• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1575_19_11_1994

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vi.
TRIBUNA DA 'FRONTEIRA
DIÁRIO REGIONAL
BELA VISTA/MS ANO: 22 19 DE NOVEMBRO DE 1.994 - SABADO DIRETOR RESPONSÃVEL: IVALDO PEREIRA
R$ -0,50
DIPL0MID0S OS f 0RMIND0S DO JARDIM Ili 00
INSTITUTO DE EDUCIÇiO DE BELA YISTI
i
-o+ ao«aia.laia+li«a----a i ias a
A turma de Formandos do Jardim III do Instituto de
de Bela Vista
.....::. ...... _
Educação
A Escol a Particular
Instituto de F.ducação de
Bela Vista, dirigida
pelas Professoras
Shirley Godoy Lourei
ro (Diretora Adminis
trativa) e Jane de
Melo Loureiro de Al­
meida (Diretora Peda
gógica), realizou no
último dia 15, terça
feira, nas dependen­
cias do Clube Espor­
tivo Belavistense ,
uma bonita solenida­
de de Formatura dos
alunos do Jardim III,
integrado por crian­
ças na faixa etária
de cinco a seis anos
de idade.
As dependências -
do Clube foram total
mente tomadas por
pais, avós e familia
res da turma de 30
Formandos, entre me­
ninos e meninas, que
usando vestimentas
na cor vermelha e
portando ramalhetes
de rosa, foram rece­
bidos um a um sempre
com uma salva de pal
mas, despertando or­
gulho e emoção em to
dos os presentes. A
abertura da solenida
de oficial de Forma=
tura das crianças do
Jardim III do Insti­
tuto de Educação, co
mo não poderia dei -
xar de ser, foi mar­
cada pelo canto do
Hino Nacional Brasi­
leiro, onde ficou
demonstrado todo o pa
triotismo que, ape -
sarda pouca idade ,
já começa a serdes­
pertado nos Forman -
dos, fato evidencia­
do pela postura de
civismo e respeito
mantida por todos
eles durante a exe­
cucão do Hino Nacio­
nal.
0rientados pelas
Proessoras Selenir
Leite Pereira e Lu -
ciana Godoy Bazano
os Formandos do Jar­
dim III do Instituto
de Educação estão su
ficientemente prepa­
rados para iniciarem
seus estudos normais
na lil Série, basta
dizer que todos eles
são capazes de ler
sem dificuldades.
Após a solenidade
de Formatura dos
"pequenos", foi ofe
recido um coque -
tel com refrigeran
tes à todos os que
prestigiaram a boni­
ta solenidade no
Clube Belavistense.
OITO MOIL,ETES APREENDIDAS EM
LI Z OI POLICIA MILITAR NI QUINTD FEi
Nesta quinta-feira, dia 17,
em blitz da Policia Militar de
Bela Vista, realizada na Rua
Duque de Caxias, em frente a
C!RETRAN local, foram apreendi­
dos oito ciclomotores (Mobile -
tes), sendo três por estarem
sendo conduzidas por menores de
idade e cinco por maiores não
habilitados, além de todos os
Veiculos não possuirem o devido
licenciamento junto ao órgão de
transito.
Segundo as informações do Co
mandante do 20 pelotão PM, Te=
nente Villasanti, nos casos dos
menores a ocorrência será enca­
minhada à Delegacida de Políca
Civil, que remete o processo à
Promotoria de Justiça da Infân­
cia e Juventude, para a instau­
ração de Sindicãncia contra o
menor e a responsabilização dos
pais por entregarem veículos à
pessoas não habilitadas.
Já com relação aos maiores,
o procedimento será o encaminha
rnento da Mobilete à CIRETRAN lo
cal,onde além do pagamento das
multas o proprietário do veicu­
lo terá de fazer a regulariza -
cão do mesmo junto ao órgão de
Trânsito, bem como sua legaliza
ção para circulação em territó­
rio brasileiro tendo em vista que
a maioria dos ciclomotores em
circulação pela cidade são ad -
quiridos no Paraguai.
A Polícia Militar, mais urna
GINCDND ESCOLDR E BEM
RECEBIDÍ PELD POPULIÇÍO
A mobilização dos
alunos das Escolas:
€ Castelo Branco, Joa-
9uim Murtinho, Ester
Silva, Vera Guimarã­
es, Jarbas Passari -
nho e as Universitã­
rias da FIFASUL e
ainda o Instituto de
Educação, foi muito
bem recebida pela po
Pulacão, que tem da­
do apoio adquirindo
Os cupons de doação
no Valor de R$ 3.00
Reais.
Independente dos
Valiosos prêmios, co
mo 3 Televisores, 3
Aparelhos de Som e 4
parelhos Eletro-Do­
mésticos, todos es -
tão sentindo que os
irriz6rios TRÊS REAIS,
Juntados, proporcio­
harão uma ajuda im -
P0rtante aos Colégi­
os e à Campanha da
vez, alerta a comunidade em ge­
ral para que não insistam em
transitar ilegalmente pelas ru­
as da cidade, principalmente me
nores de idade e pessoas não
habilitadas, pois a corporação
está intensificando o Policia -
mente no sentido de coibires
sas irregularidades, preser -
vando a segurança e a tran -
quilidade do trânsito da cida
de e cumprindo urna de suas atrT
buições constitucionais. -
Fim das Irregularidades
do Trânsito Depende da
Conscientizarão da Sociefale
Ao longo dos últi
Casa do Atleta. xoto de Lima, Orlan- FASUL, tem sido de mos meses a Polícia-
Além de todo o da Freitas dos San - vital importância pa Militar de Bela Vis-
professorado belavis - tos, Inês de Fátima, ra o sucesso do even ta vêm procurando
tense e os funcioná- Sandra Lima, Jane to. conscientizar os
rios dos Colégios, o Loureiro e ShirleiG. A Gincana terá o pais e a população_
alto interesse de Loureiro e ainda a seu encerramento no em geral, através
monstrado pelas Dire Universitária e Pro- sábado dia 26 no Gi- dos meios de cornuni-
viiiié ii ráii ririii a ssis
le lagiração em ela Vista
O Presidente da República do da para às 08:00 horas deste sã
Paraguai, Juan Carlos Wasmosi , bado, na oportunidade o Prefel­
estará hoje na vizinha cidade - to belavistense Abraão Aroa
de Bella Vista Paraguai, para Zacarias deverá manter um encon
participar da inaguração do no- tro com o Presidente Paraguaio­
vo Posto Aduaneiro, construído para tratar, entre outros assun
na entrada da Ponte Internacio- tos, da poluição do Rio Apa -
nal sobre o Rio Apa, que delimi que afeta as duas cidades ir­
ta a fronteira entre Bela Vista mãs. A intenção do Prefeito é
Brasil e Bella Vista Paraguai. conseguir o apoio do Presidente
Várias autoridades paraguaias Paraguaio para que esse grave
e convidados brasileiros deverão problema ambiental,seja sanado
participar da solenidade, marca o mais rapido possível.
como o Jornal Tribu­
na da Fronteira e a
Rádio Bela Vista, so
bre a necessidade do
engajamento de toda
a comunidade no senti­
do de evitar a condução
de veículos por menores
de idade e pessoas -
nao habilitadas pe -
las ruas da cidade
Principalmente co
relação às mobile -
tes, tendo em vista
o alto risco que re­
presenta a condução
desses ciclomotores
por crianças e ado -
lescentes aue
. . • , na
maioria das vezes
nao_possuem nenhuma
noçao de trânsito
de direção defensi ~
va.
Página
. ,
1
o
.n
04
AGRICULTURA t
PECUÁRIA
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JORNAL. TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL
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PROMOÇIO CIMINHI COM I PUBLICIDIDE
Paooo importante foi dado pe
la Picher t Justas, que oficia
li2ou a promoção como uma das -
suas armao de comunicação
Antonio Izfdoro F!lho
Os resultados de pesquisas -
realizada pela revista Meio & -
Mensagem há alguno meaes mas
ainda válida, revelam que 46%
entre os maiores anunciantes do
país investiriam, em 1993,entre
214 e 408 das suas verbas de co
municação cm campanhas promociÕ
naie. Do total de empresas en­
trcvistadas, 66i realizaram pro
moções com o objetivo de conqufs
tar market share e sei tiveram
como meta construir/reforcar
imagem.
Esses números são suficientes
para demonstrar a importãncia -
que os anunciantes vêm atribuin
do às promoções como instrumen­
to fundamental do seu marketing
mix. Uma tendência que vem
crescendo a cada ano em proqres
são aritmética e que agora ga
nha maior impulso pela concor­
rência mais acirrada imposta pe
lo Plano Real. -
1
Contudo, a grande maioria
das empresas que apostam na pro
moção como arma de venda ou prÕ
jeção de imagem ainda vive um
paradoxo: as atividades nesse -
campo são planejadas isoladamen
te pelas suas estruturas de mar
keting e somente na hora da exe
cução das atividades planejadaã
é que buscam o apoio de uma a­
gência de promoção.
E, via de regra, pelo crité­
rio do menor preço. Ou seja, fa
zam uma,espécie de leilão entre
agências, não levando em conta,
muitas vezes, sua experiência ,
estrutura, qualidade e capacidg
de operacional. Uma evidente -
controvérnia, por exemplo, com
os cuidados e procedimentos que
tomam cm relação à encolha da -
nua agência de propaganda.
Ora, as empresas de promoção,
aooim corno as de publicidad0 ,
têm a mesma necessidade do in­
teirr-se com seus clientes, co
nhecer sua estrutura, cultura ,
produtoo e estratégias de merca
do para sugerir e desenvolver:
atividades que se ajustem ade­
quadamente.aos seus objetivos
globais de imagem externa.
Seria coerente, portanto,quc
as agências de promoção estives
sem ao "lado do cliente desde ô
momento da concepção das ativi­
dades promocionais. Mas isso ge
ralmente não ocorre, porque nãõ
existe, de parte das empresas ,
uma política de parceria com es
sas agências.e, o que é pior,n@
nhuma fidelidade em relação ã
elas.'
Imagine-se, por hipótese, se
cada campanha publicit5ria de - comunicação. Ou seja, se o bric
uma mesma empresa seja atribui- fing passado pelo cliente à
da a diferentes agências de pro agência indicar o caminho da
paganda. - promoção, ela será sugerida
O que se propõe é que os a- implementada.
nunciantes, d·iante da importân- Em casos como esse,a contri­
cia cada vez maior que vêm atri baição que ama estrutura especia
buindo às ações prorr.ocionais ~ l.izada e experiente em promocõês
estabeleçam parcerias duráveis pode oferecer ao cliente é ines
com agências especializadas e timãvel, assegurando a criação,
previamente) selecionadas pela - formulação e implementação cor-
sua experiênc~a e capacidade. reta das atividades promocio-
Essa prática deveria ser as- nais.
sumida igualmente pelas agênci- Infelizmente, conforme a pcs
as de propaganda, já que, no ãm quisa, apenas 28% das empresas­
bito das necessidades mercadolÕ adotam essa prática, planejando
gicas de seus clientes, a solu: suas iniciativas nesse campo em
cão pode estar justamente em conjunto com agências especiali
ações promocionais. Cabe lem- zadas. -
brar e elogiar, a propósito, a Quando a maioria dos ananci­
iniciativa tomada pela Fischer antes se conscientizar da impor
& Justus, que oficializou a pro tância de estabelecer laços de
moção como uma das armas da suã relacionamentos e fidelidade
DICIS PIRA EVITAR A FILÊNCII OI
preciso plane- ['vvv PJ
)ar, sempre. ~ neces
sário trabalhar o :
comportamento do cria
dor de empresas parã
que ele não vá à fa-
1ência.
&varo Mello e Silvio
944s
De cada dez novas
empresas que são
criadas apenas seis
conseguem sobreviver
e passar para o se­
Sundo ano de eistên
€a e apenas uma ou
duas completam cinco
anos de vida. A foto
9rafia pode ser a -
nossa realidade como
%F também encontra-
ª em outros países.
O Brasil está ele
Sendo um novo Presi­
dente da República e
todos os candidatos
falam na criação de
empregos. Como criar
pregos se as gran­
des empresas estão -
enxugando seus qaa­
dros e o programa de
Privatização gerando
desempregos?
f A saída, como pro
essam muitos, é a
Fiacão de empresas
e pequeno e médio -
Porte e que seus -
criadores tenham con
dicões de não fracas
Sar, -
O que fazer? Dar
incentivos fiscais -
Ou treinar os futu­
os empresários em -
tecnicas e géren c iamen
to? será que é sfi­
ciente?
• Tocador de negó­
cios - As ações cita
das ajudam mas infe­
lizmente não evitam
a mortalidade empre-
e
sarial Estudos
apontam a necessida­
de de trabalhar as -
características com­
portamentais do toca
dor de negócios, dÕ
criador de empresas,
do empreendedor.
Planejar também é
preciso. O criador -
de.negócio não pode
tocar o seu empreen­
dimento sem um plano
que leve em conside­
ração caracteristl­
cas do empreendedor
de sucesso. Em cada
passo do desenvolvi­
mento, implantação,
gerenciamento e moni
toracão do plano d
negócios deverá ser
trabalhada uma carac
terisitca comporta-­
mental empreendedora,
levando em considera
ção estudos e pesqui
sas desenvolvidos nó
Exterior e já acultu
rados à realidade
brasileira. .
O plano de negó­
cios é um instrumen­
to necessário para -
eliminação do plane­
jamento instintivo,
fazendo com que os -
erros sejam previs­
tos, simulando no pa
pel o que pode acon-­
tecer com a empresa.
Na década de 1960
David Mcclelland,psi
cólogo da Universidã
de de Harvad, identI
ficou nos empreende=
dores bem-sucedidos
um elemento psicoló­
gico crítico, denomi
nado por ele de "mo=
tivação da realiza­
cão" oa "impulso pa-

PROMOAO s-. 0
,, y
452 "


ra melhorar", desen­
volvendo então o
7'reinamento da Moti­
vação para a realiza
cão, cuja finalidade
era melhorar tal ca­
racteristica torná­
la aplicável em si­
t.uacões empresariais.
0 conceito original
de McClelland, apli­
cado em mais de 40
países até o final -
da década de 1970 a
presentou resultados
positivos na criação
e desenvolvimento de
negócios, mas com
críticas por estar -
demasiadamente cen­
trado no pensamento
ocidental.
A Agência para o
Desenvolvimento In­
ternacional dos Esta
dos Unidos(Usaid)in:i...
cioa em 1982 um pro­
jeto para estudos
mais abrangentes do
comportamento, a fim
de criar meios mais
eficazes de desenvol
vimento de empreende
dores. -
o novo projeto co
mecoa por um estudo
em 34 paises, identi
ficando uma dezena=
de caracteristicas -
de comportamento em­
preendedor, comuns -
aos empreendedores -
hem sucedidos. Em sg
com empresas de promoção, os re
saltados serão altamente positi
vos para ambos. -
Para as empresas de marketir
promocionnl será um estímulo pa
ra que trabalhem com mais empoe­
nho e garra na busca de resulta
dos para seus clientes. Para as
empresas, representará a otimi­
zação das verbas - cada vez
maiores - que investem na con­
qaista de marketing share e na
consolidação da imagem das suas
marcas.
Antonio Izidoro Filho é di­
retor da Izidoro Comunicação
e Promoção e professor da Es­
cola Superior de Propaganda -
e Marketing.
guida foram desen­
volvidos instrumen­
tos de seleção e -
treinamento, que in­
crementaram algumas
Ou todas as caracte­
risticas aparadas pg
la pesquisa.
A partir daí foi
preparado um progra­
ma experimental de
capacitação para ins
tratores do Eqaado,
!ndia, Filipinas, Ma
lásia e Qênia e a­
presentado no inicio
do segundo semestre
de 1985 na Inglater­
ra.
A configuração de
finitiva do programã
exigiu mais três a­
nos de aperfeiçoa­
mento e foi lançado­
oficialmente pela
ONU em 1988 na Argen
tina, sendo em segui
da aplicado no Chi-­
le, Uruguai, Venezue
la, Gana, Nigêria ;
·Zimbabwe e a partir
de 1990 no Brasil
com bons resultados.
O sucesso empresa
rial não consiste -
apenas no desenvolvi
mento de habilidades
como finanças, mar­
keting, produção, etc,
mas também das habi­
lidades de comoorta­
mento empreendedor -
por meio do aperfei-
ESI
çoamento para retor­
çar a capacidade in­
dividaal, a saber: -
iniciativa e basca -
de oportunidades;cor
rer riscos calcula-­
dos; perseverança ;
comprometimento; es­
tabelecimento de me­
tas; planejamento e
monitoramento siste­
máticos; buscá de in
formações; persuasãÕ;
estabelecimento de -
rede de contatos; in
dependência e auto -
confiança e busca de
qualidade e da efici
ência. -
Não existe um mo­
delo de perfil de em
preendedor ideal. Õ
que se busca é um
perfil onde haja um
equilíbrio das carac
teristicas sem combi
nações funestas. As­
sim é necessário que
aquele que ôpte pelo
negócio próprio como
carreira ou meio de
vida, que reflita
sobre tais caracte­
rísticas e desenvol­
va-as, pois acredita '
mos que o empreende=
dor de sucesso não
nasce pronto, pode -
ser formado.
* Alvaro MelJo e
Silvio Olivo são
consultores da Bra­
sil Entrepreneur Cli
nica de Negócios. -
A saída para o mundo é a
criação de empresa.s de
pequeno e médio porte
o

- 0
!
11
Ao longo dos últimos meses a Pol ic iü MJ:
itar de Bela Viota vêm procurando conoci­
:ntizar on pais e a população cm geral, a­
•ravéo doo meioo de comunicação do Munioi~
io, como o Jornal Tribuna da Fronteira e
• Rádio Bela Vista, sobre a ncccooidade do
1
~ngajamento de toda a comunidade no scnti­
,;,;lo de evitar a condução de veículos automo
tores por menores do idade e peosoas não
habilitadas pelas ruao da cidade, princi -
:;;pnlmento com relação às mobilcteo, tendo
om vista o alto risco que representa a con
~ução deoseo ciclomotoreo por crianças e
adolescentes que, na maioria das vezos,não
possuem nenhuma noção de trânsito o de di­
';eção defensiva. . .
O Comando do 2 Pelotão de Policia Mili
r.ar de Bela Vista entende que a problemátT
,ca do trânsito em nossa cidade, que inclu­
ive já vitimou fatalmente dois adolescen­
ces este ano, envolve todos os segmentos
,da sociedade e, tentar resolvê-los apenas
sob o prisma exclusivo da fiscalização, c~
,ja competência é da PM, não passa de uma
visão simplista demais e demonstra o total
desconhecimento desse assunto tão complexo,
or parte de quem pensa dessa forma.
. Ressalte-se no entanto, que a Polícia
-~Militar vêm desenvolvendo o seu papel, den
-s tro das limitações que lhe é imposta, como
por exemplo, pela deficiência de recursos
! humanos e materiais, amplamente conhecida
111
de todos, mesmo assim, só este ano OS me-
:,
GRUPO ARMADO INVADE FAZENDA EM
PORTO MURTINHO, MATA PAI E FILHO E
ARRANCAM A MÃO DO FAZENDEIRO
. Um duplo homicídio, praticado com re -
quintes de crueldade, ocorreu na última se­
,: gunda-feira no Município de Porto Murtinho,
quando cerca de 12 homens armados de esco­
I petas calibre 12 e pistolas 9 milímetros -
invadiram a Fazenda Piranha e executaram a
e sangue frio o fazendeiro Izauro Romero, 59
, anos e o seu filho Benito Romero Neto, 33
anos. Segundo as informações, por volta das
, 10:00 horas da manhã, os homens invadiram
a sede da Fazenda, localizada à 150 quilõ­
metros da cidade de Porto Murtinho, prende
ram em um banheiro Albina Vilalba, 32 anos,
Silveria Romero, 46 anos, respectivamente
mulher e irmã do Fazendeiro e a neta de a-
penas 12 anos. Os homens tinham seus ros -
tos pintados, usavam roupas camufladas do
Exército e chapéu verde de caçador. Após
revirarem toda a casa e roubarem o que ti­
nha de valor, o grupo ficou a espera do Fa
zendeiro e de seu filho, que estavam no
campo. Por volta das 15:00 horas, quando
os dois chegaram, ·foram "recebidos" e• cri­
vados de bala pelo grupo, sem qualquer
chance de reação, tendo ambos morrido no
local. Não satisfeitos, o grupo ainda dece
pou a mão do Fazendeiro Isauro Romero, le-::
vando-a como "troféu" do crime. Suspeita -
se que o violento crime pode estar relacio
nado ao furto de gado na região de Porto Murtinho.
t
BOND·& POLICIAL
,.
O FIM OIS IRRREGULIRIDIDES NO TRINSITO
IEPENDE 011 COIISCIEITIZIÇil OI ,SOCIEDADE
cados pelos mesmos, nesse sentido, a Promg
toria de Justiça da Comarca está com o fir
me propósito de responsabilizar criminal
mente quem for pego infringindo Lei, in­
dependentemente de quem quer que seja, a -
gindo de forma totalmente ienta e impar -
cial.
PROTEÇÃO AOS "PILIUNHOS DE PAPAI"
Contrariando alguns comentários que gra
çam pela cidade, o Comando do 20 Pclotao
PM enfatiza que não há e nunca vai haver
nenhum tipo de proteção ou tolerância cem
relação aos denominados "filhinhos de pa -
pai", pois o trabalho da Policia Militar,
pelo menos durante a duração <lo atual co -
mando, sempre foi pautada e sempre será,
pela lisura e, sobretudo, pela imparciali­
dade de suas ações.
CUNHADO
E FICID
a
E
nores de idade foram apreendidos por esta­
rem conduzindo veículos e 10 pessoas maio
res de idade responderam ou estão respondendo
a Proc..-cdirrcnto no Juizado de Pequenas Causas por di
rigirem sem serem Habilitados. Além dis-
00
1 as Estatisticao da Policia Militar mos
tram que aproximadamente 80 veículos tam -
bém (oram apreendidos no decorrer do cor -
rente ano, pelas mais diversas infrações ,
sendo expedidas ainda mais de 150 multas
por irregularidades cometidas por conduto­
res de veículos no trânsito da nossa cida­
de.
"OPERAÇÃO HOBILETES" SERÃ INTENSIFICADA
A partir desta semana a Policia Militar
iniciou um policiamento maia rigoroso com
relação a circulação de mobiletcs conduzi­
das por menores e por pessoas não habilita
das e, segundo as informações, todas as
providências cabíveis serão tomadas a par
tir de agora, como a apreensão do menor,
apreensão da mobilete, responsabilização -
penal do pai ou responsável por ter entre­
gue veiculo à pessoa não habilitada, enca­
minhamento do ciclomotor para a Inspetoria
da Receita Federal para a devida responsa­
bilização penal pelo crime de contrabando
e também a responsabilização do menor atra
vés da abertura de sindicãncia, pela Promõ
toria de Justiça. ~ importante frisar que
o pai tem o dever de vigilância sob os fi­
lhos, sendo responsávies pelos atos prati-
No último final -
de semana, na Fazen­
da Promissão, locali
zada no Município de
Guia Lopes da Lagu -
na, João Lopes Mar
cos Paim foi assassT
nado a golpes de fa-::
-ca e disparos de ar­
ma de fogo.
Segundo as infor­
mações Policiais
Paim e sua esposa Lu
zia Peralta discuti=
ram por ele ter bati
do em um dos filhos,
durante a discussão,
armado com um revól­
ver calibre 38, Paim
começou a ameaçar a
mulher de morte, ten
do chegado a dispa -
rar um tiro que atin
giu a mão da es-
NADO I TIROS
r se
GUll···LOPES
PERSEGUIÇÃO Ã MENORES
Quanto as afirmações de que a Policia
Militar não persegue menores flagrados condu
zindo ciclomotores (mobiletes), o Comandan
te do 29 Pelotão PM ressalta que tecnica -
mente é aconselhável não se utilizar esse
procedimento, pois uma perseguição à menor,
sem nenhuma noção de trânsito e de veloci­
dade, pode vir a causar um acidente cujas
consequências são sempreirnprevisíveis, por
esse motivo, como já aconteceu, a Policia Mili
tar adota outras fo.rmas de ação, que na maioria
das vezes surtem rrelhor efeito, com total segu
rança.
posa.
O' cunhado de
Paim, Ramão Peralta,
que observava abri­
ga, tomou as dores
da irmão é partiu pa
ra cima de Paim arma
do com uma faca, o
primeiro golpe atin­
giu o cunhado no
tórax, em seguida,
apossando-se do revól
ver, Ramão Peralta
ainda disparou do­
is tiros, acertan.
do Paim na cabe­
ça e no pescoço,
que morreu no lo-
cal, o homicida
acabou sendo preso
em flagrante pela
Polícia.

D O OFICIAL NO 3.•130
Secretaria de Estado de Segurança PÜblica
CONSELHO ESTADUAL DE TRÂNSITO
REPUBLICAÇÃO
RESOLUÇÃO NQ 002/91
Republica-se por ter constado Incompleta no Diário Ofl -
ela! nQ 3126 de 30/09/91, Página 21.
RESOLUÇÃO N? 002/91 - Carpo Grande- MS, 29 de Apstode 1991
O Conselho Esta~ual de Triinsito do Estado de Mato Grosso
do Sul, usando das atribuições que lhe conferem o Art. 8?
do Codigo Nsclonal de Translto, instituída pela Lei 5,108
de 21 de setembro de 1966, e o Art. 13 do Regulamento do Có
digo Nacional de Trãnslto aprovado pelo Decreto nQ 62.127
de 16 de Janeiro de 1.968, co as demais alterações incorpo
radas; -
CONSIDERANDO o que dispõe o Art. II0 da Resolução 774 /
89, seus incisos e seu parágrafo Único,e a Resolução 657/85;
_ COSSIDERANOO a necess1.dade de se regulament.lr a circula­
çao de ciclomotore.s no Est.ado.
RESOLVE:
Art.1? - A autorização para dirigir ciclootores, equipa
rados aos ciclos, segundo definiçao e demais caracter[sti
cas essenciais baslc,as contidas na Res. 734/89-C0IRA, re­
gulaentada através da presente deliberação, tcr.i validade
somente para o Est.ado de Mato Grosso do Sul.
Art.22 - A circulação dos cicloir:.otores não poderá ser
feita cm rodovias e onde houver expressa proibição atravês
de adequada sinalização irplantada pela autor!dade de trãn­
sito 04S vias terrestres por t!les jurlsdicionadas e de acor
do co as conveniências de cada local e respeitadas as lirl
taçoes tecnicas.
Art.3g - O ciclomotor deverá ser registrado e licenciado
pel-o Órgâo de trânsito competente coo jurisdição sobre o ~
nicípio de d0ll1icllio ou de residência de seu proprieúrio-
Art.49 - As infrações praticadas pelos condutores de e.!
clomotor, autorizados a conduz{-los confore discfp1irado
na presente rgulrnação,serão penalizados nos teros do
CNT e ou legislações estadual de trãns!to aplicadas, obser-
vando-se a Res. 568/80 no que couber. -
Art.5?- A autorização para dirigir ciclorotores sera re
querida pelo interessado, alfabetizado e maior de 18 (d«o!
to) nnos ao Dcparta.mc.nto de Trânsito que Jur!sd!clonar o lo
ca.l de do::iic!lio ou residência, apresentado para tanto
a) Exare de sanidade física e rental, nos teros do Art.
e seus parágrafos da Res. 734/89-C07RAN;
b) Cópia autenticada do Documento de Idcnt.ida.de; •
c) Laudo de aprovação nos exaes de Legislação, regras e
rais de circulação e prática de condução de cfelo·tores.
Art.6?- 0 Docuento de autoriza;ão para conduz:tr c??
motor, será e..,pedido pelo DE'.DlAN/MS, de acordo .. com o cod _
estabelecido no anexo V - da Res. 734/89 e ser o de porte o
brigatório pelo condutor do ciclomotor, co validade de a
cordo co a legislação de transito e vigor.
rE.7? - Os casos olssos serão resolvidos pelo CEIRA/S,
rediante proposta das autoridades ou representação dos 1E
ressados. • .. •
Art.8? - Esta Resolução entrará e vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições e contrario.
CAMPO GRANDE-MS, 29 DE ACOS!O DE 1.992
PROFESSOR RADM.'llO NONA!O t:EIXElRA - Presidente CEIRAN/XS
MEADA FERES M RIEM
hã vários dias vêm intensificando suas maior inci_ , ,t bastante para
O Paraguai um Ford Pampa furtado no
- d p t lh t de toda a ações do GOF jã surtiram e e1 .os _ _ - ti-
·açoes e a ru amen o . _ • - "lt - dias vários ar - começo do mes em Dourados. Leonino Ar1s.
faixa de fronteira, principalmente nas Ro- positivos, s_nos i1;"{e" foram presos des Batalha têm várias passagens pela Poli
dovias de acesso às cidades fronteiriças- ra
st
adores e 'cara? onteira, tentando cia Paulista e está condenado à 30 anos de
com a República do Paraguai. Essas acóes pe1lo GruP?g"? <] com veicá1os rouba- prisão por furto, estelionato e ia1sidade
fazem parte de uma operacão montada Para hfes inclusive trata-se do quadri ideológica, corrupção, uso de Documento
coibir a passagem de veiculos roubados e! '{{ Leonino Aristides Batalha, de 6ã falso e falsificacão de Documentos.
. outras cidades e fora do Estado, principa_ e

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FONE: (067) 251 - 2563 ,JARDIM - MS
Fiital de Pr.lamas {
anilde Rosa dos Santos, Oficiala do
Registro Civil desta cidade de Bela Vis­
ta-MS., faz aaber à todos quantoa o pre­
sente Edital de Proclamas virem, que a -
presentaram os Documentos exigidos polo
Artigo 180 do Código Civil Brasileiro
Incisoa I, II, III e IV, e pretendem se
casar:
DIOMAR VILAS SANTOS LINO e FELICIANA
BALDONADO brasileiros, solteiros, resi­
dentes nesta cidade, ele, inseminador,fi
lho de Diorival Lino e Dalila Vilas San­
tos Lino; ela, estudante, filha de Aure­
lio Baldonado e Roberta Vargao Baldonado.
sc,tlguém souber de algum impedimento
que se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS., 16 de Novembro de 1.994
JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala
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101 - C' Postal 32
FONE: (067) 255 '-1
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Etital de Pra:limas
Jani!de Rasa dos Santos, Oficiala d
Cartório de Registro Civil desta cidade
de Dela Vista Vista-MS., faz saber a to­
dos quantos o presente Edital de Procla-
as virem, que apresentaram os Documnen
toa exigidos pelo Artigo 180 do Cod1go
Civil Br sílciro, Ir.cisar; I, II, III e
IV e preendem se casar:
SILVESTRE DE SOUZA e ROSANE CORONEL ,
ambos brasileiros, solteiros, domicilia­
doo e residentes nesta cidade, ele, cam­
peiro, filho do Curice du Souza n Izido­
ra Britez de Souza; ela, lldeo do lar,
filha de JoJo Mldonho Coronel e Jo. na
Colmam.
se alguóm souber de algum_impedimcnto
que se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS•., 16 de Novembro de 1'. 994
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Residência: FONE: (067) 255 - 1228
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Sul/llcln Vlnta-MS. Por.ri11J1rn rcullwdo em 17/11/94,
p H
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S Açougue, Açour,u<' Açougue ,çou:;ui, Açour,uc> /,çouµue /~ou:;u1, Açou u~ Art,ui•u-l:C-7"'- r-tu 1.c ,, •• ~, '"I;,~ •. ;-"
ScrvC! Arco do Hodtdo llalança 5ào s.:i:tn 1!-erc .. éo do l..._i-j ~:o t _ , '- •.• - tf., f ~.-, 'u.'
C:ARNf( l!! fl l 1 Tetc<:o José Rito Povo tarls a!d ·rao eao Mfuel '
-C-OX-.Ã;-::O:-:-:}'.c:c()-:-l.:::-E---"::..::.::..:.'.!....;'-=.... .j...'..'..e::..:/:::...o_o_-1_~2!...~l!...l~::_+:-~2~.~ll0::.:.:..+-2-.-e-o-!-2-. _..,,fl..,,0--+-,-:3c:.:.:oíl:--:0'-+-:;_3:.... -~rn:----+1~2-'-_::-?c'.::-l-1- ,-:nri-·-1 :.91.,_,[l.
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[MINTA ,a, 1.0 ]2.d0 , 2.%0 1 2.d0 4 2.0 ] 2.09 / 22 , 2.0 T i.ou !zUwu;no@ f».o ±,i.]
CARNE._22 {
[FRLDII y .ly , 2.g , 2.j? , 2.29 , 2.9 4 2.29 4-299 42.40 .[7.5, 2•5 [ 2ão]i.no ,,ao l
[!E!o ]2.j 42. , 2.2 , 2.j ; 2.99, 2.]9 , 2.9 , 2& [i,o 2,s [2.70 y,7o"y,ou
CUPfM 2.50 2.40 2.50 2.50 2.50 2. 70 J.00 2.40 7 ?.SO ?..50 1 J_.J.J]_ ...J. . .lJ.L_,!__1._iliL__
l!A~Cc:É!.!.M -+_2::.-:...:5'..::0:.._+-'2'--'.C:::4:!!0_i.....!2'...!. • .!.5.::.0-1!-=2.:..·~50~+---=-2.:.c.-5:,.,0:__+-::.2:...:- 7c.,0:..._+-)"--'.:..,.º"'º-+-'2'-'.--,'4-=-º-!-"2'-'-.-"-5"-0--,r-=-2 H ·'. 70 _L:.]n 1 _)..,..'.!!!__
CAPA DE COSTELA 2. 40 2. 50 2. 50 2. 50 2. 70 J. 00 7. lo 2. ~o 2. '.,O ' . ..:'.., 70 ._]..,]__Q__;_ _l:JLº-1
OUTROS __ 1
[COSTELA ]l.ó0 [ l,ão , 1.50 , 1.r0 , 1,d0 , lado p 9 4 1á , lã 4 120 [ 2,00 ]-4'9l,-222-
1
BTSTF.CA 7 <;O 7 nn 9g y5g_ T gg_ _2.0_ [
FTGADO 1 oo 1 oo 1 oo 1 <O 1 r;n 1 ,o I RO 1. 50 1 M 1 n,1 ~ . .....;. nn I nn 1. 70
i
CORAÇÃO 1 00 ·1 00 1 oo q s 1 5 1 50 1 (o 1 5) 1 nn I nn ; ,JlQ__ ..J...Jll)___ 1 . 80
RIM 1 00 O 80 O 80 1 <O 1 <O q 5 y 1 ( < ], 50 1 no 1. 50 '
LTNGUA ? 00 1 <O 1 00 ? no 1 ,o I RO 1 nn 1 nn 1 <o 1 0 1,50
LINGUICA 3 00 ? 80 2 80 ) 90 3 g 3 70 3 nn 9 an ) n » n q n » 7 3, 1)0
PUCHEIRO n <n n <n n 50 7 I nn 75 I nn n n n 7 n 7 ( R(I I nn 1.. 00
CHAROUE 3 00 3 99 t.. nn t.. nn 1 nn
BOFE 1 00 n <n n <O 1 no 1 nn 1 nn n n 1 nn n <n o.ao
PESQUISA DE PRECO NOS MERCADOS D iDIDE
Superintendência Nacional do Abastecimento - SUNAB/DEMS. Departamento de Pesquisas e Estudos de Mercados - DEPEM. Delegacia Regional de Mato Grosso do
Sul/Bela Vista- MS. Pesquisa realizada em: 16/11/94 até 27/11/94. e
MERCIIOS PESQUISIDO
BOM GOSTO
Açúcar Refinado União pct 1kg
Café Brasileiro pct 500g
Achocolatado Nescau lta 500g
Achocolatado Quik lta 400g
Leite em pó Inst.Glória lta)OOg
Leite em pó Insteg.Ninho lta 454g
Sal Cisne 1 kg
Leite Pasteurizado tipo C litro
Marg.Crcmosa Delícia Pt 500g
Biscoito C.Cracker S.Luiz pct 200g
Ext.de Tomate Spogheto/Arisco lta 370g
Creme Dental Kolynos bga90g
Creme Dental Colgate bga 90g
Abs.Higiênico S.Uvre Seca/Suave pct !Ol.Nl
Detergente em pó Minerva ex 1 kg
Sabão cm pedra Minerva pc t 1 kg
Sabão em pedra Brilhante pct 1kg
Detergênte liq.Minerva fr 500ml
Cenoura kg
ANDRÉ IA
Arroz Zaeli T2 5kg
Farinha de ~andioca Pinduca 1kg
Café Rincão pc t 500g
Leite em pó inst.Ninho lta 400g
Sal Cisne pc t l kg
Manteiga Av!acão lta 200g
Ext.de Tomate Elefante-CICA lta
Ovos dz
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Detergente liq.Limpol (r 500ml
SACOLÃO
COM PREÇOS MIIS
Feijão Preto 1kg
Fartha de Trigo Ideal pct 1kg
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R$ 3.45
R$ 1.55
R$ 1.34
R$ 1.82
R$ 2.81
R$ O.JS
R$ 0.50
RS l. 00
R$ 0.50
R$ O. 78
R$ 0.67
R$ O. 79
R$ 1. 10
R$ 1. 64
R$ 1.30
R$ 1. 32
R$ 0.35
R$ 0.54
R$ J.JO
RS 0.48
R$ 3.20
R$ 2.35
R$ 0.35
R$ 1 .06
R$ 0.90
R$ 0.70
R$ 0.80
R$ O.JS
R$ 1.20
R$ 0.48
Café Rincão pct 500g
Café Brasileiro pct 500g
Marg.Cremosa Doriana p.500g
Sabonete Gessy 90g
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Feijão Carioquinha 1kg RS
Biscoito C.Cracker Tostines pct 200g R$
Sardinha Conserva Ccqueiro lta 135g R$
Abs.Higiênico S.Livr~ Seca/Suave pctlOUND R$
Detergente em pó 0~10 ex I kg RS
Detergente liq.Limpol fr 500ml R$
GALPÃO
Farinha de Trigo Ideal pct
Sardinha Conserva Coqueiro
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J O R N A L TRIBUNA D A F P O T E I P A
1A - 08
li
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AGRICULTURA E PECUARII
- - ..
·1POSENTIDO CRIA CIBRI NI TERRA DO GIDO
A, 58 cabras em lac­
nçio do ex-bancário Va­
lton Coutinho Alencar -
produzem 100 litros por
dia, que jó concorrem
com o leite de vaca e
têm venda gnrnntidu no
mercado de Cnmpo Grande
(MS).
JOÃO NAVES DE OLIVEIRA
, s u!çns, frnncesns ou
t esticas, as cabras -
começam a invadir Mato
{Grosso do Sul, a terra do
boi gordo. Em Campo Gran-
e
de, Capital do Estado, on
de vive um rebanho bovinÕ
de corte estimado cm 22
milhões de cabeças, elas
são as vcdctes principal­
mente de pessoas aposenta
das porque proporcionam,­
além do lucro, lazer.
, O ex-diretor regional
a Banco Mercantil-Fina -
sa, Vailton Coutinho de
Alencar, 55 anos, pai de
três filhos e avo de dois
entoa e uma neta, é um
dos que começaram a cria­
ção pensando nesses dois
aspectos. Pernambucano de
Bodocó, cstõ hÕ 53 anos
vivendo cm Campo Grande,­
onde por acaso descobriu,
como diz,o "segredo das
cabritas". Em março de
1.992, resolveu comprar -
um animal, cansado de
procurar pelo leite de ca
bra, um dos mais eficien­
tes antialérgicos poro os
três netos, que sofriam -
de bronquite. E passou a
ser procurado pelos vizi­
nhos, interessados no . -
produto.
A freguesia aumentou e
ele acabou comprando ou­
tra cabra.
Transferiu então a
1
criação para uma chácara
de 5 hectares na área ru
De aposentado a empresário rural: Alencar tornou a caprinocultura lucrativa e já fundou, com outros criadores, uma associação no Centro Oeste
ral de Campo Grande, no segundo plano. "Aí sim,
Km 8 da Rodovia MS-60,a dá certo". O Plnntel é
20 quilômetros do cen - de 200 animais, entre -
tro. A princípio,trnta- filhotes, 80 matrizes
va-se apenas de uma - das 58 cm lactação, e
área de lazer para a fa dois reprodutores suí -
m[lia, mas, contradizen ços das raças saanen e
do o ditado "Chácara dá toggemburg.
apenas duns alegrias A média de produção
quando é comprada e é de 1,8 litro/dia por
qoando é vendida", Alen animal e o total soma -
car resolveu torná-la= 100 litros/dia, total -
uma propriedade lucrati mente colocados no mer
va. Mudou o ditado pes- cado, diariamente, por
simisto. Hoje é proprie R$ 1,60 o litro, com pa
tório do Cnpril Netolâ~ gamcnto à vista. A essã
dia (em homenagem aos alturo do negócio, Alen
netos). cnr já esqueceu da apo-
Emborn encare com sentadoria e deixa nos
prazer a nova atividade poucos o postura de chn
diz que n chácara agora careiro para se erans=
é somente para o co~ formar num empresário.
pril; o lnzcr ficou cm PROCESSAMENTO ARTESANAL
Montou um sistema de pro adores de Caprinos de~
cessamento artesanal dê Mato Grosso do Sul. O
ordenha, pasteurização e grupo tem 300 animais -
empacotamento de leite - que produzem 500 litros
de cabra, criou a logo·-. de leite/dia. Para que
marca Bitinha e legali - os associados não te­
zou o negócio. Concorre nhnm aborrecimento com
com o leite de vaca, mes a colocação do produto
mo que um litro de leite no merendo e toda buro­
de cabra custe o dobro - cracin embutida na nti­
(R$ 2,00) para o consumi vidade, estão construin
dor. - do um laticínio, com c
Agora o ex-bancário - pacidadc para processar
sente outro tipo de can- até 2 mil litros de lei
seira, que é fazer a en te de cabra por dia.
trega do leite e correr- Alencar admite que ,
atrás dos fregueses, ti por enquanto, o lnticí­
rnr notas fiscais, pagar nio, que começa a fun -
taxas, impostos e cu:rdar cionar até o final do
da contabilidade. Mas - ano, é pequeno. Ele mes
não icclamn e já está re mo, já no ano que vem ,
partindo sua iniciativa- vai dobrar a produção.
com outros onze chncarei "Mas podemos aumen -
ros,Juntos, eles funda - tar a capacidade de a­
rama Associação dos Cr! cordo com as necessida-
des", explica ele, que -
já começou a construção
de mais um capril !UI
sua chácara, "só para -
animais que produzem 2,5
litros de ldte/din". -
"Quero mesmo é sossego:
ver essa cabritada toda
produzindo lei te e cu só
olhando" ,diz Alencar. "E!
se negócio de colocar o
produto no merendo fica -
tudo por conta do latfcf -
nio" ,continua.O criador
acredita que o negócio tem
tudo para dar certo.Diz :
que a produção de lei te e
suficiente para o início_,
os criadores têm sede
própria e Kh o how. " E -
tem cais: só estmws -
vendendo o lei te e
Campo Grnade, que c0
some toda a produ
cão".
CAMPA
PRUMO
Como agremiação -
lesportiva e social
Grêmio Pedro Rufi-
10 acaba de dar um
xemplo dignificante
tos outros Clubes da
cidade, que até ago­
ra não fizeram a mi­
nima manifestação em
favor da Campanha da
Casa do Atleta.
A Diretoria daque
CASA DO ATLETA GANHA
MIO PEDRO RUFINO
la importante e con­
ceituada entidade
vai promover no pró­
ximo dia 25 de novem
bro (sexta-feira)umã
grande Discoteque
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ras, botinas, humus, car­
] rinho de mão, arames, her
bic1das, fungicidas, 1nse
l
ticidas;
- Venenos p/insetos, ra-
ç0es e sementes;
s$
:%
la ua t
.a«2
+;pua:
+trazs ,

com renda parcial em
favor da Campanha da
Casa do Atleta.
O exemplo do Grê­
mio é bastante digni
ficante e mostra a
sensibilidade dos
membros da sua Dire­
toria, para os empre
endimentos importan­
tes da nossa cidade,
reconhecendo as difi
culdades lógicas que
o Presidente da Liga
e a Comissão Executi
va da Campanha vem
encontrando pela
frente, mas, mesmo
assim, levando a O -
bra adiantei
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Com a adesão das
Escolas, que estão
participando da Gran
de Gincana Beneméri­
ta e com a realiza -
cão desta Discote
que, vai ficar marca
da de forma indelé
vela participação -
da JUVENTUDE BELAVIS
TE.NSE na ajuda à ca::
sa do Atleta, uma
obra, que voltamos a
ressaltar, vai ser
de muita utilidade -
para os Clubes, os
estudantes, a classe
ruralista e toda ª
sociedade.
Os outros clubes
da cidade deveriam "
seguir o exemplo e
tentar aderir Ca
panha, providência
que até agora, nin e!!I
guêm teve a cora9
e a vontade de to
mar.

CAMPANHA PRÓ CONSTRUÇÃO DA
CASA DO ATLETA
NÃO FIQUE OMISSO À ESSA
OBRA TÃO ºIMPORTANTE À
COMUNIDADE!!
C O L A B O R E