Apa com o tradicional Sessenta Esporte Clube, o Tigrão d Fronteira. A Copa Rio pa toi - instituída pela Liga Esportiva Belavistense para - premiar O campeão· dó Primeiro Turno do Campeonato Municipal, este ano o desportista olks Fernades - Monteiro será o homenageado e tera seu nome is crito no belíssimo troféu que esta preparado para ser entregue ao vencedor da peleja no proximo do mingo no gramado do Estádio Octávio Fontoura. Im portante lembrar que a AABB Joga por um simples e pate para ficar com o ~ítulo da Copa Ro Apa. Vale a pena prestigiar esse grande encontro de duas das nossas melhores equipes de futebol da atualidade. LODIO TEM CARTA BRANCA PARA APOIAR WILSON MARTINS 0 Ex-Prefeito de Capo Grande, por duas vezes, Ludo Coelho, caso não decida ser candidato a Go vernador do Estado, ja recebeu mesmo a carta bran ca do Diretório Regional do PSDB para negociar o apoio ã candidatura do Senador Wilson Ba~bosa Mar tins do PDB. À essas alturas_do capeonato, ou melh;r, da corrida pela sucessao, os defensores do , i1±eo" devem estar tremendo nas bases, e l pnctobpo C- os dois "velh.inhos" unidos, j;:;mais se es sare que .- d a-- - ro vencidos, co o perdão da redundance1a. Só para rem uma ideia, os dois velhos jun os leitores te' g 807 isso mesmo, oitenta. por t - m mais e • ' - os, soma! s esquisas de opinião pública - cento, e todas ",, i rui heim Pedrão!!!!!!!!! raalizadas no Esta • O líder do PDB - na Assembléia Leqis lativa, Waldemir Mo ka, confirmou na terça-feira, dia 05, seu total apoio no nome do Deputado Pug cinelli para concor rer ao cargo de Vice Governador, na chapa encabeçada pelo Sena dor Wilson Barbosa - Martins, que lidera nas pesquisas com ma is de 63%. A preferência pe lo Deputado que re - presenta a Região da Grande Dourados no Parlamento Estadual, não significa que a unidade do partido - esteja ameaçada. Os nomes em evidência , na avaliação do Depu tado Moka, "são to= dos merecedores . de confiança e se iden tificam muito bem com as diretrizes peemedebistas". Acha que Puccinelli pren che todos os requisi tos ncce!lGárior; ( C indispensáveis) que um candidato a. vice precisa ter. Falando sempre na condição de Deputado Estadual e não como Presidente do Diretó rio Municipal . do PMDB, Moka faz ques tão de destacar o passado de luta do Deputado André Puc cinelli na busca da unidade do partido para consolidar atra vés da consulta pré via o nome do Sena - dor Wilson Martins - como candidato ofi - cial à sucessão esta dual. "É um compa nheiro aguerrido, a feito ao desafio e de uma fidelidade à toda prova", comen - tou o líder peemde bista. AGUARDA O PARTIDO Aim que tomou conhecimento do posi cionanento do Deputa do aldemir oka o bre a indicação do candidato a vice-go vernador, Puccinelli disse que ar; pala vras do líder "são - confortadoras e esti mulantes para que±i sempre almejou con - tribuir com o seu Estado. Mesmo diante das inúmeras manifesta - ções que têm recebi do, o parlamentar procura deixar paten te que a prerrogati va para a indicação do vice depende do Senador Wilson Mar - tins, e da própria - direção do partido. Salienta que o PMDB continua manten do um canal de con - versações com· MM SALIO FIRA O FUJIMO' "Um Salto para o Futuro' é uma capacitação que_ visa promover a atualização de professores do Ens_ino Funda mental, contribuindo para a melhoria da qualidade do en sino e assim aperfeiçoar o sistema educacional brasi - leiro. Este programa vai ao ar pela TV, ao vivo, de segun da a sexta-feira, das 18:00 às 19·00 horas (horário lo cal). Os programas enfocam assuntos do-Núcleo Comum do Ensino Fundamental,com ênfa se nas quatro primeiras sé= ries e são introduzidos me diante a apresentação de filmes educativos, logo a - pós se abre o diálogo' com os Professores, através do "Tira Dúvidas", via telefo ne. A Clientela: Professores do Ensino Fundamental, alu nos do 4Q Magistério ·e espe cialistas em educação inte= ressados na melhoria educa cional. Em 1993, foram aten dÍdos aproximadc1mente 3:t 000 professores em todo o Bra - sil.. As Telesala são equipa das com televisor, vídeo cassete e telefone que é u tilizado para tirar as dúvi das ou complementar informa ções .• Em Bela Vista, a Secretá ria de Educação já enviou pa ra o NE-46 o televisor e o vídeo. A antena parabólica receberemos do Deputado Va o o J PSD, deixando em berto para a sco - lha dos tucanos a disputa de uma cadei ra no S nador ou a vice-governadoria. Para Ad Pucci nelli a composição - d chapa dificilmen te será anunciada an ts que o ex-prefei to de Campo Grande , Lúdio Coelho, deter mine que caminho irá seguir nas oloiçõe, deste ano. Caso opte pela candidatura ao Senado, o parlamen - tar peemedebista dig se estar pronto para acompanhar a caminha da firme, decisiva e vitoriosa do candida to à Governador, wiI son Martins. "Estou à disposi ção do partido para somar", declarou Puc cinelli. - demir Moka, que tem demons trado interesse pela nossa região o pela melhoria da qualidade da Educação do nosso País. Brevemente será implanta do em Bela Vista a Telesa la e contamos com a partici ·pação de todos os Professo= res, para o êxito do referi do programa. Agradecemos ao Deputado Waldemir Moka, que sensibi lizado com os problemas de educação e reconhecendo que as nossas- crianças merecem os profissionais bem infor mados e capacitados, ofere ceu gentilmente a antena pa rabólica. - (Núcleo Educacional de Bela Vista) t > 1 I l 1 ) l i ! l ! Caixa Econômica Federal IVISO DE VENDA / . VENDA DIRETA DE . IMÓVEIS 002/94 A Caixa Econômica Federal- Superinten dência Regional de Mato Grosso.do Sul, a diante denominada simplesmente CEF, leva ao_conhecimento dos interessados que, a Agencia Cidade de Bela Vista/MS, fará rea lizar Venda direta dos imóveis a seguir= relacionados, no estado de ocupação e con servação em que se encontram: - Um lote de terras, situado à Rua Depu tado Mário Antonio Vandenbosch (antiga Rua Cuiabá) determinado sob o n 8, qua - dra 38, setor l, Bela Vista/MS, com área total de 900 m•, registrado no·cartório - de Registro Imobiliário lQ Ofício sob o nQ 02 de matrícula nQ 1.752 às folhas 1752, no livro 02, Rela Vista/MS, no va - lor mínimo-de CR$ 6.676.907,45 (seis mi - lhões, 6eiscentos e setenta· e seis mil , novecentos e sete cruzeiros reais, quaren ta 'e ci-nco centavos) . - Os interessados deverão apresentar-se na Agência Cidade de Bela Vista/MS sito à Rua Sebastião Crispim do Rego, 15, Bela Vista/MS, no horário de 10:00 às 14:00 ho ras, do dia 11 de abril de 1994 à 22 de abril de 1.994, de segunda à sexta-feira, para obter maiores informações_. A Venda será efetuada ao interessado que, no período acima,·efetuar a primei ra proposta, na Agênéia, tendo como pre ço mínimo o da avaliação da CEF. A Venda poderá será vista ou em 24 parcelas, com taxa de juros de 12% a.a., correção_mensal do saldo devedor pela U~F, recalculo, de acordo com a periodi cidade dos pagamentos, da prestação de capital e juros em função do prazo rema nescente, do saldo devedor e da taxa de juros,_calculada pela Tabela Price. O interessado para poder assinar proposta de compra deverá recolher a portânçia de 5% (cinco por cento) do lo do imóvel, a título de caução. O prazo para assinatura do contrato/ escritura é de 10 dias corridos contados da data do pagamento da parte à vista. a im va- Caberão, também,ao adquirente todas - as despesas referente à escritura, emolu mentes, impostos, laudécimos que incidi= rem sobre a venda ou sobre o imóvel a partir da elaboração da escritura ou con trato de promessa de venda. EM TEMPJI-DE CRISE O MELHOR NEGÓCIO - E FIZER PUBLIEIDADE LA'1 +A,'9T A :., PreYeitura Municipal de "Aprova o Regimento Interno do AAE", O PREFEITO MUNICIPAL. DE MELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO !iUL, no uso das atribulei que lhe confere o artlo l, Inclo VI, da Lel Orgânica Jlunlclpnl. DECRF TA: Art. 10 - Pica aprovado o Hcuimcnto Interno do Serviço Autônomo de Água e Esgoto do Munfe 1plo de llela Vlotn-SAAE, crlndo pela Lei Hunlcipnl nO 508, de 20 de Julho de 1967, Art,2? - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposicóes em con trrirlo, Bela Viyta-HS, 04 de Abril de 1994 AllllAÃO ARNOA ZACARIAS Prefeito Huntcipnl llECl!:'.:NTO INTERNO DO SERVIÇO Al'TÕNO"O DR KGà E ESCOTO- SMA! " TITIJLO I -DISPCSIÇtES PRELIMINARES Art.I? - Este Regimento dispõe sobre a O,gani zação Administrativa do Serviço Autü,1omo de ~gu~ e Esgoto-SAAE,com estrutura e competência dos orgaos integrantes, TITULO II -DA ENTIDADE E SUA COPETENC'A Art.2g - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto - SAAE, criado pela Lei Municipal ng 508, de 28 de julho de 1967, com sede e foro em Bela Vista, Nato Grosso do Sul, é uma autarquia municipal com perso nalidade juridica de direito público e autonomia: administrativa e financeira. Art.3 - Competente do SAAE: 1- Estudar, projetos, executar diretamente ou mediante contrato com especialistas e organizações especializadas em engenharia sanitária, de direito público ou privado, as obras relativas à constru ção, ampliação, recuperação e remodelação dos sis temas públicos de abastecimento de água e de esgo to sanitário no municipio, - 11- Administrar, operar, manter e conservar os serviços de água e esgoto; _ 111- Executar os serviços relativos as contas de consumo; IV- Acompanhar o íaturamento e a arrecadação dr.s taxas e tarifas decorrentes dos serviços pres tados; V- Promover o treinamcntp de seu pessoal e pro mover estudos e pesquisas para aperfeiçoamento de seus serviços; VI- Manter intercâmbio com Entidades relaciona das com o campo de saneamentos; Vll- Promover atividades voltadas para a preser vação do meio ambiente e combate n poluição ambie~ tal, particularmente dos cursos d' água o munici- pio; VIII- Elaborar programas e implantar nas local! dades do municipio, soluções conjuntas água-esgo- to-módulo sanitário; 1X- Exercer quaisquer outras atividades relacio nadas com o saneamento urbano e rural, desde que assegurados os recursos necessários; TITULOS I! -DA ESTRUTURA dfs 1 execução dus respectivas atividades. IV- Evitar o Pref ltura Mur!e!pal ate o d - t te M!nitra- - n J d« anterior, tu- D!r!!r a erecuão da peIt ca e (qufnze) de cada mes, o lancete lo mes e até o dla 28 de fvereiro, o l lancete ffal lo de ater!al e patriinie; l d • iu '- Ll,•Lorar J propoit µ~rcl~l '"º rl~ rnto d0 r•~ relatórfo dna gestão financeira e patrfoonfa a a d. 1 8 '" 1 ,_J ,'"•.;:,rqu!a, ~t,"ll"dC d!:rtrL_•r. : lx .,: j.,t' (l tarqufa; oa u na V- Autorizar despensas de acordo com as dota- Núcleo de Planejamento e Ceordençao - em conga-- VI- Congt!tu!r confio de inquérIto e proces: .me de orçarentirlas e ordenar pagamentos %' d - to administrativo e supervisfonar eu anuaenuo; nâncIa com a provaçao de caixa; - " r d VI- Movimentar contas bancárias de arrecadação VII- Submeter ao Diretor proposta para f1xacao 's eo, osslnnturu conjunto ccn o Diretor Adminfstrati- valores das dirias, ajuda de custo 1ços «ex vo: traordinários, bem como para antecfpaao ou pror- • V rr- Celebrar acordos, contrntos e convênioa e rogação do expediente nora l dr l rabalhos outros atos administrativos observando as normas e V!I1- Autorizar a expedição de certidão e vlt de lnstruçôcn da Entidade Admlnistrodora da Autor- processo; quia; IX- Assessorar o DIretor na forulacio da política VIII- Autorizar as UcitaçÕe5 para compra de ma econômica- financeira da Aut rquin, • J b d. ostas orçamentá- terials e equlpnm~ntos, contrataçoes de obrns e X- Auxiliar na e a oraçao as propus serviços, observadas as normas da entidade adminís rias anual o! plurfrnual; tradora da entidade da Autarquia; XI- Dirigir os serviços de contabilidade e de exe- lX- Admitir, movimentar, promover e dispenuar cuçiio orçamentária; servidores do quadro permanente, obedecendo regi- XII- Expedir boletins, balancetes e de'a documen mento; tos de apuração contábil, bem como os balanços e- X - Praticar os demais atos relativos a adminis rais e srus anexos; _ tração de pessoal respeitando a Legislação pertI- XIII- Promover a fiscalização da correta apl 1:.,ç,Jo de recursos financeiros e determinar a apuraçao de nente; XI- Determinar a abertura de inqu~rito de fal tns e irregularidade ;e XII- Promover a integração aos demais órgãos de interesses públicos que atuem no municipio. Art. 4g- 0 Scrvico Autônomo de Água e SME, funcionará com a seguinte estrutura: I- Diretor (D) 11- Diretor Administrativo (DA) 11.l- Núcleo de Planejamento e Co denação (NPC) 111 - Divisão Administrativa e Financeira (DAF) III.!- Setor de COntabilidade (SC) 111.2- Setor de Pessoal e APoio Administrativo (SEPAD) III.3- Setor de Contas e Consumo (SECON) lll.4- Setor de Mllterial e Patrimônio (SMP) IV- Divisão de Operação, Manutenção e Expansão (DO:-IEX) IV.I- Setor de· Tratamento (SETRA) IV.2- Setor de Oficina e Transporte (SOTRAN) lV.3- Setor de Elevatórios, Redes e Ramais de água e Esgoto (SERRAE) IV,4- Setor de Expansão (SEX) TITULO Til DO DIRETOR Capitul.o I DA COPETENCIA TITULO IV DO DIRETOR ADMINISTRATIVO DAS COMPETENCIAS Art.72- Ó Diretor Administra~ivo ocupará c:argo de comfssão de recrutamento amplo de pessoal es tranho ao quadro de pessoal da Autarquia ou . do seu próprio quadro,nomeado, em c:omissão para esse fim, pela Entidade Administradora por indicação do Diretor da Autarquia, podendo acumular com a che fia de um dos setores. Paragráío Único- Na hipótese de recrutamento de pessoal estranho ao quadro da autarquia, este deve rã restringir-se a Engenheiro da Saúde Pública, En genheiro Sanitarista ou Engenheiro Civil. - Art.89- Compete ao Diretor Administrativo: I- Substituir o DIretor nas suas faltas e impedi mento: II- Coordenar o Núcleo de Planejamento e Coordena c;ao; e III- Movimentar conjuntamente com o Diretor , conta bancária de arrecadação da Autarquia. ~.,ji;t,.5~- O Diretor da Autarquia, Profissional de Nivel Superior, do soal. da entidade administradora. Art.62- Competente ao Diretor: ._ I- Exercer a direção Geral da Autarquia: II- Representar a Autonom.i.1 juridicamente ou constituir proo,irador; III- Submeter.a aprovacão do Prefeito Municipal nos prazos de proprios, o Orçsmento Sintético - Anual e , quando necessários os pedidos de Crédito Adicionais Suplemen ta.rcs; CAPITULO II DO NllCLEO DE PLANEJAME 'TO E COORDENAÇÃO ART.92- O Núcleo de Planejamento e Coordenação, integra estrutura da AUtarquia em nivel de asses soria, subordinada diretamente ao diretor.O Núcleo será coordenado pelo Diretor Administrativo que com a cooperação dos chefes das divisões e Seto res, elaborará as atividades de planejamento, coor denação, processamento de dados, recursos humanos e relações públicas; Art.lOQ- COmpete ao Núcleo de Planejamento e Coord>!nação : 1- Superintender, coordenar,elaborar ou poomover a elaboração de planos, programas e projeto da Autar quia, dando-lhes execução e realizando seu acompa nhamento: II- Dirig!r a elaboração da proposta orçamentária e orientar na elaboração das propostas parciais; III- Supervisionar e avaliar a execução do orça- Art.14- Compete ao Setor de Pessoal e Apoio Administrativo : 1- Manter registros e assentamentos funcionais dos servidores; Esgoto- mento; 11- El.aborar a folha de pagamento do pessoal e IV- Dirigir a elaboração do orçamento plurianual i d lh'- d gu.as e reco ....,,ento e contribuições previden- de investimento e coordenar os respectivos progra- 1 ·+ b lhi c ar1as e tra a stas, soltcitando o empenho pré- mas; vio da despesa; V- Promover a obtenção, tratamento e fornecimento III A li f - p car e azer cumprir a legislação de pes- de dados e informações estatísticas sobre mate- soal; • riais de interesses da Autarquia; IV- Providenciar a formalização dos atos necessá- Vl- Dirigir, executar e coordenar as atividades de i dei d - .r os a a ssao, ispensa, promoção e punição do modernizaçao administrativas junto aos demais. seto servidor; res da Autarquia; v A dia ia - purar, r mente, o ponto do pessoal· VII- Observar e fazer observar, no âmbito da Autar VI El. b • - a orar a escala anual de fêrtas ,ouv~das s quia as diretrizes e nonnas expedidas pela entida i h f ~ a de administradora da Autarquia; respect vas ceias e promover ~eu cumprimento; VII- Opinar e prestar informaçoes sobre direitos VIII- Superintender as atividades da central. de - e deveres do servidor; processamento de dados; V111 p ' - remover a execução de atividades de·, 1X- contribuir para promover a integração entre os VIII R vários setores da Autarquia objetivando alcançar - ecrutamentos, concurso, treinamento e de maior eficiência e eficácia das suas ações; ~~:;olvimento de pessoal e avaliação de deserpe- VllI.Z- Assistência Social· VlII.3- Segurança do trabaÍho· IX- Control.ar a lotação nomintl vidores; e numérica elos se!: X- Rec<eb,er! protocolar, 'distribuir e exp.edi a AR.119- O chefe da Divisão Admini.strativa e _ correspondencia; r deverá ser um financeira, deverá ser um servidor, da Autarquia XI- Receber, atuar, encaminhar quadro de pes- contador e/ou Técnico de COntabilidade, com Diplo- mitaçâo de peticÕes, proccstos ma registrado no Conselho de sua região. xn- lnfonnar sobre :mdamentos Art.122- Compete a Dlvisão Administrativa e FI- XIII- l'.anter o arquivo geral.• n&nccira: XIV- Efetuar serviços de datil fi l S b tit i Di X ,...., A d _ ogra a; _ - u s u r o reter Adntnistrativo em suas fal v- tender ao publico com presteza - tI1s e imp1:d:l.mentos; - do-o as arcas de co-cpctênc:1.a; 'enc~mi.nhan- 11- O chefe da divesão covimentarã as contas bane5 VI- Operar os serviços telefônicos, inclusive rins "HOVIMENTO", conjunt.:.mcnte com o responsável- presta: inforaçéos solicitadas e encaminhar as pelo Setor de Contabilidade; claacoes aos setores copetres: F 111- Dirigir a execução da po'itica adinistraz, VI!- Combater cs serviços de conservaez3 e finance1ra da Autarqu!a, coordenar e promover A ç.ªº• do cdificio da adt:únistr - ç. • mnnute2 _ açao·e XVIII- Executar atividades correlatas. TITULO V DA DIVISÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA CAPITULO I a Bela Vista fraudes; XIV- Determinar a realização de perícias qu~ te nham por objetivo salvaguardar os interesses da AUtarquia ; XV- Promover a prestação da contas da Autarquia; XVI- Tomar conhecimento, diárla~ente do movimento econômico flnanceiros;e XVII- Executar atividades correlatas; CAPlTUI.O II DO SETOR DE COXTABILIDADE Art.132- Compete ao Setor de contabilidade: I- Fazer a escrituração sjntética e analítico dos fatos de natureza orçamentária, financeira e patr! monial; II- Elaborar balancetes, o balanço geral e outros relatórios contábeis, inclusive a prestação de con tas; III- Colaborar na formulação da proposta orçament~ ria; IV- Acompanhar a execução orçamentária; V- Processar os empenhos di! despesas autoriz~daG; Vl- Examinar , conferir e instruir os processos de pagamento e as requisições de adiamento, !mpugn:l<!o os quando não revestidos de formalidades legais; VII- Fazer o controle contábil das contas bancá rias; VIII- Prestar inforcaçÔes sobre os saldos de dota ções orçamentárias e créditos; IX- Tomar as contas -responsáveis por X- Proceder ao registro contábil dos niais, tanto móveis, acompanhando as vidas; XI- Realizar pagamento e dar quitação; XII- l'repµ'ar a emissão de cheques, ordem de paae to e transferencia de recursos; XIII- Elaborar boletins diários de caixa e bancos; XIV- Manter o registro de procurações e habilita çÕ~s )~ terceiros para recebimento de valores; XV- Controlar e conciliar as contas bancárias· e XVI- Executar atividades correl3tas ' CAPITULO III DO SETOR DE PESSOAL E APOIO A9~!NISTRATIVO adiantacento; bens patrimo va,iaçÕes ha- e controlar a tra ou docuoentos· de processos; t a n 1 1 ob XV XV• ' ,I n I - d I 1- ex II t tr IV an 3 V si, to· ri- ser VII de pr arqu Ços• vi ter1a XV tro: X- 1 II for ta1. -' obs o - ur cne v- e, Gut, 'J;y_ ~ v. 7a1 er1 ", a, VI1. 4lX- 1 {ar, a- 4, n+, a . - R 'a 4,v i$.' 38 23« v- J1,, ,AI. J 1' fl.l A DA E WNTFIA-DIÁRIO REGIONAL . 1 LA V1ST A O 3D. ARI! Prefeitura Municipal de t:/1' l'l'ULO IV DO SETOR DE CO!IAS E CO!SUMO D 5 e l' rt.152- (Compete ao Setor de Contas e Consuo : I-- 0rgan!zr e manter ntunllzndo o cndaotro doa u uár 1o; J 1- lófctunr o cnr;lobamf'nto e desmembramento. das contas d água e egoto; II f- llir,trihulr an gulan do cobrnnçua; JV- Promover o lnnçnmcnto doo tnrffns e tnxuo de ;una e esgoto, de colocação ou substituição de re ds e ramais de água e esgoto, e da contribuição de melhorfas; V- Promover a dlutribuiçÜo domiciliar duo guias de cobrança; VI·· lnfonnur para Inscrever em dividas ntivns débi tos dor, contribulnteo; - Vll- l'rov ldenciar n cobrança amigável da dívida ativa; VIII- Puzcr extrnlr e visar· os certidões para co branças Judiciais doo dividas ativas: lX- Informar os dibitos dos usuirlos cm atraso expedir guias de recolhimento com o cálculo dos J ros,multus , e segundas vias detextraviados; X- Notificar e multar contribuintes cm otroso; XI- Expedir avisos de cortes e de restubelecimcato de égun e esgoto; XII- Efetuar e fiscnlizar·a leitura de todos os hi dr6metros, enviando-os a manutenção quando nece sário; XIII- Punição do usuário que violar o hidrômetro , ob&~rvando regulamento em vigor; XVI- Prestar informações increntes ao setor; XV- Emitir o Mapa de Controle de Contas no último dia de cada mês;c XVI- Executar atividades correlatas; mações existentes; 'VII- Orfentar os servidores que auxl!em na execu ção das tar fas típicas da classe; VIII-E!lclar!'cec horário de trabalho juntamente - com o Setor Administrativo, estnhclcccr prJoridade e períodos de trabalho pnrn cada Setor ocupar os microcomputadores existentes; IX- Substituir os servidores ,que executam ntivid~ dcs neste setor, por ocasião de suas fêras ou ou tros Impedimentos; X- Executar outras atividades correlatas. CAPITULO V DO SETOR DE MATERIAL E PATRil!ÕNIO Art.162- COmpete ao Setor de Material e Patrimõ nio: I - Promover a execução dos serviços recebimento, registro, almoxarifado; distribuição e alienação de bens; 11- Fnzer inspcçio no almoxarifado, verificando exatidio de estoques e respectivos controles; III- Supervisionar os avisos de .registros e con troles dos bens mobiliários e imobiliários; IV- Promover e orientar a realização de inventário anual de bens patrimoniais, seu tombamento e clas sificacão; V- Orientar os órgãos e servidores quanto ô rcqui siçao, uso e conservação de material e equipamen to; VI- Realizar licitnçÕes para alienação, obra ou serviço e supervisionar a licitação para compra; VII- Organizar e manter atualizados os cadastros de preços correntes de matcrias mais usados na Au tarquia e de fornecedores e prestadores de servi- d<? aquisição, manutcncio denclar soluções; VI- Manter cópia de seurança dos sfste TITULO VI DA DIVISÃO OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPANSÃO CAPITULO I DA COMPETÊNCIA Art.189- O chefe da Divisão Operação, Manuten cão e Expansio,deverã ser u~ servidor da Autar quia, Engenheiro Sanitarista, com Diplomo rcgistr~ tudo no Conselho Regional. Art.I9g- Compete a Divisão Operaçaô, Manuten cão e Expansão; 1- Planejamento, dirigir,orientur e fiscalizar planos, programas e atividades de operação e manu tcnçio dos sistemas públicos de abastecimento de água e dos sistemas de esgoto; • II- Propor a contratação de serviços de manuten cio ou reparos e fiscalizar sua execução; III- Propor aperfeiçoamento na operacio e manute~ cão dos sistemas de esgoto e abasteciml'nto de água; IV- Fixar padrões de operação. e manutenção preve~ tiva e de reparos; V- Fornecer nos órgios competentes os elementos necessários pura a fixação.de taxas , tarifas ou contribuições de melhorias. VI- Solicitar a oquisicio de material e equipame~ to de operação e manutenção; VII- Planejar, coordenar, fiscalizar e promovcr·a execução das obras de implantação dos serviços de tl u água e esgoto; VIII- Elaborar e promover a de melhoria ôe expansão dos ços; . VIII- Receber, conferir, quadroc e distribuir o ma terial; XV- Cadastro ou tombar , classificar, nuacrar,con trolar os bens mobiliários e imobiliários; X- Fazor O inventário anual dos bens patrimoniais; XI- Fornecer ao Setor de COntnbilidadc, dados e in foracoes para realização dn contabilidade patrimõ nial; XII- Dnr baixa de bens alienados ou =onoiderados obsoletos, imprcstávci&, perdidos e destruídos, com autorização superior; XIII- Providenciar o conserto e a conscrvnçao bens patrimoniais imóveis; XIV- Conferir u carga de material permanente e equipamento, nas mudanças de chefias; XV- Providenciar seguro dos Bens Patrimoniais; XVI-- Solicitar providencia para apuracao de respon sabilidodc pelo desv.o , falta ou destruiçao de ma execuçao dos projetos serviços de água e es goto; IX- Analisar e emitir pareceres técnicos: X- Assessorar o Diretor na contratacio de tos técnicos especiais; Xi- Supervisionar a organização do acervo r ial técnicos; • XII- Executar atividades correlatas. CAPITULO II DO SETOR DE TRATAMDITO Proie de mate Art.202- COmpete ao Setor de· Tratamento: 1- Executar as operações de tratamento de água, - das elevatórias ·anexas à ETA e das elevatórias de agua bruta; II- Realizar análises e pesquisas das característi cas físico-químico e ·biológicas das águas destinã das ao abastecimento público; - III- Manter controle de qualidade da água destina da à populacão; IV- Efetuar estudos e pesquisas objetivando aperfeiçoamento dos processos de tratamento - água e de esgoto, bem como das instalações e equ~ pamcntos ; de V- Coligar e organizar informações para projeto , construção, manutenção e custeio dos serviços de água e esgoto; VI- Proceder a medição de vazão nas estações tratamento determinando volume de água tratada; VII- Controlar o estoque dos produ~os quimicos,so licitando a renovação conforme programação; - VIII- Controlar a qualidade dos produtos quimi- terinl, XVII- Manter cm arquivo translados de escrituras Tcgistros e documentos sobre bens patrimoniais; XVIII- Organizar o calcndurio de compras; XIX- Organizar e manter atualizados o cadastro de fornecedores e o cntálogo de-materiais; XX- Adquirir material de consumo, material perma- ~ .ientc equipamentos; . XXI- R~aliznr licitação para compras, obedecendo instruções da entida~e administrndorc; . XXII- elaborar rclatorios mensais de compras, XXIII- Controlar O prazo de ~ntrega do material adquirido ; e XXIV- Executar atividades çorrclatas; CAPITULO VI DO SETOR DE INFORMÁTICA Art.172- Compete no Setor; •ro'nr o funcionamento dns uni I- Selecionar e con-' 'lares de inforaacão de dd feias mc1os a .a ates 1 .Ci4is ·1 de computador: b- i. a aplicatvo ' ' " outros as:.203. ·al de co13uuo, equipamento, e II- Zelar pelo =ter i - · te à sua dispos .çao; naterial permnncn nrcver e escolher os III- Analisar os programas » r , • • ios ao processam-nto, • rc. cursos I)ecessar 1 cm "uncionamcnto progru IV 1 ! e co ocar _ Se cc onar 1 5 de acordo com a progra Ras básicos e aplicat.vo ' - tacão; as e execução, detectar prg V-- Observar os prograi - das tarefas e provi- blemas ou falhas na execuç ao cos; e IX- Executar atividades correlatas. CAPITULO II r DO SETOR DE OFICINA E TRANSPORTE Art.21Q- Compete ao Setor de Oficina e porte: I- Realizar a aferição e recuperação dos o de de trans- hidrõme- tros; II- Programar e executar os serviços de manutenção e recuperação dos pagamento; III- Avaliar desempenho dos equipamentos eletrome cânicos pertencentes ao sistema; IV- Fornecer dados e informações para a deter.n:1:na ção dos custos operacionais dos equipamentos insta lados; - V- Organizar e executar os serviços de ubastecimen to, garagem, lavagem, lubrificação, manutenção e reparos em veiculas: VI- Programar,organizar, coctrolur e manter o uso e cadastro dos vei.culos; • Vll-Elaborar e fazer cumprir a escala de trabalho dos motoristas; '. · VIII- Fazer re.latórtos sobre o consuno e estoque - de rnmbustiveis e lubrificantes, e despesas de ma nutençio e condições de usa dos veículos e outros equipamentos; !X- ProvidenciaT o licencimrento de veiculas; e X- Executar outras atividades correlatas. Bela Vista C.1 1, l l O t' DO SEIO DE ELEVATÓRIOS; REDES E RAMAIS DE KC'A E ESGOTO Art.22g- COpete ao Setor de Elevatórios, Rede e iamafs de lua e Esgoto: I- Realizar a tsrutenção das redes de d!strtbufcio e da adutora de água; II- Providenciar as substituições das tubulações em stado preeirlo; III- FIscalfzar a conservação das IInhas ad toras, tomando as providencias quando da ocorrência de va zarento ou rupturas; IV- Executar as ligações dos ramais de água e a Instalação dos padrões de medfdas; V- reul!z.ar rcr::oçÕo e subst I tu içào de hidrôt:ictros; VI- operar e manter o sistema de esgoto sanitário; VII- Autorizar e executar as ligações de esgoto e pequenos prolongamentos de redes; VIII- Verificar e controlar o lançam nto deres! duc;s liquidas nus redes publicas de esgoto; IX- Tomar conhecimento das reclamações dos usui rios sobre o serviço, implementando as devidas pro vidências ; X- Manter atualizado levantameto cadastral dos ser viços de água e esgotos; XI- Coltgar e fornecer elementos informativos e do dos cstatlsticos de interesses para projetos de construçio, operação, manutenção e custeio dos se! viços de água·e esgoto; XII - Executar as operações de bombeamento excluí das as anexas a ETA e as elevatórias de água bru ta; XIII- Coligar ,. organizar informações para proje to; construcio e custeio dos serviços de água e esgoto; XIV- Proceder à pesquisa e estudo de consumo de igua; XV- Estudar e planejar medidas no caso de ruclo namento de água; XVI- Executar as atividades de distribuiçno de agua; XVII- Proceder a medição de vazio das linhas adutoras· tronco ·e reservatórios; e XVIII- Executar atividades correlatas. CAPITULO V DO SETOR DE EXPANSÃO Art.232- Compete ao Setor de Expansão; 1- Au.~iliar o setor na elaboração dos estudos pre ,liminares e ante-projetos de obras de esgoto sanf tário e sistema de abastecimento de água, inclu sive para pequenas comunidades do município e nas melhorias sanitárias das habitações; II- Executar serviços de topografia e cadastro; III- Arquivar projetos aprovados de água e esgoto e manter registros técnicos sobre equiparentos; IV- Responder pelo serviço de duplicação belio _ gráficos; V- Participar de fiscalização e controle das obras contratadas sob o regime de empreitado; VI- Auxiliar na medição de todos os trabalhos executados por empreitada, instruindo os respec tivos processos de pagamento; VII- Executar obras comuns da implantação, modifi cação e ampliação dos sistemas de esgoto e abaste cúnentos de água, e de obras civis, sob a respon sabilidade técnica do setor; VIII Fiscalizar obras do sistema de abastecú:len to de água e de esgoto executados e loteamento e em conjuntos resideaciais; e IX- Executar atividades correlatas. DISPOSIÇÃO FINAL Art.24g- As competências neste Regimento Inter no, para cada setor da Autarquia, consideram-se attibuiçaõ e responsabilidade dos seus, respecti vos títulares. PORLRL N~ OU/94 IE OI, DE JANEIRO DE 1994 O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE !!Al'O GROSSO DO SUL, no uso de- suas at"ribuiçóes legais, RESOLVE: Noear, pars o cargo efetivo de rLx:.a1 de Tributos po• dres IV, Classe: A, referência o1@o Quero Ferirenite da Prefeitur;, Municipal de Bela Vista, ORLNOO AFONSO a partir de O!. de janelro de 1994, c:.:i: decon-encL:í de sua. a provação no Concurso Püblco de Provas e Titulos realizado e 27 de Junho de 1993. Bela Vista, O de Janeiro de 199 Prefeito }lunic!pnl PORTARIA N?' 029/94 DE 12 DE LNEIRO IE 1994 O PREFEITO MUNICIPAL DE BEL VJSL , ESTAOO D! MA.J.-0 CROS SO 00 SUL, no uso de suas .:it-r1buiçÕcs lcg.:i1s, - RESOLVE: _Noear, parro cargo gfettvo de FIscalde Tr!Autos pa drao IV, classe A. referência 01 do QuidroPerinene da Prefeitura Mr!paI de Bela Vsta, JOIO L1DIO CENTURIÃO - aparir de 04 de janeiro de 1994, c decorrencl de sua aprovação no Concurso Público de Provas e TítuIcs realiza do e 27 de Junho de 1993 Bela Vista, 12 de janeiro de 199 Prc f-el to Munlclp.tl Bela Vistã Novos Tempos jl lfiJ!I!) í.r !O ,ti, , fJ I FLORESTIL: IÇID MOSTRIDI 10 PIIÍS O Trabalho Desenvolvido pela Florestal Servirá de Referencial para Todo o Brasi 1 O trnlwlho ,leaonvolv'l do p0ln Pnl[cln Florcn: tal do Estado, que tem - «rvfdo de modelo para outras corporações de to do o llrrr.11, flOJrlÍ um dos tmns do Curo ''patraté- l lnn p.arn Conuorvnçiio cio Natureza", que acontece de 1 a 2 de nhrll, no cornç~o do Pnntnnnl sul matogrossense, São aguar dados cerca de 35 repre s ntantes dns orgnnlzn - çÕce florcstnlH brnellei n1s u,•ndo que 1 S dclns JJ conflrmnrnm presunçn no evento que tem apoio finuncclr~ du Fundação - "O Botlcãrio de Proteção n Nntur,'zn" e dn Worl ri - I1d'Ife Fund (F), n tJdodc mundlnl dr con•~r vacio ambfntal. A cra nlZtJ;:ÍCJ elo curoo 1 ·tá ob a rcoponrrnbl l ldod.- - dn ComponhJn dP Policio Florc,:tnl do foto Gro!l"O do Sul, U11lver,;Jdnclr· Fe deral (UFHS), Secrctnrin de Melo Ambiente (S~mn) e J::ruJ,rnpu. A proposto, sc~undo o Ma Jor Anelo Rabel lo, e trnnsmltlr cxpcri~ncla - dn corporaçiio paro ou tros Estados, conceitos de Meio AmblC'nte e blodi versidade, que também se riio temas de pnlcRtras = de ProfessorC's dn UnivC'r sldncle de são Paulo (USP) ;- Pescado é entidades destinado para beneficentes "A nprcensão do peixe Rlgn!fica - que a fiscalização chegou tare e. Por isso, o grande objetivo e prin,eirn linha de nciio do Pol!cln Flore stnl é apreender o apetrecho, atuar ontes - que o mal aconteço". Com esta decla racão, o Major Angelo Rahello faz questio de Justificar o trabalho in tensl vo da corporaçiio sul-matoi:rossen se, que vem colhendo frutos, ó cada ano, e~ benefício da natureza do Es tado. Segundo o Major, ns apre cnsÕcs vêm dininuindo a cada nno, tanto pe lo trabalho de prevenção, alir.da ü fiscalização, como pela participação ativa dn comunidade. Mesmo com o diminuição, lembrou - Rnbello, apreensões ainda acontecem_ tnfvrerstdade Federal do tspfrlto Santo (UFES) e Un 1 v,•rt. f dnt!~ Feda« 1 do Co::t rC' J nç:io uo pol ! - Hlo d~ Jn,wiro (UrR.J) cl :i~,nto flor,•stal ·m tn aln das Instituições lo d o País, Kabello le - cnlG. breu que o ~S tem yldo "Vamos repassar, du - referencial, dado ao tra rnnte o curHo, a impor - bclho dt'Henvolvldo pcli tiincln do conhecimento - corpo,ac:io do Êstado. técnico conciliado com 11 "Hultos f:stados cerno, fiucnllz::ciío. pcr exemplo, o Porá, nêo Teos resultados bas- têm Polfcfa Florestol e tanta positivos nos Últ! os dcmnlH Estados coa o mos três anos, quando - mínimo de contingente ne vem sendo modificada a ccssário. Dos oito mil filosofia de trabalho do homens que trabalham nos órgiio, com prioridade pa te setor, cm todo o Bra= ra II prevenção, em lugar sil, trêfi 1r,il estão Cl!l dr. repressão", salic·ntou são Pnulo". O Mato Gros Rabcllo. no do Sul, garantiu o Ma jcr, cstã entre os que m Is se dedicam à prote cÊo Florestal~ da Natu reza, com um trabalho dé r'clcvãncin rcspeitad(l e copindo pelos outros Es tados. Outro objetivo do en contro de Comandar.t!!s Flo restais no Pantanal i o padronização de procedi mentos à nível nacional, para promover a intera - çaÕ dos Estados que re - sulcará numa melhor fis cnli.:acão. O encaminhamento de animais silvestres apre endidos em outros locnis do pa!s para o seu hJbi- .., têm um destino certo: "O pescado - apreendido vai pnra a institulçÕcs - filantrópicos, com prioridade paro as creches e asilos", garantiu o Major. Segundo ele, o lcglslaçio es tadual e federal prev~ as doaçÕ0s a estas ~ntidndcs. O próprio auto de infração, lembrou, tem de vir acampa nhado do termo de doação, o que ga - rante a transparência da ncào. O fruto dns Últimas apreensões , de 25 de março a OI de abril, foram parans creches do Inrlubrnsil, da Po lícin Militar, do Santa Luzia, da Moreninhn II, Apae, Asilo São João - Basco, Projeto Crescer, Vila Harli e Projeto Jovem Penlcl. Rr.l'ERENClAL tat seria um desses re - sulcados positivos da in tcracão. Para viabilizar é· Angelo Rabelo: "Temos ótimos resultados nos ülmos ms anos'' lo, n Secretaria do Meio Ambiente (Sema) csté re estruturando o Centro de Reabilitação de Animais Silvêstres (CRAS), que tem feito esse trabalho já há algum tempo no Es tado. CONTE0Do sdo os principais temas do curso. As negociacóes cu:, crtldadus e.'l'.1dl.1is, cs problnas d 1,1nas de fronteira e as rela çdc o:e [bana serão - discutido~ no encontro, que dará dtre!to a um ccrtif ic:ido. O :ipcrfclçoaocnto t~ rá ~ cnrgn horária de 100 horas, coe aulas de manhã, ã carde e ã noi - te. • il d1 Municípios do Interior Recebem Viaturas rc:n do de 'lit 0s Ob crt 'IÍI COr.J ent Cel ;al Cern Pre do sue lo a doa reno ;ão Hães 1 oce, Slr.i a 'indi do e: Ao CipaJ Secre de Ee nora <., sco1a k: 1 ·:ereaa a Ass cri8 1 • r ) r e .. i n . CâMIRI É NOTÍCII E INFORMIÇÍO DIÁRIO REGIONAL, A Câmara Municipal de Dela Vista reali z0u neta terça feira, dia 05, mais uma ssão ordinária, os vereado e apresenta ram importante indicações, conforme mos- tramas ab,1 li:o: •• • VEREADOR ISPAEL CHAMORRO DA ROCHA ,s IS fte to o tll!!I se Ao SccrctÍlrio Mu-: nicipal de Educnçílo, com cópia ao Secretá rio Municipal de o bras, o vereador pc emedebista solici- tou que seja determi nada a recuperacio - da parto sanitária - da Escola Bento Gon çalves, na reaião de Santa Rita: Israel - Chnmorro solicitou - também aos Secretá rios de Educação e Obras, que ·detcrmi nem a construco de banheiros e limpeza dos pátios da Escola José Maria e colégio são Patrício; Tfunbém a limpeza da caixa de gordura e O do poço d' água da Escola Clóvis Marcelino de Oliveira, no Bairro Cerradinho, foi rei. vindicada pelo Vereador Israel Chamorro aos secretários Municipais de Educação Obras; A Prefeitura Municipal, com copia ao Se cretário de Obras, o vereador Israel rei- vindicou o patrolamento e cascalhamento , com colocação de bueiros,. na rua que passa, entre as chácaras dos Srs. Elder Basso e Celestino de Freitas; até a saída princi pal que dá acesso à Caieiras, no bairro Cerradinho; ' vercdor Israel Ch-::Ím.:,rro da nocha - Palmiéri· .e . . Vereadora Orlanda Freitas dos Santos mo paro proteger a encanta do nível - superior e que to das as residências - t.cnhilM banheiro□de - alvenaria com innta laçÕe5 sunitúrias a dequadas. "diz a in dicação do Vereador. Ao Prefeito Muni cipal , Para qur de termine a limpeza ge ral do pátio dá cr_c= che localizada no conjunto Residencial Dr. Ely de Arauo M. Barbosa, "pois s mães estão temerosas devido a sujeira e mato que praticamente estão invadindo dependências da creche" dia indicação do vereador Marco Rondon. "Solicitamos ai,nda, que averiguem o constan te mau cheiro que exala, possivelmente do banheiro da referida creche. Trata-se de problem~ antigo que vem causando desconfor to e mal estar das crianças e moradores das imediações, " destacou Marco Rondon" Em outra indicação ao Prefeito ~unici pal, o vereador Marco Rondon solicitou quê seja determinado ao .setor competente a· re cuperação das ruas dos bairros Planalto I e 11. "l situação está crítica em determine dos trechos, existindo ruas intransitáveis devido a existência de enormes valetas, que impedem a passagem de veiculas. o _giirro .Planalto está ainda, tomando - pelo matagal, deixando com isso, todos os moradores do local apreensivos, além de dar obviamente, um. péssimo aspecto à área" disse o Vereador. Em indicação ·ao Prefeito Municipal - do PMDB solicitou que seja viabilizada a doação de um ter reno para a constru ção do Clube das - Mães do Bairro Agua Doce, atendendo as sim a uma antiga rei vindicação das mães do citado bairro; Ao Prefeito Muni cipal, com cópia ao Secretário Municipal 1 de Educação, a verea ~ora Orlanda solic1tou a reforma.geral da Escola Municioal dq lQ Grau Professora Eno lv Loureiro lssis. Anexo à sua indicação ã vereadora encaminhou oficio do Presidente - da Associaçaõ do bairro onde funciona are ferida Escola, reivindicando essa reforma. vereador Marco Rondon solicitou at~avés de indicação ao Pre - feito Municipal,· que seja determinada uma limpeza geral no conjunto Residencial J - "João de Barro", .localizado nas imedia ções da Cerâmica.Já-Te-Vi. "Solicitamos ainda que o Prefeito que o Prefeito dê uma atenção maior àquele lo cal, proporcionando melhores condicções ue saneamento basico, realizando serviço de drer.agem dos terrenos localizados na parte baixa do conjunto, fazendo um muro de arri Vereador Marco Rondon Sala das Sessões, 04 de abril de 1.994 Marco Rondon Vereador do PP Orelhão para a vila ova De autoria da Mesa da Câmara Municipal·, foi encaminhada 'ndicação ao Presideqte da TELEMS, Estevan Fregapani, e em anexo um abaixo assinado dos moradores do bairro - Vila Nova, onde reivindicam? instalacão - de um telefone públic.o, tipo "orelhão" na- - quele bairro. No expediente, assinado pelos vereado res Fernando de Freitas Elias e Orlanda Freitas dos Santos, é considerado o fato-· de que o telefone público antes utilizado pelos moradores do bairro Vila Nova era instalado no côn~unto P.RE'-'JISUL, mas que fo ra transferido para outro local, bem dis tante do qairro Vila Nova, deixando esses moradores c~~::;falcados desse inportante serviço da TELES. O Presidente da Câmara Municipal e a Ve readora Orlanda prilreira Secretária reivindica= ram ao .Presidente da TELES a instalação do te _lefone público com a maior brevidade possI vel no Bairro Vila Nova. - lndicaç_ões Vçrbais Vereador Roney Moraes Simões • Ao Prefeito Municipal, com cópia ao Se cretário Municipal de Educação, solicitou que informem Câmara Municipal porque não estão fornecendo os olerite dos pro fessores da Rede Municipal de.de o me de Dezembro. "os professores não sabem como icaram seus salários e como fo feita a transformação pela URV. Gostaria que o Sr. Secretário de Educação no informasse obre o assunto, principalmente porque na gestão passada, quando ele era vereador, foi um grande defensor do .ornecimnto dos olerites aos Professores, pela Prefei tura tunicipa!" disse o vereador em ua - indicação. O vereador Roney Moraes Simões cobrou também resposta de u:nn indicação anteri or, onde solicitou ii Prc•fciturn inforrw ções sobre a reforma de uma casa em ren te à Praça A!varo Mascarenhas, "gostaria de sa.bêr se a. casa ioi alugada ou compra da pela Prefeitura, inclusive o compa- nheiro Marco Elias ficou de trazer o contrato mas até agora não recebemos nada" assinalou Rone~ Moracs ~imõeu. Prefeitura Micial de Bela Vista Portaria NO 013/94 DE 04 DE ~ANEIFO DE 1. 994 O Prefeito Municipal de: Bela Vista,F:sta da de Mato Grosso do Sul I no uso de suas~ ·tribuiç5es legais.. • PESO1v E 1 Nomear; para· o cargo efetivo de Fiscal de Tributos padrão IV, Classe A referência' 01 do Quadro Permanente da Prefeitura Muni cipal de Bela Vista, Orlando lfonso, a par tir de 04 de Janeiro de .1 994, em decorrên cia de sua aprovação no Concurso Público r"~ Provas e Títulos realizado em 77 de Ju nho de 1,993. Bela -Vista, 04 de Janeiro de 1.994 Abraão Armoa Zaczrias Prefeito Municipal Portaria NO 029/94 DE 1? DE JANEIRO DE 1. 994. O Prefeito Municipal de Bela Vista, Es tado de Mato Grosso do Sul, no uso de su a~ atribuições legais. E S O L V E - Nomear, para o cargo efetivo de Fiscal de Tributos padrão IV, Classe A, referên cia 01 do Quadro Permanente da Prefeitura Municipal de Bela vista, João Lídio Centu rião a partir de 04 de Janeiro de 1.994, ern decorrência de sua aprovação no Concur so PÚblico de Provas e Títulos realizdo-: em 27 de Junho de 1.993. Bela VIsta, 12 de.Janeiro de 1.994 Abraão Armoa Zacarias Prefeito Municipal _Cometa _Dél Amambay ·o máximo em CONFORTO, SEGURANÇA e RAPIDEZ. , -----~_.;. ..... Ónibus novos, com ar condicionado, velocidade controlada, }. atendimento de primeirissima (serviços durante a viagem: ca- ! fé, refrigerantes, sucos e lanches). saída diariamente para São Paulo às l~:00 horas no Termi nal Rodoviário de Pedro Juan Caballero. • ·:..fTambém õnipu~ direto todos os dias em doit: horários para Campo Grade - as 17:00 e às 11:00·horas ** FÕNES: 436-2736 436-2445 436-3247 Viaje Tranquilo, Viaje, Cometa Del Amambay + COMETA DEL AMAMBAY - LIGANDO PEDRO JUAN CABALLERO ÃS MAIORES CIDADES DO BRASIL!! ** CONFORTO, SEGURANÇA 1O# IA, 'TRIRUMA DA IVO'VTE.IA Pedrossian Visitou Obras em Jardim e Guia Lopes e Entregou Subestação de Energia O Governador Pedro Pedrosfan e uma grande comltfva vlsftou neta e ta--feIr lumas obras do Programa de Desenvolvimento da Refio Sudoeste c entre;ou a substnç@o de enerpta el trica em Jardim, A chegada do Governa dor fof i 08:00 horns no Aeroport~: de Jardim. En epu!da, ele vIeltou as obras da Cretran, Centro Urtversftd r fo, a cavam do Proyrama de De;{ave- lnmcnto,. o llemocentro e nau[ur ou a subestaçio e linha de tranmfio de vnrrglo clitrlcn, M 09:30 hornu, Pcdrosslnn fof pa ra Gufa. Lopes, onde vistoriou as obras da Clretrnn, do Hoepital Regional e as casas do Progran de Defavelamento, Ao nalr de Guio Lopes, o Governo - dor Fcrcorrcu ainda trechos de duns - dos mais importantes Rodovias do Esta do que o governo ~otã pavimentando: o MS/3]9, de 64 km, ligando Guia Lopes dn Laguna i Bonito, com 55 km concluí dos; e a BR-276, entre Jardim e Porto Murtinho, que já tem concluídos quase 70 km de um total de 173 km de pavi - mentnção. Ao encerrar sun visita à re gião, o Governador participou de ato público no Ginásio de Esportes de Jar dim, com todas as lideranças locnis e regionais, entre eles Prefeitos, Depu todos Estaduais, Vereadores e outras outoridndes. O Programa de Desenvolvimento da Região Sudoeste é um dos frutos do Programa Fronteiras do Futuro, cujo - concepção envolveu, na iniciativa do Governador Pedro Pedrossion, todos os mais expressivos segmentos da econo - mia estadual. Para o Sudoeste, o Pro grama estabeleceu metas básicas, en - tre as quais a pavimentação e restau ração de 480 km de Rodovins, implanta cão de 310 km de linhas de transmis: são de energia elétricà, construção - do Terminal Portuário, em Porto Murti nho, incentivos à produçãó e incorpo~ ração de mais 800 mil hectares de ter ras agricultáveis, incremento da agro indústria, diversificação da economi; e gerncão de pelo menos 20 mil empre go diretos. Em pouco mais de um ano, o Programa já pavimentou 214 km de Ro dovias (os investimentos para este se tor, apenas em quatro Rodovias dife: rentes, são de US$ 94 milhões) e con cluiu quatro subestações e duas li nhas de transmissão. com 177 km de re de Já em operação. A subestação quê Pedrossian inaugu rou em Jardim é de 20 MVA e represen tu Investimentos de L'SS 4 milhões 082 ml1 65. Ela está areada à ou tro, empreendimentos que favorecerão o deslanche definitivo da econofa 11,a crorregfonal, entre as quais duas li nhas de tranmfsio: a de 12) km (dn vestimentos de US$ 8 mf1hões 20 mll) entre MaracaJu e .Jardim, Ji concluí - da, e outra de B8 km (Investimentos - de US$ 2 milhões 89 mil) entre Jardim e Bela VIta, prevista para ser Im plantndn ot; o final do eeu Governo. Todo o udoeste - que englobo )7 Munlc{plos dou m!crorregf~eo Bodoque na, Dourados e Iguatenf - encorpa ho je um conjunto de progrnmos de gover no Pedro Pcdrossian para modernizar o processo de expansão econ~mlca e de progresso soclnl. São obrao e progra mas paro os setores de educação, snú de, hobitocão, segurnnço, transporte e de lnfro-estruturil urbano e rural , com pavimentação de Rodovias, pon - tes, eletrificação rural e o omplin - cão dos fronteiras dn economia, ntra ves das linhas de Incentivo à produ - çao e à produtlvidnde, como os progrn mas de Novilho Precoce, Terra Viva - Fronteiras do Futuro e Leitão Ouro. GERAÇÃO DE ENERGIA - UMA PRIORIDADE DO GOVERNO PEDROSSIAN A inauguração do subestação é a concretização de mais uma etapa dos programas de modernização e desenvol vimento. do Estado, com o Governador Pedro Pedrossian capacitando o pro gresso econômico e social do Sudoes te. Paro a região, o Programa de De senvolvimento pÕe a geração de ener gin como prioridade, apostando na di versificação da economia e na abertu ra de novas fronteiras. SÓ no Sudoes te, já foram concluídas quatro subes tações (Jardim, Maracaju, Miranda e Ponta Porã) e duas linhas de transmis são (Maracaju-Jardim, de 123 km e 1n vestime.ntos de USS 8 milhões 020 mil, e Miranda - Fábrica de Cimento Eldora do, nn Bodoqueno, de 54 km, com inve~ timentos de US$ 6 milhões 0202 mil - 708). No Sudoeste, o Governo executa boa parte do Programa Rodoviário Estadual que estabelece o pavimentação de 2.500 km de Rodovias novas e restaura das em todo Estado. Pedrossian já res taurou o asfalto entre Miranda e Bod quena, com 55 km de extensão, e esta pavimentando outros 321 km ligando Jardim à Porto Murtinho, Bela Vista à Jardim, Guia Lopes à Bonito, todos com obras em fase adiantada. Govern,1dor Pedro l'edros,;lan na visita as Casas do Conjunto "TU!Ulll", do Pro rama de Desfave lamento O Prédio do Hemocentro de Jardim foi outra obra vistoriada pelo Governador Pedro Pedrossian 1 l 1. ]. Gr ±l cupI at. triz, tar elas , I:m Vende l cunt r,, lar n l prio. rela' juda Ipraio 1 t~1 pa 'S ou , 131-71 ·-- -·-- Jnrdim e Guia Lopes estão recebendo prédios próprios para a Ciretran No Ciruislo de _Esportes "TIeo" o Governador e Comitiva foram recepcionados Qor centenas de_liderancas_poltlease_simpatizante:s , ·. Waldcmar Justus, P f i -1.':_ ~ - re e to .lo e Caetano e Governador Pedross. as obras das casas do Programa de Desfavelamento em Guia l.o an, na vlstori~ pcs Prefeito Pires e Pedrosstan d J ~~ =rrnm a fita 1 energia de_Jard1 inaugural_da_rubestacão J0%AI, TRIBUNA DAN FRO!FIEIRA -DIÁRIO RECIONAL reta a na fofinha Dominique, no dia 4 pp con tngiou de alegria e felicidndc o 1ar do ca lal Juanita e Cléssio Ogliari Parabéns! - UNEM-SE EM Matrimônio', hoje a noite dia 9, a ex funcionária do jornal Arlene Barcelos e Ramão Gomes Filho. Os noivos recepcionarão seus convidados com um jantar. Ao novo casal desejamos milhões de felicidades! GABRIELA VELASQUEZ PEREIRA Agradece os telefonemas e cartões de cumprimentos recebidos por ocasião de seu nat. Entre eles • Dr. Azalea, Eduardo Oca riz, Dr. Fernando de Freitas Elias, Chicle taria, Silvia Escobar Azevedo e tia Jane Velasquez. ..... CADET{NO B BELA VISTA, O9 DE ABRIL DE 1994 t .. a. O NASCIMEN'l'O como Anna de Aguiár se destaca . . Isoldinha Weber Anna de Aguiar está se destacando em sua primeira atuação na telinha, com seu jeito de fazer a personagem Isoldinha, a quela adolescente arrogante,que anda sem pre de nariz empinado na novela FERA Fe rida. Isoldinha Weber, filha da costurei ra Margarida (Arlette Salles) e irmã ,dã Sgfrida (Déborah Evelin), está ganhando - cada vez mais· espaço na trama.O crescimen to da personagem já estava nos planos dos autores, mas a interpretaçaõ de Anna Aguiar acrescentou muita coisa na caracte rizaçaõ de Isoldinha "Aquele nariz empina= do, por exemplo, eu descobri quando con versava com os diretores sobre o perfil da personagem. Meio sem querer eu fui to mando aquela postura de metida e eles a provaram na hora", conta a atriz. Na verdade, o perfil de Isoldinha so freu algumas modificações. Na sinopse,ela era descrita como uma moça alta, loura e esguia, com uma tendência nata para fa ser intrigas e muito interesseira. Quando Anna passou no teste, o papel foi moldado para ela, apesar de· continuar sendo mau caráter,a Isoldinha ganhou um toque ange lical, o que a faz uma vilã que conquis ta a simpatia do público. Apesar de todas as suas maldadezinhas, ela tem um lado ca tivante. "No começo pensei que as pessoas iam me detestar, mas so tenho recebido ma ni?estação de carinho. As pessoas s6 fa: 1am assim: "Não faz isso com a sua irni;;, escuta a sua mãe, ficam me dando conse- l , =_ ?s'·@ oenta Anna. Projeto· l $982± D [j· PARA REFLETIR PÂG1N/- 09 e traze a consciência tranquila, as " opiniões negativas efetivamente não te al cançam. Agrícola Fazendeiro Ltda.1 Empresa em case de expansao admite· - Vendedores para at.uar no ramo de lubrii cantes na região de Jardim. •·- Perfil desejado: 2_grau completo, mo rar na região de atuação, veículo pró prio. Expericncia anterior cm venda bom rela'onamento interpessoal, oferecemos ajuda de cnsto inicial, comissão mais premias. Interessado enviar currículo vi al para CX Postal no 170 - Ponta Porá S ou entrar em contato pelo telefone 431-2193 com o senhor Baolarim. ·1 1 1 1 , APRESENTA: . sensacional Show com TNIA ALVES, OSWALDINHO DO ACORDEON, DOMINGUINHOS; WALDONYS DO ACORDEON, RENA TO BORGUETTI. Caixa Econômica Federal DIA: 16 DE ABRIL HOAARIO: 20: 00 HORAS LOCAL: AV. DUQUE DE CAXIAS - Próximo ã Secretaria de Educaçaõ. Al>o±o: Deputado Elísio curvo - Prefeitura Municipal ORAÇÃO A CRISTO RESSUSCITADO Nós vos bendizemos, Se - nhor Jesus Cristo, pela Vos sa paixao e corte na cniz -= pela Vossa ressureição glo rosa, que nos dá a certeza da nossa prõpri.i ressurrei ção para a vida eterna. Senhor Jesus, fazcl-vos presente no mundo de hoje , porque ainda existem mul tos cegos precisando enxerg.ar.~ gs que, de olhos abertos , - nao exergan o bem que podem fazer, C só faz.cm o mal. Existem surdos precisan do ouvir. são tantos os que nao ouve o clamor dos Ino centes condenados injusta ente. São tantos os .. que - nao ouvec os gritos das vl tiras das guerras. São tan tos os que não ouvem o pro testo mudo e importante das crianç-1.nhas abortadas. São tantos os que não ouvem a voz da própria consciência e se deixam acomodar no pe cado e nos vlcios.. - Senhor Jesus, faze 1-vos presente no rcundo de hoje , porqqe ainda existem muitas saaritanas cansadas das ã guas fâceis dos c..-mlnhos da vida e sedentas por encon trar o caminho da "Fonte de gua Viva". Existem muitas madalenas desprezadas pelas ruas da amargura, que precisa cho rar a vossos pe.s para rece %,"°Per4is ae uttes Peca E:xis tem aru! tos lázaros - precisando ser ressuscita dos. Lázaros que se deixa ra rorrer para a fé, para a esperança e para a carid de. Lazaros que se de 1xan ficar g feder nos senulcro.: do desanimo e da descrença. Scnnor Jesus, fazei-vos presente no rundo de hoje para ajudar os que tê ±oá vontade; para consolar os que sofre, para encorajar os fracos,p3 ra nos fortalecer na-fé,nos anLar na caridade e dar - sentido à nossa esperança. Senhor Jesus, faze!-vos presente no mundo de ho}e , para que todos o: Moens e mulheres vos cnhcça ,em vos reia e vos ame...e, er vos, aese tanbn uns __5aos outros,_coo irios,_e tenhar en vos a salva.Aen, - O envolvi.nento de Isoldinha com Fabri cio (Murilo Benício) também não estava - previsto na sinopse, mas agora é um dos melhores filões da trama na novela. "A Isoldinha é muito solitária. Ela não con eaue se expressar, e o Fabricio pode mu dar isso", aposta a atriz,que está adoran do estrear na TV como urna vilã. "Adoro - ser a Isoldinha muito imoral", confirma • Anna Aguiar está se acostumando com as câmeras agora, mas a sua formação como a triz é toda.teatral. O responsável pela iniciação da atriz no teatro foi Miguel Falabella, que dava aulas de interpreta ção no tradicional colégio Andrews, onde Anna estudava.Aos 15 anos ela começou a fazer teatro e não parou mais, tanto que está agora em cartaz com peça A Bela Ador mecidá, "Adoro fazer teatro, especialmente infatil", conta Anna, que agora está cur tindo muito também o sucesso na telinha e as gravações em estúdio. "Gosto da surpre sa que é ver o resultado da gravação no vi deo, as vezes acho que poderia ter feito ã cena de um jeito melhor, e outras vezes gosto do resultado. No inicio fiquei im pressionada com a diferença entre aquela que eu via no video e a imagem que eu ti nha de mim mesma, mas agora já consegui me distanciar, sei que quem está lá é a Isoldinha, e não a Anna", comenta a atriz. O envolvimento de Isoldinha com o gari Fabrício ainda vai dar o que falar. Como agora tem um trunfo na mão, já que sabe que Isoldinha presenciou a armação de Maxwell Antenor para cima de sua irmã Fri da, Fabrício vai utilizar a informação pa ra conseguir o que quer, começando por um beijo, que aliás não deixou de ser aprecia do também pela moça. s6 que ela não dá a braço a torcer, e não perde uma ooortunida de de humilhar os pobres de Tubiacanga,in çlusive Fabricio. Vamos ver no aue vai dar. Quando não está trabalhando, Anna de Aguiar faz aulas de dança contemporânea, musculação, ginástica ou natação, além de praticar ioga,meditar e cantar mantras,o que faz há quatro anos. Apesar da fama que a novela está lhe trazendo, ela pretende continuar tendo uma vida particular bem tranquila, .poder passear pelo jardim Botâ nico e curtir a natureza-nos fins de semana. Edital f e Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartorio de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-MS., Faz Saberã todos - 9:1antos o presente Edital de Proclamas - virem, que apresentaram os Documentos e xigidos pelo Art.18o do Código Civil Bra sileiro, Incisos I, II, IV e V e preten dem se casar: Heloísa Lageano e Mário Geraldo Bal~-1 Benites, ambos brasileiros, domiciliaao_ e residentes nesta cidade; ele, divorcia do, motorista natural de Bela Vista-Ms., filho de André Benites e Aida Ba1ta Beni tes, ela, solteira. contadora, natural • de Ponta Porã-MS., filha de Arcilene Ama ral Lageano e Maria Amélia Nantes da Sil "2:.•17 .22 se«sr zera»» !s., '7 de ANrII de 1 99 .[ Ja1de Rosa dos S±tos - OfcLa1a Jardim Volta a Crescer-· • IM, 'TRIBUNA DA FRONTEIAA BE A V1TA, " lamir os e Canibais O Silêncio dos Inocentes A Fazenda era imensa. Mais de 100 mil hectares, a sede pa recla uma cidade, a cana, ou me lhor, a mansão, de dois andares, com bosques, piscinas, quadras de voleibol, oaunao, um comple xo esportivo do fazer inveja a muitos Clubes; no Aeroporto, um jatinho e dois aviões menores , pista asfaltada, na garagem qua tro peruas, duas importadas (To yota e Mitsubisch), uma F,1000 e um Jeep Niva. Os caminhões, num total de três, viviam rodan do pelas estradas da região, f! cavam muito pouco na Fazenda. Dez funcionários, entre em pregadas e mordomos, cuidavam - da mansão, toda decorada com m6 veis adquiridos na França e no Sul dos Estados Unidos. Numa das salas, dois homens conversavam: - Já te disse Alonso, é pre ciso administrar com mão de fer ro, sem dramas de consciência para o trabalhador basta duas refeições por dia, o almoço e o jantar e digo mais, folgas s6 aos domingos, nada de feriados. E obrigar todos à comprarem no nosso armazém, s6 assim podere mos controlá-los. - Eu sei Dr. Rocha, tenho feito o possível, mas lá na Co lônia (onde moravam os mais de 500 empregados da Fazenda) está surgindo um movimento de revol ta, comentários estranhos. balho até às 19 horas. Alonso era o Gerente encarre gado de tudo, desde o controle dos empregados à manutenção de todo o complexo. Cuidava também das lavouras de soja, café, algodão e do re banho bovino, quase 20 mil cabe ças. Conversava com o Adminis - tiador Geral, Dr. Rocha, o pro prietário, Dr. Eugênio Martinez morava em São Paulo, no Morum - bi, raramente visitava aproprie: dade, tudo ficava nas mãos de Rocha, que mensalmente prestava contas ao patrão .. Na Colônia moravam os empre gados da Fazenda "Recanto do Sol", em casas pequenas, sala , cozinha e quarto; o banheiro fi cava no quintal, se podia se chamar de banheiro! Não podiam ampliar a área construída e nem tinham como. Se a familia aumen tasse iam se amontoando, pos suiam regulamentos impostos pe lo Administrador, trabalhar das 06 da manhã às 11 horas, meia - hora para o almoço, e mais tra- FolJa aoo domingor;. Conoullan com o médico só nos casos mais qra voo, licença médica só com auto rização do Dr. Rocha. Os manti montou eram comprados no Arma - zém da Fazenda, a preços supe - riores aos do mercado, ninguém ganhava mais do que o mínimo, e o mínimo ali bem menos do que o mínimo oficial. Nos finais de mês, todos ficavam com débitos que eram corrigidos a taxas e - xorbitantes. Empregados, ou melhor, pri - sioneiros, até a morte. O primeiro a se revoltar com a situação foi um tal de Denedi to, um serqipano, pediu demis são, depois de passar meses e meses economizando para pagar a conta do armazém e da farmácia, ele, a mulher e três filhos. A té fome passaram, No Recanto do Sol ninguém po dia pedir demissão. A mulher de Benedito e os três filhos continuavam na Fa - zenda, a mulher era uma das la vadeiras, os meninos já estavam na roça, o mais velho tinha ape nas 13 anos. - O corpo de Benedito foi en - contrado numa manhã chuvosa pe lo Reis, um dos peões, amarrado e com um tiro no peito. Desaven ça pessoal, disse o Administra= dor. • Desde este dia ninguém mais pediu demissão, viviam num regi me de terror, até guardas arma= dos vigiavam os trabalhadores. Falava-se entre os Colonos que o Dr. Eugênio quando visita va a Fazenda, sempre em compa - nhia de amigos, pedia a Rocha - que procurasse entre as moças e meninas, as mais bonitas, essas passavam dias e dias na mansão, depois voltavam para casa. Mu - lheres. Era um suplício para os pais. Não adiantava escondê-las, era pior, haveria retaliações, mui tas haviam sido levadas na mar ra. Zenaide, uma das copeiras ouvira certa vez Dr. Eugênio co mentar com' um amigo, um velho de 70 anos, com olhar pecamino so - sempre encontro uma flor neste mar de lama, nesta pocil ga, você nem imagina o que é pegar uma franguinha caipira e transformá-la em mulher! Comentava-se também que o fi lho do Dr. Eugênio, Paulo, estü dante de Medicina na Capital por sinal um péssimo estudante, quando estava de férias, pasa va uns dias na Fazenda, gostava de fazer experiências com os Co lonas. Um horror! Este era o clima no Recanto do Sol. Que deveria se chamar Recanto do Inferno. A cidade mais próxima, Rosei ra, estava a 50km, um Municí pio pequeno, dominado pelos grandes proprietários de ter - ras. Eles é que nomeavam o Dele gado, o Juiz, o Prefeito, mani pulavam as eleições, não permi tiam a criação de Sindicatos e impediam a chegada de pessoas - que não comungavam com suas i déias. Depois que vários posseiros foram mortos, famílias expulsas e reclamações ao Bispo da re gião de que alguns Padres "comu nistas" estavam pregando ideias esquisitas à população, até os Padres foram "transferidos", e a "calma" voltara a reinar. Na Pequena Igreja do lugar, apenas o Padre Richard (um ame ricano), ficara para atender os fiéis, inclusive os do "Recanto do Sol" e demais fazendas da região, mais conhecida como "Va le da Esperança". Não "Vale da Esperança", mas sim Vale do Esquecimento. As autoridades faziam vistas grossas às denúncias que chega vam do trabalho escravo, assas sinatos, contrabando de ouro, urânio e cassiterita. Tudo era permitido. Os Administradores das Fazen das contratavam os empregados a través de "gatos", homens encar regados de convidar com propos tas mirabolantes migrantes que chegavam nas Capitais, sobretu do São Paulo e Rio de Janeiro, fugindo da miséria e da seca do Nordeste. Sobravam empregados. Só escolhiam os mais novos, e quando contratavam famílias , davam preferências as que já ti vessem filhos adultos. Os rapa= zes serviriam para todos os ti pos de serviços e as moças te - riam muitas utilidades, até mes mo servir de pasto aos abutres nas casas de prostituição da re gião. E também para servir aos patrões, evidentemente as mais bonitas. No Recanto do Sol a vida con tinuava. No mesmo ritmo. o Pa = trão cada vez mais rico, ostra balhadores morrendo à mingua. único fato digno de elogios, de admiração, .oi a constru - cão da estrada, mais de 400 km de asfalto, ligando Roseira a Capital do Estado. Atravessando matas e pântanos, a strada e uma obra de arte, Os Jornais no ticiaram que todos o Fazendei ros se uniram par a cons ru ção, na verdad• o dinheiro veio de um b.nco americano, interes sado em "promover o progresso", no Vale da Esperança. Outro fato cue r ·reco regisro são as barreiras nesta estra - da, ao se aproximarem das qran des propriedades, os viajantes encontravam barreiras policiais, o Vale da Esperança tem frontei ras, só ultrapassadas por pes - soas com permissão para isto. Em pleno século XX, o mundo viven do a plenitude democrática, ali o regime é de guerra e ditadu - ra, dos vampiros e canibais do povo. Tudo começou a mudar quando Antonio Carlos, mais conhecido por Tenho, chegou ao Recanto do Sol, vindo de São Paulo. Tonho, filho de Zeferino havia ficado na Capital Paulista quando o pai, a mãe e os irmãos, vindos do sertão do Cariri, no Ceará , foram contratados pelo "gato" Rufino. Tenho ficara morando com um primo, operário metalúr gico numa indústria no ABC Pau lista. Isto já fazia mais de seis a nos. Na época ele tinha 19 a nos, hoje está com 25, graças - aos seus esforços fizera um cur so de ferramenteiro, além do co légio, era chefe de seção e mem bro do Sindicato, um líder sin= dical. Tonho enviara várias cartas ao pai. Nunca obtivera respos tas. Ficara preocupado. Resol veu visitar a família quando por acaso, na saída de um jogo do Corinthians no Parque são Jorge, encontrou Maria das Do - res em companhia de um rapaz. Ma ria das Dores, também do cari - ri, havia ido com a sua família para o Recanto do Sol. Estava diferente, toda pintada, com jeitos de mulher dama, mas ele a reconhecera. Abraços, muitos abraços, sau dades, muito o que falar. o que contar. - E a minha família, Maria? Sabe, Tonho, aquilo 1á é um 1nerno. Vamos ali, naquele bar, vou te contar tudo. Recanto do· Sol Capltuo - Estive no inferno, Tenho. - Mas como? Fale Maria, fa- le. Estavam sentados num barzi nho, perto do campo do Corin - thians, havia pedido uma cerve ja, convidara o amigo de Maria, este se despedira alegando que tinha compromissos. - Quando saí.mos estava com 15 anos, já se passaram seis anos Tenho, muita coisa aconte ceu. Nos primeiros meses ate que gostamos, tínhamos casa,pe quena, mas era uma casa, o tra balho não assustava, pai sem= pre trabalhou, e mãe também. Meus irmãos foram para a roça, junto com o pai, eu e a mãe fo mos para a sede da Fazenda, eu trabalhava na cozinha, mãe na lavanderia. - E meus país? - Estão lá, mas deixa-me contar tudo. Foi depois de se is meses no "Recanto" que fo - mos descobrir, não passávamos de prisioneiros, sem direito a nada, tudo o que ganhávamos fi cava para o proprietário. Meus dois irmãos não aguentaram, fi caram doentes, o Administrador só permitiu que consultassem o médico quando já não tinha jei to. Morreram. Era muito traba lho, no mato, pouca comida, sem descanso. - Mas não reagiram? - Reagir como? Eram capangas por todos os lados. - E sua mãe? - Mãe está lá, doente, lava roupas, mas não vai aguentar mui to, chora todos os dias, reza , mas reza não adianta, até parece que Deus esqueceú da gente. - E os meus pais, Maria? To - nho, ansioso, com os olhos bri - lhando de revolta, voltou a per- guntar. • - Olha Tonho, sua mãe está bem, é uma mulher muito forte , seu pai não, coitado, está doen te do pulmão, ele trabalhou mui to com veneno para a lavoura , sem proteção alguma, mal conse - que andar. Más ele conseguiu fa lar com o médico que lhe deu uns remédios. Vai vivendo. E a mãe? - Ela, mais o cacula, Ricardi nho, é que trabalham e sustentam a família e ... - E minha irmã , Tininha? - Olha Tonho ... - Fale Maria, e minha irmã? Tininha era o mimo de Tenho, a irmãzinha do coração, menina linda, ruiva, de olhos verdes , uma ternura, muito meiga e cari nhosa. • -:- - Depois que ela ficou com o Dr. Rocha, forçada, amasiou-se com um peão da Fazenda. Vive - lá. Tem_dois filhos. Seu compa nheiro e o Jura. Um mineiro. - Como é isto? Quem é o Dr. Rocha? - ~o Administrador Tininha estava com l4 anos quando ele a levou_para a sede, seu pai e sua mae_nada puderam fazer. Mas ela esta bem, muitas não conse guem isto, arrumar um amante ficar mulher de um homem s6 ' transformam-se em putas, mulher dama, vao cair na prostituição Nem todos os pais entendem, vo cê, sabe como é, alguns expulsam as filhas de casa. Foi o meu ca so. Tenho estava pensativo, quan tos planos a irmã e os pais ti= nham antes de sair do Cariri , Tininha queria estudar, casar na Igreja com véu e grinalda nada demais, trabalho honesto, casa para morar, alimentação estudos, tratamento médico qual do precisasse uma vida com dig nidaae. Estavam lá, nos confins do mundo, vivendo como bichos prisioneiros, escravos. - Como conseguiu sair? - Comigo aconteceu o pior '[ ~~ primeira semana que estava " ar_chegaram vários homens num av1ao, um deles era o proprietl rio, fizeram uma festa e fui o brigada a participar. Fui deflg rada na sala por um sujeito que nem sei o-nome, depois outro re usou, e outro. Pai não enten deu, sempre foi de gênio dií c1.l, me expulsou de casa fui passando de mão em mão, até pa rarna casa de Auxiliadora "D. Mimi" uma • _ . - a casa de prostitui ao. Consegui fugir no caminhão de uma transportadora de são Paulo, no meio de sacas de so Ja. • - Vocês não podem sair 1ivr mente? J 1. de R cui Tor port mos to dc sol' o p Eug da? - l - , to, f em S fo, denun Empres miss, arro a ver? - O leb1 - } - D - E - F, soa. é taml Portad de sao diz - ==t ··"il..p 'l)e" 1 j.-L------------------------------------------------------------- m .- i lo lo I :>" as s- 1- ,go . ão . - a2 é 1ou O a nu" .etê o .1g que me -· - 2ã° si 00 DIA·IO REGIONAL .. 11 Vampiros e Canil • li • a1s Continuação da Pãgina - OJ - Níio. Ninguém. SÓ com ordens diretas do Administrador, nem esmo as putas, todas são origi nárias dali mesmo, entre as mo ;as e até mulheres ,casadas que larqaram os maridos. - E a Polícia, as autorida - des da cidade? - Perto mesmo só Roseira, lá quem manda são ou fazendeiros, até a Polícia é controlada por eles. E a maioria mora cm São paulo, Porto Alegre, Rio de Ja neiro e Campo Grande. - Vou visitar os meus pais. Tirá-los de lá. E têm mais, de nunciarei tudo na imprensa, es ses cretinos, esses vampiros do oanguc do povo vão pagar. - Precisa tomar muito cuida do, prá falar a verdade acho que você nem vai conseguir che gar lá. Tem muitas barreiras. Se entrar não vai conocguir sair. - E você Maria, o que vai fa zer? - Olha Tonho, estou morando numa pensão no Brás, vou ver se ajeito minha vida, arrumar um emprego, se não der certo volta rei para o Ceará. Por enquanto vou vivendo, pelo menos estou livre, (aço o que quero. Se dcopediraro. Maria deixou o endereço. Tenho ficou olhando a moça , não tinha nada. da Maria que co nhecera, não, não acreditava que pudesse mudar, balanceando os quadris, ela seguiu cm direção ao ponto de ônibus. Uma prosti tuta. Os vampiros e canibais do po vo, os adoradores do deu di - nheiro, sem alma, exploradores, marcaram com ferro e fogo a me nina nascida nas terras do Cari ri. A sociedade hipócri a e in diferente ajudava a alimentar os vicias criados pelos monstros do capitalismo selvagem. Tonho, viu quando Maria embarcou no ô nibus, dando-lhe um último o lhar. O adeus. Na,outra semana, pediu f. rias na empresa m que trabalha va, foi ao Sindicato e convidou um amigo para viajar com ele a té Roseira, Carlos, os dois re servaram passagem até Cuiabá , dali seguiram para o "Recanto - do So1". r O Encontro Capítulo III - Mas, para ir até esta tal de Roseira temos que passar por cuiabá? - Perguntou Carlos a Tonho. - É mais prático, Cuiabá é o portal da Amazônia, lá podere a mos colher informações a respei to da agropecuário "Recanto do Sol". - Olha Tonho, você disse que o proprietário é um tal de Dr. Eugênio Martinez? - Pelo menos foi essa a in - formação que me deram na Asso ciação Rural Brasileira. - Esse nome não te lembra na da? - Não. - Você deveria ser mais aten to, não se lembra da Assembléia em Santo André, quando o Rodol fo, do Sindicato dos Rodoviários denunciou o proprietário de uma Empresa Transportadora, por de missões de mulheres grávidas e arrocho salarial? - Lembro sim, mas o que tem a ver? - O dono da Empresa, não se lembra do nome? - Não. Qual era? Dr. Eugênio Martinez. - Está brincando! Falo sério. ta mesma pes soa. o dono da "Recanto do Sol" é também proprietário da Trans- 1 portadora EM, uma das maiores de São Paulo. Bem, você deve saber o que diz, afinal suas funções no Sin dicato, de Relações Públicas , oferece a oportunidade de con versar e conhecer diversos com panheiros, lideranças de outros Sindciatos, no meu setor só en tro em contato com os metalúrgi cos, na verdade o meu negócio mesmo é no Jornal do Sindicato. Você sabe disso. • - Não me venha com descul pas, se almeja ser um grande di rigente deve observar todos os detalhes, obter as mais varia das informações e conhecer a maioria dos crápulas que sugam o sangue do trabalhador. - Tudo bem, não vamos discu tir. Qual o primeiro passo? - Levantar mais informações sobre o Dr. Eugênio, em algum lugar vamos encontrar essas in formações. Temos que adiar a viagem. - Vamos ver se conseguimos. Conseguiram, o bilheteiro,no Terminal do Tietê foi compreen sivo, marcaram a viagem para da li a 7 dias, uma semana. - Foi fácil. Sobre o Dr. Eugê nio encontraram as mais diver sas informações, o Empresário era conhecido, não só dos Sindi calistas, também dos políti :: cos . Foi a Nancy, Secretãria do Sindicato dos Rodoviários e Ru te, do Sindicato dos Trabalhado res das Indústrias Alimentícias que lhes deram relatórios minu ciosos. O homem era proprietá - rio da Transportadora, uma Fá brica de Doces, Fábrica de Ca - fé, de óleo de Soja e de uma Empresa Exportadora. Ficaram surpresos. Contra ele só havia a denúncia de haver demitido al gumas funcionárias que estavam grávidas e de não aceitar o rea juste salarial reivindicado pe lo Sindicato da classe. Fora disso, nada. Muito pelo contrá rio, só elogios, um Empresário precoupado com o social, com o bem-estar de seus funcionários. As demissões das mulheres e o problema dos salários derivou - se da ação de um chefe de pes - soal, perseguidor, sujeito pre potente, foi demitido por justa causa. Um homem muito rico, avesso às notícias sociais, não gosta de badalações, vive para a famí lia, os amigos; sua única dis - tração é o Clube e a casa de praia no Guarujã. Ficamos na mesma, carlos será que é a mesma pessoa? Tenho, é a mesma pessoa , vi o nome na Associação Rural, me apresentei como jornalista, preparando uma reportagem sobre os desbravadores da Amazônia, o dono da Recanto é o Dr. Martinez. - Estranho! exclamou Tonho. - Estranho nada, ou a tua amiga mentiu, afinal você disse que ela se transformou numa prostituta. Ou o bondoso Dr. Martinez é um homem de duas ca- ras. Anjo e demônio. - O mais interessante, nunca li nada a respeito dele na im prensa, é a discrição em pes soa. De uma coisa tenho corte za, Maria não mentiu e admiro você fazer esse tipo de comentá rios, não é por ser prostitutã que a mulher perde o amor à jus tiça, à verdade, merecem o nos so respeito, afinal é a própria sociedade a culpada pela exis tência delas, alto de podrees tá acontecendo nasquelas ban das. Tenho certeza. Na véspera da viagem, quinta feira de manhã, o redator do Jornal "Voz dos Metalúrgicos" , Lucas, ficou sabendo da histó - ria, se interessou e prometeu ajuda. E ajudou mesmo. Foi Lucas que descobriu tu do. Ligado a Pastoral da Terra ·foi apresentado abo Padre Edinho, coincidências das coincidências, o padre trabalhara na região de Roseira, tivera que sair por im posicção dos grandes proprietá rios de terras. Se conhecia a Recanto do Sol e seu proprietã rio? - Aquilo lá é filial do in - ferno na terra e seu proprietá rio o porta Voz do Demônio. No final da tarde, Lucas , Padre Edinho, Tonho e Carlos se encontraram na sede do Sin dicato. O Padre trazia várias pastas. Lucas Perch, filho de imi 9rante alemão e de uma paulista nascida em Garça região cafeei ra; a mãe era seguidora fiel e constante da Bíblia, crente; o pai de Hamburgo, criado nos es combros de uma guerra que mar cou para sempre o povo alemao. Morava sozinho, num dos Bairros mais tranquilos de são Paulo, o piranga, na Rua Bom Pastor, nu ma casa de Vila, desde que o pai e a mãe resolveram voltar - para o interior. Além de ser o Redator do Jor nal "voz dos Metalúrgicos", co laborava com diversas publica - , Sões sindicais à noite trabalha va numa Editora, na revisão. Um homem muito preparado. Conhecia a região da Agrope cuária Recanto do Sol, mas quan do ali estivera só havia lugare jos e um povo. abandonado. Nao gostava de lembrar aqueles tem Pos de ira, era jovem, pegara - em armas e fora para a luta,com Ruitos companheiros da Faculda de. contradições da juventude, ideal feito de palha, incendia do pelo próprio sistema interna Cional o mundo comunista ruira na onda democrática com a derro cada do "Paraíso Vermelho". Sonhos da juventude, ficara uma grande lição, vale a pena lutar, mas a luta pode ser pac. fica, no campo das idéias, a l ta armada não leva a nada a nao Ser o aniquilamento.do homem. Não, ai revolução armada nao é a Tempos de Ira parteira da história, são as i déias e a união dos trabalhado res, com esta união surge a conscientização, o espírito de classe. Nos tempos de ira Lucas co nheceu homens e mulheres, na maioria jovens, lutando por tu do aquilo que acreditavam. Co - nheceu a tortura, os limites do sofrimento, a decepção, e teve períodos de intensa felicidade. Foi guerrilheiro sim senhor. Exilado voltou ao Brasil com a anistia. Páginas escritas no passado que não gostava de reler. Não - se arrependia de nada, houve er ros e acertos. - Ficaram no espírito e no cor po, lembranças amargas dos po - rões.onde gritos orripilantes ~ ram ouvidos de madrugada, jo vens de 20, 22 anos, morrendo nas mãos de feras que se apro - veitaram de um momento para ex travasarem suas taras; no corpo a tortura lhe decepara dois de dos. Por isto o apelido (que não gostava) "Trê_s Dedos". Todos os quatro se acomoda - ram onde. funcionava a sala de leitura da Biblioteca do Sindi cato qos Rodoviários. Ali pode riam conversar tranquilamente. Vamos aos fatos, padre disse Lucas. - Estive naquela região. por mais de dois anos, além de Ro - seira, mais duas cidades inte - gramo "Vale da Esperança",Rial to e Barbosa, a mais próxima da Recanto do Sol é Roseira. Nos idos de 72 a 74, vários empresá rios paulistas, mineiros, gaú = chos e paranaenses adquiriram milhares de hectares de terras, os nativos da região, pequenos proprietários e posseiros, na maioria migrantes, foram expul sos. Formaram-se grandes pro priedades. Algumas produtivas , outras só para especulaQão. Ali e como um condomínio fechado , muitos têm até exército oarticu lar, aviões sobrevoam as· matas diariamente, fala-se que o con trabando de ouro, cassiterita e até urânio é livre. ~ um Brasil diferente, onde impera a escra vidão. Mais de 5 mil pessoas vi vem no Vale, as que conseguem aenunciar as autoridades o que se passa pqr'lá, não merecem crédito. A Igreja procurou agir dentro do possível, mas temos limites, eu e mais quatro pa - dres fomos "convidados" a mudar de paróquia ... - Não vamos entrar· em deta - lhes, iremos verificar pessoal mente as condições existentes· você tem um relatório ' ' - Tenha paciência, Tonho,pre ciso lhes dar uma visão realis- ta dos fatos, pois ninguém acre dita que no Brasil das CPIs,das cassaçoes, possa existir o tal "Vale da Esperança". Desculpe. Capítulo IV - Formou-se um cartel, hoje são mais de 5 milhões de hecta res, de propriedade de meia dú zia de empresários, é preciso dizer que alguns deles transfor maram matas, terras improduti vas, em verdaeeiros celeiros,on de se produz de tudo, acontece que administram como se fossem senzalas, não possuem trabalha dores, mas escravos. Para o Go verno merecem diplomas e trofé us, são homenageados, estão des bravando a Amazônia. Para o po vo, para os que trabalham, são feitores. - E o proprietário da Recan to do Sol? - Perguntou Carlos. - Um milionário paulista,com fama de simples e dedicado à fa mílias, aos amigos, empresário admirado e querido, um homem de dupla personalidade. Nas suas fazendas se transforma, um car rasco, o pior de todos, contra ta os empregados na Estação do Norte e na Central, através de "gatos", leva para o Recanto com promessas e adeus à liberda de. Leiam com atenção este rela tório feito pelo Padre Miguel , ele trabalhava na Paróquia , de Roseira. - Onde está esse Padre Miguel? - Segundo informações foi transferido para urna Paróquia - no interior de São Paulo, uma cidadezinha. - Leia em voz alta, pediu To nho a Carlos. .... -, â m p i r o s e e a n i b a i s pó cara, ão mais de vinte dre na Paróquia de Poseira, e , páginas! te relatório é o relato fiel de - 'Temo tempo e paciência, empregados, peões, lavradores, lia, repetiu Tonho. que consequiram fugir da Agrope Carlos iniciou a leitura. cuária Recanto do Sol, de pro - " Meu nome é Mique l, fui Pa - priedade do Empresário Dr. Eu9e --·------- Relato de um Sobrevivente i nio Martinez... o primeiro depoimento foi chocante, tris e, parecia o Ge u m judeu sobrevivente d e u m ca po de concentração nazista, . silêncio na sala era de cemite- rio, o vento las dava 1: agoniadas ·m dado, liberdade que va na Recans do Sol. ),,. al da li,or falta - Capítulo V ·- Meu nome é Donizete, nasci eleção. nas casas. O quintal era peque na cidade de Capela Alta, na Poucos ficaram para trás. Só no, mas dava para criar gali - Bahia, sa.í de li junto com a mi dois velhos, mais de 70 anos , nhas, plantar alquma coisa. nllfl iamíliu, mulher e cinco fi- mas fortes ainda, foram deixa Não, era proibido. Como cuidar, lhos, num pau de arara, fugindo dos num albergue. se todos na casa tinham que da seca, das péssimas condições Em Cuiabá deixamos õnibus, e trabalhar? As crianças menores ele vida, qualquer coisa era me- perdemos uma das meninas de Ca- eram deixadas na "creche", um lhor do que ficar li, vendo os pela, durante a viagem se cnfe.!, barracão, onde se amohtoavam - filhos, barrigudos de doença , tiçou por um dos auxiliares do iguais a animais. Uma velha é morrendo dia-a-dia. E a mulher, "contratador", ficou lá mesmo , quem cuidava das criahç<.1:1 a b~ magra, olhos sem esperança, fa- não diantou o choro da mãe. o se do porrete. Una desgraceira. zcndo milagres na cozinha para rapaz disse que casaria, monta- Sair da Fnzend~ ~~~ proibi- alimentar os filhos, pelo menos ria casa numa tal de várzea <lo, nem mesmo p.,ra passear cm uma vez por dia. De vez em quan Grande. Roseira, a cidade máis próxi - do surgia um bico nas frentes viagem sem mortes, e acredi- ma, não tínhamos direito a na de trabalho, onde se ganhava 2 tem, sem doenças. Deus e Padre <la, recebia-se metade do salá mil cruzeiros por semana, dava cícero estavam protegendo a gen rio mínimo da região, desconta para comprar farinha, carne de te. Até a chegada no "Recanto va-se o aluguel da casa, luz , sol, um pouco de arroz e ia se do Sol". figua e taxa de reserva - diziam vivendo. Melhor, sobrevivendo. Sair do Sertão de Capela, ver que era uma espécie de Fundo Foi quando o compadre João , o que vimos durante a viagem , <le Garantia. Só não passávamos mais Virgulino, todos de Cape- parecia um sonho, mas a surpre- fome, aprendemos a se virar , la, me convidaram para ir para sa maior foi a chegada no "Re - nuitos caçavam, escondidos, po o Sul, tinham proposta para tra canto do sol". Quanta lindeza! is também era proibido .l::rél!TOs pris"ie balharem numa fazenda, ganhar Era o Paraíso na terra. Ali eiros. bem, comer três vezes ao dia, era o céu. A Fazenda tinha uma equipe escola para as crianças, viver Ficamos em filas, o Dr. Alon de segurança - Policia Rural - com dignidade. Fiquei entusias- so se apresentou, era o Geren ~ controlava ·tudo e ã todos,mais mado. Arrumei as trouxas e em- te, todos obedeceriam rigorosa- de três reunidos era punição barcamos no caminhão de Murilo, mente suas instruções e determi na certa. E esta punição era em até São Paulo. Mais de cinco nações. dinheiro - multa pela trans dias de viagem. De longe avistávamos a sede, gressão do regulamento. Foi um sofrimento. O cami parecia coisa de cinema, e ou- Todos eram obrigados a assi nhão estava lotado. Olha, até víamos, diversas vezes- puni nar uma espécie de contrato de fome passamos, mas estávamos• ção para quem se aproximar. trabalho, sem duração, com a contentes, e fome não era novi- Fomos alojados na Colõnia ., cláusula de que seria obrigado dade. por uns dias em barracões, de- a pagar os débitos antes de pe Nem chegamos a conhecer São pois tomamos posse de nossas ca dir demissão. Não tinha comÕ Paulo, só de passagem, até as sas. Imagina! De material, ate pedir. Carlos continuou a ler, ou sustava, aqueles prédios, um banheiro com vaso! Um grupo de sergipanos ten- tos relatos, todos semelhan mundão de meu Deus, de gente e Ninguém cabia em si de feli- tou fugir, numa noite de tem - tes, alguns terrificantes, pes casas. Fomos transferidos para cidade. Era muita sorte. pestade, sairam pro mato. Nun- soas puras, ingênuas, trabalha outro caminhão, viajamos mais Na verdade as casas eram pe- ca mais se ouviu falar deles. dores, iludidos por promessas - uma semana, só que a viagem me- quenas, cozinha, quarto e sala, Todas as estradas de acesso ã de empregos, trabalho decente, lhorou, tínhamos comida ã vonta o banheiro ficava no quintal , Fazenda tinham guardas armados. foram parar num verdadeiro cam- de, muitos até cantarolavam. - pequeno tamb~m. Mas tudo de ma- Os que conseguiram ir até pode concentração. Numa cidade chamada Campo terial. Roseira e lá dar parte na Poli - só não entendo como as au- Grande, embarcambs num õnibus , Prá quem vivia em palhoça de eia, ficaram por lá mesmo, os toridades não tornam providénci- aí sim, ameninada se divc=tiu, chão bati.do, sentia-se num pala tão presos até hoje. Acusados as? perguntou Tonho. olhavam as paisagens com os o cete. · - dos mais divdrsos crimes. - A Igreja tem feito denGn lhos arregalados, surpresas e Nos primeiros meses tudo foi E .todos os dias levas ele- cias, acontece que os Padres gã mais surpresas. Quanta água! E muito bom, trabalhava-se muito, vas de migrantes chegavam, e- nharam a fama de agitadores, matas! Quanta fartura! das 06:00 da manhã ãs 07:00 da ram distribuídos nas Fazendas nem mesmo a imprensa acredita - Mais duas semanas. noite, meia hora pro almoço. do "Vale da Esperanc". h' t • nas as .or1as que contamos, res Ninguém fazia perguntas, nin Não havíamos falado do salã- Na Casa Grande, como chamá- pondeu Padre Edinho. - guém reclamava, obedeciamos a rio e o rancho era comprado na vamos a sede, aconteciam coi - - - Mas o que podemos fazer? um homem que se apresentou comn própria Fazenda. Com 3 meses de sas que nem o Demõnio é capaz. o · " d " - - ra, Carlos, ir lá, formar Reis, o contrata or. Em Sao Recanto eu já devia mais de 20 Minha menina mais velha foi ar P 1 1 d · f .-, mos um grupo, pessoal da pesa= au o e e eu a n ormaçao, .sem mil cruzeiros. Cobraram atê as rombada por um dos capangas -, d it <. .,, 'a, entrarmos como migrantes e mui os comentarias: despesas da viagem. quando tentei r~clamar, levei 1 V - f t t d ª mesmo, prepararmos o pessoal - oces oram con ra a os pa Tentei fazer um puxado, que uma surra e multa. Dcpoi·s ela t b lh A _ .- . para uma grande revolta. ra ra a arem na gropecuaria serviria de quarto, não, não sr transformou cmmulh~r d?.ma. A A • "R t d s 1 d • • _ ssim o Brasil inteiro fica- ""Pi - til.. reiiao mexer- «s 1o x da raznaa racionava - ,- - - E CULTURI o cabaré do Mimi, gente do Dr Alonso, os lucros eram racha dos, meio a meio, entre Mimi Dr. Alonso. Ali se via meninas, muitas filhas de trabalhadores, até esposas abandonadas. Eram ambém prisioneiras. Consegui fugir, lií dclxoi r.i nha mulher e os filhos, com a promessa de voltar. Ainda no consegui. Mas tenho fc. Vou bu~ car minha família, se Deus aju dar. Lucas, Tonho e o Padre ouvi ram em silêncio o relato, foi Lucas que perguntou: - E aí Padre, como é que o homem conseguiu fugir e onde es ti? - Doi•izete tem muita cora gem, hoje é protegido da Igre - ja, está em Cuiabá, busca d e todas as formas sensibilizar as autoridades, mas ninguém lhe dá atenção. Apesar das denGncias, ninguém faz nada, foi em alguns jornais, não passou da porta. Os donos do Vale são poderosos. - Mas como fugiu - repetiu Lucas. - Roubou uma Winchestcr 22 num domingo de folga, saiu pela mata. Passou o diabo, mas canse guiu chegar em Cuiabá. Uma ave; tura. Não é para qualquer um. LE 11 I. ~ 1 dei cip As centrz sino a Gove. sian do Su1 que d Nacio -...,.. PAGLIOSI .MIDEIRIS L 10ft DE CARACOL ATENDEMOS TODO O BRASIL Serraria, Beneficiamento, Comércio de Toras, Tacos, Forros, Assoalho, Vigamento, Tábuas, Comércio de Madeiras em geral. 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