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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1700_27_01_1996
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•• TRIBUNA DA FRONTEIRA
BELA VIST A/MS ANO: XXIII Nº 1.700 27 DE JANEIRO DE 1.996 .. EDITOR: IVALDO PEREIRA R$ 1,00
BREEI7IIJT
Os candidatos a candidatos a Prefeito
Em todas as pesquisas
realizadas cm nossa cidade,
' G.1rib,1ldi d11 Rosa Neto pponta
em primeiro lugar, é o
preferido da população para
suceder o atual Prefeito Abmilo
Annoa Zacarias.
'.
J
G..'lrih.aldi ti a Rosa N cto
Segundo informações,
Garibaldi _agiu de maneira
correta ao desligar-se do PTB
e filiar-se ao PFL. ão há
impedimentos à sua
candidatura, aguardando-se
apenas a decisão do Juiz de
Direito da Comarca, com
certeza Garibaldi será mcsmo
o candidato do PFL à chefia do
Executivo Municipal.
Comentou-se que ele e
vanos companheiros não
teriam seguido os trâmites
Foi inaugurado ontem.
cm Caracol, o llospital Rita
intonia Maciel Godoy.
O Hospital construido
pelo ex-Governador Pedro
Pcdrossian e equipado pelo
atual Governador Wilson
Martins conta com 13 leitos
e seus respccti vos berçários.
03 apartamentos.
atendimento clínico.
cirúrgico e pediátrico.
.
)
--
legais, comunicando à dircçilo
do PTB o seu desligamento,
com isto teriam dupla filiação.
Segundo informaç11es isto nào
ocorre, pois o l'TB não estava
com o seu Diretório fomwdo.
Os atuais dirigentes do Partido
dizem o contrário, por isto o
impasse, que scni decidido pelo
MM Juiz de Direito da Comarca.
A verdade é que
Garibaldi é, realmente, o
primeiro_ nas pesquisas.
Jovem, significando
mudanças, Ricnrdo de Souza
Rosa. "GÃO" é o candidato do
PTB, contando com o apoio do
ex-Governador Pedrossian.
llicani!ldcSouza Rosa "GÃO"
Para os petebistas
existe a possibilidadt: de
coligação, desde que
Ricardo Rosa (Gão) esteja
na cabeça de chapa. Ou seja.
ele nilo abre mão de sua
candidatura.
Temos cm Dela Vist:1.
também, um impasse no
PMDB, são quatro
candidatos a candidato,
FERNANDO ELIAS.
FER ANDO JORGE,
NÉLIO DIÓRIO e
MARCOS DARDOSA.
I
(
(
. '
1 1
-4
...:.
Fernando de Freitas Eli;
O PMDI), segundo o
Deputado Waldcmir Moka.
lançará candidatos cm todos
os Municípios.
. -
Mimos Elias Rios <.l;ú:tz
No PSDD · tambén
11:mos quatro candidatos n
candidato, GERALDO
PINIIEIRO MURANO,
RONEY MORAES
Baile do Haway na reabertura
do Ctule Esportivo Belavistense
SIMÕES, NEOO
/ ACARIAS e ILDEFO SO
l'l IIEIRO. o partido. hoje
um dos mais fortes na
região, segue as
di:tcrminações dos doi,
li,.krcs no Estado.
ROIIER /'O ORRO e
L.'DIO COELHO.
Poderá haver uma
coliga~;io do l'SDI3 com o
J>FL. mas não está
dcsearta1a ,1 coligação com
o PMDII, nessa "salada",
com todo, os ter.peros.
nada está dccidido, silo
apenas conjunturas e
especulaçes. Candidatos
mesmo. em Dela Vista, hoje, são
G:uihaldi e GJo.
Vamos ter surpresas
durar.te o processo de indicações
de andidatos pelos demai
partidos. quem viver ver:'t
--,--::--
Roney Móraes Simões
inaugurado Hospital em Caracol
(.João Carlos Vcl:lsqucz) .
l
:)a
n
rr
d
;al
O Clube Fportivo
Belavistense promov· hoic à
noite, a partir das 23:0l' lwr.,,.
o tradicional Baile d0 llav. .iy.
com animação da Ban ·.,
Musical Andorinh.1,
promoção marca a rea',atu11 1
oficial do Clube à sociedade
bclavist,cnse, após vátio, anos
de inatividade deste qe a toi
a!l'
±v o%
Ln
ir°
es%,
s
',eo
=0F'
l1
o mais importante palco de
randes eventos promovidos
em nossa cidade.
Sob a presiuénea do
Bioquimico oliman
Tehichrane e contando com
uma Diretoria parvpativa e
interessada, o Cube Esportivo
belavistense passou por uma
fase de revalização .. e
l'l!struturaçà0 du!llnte todo o
ano passado, hore, totalmente
de cara nova, com todas as suas
instalações cn, í'.:rfei tas
COndições, o Cluh: rc~bn: suas
Portas com a realiza;lo do
llaiie do Haway e d:i o primeiro
Passo para voltar a upar o
lugar de destaque que merece
no seio da nossa juwntudc e
de toda a nossa comunidade.
Pela scril':hdc e
compcti:acia da s·J:1 Diretoria..
temos certeza que o baile de
reabertura do C'bbe Esponivo
elavistense s:ri coroado de
Pk'no êxito. n,e,,mo porque o
·dado belasvistens: que se
PTl:1a nãu poJc deixar de
--- --------- LU3 ÉS??H? E;Li$Ti ••
"
[ili o F
ooasa
.. --- ~ ...
•
O noso Clube Bela istcnse reabre suas portas hoje a noite
prcstigrur tuJt> esse trabalho.: deixarem o Clube cair no bastante acessíveis, o
dedicaçã1, das :,cssoas que se esquecimento e no abandono bclavistensc espera por você.
p r o 11 t i f ; e a r a m definitivo. maiores informações pelo
voluntariannte, a não Com mesas a preços Telefone 439 - 13jo_
r
°
í
. ;
Deputado Estadual Waldcmir Moka
Esteve presente o Centro Cirúrgico, necessários
ccrctário de aúdc do Estndo para cirurgia em geral e ainda
Dr clson Tavares; Deputado todo os equipamentos para a
.. Dilso Sperafico e D..:putado sala de parto e para o
.. __ ;:.:~_:.=:::::_=:=J:;;;;;_.;_ Moka. além das autoridadcs atendimento na enfermaria.
=- locais. O Prefeito de Caracol
egundo o Dcpt.tado pagará 17 funcionários, entre
Moka.. "o Hospital contará ,·cm eles 04 enfermeiros e' uma
--~--,---,---,----,-- o atendimento de 03 médicos atendente por 90 dias, para o
e esses equipamentos qu:: funcionamento necessário do
foram adquiridos são para o Hospital.
Sdney unes Leite
A população bela-vistense, forme já foi amplamente divulgado na
imprensa, foisu(preendiqa por Ull'.õ eriJrúxula Tara de Reaviso de Venciínentr
de Conta cc!Jrada peCJ 'ENERS/Jl e aesar das erplicaçães úa empresa,
creip que o assunto merece outms comentánàs. Página· 08
vemoten
acalmara
fome do
Servidor
com um
Grito de
Carnaval
4ln3
Í' ~ . A primeira Diretoria li-:ou as.~im constiruídx
Presidente - Maria Antonieta Solaris
: •, Vice-Presidente - Therezinha Ajala Godoy
. 1 ° Tesou'rei1 o - leda F~rçandes Rodrigues
2° Tesoureiro - Odethe Óristian
1 ° Secretário - João Carlo Souza
2° Secretário - Diana Pain
---
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Sperafico quer solução
para, o problema de
travessia do Rio
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1151011 RAPI UI A · CAlf 110 13001 1
Atendimento Fisiotor6pico nas seguintes áreas: trauma to ortopedia,,
ia#.E.E±G #E±sr± si
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO OI: ALMEIDA
OABIMS 2574-B 0AB- 2573 - B
(CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS)
1 RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO j
(067) 439 - 1290
BELA VISTA/MS
CÍVEIS E CR
ATOS-EXECUÇÕ•
251-1012 e 251-2424
JARDIM/MS
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ
_CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS
[ RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO )
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424
JARDIM/MS
27pE JANEIRO DE 1994 • PÁGINA • 22
B[5EMANAR[O vll>a ?II. II7-
Préf eitura Municipal
de Bela Vista
Oecreto Número 905, de
25 de Janeiro de 1.996
"DLrpõc sobre desapropriação de área r dá ou-
tran provldncfas".
O PREFEITO MUNICIPAL DE DELA VISTA, ESTADO DE
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lo-
ais,
D E CRETA:
Art, I? - Fica desapropriado o lote de terreno
uburbano determinado sob o n? 180 (cento e oiten
ta), situado na l? circunscrição desta cidade, com
área d 62.500 m' (sessenta e dois mil e quinhen -
tos metros quadrados), com matrícula de nQ 5607 no
Cartório de Regiõtro de Imóveis da Comarca de Bela
Vint.'.l, cm nome de Fernandes Alves Gomes Filho; e
37.500 m
2 (trinta e sete mil e quinhentos metros
quadrados) do lote de terreno suburbano determina
do sob o ng 181 (cento e oitenta e um), situado no
lê circunscrição desta cidade, com matrícula de nQ
055 no Cartório de Registro de Imóveis do Comarca
de Bela Visto, cm nome de Rogério Ocampos Gomrs.
Art. 2Q - A desapropriação de que trata o arti
go anterior, originn-se da declaroçÕo de utilida -
de público, através do Decreto ng 903, de 02 • de
janeiro de 1.996, com fulcro no Decreto-Lei Fede -
ra ng 3.365 de 21 de junho de 1.941.
Art. 3Q - O imóvel desapropriado destina-se à
construção da lagoa de tratamento do rcde1csgôto -
do cidade de Belo Visto,
Art. 4g- A indenização de que trota o inciso
XXIV, do ort. 5Q, da Constituição Federal, tem por
base a ovolioção efetuada por Comissão designado -
pelo Executivo Municipal, através do Portaria ng
001/96, de 09 de janeiro de 1.996.
Parágrafo Cnico - A avaliação de que trata no
"caput" deste artigo, perfaz o montante de • R$
50,000,00 (cinquenta mil reais).
Art. 5Q - Este Decreto entrará em vigor na data
de sua publicocão, revogados as disposições em con
trário. •
Ponto Fixa em Motalo Pláticn. Ponte Fixa·em Met-alo
Cerâmica, Ponte Móvel, Claroamento Dentário.
Aplicação do Flúor. Raio-X e Facetas Lam1adas
DR. LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS
CRO 3➔0-MS
Abraão Armoa Zacarias
Prefcitq
Decreto Número 904, de
24 de Janeiro de 1.996
"Considera estável no serviço público os scrv!.
dorcs que menciona, e dó outros providências.
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lc
RUA TEN. BERNARDES,447 - 251-1436
RES. AV. CEL. CAMISÃO - 'â'251-1039
JARDIM/MS k'
T BUI A DA FROY 'TEIRA
SI-SERIANÁRIO
Fundado em 20 <le Fevereiro de 1.972
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais
CGC.MF 15.513.203/0001-59
D E CR E T A:
Art. lQ - Considerar estável no serviço públi
co os servidores nos respectivos cargos relaciona
dos no Anexo I deste Decreto, Aprovados no Concur
~o Público, homologado em 05 de Agosto de 1.993
de conformidade com o Art. 24 do Le1 ng 948, de
19 de abril de 1.993.
Art. 2Q - Este Decreto entrará cm vigor na dato
dr sua publicação, revogadas os disposições cm con
tr:Írio.
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
ANEXO I AO DECRETO N? 904
KOTORI:,"TA:
DIRETOR· EDlTOR-CHEFF.: lvaldo Pereira
SUCURSAIS: .
JARDIM - Rua I4 de Maio.342-a (067)251-1669
BONITO - Rua Monte Castelo. SN
CA.ACOL - Avenida Drasil, SVN
ANTONIO JOÃO - Praça Eugénio Penzo, SN
PORTO MRTINHO- Rua Coronel Ponee,2(067) 287 - 1239
T ABF.LA DE PRE,;OS:
ASSINATURA ANUAL: R$ • 60,00
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,0D
as ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM
'NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS
ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS.
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564
(067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544
BELA VISTA - MS
01 - Felipe Abadie
·AGENTE FISCAL DE TRIBUTOS:
01 - 0r'!lanuo Aforu;o
AGENTE ADMINISTRATIVO:
01 - Dagoberto Blini Costa
02 - Oscor Leite Ribeiro
I//I///I///II//////////////I/II//I//I/////I//II//
FIUADO À:
ADJORI- Asso"is;lo de Jornais do Interor
ABRA.IOR! - Asaciça Brasileira de Jomais do Interir
CNJ! - Cadastro Nzonai de Jomais do Interior - Periodicidade
verti.d.a em Brasília - Registro no Csr6ri9! I
Edital de Proclama
Carta de Mato
Grosso do Sul
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofic1ala do Regis
tro Civil desta cidade de Bela Vista-mS., FAZ
SABER o todos quanto o presente Edital de Pro
clamas, virem que apresentaram os documentos e
igidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasi
leiro, Incisos I, II, III e IV e pretendem se
casar:
CELSO BARBOSA e SILVARA ARCE, brasileiros ,
solteiros, domiciliados e residentes nesta ci
dade, ele-Pedreiro, natural de Bela Vista-MS ,
filho de Onoroto Barbosa e don.i Balbina de Sou
za Barbosa; ela-lides do lar, na.tural de Bela
Vista-MS, filha de dona Vlma Arce.
Se alguém souber de algum impedimento
se oponha na formo do Lei.
Bela Vista-mS., 24 de janeiro de 1.996
JANILDE ROSA DOS SANTOS - 0FICIALA
que
A, federações e Associações abaixo relacion las, reuniram-se
em Assembléia Gera! Extraordinária realizada no dia I6 de janeiro de]
1996. na sede da Associaçlo Comercial e Industrial de Dourados, situada
à Av. Marcelino Pire<s N 2102, em Dourados/MS.. onde, em primeira
convocaço, às 20.00 horas, foi instalada a Assembléia sob presidência
do Sr. Walter Pitarelli. Presidente da ACID, sendo chamadas para
comporem a mesa as seguintes pessoas e entidades:
1- Hagner Simane Marias - Presidente dn FAC/MAS
2 Amaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaria das ls
3.Nelson Naehit. Presidente da Associara temercial de Campa Grande
4Edilson Ferreira de Araújo. Presidente éa CDL ée Cnmpo Grande
5Roberto Zuim • Presidente da DL de Douradas
6- Sebastião Weiber Cavalari Presidente do Sindicato do Comércio
Atacadista e Varejista de Ouurados
7- Laudelino Balbuena Medeiros - Assessor Jurídico do AC/O
8. Ju/lo Campus• Assessor Jurídico do Associn;llo Comercial de Campo
Grande
O. Wagner leAo do Carmo• Assessor Jurfdico da CDL de Campo Grande
Iniciados os trabalhos, foram colocadas em exposição e paula as
questões rclarivas ao endividamento e às altas taxas de juros praticadas
pelos Bancos com relação aos comerciantes
Debatida a questão pela As embléia, tiveram soerguidas as
situações de que as taxas nominais de juros praticadas pelas insrituições
financeiras brasileiras. segundo matéria veiculada pela revista Veja. são
as mais altas do mundo. Sendo também constatado por matérias
jornalísticas publicada no Jornal Folha de São Paulo, do último domingo,
que as instituições financeiras tomam empréstimos do estrangeiro com
endosso do Governo, a taxas de 6% a 12,6% ao ano. reemprestando ao
sofrido empresário brasileiro. em percentuais de 9 a 15%. capitalizados.
sem que o órgão fiscalizador exerça seu poder institucional, de forma a
coibir os excessos praticados pelos bancos. que têm penalizado
sobremaneira. acarretando o empobrecimento do setor comercial e
provocando, em contrapartida. o enriquecimento do setor financeiro, a
níveis inéditos para qualquer nação.
Fato mais grave e apurado nesla assembléia. é de que as taxas
para o tomador oscilaram ao sabor do interesse econômico e da
contraprestação justa do capital é 5%, enquanto para outros situa-se no
patamar de 14 ou até 15%. Dianre desse quadro, adicionados à mudança
brusca do cenário econômico nacional desde a implantação do Plano
Real, leva-nos à revisão das bases contratuais dos mútuos tomados e
renegociados. porque os comerciantes, ao contratarem seus empréstimos.
o fizeram em situação econômica adversa da atual pois na ocasião havia
expectativa de solvimento da obrigação sem sacrificios de seu patrimônio,
diversamente o que hoje ocorre.
Governo Federal. ao intervir na polílica de juros e sem exercer a
fiscalização que se obriga a fazê-lo, provoca um desequilíbrio acentuado
no pacto originário. gerando a falência penalizada dos tomadores. criando
uma interveniência nefasta ao pacto contratual.
Isto não pode subsistir. posto que. enquanto o setor financeiro
contrai no mercado internacional juros reais de 6 a 12% ao ano, repassa
o a juro nacional de 15% no mês, que perfaz uma remuneração JO capital
superior a 1.500% mensais. Isto é ahsurdo, é usura, é uma vergonha
A par disso, ao mesmo tempo em que o Ministro da Fazenda. Pedro
Malan. apregoa taxa real média de 30% em 95 e a previsão da queda de
juros de 50% em 96, as instituições bancárias deste Estado ousam nos
impingir a es.:ratosférica taxa variável d: 6 a 12% mensais através de
critérios subjetivos e arbitrários, fugindc. em muito, daquela anunciada
taxa Onde esta o poder fiscalizador , onde está a mudança professada
pelo Ministro' Nada mudou. Tudo permanece como estava.
Conclui-se. portanto. que após mais de um ano de plano real. vários
segmentos foram contemplados com ajustamentos. anistia. revisões
contratuais. e. m,üs recentemente, atê mesmo a chamada sucuritização.
Desatento. o Governo deixou ao desamparo e fora desses ajustes. o
empresário que prL-c1sou de recursos para manter o seu negócio, ou.
quando menos, permitiu que ele navegasse scn· i)roteçào entre crilérios
leoninos do sistema financeiro nacional. Omisso. apenas pensando em
manter que ele naveg se sem proteção entre criti:rio, leoninos do sistema
fin_anceiro nacional. Omi,so. apenas pensando em mater juros aitos para
evnnr o consumo, o Bancn Central. cérebro do sistera. tem externado
se como agente mone1árit• t nilo como instrumento de Po!lli.:a Econômica
tllo necessário a um Pais que tenta sair de sua ainda não esquecida mazela
Conscientes que este quadro não pode continuar. o, Empresários.
representados por suas respectivas entidades, afirmam con principios
bas,cos o seguinte: . , .
1 • A flagrante ilegaldade e inconstitucionalidade nd cobrança
dos juros e encargos atualmente praticados.
2-Essa prática resulta no enriquecimento do segmento jin ,ceiro
e especulativo, em detrimento das tomadores, que com as suas ativ1 • des
mantêm o sistema produtivo da nação.
Derradeiramente, se conclama a todo setor produtivo da nJÇ
brasileira, a ombrearem-se :onosco nessa luta comum, porquanto nào
J sera com a especulação da moeda que a inflação permanecerá inerte.
mas sam com o suor escorri,lu da classe produtiva.
Por fim e ao cabo, nota-se que ao persistir tal iniquidade. a
consequenc1a pnmcira é a falência do comércio e indústria, gerando
desemprego, redução de arrecadação de impostos, ausência de capital
circulante, extinguindo por consequência os agentes, financeiros. e
sepultando defin'.11vamentc a prelcnsào de qualquer plano econômico
Dai porque almc1amos repactuJrmos as bases econômicas do ajuste. d
forma a remunerar o capita! ·le acordo com os padrões condizentes, O
seja a niveis de juros de no máximo 50% da inflação verificada no mês
no prazo de 60 meses e com 1? de carência, advertindo sempre de que
inadimplemento não é a nossa intenção.
W11lter Pit:m:lli - Presidente da ACID
Wagner Simone Martins. Presidente da FACIMS •
Arnaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaçlo das CDLs
Nelson Nachif - Presidente d1 Asociaçlo Comercial de Campo Grandf
Edison Ferreira de Araújo - Presidente da CDL de Campo Grande
Roberto Zuim • Presidente da CDL de Dourndos
Sebastilo Weiber Cavalari - Presidente do Sindicato do Comercio
Atacadista e Varejista de Dourados
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[ORAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
r-· ASSOCIACÃO BENEFICENTE DOS
' SUBTENENTES E SARGENTOS PMI/BM-MS
GOVERNO TENTA
ACALMAR A FOME DO
SERVIDOR COM UM.
GRITO DE CARNAVAL
-· BISEMANÁRIO. 27DE JANEIRO DE 199 PÁGINA • C3
LIDERANCAS MOBILIZADAS PARA
I
A FORMACÃO DA JPSDB NOS
a
MUNIICÍPIOS DO SUDOESTE
Enquanto o Governo do Estado descerrava
nesta segunda feira, a abertura <lo carnaval da
"AMIZADE" no Palácio Popular <la Cultura,
centenas de famíl ias de servidores pú b I icos
confundiam o barulho dos tamborins com o ronco
da barriga, pois, • aqueles que receberam seus
parcos salários nem sequer conseguiram colocar
em dia a prestação da casa própria e outros
encargos, quanto mais fazer a compra do mês para
alimentar sua familia, e aqueles mais
"AFORTUNADOS" com salários acima de R$
500,00 não conseguiram recebê-los e ao terem os
mesmos creditados em sua conta-corrente
deixarão para o próprio Governo 10% (dez por
cento) de multas de água, luz, telefone (quando
não é cortado o fornecimento), casa própria, além
de outros encargos, sem levar em· conta as
correções por impontualidade de pagamento de
prestações no comércio em geral, como aqueles
que já receberam seus vencimentos não têm boas
perspectivas, restando-lhes recorrer aos "Agiotas
Oficiais" única categoria beneficiada com a atual
política de Governo.
"O POVO PRECISA DE PÃO E CICO",
talvez o Governo tenha se inspirado nessa frase
milenar se esquecendo porém do mais importante:
O PÃO", pois com a barriga vazia ninguém
consegue chegar ao circo ( CARNAVAL).
A assessoria do governo teve de procurar
parceria para promover o "Carvanal da Amizade",
no entanto, não a tiveram para conter a evasão
fiscal e conter os gasto~ públicos que corroem o
já falido sistema, onde o servidor, além de mal
remunerado, com salários em atraso, sem
condições sequer de matricular seus filhos, pois a
escola pública enfrenta uma grande defasagem e
o seu salário o proíbe de procurar vagas na Rede
Pública, fazendo com isso que futuros cidadãos
deste Estado, por falta de oportunidade, vão às
ruas único lugar que o salário dos pais lhes
permitem a ter uma "Escola e Lazer".
Inúmeros são os policiais militares cansados
de esperar por melhores condições de salários e
jornada digna de trabalho, amontoam o
Departamento Pessoal com pedidos de
aposentadorias proporcionais por tempo de
serviço prestado, defasando ainda mais o baixo
efetivo e agravando o setor previdenciário pois, o
Estado terá de propiciar-lhe por toda a vida salário
e saúde, incluindo seus familiares, além ae ter a
necessidade de contratar outro cidadão para suprir
aquela vaga.
Para se ter idéia do tamanho do problema,
basta olharmos o prazo para se formar um Oficial
de PM/BM, que varia entre três a quatro anos e
esse mesmo oficial ao concluir todos os cursos e
estágios que o habilita ao posto de Major, leva
se no mínimo dezesseis anos de efetivo serviço e
muito gasto para os cofres públicos, mas, sem
nenhuma esperança na carreira futura, se aposenta
Proporcionalmente, deixando uma lacuna que leva
igual período para ser preenchida, e a sociedade a
carecer de seus serviços, enqanto o governo não
adota medidas concretas em benefício do servidor
e em especial ao PM/BM, o contribuinte continua
Pagando um alto custo por um serviço de péssima
qualidade, e o servidor público continuá à margem
do Governo da Cidadania.
Campo Grande(MS) , 23/jan/1996
JOSÉ LIMA MARTINS
Presidente da ABSS-PM-MS
O Major l lilton Villaanti Romero, Assessor do
Presidente da Assembléia Legislativa do Estado,
Deputado Roberto Orro, esteve na regiiio Sudoeste,
mais precisamente nos Municípios de Nioaque, Guia
Lopes da Laguna, Jardim, Bda Vista, Caracol e Porto
Murtinho, com a finalidade de fundar nesses
Municípios a Comissão Provisória Municipal da
JPSDB. J iniciativa vêm tendo grande aceitação, pois
a região possui uma juventude bastante atuante.
O integrante da Comissão Organizadora
1° Encontro
Política
-
açao
uven T ana
APRESENTAÇÃO
LOCAL: Assembléia Legislativa de Mato Grosso
do Sul
CIDADE: Campo Grande/MS
DATA: 10 e 11 de fevereiro de 1996
PROGRAMAÇÃO
10/02 - 09:00 horas - Abertura Oficial do Encontro com a
participação do enador Lüdio Coelho; do Presidente da
Assembléia Legislativa, Deputado Roberto Orro;
autoridades local e federal.
- Palestra: "Conjuntt,ra"
- Ministro iérgio Mota
14:00 às 18.00 horas - Palestra "As Bases do
Pensamento Social Democrata"
- Assessor do Ministro Bresser Pereira
- Palestra: Participação Política "Cidadania"
- Deputado Federal Domingos Leonellio (BA)
- Palestra: Participação Politica "Movimento Social"
- Deputado Federal Arthur Virgílio (AM)
- Palestra: Participação Politica "Militância e
Organização Partidária"
- Sandro - Presidente acional JP DB
11/02 - 08:30 horas - Palestra "Política e Ciência Polícia"
- Professor Bernardo Kippni
09:30 horas - Palestra: "Perspectivas da Juventude
Tucana de Mato Grosso do ui"
- Jorge Haddad, suplente do
enador Lüdio Coelho
- Juvenilo Cândido da Silva
Presidente Estadual 1PSDB
- Wilton Acosta, comissão organizadora JPSDB
- Landmank Ferreira Rios - Comissão Organizadora.
- Ministro érgio Mota
- enador Lüdio Coelho
- Ministro da Educação
Paulo Renato
- Executiva acional do P DB
Regional da JPSDB, Laudmar Rios, outro membro
da comitiva, salientou n importiincia da Juventude
em participar do Encontro Regional do Centro-Oeste,
que será realizado em Campo Grande, nos dias I O e
II de fevereiro, na Assembléia Legislativa, com a
finalidade de eleger a nov. Coordenação da JPSDB
no Estado.
Participarao do Encontro autoridades e
lideranças políticas do PSDB local e federal,
conforme a programação que publicamos abaixo.
de r
A juventude em nosso País Irá muito tempo vem
exercendo 11111 papel importante em relação à
assuntos de relevante interesse para a sociedade
brasileira.
Foram muitas as mudanças estruturais e
políticas ocorrida no embalo da mobilização da
juventude, quer seja através de movimentos
estudantis ou políticos partidários.
São inúmeras as lideranças da juventude que
hoje detém mandatos eletivos, com
representatividade em Câmaras Municipais,
Prefeituras, Assembléias e Câmara dos Deputados,
fortalecendo com isto, o seu partido político de
origem ou atual.
Em Mato Grosso do Sul, tivemos outrora,
militantes partidários que levantaram várias
bandeiras de lutas, oriundas da juventude, que
promoveram avanços significativos no campo social
e político. Através da militância ag/.ferrida da
juventude surgiram novos quadros e
consequentemente o fortalecimento de suas
agremiações partidárias. Era a juventude nas
escolas e nas ruas; radicando a consciência crítica
e da necessidade de participação efetiva para o
aumento das conquistas.
E é, através da JPSDB que acreditamos poder
promover a formação de quadros, buscando o
fortalecimento e aplicando em nossa sociedade, os
conceitos básicos da Social Democracia. Para tanto,
necessário se faz, o empenho efetivo de todos os
nossos líderes, para a realização com sucesso, do
nosso 1" ENCONTRO DE FORMAÇÃO POLÍTICA •
DA JUVENTUDE TUCANA em nosso Estado,
capacitando-nos para a formação de um batalhão '
de militantes da Social Democracia.
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BE-SEMANARIO 27DE JANEIRO DE 1996- PÁGINA • 24
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DEPUTADOS FAZEM ADVERTÊNCIA À UNIÃO
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vi11 - o serviço de trans
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re,;tnnle do E!Jllldo, cxcc O leilão rln Rede er.t.-i - ca da re31âo co:n ,3 Arnêri
to por via uêren. O d p~ mnrcndo parn cInco de fe ca do Sul niio pnsoari d;
tudo Roberto Orro tem : verc-iro, - quimera "enquanto não ti
convernado com divenrnn "O flm <la navcRnçiio e vermos ferrovia e hidro:
moradorcH da regfão. Um a desativação da ferro- vln".
deleo, o funcJon~rio npo vin o golpes extrema- A BR-262 esti sendo
Gcntndo dn Receita Fede: mente perversos contra a atendida prccarlamente -
ral C! que por 20 anos - cidadania dos pantnnei- pelo governo do Estado ,
trabalhou na construção rnG", queixa-se Carlos - que recuperou alguns tre
dn estrada de ferro do - de Moraes, 75, na carta chos entre Miranda eco:
Brasil - Bol{vin, Carlos que envia no Ministro - rumb5. Na altura do Pos
Rlhclro de Hornen, esti Odncir Klein, dos Trans- to Guaicurus e do Posto
rnobilizando lideranças - portes. "Quando constru{ da Polícia Florestal, co
do comunidade corumbnen- mos a Brasil-Bolívia, pi nhecido como Buraco dn;
se, notudomente óntigos cada por picada, febre- Piranhas, ji trechos qua
trabalhadores da Noroes- por febre, com muitos - se intransitáveis. As :
te do Brasil (NOB) e do companheiros aderindo ao chuvas constantes impe
Serviço de Nnvegaçiio da mt,vimento, tínhamos um dem a realização dos sr
Bacia do Prata (SNBP),ji ideal de progresso, de - viços de tapa-buracos. A
extinto, para encaminhar futuro, nunca imaginaria pressão das águas provo
no Mlnistério dos Trans- mos que a incompetência- ca o desmoronamento das
portes a reivindicação - e a politicagem pudessem margens da rodovia. Além
ara reativar jogar por terra essa con de Roberto Orro, os dep~,
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JORNAL TRIBUNA {A FRONTEIRA BISEMANARIO. 27DE JANEIRO DE 196. PÁGINA • °
Sperafico quer sOillção para o problema
te travessia do Rio Apa em São Car os
Federal Dilso Spcrofico
]pérafico integra a
1
Frente Parlamentar
:da Micro, Pequena
e Médio Empresa·
Sensibilizado com o atual situação dos peque -
nos Empresários, o Deputado Federal Dilso Sperafi
co (PMDB-MS), criou, Juntamente com outros parla
mentores, a Frente Parlamentar da Micro, Pequeno
e Média Empresa, com o intuito de amenizar a cri-
• se que castiga esse segmento da economia.
Paro tanto, o parlamentar já manteve contato -
com Luiz Paulo Vellozo Lucas, Secretário de Acom
Pilllhilmento Econômico, do Ministério da Fnzenda,on
de ficou acertado que no próximo dia 31, Spernfi-::
co fará um relato sobre a situação dos empresári
os e apresentará ns reivindicações dos mesmos.
O deputado sul.mntogrossense solicitou roais da
dos para os Federações das Associações Comercia -
is, para mostrar junto no Ministério dn Fnzendn,o
real situação desses empresários.
As micros, pequenas e -médias emprrsns são res
ponsáveis por novtntn por cento dos empregos exis
tentes no País, entretanto, muitos não estão con
seguindo sobreviver, o que, vem agravando o pro -
blea do desemprego no País, conforme mostram os
dados de todos os institutos de pesquísn que ntu
Jm nessa arca.
governamrntal, o pagamento do previd~ncin será
determinado pelo tempo de serviço. Estão excluí -
dos do benefício, aquelas pessoas que estão nposen
todas por limite de idade, os chamados inativos d
União.
"Não ;:. dl"svnloriz;:indo o hom"!Tl Jo cnmpo que o Bro
sil poder,i pr-ns..1r cm invrstir nn ngriculturo", com
plrmrntou o drput~do.
O deputado defendo também uma aposentador1a os
pcial para professores d 1? 22 graus o aposcn
tadori: por linio do 1dado para o trabalhador ru
r.1 I .
Bancada Tucana aprova empréstimo para
l>refeitura de Porto Murtinho pagar eNi©1©re~ ~
•
Cinco dos nov vradors dr Porto urtinho,
hora ;,dv,,risâr :,,s d,, Pr, f ,, 1 to Luiz C.u l,,s Abrru, ,1.'.:_
Cdiram assegurar a autorizaçio para a Prfitur:
contratar R$ 500 mil, junto "1 rrd..- b,111cârL1, por
<ntcipaçio do rcccita. O dinheiro sori utilizado
n~ p.1g;unrnto do>< funcion:irios municipais, cm ;:itr.1-
s~ drsdr outubro. Os cinco ( Ilka Agucro, Fernando
dugusto d Matos, João Pachco, Sandro Mnldon,1d,, ,
A!on Sanches) o mais o pfclisa Carlos Albrto
#In, poderiam inviabilizar a operaçio se votassn
tontr.: o pc-dido do Prrfito, ii qu xisto um ra
l'r,•ocup:,do com os problPnil!; qu,, vên ocorrr>ndo -
com rclni,;iio a trnvP.ssia do Rio Ap:i, ligando o Bra
1l ao Paraguai, na refio conhc1da como São Co_::
lon, no Município dr> C,1rncol, o Deputado Fednol -
Dilso Spcrnfico (PMDB) cnco111inhou ofício ao Mlnis
tro do Exército, General Zen!ldo Gonzaga Zoroastro
de Lucenu, solicitando providPncfa:; e colnbornção
para a solução d;i questão.
No correBpondêncin envi;ida ao Miniotro do Exér
cito, o Deputado Dilso Sperafico explica que drvi
do ao grande fluxo de pessoas que ntr,1vessam o
Rio Apa, noquelc trecho, o Governo Paraguai.o colo
cou uma balsa pnrn atender a demando, inclusive de
automóveis. "Acontece que os militares . brasil~
ros", continua o Deputado, "só permitem o descmba_::
que se os usuários possuírem propriedades no re-
DI LSO SPERAFICO íl fE~TE A
PEDIDO DE ELET ~f CAÇÃO
RU A PARA ANASTÁCIO
Através de expediente encaminhado ao Ministro -
Agricultura, do abastecimento e da Reformo Agrário
o Deputado Federal Dilso Sperofico Reiterou o pedi
do poro que sejam dest:lna dos recursos para eletri-::
ficoção rural no Município de Anastácio-MS.
O pedido de autoria do DC'putndo foi feito no
ano passado, através do ofício Ne 129/95, dat;:i
do 11 dr- mnio, "razão pel.1 qual solicito prio-::
- .
Dep àdo
favor dos inativos da
"N::io é possível o tr:ibalhndor rurnl,qa!! na maio
ria dos vezC's,, niio tem Carte ira de Trabalho ossin'ã
do, aceitar este Sistema de Previdência; estão qu;
rendo acabar com n aposrntndoria, principalmente-::
paro o trabalhador rural".
Este foi o argumento usado prlo d,-putado f,.d,. -
ral DLlso Sper1fico (PMDB-MS), para dofcndr a por
mnnêncio d.1 ;:iposentndoria por limitr- dr- id;:id,-. -
Dur.inte votaçiio no plrnário do Congr,.sso K.icio
nal, no Ültimo dia 17, Sorafico votou contra A
monda da rofom. da Pvdncia.Dcrd coo projro
l
ve conliz» corr.:° z:d1n11sr1cio Cinr.
Os mis do 300 srv!dorss absorvem, mensalren
p::r ti' dr- RS 130 mil com .: folh::. A nrr<'C'.,daç:i,, r.,r n
s::l está "m torno dr RS 230 mil. A b.:inc.id;:i do PSDB
chegou a cogitar uma CPI o a abertura do presso
dr cnss.1ção dr Abrru. No cn tanto, nn Ült im tc-r
ço-f,-ir.:i, sensibilizada com a situação dos s"rvido
ros - muitos com srios problmas do sobrovivnc{
r- .1cu:-,ulando dívidas no com,:rcio local a bnncod.,,.1
pós consultar inclusive a dirccão regional do pa
tiuo, drcid1u aprovar :J oprração do empr~stinn,com
gLão e, mesmo as!n, com a autorização do Comanda
te MIIItar da Refio, conforms relato do Pn·fr·lto
1-lunic ip;il dr• C.1r .-icol".
Segundo as explançõs do Drputado SperafIco,ao
MInIstro de Estado do Exército, "eras cxincLa
tGm traz!do mu!tos transtornos aos moradores daqu
la regfio, spec1a1mente para os brasileiros qu
residem no Paragual e quo vm o Brass!l para fazer
compras, uma vez que n lado Praguafo o corrcio
é quase Inexistente". D1ante 'ssr quadro, o Depu-
tndo solicitou ao Ministro nIldo Zoroastro de
Lucena os sus bons préstimos no srntfdo de olu -
cion.:ir o mals riipido po«n!vr!l f"ssr problcm.,, no
Intuito de facilitar a travessfa dos usuirfos da
balsa paro o nosso País, conforme pleito da comun!
dado do toda aqurla regfio.
ridade, umn vrz que o relator da subcomissão 2, da
Agricultura, Fozcndo,IndÜstrin "Comércio, d~u p.:i
rcccr favorável ao financiamento poro clc>trific11 -
cão rural no valor total de R$ 112.500.000,000
(cento e doze milhões r quinhentos mil reais),bl'nr-
ficiondo o Estado de Mato Grosso do Sul rm RS
7.500.000,00 (srte milhões e> quinhc>ntos mIl ro-
nis)",for= as considl!roçÕCs do Dcputndo DLlso Spraffco.
êa]
,lp,,i,, inzgr..l lo ver..dor dn PFL Carlo,a H"in, 'lU"
voza com os tucanos.
A Prr-sidrntr- da Câmara, Vreadora Ilka Aguro, '
disse qur> as diferenças polític;:is não podrriom _
prejudic:ir os funcion.iirios. O Vrrrndor Fernando Au
gusto _ do Matos assinalou que nntcs d aprovar a
pc>raçno a bancada preferiu tomar uma dccisão colo
tiva para marcar o compromisso específico dr vot;ir
o nprstimo exclusivanone para solucfon.:r o paga
menta do funcionalismo. -
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/] , 4 #
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• Lilia Rodriuzs de Albuquerque Mello
Há três anos lesenvolvemos um trabalho luminoso, porém
silencioso, por meio de bibliotecas da escola em que atuamos. O
objetivo é transformar o mundo dos livros numa cartola mágica.
De lá, a palavra are sai transformada ep outros tipos de
linguagem, eomno o detenho, a pintura, a arte dhamtica, a música,
a escultura, construindo símbolos de sentidos inesgotáveis.
Como Prfessores e Agentes transformadores da sociedade,
não podemos d±:ar de perceber o peso e a função da leitura em
relação ao nsso trabalho. Precisamos ter muito claro, para cada
um de nós o poder que ela tem de nos transportar pra novos
espaços. phr meio de sensações que desenvolvem o nosso
intelecto e ,om,1m claras as nossas emoções.
Mas,afinal, o que é ler?
Prf isamos entender que o sujeito ºé leitor antes de entrar e usam as pessoas.
na escola e cortinuará sendo quando não estiver mais lá.já que, 1------------------------' É sabido, também, que acima dos interesses
como o0ervudor·do mundo, recolhe os significados, como se com novas dimensões, levando-o a reinaugurar o que já sabia individuais devem prevalecer os coletivos e que, acima
cstivcss.j cm face de um espelho, projeta no mundo o seu olhar antes, já que a leitura é um ato de abertura para o mundo. da vontade do homem, está a do Pai, simbolizada pelo
que vv aJ rinde a própria vista alcança. • , Acreditamos que, por meio da leitura prazerosa dos livros Cristo de Deus no amar ao próximo como a si mesmo. O
N seu livro A Importância do Ato de'Ler, Paulo Freire de leitura infantil, temos propiciado aos alunos uma educação
: aborda~ conceito de leitura dentro dessa ótica, quando diz que que forme a consciência estética, ética e crítica, aprimorando. imperio da Lei de Gerson, que
O
próprio autor renega,
"( ... ) • leitura do;mundo precede a leitura da palavra, da( que a lhe a percepção humana; para que, nas suas relações com o faz com que os homens coloquem os interesses das
posteri~y:itura,desta não passa prescindir da continuidade da mundo, busque sintonizar-se de forma harmônica e equilibrada.. coletividades subordinados à vontade de uns poucos. O
leitur/ daquele. Linguagem e realidade se aprende Num mundo cada vez mais competitivo, capitalista e amar ao próximo se transforma no usar o próximo e
dinanyc.tr.1clle/A.compreensão do texto a ser alcançado por individualista, cabe à escola atuar acreditando que "(... ) é acima do Cristo se coloca o cristão, numa verdadeira
sua lcml~ CJÍ~ca Implica a percepção das relações entre o texto essencial humanizar a mente da criança e do jovem pela inversão de valores.
e o wntc1 :O:'. . sensibilidade e alargá-la pela imaginação, já que deveria entender Quando a sociedade se mobiliza em torno de uma
S.:, :ntendcmos que ler é· um ato de participação da que a criança aprende melhor quando é com o coração" (Vânia
idéia, sempre os resultados são os mais profundos e
subjetivi::·~e que se envolve numa relação de intercâmbio com Maria Resende).
o que s: a rcsenta permanentemente aos olhos, precisamos A origem deste trabalho, que vem sendo desenvolvido relevantes. Veja-se, por exemplo, a campanha das
reíletit. r,roD ndruncnte sobre a importância e a necessidade de há três anos por uma equipe de quatro professores, deveu-se diretas, os caras pintadas pelo impeachement, a
parti)bar experiências de leitura com os nossos, levando-os a à unanimidade do grupo: que os alunos tivessem acesso aos campanha do Betinho e, agora, mais recentemente, essa
vivd• ;iar "o isto e o aquilo" por meio de diferentes linguagens, livros de literatura infantil pelo simples prazer de ler, ávidos mobilização geral para acabar com a violência no futebol
e ntic somente ou isto ou aquilo, parodiando Cecília Meireles. cm desaferrolhar as portas do imaginário e das sensações; cujos resultados já começam a aparecer .
" Com projetos literários, estamos transformando a leitura, que as atividades artísticas e as produçes de texto, tanto orais Acredita Herbert, que o Rotary é a organização
desde as séries iniciais, numa atividade cotidiana, plena de quanto escritas, fossem pautadas pelo prazer, o qual pressupõe b d
mais em posiciona a no mundo, para fazer algo a
significação e prazer em que cada leitor tem acesso aos uma boa dose de gratuidade; que o nosso entusiasmo
significado mais profundo e ao que é significativo para ele no considerasse a literatura cm si mesma, vivenciando-a como respeito dessa crise de valores. O companheiro
seu desenvolvimento. Além disso, temos nos preocupado, como uma das Belas Artes, fazendo-a ser apreciada pela virtude de presidente tem razão, nós rotarianos podemos mobilizar
agentes motivadores e dinamizadores da prática da leitura, cm sua própria vitalidade; que os alunos percebessem que "gostar a sociedade brasileira nessa luta. Disse ele que "A
fazê-la acontecerem condições adequadas à fruição, ao mergulho de ler" é algo que se aprende na escola, enquanto ler, Família é a unidade básica de nossas comunidades",
profundo e ávido que envolve a subjetividade cm termos de simplesmente, numa concepcão ampla, é algo que se aprende vamos, então, unir a sociedade em torno da família.
participar, interrelacionar-se, transformando o leitor cm coautor. fora dela, desde tenra idade. Existem três forças que, unidas, podem realizar essa •
É significativo para o nosso trabalho que a cada mergulho nas
façanha: as escolas, as igrejas e a imprensa. Podemos
camadas simbólicas dos livros, o aluno emerja vendo o universo
fazer uma grande campanha envolvendo Interact,
interior e'cxtcrior com mais claridade. Que a sua volta se faça
Rotaract e Rotary Clubs, sob o título, "A Família é a
base para um mundo em paz". O objetivo inicial será
atingir esses três poderes e através deles mobilizar a
classe política e a opinião pública.
Sugerimos aos Clubes convidar educadores,
religiosos, jorr.alistas e políti_cos para falar em Rotary
sobre esse tema, e ao mesmo tempo rotarianos que se
enquadrem ressas categorias, irem às escolas,
associações, comunidades, jornais, rádios televisão,
câmaras municipais, assembléias estaduais e até na
Camara e Senado Federais.
A criatividade dos rotarianos pode ser posta em
pratica para atngir os objetivos colimados
Brasil Rotário pode . •
.. se engajar nessa campanha,
tornado-se o veiculo através do qual ·lb dr de =
. . ai os clubes livulgarao
as suas atividades; pode criar :
· l d r um cartaz que sera
vecuua o, mensalmente até o f l de" 2...-
d
, . • ma este ano rotar1o,
po e, lambem, lançar um cone d af
· d - urso e monografas,
premanto os três melhores trabalJ
Tenho c te ª os sobre o tema.
a verte.a que se levantarmos essa bandeira
com o mesmo empenho da camr he r, 4[
deste ano rotário teren,,"""ha Pio Pus, ao fina
precioso no caminho da conseguido um avanço
restaura, d for
primordial de uma sociedade. ao tesse va
Conclamo a tod ' que e a família.
os os rotarianc br ~j... se
unirem em torno dess 1os rasileiros a S
se apelo do P, ide ·bt
Erown, pois, sem dúvida 4, ., residente Herber
, • i a, a amí/ia a· d . a·
de um mundo melhor que todo HUUi«a e a esperanç ,
os nos desei
Assim os rotariano I amos.
o esta = 'd n
integridade, servindo com mm Uao agindo co
• , • ore trabalhando pela pa- .
'
Francisco Castro de Souza
Herbert Brown, Presidente do Rotary International,
em sua mensagem de setembro publicada na Revista
Brasil Rotário, pede aos rotarianos para trabalhar em
prol da restauração da importância dos valores humanos
universais nos lares, escolas e comunidades do mundo.
Sabemos que as relações entre as pessoas devem
ser de companheirismo, amizade, amor. Entre as pessoas
e as coisas devem ser de utilidade, de uso. Nessa crise de
valores o que observamos, é que pessoas amam as coisas
Vi
Lilia Rodrigues de Albuquerque Mello é Professora
de Língua e Literatura Portuguesa.
(Lector, ovembro de 95)
Ao comemorar seus 100 anos, Arthur Reed ainda
andava de bicicleta. Trabalhou em seu emprego até os
116 anos e morreu aos 124. Ele foi um dos 32.194
americanos que, segundo o _censo âe 1980, viveu mais
de 100 anos. Será que esses centenários têm uma
programação genética especial, ou descobriram alguma
receita secreta para a longevidade?
O Dr. Walter M. Bortz II, geriatra, especialista
em longevidade e membro do corpo docente da
Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford,
diz que não. Segundo ele, essa não é a exceção, e sim o
padrão: o corpo humano é programado para durar um
milhão de horas, o equivalente a cem anos; bastando
para isso que as pessoas levem uma vida sadia, ativa e
natural.
Em VIVA MAIS DE CEM ANOS o Dr. Bortz
apresenta pesquisas científicas que confirmam essa
extraordinária meta para a vida humana, derrubando
preconceitos sobre a velhice e a capacidade que o
espírito e o corpo huma110 têm para levar adiante uma
existência independente e cheia de energia.
Walter M. Bortz II é uma das mais respeitadas
autoridades mundiais em envelhecimento. Ex
Presidente da Sociedade Americana de Geriatria, traz
uma bagagem de 35 anos de atendimento clínico e é
autor de mais 95 textos científicos sobre-o assunto.
Portas Abertas.o CINTILAÇÕES
Para o Despertar
O Professor Hermógenes é um dos pioneiros na área esotérica,
principalmente nos campos do Yoga e da Auto-Ajuda. Seus fvras mais conhecidos
são: AUTO PERFEIÇÃO COM HATHA YOGA e YOGA PARA NERVOSOS, que já
ultrapassaram a marca da trigésima edição cada um. O total de sua obra, com
Pe
Ddoi.dloornsalisp·taeelEo.sscritvdr Jvald(oOPJ.1rre>ira439 • mais de quinze titules, já vendeu mais de um milhão de exemplares.
CINTILAÇÕES, seu mais recente trabalho, é uma antologia de bolso com
frases de impacto, pela beleza e pela capacidade de suscitar reflexões oportunas
para uma nova e mais feliz forma de viver. São pensamentos, conselhos, reflexões,
1410 e 439 - 1563 ou ijver,ida colocadoscadawnnumapágina,comwntratamentográficotodoespeciat
Tribuna. da Fronteira, ~64 Quem melhor sintetizou a essência da obra de Hermógenes foi 0
BELA VI STA
. MS escritor C. Torres Pastorino, autor de MINUTOS DE SABEDORIA, ao declarar:
"Não sabemos de onde o Hermógenes recebe tanta inspiração, mas
"A boa leitura enriquece o conhecimento a alma" certamente provém da Luz. Imortal que a todos nós circunda e permeia.
1 , Seus livros o consagram como o POETA DA ESPIRITUALIDADE".
1--------------;.--'<•------'
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or e socio d3 Ra
Planalto, CE (D. 4490). OIary CIub de Fortaleza
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A Secretaria de Fzend d Piar Municipsl de ã Ri/MS
INFORMA o lanç:unento <lo IPTU 96.
ATENÇÃO Srs. Conrribuintes! Desde segun<l.1-foír.1, dia 15 de janeiro, o
carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano j!t estfo à <füposição no setor de
tributação no horário das 12 às 17 horas, de segunda à sexta-feira.
O Vencimento do lPTU/96 ficou determinado n.a, .wguimes d,iras:
• Bli.~-A VISTA~ CAMPO GRANDE: 05:30 - ,15:00 • ~3:30 HORAS
BHA VISTA A CAMI'O GRA 'DE COM llALDEAÇAO El'l JARDIM: 09:00 HORAS
(este horário não corre nos l>OIV[lN.GOS e FERIADOS)
BELA }flSTA À .JARDIM: 05:30 - 09:00 -- 15:00 - 23:00 UOR,S
BLLA :1/ISTA À CORUMBÁ, pnssmulo por .Tnnlim, Guia Lopes, Bonito, Dodoqucna e
Miranda: 09:00 HORAS - (Nilo corre nos DOMINGOS e FERIADOS)
BELA VISTA À PO 'TA PORÃ, p:1ss:u1do por Antonio Joilo: 06:00 e 16:00 HORAS
BELA VISTA ' DOURADOS, com baldeação cm Antonio .João: 06:00 (niio corre aos
DOl~NGOS e FERIADOS)
@:tru@~
xso éêc3sós @sã'uso
@@usta - g@si» g
J7° OGIG
1@cê3#5, 44a;
,: 20/02/96: Cota única, pagamento à vista com ?3 de d
20/02/96: 1 Parcela (para pagamento parcelado)
,;-::-2':J/03/96: 2.1 P.1r eh
:;-,:-,:•20/0-1/96: 3·' P::1rcda
,:-,:-:;-,;. 20/05/96: 4·' .Pucci.i
,:-::-,:-,:-,:•20/06/9&: 5.1 Pnr ·eh
O contribuinte que optar pelo pagamento à vista (cota única), terá. d ir citJ ·
-- _,_ d d 1... A • • ' • A
ill.Ll,lcscontoc 20%0 Y<lilll...Uo.J.1llPOID1J.1.114-1 vem 1m~s.<Lruuamr.
Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, não terão direit
ao desconto de 20%, mesmo que o pagamento das parcelas sejam quitada.
rigorosamente cm dia.
O contribuinte que efetuar o pagamento após a data pré-estabelecida, ou seja
a de vencimento, terá que arcar com os seguintes encargos:
- Até 30 dias do vencimento, multa de 10% e juros de 1% ao mês.
• Após o 31 ° dia do vencimento, mult:i de 20% e juros de 1 % .
O imposto que vocc paga e beneficio que a sua cidade ganha.
EDVALDO PEREIRA DE CARVALHO - Secretário de Fazenda
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal
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JO!SAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
PÁGINA • cs
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Taxa de
Reaviso de
Vencimento
de Conta de
Sy dney Nunes L eite
A situação
Agricultura em 95
o ano de 1995 foi marcado por qutro grandes po
líticas ou fatos que afetaram diretamente o desem
penho econômico da agropecuária, a constituiçao do
plano real, a retirada gradativa do governo dos
instrumentos tradicionais da política agrícola, n
contenção do crescimento econômico e da demanda In
terna pela prática de uma política monetarta res -
Finalmente, a necessidade de contenção dos gas- tritiva e o recorde da produçao nacional de graos
tos públicos reduziu a oferta de recursos para a de 81,l milhões de toneladas na safra 94/95, sendo
políttca de preços mínimos, que niio foram conigi- 0 Paraná o primeiro produtor com 15,7 milhoes de
dos durante o período de julho/94 a novembro/95. A toneladas na safra de verão e l,3 milhão na de Ln-
1 renegociação com os ruralistas trancou os íinanci~ verno.
mentos de comercialização no pico da venda - O p Ia n 0
fra, entre fevereiro e junho/95. Como resultado ,
os produtores de milho,- arroz e feijão de queda dos
caram no mercado todo (milho) ou parte (arroz e
feijão) de duas colheitas por preços inferiores -
a~ mínimo garantido pelo Governo mesmo sem a corr!_ da renda
A população bcla-vistense, conforme já foi
amplamente divulgado na imprensa, foi surpreendida
por uma exdriíxula Taxa de Reaviso de. Vencimento de
Conht cobr,1da pel.i ENERSUL - Empresa Energética de
Mato Grosso do Sul S.a,, e apesar das explicações da
empresa, creio que o assunto merece outros comentários.
O País parece que passou a ser governado por
Portarias, e, o incríve.' é que todas elas são fixadas contra
(t população, especíalmente a parte mais humilde.
A classe popular que consumia menos energia e,
portanto, ajudava o País, quando por consumir pouco
sobrava a preciosa força para os setores produtivos, tinha
uma pequena bonificaçiio, com a redução do preço por
kiloats. Essa bonificação fazia com que a população de
baixa renda procurasse consumir pouco, para gozar do
benefício. Com essa poupança popular, quem ganhava
era o País que, sobrando energia elétrica, dirigia esta às
fontes de produção. 'o que ocorreu? Uma simples portaria
extinguiu o benefício e aumentou os cursos da energia
para a população mais humilde, mas o salário mínimo
continua o mesmo.
Agora, outra portaria criou uma exdríxula taxa
de reaviso, que é cobrada após o 11º dia do vencimento
da conta sem pagamento. Ora, rn pergunto: a ENERSUL
enviou qualquer reaviso ao co'f/sttmidor em atraso? E
reaspondo: Não enviou.' Então, pergunto: como cobrar
uma taxa de reaviso se este não existiu? Mesmo porque a
empresa já cobra uma multa de 10% por atraso no
pagamento das contas, mesmo que ele seja de apenas um
dia.
Como se vê essa taxa é um abuso.
Vou mais longe, com dois pequenos problemas
também relacionados com a ENERSUL: o primeiro
ocorre11 nos 1íltimos meses. A conta do consumidor vencia
num dia certo (no meu caso era o dia 10 de cada mês), e,
na atualidade, isso não ocorre, o vencimento ficou ao
livre arbítrio dos burocratas da ENERSUL, não levando
em conta que a população, que não vive nos gabinetes
com ar condicionado, tem o se11 orçamento atrto,faz as
suas economias para dia tal ter um trocadinho para pagar
o consumo de energia elétrica. Agora, com o vencimento
das contas passando do começo do mês para antes do final
do mês, muitos consumidores mais humildes não
conseguem pagar· a energia em da sendo obrigados a
pagarem a abusiva multa de 10% e.a cxdríxula Taxa
de Reaviso de Vencimento de Conta quando recebem
seus minguados vencimentos.
O segundo caso: A nossa energia elétrica é tão
deficiente, que os aparelhos eletrodoméstcos e outros,
constantemente são danificados. Não é d boje que a
população reclama, mas os podéres piíblicos fazen1 ouvido
de mercador (não ouvem nada, ficam surdos). No
entanto, nos últimos dias, os bela-vistenses foram
surpreendidos pela ação da ENERSUL, que, ao rés de
melhorar a qualidade de energia elétrica> está substiwirulo
excelentes postes de aroeira das redes da cidade por ouros
de concreto. Segundo consta foi feita uma concorrêrvcaa
para tal, e a empresa que está fazendo as substituições
recebem os postes de aroeira pela modesta quantia de RS
6,20 (seis reais e vinte centavos). Eu pergunto: será que
esses postes de aroeira, que não se encontram deteriorados,
valem apenas R$ 6,20? É bastante, estranho, embora
tenha havido concon:ência pttblica.. Um desses postes pode,
no mínimo, ser transformado em 2 palanques para
mangueira e muitas lascas, para postes ou enchimento de
manguero.
Aroeira, nestes tempos em que é proibido abatê-las,
vale ouro e não apenas R$ 6,20 o enorme poste da rede
de energia elétrica, embora usado.
SYDNEY NUNES LEITE
Vice-Prefeito e Juiz de Direito aposentado
Menos recursos·
para o Crédito
Oficial
ça0.
Neste aspecto, merece destaque o amplo esforço
do Ministério da Agricultura e do Governo em f1nan
ciar 10 a 11 milhões de toneladas de produtos vin
culados a PGPM, basicamente do mecanismo da equiv!
lncia produto e da compra direta dos mini e peque
nos produtores. Caso não ocorresse desta situação,
os preços de mercado seriam ainda mais baixos.
Na contrapartida dos custos, os preços dos ins~
mos (fertilizantes, agrotóxicos e máquinas) aumen
taram entre 237 a 657 em 1995.
Agricultura segurou
inflação às· custas da
inadimplência recorde
Os resultados globais foram os esperados. A in
flacão caiu de 457 ao mês para 35,37 no primeiro a
no de vigência do real e para 15 a 237 em 1995. Os
baixos salários aumentaram seu poder aquisitivo e
a cesta básica ficou 37 mais cara em 1995. Agrope
·cuária puxou os índices de inflação para baixo,mas
às custas de uma reducão da renda agrícola estima-
da entre 20% e 25%. Todos os produtos agrícolas f!
caram, ate setembro de 1995, com preços reais abai
xo daqueles vigentes no início do plano real (ju =
nho/94), ficando inclusive nos níveis mais baixos
dos Últimos 10 anos, e nos casos do feijão, soja ,
arroz, milho, algodão, boi e café ocorreu queda
dos preços nominais.
A queda de renda gerou uma inadimplência sem
prededentes no setor e a grande maioria dos agri -
cultores, para não perderem a honra, um dos seus -
valores mais preciosos, estão se desfazendo de pa
trimÔnio, essencial à continuidade da atividade.
Também, diminuiu a capacidade de autofinanciamento
para a safra de verão, 95/95, resultando em redu -
cão da área e da tecnologia empregada.
A partir de setembro/95, como é natural, os pre
os agrícolas iniciaram movimento de alta sazona1,
devido a entressafra. Tal fato não pode ser inter
pretado erroneamente como no final da fase de des
capitalização dos produtores e início da capitali
zaça0, porque estas já tinham vendido a produção.
CRÉDITO
MÍNIMO
SAFRA
E PREÇO
PARA
95/96
Real
(
l
A
As condições da operação do crédito rural de
custeio e comercialização, contratado a partir da
publicação oficial do acordo entre os governos e
os ruralistas e até julho de 1996, são as seguintes:
1 - Juro efetivo de 167 ao ano nas operações con -
tratadas com recurso controlados de crédito, quan
do destinadas:
a) Aos produtos de renda agrícola anual de até R$
30.000,00 ou aos mini a pequenos produtores, que
terão ainda o amparo de equivalência-produtos com
preço mínimo.
b) Ao custeio do arroz, feijão, mandioca, milho e
trigo, no valor de até R$ 150.000,00 por produtor,
e algodao ate R$ 300.000,00. O financiamento de
.custeio poderá obedecer a modalidade de crédito ro
tativo, desde que baseado no orçamento simplifica
do.
2- Encargos financeiros livremente ajustados en -
tre os bancos e os produtores nas demais operações
de custeio e de comercialização.
Comparando com as condições que vigoravam na
safra passada, conclui que os microprodutores te -
rao um aumento de custo real do crédito porque pa
avam apenas de 67 de juros anual, sem TR. Os pe -
quenos produtores que pagavam apenas 67 de juros
anual e 507 da TR e os demais que tinham encarrega
dos de 1l,57 de juro anual 1007 da TR, terão equi
valente e menor custo dos financiamentos respecti
vaente, se considerarmos que a inflação anual a
tinja o patamar dos 207.
e a
preços e
agrícola
O programa de estabilização econômica, implant~
da no Ig semestre de 1994 e a troca de moeda afeta
da em 12 de julho daquele ano, com a finalidade de
combater a inflação, exigiu das autoridades econô
micas a adoção de um rígido controle da oferta da
moeda, do crédito e dos gastos públicos, visando a
manutenção da demanda em níveis compatíveis com o
aumento do PIB (5,77 em 1994 e 4,57 em 1995) e com
a possibildiade de importação.
A taxa de juro encareceu o custo financeiro do
crédito de custeio, reduziu os investimentos agrl
colas e a formação de estoques pelas indústrias,as
quais passaram a comprar apenas suas necessidades
imediatas. Isso implicou na inadimplência do setor,
no retardamento da comercialização da safra 94/95
e na transferência do carregamento da mesma para
os produtores, que ainda se defrontaram com falta
de armazéns graneleiros, em parte ocupados com o
remanescente da safra de 93/95 e anteriores coe
AGF ou EGF. Também os produtores arcaram com aume
to dos fretes, decorrente da necessidade de deslo-
camento da produção para armazéns mais distantes.
Balanço aponta perda de
340 mil vagas em 12 meses
Brasília - As demissões de trabalhadores com -
Carteira assinada entre dezembro de 1994 e novem
bro de 1995 superaram as cortrataçoes em 340 mil
vagas, segundo números divulgados pelo Ministério
do Trabalho. Somente em novembro, as demissões su
peraram as contratações em 77 mil postos de traba-,
lho formal, o que significa retração de 0,327 no
cadastro geral de empregados e desempregados, que
reúne informações enviadas mensalmente pelas empr!
sas.
"Parte dessa queda se deve a fatores sazonais'
afirmou o Secretário-Adjunto de Política de Empre
gos e Salários, Willian Carvalho, referindo-se a
uma redução de empregos que ocorreria em todos os
meses de novembro.
"O principal fator são dispensas da indústria -
de alimentos", disse. Segundo ele, esse setor re
duz os níveis de produção durante a entressafra a-
grícola. •
Em novembro, a industria fechou 53 mil postos
de trabalho dos quais 23 mil são do setor de ali -
mentos. A construção civil fechou 8675 vagas, e ª
agricultura, outras 6.195. Só o comércio contratou
mais do que demitiu, criando 5.901 postos de trab!
lho.
I.
N
CR
E
g
BOI GORDO
Menor variabilidade
de preços em 95
No ano passado vários fatores contribuíram parl
uma menor variabilidade nos preços do boi gordo•
entre eles pode-se destacar o clima ameno durante
o nverno o a d •
d d
• umento o numero de animais confina
os turante a entr .f - -
esara, a reduçao da exportaça°
e o crescimento da ,- - -
1
- .uoportacao de carne bovina, a
e da tradicional concorrência das carne ade fraa
go e su:na que t. Yb
amem tiveram sua oferta ampliada·
OS MOTIVOS
Nes
t
e sentido, a maior estabilidade de preços
??,}?2e d ao ae 95 rei resultaao 4a ator á1s?
n idade de carnes em geral no mercado interno '
fruto do cri ir -.
e do . esc ento da produção e das imporéacoe>
decrecimo no volwne embarcado ao exterior que
teve de ser absorvida internamente.
No caso da carne bovina, estimativas do mercad
apontam para una produção e 1995 de aproximada
te
4
,
8
milhoes de toneladas com crescimento de s
1s ou menos 47 em relação ao ano anterior, o q
nao e pouco para um tipo de exploração predoins"
te extensiva e de ciclo longo como a bovinocuJtufl
de corte.
BELA VIST A/MS ANO: XXIII Nº 1.700 27 DE JANEIRO DE 1.996 .. EDITOR: IVALDO PEREIRA R$ 1,00
BREEI7IIJT
Os candidatos a candidatos a Prefeito
Em todas as pesquisas
realizadas cm nossa cidade,
' G.1rib,1ldi d11 Rosa Neto pponta
em primeiro lugar, é o
preferido da população para
suceder o atual Prefeito Abmilo
Annoa Zacarias.
'.
J
G..'lrih.aldi ti a Rosa N cto
Segundo informações,
Garibaldi _agiu de maneira
correta ao desligar-se do PTB
e filiar-se ao PFL. ão há
impedimentos à sua
candidatura, aguardando-se
apenas a decisão do Juiz de
Direito da Comarca, com
certeza Garibaldi será mcsmo
o candidato do PFL à chefia do
Executivo Municipal.
Comentou-se que ele e
vanos companheiros não
teriam seguido os trâmites
Foi inaugurado ontem.
cm Caracol, o llospital Rita
intonia Maciel Godoy.
O Hospital construido
pelo ex-Governador Pedro
Pcdrossian e equipado pelo
atual Governador Wilson
Martins conta com 13 leitos
e seus respccti vos berçários.
03 apartamentos.
atendimento clínico.
cirúrgico e pediátrico.
.
)
--
legais, comunicando à dircçilo
do PTB o seu desligamento,
com isto teriam dupla filiação.
Segundo informaç11es isto nào
ocorre, pois o l'TB não estava
com o seu Diretório fomwdo.
Os atuais dirigentes do Partido
dizem o contrário, por isto o
impasse, que scni decidido pelo
MM Juiz de Direito da Comarca.
A verdade é que
Garibaldi é, realmente, o
primeiro_ nas pesquisas.
Jovem, significando
mudanças, Ricnrdo de Souza
Rosa. "GÃO" é o candidato do
PTB, contando com o apoio do
ex-Governador Pedrossian.
llicani!ldcSouza Rosa "GÃO"
Para os petebistas
existe a possibilidadt: de
coligação, desde que
Ricardo Rosa (Gão) esteja
na cabeça de chapa. Ou seja.
ele nilo abre mão de sua
candidatura.
Temos cm Dela Vist:1.
também, um impasse no
PMDB, são quatro
candidatos a candidato,
FERNANDO ELIAS.
FER ANDO JORGE,
NÉLIO DIÓRIO e
MARCOS DARDOSA.
I
(
(
. '
1 1
-4
...:.
Fernando de Freitas Eli;
O PMDI), segundo o
Deputado Waldcmir Moka.
lançará candidatos cm todos
os Municípios.
. -
Mimos Elias Rios <.l;ú:tz
No PSDD · tambén
11:mos quatro candidatos n
candidato, GERALDO
PINIIEIRO MURANO,
RONEY MORAES
Baile do Haway na reabertura
do Ctule Esportivo Belavistense
SIMÕES, NEOO
/ ACARIAS e ILDEFO SO
l'l IIEIRO. o partido. hoje
um dos mais fortes na
região, segue as
di:tcrminações dos doi,
li,.krcs no Estado.
ROIIER /'O ORRO e
L.'DIO COELHO.
Poderá haver uma
coliga~;io do l'SDI3 com o
J>FL. mas não está
dcsearta1a ,1 coligação com
o PMDII, nessa "salada",
com todo, os ter.peros.
nada está dccidido, silo
apenas conjunturas e
especulaçes. Candidatos
mesmo. em Dela Vista, hoje, são
G:uihaldi e GJo.
Vamos ter surpresas
durar.te o processo de indicações
de andidatos pelos demai
partidos. quem viver ver:'t
--,--::--
Roney Móraes Simões
inaugurado Hospital em Caracol
(.João Carlos Vcl:lsqucz) .
l
:)a
n
rr
d
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O Clube Fportivo
Belavistense promov· hoic à
noite, a partir das 23:0l' lwr.,,.
o tradicional Baile d0 llav. .iy.
com animação da Ban ·.,
Musical Andorinh.1,
promoção marca a rea',atu11 1
oficial do Clube à sociedade
bclavist,cnse, após vátio, anos
de inatividade deste qe a toi
a!l'
±v o%
Ln
ir°
es%,
s
',eo
=0F'
l1
o mais importante palco de
randes eventos promovidos
em nossa cidade.
Sob a presiuénea do
Bioquimico oliman
Tehichrane e contando com
uma Diretoria parvpativa e
interessada, o Cube Esportivo
belavistense passou por uma
fase de revalização .. e
l'l!struturaçà0 du!llnte todo o
ano passado, hore, totalmente
de cara nova, com todas as suas
instalações cn, í'.:rfei tas
COndições, o Cluh: rc~bn: suas
Portas com a realiza;lo do
llaiie do Haway e d:i o primeiro
Passo para voltar a upar o
lugar de destaque que merece
no seio da nossa juwntudc e
de toda a nossa comunidade.
Pela scril':hdc e
compcti:acia da s·J:1 Diretoria..
temos certeza que o baile de
reabertura do C'bbe Esponivo
elavistense s:ri coroado de
Pk'no êxito. n,e,,mo porque o
·dado belasvistens: que se
PTl:1a nãu poJc deixar de
--- --------- LU3 ÉS??H? E;Li$Ti ••
"
[ili o F
ooasa
.. --- ~ ...
•
O noso Clube Bela istcnse reabre suas portas hoje a noite
prcstigrur tuJt> esse trabalho.: deixarem o Clube cair no bastante acessíveis, o
dedicaçã1, das :,cssoas que se esquecimento e no abandono bclavistensc espera por você.
p r o 11 t i f ; e a r a m definitivo. maiores informações pelo
voluntariannte, a não Com mesas a preços Telefone 439 - 13jo_
r
°
í
. ;
Deputado Estadual Waldcmir Moka
Esteve presente o Centro Cirúrgico, necessários
ccrctário de aúdc do Estndo para cirurgia em geral e ainda
Dr clson Tavares; Deputado todo os equipamentos para a
.. Dilso Sperafico e D..:putado sala de parto e para o
.. __ ;:.:~_:.=:::::_=:=J:;;;;;_.;_ Moka. além das autoridadcs atendimento na enfermaria.
=- locais. O Prefeito de Caracol
egundo o Dcpt.tado pagará 17 funcionários, entre
Moka.. "o Hospital contará ,·cm eles 04 enfermeiros e' uma
--~--,---,---,----,-- o atendimento de 03 médicos atendente por 90 dias, para o
e esses equipamentos qu:: funcionamento necessário do
foram adquiridos são para o Hospital.
Sdney unes Leite
A população bela-vistense, forme já foi amplamente divulgado na
imprensa, foisu(preendiqa por Ull'.õ eriJrúxula Tara de Reaviso de Venciínentr
de Conta cc!Jrada peCJ 'ENERS/Jl e aesar das erplicaçães úa empresa,
creip que o assunto merece outms comentánàs. Página· 08
vemoten
acalmara
fome do
Servidor
com um
Grito de
Carnaval
4ln3
Í' ~ . A primeira Diretoria li-:ou as.~im constiruídx
Presidente - Maria Antonieta Solaris
: •, Vice-Presidente - Therezinha Ajala Godoy
. 1 ° Tesou'rei1 o - leda F~rçandes Rodrigues
2° Tesoureiro - Odethe Óristian
1 ° Secretário - João Carlo Souza
2° Secretário - Diana Pain
---
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[ RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO )
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424
JARDIM/MS
27pE JANEIRO DE 1994 • PÁGINA • 22
B[5EMANAR[O vll>a ?II. II7-
Préf eitura Municipal
de Bela Vista
Oecreto Número 905, de
25 de Janeiro de 1.996
"DLrpõc sobre desapropriação de área r dá ou-
tran provldncfas".
O PREFEITO MUNICIPAL DE DELA VISTA, ESTADO DE
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lo-
ais,
D E CRETA:
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uburbano determinado sob o n? 180 (cento e oiten
ta), situado na l? circunscrição desta cidade, com
área d 62.500 m' (sessenta e dois mil e quinhen -
tos metros quadrados), com matrícula de nQ 5607 no
Cartório de Regiõtro de Imóveis da Comarca de Bela
Vint.'.l, cm nome de Fernandes Alves Gomes Filho; e
37.500 m
2 (trinta e sete mil e quinhentos metros
quadrados) do lote de terreno suburbano determina
do sob o ng 181 (cento e oitenta e um), situado no
lê circunscrição desta cidade, com matrícula de nQ
055 no Cartório de Registro de Imóveis do Comarca
de Bela Visto, cm nome de Rogério Ocampos Gomrs.
Art. 2Q - A desapropriação de que trata o arti
go anterior, originn-se da declaroçÕo de utilida -
de público, através do Decreto ng 903, de 02 • de
janeiro de 1.996, com fulcro no Decreto-Lei Fede -
ra ng 3.365 de 21 de junho de 1.941.
Art. 3Q - O imóvel desapropriado destina-se à
construção da lagoa de tratamento do rcde1csgôto -
do cidade de Belo Visto,
Art. 4g- A indenização de que trota o inciso
XXIV, do ort. 5Q, da Constituição Federal, tem por
base a ovolioção efetuada por Comissão designado -
pelo Executivo Municipal, através do Portaria ng
001/96, de 09 de janeiro de 1.996.
Parágrafo Cnico - A avaliação de que trata no
"caput" deste artigo, perfaz o montante de • R$
50,000,00 (cinquenta mil reais).
Art. 5Q - Este Decreto entrará em vigor na data
de sua publicocão, revogados as disposições em con
trário. •
Ponto Fixa em Motalo Pláticn. Ponte Fixa·em Met-alo
Cerâmica, Ponte Móvel, Claroamento Dentário.
Aplicação do Flúor. Raio-X e Facetas Lam1adas
DR. LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS
CRO 3➔0-MS
Abraão Armoa Zacarias
Prefcitq
Decreto Número 904, de
24 de Janeiro de 1.996
"Considera estável no serviço público os scrv!.
dorcs que menciona, e dó outros providências.
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lc
RUA TEN. BERNARDES,447 - 251-1436
RES. AV. CEL. CAMISÃO - 'â'251-1039
JARDIM/MS k'
T BUI A DA FROY 'TEIRA
SI-SERIANÁRIO
Fundado em 20 <le Fevereiro de 1.972
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais
CGC.MF 15.513.203/0001-59
D E CR E T A:
Art. lQ - Considerar estável no serviço públi
co os servidores nos respectivos cargos relaciona
dos no Anexo I deste Decreto, Aprovados no Concur
~o Público, homologado em 05 de Agosto de 1.993
de conformidade com o Art. 24 do Le1 ng 948, de
19 de abril de 1.993.
Art. 2Q - Este Decreto entrará cm vigor na dato
dr sua publicação, revogadas os disposições cm con
tr:Írio.
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
ANEXO I AO DECRETO N? 904
KOTORI:,"TA:
DIRETOR· EDlTOR-CHEFF.: lvaldo Pereira
SUCURSAIS: .
JARDIM - Rua I4 de Maio.342-a (067)251-1669
BONITO - Rua Monte Castelo. SN
CA.ACOL - Avenida Drasil, SVN
ANTONIO JOÃO - Praça Eugénio Penzo, SN
PORTO MRTINHO- Rua Coronel Ponee,2(067) 287 - 1239
T ABF.LA DE PRE,;OS:
ASSINATURA ANUAL: R$ • 60,00
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,0D
as ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM
'NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS
ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS.
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564
(067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544
BELA VISTA - MS
01 - Felipe Abadie
·AGENTE FISCAL DE TRIBUTOS:
01 - 0r'!lanuo Aforu;o
AGENTE ADMINISTRATIVO:
01 - Dagoberto Blini Costa
02 - Oscor Leite Ribeiro
I//I///I///II//////////////I/II//I//I/////I//II//
FIUADO À:
ADJORI- Asso"is;lo de Jornais do Interor
ABRA.IOR! - Asaciça Brasileira de Jomais do Interir
CNJ! - Cadastro Nzonai de Jomais do Interior - Periodicidade
verti.d.a em Brasília - Registro no Csr6ri9! I
Edital de Proclama
Carta de Mato
Grosso do Sul
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofic1ala do Regis
tro Civil desta cidade de Bela Vista-mS., FAZ
SABER o todos quanto o presente Edital de Pro
clamas, virem que apresentaram os documentos e
igidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasi
leiro, Incisos I, II, III e IV e pretendem se
casar:
CELSO BARBOSA e SILVARA ARCE, brasileiros ,
solteiros, domiciliados e residentes nesta ci
dade, ele-Pedreiro, natural de Bela Vista-MS ,
filho de Onoroto Barbosa e don.i Balbina de Sou
za Barbosa; ela-lides do lar, na.tural de Bela
Vista-MS, filha de dona Vlma Arce.
Se alguém souber de algum impedimento
se oponha na formo do Lei.
Bela Vista-mS., 24 de janeiro de 1.996
JANILDE ROSA DOS SANTOS - 0FICIALA
que
A, federações e Associações abaixo relacion las, reuniram-se
em Assembléia Gera! Extraordinária realizada no dia I6 de janeiro de]
1996. na sede da Associaçlo Comercial e Industrial de Dourados, situada
à Av. Marcelino Pire<s N 2102, em Dourados/MS.. onde, em primeira
convocaço, às 20.00 horas, foi instalada a Assembléia sob presidência
do Sr. Walter Pitarelli. Presidente da ACID, sendo chamadas para
comporem a mesa as seguintes pessoas e entidades:
1- Hagner Simane Marias - Presidente dn FAC/MAS
2 Amaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaria das ls
3.Nelson Naehit. Presidente da Associara temercial de Campa Grande
4Edilson Ferreira de Araújo. Presidente éa CDL ée Cnmpo Grande
5Roberto Zuim • Presidente da DL de Douradas
6- Sebastião Weiber Cavalari Presidente do Sindicato do Comércio
Atacadista e Varejista de Ouurados
7- Laudelino Balbuena Medeiros - Assessor Jurídico do AC/O
8. Ju/lo Campus• Assessor Jurídico do Associn;llo Comercial de Campo
Grande
O. Wagner leAo do Carmo• Assessor Jurfdico da CDL de Campo Grande
Iniciados os trabalhos, foram colocadas em exposição e paula as
questões rclarivas ao endividamento e às altas taxas de juros praticadas
pelos Bancos com relação aos comerciantes
Debatida a questão pela As embléia, tiveram soerguidas as
situações de que as taxas nominais de juros praticadas pelas insrituições
financeiras brasileiras. segundo matéria veiculada pela revista Veja. são
as mais altas do mundo. Sendo também constatado por matérias
jornalísticas publicada no Jornal Folha de São Paulo, do último domingo,
que as instituições financeiras tomam empréstimos do estrangeiro com
endosso do Governo, a taxas de 6% a 12,6% ao ano. reemprestando ao
sofrido empresário brasileiro. em percentuais de 9 a 15%. capitalizados.
sem que o órgão fiscalizador exerça seu poder institucional, de forma a
coibir os excessos praticados pelos bancos. que têm penalizado
sobremaneira. acarretando o empobrecimento do setor comercial e
provocando, em contrapartida. o enriquecimento do setor financeiro, a
níveis inéditos para qualquer nação.
Fato mais grave e apurado nesla assembléia. é de que as taxas
para o tomador oscilaram ao sabor do interesse econômico e da
contraprestação justa do capital é 5%, enquanto para outros situa-se no
patamar de 14 ou até 15%. Dianre desse quadro, adicionados à mudança
brusca do cenário econômico nacional desde a implantação do Plano
Real, leva-nos à revisão das bases contratuais dos mútuos tomados e
renegociados. porque os comerciantes, ao contratarem seus empréstimos.
o fizeram em situação econômica adversa da atual pois na ocasião havia
expectativa de solvimento da obrigação sem sacrificios de seu patrimônio,
diversamente o que hoje ocorre.
Governo Federal. ao intervir na polílica de juros e sem exercer a
fiscalização que se obriga a fazê-lo, provoca um desequilíbrio acentuado
no pacto originário. gerando a falência penalizada dos tomadores. criando
uma interveniência nefasta ao pacto contratual.
Isto não pode subsistir. posto que. enquanto o setor financeiro
contrai no mercado internacional juros reais de 6 a 12% ao ano, repassa
o a juro nacional de 15% no mês, que perfaz uma remuneração JO capital
superior a 1.500% mensais. Isto é ahsurdo, é usura, é uma vergonha
A par disso, ao mesmo tempo em que o Ministro da Fazenda. Pedro
Malan. apregoa taxa real média de 30% em 95 e a previsão da queda de
juros de 50% em 96, as instituições bancárias deste Estado ousam nos
impingir a es.:ratosférica taxa variável d: 6 a 12% mensais através de
critérios subjetivos e arbitrários, fugindc. em muito, daquela anunciada
taxa Onde esta o poder fiscalizador , onde está a mudança professada
pelo Ministro' Nada mudou. Tudo permanece como estava.
Conclui-se. portanto. que após mais de um ano de plano real. vários
segmentos foram contemplados com ajustamentos. anistia. revisões
contratuais. e. m,üs recentemente, atê mesmo a chamada sucuritização.
Desatento. o Governo deixou ao desamparo e fora desses ajustes. o
empresário que prL-c1sou de recursos para manter o seu negócio, ou.
quando menos, permitiu que ele navegasse scn· i)roteçào entre crilérios
leoninos do sistema financeiro nacional. Omisso. apenas pensando em
manter que ele naveg se sem proteção entre criti:rio, leoninos do sistema
fin_anceiro nacional. Omi,so. apenas pensando em mater juros aitos para
evnnr o consumo, o Bancn Central. cérebro do sistera. tem externado
se como agente mone1árit• t nilo como instrumento de Po!lli.:a Econômica
tllo necessário a um Pais que tenta sair de sua ainda não esquecida mazela
Conscientes que este quadro não pode continuar. o, Empresários.
representados por suas respectivas entidades, afirmam con principios
bas,cos o seguinte: . , .
1 • A flagrante ilegaldade e inconstitucionalidade nd cobrança
dos juros e encargos atualmente praticados.
2-Essa prática resulta no enriquecimento do segmento jin ,ceiro
e especulativo, em detrimento das tomadores, que com as suas ativ1 • des
mantêm o sistema produtivo da nação.
Derradeiramente, se conclama a todo setor produtivo da nJÇ
brasileira, a ombrearem-se :onosco nessa luta comum, porquanto nào
J sera com a especulação da moeda que a inflação permanecerá inerte.
mas sam com o suor escorri,lu da classe produtiva.
Por fim e ao cabo, nota-se que ao persistir tal iniquidade. a
consequenc1a pnmcira é a falência do comércio e indústria, gerando
desemprego, redução de arrecadação de impostos, ausência de capital
circulante, extinguindo por consequência os agentes, financeiros. e
sepultando defin'.11vamentc a prelcnsào de qualquer plano econômico
Dai porque almc1amos repactuJrmos as bases econômicas do ajuste. d
forma a remunerar o capita! ·le acordo com os padrões condizentes, O
seja a niveis de juros de no máximo 50% da inflação verificada no mês
no prazo de 60 meses e com 1? de carência, advertindo sempre de que
inadimplemento não é a nossa intenção.
W11lter Pit:m:lli - Presidente da ACID
Wagner Simone Martins. Presidente da FACIMS •
Arnaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaçlo das CDLs
Nelson Nachif - Presidente d1 Asociaçlo Comercial de Campo Grandf
Edison Ferreira de Araújo - Presidente da CDL de Campo Grande
Roberto Zuim • Presidente da CDL de Dourndos
Sebastilo Weiber Cavalari - Presidente do Sindicato do Comercio
Atacadista e Varejista de Dourados
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[ORAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
r-· ASSOCIACÃO BENEFICENTE DOS
' SUBTENENTES E SARGENTOS PMI/BM-MS
GOVERNO TENTA
ACALMAR A FOME DO
SERVIDOR COM UM.
GRITO DE CARNAVAL
-· BISEMANÁRIO. 27DE JANEIRO DE 199 PÁGINA • C3
LIDERANCAS MOBILIZADAS PARA
I
A FORMACÃO DA JPSDB NOS
a
MUNIICÍPIOS DO SUDOESTE
Enquanto o Governo do Estado descerrava
nesta segunda feira, a abertura <lo carnaval da
"AMIZADE" no Palácio Popular <la Cultura,
centenas de famíl ias de servidores pú b I icos
confundiam o barulho dos tamborins com o ronco
da barriga, pois, • aqueles que receberam seus
parcos salários nem sequer conseguiram colocar
em dia a prestação da casa própria e outros
encargos, quanto mais fazer a compra do mês para
alimentar sua familia, e aqueles mais
"AFORTUNADOS" com salários acima de R$
500,00 não conseguiram recebê-los e ao terem os
mesmos creditados em sua conta-corrente
deixarão para o próprio Governo 10% (dez por
cento) de multas de água, luz, telefone (quando
não é cortado o fornecimento), casa própria, além
de outros encargos, sem levar em· conta as
correções por impontualidade de pagamento de
prestações no comércio em geral, como aqueles
que já receberam seus vencimentos não têm boas
perspectivas, restando-lhes recorrer aos "Agiotas
Oficiais" única categoria beneficiada com a atual
política de Governo.
"O POVO PRECISA DE PÃO E CICO",
talvez o Governo tenha se inspirado nessa frase
milenar se esquecendo porém do mais importante:
O PÃO", pois com a barriga vazia ninguém
consegue chegar ao circo ( CARNAVAL).
A assessoria do governo teve de procurar
parceria para promover o "Carvanal da Amizade",
no entanto, não a tiveram para conter a evasão
fiscal e conter os gasto~ públicos que corroem o
já falido sistema, onde o servidor, além de mal
remunerado, com salários em atraso, sem
condições sequer de matricular seus filhos, pois a
escola pública enfrenta uma grande defasagem e
o seu salário o proíbe de procurar vagas na Rede
Pública, fazendo com isso que futuros cidadãos
deste Estado, por falta de oportunidade, vão às
ruas único lugar que o salário dos pais lhes
permitem a ter uma "Escola e Lazer".
Inúmeros são os policiais militares cansados
de esperar por melhores condições de salários e
jornada digna de trabalho, amontoam o
Departamento Pessoal com pedidos de
aposentadorias proporcionais por tempo de
serviço prestado, defasando ainda mais o baixo
efetivo e agravando o setor previdenciário pois, o
Estado terá de propiciar-lhe por toda a vida salário
e saúde, incluindo seus familiares, além ae ter a
necessidade de contratar outro cidadão para suprir
aquela vaga.
Para se ter idéia do tamanho do problema,
basta olharmos o prazo para se formar um Oficial
de PM/BM, que varia entre três a quatro anos e
esse mesmo oficial ao concluir todos os cursos e
estágios que o habilita ao posto de Major, leva
se no mínimo dezesseis anos de efetivo serviço e
muito gasto para os cofres públicos, mas, sem
nenhuma esperança na carreira futura, se aposenta
Proporcionalmente, deixando uma lacuna que leva
igual período para ser preenchida, e a sociedade a
carecer de seus serviços, enqanto o governo não
adota medidas concretas em benefício do servidor
e em especial ao PM/BM, o contribuinte continua
Pagando um alto custo por um serviço de péssima
qualidade, e o servidor público continuá à margem
do Governo da Cidadania.
Campo Grande(MS) , 23/jan/1996
JOSÉ LIMA MARTINS
Presidente da ABSS-PM-MS
O Major l lilton Villaanti Romero, Assessor do
Presidente da Assembléia Legislativa do Estado,
Deputado Roberto Orro, esteve na regiiio Sudoeste,
mais precisamente nos Municípios de Nioaque, Guia
Lopes da Laguna, Jardim, Bda Vista, Caracol e Porto
Murtinho, com a finalidade de fundar nesses
Municípios a Comissão Provisória Municipal da
JPSDB. J iniciativa vêm tendo grande aceitação, pois
a região possui uma juventude bastante atuante.
O integrante da Comissão Organizadora
1° Encontro
Política
-
açao
uven T ana
APRESENTAÇÃO
LOCAL: Assembléia Legislativa de Mato Grosso
do Sul
CIDADE: Campo Grande/MS
DATA: 10 e 11 de fevereiro de 1996
PROGRAMAÇÃO
10/02 - 09:00 horas - Abertura Oficial do Encontro com a
participação do enador Lüdio Coelho; do Presidente da
Assembléia Legislativa, Deputado Roberto Orro;
autoridades local e federal.
- Palestra: "Conjuntt,ra"
- Ministro iérgio Mota
14:00 às 18.00 horas - Palestra "As Bases do
Pensamento Social Democrata"
- Assessor do Ministro Bresser Pereira
- Palestra: Participação Política "Cidadania"
- Deputado Federal Domingos Leonellio (BA)
- Palestra: Participação Politica "Movimento Social"
- Deputado Federal Arthur Virgílio (AM)
- Palestra: Participação Politica "Militância e
Organização Partidária"
- Sandro - Presidente acional JP DB
11/02 - 08:30 horas - Palestra "Política e Ciência Polícia"
- Professor Bernardo Kippni
09:30 horas - Palestra: "Perspectivas da Juventude
Tucana de Mato Grosso do ui"
- Jorge Haddad, suplente do
enador Lüdio Coelho
- Juvenilo Cândido da Silva
Presidente Estadual 1PSDB
- Wilton Acosta, comissão organizadora JPSDB
- Landmank Ferreira Rios - Comissão Organizadora.
- Ministro érgio Mota
- enador Lüdio Coelho
- Ministro da Educação
Paulo Renato
- Executiva acional do P DB
Regional da JPSDB, Laudmar Rios, outro membro
da comitiva, salientou n importiincia da Juventude
em participar do Encontro Regional do Centro-Oeste,
que será realizado em Campo Grande, nos dias I O e
II de fevereiro, na Assembléia Legislativa, com a
finalidade de eleger a nov. Coordenação da JPSDB
no Estado.
Participarao do Encontro autoridades e
lideranças políticas do PSDB local e federal,
conforme a programação que publicamos abaixo.
de r
A juventude em nosso País Irá muito tempo vem
exercendo 11111 papel importante em relação à
assuntos de relevante interesse para a sociedade
brasileira.
Foram muitas as mudanças estruturais e
políticas ocorrida no embalo da mobilização da
juventude, quer seja através de movimentos
estudantis ou políticos partidários.
São inúmeras as lideranças da juventude que
hoje detém mandatos eletivos, com
representatividade em Câmaras Municipais,
Prefeituras, Assembléias e Câmara dos Deputados,
fortalecendo com isto, o seu partido político de
origem ou atual.
Em Mato Grosso do Sul, tivemos outrora,
militantes partidários que levantaram várias
bandeiras de lutas, oriundas da juventude, que
promoveram avanços significativos no campo social
e político. Através da militância ag/.ferrida da
juventude surgiram novos quadros e
consequentemente o fortalecimento de suas
agremiações partidárias. Era a juventude nas
escolas e nas ruas; radicando a consciência crítica
e da necessidade de participação efetiva para o
aumento das conquistas.
E é, através da JPSDB que acreditamos poder
promover a formação de quadros, buscando o
fortalecimento e aplicando em nossa sociedade, os
conceitos básicos da Social Democracia. Para tanto,
necessário se faz, o empenho efetivo de todos os
nossos líderes, para a realização com sucesso, do
nosso 1" ENCONTRO DE FORMAÇÃO POLÍTICA •
DA JUVENTUDE TUCANA em nosso Estado,
capacitando-nos para a formação de um batalhão '
de militantes da Social Democracia.
JUVENTUDE TUCANA DE MS
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Ma
_J
BE-SEMANARIO 27DE JANEIRO DE 1996- PÁGINA • 24
PANTANEIROS -TEMEM ISOLAMENTO E
DEPUTADOS FAZEM ADVERTÊNCIA À UNIÃO
O <lepuLndo Robrrto Or
ro, prcr, ldentl' da Assem
b](.Jn L<'r,lnlntiva, ,!ir.rrn
temer o Isolamento das -
çhuvM: e da prcr I pi tnçÕo
doq c11rson d'gun da regi
iio. Orro informou que :
_11ntnmcnte con1 outro,:; -
pnrlamcntnres pretende -
r~forçnr junto à bnncudn
(odcrnl or. pedidos de Mn
tll CrotWO do Sul i1 Un inÕ
pnra n libcroçio de re
curson CBGCncinis à rccu
pcrnçio e monutcnçio. d;
nr-262, principnlmente -
no trecho.entre Mirando
e Corumbá, onde o leito
da rodovia i mais vulnc
rável à pressão das -
.,suas.
Sem rodovia e [erro
vi11 - o serviço de trans
porte de passageiros dã
RFFSA ns tá ar alisado -
' 1'· ... ' , ' , -
Corumuú e 1.~tlririo ficd- <;iio fluvial e apreooar n qui•itn". llorocs t>uGtcnta
riam 1;cm l l1;oçno com o rccntruluraçÕo da llFFSA. que n intcgrnçÕo cconômi
re,;tnnle do E!Jllldo, cxcc O leilão rln Rede er.t.-i - ca da re31âo co:n ,3 Arnêri
to por via uêren. O d p~ mnrcndo parn cInco de fe ca do Sul niio pnsoari d;
tudo Roberto Orro tem : verc-iro, - quimera "enquanto não ti
convernado com divenrnn "O flm <la navcRnçiio e vermos ferrovia e hidro:
moradorcH da regfão. Um a desativação da ferro- vln".
deleo, o funcJon~rio npo vin o golpes extrema- A BR-262 esti sendo
Gcntndo dn Receita Fede: mente perversos contra a atendida prccarlamente -
ral C! que por 20 anos - cidadania dos pantnnei- pelo governo do Estado ,
trabalhou na construção rnG", queixa-se Carlos - que recuperou alguns tre
dn estrada de ferro do - de Moraes, 75, na carta chos entre Miranda eco:
Brasil - Bol{vin, Carlos que envia no Ministro - rumb5. Na altura do Pos
Rlhclro de Hornen, esti Odncir Klein, dos Trans- to Guaicurus e do Posto
rnobilizando lideranças - portes. "Quando constru{ da Polícia Florestal, co
do comunidade corumbnen- mos a Brasil-Bolívia, pi nhecido como Buraco dn;
se, notudomente óntigos cada por picada, febre- Piranhas, ji trechos qua
trabalhadores da Noroes- por febre, com muitos - se intransitáveis. As :
te do Brasil (NOB) e do companheiros aderindo ao chuvas constantes impe
Serviço de Nnvegaçiio da mt,vimento, tínhamos um dem a realização dos sr
Bacia do Prata (SNBP),ji ideal de progresso, de - viços de tapa-buracos. A
extinto, para encaminhar futuro, nunca imaginaria pressão das águas provo
no Mlnistério dos Trans- mos que a incompetência- ca o desmoronamento das
portes a reivindicação - e a politicagem pudessem margens da rodovia. Além
ara reativar jogar por terra essa con de Roberto Orro, os dep~,
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JORNAL TRIBUNA {A FRONTEIRA BISEMANARIO. 27DE JANEIRO DE 196. PÁGINA • °
Sperafico quer sOillção para o problema
te travessia do Rio Apa em São Car os
Federal Dilso Spcrofico
]pérafico integra a
1
Frente Parlamentar
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e Médio Empresa·
Sensibilizado com o atual situação dos peque -
nos Empresários, o Deputado Federal Dilso Sperafi
co (PMDB-MS), criou, Juntamente com outros parla
mentores, a Frente Parlamentar da Micro, Pequeno
e Média Empresa, com o intuito de amenizar a cri-
• se que castiga esse segmento da economia.
Paro tanto, o parlamentar já manteve contato -
com Luiz Paulo Vellozo Lucas, Secretário de Acom
Pilllhilmento Econômico, do Ministério da Fnzenda,on
de ficou acertado que no próximo dia 31, Spernfi-::
co fará um relato sobre a situação dos empresári
os e apresentará ns reivindicações dos mesmos.
O deputado sul.mntogrossense solicitou roais da
dos para os Federações das Associações Comercia -
is, para mostrar junto no Ministério dn Fnzendn,o
real situação desses empresários.
As micros, pequenas e -médias emprrsns são res
ponsáveis por novtntn por cento dos empregos exis
tentes no País, entretanto, muitos não estão con
seguindo sobreviver, o que, vem agravando o pro -
blea do desemprego no País, conforme mostram os
dados de todos os institutos de pesquísn que ntu
Jm nessa arca.
governamrntal, o pagamento do previd~ncin será
determinado pelo tempo de serviço. Estão excluí -
dos do benefício, aquelas pessoas que estão nposen
todas por limite de idade, os chamados inativos d
União.
"Não ;:. dl"svnloriz;:indo o hom"!Tl Jo cnmpo que o Bro
sil poder,i pr-ns..1r cm invrstir nn ngriculturo", com
plrmrntou o drput~do.
O deputado defendo também uma aposentador1a os
pcial para professores d 1? 22 graus o aposcn
tadori: por linio do 1dado para o trabalhador ru
r.1 I .
Bancada Tucana aprova empréstimo para
l>refeitura de Porto Murtinho pagar eNi©1©re~ ~
•
Cinco dos nov vradors dr Porto urtinho,
hora ;,dv,,risâr :,,s d,, Pr, f ,, 1 to Luiz C.u l,,s Abrru, ,1.'.:_
Cdiram assegurar a autorizaçio para a Prfitur:
contratar R$ 500 mil, junto "1 rrd..- b,111cârL1, por
<ntcipaçio do rcccita. O dinheiro sori utilizado
n~ p.1g;unrnto do>< funcion:irios municipais, cm ;:itr.1-
s~ drsdr outubro. Os cinco ( Ilka Agucro, Fernando
dugusto d Matos, João Pachco, Sandro Mnldon,1d,, ,
A!on Sanches) o mais o pfclisa Carlos Albrto
#In, poderiam inviabilizar a operaçio se votassn
tontr.: o pc-dido do Prrfito, ii qu xisto um ra
l'r,•ocup:,do com os problPnil!; qu,, vên ocorrr>ndo -
com rclni,;iio a trnvP.ssia do Rio Ap:i, ligando o Bra
1l ao Paraguai, na refio conhc1da como São Co_::
lon, no Município dr> C,1rncol, o Deputado Fednol -
Dilso Spcrnfico (PMDB) cnco111inhou ofício ao Mlnis
tro do Exército, General Zen!ldo Gonzaga Zoroastro
de Lucenu, solicitando providPncfa:; e colnbornção
para a solução d;i questão.
No correBpondêncin envi;ida ao Miniotro do Exér
cito, o Deputado Dilso Sperafico explica que drvi
do ao grande fluxo de pessoas que ntr,1vessam o
Rio Apa, noquelc trecho, o Governo Paraguai.o colo
cou uma balsa pnrn atender a demando, inclusive de
automóveis. "Acontece que os militares . brasil~
ros", continua o Deputado, "só permitem o descmba_::
que se os usuários possuírem propriedades no re-
DI LSO SPERAFICO íl fE~TE A
PEDIDO DE ELET ~f CAÇÃO
RU A PARA ANASTÁCIO
Através de expediente encaminhado ao Ministro -
Agricultura, do abastecimento e da Reformo Agrário
o Deputado Federal Dilso Sperofico Reiterou o pedi
do poro que sejam dest:lna dos recursos para eletri-::
ficoção rural no Município de Anastácio-MS.
O pedido de autoria do DC'putndo foi feito no
ano passado, através do ofício Ne 129/95, dat;:i
do 11 dr- mnio, "razão pel.1 qual solicito prio-::
- .
Dep àdo
favor dos inativos da
"N::io é possível o tr:ibalhndor rurnl,qa!! na maio
ria dos vezC's,, niio tem Carte ira de Trabalho ossin'ã
do, aceitar este Sistema de Previdência; estão qu;
rendo acabar com n aposrntndoria, principalmente-::
paro o trabalhador rural".
Este foi o argumento usado prlo d,-putado f,.d,. -
ral DLlso Sper1fico (PMDB-MS), para dofcndr a por
mnnêncio d.1 ;:iposentndoria por limitr- dr- id;:id,-. -
Dur.inte votaçiio no plrnário do Congr,.sso K.icio
nal, no Ültimo dia 17, Sorafico votou contra A
monda da rofom. da Pvdncia.Dcrd coo projro
l
ve conliz» corr.:° z:d1n11sr1cio Cinr.
Os mis do 300 srv!dorss absorvem, mensalren
p::r ti' dr- RS 130 mil com .: folh::. A nrr<'C'.,daç:i,, r.,r n
s::l está "m torno dr RS 230 mil. A b.:inc.id;:i do PSDB
chegou a cogitar uma CPI o a abertura do presso
dr cnss.1ção dr Abrru. No cn tanto, nn Ült im tc-r
ço-f,-ir.:i, sensibilizada com a situação dos s"rvido
ros - muitos com srios problmas do sobrovivnc{
r- .1cu:-,ulando dívidas no com,:rcio local a bnncod.,,.1
pós consultar inclusive a dirccão regional do pa
tiuo, drcid1u aprovar :J oprração do empr~stinn,com
gLão e, mesmo as!n, com a autorização do Comanda
te MIIItar da Refio, conforms relato do Pn·fr·lto
1-lunic ip;il dr• C.1r .-icol".
Segundo as explançõs do Drputado SperafIco,ao
MInIstro de Estado do Exército, "eras cxincLa
tGm traz!do mu!tos transtornos aos moradores daqu
la regfio, spec1a1mente para os brasileiros qu
residem no Paragual e quo vm o Brass!l para fazer
compras, uma vez que n lado Praguafo o corrcio
é quase Inexistente". D1ante 'ssr quadro, o Depu-
tndo solicitou ao Ministro nIldo Zoroastro de
Lucena os sus bons préstimos no srntfdo de olu -
cion.:ir o mals riipido po«n!vr!l f"ssr problcm.,, no
Intuito de facilitar a travessfa dos usuirfos da
balsa paro o nosso País, conforme pleito da comun!
dado do toda aqurla regfio.
ridade, umn vrz que o relator da subcomissão 2, da
Agricultura, Fozcndo,IndÜstrin "Comércio, d~u p.:i
rcccr favorável ao financiamento poro clc>trific11 -
cão rural no valor total de R$ 112.500.000,000
(cento e doze milhões r quinhentos mil reais),bl'nr-
ficiondo o Estado de Mato Grosso do Sul rm RS
7.500.000,00 (srte milhões e> quinhc>ntos mIl ro-
nis)",for= as considl!roçÕCs do Dcputndo DLlso Spraffco.
êa]
,lp,,i,, inzgr..l lo ver..dor dn PFL Carlo,a H"in, 'lU"
voza com os tucanos.
A Prr-sidrntr- da Câmara, Vreadora Ilka Aguro, '
disse qur> as diferenças polític;:is não podrriom _
prejudic:ir os funcion.iirios. O Vrrrndor Fernando Au
gusto _ do Matos assinalou que nntcs d aprovar a
pc>raçno a bancada preferiu tomar uma dccisão colo
tiva para marcar o compromisso específico dr vot;ir
o nprstimo exclusivanone para solucfon.:r o paga
menta do funcionalismo. -
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@-.' I •
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• Lilia Rodriuzs de Albuquerque Mello
Há três anos lesenvolvemos um trabalho luminoso, porém
silencioso, por meio de bibliotecas da escola em que atuamos. O
objetivo é transformar o mundo dos livros numa cartola mágica.
De lá, a palavra are sai transformada ep outros tipos de
linguagem, eomno o detenho, a pintura, a arte dhamtica, a música,
a escultura, construindo símbolos de sentidos inesgotáveis.
Como Prfessores e Agentes transformadores da sociedade,
não podemos d±:ar de perceber o peso e a função da leitura em
relação ao nsso trabalho. Precisamos ter muito claro, para cada
um de nós o poder que ela tem de nos transportar pra novos
espaços. phr meio de sensações que desenvolvem o nosso
intelecto e ,om,1m claras as nossas emoções.
Mas,afinal, o que é ler?
Prf isamos entender que o sujeito ºé leitor antes de entrar e usam as pessoas.
na escola e cortinuará sendo quando não estiver mais lá.já que, 1------------------------' É sabido, também, que acima dos interesses
como o0ervudor·do mundo, recolhe os significados, como se com novas dimensões, levando-o a reinaugurar o que já sabia individuais devem prevalecer os coletivos e que, acima
cstivcss.j cm face de um espelho, projeta no mundo o seu olhar antes, já que a leitura é um ato de abertura para o mundo. da vontade do homem, está a do Pai, simbolizada pelo
que vv aJ rinde a própria vista alcança. • , Acreditamos que, por meio da leitura prazerosa dos livros Cristo de Deus no amar ao próximo como a si mesmo. O
N seu livro A Importância do Ato de'Ler, Paulo Freire de leitura infantil, temos propiciado aos alunos uma educação
: aborda~ conceito de leitura dentro dessa ótica, quando diz que que forme a consciência estética, ética e crítica, aprimorando. imperio da Lei de Gerson, que
O
próprio autor renega,
"( ... ) • leitura do;mundo precede a leitura da palavra, da( que a lhe a percepção humana; para que, nas suas relações com o faz com que os homens coloquem os interesses das
posteri~y:itura,desta não passa prescindir da continuidade da mundo, busque sintonizar-se de forma harmônica e equilibrada.. coletividades subordinados à vontade de uns poucos. O
leitur/ daquele. Linguagem e realidade se aprende Num mundo cada vez mais competitivo, capitalista e amar ao próximo se transforma no usar o próximo e
dinanyc.tr.1clle/A.compreensão do texto a ser alcançado por individualista, cabe à escola atuar acreditando que "(... ) é acima do Cristo se coloca o cristão, numa verdadeira
sua lcml~ CJÍ~ca Implica a percepção das relações entre o texto essencial humanizar a mente da criança e do jovem pela inversão de valores.
e o wntc1 :O:'. . sensibilidade e alargá-la pela imaginação, já que deveria entender Quando a sociedade se mobiliza em torno de uma
S.:, :ntendcmos que ler é· um ato de participação da que a criança aprende melhor quando é com o coração" (Vânia
idéia, sempre os resultados são os mais profundos e
subjetivi::·~e que se envolve numa relação de intercâmbio com Maria Resende).
o que s: a rcsenta permanentemente aos olhos, precisamos A origem deste trabalho, que vem sendo desenvolvido relevantes. Veja-se, por exemplo, a campanha das
reíletit. r,roD ndruncnte sobre a importância e a necessidade de há três anos por uma equipe de quatro professores, deveu-se diretas, os caras pintadas pelo impeachement, a
parti)bar experiências de leitura com os nossos, levando-os a à unanimidade do grupo: que os alunos tivessem acesso aos campanha do Betinho e, agora, mais recentemente, essa
vivd• ;iar "o isto e o aquilo" por meio de diferentes linguagens, livros de literatura infantil pelo simples prazer de ler, ávidos mobilização geral para acabar com a violência no futebol
e ntic somente ou isto ou aquilo, parodiando Cecília Meireles. cm desaferrolhar as portas do imaginário e das sensações; cujos resultados já começam a aparecer .
" Com projetos literários, estamos transformando a leitura, que as atividades artísticas e as produçes de texto, tanto orais Acredita Herbert, que o Rotary é a organização
desde as séries iniciais, numa atividade cotidiana, plena de quanto escritas, fossem pautadas pelo prazer, o qual pressupõe b d
mais em posiciona a no mundo, para fazer algo a
significação e prazer em que cada leitor tem acesso aos uma boa dose de gratuidade; que o nosso entusiasmo
significado mais profundo e ao que é significativo para ele no considerasse a literatura cm si mesma, vivenciando-a como respeito dessa crise de valores. O companheiro
seu desenvolvimento. Além disso, temos nos preocupado, como uma das Belas Artes, fazendo-a ser apreciada pela virtude de presidente tem razão, nós rotarianos podemos mobilizar
agentes motivadores e dinamizadores da prática da leitura, cm sua própria vitalidade; que os alunos percebessem que "gostar a sociedade brasileira nessa luta. Disse ele que "A
fazê-la acontecerem condições adequadas à fruição, ao mergulho de ler" é algo que se aprende na escola, enquanto ler, Família é a unidade básica de nossas comunidades",
profundo e ávido que envolve a subjetividade cm termos de simplesmente, numa concepcão ampla, é algo que se aprende vamos, então, unir a sociedade em torno da família.
participar, interrelacionar-se, transformando o leitor cm coautor. fora dela, desde tenra idade. Existem três forças que, unidas, podem realizar essa •
É significativo para o nosso trabalho que a cada mergulho nas
façanha: as escolas, as igrejas e a imprensa. Podemos
camadas simbólicas dos livros, o aluno emerja vendo o universo
fazer uma grande campanha envolvendo Interact,
interior e'cxtcrior com mais claridade. Que a sua volta se faça
Rotaract e Rotary Clubs, sob o título, "A Família é a
base para um mundo em paz". O objetivo inicial será
atingir esses três poderes e através deles mobilizar a
classe política e a opinião pública.
Sugerimos aos Clubes convidar educadores,
religiosos, jorr.alistas e políti_cos para falar em Rotary
sobre esse tema, e ao mesmo tempo rotarianos que se
enquadrem ressas categorias, irem às escolas,
associações, comunidades, jornais, rádios televisão,
câmaras municipais, assembléias estaduais e até na
Camara e Senado Federais.
A criatividade dos rotarianos pode ser posta em
pratica para atngir os objetivos colimados
Brasil Rotário pode . •
.. se engajar nessa campanha,
tornado-se o veiculo através do qual ·lb dr de =
. . ai os clubes livulgarao
as suas atividades; pode criar :
· l d r um cartaz que sera
vecuua o, mensalmente até o f l de" 2...-
d
, . • ma este ano rotar1o,
po e, lambem, lançar um cone d af
· d - urso e monografas,
premanto os três melhores trabalJ
Tenho c te ª os sobre o tema.
a verte.a que se levantarmos essa bandeira
com o mesmo empenho da camr he r, 4[
deste ano rotário teren,,"""ha Pio Pus, ao fina
precioso no caminho da conseguido um avanço
restaura, d for
primordial de uma sociedade. ao tesse va
Conclamo a tod ' que e a família.
os os rotarianc br ~j... se
unirem em torno dess 1os rasileiros a S
se apelo do P, ide ·bt
Erown, pois, sem dúvida 4, ., residente Herber
, • i a, a amí/ia a· d . a·
de um mundo melhor que todo HUUi«a e a esperanç ,
os nos desei
Assim os rotariano I amos.
o esta = 'd n
integridade, servindo com mm Uao agindo co
• , • ore trabalhando pela pa- .
'
Francisco Castro de Souza
Herbert Brown, Presidente do Rotary International,
em sua mensagem de setembro publicada na Revista
Brasil Rotário, pede aos rotarianos para trabalhar em
prol da restauração da importância dos valores humanos
universais nos lares, escolas e comunidades do mundo.
Sabemos que as relações entre as pessoas devem
ser de companheirismo, amizade, amor. Entre as pessoas
e as coisas devem ser de utilidade, de uso. Nessa crise de
valores o que observamos, é que pessoas amam as coisas
Vi
Lilia Rodrigues de Albuquerque Mello é Professora
de Língua e Literatura Portuguesa.
(Lector, ovembro de 95)
Ao comemorar seus 100 anos, Arthur Reed ainda
andava de bicicleta. Trabalhou em seu emprego até os
116 anos e morreu aos 124. Ele foi um dos 32.194
americanos que, segundo o _censo âe 1980, viveu mais
de 100 anos. Será que esses centenários têm uma
programação genética especial, ou descobriram alguma
receita secreta para a longevidade?
O Dr. Walter M. Bortz II, geriatra, especialista
em longevidade e membro do corpo docente da
Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford,
diz que não. Segundo ele, essa não é a exceção, e sim o
padrão: o corpo humano é programado para durar um
milhão de horas, o equivalente a cem anos; bastando
para isso que as pessoas levem uma vida sadia, ativa e
natural.
Em VIVA MAIS DE CEM ANOS o Dr. Bortz
apresenta pesquisas científicas que confirmam essa
extraordinária meta para a vida humana, derrubando
preconceitos sobre a velhice e a capacidade que o
espírito e o corpo huma110 têm para levar adiante uma
existência independente e cheia de energia.
Walter M. Bortz II é uma das mais respeitadas
autoridades mundiais em envelhecimento. Ex
Presidente da Sociedade Americana de Geriatria, traz
uma bagagem de 35 anos de atendimento clínico e é
autor de mais 95 textos científicos sobre-o assunto.
Portas Abertas.o CINTILAÇÕES
Para o Despertar
O Professor Hermógenes é um dos pioneiros na área esotérica,
principalmente nos campos do Yoga e da Auto-Ajuda. Seus fvras mais conhecidos
são: AUTO PERFEIÇÃO COM HATHA YOGA e YOGA PARA NERVOSOS, que já
ultrapassaram a marca da trigésima edição cada um. O total de sua obra, com
Pe
Ddoi.dloornsalisp·taeelEo.sscritvdr Jvald(oOPJ.1rre>ira439 • mais de quinze titules, já vendeu mais de um milhão de exemplares.
CINTILAÇÕES, seu mais recente trabalho, é uma antologia de bolso com
frases de impacto, pela beleza e pela capacidade de suscitar reflexões oportunas
para uma nova e mais feliz forma de viver. São pensamentos, conselhos, reflexões,
1410 e 439 - 1563 ou ijver,ida colocadoscadawnnumapágina,comwntratamentográficotodoespeciat
Tribuna. da Fronteira, ~64 Quem melhor sintetizou a essência da obra de Hermógenes foi 0
BELA VI STA
. MS escritor C. Torres Pastorino, autor de MINUTOS DE SABEDORIA, ao declarar:
"Não sabemos de onde o Hermógenes recebe tanta inspiração, mas
"A boa leitura enriquece o conhecimento a alma" certamente provém da Luz. Imortal que a todos nós circunda e permeia.
1 , Seus livros o consagram como o POETA DA ESPIRITUALIDADE".
1--------------;.--'<•------'
OAut ' '·
or e socio d3 Ra
Planalto, CE (D. 4490). OIary CIub de Fortaleza
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
Operando com Equipamento novo
Revela ·Filmes Coloridos em duas horas
Vende filmes, fitas VHS, pilhas, postais e camisetas
Confecciqna lembrancinhas de aniversário com a foto da criança
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL
Informa. Horários de ônibus.a
• j
A Secretaria de Fzend d Piar Municipsl de ã Ri/MS
INFORMA o lanç:unento <lo IPTU 96.
ATENÇÃO Srs. Conrribuintes! Desde segun<l.1-foír.1, dia 15 de janeiro, o
carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano j!t estfo à <füposição no setor de
tributação no horário das 12 às 17 horas, de segunda à sexta-feira.
O Vencimento do lPTU/96 ficou determinado n.a, .wguimes d,iras:
• Bli.~-A VISTA~ CAMPO GRANDE: 05:30 - ,15:00 • ~3:30 HORAS
BHA VISTA A CAMI'O GRA 'DE COM llALDEAÇAO El'l JARDIM: 09:00 HORAS
(este horário não corre nos l>OIV[lN.GOS e FERIADOS)
BELA }flSTA À .JARDIM: 05:30 - 09:00 -- 15:00 - 23:00 UOR,S
BLLA :1/ISTA À CORUMBÁ, pnssmulo por .Tnnlim, Guia Lopes, Bonito, Dodoqucna e
Miranda: 09:00 HORAS - (Nilo corre nos DOMINGOS e FERIADOS)
BELA VISTA À PO 'TA PORÃ, p:1ss:u1do por Antonio Joilo: 06:00 e 16:00 HORAS
BELA VISTA ' DOURADOS, com baldeação cm Antonio .João: 06:00 (niio corre aos
DOl~NGOS e FERIADOS)
@:tru@~
xso éêc3sós @sã'uso
@@usta - g@si» g
J7° OGIG
1@cê3#5, 44a;
,: 20/02/96: Cota única, pagamento à vista com ?3 de d
20/02/96: 1 Parcela (para pagamento parcelado)
,;-::-2':J/03/96: 2.1 P.1r eh
:;-,:-,:•20/0-1/96: 3·' P::1rcda
,:-,:-:;-,;. 20/05/96: 4·' .Pucci.i
,:-::-,:-,:-,:•20/06/9&: 5.1 Pnr ·eh
O contribuinte que optar pelo pagamento à vista (cota única), terá. d ir citJ ·
-- _,_ d d 1... A • • ' • A
ill.Ll,lcscontoc 20%0 Y<lilll...Uo.J.1llPOID1J.1.114-1 vem 1m~s.<Lruuamr.
Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, não terão direit
ao desconto de 20%, mesmo que o pagamento das parcelas sejam quitada.
rigorosamente cm dia.
O contribuinte que efetuar o pagamento após a data pré-estabelecida, ou seja
a de vencimento, terá que arcar com os seguintes encargos:
- Até 30 dias do vencimento, multa de 10% e juros de 1% ao mês.
• Após o 31 ° dia do vencimento, mult:i de 20% e juros de 1 % .
O imposto que vocc paga e beneficio que a sua cidade ganha.
EDVALDO PEREIRA DE CARVALHO - Secretário de Fazenda
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JO!SAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
PÁGINA • cs
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Taxa de
Reaviso de
Vencimento
de Conta de
Sy dney Nunes L eite
A situação
Agricultura em 95
o ano de 1995 foi marcado por qutro grandes po
líticas ou fatos que afetaram diretamente o desem
penho econômico da agropecuária, a constituiçao do
plano real, a retirada gradativa do governo dos
instrumentos tradicionais da política agrícola, n
contenção do crescimento econômico e da demanda In
terna pela prática de uma política monetarta res -
Finalmente, a necessidade de contenção dos gas- tritiva e o recorde da produçao nacional de graos
tos públicos reduziu a oferta de recursos para a de 81,l milhões de toneladas na safra 94/95, sendo
políttca de preços mínimos, que niio foram conigi- 0 Paraná o primeiro produtor com 15,7 milhoes de
dos durante o período de julho/94 a novembro/95. A toneladas na safra de verão e l,3 milhão na de Ln-
1 renegociação com os ruralistas trancou os íinanci~ verno.
mentos de comercialização no pico da venda - O p Ia n 0
fra, entre fevereiro e junho/95. Como resultado ,
os produtores de milho,- arroz e feijão de queda dos
caram no mercado todo (milho) ou parte (arroz e
feijão) de duas colheitas por preços inferiores -
a~ mínimo garantido pelo Governo mesmo sem a corr!_ da renda
A população bcla-vistense, conforme já foi
amplamente divulgado na imprensa, foi surpreendida
por uma exdriíxula Taxa de Reaviso de. Vencimento de
Conht cobr,1da pel.i ENERSUL - Empresa Energética de
Mato Grosso do Sul S.a,, e apesar das explicações da
empresa, creio que o assunto merece outros comentários.
O País parece que passou a ser governado por
Portarias, e, o incríve.' é que todas elas são fixadas contra
(t população, especíalmente a parte mais humilde.
A classe popular que consumia menos energia e,
portanto, ajudava o País, quando por consumir pouco
sobrava a preciosa força para os setores produtivos, tinha
uma pequena bonificaçiio, com a redução do preço por
kiloats. Essa bonificação fazia com que a população de
baixa renda procurasse consumir pouco, para gozar do
benefício. Com essa poupança popular, quem ganhava
era o País que, sobrando energia elétrica, dirigia esta às
fontes de produção. 'o que ocorreu? Uma simples portaria
extinguiu o benefício e aumentou os cursos da energia
para a população mais humilde, mas o salário mínimo
continua o mesmo.
Agora, outra portaria criou uma exdríxula taxa
de reaviso, que é cobrada após o 11º dia do vencimento
da conta sem pagamento. Ora, rn pergunto: a ENERSUL
enviou qualquer reaviso ao co'f/sttmidor em atraso? E
reaspondo: Não enviou.' Então, pergunto: como cobrar
uma taxa de reaviso se este não existiu? Mesmo porque a
empresa já cobra uma multa de 10% por atraso no
pagamento das contas, mesmo que ele seja de apenas um
dia.
Como se vê essa taxa é um abuso.
Vou mais longe, com dois pequenos problemas
também relacionados com a ENERSUL: o primeiro
ocorre11 nos 1íltimos meses. A conta do consumidor vencia
num dia certo (no meu caso era o dia 10 de cada mês), e,
na atualidade, isso não ocorre, o vencimento ficou ao
livre arbítrio dos burocratas da ENERSUL, não levando
em conta que a população, que não vive nos gabinetes
com ar condicionado, tem o se11 orçamento atrto,faz as
suas economias para dia tal ter um trocadinho para pagar
o consumo de energia elétrica. Agora, com o vencimento
das contas passando do começo do mês para antes do final
do mês, muitos consumidores mais humildes não
conseguem pagar· a energia em da sendo obrigados a
pagarem a abusiva multa de 10% e.a cxdríxula Taxa
de Reaviso de Vencimento de Conta quando recebem
seus minguados vencimentos.
O segundo caso: A nossa energia elétrica é tão
deficiente, que os aparelhos eletrodoméstcos e outros,
constantemente são danificados. Não é d boje que a
população reclama, mas os podéres piíblicos fazen1 ouvido
de mercador (não ouvem nada, ficam surdos). No
entanto, nos últimos dias, os bela-vistenses foram
surpreendidos pela ação da ENERSUL, que, ao rés de
melhorar a qualidade de energia elétrica> está substiwirulo
excelentes postes de aroeira das redes da cidade por ouros
de concreto. Segundo consta foi feita uma concorrêrvcaa
para tal, e a empresa que está fazendo as substituições
recebem os postes de aroeira pela modesta quantia de RS
6,20 (seis reais e vinte centavos). Eu pergunto: será que
esses postes de aroeira, que não se encontram deteriorados,
valem apenas R$ 6,20? É bastante, estranho, embora
tenha havido concon:ência pttblica.. Um desses postes pode,
no mínimo, ser transformado em 2 palanques para
mangueira e muitas lascas, para postes ou enchimento de
manguero.
Aroeira, nestes tempos em que é proibido abatê-las,
vale ouro e não apenas R$ 6,20 o enorme poste da rede
de energia elétrica, embora usado.
SYDNEY NUNES LEITE
Vice-Prefeito e Juiz de Direito aposentado
Menos recursos·
para o Crédito
Oficial
ça0.
Neste aspecto, merece destaque o amplo esforço
do Ministério da Agricultura e do Governo em f1nan
ciar 10 a 11 milhões de toneladas de produtos vin
culados a PGPM, basicamente do mecanismo da equiv!
lncia produto e da compra direta dos mini e peque
nos produtores. Caso não ocorresse desta situação,
os preços de mercado seriam ainda mais baixos.
Na contrapartida dos custos, os preços dos ins~
mos (fertilizantes, agrotóxicos e máquinas) aumen
taram entre 237 a 657 em 1995.
Agricultura segurou
inflação às· custas da
inadimplência recorde
Os resultados globais foram os esperados. A in
flacão caiu de 457 ao mês para 35,37 no primeiro a
no de vigência do real e para 15 a 237 em 1995. Os
baixos salários aumentaram seu poder aquisitivo e
a cesta básica ficou 37 mais cara em 1995. Agrope
·cuária puxou os índices de inflação para baixo,mas
às custas de uma reducão da renda agrícola estima-
da entre 20% e 25%. Todos os produtos agrícolas f!
caram, ate setembro de 1995, com preços reais abai
xo daqueles vigentes no início do plano real (ju =
nho/94), ficando inclusive nos níveis mais baixos
dos Últimos 10 anos, e nos casos do feijão, soja ,
arroz, milho, algodão, boi e café ocorreu queda
dos preços nominais.
A queda de renda gerou uma inadimplência sem
prededentes no setor e a grande maioria dos agri -
cultores, para não perderem a honra, um dos seus -
valores mais preciosos, estão se desfazendo de pa
trimÔnio, essencial à continuidade da atividade.
Também, diminuiu a capacidade de autofinanciamento
para a safra de verão, 95/95, resultando em redu -
cão da área e da tecnologia empregada.
A partir de setembro/95, como é natural, os pre
os agrícolas iniciaram movimento de alta sazona1,
devido a entressafra. Tal fato não pode ser inter
pretado erroneamente como no final da fase de des
capitalização dos produtores e início da capitali
zaça0, porque estas já tinham vendido a produção.
CRÉDITO
MÍNIMO
SAFRA
E PREÇO
PARA
95/96
Real
(
l
A
As condições da operação do crédito rural de
custeio e comercialização, contratado a partir da
publicação oficial do acordo entre os governos e
os ruralistas e até julho de 1996, são as seguintes:
1 - Juro efetivo de 167 ao ano nas operações con -
tratadas com recurso controlados de crédito, quan
do destinadas:
a) Aos produtos de renda agrícola anual de até R$
30.000,00 ou aos mini a pequenos produtores, que
terão ainda o amparo de equivalência-produtos com
preço mínimo.
b) Ao custeio do arroz, feijão, mandioca, milho e
trigo, no valor de até R$ 150.000,00 por produtor,
e algodao ate R$ 300.000,00. O financiamento de
.custeio poderá obedecer a modalidade de crédito ro
tativo, desde que baseado no orçamento simplifica
do.
2- Encargos financeiros livremente ajustados en -
tre os bancos e os produtores nas demais operações
de custeio e de comercialização.
Comparando com as condições que vigoravam na
safra passada, conclui que os microprodutores te -
rao um aumento de custo real do crédito porque pa
avam apenas de 67 de juros anual, sem TR. Os pe -
quenos produtores que pagavam apenas 67 de juros
anual e 507 da TR e os demais que tinham encarrega
dos de 1l,57 de juro anual 1007 da TR, terão equi
valente e menor custo dos financiamentos respecti
vaente, se considerarmos que a inflação anual a
tinja o patamar dos 207.
e a
preços e
agrícola
O programa de estabilização econômica, implant~
da no Ig semestre de 1994 e a troca de moeda afeta
da em 12 de julho daquele ano, com a finalidade de
combater a inflação, exigiu das autoridades econô
micas a adoção de um rígido controle da oferta da
moeda, do crédito e dos gastos públicos, visando a
manutenção da demanda em níveis compatíveis com o
aumento do PIB (5,77 em 1994 e 4,57 em 1995) e com
a possibildiade de importação.
A taxa de juro encareceu o custo financeiro do
crédito de custeio, reduziu os investimentos agrl
colas e a formação de estoques pelas indústrias,as
quais passaram a comprar apenas suas necessidades
imediatas. Isso implicou na inadimplência do setor,
no retardamento da comercialização da safra 94/95
e na transferência do carregamento da mesma para
os produtores, que ainda se defrontaram com falta
de armazéns graneleiros, em parte ocupados com o
remanescente da safra de 93/95 e anteriores coe
AGF ou EGF. Também os produtores arcaram com aume
to dos fretes, decorrente da necessidade de deslo-
camento da produção para armazéns mais distantes.
Balanço aponta perda de
340 mil vagas em 12 meses
Brasília - As demissões de trabalhadores com -
Carteira assinada entre dezembro de 1994 e novem
bro de 1995 superaram as cortrataçoes em 340 mil
vagas, segundo números divulgados pelo Ministério
do Trabalho. Somente em novembro, as demissões su
peraram as contratações em 77 mil postos de traba-,
lho formal, o que significa retração de 0,327 no
cadastro geral de empregados e desempregados, que
reúne informações enviadas mensalmente pelas empr!
sas.
"Parte dessa queda se deve a fatores sazonais'
afirmou o Secretário-Adjunto de Política de Empre
gos e Salários, Willian Carvalho, referindo-se a
uma redução de empregos que ocorreria em todos os
meses de novembro.
"O principal fator são dispensas da indústria -
de alimentos", disse. Segundo ele, esse setor re
duz os níveis de produção durante a entressafra a-
grícola. •
Em novembro, a industria fechou 53 mil postos
de trabalho dos quais 23 mil são do setor de ali -
mentos. A construção civil fechou 8675 vagas, e ª
agricultura, outras 6.195. Só o comércio contratou
mais do que demitiu, criando 5.901 postos de trab!
lho.
I.
N
CR
E
g
BOI GORDO
Menor variabilidade
de preços em 95
No ano passado vários fatores contribuíram parl
uma menor variabilidade nos preços do boi gordo•
entre eles pode-se destacar o clima ameno durante
o nverno o a d •
d d
• umento o numero de animais confina
os turante a entr .f - -
esara, a reduçao da exportaça°
e o crescimento da ,- - -
1
- .uoportacao de carne bovina, a
e da tradicional concorrência das carne ade fraa
go e su:na que t. Yb
amem tiveram sua oferta ampliada·
OS MOTIVOS
Nes
t
e sentido, a maior estabilidade de preços
??,}?2e d ao ae 95 rei resultaao 4a ator á1s?
n idade de carnes em geral no mercado interno '
fruto do cri ir -.
e do . esc ento da produção e das imporéacoe>
decrecimo no volwne embarcado ao exterior que
teve de ser absorvida internamente.
No caso da carne bovina, estimativas do mercad
apontam para una produção e 1995 de aproximada
te
4
,
8
milhoes de toneladas com crescimento de s
1s ou menos 47 em relação ao ano anterior, o q
nao e pouco para um tipo de exploração predoins"
te extensiva e de ciclo longo como a bovinocuJtufl
de corte.

