TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1527_20_07_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1527_20_07_1994Número da edição1527Data de publicação20 de julho de 1994Número de páginas32GeoCoordenada -22.112996492545076 , -56.5357599374774 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1527_20_07_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ME.LA VI'TA/MS ANO: 22 NO: 1.'.,2"/ 20 DE JULHO DE 1.994 - QUARTA-FEIRA ~ DESPERTANDO CONSCIENCIAS Prefelto Abraão Zacarias, "a prioridade é a pessoa humano". Povo de Belo Vista, ho cens, mulheres, jovens e crianças. Gente do Água Do te, "Nharon", Serradinho-; Vila Nova, Primaveras, Es pírito Santo, "Nunca - Te Vi", Boa Vista, Clarão da Lua, Baixadas Corinthia - na, Fluminense, Santa HÕ nica, Prcv isu l, Erva Ma te, Itaboraí,· Planaltos I e II, ltavcrá, Cancha, Con junto Dr. Ely, irmãos de Bella Vista Paraguai, po vo que caminha, pés • no chão, esperança nos olhos, acreditando no futuro, a vançando no tempo, viven do um presente de traba - lho e realizações. Nos carpos dos EUA nos sos atletas colocaram os corações nos bicos das chu teiras e.mostraram ao mu~ do a fibra, a raça e a ar ra do brasileiro. - Por que não acreditar? O real· está dando certo, vaos derrotar a infla ção, acabar coe os parasi tas, valorizar os que tra balha e produzem, dizer não aos agiotas, aos que especulam, produzir mais, gerar mais empregos, dar condições dignas aos nos sos trabalhadores. Por que não acreditar? Nossa economia cresce, se a conjuntura nacional ê propícia ao surgimento de NOVOS TEMPOS, cm nossa cidade o quadro e mais es imulante, estamos no ca- !nho certo, construindo uma cidade boa para se mo rar, con qualidade de v{- QUE SUFOCO! BRASIL TE TRA--CAMPEÃO. O grito eco ou dos pampas aos seringa is, do Oiapoque ao Chuí, lenbrando pnlavras de Fio ri Giulioti. - Desde o início, em to dos os jogos, o brasilei ro sofreu, o time sempre deu a impressão de que i ria golear e jo ava ali, taco a taco, até que ex plodia o gênio do irreve rente Rorn ... rio. Contra a Itália, teste para os cardíacos, foram !20 inutos de emoção, e da para nossa gente e com alternativas para se in vestir, trabalhar com dig nidade e propósitos defi nidos. - Está na hora de seres gatar a tradição do nos so povo, tradicção de pio neirismos, de inovações-; abrir matas e cerrados, plantar as sementes das realizações. Trad içÕes de mãos calejadas e suor no rosto. NOVOS TEMPOS, tempos de mudanças, de cada um assumir suas responsabi lidades perante a comunt dade, ventos sopram em todos os setores, portas se abrem, os empreendedo res pedem passagem. Jun to conosco, gaúchos, mi neiros, paranaenses, pau listas, paraguaios, en fim, sangue novo que vem irrigar o progresso de Bela Vista. t.Õs somos a cidade. A cidade somos nõs. Sua gen te. Seu povo. Hoje a ci-: dade comcoora anivcrsã - rio, é preciso reciclar, idéias e objetivos, mas antes de tudo~ preciso acreditar. Em nossa administra - cão, a prioridade éa pes soa humana, sobretudo os marginalizados, os mais carentes, não adianta construir grandes e lu - xuosos templos, se Deus não habita os coraçoes. Vamos sim dignificar a pessoa humana, fazer de cada coração um templo, Brasil é Tetra Ca.mpeão Possari Prega a Modernidade 0 empresrlo e produ tor rural Osvaldo Possa rl, Ulcctor-l're icente da Viação Cruzeiro do Sul e da SETE ESTRELAS MBRI ÕES, disse ontem que " Sudoeste e a Fr nteira estão sofrendo um proces so de transformação mul to grande, não só com as obras que o Governo do Es tado executa, a exemplo das pavimentações das ro dovins Porto Murtinho Ü Jardim/Bonito; Bela Vis ta à Jardim e, brevemen te, Bela Visto/ Caracol/ Porto Murtinho, mas so bretudo, com os investi mentos feitos emtodosos municípios. Produtores ru rais de ltaporã, Doura= dos, do interior de São Paulo e do Paraná, estão adquirindo terras em nos ,sa região e trazendo tê nologias de ponta na área de administração de fa- bota emoçao nisso, 90 mi nutos no teponoral,ma is 30 na prorrogação, e ... zero a zero. Tudo i gual. Fomos para a deci são por pênaltis ... mui tos temeram ... Vejam sõ, Ta:farel, o goleiro criticado por to dos, foi o salvador da Pi tria, defendeu um dos pê naltis, os outros dois: que deixara os italia - nos a ver navios no de serto, Baseri e Baggio, chutaram... para forn. Marcara para o Bra- resgatar a cidadania, res peitando idéias e concei tos, buscando a copreen são e o entendimento. - As idéias políticas são argilas, com ela mol damos os nossos objeti: vos, construímos edifíci os sólidos de fraternida de para SERVlR o povo. REALIZAMOS MAIS UMA Nesta edição de a TRI- EXPOBEL, O POVO AINDA VI BUNA DA FRONTEIRA, faze- BRA CO A CONQUISTA DO mos uma prestação de con TETRANOS EUA, ESTAMOS tas, junto com os nossos ENGATINHANDO CO O PLA Secretários, funcionãri- NO REAL, A TORCIDA É A os, procuramos fazer o MESMA, 150 MILHÕES QUE melhor. Estamos com a REM A VITORIA CONTRA A consciência tranquila , INFLAÇÃO, NÓS TAMBÉM ES dormlmos o sono dos jus- TA.'IOS TORCENDO. - tos. A REALIZAÇÃO DA EXPO SÕ não trabalha por BEL É ASSIM: UM TIME QUE Bela Vista quem não ama PRECISA JOGAR AFINADO, Bela Vista. Minha esposa CO MUITA GARRA, TALEN Olga, juntamente com sua TO E COPETECIA. equipe, dedica todos os TAMBÉM ESTAMOS IIIE:O. seus esforços em benefí- DO O CHOQUE DAS UDAN cio dos menos favoreci - dos. Meus filhosGuto, Ra quel e Glaucia, jovens, possuem sensibilidade pa ra entender e capreender o ideal do pai, em ae2r minados momentos de nos sas vidas já não nos per tcncemos, somos movido; pela roda do servir. O po vo é o rneu ideal. - Nossa mensagem, minha e de Olga, não é políti ca, é de fé, de crença de que os desafios de nos so tempo serão vencidos. 'ivemos t,QIOS TEHPOS. PARABÉNS BELA VISTA . Abraão Zacarias - PREFEI TO MUNICIPAL. Olga B. Zacarias. sil Brnnco, Romãrio, Dun ga, Mareio Santos perdeu o primeiro. a Itália fez sõ dois . Agora nada importa, o grito estrangulado saiu da garganta de 150 nilhÕ es de brasileiros: E CA.~ PEÃO ... E CMIPEÀO! ! - Pró falar n verdade,• o Parreira ê sádico ou mnsoqulstn, não era pre ciso tanto sofrimento. Bastava colocar três ata cantes, desde o início~ Cara teimoso, mas é cam peão, o Brasil tera!! O Tetra é nosso Brasil! zendas". Para Osvaldo Possari, "ê preciso acompanhares sa tendência, a de buscar a modernidade o c ó assim podereio to breviver nu éposa de coupeténcIa e competitt vIdade, quem assim não proceder, ficar ora do t:poec. pa,o". Também na política, segundo Possari, "esti havendo mudanças, o po vo brasileiro está mais consciente, mais politi zado, sabe o que quer; não se ilude com pala vras fáceis e esquemas jurássicos, hoje o pol( tico deve ser competen te, honesto é obrigaçõo, regra de conduta". Osvaldo Possari esta rã hoje eo &ela Vista, sua empresa, a SETE FS TRELAS EMBRIÕES, est,i com um stand no Parqu, de Exposições. Osvnldo Possa ri é suplente de Se nadar, na chapa do ca didata ao Senado Rachid Saldanha Derzi e há vá rios anos colabora e par ticipa da mais tradici~ nal festa da fronteira. BELIYISTENSES -- f LUIZ FERNANDO NUNES RONDON Empresirto Osya'' tossi r1, Diretor Presidente da Viação Cruzelro do Sul e da SETE ESTRELA EMBRIÕES, uma das mais nvançadnn na tecnologia de transferen cia de embriões. AS, NOVAS TÁTICAS, MAS ACREDITAMOS, E POR ACREDI TARMOS, E QUE HOJE AI ES T, UM DOS MAIORES PAR - QUES DO ESTADO. É l~ PA TRIONIO, !AO DE UM GR PO, MAS DO POVO DE ELA VISTA. NOSSOS AGRADECIMENTOS À TODOS QUE COLA'IRARA PARA A REALIZAÇÃO DA EXP031:.L, DO MAIS HL"MILDE PEÃO AOS GRANDES PRODL;TORES E r.:•: PRESÁRIOS. MüITO OBRIGADO E PARA BÉt.S BELA VISTA. (LILI) PRESIDEXT[ no SIXDICATO RURAL DE BELA VISTA. Mensagem do 10~ RC Mec NAS COMEMORAÇOES PELA CONQUISTA DO TETRA CAMPEONATO MUNDIAL DE FUTEBOL, NOS ESTADOS UNIDOS, O BRASIL SE TRANSFORP.OU NUM PA!S U NIDO PELAS CÔRES VERDE E AMARELO. QUE ISTO SE TRANFORME NUM ESFORÇO CONJUX TO PARA QUE POSSAMOS VENCER TODAS AS NOSSAS DIFICULDADES. QUE ESTE MOVIMENTO C!VICO ?ER ANEÇA, ASSIM CONSTRUIREMOS UMA NAÇÃO ME LHOR. Tenente Coronel Edson Souza Rodrigues Comandante do 100 RC Mec Mensagem a Bela Vista Com alegria saúdo a populac3o ~e Be!a Vista, pela passagem de mais um aniversári~. Par~bêns a voce, que através da sua forca, constrói essa cidade. Alegro-me e aplaudo com entusiasmo todos os belavistenses, que trabalham para fazer desta cidade um exemplo de bem viver comunitario. Povo de Bela Vista, o seu destino é o progresso gerado ~e las mãos que labutam com amor, por essa terra abençoada. Com emocao envio a essa valorosa comunidade, votos de felicitações pela passagem ào 760 aniversário de Bela Vista. Parabéns 3ela Vista! Parabéns minha terra querida!! HARIZA SERRANO Candidata a Deputada Federal pela Frente Popular IBOPE CONFIRMA L.IDERANÇA TRANQUILA DE WILSON RTINS- 51 Levy Dias - 25% - Fonte: Jornal Naein.ai. j 4 - Porque não fui ao Bom Dia MS' da TV Morena 'lo últimos dias, os telejornais da 'TV Morena vn ini!entemente falando sobre - minha "rec: " em participar do progra,a - "1om Dia MS", Fns fato exige alguns escla recinnton. Todos conhecem a, dificuldades de ace so ao meio de comunicação que venho en frenando desde o começo desta campanha e- 1it.oral. Como candidato ao governo, venho recebendo tratamento injusto, parcial e - hos II por parte do alguns veículos do im prensa que pressionados pelo atuais ocu pantn do poder e tadual, atropelam a @ti ca o a lei para destinar generosos espaços a um de meus oponentes, com o obj cti vo de Iludir o eleitorado. Mesmo assim tenho orientado minha asses soria a tender igualmente a todos os ór qdos de comunicação, mantendo-os devidamen t·, in[ormcidos dó dia-a-dia de nossa campa nha em respeito ao direito do povo à infor mação. Qualquer balanço do noticiário, no en tanto revela o escandaloso dese·quilí.brio entro o volume de informações sobre minha campanha e a do candidato oficial, sempre - [avorocido. •ral disparate ocorre principal mente nos noticiários de televisão, fato - mais grave quando se sabe que a lei eleito rol 6 explicita ao estabelecer que "as e missoras de rádio e televisão ficam obriga das a dar tratamento equànime a todos os candidatos cm sua programação normal e seus noticiários", sob pena de suspensão de su as transmissões, Diante do flagrante desrespeito à 1egis lação eleitoral por parte da TV Morena e - outros veículos, já encaminhamos várias a ções, estando no aguardo do cumprimento das decisões judiciais. Quanto ao convite para minha participa ção no ·"Bom Dia MS", é no mínimo estranho que o mesmo tenha sido feito para uma en - trevista gravada, quando tradicionalmente o programa é realizado ao vivo. Apesar de carta enviada por minha ·assessoria à TV Mo rena, a emissora passou a afirmar em seus noticiários, sem qualquer explicação aos telespectadores, que eu me recusara a com parecer ao programa. Quero deixar clara, mais uma vez, minha O candidato a de putado federal pelo PMDB, Dilso Spcrafi co, disse ontem em Navirai (a 364 Km de Campo Grande) que o processo eleitoral - deste ano já está de finido. "O bom senso e a moral prevalece rão na escolha dos - candidatos. A popula çào sulmatogrossense já elegeu Dr. Wilson Martins para governa dor do Estado", dis se Sperafico. Dilso Sperafico - falou também que dis puta uma vaga na Câ mara Federal pela mesma razão com que as pessoas sentem-se enganadas pelo P2 der. "O descaso com a saúde do Pais, o desemprego cm massa e a falta de morzdi as são questões que precisam de soluções imediatas. Não dá mais para ficar au sente desta luta", - disse o candidato. O empresário Dil son Sperafico visi - tou , dia 12, as ci dades de Naviraí e Eldorado (a 462 Km - de Campo Grande) cum prindo roteiro de campanha. Dos 77 mu nicípios do Estado, Dilso Sperafico já visitou mais da meta de deles e promete - ser um dos candida - tos a deputado fede ral mais votado do MS. Sempre acompanha do pelo ex-prefeito naviraiense, Dr. Ro nald Cançado, Dilso Sperafico intensifi cou o corpo-a-corpo na cidade e fez visi tas ao comércio, en tre eles, o Frigori fico Capuci. Aberta a 3 Eel Senador Wilson Barbosa Martins disposição de ir a este programa, desde . que seja transmitido ao vivo. . Não dou o direito a quem quer que seJa de acusar-me de omisso, pois minha vida - pública é prova de fé inabalável nos prin cípios democráticos, na convivência entre os desiguais e no permanente embate dei déias. Além disso, a liberdade de impren sa sempre esteve entre minhas bandeiras, não para beneficio próprio, mas como di rei to de toda a sociedade. Estarei, como sempre estive, à disposição dos meios de comunicação, dos quais espero o tratamen to equânime e justo que a lei determina e a ética exige. Sperafico diz que moral • e bom senso prevàlecerão nas Eleições Em entrevista às rádios Carandá e Cultura, Dilso Spe rafico assumiu com promisso público de lutar pelo desenvol virrento de Naviraí, priorizando a gera ção de empregos.Dil so Sperafico também manteve contato com o presidente da Guarda Mirim de Na viraí, José Ferreir ra Lima, e visitou ª Feira dos Produto res onde recebeu d? versas reivindica - ções. No municipio do Eldorado, Dilso Spe rafico continuou - contato com popula res e reuniu-se com representantes do Lions Clube e Leo Clube. O presidente do Leo Clube, João Geraldo da Silva, - Rosa Pereira da sil ' - Tribuna. da Fronteira - FUNDADO EM: ' DlÃRIO RECICNAL 20/0.2/1972 - DIRETOR-REDATOR CHEFE: Ivll.l.do Pereira EXEMPLAR: R$ 0,50 - GERENTE COMERCIAL: ~~ria Estela Vel.âsques Pereira ASSINATURAS: .. SECRETARIO D; REDAÇÃO: Ualdino Rodrigues . REPORTAGENS: Jo::io Carlos Velásque.z, J.ndré Ãvalo e SEMESTRJ.L: R$ 45,00 ' Fi.rnlno de &rros ANUAL: R$ 90,00 ' - REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: * OS ORIGINAIS EN - Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - Vl.AOOS Ã. REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. os 23 - FOE: (067) 439 - 141'0 - PELA VISTA - HS ARTIGOS ASSINADOS· NÃO ,;, SUCURSAIS: Jrdi, Porto ±urtinho, Antonio .Jc:xio. REFLETEM NECESSARIAMEN 'Bonito, Caracol, Car.po Grande e Correspondentes TE A Ol'INIÃO DO JORNAL ee Brasília e S:io Paulo • FILIADO A: Propriedade d3_Rede ,Jggyiytense de Jornais - LTDA gcggy - yg22yggot_ 'og . . ADJORI E ABRAJOP! - j va, também do Leo, e os "leões" Leandro - Carlos Lopes e Anto nio Francisco da Sil va, firmaram compro misso com a candida tura de Dilso Spera fico. noite, Dilso Sperafico reuniu-se com o coordenador da c?.mpanha em Eldora - do, radialista Flávio Godoy, e lideranças populares do municí pio. Mais de 100 pes soas prestigiaram a reunião no auditório na Rádio Clube Inde pendência, destacan do-se, o presidente do Sindicato Rural - Antonio da Costa, o vereador Luiz Carlos Lázari, o presidente da Câmara Municipal de Iguatemi, Luiz Edvaldo, vereador Nadir Portela,radia lista Ivaldo Maciel, o presidente da Ass~ ciacão dos Produto - res de Leite, João - Carlos, a presidente da Associação das do nas-de-casa, Maria - Fernandes e o repre sentante da Asmel de Eldorado, José Mar tins.Dilso Sperafico fa lou aos presentes sobre o abandono de certas re giões do Estado."Ncs - últimos anos , o sul do - Estado foi esquecido pe lo governo do MS. Pre cisam::>s retonar· o de senvolvimeno priorizan do os setores conside rados essenciais" . , ,, . , Prefeito Muni I. Do 'Is; C rdsnte do ronel F±on Souza odri berto Rondon; Intendente Municipal de P,rui { kuben ,rcete: fce-?r te!toe 4e < G.d s o t«is t-r+as Por, Ocar Goldci; Pudre !Iliam (Gon»alve , Pir co local; Vereadores, Prestdente do Sindidato #a -. ra! de Bela Vista e te!ros da D!reteria da Fnt A de que é a organizadora da EXPOMEL.. PREFEIT0 DISCURSA MA AME RIRA DA FXPOE1. / Pref. Abraão Zacarias o Prefeito Mutlpa! A braão Zacarias, que M' rias anos vêm colabra para a realização desta - qu é a maior melhor - f sta da nossa fronteira, participou da solenidade • de abertura oficial da EX POBEL, em su discurso e le lembrou a necessidade do aumento da produçio a. grícola para suprir a de manda populacional do PI {s e destacou a participa ção e colaboração que os produtores rurais vêm - tendo nesse processo. A baixo, na Integra, o dis curso proferido pelo Pre f eito Abraão Armoa Zaca - rias, na solenidade d~ a· bertura da EXPOBEL: "Senhores produtores, Abrimos a vigésima terceira EXPOBEL com as vis tas voltadas para o futuro. Novamente a Nação se mobiliza para combater o pior inimigo de que pro duz: A INFLAÇÃO. A ciranda financeira que vinha desvalorizando - nossa moeda na média de 50 por cento ao mês esu,aga a produção, inviabiliza o setor público jogando o País no fosso no fundo da miséria e da fome. É ua vergonha que uma Nação de dilllensões continentais - como a nossa, assistia a organização da sociedade sem uma cruzada contra a fome, martírio que ronda diariamente a vida de pelo menos 20 milhões de al mas. Brigar contra a Inflação é participar do bo - cimbate. A derrota desta enfermidade crônica inte ressa aos setores produtivos que apostam no traba lho corno caminho para fartura e prosperidade. Ho - mens como os senhores, gente que acorda cedo e que dorme tarde; gente que paga seus impostos.; que constrói o futuro na labuta diária. O Plano Real certamente não é perfeito. Com ce! teza, nesta fase inicial de estabilização na moeda alguns segmentos da economia sofreram mais do que outros. E o caso dos exportadores que colidira<> - frontalmente com a equiparação da moeda ao dólar. Os juros ainda estão altos demais, forçando a elevação de alguns produtos e serviços. Mas são os efeitos colaterais de um renéd1o - que, esperamos, .trará de volta a esperança e a ex pectativa de crescimento do País. Ao frear a pro dução e privilegiar a especulação, o processo in - flacionário toma do trabalhador brasileiro o seu bem mais precioso: o emprego. E um homem sem emprego é um desesperado. Sem futuro e sem presente. O poder público e as Entid~ des privadas que atendem a população carente, aqu las pessoas que se encontram na chamada faix~ di risco social, não tem orçamento para dar vazao todas as solicitações. Todas elas justas, todas cessárias. Senhores Produtores, lideranças Rurais do Esta do e do Municípiq!! A inauguração de eventos como este ensejam co - mentários assim. Não são palavras de um descrente, muito menos de um pessimista. Aqui não fala u po lftico. Aqui fala um produtor rural, un cidadao - que, pelo cargo passageiro que ocupa, é visitado " diariamente pelos muitos que são vítimas desse cruel e desumano processo de valorização da especE lação em detrimento do trabalho. a É hora de união para ajudar este plan~ rea:; a estabilizar a inflação. Uma economia escavel e base para o investimento produtivo. É preciso au mentar a nossa produção de alimentos. é preciso que o trabalhador tenha acesso a um poder de o " rarca pra maior para usufruir desta riqueza que ar • de mos do solo em forma de proteína verelha o ,_o grãos. Basta citar apenas um numero para dimen _. nar -o· tamanho da responsabilidade de quem produ~ • apenas para atender sua demanda· populacional O BrE. sil precisaria cre.scer de 4 a 5 por cento ao ano- ilh - · nai.u:e:i- 1 sto para gerar empregos aos m oes que a ba _ te se habilitam a participar do mercado de tr? lho. Aproveito a oportunidade que a abertu.ra qn ;.. POBEL pemite para hoenagear o homem do capo» F ra cuoprimentar o produtor rural. É de pessoas ~s sim que o Estado e o País precisam. Cercado por gente que acredita no :nilagre do trabalho. reforço o apelo para que nos unamos nessa grande luta ar° vencer a inflação. Valorizando o trabalho. sere:o• fortes e nossos caminhos marcados peli prosperi!a de e pela fartura. 1 SETE ESTRELAS ,.,, EMBRIOES A Tecnologia de Raça Beleza, Fertilidade, Feminilidade, Peso ... Sete Estrelas, Fi,nancie em 24 meses com 12 de carência no Banco do Brasil. A Sete Estrelas é sua. SETE ESTRE.AS t MwzitS s Nova, Estrelas, ·- - - --~ ·-• daSete Estrelas , ,--~' .... --'.""--___ _ __ ,,-_c-c=--c_·•~c·- -- RIYA S I D O 5 !R CarnAe Uterata, Rb Prto 2ve,, Er. l'rt,' . e: B Hcruzomte 2 , 1 1 v n 1 rro9e:n ._ rJ ·, 1 l (,r-1 9vsepea na progéne de m da (l() 5. i, · 1 CAMPISTA DA TERRA BOA Res. Gele. Campeã na Expc,nel - Belo H:mz:in:e Campea Vaca Adulta na Expc,r.e! • Rondcnópol.s Res. Camp. Vaca Adulta na Na(!0lii11- Ub~r;•L.1 GAZELA CS Reservada Camp. Bezerra - Trés Lagoas·91 Campeã NoVJfha Menor - Dourados'91 Rc:scrvada Campeã Nov,rha Menor - Bau~u'9 l Rcs-,rvad<l Campeã Vaca Jovem - Três Lagoas"93 campeã Vaca Jovem - Londnr>ê1°93 Grande Campeã -Andrad,na 93 Na foto ao lado o Stande da Sete Estrc las Embriões instalado no Parque de Exposições Rio Apa, a inteira disposição dos Pecuaristas e Produtores Ru.rais em geral l , ,.. --...,.. GAi.A DC M;rrnz prerniadissirna. obteve como s-ua me:!1cr premiação o de Res. Camo. Nov. Menor em • u::izrat:>a"90 ---- ------- - - !'ESLAS -"ir-2.- Unidade TODOS V.EMA CAIR A GOTA MA OCEANO, OI f POUCO CO- PENDEM QUE A COTA E. O OCEANO KO UM. f, PRECISO, ESTA f.POCA DE CRISE, ONDE' OS DIFÍCEIS DE AFIO O MAIS DO QUE DESll'IOS, s/o VERlllDE lllOS lD ISMOS QUE PRECISAM ER UI TRAPASSADOS, QUE HAJA UNIDADE, NÃO SÓ A N1- VEL POL1TICO, SOCIAL E ECÔNOMICO, MAS, f: PRINCIPALMENTE ,NO SEU ASPECTO JUSTIÇA SOCIAL. NÃO SE CONSTRÔI UM MUNICIPIO, PROSPERO EXISTINDO BOLSÕES DE POBREZA, NÃO SE FORJA UMA CULTURA SEM BIBLIOTECAS E LIVRA RIAS, NÃO SE ADOÇA O CHà COM SAL E NEM SE •rOMA O CAF.f: SEM PÓ. E PRECISO UNIDADE. NESTE DIA, QUE TODOS OS BELAVISTENSES SE UNAM EM PENSAMENTO E FORMEM A FORÇA MENTAL QUE PROPORCIONARÁ MEIOS PARA SEUL TRAPASSAR OS DESAFIOS. PARABÉNS BELA VISTA. Trabalho Vereador Marcos Elias Rios da Cruz U11A CIDADE SE FAZ COM LUTAS, COM TRABALHO INCANSÃVEL, GAF RA E DETERMINAÇÃO. SAO MARCOS DE SUA HISTÓRIA QUE ENCHEM DE ORGULHO OS MUITOS QUE A AMAM. ASSIM .f: BELA VISTA: GALERIA DE HOMENS BRAVOS, DESTEMIDOS, QUE DESDE OS PRIMÓRDIOS DA HISTÓRIA DESAFIARAM OBSTÃCULOS E COM SEU SUOR ERGUERAM AQUI A MAJESTOSA PRINCESA DO APA. VAMOS CONTINUAR TRABALHANDO PARA QUE BELA VISTA CRESÇA A CADA DIA. Veterinária Criação e E Preciso Refletir Amor e fé OLHANDO O PASSADO ANALISANDO O QUANDO NÃO SABEMOS MAIS EM QUEM ACREDITAR NO MUNDO, DEVE- FUTURO, DO QUE FOI E DO QUE AINDA TEMOS A FAZER, SENTIMO-NOS ESTIMULAR A CONTINUAR TRABALHANDO. UM DOS EXEM PLOS VIVOS QUE TRADUZEM O ESPIR1TO DE LUTA E O ARROJO DO SUL-MATOGROSSENSE ~ A EXPOBEL. NÃO .f: FÃCIL CONSTRUIR, DESTRUIR SIM, BASTA UMA OU DUAS PALA VRAS, PARA CONSTRUIR S PRECISO TODO O SACRIFICIO DO PENSAMENTO POSITIVO. AQUI E AGORA, BELA VISTA f: O EXEMPLO. MUITO FOI FEITO POR GOVERNOS ANTERIORES, MUITO AINDA TEM QUE SER FEITO, O BELAVISTENSE ESPERA, QUE NÃO SEFRUSTRDi ANSEIO E CONTINUA ACREDITANDO, AFINAL .f: IMPORTANTE ACREDITAR. NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO BELA VISTA COMEMORA O SEU ANI VERSÁRIO ENVIO AQUELE ABRAÇO AMIGO, AQUELA SAUDAÇÃO FRATERNA, AOS BELAVISTENSES QUE PARTICIPAM DA LUTA MAIOR. CONSTRUIR UM MUNICIPIO PROSPERO E ATUANTE. MOS ACREDITAR EM NÓS MESMOS .... O 0NICO ELIMINADOR DA MISÉRIA CHAMA-SE O DIVINO TRABALHO.Ó- NICO SALVADOR DAS PIORES CRISES, ELE CHEGA AJUDANDO, LEVANTAN- DO TODOS OS CA!DOS. SEJA O TRABALHO QUE FOR, BEM CUMPRIDO, COM TODA A DIGNIDA- DE, TERÁ SUA RECOMPENSA E SEU ~!E:RITO. SE, DIANTE DE QUALQUER SITUAÇÃO DIF!CIL, PERSISTIMOS COM ENTUSIASMC E PACIENCIA, VEREMOS IMEDIATAMENTE QUE AS TEMPESTA DES FORTES VERGAM A VONTADE MAS NÃO A QUEBRAM. PARABÉNS BELA VISTA PARABÉNS EXPOSITORES. PARABÉNS BELA VISTA PELO SEU T6 ANIVERSÁRIO EDSOH MEDEIROS DE MORAES Ezequiel Barbosa Gerente da Agência do Bradesco UM DIA DE f ESTA OJ: 1 MI-. VER.GAIO DE'TA CIAL. UM D f/ DE FJ.S TA QUE GERVP., THfM , PANA LEMBRAR 'TODOS 0g D 1/S DE LUTAS, ESFORÇOS E MUI'I'O TR/Bllf,110 DE 'l'ODOS OS QUE AS CONS TRUI RAM. TEMPOS DE SE·· MEADURA E COLHEITA. TEMPOS DE ENGORDA E /BATE. TEMPOS BONS, TEMPOS DIF!CEIS. TEMPOS 1DOS E VIVIDOS PELO BANCO DO BRASIL NESTA CIDADE. ATUANDO E PARTICIPANDO INTIMAMENTE DO PROGRESSO E DA VIDA SOCIAL DE NOSSA COMUNIDADE. ESTE PASSADO~ O MAIOR AVAL PARA INVESTIRMOS CADA VEZ MAIS EM NOSSA TERRA E NOSSA GENTE. • E PARA OLHARMOS CONFIANTES OS ANOS QUE VIRÃO. HOJE TODO MUNDO VAI VER A BANDA PASSAR, PORQUE NINGUtM r; DE FERRO. AMANHà COMEÇA O NOSSO FUTURO- Construí r RUIR O HOMEM E O MUNDO ~ A TAREFA DE TODOS NOS. UMA EMPRESA, ~ Cg MO A ARVORE, QUE GERI 'A DA SE.'1EtiTE A'I't: ATI!l- GIR ADULTA E DAR A SOM-' BRA AMIGA A AQUELES QUE ASSIM E A PORTEIRA_LEILOES RURAIS , UMA EMPRESA BELAVISTE SE QUE SURGIU DE UMA PEQUENA SEMENTE PARA SE TORNAR HOJE UMA ARVORE FRONDOSA. NÃO ADOTAMOS A FILOSOFIA OTIMISTA SIMPLES MENTE POR ACREDITAR, {; MUITO MAIS DO QUE CRENÇA, t A CERTEZA DE QUE BELA VISTA{; UMA COLMEIA DO TRABALHO ONDE TODOS AQUELES QUE ADOTAM O TRABALHO COMO GUIA, COLHEM OS FRUTOS DE SUA LUTA, PARABtNS BELA VISTA. Brasil ESTAMOS ND LUTI Obrigado Bela Vista JÁ PARTICIPEI HÁ VA RIOS ANOS DA EXPOBEL E, NAQUELA OPORTUNIDADE, NU MA INTUIÇÃO QUE MUITO AGRADEÇO, VISLUMBREI A TRAJETÓRIA DE SUCESSO QUE HOJE SE CONFIRMA. HOJE BELA VISTA CO MEMORA O SEU ANIVERSÁ RIO, E UMA DATA MUITO ESPECIAL, GERALMENTE DE REFLEXÃO, MAS TAMBl::M DE FESTAS, E E NESTE CLIMA FESTIVO QUE AGRADEÇO O APOIO QUE TENHO RECEBIDO NÃO Só DO POVO DE BELA VISTA, MAS DE TODO O SUDOESTE E FRONTEIRA. DIZER QUE CONTINUO A DISPOSIÇÃO DE TODOS NAO E NECESSÁRIO, TODOS CONHECEM A MINERAÇÃO BODOQUENA - PARABl::NS POVO DE BELA VISTA PARABENS EXPOSITORES. ANTONIO ARANHA Mineração Bodoquena PARECE QUE FOI ONTEM. JÁ SE PAS- i; SARAM VÁRIOS ANOS.O INICIO NAO FOI FA- .L> CIL, COMO TODOS OS INICIOS, O PRIMEIRO PASSO FOI DADO. AS SIM COMEÇOU A LONGA MARCHA, UM PE APÓS O OUTRC E INICil..'lOS ' A CAMINHADA. DESAFIOS F0RAM 1 VENCIDOS, GRANDES E •1 _. PEQUENOS. ENCONTRA- MOS NA ESTRADA DA REALIZAÇÃO COMPANHE, ROS DE JORNADA, HO- MENS COM OS MESMOS PROPÓSITOS, ELES NOS SERVIRAM DE EXEMPLO, DE ESTIMULO... AFINAL OS SEMELHANTES SEMPRE SE ENCONTRAM. ENCONTRAMOS TAMBtM OS QUE NO ACREDITAVAM(E NO ACREDITAM, HOMENS QUE SE ENCONTRAM PARADOS NA ESTRADA DA VIDA. POR MAIS PARADOXAL QUE PAREÇA, ESSES HOMENS NOS DERAM ESTIMULO MAIOR ... E PROSSEGUIMOS. SUPERMERCADO ARCO IRIS, MAIS DO QUE UM NOME, UMA FORÇA VI VA QUE OPERA DESDE OS RECÔNDITOS DA MENTE, ATI:: O MUNDO MATE RIAL DAS CONQUISTAS DO HOMEM QUE CRÊ, E POR CRER, ATUA NO MEIO EM QUE VIVE. Supermercado Arco Ir is Mensagem NÃO ME LEMBRO ,-... - --- QUEM DISSE ISTO, MAS FOI UMA FRASE QUE MARCOU O MEU ESPRITO: AINDA SURGIRA UMA POLITI CA CÓSMICA. O QUE TEM A CHAMADA POLITICA CÓSMICA COM O ANIVERS SARIO DE UMA PEQUE NA CIDADE? - FÁCIL.QUANDO SE FALA POLITICA COSMI CA, LEMBRAMOS O ES PAÇO INFINITO TALVEZ OUTROS MUNDOS.OUTRAS GENTES. TENTAREI SINTETI ZAR MINHA IDEIA-O. _ HOMEM PRECISA SE ENTENDER ANTES DE BUSCAR OUTROS MUNDOS, OUTRAS TERRAS. PRE- CISO QUE A POLITICA DO HOMEM, NA TERRA, SEJA. EMBRIAO DE UMA POLÍTICA MAIOR. ISTO DEVE E PRECISA INICIAR-SE DE CIMA PARA BAIXO, DAS PEQUENAS PARA AS GRANDES COMUNIDADES. A MINHA MEN SAGEM NESTE DIA A DE QUE OS POL!TICOS BELAVISTENSES SE EN TENDAM, SAIBAM CAPTAR AS BOAS NOVAS E INICIEM A CAMINHADA. Josélio dos Santos Vereador- Caracol--MS 1 IRTE DE COMERCI LIZ R CD EFICIÊNCII E HUMIINISMO A atividade comer e i ;IJ ,, ur:1,1 il r ,. qu,: exige não somcn e a vontade doterminada de qanhar dinherio - nos negócios, mas pn ra que a ação e cor plot:e, é pn:ci:;o que haja de parte dos do noa dn oatnbolocim,~ to, seus qerentes e funclonãrioo a inton cão do ajudar e con--' tribuir pnrn a como didndo, o bem estar e nos dias atuais main do que untou, - pnrn n •conomin doo cus clientes. Já se vão distan tco oa tompoa cm que Dela Vista cultivava os velhos costumes - dos Armazéns e Ven - das que mantinham as suas mercadorias às escondidas cm vastas prateleiras e dcpósi tos à espera da manT fcstação da vontade do freguês, fazendo do balconista um a tendedor de pedidos. Por este aspécto, dentre tantos outros o SUPERMERCADO ARCO 1RIS se fez pioneiro na implantação de no vos métodos de tra- balho, modernizando normas e agilizando meios que pudcssem,a exemplo de cidades - de maior porte, ofe recer vantagens eco medidades aos seus:: clientes. A direção da em presa, sabendo que - nos dias atuais sO - mente atingem objeti vos aqueles que dinã mizam a atividade a través de promoções sérias e confiáveis, implantaram normas - de trabalho que vie ram de encontro à mo dernidade, por onde se conclui no aumen to gradativo da sua seleta clientela, ca da dia mais ativa o participante. Agora, com a im plantação da Nova Moeda brasileira em cujo sucesso a admi nistração da empresa coloca muita fé, am pliam-se ainda mais as dinâmicas premo - ções por onde o SU PERMERCADO ARCO !RIS costuma premiar os - seus clientes com sorteios de valiosos brindes, sempre com base nos valores de suas compras. A preocupação da administração está - sempre voltada para a qualidade e o pre ço dos produtos que comercializa e por essa razão, que é doutrina de traba lho, se destaca pe - rante a concorrência sempre com preços cõ modos e convidativos:- Nas variadas se - ções, organizadas de forma a mostrar a marca e a qualidade dos produtos, desta cam-se a banca de frutas e verduras, o Açougue, o expositor de frios e embutidos e todos os gêneros - que compõe a Cesta - básica, está, sempre com o melhores pro ;o do cidade·! A hunco conrl,1ntu de aperfeiçoamento - e do aprimoramento - em 'odo, o seus s'0 res, demonstram a confiança da adminis tracção e seu funcio nários non destino desa terra,que a cada clin nr finnn .iinda •• l O cliente participa de sorteios que Ere oferemnprêmios valiosos. Na foto promoção conjunta com a Todcschini e os 1os exostos. "" .... r mias, como o lugar - seguro par a pra nôncia dos seus fi Iho. Direção e funionã rios do ARCO 1RIS, • compõe uma família u ida, que irmanados pela dou rina crisa e norl0ncla pelo::; princípioo de ordem e de trabnlho,buscom cad vez ma ia o npcr f<'içoarncmlo. sem a - prê ' Localizado cm ponto central dn cidade, o SUPERMERCADO AHCO ÍRIS se transforma cm ponto obrigatório da família bclavis ensc. ~ z- .2» • t A vantagem dos descontos e das promoções especiais sao 3emprc bem recebidas elos clientes quando passam pelo caix:a. ,._ - Reporaqcm publicitária -- Jotag& Promoçó . · / - - - .., - - ------ - --------- Nas gôndolas bastante sortidas e sempre renovadas, o clien- te ARCO !RIS encontra opções de produtos das mais variadas e re nevadas marcas e procedências. As compras do fabricante e do produtor, proporcionam a opor tunidade de oferecer bons preços e alta qualidade. - í' _) O Balcão de frutas e verduras é trata do com esmero e_muito carinho pelos fun c1onar1os, oferecendo ao cliente produtos frescos e bem conservados. a l I' 'i 1 l a .., Nas plaquet, -- -± . as e preços, a transparen eia dos preços baixos. RECORTE E GANHE: Supermercado Arco 1ris ESTE CUPOM, VALE UM DESCONTO DE 5% EM QUALQUER COMPRA AT~ O DIA 05.0B.94. APÔS USAR E SER CARIMBADO PELO CAI XA,_ COLOQUE SEU NOME E ENDEREÇO ABAIXO E CONCORRA NO SORTEIO A UMA COMPRA DE' LIVRE ESCOLHA NO VALOP. DE RS 65,00 A URNA SERA ABERTA NO DIA 06 DE AGOSTO DE 94 As 1B:oo HORAS. ------------------ ----------------- PIRABENS BELI VISTA NOME: _ END: _ TEL·------------~ j MMiens agem /1 V/IJ/ 1'fl0 t PONTO DE EPOUO NEM ESTAGIO PARA V5.RANE1O. O COMODISTAS TENDEM A QUERER PAPAR AS LEIS ATURAIS DA EXISTENCIA. ' ' TUDO E CV0LUÇlo, TOO AS AS MJNlFI:;S'l'lÇÔES SÃO VARIADAS. PORTANTO QUEM QUISER PARAR, PODE PARAR, MAS A VIDA CONTINUA E OS QUE PARAREM SERVIRÃO DE DEGRAUS PARA OS OUTROS QUE CONTINUAREM COM A VIDA. SERVIR BELA VISTA NA POL1TICA, NA JUSTIÇA, COM TODOS OS SEGMENTOS DA COMUNIDADE. E CONTINUO A SERVIR. ENTENDO A VIDA COMO PARTICIPAÇÃO VIVENDO-A COM INTENSIDADE. LEMBRO, A PROPÓSITO, AS PALAVRAS DE ADOLFO BLOCH "FAZER ALGO PELA VIDA EM VIDA" .• ASSIM E:, ASSIM FOI E· ASSIM SERÁ. S A RODA DA VIDA. BELA VISTA NÃO PODE PARAR. A PRÓPRIA LEI DA EVOLUÇÃO. INCITA-NOS A LUTA PERMANENTE. NO SEU DIA, PRINCESA DO APA, QUE E: O DIA DE TODOS NÓS, AS MINHAS SINCERAS HOMENAGENS. Sydney Nunes Leite Vice-Prefeito UNIIO, ESFORÇOS E VONTADE TEMOS VISTO PROFUNDAS TRANSFORMAÇOES EM VOSSA REGI1O, SOBRETUDO EM CARACOL, BELA VISTA E PORTO MURTINHO. DENTRO EM BREVE AS NOSSAS CIDADES ESTARÃO LIGADAS POR· ASFALTO A CAPITAL, NOSSAS RUAS ESTÃO SENDO ASFALTADAS, RESPIRA-SE UM CLIMA DE PROGRESSO. E: NESTE CLIMA QUE, UNIDOS, IRMANADOS, ENVIAMOS AS MAIS FRATERNAS CONGRATULAÇÕES A BELA VISTA, SEU POVO; AOS ORGANIZADORES DA EXPOBEL E LAÇADORES DE TODO O ESTADO. PARABENS À TODOS QUE FAZEM O PROGRESSO WILSON FERREIRA LEITE (LOLÓ) VICE-PREFEITO DE CARACOL E PATRÃO DO CLUBE DO LAÇO Aral Rodrigues PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE CARACOL O IDEI 1 ) ·S UM FAROL ILUMINANDO CAMINHOS, A ESTRELA GRANDE NO ESPAÇO INFINITO, E: A MARCHA DO ESP1RITO EM DIREÇÃO AO SOL MAIOR. NÃO POSSO ENTENDER O SER HUMANO SEM UM IDEAL, NÃO IMPORTA O TAMANHO DESTE IDEAL, PODE SER PEQUENO COMO O GRÃO DE AREIA E GRANDE COMO A MAIS ALTA MONTANHA, O QUE VALE NO E O TAMANHO, S A INTENSIDADE DESSE IDEAL. NÃO IMPORTA O GRANDE OU A PEQUENA CIDADE, NÃO IMPORTA ESTE OU AQUELE LUGAREJO, IMPORTA SIM, S QUE ELE PERTENCE AO GRANDE TODO, QUE E: A NAÇÃO E ESTA AO PLANETA. t.UM UM PENSAMENTO COMPLEXO, MAS RESUME-SE EM DESCOBRIR QUE TODOS OS ELOS SÃO IMPORTANTES. BELA VISTA, REPRESENTA MUITO EM TERMOS DE TRAD 1AO, DE FORÇA E DE PENSAMENTO. BELA VISTA NO É MAIOR, NEM MENOR, SUMA CIDADE QUE ENCONTRA FORÇAS PARA PROSSEGUIR, E CANALIZA ESTAS FORÇAS EM FUNÇÃO DE SEUS FILHOS. PARABÉNS PRINCESA DO APA d PARABENS EXPOSITORES JOSE ATANASIO LEMOS NETO. PRESIDENTE DA FEUdRAÇÃO DE CLUBES DE LAÇO Ao Povo de Bela Vista ESTAMOS TRANSFORMANDO O SUDOESTE E FRONTEIRA. PROMETI... E CUMPRI. O ASFALTO PARA JARDIM E: UMA REALIDADE, FALTAM POUCOS KILMETROS. E LANÇAMOS O ASFALTO PARA CARACOL, E PARA ANTONIO JOÃO. E AS OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO DE PORTO MURTINHO A JARDIM ESTÃO ADIANTADAS. SONHO? NÃO, REALIDADE DE UM GOVERNO QUE PENSA GRANDE, QUE IMPLANTA JUNTO COM AS OBRAS DE UMA NOVA FILOSOFIA, A DE OUSAR, ACREDITAR E AVANÇAR. O PASSADO SE REPETE, A1 ESTà A UNIVERSIDADE ESTADUAL EM JARDIM, A EXPANSÃO DA REDE EL8TRICA, O ASFALTO EM CARACOL, PORTO MORTINHO, GOVERNAR 8 RENOVAR ESPERANÇKS, E: SEMEAR, ASSIM E O MEU GOVERNO. Pedro Pedrossian Governador ** '-GOVERSO MS FLIGRINTES DOS 15 r, João Vieira, Jari, leda e Aral Sra. Joana, Juvino Godo, Karina e seu. pai Anto nlo da Silva e Sra ó .( ' ,. :, : 5 b 5 a s a c e e é l l o M t • »/ ( Irlo~" rl','it.,,ce Sra, Sra Alice, a lf! Dama Caracol Sra. Joaninha, Major e Sra. l --~ ' l 1 ~~ri· 1 ~ " A 1 - ; J +$ I l , l r ' ! ' V t ) 1 I ' J ' ) • F.guipc da Cantina 1 Cirilo Ram1rl'R, ,. Sra, Irlo_.i!:'_ !')dtill: ---~-· Dilmar e Srn. I r7"e Amigos de Ponta Porõ que vieram cu~primentar Ka rina Karina 1adcada por mixos e seu pai (à esquer_ da), Antonio da Silva r.eit-, e Sra . . rf ' t..,. 1 ',, ~ ,...:,.;"-. • ! F.leg;::.ntes Senhoras '!!!." _!.lhrilhant.,r= º" .!2.. de Karlna ' anos _J Eduardo banhes, Meco Fodr igues. Auygust inho - Iey. Pres. da Ciim. José Carla,: !larcc!o,; e aig ' J • . .. A~rllhantaram a festa de Karina - -- ------ -------- .... I llorac í o Godov e 7- ,,., % Karina c amiga .I Sra. l 1 t 1 1 1 I ,..__.,, a l ii que n.lo ía l tou nos 15 aros de Kari na ED.IÇAO ESPECIAL VISTA fiEf.A VJG'l'/ - MA'l'O GHOSSO DO SU[, QUARTA-FEIRA 20 Dr: JULA!O DE 1. 994 oto ras Bela ' 1 Vista Vive Novos Tempos Deedc que an~umlu o comando do Exc ativo Mwfclpal, pela segunda vez, em 'de Jane Iro de 1.993, o Prefeito A - brniio /lrn10t1 Zacarias, contnndo com 11 estrelta colaboração de todo o seu Se cretnrlodo, vim Jmprimindo uma nova ar den administrativa no Municípfo, volta do para n modernidade e a uficl~ncla - noG serviços oferecidos pelos Órgãos e autarquias da Prefeitura Municipal fatores que slntetiwm os "NOVOS TEM - !'OS" a que o Prefeito se propôs a conqulstnr para Bela Vista, nos seus mnlN dfversnR setoreA de ntlvfdn<le. ..a .« ee Prefeito Abraão Zacarias desenvolve uma Admlnistracào moderna e eficiente usando de muita criatividade e respe! to com o dinheiro público. Sob esse - prisma, virias ações administrativas fornm colocndne em pritlca pelo Pre feito, como a elaboração do novo cód 1 go Tributário Municipal, recadastra menta imobiliário do Hunlcípio, elabo ração do Cadastro de atfvidades econô mlcas e também a lnfonnat ização d; Prefeitura Huniclpal, iniciativas que exigiram consideráveis investirne~tos de recursos próprios do Munlc!pio mas que em multo irão colaborar para uma Administração mais moderna, mais eficiente e mais justa para os Mun!cl pese para a melhoria do atendimento no público em geral no que diz respei to aos serviços prestados pelos órga os e autarquiar da Prefeitura Hunlcl pal. e Bela Vista O começo não foi dos mais fáceis, culto pelo contrário, é do conhecimen to de toda a população belavistense que a atual Administração encontrou u na Prefeitura em precárias condlç~es fnanceirns, com o salário dos servido- res atrasados vários meses, débitos coe fornecedores e 1 pres tadores de ser viço$, equipamentos da Secretaria de Obras sucateados, convênios sem nenhu ta prestação de contas, etc .. : Como se - Parcelamento de dí- l Vida com o INAMPS, refe tente a Convênio para com Pra de equipamentos para 0 Hospital são Vicente de Paula, cujos recursos fo ram aplicados no mercado financeiro pela Adminis - tracào ant1erior, sem pres tacão de contas dos divi:: dendos dessa aplicação que na época foi de 31.439.127 ,00 (trinta e hlll:l 1nilhÕes, quatrocentos e trinta e nóve mil, cen to e vinte e sete cruzei tos), de acordo com con - fissão de dídiva assina'da elo ex-Prefeito em 18/[2/ ,92. Essa dívida foi divi dtda e 24 parcelas de 8.140,6154 UFIRs, o que corresponde hoje a R$ 4 -573,39 (quatro ~il, qui nhentos e setenta e três . ',.reais e trinta a nove cen avos), que estão sendo Pagos pelo Prefeito Abraão Zacarias; - Parcelamento de débi to com o PASE1', relativo ao Período de 01/83 à 03/ 9 3, sendo 48 parcelas men •ais no valor de 1 920 UFIRs, o que equivale ho Je a R$ 1.078,67 por mês; - Parcelamento de déb! to com o FGTS dos Servido Fes Municipais, uma vez que os recolhimentos não ta efetuados desde '.967. nao bastasse, o Prefeito Abraão Zaca - rias teve também de desenvolver diver sas e cansativas negociações para con seguir o parcelamento de Convênios que não tiveram prestação de contas, e de várias dívidas da Prefeitura que vi - nham sendo proteladas há anos e que estavam impedindo o Executivo até mesmo de receber verbas do Governo Fe deral, confonne demonstramos abai xO: que se conhecem os rande adtnlstra dores, em s, defxar bater pela "he- rança ingrata" que comproueteu ser!u mente o primeiro ano de «eu mandato ao mesmo tempo em que promovia a mo - dern!zação da Administração Pübl!ca , o Prefeito colocava e prática d!v»r sos serviços, obras e ações, algumas mais vultuosas, como a com trução das casas do Programa de Desfavelamento e reforma do Paço }lunlclpul, outr,11; ner.i tanto, nas fundnmentai>; p,;ra o atendi mento das necessidades bãsfcas da po pulação, desde os maia carentes e pe quenos produtores, até os ngriculto - res e pecuaristas do nosso Munfcf pio, através da recuperaç~o, r.i3nutcn çâo e conservaçio de entrnd3s vlci nais. Um pouco do que vêa ,;.cndo a Ad ministração "NOVOS TEMPOS'', nesses pouco mais de um nno e meio, é o que 4 iiiniatará à fiteira Consciente da necessidade de aglli sitivos, a exemplo da confecção de to zar os serviços oferecidos pela Pre - dos os Carnês do IPTU deste ano, que feitura Municipal, dando maior comodi forem confeccionados exclusivamente dade aos Contribuintes e à população- pelos próprios funcionários da Sccre em geral, o Prefeito Abraão Zacarias, taria Municipal de Fazenda, na pró tão logo tomou posse, vislumbrou a ne pria Prefeitura, diminuindo considera cessidade de modernizar os serviços; velmente os gastos para os cofre& pÚ para isso determinou a informatização blicos, que seriam enormes caso o ser da Pref~itura. Foram adquiridos ini - viço fosse realizado por Empresas par cialmente, através dos serviços de lo ticulares que atuam no rar.o, como era cação, cinco terminais de computador: feito nnterionnente. Na segunda etapa que formam um sistema de rede inte.li- da Infonnatização da Prefeilura, que gente, cabendo à Empresa Sisal Infor- será implantada no decorrer dos próxi mática a Assessoria Técnica e Manuten mos meses, todos os decais setor~s da çao. Administração Municipal estarão inter Com esse sistema informatizado ligados no Sistema, trazendo inúr.ieras que nessa primeira fase abrange os se vantagens econômicas para o Executivo tores de Tributação, Departamento Pes e possibilitando um melhor ordenamen soal, Finanças e Adminsitração, já es to das despesas. tà) sendo evidenciados os efeitos p~ .; ., >-.- 7 ;' • f f .,. A infonnatizac;ão da Prefeitura agiliza os trabalhos da Secretaria Munici- .~ pa1 de Fazenda, dirigida pelo Secretário Edvaldo Pereira de Carvalho • . ai ." Cadastros das Atividades Economias ..,[,, ;;",,",],{ reta€tos ave «vera oura i=orae ±;is 4esevetas sa 1sé»:, «seta1se ss resra4s- de ser feitos pela Prefei pela Administração Novos· TEMPOS foi a res de serviços, em face da importân- compromisso para o FGTS tura Municipal. 1 b - d C d d al - e a oraçao o a astro e Recadastra - eia e t seguimento na ocupaçao de é garantido pela vincul.! Além desses parcelamen mento das Atividades Econômicas do Mu mão-de-obra e como fonte de recursos , ção de 3% (três por cen- tos que são pagos mensal- ·f; - níc pio de Bela Vista, serviço que foi para a Prefeitura Municipal, possibi- to) das cotas de repasse mente pela atual Adminis- d d l h li • . - coar ena o pe o Engen eiro Agrimensor .tando uma mtlhor:ia da base para a do FPM, até a quitaçao " tração, existe também o E{dL, - 1 - . • ""'" o Ramon Reca de. A organizaçao - cobrança do Imposto sobre serviços total do debito, que se- parcelamento feito pela do Cadastro de Informações Econõmi - (ISS) e das Taxas decorrentes do Po - rã revertido nas respec- Administração passada com • - • tivas contas dos funcio- o INSS, que soma um total cas ja esta proporcionando a 1'refeitu der de Polícia, principalcente a de ra Municipal um conjun·to de infor:nac~ localização; nários públicos Munici - de 240 parcelas de 5.134. b d E - - es so re ca a Agente conomico de Be- A partir dessa verdadeira radiogra pais· 39 UFIRs, correspondentes 1 Vis • i i d· fi - a ta, como o comerc o, n ustria, a que representa o cadastro das ati Cabe aqui ressaltar hoje a· R$ 2 .884, 50 reais d di s · .d,d, - - presta/ores te serviços e epresas em vi/ales econômicas do Muni.pio, a Ad a importante participa - por mês, sendo que já fo- geral, existente no Munic.ípio, o que ministração Municipal poderá v!sua1 cão do Chefe de Gabíneté, - - = - José /lyres Cafure em to- ram pagas um total de 26 permite à Adminístrnção Municipal tra zar melhor a sua capacidade de a;ão - parcelas. car um perfil da realidade econômica- direta, através da execucâo de proje- p f •1 ' ' - Ob t' 1 e o conhecimento das potencialidades tos que visem n i::elhori.:i. e incentivo r·e .e, lt ,"!) 'rnspoe s acu os que tais agentes oferecem ao desenvol ã economia local, cor.:o ta:::~éo a gera- vir.en!:n de Mun1cípio. - c;.ão de empregos e rc:id__:i, nlérn eh: pos e •;?esnr de todas as dificuldades ini reelegeu, não se deixou abater e se Nesse cadastro das atividades eco- sibilitar a colet.a de inforr,açÕe,;; so- d h.s, o Prefeito bclavistensc, honra.'! guiu em frente com o seu projeto de e- nGaicas elaborado pela Prefeitura, é ciais e econômicas de interesse para 0 o seu compromisso com o povo que o dificar NOVOS TEMPOS para Bela Vista., • destacado o setor terciâri.o da econo- o planejarento e acao governaenal. Bela lista Vive IIYI Códig1 Tributário Municipal 4 Cm a I planta,ao do Novo tádlo -- rfbutirto Mufpal, coordenado pela Secretrla Municipal de Fazenda, o Prefetto Abraão acarta, restabeleceu ordem no Munle[pio, no que d{z res peito a cobrança dos Trfbutos Munfci pal. Elaborado afnd no ano passado e aprovado pela Câmara Municipal no d'a 20 de Dezembro de 1,99), o Novo " Cádlo Tributar lo do 'unte[plo fof Implantado na Admtntst ração do Prefel to Abrao Zacarias este ano, possibl HItando ao contribuinte maior Just Iça ocfal na cobrança dos diverso trfbu tos municipals e corri!Indo as distor çe existentes devido a rande defa saem em relaçao ao ant lo e totalmen te ultrapassado Código Tr lbutrírlo e - x1stente, Eta Lel, que dispõe sobre os di - rciton e ubriKncõcs de ordrm Trlbutrí rln rclnt1va8 uo Flaco Municipal e no pessoas obrigadas ao pagamento de Tri huton Municipais, ou penalidades pccu nl,irins, observa as normas gerais es: tabclccidus no Código Tributário Na - cionul e Leis Complementares Subse quentes. Com a implantação do Novo Có digo Tributário Municipal, o Prefeito Abraão Zacarias determinou também a contrntacào de urna Empresa especiali zada para realizar o Recadastramento Imobiliário do Município, esses servi ços, possibilitaram, entre outros be nefícios, o aumento do número de con tribuintes, que serão beneficiados pe la isenção do pagamento do IPTU - Im posto Predial e Territorial Urbano foi devido a elaboração do novo reca dastramento imobiliário que os carnês do II de,t dos nora. Para se ter ui a fdéfa do beneff - cfos d !planto do Novo G!t,p Tributá - rlo Municipal, e tio isenta do Paa menta do PT' os contrih!n s que a tendam uma das seguintes condiçcvs: I - ks Assocfações Culturais JenefI - cente, Rellglons, Proflsslonals, E! portfvns, sem ffns lucratfvos, relatt vamente aos Imóveis ocupados para a prática de uas fnalldades essencia Is ou destinados ao uso do quadro o c I n 1; 2 - Ao ex-Integrantes da FEi - Força Expcd!cionir!u Urnslleira - que toma ram prt ativa em combates nos am - pos da Itália, bem como suas v lÚvns , desde que o Imóvel sejn dcsti11udo ~ resdencIa de quaisquer dos dois bene ficiários 011 du ambos; 3 - Aos aposentados, pensionistas ou incapazcR, que comprovem renda foral - lar até dols salários mínimos vigen tes no Pa!a, desde que sejam proprie tários ou possuidores de uma Única propriedade urbana; 4 - /los contribuintes que sejam pro - prietiirios de um Único imóvel no Mun_! c!pio, cuja propriedade se constitua em residência e o valor do Imposto ª! ja igual ou inferior à tres Unidades Padrão Fiscal - UPF, no dia do lança mento. Ressalta-se que as isenções só serão efetivadas após a comprovação - pelo interessado que ele preencha as condições e requisitos previstos no Novo Código Tributário Municipal. Recad;stramento Imobiliário O Prefeito Municipal sabedor das deficiências do Cadastro Imobiliário do Município, defasado desde sua Adm_! nistração anterior, determinou à Se - cretaria de Fazenda e Secretaria de Plnnejamento que fossem contactadas - empresas no ramo, no sen tido de elaborarem um Novo Recadastra mento Imobiliário do Município. A Em: presa contratada DENOPLAN - Aerofoto grametria e Planejamento Fotogramétri cu S/A, entregou os trabalhos no ata 24/04/94, sendo obedecidas as seguin tes etapas do Projeto: - Etapa I - Planejamento Geral - Análise do Cadastro existente - Elaboração da Base Cartogrãfica Etapa II - Planejamento da base carto gráfica !ti - - Levantamento so eletrônico Cálculos - Verificação - Bicas (Boletins ou Informações Ca das trais) Etapa IV - Cadastro Fiscal - Avaliações - Planilhem IPTU - ISS - ITBI - Taxas de Melhorias ipÓs elaborado todo esse processo, se encontra concluido o Novo Cadastro Imobiliário do Nunicípio, mais um ma portante serviço executado pelo Execu tivo Municipal, que irá beneficiar Topográfico por proces não somente a sua Administração mas com certeza, as vindouras também, nu ma demonstração de que a visão do Go verno NOVOS TEMPOS é dinâmica e ágil. eia tl Par;o Miial e Controle ovos TeDIPI bonitos de todo o Estado, cuja linha arquitetônica do ta dos a noo 10 e• que representa um verdadeiro cartão pos - col do nossa cidade, teve também to - dos os sistemas elétricos, hidráulico e sanitários recuperado e está rece - bendo plsos, forro e pintura comple - to, com a utlliz:içio de mnterlais do primeira linha, bcr:t ao estilo do Pre feito Abraão Zacarias. Outra preocupa çao do Prefeito no reforma do Paço MÜ nicipal, foi a manutenção da linha ai O "Jesto,o prédio do Paço Munlctpal, que esta vend total«ente rep ta a e si Adtnt G quftetônica do prédio, com sa ebr a sede do Poder Executivo Municipal - te garantfda a segurança e a imporin c1a de sua estrutura ffslca pilo e • nos pelos próximos vinte anos e após concluídos todos os serviços de acaba mento e pintura com certeza será motf vo de orgulho para toda a cor:tunidode belavlatense que, através dos Impos tos que recolhe aos cofr<'s i::unlcipais, colabora para que essa obra pudese - ser realizada totaloente com recur&os próprios da Prefeitura ~unicipal. PREFEITO AJUDA O HOSPITA SÃO VICENTE DE PAULA A cargo da Secretaria Municipal de Administra cão, outro grande desa - fio enfrentado pela Admi nistrucão Novos Tempos: foi a reforma total da cobertura do Paço Hunic1 pal, obra que também foi deixada de lado por Ou - tras Administrações mas que não podln ser adiada devido , ao total comprometimento da estrutura de sustenta ção da cobertura, que a: meneava desabar sobre a cabeça do Prefeito e [un cioruirios, tendo sido i~ clusive condenada em ui laudo técnico elaborado pelo Engenheiro Civil Luiz Carlos Cunha Tebich rane. Essa obra, que está em execução, representa mais um grande desafio - para as finanças da Pre feitura Municipal, a e xemplo da construção das casas do Pyogral!l.'.l de Oes fnvelamcnto em constru - c:io no Bairro Agua Ooce, além de outros compro:nis sos financeiros que exi= gem muita rcsponsabilida de da atual idministrn = ção, como o pagamento dos - Desenho Plano III - Planejamento e Montagem - do Cadastro - Planta -- Planta - Planta - Planta Urbanos ou Referência Cadastral Genérica ou Valores de Quadra com Edificações de Equipamentos e Serviços servidores, fornecedores, elaboração e implantação do CÕdigo Tributário, Ca dastramcnto Imobiliário: Cadastramento Econômico, Infonnatização da Prefei tura e também a quitaçãÕ e parcelamento de d{vi - das herdadas da Adinis- Como o setor social merece uma a - tenção especial do Prefeito Municipal Abraão Zacarias, sendo uma prioridade de sua Administração, ele nunca dei - xou de voltar suas atenções para os setores básicos e essenciais para o a tendimento à população belavistense. Um espelho dessa realidade ia ajuda e colaboração prestada pelo Prefeito à manutenção do atendimento médico hospitalar do Hospital são Vicente de Paula, que hoje possui um serviço de plantão remunerado custeado ( com dificuldades é verdade), pela Prefeitu ra Municipal. Mas,a ação do Prefeito em relação - ao Hospital não se limita apenas ao serviço de plantão permanente para a tender aos doentes, até neo a dv!- Secretário Hunlcipal de Administracio Evilásio Nunes de Miranda tração anterior. Alim da reforma geral de sua cobertura, com a substituição total do te lbado e de parte do ma= deiramento de sustenta - cão, o imponente prédio do Paço Municipal de Be la Vista, um dos mais O apoio do Prefeito à área de Saúde, abrange também o Hospital são Vic~ te de Paula - Alim disso, sensível às dificulda des enfrentadas pelo nosso Hospital,o Prefeito Abráão Zacarias se responsà bilizou tambem pelo pagamento das coo tas de energia elétrica do Hospital - a última conta paga no mês de maio foi de R$ 1.723,00 (ais de 4 5 mi lhÕes de cruzeiros reais). A• dívida do Hospital com o serviço de abasteci / Como parte dos preparativos da ci dade para o ~eu aniversário, comemora do neste dia 20 de Julho, e em vista das co~diçÕes em que se encontravam grande parte das ruas asfaltadas , principalmente a Avenida Teodoro Saci va e centro da cidade, o Prefeito A= brão Zacarias partiu para a realiza - cão de uma Operação "Tapa-Buracos''. da contraída pela Administrncno ante rior devido a não prestação de contas de recursos destinados a aquisição de equipamentos para o Hospital São Vi - cente de Paula, foram assumidas pela atual Administração, como a dívida e ra muito grande, ela não pode ser qul tada de imediato e, para não perder - recursos externos e fugir do caos que ameaçava a saúde pública de Beln Vis ta, sobretudo em função de correr eoi nente risco de ver cortadas as verbas federais para o setor, o Prefeito op tou pelo parcelamento dessa d!vida com o INAMPS. As parcelas dessa dívi da, que vêm sendo pagas desde o ano passado, são da ordem de R$ 4.570,00 (mais de 12 milhões de cruzeiros rea is), mensalmente. mento de água, também foi paga pela Prefeitura Municipal e soma um tonta te de R$ 4.980,00 (mais de 13,6 mi lhes de cruzeiros reais). 1portante ressaltar que todas essas despesas são custeadas com recursos prôprlos - da Administração Municipal, que até hoje pouco ou quase nada recebeu dos Governos Estadual e Federal. . Operação Tapa Buracos A Prefeitura Municipal fez a aqui sição de uma grande quantidade de a teriais necessários para a execuçao da operação é assim que chegara:n à nossa ciddde os homens e ãqu!nas da Secretaria Municipal de Obras deram início aos trabalhos. CONTINUA NA PÁGrNA - 03 DESTE ENCARTE ) 1 1 1 Bela Vista Vive Novos Te 1po SECRETARIA DE SAÚDE E PROMOÇÃO SOCIAL A Operação "Tapa-Buracos" beneficiou todas as vias pavimentadas de Bela - Vista Quase que n totalidade das ruas pa vlmentadas de Bela Vista, onde exs - tiam buracos e outras detcriorizaçàea, foram recuperadas nessa operação de - senvolvido pelo Prefeitura Municipal, desde o centro da cidade, Avenida Teo doro Sativa, Duque de Caxias, Cond~ de Porto Alegre, Barão do Ladúrio, XV de Novembro, Sebastião Criepim do Rê o, etc ... Até mesmo a Avenida de a - cesso ao Parque de Exposições Rio Apa, que em alguns trechos encontrava-se - bastante danificada, com seu asfalto totalmente estragado, recebeu os ser viços da Operação "tapa-buracos" da Prefeitura Municipal, que inclusive - [oi solicitado pelos Vereadores, tan to da opo6içào como da situação, em indicações apresentadas na Câmara Mu nicipal, tendo em vista o grande flu xo de veículos que a Avenida de aces- so ao Parque de Exposições recebe durante a realização da nossa EXPOBEl.. ..... Homens da Prefeitura fizeram toda a limpcsa do Parque de Exposições _.Rio Pa .«- • ';Jl>J,.... • ~ :.- _,l_:__ -- -~'" oe eaüie executou todo_o_serviço_de intura_de_meios-fios_e de Iluminaçao Prefeito colabora com a maior festa da fronteira Como tem feito todos os anos, des de o seu primeiro mandato, 0 Prefeito Abraão Armoa Zacarias, mais uma vez está colaborando com a realização da nossa EXPOBEL, a maior festa da fron teira e sudoeste do Estado, atende nd o a solicitação do Sindicato Rural d Bela Vista a Prefeitura executou_o da a lipesa do Parque de Exposiç0e8 Rio Apa, Cancha de Corrida, aterr ca ostes - A Const! ufçio Fede - ral de 1988, acenou ao vo brasileIre com ua elhorla nas condições - de saúde, através d criação ou da instituío mal!zação do Sfstna !f o de Saúde, que dever fa ser implantado em todos os Municípios da Unto , com ua filosofia muito bonita, por &inal, dccu rada pelos Itens Equida de, Universalidade, Inte gralfdade, Participação Popular, Resolut!bidadc ~ Intersctorialldodc. ARsistimos atualmmte, a um Sistema de Saúde di ferente do que foi clabi rcdo. Não se consegue ver equidade, 8ào desti nados 755 U$ per capita para a alta tecnologia , 80 U$ per capita para a média e apenas 44 U$ per czpita, para a população na base da pirâmide demo gráfica. Não dá parã pEnsar em Integralidade, quando o atual sistema. - de financiamento que aí está, beneficia procedi mentos de alta tecnolo - gia, em detrimento das atenções básicas à saú - de. Como é possível pen sar em uso de Epidemiolo g1a, que estuda os ara vos à saúde na população, quando os indicadores· de saúde são controlados pe las instiincias de Gover= no de nível federal e a valiados por critérios - contábeis e financeiros? E pensar em Descentrali zação, quando 75% dos re cursos públicos são reti dos pelo Governo Federal e os repasses para os Mu nicípios dão-se apenas a través dos Convênios, o; de ficou a gestão Única em cada nível de Govemo? Implantar o Sistema O nico de Saúde, requer vontade política para e xecutar a reforma sanitá ria que há de modificar o modelo assistencial vi gente, o neoliberal, cu-- Por tratar-se de uma irea que diz respeito di retamente à vida humana: o setor de Saúde de Bela Vista yêm recebendo um tratamento especial des de o início da Adminis - tração do Prefeito A braão Zacarias, hoje a população belavistese po de se considerar privil iada no que se refere à sua saúde, pois em quase nenhum outro Município - do Estado existe o aten dimento que aqui é pres tedo, através da Secreta ria Municipal de Saúde , dirigida hoje pelo compe tente Dr. José de RIa - mar Cruz e Silva. A participação·da Pre feitura Municipal na al:: ta qualidade do serviço de saúde de Bela Vista é / í Dr. José de RIb.amar Cruz e ser«Grito @tia1 @ sa ja baixa qualidade ria uma Universalização ex - eludente. O que fizerr.os até ago ra? A runfcipallzação que seria a disposição - de um microespaço social para o exercício diário de construção da democra c1a e formação da c!dada nia, condição indispensá vel à reforma sanitária: Vejamos quais os tipos - de municipalização, e em qual deles nos enquadra mos: Prestação de Serviços a gestão é passada ao Mu nicípio, sem modificar Õ modelo assistencial. O Município é mero presta dor de serviços ao INSS, o qual, afinal, re•ém o poder através do Convê nio. Inrurpiszacão - A transferência de gestão é precária, e obedece à Lei ng 8.080/1990, sem mudanças no modelo assis tencial, o processo ate; de apenas a requisitos= burocráticos, sem tocar na questão principal. Distritalizacão - Es te modelo requer a erans ferência de gestão com mando único e modifica - çào do modelo assistencial vigente, pela adoção dos Distritos Sanitá os. Neste modelo de ~uni T ratamente Especial duais, gratuitos e mui - tas vezes com o forneci mento de remédios. Quatro odontólogos participam do "Programa Coletivo de Saúde Bucal" desenvolvido pela Secre taria Municipal de Saú - de, fazendo o atendimen to de alunos de l? à 82 séries nas Escolas Muni cipal e Estadual do nos so Município, esse traba lho já atinge hoje mús d; 5.300 crianças atendi das. Os odontólogos que 'participam do Programa recebem uma remuneração Iixa custeada pela Pre - feitura Municipal de 2,5 salários Mínimos ca da um, além da produtivi dade que é paga peli sus. ctpa!fzaçao, e necessa - r!a uma rearticulação de p1péis historicamente rc presentados pelos Esta - dos e pela Lnfão, que deve ser feita da perife ra para o centro,ali4, caminho inverso do mode lo atual de gestão cen - tralizadora. Caindo a o vernnbilidadc operativa: restando as funções regu ladoras, de que aliás carecem as Secretarias - de Estado de Saúde. O que obriga a esses nrgã os redefinir seus pa péis; retirando-8e o Es tado e a União da rede - de serviços suas estrutu ras pré-existentes como as Delegacias Regionais. Os recursos financeiros deverão ser repassados - diretamerte da União e dos Estados aos Municí pios. Sintetisando, até o momento, a não ser paga mento por serviços pres tados a profissionais de saúde, ? União e o Esta do, não tem repassado ne nhuma importnncia ao ní vel municipal. As despe sas com a rede básica vêm correndo por conta do Governo Municipal e atê mesmo dos próprios - repasses do SIA/SUS con ventados. sextas-feiras à tarde no Posto de Saúde e Dr. Flori Murano, no Distri to Nossa Senhora de Fáti ma, todas as segunda-fel ras à tarde. - A média mensal dos a tendientos médicos efe tuados nos Centros de Saúde i:,.antidos pela Pre feitura Municipal é de aproximadamente 1.300 pessoas, já os atos não médicos (curativos, apli cação de injeções, etc.) somaram só no rês passa do 1.350 pessoas, 1.400 consultas médicas, 570 atendimento odontolôgi - cos individuais, 491 exa es laboratoriais. - Importante lembrar que todos esses serviços são custeados pela Pre - feitura Municipal e ofe recidos gratuitamente ~ população. bastante extensa, a come Além desse programa, car pelo plantão reune- a Secretaria Municipal - Arena de Rodeio com transporte e colo rado dos médicos no Hos- de Saúde mantém um aten cação de areia e pintura dos meios = pital São Vicente de Pau dirento diário com rédi- fios e postes de iluminação. No ano· la', que é custeado pelo co e odontólogo nos cen passado,. primeiro ano desta segunda Executivo Municipal, a - crus e~ Saúde de Bela Administração do Prefeito Abraão Zaca tendimentos médico e o - Vista e o Certro de Saü rias, a colaboração da Prefeitura Mu= dontolÕgico nos Centros de Municipal e ainda no nicipal com a tXPOBEL foi destacada , de Saúde e tabê nas Es Posto de Saúde do Bairro quando fez todo o transporte e aterr~ colas Municipais e Esta= das Primaveras, todas as mento da pista de laçadas pala O eh e are= a m assem=rase m » s --- centro de Clubes de Laço, além da li pesa completa do Parque. CONTINUA NA PÃGlNA ADKI.Nl.STRAÇÃO "OVOS TEMPOS" SAODE ~ UMA DAS PRIORIDADES i', , . , 'I ' Bela Vist 1o a Vive 4 Mo final d, ses d mfo o Prefeito Ah»raso 7cala, a« fel a ne Id+de d d tir a ' retaría municipal d {Saude de u a nova nb linela, fez a aqu!fio de um veículo chevroiet Ipanema zero quilómetro, totalmente equipada pare o transporte de doente», com recursos próprfo de Prefeitura Municipal, pede que a nova Abu 1anta fol entreue, fá foram efetuada )} vla - ens transportando doen tens ruven para Campo Grandi. Além da Ambuln- eia 11rJv:t, ,, Sccrctarin - Municipal de Saúde conta também com outro veículo Ambulânciu, dci;tinndo tendiento dos casos de urgencia e de mn1or necensldode, dentro da area ?lunlcíplo. ovos TeDIPO Outros serviços pres tndos pelo& Centros de Saúde mantidos pela Pre feitura Municipal e Coor dcnados peln Secretaria HunicJpul de Saúde, sào voltndos para a vacino - cào obrigatória das cri anças, reforço nos adul tos e atendimento às ges tontes, além de vários= programas de atendimento à doenças específicas , como n tuberculose, han senfase, leischmanfose , DST/AIDS, planejamento - fomillar, atendimento a criança e adolescentes , Programo da Diabete, com oplicoçõo de insulina , programa de saúde mental, atendimento psicotrópim, prevenção do câncer ser vico-uterino, etc... a CAMPANllA DE MULTIVACINAÇÃO Outro serviço de fundamental impor tância para a saúde e a própria vidã de grande parte da nossa população , principalmente das crianças de zero à cinco anos, executado pela Secretaria Municipal de Saúde, com total apoio - do Prefeito Abraão Zacarias, foi de - &envolvido na campanha de Hultivacina cão realizada no Último mês de maio.- Quando se fala em campanha de Mul tivacinaçào, não podemos nos esquecer que paro desenvolvê-la é necessária toda uma estrutura técnica e financci ra, esse apolo foi prestado pela Prefeitu r O Prefeito viabilizou até mesmo a vinda do "Zé Gatinho" para divulgar Campanha de Vacinaçao em Bela Vista a Importante ressaltar que a Campa nha de Nultivacinação, que além da aplicação da Vacina contra a Parali - sio Infantil, incluiu também a vacina cão e doses de reforços nos adultos , contra outras moléstias, como o têta no, difecteria e coqueluche, tubercu lose, anti-sarampo e anti-amarílica , foi iniciada em Bela Vista bem antes do dia Nacional de Nultivacinação , que ocorreu no dia 11 de Junho. Já no dia 23 de Maio a Campanha foi i·nicia da pela Zona Rural do Município de Bela Vista, no dia 11 a Vacinação fun cionou nos centros de Saúde, Postos= de Saúde, Escolas e locais mais conhe• cidos e de fácil acesso, em· todos os B.::úrros e perifer-ia da cidade. Esse trabalho teve continuidade após o dia o A Abulanc1a zero qufl@metro, adquirida com re curoon ro r1on du Prefeitura OUTJtOS PltOGJtAMAS ra Nunicipal, que cclorou i disposi - ção-da equipe de vacinrdores toda a infra-estrutura nece3s~ria, como trnns porte, alimentação, etc ... Graças ã pronta colaboração da Prefeitura Muni cipal a campanha de Mu)tivocinação - que é promovida pelos f.overnos Fede - rale Estadual, conseguiu atingir os metas previstas, alcancondo um Índice total de 93,97. de cria~ças menores de um ano vacinadas e 91,5% das crianças de l a 4 anos, que recrberam a vacina Sabin - (contra a Pa alisia In(an t i1). li, com o vacinação voltando a ser realizada na Zona Rural, Assentamento Barra do Itá e outras localidades , dando cumprimento à uma determinação do Prefeito Abraão Zacarias, de levar a Multivacinação à todos os recantos do Município com o objetivo final de atingir todas as metas estabelecidas pela coordenaç3o da campanha para Be la Vista, independente do tempo que esse trabalho fosse durar. Graças a esse firme propósito do Prefeito bela vistense e do seu total apoio presta do, ate mesmo transportando as pesso as, todas as metas estabelecidas pela Coordenação da campanha de Multivaci nação para o nosso Município voltarem a ser alcançadas. desenvolvimento econômico Outro setor da Adi - nistraçcio Municipal que merece destaque e a ârcn de Desenvolvimento Econô nico e Prmoção Social , coordenada pelo Secretá rio João Kalife e que presta relevantes servi- no a do Secretaria tambcim presla um serviço de ntendlmen to soe ial, com visitas do mlcillares, busco ativa de casos de doenças gra ves e busca de faltosos, ou sejam, aquelas pesso as que precisam tomar me dicação controlada pcri; dicomente e que deixam~ de comparecer ao Centro de Saúde. ços is Associações de Mo radares, aos pequenos produtores, às famílias carentes e ainda desen - Social, a Secre ria ji p0sul em mio um Cada • tramento Social complet que possibilita a Ad! - nIstração Municipal sa - ber das reais e m Is prementes necessidades - da população carente d iela Vista, que fnclus! ve constitui-se numa das prioridades da Admfnfs - tração Novos Tempos. Com esse cadastram nto soci al, a Prefeitura tem condições por exemplo , de Robcr ns condicÕes de saide, de trabalho, rau de escolriridade, como v_! vem as pessoas e, através dessas informações, pres ta orientações e ajudã no sentido de buscar me lhores condições de vida a essa parcela maJs po - bre da nossa população. O total apoio ao Con selho Tutelar do Criança e do Adolescente· de• Bela Vlsta, vêm sendo uma,, - constante na Secretaria Nunicipal de Promoção So cial e Desenvolvimento E conõmico, oferecendo estrutura e o material necessário às atividades de proteção à criança e o adolescente de Bela Vista. Importante ,apoio vêm sendo prestado tom - bem desde o início da a tual Administração, atra a João KaIlfe, Secretário Municipal de P'roe o Socfol <' De,;envolvimento F.conÔmico vés da Secretara de De- para Isso são fornecidos &envolvimento Econõolco, pela Secretaria nt~ re~ as Associações de Morado mo sementes e transpor res dos Bairros e Distei tes de adubo ornãnico , tos da nossa cidade, a além de orientação técnf maioria delas foram rea- ca especializada. •• eivadas logo no início - xemplo desse trabalho es desse oandato do Prefei- tá no antigo horto t~nf: to Abraão Zacarias. Tam- cfpal, onde é executado bém o fornecimento , • de o plantio de vãri.-is hor urnas funerárias às pes-· taliças e verduras, com soas carentes e•de baixa o objetivo de serem for renda, é outro importan- necfdas às Creches mantl te serviço prestado pela das pelo Fundo de AçàÕ P.refeitura Municipal, na Social do Mrícplo e para área de Assistência So - o reforço da Merenda Es- cia~. colar, além de servir N~ área de Agricultu- também como um aprendlza ra, ligada i .Secretaria do para seis menores , de Desenvolvimento Econô que aprende□nessas r.or mico, vêm sendo incenty. tas como desenvolver as vado o plantio de hortas mais variadas técnicas - Comun!tárlas nos Bairros, de plantio de verc!uras. t, . ) . - t, .: .,, ·"I w ,•,~ ·i--·· ' , ... ~ ~- r -«' -··é $, , > , .. - _,' "se • ': '· • • s- p » 4 - 2. . .as. -- :s - • t±:' ' As "Minhocas" ajudam na producão do adubo org@ nico para a horta e a difundir a "inhocultura" ea nossa regi.ao (CONTINUA NA PÀGINA - 05) L é dest inad.t_ da Prefeitura Municipal, é a chamada composteira, que também tem o objeti vo de produzir matéria - orgânica para o solo e ainda demonstrar aos pe quenos produtores do no! so Município, que todo 0 resíduo agrícola pode ser aproveitado, na transformação para adubo orgânico. Tambem um ví ve!ro de mudas de frutas cítricas e de eucalipUlS• e mantido pela Secreta eia Municipal de Desen volvú:iento Ecoaômic.o na área do antigo Horto Nunicipal. o Assentaoen o Barra do Itá, locali zado na Rodovia Bela Vii ta/Antonio João, onde e tâo assentadas quase 5 famílias, vêm recebendo 0 apoio da atual AdmiDÍ_:! tra,cão, um execplo fo! 0 transporte de Cale.ir-lo - Para adubacão e orienta çao técnica para o p 1:.n tio das diversas cultu ras praticadas no Asse tamento. ', 'l • T l) 1 Bela Vista Yive Alimentação para as Servidores Levando eti onsfderaso o fato de ue rnd parte dos servidores da etetaria Municipal de 0bras, traba Ih.adores braçal», lie!ros e dfarfs t, da Prefeitura, normalmente io -, pe soas mafs humflden e multas dela, oradoras nas areais maf afastadas do t'entro ' !dd, o !refelto Ahrio - Zacarias tomou a inlfatlva de forne er uma alimentação farta e adia e±ses servidores, o que é feito d!a rfamente, desde o fn[clo da sua Adni nfstração, no pré!lo da ASUB - Aso clao dos Servidor PblIcos Municí - pais - localizado próximo à ecr ta rla Munfipal de Obras. Dezenas de Scrv idorca Hunicipaia, recebem alimentação di,írJa, fornecida pcln l'rcfciturn Paro se ter uma ldiin do alcance - social dessa iniciativa do Prefeito A brao Zacarias, basta dizer que apro xlmadamcnte 90 homens recebem a ali - mentaçíio diária oferecida pela Prefei tum Municipal, com isso esses traba lhadorcs não precisam se deslocar por grandes distâncias ató suas casas, Pa ra o almoço, recebem uma alimentação rica e ainda fazem uma boa economia , o que possibilita inclusive uma me lhor alimentação dos f1lhos e familia -, .... As refeições ajudam até mesmo no orçamento Prefeitura Desde o início da Ad ninistração do Prefeito Abraão Zacarias, a área da Educação vêm merecen do uma atenção especial e total apoio do Chefe - do Executivo Municipal., através da implementação do serviço de fornecime~ to da merenda escolar distribuição de material didático e melhoria na estrutura física dos pri dios da Rede Municipal - de Ensino. Sob a coorde nação do Secretário Muni cipa1 de Educação, Cultu ra e Desportos, Profes - sor Paulo Melo ,a Educa cão e Bela Vista hoje Junta~ente com a saúde e a Assistência Social coopõem um trinÕcio que indiscutivelmente formam a base de uma Administra CÕo moderna e voltada pa ra a melhoria das condi C~cs de vida da popula - C~o, somadas ao fato de que a comunidade estuda e til hem alimentada e bem 0 educada, contribuirá - res desses servidores. Como não é noda fácil fornecer ali mentac;ão diária para quase 100 homens-: os custos dessa ac;ão da Prefeitura Mu nicipal são bastonte altos, afinalcde contas os preços da carne, arroz, fei jão, etc .. não estão nada convidati vos, mas o Prefeito Abraão Zacarias sabe da importância e do alcance so cial dessa iniciativa e com certeza vai mantê-la atê o final do seu man da to. dos servidores da UCIÇÃO _ dMBÉM VIVE NOVOS TEMPOS r+nd p..f e c!edude pod cer; ur r eme tre for dos aos alu..os da Municipal de Ensino, # a tu!toe e, 10.000 a- n e s , l O . fJOO J iv (• 10.000 !Jor t,1d1 ,,., 110.·, parte dese mat rtal fof obt!da Junto a HAE - Fun dação de As!ténia o Estudante- e outra par te adqulridn com recur - sos próprlos do Mante{ - pio; todni. u,; L:,coln•, tarbém receberam livros Trabalhando com a descentralizaçà da merendá' escolar Junto a FAE, Ecla Vl sta fofa cidade que mais e desta cou o n[vel estadual, tanto no quali dade como~n distrlbuic;Õo da meren do escolat para as Escolas llunicipais ,, Estaduais, mantendo o foniPcil::ento trt ... !mente em dia, mesmo com o atraso ,. vos Te las ree b novas pfntura , rdo distrDbs!dos strvda seguinte raterfafs de IIpeza: 10O gales d 5 litros, de destn ta- tante; 50 alões de 5 J ltrc,.,, d< .e., ,r: !OU DP.STAQUI'. PAJtA A lH:JlFliDA l'~iCOl.AR ~-~- A merenda nas Escolas é haj-~<rtivo de euforia para os alunos das Escolas de Bela Vlsta ê importante ressaltar que todas - s compras.de gêneros alimentícios po ra a merendJJ. escolar, estão sendo fei tas aqui no nosso Munic[pio, i~centi~ vando tambem o comércio e local e os pequenos produtores, todas essas com pras sio feitas através de licitaç~es (cartas convite&). Mostramos abaixo a ilmplitude do atendimento e forneci.II:en to de merenda escolar para as Esco las de Bela Vista, através da lista de alimentps distribu[dos só no pri melro semestre deste ano de 1.994: - 400 quilos de arroz tipo II ; 3.500 quilos de bolacha; 300 quilos de tempero arisco; 1.000 quilos de a çúcar; 4.000 quilos de macarrão;Z.000 do repas.e no mês de malo, no a cfd1 de foi a ün!ca que teve estoque suf{ ciente para suprir o atendimento alunos até o final do mês de junho merecendo por isso elogios da DE Diretoria de Alimentação Escolar - do Estado de Mito Grosso do Sul. litros de Óleo de soja; J .200 lat,,s - de extrato de tomate; 1.500 quilos de feijio tipo I, 500 quilos de sal; 700 quilos de cangica; 3.000 quilos de mandioca; 500 quilos de frango; 4.000 kg de carne,entre outros alimertos. Ressaltaaos que toda a Merenda Es colar é feita na "cozinha piloto" io plantada pela atual Administração e distribuída já pronta para as Escolas urbanas e algumas da área rural, com total apoio da Administração "!>ovos - Tempos", que fornece ainda todo o ioa terial de limpeza, gás de cozinha , uniformes para as merendeiras, trans porte, etc ... OUTRAS ATIVIDADES 1 '· ,; l 00 >' ti• troa, de cer 500 un!d !es d hão, te. de 5 1! : . {) i 'í: p .,., - - -Secretário Municipal de Educação Professor Paulo Melo em muito para a formacão de uma comunidade mais culta, mais inteligente melhor preparada para futuro e para a vida. Para melhor informo - cão da população da nos sa cidade, enumeramos a cima os mais importan - tes benefícios lmplemen tados pelo setor educa - cional de Bela Vista,que Dentre as inúmeras atividades de - senvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desportos, nes te primeirc semestre de l.994, desta= camas as seguintes: - Planejamento do ano escolar - com participação de todos os Professores da Rede Municipal de Ensino, Trabalho coordenadÕ por uma professora (bela - vlstense) de Campo Grande; - Inspeção escolar em todas as Escolas Muhicipais; - Acompan~mento pedagógico contínuo seguindo um cronograma desenvolvido - pelo núcleo de apoio pedagógico _da própria secretaria; - Participação de Professores da Se - • Transporte de alunos dôªB'áírro·no"ua D e 26 creraria em encontros e cursos reali zados fora do Município, com as despe sas de viagens e estadias custe,·das = pela Administração Municipal; - E.laboração e acompanhacentos de pro jetos para a área educacional de Bel; Vista; - Acompanhamento pedagógico às salas de pré-escolar e creches cantidas pe la Administração Municipal, sob a coordenação do Fundo de Acâo Social; - Distribuição de material didático , onde além dos materiais enviados pela Secretaria de Educação do Estado, tam bém foram adquiridos pela Prefeitur~ Municipal este ano, material suficien te para todos os alunos da Rede Muni=. Outra importante colaboração pres- portados todas as noites do airro a tada pe1a ntua1 Adoinlstração no se - tê as Escolas da cidade e vice-versa, tor de Educação do Município, ê o Esse apoio reveste-se de ua Ir.Dr:? transporte de alunos do Bairro Água eia especial, pois além de possibili~ Doce, que estudam no período nocurno, tar aos alunos trabalhareo ~on:-~!~en para as Ellcolas da cidade, tendo em - te durante o dia, oferece ta seu vista que o Bairro possui um grande - rança e tranquilidade às for:rÍlias d;s némero de jovens com formação de 12 Estudantes, pois coa a condução e, C.rau e que, devido a longa distância, Prefeitura elas sabem que seus filho~ não poderiam cursar o 2 grau no pe - vão e voltam das aulas no período no r!odo notUTiio, turno coe todo o conforto e tranquili Sensív..-t. à essa necessidade e con- dade, o que não aconteceria se e.les ·.: siderando também o fato de que a maio tivessem de percorrer mais de dez qui ria desses estudsntes precisac traba- lôr-etros todas as r.oites, en:rcnLnXÕ: lhar durante o dia para ajudarem suas alêm da distância, a escuridão, ns in faoUias, o Prefeito apôs prov1den - tempéries do te::po e outros tipos de clar a reforma de um micro-Ônibus da dificuldades inerentes à essa necessi Pre!eitur"!_, ,fOlocou o veículo à dispo dade de frequentar - E o socao do~"tlldantes. que são trans • (CONTINUA NA ' / t , l ' J/ i,t f • ' Bela lista Vive Estudantes Univ.ersitários também re-cebem o apoio da Prefeitura ovos Tem A contribulçao da atual Adm!nitra cio melhoria da qual Idade de ensino no Munfe[plo, ao e l Jmlt11 i, J<..t· 1111 nlfpal e aos estudantes de 1? e 2' rau, também o estudantes Viver»ltá rios, que cursam a Faculdade de Peda ola em Ponta Por, recebem fundamen tal apofo do refeito Abraão ZacarI - as, que oferece à eles, ratuftamente, um ónibus para transportá-los três ve zes por semana até aquela cIdade, com retorno loo após ns aulas, O tronsportc don euLudonLeH Univcr s1tifo fol colocado à dispos!ço de len logo que o Prefeito HG611lu•o co - mundo do Executivo Munlclpal e atende à 29 alunos, a maforfa, sem essa a]u da fundamental não teria condiqóes de cursar a Faculdade em Ponta Por@ e poderiam [icnr sem condicÕcH de con clu[rem a Fnculdadc, cm consequênciu, o nível de ensino cm nossa cidade e rin bem mnls baixo, pois a maioria Fundo de leão Social de Bela Vista Criado no Administra- çào ºNovos Tempos'', Fundo de Açno Social que é presidido pela 1~ Dama Olga Bionchi Zaca - rias, vêm cu~prindo fiel mente o seu objetivo - principal e desenvolven- ' do um intenso trabalho de assistência social Junto à comunidade bela vistense, principalmente ,..... cm prol dos mais caren - o tese menos favorecidos. Contando com total a poio do Prefeito Abraão Zacarias e com recursos oriundos de promoções e festividades promovidas pelo próprio Fundo de A ção Social, como a festa do Mandioca, participa - cão da JUNIFEST, Ginca - nas e ainda com colabora çÕes de inümeras pessoas sensíveis ao sofrimento do próximo, o Fundo de À çào Social de Bela Vista é responsável pelos mais destacados programas de atendimento social que a nossa cidade já teve em toda a sua existência tais como: - Projeto Esperança - a tende quase 500 idosos , de, e estudites so Prof «re n Escolas de Nela V!ta. No m de ju - nho deite ano, uma equipe de 'n!ver 1 titios procurou a redaçao da r[huna da Fronteira para fazer um aradeci - mento pblfco ao Prefeito Abraao Zaca rln•, por mals essa contrfbu!çio à • rea de educação do nosso Município. l'ar.t o Prefeito, "a Bela Vista dos Novos Tempos no pensa ±só no presente te, mas também no futuro', segundo e le, "eirna contribulçiiu dad,l hoje 11 esses abenegados estudantes unlversi tirfos será revertida amanhi em bene ficio puro as prdprJns famílias dn nonsu cidnde, que Leriio mais profeaso res formados, capacitados e em condI çóe de oferecerem uma educaçao de alto nível pura nosso8 filhos u ne tos, essrt é a minha rccompenDa" enfa tizou o !'refeito, q1108e que emdlclona do, logo após tomar conhecimento do a gradeciment o dos estudantes universitários. ./ i, 1 ' ,. ~ A Coordenadora suclo e o esposo. A ' 1 -1 ] }, v7nn ] do Projeto "Esperança", Sra .. Con Vereador Marcos Elias coordenado pela Sra. Con suelo Barbosa, onde siÕ promovidas reuniões sema nais de congraçamento comemoracões de aniversá rios, possibilitando aos anciões da nossa cidade um entrelacamento maior e muito divertimento du rante o dia, que eles passam dancando, jogando e trocando experiências de vida. A Coordenadora do Projeto, Sra. Consue lo, costuma dizer que esse trabalho é muito gratificante, "prlncipa_! mente porque resgata nos idosos o espírito de ju ventude, dando à eles a oportunidade de parti ciparem das mais diver - sas atividades". Os an - ciões cadastrados pelo Projeto Esperança também recebem atendimento médi coe orientacões paras; manterem em bom estado - de saÜde, o Projeto tam bém originou a criacão - da Associação dos Idosos de Bela Vista, que atua diretamente na viabiliza çào da aposentadoria dos idosos que ainda não possuem; A l'rlmclra Dama llonn Olga " o Senador Wilson Hartlni;, quilndo da_}-nu~g,cr,1- cão da f.scola da Vlda aproximadamente )00 cri anças nas creches manti das pelo Fundo de Açio Social de Beln Vistn. Cuidndos materno~, n limentacão adequada, 11 - companharnento cédico,cl[ nico e odontológico, siÕ IITENDIMENTOS ·10s CIRENIES Além dos três Projetos, Esperança, Acalanto e Escola da Vida, que formam o atendlmento bnsico prestado pelo fundo de Ação Social de Bela Vista, a abrangência desse trabalho é muito maior, o Fundo também atende permanen temente às pessoas e famílias mais ca alguns dos atendimentos prestados pelo Projeto A calanto, que também fof Implantado na Adnlni~trn cão Novos Tempos. - rentes e necessitadas da noss~ cidJ - de, com a distribuição de cestas bdsl cas de alimentos, cobertores, encamt nhanentos médicos para Canpo Grande , passagens para carentes, dVlanentos - de Recetas, enxovais para recér-nas cldos, Registros de :--,sebento, ôbito;,etc. Projeto Escola da Vi da - O Projeto Escola da Vida, também implantado pelo Fundo de Ação Soci al de Bela Vista, tem como Coordenadora a Sra. Epher Elias, trabalha dI retamente com 36 adoles centes, divididos em do is períodos, oferecendo a eles orientacào esco- lar e cursos profissiona lizantes, além de acopa nhamento médico e odonto lógico, refeições balan:: ceadas e ricas em proteí nas e ingredientes indis pensáveis para o perfei to desenvolvimento dos Jovens. O Projeto Escola r · A maioria das rou as e enxovais soo confe~~ionad;s ·' ►1 N a a ..- .- Ka.is de 500 idosos c:sdastrados são atendidos pelo Projeto F..speranca, man- ... e ostcriormcnte uaG p.o nua a AG sai ã si vi, aessa taisac / ela Primeira Daa ... ela PRONAV Hunici al ... _} do Vida possuem em seu - P-ara a Presidente Executiva do FAS - I Daa Olga Zacarias - _ quadro seis instrutores, •senvolvidas pelo Fundo de Acao Social, alem de ser f i s as acoes de - que trabalham diretamen~ são fundamentais para a nossa população devido O e:- eitas com muito prazer, l _J - enc a e a pobre d te com os ado escentes -. de parte ~as fa=lias que compoec a comunidade belnvistense. ,. za e ra catriculados; • tu~o de nos para que o nosso povo seja bec assistido e t EScanos dand~ j A 1 - • s.aos ser:pre b do Pro eto ca,anto - recursos nas promoçoes e eventos diversos e contaos taz usc:an Sob a coordenação d.a Sra apoio do Prefeito Abraão Zacarias, que não mede esforços em com O irnport.aote Marieida Lino, o Proje- sa forma acreditamos que t=bém estartos colaborando para parda nos ajudar, des - - - 0 esenvolvi-ento d; to Acalanto e responsa - ncssa cidade, pois o cidadao bem assistido produz muito caís" d - • vel pelo atendimento de melra Dama à nossa reportagem. estacou a Pri- (CONTINUA ~ PÃGINA - 07) D!M 10 11O Bela Vista Yive Novos Tem ,, ,, Estadia de Roupa Nava Num demonstraçao de reconhecimen to pelo trabalho que vem sendo reli ado pela La Esportiva lelavfuten - se, à frente das atividade esporti - vis da Idade, a Prefeitura MunfeI l, ±sob a ado e a inicfatlva do Prefeito Abra@o Zacarias, está sendo realizada no Estádfo Municipal otãv1o Fontoura uma pintura geral em todas - as suas dependnclas, além dons repa - ros erals necensir los aquela próprie dade munifpal. - . .s < -' .. , .... - a i « tu• 'a. • Estádio Municipal Otávio Fontoura,"roupa" nova _P-nra....Q..J!!livcrsário da cldadc A atenção do Prefeito Abraão ao Prefeito nessa área foL reativar a desporto da cidade tem sido uma cons- CME - Comissão Municipal de Esportes. tante durante o período da sua gestão, Desta vez, não somente as ruas e que encontra respaldo no dinâmico tra praças da cidade estarão de roupa no balho dos dirigentes esportivos da ·cI va para a data magna do Município , dade, que colocam hoje Bela Vista co- mas também os desportistas estão sen mo exemplo perante as demais cidades do agraciados com uma remodelagem to do interior do Estado de Mato Grosso tal na sua principal casa de espetá~u do Sul. Uma das primeiras ações do los, o Estádio Otávio Fontoura. Casas Populares para as familias de baixa renda Construído em parceria com o GoveE no do Estado, mas cabendo à Prefeitu ra Municipal aproximadamente 707 dos custos de cada unidade llabi tacional , as casas do Programa de Desfavelamen to de Bela Vista encontram-se em fase bastante adiantada, graças, a determi nação do Prefeito Abraão Zacarias e não paralisar os serviços, mesmo en frentando sérias dificuldades finan - ceiras. A intenção do Prefeito era fazer a entrega das primeiras 100 casas as fai:úlias ·de baixa renda, neste dia 20 ae julho, data do aniversário da Cidade, mas devido as constantes chu as que cairam sobre a cidade nao foi possível a conclusão dos serviços das últimas 25 unidades, que estão em fase final de construção. Dotado de toda infra-estrutura básica, como á - gua e luz, localizado em área nobre - do Bairro Água Doce e há menos de du zentos metros da Escola Municipal Pe dro Ajala, o Conjunto Habitacional o ferecerá ainda aos seus moradores, to das famílias de baixa renda, cadastra das e selecionadas por uma comissão - composta por membros de entidades da cidade, diversas outras facilidades , como a aquisição de produtos agríco - las produzidos no próprio Bairro, lei te, carne, e outros gêneros alimentí-: cios, vindos direto da fonte produto ra, ou sejam, os pequenos produtores e chacareiros do Bairro. do Programa de Desfavcl.amento já estão prontas A conclusão das 100 casas esta prevista para a mo me primeira quinzena do pr@xi cidos pela sorte e os mal carentes - as, mesmo enfrentando sérias dificul- do nosso Município, rcc~bernm gratui dades financeiras, não permitiu que a tamente um teto para nbrig..ire;,, blJ,JS - construção das casas do Programa de famílias. Desfavelamento fossem paralisadas por Importante ressaltar que a constru um instante sequer. Segundo informa - ção das casas do Programa de Desfave- çÕes da Assessoria do Prefeito, no lamento vim sendo coordenada direta - próximo mês de agosto as primeiras mente pela Secretaria Municipal dt> 0- 100 casas, de um total de 200 prometi bras, comandada pelo dinâmico e efi - das pelo Governo do Estado, deverão ciente Secretárfo Nélfo Dfórlo. Além estarem sendo entregues às famílias - dessa importante obra, inúmeras foram de baixa renda da nossa cidade, um fa as atividades da Secretaria Municipal to que reveste-se de uma importância- de Viação, Obras e Serviços PÚblicor,, toda especial, pois nunca, em nenhuma desde o início da Adninlstração Novos outra Administração, os menos favore- Tempos. Publicamos abaixo, um relatório das principais atividades e serviços de - senvolvidos pel.a Secretaria, onde mostramos um pouco do que foi feito nesGcLJ primeiros 18 meses de Administração Novos Tempos, CDn{iram: SETOR URBANO: Tan:ibém o terren.o onde estão Sendo ;dificadas as casas do Pr'ograma de esfavelamento, foi adquirido com re ursos próprios da Prefeitura Munici F'· que procedeu toda a 1impesa e Tuaento, além de empregar na cons rução das casas mão-de-obra genuina ent 80 e belavistense, gerando mais de T e,npregos d ire tos em nosso cidade. ebé a aquisição de materiais esta '•r.do feita quase que totalmente no ·comércio local, como madeiramento, ti jolos e diversos outros materiais ne cessãrios à cosnrução das casas, fa to que representa ainda o cumprimento de mais um compromisso de campanha do Prefeito Municipal, que pregava a construção de casas populares· para as famílias de baixa renda da nossa cida de. A geração de empregos e apoio a~ comércio local. Foi por todos esses motivos que o Prefeito Abraão Zacari- Coleta diária de lixo urbano com implantação de novos depósitos retirando o lixão da margem do Córrego Candelão, evitando assim maior contaminação da quele córrego e consequentemente do meio ambiente; Manutenção das ruas dos Bairros não asfaltadas, com patrolamentos, casca lhamento e colocação de tubos de escoamento de água pluviais; Limpeza manual das ruas com roçadas dos passeios públicos e terrenos bal- dios; Limpeza periódica das valetas de escoamento de águas pluviais; Operação "tapa-buracos" das ruas asfaltadas já na terceira execuçao; Aplicação de lama asfáltica na parçe pavimentada da cidade entre a Aveni- da Teodoro Sativa e Rio Apa; Fabricação dos meios-fios, depositados na fábrica de tubos para implanta ção nas ruas asfaltadas no Bairro Antonio João, prontos para serem colocadas; Fornecimento de 63 (sessenta e três) carneiras gratuitas para sepultamento de carentes; Conservação de páteos dos Colégios Municipais, Estaduais e demais reparti çÕes públicas; Roçadas periódica do Aeroporto Municipal; Manutenção e limpezas dos cemitérios municipais; Apoio ao SAAE, para expansões das rede de água da cidade com abertura de valetas executados por uma máquina Retro-Escavadeira da Prefeitura; Apoio total aos Assentados da Barra do Itá com transportes divrersos e uma vez por semana Ônibus para transporte de passageiros com passagens subst diadas; Instalação da feira com fornecimento de tes do Distrito de Nossa Senhora de Fátima dutos; Transportes dos alunos do período noturno do Bairro Água Doce para Colégios da Cidade; Implantação da linha de Ônibus na Caieira, ua vez por semana; Llmpeza e apoio ao Parque de Exposiçoes nas festividades anuais· Apoio total na construção do novo prédio da Ciretran, com aterro e trans portes de pedras do Calcário Itamarati; Aterro do terreno 'para construção da sede do Sindicato dos Professores de Bela VIsta e mão-de-obra para construção; Atendimento ao pÜblico· com fornecimento de mais de Q.000 caminhões de a terros, areias e saibro; Abastecimento total da Olaria da Associação do Água Doce, con forneciren to de barro e lenha; Apoio à todas as festividades culturais com construção de barracas, ilumi nações e transportes; Aterro do terreno onde está sendo construído o Colégio Instituto de Educa ção de Bela Vista, com 650 viagens de terra; Construções de quebra-molas e as devidas sinalizaçÕes nas ruas asfaltadas da cidade,.atendendo reivindicações dos oradores; bancas e transportes dos feiran - para comercialização de seus pro- os ESTRADAS VICINAIS Fazenda Xerez, com levantamento, cascalhamento e tubulações de águas plu- viais com extensão de 14 km; Alto Sapucaia, com cascalhÍÚcento e patrolamento numa extensão de 08 km; Água Amarela ao Posto Estrelinha, em consórcio com o Dersul· Fazenda Panorama, Morr-fnho e Santana do Apa, co patrolaento, numa ex - tensão de 12 km; Fazenda Retângulo e São José, com patrolame.nto, :;uma extensão de 07 km; Fazenda Priavera, com cascalhamento e recuperaçao do aterro de acesso numa extensão de 02 km; Fazenda Vista Alegre, com cascalhaento e patrolamento, numa extensão de 08 k; Fazenda Santa Eufrãsia, com cascalhaento, patrolamento e colocação de tubos, numa extensão de 42 k; Fazenda Formosa e Cabrito, co cascalharento, patrolamento e colocações - de tubos cem extensão de 10km; Fazenda Recreio, con cascalhanento e patrolamento de 06 k:; (CONTINUA 1 5· ela Vista Vive Ho [ !toe «d+ tra tentos, oloa t,oe de tubo e patrola veto da e trada d, 'poI- }sua'', tom 1 Km, de ex· tento; t,, «lamento, coloca 0es de tu!os e patrola - meto de,truda Manta Leo poldlna, com 13 K; Ca +nlhamentoe patro lamento da entrada da Fa renda Laranja Doce, com tenso de l,5 Km; at rolamento da estra ds da Fazenda Sio Sebast l o da Várzea, com exten - o de 06 Kms; i'nltolnntc·nto dn cntrn da do retiro da Fazenda Conta Peron, com extenso de 04 Kms; Secretirlo Municipal de Obras Néllo Dfórfo, multa Patrolamento de parte coinna Já foi felta em 18 meses de adminitraçao da estrada da Fazenda Se- r lerna; Cascalhamento de parte dn estrada da Fazenda Oriental; Correção dn estrada da Fazenda Santa Eliza, com aproximadamente 02 Kms; Pat rolamento da estrada da Fazenda Burra, com extensão de 06 Kms; Patrolamento, cascalhamento e colocações de bueiros nu estrada da Pirapo- ca e parte do Distrito Nossa Senhora de Fátima, com extensão de 10 Kms; Recuperação da estrada da aldeia indígena Piraqui, com colocação de buei ros; Através desse trabalho de recupernçÜo, manutensÜo e conservação das estrn das vlcinnis, forllJII beneficiados diretamente mais de 100 propriedades rura - is, num total de 210 quilômetros de estradas atendidas pelas máqul'nas e equ_! po:nc.otos da Prefeitura Municipnl 1 .t PONTES CONSTRU!DAS E REFORMADAS A Prefeitura MunlcIpal de Bela V!s ta deu inflo tabém, na segunda q In ma do ms de ma!o, a execução do "Pro}eto Bandeirante", com o objetivo de levar à todos os bairros e per!fe rfa da cidsde, d[versos serviços e a ç0s, dentro de uma meta elaborada pe la administração abraio Zacarias, que visa atender à todas as comunfdade de acordo com uma ordem de prioridades estabelecidas pelos proprios mordo - res de cada reglão da cidade. Os primeiros três bairros a serem beneficiados pelo Projeto Bandeirante foram o Esp[rito Santo, Itaveri e Cla os Construção da rurais; Re f arma ponte sobre o córrego sapucai, em parceria com proprietári- rais; Reforma da ponte sobre o córrego "Dama-Cuê", em parceria com proprietári- da ponte sobre o córrego Itá, em parceria com os proprietários r~ os rurais; Construção da ponte sobre o córrego "Cabrito", MANUTENÇÃO DOS PR.f:DIOS POBLICOS MUNICIPAIS Refonna do Reforma do sa Senhora de Reforma do Reforma do Reforma do Reforma do Reforma do Reforma do prédio do Posto de Saúde do Colégio Municipal Marcondes Fátima; colégio Colégio Colégio Colégio Colégio Colégio Distrito Nossa Senhora de Fátima; Nunes de Miranda, no Distrito Nos- Municipal Irmã Hildergard, no Distrito de "Dama-Cuê"; Municipal Pedro Ajala, no bairro /igua Doce; Piraquá, na aldeia Piraquá; Santo Antonio, no Distrito das Caleiras; Municipal Perpétuo Socorro, no centro da cidade· Estadual de Ig 2g Graus Ester Silva, no centro da ci d ade; Reforma da casa do zelador no Colégio Municipal são Geraldo, no bairro li- gua Doce; Recuperação da rede hidráulica do Colégio São Patrício, no bairro da Can cha; Instalação da rede elétrica do Colégio Marechal Rondão, no distrito de Nos sa Senhora de Íátima; Reforma geral do Estád.io Municipal Octávio Fontoura (em andamento); Reforma da cobertura do Paço Municipal e de parte do prédio, com troca de parte do madeiramento, substituição total do telhado, troca do piso em grane lite, pintura nova, substituição completa das redes elétrica, hidráulica ~ do forro da parte superior; Substituição do aparelho retransmissor do Canal 13 (TV BANDEIRANTES) e ma nutensão nos demais canais de televisão de nossa cidade· Reforma da Praça Alvaro Mascarenhas, com pinturas e iluminação moderna; Nova iluminação do monumento da Avenida Teodoro Sativa, acesso à Bella Vista Paraguai; Reforma do prédio da Biblioteca Municipal; Reforma do prédio da Associação de Moradores da Baixada Corinthiana; Reforma do Cemitério de Água Doce; Reforma do prédio em frente à Praça Alvaro Mascarenhas, para instalação da Escola da Vida; Refonna da casa do Zelador do Aeroporto Municipal; Reforma do prédio da Secretaria Municipal de Obras; ~oastru~ão de galpão para a Secretaria de Ação Social, destinado à insta laçao da Fabrida de Urna Funeraria, para atendimento às pessoas mais carentes. Fornecimento de material de pintura, para o muro do colégio estadual Cas telo Branco; Reforma do prédio da Associação de Moradores do conjunto Dr. Ely de Arau •jo Barbosa, onde funciona a Creche Irma Angelina; Reforma do prédio da Associação do bairro Espírito.Santo, onde funciona a creche do bairro; Reforma do prédio da creche "Brinco e Aprendo"; Reforma do predio da Associação de Moradores do bairro Costa e Silva, on de funciona a creche Zulmira Ossuna; Reforma da lavanderia pública do bairro das Primaveras; Reforma do prédio da barreira policial sobre o córrego Estrelinha, na rO- dovia Bela Vista/Antonio·Joao; • Reforra do prédio antigo da TELEMAT, entregue à Associação de Moradores do bairro Vila Nova; Reforma do prédio da ASPUB - Associação de Servidores PÜblicosttinicipais; Refonna do colegio municipal Clotilde de Castro Pinto, no bairro Espírito Santo; CASAS POPULARES PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA A administraçao municipal, através da Secretaria 'Municipal de Obras, pres teu importante apoio aos moradores do conjunto residencial Erva Mate, na re cuperação dos telhados que foram destruídos por vendaval alguns meses atrás. Na construção das Casas popularesdoPrograadeDesfaelamento, través de conviê,nio CO!!I o Governo do Estado, cabe à Prfeitura Municipal o custo de 707 do valor da cbra, alê da aquisição do terreno. A mão-de-obra é totalmente de profission':is da cid.ade, so:nando mais de 80 empregos diretos, também o comér tio locnl <' valorizado com a aquisição dos materiais necessários à obra. ovos Tempo Projeto Bandeirante leva Benefícios a Centenas de Moradores- dos Bairros rao da Lua, loalis! tso da lonameento da Avenida Teadoro sat! que reebera diversos cascalhento, patrol II:pesa d vala para o áua pluvials, abertats de « terro de terrenos para os aradores que pr tendiam construir, abertura de valas para a expensão da rede d iua executada pelo SAAE, colocação de bu eIros em vir!as cabeceiras derus, a cIlItando o escoamento das áuas que anteriormente Invadfam as restdn! s nos dias de chuva, além de provocarem valas e buracos no leito das ruas. O Projeto Bandeirante levou diversos benefícios nos bairros Espírito Santo, Itaverâ e Clarão da Lun". TODOS OS DEPARTAMENTOS DA PREFEITURA - ,.J·- "A •. PARTICIPAM DO PROJETO BANDEIRANTE Durante a execução do Projeto Ban deirante nos bairro Espírito Santo, I taverá e Clarão da, Lua, houve a parti cipação de todas as Secretarias e de= partamentos da Prefeitura Municipal. Na área de saúde, por exemplo, fo ram atendidas mais de 300 pessoas com consultas, fornecimento de medicamen tos e encaminhamentos diversos, quase 100 receberall' atendimento clínico o dontológico. Uma equipe da Secretaria Municipal de Educação relizou visitas à várias residências onde segundo le vantamentos feitos anteriormente, e xistiam crianças em idade escolar que não estavam frequentando a escola, sen do feita a devida orientação e enca minhamentos; A Secretaria de Proc,oção Social foi responsável, entre outros serviços, pela viabilização de docu mentos pessoais, como certidões de nascimentos, títulos de eleitore e carteiras de identidade, ações que ti veram o total apoio do cartório elei Coral da nossa cidade, cartório do i1? ofício e Delegacia de Polícia de Be la Vista. No total mais de 150 pess2 as foram beneficiadas pelo forneci - mento de documentos, com as respecti vas taxas e custos sendo totalrente custeadas pela Prefeitura Municipal. DESCONTO PARA PAGAMENTO DE IMPOSTOS E PARTICIPAÇÃO IMPORTANTE DO SAE No ãmbito da Secretaria de Fazenda foramdetectados durante a execução do Projeto Bandeirante, cerca de 130 con tribuintes em débito com os cofres da Prefeitura Municipal. Sensível ao fa to de que a maioria desses contribuin tes tratavam-se de pessoas de baixa re da, o Prefeito Abraão Zacarias conce deu de imediato um deconto de 50% no valor dos impostos em· atraso que fos se quitados até o final do mês de ma io. A iniciativa foi tão acertada que dentro do prazo, quase que a totaLida de dos impostos devidos à Prefeitura~ foram recolhidos aos cofres públicos municipais. O SME -Serviço. autônomo de Àgua e _Esgotos, também participou diretamen te do Projeto Bandeirante e emprestou importante apoio levando inúmeros be nefícios aos moradores dos três bair ros, como expansão da rede de água, 'ligações domiciliares, ligação para a horta comunitária do bairro.Esp{rito Santo, substituição de registros, cg tovelos e torneiras com defeitos oas residências, etc ... Após a execução dos diversos ser viços levados pela Prefeitura Munici pal, através do Projeto Bandeirante, houve umaºparalisação nos trabalhos devido as fortes e constantes chuvas que cairam sobre a cidade, esses seI viços foram posterioni,ente reinicia dos pelos bairros Planalto I e II e oa Vista, embora em ritmo bem mais lento devido a necessidade dos equi~ pamentos e homens dà Secretaria Mu"i cipal de Obras serem deslocados para os serviços de preparação da cidade para o seu ianiversário e realização da 23~ EXPOBEL. Tão logo passem es sas-festividades, o Projeto Ban2dei - rante deverá. ser reiniciado com for ça total, abrangendo os dena!s bair ros e periferia da cidade. Apreparacão da cidade para o seu aniversario incluiu a operacão "tapa-burz cos", limpesa das ruas, pintura de meio-fios, patrolamentos, etc'.'. TERCEIRO CIDE yJNML, 'T!HUNA DA Rotary em Ação li • - "SEJA MICO" Infor111ativo do Hotary Club de nela Vista- Reunião as sexta feiras- Fone: (067)-_49-_1772 JIBUNIÃO DIA 1 registramos an prcuonçau doo ociguintcu coirr,.nhciro:J e companhoiran: Ivaldo,Rahal, ~du,1rdo, 'J'iki, Villauanti, Renato Cezar , f.Í:J'lio, 1-'lavio, /zaléa , Garibnlt.li, Cachi tO, colouto, Ivan, lvolino, Claudio, Mura o, Edernei, Marco, Solirnon, Roberval e Ge ardo. - I HIRINS Juninho Rahal e Cassiano(filhos do Ra hal e do Cássio). PRO'fOCOLO 8duacdo saudou os aniversariantes da se oana, enfocou as datas comemorativas, lem brando da Revolução Francesa, marco da Li berdade, através da filosofia de Rousseau e outros vultos da hist6ria. Falou ares peito da liberdade e da democracia. Citou o aniversário da companheira Azaléa e a co ;;emoracão dia 20 do DIA DO AMIGO, lembran do que o lema do RI para este ano rotário - é SEJA AMIGO. SECRETARIA Luiz Carlos Rahal leu a ata da reunião anterior, correspondências e deu andamento à reunião. PALESTRA O palestrante da noite foi Marco Rondon, que falou a respeito da Politica, de Bela Vista hoje e amanhã, Desafios. Publicamos a integra da palestra. » ---- .., .. < e ' ~ Vereador Marco Rondon Presidente Companheiros 1-migos, ' Estamos no âmbito da politica, consta ando sensiveis e significat3vas mudanças S nosso País, sendo 'que o pleno e ideal - ~tstcma-prático, só conseguiremos as cus- s do várias eleições. • Democracia, Eleições Diretas, Constituição, P:rivatizaçõc,;, Cl?I, CtUJ!JtlÇÔC!J, 'Tudo ão nada mais, nada menos quo ro flexor; de uma rcvoluçio na poJ itica brasi lcira, onde a formação da opinião públlcn é estimulada, fazendo COM que a massa, a corde para um outro pcpcl, o de partici par. Manifestar seu pensamento publicamen te, sem medo e sem .llnc-nimato. - Apesar disso, aindR hoje no Brasil,urna grande parcela, vive ~oba impoaição psi culõgica e financeira, quando de uma Cam panha Eleitoral, dos caciques do Poder. - A comprn do voto, - A influência do 1 udio e da televisão, - A fascinação popular diante dos ti- pos carismáticos, daqneles que chamamos - de "atores politicos", ligados a um pro blema maior que é a falta de instrução; contribuem para que haja uma total manipu lação do eleitorado. - Infelizmente estas são as atitudes, os valores, as aspirações, e o comportamento político de uma categoria social, que vem crescendo, sabemos disso e que é a que - decide as eleições, desde as de vereador até as de Presidente ca República. Essa situação, sur~ida a partir da Se gunda Guerra Mundial,. deveu-se pela cria cão de um novo estado, o Estado do Rem-Es tar Social, onde a maioria dos paises,pas saram a investir mais em previdência, ha bitacão, etc.; procuré'Jldo assegurar um pa drão mínimo de vida ao cidadão mais caren te. - Só que no Brasil, esse serviço serviu para colaborar, de umc>. maneira geral, de vido a aplicação errada, com a dependên cia da população nos ~ervices paternalis tas e monopolizadores do Governo. Essa me dida, nunca acabará com o problema, pois ameniza somente os efeitos e não as cau sas dos desajustes sociais. Mas tudo isso é umé'. questão mais ampla, que acreditamos, com o desenvolvimento,sc rã , não eliminada, mas suavizada. - Como o Brasil é o pais doscontrastes e existem também exceçõ~s, temos graças a Deus, pessoas humildes,trabalhadoras e ho nestas, assim como políticos competentes: f NOSSO PAPEL ESSA CONSCIENTIZAÇÃO. Essa mudança de mentalidade surge a ní vel nacional, a exemplo d·o Ceará, que te: ve alternância de Governo, provando a não manipulação do voto por apenas dois' segmentos "rivais"- Mostrando com isso que, o surgimento de novas opções políti cas, é o caminho para franca e total li bcrdade de voto . O Rotary tem uma função importante em tddo esse processo, o de orientar, de for mar opiniões, de colaPorar para que a po pulação tenha consciência do voto. DEBATES O 'Presidente Ivaldo abriu os debates - sobre o tema, dizendo que o momento é oportuno para se debater a respeito de pg lítica, haja vista a eleição que se apro xima, quando elegeremos Presidente da Re pública, Governador, Deputados e Senado res. QUESTIONAMENTOS E POSIÇÕES Num clima sereno, altamente consciente, vários companheiros fjzeram uso da pala- vra, questionando, perguntando e omitindo conceitos e opiniãos. Falaram Robervl, Azaléa , Vi1lasanti , Cachito, Hrrna!:.o Cc.rnr, G11rib,.1ldi 1.: tv·tldn. CONCEI'l'0'.1 -------- Digno d e registro o s c o n c i t o pelos companheiros, abord ndo u tão. conflitante CO'.!1O ., pol.í dar política particl<irii, • , ca como filosofia. J,,z..;l:'.?" ,: L. cão política deve cor.•eçar :; , ,Vt.:1tuu• colégios, através dos prof0s oro, r di falou a respeito da postur do pol.t! o da arte de administrar. Rr! to C - vicias dos políticos, <lo '-..:rn,11 í..:;.10, ...... desvios da política naci.on'll .'''chilo ,·, honradez, da nobreza do polr•_j,·o co:-a .:.u ,1 e das contradições da juvcnt~dc a rcsp0lto da político e dos políticos. Vlllns nti - também criticou posturas e pouicionareen tos. Ivaldo a respeito da militância e da formação de quadros jovens nos partidos . Roberval a respeito de como julgar um bom administrador, UJ:1 bom prefeito. Marco f - chou com chave de ouro, falando a respeito da renovação na política nunicipal e cstE dual,comentando que os líderes são sempre os mesmos num rodizio de poder que cansa o povo. # FOI UMA REUNIÃO Altamente positiva, conclamando os rota rianos e rotarianas a colaborarem, na co munidade, para a formação de uma consciên cia política e resgate da cidadania. A PRÓXIMA REUNIÃO Será no Restaurante do Hospital, na Ex p~bel, lembrando que os companheiros podc rao levar sua esposas. AE despesas dcverãc ser pagas no ato. Rilley R. CunhA• Como eu, um pequeno feto dentro de teu corpo,! poderei lutar contra sua vontade de me t!rar . vida. Sei que fui um erro, pois perceb! que voce - 1 nunca me amou, mas voce recebeu cc:. ílu:':l D:!v!r.c.: por isso eu estou aqui. Me ame! Eu sã quero carinho e proteção, vou te trazer alegria e te mostrar co~o é boo viver! }1e dê uma chance; se voce me matar, eu nunca poderei ver, ouvir, sentir, ou 2 0 se7:r te ver. Mãe me perdoe! Eu sã quero viver' Tenho es" , d irei to! Voce pode me sentir, ec ~stcu cr~scendo, tn gordando, serei um nenê sadio. Às vezes que te chuto ?ão ii pa,a te !:'2chuc"r, / é para voce ver que eu existo e e~ccu dentro de , voce. , Mãe,eu te amo! Não tome uma decisão irreversivel, irei mor _rer mas sempre estarei te olhando lá do Céu e pe direi para o Papai do Céu te perdoar. Porque eu te perdoei! ! ! O Clube dos meus Sonhos Ednito So.ir<z, do Rot.iry Club de fort.ilcza, CE(Dlst.4490) t; :~u ~os que ..ic:rcdlta.:o que sc.cpre é possivel c:e.lhor.1.r e, c:ori:o tl_e,_.~~:sta contu:naz, tarnbér.l al::c.jo atingir pata.mares bc.-ra !:'.nis Q,d, ecomece! a sonhar coo gostaria que fosse o nosso - 4.""grta rutto toa que o "trafego" das Avenidas de Serviço ·ao Intenso, tão pleno de realizações, que o Presidente t," co dtteuldades para copattbilizar as datas e horários "Ycros eventos. "7 que os copanhe!ros liasse uns para os outros, atê es :?eru assunto especifico para tratar, sê para saber _ 'das coisas"... "e as Das Rotártas fosse u!to gias entre si, prg <y. reuntes beneficentes co frequencia e atividades so ,Casa da A=izade. t.,e ena todo es feriados longos, houvesse_una não para una cidade próxima onde prooverLaos interci- •· blo cem outros Rot:nry Clubs. -- E- Que nas férl.ls u grande grupo do clube fizesse uon vLage ao c.xtcrior onde manter[aros uma parceria cor ua clu be co-lrniio. F- Que quando houvesse urn cve.nto socl..nl ou a.rt-f.stlco n.:i cl dade, un grupo de cc::ipn.nhclros ·c.c:nbln.issc, co□prass.c .lll.t~ os ingressos e fosse assisti--1o Juntos. G- Que tal un Jantar, sábado à noite, teso se ser parte - da programação do clube, só pelo prazer de estaros juntos ? r U."!:ü ''h.:ippy hour" .,o c.:Jir da tarde de sc...,tn-fe.ira? H- Que t.odos os co::p:anhclros tc1cfon::assc.::i p.::!.r.1 os .anlvcrs-1- rl...:m.tc·s e os mais prõxros prorovesse: u "hlsky surpresa". 1- Que o Clube adotasse ua cozunidade carente e, en cnJu to, anlisasse tudo o que poderia ser feito en seu favor. E... realizasse. À J- Que os Bolctln-n e a "Rc-v-istn itotárta" foss□cfctiv~ te lides e comentados. K - Que, co c..,d~ reunião do Clube, ,:i.tguns co::p.1:-:-hciros per- suntas::;en ,;l:) presidente que tipo de. ajuda !e precisava. · · L- Que o clube divulgasse, na imprensa, as suas !nrers - ;:1t.1vld.J.des p:n- .. 1 que. a comunidade pudesse ter a !age favor vel do Roury. • - !-!- Que houvesse u continuo Intercibfo co os cutros clu bes da cidade e, e alvas ocastões , ua prorara;ão e cg Junto para que nos conhecêsseos e fosse apliato o carpa.e! r!szo interclubes. N- Que os capanhe!ros co baixo nível de frequência fosse visitados e rotivadas a participar coaras assitu!date das atf vid.'lc!Cti do clu!)e:, - O- Que os responsáveis pelo B9let1 tivesse dIffcu!4ade er: elatcri-lo pelo excessivo nürero de artizos, nforações rozG rias, p1a4as, etc., entregues pelos demais capanhe!rs. E vsce copunheira gostaria que o Jtl:J'?ARl" ·aJJ.11 DB: tDRLl.EZA foste asl? Depende G de voce. D a su opIn!o. E o te Bela Vista? .IRA - 11,, COMO f UNCIONA O PUXA-SACO. MOO EH O A hierarquia, tal com conhecemos e a plicamos, é um arti icio que foi criado para dar condiçoen - de poucos mandar em .ore muitos,Ela não ó um esquema criado para gerar produtivl dade. Nos queixamos de que poder Íamos estar produzindo muito - mais do que produzi mo o não consumimos, Além de não ser - um esquema próprio , adequado, a hierar quia acabou se tor nando absolutamente necessária para to dos nós,e nos apeqanos tanto a ela que nenhum de nós é capaz de i maginar uma empresa sem a sua existên cia. Mas ela, como tu do o mais que existe, não tem apenas qua lidades; tem também deficiências e sobre estas nós já nos re ferimos várias e mui tas vezes. Vamos agg ra tratar de um dos seus aspectos negat vos; ou seja: "Que - tipo de relações pes soa-a-pessoa a hie rarquia coloca no nosso ambiente". teu, ao e despedir dele, diga: "Se e pirrar esta noite saúde, chefe". Sem culpas- 12-1fal fador que »e preze nunca se sente cul pado. 13- Quando seu chefe perguntar se voce fuma,responda : "gim, mas se 0 »r. quiucr ou deixo". O ODJETIVO DO ARTIGO E TRATAR DOS ASPECTOS NEGATIVOS DA HIERARQUIA 14- Se ele lhe perguntar que .horas são, responda:·" Que horas o sr.quer que seja, chefe? 15- Se ele dis ser que os seus fi lhos são lindos, di qa: "São os seus che- ", 16- Lembre-ae se pro dos gostos dos - seus superiores. 17- Não e queixe nunca d nada, nem - aça reivindicações. 1B- Mant nha--se - mui o bem informado sobre tudo o que a contece na empresa man nha o chefe in formado. 19- Leve sempre - só boas notícias pa ra ele; se houver al quma má deixe que ou tros <ligarr.. 20- Elogie eempre o seu chefe, para o chefe e para a secrg tária dele. 21- Informe o seu chefe sobre tudo o que descobrir, prin cipalmente os que concorrem com ele por uma promoção. 22-- Assuma todas as tarefas que o des taquem perante o seus superiores. 23- Apresente-se como voluntário para resolver um problema fts confissões que Por: Antonio Puga-E kabe Press Para cima e para bai xo- Ela faz com que todos nós tenhamos - três comportamentos bãsicos: A-Para cima: "Pu x1mOs O saco". B- Para os lados: "Damos cotoveladas". C- Para baixo:"Pi samos". só que agora evo luimos e não estamos sucesso e corre o mais puxando,mas sim: risco de vi~ar sêrie ~Afalfando". f: muito para a televisão. mais delicado e mais Mas isso tem uma correto. Quem nunca explicação. afalfou que jogue a Em um badalado co primeira pedra. quetel no bar Mistu- Registramos 28 i- ra Fina- Zona Sul do déias de como setor Rio- Domingo de Oli- nar um "Eficiente veira Maitê Proença, Eficaz Afalfador": Cacá Mourthé, Frisei l- Aprenda o esti la Rosenbaum, Dino - lo dele escrever e Menaschhe, Clarice - copie. Niskier e Clarisse - 2- Só emita qual- Derzié lançaram o li vro Confissões das - quer opinião depois de saber qual é a de Mulheres de Trinta le. (Editora Objetiva) 3- Se ele tem al- Mais do que um livro gum problema, resol- que reuniu confissões va-o imediatamente. de mulheres na faixa 4- Faça com que etária dos 30 anos, ele O leve à reuni- a obra revela este - ões e almoços. ser tão especial que e; .. Aprimore as é mulher na melhor - suas qualidades para das idades. falar em público e Mas o projeto nas substitua-o nesta - ceu muito antes quan missão. . do uma outra peça: 6- Sempre que ele fazia sucesso no Rio estiver presente eco e logo em seguida no nomize tudo o quanto restaurante do pais. puder para o departa Era o •confissões de mento dele. Adolescentes", escri 7- Seja sempre ta pela filha do co- fiel e dê apoio pú- ordenador deste li blico a toda e qual- vro, o dramaturgo Do. quer ação dele. mingos de Oliveira • 8- Sim,chefe,pois O texto da adolescen não, chefe. f: claro, te era baseado num: chefe. são os seus - diário dela, onde es m-.ndamentxis básicos. ta relatava seus te: 9- Faça o que é mores, medos, aventu realmente importante rase experiências: para o seu chefe. "Era uma idéia to 10- Faca o seu no- talmente original p@ me constar na maior gar os depoimentos: quantidade possível de atrizes ou que mo de grupos de traba- rassem no Rio. Haviã lho. a diferença de um 11- Todas as noi- texto para o outro, Voce confidencia ria para alguém to dos os seus medos,an gustias, casos extra conjugais? E se ti: vesse 30 anos? Como revelar tudo que· a conteceu em sua vi da? Pois isto aconte ceu com quatro atri zes. Suas vivências transformaram-se num livro, numa peca de . Iraram já que em "Confissões de Adolescentes" o - ponto de partida ha via sido o diário de minha filha, e neste caso não havia diá rio, havia uma pro posta de pessoas que se propunham a falar de seus dramas pes soais", explica Do mingos de Oliveira. Durante quatro me ses ele conversou - com atrizes inteli gentes, vividas e que tinham em comum estar na faixa dos - 30 anos. Para o coor denador, esta idade é ideal em toda mu lher. "Aos 30 anos a mu lher está mais madÜ ra, passou por uma série de transforma ções e está mais ex perimentada , não só da vida, mas do amor. E sabe fazer amor sem o fogo ãa adoles cêr.cia. Sentem mais prazer". Depois des ses meses de depoi mento Domingos de Oliveira põde consta tar que· a mulher in dependente de seu status ou situação - possui problemas co muns. Por mais que o ser humano seja soli tário, determinados padrões de sofrimen to são constantes em todos da espécie,são tão comuns que mesmo atrizes residentes - na Zona Sul do Rio - podem ter dificulda des iguais ou pareci das com a mais sim ples das mortais."Vo ce acaba vendo que: pode existir diferen ças economicas, mas certos dramas são i guais para as mulhe res". Esse despir das quatro atrizes aca bou por ser uma das pecas mais comenta das do Rio. Até porque o elen co inicial tinha umã ouvir e, no e cu ça nunca...haja o cue houver,ele es .á apre cer o. 25- Sempre que »g rhar coloque o seu chefe no sonho, como rer.úi. 26- Esteja sempre sua disposição pa ra ouvir tudo o que cle quiser dizer. 27- De sempre a - impressão ao seu chefe de que voce l o melhor funcionário cue e 1 e tem. • 28. Resolva o& problemas antes que eles cheguem até ele, mas depois faça o im possível para que 0lc fique sabendo por outros que foi voce quem resolveu - tudo. P.esponda- Agora que voce já aprendeu tu do direitinho respon c:ia: livro outra proposta,e car regava a experiênciã c'e cada uma. A modificação a conteceu quando Mai tê Proença foi convi dada para entrar nÕ elenco. Houve uma - revisão, o espetácu lo encolheu, sem per der a qualidade. Aliás, a identi cação entre o públi co e texto foi total. A surpresa só não foi maior porque o - particular quando vi ra comum, ou é expos to, faz sucesso. Es: le é o pensamento do coordenador, Domin gos de Oliveira. Es crecer é colocar o seu intimo,a sua vi a para todo mundo - ler ou ficar saben do". Talvez seja por - isso que tanta gente foi ao teatro saber o que acontecia com as atrizes, o qua e Jas teriam para para ~xpor.Além de artistas cada un delas tinha _ uma vi.da privada.e esta varn pondo no palco suas intimidades à mostra não de umn terapeuta ou ami ga, mas a 200, 300 pessoas. ENTREVISTAS CO AS ATRIZES- A VERDA- DE NO PALCO Cada urna das atri zes que participaram ca peça tiveram uma oportunidade única - de fazer algo dife rente de tudo aquilo que já tinham feito ro palco, no cinema ou TV. Contar a ver dade, a mais pura e cristalina verdade. 1'.o seu jeito elas passaram quatro me ~es convivendo uma com a outra , saben do que um dia suas - ·verdades estar iam no dominio público. Tal vez nem tanto. Será que a cidade do Rio e agora o pais-elas pretendem excurs icnar - ' 1 • A-Quem é a pessoa - mais importante para a sua produção? B-Quem é a causa das suas doenças psi cossomáticas? - e-Quem pode lhe da= tarefas que o faça - se destacar dos de- mulheres de 30 incialmenle pelo no:- deste irão ficar co mentando em cada es quina o que se passou com o elenco? Possivelmente não. Afinal todo mundo,por algum momento , viven ciou ou vivenciará uma experiencia igual ou semelhante à delas. Segundo a atriz Pris cilla Rozembaum, foi uma experiência fan tástica. "Os depoimen tos foram interessan tese acabamos ficar do amigas intimas. Ca da uma expôs tudo o - que havia se passadc com ela. Tinha hora - ' • I !:'3. ..l s :· D-Quem inferniza z !cUa noite e o irrpcde que voce até faca se xo? E-Quem tem o contro le direto e absoluto sobre a sua renda e sua vida? Entio..Afalfe reso viravn uma brincadei r quando fomos esco lher o melhor ex-ma rido e coisas pareaj das". "Também tivemos - que discutir uma sé rie do situações de que nem sempre nos - darnos conta ,ou qua do percebemos é um segredo só nosso. •;v;i 30 é que acontece o::! ta coisa, é o início da maturidade, é quando aparece a pr~ mneira celulite e es ta:nos no meio da vi da". COMO CRIIIR UM DELINQUENif EIS 10 MANEIRAS FÁCEIS, SEGUNDO LISTA PREPARADA PELO DEPARTAMENTO DE POLICIA DE HOUSTON, TEXAS i- Comece na infância a dar ao seu fi lho o que ele quioer. Assim quando ele crescer, acreditará que o mundo tem obr1 gação de lhe dar tudo o que deseja. 2- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso o fará considerar-se interes sante. 3- Nunca lhe dê orientação relÍgiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e "decida por si mesmo". 4- Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo por - ele, para que aprenda a jogar sobre os 0 ~ tros toda a responsabilidade. 5- Discuta com frequencia na presença deles. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde. . 6- Dê-lhe todo o dinheiro que ele qui ser. Nunca o deixe ganhar o seu próprio dinheiro. Porque terá ele de passar pelas mesmas dificuldades por que voce passou? j 7- Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida, conforto. Negar pode aca retar frustrações prejudiciais. 8- TO:e o partido dele contra vizinhs professores, policiais. (Todos têm á von tade para com o seu filho). 9- Quando se meter em alguma encrenc~ séria, dê esta desculpa. Nunca consegui dominá-lo 1 10- Prepara-se para UMA VIDA DE DESGS TO, seu merecido destino. J)'/1, "I ! { D, Atendendo a diveruon pedido,, republjc continuar€ o: com a serie, net CAD)ERMO 2 . Mo 1ra a • PI r O anibais O Silêncio dos In A Fazenda era imensa. Mais de 100 mil hectares, a ec<le pa recia uma cidade, a casa, ou me lhor, a mansão, de dois andares, com bosques, piscinas, quadras de voleibol, saunas, um comple xo esportivo de fazer inveja a muitos Clubes; no Aeroporto, um jatinho e dois aviões menores , pista asfaltada, na garagem qua tro peruas, duas importadas (To yota e Mitsubisch), uma F.100ô o um Jeep Niva. Os caminhões, num total de três, viviam rodan do pelas estradas da região, fi cavam muito pouco na Fazenda. - Dez funcionários, entre em pregadas e mordomos, cuidavam - da mansão, toda decorada com mó veis adquiridos na França e no Sul dos Estados Unidos. Numa das salas, dois homens conversavam: - Já te disse Alonso, é pre ciso administrar com mão de fer ro, sem dramas de consciência , para o trabalhador basta duas refeições por dia, o almoço e o jantar e digo mais, folgas só aos domingos, nada de feriados. E obrigar todos·à comprarem no nosso armazém, só assim podere mos controlá-los. - Eu sei Dr. Rocha, tenho feito o possível, mas lá na Co lônia (onde moravam os mais de 500 empregados da Fazenda) está surgindo um movimento de revol ta, comentários estranhos. Alonso era o Gerente encarre gado de tudo, desde o controle dos empregados à manutenção de todo o complexo. Cuidava também das lavouras de soja, café, algodão e do re banho bovino, quase 20 mil cabe ças. Conversava com o Adminis - trador Geral, Dr. Rocha, o pro prietário, Dr. Eugênio Martinez .morava em São Paulo, no Morum - .bi, raramente visitava a proprie: dade, tudo ficava nas mãos de Rocha, que mensalmente prestava contas ao patrão. Na Colônia moravam os empre gados da Fazenda "Recanto do Sol", em casas pequenas, sala , cozinha e quarto; o banheiro fi cava no quintal, se podia se chamar de banheiro! Não podiam ampliar a área construída e nem tinham como. se a familia aumen tasse iam se amontoando, pos suiam regulamentos impostos pe lo Administrador, trabalhar das 06 da manhã às 11 horas, meia - hora para o almoço, e mais tra- I VALO P!+ ;A bulho até ãs 19 horas. Folga ao□domingos. Consultas com o médico só nos casos mais qra ves, licença médica só com auto rlzaçio do Dr. Rocha. Os manti= mentes eram comprados no Arma - zém da Fazenda, a preços supe - riores aos do mercado, ninguém ganhava mais do que o mínimo, e o mínimo ali bem menos do que o mínimo oficial. Nos finais de mês, todos ficavam com débitos que eram corrigidos a taxas e - xorbitantes. Empregados, ou melhor, pri - sioneiros, até a morte. O primeiro a se revoltar com a situação foi um tal de Benedi to, um sergipano, pediu demis são, depois de passar meses e meses economizando para pagar a conta do armazém e da farmácia, ele, a mulher e três filhos. A té fome passaram. No Recanto do Sol ninguém po dia pedir demissão. A mulher de Benedito e os três filhos continuavam na Fa - zenda, a mulher era uma das la vadeiras, os meninos já estavam na roça, o mais velho tinha ape nas l3 anos. - O corpo de Benedito foi en - centrado numa manhã' chuvosa pe lo Reis, um dos peões, amarrado e com um tiro no peito. Desaven ça pessoal, disse o Administra= dor. • Desde este dia ninguém mais pediu demissão, viviam num regi me de terror, até guardas arma= dos vigiavam os trabalhadores. Falava-se entre os Colonos que o Dr. Eugênio quando visita va a Fazenda, sempre em compa - nhia de amigos, pedia a Rocha - que procurasse entre as moças e meninas, as mais bonitas, essas passavam dias e dias na mansão, depois voltavam para casa. Mu - lheres. Era um suplício para os pais . Não adiantava escondê-las, era pior, haveria retaliações, mui tas haviam sido levadas na mar ra. Zenaide, uma das copeiras ouvira certa vez Dr. Eugênio co mentar com um amigo, um velho de 70 anos, com olhar pecamino so - sempre encontro uma flor neste mar de lama, nesta pocil ga, você nem imagina o que ê pegar uma franguinha caipira e transformá-la em mulher! Comentava-se também que o fi lho do Dr. Eugênio, Paulo, estÜ dante de Medicina na Capital - centes por sinal um péssimo estudan e, quando estava de férias, passa va uns dias na Fazenda, gostava de fazer experiências com os Co lono. Um horror! E.te era o clima no Recanto do Sol. Qw .. • deveria se chamar Recanto do Inferno. A cidade mais próxima, Roei ra, estava a 50km, um Municí pio pequeno, dominado pelos qrandes proprietários de ter - ras. Eles é que nomeavam o Dele gado, o Juiz, o Prefeito, mani pulavam as eleições, não permi tiam a criação de Sindicatos e impediam a chegada de pessoas - que não comungavam com suas i déias. Depois que vários posseiros foram mortos, famílias expulsas e reclamações ao Bispo da re qião de que alguns Padres "comu nistas" estavam pregando idéias esquisitas à população, até os Padres foram "transferidos", e a "calma" voltara a reinar. Na Pequena Igreja do lugar, apenas o Padre Richard (um ame ricano}, ficara para atender os fiéis, inclusive os do "Recanto do Sol" e demais fazendas da região, mais conhecida como "Va le da Esperança". Não "Vale da Esperança", mas sim Vale do Esquecimento. As autoridades faziam vistas grossas às denúncias que chega vam do trabalho escravo, assas sinatos, contrabando de ouro, urânio e cassiterita. Tudo era permitido. . Os Administradores das Fazen das contratavam os empregados a través de "gatos", homens encar regados de convidar com propos tas mirabolantes migrantes que chegavam nas Capitais, sobretu do São Paulo e Rio de Janeiro, fugindo da misérid e da seca do Nordeste. Sobravam empregados . Só escolhiam os mais novos, e quando contratavam famílias , davam preferências as que já ti vessem filhos adultos. Os rapa= zes serviriam para todos os ti pos de serviços e as moças te - riam muitas utilidades, até mes mo servir de pasto aos abutres nas casas de prostituição da re gião. E também para servir aos patrões, evidentemente as mais bonitas. No Recanto do Sol a vida con tinuava. No mesmo ritmo. o Pa = trão cada vez mais rico ostra balhadores morrendo à míngua. Onico fato digno de elogios, e de dmira;ão, foi a cons . cão da estrada, mais de 400 k de asfal o, ligando Roeir Capital do Es ado. Atraves nto matas e pântanos, a e trada uma obra de »rt , Os Jornais no ticiaram que todo os Fazendi ros se uniram para a constru cão, na verdade o dinheiro ve' de um banco americano, inter sado em "promover o progresso", no Vale da Esperança. Outro fato que rvreae registo são as barreiras nesta ostra - da, ao se aproximarem das gren des propriedades, os viajantes encontravam barreiras policiais, o Vale da Esperança tem frontci ras, só ultrapassadas por pes - soas com permissão para isto. Em pleno século XX, o mundo viven do a plenitude democrática, ~li o regime é de guerra e ditadu - ra, dos vampiros e canibais do povo. Tudo começou a mudar quando Antonio Carlos, mais conhecido por Tenho, chegou ao Recanto do Sol, vindo de São Paulo. Torho, filho de Zeferino havia ficado na Capital Paulista quando o pai, a mãee os irmãos, vindos do sertão do Cariri, no Ceará , foram contratados pelo "gato" Rufino. Tenho ficara morando com um primo, operário metalúr gico numa indústria no ABC Pau lista. Isto já fazia mais de seis a nos. Na época ele tinha 19 a nos, hoje está com 25, graças aos seus esforços fizera um cu so de ferramenteiro, além do c légio, era chefe de seção e :--.e:: bro do Sindicato, um líder sin: dical. Tenho enviara várias cartas ao pai. Nunca obtivera resos tas. Ficara preocupado. Resol veu visitar a família quando por acaso, na saída de um jogo do Corinthians no Parque So Jorge,encontrou Maria das Do - res em companhia de umn rapaz. Ma ria das Dores, também do Cari ri, havia ido com a sua família para o Recanto do Sol. Estava diferente, toda pintada, cc~ jeitos de mulher dama, mas ele a reconhecera. Abraços, muitos abraços, sau dades, muito o que falar. o que contar. - E a minha família, Maria? - Sabe, Tenho, aquilo lá é um inferno. Vamos ali, naquele bar, vou te contar tudo. Recanto do Sol - Estive no inferno, Tenho. - Mas como? Fale Maria, fa- le. Estavam sentados num barzi nho, perto do campo do Corin - thians, havia pedido uma cerve ja, convidara o amigo de Mar1a, este se despedira alegando que tinha compromissos. - Quando saímos estava con 15 anos, já se passaram se1s anos Tonho, muita coisa aconte ceu. Nos primeiros meses ate que gostamos, tínhamos casa,p~ quena, mas era uma casa, o tra balho não assustava, pai sem pre trabalhou, e mãe tambem. Meus irmãos foram para a roca, junto com o pai eu e a mae f~ mos para a sede da Fazenda, eu trabalhava na cozinha, mãe na lavanderia. - E meus pais? - Estão lá, mas deixa-me contar tudo. Foi depois de se is meses no "Recanto" que fo - mos descobrir, não passávamos de prisioneiros, sem direito a nada, tudo o que ganhávamos fi cava para o proprietário. Meus dois irmãos não aguentaram, fi param doentes, o Administrador s·ó permitiu que consultas sem o médico quando já não tinha jei to. Morreram. Era muito traba lho, no mato, pouca comida, sem descanso. - Mas não reagiram? - Reagir como? Eram capangas por todos os lados. - E sua mãe? - Mãe está lá, doente, lava roupas, mas não vai aguentar mui to, chora todos os dias, reza ~ mas reza não adianta, até parece que Deus esqueceu da gente. - E os meus pais, Maria? To - nho, ansioso, com os olhos bri - lhando de revolta, voltou a per guntar. - Olha Tenho, sua mãe está bem, é uma mulher muito forte , seu pai não, coitado está doen te do pulmão, ele trabalhou mui to com veneno para a lavoura , sem proteção alguma, mal conse - gue andar. Mas ele conseguiu fa lar_com o médico que lhe deu uns remedias. Vai vivendo. - E a mãe? - Ela, mais o caçula, Ricardi nho,: que trabalham e sustentem a familia e... - E minha ir:ã , Tininha? - Olha Tonho... - Fale Maria, e minha irã? Tininha era o mi.no de Tonho, a 1rmazinha do coração menina linda, ruiva, de olhos verdes , Capitulo !l uma ternura, muito meij. e caí nhosa. - Depois que ela ficou cor:1 • o Dr. Rocha, forçada, amasiou -se com um peão da Fazenda. Vive lá. Tem dois filhos. seu co::,oa nheiro é o Jura. Um mineiro. - Como é isto? Quem é o Dr. Rocha? - ~o Administrador Tininha estava com 14 anos quando ele a levou para a sede, seu pai e sua mãe_nada puderam fazer. Mas ela esta bem, muitas não conse guem isto, arrumar um amante ficar mulher de um bo:nen só , transformam-se em putas, mulher dama, vão cair na prostituição. Nem todos os pais entendem, vo ce sabe como é, alguns expulsam as filhas de casa. Foi o meu ca so. - Mas, para ir até eta tal do Roseira temos que par sar por Cuiabá- Perguntou Carlos a Tonho. - f mais prático, Cuiabá é o portal da Amazónia, lá podere mos colher informações a respei to da agropecuário "Recanto do S01". - Olha Tonho, você disse que o proprietário é um tal de Dr. Eugênio Martinez? - Pelo menos foi essa a in - formação que me deram na Asso ciação Rural Brasileira. - Esse nome não te lembra na da? - Não. - Você deveria ser mais aten to, não se lembra da Assembléia em Santo André, quando o Rodol fo, do Sindica to dos Rodoviários denunciou o proprietário de uma Empresa Transportadora, por de missões de mulheres grávidas e arrocho salarial? - Lembro sim, mas o que tem a ver? - O dono da Empresa, não se lembra do nome? - Não. Qual era? - Dr. Eugênio Martinez. - Está brincando! Falo sério. ta mesma pes- soa. O dono da "Recanto do Sol" é também proprietário da Trans portadora EM, uma das maiores de São Paulo. - Bem, você deve saber o que diz, afinal suas funções no Sin ' t j t +, , n do per dig nidaa. rststa confins Mao. .iqu ó r ordens do mando, vive d, como bichot direta, do Administrador, nem prisioneira, c me umno a putas, .odas ão oríqi - Coo cansquiu air? nria dali mesmo, entre as mo · Coniqo aconteceu o pior ,as e até talheres casadas que na prime ira urnana que estava- larqaram os maridos. la, cheqaram vario homenn num - E a Polícia, as autor ida aviso, um deles era o proprietd dos dn cidade? rio, fizeram uma festa e fui o Perto menmo só Poeira, lá briqada a participar. Fui deflo quem manda ão o fazendeiros, rada na ala por um sujeito que até a Polícia é con.rolada por nem sei o nome, depois outro me eles, E a maioria mora em São usou, o outro, Pai não enten- Paulo, Porto Alegre, Rio de Ja deu, sempre foi do qônio difí - reiro e Campo Grande. cil, e expulsou de casa, fui Vou visitar os meus pais. O Encontro dicato, de Relações Públicas , oferece a oportunidade de con versar e conhecer diversos com panheiros, lideranças de outros Sindciatos, no meu setor só en tro cm contato com os metalúrgi cos, na verdade o meu negóciÕ mesmo ê no Jornal do Sindicato. Você sabe disso. - Não me venha com descul pas, se almeja ser um grande di rigente deve observar todos os detalhes, obter as mais varia das informações e conhecer a maioria dos crápulas que sugam o sangue do trabalhador. - 'Tudo bem, não vamos discu tir. Qual o primeiro passo? - Levantar mais informações sobre o Dr. Eugênio, em algum lugar vamos encontrar essas in formações. Temos que adiar a viagem. - Vamos ver se conseguimos. Conseguiram, o bilheteiro,no Terminal do Tietê foi compreen sivo, marcaram a viagem para da li a 7 dias, uma semana. - Foi fácil. Sobre o Dr. Eugê nio encontraram as mais diver sas informações, o Empresário era conhecido, não só dos Sindi calistas, também dos politi cos. Foi a Nancy, Secretária do· Sindicato dos Rodoviários e Ru te, do Sindicato dos Trabalhado res das Indústrias Alimentícias que lhes deram relatórios minu ciosos. O homem era proprietá - rt - O1h"Torto, e toa mor ndo numa penão no Brás, vou ver se ajeito minha vida, rru.ar um emprego, e não der certo vol s rei para o Ceará. Por enquanto vou vivendo, pelo menos e tou !ivre, faço o que qu ro. Se depediram. Maria deixou o cr:d•reço. Tonho ficou olhando a moça , não tinha nada da Maria que co nhecera, não, não acreditava que pudesse mdar, balanceando os rio da Transportadora, uma Fá - brica de Doces, Fábrica de Ca - fé, de ôlco de Soju e de uma Empresa Exportadora. Picaram surpresos. Contra ele só havia a denúncia de haver demitido al qumas funcionárias que estavam grávidas e de não aceitar o rea juste salarial reivindicado pe lo Sindicato da classe. Fora disso, nada. Muito pelo contrá rio, só elogios, um Empresário precoupado com o social, com o bem-estar de seus funcionários. As demissões das mulheres e o problema dos salários derivou - se da ação de um chefe de pes - soal, perseguidor, sujeito pre potente, foi demitido por justa causa. Um homem muito rico, avesso às notícias sociais, não gosta de badalacões, vive para a famí lia, os amigos, sua única dis - tração é o Clube e a casa de praia no Guarujá. - Freamos na mesma, Carlos sera que é a mesma pessoa? Tonho, é a mesma pessoa, vi o nome na Associação Rural, me apresentei como jornalista , preparando uma reportagem sobre os desbravadores da Amazõnia, o dono da Recanto é o Dr. Martinez. - Estranho! ex lamou Tonho. - Estranho nada, ou a tua amiga mentiu, afinal você disse que ela se transformou numa prostituta. Ou o bondoso Dr. Martinez é um homem de duas ca- Capitulo lll ras. Anjo e demônio. - O mais interessante, nunca li nada a respeito dele na im prensa, é a discrição em pes soa. De uma coisa tenho ccrtf za, Maria não mentiu e admiro você fazer esse tipo de corrcntá rios, não é por ser prontitutii que a mulher perde o amor à jug tiça, a verdade, merecem o nos so respeito, afinal ó a própria sociedade a culpada pela exis tência delas, alto de podrees tá acontecendo nasquelas ban das. Tenho certeza. Na véspera da viagem, quinta feira de manhã, o redator do Jornal "Voz dos Metalúrgicos" , Lucas, ficou sabendo da histó - ria, se interessou e prometeu ajuda. E ajudou mesmo. Foi Lucas que descobriu tu do. Ligado a Pastoral da Terra foi apresentado ao Padre Eclinho, coincidências das coincidências, o padre trabalhara na região de Roseira, tivera que sair por im posição dos grandes proprietá rios de terras. Se conhecia a Recanto do Sol e seu proprietá rio? - Aquilo lá é filial do in - ferno na terra e seu proprietá rio o porta Voz do Demônio. No final da tarde Lucas , Padre Edinho, Tonho e Carlos se encontraram na sede do Sin dicato. O Padre trazia várias pastas. 1 Tempos de Ira Capítulo IV Lucas Perch, filho de imi grante alemão e de uma paulista nascida em Garça região cafeei ra; a mãe era seguidora fiel e constante da Bíblia, crente; o pai de Hamburgo, criado nos es combros de urna guerra que mar - cou para sempre o povo alemão. Morava sozinho, num dos Bairros mais tranquilos de São Paulo, o Ipiranga, na Rua Bom Pastor, nu ma casa de Vila, desde que o pai e a mãe resolveram voltar - para o interior. Além de ser o Redator do Jor nal "Voz dos Metalúrgicos", co laborava com diversas publica - cães sindicais à noite trabalha va numa Editora, na revisão. Um homem muito preparado. Conhecia a região da Agrope cuária Recanto do Sol, mas quan do ali estivera só havia lugare jos e um povo abandonado. Não gostava de lembrar aqueles tem- . pos de ira, era jovem, pegara - em armas e fora para a luta,com muitos companheiros da Faculda de. Contradisões da juventude , ideal feito de palha, incendia do pelo próprio sistema interna cional, o mundo comunista ruíra na onda democrática com a derro cada do "Paraíso Vermelho". - Sonhos da juventude, ficara uma grande lição, vale a pena lutar, mas a luta pode ser pací fica, no campo das idéias, a lÜ ta armada não leva a nada a não ser o aniquilamento. do homem. Não, a revolução armada não é a parteira da história, são as i déias e a união das trabalhado res, com esta união surge a conscientização, o espírito de classe. Nos tempos de ira Lucas co nheceu homens e mulheres, na maioria jovens, lutando por tu do aquilo que acreditavam. Co - nheceu a tortura, os limites do sofrimento, a decepção, e teve períodos de intensa felicidade. Foi guerrilheiro sim senhor. Exilado voltou ao Brasil com a anistia. Páginas escritas no passo que não gostava de reler. Não - se arrependia de nada, houve er ros e acertos. Ficaram no espírito e no cor po, lerabranças amargas dos po - rões onde gritos orripilantes e ram ouvidos de madrugada, jo vens de 20, 22 anos, morrendo nas mãos de feras que se apro veitaram de um momento para ex travasarem suas taras; no corpo a tortura lhe decepara dois de dos. Por isto o apelido (que não gostava) "Três Dedos". Todos os quatro se acomoda - ram onde funcionava a sala de leitura da Biblioteca do Sindi cato dos Rodoviários. Ali pode riam conversar tranquilamente. - Vamos aos fatos, padre disse Lucas. - Estive naquela região por mais de dois anos, além de Ro - seira, mais duas cidades inte - gramo "Vale da Esperança",Rial to e Barbosa, a mais próxima da Recanto do Sol é Roseira. Nos idos de 72 a 74, vários empresá rios paulistas, mineiros, gaú ~ chos e paranaenses adquiriram milhares de hectares de terras, os nativos da região, pequenos proprietários e posseiros, na maioria migrantes, foram expul sos. Formaram-se grandes pro priedades. Algumas produtivas , outras só para especulação. Ali é como um condomínio fechado , muitos têm atê exército particu lar, aviões sobrevoam as matas diariamente, fala-se que o con trabando de ouro, cassiterita e atê urãnio é livre. tum Brasil diferente, onde impera a escra vidão. Mais de 5 mil pessoas vi vem no Vale, as que conseguem denunciar às autoridades o que se passa por lá, não merecem crédito. A Igreja procurou agir dentro do possível, mas temos limites, eu e mais quatro pa - dres fomos "convidados" a mudar de paróquia ... - Não vamos entrar em deta - lhes, iremos verificar pessoal mente as condições existentes , você tem um relatório? - Tenha paciência, Tonho,pre ciso lhes dar uma visão realis ta dos fatos, pois ninguém acre dita que no Brasil das CPis,das cassações, possa existir o tal "Vale da Esperança". - Desculpe. - Formou-se um cartel hoje sao mais de 5 milhões de hecta res, de propriedade de meia dú- z1a de empr -= • - ' • ; esarios é preciso dizer que alguns deles transfor maram matas t . . . - r erras improduti - a vas, em verdaeeiros celeiros on e se proa ' - e a .. uz de tudo, acontece qu dministram como se fossem senzalas nã d ' 0 possuem trabalha- ores, mas escravos. Para o Go- verno merecem a· 1 - us são h ap..omas e trof- omenageado - d s bravandoa - s, estao te Amazônia. Para o po- vo, para os qu - feitores. • e trabalham, são - E o propr° - . to do Sol? 'etario da Recan- - Um nj, Perguntou carlos. fama de tonário paulista.co < 1 3 mples e dedicado à fa m1 1as, aos : - admirado amugos, empresário dupla ers;"ido, un honee de fazendas se tidade. Nas suas rasco O i ransforma, um car ta os'em ~eor de todos, contra ore !29os na E=tacão do "gatos" , "ntral, através de ' eva Para R com promessa o ecanto de. ieiam e,,,S adegs a 1iberas tório feio ]cão este reli ele trabalhav, Padre Miguel, Roseira. ª na Paróquia de - Onde está es - Segundo ~,se Padre Miguel? transferido nformacoes fol no interior ~ara_uma Paróquia - cidadezinha. e São Paulo, uma - Leia em voz nho a Carlos. alta, pediu T~ ) tri, is'» : 1" ·'· ! •'Teso teno e pacienrcia, l• ) ·, rr f • 1 l u '1',,1d,o, r. Car lo iniciou a lei ura. "Meu nono e Miquel, fui ta - s de vinte dre P.ró;aia do Po relatório € o rlato empregados, pedes, lavr dor que conseguiram 'uuir da A;roe •uária Recanto do ol, d pro - riedade do E presário Dr. E.a9 Relato de um Sobrevivente .- Meu nome é Donizote, nasci na cdade de Capela Alta, na [l,1hln, :;;i;( ti() Jii junto com a mi nha família, mulher o cinco fI lhos, num pau de arara, fugindo da seca, das péssimas condições de vida, qualquer coisa era me lhor elo que ficar lá, vendo os fil hos, barriqudos de doença , norrcndo dia-a-dia. E a mulher, magra, olhos sem esperança, fa znndo mllagros na cozinha para nlimontar on [i lhos, pelo menos umn voz por dia. De vez cm quan do Gurgia um bico nas frentes de trilbillho, onde se ganhava 2 mil cruzeiro□por semana, dava para comprar farinha, carne de sol, um pouco de arroz e ia se vivendo, Melhor, sobrevivendo. Foi quando o compadre João , mais Virgulino, todos de Cape - la, me convidaram para ir para o Sul, tinham proposta para tra balharem numa fazenda, ganhar bem, comer três vezes ao dia, escola para as crianças, viver com dignidade. Fiquei entusias mado. Arrumei as trouxas e em barcamos no caminhão de Murilo, até São Paulo. Mais de cinco dias de viagem. Foi um sofrimento. O cami nhão estava lotado. Olha, até fome passamos, mas estávamos contentes, e fome não era novi dade. Nem chegamos a conhecer São Paulo, só de passagem, até as sustava, aqueles prédios, um mundão de meu Deus, de gente e casas. Fomos transferidos para outro caminhão, viajamos mais uma semana, só que a viagem me lhorou, tínhamos comida à vonta de, muitos até cantarolavam. Numa cidade chamada Campo Grande, embarcamos num ônibus , aí sim, ameninada se divertiu, olhavam as paisagens com os o - lhos arregalados, surpresas e mais surpresas. Quanta água! E matas! Quanta fartura"1- l Mais duas semanas. Ninguém fazia perguntas, nin guém reclamava, obedecíamos a um homem que se apresentou como Reis, "o contratador". Em Sao Paulo ele deu a informação, sem muitos comentários: - Vocês foram contratados pa ra trabalharem na Agropecuária "Recanto do Sol, vamos fazer ~ l ~ucas estava sentado no ban co da Praça. Aquela hora do dia haviam poucas pessoas, ba - bâs com crianças, risos, corre rias, alguns aposentados conver sando, outros sozinhos com suas recordações. A exemplo de Lucas. Foi ali, naquela pequena Pra ça que ele conheceu Dinora, sua Primeira namorada, espremida no entroncamento de duras ruas no Bairro da Aclimação, a Praça da igrejinha, como era conhecida_o havia presenciado muitas histo rias. A Igreja não existia ma - is, mas ficou o nome. Com ..9 tempo os especuladores imobilia rios foram comendo , pouco a P';'~ co pedaços daquela área valori zadíssirna. o que restava dela era defendido com unhas e den " tes pelos moradores das imedia- ções. _ . Eram 9 horas da manhã,depois de um~ afé reforcado, e reforça do para ele era suco de laran_ ja, pão com manteiga, ovos fri tos, depois uma gigantesca x1ca ra de café, fôra para O Jornal do Sindicato. . - a Não estava com disposicao P ra o trabalho. - Vou sair um pouco, das 11 estarei aqui. d t · Rodou oela cidade, sem es ~ - • te parou no, desejo inconscie.n ' _ na na Aclimação, mais um cafe antes rele;ão. Poucon ficaram para trás. Só dois velhos, mais de 70 anos mas fortes ainda, foram deixa dor. num albergue. Em Cuiabá deixamos ônibus, e perdemos uma das meninas de Ca pela, durante a viagem se enfei tiçou por um dor. auxiliares do "contratador", [icou li mesmo , não diantou o choro da mãe. O rapaz disse que casaria, monta- ria casa numa tal de Várzea Grande. Viagem sem mortes, e acredi tem, som doenças. Deuo o Padre Cícero Pstavam protegendo age~ te. Até a chegada no "Recanto do Sol". Sair do Sertão de Capela, ver o que vimos durante a viagem , parecia um sonho, mas a surpre sa maior foi a chegada no "Re - canto do Sol". Quanta lindeza! Era o Paraíso na torra. Ali era o céu. Ficamos em filas, o Dr. Alon so se apresentou, era o Geren - te, todos obedeceriam rigorosa mente suas instruções e determi nações. De longe avistávamos a sede, parecia coisa de cinema, e ou víamos, diversas vezes - puni ção para quem se aproximar, Fomos alojados na Colônia , por uns dias em barracões, de pois tomamos posse de nossas ca sas. Imagina! De material, ate banheiro com vaso! Ninguém cabia em si de feli cidade. Era muita sorte. Na verdade as casas eram pe quenas, cozinha, quarto e sala, o banheiro ficava no quintal , pequeno tamb:~m. Mas tudo de ma terial. Prá quem vivia em palhoça de chão batido, sentia-se num pala cete. Nos primeiros meses tudo foi muito bÔm, trabalhava-se muito, das 06:00 da manhã às 07:00 da noite, meia hora pro almoço. Não havíamos falado do salá rio e o rancho era comprado na própria Fazenda. Com 3 meses de Recanto eu já devia mais de 20 mil cruzeiros. Cobraram até as despesas da viagem. •Tentei fazer um puxado, que serviria de quarto, não, não podia, era proibido mexer - Lanchonete da esquina, depois o banco na Praça. Recordações do passado. Fi cou ali. Olhos no vazio. Pensa mentos. Lembranças. o Brasil é imenso, mais de 150 milhões· de habitantes, ter ras muitas terras, um poten - ciaÍ agrícola invejável,urn País rico, muito rico, com um povo pobre. Lembrava-se da reportagem na TV e o repórter mostrara urna família que vivia no lixo, no Recife, comia ate carne humana. Chocan~e. Terrível. - E a capacidade de se indig nar, dese revoltar? Será que nada mais é capaz de mexer com os brios desse povo? - pergunta va-se. Abriu o Jornal do dia e leu as manchetes. Crimes, mais um - escândalo, CPI, Jogo do Bicho, eleições, acertos, negociatas falta de quórum no Congresso, a meaças de cassações (só amea ças), mais corrupção, desvios , roubos. Fechou o Jornal. - Até quando? Até quando meu Deus? Balançou a cabeça e olhou pa ra os lados. Um velhinho, cabe= los brancos, olhava para ele e sorria. Simpático. Retribuiu o sorriso. na cara.. O ,0 no, mas d v p ra cri nhas, plantar q u: tão, era proibido o se odoss na can« trabalhar? As cri eram deitadas na barracão, onde s iguais a animais. Uma velha e qum cuidava das crianças a b e do porrete. ua desgraceira. a1r da Fazerdr rroi!i do, nem mesmo tara passear em Poeira, a cidade mais próxi - na, não tínhamos direito a na da, recebia-se metade do alá rio mínir.o da região, dc•ccontE_ va-se o aluguel da casa, luz , qua e taxa de reserva - diziam que era uma espécie de Fundo de Garantia. Só não passávamos fome, aprendemos a se virar ruitos caçavam, escondidos, po is também era proibido. tra~os pi:isJÊ l'ciros. A Fazenda tinha uma equipe c1e segurança - Polícia Rural - controlava tudo e à todos,mais de três reunidos era punição na certa. E esta punição era cm dinheiro - multa pela trans gressão do regulamento. Todos eram obrigados a assi nar uma espécie de contrato de trabalho, sem duração, com a cláusula de que seria obrigado a pagar os débitos antes de pe dir demissão. Não tinha como pedir. Um grupo de scrgipanos ten tou fugir, numa noite de tem - pestade, sairam pro mato. Nun ca mais se ouviu falar deles. Todas as estradas de acesso à Fazenda tinham guardas anrado-,. Os que conseguiram ir até Roseira e lá dar parte na Poli cia, ficaram por lá mesmo, cs= tão presos até hoje. Acusados dos mais div~rsos crimes. E todos os dias levas ele vas de migrantes chegavam, e ram distribuídos nas Fazendas do "Vale da Esperança". Na Casa Grande, como chamá vamos a sede, aconteciam coi - sas que nem o Demônio é capaz. Minha menina mais velha foi ar rombada por um dos capangas ~ quando tentei L~clamar, levei uma surra e multa. Depois ela sr- transformou cm mulhor rl?.ma. l ·1r.s 10 km da Faznda funcionava Reflexões e Recordações - Capítulo VI Bem, amanhã terei que arru - mar as malas, já está tudo re - solvido, vamos para Cuiabá, no Mato Grosso, e de lá achar um jeito de ir para a Recanto do Sol. Lucas não havia contado para os seus amigos, conseguira um contrato, trabalharia de "free lancer" - repórter independen - te - para um grande diário de são Paulo. Depois de conversar com o Diretor, relatado os inci dentes na Recanto do Sol, no Vale da Esperança, este entrara em contato com os proprietários, sinal verde, a reportagem seria publicada, sem cortes. Falou-se atê em urna série. Receberia mil dôlares, despesas pagas. • Não, não haveria despesas , entraria no Vale como migrante. Tudo foi combinado. Lucas sorriu. Com o dinheiro daria para pagar a reforma da casa no Ipiranga. Estava preci sando. Mas será que o Jornal publi caria? E os interesses co~er ciais? . Não, aquele Jornal era inde pendente, oposição ao Governo e caçador implacável êos corrup - tos. Publicaria sim. ~ sorriu no vamente. ar inh dar. Luc , ranho e o Padre ouvi ram em ilênc1o o relato, foi Lacas que p rqurta. - E aí Padr, como que o homen conscruiu ;ir ondno e tá2 - Do izetc t rgita cora gem, hoje é proeq.do da Igre - ja, tá cm Cuiabà, busca de todas as forras snss'biiiar as autoridades, mas ninqué lhe dã atenção. Apesar das denúncias , ninguém faz nt1dr.1, :oi em alguns jornais, não passou da porta. Os donos do Vale ~:o ocderoaou. - Mas como fugi~ - rcpcLiu Lucas. - Roubou ur,a Wínchcst<;r 22 num do:ningo de fol<i<l, ~oiu pela mata. Passou o diabo, mas cone guiu chegar em Cuiabá. Uma avcr tura. Não é para qualqur um. . :u J l o ) a a+! C,,rlos contir.uou a ler, ou tos relatos, todo some]han tes, alguns tcrri~icantcs, pc3- soas puras, ingênuas, trabalha dores, iludidos por promc~~ds - de empregos, trabalho decente , foram parar nu:r verdadeiro cam po de concentração. - Só não entendo cono as au toridades não tc::i-J.•:: pro·,idênci as? perguntou Tor.ho. - A Igreja tem feito denún cias, acontece que os Pdres g nharam a fama de agit~dores ~ nem mesmo a imprensa ~credita - nas histórias que cor:omos, res pendeu Padre EdinDo. - - Mas o quê podemo~ ~azer? - Ora, Carlos, ir lá, ~ormar mos um grupo, pessoal da pesa= da, entrarmos como migrantes e lá mesmo, propararos o pessoal para uma gcnde revolta. Assim o Brasil ireiro fica rá sabendo, falou Lucas. - Bom ài2.. O velhinho estava ao seu la do. - Dá licença. - BOI dia, pode sentar. E um prazer. Falaram de apenidaàes, do temoo, do calor, jogaram conver sa fora. • - Lucas relaxou. Foi bom con - versar com o velho, aposentado, ex-bancário, alegre, contador - de piadas, um homem de bemn com a vida. Depois se despediram, o ve - lho foi para una cia .i gos, que se for:ava n :ui da Praça. Lucas voltou para o Jo=nal. - E aí cara, por onde andou? perguntou Carlos. - Rodando, rodando ... - Já está preparado, vanos sair depois de amanhã? Não tenho nuito o que pre parar, afinal não va~os sair de férias, e lembre-se, vamos en - trar como migrantes, nunca vi migrante cheio de roupas. Nem com malas. - PÕ, vamos levar o cue for preciso, deixranos e Cu:há... - Tudo bor e tudo àê certo. - Vai dar, cara, fique frio, vai dar. i t , f pi ra vore lfqar 1,1 i 1 1 r , , r ] si in ,', , ,. r, 1rt1 l l er urqen - do falar com o Padre, tn ta t, Carlos. - T• r. ,'J r,,;vid,1dr,. , Mo informação da Igreja, da ao oral da Terra, dons compna rhelros do PT, em Cuiabá, eram rei s. Todas verificadas e , inl ir,, ,d 1!,. - De que 'rata, pr unto 'ar lo . - Vário Deput do res então envolvido canto do 5o " o outras E pr da região, obras uuperfaturada, desvios de verbas, pagamentos - de propinas, favorecimentos dos bancos oficiai, <.• o qu•: ,~ r,!r,r, confirmação mesmo com o narco rn,' 'i.l mo ter o apoio da ioprn a, - credite, nao etão falando e passar o Brasil a limpo? Va o lá, vamos começar a !ipzo. nir'o d P ir Subterrâneos da Liberdade Capítulo V .e P d, d. j V e t' p z o ( p e d ÇI n çl St d CI e dt ai ll( t t -t t Viajaram para a Hecnnto do Sol. ·ronllo, Cürlo:1 ,; J.uc;.w "'l'rôu Dodoa". Poi 1/,cll. t1.1in (/ícil do que P"O!JilVilm. 1 ize am amizade com um grupo de nordes t. l no,; e mine irou que estavam hospedados numa alberque na J.apo. Carregavam r;ucO!l e u,"a mnla velha, de papeHio, riram muito quando Lucas apareceu com u mula. Cnructerizadon de migranteo pobres, o que qualquer braoileiro pode fazer, ficaram no nlhcrgue apenas dois diao, até a chega da <lc um gato, estava contratando trabalha dores pura uma fazendo no centro oeste, bonu oalirios, casa e comido. Contrato por cinco anos. Quem aceitava? Os três amigos foram os primeiros. De poin una quinze homens e seis mulheres tam bém concordaram. Nem todcs foram aceitos. Ninguém fez perguntas. A viajem foi tranquila. Até demais.ôni bus até Campo Grande, não era lá essas coi sas, mas tudo correu bem. Carlos até suspeitou . -Até aqui fomos bem tratados, nem parece mos migrantes sendo levados para os traba~ lhos forcados. -A face do mal, às vezes, tem a forma de uma bela mulher, comentou Carlos. Em Cuiabá, no bairro Porto, desceram dos ônibus e foram "embarcados" em cami nhões. Numa viela escura tinha mais de dez todos lotados, a situação já não era a mes ma. - lmos logo, cambada, vamos embarcar, te mos muito trecho pela frente. Gritava um mulato de boné na cabeça com uma propagan da da coca cola. - Viajaram três dias, só paravam para o almoço e o jantar. Arroz, feijão e carne - com mnndioca. Até que chegaram no Vale da Esperança.- co .empo todo o Recanto estaria pronta pa /Ili dividlrc1ni a ''carga", uns seguiram para ra a grande' revol a. o Recanto, outros foram divididos, um gru- -Faremos uma greve. po pera cada fazenda. -o que Lucas? Foi preciso contar una hlntórla para -u. greve, pô, u:-•,i g::-,,vL'. que pudessem permrnecer odos juntos. -Você ·staficanão louco. Greve? Aqui? Lucas era um excelente conta dor de: hir;- -E porque não? Vamos na casa de Arioto, - tórioa. Picaram junto::;. vou explicar cor.io fnre,~or; Ct1'.Jil grc:vc. Chegaram na Recanto do Sol, por volto Antes de iniciar a reunião, forruJ colo- clar; 18 horas. cados Vigias, mais de dez, estavam encar e Na mosma noite entraram cm contato com gados de avisar quando a Polícia Rural aci os trabalhadores, Tonho foi na caoa de sua aproximasse. mie, uma fostn, choro e risoo. Lucas, até entiio, quando co.versava com E muitos causos prá contar. os companheiros. falava da facilidade em - Falaram da viajem, dos planou. Dos obje arregimentar os trabalhadores, estava des- tivos. , confiado, não houve e:".'.pc.ciH:os, :ii..guCr:i in Jura marido de Tininha, irmã de Tonho,e pediu. - ra um rapaz inteligente, 'esenliado presta E nada de ovo ocorrera, com cxcessão - va atenção às palnvras de Luca. das horas de trabalho,mais de dez diária -Então vocês querem esclarecer os traba- mente, da fal . de liberdade de se locomo lhadores, formar o tal do sindicato e de- ver e dos descontos nos solários, nada,mas nunciar os abusos que são cometidos? nada mesmo dc cxtrcordiniirio estava ocontc -Em, resumo, Jura, é isto mesmo, respon- ccndo. deu Tonho. Tudo bem, um patrão ditador, explorador -Mas os homens não vão permitir, vamos mas nao se confirmaram as denúncias. ter problemas. Os trabalhadores mais antigos também co -A liberdad•:: t:,m u,n preço, falou. Lucas- mcntavnm. mas vale a pnapagar, só assim viveror.os - -Mudou muito. Acabaram-sr as violências, com dignidade. • as çersegutçoes. Depois de um mês no Recanto, com rcu- Na reuni~o falaram do rr.omento atual,da niões clandestinas, conversas nos bastido- c~nquista pelo PT de virias Prefeituras,vi res, muitas perguntas, e calos nas mãos, e rios Governos Estaduais, 0 partido contro·.: les tinham conseguido formar um verdadeiro lava si~dicatos, associações, os trabalha pelotão de choque. E sabiam de tudo que se dores estavam organizados. passava, não só na fazenda, mas em toda a . A greve foi marcada. Todos concordaram. região. Fizeram uma pauta de reivindicações. seria A experiência de Lucas, ex-guerrilheiro apresc~tada ao Ac..~inistrador. foi de suma importância, conseguiu formar Enqunnto isto, na sede do Recanto células, grupos de dez, cada um com um li- Sol ... der, mudavam os locais de reuniões, em pou do LER E U. L TU R 1 A ti ela Vi pe. al co Ep re ce is • o Q. (1' • Q) Q. cn . 1 LLJ ,; (1' - Q) CD (D a. ·- º :.;:; • 0 a.. Programação da 23 Expobel Exposição AgropeOJária e Industrial de Bela Vista 16 a 24 de julho/ 1994 Dia 16/07-Sibado 13 <0il, • Desf,lc Country 15.00- AbernnOt,a,ld, 2J'Expoóela:wn •P""""'?de Au-.a><bdesGo.e,,-.,,_,t:l!s Hzsteunento dos PM!hõos: Nxional. Emd,,,!, Murcpal e do Pragusi VISita >0 P,rquc de Expcs.'9)CS Foot Boi (inido do u,mc,o) Rodcolvn>óor Lelio Aa Corte (Mxhos e r.m..,. pana au recue engorda Porera l.otlõcs funis) lJ.-OQ, • Bl:lc de :ibcrnr.i d.t 2)' Expobe1 Sede do Cubo do l,ço Dia 17/07 • !>ominzo 08.-0Q, • Abomn do P,rquc de Expo,.9""' 1 t-OQ, Comd.ts 15:00h - FootBoi 18:<XJ, Rodeo lvn>6or 2):<n, 8J:Je -Sede Qu!,c do i..;,, Dia 18/117. s.p,.!Hen· 08.<n, Abcn,n do P..-quo de Expc,;9""' 09:!XJ, [).i lJvn: p:n O """1ffl>O 18.<0, - Foot Boi 2]:00!, - Bz'e-Sede do Cube do t..;,, Dia 19/07. T ""?'Íein caro, Abcrun do P..-quo de &qx,,.çóos 18.<0, Foot Boi (fi!l.1! do mrneo)' l 't.00, L<,t;o A,,o Com, (l"bd,cs o fõmc::s pa cu roau eengorda Por=-. l«lões R..na) 2):0Cf, • l!,;l •• Sede do Qu!,c do i..;,, (Awerins du Cdx±e) 16.<0, 18.<0, 19:(X), caro, Ah<mndo Prque de EspcçSes Oi:00, f'=..cm ds arrua 14 :<n, . Penei, 2]:<X), • Bl:le • Sedo do Ch.be do ui;,, Dia21/07-Qârit:a-fein • 08.-0Q, Abcrtn do P.n;ue de Ex;=çõo, 09.00 arerro dos An:mo:s • e.-. dos Primos -••q 17..Oh lrsaáo das equipes e redão de s 19:0Q, Rodeso profsenul 2]:<n, • 8.,,le • Sedo do OLbo do 1..w;,o Dia 7l/l17. Sext>fwa 06.:<n, Abttun do Pon;ue de Expa,lçoe, 06:)c», L'>é<, do tanco de IOÇD 19:0Q, Lc.Uo Esp.c,IAp.ecr.. {Le,!ocoi lailóes Rir.os) l 'kôa, • Rodeo l'r-of=on,1 ll.-00, • &:le • Sedo do a..,_ do l..w;,o Dia2l/117.~ . 06_-0Q, - Aerra do Prqe de pies 0630 Rerido dss Laç,d:,s 19;()Qi • Ladio de Reprdurares e Eauinas - Nelore PO, Reprodutores das R.ç:a Eirop...,. Equinos para Reprodução • Tnb,..",o (Lcilabcl l.e,J6os R.n.s) R<>de.op,or &í!edeei:Cb;:.,,e=a .. Sede do 0b do La Da 207.Drnino 06.-00, - Abctt,,n do P>rqu. 06:)a, • eu;,- Taça de~ ~ 00-J:», eu;-Toçadel'r= 1030 Da Ta Pi II.Oh Das Ta de Oua 14:0Cli Comc!:u IS:00, Ennz. de primos l 9:0Q, Rodeôo Pror- (uç,,d,,,,,.J 21:<n, Que.,,,. de N>ps 19;()Qi ll.<n, 1 o agito da City - -----· ---- ----·---------~ --- - -· - - - - Antonio João Quem E}teve trocando de :dade neste ina! de semana (oi a gatinha LUCIJNE, filha de MARIA APARECIDA e FAUSTO. Compartilhou com os amiguinhos esta data com uma [esta decorada nota 10. Valeu gatinha, que esta data se repi ta por milhões de vezes. - FLCAO -- -· ACONTECER No dia 30 de julho, a cerimonia do en lace matrimonial dos jovens, KATIA e GEO - DOARSOM. A eles votos de feliz união e que em suas vidas, exista sempre um de felicidades~ realizações. ' Parabéns desta coluna. Fl::RIAS MERECIDAS Veio de são Paulo para passar as férias nesta pequena cidade a nossa amiga LUCIA - NE. A ela o nosso desejo de que consiga ti rar o máximo de proveito para levar uma boa imagem de ANTONIO JOÃO. Valeu gata ado ramos te-la como visitante destacada. mar SUCESSO TOTAL As morenas que se cuidem ... Porque as loiras do Aral Moreira, estão despertando atenção e mexendo com certas - cabeças antoniojuanenses. São elas: VANIA, ANA, FÁTIMA E JENIR. Parabéns, já que simpatia não se impõe, adquire - se continuem assim. PARA REFLETIR Quem perde os bens materiais, e a liber dade perde muito ... Quem perde um amigo perde mui to mais... M.a3 ouem perde a vontade e a coragem Para: Gato secreto do Centro As vezes te sinto homem, s vezes te sinto menino porém eu amo os dois, para sentir tua seriedade de homem e seu sorri so de menino. Para: Perison Amigo não é aquele que em:ugD suas lá qrimas mas sim aquele que não as deixa cair. PATI Para: Sandro Apesar de tudo ainda n5o tonsegui te os quecer. TE ADORO. MALU Para: Mareia Você é uma das pessoas mais importantes para mim porque através de você eu encon - trei a felicidade. FABIO Para: Roque Você foi a melhor página que o destino escreveu em minha vida. PRETA Para: Joana Você me enfeitiçou com esse seu jeiti - nho,agora estou louco de amor por você. DE ALGUEM QUE TE CURTE INFORNÇAO Uma das boas novidades da City fica por conta de GERALDO recem vindo de Dourados, que está tentando inovar implantando cur ~ sos de Computação em nossa cidade. Vamos dar uma força. • PENSAMENTO Se algum dia você sentir-se só não se desespere lembre-se de alguém que muitas, vezes mergulhou na solidão, por sua cau - sa. Se um dia você sentir que o frio do mun do está maltratando anime-se, lembre-se de alguém no meio das noites frias, chama pe lo calor de seu corpo ... Se algum dia você sentir vontade de cho rar não se intimide, lembre-se de alguém= que em sua saudade e único consolo, são as lágrimas que chora. Se algum dia você sentir que as chances são poucas, não desista ... lembre-se de al guém que por tão somente um olhar seu, 1u= tou e luta o tempo todo sem nunca can - sar... Se algum dia sentires que o mundo é pe queno demais,que alguém construiu para você pelo imenso amor que nutri por ti ... e a través desse mundo de sonhos fantasias e realidade te oferece um amor fiel puro, eterno e seguro mas, tente primeiro lembrar que este alguém sou eu. ANA FÃTIMA DE OLIVEIRA ADEUS, CRAVINHOS Por mais que você 1a"" o rosto todo dia =-= sua pele, que é u óry uperuensível, cisa de vez em qu.ndo de uma li:reza pro - funda par que aquele terrívei pontos 'os não apareçam no nariz, queixo +e ta. Quando você tiver um tepinho de tola , aprovei'e para fazer ums boa limpe:a de pe le. Não tenha pressa, relaxa,ento e e sen cial para que a limpeza surta teito. Pri meiro passe um algodão embebido en creme - ou lei .e de limpeza. Aproveite para fazer m a s s a g e n s rotativas em t o d o o r o s t o , p a r a que as células mortas sejam eliminada e a pele fique mais macia. Se os pontos pretos forem realmente mu1 tos. depois da massagem faça um Peeling caseiro com uma pasta de limão e açúcar. - Emaque o rosto com água morna e enxuque - com toalha macia e felpuda, eesfrequr. Para que os poros se dilatem, o passo - seguinte é um banho de vapor. Coloque numa bacia, áqua fervendo, cubra a cabeça com ma toalha e receba o vapor <ln água dJrcla mente sobre o rosto, durante uns l5 ninu - tos. Depois, retire os cravinhos que, por causa do vapor, devem estar macios e cm vidência. Passe álcool nas mãos e faça le ve pressão com os dedos cm volta dos cra - vos. Eles vão sair com a maior facilidade. Se tiver algum mais duro, não insista para não marcar o rosto. Em seguida faça uma sessão de massagens desta vez com uma escovinha macia para re tirar o resto das células mortas. Depois u se uma loção adistringente para fechar os poros e estimulará a circulação do sangue. Deixe a pele sem maquilagem pelo menos duas horas. RECEITA BISCOITO DE NATA 175 gramas de farinha de trigo 4 colheres de chá de fermento em pó 1 pitada de sal 1 colher de chá de essência de baunilha 125 gramas de açúcar cristalizada 2 ovos batidos 4 colheres de nata MODO DE FAZER Faça uma massa mole, com os ingredien - tes citados. Estenda a massa na grossura - de 1 centímetro, enfeite-a com batedor de carne corte os biscoitos com aucílio de um cálice. Ponha em assadeira umtada com man teiga e leve ao forno até corar. PIADA Tentando convencer aquela gata incrível a ter um caso com ele, o garoto usa de to dos os argumentos: -Bem, eu gosto muito de beber vinho bran co - diz ela - eu tenho duas garrafas gel~ das - responde - o rapaz apressado. - Eu também adoro ouvir Prince. - Acabei de comprar o último cd dele. - E para completar, minha fantasia é fa- zer amor sobre um tapete de pele. - me dê dois minutos: estou indo matar - meu cachorro de estimação. PARA REFLETIR Evita criticar essa eia menos agradável no cooperando em silêncio desapareçam. ou aquela minudên - ambiente caseiro, - para que os senões ' t El AMAM A EMPRESA COMETA DEL AAMBAY oferece aos seus passageiros o máximo em CONFORTO, SEGURANÇA e RAPIDEZ. ônibus novos, com ar condicionado, velocidade controlada, a~endimento de primeiríssima (serviços durante a viagem: ca fé, refrigerantes, sucos. e lanches). Saída diariamente para são Paulo às !6:00 horas no Termi nal Rodoviário de Pedro Juan Caballero. 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O monge taoista Wu Jyh - Cheng lança I CHING A ALQUIMIA DOS NÚME - ROS (editora Objetiva) onde mostra os mis terios e como funciona a antiga arte de conhecimento do homem e do universo.Moran do no Brasil há 20 anos, Cheng ensina os primeiros passos do I Ching clássico, a prendido em templos chineses. Mais do que uma arte de adivinhação o o ráculo foge e difere do tarô, runas e ou tras formas esotéricas de previsão. o I - Ching conjuga matemática, razão e intui ção e filosofia, além de dar respostascla rase objetivas, isto sem contar que as respostas são curtas não dando tanto a quem pergunta e dominar o oráculo. As in formações passadas são curtas e diretas. Segundo o monge, que é especialista tam bém em tai chi chuan, acumpuntura e tradá tor de textos do chinês para o português o livro é resultado de três anos de cursos que dei com duração média de três meses, - onde o básico é ensinado aos alunos. Procu rei revelar os segredos e chaves de inter pretacão, já que o conhecimento adquirido na China é o I Ching clássico. Ching não deixa dúvida em relação a di diculdade do ensino do oráculo. o aprendiz precisa dominar urna série de outros conhe cimentos que são a base de formação do I Ching. Outras questões levantadas por ele está na própria interpretação que muita - dá durante as consultas. "Como o I Ching oferece em determinados casos diversos ca anhos de respostas, muitas pessoas optam por usar a instuição no lugar do conjunto de fatores que serve de base para o orãcu lo. A chave de interpretação, explica, s6 ensinada na China e unicamente pelos mon ges e sábios de forma oral, nada está escri to". - "O livro traz justamente a resposta pa ra isso, servindo de apoio à quem já 6 i niciado no oráculo ou está dando os primei - ros passos". Na verdade o I Ching não é a base de cultura chinesa e sim é ele que in fluência a vida da China. Até porque as - respostas fornecidas pelo oráculo não só a concentração, mas uma profunda noção da fi losofia, do conceito e da base que o hexa grama dá. As respostas não podem ser mera mente intuitivas, até existem situações em em que não só a matemática ou a razão irão prevalecer funcionando muito mais a intui casos EIPLORDNDO O TITI IC A I4 de ah.ri! de !,912, quatro dias de pois de ter zarpado de outhampton, Inqla terra, com destino a Nova York, o Ti anic bateu num iceberg e afundou em duas horas e meia. O navio transportava 1,320 passa qeiros e 90 tripulantes. Desse total de 2.228 pesos, 1.523 morreram. Embora ti vesse capacidade para levar 64 botes sal- va-vidas, o navio levava apenas l6, porque seus construtores achavam que o 'Titanic e ra insubmergivel. Cada bote tinha capacida de para levar até 60 pessoas, mas a maio ria foi lançada ao mar com 40 pessoas, al guns até com menos e o primeiro levava ap nas 12. Foram distribuidos coletes salva vidas, mas de nada adiantaram: a temperatu ra da água era de congelamento. o naufrágio do Titanic gerou uma série de lendas: que ele levava uma fortuna em - jóias e barras de ouro, que a orquestra fl cou tocando até os minutos finais da ago - nia, que houve alguns gestos de cavalhei rismo e muitos de covardia na hora de de cidir quem iria nos botes. As mulheres, as sim como as crianças, tinham prioridade, mas uma delas preferiu ficar com o mari do. Os criados ficaram no navio. Um dos donos da companhia que construiu o navio - não teve escrúpulos cm se salvar, mesmo sa ians@ @E O escritor americano Norman Mailer de finiu seu mais recente trabalho. "O fan - tasma da prostituta", como um romance da CIA, O serviço de espionagem dos Estados Unidos. Como na edição brasileira, a car go da Best Seller, o livro saiu cm dois - volumes, de cerca de 700 páginas cada, à conclusão a que se chega é que a CIA não conseguiu manter seus segredos fora do al cance de Mailer. Ou então foi Mailer que mais uma vez, não resistiu à tentação e es creveu demais, exibindo-se para os leito res com comentários sobre todos os assun tos que lhe deram na veneta, ·não necessá riamente ligados ao serviço de inteligên cia e contra-informação dos Estados Uni - dos. As duas conclusões são válidas e não - se excluem. A CIA é um livro aberto, corno se viu recentemente no caso do chefe do - departamento de investigações sobre a Rüs sia que, na verdade, era um agente da RÚ~ sia infiltrado nos altos escalões da CIA. E Norman Mailer tem muitas qualidades co mo escritor, mas a concisão não é urna de las. "O fantas111a da prostituição" é um - livro desigual: tem páginas de tensão e suspense, como um bom romance de espiona- gem do John Le Carré, e também longos tre chos de reflexões existencialistas. Mas, embora desigual e carente de ritmo, o li vro de Mailer nunca é desinteressante. A lém de escrever muito bem, Mailer é inte ligente, procura sempre soluçôesoriginais para sua narrativa e muitas vezes conse - gue ser engraçado. Logo no início, o personagem principal descreve o sexo com a amante nos seguintes termos: "com Chloe era pau na máquina, li quidação total, ura-upa, pura farra, tro ca de óleo. Na sequência, urna sensação de baixaria, suja a 'ca como a terra. Dava para plantar flores na bunda". Um pouco - adiante, o protagonista pontifica: "O a mor é audacioso. preciso correr riscos para preserv~-lo - um bom modo de expli car porque tao pouca gente permanece apa1- xonada". Ex-alcoólatra, Mailer põe na boca dofs{tos de trr porque convenceram o capar o a ridículo recordoe do ve!celd inaugura . Aprar de ter clara, nenhum vigia v'u o oficiai deu uma ordem verrad iminente o choque cor ma a de qelo. Em "A mldicão do Titanic" (Fccord, ,4 páginas), Robert Sorling volta ao tentar, mas não se limita a contar a historia do - naufrágio, criando uma história fan'5 ie sobre o poder dos mortos do Titanic e pr servar seu úmulo coletivo. A história re- al do Titanic supra, doe longe, a imaain- ção de Serling. Se elo tivesse perceb!do isso e se tivesse se limitado aos fatos, - teria feito um livro de e ler, reler e - 1 guardar na estante com emoção. Do jeito .. que ficou, "A maldição do Ti anic" frustra o leitor. A vide é sempre melhor do que e xercícios vazios de imaginação. O livro de Serl ing é como um explorador que vai ao T! tanic cm busca de ouro, quando leitor que- ria um mergulhador que trouxesse à tona o grande blefe que foi apresentar o vapor CE mo "o maior objeto móvel já criado pelo - homem", um perfil dos arquitetos da trag dia, sobrevivente, enfim todas as históri- as possíveis do naufráqio. íl de seu personagem que "a embriaguez não passa da abdicação do ego". E sapeca ura definição irretorquívcl de profissionali.§_ mo: "um profissional precisa ordenar ao corpo que esteja no local indicado. Exaus- to ou descansado; afável ou afogado em bai le; leal ou traiçoeiro; adequado à tarefa ou escandalosamente incompetente; o sujeito é, mesmo assim, um profissional; lacra a parcela da mente incapaz de realizar a ta· refa. E, se o restante não tem capacidade de exercitar o :serviço, ele ainda é um pro fissional. Compareceu ao trabalho". Mailer lembra o tempo cm que correr pe las ruas era uma atividade estranha, tão· comum como seria hoje andar de esqui com as mãos. Diz que "os homens trabalham para desenvolver seu lado ruim", enquanto "as T lheres apenas o utilizam". "O personagem - principal diz que sente "relaxado como um fio de espaguete cozido no vinho", E, já • esperando pelas críticas ao seu estilo ca daloso de contar histórias, Mailer cita Thomas Mann quando disse que só o verdadei ramente exaustivo é interessante. "O fan tasma da prostituta" deve ser lido como uT exercício de estilo, humor e inteligência. de Norman Mailer. O tal "romance da CIA" fl canas intenções, assim como o objetivo de clarado de traçar um perfil do inconscien te americano através do funcionamento de· sua agência de espionagem. Como romance de espionagem. "O fantas: ma da prostituta" nem se compara às hist.9. rias de John Le Carré. Mesmo dentro da o bra de Mailer, "O fantasma" é inferior ao romance-reportagem "A canção do carrasco" que, por sua vez, foi uma tentativa frus trada de emular o sucesso de "A sangue frio", de Truman Capote. Nesta ú~asiio, 0 maior defeito de Mailer foi também a ten dência a escrever demais, de encantar-se com o próprio urnb1go. Para quem estiver - interessado no melhor de Mailer,. recome~ do um romance menos pretencioso e talvez por isso mesmo mais consistente, chamado "Os má.chões nio dançam". EM TEMPO DE CRISE O MELP.OF NEGÕCIO f'; FAZER PUBLICIDADE. ANUNCIE ~Comércio de Prodlos Aríeolas em Gerai" A AQUI! SOJA, MILHO, ARROZ, FEIJO, TRIGO, AVEIA, ETC ••• ADUBOS, HERBICIDAS, INSETICIDAS, LUBRIFICANTES,ETC DST (FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST FONE: (067) 435 RUA JOÃO NUNES, 200 CEP: 79.910-000 "ACREDITANDO VO. BOMF DO CAMPO" l « e -'-74071 2 ac· TELEFAX: (067) 435 - 1285 e 1336: • • 1 ANTONIO JOÃO MS Parabéns Bela Yisl Ver.Marcos ELias Rios da Cruz ' 1er.Fcrnando de Barros ( ° 1 u • ... . . .. ... j Yer.Israel Chamorro da Rocha BELA VISTA COMEMORA O SEU 76% ANIVERSARIO E A FESTA E NOSSA, 1 DO POVO E DOS REPRESENTANTES DO POVO. REALIZA-SE TAMBÉM A 2J9 EXPOBEL, PROVA, QUE A UNIÃO DE TODOS PROVOCA UM ESTfl!ULO MlIOR QU/?:DO SL" TRJ1'/1 DE REALIZAR UPA FESTA EM BENEFICIO DO POVO. REALMENTE, A FESTA E NOSSA E SENTIMO-NOS JUBILOSOS EM PODER SAUDAR BELA VISTA E SUA GENTE. 'i. • , '? • > • .• ' • t ,, . .. . PARABÉNS PRINCESA DO APA. Ver.Marco Rondon : .. Ver.Luiz Alexandre Loureiro PalrnieiT -. • Ver. Rone Moraes Sir:oes CâMIRI MUNICIPIL DE BELI VI 1 VAMOS ACREDITAR A OPDEM E ERGUER A CAPEC, ELAVA A LNTT. E O CORA;AO, l·t.rl.'.i n ll.'!O, /Clll.llJ A NO FUTURO DA TER RA E NAS POTENCIAL,I ADES DA REGIÃO. IÁ TRITAS E 'TANTA CflJl'l'IJHIIS, Dl'.SILU - DIDAS COM O ATUAL ES 'l'JDO DE COISIS, QlJF: Nr:S'l'I·: MOMJ-:N'I'O f:: IMPORTANTE REGISTRAR IS PILIVRAS DO GRIN DE PENSIDOR "TR!S GRANDES MALES O TRA DILIIO JFIS'l'/ DE NôS: O TSDIO, O VÍCIO E A NECESSIDADE".' ENTÃO PARA VENCER DESAFIOS, PERCALÇOS Q:JE SE APRESEN'l'AM DIA RIAMENTE, VAMOS LUT/R, TR.IB.ILH.IR C.ID.I VEi MAIS PARJ CONQUISTAR, REALMENTE, UMA SITUAÇÃO ESTÃVEL E DURA DOURA, NUNC/ DESVINCULADA DOS DITAMES DE UM ESPÍRITO CRISTÃO. Pr re - Ir ODJ['l'IV05, Ut"lA PAr,:-IC!PIÇ, DIGNA NA SOCIEDADE. UM RE CONHECIMENTO. UM DIREITO E UM DEVER. MESMO COM AS LIMITAÇOES DE UM MUNICIPIO PEQUENO, AS CHEIO DE IDEAL, PATRIO 'ISMO E FORÇA , BELA VISTA VAI, DIA-A-DIA , CONQUISTANDO f.TAPAS IMPORTANTES. NESTE MOMENTO HISTÓRICO, REAFIRMAMOS A NOSSA CONVICÇÃO DE LUTAR SEMPRE PELO TR/BILl!ADO?, PELO HUMILDE OPERÃRIO QUE CONSTRÓI A GRANDEZA DO MUNICIPIO. P.IRABENS DELI VISTA! enador Wilson Barbosa Martins PARABÉNS POVO DELAVISTENSEI DEPUTADO ZECA DO PT ~~ P VO DE BELI YISTI· PIRI TUDO Há UM CAMINHO MAIS UMA VEZ FAÇO DESTE JORNAL 1 .1 MINHA TRIDUNA PARA SAUDAR O POVO DESTA TERRA QUERIDA, BERÇO DE MEUS ANTEPASSADOS. QUANDO ME ELEGI DEPUTADO, FIZ UM COMPROMISSO, NÃO SÓ COM O POVO, MAS TAMBÉM COM MINHA CONSCIÊNCIA, GUIA DOS MEUS ATOS, DE QUE TERIA SEMPRE A NORIT.AR OS MEUS TRABALHOS NA ASSEMBLEIA O EQUILIBRIO, A MO DERAÇÃO DE ATOS E IDEIAS, VISANDO, SEMPRE, EQUACIONAR OS PROBLEMAS, DIMENSIONANDO-OS /TRAVES DA RAZÃO E DÁ JUSTIÇA. ASSIM TEM SIDO. AS- ,tf'-s SIM SERÃ. ASSOCIANDO-ME AS COMEMORAÇÕES ALUSIVAS .1 ANIVERSARIO DE BELA VISTA, QUERO AQUI RENDER AS MINHAS HOMENAGENS A TODOS AQUELES QUE TRABALHAM PELO ENGRANDECIMENTO DO MUNICIPIO, EM PARTICULAR AOS QUE ACREDITANDO NO FUTURO DA TERRA, INVESTEM E GERAM RIQUEZAS, CRIANDO OPORTUNIDADES. AOS QUE DEPOSIT.IRAM NAS URNAS O SEU VOTO, CONFIANDO-ME UM MANDATO, A SERENA RESPOSTA DE QUE ESTOU TRABALHANDO, PARTICI PANDO ATIVAMENTE DO PROCESSO POL!TICO E TRANSMITINDO A MINHA EXPERIENCIA AOS MAIS JOVENS. PARABENS BELA VISTA! NADA NESTE MUNDO , JAMAIS , FICOU PARA SER RESOLVIDO, POR MUITO DIFÍCIL QUE FOSSE O PROBLEMA, SEMPRE P.OUVE .ILGUEM QUE O RESOLVESSE, ACHANDO UM CAMINHO PARA CADA DIFICULDADE. PARA TUDO Hà UM CAMINHO, BELA VISTA f.NCONTROU O SEU CAMINHO. E DIFÍCIL, AS . i • +il Deaotado Yaliemir Mola VEZES ÃSPERO, MAS E UM CAMINHO QUE NOS LEVARà A FORMAÇÃO DE UMA COMUNIDADE .,,. PACIFICA, UNIDA E PROGRESSISTA. NA PASSAGEM DE MAIS UM ANIVERSÁRIO E REALIZAÇÃO DA 230 F.XPOBEL, OS NOSSOS VOTOS DE SUCESSO. Viação Crneiro do Sul uma estrela· que brilha na constelação·· de MS Osvaldo Possari e Funcionários , LI1+o MINHI CIDIDE ... EU SOU A CIDADE. MEU CORA,AO, MEU NERVOS, MEU SANGUE QUE PULSA, MI!HA ALMA QUE GRITA E V l llH/1. P,(J :;ou / CID/IDE. LEMBRO VELHOS TEMPOS, DE VE- 1AIO AMIGOS, DOS PAPOS GOSTOSOS, DO 'TERERE GIRANDO COMO GIRA A RODA DJ VID/. DEI./ VISTA, /MORES ANTIGOS, AMIZADES NOVAS,ESPERANÇAS RENO VADAS... GOSTARIA, NESTE DIA, DE POS SUIR MIL DRAÇOS, GOSTARIA DE CRESCER E CRESCER MUITO, PARA PODER, Là DO ALTO, ABRAÇAR A 'l'ODOS OS BELAVIS'I'ENSES, ENVIAR A CADA CIDADÃO AQUELA FORÇA QUE SÔ A AMIZADE TRANSMITE. PlRADCNS PRINCESA DO APA, PARAOÊMS EXPOSITORES E ORGANIZADORES DA 23 EXPOBEL. Ary Rigo EVIDENTEMENTE QUE O ANIVERSÁRIO DE UMA CIDADE t MOTIVO DE JOBILO E SATISFAÇÃO PARA TODOS OS SEUS MORADORES. HOJE E UM DIA ESPECIAL. MUITO ESPECIAL. NESTE DIA, IMPORTANTE PARA TODOS OS QUE NASCERAM EM BELA VISTA OU FIZERAM DESSA CIDADE A SUA COLMtIA DE TRABALHO, NÔS '--------IF.NVIAMOS OS MAIS SINCEROS VOTOS DE FELICITAÇÕES, ESPERANDO QUE CADA UM ENCONTRE AQUELA OPORTUNIDADE, QUE ABRIRÁ AS PORTAS DE UM NOVO AMANHÃ. Feliz Aniversário o QUANDO UMA CIDADE ANIVERSARIA TODOS MERECEM OS PARABSNS. QUEREMOS NESTE DIA FESTIVO EM QUE TODOS OS BELAVIS TENSES TRANSBORDAM DE ALEGRIA, EXPRES SAR A NOSSA HOMENA GEM DE OTIMISMO, DE Ft, ESPERANDO QUE TODOS OS ANSEIOS DA COMUNIDADE SE L TRADUZAM EM REALIZA- COES 0D3TIVAS. Ao E PENAs lí MAIS UM ANO, MAIS UM ANIVERSARIO, E MAIS UMA REAFIRMAÇÃO DE PRINCIPlOS, UM CHAMAflENTO AO :i:!:JEAL MAIOR, UM CONVITE A LUTA E A PARTICIPAÇÃO. . .. PARABSNS BELA VISTA! Oscar Goldoni Novo Amanhã SENADOR RACHID SALD1.NIIA DERZI Nossa Mensagem NESTA OPORTUNIDADE, QUAN DO BELA VISTA COMEMORA MAIS UM ANIVERSÁRIO E INICIA-SE 1'. 230 EXPOBEL, NÃO PODER!A NOS DEIXAR DE ENVIAR, A TRAVl::S DESTE JORNAL, A 'OSSA TRIBUNA DA FRONTEIRA, OS MELHORES VOTOS, INDIS TINTAMENTE DE CREDO, CRENÇA F PAIXO, A TODOS AQUELES QUE ESTÃO EM BELA VISTA CO I,ABORANDO PARA O SEU DESEN VOLVIMENTO. EVIDENTEMENTE QUE NEM TODOS COMUNGAMOS AS MESMAS lDê:IAS ,MAS, H/WlAMOS DITO SER IWTAVISTENSE S UM ESTADO DO ESPIR!TO, ESPERAMOS QUE TODOS SE UNAM A NÕS, EM ESPlRITO, PARA QUE POSSAMOS SAUDAR BEIA VISTA N() SEU.DIA! D .. PARABSNS BELA VISTA E EXPOSITORES. Dilso Sperafico , PIRIBENS 9E.z E OI. A PP, TOLICA PAA 1 AIVLRÍRIO D' BELA VI'TA. A CIDAE PAROU. UM DE ALEGRIA ENVOLVE Eu Sou RIDADES. PARTILHAMOS MUNICÍPIO DINAMISMO. QUEREMOS ZlÇÃO DOS NUM DA CONTINUAR JUSTOS LUTA EXEMPLO PARA DE COLABORANDO ANSEIOS TODOS, DA POVO TRANSFORMAR TRABALHO E AU""O- ESTE E PARA A CONCRETI COMUNIDADE. NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO SE REALIZA A 230 EXPOBEL, SAUDAMOS, TAMBÉM os ORGANIZA- DORES E EXPOSITORES, ALICERCES DA ECONO- MIA LOCAL E REGIONAL. ATRAVÉS DE NOSSO TRABALHO PROCURAMOS CONTRIBUIR AINDA MAIS PARA O CRESCIMENTO DO MUNICÍPIO. PARABÉNS BELA VISTA TODOS TEIS os E E: SERES O PESSIMISMO FRACOS. UMA DE ACREDITAR, UMA SAÍDA, f: LUTJR COM PARA SE CONSTRUIR UMA SOCIEDADE MELHOR. BELAVISTENSE: O OTIMISMO t RAIO DE SOL QUE TEMOS NO INTIMO E QUE BRILHA EXTERNAMENTE, MESMO A NOITE. ESCADA BOA VONTADE LAMA ONDE SE AFOGAM OS FC- NESTE DIA, INICIE POR O:DE E PERSISTENCIA. SEMPRE, QUE !Ià CORAGEM E DESPREENDil'-'ENTO NOVA VIDA, ACREDITANDO EM vocE, EM O3GANI ZADORFS E EXPOSITORES DA 230 EXPOBEL. HOTEL POUSADJI DA FRONIEIRI SUA CIDADE. PARABÉNS BELA VISTA, PARAENS 1 ZIR 13 RICARDO DE SOUZA ROSA E FAMÍLIA. Povo de Bela Vista NÃO IIà MAIOR IDEAL DECENTE, DE O ANIVERSÁRIO DE RIQUEZA UMA UMA PARA VIDA CIDADE UM ÚTIL. SER HUMANO IMPORTANTE, NÃO DO Sô QUE SER DONO DE PELO QUE REPRESENTA UMA FIBRA ELEVADA, DE NO ASPECTO CIVISMO, MAS, UM SOBRETUDO, PELA OPORTUNIDADE QUE TEMOS DE AVALIAR O NOSSO TRABALHO NA COMUNIDADE. O QUE FIZEMOS? O QUE ESTAMOS FAZENDO O QUE PRETENDEMOS FAZER? f: UM DIA DE FESTA E DE MUITA ALEGRIA, MAS E TAMBÉM UM DIA DE REFLEXÃO. LEMBRO NESTE INSTANTE, AS PALAVRAS DE UI' AMIGO DE LONGA DATA "SER BELAVISTENSE f: UM ESTADO DE ESP!RITO". SIM, PAIRA EM BELA VISTA UMA ATMOSFERA DE CALMA, DE TRABALHO E DE COMUNHÃO. ISSO É BOM,MUITO BOM, SINAL QOE TODOS NÔS ESTAMOS EMPENHADOS EM OBJETIVOS COUNS. PARABÉNS A RELA VISTA E AOS BELAVISTNSES, MUITO SUCESSO. AOS EXPOSITORES A NOSSA MAIS DESTACADA HOMENAGEM. Diretoras; Funcionários ' Professores e Alunos Instituto de ~docação de Bela Vista • UM GRANDE AMO A HI''TIA 1E UMA CItAO f FEITA PELO E) POVO, P1.LO Bela Vista hoje é o seu aniversário INICIATIVAS POR ELE; T(/11LJMJ. T:S'J'Otl lDQIJI HIIJDO O BITO DE GOSTAR DE ELA VISTA, SIM, O 11/dHTO, POIS / PRJNC8SI DO APA VAI EN'l'RlNDO DEVJG/RINHO NO CORAÇÃO DA GENTE, NO É UM AMOR REPEN 'l'INO, QUE PODC SE ICIOAR DE UMA J!ORI P/RA OUTRI; C UMA SENSI çO LEVE QUE VAI ,CRESCENDO E SE SOLIDIFICANDO ATE SE TORNAR UM GRANDE AMOR. PARABCNS BEL/ VI S'l'A, MINHA SAUDAÇÃO A TODOS AQUELES QUE PARTICIPAM DA VIDA COMUNITÂRIA. PARABÊNS EXPOSITORES. Posto Nacional HORTÊNCIO CAPILÉ ESCOBAR ±M SE ACOVARDAR r>llt✓TE DAS Dlf'ICULDl ES NATURAIS DA VIDA, SEM DEIXIH SUAS PAI lÕES LATENTCS DOMI NA-LO, SEM SER ESCRAVO E NEM SENIIOR, MAS SIM,· I.IVRE PARA SI E PARI 15 LEIS NATURAIS DA EXISTÊNCIA, SEM DEIXAR AS TEORIIS FILOSÔ,·'I CAS CONVENCE-LO, MAS CRIAR SUAS PRÓPRIAS NORMAS E SEGUI-LAS f.EM FANATISMO, DANDO PROVAS REAIS DE EFICIÊNCIAS (R.STANCANEL LI). SÃO PALAVRAS PARA MEDITAR. PARABÉNS BELA VISTA- PARABÉNS EXPOSITORES. João Kalife PRESIDENTE DO GREMIO PEDRO RUFINO NAO VOLTE! FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DO GRANDE BEETHOVEN, "CONTINUE PARA A FRENTE. AS DIFICUL- 1.-.~- • 1 DADES QUE ENCONTRAR IR- SE-ÃO RESOLVENDO POR S! MESMAS, à MEDIDA QUE FOR AVANÇAN- , DO". NÃO VOLTE PARA TRAZ, E A LUZ REFULGIRA PARA ILUMINAR, CADA VEC COM MAIS CLARIOA-1 DE, O SEU CANINHO. DOMINE o SEU TRABALHO, E AS SUAS EMOÇÕES DESALENTADORAS, MAS NÃO CONSINTA QUE ELAS O DOMINEM. AO SEJA DE PRATA, POIS BEM SABE QUE PODE SER DE OURO. o GENIO COMPÕE-SE DE DOIS POR CENTO DE TALENTO E DE NOVENTA E 0ITO 'POR CENTO DE APLICAÇÃO PERSEVERANTE. NO seu DIA , o SEU DIA DE FE BELA VISTA! FELIZ ANIVERSARIO- PARABÉNS EXPOSITORES > MARRA JEANS Proprietária e funcionarias Poder de lção' Mensagem O GR!O PER-- MERCADO SÃO J0 ,DE.ENVOLVEMO UMA AÇ1O CON 1UM, ONDE O Tfl/1111.110 r. A MOLA PROPULSORA 0UI ACELERA, DINAMIZA PHOVOCJ O CRESCIMENTO, ESTÁ EMPENHADO NOVOS TOS. PROJE A DIVERSIFICA- Çi'io DI:! NOSSJS TORES, TEM GERAR RIQUEZJS ATIVIDADES, ABRANGENDO DIVERSOS POR META CRIAR EMPREGOS, E COLJBORAR PARA O CRESCIMENTO DAS CIDADES DA NOSSA REGIÃO, AS FRUTOS NOSSAS PARA ATIVIDADES QUE • LHCRES PROPOSITOS, ATIVAMENTE DO PROCESSO -.._ ,DO ESTADO. ESPERAMOS POSSAM RENDER AMANHÃ, IMBU!DOS CONTINUEMOS A QUE DOS PARTICIPAR DESENVOLVIMENTISTA DO SUDOESTE NESTA OPORTUNIDADE QUANDO l.IM ANIVERSÃRIO DE SUA POLÍTICA ADMINISTRATIVA E O MUNIC°!PIO EMANCIPAÇÃO REALIZA-SE SE- ME- ATENDENDO A REGIÃO COMEMORA MAIS A EXPOBEL, PARABENI ZAMOS O POVO E AUTORIDADES, ALMEJANDO TODOS O SUCESSO ESPERADO. UPERMERCIDO sio JOSÉ A PELO IDEALISNO ENTUSIASO DESPORTISTAS, CO!SEGUIMOS RECOLOCAR ESPORTE EM POSIÇÃO DESTAQUE RISMO ZACARIAS DE TRABALHO PARA E QUE DE o BELAVISTENSE DE NO ESTADUAL. AGRADECEMOS O ESPECIAL APOIO DA SUPERAR PARABÉNS 1, AMADO- ' GRANDE APOIA ONDE BELA o li'. E [')0 PARCE !.J PRESTIGIA EXTRA1MOS OBSTÁCULOS • VISTA, PELA PRESIDENTE DA LIGA ESPORTIVA BELAVISTENSE PREFEITO DA o A1RAO SOCIEDA NOSSO ESTÍMULOS SUA DATA MAIOR! ~ ft JOSE GLIUCY FLORES , FELIZ INIYERSIRIO EXATAMENTE H 76 ANOS BELA VISTA SURGIU NO CENÁRIO PARA FINCAR RA1ZES DE TRABALHO E DE EXEMPLOS. ~ UMA TERRA HISTÓRICA. 8 : t UM MUNIC1PIO ONDE os SEUS MORADORES PISAM o SOLO sA GRADO DA TRADIÇÃO E DO HER01SMO, NÃO t TAREFA FÁCIL DAR PROSSEGUIMENTO AOS 1 IDEAIS DOS PRIMEIROS MORADORES, MAS A ATUAL GERAÇÃO VAI CUMPRIR o REPTO E SUA DETERMINAÇÃO HISTÓRICA. o CONVITE A LUTA FOI ACEITO. ESTAMOS EM BUSCA DE MELHORES DIAS. HOJE TODOS NÓS. A CIDADE FAZ ANIVERSARIO NESTA OCASIÃO, E LEMBRANDO RENOVAMOS A QUE os VOTOS CONTINUIDADE FESTA E: NOS PARABENI2AMOS A NOSSOS PROPÓSITOS os DE QUANDO MISSÃO DE ASSUMIDOS. EXPOSITORES POBEL E ENVIAMOS UM FORTE ABRAÇO TODOS ÁRDUA AO SE TRABALHO E POVO ENCONTRAM, DE MAS E NÃO DE ORGANIZADORES FÊSTEJANDO, IMPOSS1VEL, DA BELA 23a EX VISTA, SENTINELA DO PATRIOTISMO. , JIVET IGROPECUIRII 1 . Trabalho FORA DO NÃO SALVAÇÃO ... UMA DAS COISAS QUE MAIS RESPEITO E O TRABALHO. QUE, EXISTE TRABALHO TENHO-O GRAÇAS E. SEU A ELE, SAGRADO HÁ EM ALTA O QUE FRUTO. ESTIMA VEMOS E POR- t SUBLIME, t SUPERIOR A TUDO E A TODOS QUE PREGAM OUTROS PRINC1PIOS. 'FORA: DO TRABALHO NÃO Hà SALVAÇÃO. MAS $ o TRABALHO HONESTO, CRIATIVO, CONSTATA, QUE PRODUZ RI- . QUEZAS E AJUDA O HOMEM A CONSEGUIR MELHORES DIAS. AQUI SE TRABALHA, EM BELA VISTA, O TRABALHO t UMA FORMA DE ORAÇÃO. FERNANDO DE MATOS - PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE P.MURT. Construir com alegria o CONSTRUIR, VEZES, NÃO SE PERDÃO, RIEDADE. FERRENHA, A VERDADEIRA GUERRA, ONDE LEMBRO AS PALAVRAS DE MARDEN "A ALEGRIA r ' UM DOS MAIORES TAUMATURGOS DO MUNDO, FORTIFICA o HOMEM, DUPLICA E TRIPLICA o SEU PODER, D UM NOVO SENTIDO i VIDA". QUE NESTE DIA AS MÃOS CORRENTE PARA H DUZ AS FALA EM QUE EM FARÁ DE. ANO., SOLIDA- SE DESTA DE4 CIDADES. ENCONTREM, CIDADE FORMANDO EXEMPLO A NILCE DE OLIVEIRA PREFEITA DE I ANTONIO JOÃO Parabéns MAIS UMA VISTA VEZ DEMONSTRA SUA CAPACIDADE DE AGLUTINAÇÃO DE FORÇAS E SEU PODER DE CONGREGAR VÃRIAS MENTES E PESSOAS EM TORNO DE UM SÓ IDEAL: A EXPOBEL, SE TORNOU TRA DIÇÃO NOSSO ESTADO. COMEMORA-SE ANIVERSÁRIO ANTONIO JOÃO TAMBÉM, MUNIC!PIO, SENTE-SE OS AMIGOS DA FRONTEIRA. PARABÉNS PARABÉNS QUE Jà DO EXPOSITORES, J0AO UNIDOS, ALMEJAMOS BELA A PRINCESA VOTOS A COLABORAM DO DE EM APA. A E FELIZ EM TODOS PARA SUCESSO. POR 20 DE O POVO EM BELA: VISTA. NOME o DE ANTONIO AQUELES CRESCIMENTO UMA FRONTEIRA JULHO, O QUE, UNIDA 76 DE CUMPRIMENTAR DA E PROGRESSISTA. CAl-'i.ARA MUNICIPAL DE ANTONIO JOÃO JUNEIR MARQUES PRESIDENTE Saudaçõe QUANDO MUNIC!PIO DE BELA VISTA COMEMORA MAIS UM ANIVERSÃRIO E REALIZA-SE A 23a EXPO- BEL, ENVIAMOS AS NOSSAS CALOROSAS SAU DAÇÕES AO POVO DA BELA VISTA PODERÁ A COM POVO SUA os NHO GRANDES ACOMPANHAM TRADIÇÃO MAIS FRONTEIRA PARABl::NS E UMA AOS o TRAcrETÔRIA VERDADEIROS POSSO DIZER QUE BELA AMIGOS, PESSOAS HÁ MUITO BELAVISTENSE VEZ, FRONTEIRA. REENCONTRAR JUSTA VISTA TEMPO. POR ESP1RITO PARABENIZO ANSEIOS DE DE ATRAVÉS o EXPOSITORES. PARABÉNS CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL Jost E SENTIMOS QUE o DE LUTA. BELA SEU CAI-UNHO, ACORDO SEU QUE ME APRENDI A SUA, FIDALGUIA, VISTA. AGORA POVO. A MINHA CIDADE, TE- ADMIRAR O DE A TRIBUNA DA POVO' BELAVISTENSE, CARLOS BARCELOS PRESID. VIVER SEMEAR I AO POVO DE BELA VISTA QUE ESTE ANIVERSÁRIO DA CIDADE E REALIZAÇÃO DA 230 EXPOBEL SEJA PRENÚNCIOS DE NOVAS ESPERANÇAS. SEJA O INICIO DE UMA COLHEITA, SEMEADA EM 'l'EMPOS IDOS, QUANDO ERA DIFICIL PLANTAR. O TRABALHO 1:: ENSINO E EXEMPLO. A MINHA MENSAGEM; NO SEU DIA BELA VISTA, ~ QUE, SE UM HOMEM PODE AJUDAR DEZ, CEM MIL OUTROS HOMENS A REALIZAREM-SE NA VIDA, É HOMEM,É VENCEDOR, UMA LUZ ILUM"l:NANDO CAMINHOS. FELIZ ANIVERSÁRIO. LUIZ CARLOS PARABÉNS EXPOSITORES. DE ABREU PREFEITO DE PORTO MURTINHO DE PELA IÊPCIA, TINJA!OS ANTES FOICAS AI' A O EU CREIO, IMP0RTANTE, TANTOS MISTAS FORÇA VIDA GRANDE UMA r:os QUE QUE FARÃO OBJETIVOS PA ECIAM NESTE POIS IIÁ TANTOS NEGAM CONSTITUTIVA o SE OBRIGAÇÃO. A PESSI- DA PENSAR TORNA OU O PENSAR GRANDE, SE TORNE OJIA COMUNIDADE. E JOSI:: VICENTE SANCTIS PIRES - PREFEITO DE JARDIM AC1O DE C''J, Parabéns Bela Vista Na vida quem não avança recua VIVEMOS ENTRE DOIS TER- MOS - AVANÇAR OU RECUAR PARA OUTROS PASSAREM. NÃO TERMO. EXISTE MEIO 1 1 1 QUEM NÃO QUISER IR PARA FRENTE, ABRE ALAS PARA OUTROS PASSAREM. ESTE 1:: O SIMBOLO DA VIDA, I ' • ' _______ ...... NÃO GOSTA DE OUVIR DROSAS. DE 1:: ABSOLUTA, OUVIR CRITICAS, NÃO- SÃBIA, NÃO SUPORTA VENCER, ENTUSIASMO, RESMUNGÕES. PERSISTÊNCIA, NÃO ESPERA OTIMISMO GAÇÃO E AMOR NÃO ADMITE DO CAMINHO, AVANÇAR. 4 PELO LAMENTOS, GOSTA DE QUE, DIGNA, EXIGE, ELEVADA. DOS QUE TRABALHO CONSCIENTE, QUE ESTÃO NAO POR NINGUÉM, GOSTA PESSOAS FIQUEM PARADOS ATRAPALHANDO QUISEREM CONTINUO, SABEDORIA, FAZENDO, AQUELES NO MEIO QUE JOSÉ ARTHUR-PREFEITO DE BONITO ME- MAS QUEREM Entendimen ® NESTE DIA QUANDO BELA VISTA ABRE AS SUAS PORTAS PARA RECEBER TANTOS E TANTOS VISITANTES, NÃO SÕ os FILHOS DA i' TERRA QUE TAM VER OS FELIZES TORES A A A VOL VI- DIAS COM OS E MINHA E FAMILIARES, ESCLARECER ATRAVÉS VONTADE, RAM. DO o CONVIDADOS MENSAGEM, DE NÃO ESP!RITO DA QUE RENOVAÇÃO PARABÉNS DISCUTIR. DE ENTENDIMENTO DE SERVIÇO COMO EXPOBEL, DE BELA DAQUELES os PJUNC1PI0S: VISTA JUVINO GODOY - PREFEITO DE CARACOL E AUXILIAR, DA BOA QUE IG:0- Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1526_16_07_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1528_22_07_1994 Voltar para a lista de itens