• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1527_20_07_1994

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ME.LA VI'TA/MS ANO: 22 NO: 1.'.,2"/ 20 DE JULHO DE 1.994 - QUARTA-FEIRA
~
DESPERTANDO CONSCIENCIAS
Prefelto Abraão Zacarias, "a prioridade é a pessoa humano".
Povo de Belo Vista, ho
cens, mulheres, jovens e
crianças. Gente do Água Do
te, "Nharon", Serradinho-;
Vila Nova, Primaveras, Es
pírito Santo, "Nunca - Te­
Vi", Boa Vista, Clarão da
Lua, Baixadas Corinthia -
na, Fluminense, Santa HÕ­
nica, Prcv isu l, Erva Ma­
te, Itaboraí,· Planaltos I
e II, ltavcrá, Cancha, Con
junto Dr. Ely, irmãos de
Bella Vista Paraguai, po­
vo que caminha, pés • no
chão, esperança nos olhos,
acreditando no futuro, a­
vançando no tempo, viven­
do um presente de traba -
lho e realizações.
Nos carpos dos EUA nos­
sos atletas colocaram os
corações nos bicos das chu
teiras e.mostraram ao mu~
do a fibra, a raça e a ar
ra do brasileiro. -
Por que não acreditar?
O real· está dando certo,
vaos derrotar a infla­
ção, acabar coe os parasi
tas, valorizar os que tra
balha e produzem, dizer
não aos agiotas, aos que
especulam, produzir mais,
gerar mais empregos, dar
condições dignas aos nos­
sos trabalhadores.
Por que não acreditar?
Nossa economia cresce,
se a conjuntura nacional
ê propícia ao surgimento
de NOVOS TEMPOS, cm nossa
cidade o quadro e mais es
imulante, estamos no ca-
!nho certo, construindo
uma cidade boa para se mo
rar, con qualidade de v{-
QUE SUFOCO! BRASIL TE­
TRA--CAMPEÃO. O grito eco­
ou dos pampas aos seringa
is, do Oiapoque ao Chuí,
lenbrando pnlavras de Fio
ri Giulioti. -
Desde o início, em to­
dos os jogos, o brasilei­
ro sofreu, o time sempre
deu a impressão de que i­
ria golear e jo ava ali,
taco a taco, até que ex­
plodia o gênio do irreve­
rente Rorn ... rio.
Contra a Itália, teste
para os cardíacos, foram
!20 inutos de emoção, e
da para nossa gente e com
alternativas para se in­
vestir, trabalhar com dig
nidade e propósitos defi
nidos. -
Está na hora de seres
gatar a tradição do nos­
so povo, tradicção de pio
neirismos, de inovações-;
abrir matas e cerrados,
plantar as sementes das
realizações. Trad içÕes de
mãos calejadas e suor no
rosto.
NOVOS TEMPOS, tempos
de mudanças, de cada um
assumir suas responsabi­
lidades perante a comunt
dade, ventos sopram em
todos os setores, portas
se abrem, os empreendedo
res pedem passagem. Jun­
to conosco, gaúchos, mi­
neiros, paranaenses, pau
listas, paraguaios, en­
fim, sangue novo que vem
irrigar o progresso de
Bela Vista.
t.Õs somos a cidade. A
cidade somos nõs. Sua gen
te. Seu povo. Hoje a ci-:
dade comcoora anivcrsã -
rio, é preciso reciclar,
idéias e objetivos, mas
antes de tudo~ preciso
acreditar.
Em nossa administra -
cão, a prioridade éa pes
soa humana, sobretudo os
marginalizados, os mais
carentes, não adianta
construir grandes e lu -
xuosos templos, se Deus
não habita os coraçoes.
Vamos sim dignificar a
pessoa humana, fazer de
cada coração um templo,
Brasil é Tetra Ca.mpeão
Possari Prega a Modernidade
0 empresrlo e produ­
tor rural Osvaldo Possa­
rl, Ulcctor-l're icente
da Viação Cruzeiro do Sul
e da SETE ESTRELAS MBRI
ÕES, disse ontem que "
Sudoeste e a Fr nteira
estão sofrendo um proces
so de transformação mul­
to grande, não só com as
obras que o Governo do Es
tado executa, a exemplo
das pavimentações das ro
dovins Porto Murtinho Ü
Jardim/Bonito; Bela Vis­
ta à Jardim e, brevemen­
te, Bela Visto/ Caracol/
Porto Murtinho, mas so­
bretudo, com os investi­
mentos feitos emtodosos
municípios. Produtores ru
rais de ltaporã, Doura=
dos, do interior de São
Paulo e do Paraná, estão
adquirindo terras em nos
,sa região e trazendo tê
nologias de ponta na área
de administração de fa-
bota emoçao nisso, 90 mi
nutos no teponoral,ma
is 30 na prorrogação, e
... zero a zero. Tudo i­
gual. Fomos para a deci­
são por pênaltis ... mui­
tos temeram ...
Vejam sõ, Ta:farel, o
goleiro criticado por to­
dos, foi o salvador da Pi
tria, defendeu um dos pê
naltis, os outros dois:
que deixara os italia -
nos a ver navios no de­
serto, Baseri e Baggio,
chutaram... para forn.
Marcara para o Bra-
resgatar a cidadania, res
peitando idéias e concei
tos, buscando a copreen
são e o entendimento. -
As idéias políticas
são argilas, com ela mol
damos os nossos objeti:
vos, construímos edifíci
os sólidos de fraternida
de para SERVlR o povo. REALIZAMOS MAIS UMA
Nesta edição de a TRI- EXPOBEL, O POVO AINDA VI
BUNA DA FRONTEIRA, faze- BRA CO A CONQUISTA DO
mos uma prestação de con TETRANOS EUA, ESTAMOS
tas, junto com os nossos ENGATINHANDO CO O PLA­
Secretários, funcionãri- NO REAL, A TORCIDA É A
os, procuramos fazer o MESMA, 150 MILHÕES QUE­
melhor. Estamos com a REM A VITORIA CONTRA A
consciência tranquila , INFLAÇÃO, NÓS TAMBÉM ES
dormlmos o sono dos jus- TA.'IOS TORCENDO. -
tos. A REALIZAÇÃO DA EXPO
SÕ não trabalha por BEL É ASSIM: UM TIME QUE
Bela Vista quem não ama PRECISA JOGAR AFINADO,
Bela Vista. Minha esposa CO MUITA GARRA, TALEN­
Olga, juntamente com sua TO E COPETECIA.
equipe, dedica todos os TAMBÉM ESTAMOS IIIE:O.
seus esforços em benefí- DO O CHOQUE DAS UDAN
cio dos menos favoreci -
dos. Meus filhosGuto, Ra
quel e Glaucia, jovens,
possuem sensibilidade pa
ra entender e capreender
o ideal do pai, em ae2r
minados momentos de nos­
sas vidas já não nos per
tcncemos, somos movido;
pela roda do servir. O po
vo é o rneu ideal. -
Nossa mensagem, minha
e de Olga, não é políti­
ca, é de fé, de crença
de que os desafios de nos
so tempo serão vencidos.
'ivemos t,QIOS TEHPOS.
PARABÉNS BELA VISTA .
Abraão Zacarias - PREFEI
TO MUNICIPAL.
Olga B. Zacarias.
sil Brnnco, Romãrio, Dun
ga, Mareio Santos perdeu
o primeiro. a Itália fez
sõ dois .
Agora nada importa, o
grito estrangulado saiu
da garganta de 150 nilhÕ
es de brasileiros: E CA.~
PEÃO ... E CMIPEÀO! ! -
Pró falar n verdade,•
o Parreira ê sádico ou
mnsoqulstn, não era pre­
ciso tanto sofrimento.
Bastava colocar três ata
cantes, desde o início~
Cara teimoso, mas é cam­
peão, o Brasil tera!!
O Tetra é nosso Brasil!
zendas".
Para Osvaldo Possari,
"ê preciso acompanhares
sa tendência, a de buscar
a modernidade o c
ó assim podereio to­
breviver nu éposa de
coupeténcIa e competitt
vIdade, quem assim não
proceder, ficar ora do
t:poec. pa,o".
Também na política,
segundo Possari, "esti
havendo mudanças, o po­
vo brasileiro está mais
consciente, mais politi
zado, sabe o que quer;
não se ilude com pala­
vras fáceis e esquemas
jurássicos, hoje o pol(
tico deve ser competen­
te, honesto é obrigaçõo,
regra de conduta".
Osvaldo Possari esta
rã hoje eo &ela Vista,
sua empresa, a SETE FS­
TRELAS EMBRIÕES, est,i
com um stand no Parqu,
de Exposições. Osvnldo
Possa ri é suplente de Se
nadar, na chapa do ca­
didata ao Senado Rachid
Saldanha Derzi e há vá­
rios anos colabora e par
ticipa da mais tradici~
nal festa da fronteira.
BELIYISTENSES
-- f
LUIZ FERNANDO NUNES RONDON
Empresirto Osya'' tossi­
r1, Diretor Presidente da
Viação Cruzelro do Sul e
da SETE ESTRELA EMBRIÕES,
uma das mais nvançadnn na
tecnologia de transferen­
cia de embriões.
AS, NOVAS TÁTICAS, MAS
ACREDITAMOS, E POR ACREDI
TARMOS, E QUE HOJE AI ES­
T, UM DOS MAIORES PAR -
QUES DO ESTADO. É l~ PA­
TRIONIO, !AO DE UM GR­
PO, MAS DO POVO DE ELA
VISTA.
NOSSOS AGRADECIMENTOS À
TODOS QUE COLA'IRARA PARA
A REALIZAÇÃO DA EXP031:.L,
DO MAIS HL"MILDE PEÃO AOS
GRANDES PRODL;TORES E r.:•:­
PRESÁRIOS.
MüITO OBRIGADO E PARA­
BÉt.S BELA VISTA.
(LILI)
PRESIDEXT[ no SIXDICATO RURAL DE BELA VISTA.
Mensagem do 10~ RC Mec
NAS COMEMORAÇOES PELA CONQUISTA DO TETRA
CAMPEONATO MUNDIAL DE FUTEBOL, NOS ESTADOS
UNIDOS, O BRASIL SE TRANSFORP.OU NUM PA!S U­
NIDO PELAS CÔRES VERDE E AMARELO.
QUE ISTO SE TRANFORME NUM ESFORÇO CONJUX
TO PARA QUE POSSAMOS VENCER TODAS AS NOSSAS
DIFICULDADES. QUE ESTE MOVIMENTO C!VICO ?ER
ANEÇA, ASSIM CONSTRUIREMOS UMA NAÇÃO ME­
LHOR.
Tenente Coronel Edson Souza Rodrigues
Comandante do 100 RC Mec
Mensagem a Bela Vista
Com alegria saúdo a populac3o ~e Be!a Vista, pela passagem
de mais um aniversári~. Par~bêns a voce, que através da sua
forca, constrói essa cidade.
Alegro-me e aplaudo com entusiasmo todos os belavistenses,
que trabalham para fazer desta cidade um exemplo de bem viver
comunitario.
Povo de Bela Vista, o seu destino é o progresso gerado ~e­
las mãos que labutam com amor, por essa terra abençoada. Com
emocao envio a essa valorosa comunidade, votos de felicitações
pela passagem ào 760 aniversário de Bela Vista.
Parabéns 3ela Vista! Parabéns minha terra querida!!
HARIZA SERRANO
Candidata a Deputada Federal pela Frente Popular
IBOPE CONFIRMA L.IDERANÇA TRANQUILA DE WILSON RTINS-
51 Levy Dias - 25% - Fonte: Jornal Naein.ai. j

4
-
Porque não fui ao Bom Dia
MS' da TV Morena
'lo últimos dias, os telejornais da 'TV
Morena vn ini!entemente falando sobre -
minha "rec: " em participar do progra,a -
"1om Dia MS", Fns fato exige alguns escla
recinnton.
Todos conhecem a, dificuldades de ace­
so ao meio de comunicação que venho en
frenando desde o começo desta campanha e-
1it.oral. Como candidato ao governo, venho
recebendo tratamento injusto, parcial e -
hos II por parte do alguns veículos do im­
prensa que pressionados pelo atuais ocu
pantn do poder e tadual, atropelam a @ti
ca o a lei para destinar generosos espaços
a um de meus oponentes, com o obj cti vo de
Iludir o eleitorado.
Mesmo assim tenho orientado minha asses
soria a tender igualmente a todos os ór­
qdos de comunicação, mantendo-os devidamen
t·, in[ormcidos dó dia-a-dia de nossa campa­
nha em respeito ao direito do povo à infor
mação.
Qualquer balanço do noticiário, no en
tanto revela o escandaloso dese·quilí.brio
entro o volume de informações sobre minha
campanha e a do candidato oficial, sempre -
[avorocido. •ral disparate ocorre principal
mente nos noticiários de televisão, fato -
mais grave quando se sabe que a lei eleito
rol 6 explicita ao estabelecer que "as e­
missoras de rádio e televisão ficam obriga
das a dar tratamento equànime a todos os
candidatos cm sua programação normal e seus
noticiários", sob pena de suspensão de su­
as transmissões,
Diante do flagrante desrespeito à 1egis
lação eleitoral por parte da TV Morena e -
outros veículos, já encaminhamos várias a­
ções, estando no aguardo do cumprimento
das decisões judiciais.
Quanto ao convite para minha participa­
ção no ·"Bom Dia MS", é no mínimo estranho
que o mesmo tenha sido feito para uma en -
trevista gravada, quando tradicionalmente
o programa é realizado ao vivo. Apesar de
carta enviada por minha ·assessoria à TV Mo
rena, a emissora passou a afirmar em seus
noticiários, sem qualquer explicação aos
telespectadores, que eu me recusara a com­
parecer ao programa.
Quero deixar clara, mais uma vez, minha
O candidato a de­
putado federal pelo
PMDB, Dilso Spcrafi­
co, disse ontem em
Navirai (a 364 Km de
Campo Grande) que o
processo eleitoral -
deste ano já está de
finido. "O bom senso
e a moral prevalece­
rão na escolha dos -
candidatos. A popula
çào sulmatogrossense
já elegeu Dr. Wilson
Martins para governa
dor do Estado", dis­
se Sperafico.
Dilso Sperafico -
falou também que dis
puta uma vaga na Câ­
mara Federal pela
mesma razão com que
as pessoas sentem-se
enganadas pelo P2
der. "O descaso com
a saúde do Pais, o
desemprego cm massa
e a falta de morzdi­
as são questões que
precisam de soluções
imediatas. Não dá
mais para ficar au
sente desta luta", -
disse o candidato.
O empresário Dil­
son Sperafico visi -
tou , dia 12, as ci­
dades de Naviraí e
Eldorado (a 462 Km -
de Campo Grande) cum
prindo roteiro de
campanha. Dos 77 mu­
nicípios do Estado,
Dilso Sperafico já
visitou mais da meta
de deles e promete -
ser um dos candida -
tos a deputado fede­
ral mais votado do
MS.
Sempre acompanha­
do pelo ex-prefeito
naviraiense, Dr. Ro­
nald Cançado, Dilso
Sperafico intensifi­
cou o corpo-a-corpo
na cidade e fez visi
tas ao comércio, en­
tre eles, o Frigori­
fico Capuci.
Aberta a 3 Eel
Senador Wilson Barbosa Martins
disposição de ir a este programa, desde
. que seja transmitido ao vivo. .
Não dou o direito a quem quer que seJa
de acusar-me de omisso, pois minha vida -
pública é prova de fé inabalável nos prin­
cípios democráticos, na convivência entre
os desiguais e no permanente embate dei­
déias. Além disso, a liberdade de impren­
sa sempre esteve entre minhas bandeiras,
não para beneficio próprio, mas como di
rei to de toda a sociedade. Estarei, como
sempre estive, à disposição dos meios de
comunicação, dos quais espero o tratamen­
to equânime e justo que a lei determina e
a ética exige.
Sperafico diz que moral • e bom
senso prevàlecerão nas Eleições
Em entrevista às
rádios Carandá e
Cultura, Dilso Spe­
rafico assumiu com­
promisso público de
lutar pelo desenvol
virrento de Naviraí,
priorizando a gera­
ção de empregos.Dil
so Sperafico também
manteve contato com
o presidente da
Guarda Mirim de Na­
viraí, José Ferreir
ra Lima, e visitou­
ª Feira dos Produto
res onde recebeu d?
versas reivindica -
ções.
No municipio do
Eldorado, Dilso Spe
rafico continuou -­
contato com popula­
res e reuniu-se com
representantes do
Lions Clube e Leo
Clube. O presidente
do Leo Clube, João
Geraldo da Silva, -
Rosa Pereira da sil
'
-
Tribuna. da Fronteira
-
FUNDADO EM:
'
DlÃRIO RECICNAL 20/0.2/1972 -
DIRETOR-REDATOR CHEFE: Ivll.l.do Pereira EXEMPLAR: R$ 0,50
-
GERENTE COMERCIAL: ~~ria Estela Vel.âsques Pereira
ASSINATURAS: ..
SECRETARIO D; REDAÇÃO: Ualdino Rodrigues .
REPORTAGENS: Jo::io Carlos Velásque.z, J.ndré Ãvalo e
SEMESTRJ.L: R$ 45,00
' Fi.rnlno de &rros
ANUAL: R$ 90,00
' -
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: * OS ORIGINAIS EN -
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL -
Vl.AOOS Ã. REDAÇÃO NÃO
SERÃO DEVOLVIDOS. os
23 - FOE: (067) 439 - 141'0 - PELA VISTA - HS
ARTIGOS ASSINADOS· NÃO
,;,
SUCURSAIS: Jrdi, Porto ±urtinho, Antonio .Jc:xio. REFLETEM NECESSARIAMEN
'Bonito, Caracol, Car.po Grande e Correspondentes TE A Ol'INIÃO DO JORNAL
ee Brasília e S:io Paulo
• FILIADO A:
Propriedade d3_Rede ,Jggyiytense de Jornais - LTDA
gcggy - yg22yggot_ 'og . . ADJORI E ABRAJOP!
-
j
va, também do Leo, e
os "leões" Leandro -
Carlos Lopes e Anto­
nio Francisco da Sil
va, firmaram compro­
misso com a candida­
tura de Dilso Spera­
fico.
noite, Dilso
Sperafico reuniu-se
com o coordenador da
c?.mpanha em Eldora -
do, radialista Flávio
Godoy, e lideranças
populares do municí­
pio. Mais de 100 pes
soas prestigiaram a
reunião no auditório
na Rádio Clube Inde­
pendência, destacan­
do-se, o presidente
do Sindicato Rural -
Antonio da Costa, o
vereador Luiz Carlos
Lázari, o presidente
da Câmara Municipal
de Iguatemi, Luiz
Edvaldo, vereador
Nadir Portela,radia­
lista Ivaldo Maciel,
o presidente da Ass~
ciacão dos Produto -
res de Leite, João -
Carlos, a presidente
da Associação das do
nas-de-casa, Maria -
Fernandes e o repre­
sentante da Asmel de
Eldorado, José Mar­
tins.Dilso Sperafico fa
lou aos presentes sobre
o abandono de certas re
giões do Estado."Ncs -
últimos anos , o sul do -
Estado foi esquecido pe­
lo governo do MS. Pre­
cisam::>s retonar· o de­
senvolvimeno priorizan
do os setores conside­
rados essenciais" .
,
,, .
, Prefeito Muni
I. Do 'Is; C rdsnte do
ronel F±on Souza odri
berto Rondon; Intendente Municipal de
P,rui { kuben ,rcete: fce-?r te!toe 4e
< G.d s o t«is t-r+as
Por, Ocar Goldci; Pudre !Iliam (Gon»alve , Pir
co local; Vereadores, Prestdente do Sindidato #a -.
ra! de Bela Vista e te!ros da D!reteria da Fnt A
de que é a organizadora da EXPOMEL..
PREFEIT0 DISCURSA MA AME RIRA DA FXPOE1.
/
Pref. Abraão Zacarias
o Prefeito Mutlpa! A
braão Zacarias, que M'
rias anos vêm colabra
para a realização desta -
qu é a maior melhor -
f sta da nossa fronteira,
participou da solenidade
• de abertura oficial da EX
POBEL, em su discurso e­
le lembrou a necessidade
do aumento da produçio a.
grícola para suprir a de­
manda populacional do PI­
{s e destacou a participa
ção e colaboração que os
produtores rurais vêm -
tendo nesse processo. A­
baixo, na Integra, o dis­
curso proferido pelo Pre­
f eito Abraão Armoa Zaca -
rias, na solenidade d~ a·
bertura da EXPOBEL:
"Senhores produtores,
Abrimos a vigésima terceira EXPOBEL com as vis­
tas voltadas para o futuro. Novamente a Nação se
mobiliza para combater o pior inimigo de que pro­
duz: A INFLAÇÃO.
A ciranda financeira que vinha desvalorizando -
nossa moeda na média de 50 por cento ao mês esu,aga
a produção, inviabiliza o setor público jogando o
País no fosso no fundo da miséria e da fome. É ua
vergonha que uma Nação de dilllensões continentais -
como a nossa, assistia a organização da sociedade
sem uma cruzada contra a fome, martírio que ronda
diariamente a vida de pelo menos 20 milhões de al­
mas.
Brigar contra a Inflação é participar do bo -
cimbate. A derrota desta enfermidade crônica inte­
ressa aos setores produtivos que apostam no traba­
lho corno caminho para fartura e prosperidade. Ho -
mens como os senhores, gente que acorda cedo e que
dorme tarde; gente que paga seus impostos.; que
constrói o futuro na labuta diária.
O Plano Real certamente não é perfeito. Com ce!
teza, nesta fase inicial de estabilização na moeda
alguns segmentos da economia sofreram mais do que
outros. E o caso dos exportadores que colidira<> -
frontalmente com a equiparação da moeda ao dólar.
Os juros ainda estão altos demais, forçando a
elevação de alguns produtos e serviços.
Mas são os efeitos colaterais de um renéd1o -
que, esperamos, .trará de volta a esperança e a ex­
pectativa de crescimento do País. Ao frear a pro­
dução e privilegiar a especulação, o processo in -
flacionário toma do trabalhador brasileiro o seu
bem mais precioso: o emprego.
E um homem sem emprego é um desesperado. Sem
futuro e sem presente. O poder público e as Entid~
des privadas que atendem a população carente, aqu
las pessoas que se encontram na chamada faix~ di
risco social, não tem orçamento para dar vazao
todas as solicitações. Todas elas justas, todas
cessárias.
Senhores Produtores, lideranças Rurais do Esta
do e do Municípiq!!
A inauguração de eventos como este ensejam co -
mentários assim. Não são palavras de um descrente,
muito menos de um pessimista. Aqui não fala u po
lftico. Aqui fala um produtor rural, un cidadao -
que, pelo cargo passageiro que ocupa, é visitado "
diariamente pelos muitos que são vítimas desse
cruel e desumano processo de valorização da especE
lação em detrimento do trabalho. a
É hora de união para ajudar este plan~ rea:; a
estabilizar a inflação. Uma economia escavel e
base para o investimento produtivo. É preciso au
mentar a nossa produção de alimentos. é preciso
que o trabalhador tenha acesso a um poder de o "
rarca
pra maior para usufruir desta riqueza que ar • de
mos do solo em forma de proteína verelha o ,_o­
grãos. Basta citar apenas um numero para dimen _.
nar -o· tamanho da responsabilidade de quem produ~ •
apenas para atender sua demanda· populacional
O BrE.
sil precisaria cre.scer de 4 a 5 por cento ao ano-
ilh
- · nai.u:e:i-
1 sto para gerar empregos aos m oes que a ba _
te se habilitam a participar do mercado de tr?
lho. Aproveito a oportunidade que a abertu.ra qn ;..
POBEL pemite para hoenagear o homem do capo» F
ra cuoprimentar o produtor rural. É de pessoas ~s
sim que o Estado e o País precisam. Cercado por
gente que acredita no :nilagre do trabalho. reforço
o apelo para que nos unamos nessa grande luta ar°
vencer a inflação. Valorizando o trabalho. sere:o•
fortes e nossos caminhos marcados peli prosperi!a
de e pela fartura.

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Rc:scrvada Campeã Nov,rha Menor - Bau~u'9 l
Rcs-,rvad<l Campeã Vaca Jovem - Três Lagoas"93
campeã Vaca Jovem - Londnr>ê1°93
Grande Campeã -Andrad,na 93
Na foto ao
lado o Stande
da Sete Estrc
las Embriões
instalado no
Parque de
Exposições
Rio Apa, a
inteira
disposição
dos
Pecuaristas
e Produtores
Ru.rais em
geral
l , ,..
--...,..
GAi.A DC
M;rrnz prerniadissirna. obteve como s-ua me:!1cr
premiação o de Res. Camo. Nov. Menor em
• u::izrat:>a"90
---- ------- - -
!'ESLAS
-"ir-2.-

Unidade
TODOS V.EMA CAIR
A GOTA MA OCEANO,
OI f POUCO CO-
PENDEM QUE A COTA
E. O OCEANO KO UM.
f, PRECISO, ESTA
f.POCA DE CRISE,
ONDE' OS DIFÍCEIS DE­
AFIO O MAIS DO
QUE DESll'IOS, s/o
VERlllDE lllOS lD ISMOS
QUE PRECISAM ER UI­
TRAPASSADOS, QUE HAJA
UNIDADE, NÃO SÓ A N1-
VEL POL1TICO, SOCIAL
E ECÔNOMICO, MAS, f:
PRINCIPALMENTE ,NO SEU ASPECTO JUSTIÇA SOCIAL.
NÃO SE CONSTRÔI UM MUNICIPIO, PROSPERO EXISTINDO BOLSÕES
DE POBREZA, NÃO SE FORJA UMA CULTURA SEM BIBLIOTECAS E LIVRA­
RIAS, NÃO SE ADOÇA O CHÃ COM SAL E NEM SE •rOMA O CAF.f: SEM PÓ.
E PRECISO UNIDADE.
NESTE DIA, QUE TODOS OS BELAVISTENSES SE UNAM EM PENSAMENTO
E FORMEM A FORÇA MENTAL QUE PROPORCIONARÁ MEIOS PARA SEUL­
TRAPASSAR OS DESAFIOS.
PARABÉNS BELA VISTA.
Trabalho
Vereador Marcos
Elias Rios da Cruz
U11A CIDADE SE FAZ COM LUTAS, COM TRABALHO INCANSÃVEL, GAF­
RA E DETERMINAÇÃO. SAO MARCOS DE SUA HISTÓRIA QUE ENCHEM DE
ORGULHO OS MUITOS QUE A AMAM. ASSIM .f: BELA VISTA: GALERIA
DE HOMENS BRAVOS, DESTEMIDOS, QUE DESDE OS PRIMÓRDIOS DA
HISTÓRIA DESAFIARAM OBSTÃCULOS E COM SEU SUOR ERGUERAM AQUI
A MAJESTOSA PRINCESA DO APA.
VAMOS CONTINUAR TRABALHANDO PARA QUE BELA VISTA CRESÇA A
CADA DIA.
Veterinária Criação
e
E Preciso Refletir Amor e fé
OLHANDO O PASSADO ANALISANDO O QUANDO NÃO SABEMOS MAIS EM QUEM ACREDITAR NO MUNDO, DEVE-
FUTURO, DO QUE FOI E DO QUE AINDA
TEMOS A FAZER, SENTIMO-NOS ESTIMULAR
A CONTINUAR TRABALHANDO. UM DOS EXEM­
PLOS VIVOS QUE TRADUZEM O ESPIR1TO DE
LUTA E O ARROJO DO SUL-MATOGROSSENSE
~ A EXPOBEL. NÃO .f: FÃCIL CONSTRUIR,
DESTRUIR SIM, BASTA UMA OU DUAS PALA­
VRAS, PARA CONSTRUIR S PRECISO TODO O SACRIFICIO DO PENSAMENTO
POSITIVO. AQUI E AGORA, BELA VISTA f: O EXEMPLO.
MUITO FOI FEITO POR GOVERNOS ANTERIORES, MUITO AINDA TEM
QUE SER FEITO, O BELAVISTENSE ESPERA, QUE NÃO SEFRUSTRDi ANSEIO
E CONTINUA ACREDITANDO, AFINAL .f: IMPORTANTE ACREDITAR.
NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO BELA VISTA COMEMORA O SEU ANI­
VERSÁRIO ENVIO AQUELE ABRAÇO AMIGO, AQUELA SAUDAÇÃO FRATERNA,
AOS BELAVISTENSES QUE PARTICIPAM DA LUTA MAIOR. CONSTRUIR UM
MUNICIPIO PROSPERO E ATUANTE.
MOS ACREDITAR EM NÓS MESMOS ....
O 0NICO ELIMINADOR DA MISÉRIA CHAMA-SE O DIVINO TRABALHO.Ó-
NICO SALVADOR DAS PIORES CRISES, ELE CHEGA AJUDANDO, LEVANTAN-
DO TODOS OS CA!DOS.
SEJA O TRABALHO QUE FOR, BEM CUMPRIDO, COM TODA A DIGNIDA-
DE, TERÁ SUA RECOMPENSA E SEU ~!E:RITO.
SE, DIANTE DE QUALQUER SITUAÇÃO DIF!CIL, PERSISTIMOS COM
ENTUSIASMC E PACIENCIA, VEREMOS IMEDIATAMENTE QUE AS TEMPESTA
DES FORTES VERGAM A VONTADE MAS NÃO A QUEBRAM.
PARABÉNS BELA VISTA
PARABÉNS EXPOSITORES.
PARABÉNS BELA VISTA
PELO SEU T6 ANIVERSÁRIO
EDSOH MEDEIROS DE MORAES
Ezequiel Barbosa
Gerente da Agência
do Bradesco

UM DIA DE f ESTA
OJ: 1 MI-.
VER.GAIO DE'TA
CIAL.
UM D f/ DE FJ.S
TA QUE GERVP.,
THfM , PANA
LEMBRAR 'TODOS 0g
D 1/S DE LUTAS,
ESFORÇOS E MUI'I'O
TR/Bllf,110 DE 'l'ODOS
OS QUE AS CONS­
TRUI RAM.
TEMPOS DE SE··
MEADURA E COLHEITA.
TEMPOS DE ENGORDA E /BATE.
TEMPOS BONS, TEMPOS DIF!CEIS.
TEMPOS 1DOS E VIVIDOS PELO BANCO DO BRASIL NESTA CIDADE.
ATUANDO E PARTICIPANDO INTIMAMENTE DO PROGRESSO E DA VIDA
SOCIAL DE NOSSA COMUNIDADE.
ESTE PASSADO~ O MAIOR AVAL PARA INVESTIRMOS CADA VEZ MAIS
EM NOSSA TERRA E NOSSA GENTE.
• E PARA OLHARMOS CONFIANTES OS ANOS QUE VIRÃO.
HOJE TODO MUNDO VAI VER A BANDA PASSAR, PORQUE NINGUtM r;
DE FERRO.
AMANHÃ COMEÇA O NOSSO FUTURO-
Construí r
RUIR O HOMEM E O MUNDO
~ A TAREFA DE TODOS
NOS. UMA EMPRESA, ~ Cg
MO A ARVORE, QUE GERI
'A DA SE.'1EtiTE A'I't: ATI!l-
GIR ADULTA E DAR A SOM-'
BRA AMIGA A
AQUELES QUE
ASSIM E A PORTEIRA_LEILOES RURAIS , UMA EMPRESA BELAVISTE
SE QUE SURGIU DE UMA PEQUENA SEMENTE PARA SE TORNAR HOJE UMA
ARVORE FRONDOSA. NÃO ADOTAMOS A FILOSOFIA OTIMISTA SIMPLES­
MENTE POR ACREDITAR, {; MUITO MAIS DO QUE CRENÇA, t A CERTEZA
DE QUE BELA VISTA{; UMA COLMEIA DO TRABALHO ONDE TODOS AQUELES
QUE ADOTAM O TRABALHO COMO GUIA, COLHEM OS FRUTOS DE SUA LUTA,
PARABtNS BELA VISTA.
Brasil
ESTAMOS ND LUTI
Obrigado Bela Vista
JÁ PARTICIPEI HÁ VA­
RIOS ANOS DA EXPOBEL E,
NAQUELA OPORTUNIDADE, NU
MA INTUIÇÃO QUE MUITO
AGRADEÇO, VISLUMBREI A
TRAJETÓRIA DE SUCESSO
QUE HOJE SE CONFIRMA.
HOJE BELA VISTA CO­
MEMORA O SEU ANIVERSÁ­
RIO, E UMA DATA MUITO
ESPECIAL, GERALMENTE DE
REFLEXÃO, MAS TAMBl::M DE
FESTAS, E E NESTE CLIMA
FESTIVO QUE AGRADEÇO O
APOIO QUE TENHO RECEBIDO NÃO Só DO POVO DE BELA VISTA, MAS
DE TODO O SUDOESTE E FRONTEIRA.
DIZER QUE CONTINUO A DISPOSIÇÃO DE TODOS NAO E NECESSÁRIO,
TODOS CONHECEM A MINERAÇÃO BODOQUENA -
PARABl::NS POVO DE BELA VISTA
PARABENS EXPOSITORES.
ANTONIO ARANHA
Mineração Bodoquena
PARECE QUE FOI
ONTEM. JÁ SE PAS- i;
SARAM VÁRIOS ANOS.O
INICIO NAO FOI FA- .L>
CIL, COMO TODOS OS
INICIOS, O PRIMEIRO
PASSO FOI DADO. AS­
SIM COMEÇOU A LONGA
MARCHA, UM PE APÓS
O OUTRC E INICil..'lOS '
A CAMINHADA.
DESAFIOS F0RAM 1
VENCIDOS, GRANDES E •1 _.
PEQUENOS. ENCONTRA-
MOS NA ESTRADA DA
REALIZAÇÃO COMPANHE,
ROS DE JORNADA, HO-
MENS COM OS MESMOS
PROPÓSITOS, ELES NOS
SERVIRAM DE EXEMPLO, DE ESTIMULO... AFINAL OS SEMELHANTES
SEMPRE SE ENCONTRAM.
ENCONTRAMOS TAMBtM OS QUE NO ACREDITAVAM(E NO ACREDITAM,
HOMENS QUE SE ENCONTRAM PARADOS NA ESTRADA DA VIDA. POR MAIS
PARADOXAL QUE PAREÇA, ESSES HOMENS NOS DERAM ESTIMULO MAIOR ...
E PROSSEGUIMOS.
SUPERMERCADO ARCO IRIS, MAIS DO QUE UM NOME, UMA FORÇA VI­
VA QUE OPERA DESDE OS RECÔNDITOS DA MENTE, ATI:: O MUNDO MATE­
RIAL DAS CONQUISTAS DO HOMEM QUE CRÊ, E POR CRER, ATUA NO MEIO
EM QUE VIVE.
Supermercado Arco Ir is
Mensagem
NÃO ME LEMBRO ,-... - ---
QUEM DISSE ISTO,
MAS FOI UMA FRASE
QUE MARCOU O MEU
ESPRITO: AINDA
SURGIRA UMA POLITI­
CA CÓSMICA. O QUE
TEM A CHAMADA POLITICA
CÓSMICA COM O ANIVERS
SARIO DE UMA PEQUE
NA CIDADE? -
FÁCIL.QUANDO SE
FALA POLITICA COSMI
CA, LEMBRAMOS O ES­
PAÇO INFINITO TALVEZ
OUTROS MUNDOS.OUTRAS
GENTES.
TENTAREI SINTETI­
ZAR MINHA IDEIA-O. _
HOMEM PRECISA SE
ENTENDER ANTES DE BUSCAR OUTROS MUNDOS, OUTRAS TERRAS. PRE-
CISO QUE A POLITICA DO HOMEM, NA TERRA, SEJA. EMBRIAO DE UMA
POLÍTICA MAIOR. ISTO DEVE E PRECISA INICIAR-SE DE CIMA PARA
BAIXO, DAS PEQUENAS PARA AS GRANDES COMUNIDADES. A MINHA MEN­
SAGEM NESTE DIA A DE QUE OS POL!TICOS BELAVISTENSES SE EN­
TENDAM, SAIBAM CAPTAR AS BOAS NOVAS E INICIEM A CAMINHADA.
Josélio dos Santos
Vereador- Caracol--MS

1 IRTE DE COMERCI LIZ R CD
EFICIÊNCII E HUMIINISMO
A atividade comer
e i ;IJ ,, ur:1,1 il r ,. qu,:­
exige não somcn e a
vontade doterminada
de qanhar dinherio -
nos negócios, mas pn
ra que a ação e cor
plot:e, é pn:ci:;o que
haja de parte dos do
noa dn oatnbolocim,~
to, seus qerentes e
funclonãrioo a inton
cão do ajudar e con--'
tribuir pnrn a como­
didndo, o bem estar
e nos dias atuais
main do que untou, -
pnrn n •conomin doo
cus clientes.
Já se vão distan­
tco oa tompoa cm que
Dela Vista cultivava
os velhos costumes -
dos Armazéns e Ven -
das que mantinham as
suas mercadorias às
escondidas cm vastas
prateleiras e dcpósi
tos à espera da manT
fcstação da vontade­
do freguês, fazendo
do balconista um a
tendedor de pedidos.
Por este aspécto,
dentre tantos outros
o SUPERMERCADO ARCO
1RIS se fez pioneiro
na implantação de no
vos métodos de tra-­
balho, modernizando
normas e agilizando
meios que pudcssem,a
exemplo de cidades -
de maior porte, ofe­
recer vantagens eco
medidades aos seus::
clientes.
A direção da em­
presa, sabendo que -
nos dias atuais sO -
mente atingem objeti
vos aqueles que dinã
mizam a atividade a­
través de promoções
sérias e confiáveis,
implantaram normas -
de trabalho que vie­
ram de encontro à mo
dernidade, por onde­
se conclui no aumen­
to gradativo da sua
seleta clientela, ca
da dia mais ativa o
participante.
Agora, com a im­
plantação da Nova
Moeda brasileira em
cujo sucesso a admi­
nistração da empresa
coloca muita fé, am­
pliam-se ainda mais
as dinâmicas premo -
ções por onde o SU­
PERMERCADO ARCO !RIS
costuma premiar os -
seus clientes com
sorteios de valiosos
brindes, sempre com
base nos valores de
suas compras.
A preocupação da
administração está -
sempre voltada para
a qualidade e o pre­
ço dos produtos que
comercializa e por
essa razão, que é
doutrina de traba­
lho, se destaca pe -
rante a concorrência
sempre com preços cõ
modos e convidativos:-
Nas variadas se -
ções, organizadas de
forma a mostrar a
marca e a qualidade
dos produtos, desta­
cam-se a banca de
frutas e verduras, o
Açougue, o expositor
de frios e embutidos
e todos os gêneros -
que compõe a Cesta -
básica, está, sempre
com o melhores pro­
;o do cidade·!
A hunco conrl,1ntu
de aperfeiçoamento -
e do aprimoramento -
em 'odo, o seus s'0
res, demonstram a
confiança da adminis
tracção e seu funcio
nários non destino
desa terra,que a cada
clin nr finnn .iinda ••
l
O cliente participa de sorteios que
Ere oferemnprêmios valiosos. Na foto
promoção conjunta com a Todcschini e os
1os exostos.
"" ....
r
mias, como o lugar -
seguro par a pra­
nôncia dos seus fi
Iho.
Direção e funionã
rios do ARCO 1RIS, •
compõe uma família u
ida, que irmanados
pela dou rina crisa
e norl0ncla pelo::;
princípioo de ordem
e de trabnlho,buscom
cad vez ma ia o npcr­
f<'içoarncmlo.
sem
a -
prê
'
Localizado cm ponto central dn cidade, o SUPERMERCADO AHCO
ÍRIS se transforma cm ponto obrigatório da família bclavis ensc.
~
z- .2»
• t
A vantagem dos descontos e das promoções especiais sao
3emprc bem recebidas elos clientes quando passam pelo caix:a.
,._ -
Reporaqcm publicitária -- Jotag& Promoçó
.
· / - - - .., - - ------ - ---------
Nas gôndolas bastante sortidas e sempre renovadas, o clien-
te ARCO !RIS encontra opções de produtos das mais variadas e re
nevadas marcas e procedências.
As compras do fabricante e do produtor, proporcionam a opor­
tunidade de oferecer bons preços e alta qualidade.
- í'
_)
O Balcão de frutas e verduras é trata­
do com esmero e_muito carinho pelos fun
c1onar1os, oferecendo ao cliente produtos
frescos e bem conservados.

l
I'
'i
1
l
a
..,
Nas plaquet, -- -±
. as e preços, a transparen
eia dos preços baixos.
RECORTE E GANHE:
Supermercado Arco 1ris
ESTE CUPOM, VALE UM DESCONTO DE 5%
EM QUALQUER COMPRA AT~ O DIA 05.0B.94.
APÔS USAR E SER CARIMBADO PELO CAI­
XA,_ COLOQUE SEU NOME E ENDEREÇO ABAIXO
E CONCORRA NO SORTEIO A UMA COMPRA DE'
LIVRE ESCOLHA NO VALOP. DE
RS 65,00
A URNA SERA ABERTA
NO DIA 06 DE
AGOSTO DE 94 As 1B:oo
HORAS.
------------------
-----------------
PIRABENS BELI VISTA
NOME: _
END: _
TEL·------------~
j

MMiens agem
/1 V/IJ/ 1'fl0
t PONTO DE
EPOUO NEM
ESTAGIO PARA
V5.RANE1O.
O COMODISTAS
TENDEM A QUERER
PAPAR AS LEIS
ATURAIS DA
EXISTENCIA.
'
'
TUDO E
CV0LUÇlo, TOO AS
AS MJNlFI:;S'l'lÇÔES SÃO VARIADAS.
PORTANTO QUEM QUISER PARAR, PODE PARAR, MAS
A VIDA CONTINUA E OS QUE PARAREM SERVIRÃO DE DEGRAUS
PARA OS OUTROS QUE CONTINUAREM COM A VIDA.
SERVIR BELA VISTA NA POL1TICA,
NA JUSTIÇA, COM TODOS OS SEGMENTOS DA COMUNIDADE.
E CONTINUO A SERVIR.
ENTENDO A VIDA COMO PARTICIPAÇÃO VIVENDO-A COM
INTENSIDADE. LEMBRO, A PROPÓSITO, AS PALAVRAS DE
ADOLFO BLOCH "FAZER ALGO PELA VIDA EM VIDA" .•
ASSIM E:, ASSIM FOI E· ASSIM SERÁ.
S A RODA DA VIDA.
BELA VISTA NÃO PODE PARAR. A PRÓPRIA LEI DA EVOLUÇÃO.
INCITA-NOS A LUTA PERMANENTE.
NO SEU DIA, PRINCESA DO APA, QUE E: O DIA DE TODOS NÓS,
AS MINHAS SINCERAS HOMENAGENS.
Sydney Nunes Leite Vice-Prefeito
UNIIO, ESFORÇOS
E VONTADE
TEMOS VISTO PROFUNDAS
TRANSFORMAÇOES EM VOSSA REGI1O,
SOBRETUDO EM
CARACOL,
BELA VISTA E
PORTO MURTINHO.
DENTRO EM BREVE AS NOSSAS
CIDADES ESTARÃO LIGADAS
POR· ASFALTO A CAPITAL,
NOSSAS RUAS ESTÃO SENDO
ASFALTADAS,
RESPIRA-SE UM CLIMA DE PROGRESSO.
E: NESTE CLIMA QUE, UNIDOS,
IRMANADOS,
ENVIAMOS AS MAIS FRATERNAS CONGRATULAÇÕES
A BELA VISTA, SEU POVO; AOS ORGANIZADORES DA
EXPOBEL E LAÇADORES DE TODO O ESTADO.
PARABENS À TODOS QUE FAZEM O PROGRESSO
WILSON FERREIRA LEITE (LOLÓ)
VICE-PREFEITO DE CARACOL E PATRÃO DO CLUBE DO LAÇO
Aral Rodrigues
PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE CARACOL
O IDEI
1 )
·S UM FAROL ILUMINANDO CAMINHOS,
A ESTRELA GRANDE NO ESPAÇO INFINITO, E: A MARCHA
DO ESP1RITO EM DIREÇÃO AO SOL MAIOR.
NÃO POSSO ENTENDER O SER HUMANO SEM UM IDEAL,
NÃO IMPORTA O TAMANHO DESTE IDEAL,
PODE SER PEQUENO COMO O GRÃO DE AREIA
E GRANDE COMO A MAIS ALTA MONTANHA, O QUE VALE
NO E O TAMANHO,
S A INTENSIDADE DESSE IDEAL.
NÃO IMPORTA O GRANDE OU A PEQUENA CIDADE,
NÃO IMPORTA ESTE OU AQUELE LUGAREJO,
IMPORTA SIM,
S QUE ELE PERTENCE AO GRANDE TODO,
QUE E: A NAÇÃO E ESTA AO PLANETA.
t.UM UM PENSAMENTO COMPLEXO,
MAS RESUME-SE EM DESCOBRIR QUE TODOS OS ELOS
SÃO IMPORTANTES.
BELA VISTA, REPRESENTA MUITO EM TERMOS DE
TRAD 1AO,
DE FORÇA E
DE PENSAMENTO.
BELA VISTA NO É MAIOR, NEM MENOR,
SUMA CIDADE QUE ENCONTRA FORÇAS PARA PROSSEGUIR,
E CANALIZA ESTAS FORÇAS EM FUNÇÃO DE SEUS FILHOS.
PARABÉNS PRINCESA DO APA
d PARABENS EXPOSITORES
JOSE ATANASIO LEMOS NETO.
PRESIDENTE DA FEUdRAÇÃO DE CLUBES DE LAÇO
Ao Povo de Bela Vista
ESTAMOS TRANSFORMANDO O
SUDOESTE E FRONTEIRA.
PROMETI... E CUMPRI.
O ASFALTO PARA JARDIM E:
UMA REALIDADE,
FALTAM POUCOS KILMETROS.
E LANÇAMOS O ASFALTO
PARA CARACOL, E
PARA ANTONIO JOÃO.
E AS OBRAS DE
PAVIMENTAÇÃO DE
PORTO MURTINHO A JARDIM
ESTÃO ADIANTADAS.
SONHO?
NÃO, REALIDADE DE UM
GOVERNO QUE PENSA GRANDE,
QUE IMPLANTA JUNTO COM AS
OBRAS DE UMA NOVA FILOSOFIA, A DE
OUSAR, ACREDITAR E AVANÇAR.
O PASSADO SE REPETE, A1 ESTÃ A
UNIVERSIDADE ESTADUAL EM JARDIM, A EXPANSÃO
DA REDE EL8TRICA, O ASFALTO EM CARACOL,
PORTO MORTINHO, GOVERNAR 8 RENOVAR ESPERANÇKS,
E: SEMEAR, ASSIM E O MEU GOVERNO.
Pedro Pedrossian
Governador
'-GOVERSO MS

FLIGRINTES DOS 15
r,
João Vieira, Jari, leda e Aral
Sra. Joana, Juvino Godo, Karina e seu. pai Anto
nlo da Silva e Sra
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Irlo~" rl','it.,,ce Sra, Sra Alice, a lf! Dama
Caracol Sra. Joaninha, Major e Sra.
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F.guipc da Cantina

1
Cirilo Ram1rl'R, ,. Sra, Irlo_.i!:'_ !')dtill:
---~-·
Dilmar e Srn.
I
r7"e
Amigos de Ponta Porõ que vieram cu~primentar Ka­
rina
Karina 1adcada por mixos e seu pai (à esquer_
da), Antonio da Silva r.eit-, e Sra .
. rf
' t..,.
1 ',, ~ ,...:,.;"-.
• !
F.leg;::.ntes Senhoras '!!!." _!.lhrilhant.,r= º" .!2..
de Karlna
'
anos
_J
Eduardo banhes, Meco Fodr igues. Auygust inho -
Iey. Pres. da Ciim. José Carla,: !larcc!o,; e aig
' J •
. .. A~rllhantaram a festa de Karina
- -- ------
--------


....
I
llorac í o Godov e
7-
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%
Karina c amiga
.I
Sra.
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a l ii
que n.lo ía l tou nos 15 aros de Kari
na

ED.IÇAO ESPECIAL VISTA
fiEf.A VJG'l'/ - MA'l'O GHOSSO DO SU[, QUARTA-FEIRA 20 Dr: JULA!O DE 1. 994
oto ras
Bela
' 1
Vista Vive Novos Tempos
Deedc que an~umlu o comando do Exc­
ativo Mwfclpal, pela segunda vez, em
'de Jane Iro de 1.993, o Prefeito A -
brniio /lrn10t1 Zacarias, contnndo com 11
estrelta colaboração de todo o seu Se­
cretnrlodo, vim Jmprimindo uma nova ar
den administrativa no Municípfo, volta
do para n modernidade e a uficl~ncla -
noG serviços oferecidos pelos Órgãos e
autarquias da Prefeitura Municipal
fatores que slntetiwm os "NOVOS TEM -
!'OS" a que o Prefeito se propôs a
conqulstnr para Bela Vista, nos seus
mnlN dfversnR setoreA de ntlvfdn<le.
..a .« ee
Prefeito Abraão Zacarias desenvolve uma Admlnistracào moderna e eficiente
usando de muita criatividade e respe!
to com o dinheiro público. Sob esse -
prisma, virias ações administrativas
fornm colocndne em pritlca pelo Pre­
feito, como a elaboração do novo cód 1
go Tributário Municipal, recadastra
menta imobiliário do Hunlcípio, elabo
ração do Cadastro de atfvidades econô
mlcas e também a lnfonnat ização d;
Prefeitura Huniclpal, iniciativas que
exigiram consideráveis investirne~tos
de recursos próprios do Munlc!pio
mas que em multo irão colaborar para
uma Administração mais moderna, mais
eficiente e mais justa para os Mun!cl
pese para a melhoria do atendimento­
no público em geral no que diz respei
to aos serviços prestados pelos órga­
os e autarquiar da Prefeitura Hunlcl­
pal.
e Bela Vista
O começo não foi dos mais fáceis,
culto pelo contrário, é do conhecimen­
to de toda a população belavistense
que a atual Administração encontrou u­
na Prefeitura em precárias condlç~es
fnanceirns, com o salário dos servido-
res atrasados vários meses, débitos
coe fornecedores e
1
pres tadores de ser­
viço$, equipamentos da Secretaria de
Obras sucateados, convênios sem nenhu­
ta prestação de contas, etc .. : Como se
- Parcelamento de dí- l
Vida com o INAMPS, refe
tente a Convênio para com
Pra de equipamentos para
0 Hospital são Vicente de
Paula, cujos recursos fo­
ram aplicados no mercado
financeiro pela Adminis -
tracào ant1erior, sem pres
tacão de contas dos divi::
dendos dessa aplicação
que na época foi de
31.439.127 ,00 (trinta e
hlll:l 1nilhÕes, quatrocentos
e trinta e nóve mil, cen­
to e vinte e sete cruzei­
tos), de acordo com con -
fissão de dídiva assina'da
elo ex-Prefeito em 18/[2/
,92. Essa dívida foi divi­
dtda e 24 parcelas de
8.140,6154 UFIRs, o que
corresponde hoje a R$
4
-573,39 (quatro ~il, qui
nhentos e setenta e três
. ',.reais e trinta a nove cen
avos), que estão sendo
Pagos pelo Prefeito Abraão
Zacarias;
- Parcelamento de débi
to com o PASE1', relativo­
ao Período de 01/83 à 03/
9
3, sendo 48 parcelas men
•ais no valor de 1 920
UFIRs, o que equivale ho­
Je a R$ 1.078,67 por mês;
- Parcelamento de déb!
to com o FGTS dos Servido
Fes Municipais, uma vez
que os recolhimentos não
ta efetuados desde
'.967.
nao bastasse, o Prefeito Abraão Zaca -
rias teve também de desenvolver diver­
sas e cansativas negociações para con­
seguir o parcelamento de Convênios que
não tiveram prestação de contas, e de
várias dívidas da Prefeitura que vi -
nham sendo proteladas há anos e que
estavam impedindo o Executivo até
mesmo de receber verbas do Governo Fe­
deral, confonne demonstramos abai­
xO:
que se conhecem os rande adtnlstra
dores, em s, defxar bater pela "he-­
rança ingrata" que comproueteu ser!u­
mente o primeiro ano de «eu mandato
ao mesmo tempo em que promovia a mo -
dern!zação da Administração Pübl!ca ,
o Prefeito colocava e prática d!v»r­
sos serviços, obras e ações, algumas
mais vultuosas, como a com trução das
casas do Programa de Desfavelamento e
reforma do Paço }lunlclpul, outr,11; ner.i
tanto, nas fundnmentai>; p,;ra o atendi
mento das necessidades bãsfcas da po­
pulação, desde os maia carentes e pe­
quenos produtores, até os ngriculto -
res e pecuaristas do nosso Munfcf
pio, através da recuperaç~o, r.i3nutcn­
çâo e conservaçio de entrnd3s vlci
nais. Um pouco do que vêa ,;.cndo a Ad­
ministração "NOVOS TEMPOS'', nesses
pouco mais de um nno e meio, é o que
4 iiiniatará à fiteira
Consciente da necessidade de aglli sitivos, a exemplo da confecção de to
zar os serviços oferecidos pela Pre - dos os Carnês do IPTU deste ano, que
feitura Municipal, dando maior comodi forem confeccionados exclusivamente
dade aos Contribuintes e à população- pelos próprios funcionários da Sccre­
em geral, o Prefeito Abraão Zacarias, taria Municipal de Fazenda, na pró
tão logo tomou posse, vislumbrou a ne pria Prefeitura, diminuindo considera
cessidade de modernizar os serviços; velmente os gastos para os cofre& pÚ­
para isso determinou a informatização blicos, que seriam enormes caso o ser
da Pref~itura. Foram adquiridos ini - viço fosse realizado por Empresas par
cialmente, através dos serviços de lo ticulares que atuam no rar.o, como era
cação, cinco terminais de computador: feito nnterionnente. Na segunda etapa
que formam um sistema de rede inte.li- da Infonnatização da Prefeilura, que
gente, cabendo à Empresa Sisal Infor- será implantada no decorrer dos próxi
mática a Assessoria Técnica e Manuten mos meses, todos os decais setor~s da
çao. Administração Municipal estarão inter
Com esse sistema informatizado ligados no Sistema, trazendo inúr.ieras
que nessa primeira fase abrange os se vantagens econômicas para o Executivo
tores de Tributação, Departamento Pes e possibilitando um melhor ordenamen­
soal, Finanças e Adminsitração, já es to das despesas.
tà) sendo evidenciados os efeitos p~
.;
.,
-.-

7
;'
• f f
.,.
A infonnatizac;ão da Prefeitura agiliza os trabalhos da Secretaria Munici-
.~ pa1 de Fazenda, dirigida pelo Secretário Edvaldo Pereira de Carvalho •
. ai ." Cadastros das Atividades Economias
..,[,, ;;",,",],{ reta€tos ave «vera oura i=orae ±;is 4esevetas sa 1sé»:, «seta1se ss resra4s-
de ser feitos pela Prefei pela Administração Novos· TEMPOS foi a res de serviços, em face da importân-
compromisso para o FGTS tura Municipal. 1 b - d C d d al -
e a oraçao o a astro e Recadastra - eia e t seguimento na ocupaçao de
é garantido pela vincul.! Além desses parcelamen mento das Atividades Econômicas do Mu mão-de-obra e como fonte de recursos ,
ção de 3% (três por cen- tos que são pagos mensal- ·f; -
níc pio de Bela Vista, serviço que foi para a Prefeitura Municipal, possibi-
to) das cotas de repasse mente pela atual Adminis- d d l h li •
. - coar ena o pe o Engen eiro Agrimensor .tando uma mtlhor:ia da base para a
do FPM, até a quitaçao " tração, existe também o E{dL, - 1 -
. • ""'" o Ramon Reca de. A organizaçao - cobrança do Imposto sobre serviços
total do debito, que se- parcelamento feito pela do Cadastro de Informações Econõmi - (ISS) e das Taxas decorrentes do Po -
rã revertido nas respec- Administração passada com • - •
tivas contas dos funcio- o INSS, que soma um total cas ja esta proporcionando a 1'refeitu der de Polícia, principalcente a de
ra Municipal um conjun·to de infor:nac~ localização;
nários públicos Munici - de 240 parcelas de 5.134. b d E - -
es so re ca a Agente conomico de Be- A partir dessa verdadeira radiogra
pais· 39 UFIRs, correspondentes 1 Vis • i i d· fi - a ta, como o comerc o, n ustria, a que representa o cadastro das ati
Cabe aqui ressaltar hoje a· R$ 2 .884, 50 reais d di s · .d,d, - -
presta/ores te serviços e epresas em vi/ales econômicas do Muni.pio, a Ad
a importante participa - por mês, sendo que já fo- geral, existente no Munic.ípio, o que ministração Municipal poderá v!sua1
cão do Chefe de Gabíneté, - - = -
José /lyres Cafure em to- ram pagas um total de 26 permite à Adminístrnção Municipal tra zar melhor a sua capacidade de a;ão
- parcelas. car um perfil da realidade econômica- direta, através da execucâo de proje-
p f
•1 ' ' - Ob t' 1 e o conhecimento das potencialidades tos que visem n i::elhori.:i. e incentivo
r·e .e, lt ,"!) 'rnspoe s acu os que tais agentes oferecem ao desenvol ã economia local, cor.:o ta:::~éo a gera-
vir.en!:n de Mun1cípio. - c;.ão de empregos e rc:id__:i, nlérn eh: pos­
e •;?esnr de todas as dificuldades ini reelegeu, não se deixou abater e se Nesse cadastro das atividades eco- sibilitar a colet.a de inforr,açÕe,;; so-
d h.s, o Prefeito bclavistensc, honra.'! guiu em frente com o seu projeto de e- nGaicas elaborado pela Prefeitura, é ciais e econômicas de interesse para
0
o seu compromisso com o povo que o dificar NOVOS TEMPOS para Bela Vista., • destacado o setor terciâri.o da econo- o planejarento e acao governaenal.

Bela lista Vive
IIYI Códig1 Tributário Municipal
4
Cm a I planta,ao do Novo tádlo --
rfbutirto Mufpal, coordenado pela
Secretrla Municipal de Fazenda, o
Prefetto Abraão acarta, restabeleceu
ordem no Munle[pio, no que d{z res­
peito a cobrança dos Trfbutos Munfci­
pal. Elaborado afnd no ano passado
e aprovado pela Câmara Municipal no
d'a 20 de Dezembro de 1,99), o Novo "
Cádlo Tributar lo do 'unte[plo fof
Implantado na Admtntst ração do Prefel
to Abrao Zacarias este ano, possibl­
HItando ao contribuinte maior Just Iça
ocfal na cobrança dos diverso trfbu
tos municipals e corri!Indo as distor
çe existentes devido a rande defa­
saem em relaçao ao ant lo e totalmen
te ultrapassado Código Tr lbutrírlo e -
x1stente,
Eta Lel, que dispõe sobre os di -
rciton e ubriKncõcs de ordrm Trlbutrí­
rln rclnt1va8 uo Flaco Municipal e no
pessoas obrigadas ao pagamento de Tri
huton Municipais, ou penalidades pccu
nl,irins, observa as normas gerais es:
tabclccidus no Código Tributário Na -
cionul e Leis Complementares Subse
quentes. Com a implantação do Novo Có
digo Tributário Municipal, o Prefeito
Abraão Zacarias determinou também a
contrntacào de urna Empresa especiali­
zada para realizar o Recadastramento
Imobiliário do Município, esses servi
ços, possibilitaram, entre outros be­
nefícios, o aumento do número de con­
tribuintes, que serão beneficiados pe
la isenção do pagamento do IPTU - Im­
posto Predial e Territorial Urbano
foi devido a elaboração do novo reca­
dastramento imobiliário que os carnês
do II de,t
dos nora.
Para se ter ui a fdéfa do beneff -
cfos d !planto do Novo G!t,p Tributá -
rlo Municipal, e tio isenta do Paa­
menta do PT' os contrih!n s que a­
tendam uma das seguintes condiçcvs:
I - ks Assocfações Culturais JenefI -
cente, Rellglons, Proflsslonals, E!
portfvns, sem ffns lucratfvos, relatt
vamente aos Imóveis ocupados para a
prática de uas fnalldades essencia­
Is ou destinados ao uso do quadro o­
c I n 1;
2 - Ao ex-Integrantes da FEi - Força
Expcd!cionir!u Urnslleira - que toma­
ram prt ativa em combates nos am -
pos da Itália, bem como suas v lÚvns ,
desde que o Imóvel sejn dcsti11udo ~
resdencIa de quaisquer dos dois bene
ficiários 011 du ambos;
3 - Aos aposentados, pensionistas ou
incapazcR, que comprovem renda foral -
lar até dols salários mínimos vigen­
tes no Pa!a, desde que sejam proprie­
tários ou possuidores de uma Única
propriedade urbana;
4 - /los contribuintes que sejam pro -
prietiirios de um Único imóvel no Mun_!
c!pio, cuja propriedade se constitua
em residência e o valor do Imposto ª!
ja igual ou inferior à tres Unidades
Padrão Fiscal - UPF, no dia do lança­
mento. Ressalta-se que as isenções só
serão efetivadas após a comprovação -
pelo interessado que ele preencha as
condições e requisitos previstos no
Novo Código Tributário Municipal.
Recad;stramento Imobiliário
O Prefeito Municipal sabedor das
deficiências do Cadastro Imobiliário
do Município, defasado desde sua Adm_!
nistração anterior, determinou à Se -
cretaria de Fazenda e Secretaria de
Plnnejamento que fossem contactadas -
empresas no ramo, no sen
tido de elaborarem um Novo Recadastra
mento Imobiliário do Município. A Em:
presa contratada DENOPLAN - Aerofoto­
grametria e Planejamento Fotogramétri
cu S/A, entregou os trabalhos no ata
24/04/94, sendo obedecidas as seguin
tes etapas do Projeto: -
Etapa I - Planejamento Geral
- Análise do Cadastro existente
- Elaboração da Base Cartogrãfica
Etapa II - Planejamento da base carto
gráfica
!ti -
- Levantamento
so eletrônico
Cálculos
- Verificação
- Bicas (Boletins ou Informações Ca
das trais)
Etapa IV - Cadastro Fiscal
- Avaliações
- Planilhem IPTU - ISS - ITBI - Taxas
de Melhorias
ipÓs elaborado todo esse processo,
se encontra concluido o Novo Cadastro
Imobiliário do Nunicípio, mais um ma­
portante serviço executado pelo Execu
tivo Municipal, que irá beneficiar
Topográfico por proces não somente a sua Administração mas
com certeza, as vindouras também, nu­
ma demonstração de que a visão do Go­
verno NOVOS TEMPOS é dinâmica e ágil.
eia tl Par;o Miial
e Controle
ovos TeDIPI
bonitos de todo o Estado, cuja linha
arquitetônica do ta dos a noo 10 e• que
representa um verdadeiro cartão pos -
col do nossa cidade, teve também to -
dos os sistemas elétricos, hidráulico
e sanitários recuperado e está rece -
bendo plsos, forro e pintura comple -
to, com a utlliz:içio de mnterlais do
primeira linha, bcr:t ao estilo do Pre­
feito Abraão Zacarias. Outra preocupa
çao do Prefeito no reforma do Paço MÜ
nicipal, foi a manutenção da linha ai
O "Jesto,o prédio do Paço Munlctpal, que esta vend total«ente rep ta­
a e si Adtnt G
quftetônica do prédio, com sa ebr
a sede do Poder Executivo Municipal -
te garantfda a segurança e a imporin
c1a de sua estrutura ffslca pilo e •
nos pelos próximos vinte anos e após
concluídos todos os serviços de acaba
mento e pintura com certeza será motf
vo de orgulho para toda a cor:tunidode­
belavlatense que, através dos Impos­
tos que recolhe aos cofr<'s i::unlcipais,
colabora para que essa obra pudese -
ser realizada totaloente com recur&os
próprios da Prefeitura ~unicipal.
PREFEITO AJUDA O HOSPITA
SÃO VICENTE DE PAULA
A cargo da Secretaria
Municipal de Administra
cão, outro grande desa -
fio enfrentado pela Admi
nistrucão Novos Tempos:
foi a reforma total da
cobertura do Paço Hunic1
pal, obra que também foi
deixada de lado por Ou -
tras Administrações mas
que não podln ser adiada devido ,
ao total comprometimento
da estrutura de sustenta
ção da cobertura, que a:
meneava desabar sobre a
cabeça do Prefeito e [un
cioruirios, tendo sido i~
clusive condenada em ui
laudo técnico elaborado
pelo Engenheiro Civil
Luiz Carlos Cunha Tebich
rane.
Essa obra, que está
em execução, representa
mais um grande desafio -
para as finanças da Pre­
feitura Municipal, a e­
xemplo da construção das
casas do Pyogral!l.'.l de Oes
fnvelamcnto em constru -
c:io no Bairro Agua Ooce,
além de outros compro:nis
sos financeiros que exi=
gem muita rcsponsabilida
de da atual idministrn =
ção, como o pagamento dos
- Desenho
Plano III - Planejamento e Montagem -
do Cadastro
- Planta
-- Planta
- Planta
- Planta
Urbanos
ou Referência Cadastral
Genérica ou Valores
de Quadra com Edificações
de Equipamentos e Serviços
servidores, fornecedores,
elaboração e implantação
do CÕdigo Tributário, Ca
dastramcnto Imobiliário:
Cadastramento Econômico,
Infonnatização da Prefei
tura e também a quitaçãÕ
e parcelamento de d{vi -
das herdadas da Adinis-
Como o setor social merece uma a -
tenção especial do Prefeito Municipal
Abraão Zacarias, sendo uma prioridade
de sua Administração, ele nunca dei -
xou de voltar suas atenções para os
setores básicos e essenciais para o a
tendimento à população belavistense.­
Um espelho dessa realidade ia ajuda
e colaboração prestada pelo Prefeito
à manutenção do atendimento médico
hospitalar do Hospital são Vicente de
Paula, que hoje possui um serviço de
plantão remunerado custeado ( com
dificuldades é verdade), pela Prefeitu
ra Municipal.
Mas,a ação do Prefeito em relação
- ao Hospital não se limita apenas ao
serviço de plantão permanente para a­
tender aos doentes, até neo a dv!-
Secretário Hunlcipal de Administracio
Evilásio Nunes de Miranda
tração anterior.
Alim da reforma geral
de sua cobertura, com a
substituição total do te
lbado e de parte do ma=
deiramento de sustenta -
cão, o imponente prédio
do Paço Municipal de Be­
la Vista, um dos mais
O apoio do Prefeito à área de Saúde, abrange também o Hospital são Vic~
te de Paula -
Alim disso, sensível às dificulda­
des enfrentadas pelo nosso Hospital,o
Prefeito Abráão Zacarias se responsà­
bilizou tambem pelo pagamento das coo
tas de energia elétrica do Hospital -
a última conta paga no mês de maio
foi de R$ 1.723,00 (ais de 4 5 mi
lhÕes de cruzeiros reais). A• dívida
do Hospital com o serviço de abasteci
/ Como parte dos preparativos da ci­
dade para o ~eu aniversário, comemora
do neste dia 20 de Julho, e em vista­
das co~diçÕes em que se encontravam
grande parte das ruas asfaltadas ,
principalmente a Avenida Teodoro Saci
va e centro da cidade, o Prefeito A=
brão Zacarias partiu para a realiza -
cão de uma Operação "Tapa-Buracos''.
da contraída pela Administrncno ante­
rior devido a não prestação de contas
de recursos destinados a aquisição de
equipamentos para o Hospital São Vi -
cente de Paula, foram assumidas pela
atual Administração, como a dívida e­
ra muito grande, ela não pode ser qul
tada de imediato e, para não perder -
recursos externos e fugir do caos que
ameaçava a saúde pública de Beln Vis­
ta, sobretudo em função de correr eoi
nente risco de ver cortadas as verbas
federais para o setor, o Prefeito op­
tou pelo parcelamento dessa d!vida
com o INAMPS. As parcelas dessa dívi­
da, que vêm sendo pagas desde o ano
passado, são da ordem de R$ 4.570,00
(mais de 12 milhões de cruzeiros rea­
is), mensalmente.
mento de água, também foi paga pela
Prefeitura Municipal e soma um tonta
te de R$ 4.980,00 (mais de 13,6 mi
lhes de cruzeiros reais). 1portante
ressaltar que todas essas despesas
são custeadas com recursos prôprlos -
da Administração Municipal, que até
hoje pouco ou quase nada recebeu dos
Governos Estadual e Federal.
. Operação Tapa Buracos
A Prefeitura Municipal fez a aqui­
sição de uma grande quantidade de a
teriais necessários para a execuçao
da operação é assim que chegara:n
à nossa ciddde os homens e ãqu!nas
da Secretaria Municipal de Obras
deram início aos trabalhos.
CONTINUA NA PÁGrNA - 03 DESTE ENCARTE
) 1
1 1

Bela Vista Vive Novos Te 1po
SECRETARIA DE SAÚDE E
PROMOÇÃO SOCIAL
A Operação "Tapa-Buracos" beneficiou todas as vias pavimentadas de Bela -
Vista
Quase que n totalidade das ruas pa
vlmentadas de Bela Vista, onde exs -
tiam buracos e outras detcriorizaçàea,
foram recuperadas nessa operação de -
senvolvido pelo Prefeitura Municipal,
desde o centro da cidade, Avenida Teo
doro Sativa, Duque de Caxias, Cond~
de Porto Alegre, Barão do Ladúrio, XV
de Novembro, Sebastião Criepim do Rê­
o, etc ... Até mesmo a Avenida de a -
cesso ao Parque de Exposições Rio Apa,
que em alguns trechos encontrava-se -
bastante danificada, com seu asfalto
totalmente estragado, recebeu os ser­
viços da Operação "tapa-buracos" da
Prefeitura Municipal, que inclusive -
[oi solicitado pelos Vereadores, tan­
to da opo6içào como da situação, em
indicações apresentadas na Câmara Mu­
nicipal, tendo em vista o grande flu­
xo de veículos que a Avenida de aces-
so ao Parque de Exposições recebe
durante a realização da nossa
EXPOBEl..
.....
Homens da Prefeitura fizeram toda a limpcsa do Parque de Exposições _.Rio
Pa
.«-
• ';Jl>J,.... • ~ :.- _,l_:__ -- -~'"
oe eaüie executou todo_o_serviço_de intura_de_meios-fios_e
de Iluminaçao
Prefeito colabora com a
maior festa da fronteira
Como tem feito todos os anos, des
de o seu primeiro mandato, 0 Prefeito
Abraão Armoa Zacarias, mais uma vez
está colaborando com a realização da
nossa EXPOBEL, a maior festa da fron­
teira e sudoeste do Estado, atende
nd
o
a solicitação do Sindicato Rural d
Bela Vista a Prefeitura executou_o
da a lipesa do Parque de Exposiç0e8
Rio Apa, Cancha de Corrida, aterr ca
ostes -
A Const! ufçio Fede -
ral de 1988, acenou ao
vo brasileIre com ua
elhorla nas condições -
de saúde, através d
criação ou da instituío
mal!zação do Sfstna !f
o de Saúde, que dever fa
ser implantado em todos
os Municípios da Unto ,
com ua filosofia muito
bonita, por &inal, dccu­
rada pelos Itens Equida­
de, Universalidade, Inte
gralfdade, Participação
Popular, Resolut!bidadc
~ Intersctorialldodc.
ARsistimos atualmmte,
a um Sistema de Saúde di
ferente do que foi clabi
rcdo. Não se consegue
ver equidade, 8ào desti­
nados 755 U$ per capita
para a alta tecnologia ,
80 U$ per capita para a
média e apenas 44 U$ per
czpita, para a população
na base da pirâmide demo
gráfica. Não dá parã
pEnsar em Integralidade,
quando o atual sistema. -
de financiamento que aí
está, beneficia procedi­
mentos de alta tecnolo -
gia, em detrimento das
atenções básicas à saú -
de. Como é possível pen­
sar em uso de Epidemiolo
g1a, que estuda os ara­
vos à saúde na população,
quando os indicadores· de
saúde são controlados pe
las instiincias de Gover=
no de nível federal e a­
valiados por critérios -
contábeis e financeiros?
E pensar em Descentrali­
zação, quando 75% dos re
cursos públicos são reti
dos pelo Governo Federal
e os repasses para os Mu
nicípios dão-se apenas a
través dos Convênios, o;
de ficou a gestão Única­
em cada nível de Govemo?
Implantar o Sistema O
nico de Saúde, requer
vontade política para e­
xecutar a reforma sanitá
ria que há de modificar
o modelo assistencial vi
gente, o neoliberal, cu--
Por tratar-se de uma
irea que diz respeito di
retamente à vida humana:
o setor de Saúde de Bela
Vista yêm recebendo um
tratamento especial des­
de o início da Adminis -
tração do Prefeito A­
braão Zacarias, hoje a
população belavistese po
de se considerar privil
iada no que se refere à
sua saúde, pois em quase
nenhum outro Município -
do Estado existe o aten­
dimento que aqui é pres­
tedo, através da Secreta
ria Municipal de Saúde ,
dirigida hoje pelo compe
tente Dr. José de RIa -
mar Cruz e Silva.
A participação·da Pre
feitura Municipal na al::
ta qualidade do serviço
de saúde de Bela Vista é
/
í
Dr. José de RIb.amar Cruz e
ser«Grito @tia1 @ sa
ja baixa qualidade ria
uma Universalização ex -
eludente.
O que fizerr.os até ago
ra? A runfcipallzação
que seria a disposição -
de um microespaço social
para o exercício diário
de construção da democra
c1a e formação da c!dada
nia, condição indispensá
vel à reforma sanitária:
Vejamos quais os tipos -
de municipalização, e em
qual deles nos enquadra­
mos:
Prestação de Serviços
a gestão é passada ao Mu
nicípio, sem modificar Õ
modelo assistencial. O
Município é mero presta­
dor de serviços ao INSS,
o qual, afinal, re•ém o
poder através do Convê­
nio.
Inrurpiszacão - A
transferência de gestão
é precária, e obedece à
Lei ng 8.080/1990, sem
mudanças no modelo assis
tencial, o processo ate;
de apenas a requisitos=
burocráticos, sem tocar
na questão principal.
Distritalizacão - Es­
te modelo requer a erans
ferência de gestão com
mando único e modifica -
çào do modelo assistencial
vigente, pela adoção
dos Distritos Sanitá
os. Neste modelo de ~uni
T ratamente Especial
duais, gratuitos e mui -
tas vezes com o forneci­
mento de remédios.
Quatro odontólogos
participam do "Programa
Coletivo de Saúde Bucal"
desenvolvido pela Secre­
taria Municipal de Saú -
de, fazendo o atendimen­
to de alunos de l? à 82
séries nas Escolas Muni­
cipal e Estadual do nos­
so Município, esse traba
lho já atinge hoje mús d;
5.300 crianças atendi
das.
Os odontólogos que
'participam do Programa
recebem uma remuneração
Iixa custeada pela Pre -
feitura Municipal de
2,5 salários Mínimos ca­
da um, além da produtivi
dade que é paga peli
sus.
ctpa!fzaçao, e necessa -
r!a uma rearticulação de
p1péis historicamente rc
presentados pelos Esta -
dos e pela Lnfão, que
deve ser feita da perife
ra para o centro,ali4,
caminho inverso do mode­
lo atual de gestão cen -
tralizadora. Caindo a o
vernnbilidadc operativa:
restando as funções regu
ladoras, de que aliás
carecem as Secretarias -
de Estado de Saúde. O
que obriga a esses nrgã­
os redefinir seus pa­
péis; retirando-8e o Es­
tado e a União da rede -
de serviços suas estrutu
ras pré-existentes como­
as Delegacias Regionais.
Os recursos financeiros
deverão ser repassados -
diretamerte da União e
dos Estados aos Municí
pios.
Sintetisando, até o
momento, a não ser paga­
mento por serviços pres­
tados a profissionais de
saúde, ? União e o Esta­
do, não tem repassado ne
nhuma importnncia ao ní­
vel municipal. As despe­
sas com a rede básica
vêm correndo por conta
do Governo Municipal e
atê mesmo dos próprios -
repasses do SIA/SUS con­
ventados.
sextas-feiras à tarde
no Posto de Saúde
e
Dr.
Flori Murano, no Distri­
to Nossa Senhora de Fáti
ma, todas as segunda-fel
ras à tarde. -
A média mensal dos a­
tendientos médicos efe­
tuados nos Centros de
Saúde i:,.antidos pela Pre
feitura Municipal é de
aproximadamente 1.300
pessoas, já os atos não
médicos (curativos, apli
cação de injeções, etc.)
somaram só no rês passa­
do 1.350 pessoas, 1.400
consultas médicas, 570
atendimento odontolôgi -
cos individuais, 491 exa
es laboratoriais. -
Importante lembrar
que todos esses serviços
são custeados pela Pre -
feitura Municipal e ofe
recidos gratuitamente ~
população.
bastante extensa, a come Além desse programa,
car pelo plantão reune- a Secretaria Municipal -
Arena de Rodeio com transporte e colo rado dos médicos no Hos- de Saúde mantém um aten­
cação de areia e pintura dos meios = pital São Vicente de Pau dirento diário com rédi-
fios e postes de iluminação. No ano· la', que é custeado pelo co e odontólogo nos cen­
passado,. primeiro ano desta segunda Executivo Municipal, a - crus e~ Saúde de Bela
Administração do Prefeito Abraão Zaca tendimentos médico e o - Vista e o Certro de Saü
rias, a colaboração da Prefeitura Mu= dontolÕgico nos Centros de Municipal e ainda no
nicipal com a tXPOBEL foi destacada , de Saúde e tabê nas Es Posto de Saúde do Bairro
quando fez todo o transporte e aterr~ colas Municipais e Esta= das Primaveras, todas as
mento da pista de laçadas pala O eh e are= a m assem=rase m » s ---­
centro de Clubes de Laço, além da li
pesa completa do Parque.
CONTINUA NA PÃGlNA
ADKI.Nl.STRAÇÃO
"OVOS TEMPOS"
SAODE ~ UMA DAS
PRIORIDADES

i',
, .
, 'I '
Bela Vist
1o
a Vive
4
Mo final d, ses d
mfo o Prefeito Ah»raso
7cala, a« fel a ne­
Id+de d d tir a '­
retaría municipal d
{Saude de u a nova nb
linela, fez a aqu!fio
de um veículo chevroiet
Ipanema zero quilómetro,
totalmente equipada pare
o transporte de doente»,
com recursos próprfo de
Prefeitura Municipal,
pede que a nova Abu
1anta fol entreue, fá
foram efetuada )} vla -
ens transportando doen­
tens ruven para Campo
Grandi. Além da Ambuln-
eia 11rJv:t, ,, Sccrctarin -
Municipal de Saúde conta também com outro veículo Ambulânciu, dci;tinndo
tendiento dos casos de urgencia e de mn1or necensldode, dentro da area
?lunlcíplo.
ovos TeDIPO
Outros serviços pres­
tndos pelo& Centros de
Saúde mantidos pela Pre­
feitura Municipal e Coor
dcnados peln Secretaria­
HunicJpul de Saúde, sào
voltndos para a vacino -
cào obrigatória das cri­
anças, reforço nos adul­
tos e atendimento às ges
tontes, além de vários=
programas de atendimento
à doenças específicas ,
como n tuberculose, han­
senfase, leischmanfose ,
DST/AIDS, planejamento -
fomillar, atendimento a
criança e adolescentes ,
Programo da Diabete, com
oplicoçõo de insulina ,
programa de saúde mental,
atendimento psicotrópim,
prevenção do câncer ser­
vico-uterino, etc... a
CAMPANllA DE MULTIVACINAÇÃO
Outro serviço de fundamental impor
tância para a saúde e a própria vidã
de grande parte da nossa população ,
principalmente das crianças de zero à
cinco anos, executado pela Secretaria
Municipal de Saúde, com total apoio -
do Prefeito Abraão Zacarias, foi de -
&envolvido na campanha de Hultivacina
cão realizada no Último mês de maio.-
Quando se fala em campanha de Mul­
tivacinaçào, não podemos nos esquecer
que paro desenvolvê-la é necessária
toda uma estrutura técnica e financci
ra, esse apolo foi prestado pela Prefeitu
r
O Prefeito viabilizou até mesmo a vinda do "Zé Gatinho" para divulgar
Campanha de Vacinaçao em Bela Vista
a
Importante ressaltar que a Campa
nha de Nultivacinação, que além da
aplicação da Vacina contra a Parali -
sio Infantil, incluiu também a vacina
cão e doses de reforços nos adultos ,
contra outras moléstias, como o têta­
no, difecteria e coqueluche, tubercu­
lose, anti-sarampo e anti-amarílica ,
foi iniciada em Bela Vista bem antes
do dia Nacional de Nultivacinação ,
que ocorreu no dia 11 de Junho. Já no
dia 23 de Maio a Campanha foi i·nicia­
da pela Zona Rural do Município de
Bela Vista, no dia 11 a Vacinação fun
cionou nos centros de Saúde, Postos=
de Saúde, Escolas e locais mais conhe•
cidos e de fácil acesso, em· todos os
B.::úrros e perifer-ia da cidade. Esse
trabalho teve continuidade após o dia
o
A Abulanc1a zero qufl@metro, adquirida com re­
curoon ro r1on du Prefeitura
OUTJtOS PltOGJtAMAS
ra Nunicipal, que cclorou i disposi -
ção-da equipe de vacinrdores toda a
infra-estrutura nece3s~ria, como trnns
porte, alimentação, etc ... Graças ã
pronta colaboração da Prefeitura Muni
cipal a campanha de Mu)tivocinação -
que é promovida pelos f.overnos Fede -
rale Estadual, conseguiu atingir os
metas previstas, alcancondo um Índice
total de 93,97. de cria~ças menores de
um ano vacinadas e 91,5% das crianças
de l a 4 anos, que recrberam a vacina
Sabin - (contra a Pa alisia In(an­
t i1).
li, com o vacinação voltando a ser
realizada na Zona Rural, Assentamento
Barra do Itá e outras localidades ,
dando cumprimento à uma determinação
do Prefeito Abraão Zacarias, de levar
a Multivacinação à todos os recantos
do Município com o objetivo final de
atingir todas as metas estabelecidas
pela coordenaç3o da campanha para Be­
la Vista, independente do tempo que
esse trabalho fosse durar. Graças a
esse firme propósito do Prefeito bela
vistense e do seu total apoio presta­
do, ate mesmo transportando as pesso­
as, todas as metas estabelecidas pela
Coordenação da campanha de Multivaci­
nação para o nosso Município voltarem
a ser alcançadas.
desenvolvimento econômico
Outro setor da Adi -
nistraçcio Municipal que
merece destaque e a ârcn
de Desenvolvimento Econô
nico e Prmoção Social ,
coordenada pelo Secretá­
rio João Kalife e que
presta relevantes servi-
no a
do
Secretaria tambcim presla
um serviço de ntendlmen­
to soe ial, com visitas do
mlcillares, busco ativa­
de casos de doenças gra­
ves e busca de faltosos,
ou sejam, aquelas pesso­
as que precisam tomar me
dicação controlada pcri;
dicomente e que deixam~
de comparecer ao Centro
de Saúde.
ços is Associações de Mo
radares, aos pequenos
produtores, às famílias
carentes e ainda desen -
Social, a Secre ria ji
p0sul em mio um Cada •
tramento Social complet
que possibilita a Ad! -
nIstração Municipal sa -
ber das reais e m Is
prementes necessidades -
da população carente d
iela Vista, que fnclus!­
ve constitui-se numa das
prioridades da Admfnfs -
tração Novos Tempos. Com
esse cadastram nto soci­
al, a Prefeitura tem
condições por exemplo ,
de Robcr ns condicÕes de
saide, de trabalho, rau
de escolriridade, como v_!
vem as pessoas e, através
dessas informações, pres
ta orientações e ajudã
no sentido de buscar me­
lhores condições de vida
a essa parcela maJs po -
bre da nossa população.
O total apoio ao Con­
selho Tutelar do Criança
e do Adolescente· de• Bela
Vlsta, vêm sendo uma,, -
constante na Secretaria
Nunicipal de Promoção So
cial e Desenvolvimento E
conõmico, oferecendo
estrutura e o material
necessário às atividades
de proteção à criança e
o adolescente de Bela
Vista. Importante ,apoio
vêm sendo prestado tom -
bem desde o início da a­
tual Administração, atra
a
João KaIlfe, Secretário Municipal de P'roe o
Socfol <' De,;envolvimento F.conÔmico
vés da Secretara de De- para Isso são fornecidos
&envolvimento Econõolco, pela Secretaria nt~ re~­
as Associações de Morado mo sementes e transpor
res dos Bairros e Distei tes de adubo ornãnico ,
tos da nossa cidade, a além de orientação técnf
maioria delas foram rea- ca especializada. ••
eivadas logo no início - xemplo desse trabalho es
desse oandato do Prefei- tá no antigo horto t~nf:
to Abraão Zacarias. Tam- cfpal, onde é executado
bém o fornecimento , • de o plantio de vãri.-is hor­
urnas funerárias às pes-· taliças e verduras, com
soas carentes e•de baixa o objetivo de serem for­
renda, é outro importan- necfdas às Creches mantl
te serviço prestado pela das pelo Fundo de AçàÕ
P.refeitura Municipal, na Social do Mrícplo e para
área de Assistência So - o reforço da Merenda Es-
cia~. colar, além de servir
N~ área de Agricultu- também como um aprendlza
ra, ligada i .Secretaria do para seis menores ,
de Desenvolvimento Econô que aprende□nessas r.or­
mico, vêm sendo incenty. tas como desenvolver as
vado o plantio de hortas mais variadas técnicas -
Comun!tárlas nos Bairros, de plantio de verc!uras.
t, . )
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• • s- p » 4 -
2. . .as. -- :s - • t±:' '
As "Minhocas" ajudam na producão do adubo org@­
nico para a horta e a difundir a "inhocultura" ea
nossa regi.ao (CONTINUA NA PÀGINA - 05)
L
é dest inad.t_
da Prefeitura Municipal,
é a chamada composteira,
que também tem o objeti­
vo de produzir matéria -
orgânica para o solo e
ainda demonstrar aos pe­
quenos produtores do no!
so Município, que todo
0
resíduo agrícola pode
ser aproveitado, na
transformação para adubo
orgânico. Tambem um ví­
ve!ro de mudas de frutas
cítricas e de eucalipUlS•
e mantido pela Secreta
eia Municipal de Desen
volvú:iento Ecoaômic.o
na área do antigo Horto
Nunicipal. o Assentaoen­
o Barra do Itá, locali­
zado na Rodovia Bela Vii
ta/Antonio João, onde e
tâo assentadas quase 5
famílias, vêm recebendo
0
apoio da atual AdmiDÍ_:!
tra,cão, um execplo fo!
0
transporte de Cale.ir-lo -
Para adubacão e orienta
çao técnica para o p 1:.n­
tio das diversas cultu
ras praticadas no Asse
tamento.

', 'l • T l) 1
Bela Vista Yive
Alimentação para as Servidores
Levando eti onsfderaso o fato de
ue rnd parte dos servidores da
etetaria Municipal de 0bras, traba­
Ih.adores braçal», lie!ros e dfarfs
t, da Prefeitura, normalmente io -,
pe soas mafs humflden e multas dela,
oradoras nas areais maf afastadas do
t'entro ' !dd, o !refelto Ahrio -
Zacarias tomou a inlfatlva de forne­
er uma alimentação farta e adia
e±ses servidores, o que é feito d!a­
rfamente, desde o fn[clo da sua Adni­
nfstração, no pré!lo da ASUB - Aso­
clao dos Servidor PblIcos Municí -
pais - localizado próximo à ecr ta
rla Munfipal de Obras.
Dezenas de Scrv idorca Hunicipaia, recebem alimentação di,írJa, fornecida
pcln l'rcfciturn
Paro se ter uma ldiin do alcance -
social dessa iniciativa do Prefeito A
brao Zacarias, basta dizer que apro­
xlmadamcnte 90 homens recebem a ali -
mentaçíio diária oferecida pela Prefei
tum Municipal, com isso esses traba­
lhadorcs não precisam se deslocar por
grandes distâncias ató suas casas, Pa
ra o almoço, recebem uma alimentação
rica e ainda fazem uma boa economia ,
o que possibilita inclusive uma me
lhor alimentação dos f1lhos e familia
-,
....
As refeições ajudam até mesmo no orçamento
Prefeitura
Desde o início da Ad­
ninistração do Prefeito
Abraão Zacarias, a área
da Educação vêm merecen­
do uma atenção especial
e total apoio do Chefe -
do Executivo Municipal.,
através da implementação
do serviço de fornecime~
to da merenda escolar
distribuição de material
didático e melhoria na
estrutura física dos pri
dios da Rede Municipal -
de Ensino. Sob a coorde­
nação do Secretário Muni
cipa1 de Educação, Cultu
ra e Desportos, Profes -
sor Paulo Melo ,a Educa­
cão e Bela Vista hoje
Junta~ente com a saúde e
a Assistência Social
coopõem um trinÕcio que
indiscutivelmente formam
a base de uma Administra
CÕo moderna e voltada pa
ra a melhoria das condi­
C~cs de vida da popula -
C~o, somadas ao fato de
que a comunidade estuda e
til hem alimentada e bem
0
educada, contribuirá -
res desses servidores.
Como não é noda fácil fornecer ali
mentac;ão diária para quase 100 homens-:­
os custos dessa ac;ão da Prefeitura Mu
nicipal são bastonte altos, afinalcde
contas os preços da carne, arroz, fei
jão, etc .. não estão nada convidati
vos, mas o Prefeito Abraão Zacarias
sabe da importância e do alcance so
cial dessa iniciativa e com certeza
vai mantê-la atê o final do seu man
da to.
dos servidores da
UCIÇÃO _ dMBÉM VIVE
NOVOS TEMPOS
r+nd p..f e
c!edude pod
cer; ur r
eme tre for
dos aos alu..os da
Municipal de Ensino, # a
tu!toe e, 10.000 a-
n e s , l O . fJOO J iv (•
10.000 !Jor t,1d1 ,,., 110.·,
parte dese mat rtal fof
obt!da Junto a HAE - Fun
dação de As!ténia o
Estudante- e outra par­
te adqulridn com recur -
sos próprlos do Mante{ -
pio; todni. u,; L:,coln•,
tarbém receberam livros
Trabalhando com a descentralizaçà
da merendá' escolar Junto a FAE, Ecla
Vl sta fofa cidade que mais e desta­
cou o n[vel estadual, tanto no quali­
dade como~n distrlbuic;Õo da meren­
do escolat para as Escolas llunicipais
,, Estaduais, mantendo o foniPcil::ento
trt ... !mente em dia, mesmo com o atraso
,.
vos Te
las ree b
novas pfntura , rdo
distrDbs!dos strvda
seguinte raterfafs de
IIpeza: 10O gales d
5 litros, de destn ta-
tante; 50 alões de 5
J ltrc,.,, d< .e., ,r: !OU
DP.STAQUI'. PAJtA A lH:JlFliDA l'~iCOl.AR
~-~-
A merenda nas Escolas é haj-~<rtivo de euforia para os alunos das
Escolas de Bela Vlsta
ê importante ressaltar que todas -
s compras.de gêneros alimentícios po
ra a merendJJ. escolar, estão sendo fei
tas aqui no nosso Munic[pio, i~centi~
vando tambem o comércio e local e os
pequenos produtores, todas essas com­
pras sio feitas através de licitaç~es
(cartas convite&). Mostramos abaixo a
ilmplitude do atendimento e forneci.II:en
to de merenda escolar para as Esco
las de Bela Vista, através da lista
de alimentps distribu[dos só no pri
melro semestre deste ano de 1.994:
- 400 quilos de arroz tipo II ;
3.500 quilos de bolacha; 300 quilos
de tempero arisco; 1.000 quilos de a­
çúcar; 4.000 quilos de macarrão;Z.000
do repas.e no mês de malo, no a cfd1
de foi a ün!ca que teve estoque suf{­
ciente para suprir o atendimento
alunos até o final do mês de junho
merecendo por isso elogios da DE
Diretoria de Alimentação Escolar - do
Estado de Mito Grosso do Sul.
litros de Óleo de soja; J .200 lat,,s -
de extrato de tomate; 1.500 quilos de
feijio tipo I, 500 quilos de sal; 700
quilos de cangica; 3.000 quilos de
mandioca; 500 quilos de frango; 4.000
kg de carne,entre outros alimertos.
Ressaltaaos que toda a Merenda Es
colar é feita na "cozinha piloto" io­
plantada pela atual Administração e
distribuída já pronta para as Escolas
urbanas e algumas da área rural, com
total apoio da Administração "!>ovos -
Tempos", que fornece ainda todo o ioa­
terial de limpeza, gás de cozinha ,
uniformes para as merendeiras, trans­
porte, etc ...
OUTRAS ATIVIDADES
1 '· ,; l 00 >' ti•
troa, de cer
500 un!d !es d
hão, te.
de 5 1!­
: . {) i 'í:
p .,.,
-
- -Secretário Municipal de Educação
Professor Paulo Melo
em muito para a formacão
de uma comunidade mais
culta, mais inteligente
melhor preparada para
futuro e para a vida.
Para melhor informo -
cão da população da nos­
sa cidade, enumeramos a­
cima os mais importan -
tes benefícios lmplemen­
tados pelo setor educa -
cional de Bela Vista,que
Dentre as inúmeras atividades de -
senvolvidas pela Secretaria Municipal
de Educação, Cultura e Desportos, nes
te primeirc semestre de l.994, desta=
camas as seguintes:
- Planejamento do ano escolar - com
participação de todos os Professores
da Rede Municipal de Ensino, Trabalho
coordenadÕ por uma professora (bela -
vlstense) de Campo Grande;
- Inspeção escolar em todas as
Escolas Muhicipais;
- Acompan~mento pedagógico contínuo­
seguindo um cronograma desenvolvido -
pelo núcleo de apoio pedagógico _da
própria secretaria;
- Participação de Professores da Se -
• Transporte de alunos dôªB'áírro·no"ua D e
26
creraria em encontros e cursos reali­
zados fora do Município, com as despe
sas de viagens e estadias custe,·das =
pela Administração Municipal;
- E.laboração e acompanhacentos de pro
jetos para a área educacional de Bel;
Vista;
- Acompanhamento pedagógico às salas
de pré-escolar e creches cantidas pe­
la Administração Municipal, sob a
coordenação do Fundo de Acâo Social;
- Distribuição de material didático ,
onde além dos materiais enviados pela
Secretaria de Educação do Estado, tam
bém foram adquiridos pela Prefeitur~­
Municipal este ano, material suficien
te para todos os alunos da Rede Muni=.
Outra importante colaboração pres- portados todas as noites do airro a­
tada pe1a ntua1 Adoinlstração no se - tê as Escolas da cidade e vice-versa,
tor de Educação do Município, ê o Esse apoio reveste-se de ua Ir.Dr:?
transporte de alunos do Bairro Água eia especial, pois além de possibili~
Doce, que estudam no período nocurno, tar aos alunos trabalhareo ~on:-~!~en­
para as Ellcolas da cidade, tendo em - te durante o dia, oferece ta seu
vista que o Bairro possui um grande - rança e tranquilidade às for:rÍlias d;s
némero de jovens com formação de 12 Estudantes, pois coa a condução e,
C.rau e que, devido a longa distância, Prefeitura elas sabem que seus filho~
não poderiam cursar o 2 grau no pe - vão e voltam das aulas no período no­
r!odo notUTiio, turno coe todo o conforto e tranquili
Sensív..-t. à essa necessidade e con- dade, o que não aconteceria se e.les ·.:
siderando também o fato de que a maio tivessem de percorrer mais de dez qui
ria desses estudsntes precisac traba- lôr-etros todas as r.oites, en:rcnLnXÕ:
lhar durante o dia para ajudarem suas alêm da distância, a escuridão, ns in
faoUias, o Prefeito apôs prov1den - tempéries do te::po e outros tipos de­
clar a reforma de um micro-Ônibus da dificuldades inerentes à essa necessi
Pre!eitur"!_, ,fOlocou o veículo à dispo dade de frequentar - E o
socao do~"tlldantes. que são trans • (CONTINUA NA '
/ t

, l ' J/ i,t
f • '
Bela lista Vive
Estudantes Univ.ersitários também
re-cebem o apoio da Prefeitura
ovos Tem
A contribulçao da atual Adm!nitra
cio melhoria da qual Idade de ensino
no Munfe[plo, ao e l Jmlt11 i, J<..t · 1111
nlfpal e aos estudantes de 1? e 2'
rau, também o estudantes Viver»ltá
rios, que cursam a Faculdade de Peda­
ola em Ponta Por, recebem fundamen
tal apofo do refeito Abraão ZacarI -
as, que oferece à eles, ratuftamente,
um ónibus para transportá-los três ve
zes por semana até aquela cIdade, com
retorno loo após ns aulas,
O tronsportc don euLudonLeH Univcr
s1tifo fol colocado à dispos!ço de­
len logo que o Prefeito HG611lu•o co -
mundo do Executivo Munlclpal e atende
à 29 alunos, a maforfa, sem essa a]u­
da fundamental não teria condiqóes de
cursar a Faculdade em Ponta Por@ e
poderiam [icnr sem condicÕcH de con
clu[rem a Fnculdadc, cm consequênciu,
o nível de ensino cm nossa cidade e­
rin bem mnls baixo, pois a maioria
Fundo de leão Social de Bela Vista
Criado no Administra-
çào ºNovos Tempos'',
Fundo de Açno Social
que é presidido pela 1~
Dama Olga Bionchi Zaca -
rias, vêm cu~prindo fiel
mente o seu objetivo -
principal e desenvolven- '
do um intenso trabalho
de assistência social
Junto à comunidade bela­
vistense, principalmente ,.....
cm prol dos mais caren -
o
tese menos favorecidos.
Contando com total a­
poio do Prefeito Abraão
Zacarias e com recursos
oriundos de promoções e
festividades promovidas
pelo próprio Fundo de A­
ção Social, como a festa
do Mandioca, participa -
cão da JUNIFEST, Ginca -
nas e ainda com colabora
çÕes de inümeras pessoas
sensíveis ao sofrimento
do próximo, o Fundo de À
çào Social de Bela Vista
é responsável pelos mais
destacados programas de
atendimento social que a
nossa cidade já teve em
toda a sua existência
tais como:
- Projeto Esperança - a­
tende quase 500 idosos ,
de, e estudites so Prof «re n
Escolas de Nela V!ta. No m de ju -
nho deite ano, uma equipe de 'n!ver 1
titios procurou a redaçao da r[huna
da Fronteira para fazer um aradeci -
mento pblfco ao Prefeito Abraao Zaca
rln•, por mals essa contrfbu!çio à •
rea de educação do nosso Município.
l'ar.t o Prefeito, "a Bela Vista dos
Novos Tempos no pensa ±só no presente
te, mas também no futuro', segundo e­
le, "eirna contribulçiiu dad,l hoje 11
esses abenegados estudantes unlversi­
tirfos será revertida amanhi em bene­
ficio puro as prdprJns famílias dn
nonsu cidnde, que Leriio mais profeaso
res formados, capacitados e em condI­
çóe de oferecerem uma educaçao de
alto nível pura nosso8 filhos u ne­
tos, essrt é a minha rccompenDa" enfa­
tizou o !'refeito, q1108e que emdlclona­
do, logo após tomar conhecimento do a
gradeciment o dos estudantes universitários.
./
i,
1 ' ,.
~
A Coordenadora
suclo e o esposo.
A
' 1
-1 ]
}, v7nn ]
do Projeto "Esperança", Sra .. Con
Vereador Marcos Elias
coordenado pela Sra. Con
suelo Barbosa, onde siÕ
promovidas reuniões sema
nais de congraçamento
comemoracões de aniversá
rios, possibilitando aos
anciões da nossa cidade
um entrelacamento maior
e muito divertimento du­
rante o dia, que eles
passam dancando, jogando
e trocando experiências
de vida. A Coordenadora
do Projeto, Sra. Consue­
lo, costuma dizer que
esse trabalho é muito
gratificante, "prlncipa_!
mente porque resgata nos
idosos o espírito de ju­
ventude, dando à eles
a oportunidade de parti­
ciparem das mais diver -
sas atividades". Os an -
ciões cadastrados pelo
Projeto Esperança também
recebem atendimento médi
coe orientacões paras;
manterem em bom estado -
de saÜde, o Projeto tam­
bém originou a criacão -
da Associação dos Idosos
de Bela Vista, que atua
diretamente na viabiliza
çào da aposentadoria dos
idosos que ainda não possuem;
A l'rlmclra Dama llonn Olga " o Senador Wilson Hartlni;, quilndo da_}-nu~g,cr,1-
cão da f.scola da Vlda
aproximadamente )00 cri­
anças nas creches manti­
das pelo Fundo de Açio
Social de Beln Vistn.
Cuidndos materno~, n­
limentacão adequada, 11 -
companharnento cédico,cl[
nico e odontológico, siÕ
IITENDIMENTOS ·10s CIRENIES
Além dos três Projetos, Esperança,
Acalanto e Escola da Vida, que formam
o atendlmento bnsico prestado pelo
fundo de Ação Social de Bela Vista, a
abrangência desse trabalho é muito
maior, o Fundo também atende permanen
temente às pessoas e famílias mais ca
alguns dos atendimentos
prestados pelo Projeto A­
calanto, que também fof
Implantado na Adnlni~trn
cão Novos Tempos. -
rentes e necessitadas da noss~ cidJ -
de, com a distribuição de cestas bdsl
cas de alimentos, cobertores, encamt­
nhanentos médicos para Canpo Grande ,
passagens para carentes, dVlanentos -
de Recetas, enxovais para recér-nas­
cldos, Registros de :--,sebento, ôbito;,etc.
Projeto Escola da Vi­
da - O Projeto Escola da
Vida, também implantado
pelo Fundo de Ação Soci­
al de Bela Vista, tem
como Coordenadora a Sra.
Epher Elias, trabalha dI
retamente com 36 adoles­
centes, divididos em do­
is períodos, oferecendo
a eles orientacào esco-­
lar e cursos profissiona
lizantes, além de acopa
nhamento médico e odonto
lógico, refeições balan::
ceadas e ricas em proteí
nas e ingredientes indis
pensáveis para o perfei­
to desenvolvimento dos
Jovens. O Projeto Escola
r ·
A maioria das rou as e enxovais soo confe~~ionad;s
·'
►1
N
a a ..- .-
Ka.is de 500 idosos c:sdastrados são atendidos pelo Projeto F..speranca, man- ... e ostcriormcnte
uaG p.o nua a AG sai ã si vi, aessa taisac
/
ela Primeira Daa
...
ela PRONAV Hunici al ...
_}
do Vida possuem em seu - P-ara a Presidente Executiva do FAS - I Daa Olga Zacarias - _
quadro seis instrutores, •senvolvidas pelo Fundo de Acao Social, alem de ser f i s as acoes de -
que trabalham diretamen~ são fundamentais para a nossa população devido
O e:- eitas com muito prazer,
l
_J - enc a e a pobre d
te com os ado escentes -. de parte ~as fa=lias que compoec a comunidade belnvistense. ,. za e ra
catriculados; • tu~o de nos para que o nosso povo seja bec assistido e t EScanos dand~
j A 1
- • s.aos ser:pre b do
Pro eto ca,anto - recursos nas promoçoes e eventos diversos e contaos taz usc:an
Sob a coordenação d.a Sra apoio do Prefeito Abraão Zacarias, que não mede esforços em com
O
irnport.aote
Marieida Lino, o Proje- sa forma acreditamos que t=bém estartos colaborando para parda nos ajudar, des
- - -
0
esenvolvi-ento d;
to Acalanto e responsa - ncssa cidade, pois o cidadao bem assistido produz muito caís" d - •
vel pelo atendimento de melra Dama à nossa reportagem. estacou a Pri-
(CONTINUA ~ PÃGINA - 07)

D!M 10 11O
Bela Vista Yive Novos Tem
,, ,,
Estadia de Roupa Nava
Num demonstraçao de reconhecimen­
to pelo trabalho que vem sendo reli­
ado pela La Esportiva lelavfuten -
se, à frente das atividade esporti -
vis da Idade, a Prefeitura MunfeI
l, ±sob a ado e a inicfatlva do
Prefeito Abra@o Zacarias, está sendo
realizada no Estádfo Municipal otãv1o
Fontoura uma pintura geral em todas -
as suas dependnclas, além dons repa -
ros erals necensir los aquela próprie
dade munifpal. -
. .s
<
-'
.. , .... -
a
i « tu• 'a. •
Estádio Municipal Otávio Fontoura,"roupa" nova _P-nra....Q..J!!livcrsário da
cldadc
A atenção do Prefeito Abraão ao Prefeito nessa área foL reativar a
desporto da cidade tem sido uma cons- CME - Comissão Municipal de Esportes.
tante durante o período da sua gestão, Desta vez, não somente as ruas e
que encontra respaldo no dinâmico tra praças da cidade estarão de roupa no­
balho dos dirigentes esportivos da ·cI va para a data magna do Município ,
dade, que colocam hoje Bela Vista co- mas também os desportistas estão sen­
mo exemplo perante as demais cidades do agraciados com uma remodelagem to­
do interior do Estado de Mato Grosso tal na sua principal casa de espetá~u
do Sul. Uma das primeiras ações do los, o Estádio Otávio Fontoura.
Casas Populares para as
familias de baixa renda
Construído em parceria com o GoveE
no do Estado, mas cabendo à Prefeitu­
ra Municipal aproximadamente 707 dos
custos de cada unidade llabi tacional ,
as casas do Programa de Desfavelamen­
to de Bela Vista encontram-se em fase
bastante adiantada, graças, a determi
nação do Prefeito Abraão Zacarias e
não paralisar os serviços, mesmo en
frentando sérias dificuldades finan -
ceiras.
A intenção do Prefeito era fazer
a entrega das primeiras 100 casas as
fai:úlias ·de baixa renda, neste dia
20 ae julho, data do aniversário da
Cidade, mas devido as constantes chu­
as que cairam sobre a cidade nao
foi possível a conclusão dos serviços
das últimas 25 unidades, que estão em
fase final de construção. Dotado de
toda infra-estrutura básica, como á -
gua e luz, localizado em área nobre -
do Bairro Água Doce e há menos de du­
zentos metros da Escola Municipal Pe
dro Ajala, o Conjunto Habitacional o­
ferecerá ainda aos seus moradores, to
das famílias de baixa renda, cadastra­
das e selecionadas por uma comissão -
composta por membros de entidades da
cidade, diversas outras facilidades ,
como a aquisição de produtos agríco -
las produzidos no próprio Bairro, lei
te, carne, e outros gêneros alimentí-:
cios, vindos direto da fonte produto­
ra, ou sejam, os pequenos produtores e
chacareiros do Bairro.
do Programa de Desfavcl.amento já estão prontas
A conclusão das 100 casas esta prevista para a
mo me
primeira quinzena do pr@xi
cidos pela sorte e os mal carentes -
as, mesmo enfrentando sérias dificul- do nosso Município, rcc~bernm gratui­
dades financeiras, não permitiu que a tamente um teto para nbrig..ire;,, blJ,JS -
construção das casas do Programa de famílias.
Desfavelamento fossem paralisadas por Importante ressaltar que a constru
um instante sequer. Segundo informa - ção das casas do Programa de Desfave-
çÕes da Assessoria do Prefeito, no lamento vim sendo coordenada direta -
próximo mês de agosto as primeiras mente pela Secretaria Municipal dt> 0-
100 casas, de um total de 200 prometi bras, comandada pelo dinâmico e efi -
das pelo Governo do Estado, deverão ciente Secretárfo Nélfo Dfórlo. Além
estarem sendo entregues às famílias - dessa importante obra, inúmeras foram
de baixa renda da nossa cidade, um fa as atividades da Secretaria Municipal
to que reveste-se de uma importância- de Viação, Obras e Serviços PÚblicor,,
toda especial, pois nunca, em nenhuma desde o início da Adninlstração Novos
outra Administração, os menos favore- Tempos.
Publicamos abaixo, um relatório das principais atividades e serviços de -
senvolvidos pel.a Secretaria, onde mostramos um pouco do que foi feito nesGcLJ
primeiros 18 meses de Administração Novos Tempos, CDn{iram:
SETOR URBANO:
Tan:ibém o terren.o onde estão Sendo
;dificadas as casas do Pr'ograma de
esfavelamento, foi adquirido com re­
ursos próprios da Prefeitura Munici­
F'· que procedeu toda a 1impesa e
Tuaento, além de empregar na cons­
rução das casas mão-de-obra genuina­
ent
80
e belavistense, gerando mais de
T e,npregos d ire tos em nosso cidade.
ebé a aquisição de materiais esta
'•r.do feita quase que totalmente no
·comércio local, como madeiramento, ti
jolos e diversos outros materiais ne­
cessãrios à cosnrução das casas, fa­
to que representa ainda o cumprimento
de mais um compromisso de campanha do
Prefeito Municipal, que pregava a
construção de casas populares· para as
famílias de baixa renda da nossa cida
de. A geração de empregos e apoio a~
comércio local. Foi por todos esses
motivos que o Prefeito Abraão Zacari-
Coleta diária de lixo urbano com implantação de novos depósitos retirando
o lixão da margem do Córrego Candelão, evitando assim maior contaminação da­
quele córrego e consequentemente do meio ambiente;
Manutenção das ruas dos Bairros não asfaltadas, com patrolamentos, casca­
lhamento e colocação de tubos de escoamento de água pluviais;
Limpeza manual das ruas com roçadas dos passeios públicos e terrenos bal-
dios;
Limpeza periódica das valetas de escoamento de águas pluviais;
Operação "tapa-buracos" das ruas asfaltadas já na terceira execuçao;
Aplicação de lama asfáltica na parçe pavimentada da cidade entre a Aveni-
da Teodoro Sativa e Rio Apa;
Fabricação dos meios-fios, depositados na fábrica de tubos para implanta­
ção nas ruas asfaltadas no Bairro Antonio João, prontos para serem colocadas;
Fornecimento de 63 (sessenta e três) carneiras gratuitas para sepultamento
de carentes;
Conservação de páteos dos Colégios Municipais, Estaduais e demais reparti
çÕes públicas;
Roçadas periódica do Aeroporto Municipal;
Manutenção e limpezas dos cemitérios municipais;
Apoio ao SAAE, para expansões das rede de água da cidade com abertura de
valetas executados por uma máquina Retro-Escavadeira da Prefeitura;
Apoio total aos Assentados da Barra do Itá com transportes divrersos e
uma vez por semana Ônibus para transporte de passageiros com passagens subst
diadas;
Instalação da feira com fornecimento de
tes do Distrito de Nossa Senhora de Fátima
dutos;
Transportes dos alunos do período noturno do Bairro Água Doce para
Colégios da Cidade;
Implantação da linha de Ônibus na Caieira, ua vez por semana;
Llmpeza e apoio ao Parque de Exposiçoes nas festividades anuais·
Apoio total na construção do novo prédio da Ciretran, com aterro e trans­
portes de pedras do Calcário Itamarati;
Aterro do terreno 'para construção da sede do Sindicato dos Professores de
Bela VIsta e mão-de-obra para construção;
Atendimento ao pÜblico· com fornecimento de mais de Q.000 caminhões de a­
terros, areias e saibro;
Abastecimento total da Olaria da Associação do Água Doce, con forneciren­
to de barro e lenha;
Apoio à todas as festividades culturais com construção de barracas, ilumi
nações e transportes;
Aterro do terreno onde está sendo construído o Colégio Instituto de Educa
ção de Bela Vista, com 650 viagens de terra;
Construções de quebra-molas e as devidas sinalizaçÕes nas ruas asfaltadas
da cidade,.atendendo reivindicações dos oradores;
bancas e transportes dos feiran -
para comercialização de seus pro-
os
ESTRADAS VICINAIS
Fazenda Xerez, com levantamento, cascalhamento e tubulações de águas plu-
viais com extensão de 14 km;
Alto Sapucaia, com cascalhÍÚcento e patrolamento numa extensão de 08 km;
Água Amarela ao Posto Estrelinha, em consórcio com o Dersul·
Fazenda Panorama, Morr-fnho e Santana do Apa, co patrolaento, numa ex -
tensão de 12 km;
Fazenda Retângulo e São José, com patrolame.nto, :;uma extensão de 07 km;
Fazenda Priavera, com cascalhamento e recuperaçao do aterro de acesso
numa extensão de 02 km;
Fazenda Vista Alegre, com cascalhaento e patrolamento, numa extensão de
08 k;
Fazenda Santa Eufrãsia, com cascalhaento, patrolamento e colocação de
tubos, numa extensão de 42 k;
Fazenda Formosa e Cabrito, co cascalharento, patrolamento e colocações -
de tubos cem extensão de 10km;
Fazenda Recreio, con cascalhanento e patrolamento de 06 k:;
(CONTINUA 1 5·

ela Vista Vive
Ho [ !toe
«d+ tra
tentos, oloa
t,oe de tubo e patrola
veto da e trada d, 'poI-­
}sua'', tom 1 Km, de ex·
tento;
t,, «lamento, coloca
0es de tu!os e patrola -
meto de,truda Manta Leo
poldlna, com 13 K;
Ca +nlhamentoe patro
lamento da entrada da Fa­
renda Laranja Doce, com
tenso de l,5 Km;
at rolamento da estra­
ds da Fazenda Sio Sebast l
o da Várzea, com exten -
o de 06 Kms;
i'nltolnntc·nto dn cntrn­
da do retiro da Fazenda
Conta Peron, com extenso
de 04 Kms; Secretirlo Municipal de Obras Néllo Dfórfo, multa
Patrolamento de parte coinna Já foi felta em 18 meses de adminitraçao
da estrada da Fazenda Se-
r lerna;
Cascalhamento de parte dn estrada da Fazenda Oriental;
Correção dn estrada da Fazenda Santa Eliza, com aproximadamente 02 Kms;
Pat rolamento da estrada da Fazenda Burra, com extensão de 06 Kms;
Patrolamento, cascalhamento e colocações de bueiros nu estrada da Pirapo-
ca e parte do Distrito Nossa Senhora de Fátima, com extensão de 10 Kms;
Recuperação da estrada da aldeia indígena Piraqui, com colocação de buei­
ros;
Através desse trabalho de recupernçÜo, manutensÜo e conservação das estrn
das vlcinnis, forllJII beneficiados diretamente mais de 100 propriedades rura -
is, num total de 210 quilômetros de estradas atendidas pelas máqul'nas e equ_!
po:nc.otos da Prefeitura Municipnl
1
.t
PONTES CONSTRU!DAS E REFORMADAS
A Prefeitura MunlcIpal de Bela V!s
ta deu inflo tabém, na segunda q In
ma do ms de ma!o, a execução do
"Pro}eto Bandeirante", com o objetivo
de levar à todos os bairros e per!fe­
rfa da cidsde, d[versos serviços e a­
ç0s, dentro de uma meta elaborada pe­
la administração abraio Zacarias, que
visa atender à todas as comunfdade de
acordo com uma ordem de prioridades
estabelecidas pelos proprios mordo -
res de cada reglão da cidade.
Os primeiros três bairros a serem
beneficiados pelo Projeto Bandeirante
foram o Esp[rito Santo, Itaveri e Cla
os
Construção da
rurais;
Re f arma
ponte sobre o córrego sapucai, em parceria com proprietári-
rais;
Reforma da ponte sobre o córrego "Dama-Cuê", em parceria com proprietári-
da ponte sobre o córrego Itá, em parceria com os proprietários r~
os rurais;
Construção da ponte sobre o córrego "Cabrito",
MANUTENÇÃO DOS PR.f:DIOS POBLICOS MUNICIPAIS
Refonna do
Reforma do
sa Senhora de
Reforma do
Reforma do
Reforma do
Reforma do
Reforma do
Reforma do
prédio do Posto de Saúde do
Colégio Municipal Marcondes
Fátima;
colégio
Colégio
Colégio
Colégio
Colégio
Colégio
Distrito Nossa Senhora de Fátima;
Nunes de Miranda, no Distrito Nos-
Municipal Irmã Hildergard, no Distrito de "Dama-Cuê";
Municipal Pedro Ajala, no bairro /igua Doce;
Piraquá, na aldeia Piraquá;
Santo Antonio, no Distrito das Caleiras;
Municipal Perpétuo Socorro, no centro da cidade·
Estadual de Ig 2g Graus Ester Silva, no centro da ci
d ade;
Reforma da casa do zelador no Colégio Municipal são Geraldo, no bairro li-
gua Doce;
Recuperação da rede hidráulica do Colégio São Patrício, no bairro da Can­
cha;
Instalação da rede elétrica do Colégio Marechal Rondão, no distrito de Nos
sa Senhora de Íátima;
Reforma geral do Estád.io Municipal Octávio Fontoura (em andamento);
Reforma da cobertura do Paço Municipal e de parte do prédio, com troca de
parte do madeiramento, substituição total do telhado, troca do piso em grane
lite, pintura nova, substituição completa das redes elétrica, hidráulica ~
do forro da parte superior;
Substituição do aparelho retransmissor do Canal 13 (TV BANDEIRANTES) e ma
nutensão nos demais canais de televisão de nossa cidade·
Reforma da Praça Alvaro Mascarenhas, com pinturas e iluminação moderna;
Nova iluminação do monumento da Avenida Teodoro Sativa, acesso à Bella
Vista Paraguai;
Reforma do prédio da Biblioteca Municipal;
Reforma do prédio da Associação de Moradores da Baixada Corinthiana;
Reforma do Cemitério de Água Doce;
Reforma do prédio em frente à Praça Alvaro Mascarenhas, para instalação da
Escola da Vida;
Refonna da casa do Zelador do Aeroporto Municipal;
Reforma do prédio da Secretaria Municipal de Obras;
~oastru~ão de galpão para a Secretaria de Ação Social, destinado à insta­
laçao da Fabrida de Urna Funeraria, para atendimento às pessoas mais carentes.
Fornecimento de material de pintura, para o muro do colégio estadual Cas­
telo Branco;
Reforma do prédio da Associação de Moradores do conjunto Dr. Ely de Arau­
•jo Barbosa, onde funciona a Creche Irma Angelina;
Reforma do prédio da Associação do bairro Espírito.Santo, onde funciona a
creche do bairro;
Reforma do prédio da creche "Brinco e Aprendo";
Reforma do predio da Associação de Moradores do bairro Costa e Silva, on­
de funciona a creche Zulmira Ossuna;
Reforma da lavanderia pública do bairro das Primaveras;
Reforma do prédio da barreira policial sobre o córrego Estrelinha, na rO-
dovia Bela Vista/Antonio·Joao; •
Reforra do prédio antigo da TELEMAT, entregue à Associação de Moradores do
bairro Vila Nova;
Reforma do prédio da ASPUB - Associação de Servidores PÜblicosttinicipais;
Refonna do colegio municipal Clotilde de Castro Pinto, no bairro Espírito
Santo; CASAS POPULARES PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA
A administraçao municipal, através da Secretaria 'Municipal de Obras, pres
teu importante apoio aos moradores do conjunto residencial Erva Mate, na re­
cuperação dos telhados que foram destruídos por vendaval alguns meses atrás.
Na construção das Casas popularesdoPrograadeDesfaelamento, través de
conviê,nio CO!!I o Governo do Estado, cabe à Prfeitura Municipal o custo de 707
do valor da cbra, alê da aquisição do terreno. A mão-de-obra é totalmente de
profission':is da cid.ade, so:nando mais de 80 empregos diretos, também o comér
tio locnl <' valorizado com a aquisição dos materiais necessários à obra.
ovos Tempo
Projeto Bandeirante leva
Benefícios a Centenas de
Moradores- dos Bairros
rao da Lua, loalis! tso da
lonameento da Avenida Teadoro sat!
que reebera diversos
cascalhento, patrol
II:pesa d vala para o
áua pluvials, abertats de «­
terro de terrenos para os aradores
que pr tendiam construir, abertura de
valas para a expensão da rede d iua
executada pelo SAAE, colocação de bu­
eIros em vir!as cabeceiras derus, a
cIlItando o escoamento das áuas que
anteriormente Invadfam as restdn! s
nos dias de chuva, além de provocarem
valas e buracos no leito das ruas.
O Projeto Bandeirante levou diversos benefícios nos bairros Espírito Santo,
Itaverâ e Clarão da Lun".
TODOS OS DEPARTAMENTOS DA PREFEITURA
- ,.J·-
"A •.
PARTICIPAM DO PROJETO BANDEIRANTE
Durante a execução do Projeto Ban­
deirante nos bairro Espírito Santo, I
taverá e Clarão da, Lua, houve a parti
cipação de todas as Secretarias e de=
partamentos da Prefeitura Municipal.
Na área de saúde, por exemplo, fo­
ram atendidas mais de 300 pessoas com
consultas, fornecimento de medicamen­
tos e encaminhamentos diversos, quase
100 receberall' atendimento clínico o­
dontológico. Uma equipe da Secretaria
Municipal de Educação relizou visitas
à várias residências onde segundo le­
vantamentos feitos anteriormente, e­
xistiam crianças em idade escolar que
não estavam frequentando a escola, sen
do feita a devida orientação e enca­
minhamentos; A Secretaria de Proc,oção
Social foi responsável, entre outros
serviços, pela viabilização de docu­
mentos pessoais, como certidões de
nascimentos, títulos de eleitore e
carteiras de identidade, ações que ti
veram o total apoio do cartório elei
Coral da nossa cidade, cartório do i1?
ofício e Delegacia de Polícia de Be­
la Vista. No total mais de 150 pess2
as foram beneficiadas pelo forneci -
mento de documentos, com as respecti
vas taxas e custos sendo totalrente
custeadas pela Prefeitura Municipal.
DESCONTO PARA PAGAMENTO DE IMPOSTOS E PARTICIPAÇÃO IMPORTANTE DO SAE
No ãmbito da Secretaria de Fazenda
foramdetectados durante a execução do
Projeto Bandeirante, cerca de 130 con
tribuintes em débito com os cofres da
Prefeitura Municipal. Sensível ao fa­
to de que a maioria desses contribuin
tes tratavam-se de pessoas de baixa re
da, o Prefeito Abraão Zacarias conce­
deu de imediato um deconto de 50% no
valor dos impostos em· atraso que fos­
se quitados até o final do mês de ma­
io. A iniciativa foi tão acertada que
dentro do prazo, quase que a totaLida
de dos impostos devidos à Prefeitura~
foram recolhidos aos cofres públicos
municipais.
O SME -Serviço. autônomo de Àgua e
_Esgotos, também participou diretamen­
te do Projeto Bandeirante e emprestou
importante apoio levando inúmeros be­
nefícios aos moradores dos três bair­
ros, como expansão da rede de água,
'ligações domiciliares, ligação para a
horta comunitária do bairro.Esp{rito
Santo, substituição de registros, cg
tovelos e torneiras com defeitos oas
residências, etc ...
Após a execução dos diversos ser­
viços levados pela Prefeitura Munici
pal, através do Projeto Bandeirante,
houve umaºparalisação nos trabalhos
devido as fortes e constantes chuvas
que cairam sobre a cidade, esses seI
viços foram posterioni,ente reinicia­
dos pelos bairros Planalto I e II e
oa Vista, embora em ritmo bem mais
lento devido a necessidade dos equi~
pamentos e homens dà Secretaria Mu"i
cipal de Obras serem deslocados para
os serviços de preparação da cidade
para o seu ianiversário e realização
da 23~ EXPOBEL. Tão logo passem es­
sas-festividades, o Projeto Ban2dei -
rante deverá. ser reiniciado com for­
ça total, abrangendo os dena!s bair­
ros e periferia da cidade.
Apreparacão da cidade para o seu aniversario incluiu a operacão "tapa-burz
cos", limpesa das ruas, pintura de meio-fios, patrolamentos, etc'.'.

TERCEIRO CIDE
yJNML, 'T!HUNA DA
Rotary em Ação li

- "SEJA MICO"
Infor111ativo do Hotary Club de nela Vista- Reunião as sexta feiras- Fone: (067)-_49-_1772
JIBUNIÃO DIA 1
registramos an prcuonçau doo ociguintcu
coirr,.nhciro:J e companhoiran: Ivaldo,Rahal,
~du,1rdo, 'J'iki, Villauanti, Renato Cezar ,
f.Í:J'lio, 1-'lavio, /zaléa , Garibnlt.li, Cachi­
tO, colouto, Ivan, lvolino, Claudio, Mura­
o, Edernei, Marco, Solirnon, Roberval e Ge
ardo. -
I
HIRINS
Juninho Rahal e Cassiano(filhos do Ra­
hal e do Cássio).
PRO'fOCOLO
8duacdo saudou os aniversariantes da se
oana, enfocou as datas comemorativas, lem­
brando da Revolução Francesa, marco da Li­
berdade, através da filosofia de Rousseau
e outros vultos da hist6ria. Falou ares­
peito da liberdade e da democracia. Citou
o aniversário da companheira Azaléa e a co
;;emoracão dia 20 do DIA DO AMIGO, lembran
do que o lema do RI para este ano rotário -
é SEJA AMIGO.
SECRETARIA
Luiz Carlos Rahal leu a ata da reunião
anterior, correspondências e deu andamento
à reunião.
PALESTRA
O palestrante da noite foi Marco Rondon,
que falou a respeito da Politica, de Bela
Vista hoje e amanhã, Desafios. Publicamos
a integra da palestra.
»
----
..,
.. <
e
'
~
Vereador Marco Rondon
Presidente
Companheiros
1-migos, '
Estamos no âmbito da politica, consta­
ando sensiveis e significat3vas mudanças
S nosso País, sendo 'que o pleno e ideal -
~tstcma-prático, só conseguiremos as cus-
s do várias eleições. •
Democracia,
Eleições Diretas,
Constituição,
P:rivatizaçõc,;,
Cl?I,
CtUJ!JtlÇÔC!J,
'Tudo ão nada mais, nada menos quo ro­
flexor; de uma rcvoluçio na poJ itica brasi
lcira, onde a formação da opinião públlcn
é estimulada, fazendo COM que a massa, a­
corde para um outro pcpcl, o de partici­
par. Manifestar seu pensamento publicamen
te, sem medo e sem .llnc-nimato. -
Apesar disso, aindR hoje no Brasil,urna
grande parcela, vive ~oba impoaição psi­
culõgica e financeira, quando de uma Cam­
panha Eleitoral, dos caciques do Poder.
- A comprn do voto,
- A influência do 1 udio e da televisão,
- A fascinação popular diante dos ti-
pos carismáticos, daqneles que chamamos -
de "atores politicos", ligados a um pro­
blema maior que é a falta de instrução;
contribuem para que haja uma total manipu
lação do eleitorado. -
Infelizmente estas são as atitudes, os
valores, as aspirações, e o comportamento
político de uma categoria social, que vem
crescendo, sabemos disso e que é a que -
decide as eleições, desde as de vereador
até as de Presidente ca República.
Essa situação, sur~ida a partir da Se­
gunda Guerra Mundial,. deveu-se pela cria
cão de um novo estado, o Estado do Rem-Es
tar Social, onde a maioria dos paises,pas
saram a investir mais em previdência, ha­
bitacão, etc.; procuré'Jldo assegurar um pa
drão mínimo de vida ao cidadão mais caren
te. -
Só que no Brasil, esse serviço serviu
para colaborar, de umc>. maneira geral, de­
vido a aplicação errada, com a dependên­
cia da população nos ~ervices paternalis­
tas e monopolizadores do Governo. Essa me
dida, nunca acabará com o problema, pois­
ameniza somente os efeitos e não as cau­
sas dos desajustes sociais.
Mas tudo isso é umé'. questão mais ampla,
que acreditamos, com o desenvolvimento,sc
rã , não eliminada, mas suavizada. -
Como o Brasil é o pais doscontrastes e
existem também exceçõ~s, temos graças a
Deus, pessoas humildes,trabalhadoras e ho
nestas, assim como políticos competentes:
f NOSSO PAPEL ESSA CONSCIENTIZAÇÃO.
Essa mudança de mentalidade surge a ní
vel nacional, a exemplo d·o Ceará, que te:
ve alternância de Governo, provando a
não manipulação do voto por apenas dois'
segmentos "rivais"- Mostrando com isso
que, o surgimento de novas opções políti­
cas, é o caminho para franca e total li
bcrdade de voto .
O Rotary tem uma função importante em
tddo esse processo, o de orientar, de for
mar opiniões, de colaPorar para que a po­
pulação tenha consciência do voto.
DEBATES
O 'Presidente Ivaldo abriu os debates -
sobre o tema, dizendo que o momento é
oportuno para se debater a respeito de pg
lítica, haja vista a eleição que se apro­
xima, quando elegeremos Presidente da Re­
pública, Governador, Deputados e Senado­
res.
QUESTIONAMENTOS E POSIÇÕES
Num clima sereno, altamente consciente,
vários companheiros fjzeram uso da pala-
vra, questionando, perguntando e omitindo
conceitos e opiniãos.
Falaram Robervl, Azaléa , Vi1lasanti ,
Cachito, Hrrna!:.o Cc.rnr, G11rib,.1ldi 1.: tv·tldn.
CONCEI'l'0'.1
--------
Digno d e registro o s c o n c i t o
pelos companheiros, abord ndo u
tão. conflitante CO'.!1O ., pol.í
dar política particl<irii, • ,
ca como filosofia. J,,z..;l:'.?" ,: L.
cão política deve cor.•eçar :; , ,Vt.:1tuu•
colégios, através dos prof0s oro, r
di falou a respeito da postur do pol.t!
o da arte de administrar. Rr! to C -
vicias dos políticos, <lo '-..:rn,11 í..:;.10, ......
desvios da política naci.on'll .'''chilo ,·,
honradez, da nobreza do polr•_j,·o co:-a .:.u ,1
e das contradições da juvcnt~dc a rcsp0lto
da político e dos políticos. Vlllns nti -
também criticou posturas e pouicionareen­
tos. Ivaldo a respeito da militância e da
formação de quadros jovens nos partidos .
Roberval a respeito de como julgar um bom
administrador, UJ:1 bom prefeito. Marco f -
chou com chave de ouro, falando a respeito
da renovação na política nunicipal e cstE­
dual,comentando que os líderes são sempre
os mesmos num rodizio de poder que cansa
o povo.


FOI UMA REUNIÃO
Altamente positiva, conclamando os rota
rianos e rotarianas a colaborarem, na co­
munidade, para a formação de uma consciên­
cia política e resgate da cidadania.
A PRÓXIMA REUNIÃO
Será no Restaurante do Hospital, na Ex­
p~bel, lembrando que os companheiros podc­
rao levar sua esposas. AE despesas dcverãc
ser pagas no ato.
Rilley R. CunhA•
Como eu, um pequeno feto dentro de teu corpo,!
poderei lutar contra sua vontade de me t!rar .
vida.
Sei que fui um erro, pois perceb! que voce - 1
nunca me amou, mas voce recebeu cc:. ílu:':l D:!v!r.c.:
por isso eu estou aqui.
Me ame! Eu sã quero carinho e proteção, vou
te trazer alegria e te mostrar co~o é boo viver!
}1e dê uma chance; se voce me matar, eu nunca
poderei ver, ouvir, sentir, ou 2 0 se7:r te
ver.
Mãe me perdoe! Eu sã quero viver' Tenho es" ,
d irei to!
Voce pode me sentir, ec ~stcu cr~scendo, tn­
gordando, serei um nenê sadio.
Às vezes que te chuto ?ão ii pa,a te !:'2chuc"r, /
é para voce ver que eu existo e e~ccu dentro de ,
voce. ,
Mãe,eu te amo!
Não tome uma decisão irreversivel, irei mor­
_rer mas sempre estarei te olhando lá do Céu e pe
direi para o Papai do Céu te perdoar. Porque eu­
te perdoei! ! !
O Clube dos meus Sonhos
Ednito So.ir<z, do Rot.iry Club de fort.ilcza, CE(Dlst.4490)
t; :~u ~os que ..ic:rcdlta.:o que sc.cpre é possivel c:e.lhor.1.r e, c:ori:o
tl_e,_.~~:sta contu:naz, tarnbér.l al::c.jo atingir pata.mares bc.-ra !:'.nis
Q,d, ecomece! a sonhar coo gostaria que fosse o nosso -
4.""grta rutto toa que o "trafego" das Avenidas de Serviço
·ao Intenso, tão pleno de realizações, que o Presidente
t," co dtteuldades para copattbilizar as datas e horários
"Ycros eventos.
"7 que os copanhe!ros liasse uns para os outros, atê es­
:?eru assunto especifico para tratar, sê para saber
_ 'das coisas"...
"e as Das Rotártas fosse u!to gias entre si, prg
<y. reuntes beneficentes co frequencia e atividades so
,Casa da A=izade.
t.,e ena todo es feriados longos, houvesse_una
não para una cidade próxima onde prooverLaos interci-
•· blo cem outros Rot:nry Clubs. --
E- Que nas férl.ls u grande grupo do clube fizesse uon
vLage ao c.xtcrior onde manter[aros uma parceria cor ua clu­
be co-lrniio.
F- Que quando houvesse urn cve.nto socl..nl ou a.rt-f.stlco n.:i cl­
dade, un grupo de cc::ipn.nhclros ·c.c:nbln.issc, co□prass.c .lll.t~ os
ingressos e fosse assisti--1o Juntos.
G- Que tal un Jantar, sábado à noite, teso se ser parte -
da programação do clube, só pelo prazer de estaros juntos ?
r U."!:ü ''h.:ippy hour" .,o c.:Jir da tarde de sc...,tn-fe.ira?
H- Que t.odos os co::p:anhclros tc1cfon::assc.::i p.::!.r.1 os .anlvcrs-1-
rl...:m.tc·s e os mais prõxros prorovesse: u "hlsky surpresa".
1- Que o Clube adotasse ua cozunidade carente e, en cnJu
to, anlisasse tudo o que poderia ser feito en seu
favor. E... realizasse. À
J- Que os Bolctln-n e a "Rc-v-istn itotárta" foss□cfctiv~
te lides e comentados.
K - Que, co c..,d~ reunião do Clube, ,:i.tguns co::p.1:-:-hciros per-
suntas::;en ,;l:) presidente que tipo de. ajuda !e
precisava. · ·
L- Que o clube divulgasse, na imprensa, as suas !nrers -
;:1t.1vld.J.des p:n- .. 1 que. a comunidade pudesse ter a !age favor
vel do Roury. • -
!-!- Que houvesse u continuo Intercibfo co os cutros clu­
bes da cidade e, e alvas ocastões , ua prorara;ão e cg
Junto para que nos conhecêsseos e fosse apliato o carpa.e!­
r!szo interclubes.
N- Que os capanhe!ros co baixo nível de frequência fosse
visitados e rotivadas a participar coaras assitu!date das atf
vid.'lc!Cti do clu!)e:, -
O- Que os responsáveis pelo B9let1 tivesse dIffcu!4ade er:
elatcri-lo pelo excessivo nürero de artizos, nforações rozG­
rias, p1a4as, etc., entregues pelos demais capanhe!rs.
E vsce copunheira gostaria que o Jtl:J'?ARl" ·aJJ.11 DB: tDRLl.EZA
foste asl? Depende G de voce. D a su opIn!o.
E o te Bela Vista?

.IRA - 11,,
COMO f UNCIONA O PUXA-SACO. MOO EH O
A hierarquia, tal
com conhecemos e a­
plicamos, é um arti
icio que foi criado
para dar condiçoen -
de poucos mandar em
.ore muitos,Ela não
ó um esquema criado
para gerar produtivl
dade.
Nos queixamos de
que poder Íamos estar
produzindo muito -
mais do que produzi­
mo o não consumimos,
Além de não ser -
um esquema próprio ,
adequado, a hierar­
quia acabou se tor­
nando absolutamente
necessária para to­
dos nós,e nos apeqanos
tanto a ela que nenhum
de nós é capaz de i
maginar uma empresa
sem a sua existên­
cia.
Mas ela, como tu­
do o mais que existe,
não tem apenas qua­
lidades; tem também
deficiências e sobre
estas nós já nos re­
ferimos várias e mui
tas vezes. Vamos agg
ra tratar de um dos
seus aspectos negat
vos; ou seja: "Que -
tipo de relações pes
soa-a-pessoa a hie­
rarquia coloca no
nosso ambiente".
teu, ao e despedir
dele, diga: "Se e­
pirrar esta noite
saúde, chefe".
Sem culpas- 12-1fal­
fador que »e preze
nunca se sente cul­
pado.
13- Quando seu
chefe perguntar se
voce fuma,responda :
"gim, mas se 0 »r.
quiucr ou deixo".
O ODJETIVO
DO ARTIGO E
TRATAR DOS
ASPECTOS
NEGATIVOS
DA
HIERARQUIA
14- Se ele lhe
perguntar que .horas
são, responda:·" Que
horas o sr.quer que
seja, chefe?
15- Se ele dis­
ser que os seus fi­
lhos são lindos, di­
qa: "São os seus che-
",
16- Lembre-ae se
pro dos gostos dos -
seus superiores.
17- Não e queixe
nunca d nada, nem -
aça reivindicações.
1B- Mant nha--se -
mui o bem informado
sobre tudo o que a­
contece na empresa
man nha o chefe in­
formado.
19- Leve sempre -
só boas notícias pa­
ra ele; se houver al
quma má deixe que ou
tros <ligarr..
20- Elogie eempre
o seu chefe, para o
chefe e para a secrg
tária dele.
21- Informe o seu
chefe sobre tudo o
que descobrir, prin­
cipalmente os que
concorrem com ele
por uma promoção.
22-- Assuma todas
as tarefas que o des
taquem perante o
seus superiores.
23- Apresente-se
como voluntário para
resolver um problema
fts confissões que
Por: Antonio Puga-E
kabe Press
Para cima e para bai
xo- Ela faz com que
todos nós tenhamos -
três comportamentos
bãsicos:
A-Para cima: "Pu­
x1mOs O saco".
B- Para os lados:
"Damos cotoveladas".
C- Para baixo:"Pi
samos".
só que agora evo­
luimos e não estamos sucesso e corre o
mais puxando,mas sim: risco de vi~ar sêrie
~Afalfando". f: muito para a televisão.
mais delicado e mais Mas isso tem uma
correto. Quem nunca explicação.
afalfou que jogue a Em um badalado co
primeira pedra. quetel no bar Mistu-
Registramos 28 i- ra Fina- Zona Sul do
déias de como setor Rio- Domingo de Oli-
nar um "Eficiente veira Maitê Proença,
Eficaz Afalfador": Cacá Mourthé, Frisei
l- Aprenda o esti la Rosenbaum, Dino -
lo dele escrever e Menaschhe, Clarice -
copie. Niskier e Clarisse -
2- Só emita qual- Derzié lançaram o li
vro Confissões das -
quer opinião depois
de saber qual é a de Mulheres de Trinta
le. (Editora Objetiva)
3- Se ele tem al- Mais do que um livro
gum problema, resol- que reuniu confissões
va-o imediatamente. de mulheres na faixa
4- Faça com que etária dos 30 anos,
ele
O
leve à reuni- a obra revela este -
ões e almoços. ser tão especial que
e; .. Aprimore as é mulher na melhor -
suas qualidades para das idades.
falar em público e Mas o projeto nas­
substitua-o nesta - ceu muito antes quan
missão. . do uma outra peça:
6- Sempre que ele fazia sucesso no Rio
estiver presente eco e logo em seguida no
nomize tudo o quanto restaurante do pais.
puder para o departa Era o •confissões de
mento dele. Adolescentes", escri
7- Seja sempre ta pela filha do co-
fiel e dê apoio pú- ordenador deste li­
blico a toda e qual- vro, o dramaturgo Do.
quer ação dele. mingos de Oliveira •
8- Sim,chefe,pois O texto da adolescen
não, chefe. f: claro, te era baseado num:
chefe. são os seus - diário dela, onde es
m-.ndamentxis básicos. ta relatava seus te:
9- Faça o que é mores, medos, aventu
realmente importante rase experiências:
para o seu chefe. "Era uma idéia to
10- Faca o seu no- talmente original p@
me constar na maior gar os depoimentos:
quantidade possível de atrizes ou que mo
de grupos de traba- rassem no Rio. Haviã
lho. a diferença de um
11- Todas as noi- texto para o outro,
Voce confidencia­
ria para alguém to­
dos os seus medos,an
gustias, casos extra
conjugais? E se ti:
vesse 30 anos? Como
revelar tudo que· a­
conteceu em sua vi­
da? Pois isto aconte
ceu com quatro atri
zes. Suas vivências­
transformaram-se num
livro, numa peca de
.
Iraram
já que em "Confissões
de Adolescentes" o -
ponto de partida ha­
via sido o diário de
minha filha, e neste
caso não havia diá­
rio, havia uma pro­
posta de pessoas que
se propunham a falar
de seus dramas pes­
soais", explica Do­
mingos de Oliveira.
Durante quatro me
ses ele conversou -
com atrizes inteli­
gentes, vividas e
que tinham em comum
estar na faixa dos -
30 anos. Para o coor
denador, esta idade­
é ideal em toda mu­
lher.
"Aos 30 anos a mu
lher está mais madÜ
ra, passou por uma
série de transforma­
ções e está mais ex­
perimentada , não só
da vida, mas do amor.
E sabe fazer amor
sem o fogo ãa adoles
cêr.cia. Sentem mais­
prazer". Depois des­
ses meses de depoi­
mento Domingos de
Oliveira põde consta
tar que· a mulher in­
dependente de seu
status ou situação -
possui problemas co­
muns.
Por mais que o
ser humano seja soli
tário, determinados­
padrões de sofrimen­
to são constantes em
todos da espécie,são
tão comuns que mesmo
atrizes residentes -
na Zona Sul do Rio -
podem ter dificulda­
des iguais ou pareci
das com a mais sim­
ples das mortais."Vo
ce acaba vendo que:
pode existir diferen­
ças economicas, mas
certos dramas são i­
guais para as mulhe­
res".
Esse despir das
quatro atrizes aca­
bou por ser uma das
pecas mais comenta­
das do Rio.
Até porque o elen
co inicial tinha umã
ouvir e, no e­
cu ça nunca...haja o
cue houver,ele es .á
apre cer o.
25- Sempre que »g
rhar coloque o seu
chefe no sonho, como
rer.úi.
26- Esteja sempre
sua disposição pa­
ra ouvir tudo o que
cle quiser dizer.
27- De sempre a -
impressão ao seu
chefe de que voce l
o melhor funcionário
cue e 1 e tem.
• 28. Resolva o&
problemas antes que
eles cheguem até ele,
mas depois faça o im
possível para que
0lc fique sabendo
por outros que foi
voce quem resolveu -
tudo.
P.esponda- Agora que
voce já aprendeu tu­
do direitinho respon
c:ia:
livro
outra proposta,e car
regava a experiênciã
c'e cada uma.
A modificação a­
conteceu quando Mai­
tê Proença foi convi
dada para entrar nÕ
elenco. Houve uma -
revisão, o espetácu
lo encolheu, sem per
der a qualidade.
Aliás, a identi­
cação entre o públi­
co e texto foi total.
A surpresa só não
foi maior porque o -
particular quando vi
ra comum, ou é expos
to, faz sucesso. Es:
le é o pensamento do
coordenador, Domin­
gos de Oliveira. Es­
crecer é colocar o
seu intimo,a sua vi­
a para todo mundo -
ler ou ficar saben
do".
Talvez seja por -
isso que tanta gente
foi ao teatro saber
o que acontecia com
as atrizes, o qua e­
Jas teriam para para
~xpor.Além de artistas
cada un delas tinha _
uma vi.da privada.e esta
varn pondo no palco suas
intimidades à mostra não
de umn terapeuta ou ami­
ga, mas a 200, 300
pessoas.
ENTREVISTAS CO AS
ATRIZES- A VERDA-
DE NO PALCO
Cada urna das atri
zes que participaram
ca peça tiveram uma
oportunidade única -
de fazer algo dife­
rente de tudo aquilo
que já tinham feito
ro palco, no cinema
ou TV. Contar a ver­
dade, a mais pura e
cristalina verdade.
1'.o seu jeito elas
passaram quatro me­
~es convivendo uma
com a outra , saben­
do que um dia suas -
·verdades estar iam no
dominio público. Tal
vez nem tanto. Será­
que a cidade do Rio
e agora o pais-elas
pretendem excurs icnar
-
' 1 •
A-Quem é a pessoa -
mais importante para
a sua produção?
B-Quem é a causa
das suas doenças psi
cossomáticas? -
e-Quem pode lhe da=
tarefas que o faça -
se destacar dos de-
mulheres de 30
incialmenle pelo no:-­
deste irão ficar co­
mentando em cada es­
quina o que se passou
com o elenco?
Possivelmente não.
Afinal todo mundo,por
algum momento , viven
ciou ou vivenciará
uma experiencia igual
ou semelhante à delas.
Segundo a atriz Pris­
cilla Rozembaum, foi
uma experiência fan­
tástica. "Os depoimen
tos foram interessan­
tese acabamos ficar­
do amigas intimas. Ca
da uma expôs tudo o -
que havia se passadc
com ela. Tinha hora -
' • I
!:'3. ..l s :·
D-Quem inferniza z
!cUa noite e o irrpcde
que voce até faca se­
xo?
E-Quem tem o contro­
le direto e absoluto
sobre a sua renda e
sua vida?
Entio..Afalfe reso
viravn uma brincadei
r quando fomos esco
lher o melhor ex-ma­
rido e coisas pareaj
das".
"Também tivemos -
que discutir uma sé­
rie do situações de
que nem sempre nos -
darnos conta ,ou qua
do percebemos é um
segredo só nosso. •;v;i
30 é que acontece o::!
ta coisa, é o início
da maturidade, é
quando aparece a pr~
mneira celulite e es
ta:nos no meio da vi­
da".
COMO CRIIIR UM
DELINQUENif
EIS 10 MANEIRAS FÁCEIS, SEGUNDO LISTA
PREPARADA PELO DEPARTAMENTO DE POLICIA
DE HOUSTON, TEXAS
i- Comece na infância a dar ao seu fi­
lho o que ele quioer. Assim quando ele
crescer, acreditará que o mundo tem obr1
gação de lhe dar tudo o que deseja.
2- Quando ele disser nomes feios, ache
graça. Isso o fará considerar-se interes­
sante.
3- Nunca lhe dê orientação relÍgiosa.
Espere até que ele chegue aos 21 anos, e
"decida por si mesmo".
4- Apanhe tudo o que ele deixar jogado:
livros, sapatos, roupas. Faça tudo por -
ele, para que aprenda a jogar sobre os
0
~
tros toda a responsabilidade.
5- Discuta com frequencia na presença
deles. Assim não ficará muito chocado
quando o lar se desfizer mais tarde. .
6- Dê-lhe todo o dinheiro que ele qui­
ser. Nunca o deixe ganhar o seu próprio
dinheiro. Porque terá ele de passar pelas
mesmas dificuldades por que voce passou? j
7- Satisfaça todos os seus desejos de
comida, bebida, conforto. Negar pode aca
retar frustrações prejudiciais.
8- TO:e o partido dele contra vizinhs
professores, policiais. (Todos têm á von
tade para com o seu filho).
9- Quando se meter em alguma encrenc~
séria, dê esta desculpa. Nunca consegui
dominá-lo 1
10- Prepara-se para UMA VIDA DE DESGS
TO, seu merecido destino.

J)'/1, "I ! { D,
Atendendo a diveruon pedido,, republjc
continuar€ o: com a serie, net CAD)ERMO 2 . Mo
1ra
a

PI r O anibais
O Silêncio dos In
A Fazenda era imensa. Mais
de 100 mil hectares, a ec<le pa­
recia uma cidade, a casa, ou me
lhor, a mansão, de dois andares,
com bosques, piscinas, quadras
de voleibol, saunas, um comple­
xo esportivo de fazer inveja a
muitos Clubes; no Aeroporto, um
jatinho e dois aviões menores ,
pista asfaltada, na garagem qua
tro peruas, duas importadas (To
yota e Mitsubisch), uma F.100ô
o um Jeep Niva. Os caminhões,
num total de três, viviam rodan
do pelas estradas da região, fi
cavam muito pouco na Fazenda. -
Dez funcionários, entre em­
pregadas e mordomos, cuidavam -
da mansão, toda decorada com mó
veis adquiridos na França e no
Sul dos Estados Unidos.
Numa das salas, dois homens
conversavam:
- Já te disse Alonso, é pre­
ciso administrar com mão de fer
ro, sem dramas de consciência ,
para o trabalhador basta duas
refeições por dia, o almoço e o
jantar e digo mais, folgas só
aos domingos, nada de feriados.
E obrigar todos·à comprarem no
nosso armazém, só assim podere­
mos controlá-los.
- Eu sei Dr. Rocha, tenho
feito o possível, mas lá na Co­
lônia (onde moravam os mais de
500 empregados da Fazenda) está
surgindo um movimento de revol­
ta, comentários estranhos.
Alonso era o Gerente encarre
gado de tudo, desde o controle­
dos empregados à manutenção de
todo o complexo.
Cuidava também das lavouras
de soja, café, algodão e do re­
banho bovino, quase 20 mil cabe
ças. Conversava com o Adminis -
trador Geral, Dr. Rocha, o pro­
prietário, Dr. Eugênio Martinez
.morava em São Paulo, no Morum -
.bi, raramente visitava a proprie:
dade, tudo ficava nas mãos de
Rocha, que mensalmente prestava
contas ao patrão.
Na Colônia moravam os empre­
gados da Fazenda "Recanto do
Sol", em casas pequenas, sala ,
cozinha e quarto; o banheiro fi
cava no quintal, se podia se
chamar de banheiro! Não podiam
ampliar a área construída e nem
tinham como. se a familia aumen
tasse iam se amontoando, pos
suiam regulamentos impostos pe
lo Administrador, trabalhar das
06 da manhã às 11 horas, meia -
hora para o almoço, e mais tra-
I VALO P!+ ;A
bulho até ãs 19 horas. Folga
ao□domingos. Consultas com o
médico só nos casos mais qra
ves, licença médica só com auto
rlzaçio do Dr. Rocha. Os manti=
mentes eram comprados no Arma -
zém da Fazenda, a preços supe -
riores aos do mercado, ninguém
ganhava mais do que o mínimo, e
o mínimo ali bem menos do que o
mínimo oficial. Nos finais de
mês, todos ficavam com débitos
que eram corrigidos a taxas e -
xorbitantes.
Empregados, ou melhor, pri -
sioneiros, até a morte.
O primeiro a se revoltar com
a situação foi um tal de Benedi
to, um sergipano, pediu demis
são, depois de passar meses e
meses economizando para pagar a
conta do armazém e da farmácia,
ele, a mulher e três filhos. A­
té fome passaram.
No Recanto do Sol ninguém po
dia pedir demissão.
A mulher de Benedito e os
três filhos continuavam na Fa -
zenda, a mulher era uma das la­
vadeiras, os meninos já estavam
na roça, o mais velho tinha ape
nas l3 anos. -
O corpo de Benedito foi en -
centrado numa manhã' chuvosa pe­
lo Reis, um dos peões, amarrado
e com um tiro no peito. Desaven
ça pessoal, disse o Administra=
dor. •
Desde este dia ninguém mais
pediu demissão, viviam num regi
me de terror, até guardas arma=
dos vigiavam os trabalhadores.
Falava-se entre os Colonos
que o Dr. Eugênio quando visita
va a Fazenda, sempre em compa -
nhia de amigos, pedia a Rocha -
que procurasse entre as moças e
meninas, as mais bonitas, essas
passavam dias e dias na mansão,
depois voltavam para casa. Mu -
lheres.
Era um suplício para os pais .
Não adiantava escondê-las, era
pior, haveria retaliações, mui­
tas haviam sido levadas na mar­
ra.
Zenaide, uma das copeiras
ouvira certa vez Dr. Eugênio co
mentar com um amigo, um velho­
de 70 anos, com olhar pecamino­
so - sempre encontro uma flor
neste mar de lama, nesta pocil­
ga, você nem imagina o que ê
pegar uma franguinha caipira e
transformá-la em mulher!
Comentava-se também que o fi
lho do Dr. Eugênio, Paulo, estÜ
dante de Medicina na Capital -
centes
por sinal um péssimo estudan e,
quando estava de férias, passa­
va uns dias na Fazenda, gostava
de fazer experiências com os Co
lono. Um horror!
E.te era o clima no Recanto
do Sol. Qw .. • deveria se chamar
Recanto do Inferno.
A cidade mais próxima, Roei
ra, estava a 50km, um Municí
pio pequeno, dominado pelos
qrandes proprietários de ter -
ras. Eles é que nomeavam o Dele
gado, o Juiz, o Prefeito, mani­
pulavam as eleições, não permi
tiam a criação de Sindicatos e
impediam a chegada de pessoas -
que não comungavam com suas i­
déias.
Depois que vários posseiros
foram mortos, famílias expulsas
e reclamações ao Bispo da re­
qião de que alguns Padres "comu
nistas" estavam pregando idéias
esquisitas à população, até os
Padres foram "transferidos", e
a "calma" voltara a reinar.
Na Pequena Igreja do lugar,
apenas o Padre Richard (um ame­
ricano}, ficara para atender os
fiéis, inclusive os do "Recanto
do Sol" e demais fazendas da
região, mais conhecida como "Va
le da Esperança".
Não "Vale da Esperança", mas
sim Vale do Esquecimento.
As autoridades faziam vistas
grossas às denúncias que chega­
vam do trabalho escravo, assas­
sinatos, contrabando de ouro,
urânio e cassiterita. Tudo era
permitido. .
Os Administradores das Fazen
das contratavam os empregados a
través de "gatos", homens encar
regados de convidar com propos­
tas mirabolantes migrantes que
chegavam nas Capitais, sobretu­
do São Paulo e Rio de Janeiro,
fugindo da misérid e da seca do
Nordeste. Sobravam empregados .
Só escolhiam os mais novos, e
quando contratavam famílias ,
davam preferências as que já ti
vessem filhos adultos. Os rapa=
zes serviriam para todos os ti­
pos de serviços e as moças te -
riam muitas utilidades, até mes
mo servir de pasto aos abutres
nas casas de prostituição da re
gião. E também para servir aos
patrões, evidentemente as mais
bonitas.
No Recanto do Sol a vida con
tinuava. No mesmo ritmo. o Pa =
trão cada vez mais rico ostra
balhadores morrendo à míngua.
Onico fato digno de elogios,
e de dmira;ão, foi a cons .
cão da estrada, mais de 400 k
de asfal o, ligando Roeir
Capital do Es ado. Atraves nto
matas e pântanos, a e trada
uma obra de »rt , Os Jornais no
ticiaram que todo os Fazendi­
ros se uniram para a constru
cão, na verdade o dinheiro ve'
de um banco americano, inter
sado em "promover o progresso",
no Vale da Esperança.
Outro fato que rvreae registo
são as barreiras nesta ostra -
da, ao se aproximarem das gren­
des propriedades, os viajantes
encontravam barreiras policiais,
o Vale da Esperança tem frontci
ras, só ultrapassadas por pes -
soas com permissão para isto. Em
pleno século XX, o mundo viven­
do a plenitude democrática, ~li
o regime é de guerra e ditadu -
ra, dos vampiros e canibais do
povo.
Tudo começou a mudar quando
Antonio Carlos, mais conhecido
por Tenho, chegou ao Recanto do
Sol, vindo de São Paulo. Torho,
filho de Zeferino havia ficado
na Capital Paulista quando o
pai, a mãee os irmãos, vindos
do sertão do Cariri, no Ceará ,
foram contratados pelo "gato"
Rufino. Tenho ficara morando
com um primo, operário metalúr­
gico numa indústria no ABC Pau­
lista.
Isto já fazia mais de seis a
nos. Na época ele tinha 19 a
nos, hoje está com 25, graças
aos seus esforços fizera um cu
so de ferramenteiro, além do c
légio, era chefe de seção e :--.e::
bro do Sindicato, um líder sin:
dical.
Tenho enviara várias cartas
ao pai. Nunca obtivera resos­
tas. Ficara preocupado. Resol­
veu visitar a família quando
por acaso, na saída de um jogo
do Corinthians no Parque So
Jorge,encontrou Maria das Do -
res em companhia de umn rapaz. Ma
ria das Dores, também do Cari
ri, havia ido com a sua família
para o Recanto do Sol. Estava
diferente, toda pintada, cc~
jeitos de mulher dama, mas ele
a reconhecera.
Abraços, muitos abraços, sau
dades, muito o que falar. o que
contar.
- E a minha família, Maria?
- Sabe, Tenho, aquilo lá é
um inferno.
Vamos ali, naquele bar, vou
te contar tudo.
Recanto do Sol
- Estive no inferno, Tenho.
- Mas como? Fale Maria, fa-
le.
Estavam sentados num barzi­
nho, perto do campo do Corin -
thians, havia pedido uma cerve
ja, convidara o amigo de Mar1a,
este se despedira alegando que
tinha compromissos.
- Quando saímos estava con
15 anos, já se passaram se1s
anos Tonho, muita coisa aconte
ceu. Nos primeiros meses ate
que gostamos, tínhamos casa,p~
quena, mas era uma casa, o tra
balho não assustava, pai sem
pre trabalhou, e mãe tambem.
Meus irmãos foram para a roca,
junto com o pai eu e a mae f~
mos para a sede da Fazenda, eu
trabalhava na cozinha, mãe na
lavanderia.
- E meus pais?
- Estão lá, mas deixa-me
contar tudo. Foi depois de se­
is meses no "Recanto" que fo -
mos descobrir, não passávamos
de prisioneiros, sem direito a
nada, tudo o que ganhávamos fi
cava para o proprietário. Meus
dois irmãos não aguentaram, fi
param doentes, o Administrador
s·ó permitiu que consultas sem o
médico quando já não tinha jei
to. Morreram. Era muito traba
lho, no mato, pouca comida, sem
descanso.
- Mas não reagiram?
- Reagir como? Eram capangas
por todos os lados.
- E sua mãe?
- Mãe está lá, doente, lava
roupas, mas não vai aguentar mui
to, chora todos os dias, reza ~
mas reza não adianta, até parece
que Deus esqueceu da gente.
- E os meus pais, Maria? To -
nho, ansioso, com os olhos bri -
lhando de revolta, voltou a per­
guntar.
- Olha Tenho, sua mãe está
bem, é uma mulher muito forte ,
seu pai não, coitado está doen­
te do pulmão, ele trabalhou mui­
to com veneno para a lavoura ,
sem proteção alguma, mal conse -
gue andar. Mas ele conseguiu fa­
lar_com o médico que lhe deu uns
remedias. Vai vivendo.
- E a mãe?
- Ela, mais o caçula, Ricardi
nho,: que trabalham e sustentem
a familia e...
- E minha ir:ã , Tininha?
- Olha Tonho...
- Fale Maria, e minha irã?
Tininha era o mi.no de Tonho,
a 1rmazinha do coração menina
linda, ruiva, de olhos verdes ,
Capitulo !l
uma ternura, muito meij. e caí
nhosa.
- Depois que ela ficou cor:1 • o
Dr. Rocha, forçada, amasiou -se
com um peão da Fazenda. Vive
lá. Tem dois filhos. seu co::,oa­
nheiro é o Jura. Um mineiro.
- Como é isto? Quem é o Dr.
Rocha?
- ~o Administrador Tininha
estava com 14 anos quando ele a
levou para a sede, seu pai e
sua mãe_nada puderam fazer. Mas
ela esta bem, muitas não conse­
guem isto, arrumar um amante
ficar mulher de um bo:nen só ,
transformam-se em putas, mulher
dama, vão cair na prostituição.
Nem todos os pais entendem, vo­
ce sabe como é, alguns expulsam
as filhas de casa. Foi o meu ca
so.

- Mas, para ir até eta tal
do Roseira temos que par sar por
Cuiabá- Perguntou Carlos a
Tonho.
- f mais prático, Cuiabá é o
portal da Amazónia, lá podere­
mos colher informações a respei
to da agropecuário "Recanto do
S01".
- Olha Tonho, você disse que
o proprietário é um tal de Dr.
Eugênio Martinez?
- Pelo menos foi essa a in -
formação que me deram na Asso­
ciação Rural Brasileira.
- Esse nome não te lembra na
da?
- Não.
- Você deveria ser mais aten
to, não se lembra da Assembléia
em Santo André, quando o Rodol­
fo, do Sindica to dos Rodoviários
denunciou o proprietário de uma
Empresa Transportadora, por de­
missões de mulheres grávidas e
arrocho salarial?
- Lembro sim, mas o que tem
a ver?
- O dono da Empresa, não se
lembra do nome?
- Não. Qual era?
- Dr. Eugênio Martinez.
- Está brincando!
Falo sério. ta mesma pes-­
soa. O dono da "Recanto do Sol"
é também proprietário da Trans­
portadora EM, uma das maiores
de São Paulo.
- Bem, você deve saber o que
diz, afinal suas funções no Sin
' t j
t +, , n
do per dig
nidaa. rststa confins Mao. .iqu ó r ordens
do mando, vive d, como bichot direta, do Administrador, nem
prisioneira, c me umno a putas, .odas ão oríqi
- Coo cansquiu air? nria dali mesmo, entre as mo
· Coniqo aconteceu o pior ,as e até talheres casadas que
na prime ira urnana que estava- larqaram os maridos.
la, cheqaram vario homenn num - E a Polícia, as autor ida
aviso, um deles era o proprietd dos dn cidade?
rio, fizeram uma festa e fui o Perto menmo só Poeira, lá
briqada a participar. Fui deflo quem manda ão o fazendeiros,
rada na ala por um sujeito que até a Polícia é con.rolada por
nem sei o nome, depois outro me eles, E a maioria mora em São
usou, o outro, Pai não enten- Paulo, Porto Alegre, Rio de Ja­
deu, sempre foi do qônio difí - reiro e Campo Grande.
cil, e expulsou de casa, fui Vou visitar os meus pais.
O Encontro
dicato, de Relações Públicas ,
oferece a oportunidade de con­
versar e conhecer diversos com­
panheiros, lideranças de outros
Sindciatos, no meu setor só en­
tro cm contato com os metalúrgi
cos, na verdade o meu negóciÕ
mesmo ê no Jornal do Sindicato.
Você sabe disso.
- Não me venha com descul
pas, se almeja ser um grande di
rigente deve observar todos os
detalhes, obter as mais varia­
das informações e conhecer a
maioria dos crápulas que sugam
o sangue do trabalhador.
- 'Tudo bem, não vamos discu­
tir. Qual o primeiro passo?
- Levantar mais informações
sobre o Dr. Eugênio, em algum
lugar vamos encontrar essas in­
formações. Temos que adiar a
viagem.
- Vamos ver se conseguimos.
Conseguiram, o bilheteiro,no
Terminal do Tietê foi compreen­
sivo, marcaram a viagem para da
li a 7 dias, uma semana. -
Foi fácil. Sobre o Dr. Eugê­
nio encontraram as mais diver
sas informações, o Empresário
era conhecido, não só dos Sindi
calistas, também dos politi
cos.
Foi a Nancy, Secretária do·
Sindicato dos Rodoviários e Ru­
te, do Sindicato dos Trabalhado
res das Indústrias Alimentícias
que lhes deram relatórios minu­
ciosos. O homem era proprietá -
rt
- O1h"Torto, e toa mor ndo
numa penão no Brás, vou ver se
ajeito minha vida, rru.ar um
emprego, e não der certo vol s
rei para o Ceará. Por enquanto
vou vivendo, pelo menos e tou
!ivre, faço o que qu ro.
Se depediram. Maria deixou
o cr:d•reço.
Tonho ficou olhando a moça ,
não tinha nada da Maria que co­
nhecera, não, não acreditava que
pudesse mdar, balanceando os
rio da Transportadora, uma Fá -
brica de Doces, Fábrica de Ca -
fé, de ôlco de Soju e de uma
Empresa Exportadora. Picaram
surpresos. Contra ele só havia
a denúncia de haver demitido al
qumas funcionárias que estavam
grávidas e de não aceitar o rea
juste salarial reivindicado pe­
lo Sindicato da classe. Fora
disso, nada. Muito pelo contrá­
rio, só elogios, um Empresário
precoupado com o social, com o
bem-estar de seus funcionários.
As demissões das mulheres e o
problema dos salários derivou -
se da ação de um chefe de pes -
soal, perseguidor, sujeito pre­
potente, foi demitido por justa
causa.
Um homem muito rico, avesso
às notícias sociais, não gosta
de badalacões, vive para a famí
lia, os amigos, sua única dis -
tração é o Clube e a casa de
praia no Guarujá.
- Freamos na mesma, Carlos
sera que é a mesma pessoa?
Tonho, é a mesma pessoa,
vi o nome na Associação Rural,
me apresentei como jornalista ,
preparando uma reportagem sobre
os desbravadores da Amazõnia, o
dono da Recanto é o Dr. Martinez.
- Estranho! ex lamou Tonho.
- Estranho nada, ou a tua
amiga mentiu, afinal você disse
que ela se transformou numa
prostituta. Ou o bondoso Dr.
Martinez é um homem de duas ca-
Capitulo lll
ras. Anjo e demônio.
- O mais interessante, nunca
li nada a respeito dele na im­
prensa, é a discrição em pes­
soa. De uma coisa tenho ccrtf
za, Maria não mentiu e admiro
você fazer esse tipo de corrcntá
rios, não é por ser prontitutii
que a mulher perde o amor à jug
tiça, a verdade, merecem o nos­
so respeito, afinal ó a própria
sociedade a culpada pela exis­
tência delas, alto de podrees­
tá acontecendo nasquelas ban
das. Tenho certeza.
Na véspera da viagem, quinta
feira de manhã, o redator do
Jornal "Voz dos Metalúrgicos" ,
Lucas, ficou sabendo da histó -
ria, se interessou e prometeu
ajuda. E ajudou mesmo.
Foi Lucas que descobriu tu­
do. Ligado a Pastoral da Terra
foi apresentado ao Padre Eclinho,
coincidências das coincidências,
o padre trabalhara na região de
Roseira, tivera que sair por im
posição dos grandes proprietá­
rios de terras. Se conhecia a
Recanto do Sol e seu proprietá­
rio?
- Aquilo lá é filial do in -
ferno na terra e seu proprietá­
rio o porta Voz do Demônio.
No final da tarde Lucas ,
Padre Edinho, Tonho e Carlos
se encontraram na sede do Sin­
dicato. O Padre trazia várias
pastas.
1
Tempos de Ira Capítulo IV
Lucas Perch, filho de imi
grante alemão e de uma paulista
nascida em Garça região cafeei­
ra; a mãe era seguidora fiel e
constante da Bíblia, crente; o
pai de Hamburgo, criado nos es­
combros de urna guerra que mar -
cou para sempre o povo alemão.
Morava sozinho, num dos Bairros
mais tranquilos de São Paulo, o
Ipiranga, na Rua Bom Pastor, nu
ma casa de Vila, desde que o
pai e a mãe resolveram voltar -
para o interior.
Além de ser o Redator do Jor
nal "Voz dos Metalúrgicos", co­
laborava com diversas publica -
cães sindicais à noite trabalha
va numa Editora, na revisão. Um
homem muito preparado.
Conhecia a região da Agrope­
cuária Recanto do Sol, mas quan
do ali estivera só havia lugare
jos e um povo abandonado. Não
gostava de lembrar aqueles tem- .
pos de ira, era jovem, pegara -
em armas e fora para a luta,com
muitos companheiros da Faculda­
de. Contradisões da juventude ,
ideal feito de palha, incendia­
do pelo próprio sistema interna
cional, o mundo comunista ruíra
na onda democrática com a derro
cada do "Paraíso Vermelho". -
Sonhos da juventude, ficara
uma grande lição, vale a pena
lutar, mas a luta pode ser pací
fica, no campo das idéias, a lÜ
ta armada não leva a nada a não
ser o aniquilamento. do homem.
Não, a revolução armada não é a
parteira da história, são as i­
déias e a união das trabalhado­
res, com esta união surge a
conscientização, o espírito de
classe.
Nos tempos de ira Lucas co­
nheceu homens e mulheres, na
maioria jovens, lutando por tu­
do aquilo que acreditavam. Co -
nheceu a tortura, os limites do
sofrimento, a decepção, e teve
períodos de intensa felicidade.
Foi guerrilheiro sim senhor.
Exilado voltou ao Brasil com
a anistia.
Páginas escritas no passo
que não gostava de reler. Não -
se arrependia de nada, houve er
ros e acertos.
Ficaram no espírito e no cor
po, lerabranças amargas dos po -
rões onde gritos orripilantes e
ram ouvidos de madrugada, jo
vens de 20, 22 anos, morrendo
nas mãos de feras que se apro
veitaram de um momento para ex­
travasarem suas taras; no corpo
a tortura lhe decepara dois de­
dos. Por isto o apelido (que
não gostava) "Três Dedos".
Todos os quatro se acomoda -
ram onde funcionava a sala de
leitura da Biblioteca do Sindi­
cato dos Rodoviários. Ali pode­
riam conversar tranquilamente.
- Vamos aos fatos, padre
disse Lucas.
- Estive naquela região por
mais de dois anos, além de Ro -
seira, mais duas cidades inte -
gramo "Vale da Esperança",Rial
to e Barbosa, a mais próxima da
Recanto do Sol é Roseira. Nos
idos de 72 a 74, vários empresá
rios paulistas, mineiros, gaú ~
chos e paranaenses adquiriram
milhares de hectares de terras,
os nativos da região, pequenos
proprietários e posseiros, na
maioria migrantes, foram expul­
sos. Formaram-se grandes pro
priedades. Algumas produtivas ,
outras só para especulação. Ali
é como um condomínio fechado ,
muitos têm atê exército particu
lar, aviões sobrevoam as matas
diariamente, fala-se que o con­
trabando de ouro, cassiterita e
atê urãnio é livre. tum Brasil
diferente, onde impera a escra­
vidão. Mais de 5 mil pessoas vi
vem no Vale, as que conseguem­
denunciar às autoridades o que
se passa por lá, não merecem
crédito. A Igreja procurou agir
dentro do possível, mas temos
limites, eu e mais quatro pa -
dres fomos "convidados" a mudar
de paróquia ...
- Não vamos entrar em deta -
lhes, iremos verificar pessoal­
mente as condições existentes ,
você tem um relatório?
- Tenha paciência, Tonho,pre
ciso lhes dar uma visão realis­
ta dos fatos, pois ninguém acre
dita que no Brasil das CPis,das
cassações, possa existir o tal
"Vale da Esperança".
- Desculpe.
- Formou-se um cartel hoje
sao mais de 5 milhões de hecta­
res, de propriedade de meia dú-
z1a de empr -= • - ' •
; esarios é preciso
dizer que alguns deles transfor
maram matas t . . . -
r erras improduti -
a
vas, em verdaeeiros celeiros on
e se proa ' -
e a .. uz de tudo, acontece
qu dministram como se fossem
senzalas nã
d '
0
possuem trabalha-
ores, mas escravos. Para o Go-
verno merecem a· 1 -
us são h ap..omas e trof-
omenageado - d s
bravandoa - s, estao te
Amazônia. Para o po-
vo, para os qu -
feitores. • e trabalham, são
- E o propr° - .
to do Sol? 'etario da Recan-
- Um nj, Perguntou carlos.
fama de tonário paulista.co
<
1
3 mples e dedicado à fa
m1 1as, aos : -
admirado amugos, empresário
dupla ers;"ido, un honee de
fazendas se tidade. Nas suas
rasco
O
i ransforma, um car­
ta os'em ~eor de todos, contra­
ore !29os na E=tacão do
"gatos" , "ntral, através de
' eva Para R
com promessa o ecanto
de. ieiam e,,,S adegs a 1iberas
tório feio ]cão este reli
ele trabalhav, Padre Miguel,
Roseira. ª na Paróquia de
- Onde está es
- Segundo ~,se Padre Miguel?
transferido nformacoes fol
no interior ~ara_uma Paróquia -
cidadezinha. e São Paulo, uma
- Leia em voz
nho a Carlos. alta, pediu T~

) tri, is'»
: 1" ·'· !
•'Teso teno e pacienrcia,
l• ) ·, rr f • 1 l u '1',,1d,o,
r. Car lo iniciou a lei ura.
"Meu nono e Miquel, fui ta -
s de vinte dre P.ró;aia do Po
relatório € o rlato
empregados, pedes, lavr dor
que conseguiram 'uuir da A;roe
•uária Recanto do ol, d pro -
riedade do E presário Dr. E.a9
Relato de um Sobrevivente
.- Meu nome é Donizote, nasci
na cdade de Capela Alta, na
[l,1hln, :;;i;( ti() Jii junto com a mi
nha família, mulher o cinco fI­
lhos, num pau de arara, fugindo
da seca, das péssimas condições
de vida, qualquer coisa era me­
lhor elo que ficar lá, vendo os
fil hos, barriqudos de doença ,
norrcndo dia-a-dia. E a mulher,
magra, olhos sem esperança, fa­
znndo mllagros na cozinha para
nlimontar on [i lhos, pelo menos
umn voz por dia. De vez cm quan
do Gurgia um bico nas frentes
de trilbillho, onde se ganhava 2
mil cruzeiro□por semana, dava
para comprar farinha, carne de
sol, um pouco de arroz e ia se
vivendo, Melhor, sobrevivendo.
Foi quando o compadre João ,
mais Virgulino, todos de Cape -
la, me convidaram para ir para
o Sul, tinham proposta para tra
balharem numa fazenda, ganhar
bem, comer três vezes ao dia,
escola para as crianças, viver
com dignidade. Fiquei entusias­
mado. Arrumei as trouxas e em­
barcamos no caminhão de Murilo,
até São Paulo. Mais de cinco
dias de viagem.
Foi um sofrimento. O cami
nhão estava lotado. Olha, até
fome passamos, mas estávamos
contentes, e fome não era novi­
dade.
Nem chegamos a conhecer São
Paulo, só de passagem, até as
sustava, aqueles prédios, um
mundão de meu Deus, de gente e
casas. Fomos transferidos para
outro caminhão, viajamos mais
uma semana, só que a viagem me­
lhorou, tínhamos comida à vonta
de, muitos até cantarolavam.
Numa cidade chamada Campo
Grande, embarcamos num ônibus ,
aí sim, ameninada se divertiu,
olhavam as paisagens com os o -
lhos arregalados, surpresas e
mais surpresas. Quanta água! E
matas! Quanta fartura"1-
l Mais duas semanas.
Ninguém fazia perguntas, nin
guém reclamava, obedecíamos a
um homem que se apresentou como
Reis, "o contratador". Em Sao
Paulo ele deu a informação, sem
muitos comentários:
- Vocês foram contratados pa
ra trabalharem na Agropecuária
"Recanto do Sol, vamos fazer ~
l
~ucas estava sentado no ban­
co da Praça. Aquela hora do
dia haviam poucas pessoas, ba -
bâs com crianças, risos, corre­
rias, alguns aposentados conver
sando, outros sozinhos com suas
recordações. A exemplo de Lucas.
Foi ali, naquela pequena Pra
ça que ele conheceu Dinora, sua
Primeira namorada, espremida no
entroncamento de duras ruas no
Bairro da Aclimação, a Praça da
igrejinha, como era conhecida_o
havia presenciado muitas histo­
rias. A Igreja não existia ma -
is, mas ficou o nome. Com ..9
tempo os especuladores imobilia
rios foram comendo , pouco a P';'~
co pedaços daquela área valori­
zadíssirna. o que restava dela
era defendido com unhas e den "
tes pelos moradores das imedia-
ções. _ .
Eram 9 horas da manhã,depois
de um~ afé reforcado, e reforça
do para ele era suco de laran_­
ja, pão com manteiga, ovos fri­
tos, depois uma gigantesca x1ca
ra de café, fôra para
O Jornal
do Sindicato. . - a
Não estava com disposicao P
ra o trabalho.
- Vou sair um pouco,
das 11 estarei aqui. d t ·
Rodou oela cidade, sem es ~
- • te parou
no, desejo inconscie.n ' _ na
na Aclimação, mais um cafe
antes
rele;ão.
Poucon ficaram para trás. Só
dois velhos, mais de 70 anos
mas fortes ainda, foram deixa
dor. num albergue.
Em Cuiabá deixamos ônibus, e
perdemos uma das meninas de Ca­
pela, durante a viagem se enfei
tiçou por um dor. auxiliares do
"contratador", [icou li mesmo ,
não diantou o choro da mãe. O
rapaz disse que casaria, monta-
ria casa numa tal de Várzea
Grande.
Viagem sem mortes, e acredi­
tem, som doenças. Deuo o Padre
Cícero Pstavam protegendo age~
te. Até a chegada no "Recanto
do Sol".
Sair do Sertão de Capela, ver
o que vimos durante a viagem ,
parecia um sonho, mas a surpre­
sa maior foi a chegada no "Re -
canto do Sol". Quanta lindeza!
Era o Paraíso na torra. Ali
era o céu.
Ficamos em filas, o Dr. Alon
so se apresentou, era o Geren -
te, todos obedeceriam rigorosa­
mente suas instruções e determi
nações.
De longe avistávamos a sede,
parecia coisa de cinema, e ou­
víamos, diversas vezes - puni
ção para quem se aproximar,
Fomos alojados na Colônia ,
por uns dias em barracões, de­
pois tomamos posse de nossas ca
sas. Imagina! De material, ate
banheiro com vaso!
Ninguém cabia em si de feli­
cidade. Era muita sorte.
Na verdade as casas eram pe­
quenas, cozinha, quarto e sala,
o banheiro ficava no quintal ,
pequeno tamb:~m. Mas tudo de ma­
terial.
Prá quem vivia em palhoça de
chão batido, sentia-se num pala
cete.
Nos primeiros meses tudo foi
muito bÔm, trabalhava-se muito,
das 06:00 da manhã às 07:00 da
noite, meia hora pro almoço.
Não havíamos falado do salá­
rio e o rancho era comprado na
própria Fazenda. Com 3 meses de
Recanto eu já devia mais de 20
mil cruzeiros. Cobraram até as
despesas da viagem.
•Tentei fazer um puxado, que
serviria de quarto, não, não
podia, era proibido mexer -
Lanchonete da esquina, depois o
banco na Praça.
Recordações do passado. Fi
cou ali. Olhos no vazio. Pensa­
mentos. Lembranças.
o Brasil é imenso, mais de
150 milhões· de habitantes, ter­
ras muitas terras, um poten -
ciaÍ agrícola invejável,urn País
rico, muito rico, com um povo
pobre.
Lembrava-se da reportagem na
TV e o repórter mostrara urna
família que vivia no lixo, no
Recife, comia ate carne humana.
Chocan~e. Terrível.
- E a capacidade de se indig
nar, dese revoltar? Será que
nada mais é capaz de mexer com
os brios desse povo? - pergunta
va-se.
Abriu o Jornal do dia e leu
as manchetes. Crimes, mais um -
escândalo, CPI, Jogo do Bicho,
eleições, acertos, negociatas
falta de quórum no Congresso, a
meaças de cassações (só amea
ças), mais corrupção, desvios ,
roubos. Fechou o Jornal.
- Até quando? Até quando
meu Deus?
Balançou a cabeça e olhou pa
ra os lados. Um velhinho, cabe=
los brancos, olhava para ele e
sorria. Simpático. Retribuiu o
sorriso.
na cara.. O ,0
no, mas d v p ra cri
nhas, plantar q u:
tão, era proibido o
se odoss na can«
trabalhar? As cri
eram deitadas na
barracão, onde s
iguais a animais. Uma velha e
qum cuidava das crianças a b
e do porrete. ua desgraceira.
a1r da Fazerdr rroi!i­
do, nem mesmo tara passear em
Poeira, a cidade mais próxi -
na, não tínhamos direito a na­
da, recebia-se metade do alá­
rio mínir.o da região, dc•ccontE_
va-se o aluguel da casa, luz ,
qua e taxa de reserva - diziam
que era uma espécie de Fundo
de Garantia. Só não passávamos
fome, aprendemos a se virar
ruitos caçavam, escondidos, po
is também era proibido. tra~os pi:isJÊ
l'ciros.
A Fazenda tinha uma equipe
c1e segurança - Polícia Rural -
controlava tudo e à todos,mais
de três reunidos era punição
na certa. E esta punição era cm
dinheiro - multa pela trans
gressão do regulamento.
Todos eram obrigados a assi
nar uma espécie de contrato de
trabalho, sem duração, com a
cláusula de que seria obrigado
a pagar os débitos antes de pe
dir demissão. Não tinha como
pedir.
Um grupo de scrgipanos ten­
tou fugir, numa noite de tem -
pestade, sairam pro mato. Nun­
ca mais se ouviu falar deles.
Todas as estradas de acesso à
Fazenda tinham guardas anrado-,.
Os que conseguiram ir até
Roseira e lá dar parte na Poli
cia, ficaram por lá mesmo, cs=
tão presos até hoje. Acusados
dos mais div~rsos crimes.
E todos os dias levas ele­
vas de migrantes chegavam, e­
ram distribuídos nas Fazendas
do "Vale da Esperança".
Na Casa Grande, como chamá­
vamos a sede, aconteciam coi -
sas que nem o Demônio é capaz.
Minha menina mais velha foi ar
rombada por um dos capangas ~
quando tentei L~clamar, levei
uma surra e multa. Depois ela
sr- transformou cm mulhor rl?.ma. l
·1r.s 10 km da Faznda funcionava
Reflexões e Recordações - Capítulo VI
Bem, amanhã terei que arru -
mar as malas, já está tudo re -
solvido, vamos para Cuiabá, no
Mato Grosso, e de lá achar um
jeito de ir para a Recanto do
Sol.
Lucas não havia contado para
os seus amigos, conseguira um
contrato, trabalharia de "free
lancer" - repórter independen -
te - para um grande diário de
são Paulo. Depois de conversar
com o Diretor, relatado os inci
dentes na Recanto do Sol, no
Vale da Esperança, este entrara
em contato com os proprietários,
sinal verde, a reportagem seria
publicada, sem cortes. Falou-se
atê em urna série. Receberia mil
dôlares, despesas pagas. •
Não, não haveria despesas ,
entraria no Vale como migrante.
Tudo foi combinado.
Lucas sorriu. Com o dinheiro
daria para pagar a reforma da
casa no Ipiranga. Estava preci­
sando.
Mas será que o Jornal publi­
caria? E os interesses co~er
ciais? .
Não, aquele Jornal era inde­
pendente, oposição ao Governo e
caçador implacável êos corrup -
tos.
Publicaria sim. ~ sorriu no­
vamente.
ar inh
dar.
Luc , ranho e o Padre ouvi
ram em ilênc1o o relato, foi
Lacas que p rqurta.
- E aí Padr, como que o
homen conscruiu ;ir ondno e
tá2
- Do izetc t rgita cora
gem, hoje é proeq.do da Igre -
ja, tá cm Cuiabà, busca de
todas as forras snss'biiiar as
autoridades, mas ninqué lhe dã
atenção. Apesar das denúncias ,
ninguém faz nt1dr.1, :oi em alguns
jornais, não passou da porta. Os
donos do Vale ~:o ocderoaou.
- Mas como fugi~ - rcpcLiu
Lucas.
- Roubou ur,a Wínchcst<;r 22
num do:ningo de fol<i<l, ~oiu pela
mata. Passou o diabo, mas cone
guiu chegar em Cuiabá. Uma avcr
tura. Não é para qualqur um.
. :u J l
o ) a a+!
C,,rlos contir.uou a ler, ou
tos relatos, todo some]han
tes, alguns tcrri~icantcs, pc3-
soas puras, ingênuas, trabalha­
dores, iludidos por promc~~ds -
de empregos, trabalho decente ,
foram parar nu:r verdadeiro cam­
po de concentração.
- Só não entendo cono as au­
toridades não tc::i-J.•:: pro·,idênci­
as? perguntou Tor.ho.
- A Igreja tem feito denún
cias, acontece que os Pdres g
nharam a fama de agit~dores ~
nem mesmo a imprensa ~credita -
nas histórias que cor:omos, res
pendeu Padre EdinDo. -
- Mas o quê podemo~ ~azer?
- Ora, Carlos, ir lá, ~ormar
mos um grupo, pessoal da pesa=
da, entrarmos como migrantes e
lá mesmo, propararos o pessoal
para uma gcnde revolta.
Assim o Brasil ireiro fica­
rá sabendo, falou Lucas.
- Bom ài2..
O velhinho estava ao seu la­
do.
- Dá licença.
- BOI dia, pode sentar. E um
prazer.
Falaram de apenidaàes, do
temoo, do calor, jogaram conver
sa fora. • -
Lucas relaxou. Foi bom con -
versar com o velho, aposentado,
ex-bancário, alegre, contador -
de piadas, um homem de bemn com
a vida.
Depois se despediram, o ve -
lho foi para una cia .i
gos, que se for:ava n :ui
da Praça.
Lucas voltou para o Jo=nal.
- E aí cara, por onde andou?
perguntou Carlos.
- Rodando, rodando ...
- Já está preparado, vanos
sair depois de amanhã?
Não tenho nuito o que pre­
parar, afinal não va~os sair de
férias, e lembre-se, vamos en -
trar como migrantes, nunca vi
migrante cheio de roupas. Nem
com malas.
- PÕ, vamos levar o cue for
preciso, deixranos e Cu:há...
- Tudo bor e tudo
àê certo.
- Vai dar, cara, fique frio,
vai dar.
i

t ,
f pi ra vore lfqar
1,1 i 1 1 r , , r ] si in
,', , ,. r, 1rt1 l l er urqen -
do falar com o Padre,
tn ta t, Carlos.
- T• r. ,'J r,,;vid,1dr,. ,
Mo informação da Igreja, da
ao oral da Terra, dons compna
rhelros do PT, em Cuiabá, eram
rei s. Todas verificadas e
, inl ir,, ,d 1!,.
- De que 'rata, pr unto
'ar lo .
- Vário Deput do
res então envolvido
canto do 5o " o outras E pr
da região, obras uuperfaturada,
desvios de verbas, pagamentos -
de propinas, favorecimentos dos
bancos oficiai, <.• o qu•: ,~ r,!r,r,
confirmação mesmo com o narco
rn,'
'i.l
mo ter o apoio da ioprn a, -
credite, nao etão falando e
passar o Brasil a limpo? Va o
lá, vamos começar a !ipzo.
nir'o d
P ir
Subterrâneos da Liberdade
Capítulo V
.e
P
d,
d.
j
V
e
t'
p
z
o
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ÇI
n
çl
St
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CI
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dt
ai
ll(
t
t
-t
t
Viajaram para a Hecnnto do Sol.
·ronllo, Cürlo:1 ,; J.uc;.w "'l'rôu Dodoa". Poi
1/,cll. t1.1in (/ícil do que P"O!JilVilm.
1 ize am amizade com um grupo de nordes­
t. l no,; e mine irou que estavam hospedados
numa alberque na J.apo. Carregavam r;ucO!l e
u,"a mnla velha, de papeHio, riram muito
quando Lucas apareceu com u mula.
Cnructerizadon de migranteo pobres, o
que qualquer braoileiro pode fazer, ficaram
no nlhcrgue apenas dois diao, até a chega­
da <lc um gato, estava contratando trabalha
dores pura uma fazendo no centro oeste,
bonu oalirios, casa e comido. Contrato por
cinco anos. Quem aceitava?
Os três amigos foram os primeiros. De­
poin una quinze homens e seis mulheres tam
bém concordaram. Nem todcs foram aceitos.­
Ninguém fez perguntas.
A viajem foi tranquila. Até demais.ôni­
bus até Campo Grande, não era lá essas coi
sas, mas tudo correu bem.
Carlos até suspeitou .
-Até aqui fomos bem tratados, nem parece
mos migrantes sendo levados para os traba~
lhos forcados.
-A face do mal, às vezes, tem a forma de
uma bela mulher, comentou Carlos.
Em Cuiabá, no bairro Porto, desceram
dos ônibus e foram "embarcados" em cami­
nhões. Numa viela escura tinha mais de dez
todos lotados, a situação já não era a mes
ma.
- lmos logo, cambada, vamos embarcar, te
mos muito trecho pela frente. Gritava um
mulato de boné na cabeça com uma propagan
da da coca cola. -
Viajaram três dias, só paravam para o
almoço e o jantar. Arroz, feijão e carne -
com mnndioca.
Até que chegaram no Vale da Esperança.- co .empo todo o Recanto estaria pronta pa
/Ili dividlrc1ni a ''carga", uns seguiram para ra a grande' revol a.
o Recanto, outros foram divididos, um gru- -Faremos uma greve.
po pera cada fazenda. -o que Lucas?
Foi preciso contar una hlntórla para -u. greve, pô, u:-•,i g::-,,vL'.
que pudessem permrnecer odos juntos. -Você ·staficanão louco. Greve? Aqui?
Lucas era um excelente conta dor de: hir;- -E porque não? Vamos na casa de Arioto, -
tórioa. Picaram junto::;. vou explicar cor.io fnre,~or; Ct1'.Jil grc:vc.
Chegaram na Recanto do Sol, por volto Antes de iniciar a reunião, forruJ colo-
clar; 18 horas. cados Vigias, mais de dez, estavam encar e
Na mosma noite entraram cm contato com gados de avisar quando a Polícia Rural aci
os trabalhadores, Tonho foi na caoa de sua aproximasse.
mie, uma fostn, choro e risoo. Lucas, até entiio, quando co.versava com
E muitos causos prá contar. os companheiros. falava da facilidade em -
Falaram da viajem, dos planou. Dos obje arregimentar os trabalhadores, estava des-
tivos. , confiado, não houve e:".'.pc.ciH:os, :ii..guCr:i in
Jura marido de Tininha, irmã de Tonho,e pediu. -
ra um rapaz inteligente, 'esenliado presta E nada de ovo ocorrera, com cxcessão -
va atenção às palnvras de Luca. das horas de trabalho,mais de dez diária
-Então vocês querem esclarecer os traba- mente, da fal . de liberdade de se locomo­
lhadores, formar o tal do sindicato e de- ver e dos descontos nos solários, nada,mas
nunciar os abusos que são cometidos? nada mesmo dc cxtrcordiniirio estava ocontc
-Em, resumo, Jura, é isto mesmo, respon- ccndo.
deu Tonho. Tudo bem, um patrão ditador, explorador
-Mas os homens não vão permitir, vamos mas nao se confirmaram as denúncias.
ter problemas. Os trabalhadores mais antigos também co
-A liberdad•:: t:,m u,n preço, falou. Lucas- mcntavnm.
mas vale a pnapagar, só assim viveror.os - -Mudou muito. Acabaram-sr as violências,
com dignidade. • as çersegutçoes.
Depois de um mês no Recanto, com rcu- Na reuni~o falaram do rr.omento atual,da
niões clandestinas, conversas nos bastido- c~nquista pelo PT de virias Prefeituras,vi
res, muitas perguntas, e calos nas mãos, e rios Governos Estaduais,
0
partido contro·.:
les tinham conseguido formar um verdadeiro lava si~dicatos, associações, os trabalha­
pelotão de choque. E sabiam de tudo que se dores estavam organizados.
passava, não só na fazenda, mas em toda a . A greve foi marcada. Todos concordaram.
região. Fizeram uma pauta de reivindicações. seria
A experiência de Lucas, ex-guerrilheiro apresc~tada ao Ac..~inistrador.
foi de suma importância, conseguiu formar Enqunnto isto, na sede do Recanto
células, grupos de dez, cada um com um li- Sol ...
der, mudavam os locais de reuniões, em pou
do
LER E U. L TU R 1
A
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ela
Vi
pe.
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LLJ ,;
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0
a..
Programação da 23 Expobel
Exposição AgropeOJária e Industrial de Bela Vista
16 a 24 de julho/ 1994
Dia 16/07-Sibado
13 <0il, • Desf,lc Country
15.00- AbernnOt,a,ld, 2J'Expoóela:wn
•P""""'?de Au-.a><bdesGo.e,,-.,,_,t:l!s
Hzsteunento dos PM!hõos: Nxional.
Emd,,,!, Murcpal e do Pragusi
VISita >0 P,rquc de Expcs.'9)CS
Foot Boi (inido do u,mc,o)
Rodcolvn>óor
Lelio Aa Corte (Mxhos e r.m..,.
pana au recue engorda Porera
l.otlõcs funis)
lJ.-OQ, • Bl:lc de :ibcrnr.i d.t 2)' Expobe1
Sede do Cubo do l,ço
Dia 17/07 • !>ominzo
08.-0Q, • Abomn do P,rquc de Expo,.9""'
1 t-OQ, Comd.ts
15:00h - FootBoi
18:<XJ, Rodeo lvn>6or
2):<n, 8J:Je -Sede Qu!,c do i..;,,
Dia 18/117. s.p,.!Hen·
08.<n, Abcn,n do P..-quo de Expc,;9""'
09:!XJ, [).i lJvn: p:n O """1ffl>O
18.<0, - Foot Boi
2]:00!, - Bz'e-Sede do Cube do t..;,,
Dia 19/07. T ""?'Íein
caro, Abcrun do P..-quo de &qx,,.çóos
18.<0, Foot Boi (fi!l.1! do mrneo)'
l 't.00, L<,t;o A,,o Com, (l"bd,cs o fõmc::s
pa cu roau eengorda­
Por=-. l«lões R..na)
2):0Cf, • l!,;l •• Sede do Qu!,c do i..;,,
(Awerins du Cdx±e)
16.<0,
18.<0,
19:(X),
caro, Ah<mndo Prque de EspcçSes
Oi:00, f'=..cm ds arrua
14 :<n, . Penei,
2]:<X), • Bl:le • Sedo do Ch.be do ui;,,
Dia21/07-Qârit:a-fein •
08.-0Q, Abcrtn do P.n;ue de Ex;=çõo,
09.00 arerro dos An:mo:s • e.-.
dos Primos -••q
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19:0Q, Rodeso profsenul
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Dia 7l/l17. Sext>fwa
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Dia2l/117.~ .
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0630 Rerido dss Laç,d:,s
19;()Qi • Ladio de Reprdurares e Eauinas -
Nelore PO, Reprodutores das R.ç:a
Eirop...,. Equinos para Reprodução
• Tnb,..",o (Lcilabcl l.e,J6os R.n.s)
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Sede do 0b do La
Da 207.Drnino
06.-00, - Abctt,,n do P>rqu.
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1

o agito da City
- -----· ---- ----·---------~ --- - -· - - - -
Antonio
João
Quem
E}teve trocando de :dade neste ina! de
semana (oi a gatinha LUCIJNE, filha de
MARIA APARECIDA e FAUSTO.
Compartilhou com os amiguinhos esta
data com uma [esta decorada nota 10.
Valeu gatinha, que esta data se repi
ta por milhões de vezes. -
FLCAO
-- -·
ACONTECERÂ
No dia 30 de julho, a cerimonia do en­
lace matrimonial dos jovens, KATIA e GEO -
DOARSOM. A eles votos de feliz união
e que em suas vidas, exista sempre um
de felicidades~ realizações. '
Parabéns desta coluna.
Fl::RIAS MERECIDAS
Veio de são Paulo para passar as férias
nesta pequena cidade a nossa amiga LUCIA -
NE.
A ela o nosso desejo de que consiga ti­
rar o máximo de proveito para levar uma
boa imagem de ANTONIO JOÃO. Valeu gata ado
ramos te-la como visitante destacada.
mar
SUCESSO TOTAL
As morenas que se cuidem ...
Porque as loiras do Aral Moreira, estão
despertando atenção e mexendo com certas -
cabeças antoniojuanenses.
São elas: VANIA, ANA, FÁTIMA E JENIR.
Parabéns, já que simpatia não se impõe,
adquire - se continuem assim.
PARA REFLETIR
Quem perde os bens materiais, e a liber
dade perde muito ...
Quem perde um amigo perde mui to mais...
M.a3 ouem perde a vontade e a coragem
Para: Gato secreto do Centro
As vezes te sinto homem, s vezes te
sinto menino porém eu amo os dois, para
sentir tua seriedade de homem e seu sorri­
so de menino.
Para: Perison
Amigo não é aquele que em:ugD suas lá
qrimas mas sim aquele que não as deixa
cair.
PATI
Para: Sandro
Apesar de tudo ainda n5o tonsegui te os
quecer. TE ADORO.
MALU
Para: Mareia
Você é uma das pessoas mais importantes
para mim porque através de você eu encon -
trei a felicidade.
FABIO
Para: Roque
Você foi a melhor página que o destino
escreveu em minha vida.
PRETA
Para: Joana
Você me enfeitiçou com esse seu jeiti -
nho,agora estou louco de amor por você.
DE ALGUEM QUE TE CURTE
INFORNÇAO
Uma das boas novidades da City fica por
conta de GERALDO recem vindo de Dourados,
que está tentando inovar implantando cur ~
sos de Computação em nossa cidade.
Vamos dar uma força.
• PENSAMENTO
Se algum dia você sentir-se só não se
desespere lembre-se de alguém que muitas,
vezes mergulhou na solidão, por sua cau -
sa.
Se um dia você sentir que o frio do mun
do está maltratando anime-se, lembre-se de
alguém no meio das noites frias, chama pe­
lo calor de seu corpo ...
Se algum dia você sentir vontade de cho
rar não se intimide, lembre-se de alguém=
que em sua saudade e único consolo, são as
lágrimas que chora.
Se algum dia você sentir que as chances
são poucas, não desista ... lembre-se de al
guém que por tão somente um olhar seu, 1u=
tou e luta o tempo todo sem nunca can -
sar...
Se algum dia sentires que o mundo é pe­
queno demais,que alguém construiu para você
pelo imenso amor que nutri por ti ... e a­
través desse mundo de sonhos fantasias
e realidade te oferece um amor fiel
puro, eterno e seguro mas, tente primeiro
lembrar que este alguém sou eu.
ANA FÃTIMA DE OLIVEIRA
ADEUS, CRAVINHOS
Por mais que você 1a"" o rosto todo dia
=-=
sua pele, que é u óry uperuensível,
cisa de vez em qu.ndo de uma li:reza pro -
funda par que aquele terrívei pontos
'os não apareçam no nariz, queixo +e ta.
Quando você tiver um tepinho de tola ,
aprovei'e para fazer ums boa limpe:a de pe
le. Não tenha pressa, relaxa,ento e e sen­
cial para que a limpeza surta teito. Pri­
meiro passe um algodão embebido en creme -
ou lei .e de limpeza. Aproveite para fazer
m a s s a g e n s rotativas em t o d o o r o s t o , p a r a
que as células mortas sejam eliminada e a
pele fique mais macia.
Se os pontos pretos forem realmente mu1
tos. depois da massagem faça um Peeling
caseiro com uma pasta de limão e açúcar. -
Emaque o rosto com água morna e enxuque -
com toalha macia e felpuda, eesfrequr.
Para que os poros se dilatem, o passo -
seguinte é um banho de vapor. Coloque numa
bacia, áqua fervendo, cubra a cabeça com
ma toalha e receba o vapor <ln água dJrcla­
mente sobre o rosto, durante uns l5 ninu -
tos. Depois, retire os cravinhos que, por
causa do vapor, devem estar macios e cm
vidência. Passe álcool nas mãos e faça le­
ve pressão com os dedos cm volta dos cra -
vos. Eles vão sair com a maior facilidade.
Se tiver algum mais duro, não insista para
não marcar o rosto.
Em seguida faça uma sessão de massagens
desta vez com uma escovinha macia para re­
tirar o resto das células mortas. Depois u
se uma loção adistringente para fechar os
poros e estimulará a circulação do sangue.
Deixe a pele sem maquilagem pelo menos
duas horas.
RECEITA
BISCOITO DE NATA
175 gramas de farinha de trigo
4 colheres de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
1 colher de chá de essência de baunilha
125 gramas de açúcar cristalizada
2 ovos batidos
4 colheres de nata
MODO DE FAZER
Faça uma massa mole, com os ingredien -
tes citados. Estenda a massa na grossura -
de 1 centímetro, enfeite-a com batedor de
carne corte os biscoitos com aucílio de um
cálice. Ponha em assadeira umtada com man­
teiga e leve ao forno até corar.
PIADA
Tentando convencer aquela gata incrível
a ter um caso com ele, o garoto usa de to­
dos os argumentos:
-Bem, eu gosto muito de beber vinho bran
co - diz ela - eu tenho duas garrafas gel~
das - responde - o rapaz apressado.
- Eu também adoro ouvir Prince.
- Acabei de comprar o último cd dele.
- E para completar, minha fantasia é fa-
zer amor sobre um tapete de pele.
- me dê dois minutos: estou indo matar -
meu cachorro de estimação.
PARA REFLETIR
Evita criticar essa
eia menos agradável no
cooperando em silêncio
desapareçam.
ou aquela minudên -
ambiente caseiro, -
para que os senões
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UPLEME TO CULTO 1
APOIO
1 :'r
OECOOIF ICINOO. OS
MISIÉRIS D
UNIVERSO
Hi cercn do sete
mil ano o sábio Fu
xi decodificava a­
través de he::aqr ama
as oriqens e mlsté­
rios do mundo. Na-
ia o I Chinq que -
podo ser traduzido
como um tratado ou
textos aqrados so­
bre a razão elo uni­
verso e o caminho -
do homem. Depois -
dele outros homens
foram montando as -
busco o difundindo
as escrituras deste
conhecimento.
Durante séculos
os cnsinamentos do
I Ching ficaram re~
tritos ao povo chi­
nês, só muito mais tarde ele veio ser di­
fundido entre os ocidentais. O modismo e­
sotérico tem levado várias pessoas à co
nhecerem e operar com os ensinamentos do
oráculo milenar. O monge taoista Wu Jyh -
Cheng lança I CHING A ALQUIMIA DOS NÚME -
ROS (editora Objetiva) onde mostra os mis
terios e como funciona a antiga arte de
conhecimento do homem e do universo.Moran
do no Brasil há 20 anos, Cheng ensina os­
primeiros passos do I Ching clássico, a­
prendido em templos chineses.
Mais do que uma arte de adivinhação o o
ráculo foge e difere do tarô, runas e ou­
tras formas esotéricas de previsão. o I -
Ching conjuga matemática, razão e intui­
ção e filosofia, além de dar respostascla
rase objetivas, isto sem contar que as
respostas são curtas não dando tanto a
quem pergunta e dominar o oráculo. As in­
formações passadas são curtas e diretas.
Segundo o monge, que é especialista tam
bém em tai chi chuan, acumpuntura e tradá
tor de textos do chinês para o português­
o livro é resultado de três anos de cursos­
que dei com duração média de três meses, -
onde o básico é ensinado aos alunos. Procu
rei revelar os segredos e chaves de inter­
pretacão, já que o conhecimento adquirido
na China é o I Ching clássico.
Ching não deixa dúvida em relação a di
diculdade do ensino do oráculo. o aprendiz
precisa dominar urna série de outros conhe
cimentos que são a base de formação do I
Ching. Outras questões levantadas por ele
está na própria interpretação que muita -
dá durante as consultas. "Como o I Ching
oferece em determinados casos diversos ca­
anhos de respostas, muitas pessoas optam
por usar a instuição no lugar do conjunto
de fatores que serve de base para o orãcu
lo. A chave de interpretação, explica, s6
ensinada na China e unicamente pelos mon­
ges e sábios de forma oral, nada está escri
to". -
"O livro traz justamente a resposta pa
ra isso, servindo de apoio à quem já 6 i­
niciado no oráculo ou está dando os primei -
ros passos". Na verdade o I Ching não é a
base de cultura chinesa e sim é ele que in
fluência a vida da China. Até porque as -
respostas fornecidas pelo oráculo não só a
concentração, mas uma profunda noção da fi
losofia, do conceito e da base que o hexa
grama dá. As respostas não podem ser mera
mente intuitivas, até existem situações em
em que não só a matemática ou a razão irão
prevalecer funcionando muito mais a intui
casos
EIPLORDNDO O TITI IC
A I4 de ah.ri! de !,912, quatro dias de­
pois de ter zarpado de outhampton, Inqla
terra, com destino a Nova York, o Ti anic
bateu num iceberg e afundou em duas horas
e meia. O navio transportava 1,320 passa­
qeiros e 90 tripulantes. Desse total de
2.228 pesos, 1.523 morreram. Embora ti­
vesse capacidade para levar 64 botes sal-
va-vidas, o navio levava apenas l6, porque
seus construtores achavam que o 'Titanic e­
ra insubmergivel. Cada bote tinha capacida
de para levar até 60 pessoas, mas a maio­
ria foi lançada ao mar com 40 pessoas, al­
guns até com menos e o primeiro levava ap
nas 12. Foram distribuidos coletes salva­
vidas, mas de nada adiantaram: a temperatu
ra da água era de congelamento.
o naufrágio do Titanic gerou uma série
de lendas: que ele levava uma fortuna em -
jóias e barras de ouro, que a orquestra fl
cou tocando até os minutos finais da ago -
nia, que houve alguns gestos de cavalhei­
rismo e muitos de covardia na hora de de­
cidir quem iria nos botes. As mulheres, as
sim como as crianças, tinham prioridade,
mas uma delas preferiu ficar com o mari
do. Os criados ficaram no navio. Um dos
donos da companhia que construiu o navio -
não teve escrúpulos cm se salvar, mesmo sa
ians@ @E
O escritor americano Norman Mailer de­
finiu seu mais recente trabalho. "O fan -
tasma da prostituta", como um romance da
CIA, O serviço de espionagem dos Estados
Unidos. Como na edição brasileira, a car­
go da Best Seller, o livro saiu cm dois -
volumes, de cerca de 700 páginas cada, à
conclusão a que se chega é que a CIA não
conseguiu manter seus segredos fora do al­
cance de Mailer. Ou então foi Mailer que
mais uma vez, não resistiu à tentação e es
creveu demais, exibindo-se para os leito­
res com comentários sobre todos os assun­
tos que lhe deram na veneta, ·não necessá­
riamente ligados ao serviço de inteligên­
cia e contra-informação dos Estados Uni -
dos.
As duas conclusões são válidas e não -
se excluem. A CIA é um livro aberto, corno
se viu recentemente no caso do chefe do -
departamento de investigações sobre a Rüs
sia que, na verdade, era um agente da RÚ~
sia infiltrado nos altos escalões da CIA.
E Norman Mailer tem muitas qualidades co­
mo escritor, mas a concisão não é urna de­
las. "O fantas111a da prostituição" é um -
livro desigual: tem páginas de tensão e
suspense, como um bom romance de espiona-
gem do John Le Carré, e também longos tre
chos de reflexões existencialistas. Mas,
embora desigual e carente de ritmo, o li­
vro de Mailer nunca é desinteressante. A­
lém de escrever muito bem, Mailer é inte­
ligente, procura sempre soluçôesoriginais
para sua narrativa e muitas vezes conse -
gue ser engraçado.
Logo no início, o personagem principal
descreve o sexo com a amante nos seguintes
termos: "com Chloe era pau na máquina, li
quidação total, ura-upa, pura farra, tro­
ca de óleo. Na sequência, urna sensação de
baixaria, suja a 'ca como a terra. Dava
para plantar flores na bunda". Um pouco -
adiante, o protagonista pontifica: "O a­
mor é audacioso. preciso correr riscos
para preserv~-lo - um bom modo de expli
car porque tao pouca gente permanece apa1-
xonada". Ex-alcoólatra, Mailer põe na boca
dofs{tos de trr
porque convenceram o capar o a
ridículo recordoe do ve!celd
inaugura . Aprar de ter
clara, nenhum vigia v'u o
oficiai deu uma ordem verrad
iminente o choque cor ma a de qelo.
Em "A mldicão do Titanic" (Fccord, ,4
páginas), Robert Sorling volta ao tentar,
mas não se limita a contar a historia do -
naufrágio, criando uma história fan'5 ie
sobre o poder dos mortos do Titanic e pr
servar seu úmulo coletivo. A história re-
al do Titanic supra, doe longe, a imaain-
ção de Serling. Se elo tivesse perceb!do
isso e se tivesse se limitado aos fatos, -
teria feito um livro de e ler, reler e - 1
guardar na estante com emoção. Do jeito ..
que ficou, "A maldição do Ti anic" frustra
o leitor. A vide é sempre melhor do que e­
xercícios vazios de imaginação. O livro de
Serl ing é como um explorador que vai ao T!
tanic cm busca de ouro, quando leitor que-
ria um mergulhador que trouxesse à tona o
grande blefe que foi apresentar o vapor CE
mo "o maior objeto móvel já criado pelo -
homem", um perfil dos arquitetos da trag­
dia, sobrevivente, enfim todas as históri-
as possíveis do naufráqio.
íl
de seu personagem que "a embriaguez não
passa da abdicação do ego". E sapeca ura
definição irretorquívcl de profissionali.§_
mo: "um profissional precisa ordenar ao
corpo que esteja no local indicado. Exaus-
to ou descansado; afável ou afogado em bai­
le; leal ou traiçoeiro; adequado à tarefa
ou escandalosamente incompetente; o sujeito
é, mesmo assim, um profissional; lacra a
parcela da mente incapaz de realizar a ta·
refa. E, se o restante não tem capacidade
de exercitar o :serviço, ele ainda é um pro­
fissional. Compareceu ao trabalho".
Mailer lembra o tempo cm que correr pe­
las ruas era uma atividade estranha, tão·
comum como seria hoje andar de esqui com
as mãos. Diz que "os homens trabalham para
desenvolver seu lado ruim", enquanto "as T
lheres apenas o utilizam". "O personagem -
principal diz que sente "relaxado como um
fio de espaguete cozido no vinho", E, já •
esperando pelas críticas ao seu estilo ca
daloso de contar histórias, Mailer cita
Thomas Mann quando disse que só o verdadei
ramente exaustivo é interessante. "O fan
tasma da prostituta" deve ser lido como uT
exercício de estilo, humor e inteligência.
de Norman Mailer. O tal "romance da CIA" fl
canas intenções, assim como o objetivo de
clarado de traçar um perfil do inconscien
te americano através do funcionamento de·
sua agência de espionagem.
Como romance de espionagem. "O fantas:
ma da prostituta" nem se compara às hist.9.
rias de John Le Carré. Mesmo dentro da o­
bra de Mailer, "O fantasma" é inferior ao
romance-reportagem "A canção do carrasco"
que, por sua vez, foi uma tentativa frus
trada de emular o sucesso de "A sangue
frio", de Truman Capote. Nesta ú~asiio,
0
maior defeito de Mailer foi também a ten­
dência a escrever demais, de encantar-se
com o próprio urnb1go. Para quem estiver -
interessado no melhor de Mailer,. recome~
do um romance menos pretencioso e talvez
por isso mesmo mais consistente, chamado
"Os má.chões nio dançam".
EM TEMPO DE CRISE O MELP.OF NEGÕCIO f'; FAZER PUBLICIDADE. ANUNCIE
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-'-74071 2 ac·
TELEFAX: (067) 435 - 1285 e 1336:
• • 1
ANTONIO JOÃO MS

Parabéns Bela Yisl
Ver.Marcos ELias
Rios da Cruz
'
1er.Fcrnando de Barros
(
°
1 u


... . . .. ... j
Yer.Israel Chamorro
da Rocha
BELA VISTA COMEMORA O SEU 76% ANIVERSARIO E A FESTA E NOSSA, 1 DO
POVO E DOS REPRESENTANTES DO POVO. REALIZA-SE TAMBÉM A 2J9 EXPOBEL,
PROVA, QUE A UNIÃO DE TODOS PROVOCA UM ESTfl!ULO MlIOR QU/?:DO SL" TRJ1'/1
DE REALIZAR UPA FESTA EM BENEFICIO DO POVO.
REALMENTE, A FESTA E NOSSA E SENTIMO-NOS JUBILOSOS
EM PODER SAUDAR BELA VISTA E SUA GENTE.
'i. • ,
'?
• > • .• ' •
t ,,
. .. .
PARABÉNS PRINCESA DO APA.
Ver.Marco Rondon
: ..
Ver.Luiz Alexandre
Loureiro PalrnieiT
-.
• Ver. Rone Moraes
Sir:oes
CâMIRI MUNICIPIL DE BELI VI
1

VAMOS ACREDITAR
A OPDEM E ERGUER
A CAPEC, ELAVA A
LNTT. E O CORA;AO,
l·t.rl.'.i n ll.'!O, /Clll.llJ­
A NO FUTURO DA TER
RA E NAS POTENCIAL,I
ADES DA REGIÃO.
IÁ TRITAS E 'TANTA
CflJl'l'IJHIIS, Dl'.SILU -
DIDAS COM O ATUAL ES­
'l'JDO DE COISIS, QlJF:
Nr:S'l'I·: MOMJ-:N'I'O f::
IMPORTANTE REGISTRAR
IS PILIVRAS DO GRIN­
DE PENSIDOR "TR!S
GRANDES MALES O TRA­
DILIIO JFIS'l'/ DE NôS:
O TSDIO, O VÍCIO E A
NECESSIDADE".'
ENTÃO PARA VENCER
DESAFIOS, PERCALÇOS
Q:JE SE APRESEN'l'AM DIA­
RIAMENTE, VAMOS LUT/R,
TR.IB.ILH.IR C.ID.I VEi
MAIS PARJ CONQUISTAR, REALMENTE, UMA SITUAÇÃO ESTÃVEL E DURA­
DOURA, NUNC/ DESVINCULADA DOS DITAMES DE UM ESPÍRITO CRISTÃO.
Pr re - Ir
ODJ['l'IV05, Ut"lA PAr,:-IC!PIÇ,
DIGNA NA SOCIEDADE. UM RE­
CONHECIMENTO. UM DIREITO E
UM DEVER.
MESMO COM AS LIMITAÇOES
DE UM MUNICIPIO PEQUENO,
AS CHEIO DE IDEAL, PATRIO­
'ISMO E FORÇA , BELA VISTA
VAI, DIA-A-DIA , CONQUISTANDO
f.TAPAS IMPORTANTES.
NESTE MOMENTO HISTÓRICO,
REAFIRMAMOS A NOSSA CONVICÇÃO DE LUTAR SEMPRE PELO TR/BILl!ADO?,
PELO HUMILDE OPERÃRIO QUE CONSTRÓI A GRANDEZA DO MUNICIPIO.
P.IRABENS DELI VISTA!
enador Wilson Barbosa Martins
PARABÉNS POVO DELAVISTENSEI
DEPUTADO ZECA DO PT
~~ P VO DE BELI YISTI· PIRI TUDO Há UM CAMINHO
MAIS UMA VEZ FAÇO DESTE JORNAL
1
.1 MINHA TRIDUNA PARA SAUDAR O
POVO DESTA TERRA QUERIDA, BERÇO
DE MEUS ANTEPASSADOS.
QUANDO ME ELEGI DEPUTADO, FIZ
UM COMPROMISSO, NÃO SÓ COM O POVO,
MAS TAMBÉM COM MINHA CONSCIÊNCIA,
GUIA DOS MEUS ATOS, DE QUE TERIA
SEMPRE A NORIT.AR OS MEUS TRABALHOS
NA ASSEMBLEIA O EQUILIBRIO, A MO­
DERAÇÃO DE ATOS E IDEIAS, VISANDO,
SEMPRE, EQUACIONAR OS PROBLEMAS,
DIMENSIONANDO-OS /TRAVES DA RAZÃO
E DÁ JUSTIÇA. ASSIM TEM SIDO. AS- ,tf'-s
SIM SERÃ.
ASSOCIANDO-ME AS COMEMORAÇÕES ALUSIVAS .1 ANIVERSARIO DE
BELA VISTA, QUERO AQUI RENDER AS MINHAS HOMENAGENS A TODOS
AQUELES QUE TRABALHAM PELO ENGRANDECIMENTO DO MUNICIPIO, EM
PARTICULAR AOS QUE ACREDITANDO NO FUTURO DA TERRA, INVESTEM E
GERAM RIQUEZAS, CRIANDO OPORTUNIDADES.
AOS QUE DEPOSIT.IRAM NAS URNAS O SEU VOTO, CONFIANDO-ME UM
MANDATO, A SERENA RESPOSTA DE QUE ESTOU TRABALHANDO, PARTICI­
PANDO ATIVAMENTE DO PROCESSO POL!TICO E TRANSMITINDO A MINHA
EXPERIENCIA AOS MAIS JOVENS.
PARABENS BELA VISTA!
NADA NESTE MUNDO , JAMAIS ,
FICOU PARA SER RESOLVIDO, POR MUITO
DIFÍCIL QUE FOSSE O PROBLEMA, SEMPRE
P.OUVE .ILGUEM QUE O RESOLVESSE, ACHANDO
UM CAMINHO PARA CADA DIFICULDADE.
PARA TUDO HÃ UM CAMINHO, BELA VISTA
f.NCONTROU O SEU CAMINHO. E DIFÍCIL, AS
. i
• +il
Deaotado
Yaliemir Mola
VEZES ÃSPERO, MAS E UM CAMINHO QUE
NOS LEVARÃ A FORMAÇÃO DE UMA COMUNIDADE
.,,.
PACIFICA, UNIDA E PROGRESSISTA.
NA PASSAGEM DE MAIS UM ANIVERSÁRIO E REALIZAÇÃO DA 230
F.XPOBEL, OS NOSSOS VOTOS DE SUCESSO.
Viação Crneiro do Sul uma estrela·
que brilha na constelação·· de MS
Osvaldo Possari
e Funcionários
,

LI1+o
MINHI CIDIDE ...
EU SOU A CIDADE. MEU CORA,AO,
MEU NERVOS, MEU SANGUE QUE
PULSA, MI!HA ALMA QUE GRITA E
V l llH/1. P,(J :;ou / CID/IDE.
LEMBRO VELHOS TEMPOS, DE VE-
1AIO AMIGOS, DOS PAPOS GOSTOSOS,
DO 'TERERE GIRANDO COMO GIRA A
RODA DJ VID/.
DEI./ VISTA, /MORES ANTIGOS,
AMIZADES NOVAS,ESPERANÇAS RENO­
VADAS...
GOSTARIA, NESTE DIA, DE POS
SUIR MIL DRAÇOS, GOSTARIA DE
CRESCER E CRESCER MUITO, PARA
PODER, LÃ DO ALTO, ABRAÇAR A
'l'ODOS OS BELAVIS'I'ENSES, ENVIAR A
CADA CIDADÃO AQUELA FORÇA QUE SÔ
A AMIZADE TRANSMITE.
PlRADCNS PRINCESA DO APA,
PARAOÊMS EXPOSITORES E ORGANIZADORES DA 23 EXPOBEL.
Ary Rigo
EVIDENTEMENTE QUE O ANIVERSÁRIO DE UMA CIDADE t MOTIVO DE
JOBILO E SATISFAÇÃO PARA TODOS OS SEUS MORADORES. HOJE E UM
DIA ESPECIAL.
MUITO ESPECIAL.
NESTE DIA, IMPORTANTE PARA TODOS OS QUE NASCERAM EM BELA
VISTA OU FIZERAM DESSA CIDADE A SUA COLMtIA DE TRABALHO, NÔS
'--------IF.NVIAMOS OS MAIS SINCEROS VOTOS DE FELICITAÇÕES, ESPERANDO
QUE CADA UM ENCONTRE AQUELA OPORTUNIDADE, QUE ABRIRÁ AS PORTAS
DE UM NOVO AMANHÃ.
Feliz Aniversário
o
QUANDO UMA CIDADE
ANIVERSARIA TODOS
MERECEM OS PARABSNS.
QUEREMOS NESTE DIA
FESTIVO EM QUE
TODOS OS BELAVIS­
TENSES TRANSBORDAM
DE ALEGRIA, EXPRES­
SAR A NOSSA HOMENA
GEM DE OTIMISMO,
DE Ft, ESPERANDO
QUE TODOS OS ANSEIOS
DA COMUNIDADE SE L
TRADUZAM EM REALIZA-
COES 0D3TIVAS.
Ao E PENAs lí
MAIS UM ANO, MAIS
UM ANIVERSARIO, E
MAIS UMA REAFIRMAÇÃO DE PRINCIPlOS, UM CHAMAflENTO AO :i:!:JEAL
MAIOR, UM CONVITE A LUTA E A PARTICIPAÇÃO.
.
..
PARABSNS BELA VISTA!
Oscar Goldoni
Novo Amanhã
SENADOR RACHID SALD1.NIIA DERZI
Nossa Mensagem
NESTA OPORTUNIDADE, QUAN
DO BELA VISTA COMEMORA MAIS
UM ANIVERSÁRIO E INICIA-SE
1'. 230 EXPOBEL, NÃO PODER!A­
NOS DEIXAR DE ENVIAR, A­
TRAVl::S DESTE JORNAL, A
'OSSA TRIBUNA DA FRONTEIRA,
OS MELHORES VOTOS, INDIS­
TINTAMENTE DE CREDO, CRENÇA
F PAIXO, A TODOS AQUELES
QUE ESTÃO EM BELA VISTA CO­
I,ABORANDO PARA O SEU DESEN­
VOLVIMENTO.
EVIDENTEMENTE QUE NEM
TODOS COMUNGAMOS AS MESMAS lDê:IAS ,MAS, H/WlAMOS DITO SER
IWTAVISTENSE S UM ESTADO DO ESPIR!TO, ESPERAMOS QUE TODOS SE
UNAM A NÕS, EM ESPlRITO, PARA QUE POSSAMOS SAUDAR BEIA VISTA
N() SEU.DIA!
D
..
PARABSNS BELA VISTA E EXPOSITORES.
Dilso Sperafico

,
PIRIBENS
9E.z
E OI. A PP,
TOLICA PAA
1 AIVLRÍRIO
D' BELA VI'TA.
A CIDAE
PAROU. UM
DE ALEGRIA ENVOLVE
Eu Sou
RIDADES.
PARTILHAMOS
MUNICÍPIO
DINAMISMO.
QUEREMOS
ZlÇÃO DOS
NUM
DA
CONTINUAR
JUSTOS
LUTA
EXEMPLO
PARA
DE
COLABORANDO
ANSEIOS
TODOS,
DA
POVO
TRANSFORMAR
TRABALHO
E AU""O-
ESTE
E
PARA A CONCRETI­
COMUNIDADE.
NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO SE REALIZA A
230 EXPOBEL, SAUDAMOS, TAMBÉM os ORGANIZA-
DORES E EXPOSITORES, ALICERCES DA ECONO-
MIA LOCAL E REGIONAL.
ATRAVÉS DE NOSSO TRABALHO PROCURAMOS CONTRIBUIR
AINDA MAIS PARA O CRESCIMENTO DO MUNICÍPIO. PARABÉNS BELA VISTA
TODOS
TEIS
os
E
E:
SERES
O PESSIMISMO
FRACOS.
UMA
DE
ACREDITAR,
UMA SAÍDA, f: LUTJR COM
PARA SE CONSTRUIR UMA SOCIEDADE MELHOR.
BELAVISTENSE: O OTIMISMO t RAIO DE SOL QUE TEMOS
NO INTIMO E QUE BRILHA EXTERNAMENTE, MESMO A
NOITE.
ESCADA
BOA VONTADE
LAMA ONDE SE AFOGAM OS FC-
NESTE DIA, INICIE
POR O:DE
E PERSISTENCIA.
SEMPRE, QUE !IÃ
CORAGEM E DESPREENDil'-'ENTO
NOVA VIDA, ACREDITANDO
EM vocE, EM
O3GANI ZADORFS E EXPOSITORES DA 230 EXPOBEL.
HOTEL POUSADJI DA FRONIEIRI
SUA CIDADE. PARABÉNS BELA VISTA, PARAENS
1 ZIR 13 RICARDO DE SOUZA ROSA E FAMÍLIA.
Povo de Bela Vista
NÃO IIÃ MAIOR
IDEAL DECENTE, DE
O ANIVERSÁRIO DE
RIQUEZA
UMA
UMA
PARA
VIDA
CIDADE
UM
ÚTIL.
SER HUMANO
IMPORTANTE, NÃO
DO

QUE SER DONO DE
PELO QUE REPRESENTA
UMA FIBRA ELEVADA, DE
NO ASPECTO CIVISMO, MAS,
UM
SOBRETUDO, PELA OPORTUNIDADE QUE TEMOS DE AVALIAR O NOSSO TRABALHO NA COMUNIDADE. O QUE FIZEMOS? O QUE ESTAMOS FAZENDO
O QUE PRETENDEMOS FAZER?
f: UM DIA DE FESTA E DE MUITA ALEGRIA, MAS E TAMBÉM UM DIA DE REFLEXÃO.
LEMBRO NESTE INSTANTE, AS PALAVRAS DE UI' AMIGO DE LONGA DATA "SER BELAVISTENSE f: UM ESTADO DE ESP!RITO". SIM, PAIRA EM
BELA VISTA UMA ATMOSFERA DE CALMA, DE TRABALHO E DE COMUNHÃO. ISSO É BOM,MUITO BOM, SINAL QOE TODOS NÔS ESTAMOS EMPENHADOS
EM OBJETIVOS COUNS.
PARABÉNS A RELA VISTA E AOS BELAVISTNSES, MUITO SUCESSO. AOS EXPOSITORES A NOSSA MAIS DESTACADA HOMENAGEM.
Diretoras;
Funcionários
'
Professores e Alunos
Instituto de ~docação de Bela Vista


UM GRANDE AMO
A HI''TIA 1E UMA
CItAO f FEITA PELO
E) POVO, P1.LO
Bela Vista hoje é o
seu aniversário
INICIATIVAS POR ELE;
T(/11LJMJ.
T:S'J'Otl lDQIJI HIIJDO O
BITO DE GOSTAR DE
ELA VISTA, SIM, O
11/dHTO, POIS /
PRJNC8SI DO APA VAI
EN'l'RlNDO DEVJG/RINHO NO CORAÇÃO DA GENTE, NO É UM AMOR REPEN­
'l'INO, QUE PODC SE ICIOAR DE UMA J!ORI P/RA OUTRI; C UMA SENSI­
çO LEVE QUE VAI ,CRESCENDO E SE SOLIDIFICANDO ATE SE TORNAR
UM GRANDE AMOR.
PARABCNS BEL/ VI S'l'A, MINHA SAUDAÇÃO A TODOS AQUELES QUE
PARTICIPAM DA VIDA COMUNITÂRIA.
PARABÊNS EXPOSITORES.
Posto Nacional
HORTÊNCIO CAPILÉ ESCOBAR
±M SE ACOVARDAR
r>llt✓TE DAS Dlf'ICULDl­
ES NATURAIS DA VIDA,
SEM DEIXIH SUAS PAI­
lÕES LATENTCS DOMI­
NA-LO, SEM SER ESCRAVO
E NEM SENIIOR, MAS SIM,·
I.IVRE PARA SI E PARI
15 LEIS NATURAIS DA EXISTÊNCIA, SEM DEIXAR AS TEORIIS FILOSÔ,·'I­
CAS CONVENCE-LO, MAS CRIAR SUAS PRÓPRIAS NORMAS E SEGUI-LAS
f.EM FANATISMO, DANDO PROVAS REAIS DE EFICIÊNCIAS (R.STANCANEL­
LI).
SÃO PALAVRAS PARA MEDITAR.
PARABÉNS BELA VISTA- PARABÉNS EXPOSITORES.
João Kalife
PRESIDENTE DO GREMIO PEDRO RUFINO
NAO VOLTE!
FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DO GRANDE BEETHOVEN, "CONTINUE PARA A FRENTE. AS DIFICUL- 1.-.~-
• 1
DADES QUE ENCONTRAR IR- SE-ÃO RESOLVENDO POR S! MESMAS, Ã MEDIDA QUE FOR AVANÇAN- ,
DO".
NÃO VOLTE PARA TRAZ, E A LUZ REFULGIRA PARA ILUMINAR, CADA VEC COM MAIS CLARIOA-1
DE, O SEU CANINHO.
DOMINE o SEU TRABALHO, E AS SUAS EMOÇÕES DESALENTADORAS, MAS NÃO CONSINTA QUE
ELAS O DOMINEM.
AO SEJA DE PRATA, POIS BEM SABE QUE PODE SER DE OURO.
o GENIO COMPÕE-SE DE DOIS POR CENTO DE TALENTO E DE NOVENTA E 0ITO 'POR CENTO DE
APLICAÇÃO PERSEVERANTE.
NO seu DIA , o SEU DIA DE FE BELA VISTA!
FELIZ ANIVERSARIO-
PARABÉNS EXPOSITORES
MARRA JEANS

Proprietária
e funcionarias

Poder de lção' Mensagem
O GR!O PER--
MERCADO SÃO
J0 ,DE.ENVOLVEMO
UMA AÇ1O
CON 1UM, ONDE
O Tfl/1111.110 r.
A MOLA PROPULSORA
0UI ACELERA,
DINAMIZA
PHOVOCJ O
CRESCIMENTO,
ESTÁ EMPENHADO
NOVOS
TOS.
PROJE
A DIVERSIFICA-­
Çi'io DI:! NOSSJS
TORES, TEM
GERAR RIQUEZJS
ATIVIDADES, ABRANGENDO DIVERSOS
POR META CRIAR EMPREGOS,
E COLJBORAR PARA O CRESCIMENTO
DAS CIDADES DA NOSSA REGIÃO,
AS
FRUTOS
NOSSAS
PARA
ATIVIDADES
QUE •
LHCRES PROPOSITOS,
ATIVAMENTE DO PROCESSO
-.._ ,DO ESTADO.
ESPERAMOS
POSSAM RENDER
AMANHÃ, IMBU!DOS
CONTINUEMOS A
QUE
DOS
PARTICIPAR
DESENVOLVIMENTISTA DO SUDOESTE
NESTA OPORTUNIDADE QUANDO
l.IM ANIVERSÃRIO DE SUA
POLÍTICA ADMINISTRATIVA E
O MUNIC°!PIO
EMANCIPAÇÃO
REALIZA-SE
SE-
ME-
ATENDENDO A REGIÃO
COMEMORA MAIS
A EXPOBEL,
PARABENI ZAMOS O POVO E AUTORIDADES, ALMEJANDO
TODOS O SUCESSO ESPERADO.
UPERMERCIDO sio JOSÉ
A
PELO IDEALISNO
ENTUSIASO
DESPORTISTAS, CO!SEGUIMOS
RECOLOCAR
ESPORTE
EM POSIÇÃO
DESTAQUE
RISMO
ZACARIAS
DE
TRABALHO
PARA
E
QUE
DE
o
BELAVISTENSE
DE
NO
ESTADUAL.
AGRADECEMOS O ESPECIAL APOIO
DA
SUPERAR
PARABÉNS
1,
AMADO-
'
GRANDE
APOIA
ONDE
BELA
o
li'.
E
[')0
PARCE !.J
PRESTIGIA
EXTRA1MOS
OBSTÁCULOS •
VISTA, PELA
PRESIDENTE DA LIGA ESPORTIVA BELAVISTENSE
PREFEITO
DA
o
A1RAO
SOCIEDA­
NOSSO
ESTÍMULOS
SUA DATA
MAIOR!
~ ft
JOSE GLIUCY FLORES
,
FELIZ INIYERSIRIO
EXATAMENTE H 76 ANOS BELA VISTA SURGIU NO CENÁRIO
PARA FINCAR RA1ZES DE TRABALHO E DE
EXEMPLOS. ~ UMA TERRA HISTÓRICA.
8 :
t UM MUNIC1PIO ONDE os SEUS MORADORES PISAM o SOLO sA
GRADO DA TRADIÇÃO E DO HER01SMO,
NÃO t TAREFA FÁCIL DAR PROSSEGUIMENTO AOS
1
IDEAIS DOS PRIMEIROS MORADORES, MAS A ATUAL
GERAÇÃO VAI CUMPRIR o REPTO E SUA
DETERMINAÇÃO HISTÓRICA.
o CONVITE A LUTA FOI ACEITO. ESTAMOS EM BUSCA DE
MELHORES
DIAS.
HOJE
TODOS NÓS.
A CIDADE FAZ ANIVERSARIO
NESTA OCASIÃO,
E
LEMBRANDO
RENOVAMOS
A
QUE
os VOTOS
CONTINUIDADE
FESTA E:
NOS
PARABENI2AMOS
A
NOSSOS
PROPÓSITOS
os
DE
QUANDO
MISSÃO
DE
ASSUMIDOS.
EXPOSITORES
POBEL E ENVIAMOS UM FORTE ABRAÇO
TODOS
ÁRDUA
AO
SE
TRABALHO
E
POVO
ENCONTRAM,
DE
MAS
E
NÃO
DE
ORGANIZADORES
FÊSTEJANDO,
IMPOSS1VEL,
DA
BELA
23a EX­
VISTA,
SENTINELA DO PATRIOTISMO.
,
JIVET IGROPECUIRII

1 .
Trabalho
FORA DO NÃO SALVAÇÃO ...
UMA DAS COISAS QUE MAIS RESPEITO E
O TRABALHO.
QUE,
EXISTE
TRABALHO
TENHO-O
GRAÇAS
E. SEU
A ELE,
SAGRADO

EM ALTA
O QUE
FRUTO.
ESTIMA
VEMOS E
POR-
t SUBLIME, t SUPERIOR A TUDO E A TODOS QUE PREGAM
OUTROS PRINC1PIOS. 'FORA: DO TRABALHO NÃO HÃ SALVAÇÃO. MAS
$ o TRABALHO HONESTO, CRIATIVO, CONSTATA, QUE PRODUZ RI- .
QUEZAS E AJUDA O HOMEM A CONSEGUIR MELHORES DIAS. AQUI SE
TRABALHA, EM BELA VISTA, O TRABALHO t UMA FORMA DE ORAÇÃO.
FERNANDO DE MATOS - PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE P.MURT.
Construir com alegria
o CONSTRUIR,
VEZES,
NÃO SE
PERDÃO,
RIEDADE.
FERRENHA,
A VERDADEIRA GUERRA, ONDE
LEMBRO AS PALAVRAS DE MARDEN "A ALEGRIA
r
'
UM DOS MAIORES TAUMATURGOS DO MUNDO,
FORTIFICA o HOMEM, DUPLICA E TRIPLICA o
SEU PODER, D UM NOVO SENTIDO i VIDA".
QUE NESTE DIA AS MÃOS
CORRENTE
PARA
H DUZ
AS
FALA
EM
QUE
EM
FARÁ
DE. ANO.,
SOLIDA-
SE
DESTA
DE4 CIDADES.
ENCONTREM,
CIDADE
FORMANDO
EXEMPLO
A
NILCE DE OLIVEIRA PREFEITA DE
I
ANTONIO JOÃO
Parabéns
MAIS UMA
VISTA
VEZ
DEMONSTRA
SUA CAPACIDADE
DE AGLUTINAÇÃO DE FORÇAS
E SEU PODER DE
CONGREGAR VÃRIAS MENTES E
PESSOAS EM
TORNO DE UM SÓ IDEAL:
A EXPOBEL,
SE TORNOU TRA DIÇÃO
NOSSO ESTADO.
COMEMORA-SE
ANIVERSÁRIO
ANTONIO JOÃO
TAMBÉM,
MUNIC!PIO,
SENTE-SE
OS AMIGOS DA FRONTEIRA. PARABÉNS
PARABÉNS
QUE JÃ
DO
EXPOSITORES,
J0AO
UNIDOS,
ALMEJAMOS
BELA
A
PRINCESA
VOTOS
A
COLABORAM
DO
DE
EM
APA.
A
E
FELIZ
EM
TODOS
PARA
SUCESSO.
POR
20 DE
O POVO
EM
BELA: VISTA.
NOME
o
DE ANTONIO
AQUELES
CRESCIMENTO
UMA FRONTEIRA
JULHO, O
QUE,
UNIDA
76
DE
CUMPRIMENTAR
DA
E
PROGRESSISTA.
CAl-'i.ARA MUNICIPAL DE ANTONIO JOÃO JUNEIR MARQUES PRESIDENTE
Saudaçõe
QUANDO
MUNIC!PIO DE
BELA VISTA
COMEMORA MAIS
UM ANIVERSÃRIO
E REALIZA-SE
A 23a EXPO-
BEL, ENVIAMOS
AS NOSSAS
CALOROSAS SAU­
DAÇÕES AO POVO DA
BELA VISTA PODERÁ
A
COM
POVO
SUA
os
NHO GRANDES
ACOMPANHAM
TRADIÇÃO
MAIS
FRONTEIRA
PARABl::NS
E
UMA
AOS
o
TRAcrETÔRIA
VERDADEIROS
POSSO DIZER QUE BELA
AMIGOS, PESSOAS
HÁ MUITO
BELAVISTENSE
VEZ,
FRONTEIRA.
REENCONTRAR
JUSTA
VISTA
TEMPO.
POR
ESP1RITO
PARABENIZO
ANSEIOS DE
DE
ATRAVÉS
o
EXPOSITORES.
PARABÉNS
CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL Jost
E
SENTIMOS QUE
o
DE
LUTA.
BELA
SEU CAI-UNHO,
ACORDO
SEU
QUE ME
APRENDI A
SUA, FIDALGUIA,
VISTA.
AGORA
POVO.
A MINHA CIDADE, TE-
ADMIRAR O
DE A TRIBUNA DA
POVO' BELAVISTENSE,
CARLOS BARCELOS PRESID.

VIVER SEMEAR
I
AO POVO DE BELA VISTA QUE ESTE ANIVERSÁRIO DA CIDADE E
REALIZAÇÃO DA 230 EXPOBEL SEJA PRENÚNCIOS DE
NOVAS ESPERANÇAS.
SEJA O INICIO DE UMA COLHEITA, SEMEADA
EM 'l'EMPOS IDOS, QUANDO ERA DIFICIL PLANTAR. O TRABALHO
1:: ENSINO E EXEMPLO.
A MINHA MENSAGEM; NO SEU DIA BELA VISTA,
~ QUE, SE UM HOMEM PODE AJUDAR DEZ, CEM MIL OUTROS HOMENS
A REALIZAREM-SE NA VIDA, É HOMEM,É VENCEDOR,
UMA LUZ ILUM"l:NANDO CAMINHOS.
FELIZ ANIVERSÁRIO.
LUIZ CARLOS
PARABÉNS EXPOSITORES.
DE ABREU
PREFEITO DE PORTO MURTINHO
DE
PELA IÊPCIA,
TINJA!OS
ANTES
FOICAS AI' A
O EU CREIO,
IMP0RTANTE,
TANTOS
MISTAS
FORÇA
VIDA
GRANDE
UMA
r:os
QUE
QUE
FARÃO
OBJETIVOS
PA ECIAM
NESTE
POIS IIÁ
TANTOS
NEGAM
CONSTITUTIVA
o
SE
OBRIGAÇÃO.
A
PESSI-
DA
PENSAR
TORNA
OU O PENSAR GRANDE, SE TORNE OJIA
COMUNIDADE.
E
JOSI:: VICENTE SANCTIS PIRES - PREFEITO DE JARDIM
AC1O DE C''J,
Parabéns Bela Vista
Na vida quem não
avança recua
VIVEMOS
ENTRE DOIS TER-
MOS - AVANÇAR
OU RECUAR PARA
OUTROS PASSAREM.
NÃO
TERMO.
EXISTE MEIO
1
1
1
QUEM NÃO QUISER
IR PARA FRENTE,
ABRE ALAS PARA
OUTROS PASSAREM.
ESTE 1:: O SIMBOLO DA VIDA,
I
'
• ' _______ ......
NÃO GOSTA
DE OUVIR
DROSAS.
DE
1:: ABSOLUTA,
OUVIR
CRITICAS, NÃO-
SÃBIA,
NÃO SUPORTA
VENCER,
ENTUSIASMO,
RESMUNGÕES.
PERSISTÊNCIA,
NÃO ESPERA
OTIMISMO
GAÇÃO E AMOR
NÃO ADMITE
DO CAMINHO,
AVANÇAR.
4
PELO
LAMENTOS,
GOSTA DE
QUE,
DIGNA,
EXIGE,
ELEVADA.
DOS QUE
TRABALHO
CONSCIENTE,
QUE ESTÃO
NAO
POR NINGUÉM,
GOSTA
PESSOAS
FIQUEM PARADOS
ATRAPALHANDO
QUISEREM
CONTINUO,
SABEDORIA,
FAZENDO,
AQUELES
NO MEIO
QUE
JOSÉ ARTHUR-PREFEITO DE BONITO
ME-
MAS
QUEREM
Entendimen ®
NESTE DIA
QUANDO BELA
VISTA ABRE AS
SUAS PORTAS
PARA RECEBER
TANTOS E
TANTOS VISITANTES,
NÃO SÕ os
FILHOS DA
i'
TERRA QUE
TAM
VER OS
FELIZES
TORES
A
A
A
VOL­
VI-
DIAS
COM OS
E
MINHA
E
FAMILIARES,
ESCLARECER
ATRAVÉS
VONTADE,
RAM.
DO
o
CONVIDADOS
MENSAGEM,
DE
NÃO
ESP!RITO
DA
QUE
RENOVAÇÃO
PARABÉNS
DISCUTIR.
DE
ENTENDIMENTO
DE
SERVIÇO
COMO
EXPOBEL,
DE
BELA
DAQUELES
os
PJUNC1PI0S:
VISTA
JUVINO GODOY - PREFEITO DE CARACOL
E
AUXILIAR,
DA BOA
QUE IG:0-