TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1585_13_12_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1585_13_12_1994Número da edição1585Data de publicação13 de dezembro de 1994Número de páginas8GeoCoordenada -22.104726454669233 , -56.529464721679695 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1585_13_12_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIBUNA DA DIÁRIO REGIONAL Bf!l,I VIC'l'//MS NV: l.5fl5 I3 DE DE Z E M B RO D E 1.9 9 4 - TERÇA-FEIA EDITOR: IVALDO P!REIRA R$ - 0,50 ,., PROPRIETIRIO RURAL RECLA OI REFORMA OI PONTE S DAS CONOIÇO ES O PIRIPUCU O Sr. Miguel dos Santos (Mi quelito), proprietário da Fazen da São Miguel, procurou a nossa redação esta semana para denun ciar e reclamar das condições - cm que cotão sendo executados - os serviços de reforma da ponte sobre o. Rio Pir ipucú, na região da Caie iras, que serve à dezenas de propriedades rurais de nosso Município, como as Fazendas Ca racol, Nioatin, Santa Fé da Ta boca, Rancho Caracol, Beira-Rio, são Miguel, entre outras. Alegando que a reforma da referida ponte está sendo feita apenas por dois rapazes, sem a presença do empreiteiro e nem - engenheiro responsável, o sr.Mi guel dos Santos reclama princi palmente da distância que está sendo deixada no tabuamente do assoalho, que em alguns casou , segundo ele, tem uma abertura - de mais de 10 centímetros. Como a madeira utilizada ainda é ver de, qualquer lcigd pode deduzir que a tendência natural é esse tabuamente ceder ainda mais, im possibilitando por completo Õ tráfego de animais pela referi da ponte, que, segundo o propri etário rural, "está mais pare= cendo um grande "mata-burro". Miguel dos Santos disse não saber quem é o responsável pela reforma da ponte sobre o Rio Pi ripucú, nas Caieiras, "não seT se é o DERSUL, a Prefeitura ou uma união de Fazendeiros, só sei que quem quiser passar gado pela ponte, por terra, vai ter que cortar madeira nas imedia - ções e também todos os vãos, se .--=,---------------------~ Homenagem ao Professor $ti-1N à 194 não quiser perder animais que com certeza vão e quebrar devi do ao serviço mal fito que ali está send executado". O Pe - cuarista lembrou ainda que já fazem mais de tres mv+ses que a firma empreiteira está traba lhando na reforma da ponte, só para trocar o talJuamen to, e até agora não concluiu os serviços, 1;egundo ele, parece que agora - faltou madeira e provavelmente os serviços se prolongarão até o próximo mês de janeiro. A reforma dessa ponte tem por objetivo alender os proprie tários rurais daquela região , que pagam seus impostos e geram divisas para o Município, por - tanto, o serviço deve ser execu tado de maneira a atender os in teresses desses produtores para o comento de suas produções, caso contrário, de que vai adi antar rate serviço que, com cer teza, e , t á consumindo el v a d a " quantia em .nheiro. Como .1 totalidade da!.i pro priedades "srvidas pela referi da ponte em reforma, são total mente voltadas para a Pecuária, é nítido e claro que a reclama ção do fazendeiro é mais do aue justa e, como a maioria dos ani mais tocados por terra, são de ano e sobre ano, transportados para engordas cm outras propric dades, fica evidente que o pro blema é muito sério, pois ,esses animais, devido ao seu porte ainda pequeno, tendem a se en - roscar e se quebrar com muito mais facilidade nos vãos da pon te. Com a palavra os responsáveis. a Gamaliel Stumpf (foto), é unicamente reconhecido por todas as pessoas de Bela Vista, como o Professor que mais servi - ços prestou ao ensino da cidade. Conheça um pouco de sua vida na Página/Jt . O CEM.- Centro de Educacão Musical Minai ar 0$ % Um Político Responsável Muita gente se surpreendeu ao sentir a nossa presença no jantar oferecido pelos eleitos foka e Sperafico no Último dia 08 de dezembro na sede so cial do Sessenta Esporte Clube. Comparecemos, prazeirosemente ao local do acon tecimento, por termos sido agraciados com um convi te muito especial do Coordenador da Campanha dos dois eleitos e Vereador Marcos Elias Rios da Cruz, uma pessoa, que pelas suas qualidades, fazemos questão de manter como amigo. Marcos Barbosa, como é ~ais conhecido, é u ci dadão que sabe respeitar a ideologia política das pessoas e não usa o antipático costume do "que nao esta comigo, e meu inimigo!' com alu Companheiros Lamentam Pera do Maestrg Página-06 Prefeitura Munici pal de Bela Vista ECRETO NO 869 DE 12/DEZ/1.994 É muito salutar a gente saber que ainda .exii;tc.n pessoas que pensam e se comportam dessa maneira! Todo mundo sabe que o evento se tratava de uma confraternização sut'l8mente política, mas em comento algum, nos sentimos coco "peixe fora d'água" mesr:,o porque, embora não tenhamos agraciado os dois candi datos com os nossos votos (eu e minha mulher .. ) ne; por isso deixamos de considerar que Moka e Sperafi co, poderão trazer amplos benefícios para a nossa cidade através da Administração do Prefeito Abraão que t.'?lllbém não é do nosso partido, mas que espera _ mos, possa f;;zer nestes Últimos dois anos tudo aquilo que nao foi possível realizar nos dois primeiros. (Glaucy FlÔres) Novo Livro de Receitas da: Casa da Arnizade são con O Prefeito Munici pal de Bela Vista, Es tado de Mato Grosso= do Sul, no uso de su as atribuições legais, RESOLVE':· • Art.Ig) - Declarar Luto Oficial no Muni cípio de Bela Vista, nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro de 1.994, pelo falecimento do Sr. Ganaliel Stumpf. Art.2g) - Este De creto entrará em vi - gor na data de sua pu blicação, revogadas - as disposições em con tr.:irio. - Bela Vista/MS., em 12/Dezembro/1.994 Abraão Aroa acartas Prefeito Municipal CONVIDA à todos para uma apresentação os, organista e tecladista convidados LOCAL: Hotel Pousada da Fronteira • CULTURA DIA: 14/12/9 HORAS: 20:00 Entrada Franc.i. VARIEDADES s aas.$#isas...' ! N • DIA~' 16/12/9~. DORAS~• 20:30 LOCAL~· Grê Otte Italiana mio Pedro Ruffo - VALOR: R$ - 15.00 Desfile e Jantar. Apr. Ga.ragem Confeo;;Ões Já estao à venda o Livro de Receitas. 1.100 novas receitas. Apenas R$ 20.00 cada. Interessados ligar para 439-1410 falar Estela. Sensacional Promoção AGUARDE. NO SUPERMERCADO TIMBIRI EM CARACOL. NA COMPRA NATAL VOCE PODERÁ GANHAR MUITOS PRÉMIOS. APROVEITE! ! DE & Prestando uua horenagerà sua cidade natal, o jovem Ramào Lourei ro inaugurou no Último dia 15/11 em nossa cidade a Lanchonete "De FISH BURGUER", una casa em es tilo Mac Donald's, oferecen do 40 tipos de lanches, 4 ti pos de caionese, sucos natu rais, refrigerantes, Visk;, vodka, cerveja, etc... Neste cês, grande pro noção de fim de ano: junte 10 cupons ga nhe 1 "X-SALADA" - 15 cupons, ganhe um lanche da sua RUA VISCONDE DE TINAY Cem frente à Escol,a Ve ra Guiar?es Loure;r) 1 Prefeitura Municipal de Bela Vista LEI 977 ,' DE. O DE DEZEMBRO DE 199 nt. !a e nio overn mnt fs d curdo eo as priortdduw Conferinla Mui!ctpu.l de Aasistn! Se!al; comple enta ente as a,cus e a regular!zaáo de presta- natureza pública e pr!vala ne c. po de Assistênfa - da população usuária da asoistencla à correção de exclusões constata- 11 t l~ r c é r q d « projetos overn e tabelec!das pl "crla o Conselho Munfc!pai de Auftncla ocIal e dá outras provldnc!as." III- norttzar 0 PrefrIto Municipal de Bela Vista, Estado de Mto Grosso do Sul, ão de serviços de Fa,o aber que a Câmara Municipal aprova e eu sanciono a seguinte Lei: Soclal; Art.I?- Ffca InstItufdo o Conselho Municipal de sttêncfa Social de Nela IV- estabelecer diretrizes, apreciar e aprovar os programas anuais e p} VI»ta -· CM'SIV, observado o disposto no artfzo I6, Ite IV, da Lel Federal n? r!anuais do Fundo Municipal de Ass!tenta Social +MAS, e definir ritrt 72, de 0] de dezembro de 1993, órgão de deliberação coletada vinculado ao de repasse de recuro destinado às entidades não over: ntaís; órpio municipal de Assft@ncla Social, cujos membros nomeados pelo Prefefto - V- apreciar a aprovar a proposta orçamentária de Assisteneía Soe(al pg. Municipal tem mandato de 07(dol) anos, perftfda uma única recondução por - ra compor o orçamento municipal; Igual período. VI- inscrever e fiscalizar as enttdades e organizações de assfstela e Art.2<:!- J Annlotênc:1a Soctnl, dlrcllo do cidadno e dever do Estado, é Po- ctal; 1[tfe de Seyurfdade Soctal não contrIbutiva, que prove os mínimos noc!a!s VII- zelar pela efetivação do sistema decentral!zado e participatlve d realfzada através de u conjunto Integrado de ações de Iniciativa pública e assistência social; d. ooc lcdudc, pnrn garuntir o atendimento às necessidades básicas. VIII- convocar anualmente ou extraordinariamente por ma!oria absoluta - Art,3!-- O Conselho Municipal de Assistência Socfal de Bela Vl,ita- CMASBV , de seus membros a Conferencia Municipal de Assistência Social, qu terá a é composto de 06(wels) membros com seus respectivos suplentes, cujos nomes - tributções de avaliar situação da assistência social e aprovar n6 d!r.-etri não Indicados ao órgão responsável pela coordenação e execução do polítia mu- zeG para o aperfe.icoan:ento do Gistt>oa; nfeIpal de Assistência Social e representantes da r;ocicdade civil cm condiçÔ<?:; IX- fiocalizar e avaliar a estão dos recursos, bem como os anhos soc!- dc paridade como Gegue: ais e o desempenho don progra::i.:is e projeto/; aprovados; 1- O)(três) representantes governamentais pertencentes às Secretarias de - X- propor a formulação de estudos e pesquisas com vistas a identificar - IIBH in tê nela Social, Saúde e Educação; s ituacões relevantes e a qualidade dos serv 1ços de assistência social; 11- O)(trêu) repreRcntanter; de orgnnizações que atuem na :írca de assistên- XI- divulgar na imprensa local do municlpio todas suaG re&olucõc.n, he':1 - e Ja, cHcolhidos n indicados pelo For um de Organizações não Governamentais de COlllO as contas do Fundo Municipal apz:-ovndos; A,rnfotêncin Social. XII- credenciar equipe multiprofissio:101, conforme dlnpões o artigo 20, Art.42- A função de Conselheiro oerá considerada serviço público relevante, parágrafo 62, da Lei ng 8742, de 07.12.93; sendo seu cxercicio prioritário e justificadas as ausências a quaisquer ou- XIII- regulamentar supleentarente as noras estabelecidas pelo Conselho tros serviços, quando detennlnadas pelo seu comparecimento a sessões do Con- Nacional de Assistência Social de acordo com o artigo 22 da Lei Yederal n'.l selho ou pela participação em diligências autorizadas por eote, 8742, de 07.12.93; Art. 52- Os membros do Conselho Municipal de Assistência Social de Bela X1V- propor ao Conselho Estadual de Assistência Social e deais órgãos de Vista - CMASDV, exercerão seus mandatos gratuitamente. outras esferas de governo e organizações não governamentais, progr.:mas ,ser- Art,6g- 0 Presidente do Conselho, solicitará aos órgãos competentes, JO - viços e financiamentos de projetos; (trinta) dias antes do ténnino do mandato, a indicac;ão dos novos membros do XV- acompanhar as condições de acesso Conselho. social indicando as medidas pez:-tinentes Art.7g- 0 Conselho Municipal de Assistência Social de Bela Vista - CMASBV, das; instituirá seus atos através de Resolução aprovada pela maioria de seus mem- XVI- propor modificações nas estruturas do sistema municipal que visec bros e publicadas na Imprensa Oficial local. a promoção, proteção e defesa dos direitos dos usuários da assistência so- Art.89- 0 Conselho Municipal de Assistência Social de Bela Vista - CMABV, cial;· tera a seguinte estrutura: XVII- dar posse aos membros do Conselho Municipal de Assistência Social I- Secretária Executiva; de Bela Visto- CMASBV, a' partir da instalação da primeiz:-a composição; II- Mesa Diretora, composta por Presidente primeiro e segundo Secretário; VXIII- elaborar seu Regimento Interno. III- Comissões : temática e outras; Art.14- Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas - IV- Plenário: as disposições em contrário. Art.92- A administrac;ão municipal cederá o espaço físico, as instalações e os recursos humanos eventualmente necessários à manutenc;ão do funcionamento regular do Conselho. Art.IO - Empossado o Conselho Municipal, como seu primeiro ato e, isto no prazo maximo de 03(tres) dias, elegerá entre seus pares, respeitando o ori gem de suas representações, a mesa diretora. Art, 11 - O primeiro Conselho Municipal de Assistência Social de Bela Vista CMASBV, a partir da dota de sua posse, terá o prazo máximo de 30(trinta)dias para elaborar seu Regimento Interno. _ Art.12 - o_õrgão da administração pública municipal responsável pela execu çao da Assistencio Social, em çonjunto com as entidades prestadoras de servi: ços de Assistência Social, fonnulará o plano municipal de Assistência Social de Bela Vista- CMASBV. Artl3 - Compete ao Conselho Municipal de Assistência Social de Bela Vista- CMASBV: 1- aprovar a Polí;ica Municipal de Assistência Social de Bela Vista em consonância com as diretrizes do Conselho Nacional de Assistência Social; II- aprovar o Plano Municipal de Assistência Social, bem como os prgramas ;t.:.. N d a a E d a T e e T s d o , !Tribuna da Fronteira DIÃRIO REGIONAL FUNDADO EM:• 20/02/1972 EDITOR: Ivaldo Pereira EXEMPLAR: R$ - 0,50 GERENTE COMERCIAL: Maria Estela V~lásquez Pereira ASSINATURAS: SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ubaldino Rodr!.gu<,s REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Luiz K SEMESTRAL: R$ - 45.00 valo e Finnino de Barros ANUAL•:• R$ - 90,00 lo. sã aa s sisas asa' ·os.ores .- V1ADOS À REDAÇÃO NÃO Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - SERÃO DEVOLVIDOS•.• OS 23 - FONE: (067) 439 - 1410 BELA VISTA/MS ARTIGOS ASSINADOS NÃO I ...... " ' "t ""t"" ErETE NECESSAR1AEN SAIS: Jardim, Porto Murtinho, Antonio João , TE A OPINIÃO DO JORNAL Bonito, Caracol! Campo Grande e Correspondentes em Br:s{lia e Sao Paulo Propriedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA CGC-NF - 15.513'.203/0001/90 FILIADO A: ADJORI e ABRAJORI ABRAÃO ARl1JA ZACARIAS - Prefeito Municipal 13ela Vista Novos Tempos r HOTEL BEIRA-RIO Apanamentos com ar condicionado, frigobar, freezer para peixes, barcos, motores e piloteiros experientes. Rua Pedro Celestino, 379 - Fones 287-1361· 287-1359 --- P oro Murunho-MS IVIODELOS HllLUPLÀS APLICAÇÕES PARA BEBER - A ACQUAFIL fornec:e 800 à da para toda a sua residência, portanto, cos terão saber e aroma mais autênticos. PARA SAODE - Azia, má digestão, fementação intestinal e gastrite são males que cer tamente, deixarão de existir com o uso contínuo da água filtrada e declorada pelos,fil - tros centrais ACQUAFIL. PARA COOlNl!All - A_ água puri~icada mantêm o sabor original dos alimentos; de nada adi anta caprichar nas receitas se a água utilizada não for de boa qualidade. MAMADEIRA - As crianças são cais suscet!.veis à contam.inação de.doenças tra.nsmitidas - pela gua. Co ACQUAFIL, o banho e mamadeira do bebê podem ser preparados co ais segu rança. PARA PELE F CABELOS - Ficam mais ~~cios e sedosos Revençiedor' para 10.000 litros/hora de água filtrada e purifica de agora em diante, seu cafezinho, chi e refre_! a .Região FONE': 495-1145 FAX - 495-1115 COM AILTON quando lavados com a água purific.3da Supermercado Timbiri A BRASIL, 1140 CARACOL -- MS r. Projeto Rondo A. idéia que deu certo . .. , Pcpórter dom Diário e Emissora Associado:, cm e pccinl da TV Tupi, por de= ejo e ord m de l!ir;in Chatc! üubriand [ui com uma 0quipe pnrn o Mün,nh00, governado por José Sarrcy, cobrir o - II Projeto Rondon, no ano de 1,969. A primeira cxpo - ri6ncin bcm-auce<lida no gíl nero foi a de 1.967, quando um grupo do Hio cJc Janeiro composto de profes4ores o do univcrcitãrioa decidiu - por conta própria conhecer do perto O!l problemas do Norte do nrasíl. Entendcneo a importância da experiência, o governo - decidira então criar cm 1.9 68, o "Projeto Rondon" omFrEstando o nome do patro no das Comunicações no Bra sil à proposta - e ampliar a experiência do intorcãm - bio cultural e tecnológico entre os Estados {até então os rondonianos prestavam serviços às comunidades de sassistidas em seus própri= os Estados). Como sempre acontecia,da casa de Chatcaubriand fomos para o "campo de trabalho". Além de mim, encontravam-se o excelente cinegrafista Re né Decknes e o técnico Joã; Balbino. Instalamo-nos, com todos os jovens alunos, no 240 Batalhão de Caçadores e logo os pensamentos fluí . ram. Imaginem! Passados ape nas cinco anos do tovi: n,tu de 1.964, 1íderc. de cem jovens se inst, lav. lado a lado, num quartel,di vulgando sobre a revolço, o comunismo, o qolpo mili - tar e uma possível traição constituição do País. No quele lagar, pró e cont as Carlos Lacerda, Magalhãc± - Pinto e Ademar de Barros, - Francieco Juliio, CarloG Prcntco e Marigucln, en rc outros se acotovelavam. A palavra mais comum, na épo ca, não era Constituição, e sim Ato Institucional l, 2, 3, etc. O Brasil vivia com su as cadeias cheias de lide roo que não podiam pensar= diferente que nos quartéis. A violência contra jovens - idealistas de "csqucrda"ern urna realidade. Mas, enquan to o medo, o pavor e avio lência se instalavam no Bra sil, surgia - já diziam ar guns intelectuais { e o Pa is tinha muitos na época) = urna luz no fim do t~ncl. Es ta luz de esperança, de tra balho, fraternidade, ajuda aos menos favorecidos, aos esquecidos do Norte do Nor deste {até mesmo pelos diri gentes militares de então), atrelada à Insd~stria da Seca, chamou-se "Projeto Rondon". Durante 30 dias acompa - nhamos os universitários de espesas com imprensa, sem Comprovantes, leva IC ~ inpujar Despesas le Prefeitos Os ex-prefeitos de Deodápolis Pedro Martins de Bonito e Nnude - mir Xavier, tiveram suas despe - sos com publicações e divulga cões de matêrios cm jornais de seus municípios, impugnados pelo Tribunal de Contos do Estado. Pe dro Martins terá que devolver - aos Cofres Municipais R$ 2.766, 17 (dois mil setecentos e sessen to e seis reais e dezessete cen t.:rvos) e recolher ao FUNTC a - quantia de R$ 265,44 (duzentos e sessenta e cinco reais e quarenta e quatro centavos) corresponden te ii 56 UFERl-tS valor do multa 2 plicado por irregularidade nn Carta Convite e falta de remessa das prestações de contas de sub venções sociais. Já Naudemir Xg vier terá que recolher nos Co fres Municipais o importância de -R$ 2.698,08 (dois mil, seiscen - tos e noventa e oito reais e oi to centavos), nl~m da multo de 30 UFERNS, ou seja, R$ 142,20 - (cento e quarenta e dois re- q ois e vintl! centavos) por emis - são de Notas Fiscais sem data e contratação de Prestadores de Serviços com caráter de vínculo em pregotício. O processo da Prefeitura _de Dcodápolis trata-se de Inspeçao Ordinária realizado no período de janeiro a dezembreo de 1.992. Foram detectadas irregularidades na Carta-Convite n.o 62/92, sem assinatura e recibo da firma; • ,,, * nao foram enviados no Tribunal - de Contas os prestações de contos dos Subvenções Sociais concedidas e despesas com publicação de maté rias, pagas o Empresa Jornalisti= ca e Radiofônico sem que tenho si do comprovado pela autoridade res ponsável, através de juntada de edicão do jornal ou cópia compro vando o caráter infonnnivo, educo tivo ou de interesse público con forme exigência da Constituição= federal. Pedro Martins foi notifi cado pelo Tribunal e não apresen tou justificativos para os irrcgu loridndes encontradas neste períÕ do. - A Inspeção Ordinário foi renli zado na Prefeitura de Bonito, nÕ período de julho à dezembro de 1. 992, Dentre os irregularidades encontradas neste período,pennn - necernm sem justificativas em jor nois locais sem caráter público= e a existência de 108 (cento e oi to) Prestadores de Serviços ei caráter não eventunl, sob subordi nocão hierárquico, carnctcrizandÕ veículo empregatício. Alêm da multa aplicada e dos - despesas impugnados,. o Consclhci ro - Relator Ronald Albaneze re comendou ao atual Prefeito, poro que observe com maior - rigor a Constituição Federal - no que se refere à divulgação de matérias de interesse do Município. .o P, 1o. F. d , doco nt.do o tr do 12 equipe a gn r: .rrcn 'inha ouvido fa! r 'l dentista, um rdico o. d vogado. Diante do tdan - tc, de enqenhria, agronor i e assistência tocial, essa gente se sentia asnada, - al como se fossem "oxrater renos" a "invadir" e.s bar racos, pisando suas palafi - tas. Vi universi ãrios arran car dentes, tra nr canain,d~ belar infecções, ao riais di versas, vi cstud,-intc di7.cr = ao maranhense mais pobre que seu direito maio fundamental não era respeitado. Aconpa - nhei as aulan <le como se constrói uma casa ou um mata douro com um pouco de técni= ca e segurança. Enfim, doco men tci para a minha •rv Tupi o trabalho do 140 joveno aci ma dos atos institucionais~ pois praticavam um ato de bravura, trabalho e dedica - cão aos deserdados da sorte e deixavam à gente pobre do Nordeste a certeza de que nem tudo estava perdido. As lições transmitidas ao maranhense de Bacabal Santa Inez ou Colina foram - tantas, e tão importe foi o alento a eles levaào pelos idealistas e sonhadores os tudantcs de Sãc Paulo que precisaria de uma edição in teira da revista para tudo - relatar. o Projeto Rondon, pelo serviço social humano o efe tivo em favor de um Brasil= tão esquecido,era de tamanha seriedade e patriotismo que jamais poderia ter acabado . Mas acabou e perguntamos: Por quê? Se estava dando tão certo, porque não se trans - formou num ministério ou nu ma secretaria. de Estado, a fim de continuar formando bons profissionais em campo? Tenho um apelo: vamos re viver, em.tempos modernos,; Projeto Rondon. E, para tan to, convocamos os 12 líderes de PR III, hoje doutores,que conosco estiveram no Mara nhão: Iguiberto Filiage,Marí lia Muratori, Mauro Fernan des, Enemincio Borges, Wil - son Lopes, Clóvis Bevilaqua, Francisco Antonio de Cardo - so, Carlos Diniz Moreira Sam paio, Jair Juliano Pozzetti Ciro Massuyama, Evaristo Ra bello e Daves Nogueira de Sa. Vamos todos juntos revi ver o Projeto Rondon, a idé ia que deu certo. FUTURO DO JORNAL ESTÁ NA SUA PROFUNDIDADE Juan Anton o Ciner, Pro e r da Univet sidade de avur a do. editores da newsletter "Irovaciones Priodísties",f ! o p r • n e i r- "'I l ral , . ·trnte do 50 En ntro abordar o tutoro da dia jorn l, de co). obrevIvnc!a frente a "ovas Tecnologqi - as" é um de!cncor dede aae a rpr as jornalísticas sibum reposicionar ses veí culoc irore FCr. O jornais não podem continuar a ser o que fora a é agora, nem continuar queren do imitar a IV. Precisam ser reinventados, enfatizando o que tão e«s rincipois atri bu too: a qualidade e profundidade das in formações, sentenciou Giner, retomando al guns dos tópicos abordados em sua partici pa;ão no sminrio "o Faturo dos Jornais", promovido pla Associção Nacionl de Jor nain (lNJ) e pela FCcl·L.,:5o Nacional do:-i Jornalista□(Fenaj), CL. Bracília, em ngoa- o ltimo. Diante de ur1 p~blico que n5o cotá fani liarizado com questões especificas da mi dia jornal e que vê com fascínio as promeg sas de rápida implantação das autopistas - da informação, Giner foi direto: Nunca oe leu tanto, inclusive os jovens, mas as pCQ soas que abandonam os jornais não os reto mam. "Desde 1,993, se vende mais enciclo - pédias em CD-RO~ que em papel ... Cada cópia de W!l CD-ROM custa US$ 0.38, metade do pre ço de capa de um exemplar do Thc New Yord Timcs". Apesar disso, ele sustenta que o grande concorrente dos jornais são os 90~ das pessoas que n5o lêem jornal algum, o que significa que o problema de cada jor nal nao e tomar os leitores do concorren - te, mas conauistar novos. Os jornais continuam a ser um bom negó cio. Nos Estados Unidos eles obtêm uma ta xa de retorno de 15% mais que o dobro da média de todos os setores, mas na Europa - já existem mais terminais automáticos de bancos que bancas de jornais. Do ponto de vista tecnológico, .-m chip de computador contém 93% de trabalho mental, 5% de manu al e 2% de energia, Num automóvel energia e matéria-prima representam 60%. Num veí Culo impresso, 70% do Custo correspondente à manufatura e apenas 306 ao que o diferen eia de outras atividades industriais, que é a produção de informação. Para professores e consultor esoanhol , não se deve mistificar as novas ttcnolo - gias. "A questão não é como será distribui da a informação no futuro {que será eletrõ nica), mas QUE informação ... ? e os jorna = listas são imbatíveis na tarefa de captar, selecionar e contextualizar a informação. Ele lembra que o melhor jornal do mun do do ponto de vista tecnológico (El Sol , da Espanha) fechou "porque não tinha al ma". a opinião de Ginver, os jornais preci sam de mais talento e menos estruturas ver ticais, devem investir em pesquisa e desen volvimento, em formatos mais práticos .sa papel e tinta que não manchem, notíci~~ - cartas e em qualidade editorial. Fazemos - Jornais faceis de produzir e difíceis de ler, devemos fazer revistas diárias de no ticias. GOVERNO PEDRO PEDROSSIAN ENTREGA IUSEU DE EDUCAÇÃO • Um Museu de Educação Ambiental e uma o- Centro de Visitantes da Reserva.A fi.no.l:.d:, ficinn de reciclagem de papel entregues pe de educativa do Museu será demonstrar co= lo Governo P.edrossian à população, nesta= mo a a d d d coo pre a ora o ho:nem pode prejudi- segu nd a-fcira (12). Os prédios, que inte car o meio n.:nbiente, já que os exmplares - grum projetos do Departamento de Educncão- exibidos forao capturados em aces fisal: Ambiental da Secretaria de Estado de Meio zadoras da Polícia Florestal ou encontra·= Ambiente (Sema), estão localizados na P..e d os por populares, após serem at ropel.a,Jo; serva Ecológico do Parque dos Poderes. =s vias de trânsito. O Museu de Educação Ambi,rntal é o resul PAPEL RECICLADO tado da reforma da "casa do caseiro" a A OFLin i • r c a de Reciclagem de Papel é L·u _ ant ga propriedade rural que deu lugar à tro ,A # # # # # # #»+ + k ± + ± + + ± + 9 + + + ! # # #+ + # # # ## # t # # # # # # ++# t ±++t±±±± Reserva. Na recuperaçao a adaptação do lo- Pojeto voltado para a educação a»ier * A G , f .. cal foram astos CRS 11,6 tIhGes, , mas coo um.a abordagem diferente: z ra 1 • ca * mo•'d~ ~indo vig •nt O i • i d • propoS t n dn Setllll é atender as crinc..-.o5• _. . * - u u e e n nic o o ano epoca e d ,..... -- * d .-. · rentes las escolas públicas - unicipa, . - # " lo convenio realizado pela Sena con o Bae 'd> n+ '<e * * rindus que participou do projeto. - e estaduais -da periferia de Capital, es E dl • tora Ap a * A formncao de u:na consc.iência prt!S<!rva - sinando as praticas. de aproveitámen to a * cionista dos recursos naturais do Estado papel em trabalhos artísticos. e o resgat d hi - i A iniciativa da Se= te,,; apoio de ,. i - * c:s ~ a stor a do Capital são c f un * Já recebemos lindos car-, " Principais propostos do Museu, que man "> que assinou convênio' COlll a Secret.:n:-i., • e."2,""".g""±; ~.. ±sr as«t«tis» sr«vi«a.f "g· tora«tens 4e teus • =eras «. * AV. TRIBUNA DA FRONTEIRA, 564 - CENTRO ; as da antiga casa, construída h elo gz? era utiliza d o pelas crianças. O Gove;., 10 _ '@; @&zjjj-ó- rir e. Esta. , emulo.í,s&is esses v5rtos aias " {Z??"", ?"S,}Pa do rojsre co o sexo #+± ±+±t# #+ ±t # ±###########+###+##########t#+±t± ± tt±±± palhados,representantes das espécies mais .s:tantes, e os recursos hu-- comuns da regino,qu;, hoj.; s~ encontram no ~nos,qui:d• compree~dem os técnicos do Depor nmento "Educaçao Ambiental. - DIÁRIO REGIONAL Opinião SR Poicor?n2... k ou?2,, Que nao no» venha al quém, depois de publicada et matéria a dizer que o que estamos escrevendo e fazendo de forma bem con - ereta era nome da entidade qu diriqiros, que temos objativoo elcitorciroo, Pela experiência e pe - los proveitos que adquiri mos, com uma vasta experi ôncia de vida - que é a me lhor de todas as universidades!- conhe cendo cootumcu difercnteo e participando, juntamente com outroo, de importantes e ventos beneficente e culturaiu, prati - canelo jornalinmo nório imparcial e compe tente, coisa que aprendemos através de bonu livrou o com experi5ncias priticas ao lac.lo do gente que sabe o que quer, fi camos às vezes, constrangidos, quando a}; guno amigou nos impingem·a imagem do ho mem que luta para realizar e fazer alguma coisa - no caso a Cana do Atleta - tendo por trás de tudo, interesses eleitorais, Em respeito aos verdadeiros amigos e especialmente àqueles que nos negam, sis tematicamente apoio, por achar que esta mos fazendo politica eleitoral, pela pri meira vez, resolvemos dar à público uma apologia completa de como pensamos e o que pensamos, sinceramente. Num País, que não dá o mínimo, valor aos Professores e educadores, que são a base da cultura do povo, mas que ganham, com 20 anos de serviços o vergonhoso sa lário de 147 reais... - Num Pais, onde os parlamentares elei tos, usam os caríssimos papéis da Gráfi ca do Senado e o serviço de seus funcio nários para confeccionar folhinhas, Ca - lendários e propaganda eleitoral às cus tas do dinheiro do povo.,., Num País onde isso acontece e que de- pois, os próprios legisladores todos com o "rabo preso" - querem e acabam criando dispositivos para inocentar corrupto .. Num País, em que o povo quer dignifi car com atitudes honestas, mas que é trun cada pelo mau exemplo e pelo comportamen to corporativista dos seus representan - tes .. Num País, que quer punir um ex-Presi dente, para "servir de boi de piranha" , mas cujos "juízes" são mais sujos do que o próprio .. Num País, onde o legislador, sem ter o que fazer para justificar o seu salá - rio alto, tem que gastar papéis para in dicar ao Prefeito a necessidade de colo car "luminárias" na rua do meu amigo ou do seu correligionário .. Num País, onde o Vereador, é privado do direito de apresentar projeto que one re o Município.. - Num País, onde por consequência das Leis, uma Câmara Municipal é um poder "castrado".. Num País, onde as Leis não favorecem as vítimas, mas concedem direitos espe - ciais aos bandidos e contraventores em nome dos "direitos humanos" .. Num País, onde um grupo de canalhas - com objetivos políticos! - promovem inva sões de terras de quem sempre trabalhou para ter uma vida melhor .. Num Pais, onde o pequeno produtor e a pequena empresa encontram apoio nas be - las ~etóricas de palanque, mas na práti ca sao truncados pela burocracia dos ór gãos financeiros .. Num País, onde se financiam, com di - reito a propaganda e estímulos oficiais antenas parabólicas e telefones celula - ' Jotagõ Floren o res .. Num País, onde um Deocleciano de Vas concelos, com mais de 50 anos de traba - lho e de serviços prestados, não ganha na aposentadoria o suficiente para com - prar os remédios que precisa para viver, com tranquilidade o seu ocaso .. Num País, onde a justiça aceita o "testemunho falso", para que calhordas - ganhem causas e satisfaçam seus instin - tos desonestos .. Num País, onde quem atira ladrão den-' tro de casa, tem que "tocar piano" na De legacia do Bairro.. - Num País, onde politico, por ser poli tico e por ter um gabinete em Brasília-; goza de imunidade por seus crimes e seus a tos corruptos .. Num País, onde se troca de nome de rua .e de Avenida, para homenagear paren tes, que nada fizeram de relevante para a comunidade .. Num País, onde por interesses eleito rais o Prefeito tem que autorizar are moçã~ de defuntos, para quem tem auxílio e seguro funeral. • Ser político!? .. Prá quê?. Ftital de Praclar1as Janilde Roa dos Santos, Oficial do Cartório do Pogintro Civil dcota cidade de Dela Vista-MS., FAZ SABER à todos qun to o presente Edital de Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Civil BraGilc_! ro Incisos I, II, III o IV e pretendem - ue caoar: Rubens Janeiro Mendonça e Maria Con - ceição Sanábria, ambos brasileiros, ol teiroo e domiciliados nesta cidade, ele natural de Dela Viuta-MS,, tratoricta , filho de Eleutério Janeiro Mendonça e Fá tima Lugo Ajala Janeiro (a mãe do prete~ dente encontra-se em lugar incerto e não oabido); ela lides do lar, natural - de Bela Vista-MS, filha de José Dionizio Sanábria e Conotantina Méndez Martinez. Se alguém souber de algum impedimento,que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-MS., 12 de Dezembro de 1994 Janilde Rosa dos Santos [iital te Pro.lar ] ilde tosa dos Santos, oriciala do] e >r: ·' dn P"gi'"" ,.o Civil d"-;t CH!/ld., rtr10 "- • +ls de Bela Vista-MS., PAZ SABER a t Tg to o p:c!~~tc Edi:n: de !ro~l~r~n.~~~r= 1 que apresentaram os Documenros ex4g1dos pelo irtigo 160 do código civil Brasilvi; ro Incisos I, II, III e IV e pretendem - se casar: Valdir Aranda Ylorenciano e Maria Re qina Canhete Vogado, ambos brasileiros , solteiros, domiciliados nesta cidade,ele natural de Guia Lopes d Laguna-Ms., Mi litar, filho de Gumercindo Florenci ano e Virginia Aranda, ela natural de Dela Vista-MS., lides do lar, filha c.lc Odilon Vogado e Cacilda Canhete. Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. Dela Vista-Ms., 12 ele Dezembro de 1994 Janildc Rosa doe Santos - Oficiala Edital de Proclamas O Sr. João Amádio Vieira, Oficial do Cartório de Paz e Registro Civil de Cara col-MS., FAZ SADER que pretendem se casar e apresentaram os Documentos exigidos pe lo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro: Abner. dos Santos Godoy e Rosa Maria cãndia da Silva, ele brasileiro, soltei - ro, maior, criador, filho de Wilson Godoy e Nerina Rodrigues dos Santos Godoy, resi dentes e domiciliados nesta cidade de Caracol-MS., ela, brasileira, solteira , menor, estudante, filha de Cícero Clemen te da Silva e Maria Tarciria Cândia da Silva, residente e domiciliada nesta cida de de Caracol-MS. - Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. Caracol-MS., 07 de Dezembro de 1.994 João Amádio Vieira - Oficial MELHORAMENTO GENÉTICO COM EFICIÊNCIA E ECONOMIA i ! . : l .1 WJ.EF,ffl L - 5 A SETE ESTRELAS está à disposição do criador como instrumento eficiente na prestação de serviços em tecnologia de embriões, como: CENTRAL DE TECNOLOGIA Rod. BR 262 - Km 392 - Terenos - Mato Grosso do Sul. Brasil . . ' ESCRITÓRIO CENTRAL Rua Rodolfo José Pinho, 272 - Jardim São Bento - CEP 79.015 Fone (067) 383.5893 / FAX (067) 721.2625 Campo Grande - Mato Grosso do Sul-Brasil ' -i.;- r ..... 0 Coleta, manipulação e trans terência de embriões em do adoras de sua propriedade. 0 Descongelamento, transte rencia de embriões e produ çao de prenhezes, a partir do fornecimento de· e· mb ·-· . noes • congelados pelo criador .. • Comercialização permanen te de receptoras com prenhez positiva de embriões ' tados Impor- s e nacionais, Obtidos através dos -mais • ngorosos programas dirigidos ,de me- lhoramento genético. • Assistência técnica tt perma- nen e ao cliente SETE ES- TRELAS visando à orienta çao correta em todos os as pectos que envolvem . dados, manejo· 9scui para que se po . sanidade bo sa alcançar um m desenvolvi roto sre Es#}?" • _":~~--=~~-----~=-_),~ l,I} 1') ' 1,f', ., 1 • IIDIC DOR/ RFIS SINAL FiSíoterapia e Reabilitação GLAUCELI FERREIRA GODOY FIs!oteapeuta - Creffto -8-8432-F Convêutori: UNIMF.D, BANCO DO BRASIL, TELEMS, FASSINCRA - CONS: RUA 1? DE MAIO, S/N? FONE: 2.51 - 1696 - RES: RUA: DR, ARY COELHO OLIVEIRA, 880 PONF:: (067) 251 - 256) JARDIM - MS Ao d crt.r luro Prcfe or AMALIEL r!as re ata e no di ocfed.de iv! preito de rattdo àquele que de for ada, prestou em v!da relevantes erv! cultura e h hfstr1a de Bela Vota. 1 l .Advocacia R Jose APARECIDO DE OLIVEIRA OAB (MS) 4259 RUA 24 DE FEVEREIRO, 2.101 - c. Postal;J2 FONE: (067) 255 - 1456 FAX: (067) 255 - 1402 CEP: 79,290 - 000 BONITO - MS . Advogados 4 GIL MARCUS SAUT VIU1AR DE ÃVILA CAUSAS C!VEIS CRIMINAIS ESCRITÓRIO: FONÉ: (067) 255 - 1313 RESIDtNCIA: FONE: (067) 155 - 1228 RUA: CEL. PILAD REBUÁ, 663 BONITO - MS JOTACiE NOS BAIRROS Por ocasiõo do cinquentário de Bela Vista,quan do os municípios brasileiros criavam, por imposi= çÕo legal, seus símbolos, suas bandeiras padroni zada e seus BRAZÕES OFICIAIS, o militar e profes sor Gamaliel Stunpf, foi, voluntariamente o autor do projeto que elaborou e ofereceu de presente pa ra o Município o.seu Brazão de Armas, complementa do com uma perfeita e completa descrição de herâl dica. - Profundo conhecedor da matéria, Stunpf deixou naquele trabalho, a marca da sua competência, tra duzindo cm gráficos uma parte da nossa história: Homem dotado de uma exemplar retidÕo de princí pios e.que há quase 50 anos adotou Bela Vista comÕ sua terra, dedicando à ela uma parte da sua vida, o extinto se faz, verdadeiramente, merecedor des ta e de outras homenagens oficiais. A atitude do Prefeitq, oferece .aos jovens a - oportunidade de conhecer um pouco da nossa histó ria, fazendo com que todos se.• lembrem de que o 1rt--f!ra o aprese t aor prevoou Re 1Io onde parfe!par diver ti bem o Pdre i!!in da Ire]a - Advogado $ LAIRSON RODRIGUES BUENO OAB/115 J.050 CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS RUA: Dr. coRR.tA, 380- CEP: 79.280 - oo FONE: (067) 287 - 1129 PORTO MURTINHO - MS ADVOCACIA C!VEL, TRABALHISTA E CRUCTNAL Advogada ~ RAMONA GOMES JARA RUA: MARACAJU, 108 FONE: (067) 251 - 1354 VILA ANGÉLICA - CEP: 79.240 - 000 JARDIM - MS Advogadas VIUiA DA SILVA - VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB: 2573-B CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS RUA:.CUIABÃ, S/NQ CENTRO FONE: (067) 439 - 1290 BELA VISTA - MS Advocacia No queremos emttIr opfnfis pessoal sobre que of mafs convincente no a unto, mero porque, o as unto G btante abrangente. Gtarf,os apenas de considerar que ui do en trev!stados perdeu a oportunidade de ficar calado pois, ao criticar fanáticamente as pessoas qui n1 quele día coeoravam a data da "Virem de Caau C" na vizinha cidade purauata, demonstrou clara mente que a sua reli!à n lhe ensinou a res peitar a vontade oberan d, pessoas, que t o direito de cultuar seus s.os de acordo com o que recomenda a sua crença e a ua f. Como não poderta deixar de ser e até por uma questão de possuir uma cultura mais refinada, O Padru Willinn deu um banho de conhuc1:ncntoo t.:oló gicos. - Ali'.:m de ter sido educado! Vale a pena estimular o radialista Arando Loure!ro pela n! ciativa, que foz coo que Bela V.Li;ta, cr::born p<cqu.!:'._ na, comece a fazer rãdfo de cidade grande. Parnbén3 Ar::iando 111 11 l ! ! l Mas...Segundo o Pedro Pedreira, "rcllgiiio noo se discute, são vários os cominhos que lev11m' n Terra do Senhor, quando percorridos com amor, éti ca, fraternidade e :mor à verdade, todos, todos= são válidos. Discussões separam os homens, dcba - tes sim, mas não debater os caminhos do Senhor". f'. uma opinião . O CICLISTA PRECISA SER ORIENTADO, DR. MARCUS RUIZ RARA! HBARETt DR. HÉLIO RUIZ KARA! TUJHÃ RUA: 14 DE MAI0,470 FONES: 251-1012 ou 251-2424 CEP: 79.240 - 000 JARDIM - MS f'. sumamente necessário dizer, que nem sempre - que os acidentes acontecem a culpa é somente do - motorista. Em muitos cnsos, se formos analisar a ocorrên cia pela lógica e pela razão ;vrui:os unaniman:ente ad mitir que qunndo se trata de cisclista envolvido ii culpa é inteiramente sua. Por não serem regidos por uma lei específica,o ciclista perambula pela~ rude na·contra-mão até mesmo nas avenidas de mão Única. Não t~m a minima preocupação co andar pelo lado direito das ruas, para ceder passagem ao motorista pelo lado esquer do, confomc deteniinam as leis de trânsito. - Essa contravenção acontece a todo momento nas ruas da cidade e em muitas circunstâncias o moto rista - que teo leis à cumprir - acaba se vendo em "mnus lençois"·. A solução para esse problema, poderia ser a volta do emplacamento das bicicletas, mesmo que fossem gratuitas, e somente assim, poder:Lin:os con tar com a possibilidade de acontecer uma orienta= ção a~s ciclistas sobre como devem se comportar no transito, sempre que fossem "regularizar" a situação da sua condução". Seria esta, acima de tudo uma medida simpático e que ajudaria, mesmo os MENORES, a começar a en- ,tender as leis de Trânsito, sem necessidade de di zer qu~ contribui:ia de foma decisiva para ev - tar inume=s tragedias. Se aqueles ã quem compete criar meios legais para resolver os inúceros pro bleas que levantamos através desta coluna, ainda nao pensamos, que tenhao, pelo menos a humildade de aceitar a nossa sugestão e se for preciso • transfonna-la em leis municipais, caso não seja ev:!.dentemente "inconstftuc:ionnl". PI . o o ·Cabeleireiro' CORTE ONISSEX Permanentes, Banho de Br'lh de creme ; ·II 1o, Banho <' - - especial -.:-scova 1 xos, amaciamento j,,' uzes, reflo- - 1n ura. RU : DUOUE DR C AXIAS, 538- PELA VISA/; Empresas do 6 Posto Sher. Jardim "COMPROVE A QUALIDADE DE NOSSOS SERVIÇOS" AV.DUQUE DE CAXIAS. 693 FONE: 251 - 1920 JARDIM - KS FONE: 251 Grupo Sérgi'~ Moretto Auto Posto Lagunão Í EM GUIA LOPES DA LAGUNA, O HELllOR ATFNDIHF.Nro AV.SANrA TEREZINHA, S/Ng 1359 Atendi me n to GUIA LOPES DA LAGUNA - MS Auto· Posto Lagunão II (Antigo Posto Rubào) _ "DESFR' NOSSOS SERVIÇOS ESPEC1.ALl~"1lE RODOVIA BR - 267 - KM 23 ARDI/PORTO MURTINO li Personalizado JARDIM - MS 10'A! ] - k o 1 J t ' ! Cultura & Variedades Companheiros Lamentam Perda da Maestro " A morte de 'Tom Jobim é uma noticia - internacional, Ele era um homem bom, um ho mem simples, uma pessoa que se importava muito com o Brasil, um cidadão que luta va pelo seu país, além de ser um músico exemplar, o maior de todos, meu mentor.Não houve erro médico nesta morte. Mu pai Do rival Caymmi, está muito abalado com a mor te de Tom, Ele□acamavam muito. E, ao cor tririo do que foi noticiado, Tom foi aos - Estados Unidos para submeter-se a uma se gunda operação na bexiga, de onde extirpa ra um tumor há um mês. Foi uma fatalidade. 1gorn, memno com nua morte, o show deve ' continuar. Ele era alegre, brincalhão , e não gostaria da tristeza que toma conta de nós neste momento. Ele descuidou-se um pou co da saúde, por conta da bebida, ao con trário de meu pai, que conseguiu lidar me lhor com isso". Danilo Caymmi "Quando soube da noticia, achei que era um trote. Tom Jobim era tão grande quanto Villa-Lobos. Sua perda não pode ser aferi- Palo Mirili Morte do R?ai à Falalitale A familia de Tom Jobim negou ontem a hi pôtese de que a morte do compositor tenha sido em decorrência de um erro médico. O - boato foi levantado ontem devido à morte - súbita do maestro, após uma operação apa rentemente bem-sucedida na bexiga. "Não sei de onde tiraram essa história", afir mou Paulo Jobim, filho mais velho do maes tro. "A operação transcorreu muito bem,mas sobreveio uma parada cardíaca", contava a mulher de Tom, Ana Jobim, ao amigo Alberi ço Campanha, dono do restaurante Platafor ma. Paulo Jobim afirmou que a familia está espantada com os boatos. Segundo ele, o mé dico que operou o maestro, Warren Weber, e VEM 1 DO A autobiografia de Anthony Quinn, a obra completa de Eça de Queiroz e o novo livro de Nélida Pi non são alguns dos - títulos que serão lançados na VII Bie nal Internacional do Livro do Rio de Ja neiro, em agosto do próximo ano. AO ofi cializar o evento, o Presidente do Sindi cato Nacional dos E ditores de Livro (SNEL), Sérgio Macha do, prometeu trans- formar a Bienal na - maior atração edito rial do País. A últi ma edição, realizadã ano passado, bateu - recorde de público e de vendas: mais de um milhão de· pessoas visitaram a Bienal e 2 milhões de livros foram vendidos."Que remos superar esses números em 1995", a firmou Machado. A dez meses de sua abertura, os or ganizadores da VII Bienal Internacional ao Livro 5á vender"" mais de 70 dos 1 mil metros quadrados do Pavilhão de ExpO sições do Riocentro, na Barra da Tijuca onde o evento será - realizado. Ano passa do, 330 expositores participaram da fei ra. A estimativa é - de que em 95 esse nú mero seja de 420 edi tores. Portugual vol tará a ocupar o maior estande da Bienal com 400 metros qua drados. Os maiores - estandes brasileiros serão representados pelas editoras Nova Fronteira, Record e Ediouro. Em 1993 a Bienal movimentou US$ 30 mi lhões entre vendas - diretas e indiretas. ---~---~ ·------ ----------------------- --------------------, , FRASES DO TOM "Eu quero morrer em português". #tt da em palavras". Baden Poell, compositor. "Não entendi nada do que aconteceu. Tu do que eu fiz foi para ele. Todas as músi cas que cu faço a para ele". Chico Buarque de Holanda, compositor. "Parece que de ontem para hoje passou muito tempo. Eu me emocionei muito no show quando cantei uma múaica do Tom. São mui tas lembranças". Caetano Veloso, compositor. "Perdi uma parte minha vida. Com a morte de Tom foi um pedaço do meu coração. Estou órfão". Cica Guimarães, atriz. "Ainda não me recuperei. Estou sob efei to de forte emoção. O Tom foi uma grande : perda". Nana Caymmy, cantora, "Vim aqui dar o meu adeus ao Tom. Tom - que Deus te proteja aonde voco estiver. A melhor lembrança que tenho dele foi quan do desfilou na Mangueira. Ele respirava a legria". Dona Neuma, da Mangueira. de total confiança. "Ele sempre foi muito bem atendido em Nova York" .. E acrescentou: "A morte foi uma fatalidade". De acordo com a versão de Paulo, que estava com o pai quando aconteceu a repentina parada cardíaca, Tom foi imediatamente levado p~ ra a UTI do hospital, onde sofreu urna se gunda parada, dessa vez fatal. "Tínhamos consciência dos riscos inerentes à cirur gia", admitiu Paulo. "Tudo aconteceu muito· rápido, ainda não encontrei explicação",di zia Ana Jobim ao amigo Alberico. "Só sei: que ele não queria morrer", lamentou . (Roberta Jansen) 1 BIENIL O RIO "Não temos dúvidas - de criar um espaço - que na próxima edi- alternativo para a - cão estes números se Bienal do Sebo. "Se rio bem maiores", a: ria uma maneira inte firmou Sérgio Macha- r'essante de vender: do. O editor infor- livros mais baratos" meu que a VII Bienal afirma. ' manterá o mesmo mode Outra novidade é lo da edição anteri= o projeto "Aprender or. 95 - Salão Internacio Seminários, pales nal do Estudante",um tras, tardes de autÕ corredor cultural grafos, lançamentos- que será montado no de livros, ativida- Riocentro paralela des infantis e a en- mente à Bienal. o trega do Prêmio Jabg projeto reunirá cur ti, que premia diver sos, centros de pes sas categorias. Alem· quisa, entidades in disso, o presidente ternacionais e esc§ do SNEL está estudan" las. to· a possibilidade - (Agência Estado). "o vento está descabelando as árvo res"(Jobim disse a un psicóloro). "rvo re não tem cabelo" (respondeu o Psicólogo) "E tem gente que não tem poesia (respon deu Jobim). "Trabalho muito mais do que mereço" - queixando-se dos que diziam que conpu nhe pouco nos últimos tempos. ...... "Aqui no Brasil sou branco, mas nos - Estados Unidos sou moreno. No máximo, no máximo, branco mediterrinco" "Um dia, fazendo um show ecológico nos Estados Unidos, um cacique americano olhou para mim e disse que ou era índio. Naturalmente. Minha familia é de origem francesa, e os franceses eram muito es pertos. Matavam os índios, mas não mata:j vam as índias. Elas tinham múltiplas uti lidades" - "Morar em Nova York é bom mas é uma merda. Morar no Rio de Janeiro é uma mer da mas é muito bom" "Pragmaticamente, ter nome pequeno é muito bom. Nome grande como o meu, Anto nio Brasileiro etc., não cabe na placa - padronizada dos troféus onde se grava no me dos premiados nos EUA" "! engraçado como o Brasil só adora os perdedores. O Brasil, para ir para - frente, precisa aprender a amar o Pelé" *** "Dizem que adotei o nome de Tom para ficar americanizado. Mas Tom saiu de uma canção de_ninar que mamãe cantava para - minha irmã Helena: no refrão tinha ton, ton, ton-ton. Ela nao sabia dizer Anto nio e eu virei Tom. Americano é O Frank Sinatra, que na verdade é italiano" *** "Aliás, eu sou o Tom-ma mais Toma-ma um chapinho" ttt um, o "Minha obra é um canto de louvor ao - Brasil" *** _"Disseram que Garota de Ipanema era - Plágio de Caravan, do Duke Ellington . Nao e_verdade, mas eu fico muito orgulho so. Poxa, Duke Ellington é O máximo" ttt "Agora eu vou tocar uma musiquinha no va que eu fiz com este menino, o Chico - Buarque' pegou a mania dos diminuti- vos de Vinicius. Disse a frase no último show e a música tinha mais de 1O anos. ----===-------- LER É CULTURA =--------------======- L V R O S • V E N D I D O S 1- Na Margem do Rio piedra 2- Nada dura para sempre 3- As Walkrias 4- A perseguição 5- 0 Alquimista 6- Tudo pela vida 7-- Brida 8- A corrida pela herança 9- Do amor e outros deônios 10- O selvagem da ópera M A I S 1 NÃO FICçAO Paulo Coelho Sidney Sheldon Paulo Coelho Sidney Sheldon Paulo Coelho Daniela Steel aulo Coelho Sidney Sheldon Gabriel G.Marquez R.Fonseca l 2 3 7 6 5 8 17 10 76 10 117 4 82 8 12 6 I- OLho Mágico II N.E.Thing Enterpr!ses 2- OIho Mágico N.E.Thing Enterprises 3- Olho Mágico III 4 u, N.E.Thing Enterprises - "inutos de Sabedoria Pastor! 5- Alas caa1fsices 6±a'~, 6- o sucesso Não ocorre por acaso ta ","-rio 7- Chato, o rei do Brasil F.Mora' "iro 8- Cruzando o limiar da Esperança J p 1 9 L • ou o II - .anterna na Popa Roberto Campo 10- co=unicacão G1oba1 Lair Ri;[" PERIODO DE VENDAS: cultura 22/1194 a 29/11/94 - Brasiliense: 24/11/94 a 30/11/94 Saraiva: 22/11/94 a 28/11/ 94 Ediouro: 18/11/94 a 29/l1/94 • Levantamento: infcr.Estado. Data do levantamento 7/12/94 1 l 61 2 18 5 2 3 97 4 25 8 120 6 17 7 2 10 7 - 90 "" ORIENTIDOR CO .IIL > , Drogari Santo Antonio Com duas para Melhor. Servir Atendiment , 1 1 /je Prime_ira .. Qualidade ......... • . • ' AV•. DUQUE DE CAXIAS, 505 FONE: 251 - 1091 ********* AV. 11 DE DE0EMDRO, 63 FONE: 251 - 1341 Jardim lfCDNSTR nrnt1t11tJJ1 :;o 'ROPFM/ TS1 fit ESTRELI tos, ferraens, madeira . forros, pi!-;orJ, n1.ul .... ju •• m11terlalu elétrico•,, hl ,_ dráullcos, <!te. ROA:· ALVAJll:S CABRAL,! !OI BAIRRO AN'l'ON!O .JOJiO FONe: 4J9 '- 1795 .. BELA VISTA/MS $ Melhor ta Região l Elocart Fábrica de ·Blocos e Bloquetes LAJOTINHA PARA CALQADAS o .. 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Myr fnho, calvo, olho mfúdos mnan extremamente lúcido em eu retorno ao paur;ndo, v lvc hoje com a uegundn mu - Iher, numa cana ampla, na qual n eo tanten repleta de livro constituem o malor referencial das memória de se homem metódico com quem não foi ficIl marcar uma entrevista, devido a os compromissos que Incluem Idas per manente a uma fazendinha de nua pro pricdnde. Meu nome é Gamnlicl Stumpf, Nasci cm Juiz de Fora no dia 19 de junho de 1.909, vou fazer no próximo mês seten ta e nove anos que estão cravados em minha pele, em meus ossos. Sou filho adotivo de Antonio Stmt>f e de Catarina Reis Stumpf, naturais - de Juiz de Fora, como eu, já faleci - dos. Meu pai era mecânico encarregado da Oficina mecânica da Companhia Mi - neira de Eletricidade, em Juiz de Fo ra. Foi um dos construtores da Usina dos marmelos, que foi a primeira usi na hidroelétrica da América do Sul. MLnha mãe era uma alemã fazedora - de pães, Gostava de fazer um pão que eu, quando guri, saía entregando a seus fregueses certos. Me considero a lemâo, originário da Alemanha, porque, afinal de contas, vivi os quarenta a nos com essa família. Nessa idade é que fui conhecer minha verdadeira mie. O encontro foi acidental. Eu estava servindo o Exército cm Santo Dumont , quando o pai de um cabo, que tinha vindo de são João Del Rei, contou-me, casualmente, que por lá ,uma família de sobrenome Silveira, andava procu - rando o filho, que 'há quarenta anos , fora entregue a uma família de Juiz de Fora. Tive logo o pressentimento de que se tratava da minha pessoa. O primeiro encontro com mamãe foi excepcionalmente carinhoso. Assim que nos vimos, nos abraçamos. Eu ti - nha uma idéia de que era de são João· del Rei, vagamente pensava em meus verdadeiros pais, mas a emoção de en contrar minha mãe superou todas as ex pectativas. Minha infância foi a melhor possi vel. Como filho adotivo tive tudo o que um filho verdadeiro tem direito - ou até mais. Fiz jardim de infância numa escola alemã de Juiz de Fora, de pois fui para o Colégio· Mine:l,ro que já desapareceu e de lá ingressei no Instituto Grambery de Juiz de Fora , onde cursei todo o primário da primei ra à quinta série, com todas as despe sas pagas por meus pais adotivos. Õ Grambery é excelente escola de origem protestante que pertence à Igreja Me todista de Juiz de Fora e à Igreja Me todista do Brasil. Naquele tempo ali funcionavam todos os cursos superio· res da época, inclusive a Escola de Odontologia e o Seminário Metodista. Aprendi a ler, pelo método da sole tração, numa cartilha que trazia as sílabas separadas em preto e vermelho, era a famosa cartilha de Arthur Th - re. Não tenho recordações precisas de teu curso primário, anão ser da pai - xao que tive ainda guri, no Colégio Mineiro, por uma moça muito mais ve - lha que eu, que frequentava o curso superior e da qual guardo até hoje 0 retrato, Teminado o primãrio, trabalhei. em várias firmas de Juiz de Forn, até re solver sentar praça, como voluntário porque já tinha o tiro de guerra 11.' Foi uma decisão acertada que me permitiu fazer· o Curso Regional de Aperfeiçoamento de Sargentos cm Belo Horizonte, com direito à. sair como O ficial de reserva. Hoje sou major re formado, o que não vale nem de bucha para canhão. PrL-neiro servi cm Santos Dumont,no Rio de Janeiro, no 2g batalhão de car ros-de-combate, depoi fui transferi- precisava. Ira u tempo d!ffcfl, r do pura a unfdade de cavalaria de e- cado pelo conforfsmo. Os professores la Vta, ganhava pouco, as coo era Ideals Ao chegar aqui, Dr. Rubens de Cus- ta, não reclamavam, não faziam mov - tro PInto, responsável pela Campanha mentos para elhorar o padrão dos ven dos Educandárfos Gratuitos em Bela cimento. V os anos passar com os Viota, convidou-me paro lecionar no Professores, vivendo dentro das lfm!- Ginásfo, AbrI logo o Jogo com ele: tsçdes de seus pequenos salários, a - "Doutor, no tenho curso algum, pertando-se num orçamento estreito , não er os que fiz no Exército, mas que só cobriria as despesas essencfa estou pronto para ajudar no que for Is. Fuf apenas professor: um profes - preciso", Ele nen quis ouvir mais na- or dos velhos tempos, estudioso, au dn e oBnim comecei a lecionar na Esco todidata, preocupado em adquirir os ln pertinho do Correio, sob a direção conhecimentos que me faltavam. Não ti da Professora Ester Silva. Naquele- ve funções gratificadas, não ocupei: tempo ela já era uma mulher madura - cargos de direção, Estava sempre d1s mas enérgfca o suficiente para in - ponto a servir, tanto que durante lon fundir nos alunos oo princípios de nu go tempo cuidei da biblioteca do Gln~ toridadc que hoje não existem nnls. AÕ aio Bela Vista. - morrer com maia de 90 anos, ce8a e en Gerações de alunos passarac por trevada, deixou um exemplo de dedica: mim. Alguns que hoje ocupam cargos im cão ao ensino de Bela Vista cujae ge- portantes na municipalidade, qunn~Õ rações alfabetizou e ensinou a viver, me encontram, gostam de recordar as dentro da moral e dos bons princípios. brincadeiras que faziam nns minhas nu Bem, fui lecionar no Ginásio Bela. las coisas sem importância, como por Vista, hoje Escola de I? e 2g Graus - exemplo esconder meus objetos pessoa Castelo Branco. Como disse, esse Giná 1s. Eu não os levava muito à sério elo fora fundado por Dr. Rubens de às vezes nem percebia o que estavam Castro Pinto, como remanescente da tramando. Campanha Nacional de Educandários Gra A disciplina naquele tempo era mui tuitos. Fiz atê a letra do hino do gi to exigente, hora da aula era hora da núsio, aproveitando a música do hinÕ aula, recreio era recreio e se eles do Instituto Grambery de Juiz de Fo - queriam misturar as coisas a gente ra, Foi aí que senti despertar minha chamava atenção e tudo terminava bem. vocação de Professor, numa época em Durante as aulas não havia essa histó que Bela Vista não tinha luz, não ti- ria de papo do professor com o's alu: nha telefone, tudo era escasso, exce- nos, a aula era sagrada. No recreio to a vontade de trabalhar, de coope - tudo mudava: o professor brincava com rar que não faltava nos professores, os alunos, todo mundo caçoava, quebra Eu mesmo, além de professor, era vam-se as barreiras. - ajudante do Diretor, sem receber ne - A princípio as classes das meninas nhum salário pela segunda obrigação. eram separadas dos meninos, depois As aulas eram dadas com lampião, ao eles passaram a ser mistas, com uma muito depois é que foi instalado na fiscalização permanente do comporta - cidade um motor a Óleo diesel que me- mento dos alunos, embora isso não fos lhorou a vida da Escola. se praticamente necessário, p~rque- Começamos, dando aulas, sem nada de minha parte, nunca notei abuso receber. Os educandários eram gratuí- qualquer. tos e, quem lecionava, conhecia a co Desse tempo todo, ficou uma grande ta de sacrifícios que lhe era exig:lrlâ: amizade que me liga aos alunos para sabia que no fim do mês só contava - ~~mpre. Cada vez que um deles me com. a satisfação do dever cumprido. Só di " - - na rua, z, professor, o senhor depois que Dr. Rubens de Castro Pinto 1 b se em ra daquilo" eu sinto que a épo assumiu a Secretaria de Educação, no ca maravilhosa de minha vida fo! meu Governo de Dr. Fernando Corrêa da Cos d tempo e professor. Essa oportunidade ta é que todos os Professores foram d nomeados. eu evo ao Dr. Castro Pinto, que _ introduziu ao ensino., Na direçao, Dona Ester Silva tinha uma boa ajuda de Dona Clotilde de Cas Uma das coisas de que sempre gos - tro Pinto, esposa do Dr. Rubens. Le: tei foi cantar. Tinha prazer de ensi cionei desde o início diversas disci- nar aos meus alunos o Hino Nacional o li . da República, o da Independência. C~m P nas: Desenho Geometrico, Educa - cão Moral e Cívica, Organização Soei- pus também várias canções que passava Í aos alunos no intervalo das aulas. Can ale Pol tica e atê Geografia, quando P f tar era a grande distração da época. o ro essor faltava. Sou fanático por H livros, sempre gostei de me rodear de oje, muitos anos depois de ter i 1 • conseguido a aposentadoria, costumo enc..c..opedias, tratados de Geografia, ir ao Colégio Castelo Branco, só para Historia, Portugues, de modo que nun- f 1 repassar com os professores o Hino Na ca me atou material para preparar - cional, o hino do colégio e outros H minhas aulas. Hoje, com tantos traba- lh nos patrióticos, que estão caindo no os de pesquisas que os professores li i esquecimento. Depois, os professores so. .c tam, sem pensar que em Bela Vis me dão acesso às aulas onde também re ta nao temos bibliotecas, é a mim que cordo com os alunos os mesmos hinos. os alunos procuram. Bem, havia no Gi- Quanto à parte cultura, é preciso nasio Castelo Branco uma biblioteca - muito boa mas, com o tempo, os livros ~embrar a _grande distância que Bela foram sumindo, nesse ista esta situada dos grandes cen - processo de deca tros o que nos mantém afastados dos dencia cultural, que foi t d - oman o con- acontecimentos. Antigamente ainda vi- ta de muitas escolas brasileiras. Mi- nham aqui algumas companhias teatrais. nha biblioteca, modéstia a parte, tcJ hoje nem isso temos mais. prestado bons serviços aos alunos da- Bela Vista é uma cidade fronteiri qui. Embora fosse professor leigo , ça, o Paraguai está pertinho, basta lecionei diversas matérias em cursos cruzar o Rio Apa. De lã vieram as mi de segundo grau. Assim que o curso de sicas, a dança, os ritmos. Nos bailes Contador foi fundado, fui um dos pri- daqui llá sempre a presença da polca , meiros a ser chamado para colaborar. dos chamamé para animar. Alguns alt - Trabalhava no Exército mas o Comandan nos p 0 araguaios estudaram comigo, te como era amicíssimo.do Dr. Castro maioria já dominando perfeitamente Pinto, sempre me liberava para as au- português,·de modo que nunca tive las, era sua maneira de colaborar com'problemas de comunicação por barrei - (Do Livro "Memória da Cultura a implantação de novos cursos em Bela ras de língua. Apesar da política te ' Educacão e Mato Grosso do Sul" Vista. Saía do quartel, dava minhas - sido uma das'grandes influências do Maria da Glória sã Rosa) aulas, depois voltava e continuava ~ t:----------------------------------------- meu trabalho. Assim, passei mais de · trinta anos no ensino de Bela Vista. Minha memória está ruim para datas mas sei foi emmil novecentos e seten ta e poucos que caí fora do ensino porque já havia completado o tempo da aposentadoria. Lecionei mais no per!o, do da noite. Mais tarde quantia não ti , nha mais serviço no quartel, dediquei: todas as minhas horas disponíveis pa- . ra o ensino. O salário de professor era peque - ~no, como ainda é até boje. O que me sustentava mesmo eram os vencimentos : (Professor Stumpf) de militar que me permitiam dar conta. _ da família e comprar os livros de quO!_ i --------------------~-------------------- ve me ensino do Estado, mio onheo nír em Bela Vista que t!v e sido afasto do de seu carro por questóe dessa turra. Dona ister Silva evpre tra, Ihou em política, fazia apanha pue eus candtdatos, ma apesar dl so nu ca foi de !t!da. Saiu do magtstérfe quando e aposento.. Hoje é no:e d escola, co Justo mereciment . Se casado, mas estola me diverctando de rInha primeira mulher, com a qual te-. nho quatro filhos: uma fIlha de $7 anos, um filho de 55 anos, outra d 53 anos e outra de O, Com !nha tu al companheira, co quem vivo hi tr! ta e sete anos tenho duas f!Ih que moram e São Paulo, As duas, bem situadas na vida, Ji me deram netos - que tambén tem bons empregos. MInhg pria:ef.ra oulher chan.1-sc Rosalina Mo reira Stumpf, conheci-a numa estação zinha de Juiz de Fora. A cor.ipanhelrn atual chama-se Bernardina Escobar Fer nandes, depois de 36 anos Juntos, va mos finalmente legalizar nossa situa 'ção. Os filhos de meu prineJro casa - mento, vêm sempre aqui, dão-se até de mais com a criatura com quem vivo. - Nenhum de meus filhos é professor. Não transmiti a nenhum deles a heran a do ensino. A escola de tempos atrás era muito mais eflciente. Com rar!ssi mas exceções, os professores tinham Ü ma dedicação bem maior ao ensino qu; os de hoje. Preparavam com maior cari nho as aulas, transmitiam melhor a m; téria e não ficavam passando esses trabalhos de pesquisa, como fazem os de hoje, que exigem tarefas, que de - pendem de bibliotecas que não temos. Se não fosse essa quantidade de 11 vros que adquiri, através dos anos - não sei como os estudantes de Bela - Vista se arranjariam. Gostaria de do3 los à cidade, até já pensei nisso,mas tenho uma filha que trabalha na USP e é para ela que essa biblioteca vai re verter. Enquanto isso vou consultando de novo esses velhos livros, a Enci clopédia Barsa, a Miramar. Estou aju dando um aluno a fazer um trabalho so bre a Princesa Isabel, forneço todo; material, leio o trabalho, depois de pronto, e faço a revisão. Aposentei - me em 1983, depois de J3 anos de tra balho. Mas dar aula é ura cachaça, um vício que os anos não diminuem, tanto que estou sempre no Ester Silva, no Vera Guimarães Loureiro, dando minha contribuição. Recebo apôs trinta e tantos anos no magistério cerca de de zoito mil cruzados, o que não dá para as despesas essenciais. O que me sal va é o soldo de Major do Exército co~ o qual sustento minha família e ainda economizo, tanto que ainda envio d1 - nheiro à minha filha, que é viúva, e a irmã que vive em Tiradentes, Minas Gerais. Não me sinto esquecido, inútil, c~ mo a maioria dos aposentados. Faço discursos nas Escolas, no Quartel, no Rotary Club. Sepre e convidam para falar nessas solenida - des. Quase não saio daqui, a não ser, muito a contra gosto para visitar me us filhos·em Juiz de Fora. A Divisão do Estado aconteceu, sem que eu tivesse percebido as rudan as, que ele acarretou. Bela Vista não é meu torrão natal, mas é minha terra de origem ã qual me sinto tão ligado, que nas· viagens fi co ansioso para voltar logo, rever minha casa, meus amigos, as coisas - ª que fazem parte de minha vida. o - NA ME SINTO ESQUECIDO, INUTIL, COMO A MAIORIA DOS APOSENTADOS e da de Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1584_10_12_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1586_15_12_1994 Voltar para a lista de itens