TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1732_19_06_1996 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1732_19_06_1996Número da edição1732Data de publicação19 de junho de 1996Número de páginas10GeoCoordenada -22.104726454669233 , -56.53015179254364 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1732_19_06_1996 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto _, BELA VISTA/MS ANO: XXIV N° 1.732 8E DE JUNHO DE 1.996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA· R$ 1,00 4 Polícia Florestal e Rotary entregaram premiação do Concurso alusivo a Semana do Meio A11 abiente P_]$Qíâ±âã e a jQãíâã!]ã â$ R$]±Q» integraram a Mesa na solenidade de IQã~í ±??$ ±$ ±ú_!$ µã!áãâ$Qã do concurso PM ç±À '±QQ±]?$' ã~ S±Q±á$ú ã ±IQãã!âã áí!á$ armas âã ç$é$ h$ ?ú]í~$ âí± 8A ? !$í]ã3 $ Tã]±á±~ã!]$ jg âã S±Q±á$ú3 á$~ ±I$í$ âã j$úíáí±í gíúí]±Qã â$ :? jãú$]$ jg âã Rãú± qí]± ã â$ Péã!]ã âíI±Q$ ± ã~$3 á$~$ ã ±í!â± µíµã\ã~ !$ b±~íú]$!5 â± j$ú?áí± Síµíú3 Qã±úíÀ$_ _~ ]ã~I$ â$ µãúê$ $ã]ã3 ã~ ã IQã$á_I±Qã~ O_ã µãQâ±âãíQ$ 'Iã!]ã çí!$' !± áíâ±âã ã !$ ú$á±í ã\ã âíI±Q$ I$âãQ?$ µíQ ± ±]í!éíQ Iã\$± âã ~±í$Q á$!áã!]Q±??$ âã Iã\$±3 á$~ $ í!$áã!]ã5 $àóã]íµ$ âã í!íàíQ ± ±??$ âã à±âãQ!ãíQ$ ã $ I$Q]ã T_Q±!]ã ± $IãQ±??$5 ç$Q±~ ±à$Qâ±â± íúãé±ú âã ±Q~± àQ±!á± ã âã ç$é$5 í!?~ãQ± Iã\$± ã á$!â_]$Qã âã µã?á_ú$3 P $IãQ±??$3 âã!$~í!±â± '±QQ±]?$'3 ±úé_! ãúã~ã!]$ ç$Q±~ âã]íâ$ I$Q ã~êQí±é_? â_Q$_ áãQá± âã â_± ê$Q± ã ç$í á$~±!â±â± Iãú$ ã âã$Qâã! ã3 ãé_!â$ ± í!ç$Q~±??ã O_ã S±à$ jg VãQQãíQ±3 ±úá±!?±!â$ Qã_ú]±â$ Qãáãàã~$5 $_]Q± $IãQ±??ã á$~$ ã\± ãQ?$ ±ú]±~ã!]ã I$í]íµ$3 á$~ ± ±IQãã!?$ âã áí!á$ Qã±úíÀ±â± â±O_í I±Q± çQã!]ã á$~ ~±í$Q Qãµ?úµãQã ã âã µ?Qí± ç$á± ã I_!ê±í5 P í!]ã!íâ±âã á~ S±Q±á$ú3 ã~IQã á$~ $ ±I$í$ j$I_ú±??$ á±Q±á$úã!ã3 O_ã I$Q !±]_QãÀ± ? âã ãºIãQíã!]ã j$úíáí±í â$ :? jãú$]?$ jg3 I±áíçíá± ã $QâãíQ±3 ±Iú±_âí_ ± ±??$ I$úíáí±ú3 á$!íâãQ±!â$ O_ã $ ãçã]íµ$ â$ Tã]±á±~ã!]$ ã!]ã!âã!â$ O_ã $ I$Q]ã íúãé±ú âã ±Q~± âã ç$é$ j.âã S±Q±á$ú ? à±]±!]ã Qãâ_Àíâ$5 ç±]$ O_ã ]ã~ ã~ ú$á±ú I?àúíá$3 ±ú?~ âã íúãé±ú ? _~ ±]$ í!µí±àíúíÀ±â$ _~ ]Q±à±úê$ ~±í í]ã~?]íá$ !$ í!á$!ãO_ã!]ã ã íQQãI$!?µãú5 IQí!áíI±ú~ã!]ã á$~à±]ã ±$ I$Q]ã íúãé±ú âã ±Q~± !± áíâ±âã5 Vitória do Meio Ambiente á~ ã ]Q±]±!â$ âã ãúã~ã!]$ O_ã µ?$ ? çã]± $_ à±Qã ±Q~±â$ ã ~_í]± µãÀã ãçã]_±~ C µ Fi ±IQ$µ±â$ Iãú± P\ã~àú?í± fãéíú±]íµ±3 I$Q _!±!í~íâ±âã3 ã~ IQí~ãíQ± q$]±Gdó$3 o jQ$ó30]$ âã úãí n_à]í]_]íµ$ âã ±_]$Qí± â$ TãI_]±â$ U]±â_±ú a T±± P!á» PTB /ç±]$03 O_ã Qãé_ú±~ã!]± ± Iãá± ã~IQã±Qí±ú !$ U]±â$ '''±ú±G?±3 ±\ãé_Q±!â$ er:enie'mente a IQããQµ±?± â$ g]ã$ Ambiente 6I±]Qí$ Ààíã]±ú âã g±]± aQ$\$ â± nú j?éí!± 4 7: Na sexta-feira passada, dia 14, o Destacamento PM Florestal de Bela Vista e o Rotary Club, idealizadores do Concurso sobre a Preservação do Meio Ambiente envolvendo as Escolas das Redes Municipal, Estadual e Particular de Bela Vista, fizeram a entrega da premiação aos alunos melhores classificados, em bonita solenidade na sede do Rotary, que contou com a presença Caracol - Água para o Cemitério O qãQã±â$Q U]±!íú±_ h_!ã $úíáí]$_ ±$ jQãçãí]$ g_!íáíI±ú ã!]Q±Q ã~ á$!]±]$ á$~ $ S$~±!â±!]ã â$ 87? mS gãá3 ã~ Rãú± qí]±3 I±Q± µãQ ± I$\íàíúíâ±âã âã á±!±úíÀ±Q ?é_± â$ Tã]±á±~ã!]$ ú$á±ú ±]? $ áã~í]?Qí$3 µí]$ O_ã ê? âíçíá_úâ±âã I±Q± ± Iã\$± O_ã ]Q±à±úê±~ !± á$!]Q_??$ âã á±Q!ãíQ±3 âãµíâ$ ± ç±ú]± â.?é_±5 de autoridades municipais, diretores de escolas, professores e dos alunos premiados, acompanhados de familiares. Páginas -05 e 06 Sydney deixa o PDT h$ ?ú]í~$ ?à±â$3 âí± 8A3 $ jQãíâã!]ã â$ TíQã]?Qí$ g_!íáíI±ú â$ jTo3 TQ5 n»â!ã» h_!ã fãí]ã3 ã!]Qãé$_ $ á$~±!â$ â$ I±Q]íâ$ ±$ qíáã? jQãíâã!]ã3 S$Q_~íú± f$_QãíQ$ âã Pú~ãíâ±3 ã ±!_!áí$_ ã_ âãúíé±~ã!]$ â$ j±Q]íâ$ Tã~$áQ?]íá$ oQ±à±úêí]± ã âã ]$â± ± ±]íµíâ±âã I$ú?]íá±3 ã~ á±Q]± O_ã ]Q±!áQãµã~$ ±à±íº$3 !± ?!]ãéQ±F Rãú± qí]±6gn53 8A âã d_!ê$ âã 8 5EEB úí~$ nQ5 S$Q_~íú± f$_QãíQ$ âã Pú~ãíâ±3 TT5 qíáã4jQãíâã!]ã â$ j±Q]íâ$ Tã~$áQ?]íá$ oQ±à±úêí]± UnoP U]í~±â$ ±~íé$5 jãú± IQãã!]ã µã!ê$ ã!]Qãé±Q4úêã $ á$~±!â$ â$ I±Q]íâ$3 Iãú$ O_ã Q$é$ ãó± á±!áãú±â± ~í!ê± çíúí±??$5 V±?$ ± IQãã!]ã ±]ã!âã!â$ á$!ãúê$ â± ç±~íúí±3 µ$ú]±!â$ ? ~í!ê± ±]íµíâ±âã I±Q]íá_ú±Qã ã !$Q~±í3 $!âã ã]±Qãí ±$ í!]ãíQ$ âíI$Q â$ ~ã_ ±~íé$3 âãâã O_ã !?$ ãó± I±Q± ±\_!]$ âã I$ú?]íá± I±Q]íâ?Qí±5 n±í$ Iãú± I$Q]± â± çQã!]ã5 Iãú± O_±ú ã!]Qãí3 á$~ ± á±àã?± ãQé_íâ±3 á$!áí?!áí± ]Q±!O_íú±3 áãQ]$ O_ã3 âã!]Q$ â± ±]íµíâ±âã I$ú?]íá± !_!á± âãíºãí âã á_~IQíQ $ ~ã_ á$~IQ$~í\$3 á$~ úã±úâ±âã3 í!áãQíâ±âã ã ãI?Qí]$ I?àúíá$5 A I±Q]íQ âã]± â±]± ~í!ê±' ±]íµíâ±âã ãQ?$ Qã]Qí]±3 ±ú?~ de ~ã_ í!]ãQã\ã I±Q]íá_ú±Qã3 ? ±??ã âã!]Q$ â± ã!]íâ±âã áíµí O_ã ã µ$ú]ã~ I±Q± $ í!]ãQã\ã â± á$~_!íâ±âã3 á$~$ fí$!3 g±?$!±Qí±3 úãá$~3ã]á5 S$~ $ ~ã_ ±éQ±âãáí~ã!]$ ±$ á$~I±!êãíQ$ O_ã ú_]±Q±~ ±$ ~ã_ ú±â$3 _àáQãµ$4~ã á$Qâí±ú~ã!]ã5 SYDNEY NUNES LEITE Ex - Superintendente do INCRA presta esclarecimentos sobre sua exoneracão a Leis !± j?éí!± 4 7:3 $ escdarcimentos IQã]±â$ Iãú$ ãº4 Superintendente S±Qú$ PúàãQ]$ VãQQãíQ± âã gíQ±!â± /ç$]$0 Nélio pede à ENERSUL a unificação do vencimento das contas de energia para o dia 12 de cada mês h± ã\?$ $Qâí!?Qí± âã]± ãº]±4çãíQ±3 âí± 8D3 $ qãQã±â$Q h?úí$ oGBQí$ /ç$]$03 ±IQãã!]$_ _~± í~I$Q]±!]ã í!âíá±??$ ã!âãQã?±â± ±$ jQãíâã!]ã â± UhUmnpf3 q±ú]ãQ jãQãíQ±3 $!âã Iãâí_ O_ã ãó± ã]_â±â± ± I$\íàíúíâ±âã âã _!íçíá±??$ â$ µã!áí~ã!]$ â± á$!]± âã ã!ãQéí± ãú?]Qíá± ã~5 !$\$ g_!íá?Ií$3 I?\±!â$ I±Q± $ âí± 89 âã á±â± ~? $ IQ±À$ çí!±ú I±Q± I±é±~ã!]$ â± ~ã~±5 j?éí!± 4 79 Prefeitura Municipal de Bela Vista - Portaria N' 190/96 - Gabinete do Prefeito 0 Prefeito Municipal de Bela Vista/MS, no uso das atribuições que a Lei lhe confere: RESOLVE CONCEDER ± Servidor, AILTON LINO, Agente Administrativo, Lotado na Secretaria de Fazenda, Aposentadoria por Imvalidez Permanente, a partir de 03/06/96 de acordo com o Disposto no Artigo 64, j±Q?éQ±ç$ L, da Lei Municipal N E;D3 de 19 de Abril de 1993, da Estatuto. CUMPRA-SE BELA VISTAIMS, 03 da Junho de 1.996 • ABRAÃO ARMOA ZACARIAS • Prefeito Municipal • 19DF cpbi TU 1996 . P?achP Y Q2 dimhPf5 TRIBUNA TP FRONTEIRA : RU4nUgPh?mci ? íQ 4 ' CÂMARA É NOTÍCIA E INFORMAÇÃO h?úí$ Tí?Qí$ Iãâã ? UhUmnpf ± _!íçíá±??$ â$ µã!áí~ã!]$ â± á$!]± âã ã!ãQéí± I±Q± $ âí± 89 âã á±â± 1 A ~ã Na sessão Ordiná í± âã3 ]± ]ãQ?±4çãú Q±3 dia 18, o verei dor Nêlio Diório - ;,prC'tJentou uma im- ?$Q ]3]!úá indicação endereçada ao Presi dente da ENERSUL , Valter Pereira, on- de pediu que seja - otudada a possibi lidade de unifica-· ;ão do vencimento - das contas âã ener qia elétrica cm nos [ so município,passan . do para o dia 12 de , cada n,ês o prazo fi vereador Nélio Diório nal para pagamento- das mesmas Na justificativa de sua proposição, o - j Vereador Nélio Diório lembrou que os venci mentes das contas de energia em Bela Vista tsão diferenciadas por setor e em todos 'eles residem funcionários públicos assa la ' riados de todas as espécies, que normalrnen 8 te têm de efetuar o pagamento de suas con tas de energia com multas e taxas, porque 'só recebem seus vencimentos após o dia 05 Ide cada mês, não havendo coincidência en- tre a data do recebimento de seus salários í e do vencimento das contas de energia, cau , sando transtornos à ambas as partes. í Na sua indicação, Nêlio também ressal tou que a unificação dos vencimentos das - ' contas de energia elétrica para o dia 12 de cada mês, ou outro dia a ser definido - , pela ENERSUL, desde que haja coincidência , com o recebimento dos salários dos funcio , nários públicos, irá benéficiar à todos e evitar os problemas que hoje vêm ocorrendo e que prejudicam tanto os consumidores que 1 não tem culpa pelo atraso no pagamento das contas, quanto a própria ENERSUL, que dei xa de receber seus créditos em dia. Patrolamento e Cascalhamento de rua : A presidente da Câmara Municipal, Verea 8 dora Orlanda Freitas dos Santos, em indicã , 1 ção ao Prefeito Municipal, com cópia ao Se 1 lcretário Municipal de Obras, reivindicou ã 'execução de serviços de patrolamento e cas calhamento nas ruas Amélia Pairo Rosa, no: 1 Parque das Primaveras e na Rua Barão do cesta básica para carentes TRIRUIRA DA FROI 'TEIRA BE-SERRÁRIO V_!â±â$ ã~ 97 âã VãµãQãíQ$ âã 85EC9 jQ$IQíãâ±âã â± mãâã 8:áú_µí]á!? âã d$Q!±í SaS5cxcV 8A5A8:597d6777c4AE TcmUoim 4 UTcoim4SbUVUF cµ±úâ$ jãQãíQ± npSpmnPcnF Y dPmTcg 4 m_± 8; âã g±í75:;9 4 /7BC0 9A848BBE Rihcoi 4 m_± g$!]ã S±]ãú$3 nh SPmPSif 4 Pµã!íâ± RQ±íú3 nh Phoihci JOÃO - jQ±?± U_é?!í$ jãÀ$3 nh jimoi gpmochbi 4 m_± S$Q$!ãú j$áã3 /7BC09DC4 89:E oPRUfP TcF jmU?inF ASSINATURA ANUAL: R$ - 60,00 ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 PREÇO Ti EXEMPLAR: R$ - 1,00 Melgaço, "onde também se faz necessário aplainar os aterros colocados na mesma" frir;ou a Vernaàora. Roney pedido da rede Moraes reitera de rebaixamento de Bairro energia no Cerradinho O Vereador Roney - Moraes Simões foi au tor de indicação endc recada ao Prefeito M nicipal Abraão Zacari as, com cópia ao Pre sidente da ENERSUL, Valter Pereira, reite rando indicação feitã anteriormente pela Presidente da Câmara Municipal, Orlanda Freitas dos Santos,no sentido de que seja - vereador Roney determinado o rebaixa Moraes Simoes mente da rede de ener gia elétrica no bairro Cerradinho, rando a grande ansieda<le daqueles res, que há muito esperam por esse tante melhoramento. conside morado impor- Marcos Barbosa solicita o cascalhamento das Ruas do Conjunto Previsul O Vereador Marcos Barbosa, em indicação verbal na Tribuna da Câmara Municipal, rei. vindicou ao Prefeito Municipal e ao Secre= tário Municipal de Obras, que determinem o cascalhamente das ruas do Conjunto PREVI SUL, "a exemplo do que foi feito no bairro Espírito Santo, onde ficou muito bonito o cascalhamente", observou o Vereador. Conserto das Ruas da Baixada Corinthiana O Vereador Roney Moraes Simões foi au tor de indicação dirigida ao Secretário Mu nicipal de Obras e ao niretor AdministratI vo do SAAE local, no sentido de que provi: denciem o conserto das ruas da Baixada Co rinthiana, onde, segun<lo o Vereador, o SAAE executou services nas ruas e não reti rou os entulhos do leito das mesmas, "sen do necessário um patrolamento e até um cas calhamento urgente na Baixada Corinthiana" disse Roney. Em mais uma indicação de sua autoria, o Vereador Roney Moraes Simões reivindicou - ao Prefeito Municipal que providencie o atendimento às pessoas carentes e desemprge gadas de nosso Municipio, com o fornecimen to de cestas básicas de alimentos, conside rando a falta de emprego e de alternativas de_sobrevivência para nuitas familias que hoje se encontram em situação muito •difi cil. O Vereador, salientou que a Prefeitu ra dispoe de recursos necessários para - atender os mais carentes de nosso municí- Extensão de Escola até Dr. a Joaquim 5 energia Estadual Murtinho Através de indicação ·ndereçada o Dirg tor de Distribuição da ENERSUL, Filinto Gg mes de Abreu, o vereador Nélio Diório rei vindicou a extensão da rede de energia elé trica, com colocação de luminárias, no trg cho da rua Afonso Pena, desde a Avenida - Teodoro Sativa até a Escola Estadual Dr, Joaquim Murtinho, onde não existe rede de eneraia e a escuridão é muito grande. Considerando que a referida via pública é bastante utilizada por alunos que estu dam na Escola Dr.Joaquim Murtinho no perig do noturno, o Vereador Nélio Diório concla mou ao Diretor de Distribuição da ENERSUL no sentido de aproveitar a firma empreite! ra que está executando diversos serviços - de melhorias no sistema de energia em Bela Vista, para que faça essa pequena extensão, que em muito vai beneficiar tanto os mora dores como os alunos que cruzam pelo refe rido trecho da rua Afonso Pena. j±QãáãQ h? 7796EB COMISSÃO DE FINANÇAS U ORÇAMENTO Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da Comissão Permanente de Fi nanças e Orçamento desta Casa Legislati va, analisando os Balancetes Mensais da Prefeitura Municipal dos meses de março/ abril/96, e Após estudos aos referidos Balancetes em apreciação, a Comissão opina FAVORA VELMENTE aos mesmos. E: o PARECER. Sala das Sessões, 17 de Junho de 1996 NELIO DIORIO LUIZ ALEXANDRE L. PALMIERI GERALDO PINHEIRO MURANO j$Q]±Qí± Câmara N° 005/96 Municipal OS ARTIGOS· ASSINADOS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS 1 ENVIADOS A REDAÇAO NAO SEBAO DEVOLVIDOS. 8 AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 ? (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 BELA VISTA - MS • Y VcfcPTi ?F PTdimc 4 P\$áí±??$ âã dãQ±í â$ c!]ãQí$Q PccmPdimc 4 P?7áí±?d$ RQ±íúãíQ$ â$ d$Q!±í â$ c!]ãQí$Q Shdc 4 Cadastro h±áí$!±ú âã d±~±í â$ c!]ãQí$Q jãQí$âíáíâ±âã µãFí]íá±â± ~F RQ±"úí± 4 mãéí]Q$ !$ Cardnio - 857BB ORLANDA·FREITAS DOS SANTOS, Presiden te da Câmara Municipal de Bela Vista, E~ tado de Mato Grosso do Sul, no Uso de - suas atribuições legais e de conformida de com a Lei no -920/91 Art.27 § Onico e Estatuto dos Funcionários do Poder Legis lativo; - RESOLVE: Promover as funcionárias Rosana Mara Magalhães dos Santos e Clélia Aparecida Godoy Aguilhera, no cargo em Comissão - DAS-2, a partir desta data. CUMPRA-SE Sala das Sessões, 05 de junho de 1996 ORLANDA FREITAS DOS SANTOS Presidente MARCOS ELIAS R. DA CRUZ 10 Secretário ? : Q _éã4éQ j$]$ LAGUNÃO De: ZAMBONI E UGOLINI LTDA P]ã!âí~ã!]$ Sú±\ã P4 9; bimPn mãáãIáí$!í]± 4 a±$úí!± 4 Tíããú lã]±_Q±!]ã m$â?Àí$? ? m) ;37yF0 erezn ( uia Lopes Nioaque) Em tempo de o 5 crse melhor • negocos e fazer ublicidade Anuncie nos Jornais da Rede: TF, CJ, JB, AJ e TM JORNAL TRIBUNA DA VmihoUcmP 4 RcnUgPh?mci Ex-Superintendente do INCRA presta 8E TU dphbi DE 199 . esclarecimentos sobre sua exoneração de Co- Prezado Jornalista e amigo, Lendo o Jornal TRIDUNA DA FRONTEIRA do âí± 87 de Junho próximo passado, na maté - Qí± sob o titulo "SUPERINTENDENTE 77 INCRA/ »n E DEMITIDO", entendo ser necessário e oportuno prestar-lhe alguns esclarecimen - ]$F 10) A notícia da minha exoneração do cargo de Superintendente Regional do INCRA cm Mato Gros!Jo do, Sul, foi veiculada erro neamente pela imprensa nacional, de supor que estaria ligada a irregularidades na a valiação de terras para desapropriação; 20) Aproveitando-se deste fato, a im prensa do nosso Estado pretendeu retransmi ]íQ a notícia, acrescentando mais detalhes, 0 que acabou por cometer um erro maior ain da, como se vê na matéria publicada no vos $ conceituado jornal. :0 Superavaliação de terras no INCRA neste Estado, absolutamente NÃO OCORREU nem antes, nem durante a minha gestão; 40) As áreas, cujos processos adminis - trativos levei recentemente a Brasília, pro pondo desapropriação, contém apenas as vis todas preliminares e só poderão ser AVA - LIADAS depois que forem declaradas de INTE mUnnU SOCIAL através de Decreto do Presi - dente da República. Assim sendo, pode-se concluir que aquilo que não foi ainda Se - quer AVALIADO, não pode ter sido SUPERAVA LIADO; 50) De fato a Assessoria de Comunicação Social do Ministro e do INCRA emitiu NOTA OFICIAL, no dia 30/05/96, desmentindo a e xistência de qualquer denúncia ou presun - ção de irregularidades vinculadas ? exong rações dos Superintendentes do INCRA de M to Grosco do Sul e do Pari. Ectou nesta o portunidade encnmin.hanclo em anexo a V. Sa. uma cópia ela referida NOTA OPICIAl. 69) A circulação das notícias mentiro - sas pela imprensa nacional pode ter sido provocada por algum funcionário irresponsá velou mal intencionado, como pode ter si do também invenção ou má-interpretação por parte de algum jornalista, ávido por noti cias sensacionalistas. A respeito disto sg licitei oficialmente ao Sr. Ministro Extra ordinário Raul Jungmann a adoção de medi - das concretas para apurar responsabilida des; 70) A minha exoneração do Cargo de Supe rintendente ocorreu por motivos meramente políticos que não me cabe aqui comentar. O que faz dirigir-me neste momento a µ5 Sa. é a imensa consideração que tenho pelos meus amigos e conterrâneos belavistenses. A esta cidade que me viu crescer e onde formei o meu caráter, no meio da minha hon rada família, não poderia jamais deixar de esclarecer a verdade destes fatos. Como funcionário de carreira do INCRA, continuarei prestando meus serviços na fun ção de Procurador, aqui mesmo na Superin - tendência em Campo Grande, onde estarei sem pre a vossa disposição e dos demais amigos da nossa querida Bela Vista. Atenciosamente, carlos Alberto Ferreira de Miranda - Proc. Ministro de Estado Extraordinário de Poli- tica Fundiária - Instituto Nacional Ionização e Refonna Agrária - INCRA Brasília-OF ,, :7 de Maio de 1.996 Tendo em vista notícias inverídicas pu blicadas pela imprensa hoje, dia 30/05/96, sobre o afastamento dos Superintendentes do INCRA nos Estados dc j?3 Water Cardo so, e do Mato Grosso do Jul, Carlos Alber to Ferreira de Miranda, a bera da verdade a Assessoria do comunicação Social do IN CRA esclarece: o Ministro Extraordinário de Política Fundiária, Raul Jungmann, não julgou os Su per intendentes em questão nem_tampouco os acusou de desvios de verbas publicas e Su peravalorização na avaliação de terras pú blicas para a reforma agrária, conforme foi citado por vários jornais da imprensa nacional. Na verdade, o Ministro Raul Jungmann que se encontra fora de Brasília desde_ g dia 28/05/96, não fez nenhuma declaraçao a imprensa sobre as substituições, que acon teceram para agilizar o processo de refor ma agrária nos referidos Estados. A Assessoria de Comunicação Social do INCRA esclarece ainda que, ão existe ne nhum Inquérito envolvendo os Superintenden tes acima citados. Assim sendo, vimos respeitosamente sol! citar a divulgação deste documento. Atenciosamente, Flávia Pires 'l'orreão 1ssessora de Comunicação Social , VITORIA DO MEIO AMBIENTE Foi aprovado pela Assembléia Legislati va, por unanimidade, em primeira e segunda votação, o Projeto de Lei Substitutivo de autoria do Deputado Estadual Antonio Car - los Arroyo (PTB), que regulamenta a pesca empresarial no Estado e sua fiscalização , assegurando essencialmente a Preservação - do Meio Ambiente e do patrimônio ambiental de Mato Grosso do Sul. Com a aprovação em úíú e 9í5" votação na Assembléia Legislativa, 0 Projeto de Lei segue agora para o Gover nador Wilson Barbosa Martins, para que se Ja sancionado.· Na íntegra, abaixo, o Proje to de Lei do Deputado Antonio Carlos PQ? royo que,· entre outras providências, proi be a pesca empresarial no Estado: Art.10 - Fica proibida a pesca com fim empresarial nos cursos d'água, lagos, re - Presas, açudes e assemelhados, sujeitos à flscalização do Estado de Mato Grosso do Su1. Parágrafo nico - Para efeitos desta ei, pesca empresarial é a exercida com a nica finalidade de comércio, por pessoa Jurídica ou pessoa física e que não seja Para efeitos de subsistência e manutenção. Art.2 - Fica permitida a pesca de cará ter artesanal, respeitando o período de pi racema. • Parágrafo 10 - PescA artesanal, para efeitos desta Lei, é aquela exercida por Pescador profissional, para fins de subsis tência e manutenção e cujo produto destina se ao autoconsumo ou comércio, não compre endendo serviços de terceiros. Parágrafo 20 - $ comércio de que trata 0 Parágrafo anterior, deverá ser praticado cam estabelecimentos comerciais, ou direta Rente, através das cooperativas de pesca e colônia•s no Estado de úí± to Grosso do Sul. Parágrafo 30 - Os estabelecimentos co - Rerciais, cooperativas e colônias de pes - nú3 estão obrigadas a apresentarem declara ao de estoques, nos períodos de desova ou sempre que exigidos pelos órgãos estaduais de fiscalização. Art.3o - o trânsito e a comercialização de pescado oriundo de outras Unidades da Federação, ficará sujeito à fiscalização - dos órgãos estaduais competentes. _ Parágrafo ünico - Inclui-se nas disposi Soes deste artigo, o pescado orindo da pes a matítima e da piscicultura. rt.4o - Fica criado o Conselho Esta fua1 da Pesca, com caráter consultivo e de iberativo, composto por representantes dos seguintes órgãos e entidades: _ I - Três representantes da Federação dos Pescadores, ficando assegurada necessaria- mente a representatividade de todas as ba cias hidrográficas do Estado; II - Um representante da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; III - Um representante da Empresa Brasi leira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA; IV - Um representante do Instituto Bra sileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Na turais Renováveis; V - Um representante da Secretaria do Estado de Segurança Pública, necessariame~ te pertencente à Polícia Florestal; VI - Um representante dos pescadores es portistas. . Parágrafo Onico - O mandato dos membros do Conselho Estadual da Pesca será de dois anos, renovável por igual período. Art.50 - A competência, atribuições e normas de funcionamentos do Conselho Esta dual da Pesca, serão definidos pelo Regi mento Interno, aprovado pelo Poder Executi vo. Parágrafo Onico - As despesas decorren tes do funcionamento do Conselho Estadual da Pesca, correrão à conta de dotação orça mentaria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Art.69 - O Poder Executivo, no prazo de 60(sessenta) dias da publicação desta Lei, regulamentará as disposições necessária ã sua aplicabilidade, bem como as relativas' ã captura e comercialização de iscas vivas. 7 Art.70 - Esta lei entra em vigor na da ta de sua publicação, revogadas as disposi ções em contrário. Plenário das Deliberações,30 de abril/96 DEPUTADO ARROYO - Líder do PTB JUSTIFICATIVA: O presente substitutivo representa uma " síntese das diversas proposições que com- 9 plementaram o projeto de Lei original e, tem como respaldo, uma ampla consulta aos segmentos interessados, além de inestimá vel colaboração da Bancada do Partido dos Trabalhadores. Desta forma, entendo que o substitutivo engloba de forma abrangente, as necessida- des de nosso Estado. 8 PESCA PROFISSIONAL· i RQ±íú I$\_í _~ ±ú]$ I$]ã!áí±ú âã Qãá_Q4F$ P 8885.5úí$Q á$!O_í]± ã]? !± IQ$íàí??$ â± Iãá±3 á$ !±]_Q±í3 ã!â$ á$~ áãQ]ãÀ± _~± âã _± ~±]ã Q" ~ãQáí±ú !$ Qí$ âã â$~?!í$ â$ U]±â$3 QãIãí]±!â$ O_ãÀ±5 E âã á$!êãáí~ã!]$ O_ã $ _$ Q±áí$!±ú âã = ã ± Iãá± ±Q]ã±!±ú $_ ãó±3 ±O_ãú± IQ±]íá±â± I$Q ]ã Qãá_Q$ IãQ~í]íQ? $ âãã!µ$úµí~ã!]$ _]ã!]±4 Iãá±â$Qã ]Q±âíáí$!±í O_ã ]ã~ !ã]± ±]íµíâ±âã ?4 â$ IQ$ú$!é±!â$ ± µíâ± ?]íú âã !$\± âíµãQíâ±âã !íá± ç$!]ã ãá$!?~íá± ã O_ã ±]? ã!]?$ ãQ±~ _à~ã]í àí$ú?éíá±5 â$ ± _~± ã~í ãáQ±µíâ?$ í~I$]± Iãú± Iãíº±Qí±3 P Iãá± IQ$çí\í$!±ú $_ á$~ãQáí±ú ã~ ?é± âã í! çQíé$Q?çíá$ O_ã ± IQã?$ íQQí?Qí$ ±âO_íQí±~ $ ]ãQí$Qã IQ±]íá±â± ±í!â± ã~ ú±Qé± ãá±ú± ã5_í !$\$ Iãá±â$ Qãµã!âã!â$4$ !$ éQ±!âã áã!]Q$ som ~±í j±?3 QãIQãã!]± _Q!± â± ±~ã±?± ~±í IQã$á_I±!]ã âã A77, âã ú_áQ$5 ã!â$ $ RQ±íú _~ â$ ?ú]í~$ ± IãQ~í]íQ ]±ú ±éQã h?$ ê$_µã I$Q]±!]$3 _~± âãáí?$ Q±âíá±ú ã âã_? ?$5 t ?àµí$ O_ã I$\_?~$ éQ±!âã à±áí± ± ãºã~ 4 ~±!± á$!]Q± _~± IQ$çí\?$3 ±Iã!± à_á$_4ã ãúí~í? Iú$ â± à±áí± â$ mí$ j±Q±é_±í O_ã ±IQãã!]±~ ±ú]$ !±Q $ ±]Q±µã\±â$Qã ã $I$Q]_!í]± O_ã á$ú$á±µ±~ I$]ã!áí±ú ± ãQ ãºIú$Q±â$ âã ç$Q~± áQí]ãQí$±3 ~± $ Iãá±â$Qã IQ$çí\í$!±í µíµã!â$ ã~ I?\í~± 4 Fí ±~ã±?± ± ãºã~Iú$ âã ±\$Qã±~ã!]$3 á$!]±~í!±??$ á$!âí?$ã $áí±í5 I$Q ~ãQá?Qí$ $~!â$ ± IQã\?$ âã ãºIú$Q±??$ 5 I$Q S$~ ± ã]Q_]_Q±??$ ã â$]±??$ âã á±~±Q?$ â± S$8a I±Q]ã âã VQíé$Q?çíá$ ã Iãíº±Qí± í~I_úí$!±â$ 4 !í± I$âã~ á$ú$á±Q ã_ IQ$â_]$ !± IQ±?± ± ~ãúê$Q I$Q ±Iã!± í!]ãQã\ã ãá$!?~íá$ O_ã $~ã!]ã !± âã. 5 IQã?$5 P I$\?µãú Qãµ$é±??$ â$ TãáQã]$ íé!íçíá± _ á±â± âã D7 Qã]íQ±Q±~ âã !$\± R±áí± ]$!ãú±â± ã ]B ~± ±~ã±?± ±$ gãí$ P~àíã!]ã ã ±$ IQ?IQí$ ê$~ã~5 !ãú±â± âã Iãíºã3 âãíº±4!$ IQã$á_I±â$5 h$ ?úç ?~±í ãé_Q$ úí~í]±Q $ _$ â$ O_ã $ Qíá$ â± ~$ ; ±!$ g±]$ aQ$\$ â$ n_ú ±â$]$_ _~± ?Qíã âã ãº]í!??$ ± ±]íµíâ±âã ]_Q?]íá±3 ~ãúê$Q ã]Q_]_Q±â±3 ~ãâíâ± úãé±í O_ã ã]?$ IãQ~í]í!â$ _~ Qíé$Q$$4 áãQ]±~ã!]ã ]ãQ± á$!âí??ã âã ±à$QµãQ éQ±!âã I±Q]ã á$!]Q$úã â± Iãá± ±~±â$Q± ã IQ$çí\í$!±ú5 âã]± ~$4âã4$àQ± O_ã ±àã3 Iãú$ ã_ á$!êãáí~ã!]$ P Iãá± ±~±â$Q±3 O_ã ]Q±À ~íúê±Qã âã âíµí± í~I?Qí]$3 $!âã ã]? $ Iãíºã5 5 ±!_±ú~ã!]ã I±Q± $ !$\$ U]±â$ $àQíé$_4ã ± µí]$4 o?á!íá±~ã!]ã ±àã~$ O_ã _~ â±!$ ±$ gãí$ P~àíã! 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O_ã ]Q±à±úê±~ âã raça, No Infeto, o Hospital era mantido com recursos provenientes das mensalidades dos sócios e servi - çnn hoLp1tnlnr~n, tnln como: curativos, nnln de pequenas e grandes cirurplas e diiírlas, pois nnque la época u atorla dos pacientes tinham condições de arcar com pn despesas com as doenças, Com o passar dos tempos avolumou-se muito o mo v lmrnto no llonpltnl que atende Ucla Vista-Drnail , Tãí ln qúR]?!4ú.±Q±é__ú3 nlém dr toda a região como Cnrncul, Antonio João e pnrte de Jardim. Com a lmplmtaçüu do SUS (Sistema Ontco â e) - LI mni orilt â$ populnçiío passou ! ter ~ã!]$ por ã]ã convênio; o que por algum hem 1 i 2.. 2.. mn... 7.., i ..d 1 FISIOTERAPEUTA - CREFITO 13O81-f I 'Atendimento Fisioterápico nas seguintes áreas:Troumato- , 1 Ortopedia, Neurologia, Reumatologia, Problemas Respiratórios, .x5 x54 U]?]íá± V!áú±ú ã S$QI$Q±ú Rua Monte Castalo,750 -~255-1382 - BONITO VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB - 2573. B (CAUSAS CÍVEIS E 1 CRJMINAI§) : RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO 1 (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS AS CÍVEIS E C ONTRATOS-EXECU (067) 251-101 51 vera Alba Peíxoto Martínez • 1 solucionou o problema da população e consequente mete da Benef!cnfa Hospitalar, Coro o Plano Real, os va'ores pagos pelo SS,ft carnam muito defasados, ou seja, aumentaram as des pesas e dlInufram as receitas, Hoje o SJS Pª"ª por um consulta médica R$ ,40 e por uma dfár!a R$ 3,75, valores estes multo aquém das despesas e fetuadas, representando mal de 807 de prcju{zos - em rclaç,io aos procedlmenton nntcrlores no plano Real,fatas estes que acumularam d{vidas na ordem - de R$ 144.000,00 (cento e quarent,1 ã quatro !úú r•ais), de ncordo com o dlscrlmlnndo abaixo: - ENERSUL - RS 5,400,00; 4 n3P5P5U 4 m) 10.200,00; - OXIGtNIO - RS 6.000,00; - FARMÁCIA - R$ 9,000,00; de Saú- - l.N.S.S, - m) 6,000,00; atend! - F,G.T.S. - R$ 90,000,00; tempo - OUTRAS - RS 17.400,00; /iPR6gn :5D;90 Causas Civels • Trabalhistas e Agrárias Contratos · Inventários • Direito de Família B,ua Cândido Garcia de Souza,775. íQ 435-1322 Res. 7 435-1279 • ANTONIO JOÃO/MS ó5dí. YY e e no Jornal Dfár!o da Serro e M/ ]Q_À ]?Qç± $àQã ± I$ vµã" IãQ±úí $!4 Ic]±ú Rã!ãçíáã!]ã de ]$â$ $ I±?3 e â â]± 7ú de ó_úê$3 ã±]± nte I ?!]$ 4 I"o nn3 O_ ±ú âã pouco e de ~±" de 60 dias. j±Q± a $ú_??$ defInIt!va dessa "]_±G$ firan áãíQ±3 ± TíQã]$Q"± e]? âãã!µ$úµã!â$ ã]_â$ !$ Gcnt ido de Implantar planos de n±âã ou convênl- os de atendimento Médico-Hospitalar com fazendef ros, firmas, á$QQã"$ em éãQ±ú3 para ±]ã!âí~ã!]$ de Empregador e "pregados. Pelas razões acima expostas informamos a ocle dnde local, nutoridades, clubes âã serviços e o de= Is segmentos da sociedade que se nio houver - utn.-t mobilização âã toda ± população para socorrer nosso Hospital, ãúã corre $ risco de fechar suas portos que por certo não ? o nosso desejo e que trará grande prejuízo ? todos. Pois, trata-se âã saúde,e 'nPTU c.5 qúTP'5 Acreditamos que nossa Casa de saúde com tos serviços prestados teri mais uma vez a compre ensão de toda ± população. tun- - CR0 1566 CÇÃUSAS CÍVEIS E CRIMINA_iD [ RUA 14 DE MAI0,470 • CENTRO ) ~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 JARDIM/MS j$!]ã Víº± ã~ gã]±ú$ jú?]íá±3 j$!]ã Fixa ã~ gã]±ú$ SãQ?~íá±3 j$!]ã g?µãú3 Sú±Qã±~ã!]$ Tã!]?Qí$3 PIúíá±??$ âã Vú?$Q3 m±í$54s ã V±áã]± f±~í!±â± DR. IJUCÍDIO VALDl?Z DE 8ARROS CRO 3-IO-MS Dr. José Ricardo N. Rodrigues C:A Saúde começa pela boca, cuide bem de seu sortis@") Sú?!íá$ aãQ±ú3 jQ?]ãã3 ms3 oQ±]±~ã!]$ âã S±!±ú ã aã!éíµ±3 SíQ_Qéí± ã~ éãQ±ú3 Vú?$Q3 j$!]ã Fixa ã gã]±ú$ SãQ?~íá±3 Sú±Qã±~ã!]$ Tã!]±ú b$Q?Qí$F 9' ? B? VãíQ±? 7DF77 ? 89F77 ã 8;F77 ? 8EF77 b n?à±â$ 457DF77 ? 8;F77 b _± ã]5557 ±Qé±3 ;EE 4 888A SPmPSif6gn UáQí]?Qí$ d_Q?âíá$ TQ5 g±º S?±Q f$Iã 7PR4gnBD9C S±_± Síµí3 SQí~í!±í ã UIãáí±ú~ã!]ã mãáú±~±??ã oQ±à±úêí]± . Eugênio Penzé>,660 ANTONIO JOÃO M ADVOCACIA Tm5 b?fci oPTUp mpcu CAUSAS á?µUcn U SmcNcn m_± 8; âã g±í$3 ;C7 4 SUhomi 11(067) 9A848C:B 4 dPmTcg6gn n±!]± S±± I$âã~ I±Q±Q ±]ã!âí~ã!]$ ± I±Q]íQ âã 8 ?67C A Confederação das Misericórdias do Brasil,que reúne 2.600 Santas Casas, entrou na Justiça fede ral com notificação e interpel:ição contra o Minis tério da Saúde. As entidades querem o pagamento - de atrasndos e pedem a revisão da tabela de paga mentos do Sistema Onico de Saúde (SUS), sob o ar gumento de que estão sendo obrigadas a fechar as portas em virtude da baixa remuneração. Além dis so, se eximem de responsabilidade-pela eventual: suspensão de atendimento aos doentes a partir de 19 de julho, limite concedido ao governo. A Santa Casa de Campo Grande ainda não defi - niu se adere ? possível suspensão de atendimento aos pacientes do SUS a partir do início do próxi mo mês. Mas a perspectiva é que os trabalhos con tinuem normalmente. - Se o atendimento fosse suspenso, a Saúde Públi ca no Estado entraria em total colapso, pois a : Santa Casa é o principal Hospital do Mato Grosso 'do Sul. Em julho está prevista a ativação do Hos pital Regional de Ca:npo Grande (Rosa Pedrossian). Conforme a previsão, devem ser colocados em fun - cionamento em torno de 150 leitos. Mas com isso não estaria suprida a necessidade do Estado. Cerca de 300 Santas Casas fecharam ou estão solicitando descredenciamento do SUS, segundo o Presidente da Confederação, deputado José Linha - res. - Um levantamento revelou que 52Z es tao em debito com o sistema bancário e 487 acumu- 1am dívidas junto a fornecedores. Po: meio da_ação impetrada na Justiça, a Confe deraçao tentara obter R$ 1,2 bilhão e um aumento de 25% !± tabela de pagamento do SUS concedido pe lo Ministerio no ano passado, mas que desde nove bro deixou de ser repassado. A revisão imediata - das tabelas, cujos valores são de 1.994, é a prin cipal reiv:ndicaçao. O SUS paga R4 2,40 por ua consulta medica, e m) ],75 pela diária hospita - lar. 'S$ ã 4 Y m ssa remuneraçao, os Hospitais terão que parar de atender", sustentou José Linhares. Isola damente, as entidades prometem fazer a cobrança: judicial do que consideram um débito da União - junto aos Ho~pitais. Preocupados com as consequên cias das denuncias de desleixo no atendimento ± idosos em clínicas geriáticas credenciadas SUS, a Confederação incluiu entre as reivindica~~ es uma fiscalizaçao mais rigorosa por parte dÕ Ml.nisterio. "A fiscalizaçãd fed;ral passa 10 minutos em um ' hospital e considera o trabalho feito, e isso não garante a qualid~de do serviço", denunciou José Linhares, ele proprio mantenedor de uma Santa Ca sa, em Sobral, no Ceará. 'f? mesmo, a última fis- • cal:zaçao do Ministério aconteceu há três anos, e so voltou a acontecer depois da tragédia de S±Q_±Q_' 55 Rua Marechal Rondon, 426-1° Andar! (Em cima do Armarinho Caçula) 1 [2g -FAX (067)251-1093-JARDA .(TRANSCRITO DO JORNAL DIÁRIO DA SERRA) _ Y S$!ãQ]$ âã PI±Qãúê$ Uúã]Q?!íá$ ã~ éãQ±ú Y P\í]?!áí± o?á!íá± ã~ P!]ã!± j±Q±à?úíá± • GST de Som em Carros m_? g±Qãáê±ú Vú$Qí±!$ jãíº$]$3 1022 Bairro Antonio João - (067) 439-1215 4 RUfP qcnoP6 gn dimhPf omcRphP TP FRONTEIRA- BISEMANÁRIO Polícia Florestal e Rotary entregaram premiação . do concurso alusivo a Semana do Meio Ambiente A hbi TU Na sexta-feIra patada, d1a c3 o Destacamento p~ florcntnl de Bela Vintn e o Rotnry Cluh, 1deal1 À±â$Qã â$ S$!á_Q$ obre a jQããQµ±?í$ do Melo A biente envolvendo as Uá$ú± das Redes MunfcIpal , U]±â_±ú ã j±Q]íá_ú±Q de Iela Vista, ffzeram ± ã!? trega da premiação aos alunos melhores classIffca dos, em bonita solenidade na sede do Hotury, que contou com a presença de autoridades municipais diretores de escolas, professores e alunos premfa dos, ocompnnhndos de fnmlllareR, 3G3G3? Rotarianos, Professores, Diretores de Escolas , Alunos premiados e familiares prestigiaram a entre ga da premiaçao O-Concurso de Redação sobre a Preservação do Meio Ambiente, encerrado no Último dia 05 de junho, teve seu regulamento elaborado pelo Comando do Des tacamento PM Florestal de Bela Vista e foi aprova do por Diretores e Professores de Língua Portugue sa das Escolas participantes, em reunião realizada na Cãmara Municipal dia 13 de maio, posteriormente o concurso teve ampla divulgação pela imprensa fa lada e escrita local, sendo repassada uma cópia do regulamento ? todas as Escolas, para maiores escla recimentas aos alunos sobre os quisitos e procedi mentos exigidos na realização dos trabalhos, além de diversas palestras que foram realizadas em vá - rias escolas pela Polícia Florestal, sobre a neces sidade de Preservação do Meio Ambiente, que servi ram de subsídios e forneceram informações básicas para a realização dos trabalhos. $ Dividido em três partes, de acordo com o nível de escolaridade dos alunos participantes, o Concur so sobre a Preservação cl'o Meio Ambiente envolveu - toda a comunidade escolar de Bela Vista, abrangen do os seguintes temas: De 12 a 4g Séries do 1e Grau: Cartaz - "TERRA QUE TE QUERO VER"; De 5ª a 82 Séries do 1g Grau: Redação - "O HOMEM E O MEIO AMBIENTE"; 2g Grau: Redação - "A PRESERVAÇÃO DAN!! TUREZA DEPENDE DE TODOS NOS". De acordo com O regulamento, foram classifica - dos pelas Escolas os lO melhores trabalos de seus alunos, os quais foram encaminhados ? Polícia Mil.!_ tar Florestal para serem submetidos a julgamento - por outra Comissão julgadora, que fez a seleção f.!_ nal. Essa Comissão· reuniu-se nos dias 31 de maio e 03 e 04 de Junho nas dependências da Câmara Munic.!_ pal, sendo composta pelas seguintes pessoas: Enoly Loureiro de Assis (Professora); Alirio Vil~asanti Romero /S~]5 32 Pelotão PM); Marcolino Jose Rodhi gero (I Tenente EB - Representante do 109 RC Mec); José Ayres Cafure (Chefe de Gabinete da Pre feitura Municipal); Luiz Carlos Rahal (Presidente da Avenida de Serviços à Comunidade do Rotary Club); Dr. Sydney Nunes Leite (Escritor e Vice-Pre feito Municipal); 1g Sargento Clademar Jose Sover nigo (Comandante do Destacamento P Florestal de Bela Vista). Um Flagrante da Comissão julgadora_faze nd o ± 1 ª à 4ª Séries ... (Cartaz ... "Terra Que Te Quero Ver") 8" 8_±QF EvelIn â$ Santos a±Qáí±3 â± Uá$ú± Esta dual âã 89 ã 9é Graus Dr. Joaquim Murt!nho, nota 9,0, ]ã!â$ como Professor Valdecy n$_À± P»Qã Fere!r, análise dos trabalhos No julgamento dos trabalhos de redação, foram i - ios· Emprego da Le - analisados os seguintes cr ter • _ tra Maiúscula, Pontuação, Ortografia, Clare1ª- na rcssi6 4as tu@is» • verses das 'MM'GG ' intenso trabalho, que consistiu ,w. ana 1 Es d al de todos os trabalhos classificados Pe as - ul 5 a Comissão julgadora chegou ao rPsultado f.!_ c0.a: » ?3 ]F os acima: nal do Concurso, conforme mos ram • A aluna Evelin dos Santos Garcia recebeu a pre miaçao das maos do Diretor da Radio Bela Vista, Al berto Benites Nunes 2g 1ugar: Felipe Lopes Escobar, da Escola Particu lar de 1g Grau Instituto de Educação de Bela Vi~ ta, nota 8,5 3g lugar: Mariane Balta Andrade, da Escola Estadu al de cl e 22 Graus Ester Silva, nota 8,25. 5ª à 8ª Séries - (Redação - "O - Homem e o Meio Ambiente") cl lugar: Elizandra Paiva, da Escola Estadual de cl e 22 Graus Ester Silva, nota 9,16, tendo como Professora Célia Maria Silva França. ]5 e r -----,,-~ 444444443335355443 5d a ? 55 420» :3 C? "T ' g 8 A aluna Elizandra Paiva, recebe a preiacão en tregue pelo Capitao Mareio Villasanti (Assessor - nu itar do DETRAN-CG) 22lugar: Kellen Henrique de Freitas, da Escola Nossa Senhora do Perpetuo Socorro (FUNLEC'), nota D3EB dl lugar: Cristiane Rodrigues Valdez, da Escola Esta. dual de l: e 9l Graus Dr, JoaquimMurtinho, !$]± 8,22- • PREMIAÇÃO Os alunos vencedores do concur o obre a jQããt vaçao do Melo P~àíã!]ã receberam a seguinte premia á±$3 !± $úã!"â±âã Qã±úíÀ±â± !± ãâã â$ m$]±Q» Sú_à âã Rãú± qã]±F De 8 ± ;: n?Qíã Y c" lugar: 8 à$ú± ofcIal âã q$úã"à$ú3 oQ$ç?_ ã SãQ]úçí ±â$ âã j±Q]ú? á"I±??$ e 1g lugar; 2g lugar - Trofa ã à$ú± de Tu ]ãà$úG :M lugar - I à$ú le Vo'eIbol $çíáí±ú5 4 Tã A9 ± ! n?QíãF cM 8±é±Q 4 m 100,O e CerII á±â$G 22 ú_±QF m) 70,00 Ce·t!ficado; :" 8_±Q F ?) 50,00 e Certificado. 4 9E Grau: I! luar: mn I0O,0O e Certificado; 99 1u ar: R$ 70,00 ã SãQ]íçíá±â$G 30 lugar: R$ 50,00 SãQ]íçFúáGdâ$5 2º Grau - (Redação: "A Preservação do Meio Ambiente Depende de Todos Nós'1 1lugar: 0zualdo Maldonado Arce, da Escola Estadu al de 1? e 29 Graus Castelo Branco, nota 9,12, ten do como Professo1 Mar!za de Fátima Canterle; grou a premiaçao ao aluno Ozualdo Maldonado : .C o 3 5 4 o 8 .D ?: 8: !5 "E 30 !4 17 6 14 59 2 C 7 7 2g lugar: Agnaldo Ramão, da Escola Estadual de 12 e 2 Graus Dr. Joaquim Murtinho, nota 8,59 32 lugar: Flávio da Silva Leite, da Escola Estadual de 12 e 22 Graus Ester Silva, nota 7,62 .n$µãQ!íé$F 'i c~I$Q]±!]ãF ç$í ± I±Q]íáíI±??$' participaçao Na sole.nidade de entrega da premi.ação aos aluno , melhores classificados no Concurso, o Comandante d? Destacamento PM Florestal de Bela Vista, 12 Sargen l to Clademar José Sove migo, afirmou que o obj etiv? maior· foi envolver toda a comunidade estudantil d Bela Vista no sentido de conquistar novos aliados -· na luta pela Preservação do Meio Ambiente. Segundo palavras do Policial Florestal, os. alunos de toda as Escolas da nossa cidade estão de parabéns, junt . mente com seus Professores, "porque o importante !? .? saber qual foi o melhor aluno e o melhor trahaL~c más sim a participação de todos, fazendo com que e objecivos do Concurso.fossem amplamente alcançadof O Comandante finalizou suas palavras agradecenc os companheiros de trabalho do DestaééllJlento PM Flc rescal de Bela Vise.a, ao 39 Pelotão PM, à C@ar. Municipal e funcionários, ? Rádio Bela Vist e aos Jornais Tribuna da Fronteira e Tribuna Popu lar e ao_Rotary Club, pelo apoio que prestara realizaçao do Concurso sobre a Preservãc.ão do Me: Acbiente. (Continua na Pagina - 06) ! JORNAL. TRIBUNA DA VmihoUcmP4F BISEMANARIO Polícia Florestal e Rotary entregaram premiação do concurso alusivo a Presidente do Rotary elogiou a iniciativa Semana do Meio da A Presidente do Rotary Club de Bela Vista, Dra, Azaléa Arlotta Ocirfz, destacou Importância da renlfznçao de um concurso como esse, envolvendo - toda a comunidade escolar na discuso e análise âã um tema O_ã dlz respeito diretamente a qualida âã de vida da nossa população e ao futuro das gera á$ã vindouras. Azaléa elogiou a Iniciativa do Co mandante do Destacamento PM Florestal de Bela VIs ]±3 observando que um trabalho como esse, juntÕ nos nonuoo jovens, com certeza nlcnnçnri resulta - â$ altamente positivos, "porque mais Importante - que reprimir a depredação do Melo Ambiente é a edu cação e n conscientizaçiio para a necessidade de l'ri?S<'rvaçiio", afinnou a Presidente. A Presidente do Rotary lembrou também em suas palavras que o Clube, a exemplo do que vêm fazendo hÓ vários anos, estará sempre aberto para o desen volvimento de campanhas e iniciativas comunitárias voltadas para tudo aquilo que diz respeito a melho res dius e à uma melhor qualidade. de vida para to da nossa população. Também fez uso da plvra o Dr. Sydncy Nunes Leite, que falou em nome da comis suo responsável pelo julgamento final do concurso: ele destacou o alto nível dos trabalhos apresenta- 8ETU8phbi DE 8EC Informativo câmara caracol Ambiente A Presidente do Rotary Club, Dra. Azaléa centro) destacou a importância da realizaçao (ao do Concurso dos e parabenizou à todos os alunos par ticipantes, pelo empenho, dedicação e interesse d-; monstrado na elaboração dos cartazes e das redacG es. Também cumprimentou os Professores e Diretores de Escolas, pelo total e irrestrito apoio que em - prestaram à realização do concurso. . Transcrevemos abaixo, na Íntegra, as redacões classificada em_lgluar, de5@8@srfes e a ní vel do 2g Grau, respectivamente: de Encampamento de Rede de Energia A Vereadora Nice Gutierres dos Santos - requereu em expediente endereçado ao Pres! dente da ENERSUL, Valter Pereira, com co - pia ao Sr. Filinto Gomes de Abreu, Diretor de Distribuição, que seja viabilizado o e~ campamento pela ENERSUL da rede denominada G. Rozende, ressaltando que a referida re de só poderá receber manutPnção da ENERSUL depois de ser encampada pela Empresa. Melhoramento da Rede de Energia O Homem e o Meio Ambiente Aluna: Elizandra Paiva - Série 82 - Turno: Matu tino - EEPEPSC Ester Silva A questão do homem e o meio ambiente sempre [oi tratada de forma bastante secundária, princt palmente no Brasil. O homem nunca cometeu tantas barbaridades no que diz respeito ao seu meio ambiente; colocando em extinção espécies de plantas e seres. falar sobre ecologia num País onde convivem a fome, marginalidade e o desemprego, ao lado de baixos salários e analfabetismo pode significar para muitos um sentimento romântico de volta à Natureza ou de intransigente defesa do verde. Afinal, vivemos num País em desenvolvimento onde esses quisitos ainda necessitam ser erradica dos. Longe de se distanciar da realidade social e econômica, a ecologia se volta para todos os te mas que desenvolvem o homem e seu ambiente. Mes mo com homens altamente qualificados e treinados em defesa do meio ambiente, como a Polícia Flo - restal, os predadores do nosso País conseguem - destruir grande parte das nossas reservas e ma tas. O ser humano é um dos componentes do ecos - sistema terrestre, e não um ser supremo. Partindo do pressuposto de que a coisa do ho mem nao e apenas o seu abrigo imediato, mas o lÜ gar onde ele finca sua morada e sobrevive em to -: 8 tal dependência do meio· ambiente. A consciência ecológica não nasce no vazio. Ela emerge frente a uma realidade insustentável da ameaça à qualida de de vida num mundo e num País onde a tecnolo - gia Industrial e a explosão populacional tem ca Qc!êâ$ ao lado de grave deterioração do meio am • 1, ien te. A ecologia é uma questão de sobrevivência das gera,;Ões_ futuras e extrapola a sioples defesa do verde e dos animais. A ordem é desenvolvimento a qualquer custo, quer dizer, tudo o que a natureza levou milhões de anos pura criar e formar será substituída por algo feito pelo homem, caso não tomemos uma ati tude enérgica e de plena consciência de seres hu m::inos e portanto racionais. - ditai de Convocaçã O Fes!dente da Associação dos Jornais do Interior de Mato G osso do Sul, no uso das atribuições que Ihie são coo ferida. pelo Estatuto da Entidade, CONVOCA, os associados para reunfão que deverá ser realizada no Salão de Conven - ções do Hotel Iguacu, na Rua D, Aguino,761, na Idade de Capo Grande, no dia 9 de Julho, as 10:00 horas, em primei ra chamada, e às 11:00 horas, e segunda e últLa chamada, para a seguinte deliberação: ORDEM 00 DIA: l - Apresentação de relatório da Diretoria 2 - Prestação de Contas 3- DIscussão e deliberação de relatêrlo e prestação de contos 4 Uúãí??í$ âã TíQã]$Qí± I±Q$ $ IQ?ºí5J àí?!í$ A Inscrição de Interessados para ocuparen cargos de di reão na entidade, poder ser feita até às 09:30 horas do âf± 7E âã d_úê$ âã 8EEB3 !$ ú$á±ú IQãµí]$ I±Q± ± Qã_!í?$ obJeto deste Edital. om?n fPSiPn4.n53 5 âã d_!ê$ âã 1.996 ROSÁRIO CONGRO NETO - PRESIDENTE Preservação do Mei Ambiente Depende de Todos Nós Aluno: Ozualdo Maldonado Arce - Série ;9 Ano do 99 Grau - Magistério - EEPEPSG Castelo Branco Vivemos num mundo de gerações, de passados, de conflitos, de pessoas subindo na vida ? custo de qualquer preço, mesmo se tratando de sua própria destruição. Motivos para continuar com esse qua dro dramático ê o que mais existem, os homens se deixaram levar pela ambiçã0 de tal modo que o seu organismo foi adaptado somente para des truir. Isto comprova apena, que a inteligência do homem é tão medíocre a ponto de preparar seu próprio funeral. As perguntas são tantas e tão poucas são as respostas. Como serão as pessoas do futuro? Quem vai sobreviver neste mundo dominado pela têcni ca e pela devastação imensa da natureza? Sobreviverá sim, quem for capaz de viver liga do à natureza, quem for capaz de viver próximo-: da terra, da água, do vento puro, do sol, dos a nimais e do verde dos quais somos feitos. O homem, felizmente está tomando consciência da necessidade da natureza, grupos ecológicos são fundados para que se responsabilizem pela pre serva,;ão da natureza. Palestras são feitas em Es colas, fazendo com que os jovens tenham consciên eia da necessidade da natureza. Da necessidade de proteger a terra dos venenos, de proteger as águas da poluição, de proteger o verde da des truição ganaciosa. Sem a natureza somos fracos. Mas até que ponto isto é suficiente? O grande grupo ecológico deveria, na realidade ser todos os habitantes da nossa Judiada terra. ·Temos que ter consciêncja que a natureza nao está ali simplesmente para ser dominada, mas aci ma de tudo, está. ali para er sentida, vivida e amada. Forcas estas que o homem deve se aliar e não combater. Que essa conscientização, seja para todos nós, um incentivo a colaborarmoc com a nossa mâe-natu reza, para que não cheguemes, antes do tempo, no fim da linha, na morte do universo. Ele pode se acabar por nossa negligência. o ditai de Convocaçã A Sicnnci UsUSpocqP gphcScjPf â$ j±Q]íâ$ oQ±à±úêí]± 4 RQ±íúãíQ$4joR3 âã]ã g_!íá?I]$ âã Rãú± qí]±4"n53 SihqiSP pelo presente Edital. todos os membros do Diretor1o MunicI pal do Partido neste Município, para a COVE • ?ci gphcScjPf O_ã ãQ? Qã±úíÀ±â± !$ â± :7 âã d_!ê$ de 1996, co incio às 09:00 horas e encerraento is 17:00 horas, no terraço do Hotel Pousada. da-Fronteira, slt.o ã. Avenida Teodoro Sativa, n? 1.485, para deliberar sobre a seguinte: imTUg Ti TcPF ? $0 Uá$úê± â$ á±!âíâ±]$ à jQãçãí]$3 qíáã4jQãçãí]$ ã qã 4 Qã$â$Qã ? G3úãú??ã âã 7: âã i_]_àQ$ âã 8EEBG Y à0 jQ$I$]± âã S$úíé±??ãG á0 Tã!$c!±??$ â± S$úíé±??ãG â0 i_]Q$ ±\_!]$ Qãú±áí$!±â$ á$ ± ãúãí??ã âã 7: âã $_]_àQ$ âã 85EEB5 RUfP VISTA-MS., 8C âã d_!ê$ âã 85EEB DR. JORGE DE SOUZA minP PRESIDENTE DA Sigcnn?i EXECUTIVA MUNICIPAL $ vereador Josélio dos Santos cncami nhou Ofício ao Sr. Valter Pereira, Presi - dente da ENERSUL, com cópia ao Sr. Pedro Batista, Gerente Distrital, no sentido de viabilizar o melhoramento na rede de ener gia elétrica em nossa cidade. O Vereador considerou que as frequentes quedas de energia em nossa cidade tem tra zido muitos prejuízos aos consumidores, a lém do que, recentemente ocorreram queimas de vários aparelhos eletrodomésticos, tais como geladeira, televisão, ferro elétrico, etc .. , causando prejuízos grandes à pesso as de baixa renda familiar, "tendo em vis ta tudo isto nobres colegas, queremos pro vidências o mais breve possível, com rela ção ao melhoramento da rede de energia elé tricaem nosso Município", enfatizou José= úí$5 Mudança do depósito de lixo O Vereador Darci Souza Neto solicitou - ao Prefeito Municipal providências a res - peito do lixo que está sendo depositadó nas proximidades do sangão, lembrando que "o poder legislativo ó? solicitou por várias vezes a compeensao de V. Exc. no sentido - de mudar o lugar de despejo do lixo, • que está praticamente na área urbana e, por ser prox1mo a cidade e nao ser eliminado - totalmente, futuramente poderá ocasionar {ioencas na população", afirmou. Reforma de Ponte Em outra Reivindicação o Vereador Darci solicitou ao Engenheiro Ramiro Saraiva, Oi retor Geral do DERSUL em Campo Grande, com copia ao Prefeito Municipal Pascoal Puche ta que ~eJa ordenada a reforma da ponte so bre o córrego Porteira, pois a mesma es+G em pessimo estado de tráfego e é de grande utilidade, por ser uma ponte que dá acesso a Varias localidades, inclusive à Bela Vis ta , ressaltou o Vereador. PATROLAMENTO O Vereador Milton Luiz Bender 1 .. ao Prefeito Pascoal Pucheta ord so 1citou to e t t . enar ao se- r ompe en e o patrolamento d - . serraria Pagliosa, onde diari,,'Patio da caminhões carregados de mad . en e chegam frentam dificuláaes de a,D?"° sue e descarreqamento. 5 para o Edital de Proclamas Alexsandra Rosa da Silva f Y tituta do Cartório de opes, Oficiala Subs Registro Civil d de de Bela Vista-MS., FAZ SABER a esta cida- o presente Edital de Proclam i todos quantos as vrem q taram os documentos exigidos l ue apresen Código Civi1 Brasileiro, 4,,P'o artigo 180 ao pretendem se casar: '· nc:sos c4cc e IV, e CARLOS ROBERTO CARGEL JUNIOR DA BUENO, brasileiros solt i e UfPchU APARECI ? e ros re 8â5 4 ta cidade; ele, natural de Para ' s entes nes militar, filho de Carlos R b guaçu PauJ.ista-SP i Ma oerto Gar 1 • c ra de Oliveira Gargel: q, ge e de Lu- dênia-SP., filha de José ' a, natural de Gar- ., __ i ueno e de c i na Martins Bueno.; lides do lar. ren: Madale Se"alguêm souber de algum oponha na fora da Lei. impedimento que se Bela Vista-Ms., 07 de J h unho de 1. 996 Alexsrtndra Rosa S.Lopes Oficiala Substituta dimhPf omcRphP DA VmihoUcmP BISEMANÁRIO S±± qã]ãQí!?Qí± CRIAÇÃO ú • !lal Mineral e Rações· As:ltncla À Fzzndaz • Labornt6rlo âã P!ã~ú c!çãááí$± UO_"!± ã RQ_áãú$ã Y o_â$ I±Q± c!ã~"!±??$ PQú]cáú±ú ã hí]Q$éã!ú$ úíO_"â$ • A1H,IHlêncla à pcquenoG animais cfc f úF5 DE CABRA QlJrJJO l>F. C/ílRA TIPO FRESCAL q$á? pode ±âO_íQí4]$ na Fu: T_O_ã di Cai 12'.HI • 'lii' 439.1533 FAÇA SUA mUnUmqP Carmem A. Santiago lima Sérgio A. loureiro lima Médica ValerlnArla • CRMV • 6 • li. 0911 g?âíá$ qá8áQú!PQú$ Y CRMV • 6 ll. 0047 @ com. 439-1533 Res. 439--110.P RUA DUQUE DE CAXIAS,~298" BELA VISTA. . ____ lJ.J).E d UJ."llQDE f59E/3 'ii µoP í SPji amPhTUF 7A:75458A577 4 9:F:7 88imPn .4? TUfGP x.únoP ? SPgji amPhTU Sig RPfTUP??i Ug dPmTcgF 7EF77 bimPn Í /ã]ã ê$Q35?Qí$ !?$ á$QQã !$ Tigchain ã VUmcPTin0 úúmfP1M/cnoP? dPmTogF 7AF:7 4 7EF77 Y 8AF77 4 9:F77 bimPn TUf qcnoP À SimpíxúúR?3 I±\_Qííú$ I$Q 3d!Qíúí~3 a_í f$Iã3 R$!í]$3 T$íú$O_á!± e gíQ!!â!F 7EF77 ccimPn 4 /híú$ á$QQã !$ $Iúx.cchain e VUmcPTin0 5 5 .RUf?4qcnoP ? jihoP ú.im?5 I±\±!â$ I$Q P!]$!í$ d$!$F 7BFI$ ã 8BF77 bimPn 3 Y TUfc qcnoP45Y5 TipmPTin3 á$~ à±úíúá±?íí$ em P!]$!í$ d$?$F 7BF77 /!?$ á$çQã aos • • ; Tigchain ã VUmcPTin0 5 444 ' 55 5 5 4 F -· gigUhoin chUnlpUScqUcn g?acSi Siho5xacPhoU CASA NOTURNA PONTO DE ENCONTRO DE EXECUTIVOS American Bar - Música - Estacionamento - Segurança Total - Privacidade - Piscina - Lindas e Finas Recepcionistas m_± d$±O_í~ g_Q]í!ê$3 ãO_í!± á$~ 8: âã g±í$ jimoi gimochbi 4 gPoi4aminni Ti nSf 3 5 4 o 8 e ±53 NN±N 5. e. D7i s "% @0 .0 E s ) 7 7ÉE a 77 ~.......,• lliillfimD~ $ il'fl'-= ....-tT. . : • ' GGiE!Jiílg:mffi ' • Grndb@a2sete@ A ' ?± 9!frio VQã]±ú 8 '4? Y A 9 . j$Q]± 3 d±!ãú±3 Y 534 Y 44 44 4 U]ãQ!í]3 S±íº± T.?é_±3 U!á±!±~ã!]$3 VãQQ±éã! 5 Y 5 g±âãíQ±3 V$QQ$ 3 jí $ 3 ''.?.. PÀ_úãó$3 g±]ãQí±í ! Uú?]Qíá$3 bíâQ?_úíá$ 3 ã]á55 4 53? 5 5 Y ú ] 55 5 5 Y Y 5ú3 444 .? 4 ?4 444 RUA Pú x6 ARES CABRAL, 11 O [@@ (067) 439-1795 - Bela Vista/MAIS} • Os melhores preços da região. j±Q± ãºá_Q?ã IQã?$ ãIãáí±í Rod. Bonito/Guia Lopes, sfn"-km 01 -Em frente ao Clube do Laço E (067) 255-1112 - BONITO/MIS ~ ~ :.. ........ ~.·~.-~ ... _,,.;._ - ·- - --- - - - -- .1 i melhor e mais luxuoso da região, com Apartamentos e Suites com Ar, TV, Vídeo, Sauna e Som Ambiente Rodovia Br-267 •. km 04 saída para Ílioaque GUIA LOPES DA LAGUNA/MS - TRAZ A[}l~, ~-lD)(C[E Q o MAIOR SHOW BAILE DE TODOS os TEMPOS oUiTimi É ?Pgj Pci / DIA 21 DE JULHO EM JARDIM) Uiampji A1MA ?UmmPhP lnformacões: ~ - 439-1369 I INGRESSO À R$ 1 O, 00 ATÉ O DIA 12 DE JULHO . P OU AR$ 20,00 COM ONIBUS IDA E VOLTA NA VIANA DISTRIBUIDORA ANTARCTICA IORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • RcnUgPh?mci 19D E JUNHO DE 1726: j?achP 4 8 edescobrindo o Brasil i RQ±íú ã _± âã~$áQ±áí± ã]?$ µíµã!â$ âí± á±â± vez mai àQíúê±!]ã5 hã]ã âí±3 O_ã ±úé_! !ãé±]íµí]± Q$]_ú±~ âã áQíã3 ã]±~$ em µãQâ±âã Qãç$Q~±!â$ !$\± Qãú±??ã âã á$! íµ?!áí± uns á$~ $ $_]Q$3 â$ I$µ$ á$~ $ é$µãQ!$3 â± ±_]$Qíâ±âã á$~ ± á$~_!íâ±âã3 ã~ _~ ±~àíã!]ã âã úíàãQâ±âã âã ãºIQã\?$ ã âã ã]±àíúíâ±âã ãá$!?~íá±5 hã]ã ã!á$!]Q$ âã ]$â$ !? á$~ a Qã±úíâ±âã3 a âã~±é$éí±3 $ ±à_$ ±âO_íQíâ$3 ± µ±!]±éã! í~$Q±í ã ± í!]ãQ~ãâí±??ã í!âãµíâ± ã]?$ á$~ $ âí± á$!]±â$5 U]±~$ âãá$àQí!â$ $ O_ã $~$3 $ O_ã O_ãQã~$ ã3 $àQã]_â$3 ±!±úí±!â$ $ I±Iãú âã á±â± _~ á$~$ ±éã!]ã $áí±ú ã ~ãâí!â$ $ O_±!]$ âãíº±~$ âã ç±ÀãQ I$Q !? ~ã~$ ã Iãú$ !$\$ j±? ã!O_±!]$ ãIãQ?µ±~$ Iãú± ~?$ ±úµ±â$Q± âã _~ ã!]ã áê±~±â$ é$µãQ!$ O_ã µíQí± Qãâí~íQ $ Iãá±â$ çí!±!áãíQ$ âã ]$â$5 U]±~$ âãá$àQí!â$ O_ã ± éãQ±??$5âã $ú_??ã3 ±úé_~± ~?éíá±3 !?$ I$âã ãQ âí\$áí±â± â± ±??$ â± á$~_!íâ±âã ã â± ±]_±??$ á$úã]íµ± ã á$!áíã!]ã âã áíâ±â?$3 !$~ã á$~ O_ã ?$ á$!êãáíâ$ $ ê±àí]±!]ã âã _~ I±? O_±!â$ ã úêã IãQ~í]ã ±áã\$ ? í!ç$Q~±??$ ã $ âíQãí]$ ? âãáí?$. $àQã $ ã_ IQ?IQí$ âã]í!$5 Povo e governo são um só corpo de um ser com alma chamada Nação o_â$ $ O_ã ã]±~$ á$úêã!â$ ê$óã ? çQ_]$ â$ Iú±!]í$ í!±âãO_±â$ âã !$\± ãIãQ±!?± !$ ]ãQQã!$ ?Qíâ$ â± ç±!]±í± âã O_ã ê±µãQí± _~ á±~í!ê$3 _~± Iã\$± $_ _~ óãí]í!ê$ âã á$!]ã!]±Q ± ]$â$3 âã $!âã ]$â$ I$âãQ?±~$ á$!ãé_íQ ]_â$ $ O_ã âããó?\ã~$ á$~ _~ ~?!í~$ âã ãç$Q?$5 b$óã ã]±~$ á$!áíã!]ã O_ã ]_â$ $ O_ã ãQã~$ µ±í âãIã!âãQ3 IQí~ãíQ±~ã!]ã âã !$\$ IQ?IQí$ ]Q±à±úê$ ã3 ãé_!â$ ã ~±í í~I$Q]±!]ã3 â± I±QáãQí± ?Qí± á$~ !$\$ á$!áíâ±â?$3 ±éã!]ã I?àúíá$ ã IQíµ±â$3 I±Q± O_ã ± $ú_??ã µã!ê±~ éQ±â_±ú~ã!]ã ~± âã ç$Q~± ãé_Q±5 b$óã3 $ _áã\$ âã ]$â$ âãIã!âã ~_í]$ â$ _áã\$ âã á±â± _~5 j±]Qí$]í~$ âãíº$_ âã ãQ íâã±úí~$ I±Q± ãQ ]±~à?~ í!4?!í~$ âã $àQãµíµ?!áí±5 g±í O_ã âí±é!?]íá$3 Qãú±]?Qí$3 á$!]±]±??ã âã Qã±úíâ±âã3 IQãáí±~$ éãQ±Q $ú_??ã ã í~Iúã~ã!]±4ú± ~$àíúíÀ±!â$ ]$â$ $ ±éã!]ã $áí±í3 $àQã]_â$ $ àã!ãçíáí±â$5 S$~$ ã~IQã3 $ á$~Iã]ã!]ã ã]±Q?$ IQ$á_Q±!â$ ±ú]ãQ!±]íµ± ã $ú_??ã3 ±àã!â$ âãâã ó? 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I$Q !? ~ã~$5 j±Q± O_ã ã]± I±QáãQí± â? áãQ]$ ? !ãáã\?Qí$ O_ã ã â? ± ~?ºí~± í~I$Q]?!áí± ± _~ IQ$áã\$ âã á$~_!íá±??$ í!]ãQ4±]íµ± O_ã á$!±éQã ± úíµQã áíQá_ú±??$ âã í!ç$Q~±??ã ã!]Qã ±_]$Qíâ±âã ã á$~_!íâ±âã3 _±!â$ ã ±à_±!â$ â± ãºI$í??$ â± µãQâ±âã ]±ú á$~$ ãú± ?5 3 E preciso estar próximo das populações, explicar e entender a linguagem delas. Na democracia, quem fala ouve, quem escreve lê. ~_!â$ $!âã !ã~ ãºí]ã $ ãé_!â$5 i!âã ç±ú±~$ ã~ !±??ã í!â?éã!± F$~$ ã $ í!âí$ !?$ ç$\ã~ áíâ±â?$F â± Naço RQ±íúãíQ±3 _!± ã í!âíµííµãú3 ~ã~$ !± í~IQã!±5 l_ãQã~$ ±àãQ $ O_ã $ é$µãQ!$ µ±í ç±ÀãQ3 ± O_ã á_]$ ã3 $àQã]_â$ $ O_ã ? 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I$\± ]ãQ $ âíQãí]$. ? í!ç$Q~±??$ I±Q± ]$~±Q~$ I$Q !? ~ã~$ !$\± âãáí?$ ã3 ±\í~3 ±\_~íQ ]±~à?~ QãI$!±àíúíâ±âã5 i _áã\$ â$ Qã±ú3 I$Q ãºã~Iú$3 ã]? ã!â$ á$!ãé_íâ$ ±]Q±µ? âã _~ IQ$áã\$ á$úã]íµ$ ã á$!áíã!]ã âã ±??$ â$ á$!_~íâ$Q3 ~$àíúíÀ±â$ á$~ ± á$!]í!_±â± âíµ_úé±??$ âã IQã?$ IQ±]íá±â$5 U]± ±]_±??$ ã]? Qãâãá$àQí!â$ $ RQ±íú âí]Qíà_í!â$ Qã!â±3 ç$Q~±!â$ _~ j±? $!âã ? í~I$Q]±!]ã IQ$â_]íµíâ±âã3 O_±úíâ±âã ã ãçíáí?!áí±5 n±àã~$ O_ã ± ~í?Qí± ±!_!áí±â± !$ RQ±íú ? çQ_]$ âã _~± ~±!í±3 âã ~$âí~$ âã !?~ãQ$3 âíµ_úé±â$ I$Q _! ~íãQ?µãí O_ã !$ á$ú$á±~ !_~ ]ãQáãíQ$ Afinal, somos um País feliz cheio de esperança e motivos de satisfação ou das dezenas de milhões de famintos, desempregados e abandonados? P QãI$]± a ã]± O_ã]?$ !$ Qã~ã]ã ? á$!]±]±??$ O_ã ± í!ç$Q~±??ã âíI$!?µãí ?$ I$_á$ á$!çí?µãí ã3 ±\í~3 IãQ~í]ã4ã ± O_±úO_ãQ âãIQãI±Q±â$ âíµ_úé±Q _± âíµ±é±??ã á$~$ µãQâ±âã3 í!âíé!±!â$ ? ]$â$ $àQã]_â$ Iãú± ~±é!í]_âã â$ IQ$àúã~± O_ã3 !ã]± á$!âí??ã3 ã ~$]Q±~ í!$ú?µãí5 P âíçíá_úâ±âã !± $à]ã!??$ âã í!ç$Q~±??ã á$!çí?µãí Qãíâã !± I$]_Q± âã O_ãQãQ ±Iã!± O_ã $ í!]ãQí$Q ãó± á±íº± âã Qã\$!?!áí±3 _~± éQ±!âã $Qãúê± ± O_ã~ á±àã ±Iã!± $ âãµãQ âã $_µíQ $ O_ã ã O_ãQ O_ã ãúã $_?±3 µãó± $_ úãí±5 O dia que as autoridades, os governantes e lideranças utilizarem adequadamente os meios de comunicação das cidades do interior, eles estarão mobilizando uma força solidária capaz de transformar qualquer realidade. PáQãâí]±Q !$ ó$Q!±ú â$ í!]ãQí$Q3 IQã]íéí±Q ± _± ãâí??$3 _]íúíÀ±Q $ ã_ ãQµí?$3 á$~_!íá±Q4ã ±]Q±µ? âãúã á$~ ± á$~_!íâ±âã3 é±Q±!]ã ± ]$â$ !? _~± ç$Q~± á$!çí?µãú3 ]Q±!I±Qã!]ã ã Iú_Q±ú âã ±àãQ~$ O_ã~ $~$3 $ O_ã O_ãQã~$ ã $ O_ã ã]±~$ ç±Àã!â$ I±Q± â 5 1 ~ãQãáãQ $ úí± ~ãúê$Qã O_ã ]±!]$ $!ê±~$5 i_ µ±~$ á$!]í!_±Q ±áê±!â$ O_ã !$ RQ±íú ãºí]ã ã]ã ~_úêãQã I±Q± á±â± ê$~ã~ /± I$I_ú±??$ àQ±íúãíQ± 1 ? ~_í]$ ãO_íúíàQ±â±3 ãºí]í!â$ IQ±]íá±~ã!]ã $ ~ã~$ !?~ãQ$ âã ê$~ã! ã ~_úêãQã 3 O_ã ãºí]ã ~±í ç±µãú± O_ã á±± /!$ RQ±íú ~±í âã ã]ã!]± I$Q áã!]$ â± Iã\$± ~$Q±~ ã~? á±± IQ?IQí± âã ±úµã!±Qí±03 ã ±I$ã!]±!â$ ± ~_úêãQã áí!á$ ±!$ ±!]ã â$ ê$~ã! /ã]±]í]íá±~ã!]ã ± ãºIãá]±]íµ± âã µíâ± â± ~_úêãQã ]ã~ íâ$ áí!á$ ±!$ ~±í$Q O_ã ± â$ ê$~ã! 5 P Qãç$Q~± ?$ !ãáã\?Qí± I±Q± O_ã I$\±~$ QãIã!±Q $ RQ±íú I±Q± ]$â$5 g± ãú± ? µ?$ ±á$!]ãáãQ á$~ ± IQ$ç_!âíâ±âã O_ã ± I$I_ú±??$ ãIãQ± â$ a$µãQ!$ â$ jQãíâã!]ã VãQ!±!â$ bã!QíO_ã S±Qâ$$ ã ê$_µãQ _~± IQ$ç_!â± Qãç$Q~± !± ç$Q~± âã á$~_!íá±??$ â$ a$µãQ!$ á$~ $ í!]ãQí$Q5 V±ÀãQ â± í~IQã!± ~ãí$ âã á$~_!íá±??$ I±Q± ç±ú±Q á$~ $ I$µ$ ã $_µí4ú$5 T± ~ã~± ç$Q~± á$~$ çãÀ ã~ E;5 i I$µ$ $_µí_ e âí\ã !± _Q!± $ O_ã O_ãQí± ã3 ê$óã3 !?$ ±àQã ~?$ â± Qãç$Q~± ]±ú ã O_±ú á$!]± !± IQ$á_Q±??$ I?àúíá± ±\í!±â± I$Q ~íúê?ã âã ~?$3 _~± ± _~±3 !± á$~_!ê?$ !±áí$!±ú â± ãúãí??$5±Q±?Qí]$ â$ d$Qã? â P!mdi' 3dimhPf omcRphP TP VmihoUcmPF RcnUgPh?mci Comentando 19DE JUNHO TU 8EEB • 09 A PARTIR DAS 11:30 do dia 15 - II33 o Napolitano Res tarante e Pizzaria abriu sua portas I± ± atender os pala dares mais ex1gentesl OS PROPRIETÃJUOS do Napolitano Clessio e Juanita , aguardam sua viaita para conhecer aquele ambiente aconchegan te e agradavel. Apro veitamos a oportuni dade para desejarmos ? esses empresários muitos sucessos l i CASAL Y 8 Dr,Jair Dispo e Suely, preparou com muito carinho a Fes ta do 877 aniversá rio da· filha Claudia, no dia 8; pp, às 19 hs no CORAJ, BOM SCOTCHE, cerveja e refrige rantes, servidos por eficientes garçons acompanharam o gosto so jantar e suculen to churrasco servidos! ALEGRAVA i ambiente animado som, e na decoração muitos balões! CLAUDINHA e seus pais feli zes, recebiam os mui tos convidados civis e militares. APÔS O JANTAR ' 1 foi cantado os "Parabéns à Voce" e servido saboroso bo lo. então âã parabéns os anfitriões pela - arte de bem receber e a anivcroariantc - mil felicidades! O LIONS CLUBE realizou no dia - 14 pp no Clube Bela vistcnse, o Baile dos Namorados com Milton Pavezzi e sua Orquestra. APESAR DE POUCOS casais que compa receram o som ficou ao agrado de todos que dançaram até qua se o sol raiar! APESAR DO PREJU!ZO O baile estava ótimo, é, a tal his tória: Reclarnam ... re clamam ... que os clÜ bes não trazem bons conjuntos para bai les ... mas ... quando trazem justamente os queixosos não presti giam ... dessa manei: ra é dose para conse guir agradar... - O CEMA realizou no dia - 15 pp., uma super festa junina. A deco ração e a dança da: quadrilha foram nota 10. Os pequeninos trajados a carater - foram atração a par te. Barracas com va riados comes e bebes fizeram a alegria da petizada. Parabéns aos or ganizadoresl Informativo Castelo Branco Informamos que a festa jurina foi su cesso total, recebemos colaboração da - maioria de pais, alunos, professores,fun conãrios todos colaboraram além do tra balho; a diretoria da APM. Não mediu di ficuldades para oferecer a festa boa e bonita, portanto, atingiu objetivo pro posto; agradecemos aos: pais, alunos,pro fessores, funcion?rios e em específico: as pessoas amigas Senhoras: Inah e Edna Cardinal, Gercy, Sandra; Senhores: Ayres Cafure, Abraão Zacarias e Garibaldi, às empresas comerciais Padaria Central,K Ka rolina e Mercado são Geraldo. - Informamos ainda que o aluno Ozualdo Maldonado Arce que frequenta o 40 ano de Magistério neste Estabelecimento de Ensi no, foi classificado em 1? lugar, no cor curso de Redação, oferecido pelo Destacã mento de Polícia Florestal, através de seu Comandante Sargento Sovernigo, a quem agradecemos a oportunidade. Ressaltamos a apresentação dos alunos Portadores de Deficiência Auditivas que, fizeram uma bela demonstração, foi emo C1onante, considerando suas característi cas e o trabalho desenvolvido pela Pro fessora Cláudia e a Coordenadora Luizi nha. ' A todos nosso muito obrigado. Atenciosamente Notícias Breves Profa.Francisca Peixoto de Lima Diretora PARA REFLETIR b Obreiros na edificação do Mundo Melhor não tra nlhan, sozinhos. '<1nguê111 realiza algo a benefício de todos, sem "2.Svrno de ±8_?5 ----==-===---==========-======== França: l,6 mi- 1hão de mães soltei ra O número de mãca solteiras francesas passou de 39 mil cm 1973 para 1,6 milhão em 1996. Muitas de las são ricas e famo sas, como a filha dÕ Presidente da Repú plica... Como epidemia,tal fenómeno se propaga pelo mundo. Nos últi mos dez anos, o núme rode mães solteiras no Ocidente cresceu 300%. Mais eis o pior : até bem recentemente, ser mãe solteira era, a justo título, uma vergonha; hoje - muitas delas orgu lham-se de sua lamen tável situação. Sin: toma de que o senso moral está desapare cendo. Espanha tenta es timular casamentos A outrora catoli císsima Espanha tor nou-se i país euro peu com a mais baixa taxa de natalidade. Querendo estimu lar o casamento en tre seus habitantes, o Governo ajudará os recém-casados, que - têm renda inferior a 1.300 dólares, com um ano de aluguel gratuito, em aparta mentos financiados: pelo Estado. E no ano seguinte ao do casamento, os aluguéis também terão descon tos. Ora, a causa da diminuição da popula ção é moral, e uma - mera medida econõmi ca pouco ou nada adi antará para resolver o problema. Rainha da Família Considerando a im portãncia da familiã cristã, que hoje so fre ataques insidio sos, João Paulo II - determinou que fosse introduzida na Ladai nha Lauretana a invÕ cação "Regina Fami liae" (Rainha da Fa mlia). Esse novo título de Nossa Senhora de ve ser colocado de pois da invocação "Rainha do Sacratís simo Rosário" e an te s de "Rainha da Paz". (ABIM) PENSAMENTO U~ muitas ocasi ões, cultivas a inte ligência e percebes, para logo, as inteli gências que se buri 1am para a exaltação do egoísmo próprio. Não raro, aprimo ras o sentimento e surpreendes os que - te recebem os melho res investimentos de amor, congelando-te o trato na indiferen ça. Compreende os - que não te compreendem{ Carta à Redação n? Paulo, 8M âã Junho de 8EEB 11? Sr. vnaldo Prefru "rbuna â± Fronte!ra" Bela !Veta-M5 Prezado Senhor, um cordfal abraço Pela presente, temor o prazer de lhe encaminhar o documento anexo, pro venfente de Brasl!a e datado de 8A de 1o pp., reprodução 'cI c ver!!" do dfscurso pronunciado naquela data, sugerida por !? ao deputado f±ãú Vare úú± a propósito do Interessante artigo do Dr.Abílio Leite Barros, estampado em seu jornal no dia 24 de fevereiro do corrcntP uno. Ao faz-lo, congratulamo-nos com o autor, bem como com V.Sa., que lhe abriu espaço, encorajando-os a se manterem nessa linha. pois cada vez mais -- apesar às vezes das aparências em contrir.o -- a demagoga agro-re formista vai trocando os pés pelas mios, até o momento mm que tropece de vez... Aproveitando o ensejo, faço-lhe chegar, e por se Intermédio ao Dr.A[l!o, recente trabalho nosso sobre os assentamentos de Reforma grárfa, que estou certo lhes Interessará. Con os melhores cumprimentos, despedimo-nos. Atenciosamente Pnulo Henrique Chaves Pronunciamento do Sr. Lael Varella Senhor Presidente, Senhoras e Se- sfleiro alguns hectares de nhore Deputados. terra e um japones. O jnponês para Sinto-me - enquanto produtor rural- trabalhar, evidentemente. no dever de apelar para meus colegas A piada contêm uma maldosa concef conhecedores dos problemas do campo a tuaçâo quando a capacidade de traba que se manifestàm aqui na tribuna, co lho do homem do campo que a alta pro mo venho faze,ndo há tempos, a fim de dutividade da nossa agricultura des esclarecer não somente nós legislado- mente. res, mas igualmente o Poder Executivo E a eficiência do japonês? Temos a e o Judiciário, e por fim a opinião - esse respeito uma história ilustrati pública, sobre esta tecla viciada e va. gasta chamada Reforma Agrária. Hoje, ao fazer mais _~ pronuncia- mento elucidativo neste sentido,trans Há pouco mais'de 30 anos, um corre crevo _matéria do Jornal Tribuna da tor de imóveis de origem Japonesa ad- Fronteira, de Bela Vista/MS, da lavra quiriu ao norte de Campo Grande, 140 de um pecuarista, advogado e membro - km, uma área de uns 10 mil hectares e da diretoria do Sindicato Rural de - vendeu-a no próprio Japão em lotes de seu município, o Sr.Abílio Leite Bar 20, 40 e 80 hectares. Os compradores ros. imigraram para o nosso Estado forman- Sob o espirituoso título "Proposta do no local uma experiência muito io de Refora Agrária: para cada sem ter teressante de colonização. Essa é a ra, 20 hectares.e um japonês" nosso - origem do atual município de Rfo Ne- colega assim desabafa: gro, antes chamado Colônia Japonesa. "O industrial que consegue ganhar As terras eram de primeiríssima dinhei.ro e por sua eficiência amplia qualidade, terra preta, de cultura.Es seus negócios é chamado - com justiça- ses imigrantes, com tenacidade dara: de um empresário vitorioso, herói dos ça, plantaram café, depois .algodão , tempos modernos. banana, milho, enfim, o nosso arroz 4 O fazendeiro que também, por sua - feijão. Traziam auxilio do governo ja eficiencia, amplia seus negócios é - ponês e formaram uma comunidade 111uitÕ ! chamado pejorativamente de latifundiá unida no auxilio mútuo e compartilha- 7 rio. - meato das dificuldades. 7 O trabalhador urbano e um operário. t fantástico constatar-se hoje 7 Já o empresário rural não tem emprega que essa comunidade, simplesmente, de do, ele usa os sem-terra. sapareceu. Não existe mais nenhum ja: Essa perversa colocação faz com - ponês proprietário na área produtiva. que a propriedade no campo seja vista Como pÕde fracassar uma coloniza- como usurpação aos Sem-terra. cão japonesa em área de elevada ferti Por que a população passou a ter - lidade? essa imagem contrafeita do fazendeiro? A resposta nos parece óbvia: tra ~ Entendemos que há para isso uma expli ta-se da real dificuldade de sobrevi: 9 cação hostórica e aliada a ela, umã vência da pequena propriedade rural_ histórica desinformação. no Brasil. Sabemos que as ideologias que fize A conclusão ta111bém é óbvia. A Re- ram nossas cabeças nasceram no séculÕ forma Agrária dentro dessa demagógica passado, quando a atividade rural era proposta do governo, nem con um japo o setor de maior importância na econo nes para trabalhar!" mia capitalista e por certo a área- Sr.Presidente, sirvam essas pala em que as injustiças sociais oareciam vras de mais um alerta dado nesta S± mais flagrantes. Natural O_ã a:! nasces- sa em prol de nosso bom povo, onde se o sonho distributivista de dar ter reina a benquerença quando não se ins raspara todos. E para justificar o tila o veneno da luta de classes, ã sonho agregaram a idêia de que a pe- demagogia leviana de uma pretensa quena própriedade seria mais produti- igualdade que levaria não só nos~o _ va. O mito e a mentira incrivelmente País ao caos mas todo o orbe. chegaram até nossos dias. Aos nobres colegas sugiro que ou-) Quem vive no campo sabe que a pe- çam suas bases e tragam depoimentos - quena propriedade é economicamente in como o do pecuarista do Mato Grosso - viável. Hoje, apenas na Europa subsis do Sul. Só assim poderemos arrancar te o regime das pequenas propriedades, esta etiqueta que alguns malevolamen mas com altí ,simo ·custo de subsídios te procuram nos calcar como _~ diktat • dados pelos governos. de_que somos l~tifundiários, ou seja, Dentro da globaÍização da economia, parasitas da Patr1a. 8 sem esses subsídios a econolllia· euro Delenda Refora Agrária! Deve-se éta estaria-falida. pôr fim a esta Refora Agrária ã ini- M Uma antiga anedota dizia que no ciar uma verdadeira política agrícola '·l Brasil a Reforma Agrária só seria bem· no Brasil. sucedida, dando se a cada bra * * * 13° 0KT0BERFESTI9G PRAIA D CAHBUR10 E MUITO_SHOPP E_BLINFNAI - SANTA CATARINA SAÍDA DIA 10 DE OUTUBRO/1.996 HOTEL - CAFÉ DA MANHà - ALMOÇO VALOR - 5 PAGAMENTOS DE R$ 60,00 HAPPY HOMEMT TOUR TURISMD -- FONE: 741-1127 - CAMPO GRANDE/HS RETORNO - DIA 17 DE OUTUBRO/1.996 JANTAR rota, Gontriis, legalizações Reformas r- l. • AtlJ tHu94/ta en!d fatoro '«tiva,)) +"4.4774 Re 439.4102 entoaieisise m an_u __ á----,._,f "OEstilo de 11 Vestir Bem" 1, __ L------~ Um mundo fascinante de Amentes MACARRÕES Distribui luat'ondedsPortolugru,350É? 4391165 ComércioVarejista deDiscos,FitaseCD's TATIANEGODOYTELSKI RuaBàrãodoladário,t 363•SalaA Restaurante e lanchonete BARRIL D'ORO ·opontode encontrod, Sociedode" arar $lua t, Ma'ai Proprietiríos Av.TeodoroSativa,616-2439-1548 EsteioAgroveterinária •PraJutosAgropecuários em geral- Linha completa de ruções •AtendimentoVetarin!rloa pcqul!notegrnnduanimais • Asistlneis Ténia Frendm • Grande estoqus deS2l Mineral RuaBurãodoLadário,1363-Cantro elo/Fax(067)439-1167-?439-1746 h-sas.ar.aao.asarastttaa.trar a«rarasaaa.roa.a.se. Vocêimaginaoquea◊ STUDIONEW FAZ??? Na arte érqtstraras mlhersIagrs 4 CLL, .Pa.•B.. 7a, }.to., .h.a, Casa-.t» Ademir Mendonça • Fo1ógrafo v. Brasil,3127 - 1° Andar - Sala0 24315318 PONTA PORã ComnrtialAtacadistaCARAND A de Alimentos Ltda. Alimentos de qualidada o omelhorpreço" da cidade Ll uaDuquedeCaxias,338 ~-:·~-1201-FAX - 439-1301 CENTRAL Auto Piezas Umdosgruposmusicaisqueiráanimaras noitesnoClubedoLaço,seráogrupoCalendário,considerado umdosmelhoresdoEstado. Estarão conosco napassarelaasgatasmanequins jardinenses,Andréia,SimoneeMiukil Completou seus 3anosapequenaCarlaFabiana quenoúltimodomingorecebeuamiguinhosparacomemorar adata,onderoloudetudo:bolo,pédemoleque,cachorro quente,churrasquinho,sopaparaguaiaentremaisguloseimas. SuamãeGracielaeaavóF:íbianãotiverampreguiçadefazer Wrudodegostosoprafestinhadafilhota.ParabénsFabiana. , . 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Em breve oEmpres:í.rioCarlosvaiinaugurarasua Representante no P:!raguay dos FiltrosFRAM Anexo: Revelações e vendas de FilmesFUJI • 1 ; ·-- -·- ..,'•lr • 1J : 39.-1924ou(038)335 SomasV.alentinas275 Peçae Mecânica TUPà Mecânica de carros à Álcool, c;asolina e Ciesel Funilaria e Pirtura Naprogramaçãod+ EXPOELnomi»de . •ddiIIàs 23horas,esteColunistaestar julho,na noiteto d1a • ' . . d l llod~7.indooDc~filedeMod.1daGriffcReginafonlll7.zoe ,CIbdLacoondesen1orJSes·ploopalcoseráoueo-•Ç • • 10 • 111 • • • • I d 3 - esteinverno,entre senhoritasdesfilarãomodelosderoupaspara Ma-il • Si I'BzanoeSrta.larlcne elasSra.PatríciaMoraes,ra.ucanaDa7 " Puruca. Lá, em São Paulo, SraReginaesrá_nosúlti_mos preparosparasuacoleçãoqueseríexibidaedepoisnegociada, Já quesuasroupasarrasamnobomgostoequ,1l1dadc. o Presidente doSindicatoRural,Sr.Edson Moraes(foto),trabalhandomuitonapreparaçãodemaisuma EXPOBEL,muitasempresasestarãoexpondoseugad~;1_e1locs degado'dequalidadeir:ioacontecernosdiasdeexpos1çoesde 06a14dejulho! ua unqu is Caxias,630 ti439-i44J BELA ViSTA/MS NeomarMóveiseEletrodomésticos,CalleGeneralSamaniego, emBellaVistaParaguay. A Companhia dosImport:idosdaSra.VeraSalomão, recebendoasnovidadesparaessesdiasdeExpo,j:íqueofluxode turistasaumentamuitoparaoornprasnoParaguay. "Cura-se a ferida que uma espada faz; mas não o que a língua faz" Crônica I.inguadeTrapo Te:ta Hlat A avó cstmaa dzerque a na. dona Elú, ia acatat de!tanta reda e murchar, marchar até morrer, datanto ta'at mal da v.da alheia. Austera diga e discreta, a a não adntia qe g tas mle pessoa algumana a tente.Quando a's deido, o fana, a lago durando."Cuidado que a linqua vai cai!" Eu, menina e medrosa escutava aqlo que considerava "rfeca com ITIUIIO rewn. E quando fala,a a';u,M cosa de alguém,unabobagem qual;er, uma bnqunha à tua, cora pra igreja e peda perdão pelo pecado corrElrdo. Cruz Creào!I_ Não qua o temor tenha ma irpeddo de. amda hoje, dar minhas escorregadelas. mcut desa1.,os humanos • ainda aue rd o1as. "llngua só é boa covda e ao mCllho". "Água lava ludo, só não lava a lingua das pessoas faladeiras•, era o que se ouvia na casa. Mas eu, jovem e indiferente, tontrnuava dempando, alheia aos conselhos e à sabedoria dos mais velhos.Podssoeporvárias Vl!l!!S, cal feio. Passá milo caráa. rnilo YEXiJT'C. por conta da ninha tinga detrapo".É dé he reia: "Meu Deus me ajude! Segure a ninha llngua·. E sa retouo hoJe a estas reminiscências, é pra dizer que anda in;uriada com a língua alheia. Pareai que fofoca. hoJS em dia. vi,ou modismo. Todo mundo fala mal de tudo e de todo 1T1J11do o tempo todo. E se não falam mal correntam lassun C1llTlO Quem não quer nadai a vida alheia como Quem tomenla a nolitia do jornal a fofoca da reviSla. Intimidade hoje quase não eiisle. Privacidade é quase um palavrão. A moda é saber do outro, falar sobre o outro, dscutur o ouuo, ~!gar, sentenciar. Tudo pra não talar de s pra não se olhar. Claro. J.I nem vou dizer aqui da ene,gia rum que emana 1marnen1ária, o smples falo de invadir o terntõrio alheio Sl!ITl au1orizaçào. Nâtl é ruim. épés.simo. Os orientais. s.lbios por sinal costumam dizer que precisamos tonar cuidado até com o elogio que se faz. Prá eles, no fundo de um elogio pode estar latente a prima-irmã da maleditênoa: a inveja. Toda atenção é pouca. todo cuidado é mínimo. Ma.s pra quem não acredila nisto. pra quem descooheo!o poder que tem a palavra. a gente muda o papo pra lembrar que o ser humano está vivendo de uma forma tão mserável, em lodos os sentidos. queparece estar precisando Cllioc.ar no 00110 a.s sua.s frustrações. Caro se no out10 e!asticas.s,rnmais fáceis ti! ida'. Como se a projeção deslocasse interna e exll!mim!1le a.s cifirudaâ!s. Está no outra, nào em ITTll. UJl}l. eu sou ban. O outrn é qeé rum Clarn que a lõg,c.anão é Uosm,Sna asn. Claro que existem enes momos. enes aryumentos e eplcações. Mas o espaço nãc se destina a OMhum tratado geralda fofou e seus s,gnifitados psicológicos. Mas é in;,onan1e. é vital que se saiba e se tome consciência do que estamos fazendo aos outros e a nós mesmos. Um comenlário inocente ali, uma pimentinha acolá, uma palavra mais ácida são suficienles para destruir alguém ou algo queelepOSStJi.É sério. Ou será que ninguém nunca ouviu aquela história da fulana quechega em casa. olha a planta. eloyia. e no diaseguinte elaestá toda eslurricada? E muitas vem não se faz por mal Muita.s vezesachamos que énormal falar sobra o outro, que é atá saudável Oua faz pane da vida. A fefcca jta irsttuionalada no Pald legalTodo cidadão tem as.segurado o seu di~lo da talar da vida alheia. Todo cidadão faz de tudo pra não tuidar da sua própria vida.Mais f.là ai:lar do outro.E mais divenido. E olha. antes quea rica tanémn vire uma tremenda fofoca, é bom lamhrar que ela é ahatr.enll!conta!iosa. E letal Não é à Ioda que os antigos diliam: "A palavra é prata; o silêr.cio é curo". 0uato a dona Bi!ú, da últrna vez quea vi estava seQUinha. seQUinha. Oe 1an10 lalat!rTr=ito do ecn,.., til EslO:!ol 1 ComercialFRANCIENE lmagendeicomércioprogressistadeBellaVistaNorte -iWlflilli-lliiliiM•M• • Aparelhos de Academia, Bltltletas Ergométrlt.u, Step, Esteiras • Eletrodomésticos, Freezer, Fogão, Televlslo, Aparelho de Som, Ar Condicionado, Ventildadores. 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BELLAVISTA/ PARAGUAY Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1731_14_06_1996 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1733_22_06_1996 Voltar para a lista de itens