TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1824_07_03_1997 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1824_07_03_1997Número da edição1824Data de publicação7 de março de 1997Número de páginas12GeoCoordenada -22.1108097508444 , -56.533609303185045 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1824_07_03_1997 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto AHO: XXV - N 1824 - BELA VISTA - SEXTA-FEIRASBADO - 07/08 DE MARÇO DE I.997 - FUNDADOR: IVALDO PEREIRA - RS 0.50 Educação em Bela Vista recebe atenção especial Desde a posse da nova Administração Municipal, cm 1 ° de Janeiro do corrente ano, o setor educacional em nossa cidade vem passando por profundas transformações e graças a competência da equipe comandada pela Secretária Orlada Freitas dos Santos, hoje nem de longe a educação em Bela Vista pode ser comparada ao verdadeiro caos deixado pela Administração anterior, com Professores da REME cm greve devido aos atrasos nos pagamentos i:los salários e, cm consequência, os alunos em sua maioria sem concluir o ano letivo de 1.996. Página• 02 Florestal incinera malhas de pesca apreendidas durante o ano passado esta quinta-feira, dia 06, na sede do Destacamento PM Florestal de Dela Vista, foi realizada a incineração de parte das malhas (redes e tarrafas) apreendidas pela unidade nas Operações de fiscalização desenvolvidas durante o ano passado ao longo do Rio Apa e seus afluentes. o total foram incineradas 38 tarrafas e 20 redes, de tamanhos diversos. A queima dos petrechos de pesca proibidos foi coordenada pelo Comandante do Destacamento PM Florestal 'de Bela Vista, igt. Sovemigo e contou com as presenças do Cmt. do 3°Pelotão PM, Tenente Villasanti e da Diretora e alunos da Escola Municipal Pedro Ajala, localizada ao lado da sede do Destacamento da Florestal. Na oportunidade o Sargento Soverigo fez uma pequena palestra educativa e de orientação aos alunos destacando a importância e a necessidade de preservação do Rio Apa e adjacentes, "para que as futuras gerações também possam usufruir dessa vcrcl:ideira dádiva da natureza. que tantas riquezas oferece à todos nós", afirmou o Militar, citando a poluição dos rios, principalmente o Apa. e a pesca Uma grande quantidade de malhas de pesca foram incineradas pela Policia Florestal -a ·.g. ~ Sargento Sovernigo fala aos alunos da Escala Pedro Ajala predatória que antes da principais fatores responsáveis instalação do Destacamento PM pela degradação ambiental que Florestal cm Dela Vista ocorria nossos mananciais de água vêm em grande escala, como os sofrendo nos últimos tempos. 1 ...... 1 Prefeito José Garibaldi, Secretária de Educação Orlanda Freitas dos Santos e o Secretário de Administração Ramão Areco, junto a parte dos equipamentos destinados as Escolas da REME Hosne pede ao Governo reparos na Rodovia que liga Caracol à Bela Vista .,,, Moradores pedem e Presidente da Cãmara reivindica quebra-molas na Vila Nova Gasco faz diversas reivindicações ao Prefeito Renato alerta para a situação do Hospital São Vicente de Paula Getúlio quer a proibição da retirada de areia do Rio Apa lsabela quer mutirões nos Bairros Ildefonso pede informações sobre a Merenda Escolar Expansão da rede de água, alargamento de rua, colocação de bueiros, patrolamento e cascalhamento Colocação de tela na Escola Pedro Ajala Leia essas e outras Reivindicações dos nossos Vereadores em Cjmara é Noticia e Informação. nas Páginas 04 e 05 Afirmando que o estado precário de conservação da MS-384, que liga os Municípios de Caracol e Bela Vista. implica cm permanente insegurança de motoristas que trafegam na estrada. o Deputado Hosne Esgaib, lider do Governo na Assembleia Legislativa. solicitou ao Governador Wilson Barbosa Martins, ao Secretário de Obras e ao Diretor do DER UL imediata conservação da via. a indicação aprovada pelo Parlamento, Hosnc aponta a necessidade de ' construção de novas pontes sobre os diversos cursos d'água que corta a IIS-384. solicitando estudos para troca de algumas pontes de madeira por obras de concreto. As constantes cheias dos Rios reduzem drasticamente a vida ütil das pontes de madeira que exigem permanentes reparos e são uma ameaça aos veículos, cm especial caminhões. que transportam a produção pela estrada. Deputado Hosne Esgaib - Foto Na foto considerávt!I quantidade de "maconha" apreendida pela PM Câmara Municipal de Caracol PORTARIA Nº 002/97 Timn Ferreira leite, Presidente da Càmara Municipal de Caracol/MS., no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por lei, RESOLVE: 1 • Nomear JOSÉUO OOS SANTOS, para exaro o Cargo de Provimento em Comissão. como Chefe de Divisão Administrativo. Símbolo CC-2. do a.sexo La partir do dia 01/ 02.97 - REGISTRA SE, CUMP"A SE e PUBLICA SE Caracol/MS., 01 de Fevereiro de 1.997 TIRSON FERREIRA LEITE· Presidente da Câmara PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA DECRETO NO 93897 de 06 de Março de 1.997 "Prncga prazo para pagamento te IPTU, exercido de 1.997. 0 Prefeto Municipal de Bela VtaMS, no uso de suas atribuições legais e tendo em t3 Disposto no Artigo 297 da L,i 965 de 2D112i93: DECRETA: Art. t' • Fie.a prorrogaoo atê o aia 20 de abrd é• 1997, o prazo para aguamento de parcela ünca e 1parcela do Ipasto Predial Tertona' Urtan IPTU, exerci de 1.997. Ar.2' -Este Decreto etra em vgr na tata ce ua putlcação. Ar.3-Revagam se as dpcçes em contrária. Gabinete do Prefeita. OS de Mar;o de 1.937 JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO .Preteit Municia! Polícia M11Ita apreende carregamento de "maconha" Na última terça-feira. dia 04/03, por volta das 23:15 horas, ao realizarem revistas de rotina nas bagagens embarcadas no ônibus noturno que faz a linha Bela Vista/Campo Grande, estacionado na Estação Rodoviária, policiais militares encontraram um carregamento de aproximadamente 09 quilos de maconha prensada e embalada em pacotes com pou o mais de um quilo cada. acondicionada em uma caixa de papelão em meio a "coquitos", erva mate e produtos para confecção de bo!o, utilizad para despistar a fiscalização e eliminar o cheiro da"erva". Um casal. ele paraguaio e ela brasileira. residente em Araraquara'P foram detido e indiciados pela Policia como responsáveis pelo transporte da droga. Pãgina/06 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL EM, ODE PAGI A. G! Educação em Bela Vista recebe atenção especial Desde a posse da nova Administração Municipal, em l de janeiro do corrente ano, o setor educacional em nossa cidade vem passando por profundas transformações e graças a competência da equipe comandada pela Secretária Orlanda Freitas dos Santos, hoje nem de longe a Educação em Dela Vista pode ser comparada ao verdadeiro caos deixado pela Administração anterior, com Professores da REME em greve devido aos atrasos nos pagamentos dos salário e em consequência, os alunos cm sua maioria sem concluir o uno letivo de 1996. Tao logo foi constituída a nova equipe da Secretaria Municipal de Educação, em janeiro, forurn desenvolvidas negociações corn os Professores que estavam cm greve, fazendo com que eles retornassem às snlns de aulas rapidamente, o que possibilitou o término do ano letivo de 1996, sendo iniciada também, logo cm seguida. a matrícula dos alunos da pré-escola : 8' Série do 1 ° Gruu cm todas as Escolas da Rede Municipal de Ensino, para o nno letivo de 1997, incluindo-se as escolas Panorama. na Fazenda Panorama, Silo Patrício. no Ilairro da Cancha e Canaã, na Fazenda Canaã. que foram reativadas. Entre as inúmeras ações desenvolvidas nesses dois primeiros meses pela Secretaria Municipal de Educação. podemos enumerar algumas consideradas mais importantes: organização dos arquivos das Escolas que se encontravam desativadas; reparos e pequenas refomrns na estrutura fisica elas Escolas, tanto urbanas como rurais, atendendo a reivindicação dos Pais de alunos; rcntivaçào elo curso de 1 º Grau noturno na Escola Jarbas Passarinho, no Ilnirro Antonio João; recuperação e reaproveitamento de carteirns escolares e mesas para as snla.s de aula e direção das Escolas; realização de reuniões com pais de alunos e lidcrnnças elas Escolas Rurais e da /Ideia Indígena Piracuá; recuperação total da frota ele vcfculos da Secretaria Municipal de Educação, que está sendo feita. considerando-se que a maioria dos veiculos utilizados no transporte de alunos e professores foram encontrados em precárias condições de uso, etc.. A equipe responsável pelo conteúdo pedagógico da REME etá trabalhando com a finalidade de transformar também a realidade encontrada nas Escolas, incentivando o trabalho em conjunto, estando preparada para integrar o processo ensino-aprendizagem através de um programa de trabalho previamente elaborado, reconhecendo-se a necessidade de acompanhar as diretrizes curriculares aplicadas na Rede Estadual de Ensino. com a finalidade de unificar a qualidade de ensino cm nosso Município. Lrn resumo, o trabalho da coordenação pedagógica está voltado tanto ao Professor como ao próprio oluno, para isso estilo sendo elaboradas c dbtribufdas apostilas de apoio aos Proressorc~ ele acordo com os conteúdos programáticos 1 istnclos pela Secn.:tnria ele Estado de Educação. o objetivo maior é oferecer uma melhor qualidade de ensino nas escolas da REME. preparando da melhor maneira possivel os alunos para que amanhã eles não sofram as conseqüências de terem recebido urna educação básica de má qualidade. Equipamentos para as Escolas Esta semana a Secretária Municipal de Educação. Professora Orlanda Freitas dos Santos, recebeu do Prefeito Municipal José Garibaldi diversos equipamentos destinados às Escolas da Rede Municipal de Ensino. tanto urbanas como rurais, que cm muito vào colaborar para oferecer uma maior comodidade e conforto à todos os alunos, tais corno: 34 pane Iões, 17 panelas de pressão de l O litros cada e 07 fogões industriais. destinados à confecção da merenda escolar; 09 mesas recuper.idas. 16 bebedouros e 04 filtros d'água, sendo que os bebedouros serão instalados nas Escolas que possuem energia elétrica e os filtros nas Escolas e salas de extensão que não possuem energia. fazendo com que os alunos tenham água de boa qualidade a disposição, cm qualquer ponto do Município. abandonando !LTON OURE!RO A' BOUflASlOR RUA. ANTONIO DIAS ADORNO. 93 • TV MORENA . W (067) 741•5002 FAX- 741-6085 -CP 79051-030 - CAMPO GRANDE - MS BRASIL Tribuna da Fronteira' Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: Ivaldo Pereira Diretor Editor: lvaldo Pereira . Diretora-Administrativa: Maria Estela Velásquez Pereira . Redator: Ubaldino Rodrigues Reportagens: Joio Carlos Velásquez, Kener Lopes Leite (Caracol), André Ávalos (Jardm1): :onmho l~uiz e Nelson Feres Júnior (Porto ilurtinho) e Victor Hugo Velásquez Pereira (Campo Grande) Propriedade da Grifica e Editora Apa - CGC-MF 03.201.266/0OO1.90 Admml5traç.ilo Redarão G • fi c· 1.= D • . . raaca, rculaçao e eparlamcnto Comercial: Avenida Tribuna da Fronteira,564- (067) 439-1410- FAX (067) 439-1544 Caixa Postal 23 - CEP. 79 260 000 BI • JA • • - - iela Vista - Mato Grosso do Sul RDIM: Rua 14 de Maio, 342 - 251-1669 (Sede Própria) PORTO MURTINHO: Rua Cel. Ponce S/N" - 287-1239 (sede Própria) BONITO: Rua Monte Castelo, S/Nº (Sede Própria) CARACOL: Avenida Brasil S/Nº (Sede Própria) • ANTONIO JOAO: Rua Bela Vista, S/Nº FILIADO: ABRA.JORI - ADJORI Representante São Paulo/Rio de Janei· /B; qI; TB1. V,:. roi rasilia: abula eiculos de Comunicação ASSINATURAS: EXEMPLAR: RS- 0,50 ASSINATURA TRIMESTRAL: RS - 25,00 ASSINATURA SEMESTRAL:......RS - 50,00 ASSINATURA ANUAL: RS- 90,00 Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do Jornal. Originais enviados à Redação não serio devolvidos. ___________ .:.,i Afirmando que na grande São Paulo as mulheres que trabalham ganham salários equivalentes a 60% do que recebem os homens e que a participação política entre: os sexos é ainda mais desproporcional. a Deputada Cclina Martins Jalbd. l" Vice Presidente da Assembléia Legislativa, afirmou na sessão especial cm comemoração ao Dia Internacional da Mulher. n.:alizada na manhã da última quinta-feira. que as mulheres "não são o avesso dos homens. mas sexo diferente com direitos iguais". Citando a concius.1o da -l' Conferência tundial da Mulher. realizada na China. Celina advertiu que a mobilização feminina não ocorre em tomo apenas de seus próprios beneficias. "o reconhecimento e a prática da igualdade é uma condici n nte do desenvolvimento e da paz mundial". sublinhou a Parlamentar, assinalando que os mais de 180 p:iiscs parti ip;.1ntc da Cont•rênci:l I rendo por prte A ·ando que e t. m os de La Eo+ Neto (Ai -- Prefeito José Garibaldi, Secretária de Educação Ortanda Freitas dos Santos e II Secretório de Administração Ramão Areco, junto a parte dos equipamentos destinados às Escolas da REME, que também mostramos na foto abaixo reconheceram que a discriminação à mulher "comprometeu o bern•cstar de todos". Embora no Ilrasil a condição da mulher tenha evoluido munto na década de 80 e 90. Cetina lembra que a participação no processo decisório e na distribuição da renda ainda siio injustaS. Cetina citou a mudança na Legislação eleitoral que vigorou em 1996. assegurando uma cota mínima de 20% das vagas a cargos legislativos para as mulheres como um importante avanço que contribuira paro reduzir a desproporção vigente. Como exemplo da desvantagem feminina a Deputada cita sua própria condição, embora no Mato Grosso do Sul a população masculina seja apenas meio por cento superior à feminina, há 23 Deputados hom ns e uma única mulher. Violência em Casa "E nossa tarefa cotidiana • cli e Celina Jallad transformar os sonhos e ainda compromissos das mulheres cm potiticas públicas que reduzam a discriminação e favoreçam a luta pela igualdade·•. esse sentido. a Deputada mencionou que no orçamento do Estado deste '.111º· assegurou recursos para a rmplantação e funcionamento da Casa Albergue da Mulher Vitima de Violência. Esta contribuição é necessária porque as estat1strcas mostram que dois terços das mulheres que são agredidas são vitimas dentro dos próprios lares. Já com os homens. apenas 18% das agressões verificam-se dentro de casa. Para Celina. "enquanto a mulher for discriminada humilhada, vitima da violência no lar e: fora dele. o mundo n:'ío será ~eliz''. Por isso. a Deputada considera que "buscar o fortalecimento da luta pela igualdade é mais do que uma questão de justiça e democracia. E condição essencial p::u-.i 0 progresso das llilÇÕes e para a da humanidade". paz nhr JoR:--.:AL 1 Rrn UNA DA FRONTEIRA- DIARIO REGIONA 7/8 DE MARCO DE 19:ll Informativo da Câmara de Caracol l'AGL ·.- ..J . , r d ' • r 1 , ,! , ,i I l t d J , 21, , ,. "' e u'nt Vere dores presente Tlron Ferre{ra !el- l, /ttl 11!, fl!,11 cl • :1u1ln, }),11ltn.1 Pnlrii'lJCS - 1, 111, 1, ly da Silva Godoy, José Carlo JLr loc, Prudne fo Montlel, Hordons Joé Alves, FGtf a Re !ns Ave, Moisés de Souza, J, r rnrl.i Ih' 11,lr,Ír ln r, ~m 111t,1l ,, lnvt nd, o qu0ru111 legal o Presidente em nome de Deus declaro@ aberto Tr.1~.,1h .. ,, d,, s,,c,!,io. tN:C /ljl/'.ll:t,10~ 1'01101 l /1 C/K/COI ./ 111-1 ./ VI STA Vereador Hordons José Alves (Dudu), ,1utor el1· Requerimento, qur após ser aprovado por esta Casa ,lt l.(•i i, e[a endereçado em expediente ao Sr. Co - vernador do Estado, Ilson Barbosa Martfnts, com c,ipt.1 ,,., lllrl'or d:.i llERSl'I. e ll1•put,1do llob,rLo Orro, no sentido de determinar o cascalhamento da Rodo - vJ.1 'I'" 1 li'·' C.1r,1col :, llcl.1 Vlstn, e fazer coloca- .i 1 ele hul 0 I ros no 4-.'ntroncnml•nto que li a ,l r<'gL10 do lto Caracol. 1·"' Ju•,t tr I c,lt i vil do nohr<' Ver<•ador d J ssí• qu1•, devido as fortes chuvas, essa Rodovia e11contrn-s0 . r péssimo estado de conservaçio, causando sêr os tr.11 tornos e pn· Jufzos nos proprfetirlos de ve[cu que trafegam nessa Rodovia, PEFOPA DA PO:,ITF t 1 ,r tl ,. , L> , r,. ,, t, , . < 1 ♦" ' lltp la dIalç O d r p, a,rrlrl,, ~·lo '1Plc11l B lar, conformo convento do 'C j Prefeitura, JustIffco aos nobre pares, que ol , d•·vido :, rulto p <lb d•• ,du' • , , n quais as escolas a serem desativada < .1h ., Gl'r,'" ,1tf ndl do•, pelo t r in ,p.,rt,•. 1.1 MPLZ/ N/ QU/DílA IH- ESPCJRTf o Presidente desta Casa, Vereador Tlr on r, rn•I ra Leite, em Rr·qw•rlm<nto ele r.<11 ·1utorl1, •ollc!:: tou o envJo de Orfclo no Pn(rJto 1unlclpil, com cúp,la no Sr. Dirr·Lor do Dr·p.,rt,l!N nto de Obr.rn no s,·nLldo de qur• 11 J.1 proc.,dldo um ll'••lhir,nr.,•ntCl 11., quadra de esporte, Impeza em voltd da mesma além d.1 ilum.lnnç:io. Justifico nos nobres colegas que n, re!,rldn qundro de esporte está faltando alguns reparos tem havido um certo descuido do Poder Ecut Ivo n /clr.ilnlstr,1çiio ,<ntl'rlor, no qur diz rcsp•lto nn r.,• !hnrnmPnto .,clm., citado, tendo em vlst., que "~t.1 qundra é n únlcc1 aqui em nos.qo Município l'm t1 mn•; 1púbUcoH e, tem Hervldo de l.1zer r,,nro p,1r·1 J!, crinnç11s como t,1mbém par,1 OE c,dultos. TPndo cm visto V. Exc-,Jêncla que grandes jogJd~ Tcs profissionais lnlclnrnm su,s cnrrrlras em pr - qucnns quadras de esportP, e hojP rst:io represrn - tando o nosso País nas Cop:is do Mundo, " pr•r l~sn rollclto l'SSP rcpnro para que nmanh~ possamos dl zcr com rcn l! dad,• o nome escolhi do por Vossa Exce- 1tnc1a "SEMEANDO O FUTURO". Prosseguindo solici.tou ao Sr. Prefeito pJr.1 que faça uma rcforw1 no monum<'nto ao l:1do d,l quadr.1 dt.· esporte, pois o referido é um m:1rco histórico, se~ do este sinal de pessoas j~ falecidas, e devemos - ter respeito por isso. Em outro Req1u•rime-nto ele su...1 :1.utori:i, o Vcrc., - dor Dudu, solicitou o envio de Of[cios no Sr. Pre f~ito Municipal, p~ra que dctcrminr à Srcrctnria - de Obras dess., municip.1li<l:1dc-, a fazer um reform.., na pontf' sobrt' o CÕrri'gO Portcir,1, ('Rtr.,d;i que 11- ~a a regliin do Toro ~•oro, entrC' outras proprleda - dt.•s, com urgêf'lcia ressJltou quc- a referida ponte cncontr:1.-sc em estado de cal:imidndP. e, só aindn - niio cn!u devido aos fazendeiros daquela regiio quP í(zeram algus reparos. Solicitou rlo Executivo seu empenho com urgência, na recuperação dessa ponte , antes de acontecer :ilguma cidcntC' com consequênci as gr.1v<"s. COLOCAÇÃO DE BUEIROS NO ~A :r.',o ) llOAÇi OE ~TIS SANITÁRIOS ÀS PESSOAS l)F. ll/TX/ RENDA Solicitou ainda em outro Requerimento para que o Sr. Prefeito Municipal determine ao l)epnrtnmcnto de Obras a fazer co locacão de tubos dC' bueiros no local denominado SangÕo, estrada que liga Caracol à Porto Murt inho, próximo à Ch.ic.:1r.:1 do Sr. Min.1 r.:,rcia, pois neste local ., enchurr.:ida .;1briu um.1 grande vnlcta prcjudlcando o tr~nsito d~ veículos qur por ali trafC'g:tm diariamente. lNFOR~lAÇÕES no SECRF.TAR10 DE EnUCAÇiO O Ver,•ador Mols~s, autor deste Requcrlnento qu,· npós ser ouvidor aprovado seja Pnderrç3do expcdl <-nte :to Sr. Prefeito Dllm,r da Silva Leite, Pref<'i to Nunlcip,11, no sentido dt' vi.1bllizar junto a F d:ição N.,c ion:i 1 dr S:iúdr ., do:1ç.10 de kits s:m l r .i ::: rlos p:ir,, as pessoas de b,1lxa rcnd:i, F.m sua Justificativo o Vereador ressaltou que muitas pessons que residem nas pcrifrri~~ n:to possurm local r1drqu.Jclo para fazer suas necessida des, e não possuem condições financeiras para cone truçio dr um sanitário que ofrreç? condições hlgli n Lc:is. jl mine f do no referfd , ;n v-irio. P• s .1!nd1 :,,Js, hi do certo rl♦-·tT!t ,s, 1 • ~ ~ JI• f , co o: p'ir!e. , urrr- , que o , •. nto re:-:1 e nc'uitct~ .t lr 1 - dades onde pode cau ar até nos, AInda foi acrescentado r., pc•d ld l "" lU trl' J. Vereadora Maga!v, para que o Sr, Prefeito provfden ele equipamentos adequados para as pessoaas que fa zm 1 colet.1 do lixo, t:lfs ,~,r.-o: rn,1c1c.io P luv,1 tntre outros, para dar mas eguranç l ..!J', r:~i:::nos , e evftir menos riscos à sai!e, PATPOl.A'"ENTO NAS ÁRF/!' l'R!l/.'/~ r Rl'J!, l S t-'l'Tl/l'Ç/1 DO /SI!.() }!füTCTPAL Contt nuando o Vereador Moisés em outro Requer1 - mento endereç:ido no Sr. Prrfcito, para viabilizar a mudança do /sJlo local, par;• o antigo prrdlo d., F.s col;i O. Pedro 'T. Motivo que passo a citar: Justifico :ios nobr<-s pares desta Casn que no /silo local s.io alojadas as pesso.1s que rcqu<1rem descnnro, t.:into f{slco como mental. E o Jocat não é vi~vcl Tif'SSP Sf'ntido. Tendo rm vlsta, se OCCrrer tal muc!anç.1 ftcar:i melhor par.:i os Idosos, ficarão longe dos barulhos, e aquPlcs qur desejarem fazer alguma ativid:idr , o local será corvcnirntc para at<"ndcr t.:iis necessidades. LIMPEZA NOS TERRENOS BALDIOS Prosseguindo com outro Requerimento da Vereado - r~, Nnllc!ruu n rnvlo de 0feto ao Sr. Prefeito Mu nic<p.11, com cp1a ao Diretc r d,, 01'.RSl'I. no ~ent fel, de v!ab!1{zar o p,trnlamenf"C' n.,, ireas urbanas de noc;!;,1 ctd.-tdr r .1p6s, que Fit'.!,! p.1trol 1d.1 ,1s que di., .7Ct·C::so ilc:; f.11,-:.nd;is dP nos:-..o VunlcÍpio. Justifico que devido às fortes chuvas que veem caindo em nossa regtio, tem causado virias erosões em todas as ruas de nossa cidade e estradas de nos- so !--'unlc!pio, e cor.1 ir;so, d•íicult I o tri'ego de v,•ículos, t? por C'Stt' ::-ativo so] feito o ap,1io d.,s nobres colegas. Prosseu!ndo em ourro Requerimrnto cLt 'Pre~1dor 1 2a!y Godoy, pediu que sefa oflc1ado ao Sr. Prefe' to Hunlclp,11 no srntldo de ,•1.-1b! l l?.,r jur,do ,i Fund,:. ç.io Nac lon.J I d., S,1Úde a faz, r ur.i:i re rorm I no pr,;d lo do Posto de Saúde e da resldnc1a do rêdlc, .Just1 fico, que trndo l'rn ,·1sr.1 senhores colP~.1c; , oc; doi.s ]oc.1fs 3cim.1 citados, (''>t:io pn•c,1rf.1m,..nrt> n~ c!'ss!t:mdo de uoa reform.1 nr sentido ge-r.tl, e quero o apoJo e a compreensão dos nobres pares e uma aç30 por p:1rte do PorlPr E..""<ecutlv<• nes!'-e c;Pnrido. REFORMA GFr.AL N/ DF.LEG/Cl/ nE POJÍCT/ Requerimento de autoria c'o VerC'ador Antonio DI - nlz F. do• S;into~ (Toninho), que ;ao srr ouvido e .:iprov:ldo por psta Ca:s.'.l de LI s, sej ,'.l enc."1t:r1 I nhado e pC'dlcnte ao Sr. Secretário c'e Segurança PÚhl fca, so llcltando uma reforma no prtdlo d,1 n,•lr•gaclJ d~ ?., lfcia de nossa cidade. Justificando aos drc~ls col~ gas Vereadores que o rpferfto pr~dfo rncontr:i-~~ i~ péssimo cst:ido dr conservaçiio, com f nsralações e1- tricas e hldrául lc:is, tod;as nvar!.,dos lnclu,dve P" dendo causar acidentes aos Pollclals que ali tr:ih.,::: Jh.1::1. PATROLAME1'TO DA F.STR/D/ DO !IARREIRO PRF.TO Em Requi!rimento de ;iutoria d.1 VPre:idor,1 f,;t-f.ma - Rrg:n.., Alves, que ao ser aprovado seja encnminhado .10 Sr. Pr"f~ito Municipal Dnmar da Silva Leite, no sentido de ordrnar ao setor cab[vel a fazC'r 1.impP - zas dos terrenos baldios de noss., cidade. ).lntivo qur passo a citar: tendo cm v!sta nobr~s col~gas, a ~dtu,"?c5.o cm qul' se- <'ncontr.J varias terrf>no~ baldios em nossa ctdade, di até par servir de esconderijo Prosseguindo cm outro Rcqucrtmento9 o Vcrc.1dor ,te Trl.:1.landros e, corn isso quero que o Poder Exc-curi µordonrs, solicitou ao Prefeito ~~untcipal para que •. vo iccentive o contribuinte ~tr~vés de ~núncios, ou detl.:!nrdnC' .,o Sccrí"târio d<> F.ducnc;.:i.o 1nfor:ri ... ,r :i Pc;- mC"smo em jornal que circula em nos~., cid.1.de que co ra a d Leis, quais as ESolas Rurais fun, - elos_ .:iqucJcs q_ui' vicrcm~..,fa:-_:~.]_ tmpcz.,s di" t•·r:::nos A T#a Atea a caem ao c5mo° 1 Em outro Requerf:::ier.to de sua aur-nri"l o \-:.re;1dor Toninho solicitou o envio ce Ofício ~o Sr. Pre'el to ~unicipal no sentido que.· determine ao Oepart,1 - rente de Obras a fazer o patrolarento da estrada - que liga ao Barreiro Preto. Jus ti fico ·quí! 3 consr:-1;-çào dPss:i ec;tr.1da n:in só hencflci:t os produtores rura!s daquela regfio co mo cs pescadores que se desloca de virios Estados e dei -~m aqui lucros para o nosso cowérci.o e dono ... de prsque!ros. /Ví.'nrir•r 1 .. Leltt - Assessor dP Tmprí'r.s.1) AGROPECUÁRIA Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria Veterinário de Plantão IMPORTADORA E EXPORTADORA Wfax:(067)439-1234 - Res. 11 (067)439-1933 Rua Barão do Ladário, 1755 - Centro - Bela VistaJMS JORNAL TRIELA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 27/58DE MARÇO DE 1997 PAGINA A Câmara é Notícia e Informação Moradores pedem e Presidente da Câmara Reivindica quebra-molas na Vila Nova Atendendo a pedido feito por diversos moradores do bairro Nova Dela Vista. popularmente conhecido por "Vila ova", através de abaixo-assinado que lhe foi endereçado, o Presidente da Camara Municipal, Vereador José Ayres Cafure (PSDB) apresentou indicação na sessão ordinária da ultima terça-feira, dia 04, endereçada ao Prefeito Municipal José Garibaldi, no sentido que determine à Secretaria Municipal de Obras a construção imediata de quebra-molas na rua Antonia Vargas da Rosa, no referido bairro, nas proximidades dos cruzamentos com as ruas P'refeito Clóvis Marcelino de Oliveira e Ricardo Loureiro. Vereador Ayres Cafure - Presidente da Câmara o abaixo-assinado encaminhado ao Presidente da Câmara Municipal, com quase 20 assinaturas, os moradores afirmam que com o reinício das aulas aumenta a preocupação de todos com as crianças que diariamente demandam às Escolas Vera Guimar:ies Loureiro e Ester ilva, além dos diversos moradores. alguns de idade avançada, que se deslocam à Igreja Santo Afonso. considerando que com o asfaltamento da rua Antonia Vargas da Rosa. alguns motoristas e motoqueiros utilizam a mesma como pista de corrida. desenvolvendo altas velocidades e colocando cm risco a vida de crianças e adultos que trafegam pela referida via pública e pelas transversais Clóvis Marcelino de Oliveira e Ricardo Lourciro, que também são utilizadas para o deslocamento de alunos e moradores dos bairros Clarão da Lua e PREVI SUL. "Já presenciamos muitas, mas muitas vezes, situações de riscos de ·,cidentes, nossas crianças, de tenra idade, são completamente alheias ao perigo, que aumenta consideravelmente ao final das aulas matutinas ou vespertinas. quando elas voltam para suas casas correndo, brincando e ansiosas para chegarem. muitas vezes invadindo a pista asfaltada e se expondo perigosamente à acidentes graves, sendo que só a sorte até agora não permitiu que ocorresse um caso fatal". diz a íntegra de parte do baixo assinado enviado ao Presidente da Câmara Municipal, José Ayres Cafure. Vereador casco faz diversas reivindicações ao Prefeito O Vereador e 1 ° ecretário da Câmara l'vlunicipal, Emando Francisco Gasco(PFL.). foi autor de diversas indicações endereçadas ao Prefeito Municipal José Guribaldi, reivindicando obras e serviços cm prol dos mais diversos segmentos da comunidade bclavistcnsc. conforme mostramos abaixo: de todos os belavistenses e além de trazer maior segurança irá gerar mais empregos para os nossos munícipes" diz Erando Gasco em sua justificativa, - Que se viabilize junto a s Governos Federal ou Estadual, recursos para que seja contrun lo um frigorífico em Bela Vista e que o mesmo seja convemado com o Ministério da Agricultura para fiscalização do abate. "pois somos sabedores que a carne consumida em nosso municipio não possui nenhuma inspeção"; - Implantação em nosso municipio de uma fábrica dL· reciclagem de plástico, "vindo com isso a gerar empregos para os nossos municipes"; - 'riação de um estabelecimento para o aproveitamento da grande quantidade de couro retirado dos bovinos abatidos pelos açougueiros da nossa cidade, agilizando a comercialização desse produto e seus derivados, gerando com isso o aumento da receita do município; - Que seja determinado a E ERSUI. a colocaç~o de três luminárias nos postes de energia elétrica na rua Projetada, entre a Cerâmica Já-Te-Vi e o Conjunto Residencial Erva Mate, considerando que diversas pessoas utilizam-se da referida rua, inclusive vários alunos que fn..-qu;ntam as aulas no pcriodo noturno. sendo obrigados a enfrentar um enorme escuridão no local; - Celebração de convênio com a TV Morena. para retransmissão da programação dessa emissora em nossa cidade, cm substituiçào ú n;transmiss;1o pm satélite da TV Globo, que hoje recebemos, considerando que nos:os municipes estão completamente d.:sinfom1ados com rcla~1o às noti :ias do Estado pelo fato de cstannos recebendo apenas a programação circta da 1V Globo. Renato alerta 1,ara a situação do Hospital são Vicente de Pauta Através de indicação apresentada à Mesa da Câmara Municipal, o Vereador Renato de Souza Rosa (PTI3) solicitou o envio de expediente ao Executivo com a finalidade de comunicar as ansiedades por que passam os funcionários e usuários do Hospital São Vicente de Paula, neste momento de crise financeira e administrativa. Vereador Ernando Francisco Gasco • Que sejam tomadas as providências necessárias para a reforma do prédio abandonado. localizado ao lado da Câmara Municipal e dos Correios. "o qual vêm servindo como abrigo de pessoas perigosas, tirando a tranqüilidade dos munícipes que residem nas imediações". Sugeriu que o prédio seja destinado à Casa do Menor; - Que seja viabilizado recursos junto aos Governos Federal ou Estadual para a construção de um terminal rodoviário em nossa cicbde, a exemplo dos Municípios de Jardim e Nioaque. "A construção do terminal rodoviário em nossa cidade é uni sonho (' Vereador Renato de Souza Rosa Diz a integra da indicação d.J V ercador Renato de Souza Rosa. que também é médico atuante mi referida unidade hospitalar: "De acordo com infom1ações do corpo de funcion:lrios. a Diretoria se encontra desfalcada de vários membros e a administração esta acéfala. Inúmeras sào as proidências que estão pendentes. prejudicando o funcionamento d,> Hospital. o que pode rcílctir cm riscos para a saúde dos municipes. Sabemos que a Prefeitura ~stâ elaborando convênio com o 1-1.S.V.P e j:i cstá n:pass:,n ·o recursos para amenizar os problemas financciros. r _ ré,n. devido aos compromissos acumulados. inclusive co tés (3) Folhas de Pagamento cm atmso. a verba repassada . ajud; mas não resolve; urge a união de esforços do Poder Público e da Comunidade para que: I- Sejam ocupados por eleição os cargos no momento vagos;2-Contratar novo Administrador. 3 - Seja acionado o Conselho Municipal de Saüde. para estudo da situ:içi!o e priorizl~o do problema Em última instância. sabemos que o problema maior é o financeiro. pois se houvesse folga de caixa fiicil seria administrar. porém acreditamos que os be avistenses não se negarão cm colaborar e que as nossas autordades, incluídos os Vereadores não se acovardarão em enfrentar a crise e buscar a solução. Confiante na vontade de sua Excelência, o Prefeito. de viabilizar a saúde. como uma das prioridades da sua administração. aguardamos a sua manifestação. vereador convoca o secretário de Saúde Com o objetivo de qe sejam prestados maiores esclarecimentos sobre a área de saüde do Município. incluindo se a situaçilo do Hospital Siio Vi:ente de Paula. atendimento nos Postos de Saúde, bem corno informações sobre o Conselho Municipal de Saúde e qual o trabnlho que vem sendo desenvolvido pelo órgão, o Vereador Renato de Souza Rosa solicitou. utrJvés de Rcqui:rime,to. a convocação do Secretário Municipal de Saúde. Dr.Geraldo Pinheiro Murano, para que ele compareça à Camura Municipal na próxima se ·são ordin:iria. O Requerimento foi aprovado por r:uiori::i absolut::i dos nobres edis. Expansão da Rede de Água, alargamento de Rua e colocação de Bueiros Vereador Pedro Martins Pire 1 . Em indicações apresentadas na Camar.a Municipal. o Vereador e Vice-Presidente do Legislativo Belavistense. Pedro Martins Pires. fez as seguintes reivindicações: - Que seja determinado ao SAAE a realização de serviços de expansão da rede de água na ru,.1 dJ resid.:nci,1 do Sr. Simão Risaldi. no bairro Água Doce. beneficiando os moradores da referida rua; - Que seja determinado ao Secretário 1lunicipal de Obras a realização de serviços de alargamento e colocação de bueiros cm frente a Mercearia do Sr.Jri. no bairro ltavcrá e cm frente ao Açougue Espírito Santo, locali/.ado no bairro Espírito Santo. "uma vez que os bueiros já se encontram no local. faltando apenas os maquinários para a instalação dos mesmos" ressaltou Pedro Martins Pires. Israel quer a prorrogação do pagamento do IPTU A prorrogação do prazo para pagamento com desconto do IPTU/97 por mais JO dias foi solicitado pelo Vereador Israel Chamorro da Rocha (PMDB), em indicação endereçada ao Prefeito Municipal. apresentada na sessão ordinária da ültuma terça-feira. dia 04/03. Chamorro considera também que a data atual de vencimento do imposto não coincide com os vencimentos dos contribuintcs. sendo necessários estudos no sentido de que seja determinada outra data. Essa indicação também foi assinada pelo Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri (PFL). que aprovcitou para pedir que além do prazo para pagamento a vista. com desconto. também seja prorrogado por 30 dias o vencimento das parcelas do IPTU deste ano. cascalhamento e Patrolamento . O cascalhamento e palrolamcnto das ruas do Conjunto Residencial Dr.Ely de Araújo Barbosa (COIIAO). Novo llorizonte e ltaborai. foram reivindicados pelo Vereador Israel Chamorro da Rocha. que apresentou indicações nesse sentido. endereçadas ao Prefeito Municipal José Garibaldi. solicitando que seja detcrminada a execução desses serviços ao Secretário Municipal de Obras e Serviços Urbanos. O Vereador solicitou também que sejam cascalhadas e patroladas as ruas Ferrnino de Miranda e a rua Amélia Paim Rosa, nas proximidades da restd~ncia do Sr. /ngclo Molina. no Bairro das Primaveras. tendo em vasta que as mesmas encontram-se intransitáveis. Vereador Israel Chamorro da Rocha Colocação de Telas . na Escola Pedro Ajala O Vereador Israel Chamorro da Rocha, __ ,., t · dj :. «munem apresentou outra tn ,caçoo no Prcfe11o Municipal co . . S .. . . • m copia ao ecretano Municipal de Obras e à Secretária Municipal de Educa;20. solicitando que seja determir 1d; [ .- , ~ 111a a a colocação de telas que faltam na cerca que guarnece a Escola Pedro Ajala, no Bairro Agua Doce. - Continua na Página. 05 JORNAL TRIBUNA DA ERONIEIR, • DIARIO REGIONAL ROE 19 PÁGINA.C5 Câmara é Notícia e Informação Moção de Aplauso e reconhecimento ao secretário Municipal de Obras De autoria do Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri (PFL) foi apresentada à Mesa da Câmara Municipal uma Moção de Aplausos e Reconhecimento endereçada ao Secretário Municipal de Obras, "pelos relevantes serviços que vêm prestando frente à Secretaria, dando um novo visual em nossa idade e desenvolvendo todas as ações pertinentes à sua pasta a contento da nossa população, tais como: coleta de lixo sendo fciHI rigorosamente. c~colas municipais e creches cm perfeito estado de conservação, pintura de meio-fios, enfim. dando assistência inclusive às Escolas Estaduais", diz a integra da Moçlo do Vereador Luiz Alexandre. lsabcla quer mutirões cm todos os Bairros A Vcrcudorn lsabela de Moraes Murano (PFL), foi autora de indicação ao Prefeito Municipal José Garibaldi pedindo que seja elaborado um cronograma de trabalho visando a realização de serviços de mutirão para atender todos os bairros da nossa cidade, com divulgação prévia dos bairros a serem beneficiados para que os moradores também possam participar. A Vereadora também solicita que esses mutirões envolvam todos os órgãos e departamentos da administração municipal. tais como Obras. Saúde, Educação, Assist~ncia Social, etc ... ,.. - - conserto de ruas no Bairro da cancha O patrolamento das vias blicas que dá acesso ao Colégio So Patrício, no bairro da Canc a, foi reivindicado pelo Vereador ietulio Lino Filho, através de indicação endereçada ao Prefeito Municipal José Garibaldi. "As refendas rui encontram-e intransitáveis e constantemente recebemos reclamações daqueles moradores" dilo Vereador em expediente. construção de Abrigo Em ou Ira indicação de sua autoria, o Vereador Getulio Lino Filho reivindicou ao Prefeito Municipal que determine a construção de um abrigo de õn bus na rua DarJo do Lad.mo. em frente a residência do Sr.José Francisco Pinheiro, "o qual irá beneficiar cm muito os moradores dos bairros PREVISUL.. o a Bela Vista. Doa Vbta, Planalto. Clarjo da Lua e bpírito Santo". destaca Getulinho em seu expediente. conserto de Ponte Vereadora Isabela de Moraes Pinheiro Murano Poço semi-artesiano no Colégio das Caleiras Através de expediente encaminhado ao Prefeito lunicipal José Garibaldi. a Vereadora Isabela de ·foraes urano solicitou que seja viabilizado junto à Fundação acional de aúdc a perfuração de um poço semi-artesiano no Colégio Municipal das Caicirns. "Esse benefício faz-se necessário considerando que as crianças que frequentam a referida Escola não dispõem de água po1ávcl" justificou Isa.bela. Colocação de Bueiros na Baixada Corlnthlana Em mais uma indicação de sua autoria. a Vereadora lsabela de Moracs Murano reivindicou ao Prefeito Municipal José Garibaldi que determine à Secretaria Municipal de Obras que ·cjam colocados bueiros nas ruas mais criticas da Baixada Corinthiana, considerando que devido as últimas chuvas diversos tarcnos e resid~ncias vêm sofrendo alagamentos provocados pelas enxurradas. Construção de banheiro e llmpesa de fossa Outra indicação de autoria da Vereadora Isabela de Moraes Murano, endereçada ao Prefeito Municipal, reivindica a construção de banheiros no Conjunto Residencial João de Barro. localizado na rua José Lemes Bugre, próximo à Cerâmica Já Te-Vi. bem como a limpeza da fossa do banheiro público eistente no Conjunto, "que se encontra cheia e escoando a céu aberto. provocando transtomos e mau cheiro aqudcs moradores. tessalta a Vereadora em seu expediente. Getullo quer a prolblção da Retirada de Arela do Apa O Vereador Getulio Lino Filho (PFL) foi autor de indicação ds autoridades publicas de nosso Municipio, solicitando das · · 1 proibida a retirada de ama mesmas que seja terminantemente . , do rio Apa, apelando à Polícia Florestal para que execute a ''calização e que os infratores sejam multados. M Vereador João Kalife Em indicação verbal na tribuna da Câmara ~lunicipal. o Vereador Joio Kalife (PMDB) solicitou ao Eng"Chefe da Residência local do DER UL. Décio Miller. que providencie com a máxima urg~ncia o conscno da ponte localizada na rodovia que demanda ao Distrito ossa Senhora de Fálim;~ "a qual se encontra quebrada há vários dias, provocando transtornos aos usuários e quase que impossibilitando o tráfego de veiculos", afirmou o Vereador. que também pediu o envio de cópia da sua indicação ao Prefeito. Ponte da "Machorra" ..._ , Vereador luiz Alexandre Loureiro Palmiéri Por sua vez. o Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmiéri solicitou ao Chefe da Residência local do DERSUL que tome as provid~ncias ncc:essárias com relação a ponte sobre o córrego Machorra. na rodovia Bela Vista/Jardim. que segundo o Vereador, está com seu lado esquerdo apresentando um desnível bastante acentuado e cada vez cedendo mais. situação que já provocou inclusive acidentes com veículos devido a saliência perigosa que se formou na entrad da ponte. Colocação de Alambrado na Torre de TV O Vereador Nélio Diório (PMDB). foi autor de uma indicação verbal ao Prefeito Municipal pedindo que seja providenciada a colocação de uma cerca. tipo alambrado. em volta da área onde cst:í instalada a torre de retransmissão dos sinais de Televisão para nossa cidade. no bairro haverá considerando que crianças e vândalos vêm provocando danos :is instalações da torre e muitas vezes atirando pedras na antena parabólica existente no local. Nélio Diório também solicitou ao Prefeito Municipal que determine a execução de serviços de limpeza em volta da torre repetidora de TV. observando que a vege1ação est:í 1omando conta da área. Recuperação da Rodovia Bela Vista/Caracol O Vereador e 1º Secretário da Câmara Municipal. Ernando Francisco Gasco, solici1ou o envio de expediente ao Eng" Chefe da Residência local do DERSUL. Décio Miller. no sentido de que seja providenciada com a maior brevidade a recuperação da rodovia Bela Vista/Caracol. Segundo o Vereador. d ordo com informa@e que tem rece ido d diversos produtores rurais da região, a referida trada encontra-se em precarivus condições, causando enorms dificuldades a a que precisam trafegar pela mesma periodicamente Sinalização indicando saída para Bela Vista, em Jardim Vereador 'élio Diório Na sessão ordinária da ultima terça-feira, dia 04, o Vereador Nélio Diório voltou a reiterar uma indicação de sua autoria. apresentada na Câmara Municipal por duas vezes durante o ano passado, endereçada ao Chc:íe da RcsiJ.:ncia do DERSUL cm Jardim. com cópia ao DERSUL de 13ela Vista. solicitando que seja providenciada a colocação de uma placa de sinalização no trevo da saída de Jardim. indicando a rodovia a ser seguida pelos motoristas para dirigirem-se à Dela Vista. O Vereador explicou que muitos motoristas que desejam vir à Bela Vista mas não conhecem a região. passam pelo centro de Jardim e seguem cm direção à Porto Murtinho porque no trevo da saída da cidade não existe uma placa de sinalização indicando a conversão à esquerda para pegar a rodovia de acesso a nossa cidade. "te, e gente que já foi parar na metade da estrada para Porto Murtinho devido a falta de uma simples placa naquele local", afirmou Nélio, salientando também que existe uma placa indicando Bela Vista na saída de Jardim. mas só depois que o motorista passa pelo trevo, "o que acaba não adiantando nada" enfatizou. Operação "Tapa-Buracos" na saída da cidade Nélio Diório também aproveitou a oportunidade para ,oltw:u ao engenheiro chefe da Res1d~ncia local do DERSL'L que providencie a realização de uma operação "tapa-buracos" no asfalto da rodovia 060. saída para Jardim. ate as proximidades da ponte sobre o córrego Machorra. considerando que nesse trecho existem buracos enormes na pista de rolamento e o asfalto já se encontra bastante danificado. com o risco de ser deteriorado completamente caso n:.io sejam realizados os consertos necessários. Ildefonso quer informações sobre a Merenda Escolar Através de Requerimento apresentado à Mesa da Câmara Municipal na sessão ordinária desta semana. o Vereador ildefonso Pinheiro (PSDB) solicitou o encaminhamento de expediente ao Prefeito Municipal José Garibaldi da Rosa eto para que ele pn:s1e informações àquela Casa Legislativa. com relação à merenda escolar. "que é compromisso de campanha". lembrou Ildefonso. bem como se a Prefeitura Municipal recebendo regularmente a verba, para que possa adquirir as mercadorias que compõem a merenda escolar. Vereador /ldefo11s0 Pinheiro JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL O7/2DEMARCO DE 1997 PAGINA 6 Policia Militar apreende cmegamento de "Maéonha" N,1 última tcrç,1-fcir,1, dia 04/03. por volta <ln~ 23: 15 horas, ao realizarem revistas de rotina nas bagagens cmharcadn, no ilnihu~ nolumo que faz a linha Bela Vista/ C:unpo Grande, estacionado na estação rodoviária, polit;inis militares encontraram aproximadamente 09 quilos de maconha prensada e embalada cm pacotes com pouco mais de 1 quilo cnd.n, acondicion:1da cm uma caixa de papclào cm meio a "coquitos", crvu mate e produtos paro conft·cçl1o de bolo, utilizndos pura despistar a fiscaliwçào e eliminar o cheiro da "erva". Ao chegarem à Estação Rodoviária os policiais militurcs procederam n identificação dos presentes e se depararam com um elemento suspeito, o paraguaio l'uulo Aranda Ovei ar, de aproximadamente 32 anos. que estava sem nenhum documento pessoal. Em seguida os policiais também descobriram Na foto a considerável quantidade de maconha apreendida pela PM no bagageiro do ônibus uma embarcado no ônibus. caixn com o carregamento de Diante das evidências do maconha e ao procederem as envolvimento da dupla. apesar averiguações. foi localizado o deles negan:m a participação no ticket de idcnti ficaçào de trnnspone da droga. o .. policiais bagagem em poder de uma procederam a apreensão da mulher, identificada como maconh::iecncaminlmram Paulo sendo Maria Aparecida dos Aranda Ovelar e Maria Reis. 40 anos. natural da cidade Aparecida dos Reis à Delegacia de Passos-MG e residente em de Polícia Civil, para as Aruraquara-SP, que teria providências cabíveis, sendo chegado à estação rodoviária comunicada também n cm companhia do elemento ocorrência ao Departamento de paraguaio. porém so ela havia Polícia FcderaL cm Ponta Por.1. Paulo Aranda I! Maria Aparecida, indiciados por trifico de drogas Na rnanhà do dia Delegado Jair Dispo s..:guintt: as autoridades Evangcli~1..i,como ineur!>osno policiais da nossa cidade crime de 1r:ílico de drogas. descobriram que Paulo é sendo que nos próximos dias residente na cidade de l'cdro deverá ser ouvido o motorisia Juan Caball..:ro (PY) e que do ónibus. que podcr.í Maria Aparecida possui confirmar se a "mercadoria" foi passagem pela Policia de mesmo embarcada pela dupla Presidente Wcnccslau/SP por no coletivo. porte de drogas, estando Conforme havíamos inclusive sob o regime de noticiado anteriormente. as prisão albergue domiciliar autoridades policiais da nossa imposta pela Justiça da cidade cidade vem intensificando .i.s de Ararnquara/SP, ond.: reside. ações de rcprcss:!o e combate Ambos foram indiciados cm ao tráfico de drogas, inquérito policial pelo considerando-scquedeacordo OI1 as trata: ' · nço» m m região a procura de more facilidade para o exercício d a pratica criminosa, além Jo que. de acordo com as informações obtidas pela Policia, o consumo de drogas tambem vem cre ccndo consideravelmente em Bela Vista e região nos últimos tempos, exigindo uma ação mais ostensiva e enérgica por parte das autoridades. Esses fatores motivaram inclu. ivc a deílJgração de uma or,eraçJo destinada a atuar especificamente na repressão ao porte e tr.ifico de drogas. envolvendo até mesmo o serviço reservado da Policia Militar de Bela Vista. inicintha que começa a mostrar resultado, altamente positivos através da apreensão dessa considerável quantidade da "erva maldita". avaliada cm aproximadamente RS 1.000.00 (llum 1il Reais). PREFEITURA M Balancete t=inanceiro R F. c F. 1 T , 1 T { T U L O S ANTERIOR NO PS ACU)tl'!.A!JO 1 OROAYBITÁR IA 1 RECEITAS TRlllUTARlAS 13.876,61 13.876,61! RECEITA PATRH'ONTAt. 967,29 067,29 TRAKS FF.Rf. 'C 1 AS CORREKT ES 410. 713,42 410.713,42 OUTRAS RECEI TAS CORRENTES 121 ,07 J:>1,07 S0:4A '425.678,39 425.678,39 F.XTRA-ORÇAl'F.h'TÁRl, n!J'ENHOS A PAGAR 266.636,94 76/i.636,94 COSIGNAC.FS 436,43 436,43 SOA 267.073,37 267.073,37 !OUTRAS OPERAÇÕES 1 SOMA SALDO DO EXERC{CIO ANTERIOR o +, "a.. t TÍTULOS ,. ~ --------------+-A-)ff_FR_l_O_R_-t- __ ;-;_·o_~_r._S_ 7 ...__A_C_l:_·!l_'l_AD_O--i A VISTA eiPO de 1997 CAIX, BANCOS CONTA-OIENTO ~ANCOS CONTA-ARRECADAÇÃO BANCOS CONTA-V! C ADA BANCOS CONTA-F.SPrCIAIS SOMA T O T A L ORÇAftElffÁRlA I I O? - .Jt;lltCt,RTA 300,00 1 300,ool 03 - A!1)11X1STRAÇÀO F. PI.A~1'JA)IF.XTO 183.876.09! 183.876,00I 08 - tol'CAÇÀO F. Cl'J.Tl"l, 7?.946.41I 72.9l6,4ºI 10 - HABITAÇÃO E l"RRAXISMO 3R.O)Q,62I 38.039,67 13 - SAÜ!JE E SA'.EA'tEXTO 56. Jn,6ól 56.122,66 15 - ASSISTÊNCIA E PREVIDENCIA 39.946,73, 39.946,73 SOA 391.231,52, 391.231,52 E>.'TRA-OR<;AHEXTÁRlA 1 1 RF.ST()S A PAGAR - PAGO 44.191,33I l.l,.19l,3JI SALÁJ'.IO FA'f{l.TA 114'901· 114•901 Sffi!A 44.306,23 44.306,23 OIJTRAS OPERAÇÕES 1 REPAf.SF. m:nnl'CIMOS (CM~RA m·:--1c1PAL)/ 35.000,00! 35.ooo,oo ±t.....d".... { ; ao« 1.587,]3 1 654,53, BANCOS CONTA-OIENTO l 153.077,56, 153.077,56 697 ?8 BAXC<'S CO~TA-ARRECADAÇÃO I 57,131 57,131 S.68l:6sl BAKCPS CO~TA-VTXClH.ADA 1 74.082,18 1 74.082,18 BANCOS CONTA-ESPECIAIS 678, 79 678,791 Sm<.A I 27?.8Q5,6ól 277.895,66 698.433,ld TO TA 1. G F. R A t. 698.433,41/ 98.433,41/ UFA E rDEnes G,e,,,g'' 1age .aasa{n n, «osA rTo CE!IA CTERRE L. COCAL.Es Fu#a id5 de Asststenta s6dr - &±lancete Financeiro d j d 167 O E R A 1. 2 .000,001 942,71 1.587,13, 654,53 497,28 5.681,65 698.433,41 1 1 1 R E C f l T A D F € r r s . s T { T U t. O 5 1 T f T U L O S AlTERlOR NO MÊS /Cl")!Ul.ADO 1 1 AXTERlOR 1O PS ! ACM'LADO ORCAENTR IA incorra«ta 1 SOMA S/HOVJMENTO SOM S/.!OVU!EKTO T O T A 1. r, f R A L l+ O T A t. G E R A L 1 NIFA DE .D s T - E EtRO. FLEITAS TFC. CO.:'t:All!J.TDAl1E 080 1780-0 - MS Fundo Municipal de Ação Social - JOSÉ GA'R !!At.llt DA ROSA NETO PRF.i'El TO ,·:-:1CTPAt. ·--- T [ TU LO s R E c E l T A ! D E s p E S A s T T U L O S ANTERIOR NO MÊS ACIMITADO AXTERIOR NO 'lf.S ACTLADO ORCAKBITÁRJ.A ORÇAllDffÁRJA SCMA S/OVTENTO SO:'lA S /}lO" U!DTO ' T O T A L G E R A L 1 T O T A L G E R , L ' ' TFA DE MFllEIR T Cd.l!A Gt;TIERRE L. G01'Ç,LVES Sí"c-ret::iria ~:unicip.:il de fazenda Balancete Financeiro ·de Janeiro de 1997 05 n.F.TT,S TFC. CONTABILIDADE - 080 1780-0 - 'IS Fundo Municipal de Saúde 1 1 - 1 TÍTULOS 1l F. e F. I T A n F s ? E < A s 1 AXTERIOR 1 O ES ,Cl':'ll't.Ano T [ T U L O s ' A.'TERIOR ! :-:o Mts : ACL:'.l'LADO ORÇAMENT.ÃRlA 5/MO'J)lE:<ITO 1 1 ORCA! ENTKR 1A 1 SOMA SO!iA S/TEXTO 1 1 1 T O T A '· G E P. A 1. 1 1 T o" A 1. e: E. R A L 1 • 1 NIFA DE !EDEIROS Ft.E TAS , ~ .10S1' GAlUlALDT 11. ROSA ~r.TO CEI.DIA GITT1ERRE L. GO)(ÇAT."ES PREFEITO 'l' 'ICl PAI. Sccr<?t:Íri:t - Balancete Financeiro de Janeiro de Municipal de Fazenda 1.997 TFC. CONTAR IDADE - 080 1780-0 - MS J0SÊ CARIRAL.DT DA ROSA NETO PREFEITO CTPA' CEI IA C'TIERRE '.. GOCALVES SECRETARIA MTTCIPAL DF EM'FPA JORNAL 'IJ<.illUNADLU,:ltü 11:.IBA_ DIARIO REGIO,AL 7/2 DE M. RCO DE 197 CÂMARA MUNICIPAL DE BELA VISTA CARTA CONTRATO Nº 01/97 ARTA-CONTRATO entre a CÂMARA MUNI ll'AL DE BELA VISTA e a Ernpri:sa RJ 10 IH.LA VISTA LIDA, para estabelecer as condições de realização de serviço de publicidade e divulgação de matérias de interesse do Poder Legislativo A AMARA MUNICIPAL DE 01:LA VISTA. inscriçn<l noCGC En 1.380.447/0001-00, representada pelo seu Presidente o Vereador JOSÉ AYRES CAFURE, designada doravante como CÂM/1A, e a Empresa RADIO BELA VISTA LI DA, inscrita no GC-MP sob o n" 03 202 1 J(,/0001-00, cstabclecída :1 Rua Antonio Mnria Coelho n• 289, nesta cidade, representada, neste nto, por ALDERl O OENITES NU ES 1111Crito no Cl'F sob nº 200.8J2.'>71-20, doravante denominada ICONI RATADA, limrnm a presente CARTA-CON rRATO, errr rn1,1od,1 ,n,dgibiliclade de licit;içno dcclarnd.t com base no artigo 25 du Lri n• 8 666, de 21 de junho de 199J, mediante as seguintes condições: 1 OOIJJllO Constitui objeto desta CARTA-CONTRATO a prcstaçno pela ('0 TRATADA, dos serviços de publicidade e divulgnç.1o de nrntérms d, intercs e público encaminhadas pelo Poder Legislativo do Municfpio de IJeln Vista. 1.1 - Os serviços se conslituinlo da reolizaçno de reportagens, ,ntrcvistas, anuncios, avisos c demais fomrns de divulgações d,,S ações do Poder Legislativo, na área de abrangência da RMio. 1.2-As matérias destinadas a divulgação deverão ser encaminhadas 1 CONTRATADA, para adequar-se il progrnmaçno da Rádio, com antecedência nrlnintn de 24 (vinte e quatro) horas. salvo quando se trntnr de rnntérin que necessite divulgaçno urgenle. L.3-Os serviços objeto desta CAllT A-CONTRATO ser3o prestados com observância e submissno .Is disposições da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. 2. O REGIME DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS O regime de execuçno é empreitada glol,>al. ficando a CONTRATADA, parn fiel desempenho deste instrumento, respons:lvel pela cxccuçno e coordcnaçno de todos os 1rnbalhos vincu!Jdas ao objeto dosta CARTA-CONTRATO, confomie discriminado no !tem 1.1, assim como pela colocação dos recursos humanos para cxccuçno das tarefas que lhe fornrn increntes. 3. AS OílRIGJÇÔES DA CONTRA.TADA A CONTRATA DA se obriga n: 3.1 - executar, no prazo máximo de 24 horas, as divulgações encaminhadas pela CÂMARA; . 3.2 . indenizar quaisquer prejuízos causados à CAMARA ou tm:ciros, por acão ou omisso de integrantes da equipe responsivel pela exccuç~o dos trabalhos objeto desta CARTA-CONTRATO. ~- AS OílRIGAÇÔES DA CÂMARA A CÂMARA, se obriga a. 4.1 . promover os pagamentos pelos serviços prestados, na forma prevista nÔ item 7 desta CARTA-CONTRA TO. 4.2-A CMARA nJo tem ou ter: responsabilidade por quaisquer acidentes com integrantes da equipe da CONTRATADA ou de pessoas que forem postas à disposiçno dos trabalhos, bem como pelo recolhimento de obrigações trabalhistas e sociais destas relações de lrabalho. 5.0PRAZO J presente CARTA-CO TRATO vigorar. pelo prazo de 10 (dez) meses. a contar da data de sua assinatura, podendo ter seu prazo prorrogado. na ocorrência das hipóteses previstas no pnr.lgrafo 1° do artigo 57, da Lei nº 8.666/93. . 6, O VALOR DO CRÉDITO ORÇAMENTA RIO A presente CARTA-CONTRA TO tem o valor global de RS 13.000 (treze mil n:ais). que ser: desembolsado em parcelas mensais, conforme previsto no irem 7, à contá do orçamento da CJMARA no cxerc!cro corrente: a) na Unidade Orçament:lria: 01 b) no Programa de Trabalho: 01.01 e) no Elemento de D<:spesa: 3.1.3.2 7. AS CONDIÇÕES DE PJGAME TO 7.1. o pagamento à CONTRATADA ser: efrtuado cm parcc_las mensais, correspondendo cada uma a RS 1.300 (um mil e trezentos reais), que vencem. sucessivamente. a partir de março. no ult1mo dia uul de cada mc:s do ano de 1997. 7.2-0 pagamentos devemo ser processados até o terceiro dia útil do seu vencimento. mediante aprcscntaç!lo do respectivo documento de cobrança. S. A RESCI ÃO Esta CARTA-CONTRA TO podenl ser rescindida por interesse mútuo das partes pela ocorrência das situações previstas no artigo 78 da Lei n 8.66693, ou decisJo da CÂMARA, que poder: suspender ou fazer cessar a sua execução, mediante comunicaçno à CONTRAT,DA. com "'1te<:edc:ncia mfnimn de 30 (trinta) dias, observados. neste caso, os artigos 79 e 80 da cilada Lei nº S.666, de 21 de junho de 1993. 9. AS SANÇÕES ADMINISTRA TIVAS Caso verificada a ocorrência de eventos, provocados pela ntuo.ç!lo daCONTRATJDJ, que comprometam a cxccuç;lo total ou parcial desta CARTA-CO TRATO. ficar: esta. garantida a defesa prévia. submetida às disposições do artigo 67 da Lei nº 8.666/93 e à multa moratória de até 20% (inte por cento) do valor constante do item 6, arbitrada de conformidade com a gravidade da ocorrência ou prejuízo imposto à CÂMARA. 9.1 . sao considerad;,s faltas, além de outr.lS capitulndns em lei, o dia de atraso na conclusão das matérias encaminhadas para divulgaç;lo ou tealizaçJo de trabalhos, vinculados a esta C,RTA-CONTRATO.-quc coníli1em com as normns legais ou rcgufamcntnrcs quando dessa e ocorrência resultar prejuizos para a CÂMARA. 9.2 . A aceitação por qualquer das partes de cvcntuois folhas ou •mpontuolidadcs do outra parte, oind> nos a>sos cm que a porte foltantc eja reincidente. deverá ser registrado. por escrito, sera considerada mera liberalidade. 10. 0 FORO As partes elegem o foro da Comarca de Bela Visrn. com expressa tenncia de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para serem dirimidas todas e quaisquer dúvidas decom:nr« da execução desta CARTA CONTRATO. Bcln Vista-MS~ 03 de Março de f .997 JOSÉ A YRES CAFURE Presidente ALDERTO BENITES NUNES Contratado Linha completa Ae[s $efluíres e eeos@relo 'AparelhosJ . l ano de Garantia TELE BOLSA SEMPRE LIGADA EM voct Rua Eulália Pires,1995/ Atendendemos toda regiao 1if 421-2528/fAX,422-5700 Í 6xcom (Cheque ) Nesta cidade! Jornal Correio Janlinense .- -- -#---- CORE ei&toes IA Rua Lomas Valentinas,367 E3038-221- Bella Vista/PY confecções para homens, mulheres e crianças WHAALDREN LEECOOPER # ' t Representante·· 1 ( Dr. MM«y LeyS Ginecoloqa- 0stetaca Caca Geate teassono9 la Rua Cel. Juvêncio, 378 251-2960 .JARDIM/MS Uma variedade de Sabores • (/ Rua Barão ão laããrío, sSmN' <Frente ao Posto Nacio-ial> t t DN. LUCIANA !!l(ANCO V/[/RJ Rua ~v1arech I Rondon,638 Esc. 251-1245·Res. 251.1845 Rua Antonio Maria Coelhn,St~• 'iii'Esc. 726-3134 - Rcs. 126•2503 Cel. 981-6397 • Campo Grnndo/MS DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO Advocacia Criminal e Cível OAB/MS 2809 Residência: Av. Rio Branco,193 Escritório: Rua Dr. Corrêa,706 (07) 287-1181-Porto Murtinho/MS VERA LOUREIRO Dt ALMEIDA ! OAB/MS 2574-B OAB • 2573 • B (CAUSAS C_ÍVEIS E CRIMI AIS) 1 RUA CU[ABA, SIN • CENTRO_] a (067) 439 - 1290 BELA VISTAS_' DR. HÉLIO TADEU RUIZ CAUSAS CÍVEIS E cR@IS> ----------------- Rua 14 de Maio, 470 CENTRO ~(067) 251-17J6 - JARDIM/MS DR. HÉLIO RUIZ cãUSAS CÍVEIS E CRIMIliIS> o [ RUA 14 DE MAI0,470 CENTRO ] ~ (067) 251-1012 • 251-2424 JARDIM/MS AS .CÍVEIS E C NTRATOS-EXECU (067) 251-1012 e JARDIM/MS, t • • · H•' .. .,1ifi4-it'.ftliltl.1,-,.k1,l=*I&• '.ltftl..'.HrJ.lt,.ltltl:lrltltA*"-""~1.lt DIA 08 DE MARÇO - DIA : INTERNACIONAL DA MULHER : A Esposa de um Soldado * , Dos S,•r,Í f)U' vocP t,·m ftJ,;fi1 f,nhrr t ch.im l <lr l ut ,1 t· Ppopt: l .1 qur m.111t,•mo•~ ,te •hl Ct'l non~;OA 1nr<•g? Será que vocês sabem com presteza Come, vlven: ,u; <'ff!J(>l,n,: mll Ltn~es? A nn"u.1 vlda t~ mui to r-m<.'cion..tntc· n,, clg,1no, gu1•rr,!lro, b.mdrlrant1•. Sl•mpre 1 onge dos cn u• s q111• r l dos, Comp3nhrlrns das lutas dos maridos A Bl')J [-1.is por ;Íspc•roh cnmlnhoA Ach:mdc, ros,1s ondé houvrr espl nhos. A nos.s,1 vida é fl·it:i dt• t-.:rnd:tdt•s, De r1•nÜ11cln, dP suHtoR f' de esperas Pcrt,•ncrmns :1. tod,ls .. ,s ctd.,dc>s, Conhecemos veres e pr lmaver::ts. rlncÕPS, destn trrr:1, Of. mJi, dist,1ntf's, Nesta vida de errante menestrel, N~s viv~mos cm todos os qu,tdrantes Sendo sempre ns fJg11r.1s m..1ic:; vfhr:1ntcs Onde houver ,1 cc1rnc- ta elo qunrtr- l. Os nossos coraçes nio tem raízes E a nossa .1Jm..1 n.io possui 'rontf'ir:ts, Tr:tzcmofi no sotaque os mil matizrs De toda a nossa r,, rr,, hr,n: !1 d rn. Nos srntJ~os tranq11f l,1s r frltzcs. Apesar do destino v:th~hundo, 0{' vivcnno~ um pouco cm cad, Estndo, l'ols n:io h3 nnd,1 nc•ssf> mundo Melhor que ser a espos:1 de um Sold:tdo! (Nf.YDf. CABRAL - Junho/96) HOMl'.NACEM no 100 RC Mec - RECfMENTO ANTONIO JOÃO AO DIA INTERNACIONAL DA MUU!FR ASIVERSAR10ll No d ln 09 de Março " Sra. Mar la Rodr !):;ues Co doy, resldent,· em Cara - rol. Recebe~ carimbo de:, espc:,so -'vdino, da (ilh~ Crl~tiane, dos ne tos, dcm.ds familiares e amigos. P;1r:ibêns! ! J, NO DIA 07 PP~• aniversJrlou o EmprC"siirio e Veterini rio Cuto Loureiro Llma. Felicidades!! ACAC!A BRANCA Realizará no dla 15 de 11lrço, r.o Cluh,• Bclr vlstensc, 3S 18:00 horas um Chá Reneílcente e um Desfile lnfanto-Juvenil com c:odC' 1 itos d:i }Llrru.l Saby. Sua presença i indis- pensável. ão deixe de prestigiar!! • CARTA-C0:-,'1 TF Bela Vl st'1. ,04/03/97 s~nhora ntrrtor,, A Fedt'raç.10 das Asso- c iaçôes Co!N'rctal3 do}S, em processo de divulga - ç:io e d I seus são sohrE> o Projeto Simp 1 es e aten - df'ndo o clamor dos comer c1antes loc.ilse vfa1nhos-; estamos pedindo vosso a polo, para juntos poder= mos reivindicar ao Covrr no do Estado para que o mPsmo adote a essf' nov0 i~;osto, r para f!carmcis 1ado a lado da situ.,ç,ic:, .ará presente pales trando e dando as infor= ~~coP.s nt:"c!"ssãrins, o Sr Vagner Simone Martins Presidente da f,ClMS e a Sra. Beatri~ de Fâtitn.'.l - Plenamente Diretora Re gional do SPC bem cor.o os Prefeitos e Vcrrado - res, Contadores, Corrc! .:mtcs e dcm.1i,;; Autor!d.,-:- Jantar no CORA) .... o jantar, semana_passad; no CORAI, também a presença dos O'fetais, sentados:_D'nyuht e Haryvon; de p é Trivares,Altair.Fibto e 'ogre'r! VENDO Padaria e Confeitaria Instalação de primeira, toda planejada, de esquina, maquinário semi-novo, Balcões com detalhes em madeira, 11a Capital perto de vários Hotéis e Colégios. Tratar-V 389-0348 ;,, r.ORA.J , as lv.-1lct,--. f" Estel;i, !llspo p m dos municipais e será realiada no dia ;is 20:00 hor.,s, n.1. C3mar:i ~h!nicipnl dr Ct:"rto de que podl"'rf'mos c0nr-ar com a senca, agradecemos com grande estima racao. Atenciosamente, MITONlO A. 1.OPES Pri•s ldPntc 08 d,• m1rço Rela Vist:1. 'oss.1 Pre - cons ide·- C:ONV!TI O Comnd,:mtr do 10~ Rcr:lnento de Cavalar!., Mecanizado, "RECTENTO ANTONIO JOÃO" Cel. C.w P,\11.O 11A S11.'A ~•1IC.AL!l}.F.S, tem ., grata sa - tlsfaç~o de CO•VID~R .1 poru1aç5o bclavistens<', p.,r.-i .-issi:::t"ir :t Forrntur.:i C:t'r.11 ,"llusiv., ~ Tn - corporação do Contente/ 07, ser realizada - no di.1 l:! df' '',rçn di"' 1997, ;ls 0º:00 hnr.1s, n.:i Praça Comandante PeIro Ru! Ino. . . !'AULO DA Sll.'A ? 1AGAL'iÃfS • Cr]. C.Jv caem «"2! M 1 fgue I pelo 25 1 v 11, , • 1 1 eh p• 1 1, hr " d, Trl!11: . l1 Ir l, ,1 DE TODAS AS PRISÕES : _ r. "r fr11 __ , ,,_,_ [ e t e O C.:trn.:iv.::i-1/97 r,o f.r~m!c• Pcdr.:'I quflno tod.,~ í. .:ls noites- onimad!sslmos: 1"e.natn Silv:i, Bianc;i ~ Velásquez, Dr. F~blo, Car~linn Dourado, Ca - br!ela Pereira « r1.n e • 1 ' li . l • , fJ• ,, '1fa), .,tl!I t.lr' 1,111,; '• ,- lar,. e :14, t ,,. vive,(' , T. ºr!to, o p,r-d- • 1 ,. n anc, o Se.Inkrlo de Mariana, ns !do« 4 194? e !, ·lei t .d 11 t.ão ?;< 1 lfr. •t • D.;n~e Ali' feri•· '· At,f. a Ir j tanzonf a tu atole ente em!narf ta, entre outros, 1 ,:-, •.•·! 1,, 10 ,"O"i tl!J t.1rtlt•, cl111m,1•' R rtr t-' trnblll ,r I l It .- 11,, 1,io 1r♦t;l•o1J mi! .. volt:-:, ,;r., 1tJcn lt liana. Recr 1 0 ! ado, yr.Jt('I "" p-1<!r, 1rl11 1 ~:,.,. por t~r-· í"4 inlc 1 ,1 ~ 1 redos da I[nua fazendo-nos ler - era que ele te ler r Inda;- tetos be d{ferente, De u lado, ed!ao 12 de feverelro de 1939 o Guservatore k ano c reportma l r,• .1 rrt e os funerafs do Pap:t Fto XI. r,., outr,1 111<l 1.' i I clássicos: o Cuore, de Edondo IH' Mfcl11 e lA.· '!lt.· Prt.,:.f,, l de Sf1lo r,•11 !<o. 1 ~t·r,i: r 1 uro .,c.11so riue, •e-~~-·•!" t,1rC: • ~1c?,f 1· r,.•r 1·1 1hado as eroçôes da leitura de Meór!as do Cárcere, de Gra cllfnno U..1.""0l-l, ,. ('!J.111: tf l,rr, as Recordações da a.a dos Mor tos, de Fodor MIkhaflovltch Do»tolevskI. De pr!sães salra l t,,-:'lbf"::, rr(,.., C<Hlhl•c1t1,a3 c.1rt,'I~ cio apá.,,olo P..-11110 e n1,tr1 ', t J"_r(o t!•" A•tt!O'plfi. _ _ j Ft-.,l''- dncur ..... ··ll , tao d{ver os do ponto ••• vt tn lltt·r.• rto, r,o1It!co ot1 n•11,,:fr. o-pa. toral, co pouca ou nenhua -1 .1rtnldru',, entre eles quanto ao estilo, aos obfetlvos e aol conteúdo, encontram-se na circunstinc{a de serem escr!tos de[ prt !i t ord ro'>. Qt.,-r. o-; l ,·u, ,nnrc!:i 1 t-prc i::i:;~10. dt• t-t P lh.1~t il ,• •. ao mesmo tempo, de d[ferença entre as prt5ot':> do h(.0.':11. 1 n 11~-1 c!J C.rp.,r.~a ,•.t frat1•mtd.-it1,•-19'l7 (Cf-U7) L1ln dP!.· :-,,._ dlf•·r:nç,1..: e,te a,vantagem de aplfar consideravelmente o .1$pccrro proposto pelo tema dos encarcerados como ::.u j, ! 10- "!1J,·to ri,• fr:1!:<':''nid.1d.-. IA· fato, falar de um CrIsto qu 11-, berta de todas as prisões é orientar a reflexão para a els tencla de duas foras de prl1.o,,s - ., de grades de ferro e a 11ur .,prifdon:1 o f"<pfrito - C' port,1nto dt• d 1.:1s foras de e c,,:·ccr.1dr~. n..~sti' ~o<!o o 1,,~.1 n-::,;ocf 1 º·"" f-':.c1rct>r,1d:•c;: dO!-il presÍdloc;, c.1.-:.,s th.· do..•t,•nç:10 e pen!tencfárfas a tantos utmr que, ozado da liberdade de Ir e vlr, conhece outra modal! dade de prlsao: soos todos encarcerados e por Isso deve unir-nos nu-::.1 fort,· fr.1tt:-mid,:11!t•. O 1era exprime t+Me a 1 &La de que hã ui afInldade e u-:-..1 fntt>rnçiio entre an ! in 1 rrl!-Ot•s: ,:-..., pn:,voc-,1 t' ::onstrol n outr,1 e a a~rav.1. A C.r.::p1·1 n!ia da I~ri•a C.1tó1lc.J, ;,,1rtlnc'o de d.idos c•,udr.tlco,; ,. ~•• fnforr.1çÕ,•s fld<:rlft·nns, forn,•ctdas por ór ::ioc; ,,,,ern,i-,·r:~.u.,.I n.io·J~ovcr.1.t:o..•rit,1l~ t· prlv,1t!o.-., dl'.:"11..1:icla º" ,..._,)t.>,; d1,; rrt!~(l,,_,, f!stc.1-:: '-llr•·rlornç3o, ~crosld,,dt' no JuL1:r1-nto, .1lo_id.-• :it0s infr;'l•h11::- ... 1r.o~;, att.•ndL-:•·nto r.(:dico prC'cÍr1o, dot""":1çc,1s, ocfo .f dade, condições Indignas da pessoa huna e, por Isso resno,[ não-l•c!uc:itiv.:i.s~ ::1•::, rN'.<ra.•r~,do?",'t5. 1 A r-~s::..1 c,1.:-7.1r.'1.1 te~ sun orl~lr-..:1l{d:1d~ t·"'! npo'ltnr ns -~1·1 les da outra prisio a de caráter oral e ep/ritual. O texto base e outros textos (cantos litúrzfccs p,1r.1 .1 -1 ::..,, :::-edlt-2 ÇCt•:> p.1r,1 .,-. '5L1ÇCK'S (!,1 'la-~.1cr.1, :-ot~iros p:ir1 c{rculv~ 1 bÍhtlcos, l'tc) clt:1.:- ~Xl~plo~ d.:Js prisões rr;or.,l,.; e <' .. plrit 1 1· ,11<:, tão m1--icro~.1!--: t.l~ oprc ;s[vas qu;rnto :1:>_f!dc,1s. f>·c•:-· plo:: :1pt'n,is, pois r.no ha posslbllld.1~•· d• clt-11,-. tod.~ .• Obs<·rv:idon·s, n:1,1ltst.1s : crftfcc r.ocJ.1Ir.. rc:JcÓJo: s ,•I antropólogos coincide com os pastores e t•"Ólo,-.o,; no dL,~;:io~ t!care todos, coo um dos rales pr!ncIpa!s da sociedade atual, apesar da J.lta ~ofts:ic.1,;.io tt!cnlcc·clt.•:it:{flc.1 .1 •tt.;1•I chegou, raes s[r!roes de medo e anistia diante do :,n.•r.•,•: ! te•, lnse~:r~mç.:i ,, d,•-.esp..·ro ecr,1r1te o futuro prox!ro e renoi ±. ."E: Z± :: E» tornando-.1. tcn:.t.1 e nervosa, desgastante e !r'proóut 1 ·.'J. 1 ~ fru':o dc,;t.i 5{tu.1ç,Ío, oo pt;mo ,lo co•w[v!o r-ocf.,l. u-1, ,,titudt'.' ccx::pulsh:a intc-rior e lo.;o ciHt~rior, de Jutoifo',•:,a t. bu:;c.1 de ~.,lv.,ç.:io indh·tdua.1. Atitude l"J-! !.õC terna. s,·.- dc-:21 r.,, de eco[so crispado e bl!nd..1do e de fuso corplexa de perseguição pela sensação de que outro é, en todos os casos u To'usto agressor. Esta é, frequentemente, ua {ncorenuri vcl prl::.io~ !-illJ>crlot.1d.1 J.i que .Jbrlp:..i v,1n.1s fal:c,1<1 d.1 .s.oclr d.1d••, Por Isso reo ura pr[s.io .:l:".',,ç.1dora c.ip.u de trans- tor.'ltir profu~d.1:-:x:ntc a hnr:--onl.1 e o ,•qul J lbrlo c!.1 rccJcd,1~•· e• a orÔprl:i convivl!ncl.i i-oct.11. ,-,· vfolênc!.:i é t.,~b-é::: U.."':-'.l espécie de prls.lo. ;;ta aco:itt"ccl 1 qu.1ndo .,s :itltudc!- de <"r,ols"".X>, de Insegurança, de revolta -] 1 centra a Infustiça, de revache, se conf'rontn'.:!. Por Uél certo tcwpo vcl.1dn e llltcntc, n vlol~nct,, ncaba por _se externar - ::oba for:=- .. '1 do,; ::i.,lr. vari,,do:; conflltos idcologlcos, pot{t!- 1 co~, :;ocl:tl!:: r.,c!;'lifi, culturais. ln~iv{c!uo.;, ~rupo5, coleq vlt:!.1d(':; dt" c,edlas ou g:·.:indc:: proporç~•;; podc-:, cncontrnr-st! pddonelros d::1 vlolCnc:ia e dc.•lx:ir·st' nrrJ.stnr !ne.xorav~l::.e-n te por el.'1. ·1 fu tipo.de prisão, enfI, o .'l!.i. de crescer, de .1dqulrlr 1 bens (rlquc:"n, poder, in:luênc!.:i) 11 despeito de qualquer ex! rêncln ética e u.c;.-:mdo todos os :::cios que p.1.:-ece:,. ,'l.:l.blclo:-i.1.!ÕJ Ju~-:.1 fica (•s:i;cs º'-•!os. O no::c certo dt>stn prts5.o é corrupç:i Atlv., ou p.l!J~lv.,, .,p.,:--~nt~ ou dlsf:lrç3d:t e .1té 1.-:po-;:;{·el d<-j 1 se detectar, a corrupçno e 1.:::1; crl:c (e o crloe ocs:::io qu..,nc!o pc.rfdto e sc::iprc crh:-c). O que, neste terreno, é inquieta.,-f 1 te " que, c:::i qu.'llquer pa!s e e qualquer setor d,1 sociedade 1 1 os que age caro pr1$1.onctros dt1 co.:--rupç.ãoJ rar.i:acnte se de! x.1:, prc,der pela outr.;i prisão, a d,'13 grades de ferro. - :'rlsto .. SUJ. p:tl.1vr.J. vtv.;,, r.un bO.'.l ~O.'.'l de SJ.lv:u;.=io, &u:i Lei de a.":or, sun Craç.'l, su:1 I~rcJ,,~ s-un E:uc..,rlstt..1 e seus sn 1 cr,'Cc:-itos - I!berta de todas essas prisões. Se o enc.ircc.roc!Ô qul'.'icr. pedir e :accit.ar o tibert.ac!or e :i libert.'.lç.io. ·1 Oo::i tuc:..'Lr.. orei.ra ~eve:. é c:,rde:il n:--ccbispo d.l 3.o.hfn, pri::...'lz do Rrn:;11 C" pre!:idc:i:c d.l C~õB G p e e [ ccccccc,c([[[[.f[C[éCCCC([C(t[CC[[C[C[[[f[[CEC[[['. 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Milrtinho da Vila e a dogi;u/a c,1pa d,· Bcbado amba, de P,wlinho da Viol,1. "Mas hoje em dia só faço para amigos''. adverte Elifas. que aos 49 anos pode e colher trabalho e prek:rc se dedicar a outros projetos. E o caso da coleç:Jo MPB- Compositores. que a Editora Globo lançou nas bancas e vendeu 30o mil cxcmplarr..· somem e com o primeiro fascículo. Chico Buarque. "Foi uma batalha de muitos anos que cs/011 conseguindo realizar agora·: orgulha-se. Foram cinco anos batendo nas portas das ediwras. sempre• rr.,-cebcndo como resposta promessas nunca cumpridas. Até que a Editora Globo resolveu viabilizar a co/eç:Jo. Mas, antes, encomendou Elifas uma pesquisa de mm:ado. 'Niogut'm investe milhôes sem antes ter certeza do retomo financeiro" constata. A principio seriam 70 nomes, mas a l'diwra acrcdi/011 que· a coleção se esvaziaria, perdendo o interesse do público. Chegou-se. e111.'Jo, ao número ideal de 40 artistas. Mas Elifas n,?o esconde que alterou um pouco os resultados da pesquisa p.1ra fltlO cometer injustiças. "Nao ia deirar de fora nomes como Pinguinha, Ataulfo Alves, Dorival Caymmi e Gonzag:Jo ·: fri ,7. A cokç/10, 110 ent,111I0. é apenas uma das muitas ocup,1çóes artfs11'c,1s do hoje bem-sucedido Elifas Andreato. dono de um estúdio de criação gráfica em Sao Paulo. Filho de uma familia muito pobre do Paran:J. chegou a cometer pequenos furtos na infi111cia para n,10 passar fome. Mas o car,1tcr delineado pelo pulso forte da mJe fez com que opmsse pelo trabalho. Ainda menino. entregou leite, limpou casas, carregou latas d':Jgua ... Fez muito biscates para ajudar no orçamento doméstico. Até que foi parar numa f:Jbrica que, para ele, acabou produzindo o sonho de se tomar artista. Depois de amscar umas caricawras no jomalzinho interno. foi convidado a decorar os ccn,1nos do sa//10 de• fest,1s que promovia enco111ros dançantes semanais para os funcion:Jrios. "Fui descoberto como menino prodfgio e, com 15 anos,j:J era pnincira página de jornal". ressalta. Com a ajuda de amigos. conseguiu uma vaga de assiste/li e de cenoerafia na 7V Recorri. Ficou um tempo por l:J, depois p.1ssou por ,1géncias de publicidade até que, cm 1967, entrou para a Editora Abril como trainec. Passou por revistas como Cldudi:J, Realidade. Quatro Rodas e Placar. Apadrinhado por Victor Civita, que viu 110 rapaz t.im artista em potencial. Ehfas fez. cm 1970. a cn':lç,?ográfic,1 do ambicioso projeto da coleçf1o História da Música Popular Brasileira. Foram-lhe abertas as portas d.a MPB. Um lx:lo dia. eram 10:JO h. quando viu Pixinguinha sentado num bar com um copo de ccrw:ja na mao. Aproximou-se e perguntou quem seriam os herdeiros de gente como o próprio Páinguinha. Donga e Joao da Baiana. A n:spost,1 o emocionou. "Nós somos um poema", tera dito Piringuinha a Elif.1s. . . Mas é mesmo Vinicius de Moraes quem tem espaço especial na galeria dos amigos músicos. Tanto que Elifas quer homcnagci-lo com um projeto chamado Poesia, vida e paix/10. que vai englobar uma cxposiçao er9Iica e o lançamento de um CD. A idt'ia é a seguinte: Elifas começa a fazer um desenho que será terminado por um artisra convidado. Depois, cada artista tem de compor uma música para aquele desenho. "A idt!ia é fazer algo hc:m erótico em cima do amor dos homens", adianta Elifas. Os artistas convidados s/10 lotJo Basco. Maninho da Vila. Paulinho da Viola. C.1ctano 11:loso. Marisa Monte. Rita lcc. Herbert Viann.a, Toquinho, Zeca Pagodinho, Marina Lima, Elba Ramalho e Dominguinhos. Além disso. Elifas tem o projeto de n:'3nçar o CD de mlis1'cas que compós com Toquinho em cima dos principias dJ Dec/Jraç:Jo Unii r:rsa/ dos Direitos da Cn:wça. que mmbt!m c:std sendo montado em forma de musical infantil. em S1o Paulo. A cabeça de Elifas Andn:ato estd sempre aprontando algum.a cois.a. Época memorável A convivência estreita com vários ídolos da M PB rendeu a Elifas Andreato alguma noçao musical. muitos amigos e inúmeras histórias. Como protagonistas. gente como Vinfcius de Moraes. Clara unes. Maninho da Vila. Ehs Regina e Chico Buarque. Ê com muito carinho que Elifas lembra de Vinfcius de Moracs. Além dos inúmeros porres regados a uísque. Elifas sublinha que foi por causa de Vinfcius que ele desistiu da idéia de não ter filhos. "Depois de escutar a música O filho que cu quero ter. de Vinicius. mudei de idéia". lembra. emocionado. O tom toma-se rnai humorado quando Elifas fala de Chico Buarque. Ele record:i que um dia. depois de jogar uma panida de futebol na casa do compositor. no Rio. o, dois resolveram tomar uma cerveja num quiosque na praia. Foi quando um outro fregues virou-se para Chico e perguntou se ele era o Chico Buarque. Com a cara mais deslavada do mundo, Chico negou. "Pô, n3o tem um lugar que cu v:J que um f.d.p. não me confunda com esse ral de Chico". teria dito Chico a Elifas. "E o tal freguês, mu,io sem graça. ainda completou dizendo que a voz era igualzinha". divcnc-se Elifas. Homem da capa Foram muitas, inúmeras capas de discos. Principalmente: nas décadas de 70 e 80. qUJndo ElifasAndreato retratou gente corno Chico Buarque. Toquinho. Elis Regina. Clara unes. Caetano Veloso, Gilbcno Gil e Maninho da Vila. entre outros. O aprendizado foi grande. Principalmente no que diz respeito à sua intuiçao. Eta 1980 quando foi encomendada a capa do novo disco de Acloníran Barbo a. Apó pen ar na forma como melhor rctr:tt::iria o músico. re oh eu pintj-lo como um palhaço triste. Fez o desenho, que foi censurado pelo então diretor de marketing da Odeon. Tempos mais tarde. ao ver o de enho. Adoniran Barbosa telefonou para Elifas e di,se que se sentia mais um palhaço triste do que o alcmao qut acabou tom:1ndo o lugar da capa. "Aprendi que nunca mais faria aquilo diz. Baseado neste conceito, não aceitou outa cen ura na capa de Clementina de Jesus que mostrava apeias os pés da cantora e compo itora marcados no barro. " Clementina gostou tanto que qu.wdo foi homenageada pela lunarte me chamou para fazer o molde no barro dos seus es, cont. Ehifa. orgulho o. Gângster cult Rajadas de balas, brigas de saloon e bordes de alto luxo são alguns dos ingredientes de O ultimo matador. A grande novidade do filme e a mistura de géneros feita pelo diretor. Os tradicionais gingsters urbanos são transferidos para um vilarejo do interior com o charme do Velho Oeste. O filme é uma adaptação holly woodiana do roteiro do clássico japonês ojimbo - o guarda-costas, do diretor Akira Kurosawa. O resultado não ficou muito diferente da adaptação que deu ongem ao clássico Por um punhado de balas. em 64 O diretor Walter I lill. mesmo de -18 horas. transpôs o épico dos samuras para a Aménc., de gingsteres. Além da experiência do diretor em cenas de ação, Bruce Willis contribuiu com sua incg;i,d facilidade de interpretação para filme, do género. O galã mostrou que pode viver situações dificeis nos três filmes da serie Duro de matar. Além disso, sua presença nos lilmcs do género é sinônimo de lucro. Em Uuro de matar Ili.,, astro garantiu um faturamento de L'SS 365 milhcx:,. O jcito dcbochado e cínico de: ili is. quc.: caracterimu. principalmente o !>CU pnmeiro pcr'>OnJgcm no seriado televisivo A gata e o rnto. coube como uma luva para o pape:! no novo filme Ele intcrprcla um forasteiro que chega na pequena cidade de Jerich,,. na fronteira americana com o México. para pas...ar a noite. No entanto. acaba recebendo boas-vindas nada bem-humorada, de duas gangucs rivais de contrabandistas locais. Em truca. passa a fazer um jogo duplo e corajoso de oferecer trabalho para ambas. O pano de funJo do filmc.: é a Lei Seca de 13. que mergulhou a naç.io americana numa carência de bebidas alcoólicas. Além dc colocar a industria local de bebidas na clandcs11nid:idc. a Lci estimulou o contrabando e o gangsterismo. As anpgues dominaram o interior dos Estados Unidos e logo surgiramn os matadores de alugucl. que trabalhavam para quem desse a rndhor contribuiç:'io O forasteiro. ivido por Bruce 'illis. é um des ·s pistoleiros solitários, que tenta trabalhar para as duas gangues rivais levando em ta apenas suas próprias leis. O rapaz vai trair o d is lados na tem ti, heróisa de acabar com os contrabandistas do I nl. ~L ' coisas vão. e complicar ainda mais quando resolve ter um casinho com a amante latino-americana de um do chdõe;;. in1.:rpreo~ por Alexandra Powens. Apesar de todos os apertos, o herói consegue garantir o final feliz para o público sem colucar de l.:do :i aç:"!o. Explosões. muitos tiros. duelos e perseguições cst.'io n:i qu:mticbdc certa para os amante do gangsterismo. O ültimo matador (Last man standing) - Dire;i Walter Hill Com Bruce Wilhis, Chistopler Wa!ken. Bruce Dr e Alexandra Powers. Americano de 1996. 10! mim. LITERATURA ILHAS DOO PRECONCEIrT D roo l Ao ln CAI Ps A crítica ao preconceito americano contra os japoneses, surgido após a Segunda Guerra Mundial e intensificada pela concorrência económica, dí substância à trama do escritor David Guterson. Em seu livro Neve sobre os cedros (345 páginas/R$ 29), da Editora Record, David utiliza a história de um assassinato como pano de fundo para criticar uma pequena sociedade insular' americana. Esse é o quarto livro de David, que já publicou Thc country ahead of US, Thc country behind e Family matters: why homeschooling makes sense. Com o argumento do crime, o autor analisa o comportamento da sociedade da Ilha de San Piedro. Esse microcosmo, no entanto, é apenas um reflexo do american way of life. O xerife local conhece todos da ilha e tem de manter uma imparcialidade quase impossível na investigação do crime. O médico legista também atende à família dos habitantes e procura fazer a autópsia do corpo com distanciamento. O repórter do jornal local, que quando criança era apaixonado pela esposa do acusado, agora tem de cobrir a história do julgamento. Todos esses personagens de Neve sobre os cedros poderiam ser vistos em qualquer outra pequena comunidade americana. Inclusive na Ilha de Puget Sound, onde vive o autor e sua família. Mais importante que os personagens locais, entretanto, é o caráter segregacionista e preconceituoso da sociedade. David deixa clara no livro a posição dos descendentes de japoneses que no tribunal se sentam nas últimas fileiras do auditório. Um preconceito que, embora não imritucionalizado, C'5tá presente no dia a dia da populaç:io. Desde o ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, em 1942, o autor traça a posição americana frente aos imigrantes. Após o ataque, os japoneses foram levados para campos de concentração, onde eram mantidos como prisioneiros. Foi cm um desses campos que o protagonista do livro, Kabuo Miyomoto, encontra-se e casa-se com Hatsue. A parir do casamento, os dois passam a ter uma vida de penúria até que vão para San Piedro. Hatsue se dedica a0 trabalho de colheita de amoras e morangos enquanto Kabuo tem um barco de pesca. . O casal segue enfrentando os preconceitos locais até que Kabuo, numa noite enevoada, ajuda o pescador Carl Heine e espera que esse episódio consiga aproximá-lo da sociedade local. No entanto, Carl aparece morto na manhã seguinte, enrolado à sua rede de pesca. Kabuo é o principal suspeito. O livro pode ser lido como um roteiro de filme, a primeira cena acontece dentro da sala do tribunal onde está sendo julgado Kabuo Miyomoto. Com uma narrativa lenta, o autor segue analisando ambientes e personagens. O ritmo moroso ajuda a manter a sensação de mistério sobre o ssassinato, e a profusão de detalhes alimenta a mente do leitor com futuras pistas. As cenas vão se modificando, juntamente com as testemunhas que sentam no banco para depor. A cada novo personagem, David aproveita para traçar quase que uma árvore genealógica e a trajetória de vida, até o momento em que explica a conexão da testemunha com o suposto assassinato. Dessa forma, ·a primeira versão para o assassinato só acontece no segundo capítulo, quando testemunha o xerife Art Moran, que encontrou o corpo da vítima. O clima de mistério sobre o assassinato é mantido durante todo o livro. A cada novo depoimento, o autor reúne novas evidências que conduzem o leitor para a condenação de Kabuo. Depois de associações rocambolescas, somente no último capírulo é que David conta como realmente aconteceu a morte do pescador. O final registra uma saída politicamente correta. O resultado, no entanto, pode decepcionar o leitor metido a Sherlock Holmes, que está sempre à procura de culpados. AS CORES DO CAMPO ARCO DE 1.997 Estante Vida bandida O submundo de Nova Iorque cm 187l éocenano do livro Belas da note (337 páginas Preço não definido), de J. D. hrstulia. lançado no Brasil pela Editora Objetiva. A trama narra as incursões pelas ruas de ova lorque de um investigador particular, na tentativa de desvendar o assassinato de uma prostituta. Com uma ambientação inspirada no filme A poca da inocência, de Martin Scorsese. I D Christilia apresenta ao leitor personagens inescrupuloso como malandros, prostitutas, policiais corruptos e bandido . Mistério na noite To EDUARDO Mrc CULr Pus Apesar das idades, temperamento e biótipos diferentes, todos os personagen que protagonizam os contos de O quarto azul (Editora Bertrand Brasil, 300 paginas, R$ 28) têm em comum o mesmo de ejo: o de migrarem de suas respectivas metrópoles para o campo. Todos sonham com um lugar onde possam ter um quintal e uma janela para ver o sol nascer. . Na maioria dos 13 contos que integram o livro, a autora Rosamundc Pilcher- que fez sucesso mundial cm 1988, com o romance Os caladores de conchas, faz questão absoluta de iniciar a narrativa de suas histórias a partir da mudança espacial de determinados personagens - qua.e sempre originários de Londres. A partir disso, a escritora começa, então, a fazer o que mais se sente à vontade: narrar dramas familiares em que temas como a solidão, o enfrentamento do mundo adulto por crianças e a rotina de um casamento são abordados de maneira direta e divertida. De todos estes temas, porém, o da morte parece ser o preferido da contista. O assunto que ainda hoje no final do Século XX, é tratado como tabu por inúmeros escritores. Mas não para Rosamunde. Isto pode ser percebido facilmente no conto Tobby. A história gira em torno do garoto Tobby Harding. de oito anos. Ao tomar ciência, através do carteiro, da morte do velho vizinho, o Sr. Sawcombe, o menino começa a refletir sobre as perdas prematuras da vida. A partir. daí, ele começa a interrogar todos o membros da família, com uma teimosia característica da infância, a respeito dos motivos que levam um homem a morrer. Os tema de Rosamunde não são nada originai e, cm alguns casos, a escritora ainda comete a imprudência de tomar previsíveis os desfechos de suas história... Mas o grande trunfo da escritora não se enconta efetivamente na cração e tampouco nas concluse: dos contos, mas na narrativa, extremamente saborosa. Através de detalhes. a autora consegue dar vazão a um do objetivos a que se propõe a literatura: dar asas à imaginação do. leitor. Ao narrar minúcias da decoração interna • de uma casa com características campestres e o comportamento um tanto quanto melindrado dP. seus moradores, a escritora faz .:om que leitores tornem-se hóspedes destas casas. E ainda lhes dá a oportunidade de se tornarem parte integrante de famílias, que certamente vivem dramas parecidos com os existentes na vida real. Exemplo disso é o conto Um dia de folga. Na história, o alto executivo James Harner ganha um dia de folga. Durante as 24 horas de descanso James passa a valorizar a rotina de sua esposa, até então encarada como uma folgada dona-de-casa. Enquanto ele preparava um relatório no confortável e aquecido quarto, a esposa Louisa aía para cortar lenha. A escritora narra, então, parte do que e passou na mente de James durante a ine perada folga na empresa. Foi preciso que o executivo pa a e uma tarde inteira em casa para redescobrir a mulher e chegar à. conclusão de que ela era "as camisas limpas nas gavetas, a lenha na lareira as rosas do jardim e as flores na igreja. Em O quarto azul, conto que dá nome ao livro, Rosamunde utiliza-se novamente da combinação entre morte de um ente querido, paisagens bucólicas e ponderações juvenis. a história, a adolescente Emily não admite que sua nova madrasta pinte de azul o quarto que tinha sido de sua falecida mãe. Até que, através de uma sucessão de acontecimentos, a menina descobre que a mudança de cores não alteraria o sentimento que nutriu por alguém. Neste conto toma-se. evidente o segredo do suces o de Rosamunde. uma autora que abu a da narrativa para dar novo colorido a histórias até certo ponto previ:iveis. A velha brincadeira infantil de projetar sombras numa parede serviu de inspiração para Frances Fyfield escrever Jogo de sombras (296 pági11as/R$l8), da êompanhia das letras. A história envolve a incompetente promotora Helen este sua secretaria insaciável sexualmente, Ro e Dane. Juntas. se envolvem em etranhos acontecimentos nos bastidores do fómm. A relação com as sombra fica por conta da fobia do e curo das personagens Helen e Rose. Contos infinitos A escritora Clarissa Pinkola Estés resolveu colocar no papel a tradição oral de um povo, a arte de fazer histórias e continuar criando até o infinito. Esse é o tema do livro O jardineiro que tinha fé (92 paginas Preço não definido). da Editora Rocco. Clarissa recorre às suas memón'as e relembra as hislón'as que o avó contava e o entusiasmo da familia reunida para ouvi-las. Além da roça A chegada de um circo e uma nova professora agitam uma cidade do mt_enor e transformam a vida de Miguel. O livro Pode me beijar se %$;; , /a inseto. tosado e wra Atica, trata desse sentimento utenorano de querer descobrir além das fronteiras do próprio mundo. O autor aproveita para mostrar. no menino Miguel, o inconformismo de ver numa fazenda pequena demais para seus sonhos. VUlgalidade sem li1ni.te ro EUG(NA LHA IV purss Dona Anja, na verdade, deveria se chamar Super Anja contra o baixo astral. Se a desinibida Anja não existisse, o que seria da pequena e pacata cidade de Rosário? Sobre quem ,lS carolas iriam fofocar e com quem os abobalhados rapazes iriam passar o tempo? Uma monotonia sem tamanho, um tédio sem fim. Mas já que Anja chegou, tão insaciável a ponto de exaurir o Coronel Quineu até a morte, o melhor que o povo tinha a fazer era aproveitar. É o que mais a rapaziada tem feito no casarão. As filas não acabam na porta da casa desta quenga para lá de caliente, que dá conta do serviço sem parada para descanso. E tome estimulantes, fortificantes e afrodisíacos na moçada, enquanto a Anja diabólica. continua no seu pedestal pronta para liberar a libido, sem preconceito. E chega um dois, três, dez rapazes ... E o fogo não abranda. O grande problema é que Lucélia Santos está um tanto passada para convencer na pele de uma mulher que enlouquece sexualmente os meninos da cidade. Há o fetiche, é verdade, de transar com a mulher experiente, capaz de enlouquecer os homens na cama. Mas depois de saciada a curiosidade, os garotos provavelmente iriam procurar exemplares mais apetitosos. lnclusivc para os espectadores. Se é possível ver belas moças, com tudo cm cima, tomando banho de rio em Xica da Silva, na Manchete, outras tantas ainda mais charmosas na tela da Band, cm Perdidos de amor, e o padrão Globo de qualidade, com mocinhas malhadas e sensuais invadindo a telinha em quatro novelas seguidas, porque perder tempo com a veterana Anja? Por outro lado, o público cativo do SBT não está acostumado a tamanha libertinagem. Entre a devassidão gratuita e a alegoria da Gata Borralheira implícita em cada dramalhão mexicano - ou argentino ou seja lá qual for a nacionalidade, não importa -, o público prefere a fábula. Nas novelas mexicanas há sempre uma pobre coitada linda e terna maltratada por alguma ricaça que, de uma forma ou de outra, exerce domínio sobre aquela mocinha desprotegida. Até que chega o príncipe encantado e a salva das maldades da madrasta, tirando-lhe das cinzas do borralho. É muito mais comovente - ou, no mínimo, menos patético - que ver uma quarentona decadente se ouriçando a cada fedelho que passe diante de si. Para quem recriou o departamento de dramaturgia prometendo fazer a novela da família brasileira, como era o slogan de Éramos seis, o SBT mostra que mc:teu os pés pelas mãos. Perdeu o fio da meada dramarú1 gicJ e não sabe rnai para onde atirar. A solução mais f ;Ícil para Sílvio Santos é, obviamente, pagar RS 3 mil por cada capítulo de uma novela mexicana do que desembolsar a astronômica quantia de RS 50 mil com produções da casa. Pior para o elenco de Ossos do barão, que até agora continua gravando as cenas da próxima novela assinada pelo SBT, mas amarga o total desconhecimento da data de estréia. Como o lema do SBT é mesmo tudo por dinheiro, não será surpresa se Sílvio Santos resolver engavetar a trama de Walter George Durst. E que se dane aquela idéia de mudar a imagem da emissora para que ela deixasse de ser brega. Mais vale um brega com dinheiro do que uma emissora com classe e falida. Uma vez que a classe já foi para as cucuias, Dona Anja não precisa ter pudores. E tome mais apelação para ver se, de um jeito ou de outro, a audiência aumenta. Pelo que consta na sinopse, em breve Anja transforma o casarão num bordel. Quem sabe, se com carne nova no pedaço o SBT não consegue atiçar a curiosidade do público? HUMOR POLICIALESCO POR MART, BARRITO TV PREss Depois de explorar bastante ª comédia de costumes, os atores de Salsa e merengue começam ª investir com mais vontade nas 1 • • • A d pia de vilões ramas policiais. Iu Urbano e Heitor, interpretada por José Wilker e Victor Fasano, voltou à novela para dar uma pitada de mistério à uama. . • sos os dois Desarmados e pengo , d hefões da agem como gran es c . M {~; G, de um assassinato a1a. ostam · - . persegurçao a queima-roupa, uma· 0 de inocentes e uma boa tor""" 1 < : inferiores. e Psicológica com os '/ , , f em re orçar » «roo»se"°!$., a mwes 0 estereoupo os v1 oe Policiais - fumantes de longos h d s de uisque c arutos degusta ore cafajestes com as mulheres - o mesmo acontece com Se> subordinados. Lídia e Cn st ºvao : dados sem São dois paus man • • ·- ' • prontos para Opinião própra, sem seguirem instruçoes discutirem. • Hel .tor são o ttpo Urbano e mau-caráter na forma mais refinada. São tão interesseiros que não chegam a confiar um no outro. Todos dois têm inteligência o bastante para destruírem a frágil sociedade. Seus rivais diretos, no entanto, ao contrário do que acontece comumente nas novelas, não deixam nada a desejar em maestria, embora possam se passar por suburb:mos ingênuos. A trupe, composta por um office boy, um delegado de porta de· xadrez e uma cubana espevitada, consegue fazer frente aos dois bandidos. • Os três chegam a uma harmonia perfeita. Walter, interpretado por André Gonçalves, é a grande cabeça pensante, Moa, papel de Jonny Rudge, é o brutamontes e Remédios, vivida por Bia Nunes, dá o toque sensual. A disputa do momento entre as duas gangues é um punhado de jóias que estava sob o controle do falecido Morales, interpretado por Chico Diaz. O toque cômico é o MAK0 DE 1.997 Livro fato das jóias estarem dentro de uma inocente boneca de pano, . . 1nsuspe1ta para os grupos. Enquanto os três farofeiros da Travessa do Vintém põem a mão na massa em busca do tesouro perdido, Urbano e Heitor preferem não sujar as mãos com o assunto. Para isso, a dupla tem os tradicionais ases na manga, que podem ser usados e descartados a qualquer hora. Adriana, uma prostituta de luxo, e Vasco, um cafajeste psicopata, são os dois subvilões da história. Basta que os chefões escalem os dedos para os dois trabalharem pensando que fazem parte de uma importante organização. Enquanto tudo perm:rnece na medida certa entre a comédia e o suspense, os autores não rêm muito onde errar. Mas todo cuidado é pouco. Temas policiais pedem cenas de ação e, nesses casos, nem sempre a televisão brasileira prima pela qualidade. Guerra do CXOS f d l I f, A hhedattd o et obre»veta um casamento E sto que a professora de literatura Inesa Phlhs kos p qu4sou4.4 retratar em das paralelas cm casamentos vtonanos Edtora keord ' p4mas.R, 2) Para um estudo sobre um assunto tão amplo eporado, a escttota escolheu a da conjugal de cmnco esento d.a llatena do Século /{ John kus a Thomas Carle. John Stuart MI Charles Delens e George Ehot foram os escolhidos pela deridade das rela0es amorosas qu 1 li ,·r.1111. Com uma mies ante narratua bwografi.a. cheia de detalhes. Phlls sai mostrando.a adi em comum entre os casais Jane e/h e Carlle. Filie Gra e Ruskun. Haunet I.alor e tua MlI Catherine hoganh e Delens e George Henry Lewes e Ehot na realidade Maria Evans Muitas situações idas nesses relacionamentos amda se repetem em c,JS:111 de ho;c. A novidade no trabalho de Phlls fo na escolha dos relacionamentos a serem estudados. Quanto ao assunto em si. demonstra maus uma vez o que ja esta maus do que comprovado sobre os casamentos que é muto raro manter a feherdade nos relacionamentos. principalmente nos que se arrastam por longos anos. Casamentos felizes são aqueles em que os dois parceiros concordam com o cc:n:Jr/0 c:m que: estão .1tu,111do ·: fa. a e! a conclus,1o que a autora chega sobre sua pesqurs.a. Dos cinco casamentos por ela pesquisados, só um conseguiu atingir a felicidade plena. Por roma do destino. ou n:io. o casal que supaou wdo.1 os conflitos do relacionamento a dors era o que não unha a aprosaao da lgreya e nem do Fst.ado Didrdo em capítulos mtutulados pelos nomes dos casais. Phllis conta que icorge Henry Lewes encontrou a felicidade em UII/ relacionamento amoroso fora de scu casamento. Casado com uma esposa mfiel. Leves se apavonou pela escritora Maria Evans. que mais tarde passou a usar o pseudónimo George Eliot. Os dois não puderam se casar oficialmente. mas 111 eram ;untos por J./ anos. O mesmo não aconteceu com Ruskm. O filmoso crítico de arfe da Era Vtonana unha verdadeira repugnanca pela nudez das mulheres. Effie. sua csposa. acabou pedindo a anul.1ç:io de sc:u casamento apó 1i1er sclt: anos sem fazer St"AO com o mando. O momo ,1kgado da ,1bsrinc:nC1a foi o choque traumático que ele teve dedo a nudez da dedicada esposa na note de nupcas. O si:.w umbém c:r.1 raro no c:1,Jmc:1110 de Thomas Carlle com Jane Welsh. Carlle e Wc:/sh conseguiram manter o casamento por ./5 anos. m.1s. sr:gundo Phyllis. o relacionamento dos dois foi baseado acima de tudo na cumplicidade intelectual do que qualquer outra cai a. ri aurora diz que a bela e: rica Hei h erotizava mais a mente do que· cu própno corpo. O casal John Stuart Mille Haret Taylor também não cr muito adepto ao sexo. Stuart ,Hill ó pod,: e: ca .1r com Ta} for. de quem j:í era amante. apo a morre: do matido. Dominadora. T:ixtor m.1111111ha o e· riror sob cabresto. "A mente de Mill aprovava a ieu:J/dadc. ma sua alma ansi:iva pt:fa dominação". for a conclusão que Phylls encontrou para cesse relacionamento. Tudo é ótimo na maiona dos inícios dos casamentos. E esse tempo de k/Jc1d:1dc tambem foi vivido no século pa do por Charles Dickens e sua mulhn C:i1henne Hoganh. Apô. adquirir mais :ilguns qu1linho, e depois de p:trir nada meno que dez filho Hóg:mh deixou de corresponder • nig2ncm masculina obre a estética feminina. Não deu outra. Dicken: trocou-a por uma jovem e ainda fez questão de divulgar num jornal que vivia há muitos anos infeliz em seu ca mento. MUDANÇA DE RUMO fez Leninha. Tudo corria bem com sua personagem até que a TV Plus, produtora independente que produzia a nove la, teve de reduzir os custos. Quando isso acontece, normalmente, o destino de alguns personagens é selado. E foi isso que aconteceu com Leninha. A personagem de Daniela, de uma hora para outra, bateu as botas por causa de uma anorexia nervosa. "São águas passadas. O que quero agora é poder conquistar a fama através dessa personagem, projeta a atriz. Além disso, ela quer voltar a fazer teatro, já que teve que recusar, por causa da novela, o convite de Rosane Goffman para atuar na peça De uma chance ao amor. Cinema também está nos planos da moça. "É outra escola. E deve ser um a experiência incrível", julga a atriz. Hoje, aos 19 anos de id.1de, Daniela quer também poder crescer financeiramente com a profissão de atriz. Consumista declarada, ela j:í caiu na realidade de que a carreira de artista não é tão bem remunerada como a maioria das pessoas imaginam. Principalmente a das atrizes iniciantes, que não têm o mesmo recurso que os novos galis. Como já é público e notório, a maioria deles consegue encher seus bolsos participando de bailes de debutantes. u , e e' ri Mtu p, o IvP»4 Depois de ter interpretado somente papéis de boa menina, pela primeira vez, em cinco anos de carreira, Daniela Faria cst:Í fazendo uma vilã. Em A indomada, de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, a atriz carioca é Berbela, uma moça que não mede esforços para alcançar seus objetivos. "Ela é bonitinha, mas ordinária", define Daniela. A personagem de Daniela trabalha no empório arrendado pelo forasteiro Teobaldo Faruk, papel de José Mayer. Apaixonada pelo patrão, Berbela vai fazer de tudo para conquistá-lo. Como o Teobaldo é apaixonado e se casa com Helena, personagem de Adriana Esteves, só resta a Berbela se juntar a pérfida Altiva, interpretada por Eva Wilma, inimiga número um de Teobaldo e de Helena. Segundo Daniela, Berbela promoverá grandes intrigas para separar os dois. A vilania não assusta Daniela. Muito pelo contrário. A atriz acredita que esse tipo de personagem é bastante enriquecedor para carreira de qualquer ator. Por isso, não tem medo nem mesmo de conquistar para si a antipatia momentânea do público por causa de Berbela. "Também sou uma pessoa determinada, mas rzunca faria as maldades que ela vai fazer', compara Daniela. Desde cedo acostumada a trabalhar - aos 12 anos de idade já era modelo e manequim -, Daniela de repente decidiu seguir a carreira de atriz. Aos 14 anos, entrou para o curso de teatro de Rosane Goffman. essa época, debutou no teatro interpretando a menina de rua Duda na peça Marquises, dirigida pela própria professora. Logo depois, a atriz foi convidada para estrear na tevê como a recatada Liz, em Pedra sobre pedra, também de Aguinaldo Silva. Aliás, a presença do autor global tem sido uma constante na carreira de Daniela. Fera ferida, de Aguinaldo, foi a segunda novela em que ela atuou. Um pouco mais crescida, dessa vez ela fez a secretária Diana, que no final da trama mudou de carreira e se transformou em modelo. "Trabalhar nas tramas de Aguinaldo é sinônimo de sucesso", julga a atriz. Segundo ela, ele dá o texto tão detalhado que fica difícil não acertar. Em O campeão, última novela em que Daniela atuou, também tinha um dedinho do autor. A trama, que inicialmente seria escrita por Ricardo Linhares, A orientação de Marcelo está por conta do professor era baseada no conto homônimo de Aguinaldo Silva. Edson Silva, formado pela própria Escola Nacional Só que dessa vez a atriz afirma que a experiência não de Circo há 10 anos. Edson explica que a formação de foi das mais agradáveis. "Foi uma fase horrível", • j um trapezista é complexa e exige dedicação e esforço lamenta Daniela. por demandar um bom condicionamento físico. Nesse Na novela exibida ano passado na Band, Daniela quesito, Marcelo não teve tanta dificuldade. ----------•-----------~------------- 1 •------- O ator pratica capoeira há sete anos e fez seis meses aomi conclui que as mulheres desejam liberdade e de aulas de acrobacia com os membros da Intrépida autonomia, mas que ainda recorrem a padrões antigos de Trupe. "O Marcelo tem a flexibilidade da capoeira. submissão. No livro, lançado pela Rocco, a autora levanta Agora é só lapidar", acredita o professor. polêmicas e enfrenta inimigas do calibre de Camille Paglia. Aos 25 anos, Marcelo, que fez o mau-caráter Maninho em O fim do mundo, acredita que o público vai se identificar com a docilidade de Ivan. "O Ivan é um cara do bem", define o ator. O personagem é de uma família de circo e filho do também trapezista Guima, vivido por uno Leal Maia. Ivan acaba se apaixonando pela rica Beatriz, papel de Micaela Góes que também gosta dele, mas o esnoba por causa de sua origem humilde. Quando Ivan percebe que Beatriz sente vergonha dele, deixa-se envolver por Camila, vivida por Ana Paula Tabalipa. "Ele vai viver um triâ11gido amoroso", garante o ator. Além da preparação física, Marcelo Faria também está desenvolvendo um trabalho de traçar o perfil psicológico do personagem com a psicóloga e mie Kátia Aschar. "E importante para poder entender realmente o Ivan", acredita Marcelo. Esse mesmo trabalho Marcelo está desenvolvendo paralelamente à novela para outro personagem que deve interpretar em breve: o criminoso Leonardo Pareja, no f] dirigido por Régis Faria sobre a vida do 4la.' sequestrador que comandou a rebelião num presídio em Goiás. 'Nesse sim, vou precisar de muita ajuda. Ele era um homem bem complicado", avalia Marcelo. O mundo das aves Ornitologia brasileira (952 páginas RS 160) de Helmut Sick, ganha nova edição pela Nova Fronteira. Publicado originalmente em 1985, pela Editora da Universidade de Bras!lia, o livro resume a experiência do cientista alemão sobre o estudo das aves brasileiras. Morfologia, biologia e vocalização são alguns dos capítulos acrescentados na nova edição, que foi revista e ampliada. Além desses. um capítulo especial sobre aves fósseis do Brasil foi preparado pelo também especialista Herculano Alvarenga e o capítulo zoo geografia ganhou importante contribuição do estudioso Jürgen Haffer. As ilustrações do livro são assinadas por Paul Barruel, Jenevora Searight e John P. O'Nell. Várias facetas Apoiada em argumentos e dados provocantes, Naomi Wolf escreve sobre as mudanças vividas pelas mulheres nos últimos anos em Fogo com fogo (456 páginas/RS 39,75). Autora do best seller O mito da beleza. no novo Alerta O médico pediatra e sanitarista Ruy do Amaral Pupo Filho faz um alerta cm Síndrome de Down - E agora doutor? (109 páginas/preço não divulgado). Lançado pela Editora WVA. o livro traz um emocionado relato do médico que se sentiu completamente perdido ao ter uma filha com Síndrome de Down. Segundo ele, é importante que os profissionais da área de saúde se atualizem em assuntos pouco valorizados dentro da medicina, como as síndromes genéticas. Banho de óleo Embalada na onda holística que cobre o pais, a Editora Martins Fonte lança Aromaterapia (507 p:iginas/preço não divulgado). da inglesa Patricia Davis, fundadora da Federação Internacional de Aromaterapeutas. A ciência e a arte do uso dos óleos essências extraídos de plantas como forma de tratamento é contada no livro, que ainda traz um capítulo especial sobre o uso de cada tipo de óleo e suas propriedades. MARCO DE 1.99 o ator está no ar tal a t Ir Pendurado no alto de um balanço de trapézio, a sete metros do chão, arcelo Faria tem driblado o medo para compor seu personagem d: novela O amor está no ar, título provisório da trama que substitui Anjo de mim. essa história de Alides ogueira, Marcelo vai interpretar o trapezista Ivan. Para dar maior veracidade ao penonagem, o ator está tendo aulas de técnicas de trapézio na Escola acional de Circo, no Rio de Janeiro. Com todo o aparato de segurança montado no picadeiro da escola, incluindo rede e cinto de segurança, Marcelo ensaiou os primeiros contatos com o trapézio e até se aventurou num salto. "E difícil, divertido e perigoso. Mas é muita adrenalina", diverte-se o ator. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1823_04_03_1997 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1825_10_03_1997 Voltar para a lista de itens