TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1849_06_06_1997 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1849_06_06_1997Número da edição1849Data de publicação6 de junho de 1997Número de páginas8GeoCoordenada -22.104905378889725 , -56.5305105476088 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1849_06_06_1997 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto A "- • L t' • , t gência oerca passara a a e Horário integral, das 07:00 às Vereador Ares Cafure - Presidente da Câmara Hospita Arara realiza "Noite dos Anos U tilid d 1fl) matr:.ao Mtm ....%:""... dn Câmara Munlclpnl da última sequnda-felra. dia 02. uma Importante Informação foi dada pelo Vereador João Kallfe. Presidente da Comissão da Câmara Mu nicipal que está admi nistrando o Hospital São Vicente de Paula. segundo ele. recebeu um + .e "ar Deputado Estadual Robalo Orro A Arara-Associação Reacreativa dos Jmigos Reais de Aquiduu:rna. com o apoio do Gabinete do deputado Roberto Orro (PSD13). realiza no dia 20 de junho, às 22:30 horas. no Tunel Club. cm Campo Grande. uma grande festa de confr.nemi7,1çào: NOITE DOS A OS DOURADOS. A noite que promete muito glamour. será embala da ao som do Conjunto Musical de Aquidauana." oi tes Brasileiras", liderado pelo jornalista Lima Neto. diretor e editor do Jornal "O Pantaneiro". No vocal, 0 conhecido e renomado intérprete da música popular bra sileira, ierpa. Os convites estào ã disposiç:1o no Ceri monial da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, com a presidente da Arara. Marilda Qucirôz Arruda. ao preço de RS 5.00 (cinco reais). 3 I, OS NO ORADOS, ECEARA- ' ATOR ~o Jornal Tribunu da Frcnuciru Na sessão ordinária da Câmara Municipal r ,_ alizadê.1 semana passa da, o Presidente daque la Casa de J_,eis, Verea dor José Ayres Cafurc (PSDB) encaminhou ex pediente aos proprietá rios da Agência Lotérica local solicitando que o estabelecimento pas sasse a atender em ho rário integral, das 07:00 Zeca discute no interior a sucessão rstdete ta táíiárá ~de ao Governo do Estado aos Colegas que mantenham o decoro Parlamentar Levan doemmãos, os dados de pesquisa re alizada no mês de abril do corrente ano. pela Referencial Pesquisas. que apon tam o seu nome à fren te na capital. . Zeca tem discutido no Interior do Estado. a sucessão ao atual Gover no. Pág/04 às 17:00 horas, i n i n t erruptamen te, para o recebimento das contas de energia, águ.:J e outros atendi mentos que oferece. considernndo que mui tos trabalhadores não dispõem de tempo para efetuar o paga mento de suas contas ou tarifas durante o ho rário em que funciona- comunicando que o Be neficência Hospitalar de Bela Vista finalmen te foi declnroda de Uti lidade Pública pelo Go- verno Federal. cujo pu blicação foi feita no Di ário Oficial do União do último dia 22/05. Kallfe ressnltou que esse trabnlho para tornar 7:00 hs Deputado Zeca do PT va a qénia Loteria local. Em resposta a pro priel,1ri<.1 dJ Agt:11ci.i ·n viou corre<,pondéncid ,1 Llm;:ira Municip,li infor nwndo que 111ai<, Ullld vez estara colaborando com a nossa populaao acatando a solicitado do Vereador José Ayres Cafure, passando a atender os usuarios dos scus serviços em hora r10 intc..:qr,li, dd'> 07:00 as 17:00 horas, desde o ultimo dtd l" <kjunho. Sendo assim fia a inforn1.iç.iw ...i pop11l,1çJo belavistense em geral, que apora podera usu fruir do atendimento di irio da Agencia Lotérica por um periodo d • tem po bem maior, inclusive ao meio-dia. a m Tebet pede. mudanças na Lei Eleitoral o Hospital São Vicente de Pauln como de Utili dade Pública Federal vi nha sendo desem·olvldo por diretorias anteriores da Beneficência Hospita lar São Vicente de Paula. "nós apenas tivemos a fe. llcldode de encaminhar o restante da documenta ção exll,!lda e finalmente conquistamos esse Im portante beneficio para o nosso Hospital"'. afirmou Jõao l{ollfe. Na sessão ordinária desta semana. da Camura Municipal. o Pre sidente. Vereador José Ayres Cafure ( PSDl3 l foi questiomdo por al guns Vereadores da oposição com relação a ceras atitudes e a utiliza ç;1o de deteminados ternos por parte do Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmién, lider do Prefeito naquela Cade Leis. Página-02 O Verdadeiro Frango Assado na Brasa; "' Costela e Cupim ''Iloi nos A.ires" {Super m.ac·io e ass,1do na hr.::sa) At..:ndimcnto sob encomenda, diariamente, de se- 1 gunda :i domingo. d:i.s 08:00 às 20:00 hs. Rua Sebastião Crispim do Rego, nº 227 (próximo ao Clube E.sportivo Belavistense}. Pedidos direta:Tieflte no !oca! oc pelo S-439-1774 Neste domingo. promoção de inir;ão - FRAN GO ASADO .A BRASA. COM FAROFA - RS 5.00 cinco reais, S±±sr:e essa nevidade'! q e mantenham o dec ro Parlam ! 1 l t11 l.1 !I I d ! 1 ,,lll IJ 1 d 1 ( 1111 í,I l111111 li ,1. o P'readente, Vereador Jo ,•, ll ( t11111· (l'l )IIJ. ltll que«tonado por alu , 1t·,1d11r,, d., 01,11 1-111 l 0111 tela,do a eras atitudes e a 11td11 ,,.111 tk d,111111111.Hlu, teno por pante do Vereadot 1 1111 /k~,111tlrl' l 11111,·110 1',il1111u1, ll1k1 úo l'1l'ic1111 naquel 1 r d· 1 u ,. ,111 t.11u 1111 d, 111h1111.1 p11.1 ,khnd r u ,1111.,l .11111,1111•,11,1,.11. l(c, .. dt.111<111 que fatos dessa natureza prejudicam 1111,lf'CIII 1.l.1 ( ,1111:11,1 Mumeip.al p<.r,ullc ,1 popul,1,:io e .il.1,1,1 o púhli,o d,1, ~c,,(k,. li Vcre,1Jor :,..~lio U111111> p,-..l1u ,1 r,. k,,1 que , 1,1 • J í 1 l l Ili, 1 ~ 111111,h J'llltl llll l abivi, de a nrdu l 11111 o lt ►"1111 11111 l111 11111 d I C .1 1 como por eiemplo d 1t.1u1111.1111luollHlll •il1,1111l 11ti1 do Vereador qu extrapolar u 11111111· ,. p111 t.dt.1 de de, 11111 pt latenat ufa penaltad pode ir da ·,11 ,pcll ,.l,1 !llll alpumas e kes até a ca ado O l'rc· 1dcntc rc p1111tln1 d11l'11tl11 -.cr l,1111c11L11d que l.1111·, uHllU v,'.l' l"llh,1111 ,l ll 01tl·r nu l c~i•,l.1tiH> 11-luniup.d. 1111Jc li I"'"' •.c111pIc c,pcI.I que o ,11111 11Í cl do, debates prevaleça Sq•umlo de. opo,1ç,lo po<lc e Jc1 e wr fci1,1, a,,im como a dcfcs.1 por p.1r1c do, ' cr,·Jdorc, I' 0 te«d bato J' 1 l , 1 ( oi 1 re Cafure di e amnda 11u • ,1 1k "lllll e ~1du .11,nl,1 I' 11.1 e c latose lembrou que ,1 dc-i· .. lo pdo lll(jl1,1d1.1111c1110 m1 11:lu de um Vereador por falta de d..:u110 parl.1111cnt.1r n, o d ·pc11dc apc11,1, do l'r'.•,1dc1llc, 111,t, ,i111 de 11111<1 C'orni..,_,lo de l·lll:,1 constitutda para a dcvíd.1 apur.1çJo dos c,lO, cnf.11111H1 ainda qu~ é prl'cÍw mudar a imat•.cm d,1 C.ima1J Mu11icip.1I $ DANIEARtA ~,ç Dia 01/09/97 a DROGARIA DAN/r',1RMA 'A,'f completará 03 anos em Caracol Portanto quem ganha o presente é o cliente Ser,io sorteados os seguintes prêmios: I • 1'111~110: UMA UICICLHTA I8 MARCHAS 2• l'nírno: U ESPREMEDOR DE FUTA WALLITA 3. PRÊMIO: U VENTILADOR WALLITA .~. PllfMIO: UM Flmrw BLACK DEICK 5· PnfrMIO: Sl!IIA SUllf'llESA Seiul4 (lMu,( qlWll Ulltj>'Ul, IUL '1Ni.J11W1 UiuutMMa wm'Ui w1t WI>™ eitt qual.quu UlfCj)'Ul de 111~ Gil. pe~w,tMW.I Aeé11t de wtat tds esses ptis, a l)OJ!iba,'Ul(ll 0-WW. 24 kõ'Ulj pa, dü,., dc.iuL, a tds un tia atediuta O 1Kclliôt de !uda é que. a atediuta a duizu~ia e o. qual.que. kMCt de diD. e o. l!IÚ,WJo. é. o. IIUlÚ 'tDjlúLt dll eiclade A 'lhogMia UllJ<itll,)((t m!aJ<Ca MI 1111tigM e. cfülU.e, que a= Tete!= po..'Ul ~ é. 495-1197. O Sô-tlm mi Ka diD. 01109197 JUL pij>w UOJ!ibo.'llltlL ci.l 18:00 kõ-w. faa a sua wpta e ata. Desde ja ba te. UBS. Cnpatezan a oa,tlm. Iro B¾lli:ro~ccn IJ»<C>lrêú, '150 fi495-'il'19'J.' CGINDCCD ' Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 • Fundador: lvaldo Pereira Diretor Editor. lvaldo Pereira• Diretora-Administrativa.: Maria Estela Vellsquez Pereira Redator. Ubaldino Rodrigues • Reportagens:: Joio Carlos Velásquez, Kcncr lopes Leita (Caracol), André Avalos (Jardim): Toninho Ruiz e Plelson Feres Jünior (Porlo Mur1inho) e Victor Hugo Velâsquc1 Pereira (Campo Grande) Propried,d• da Groíica e Edilora Apa • CGC.MF 03.20.266/0001,90 Adminislração, Redação. Gráfica, Circulação e Departamento Comercial: ,, cnida Tribunn da Fronteira,564- V (067) 439-UIU- FAX (067) 439-15-H • CaixaJ'ostal 23 - CEP: 79.260-000 • Bela Vista- M>10 Grosso do Sul JARDIM: Rua 14 de Maio. 342 -1l251-1669 (Sctlc Própria) PORTO MURTINHO: Rua Cel Ponce S/N". 2287-1239 (Sede Própria) BONITO: Rua Mon1e C><l<lo. S/N' (Sede Própri:l) CARACOL: AHnidu Dr.ui! ·, ·• ( edc PniprLt) ANTONIO JOÃO: Rua llclu Vi,1,, S/i'i' rlLIAOO: ADl{;JORI. Al)JORI Rcprl'Scntantc S:lo l'uulo/Rio dr Janciro/Ilra.,fli:1: T:buh1 Veículo, de Comunicaç!o ASSINATURAS: F.XEMl'LAR: ns. 050 ASSINAT RA TRIMESTRAL:.--.--. R$ · 25,00 ASSl;-.AT R, SEMF .. TRAL: ...... llS. 50,00 A:SINATURA ANUAL: ...RS- 90,00 Os artigos assinados no refletem necessariamente a opinl:lo do Jornal Originais enviados à Redação nlo scrfo lr,ul ido'-- atta tom I11Ip<>1l.llll~. C: 111111 q•, l. ,, d..: principios e de convii», ma» 11111po,k1110fl''lll11llr,1, f• s,'I<:, vcrb,11, 1111 4uc 11•, •.c11hor.:, cheguem a eminência de p ir1Irc11I p.Ir.I ,h ~IJ•, de f,1h)" ressaltou o Predente da( ',im.lf .1 Mumup.il. ap111,cll.111Ju pJr,I COllllJIIC,lf a todos 0s seus puf€s que ~crJo ado1,1dos o, in,1rurm:nlns 11ccc,">.in"' par.1 coibir certas atitudes que não condiLCITI com o m.rntlalo fll.1B1fl d11 (lJ,' 1 ltf I t,, ti 11llrtl11 l' J1.> i.:1 i•tl Vereadores, mas devemo 1 tl!il.!f pc. l.1 lll ,. :J d .... • de no ,1p~ .. ·rf.:-t,t,.nro, "'· .l.1 1..'/ 11, cm no sa a!u.alo d nutro de «.t (asa de Leis" Aytes (ature encerrou a sessão pedindo desculpas ao publico por alguns excessos ocorridos no poder Legislativo Municipal (1',1r.1 111elhPr 1 c.'tt'1lil11r 1 > r,·, < ajt1r,- .... , ... l.1T..'1..Jl1l...l)ll d) lll• ' leitores, 1formamo que de acordo como Aureh [i(ORO sgmifea de&neta, honra. punJonor. beleza moral fl'SLdt.111Ic J.1 h1>11t' 11.J.,úc e conformidade do estulo cor o ,hlHll1) [Ml@@aw ~u PRODUTOS AGRO VETERINÁRIOS f/lBRlfJOOE DO I1AI/l·BICHEIRAS C·IDE~T·HAX.1 contrata par?a atuar? na ál?ea de vendas Ol=ERECEMOS IElUCD OS - Treinamento espccíficoíTral>alho acompanhado - Comissão - Prêmios semanais e mensais - Possibilidade de crescimento gerencial - Setor fechado - Conduçúo própria - Disponil>ilidad<' p:ir.1 viag('ns Daremos prefurêncta para cand1ddtos formados em Uetermá.r1a. 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Mas há uma obr.1 qm: rei 1110: Cl trés adjeti vo.,..: 11i11d,1la11ç:111111 olh,ircon- vincente sobre o período qm: 11 1111,tl111c111e n:lo apare e c111 ltlhd litc1.1tur.1. "/ l{clirad,1 d:1 l .aguna". do.: Visconde de Tnunay, e o 1rabalho em questão. Escrito originalmelle c111 franccs. desde a 6poca de seu lança mcnlo dcspcrlil al.:nçào do público c de csludiosos. Seu autor ticou conhccido - pelo mcno~ cntrc os cstudonll.:s - dt:vido it ki111ra obrigatória de ''lnot.-cncia" nos bancos esco lares, obra transformada cm fihrn.: pelo cincasla Vallcr Lima Júnior. Agora, a obra-marco de launay ganha uma tova tradu ão e com ela uma edição hem 111.ii, t111d.id,1. que 111t:lui trecho, do d1:'11 ili do prúprio au111r, a111ph.111do .1 di111cn,:iu tio, relato, de combate entte bra,ilciro, c paraguaios, além de destacar a personalidade do c,critor. O lanç,1mcnto t: da liditora '0111p,lllllit1 d.is Lctr,1' e a seleção e tradução são do escritor e professor campograndense Sergio Mcdciros, que atualmente re sidc cm São Paulo. Medeiros trabalhou cerca de seis meses até ch.: gar ao rc,ultado linal. O tra balho faz parle da cokç,io "Retratos do 13rasil". que irá lançar obras comentadas d.: livros, cm alguns casos es qu.:cidos. mas dc fundamen tal importfü1cia para sc cntcn- • d.:r a história do 13rasil. Já <.:slào cm pre paração "Cart,t~ chikn:is", dc Tomús /ntônio Gonzaga, O Jornalista Jvaldo Pereira. di retor da "Tribuna ela Fronfcira ", aca ba de lançar o seu séfimo livro. JJ o primeiro trabalho do au1or somenfc com COJJIOS • de causas da frontei ra. Na Roda do Tereré. reune I o dos melhores con- 1os de Jvaldo Pe reira. classifícan do-o como um dos melhores no gêne ro e111 1Ha10 Gros so do Sul. Da obra e do au1or fala ou1ro co111ador ele histórias consa grado. o premiado Jornalista oscar Ramos Gaspar. ex sccret;írio de Co municação do Es léldo e awal Dire lUr de Rcd,'JÇtíO do Dhírio da Serra: "Assim. na sábia simplicidade ca- "Retratos do lrasal", de Pau lo Prado, entre outro História lesta obra, V+conde d..: [ ,JUll:t} lluTT,111111 Lpl ,od10 da Guerra do Paraguai, con siderada a mais sangrenta da /.111<:rica do Sul. Seu tema ,io os sofrimentos c a dcrrot,1 de uma pequena coluna brasilei ra, enviada ao sul de Mato Grosso para repelir dali o ini migo. Sem munição. c,I aios e viveres, cl.1 ousou uma in c11rsào ao território paraguaio, mas foi logo obri gada a rctroco.:der. cnfro.:11la11- do todo o tipo de obstáculo o maior dcks. uma epidemia de cólera. Para sobreviver, os sol dados vúlidos abandonarJm à espada inimiga os compa nheiros doentes. quo.: eles j:í n.io podiam transportar. Dos 1.680 homcns que invadiram o l'arJguai. apenas 700 voltaram vi,·os ao Brasil. bacia de quem n,ío se arvora a asteróide 110 olimpo das gran des liten11uras, Jvaldo Pereira nus diÍ, com esfe Na Roda do Tererc:, além do prazer impagável de seus causas, uma liç;ío exfraordinária de qwío pródiga pode ser a escritura para com aqueles que a encara111 co1110 missão. ,- sublime e árdua missúo de co·n,ar. O que aconteceu e o que poderia 1er acon tecido. E esfe ali ás, ao ser confado Já se dá por acon fCci d o. Por isso, realismo e ficção são uma e única coisa neste livro saboroso•~ Pereira é auror de ourros s livros: Nas Maras do Perdido (Crôni- f)f, 07 JJI. H . H0 Escola romântica ow ole w odsra oba, Mdino» « +Ma u ,ü ) f Rt,J(l(J, 111'/tU li 1 l MA obma ts@utida dr IAay, ltt A uuv «, Abirada a Pau@aqui t itA tt pon tuqufs t liu iwdi,r (hat). Essa orla t, »qdo A»tówio Adido, a das boas piá4ias dt Nos so Ro4aso', Aida st dAA dt pbliaçio, o aballo se lado pla wrsa oltao dA o,,p,,-1,i, tfr I ílllA, S1 IIC,10 Mrdrinos má Qr lutn Aluas viaqts Ao Piral pua olt dados sobt '" hd,os d~ lll• ião. O lino twbiw oNti COM UM diclo,Ánlo d., lhGu• vá, laborado pon Iut. "Au,011 d, •o <lo,o dm solos, sobnt annativas iN ditas, o waduron Snqlo lvhdclno, ASSUMIU 11[CLhllMt•• tl o cAno dt pnolrsson dr 1t onl,1 llrcnÁnl• r pos-Gn•dc,ç.o d Uivnsidad Fdral d S CAi a. "Na Roda do Tereré eu cas). Pedras que Rolam /Romance). Vivendo e ,-pren dendo (Crônicas e Contos). Tempos de Ira e de Espe rança (Romance), Nossa Terra. Nos sa Gente (Biografi as) e Porras Aber- ras para o Dcspcr- 1 ar. Para saber mais sobre a obra do au1or, ligue .f.39- 1-1-1 o e fale com o próprio. /Transcrito do Panflc10 Campo Grande - 26/05/ 97) 1 - (U W r NA RODA DO TEREIE l' "'receber o U,n, "NA RODA DO TERERÉ". do jornalista e escritor fraldo Pereira. preencha o cupom abaixo, enviando-o juntamente com um cheque de R 7 0u (ete reais), para fraldo l'erdra, Caixa l'v,wl 23-Bdu l'üta/MS - CEI': -9.160-0UU '.'iOME:-::-:::-::----------------------------- E, 'DEREÇO: _ CIDADF: ___________ ESTADO: CEP: _ tlitllll>exempbn.-sJc"POlff AS ABERTAS PARA O DESPERTAR"-c::tda exemplar. RS 10.00(dcz rc:ii.>) J' G Dano or Evolução o Direito Brasileiro <,U do vexame que l! I ntendo também. q somente re inta a Justa corut <liJJ 1,:1111 dll p..:IJ lu,t, 1.1 lr.1h. ll.1 ,r tes ver a sentir-se ofendida na sua moral por fato ocorrido no transcorrer da vinculo empregatiio. fa que esse direito foi pre visto e asegurado pelo Artigo 'incro X. da Constitui,ao le deral, ou seja, ta parte que cuida dos direitos e garantias funda- 1111."nl.111 du udJd.io Acontece que depois que as pessoas começaram a ir ao Poder Judiciário para eir a reparação do dano moral que lhe Jior.un causado, recebendo em contrapartida um pagamento a títu lo de indenização. e tendo sido, na grande maioria, deferidos os seus pedidos, começou .111.hc<:r u111 lnni: mu, 1111c11lll LOl11 ,, ti11.1- lidade de complicar a xeulo dessas medidas, tentando banir esse tipo J, 111d.:1111.11,Jo , CTIIIL.D qu,: estão suruudo a csse respeito estão muito mais direcionadas ao quantum, ou l'J,1. ao valor arbitrado pelo magistrado, do que em relação ao direito do cidadão, que preten de receber uma determinada quantia a tutulo de indenização e reparação do dano moral que Ih,: fot c.1u..a<lu. O <l1ri.:i10 objeti, o previsto na Constituição. para os que pensam em dirimir esse instituto, ficou em segundo plano. enquanto que o valor. consequência subjetiva. ficou em primeiro visando inviabhz.ar a bu,ca dos direitos por parte do of..-ndiJu Estão dizendo por ai. que a quantidade de Ações que bus cam essa ,,p~.:ic d..: n:p.1r.1ç:io j;i poJt: sc:r cu111para<lo como uma "indústria do dano moral" :'-::lo cnlcn<lu d..:,s,1 forma [k Cllo. a cada dia uma quanti dade muito grande de pessoas vão bater as portas do Pod,:r Ju<l1- ci;irio cm bu,..:a de urn.1 1nd..:111;..1ç.io mor.d L nJo podcna ser diferente, quando verificamos que .i 1::ilta Jc r,p,:110 ao c1dad,io reinante aqui em nosso pais é um verdadeiro e vergonhoso absurdo. ,s p<:ssoa.s são lesadas a todo instante A irresponsabilidade campeia livre, tirando proveito dos mais fracos, dos mais humil des e <l,,s nui, pobr,:s. , 111ulo de ,xcmplo. e h>mando-,c por base somente a área comercial. questionamos· qu.1/llos d1cques s:lo apn:sc·ntados an tes do prato..- por conta disso, devolvidos como sc estivessem ",cm fundos": quantos cheques s.1o d.:, oh idos pelos 13ancos por cngano.j.i que: o cmi1cnlc tinha provisão de fundos; quantos titu los que: j:i foram pagos são pro!cswdos por engano do crcdor. lançando indi:1 idamc111c o oom, das pessoas ao escárnio da inadimplência Tudo isso acont,cia aott:riom1cn1e . .: conlinu:i acontcccndo di::iriamcotc. só que hoje em dia h:í uma scnsi,el e prccios:i diferença: O CULPADO AGORA E:STt SUJEITO A SEN'TIR E! SEU 13OLSO A SL F,L T, DE CL'IDADO E DE RESPEITO FRENTE AO CIDADÃO CO.IUI. 'EJA ELE CO'. SUIIDOR OU N,O. .lockmamcnlc. as comknaçõcs por dano, mor.tis, cm St:ndo arbitmd:is exat:11111:nte par::, punir os irresponsáveis, que .:stào sendo atingidos em scu "bolso". que é um "óruão" .:xtr..:mamenle sc:nshel de qu:ilqucr p<.:S!,0'1. e~pecialmcnte se ela esti sujeiia a p::,gar essa conia ::icam:t::icb pda falta de cuidados e de responsabilidade. Quanto ao ':tlor a si:r pn:tcndido na ação de indenização. ao meu 'Cr só cal><: ao juiz da c:msa o s.:u arbitr::Jmento. medi:unc acur::tda e profund:1 análise d.: tudo que estiver no processo, Je ,·ando-sc cm consider::tçJo todos os danos e b:ises disponíveis. Em dcix:indo a cargo do livre :irbilrio e convicç:'io do macistrado a incwnbên ia de arbitrar o montante pecuniário capaz de reparar os danos, revela ser um procedimento conforivele d:::monstrando com pkta lisur.1 por pane do autor. qu: somcn.c vem a corroborar e d mo11str::1r a grandaa de sua moral. e principalmenie busca .:vitar que a dt-cis:io acabe julgando :ipen:is prnct..-dente cm p:i.rtt: o pedido que foi formulado em valores exorbitantes e divorciados da re:ilid:l dc. 'i,to que nt'SSC:S c:iso.s a jurisprudência determia:i o e as custas pro ºl'S>u:ii ·<:os bonor.irios :,d, ocaticios sejam supo~-dos pelos dcm:m l::mtc-s. e oJ apenas pelo culp::,do pela I s:!o mor::tl. Quanto ao prazo de tramitação de umu a ·o des.s::i n:iturez:i. as pessoo.s que :is • t5o promm cndo. ou ns qu • vão promover. d ., m 1:rmui1::i p:i i2n i::ic muitacalm:i. pois nJo h:i,endo a rdo nopro ·s, o f ito pode-d demorar até mais de 5 (cinco) :mos p:lI"d fin:ili zar.Mas o cidadão não deve esmorecer diante d=s obs::kulos, e de, r:i semp lu1.1r peb dcfes:: e rt-speito de seus direitos. Guuldo Escobar Pinheiro -Ad,·ogado, Praid,mte da As :wcia ão dos .-lffrogados de .fato Grosso do Sul. Fone: 726- -1804 - fax 726-3868. JOH. J>i J· HO "l J~IIL RO DE E ERGIA EL 1 ARA BAIRROS DE AQUID►AUA A A O deputado Roberto Orro teve aprovada na , ao deita terça-feira (03), uma indicação que contempla o bairro Chapecó e a Vila Hertolini un Aquidauana, LOlll a cxlc11',i10 d,1 rede dt l'lll'l['i,1 elétrica Ele solicita, através da Mr .i Ui1c10t,1, ao Presidente da Inerul, Valter Pereira a viabilização d.1 ..:x1c11•,10, ro11ick1 ,111do que O'> moradores dessas lor.ilid.iJcs s,10 pci,~oa•, de baixa n.:nda, em sua maioria trabalhadores assalariados, com moradias modestas, as quais só foram t:Olll1 uícl:is, 111.:di.mtt: do.1ç.111 dus terrenos ara <:s do lunicípio de quidauata. O parlamentar tucano reforça com esse pedido, indicação similar dos Vereadores da C.imara t11111icipal, e11t:,1111i11had:1 na sessão ck 12 ele Maio passado, pela justeza da reivindicação daquelas LUll11t11id,1Lks. Para Orro, "hojl:, a Vila lkrtoline, por ncmplo. jú t:onla com a implantaçiio da rede de úgua, t'it:ando para os Sl!LIS moradores na expectativa dl: sen.:m atl!n<lidos com cnl!rgia l'létrica. o que viria proporcionar mai::. segurança Zeca discute no interior a cessão ao Governo do Esta o Lcv.m<lo cm m:ios, os d.1<los de pcsq u is:i. n:.\i;, ada no mês ele abril <lo corn:nte .1110, pela Refen:ncia Pcsqui~a, que .1pont.11n o seu nome à frcntl' n., c.ipital, Zco tem discutido no imcrior do Est:i.do, ., succs ·}o ao atual governo. "fo contr.írio <lo governador, que segundo jorn.1 <li.írio dcst:i. cidade, nlo quer discutir a suce~s:io ao seu governo, vamos discutindo-a si temít icamentc. Até, no sentido de mostrar à popubç:io", diz Zeca. "Te mos dados fidedignos de Campo Gr;rndc, continua o deput:i.do - que nos ·oloc:tm à frente, qu.mdo . 1 intcnç:io de voto para gowrnador é estimul.id:i e m segundo lugar, quando é espont3.:1ca. t--ostram, Dt'p11111do E.1111,/1111/ Zeca tio PT pon:into, a consolid.1çào do nosso Partido n:i. Capit.11, cm muito. fruto do trabalho da nossa aguerrida milit3.ncia, que esteve nas ruas durante toda .1 campwha de 96". Scgu n<lo Zeca, a unidade p:inidíria e o T 2f ifi!{ e _.....,._,.__,__.;;..;,;;.... T l e I Deputado Roberto Urro e desenvolvimento desse bairro, que encontra-se atu::ilmente sem essa infra-estrutura". aceno da estratégia eleitoral, juntos à atu:iç:io dess.1 militlnci:i., foi o que levou o PT a vitóri:i. polític.1, étic:i. e mor:il, que teve em C:i.mpo Gr:inde, onde :1. clciç:io, :tté hoje, estí sob júdice. "S.lbemos que a capit:il rcprescnt:i um terço do clcitor:ido, o que prccis:imos agora, fin:iliz:i - é fon:ikccr o P;mido dos T r:ib,1lludores nos demais t--lunicípios, de tal m:1.ncir:1, que os outros dois terços conhcç:im :i.s nossas propostas par.1 a sociedade. E l' ISlO, b:isicamentc, que vi:nho discutindo com os comp.mhciros do imcrior: um PT org.mizaJo, com estrutura, que desenvolva uma boa política ele .1lian,;.1s l! que projete su.1s lidcr.111ç.1s p:1r.1 ;1 disput:i de 1.998. As velhas olig.1rqui.is deste Estado estão d e s g :1. s t .1 J :1. s , dcsacrcdi t adas e a alrern:i.riva a atual conjuntur:t somos nós. Vamos, juntos, enfrentar m:tis este desafio". DI_STRJBUiDOR ANTARCTJCA Paixão 11ac1ona1 e]Sras, Rlg.sé@üe Cex&, B3d,e:c !Ente , R7 nus, D is eu@e dl» 3as, Sigo, @a1 f«opa dl !4ggzmt, [3kaln V7saa, Sgs c g B@ui;l o matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição,225 ir (067) 241-3838 - AQUIDAUANA/AIS t' HO p d non, abrir deponr obre a marcados[ara apto ili q arta erra.d1 " lior,,.nol'k1, 1lld1, ·.1h 1 ·,1l, 1!,11J () r,1, ,J, • .; . ( 1'I. dq ,.l id,> lu Jílci > l't, r~ll1 eplouq d, t4d.ooptat mn por ouvir ptumiro este do1 l!1.. 1 H 1 1. .. ,- - i is do] , .•. : , t! • d(,. i.: ,Lt' 1/ 1,- o da ler al a em pleno andamento, onde ja to hn11H>l11 • a1,, O [it li, 1l.dilrio p ti .1 un111.1! ,, '" J emprc»asqurwahzst a aal4ao conomtea, Ians'Ia t patrimonial da "' ' 1' 11 l ll : i l.l po, P'rearelli informou qd 0» documento que não esta.am sendo liberados pela l nersul, uh,1rn11,d,, , lr.tl .ili., d 1 ( PI, toram entreues as I6 horas do dia0+, incluaeoont:ato de oestão entre o l tudo de Mato Grosso d Sui e a Eletrobrás. tendo como int,:n ,.:111,·1,ll', li 11 ' 1)1 ', ,.: .1 1 1., rsu 1 "C11lll ,1 cnlr.: ='ª d,,t.:s documentos, no hi mais necessidade de convocar o diretor pn:,iJ.:111,.: J.11 n..:1,ul 1 . .:,t,.: primc·,ro mo1111:nt,i''. !,!,tr mtiu o l'r,.:siJrn1.: d.1 ( I' I Os tlq,utad,h I lusn: l sgaib. António Carlos Arroyo. /nihun l'r<:,c<>. '.11,knir L,,h.itlo,:" pn>prlll 1'1c:1r<:ll1 começarão a analisar imediatamente os documentos recém chegados a Ci'I. prn ..:nd,, qu,.: 1,.1 reunião da próxima WJ:!llnd.,-kir.1 (IJ9 J. i terão condições de estabelecer quem serão as duas próximas testemunhas para falar sobre emissão <.k açô,.:s,: J,.:h,:ntur,.:,. BilEll.A'li'Ó i' <D DA CV O Jq1u1.1J-, !Jun,1,, 1'1 .... 1r..:ll1 int,1rmou. ,llnd.,. 4u,.: .1 e I' 1 tl,.: ,.:r :1 obt,.:r li relatorio da om i ,,J11 d<.: ' .dor,:, :-,,111hili,1rim - C M sobre a insp,.:çJo f,.:it.i na I n,.:r,ul (J '-""'"'r J.1 Cl'I,: auditor do I rbuna! de Contas. Marco Aurélio reler Lois. está no Rio de J.rn,.:m, 111:1111,.:nJo c(J11IJ!o com .i CVMe r,.:quisilanJo ..1 ,.:Jllr,:!:!a do r,.:l.i1úrio. l'icar,.:lli g.ir.mtiu que, pela Constituição. a Comissão Parlamentar de Inquérito ll:111 au1011111111.i ,.: poderes judiciais para requerer qualqu,.:r J,1<:11111,.:111,1 J,.: r,p:11ti,.:,, púhli.:.1 ou <>r):!~t> fc:J.:ral..: t:1Jual. munic1p.1I. distrital ou territo: 1.il. <., l e t r ô n e a ' ' .... , '" o O V t r l o r a O(eife,. R. '7:?cca(dc {ea,,eca.} TÉCNICO Autcu:is l':ir:-ihúlicas, l!cccplorcs, T'' s :i Cores e l'rclo e l:r:mcu, ,p:irclhus tlc So1:1, 'ítlcus C:issctc Rua Ten. Bernardes,2240 (Em frente 30 Banco do Brasil) 067) 251-1140 - JARDIM/MS 1 q ( Guaraná Antarctíca c> Gste sauo é det ---- -- -- DA FRO. IEIR Jornais capixabas exi!Jem e mprimento da Le· ltrra do douminto apt tntado à Sra. P'reavente do ribwnal de Contas do Espirito unto. Maria l« Vloso Luas (om objeto de ottnhr me e Irbunal aliras ão da administrações publica,, a a »dos Jornais do lnteror do Espirito Santo t 'd1tHI 1 ) l' ,1 A,"0L1,1" 10 H,.1,ilur,1 do, J11r11.1h d l1,lu1or(Ah1,1J 1HI) -Ull fl' j).:llU, 11nr11h: l)h'Pº' uma a4 mais consente, pata que os poderes r 1hlhH' ,,rnn11.:1p.1,..,. l.u111p1,,111 ch:1,"",unt111c º' d1 !'"""'" • ,1.1 ( Oll~lll111,.h> L,1,1d11.,I ~ d,,s lei, 111,. ·11111..h 11111111,,p.11, qtu: 11,11,111 d,1 p11hlu ..• 1:,;u dl' b.1l.1111...l 1 de receita/despesas e dos atos oficiais, 1111111 lu ,, tlnt,:t1h, P<'ll,lfl,I, 1e-,,,111,·õc,. tdi1.ii-. ~ ct, Sendo aos cidadãos impossível alegar o dn .. 11il1cci111c111n da kí pa111 justilirnr ,c11 1h:,1..11111pr1111c11lu. tnn101111t· prrcon11a n Lei de l11ll1dllii,1H 110 ( Údl)'ll C-1>1I. IOflltl·'tC IIIIJ)Cíh)),I lllll,l ,h,,11 fiscalizadora no sentido de garantir que ,,.. p,>.I .... , p11hhc1h dc111 ,1111rntc rn111pr.1111 com ,u.1 ub11l'd,II) de rwblu..·i1r \.'li illOS. / ( 0 lllhl1t11iç,1o d,1 1 ,1,1d,1 do l.,p1nto Snnto h,:m lido , 1r10, <h· ,cu, ,1rtiµo,. qt1l' ohJcti,a111 µ:11,u111r n 1rn11,parên,ia dn, ad111i11isir,1ç<ic, publicas, desrespe itndo,. Por exemplo, o Artigo 1K ,. ,,u lnc"I' 111. que clc1c1111i11arn a p11blicaç;o de h,1l.111cc1,·, 11111nicip.1i, li:ualrne111c, o /ri. 1~3 4uc <kh:nnin.1: "O Estado e os Municipios divulgarão e publicarão até o ultimo dia do mês ubsequent :uulr Otrl'l'.Jul:1çfiu.iu1wnl,111t_i:_w:.,i'.;ul:urnul.li tributos atrecalados, bem como os r euso: (Ctthiiti,.,_", p« tinto", 1 .. obta ,t . e. o " )roofi d 11111 l lÍ. l d 1<lt o 1~, podt· Kf :ti!Hpr •do L Cl'(I h,.Ulf>tlll~~JI 1111,l"til llt1lur,1 .11) sendo, por, do acesso do yrande publio /d IIIJt>, lei dcH ,·e, publil,1d, llll 1<>,,il 011de vcr,1 'cu, dc,t ,,. J 4 ,e unguem tem direto de alegar eu desonheemento /',,)i, urna, e,. rcu>rremo, ,t ! lei> '-1,11dc, (1) / li - 15 c<l. • p.Í)l 82): "O pr111cip10 ela p11blic1dadç do, Jlll, r con1111H>~ administrativos, all'm <lc nc,-.c.:gur,11 0 u c(c110, e ter no,.,,,.,. propitíar o )CU conhc~inH.11to ,. w111rnlc pelo, intc,.,_,,,dn, direhh e pelo povo Clll ).!Crnl. alrnCS t.101> 111!IO con,tÍllH.:ll)fhl14t • nrn11d,1do de ;cgur,tllÇJ (/ri 5° I.XIX), d11e110 de pctiç;fo(Art. 5º. XXXIV, a). n1·!lo p,>p11l,1r (/111 Sº. I.XXIIIJ, ltabc,ts d.11,1 (/rt 5º. I.X li). ~u,pcn,,11> do, direito, politicn, por 1mprohilid,1dc ad111i11iw.11i,11 (/r1. 37, par,iµrnh> ,l")" lnfclinnenh:, pOh.111 C gr.,ndc ô llllllll!íll de.: l'rcfe1to< e l're,i,kr11cs da, c:1111.tr.ts /l1111ic1p:u, q11c esUo dc;rc,pcitando o princípio da p11blicid,1de e· ~un rl' 1ula111cntaç:,o cm cada L..:i Oqtân1ca /crcdit.11no'i que c,sa ,iluaç:1o se deve. cm algun, casos, a dc,ittforttwc,1o do ad111111i,1radur público. e. em outros ca,o,. a dclihcr:ida intcnç:lo de dificultar o ace"o do, cidad.io; :, ittfornwçõe, sohrc a situaç:10 financeira e ad111111is1r.11i,a do, óri;Jo, públicos. Outra questão que tem preocupado igualmente n iDJORI-ES e a ABR1JORI é a itt1erprclaç:10 dn Caput do /r1. 2° da Lei X.666/93. que cn11111cra a ati, idade "scn içus de publicidade" como ca:-.o de irH.ti,pcn,á, cl I ic itaçjo. Permita-nos. pois, apresentar algumas considcrnçõcs , i!-iando contnhuir nci;;~c entendimento. 'c:-.sc ,cntido, inicialmente de, c~sc, criticar a diferença entre "ser, iços de ptthlicidadc" e "'deu los de Oi, ulgaç.ln". Serviços de puhl1cida<k !-!;lo serviços técnicos profissionais prestados por p11hlicit:irtos. nge11c1a<lore, de propag;inda ou Aµl.'1u.:1:i dc Puhl1cnJadc. CUJO ClHh.:c110~ e at1, idade, c,ttl1 dc,cnto, na Lei Federal 4.680. de 19 ·06 65. hem como nn lkcrdo ;'' 5 ... 690. de Ir, 02 66 De acordo com a Lei 4 680 65. ern ,cu tn 1'. "a Agência de Propag:rnd:t e pc,,oaJuridica e c,pi:c1al11ad., na .1rti: e técn1c;,i public1t.1ria. que. atr,I e, de i:,pi:c1.1 li,l,h. c,tuda. f..'.lHH.:cbc. c,ccuta c <l1,1r1bu1 prl1pag..111d.1 ao~ Vcicu1.h <lc Ditilg:tç5n. por orckm e i.:nnta <lc Clientes ,11u11ci;111tc~. com n objetivo de prnn11H'er ;i venda de prodlllOS e ~cí içn,. difundir 1dl'ia, ou informar n público a n:,pcito <lc org.a1111a..;ôc!t ou isttutçes colocadas a serviço desse mesmo publico" Essa mesma I ci. cm ,cu Art ..i•'. define que são Veiculos de D1 ulgaç;io "qu:11~quer meio, de c,m111111caç;1o, i!'>ll~1l ou aditi, a capa,c::. de tr.in,111 itir 1111.:11,:,gem de propaganda .tf1 púhlico". , comprcen,;in da di fcrcnça entre .. ,cn iço~ de puhlicidadc" e th ",ciculo:-. de di,ulgaç:lo". l'. pm,. lund:imcnt:i para se interpretar corrc,.'ta111cn1c o An. :?r, da Li:i N.666 93. O próprio rtini,tério da Fa1emb e o Dcpart:tmcnto :-..:aci.m:,,I de Kq_:1-,tn.l <lc C.'mén.:io reconhecem as diferenças na:-. atividades de prestação de !tC:í iço, da_, agência dl." publicidade em relação as atividades dos veiculos 1 de divulgação. Enquanto as agências de 111thliti1L:tdc • ·,llL.l'.Jl.J11ta1li::ul:1Lll.!LC1i.1li!!lLlL,· Atil:i.!la,l~lllil•tica N· 7;:1:::10-3J.l'.nhli.ri.tl:11lrj, oLi w1 :~i.QS.J a, 'i.Ci.c;ulQLC!Utl.JLÍJt<Ülilii;1 cilillu:.i:1LC!i1li::. N" n_ -O ·,liç; • 'mpo:~,l!l <k.,!Jl.illahl, Em funçfio das diferenças de ati, id:idi:s. a quc')tfío trihutflri:i dc:,!'>C!'> dois tipo, de: cmpn.:sa.., tamhCm têm trnt:i111cn10 difcrencindo. Enquanto :t..!'t agên i::l!, de· publicidade 11,io podem se constituir sob o regime de microempresa e estão sujeitas ao IS .. o jorn.:i.b po km ~e orbtituir ,ob :t tOrma di: micro cmprc:,.J e tl'.111 imunid.1dc trihut:iria. ta11t0 no nhcl feder.ti. q11:in10 no c!',tadual e municipal. (Con,1i111iç:io Federal • /ri. 150-VI-D). Assim sendo, a epressão "serviços de p11blicicladc". co111ida na Lei 8.666 93 dc,e ;er 1111t..:rprc1:1d:1 dentro do arcabouço juridico 11:icion:il. Ou seh, tanto n:, Lt:i S.666'9.3 t.1uJnto no, outro, in!',trumcnto lc:;.ti a pressão "serviço de publicid:idc" têm. o mesmo igniti ndn. Des :1 forma. Q,llL;l Lçj 8.666/93....1ll:.t.umi.n;LL;i !l.lJfr,:Horicdad. • u1.:al.i.li!..c..litl!a.ç,;iJ>. Qllil..lilll ~ • UJ:tl~ llca1.;1 r o• s ' Cl i ç.!.lLll_alllil,S llC!Úl~:úuk.JUUiucinci.;lfil...lllWJki.lla.d.c. Rele, Jnti: t n1J-~t.' c,,1npn.-L"ndcr que o po ter publico pode ptar JXlr monrnr u111.1 e,1rutur~ phlpn., de prcxtu .10 rmbhcu.iri:i. ao ires de ter irizar esse <rsile«lo Ais.iii' aeri w +}ubkghla 1 Co11,lit11içilo bladu:tl também dcli11e a nc ·c'5idade do, podcn.:c;; exr.:cutivo, cm tr;1n,par1."ccr com suas execuções orçamentárias, dando meios no, cid,1J,i<1' <li: acúmpanhamtnto e :n aliaç;io. Ta1110 •"'im que no /rt. 150, par:'tgr.tfo 3° pn:ccitua· ::..o, . .t.iukn • .-,...:oúil'..11. • stadual e tiwtkpal p_ttbll~;tciw...1L1L1ri1ll:uli:1 'LP.JÍ.LU t.lLCJ.'.ITilllll.'..lll!!._ 1lç__s:_;11l:L.J1i.1n 'tcr.....r.c.L:tl.!Uio ns1u11ül l; [ÇjWlCJI tá.tia, ,l•n•s1,:)tl:tilll .... l'..l!U:,Llw:c' [U'JU;tis.._p_;u:; t'll};L;l5 ~unutc'.ilns..J:.Jlt~J • 'l ''... Qu.mto a forma como se f:tr:'t a puhlicaç:u d ... ·,s.c:, balanço~. rcl~1h.ino, c ckmiu, atos nlici.11,, a C(,1ht1t111~,o l·,tadual d..:lq!t.HI :i l r.:i Or}!.,-lllica de ~.1d.1 ~lunidpio a compt.:tl:m:i.1 par:1 n:~ula111i.:11l.1'.;111 dessa matera, como se pode ,cnlic:,r nn An 23 lnenso X J,'1 11 ,rti~tt ,l_2 __ 11l-lirtc...:L11111!lki!l:l1k ... con10 principio da administração piblica e o parágrafo 2" tlu.1.rt . .as <k'-'.:nni11a. entre ,,utra' i.:oi,.b. Pll~ a publicidade dos atos administrativos condição cneial para que tenham »validade Por sua vez. l t 4.1 11.krl:i _::..a_;111H1ri.l:k que, ciente de údo< i11, ali,latlol"'.~ 1k:1t1.!..:t.il111i1ü ttalil.1>..ild:lr de saná-los, incorrerá nas penalidades da Lei por ua omisso", Por oportuno, cabe lembrar o que nos ensta o saudoso mestre Hely lopes Meireles em seu livro D1rl'IIP Admi11i,1r:1ti'n Br:i,ilcirn t 15" Fd,,;1,, - P.1-.:.11u X~) ,11ali,.11nln ,, princípio l.'.:m,titucil,nal li.,- Pllhlic1clade tk tdmini~traç:h, Plthlica. o i:mini:ntc :rntur .ttirma que: '.'..O, ·t111>...<:..C.QJltl::tlQ< ·11l111i1úHrnli.l:.1!· llllC omitirem ou desatenderen :Lpubliciil:tilc. necessária, não só deiam de produzir seus gulares efeitos, como e cpõem à invalidação por falta desse requisito de eficácia e 111Qr;tlitl:ul"", Hely lopes Meirelles tambem ,u,tcnt:1 qur.: ": puhlicaç:io 1111, 11ro1l<t ·fü1ouucitliC:ll •, ·, tl1, llt",.:..io ol1ci:,1". l:lc afirma que por ÓC' .. !fhLQÍlci:d consideram-e 'os jornais contratados para essa puhli~·.lÜ~ ofi i:lif O conc~itt1a<lo Jlllor ao.;::-.cg.ura que a 'publicao oficial para ter alidade de ,•,1:1r..,·nt..ru.J1f,>t:.t11iil111k.s.fil1ULJlli.1'Q'l Dt.l. ·i Orginia de ad+ Municipiv' 1 111 11lllh), c:,!->l'h. a:,, Lei!'> Org:inica 111un1cip:1i, normat11~1m e::-.3:lS pllblicaçõcs determinando que sejam feitas ..:m j,1nrnl de circulação local. Mesmo assim, existem 1,lin1n1-itr.1Lh)rc, qut..· ti:rn feito a:- 1 ublic.1çõc, no "l)i,1ri11 Oficial do E..,l!1du". cm contr.idi fio. I,oi,. úlm .i lei Org:mic;1, o que torn.:i a publi..::içi'to lll.ilid:i.. }.!lo:' ,e ca . é impor1ant..: lembrar que o ..:hamJd, "Di:no Oíicial do E,tado" é !tp,·11,1:-, o vrgão oficial editado pelo poder Executivo l: .. ,t:1d11.1I. n.1.) t.:n<lo. a,.,in1. ~fic::ici.1 de "Estado" como um lodo t.mtfi ~ ,~r,.l.1th: 4ut: ,> Pódc.:r Lq;.i:--lati,o l,t.ad11,11 .... 0 p 11di;r Judici.1rio h:-111 t.1111bCm. l---:id:1 qual, seus próprios órgãos oficiais de divulgação ( umpre ainda ressaltar que os Municipos ti:m .,ui.lllomi;-i p(}li1,..:o.:idmini,1r.!li,a i: fi11:-1nccir.1 I.", por isso mesmo e que a onstituição Federal d!.! '9$ lhe outogrou o direito de promulgarem sua» leis orgânicas. onde ene rnlrJ-,i.: rcg.11l.1111i.:n1:1<la .1 ! ~ 1 :f,.: puhl1..:.1ç.:'a1 <k ,cu't Jhb. C,,111ir111.nuh11....._,..: cnh.·ndim~ni('. r 11.:ratlhh - ,t •1ltd1J :,!e 41t.1t1J > h , . Ll inp<lh,:l.O 1., ,1 Ili ab hdade de ll'rttpe1t1,.i1> e ',i assegurada na heteragenedade dos veiulos de d1, uli,;. '"'! ). 1 k,. ec di:íl..l,ilf1 u,trl.' pela trad,ao, qualidade, circula.io ,rn<lu.:·rn.:.1~1 (no, J pe tos da quantidade e do publico alvo). periodicidade (durhh lrt•L111.1n~HH>. Ili• l'f11,rn.1rio,. ll.1)1 n1,) e tipo de 1111d1.1 (J•>r11,d, rei i,1,1, 1aJ10, 1 V, ,.111 d,1<1r l'IC:). o que u, ro1 u.t ,ck.ulo~ c,>111pfct.H11c111t' dltllltll) 110 mlH,.:iéo, c..1ct1 11111 (.Olll c.;;u.1i.:ttrt ll..:,h própri,1'. in, 1.1hil11 amh, .1 compt...·tu;:io dfrl'l,11.:1111-: de'. Como a p11bl1cid,l(k do poder pubhu1 de,~ <."Tllprc 11..·r c,H,llcr c<lm:att,o. 111fur111.111,o 011 dr oncnta1-,lo social (Co11,11tu11-.lo I cder.tl. /Ili 17 • parágrafo P), é natural que o administrador publico e1culc a publ1c1d~1dc 110, 111.11, ,ariado:::, ,r11..,tlo, <lc di, ulg..1ç,1o i.h.: t'U ~1u111cipm. ,,hJct1, ;111do ai ingrr tuda a popul:tç,io ittdependcntemcnte do 1111 el econômico ou de e,colaridJdc, pois todo, ,.ln ci<l.1d.io, ParJ i,,o. acab,1rá 11cceslt:i11dH u1il11ar ,úno, tipo::- de 1nidi.1 e mc~n10 ,ário, ,i:11.:uln, de u111 mr~mo tipo de mídia. A~,1m. é 111, 1.n d n confro1110 lic i1ário. porque oporia O, ciculo.; entre ,i. selecionaria apc,1;,is um e txclu1rta a maioriJ e, por i»o mc,1110. impediria que o poder púhltc:t levasse sua 111cn,:1g.cm à todos os cidadJú~. , própria Constituição Federal. 110 capitulo "Dos Direito, e Dc,cres Individuais e colcrno,·. ir1. 5° ittci,os XIV e XXXIII, asscgur,1 que todm tem direito :t receber dos órgJos público, i11formaçõc, de intercs,c colc1i,o ou grral. ~brca<la por 1:1111.1:-» diferença~ cconõ1111cas. ,tx1a1,.1.:ult11r.11, l' poli1ii..:,h. e e, 1<lc11tc que o, ,lrH>, ~c.:g111i:ntn~ d.1 ,1..lf..:1cd.u.li: hra,ilcir:i rcl'orrcm a atos ,eicuhh ti~ dl ulg:u;;io para ,aci,1r a nccc~,,d:idc de rnf,n111a~,·,e:::,. ,,1111 ,e chi tambt..~m no) munieipos do interior Por isso, realizar licitação p:ir.1 ,..:kcio11ar ;1pe11~,, um , ekulo de d1, ulgaç .. io. para a ,cicula~;1,, <lr uma mcn,agcm dt c.1r,11t..·r informau, o, cducati, o ou de onentaç:ill ~ocial. c rc::-.tringir o alcanc~ d:i rncn,agi:m e impedir. na pr:ilica. 4uc r.:,)a 111r.:n-,agi:m chegue a to<lo!'I cid.1d.iu,. o que :ifront.1 o ,rt. 5·', inc1,o, ,IV e t '" l l ( j pd,, 1,.llllll 1lflO, ' P,:< H1 JX)r t_: ! rnn rr~.J,u r fll ., p .t-..'11.id de e por isso mesmo, pod m tm:r 11 r os veiculos de forma direta, baseada no Caput do /rt 15 11.l I ct R (i(>(, Qj (111, 1ahd1dJdt de C1 'l>J'<:111,,ll') Por f11n t..1rn1ptt.: ,.d1lnt.1r i.jlh," m, ca o J 1 ruhll .. J,50 L.I.I ltl l" ~t!Ch oltt...lJI (dt'Ut111, portaras, balancetes, ct.), a publicação devera ser l"lllprt <.:ni l,.{ lhOU.llh.1,1 .Olll <' que prul'lfU,I .1 1 CI Orr?,ini...,1 de cada Mfumeipro, mluse quanto a forma de contratação do vetulo de dulgaão A,,1m '->dll..lü,, i111th rcquc11..r a' l ,a 1) Que ,, 1 rtbttnJI de ( <lttl,is 011e111c '" ~l'nhorc, prcfc:rto e prc,idc11k de <.jm:1ra, 111tmi..:1pah ,,.A.,rl.' .1 n ·t.:c,,,tf.,Je lnial e .t forma de puhlic.1ç.ào ,ü, l 1..·1-; e d1..·rn,1h ,,hl ufiuJ1, 1) Que o I r,l,1111.il de l'<11tl," 1111cn"fi'}Ue a llc:tl1n1çâu. ,1,ando t,arJnt1r o clL'tl-O curnprn11e1110 do prtttup10 da publ1udJdc d.i adrn1ni;1raç.io publica. 3) Que o rrihunal de lotttJ, oriente o, administradores municipais sobre as diferenças té-c111ca, e legars entre "serviços de publ11.:1dadc". e "ciCLilo~ de d111lgação". cspcc1almcn1c quanto à nt..-ces"iid;:idc de procc ... ,o 11..:itatono pMa contrataç,1u do, sen iço, de public1daile (/rt 2 Let X 666 93 e megrblid.ade de heitaao para a contratação direta de H.:11..:ulo <le dl ul~.1.,_,Hl (c1pu1 du in 25 . 1 t·1 R 666 93/ Sendo o que nn, .1pri:,r.:111:.i. lirnu•-mi-. com lh mai, ..illn-.. pr,>tc,to, e di,11111.1 l.'.01h1dcr.1çju_ ,lt:11(1.h.tlllt:llte. Clt-iton (;umcs • l're<idenk da ,O.IORI ES - ,dm. .J:írcio .José d,· Ca,tro Pinto - 1• ~F:CRF.T,HIO 1), ABIU.101<1. veiculos de divulgação", especialmente quanto d As Publicações legais Obrigatórias "I od,, o J>,xlcr cm:ma do povo, que o c,cr"Cc por 111cio de R.'prc.,cntrnte-, dci10, ou dire1:11nt..·ntt..'. no"i lcmHh Jc,...l:1 Con-,1it11iç.io" "C F. Art. 1'' Par.ig.rati..) l'ni..:o- O llr.:1.,il, i,c hoje cm Rcg1mcdcmucr.11icuondc opo,C't..""'Colheo~ !.!O ~mi!nt~ que vão gerir os destinos na n:,ç..io e o, n.'Cllí"tO., lll'~c:-. .... 1rith ao ",t..·u engrandecimento. A n:prr.::-,entati, id.t<l~ dclcg:tdJ. ªº"' :idm i111,tr.1dun.·, público::-. ,u~1rdin:i-0, a pre~IJr couta d.: kU-> d!<h :1,,-.. rt..·pn:~nt.:ic.k,~ ou ,eja. J ~ocil-datk". a1ra, C.:, <lo, lc1!1,l.iri, o, nu <lirct;imt..·nte A Constituição Federal, visando resguardar os interesses do povo, estabeleceu, em seu ar 37. principios a sen:m n:spcnado,; pela administrnç.io pi1blic:i. dentn: o, quai, n d:i "publicidade" A publicidod~ do, a:o, dos :idn1inistJ:1dorcs públicos c,11npn: o... ohjcti,o-. de <lcmon,trar a ",(')("Jt,-d.ide e ::ios irtl:..-n..,-..'.ld.~ ;11nn,p.u-C·nci::i da J~l111i11i-..tr.iç:=io C O inicio de seus efeitos etemos. E através dJ publi..:idldc qu~ O J)OO em geral e o,. nfct3.dos di":t:uncnle P,.:ll) alo J}l'IJ..:.111 c..1..-rc1..-r C,.""lt-.. direito-. dr.: cid1dmLL ~j.1 Jlr.1,i-... de 111;:md.:ldo de .1;ur::mça.. direito de 1x·t1ç.1o. açào J)..lpt1br. c..,11n:ou1m-. g:ir.mti<lú:-- p..:la Cnibtitui,;;i~, Fuk·r.1I e demais nomas legais em vgor . Exi,1cm ,5.ri:L, fonn=i.s de dar publici<l:idc :tO"lo aio, público,. pxr.:m o mais usual é a publicação na tmp~· 1 L"-1 c.scrit:i .')(.'jJ. da ofrci:il ou pri,:idJ._ Dctcm1in.nJo-, ~tl pof.'m. :,,O produ1t::m cfr.:it c."tr:m Se p11bhcado, 110 órg:.o oficial de d" 11lgaç:i11.1Ji, como o, Lei< (ar1 1• d:i Lei de Introdução do Código Ci, il). 0 , contratos e cun,l.:ni,.h (arl. 61. p..,r.·1gr..1fo unico.. da Lei n 11 S.b66. 93). as concorrênci:1,(an_ :! 1. da Lei nº 8.666 93). ele. Entcndl -sep rórgio oficial de divulgação não só o Diário Oficial do Estado ou do Municipio. como tamhcm outro, 111t..·io, de publicação ..,cnt:1 :1dot.1d.1 .. lc!.!almcnlc.. com t:il. . Ato, c..,i,tcm que. por di,po,iç.io legal. devem ser publicados no 01:irio Ofi ial do E.,,i:,do cm JOrr.ai, de circulação E. .... t:idual ou Rcgion:1L como i.:xcmpio ÍtC'I o an. 21. dJ Ld nfo 8.666193. que c.m seus ín isas f f e Ildetemina que as concorrências Tomadas de Preços. Concursos e Leiles devem ter seus editais publiad no ~1:mo Oí 1c1:1I do l:stado. c.:.m jornal di:irfo de grande circulação no Estado no Est.1do e.. :,e hrnn •r. cm JOrrtJ:I dc c1rculaç..io no Municípi0 ou dJ Rt.:ei.io. A Con:::,tituiç;.1o do Est1do. rx,r sua vez, inovou qu:mdo t'rn ,cu :ini:;o IIL par.lgrnfo único d.:h:m,in:i que: • Art. 111- O :-.111nicípio n.-ge-sc por Lei Or>,;.inica ..... Parágrafo único - Os atos Municipais que produzam efeitos etemos: :ri publiado, noórg.Ja.ofrcbl do t1un1c1pm0u d:t ':~?e i.i3 n ·bç.:i0 municip.11 e: mjon1:il 1 .il ou da mi rorregi:io :i que pen.:n-:.e:c. ttJ falta dele cm ed11al que '>t:r.i afi,ado m _ ! • d.t Prefei1t1r.:i e C:im:,ri "Dc,1.1 fonn:i. no 5mb:t,, dos lurnc1pio , a publi id.idc dos atos da administração deve ser rc:iliud:J nào!tónoórg.1oofi i.ldediu!g:1~iom:t'lf.:mb<m,;mjom:illoc._1lou~1i r rn:-ci nJI. r°..>ta nonna Constitucional. porém, não di,pen'1 :i public~;~!o obrie:uó;b cstal'x:lc id..1 em n rm. epeviais. tal como ::iqud, prc, i--.t:t:, 1w1 Lei n • X.666 93. cm rcbç5o ::15 licitações e contratos Existem atos que: JJlr ~~~~iç:Jo k-g.:,:l d.:, "O ·r puh!1..:::~J0~ J ... -....:.1 ou d .. 4u.:b fo.nnJ ou n.:-..u u 1u~1tk.lt.: m..:-1," ,!;;."d:, ul,:; .. ç.:.!o. pt)n.:1lt n.10 h., norma Fed ·r.11 u E 1 ... Ju::1I u~ di~ iplm..: n nom111:1!J de :i.t :-. que c.cr;im c:f.:itiJ.) ~,tt...·mo~ Por i'.)t""l. no..,~ !1mic1pi(l'.'1,.., Je, c:11 ,.:r :1n..1lb.1d:b as normas legais locais que disciplinem ::i p.t.b!ici.bd.: dos atos não descurando, p :m, da observância d .. • c11mpri::1C"nto dJ..c,. l.:i> m.1iorrs.. mo :is Cou::-.ttt!..li .. o Federal e Estadual. a Lei n 8 66693• dentre outras que regulem a prática efetiva da publicidade como norma fel±iue!é±skk sls nãos pubieos JOH.',L'IHJB(. 't D, J·HO TEIA 0607DL J HO DE 1097 P (,i -O(, Câmara é Notícia e Informação C,S/ DO AHTESÂO l1 NICIPAL Hmn A oPrteno Mu wipal. apre ·nt da na ,,,, r, ! ,,.1C1p il 1, 1l11., J, i.11.1111111 11 1, 1 " 1 d, .Ili,, V,r, li,r, 1 bel de More Pinheiro Murano (l·I I ) reindicou a ena,ão da .i 1 do A11, lo 1uruupli, on demando a ex I • ,,,i,1 L lrt no, , L il i 1<l.: d, 1111 11 1 , 1 t , lo111, 11.,11 1,l 1 1,: ,· doJII p.,rJ d1 1 "" 111" , d, .,n,. n ,to. que podetdo expor e cometializar eu produtos nesta (aa DELEGACIA DA lll LI IEH A Vereadora labela de Moraes Pinheiro Murano endeteou expediente ao l'refeito Municipal, com cópia ao Secretario de I stado de eurana Publica, Joaquim D'Assunção ehipe de Souza, solicitando que veja viabilizada a criação da Delegacia da Mulher em nossa cidade, considerando que o nossa Município carece dessa umidade policial para apuração de varias denincas que dizem respeito especificamente a esta Delegacia. AGHAOEClllENTOS À COLABORADORAS 00 I IOSPITAL VEREADORES ÉLIO DIÓRIO E ISRAEL CI IA:IOHHO Em expediente _ apresentado a Mesa da Câmara ltmiLip,tl, 11 e1c.idma babcla de Moraes Pinheiro Murano (foto), enviou foção de Agradecimento à Senhora lkgi1111 Carneiro llorra, extcnsi, a à Senhora Cedi ia Pereira de iloraes, "pela doação de materiais ao hospital S:io 'icentc de 1'.1ula. gesto de eariJadc que 111uito nos scnsibili,ou" afirmou a Vercadom. O Vcr,·.1dor João Kalifi: (l';IDll). Presidente da CimisS:h, tl,1 C,,mara lunicipal que est:i administrando o 1 ln,pit.tl S~ID lii:cntc de Paula. da qual a Vereadora lsabcla também faz parte. pediu para assinar a loção. salientando que ela e bastante justa, tendo em vbta que as SenhorJS Regina Uorra e Cedli.1 ;lor.1es se esforpmm muito e conseguiram a doação de partc da, roupas dt: cama que o J lospital tanto necessita, a e a aquisição do restante a preços bastante acessi'eis. abaixo do cu,to. A VercadorJ lsahcla lambem foi autora de urna 1loçào de ,gratlccimcntll endcreçada à Senhora Edna Bianchi Cardinal. que se disps a fot.er uma doação mensal de suprimen1os ao l lllspit,1I S.10 'iccnte de Paula, "demonstrando dessa fonna a ,ua s,·nsihilid.,de e o seu carinho para com o nosso I lospítal. pdo qual agr.,decemos imensamente" frisou lsabda. VEREADOR PEDRO "FEIO" - () foram autores de mdia,d on Municipal, apresentando divet mostramos na cquna - Patrolamento da estrada de cesso a região ck f) , , u:. - l1111H1110 com empte a ck órubu, p ara o transporte de moradores da região de Damacuê,p lo rr. :105 u:n.; t:.l p<•r r:, para que ele, p(hS.1111 f,lLCr sua compras na tid de e os aposentados receberem suas aposentadorias na rede bancaria, - Limpeza das valas das tuas 0 de dezembro, Paulino de Macedo, Alaide Cor&a da Silva e Coronel l'un..:c. no hJirro d,, Primaveras, - cdência de uma área destinada ao matadouro, na região dc Darnacué. par., o cultivo de iJ troz pelos moradores, bem corno o envio de 1mt.1 rctro-c,ca,ad,:11.1 p.1r.i a ,1hcrturJ de ,.tia, d.: drenagem, ,cndo que os moradores se dispõem a fornecer o cornbu,tlvcl c a al11ncn1açào do opcr.tdor d.i m:tq11111,1. - Envio da retro-escavadeira para fazer o serviço de drenagem nas propricd,1dc, dos pequenos produtores Llo A,scntamento Burr.i do !ti, c11jos pr~prict,irio, ,.: Ji,pôcm .i fornecer o combu,11vel e a alimentação para o operador; Em cxpcdiente t:ncami nhado ao Deputado Estadual Vnldcmir Moha, os Vcrc:1dorcs ~lio Diório e bracl Chamorro d.a Rocha solicitaram que seja viabilizado junto a 11,Ll:MS a implantaç:o dc um tekfone público tipo "orelhão" na rodo, ia que demanda; Antônio João. mais prt..-cisamcnte cm frente a llorr.,chari:i e Lanchonete Ponto Certo e outro na Colônia D:irnacuê. considcrnndo que os rnorndorcs daquela loc.1litl:1dc j:i po,suern :guJ encanada e energia elétrica, faltando apenas um tddonc público para dotar a Colônia de urna melhor infra·e~trutura. CONGRATULAÇÕES AO PRESIDENTE DO CLUBE ESPORTIVO BELAVISTENSE De autoria da b:incada do Piv1013 e do l'Tl3 na C:irn:ira llunicipal. foi apresentada à Mesa Moção de Congratulação ao Presidente do Clube Esportivo Uelavistcnse. Soliman Tebichr.me. parabenizando-o pelo empenho e dcdicaç:1o com que vêm conduz.indo os destinos do Clube. "que é um marco histórico de Ilda Vista". assinalaram. AGRADECIMENTO À DEPUTADA MARISA SERRANO O Vereador Pedro Martins Pires. o Pedro "Feio" - PFL l foto), apresentou a }.lesa da Câmara 1\unicipal duas indicações endcrcçadas ao Prefeito ;lunicipal. solicitantlo, respectivamente. o patrolamento e cascalhamento da Travessa da rua Guilherme Paredes, no Parque das Prima'eras e a abertura da rua no Distrito :S:ossa Senhora de F:itima. passando pelas ch:icaras dos Srs. Jc:issio Espindola e Nicodcmo Duarte. VEREADOR ERNANDO GASCO O1secretário da Câmara )os tunicipal. crcador Ernandn Fr.inei,,o G.1sco - l'f'L (foto). cm indicJções ao Prefeito Municipal, reivindicou qu,· sejam isentados do pagamento do I Pl l J o templos das igrejas. de quaisquer cultos. que funcionam em prédios alugados cm nos!,J. cidade e pediu o envio 1 • um l'rojdo de Lei à C:imarJ '.'- 1 uni ip.il fa7cndo a do:içJo de um lote de terreno :i lgrcjJ Evangelica Betel. O Vcn:ador Ernando Gasco foi autor de uma Moção de ,pi usos endereçada aos proprict:irios do Supcnnercado Bom Gosto, em nossa cidade, pela duplicação do prédio, visando um llldhor atcndimc1110 aos seus clic111cs. Gasco também enc.1minhou uma l loção de Congr:nul ções ao Diretor do Jornal Di:ri.i dJ Sar.1. de Campo Grande. cxtcnsi,o.aos seus fun ioo1rios. pcb p:i.>Sagem Jos 29 anos de fundlç:lo d.1quele c,mccitu:ido .:,rgJ<> de imprcns.i. A bancada do PMD13 e do PT na Câmara i!unicipal também encaminhou uma Moção de Agradecimento á Deputada Fcdcr.il ivl:irisa crrano (PMDB) pela viabiliz.:içào de recursos para a construção da creche Irmã Angclina. no Conjunto llabitacional Dr. Ely de Jraúj,J Barbosa (Vila Cohab), "que j:i se encontr:1 em pleno funcionarrcnto. proporcionando is crianças, profrssores ·e funcion:irios ma or conforto no seu dia-a-dia. A creche Irmã Angclina é hoje uma das maiores da região. graças ao empenho c dedicação de V. Excia .. que. sabemos, tem um carinho todo especial pela nossa cidade", diz a integra da Moção. RECUPERAÇAO DE PONTE Em indicação ao Prefeito Municipal. com cópia ao Eng. Chefe da res1d~ncia local do DERSUL. o Vereador Getúlio Lino Filho - PFL (foto). solicitou que scja executada com a máxima urg.:':ncia a rt:cuperaç.:io da ponte sob!l'., • rio Piripucu. que demanaa a região das Caieiras. considerando que a mesma se encontra em péssimas condições e dentro de poucos dias poderá scr interditada se não forem tomadas as provid.:':nci3S neccss:irias. • VEREADOR ISRAEL CHAMORRO O V ercador Israel Chamorro da Rocha - P:--0DU (foto). foi autor d,· várias indicações cndcraçadas ao Prefeito 1lt,nicipal José Garibaldi. onde reivindicou a cxccuç:io de diversos serviços. conforme mostramos na sc:qu.:':nci:i: - Dcsapropriaçüo dos terrenos números 09. li. 13. 1-l. 15. 16 e 17. d.: propri.:<lade do Sr. Antônio Valentim Sz.lachta e terreno número 18. de propriedade do Sr. Altair n ze d: Rodrigucs. todos localizados R ...it 1 .. 1 l I IIH• V/LET ilE TO E COLOC Ç O DE Bl'EIH.OS lm expediente endereçado ao Prefeito Municipal José Gamba!di, o Vc1cador 'cl10 IJ1<H1 1 (lulu) solicitou que seja determinado o p.11rol,11ncnt11 e a coloca,lo de bueiros nas quadras, 86, 89 e CJO. nas proximidades da ru.1 Afomo P'ena. entre as tu.as Jose Leme, llugre e o l•.11rro Antônio Joj,,_ con,iLl,rJndo que o citado local e bastante alagadiço e necessita urgentemente desse , aletamento para dar o rn1111mo de conforto aos moradores das proximidades. CONGRATULA ,ÜES AO JOR ALISTA IVJ.LDO PEREIRA O Vereador :---.clio D,úrio • l'1Dll - !Jrnbcm h11 .tutor di: urna '.'-,loç,ill de congratulações endereçada ao Jornalista Ivaldo J>creirJ. par;ibeni; .. rnJo-o pdo !JnçJrncnto de nuis um li, ro, o sétimo de sua <.:Jrrc1ra di: escritor. ,knornin:1do "!, !{()!), IJO 1 ERERÍ:" "Este cidJdJo bd;1, 1'lt:n,e por ;,Juç.io e mcrcceJor de nossos aplausos. pois além de editor chefe do Jornal Iribuna da Fronteira. um Jos m:iis <.:onc..:1tuJdos do nosso E,ratlo. tJmbém é um grande escritor, estando as vésperas de lançar a sua oitava obra" ass1nalllu o 'crcador cm su.1 loç.1o CONSTRUÇÃO DE !JURO E CALÇADAS O SIJJTED Através de indicação encaminhada ao Prefeito lunicipal. o 'ercador lldefon,o P1ohc1ro - l'SDB (fopo). solicitou que sejJ d.:terminado à Secretara ;!unicipal de Obras ,, fornecimento de mão-de-obra para construção Lle muro e calç:idas na Sede do Sl;ITED • Sindicato lunicip:il dos Trabalh:idorcs em EducaçJo - considerando que a entidade oJo dispõe de recursos para a execuç5o di:ss:i obra, que se faz " bast:mte ncccss:íria pJr:l maior scgurança e comodidJde de seus associados e do p:itrimõnio da mcsm:i. INDICAC:ÕES VERBAIS Vereador Pedro Martins Pires. Reivindicou ao Secm.i_rio iluoicip:il de Obras a recupcração da rua que c_ruu cm frente a residência do r. Sim:'io Ris:ildi. no bairro Agua Doce. segundo o Vereador. provavelmente há um , aza_mento de :igu:i no encanamento que cruza nas proximidades, provocando um:i gr:rnde umidade na ref.:rid:i rua, mesmo nos dias de seca. . Vereador Ildefonso Pinheiro_. Pediu ao Prefeito Municipal que de1crminc :i isc:nç;io do pac:imento de JPTU PdaAP,E-As oc·1° õodo P • A • -d · ' .. "+• 'ase mos fos Excepcionais • de Bela Vista, salientando que o pr 'dio onde e,t:'i in,inbJ:i a entidade é ·edid gr:ituitumentc pelo proprietcirio ~ n d: 1 maus justo que beneficiar a mesma com essa isenção. Vereador Ernando Gasco . olici1ou ao Prefeito -lunicip. l José Guribaldi que d.::tcrmine n constrn ão de um 1 mbr::do cm torno da Escola ilunicip.1I do Assentamento B;irr:ido 11:i. L TRI',A DA FRONTEIRA Teoot IBle mudanças na Lei JOH • ral ''f-cre a lógica e o bom senso que um Covemador dispute SIJ3 reeleição permanecendo no cargo e que, para se candidatar ao Senado ou à Câmara, tenha tpue se desincompatibilizar" () s 'llétdor Kamez Tebet (P'MDI MS) pediu ao Congresso Racional a reformula ao da legislaçao que regula a~ incl •gibiliclades e n s cle<,inoo1 npaLibilizações, até o próximo dia 03 de Outubro. Como disse o Senador, sua intenção é corrigir as distorções provocadas pela aprovação- que considerou virtual da emenda constitucional que permite a reeleição para os cargos executivos, nas três esfera de Governo. Entende o Senador que a emenda da reeleição não abraça a atual Lei Complementar 64, que trata das inelegibilidades. Ele de tacou que seria um contra senso manter, por exemplo, o impedimento de candidaturas de parentes até terceiro grau de ocupantes de cargo eletivos: "Custo a a reditar que um Governador de Estado possa ser candidato à r eleição e um seu parente não possa ser candidato a posto do Poder L gislalivo". Na sua opinião, "fere a lógica e o bom senso que úm Governador dispute sua reeleição, permanecendo no cargo até o último dia de seu mandato e que, para se candidatar ao Senado ou à Càmara, tenha que deixar o cargo por seis meses". Em aparte, o Senador Júlio campos (PFL-MT) concordou que a emenda da reeleição não prevê a desincompatibilização e sugeriu a elaboração urgente de uma nova emenda 06 07 DI 1 '·HO Senador Ramez Tebet constitucional regulamentando a Lei das inelegibilidades "ou acabando, em definitivo, com ela". {oro"tu.si ea.@ ---- _, ILTON HORA ,veornsto• ires»nacos ][ =I)# - 1 o « sol s" :J RUA ANTONIO DIAS ADORNO, 93 -TV MORENA -V (067) 741-5002 FAX - 741-6085 - CEP 79051- 030 - CAMPO GRANDE - MS - BRASIL Edital de Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Registro Civil desta cidade e Comarca de Bela Vista/M., FAZ SABER a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem, que apresentaram os documentos e;,.:igidos pelo /rllgo 180 do Código C1v1l Br.i.silciro. Incisos J.11. lll e IV. e pn:tcndcm se= no dia 27 de Junho de 1997 - CLAUDIOMAR DA ROSA BARRETO e EM[DIA CENTURIÃO DIAS, brasileiros, solteiros, residentes e domiciliados nesta cidade: ele, natural de Jardim MS., eletrotécnico, filho de Remicio 13:lm:to e Mareina da Rosa B:urcto: ela. natural de Ocla Vista- IS .. lides do lar. filha de Felisberto Dias Arrua e evcrina Lopes. Bela Vista/MS., 02 de .Junho de 1997 .IANILDE ROSA DOS SA 'TOS - Oficial:l Indicador Profissional 1.A, BAMBA, Sorvetes Finos Una variedade j@ia de sabores D Ldz Carlos Poitvin Prira • Campa-se Cana, Éa, %ado de 'aaa e ada de Vaca Avenida Brasil, 1.046 1 [2a495-1240-CARACOLUS] Melhor Sorvete da city Sistema Selv Service Rua Barão do Ladário, S/Nº Frente ao Posto Nacional Bela Vista/MS EDITAL CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL EXERCÍCIO DE 1.997 O Sindicato Rural de Caracol, Estado de Mato Grosso do ui. em· cumprimento ao disposto no Art.605 du Consolidação das Leis do Trabalho - CL T, vem pelo presente Edital comunicar aos produtores rurais classificados como Empresário ou Empregador Rural. de acordo com o An. l º., inciso 11. alineas "a". ""e "e" do Decreto-Lei nº 1.166 de 15 de Abril de 1971. que a Contribuição Sindical Rural. para o exercício de 1.997. tendo como base legal o ar.579 da CL T. será cobrada por meio de guia de recolhimento expedida pela Confederação {acional da Agricultura - CNA. com pr:izo de Vencimento cm 30 de Junho de 1.997, podendo ser quitada, até essa data, em qualquer estabelecimento integrante do sistema nacional de compensação bancaria. Caracol-MS.. 22 de Maio de 1.997 WILSON FERREIRA LEITE [ADVOCACIA DR MARCUS A RUIZ "KA AY l3ARE· TÊ" CA SAS Í EIS 1:.· CR/ilf/NAJS CO VTRA TOS - E 'ECUÇÕES 067) 251-l012 e 251-2424 ------ JARDIM/MS huem tem o ideal nas Estrela sa nas pedras e ndo sente" T ADVOCACIA DR. HÉLIO TADEU RUIZ (CAUSAS CÍVEIS E CIUMI AI0 Rua 14 de Maio, 470 - CENTRO (067) 251-1736 - JARDI1Vl/MS _:t__ADVOCACIA -=-- DR. MÉl.10 Rl!JIZ '.A CÍVEIS E CRIMI (067) 251-1012 - 251-2424 JARDIM-MS ~ ADVOCACIA --=- DR. A TO IO F. DO ASClll-fENTO Advocacia Crilninal e Cível OABIMS 2809 Residência: Av.Rio Branco, 193 Escritório: Rua Dr.Corrêa, 706 (067) 287-1181 - Porto Murtinho/MS 2T ADVOGADAS VlLMA DA SILVA OAB/MS 2574-B VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB-2573- B CAUSAS CIVEIS E CRIMINAi RUA CUIABA, S/N - CENTRO ~ (067) 439-1290 - BELA VIST A/MS [Avo&Aos DR. JOSÉ ATANÁSIO LEMOS NETO ORA. LUCIANA BRANCO VIEIRA E e. 726-313-t - Rcs. it 726-2503 Ce.l. 981-6.397 - Cam o Gronde-,1S .JOH 't J), l·HO. TEIRA J pelos laços matrimoniais 111 /1/1 n1, / 11111 a filha do li· al Eduardo e ,f 1111 I 'O, 11rl: ,, /.1111 /•,·111<111.!o. ji/1111 de .hu111 Ramón e Gloria britez, no dia li,/" 1110111 d '(nainonua religiosa foi oficiada na lreja M Auxiliadora, em Hella Itsta- Paraguai, que es /cm, ti,·, lltcl(/<1 U,/11 IIIIIÍ/11, (//'• "'"Í"' dcjlon•, 110111rni.1 flora receber os noivos, as lindas ir mds daminhas RC'll(l/(1 <' OI gemeas Laura e Luiza de So11- za Roa, os elegantes padri nhos e centenas de convidados! 9nds as cerimónias civil e religi osa, foi oferecido ao, mui. ÍII· timo, 11111 ju11/ar no Clube Eelavitese .!o r/uh,• ,frcoratlu cvm anjos e arranjos florais, os noi 'tJ e .,ui., pai., l't.'C'cbiam os C"lllllf1flll1L'IJ/(), I }las mesas lembrança decorativa, anjos pintados por lr:ide Raslan (de Cw11po Cirtm.!c). ande decoração do clube com lindos arranjos de flores natu rais um bonito trabalho do F/o ricultura Rosa de Ouro (de Campo Grande) O ledieiasa janta fico11 a cargo elas Sras.Jacqueline B. Loureiro e Jocmitu B O;.:lwri. bas1ame do giado pelo sabor. d tencasas gurçom serviram sabo rosu <'lllracla e muito wisky, cerveja, refrigerantes e vinho! dono e, delicias@ bolo, foi feito por Fá1ima Flertas ,ui/o gostoso mesmo! 9Zoiua<S;e, canuidadas las na cabe,ae lewava nas mdo '"'' hOJi(/111 I ,J.._, 10 l lkllWllf )l» destaca a preena de elegante Sr"' 1• S, 1111 / /w/0.1 111ocld,ro1 de1/ilr1111111 por lá! as anfitiães 111111<11 1wrc1hr:111 pela arte de bem receber Aos noi vos desejamos felicidade no vida que iniciam.' DICA PAIA l:lOM.E.N8 Estú ,crto horn,m usar meias da mesma cor da camba'? Esse é um bom parâmetro para n roupa esportiva. mas não funciona para temos ou roupas mais formais. Nesse caso, as meias devem ser uma cxtens;io cromútica da calça. Por cxcm• pio: com lemo l>.:ge ou c.iqui cla ro, usam-:,c meias marrons e sa patos marrons. E tem mais: se vocc estiver de bl.ver m::irinho e calça bege ou cinza, as meias de vem combinar com o paletó ou os sapatos. (Glória Kalil - cons.moda) IEM FOR11AI c/1111 aram atê altas horas ao som de um conjunto musical a ud estaca linda m Sí!ll bonito vesti do de noiva, arranjo com pliro- • Pesquisa da Universida de Stanford com insones mostra que caminh::ir uma hora quatro , el.Cs por semana n:duz à meta de o tempo de tortura à espera do sono. E mais: os pacientes passam a dom1ir uma hora além do habitU:11. • Os adesivos de nicotina, são o melhor método contra o vicio do cigarro. Mas um tmba- 1 ho da Universidade do tebraska n:vcla que têm eficá cia menor cntn: os mais jovens. Depois de cinco anos, apenas 3% dos fumantes com menos de 30 anos largaram o tabagismo. Entre os mais velhos. 16%. Mulhiersqueligmmas trumn JXIS têm 30% t11l.-nos prorobilicbdcs de mom.--rdc incerdeovário. Com a cirurgia. cai a pro dução de cstrógcno e progestcrona. A doença toma .se menos agn:ssiv::i. • !'da primeira vez mediu se o tamanho do estrago que a mebncoli::i pode causar ao co ração. Pessoas frustradas e tris tes têm o dobro de risco de so frer com a diminuição d.: fluxo sanguineo para o coração. • O consumo diário de vi taminas C e E alivia as crises de asma. Com 500 miligramas de vitamina C e 400 UI de vitamina E.. a capacidade n:spiratôria au menta em 18%.(li-ans.daVejn) 01,'07 DL }l". 'IH) I>L 1007 - o ' NOSS/l tlrte é reLJíStrnr flS 111el/1ores ílÍLaLJlllS %3ai Catada e 9eo e %3arco hata"Jauaismo. 9nwesdo, Casamento . . ' Av. Brasil,3127 - 1° Andar - Sala 0'6 it431-5318 _ PONTA_PORà Ética "leiga": grandeza e miséria Luas Card Moreira Neves. O P Por um jogo de circunstJnias históricas f« e prefiro chamar, indo ao fundo das oras. Providência Divina), sinto-me filho de uma certa corrente de pensamento Qual? A que teve grande surto na segunda metade dos anos 40e primeira dos anos $0, no romento em que, jovem dommano, eu me iniciava na filosofia e na teologia A corrente que, distanciando-se das fra quezas do imperante existenahsmo, de Jean Paul Sartre, de Simone de lk.1ul11r e. ,tlé certo ponto, de Merleau-Ponty, nem f' r ,w, d<i ,,a Je coloc,1r o homem como nut leo da reflexão Protagonista dessa filosofia foi, sem duvda, Jacques Martain com seu "humanismo integral" e rias outras das suas numerosas obras Ma também foram voz cantante Emanuel Mounver com seu personalismo", L 1u:1111c G,bun GustJvc Thibon, Aimé Torest Que tal humanismo tenha, alguma vez, derivldo num antropocentrismo exacerbado, foi como uma "do cna infantil", coqueluche ou sarampo, que não feriu de mone o ,crd.ule1ro humJn1smo lstc, por 1ntcnn&h,1 de homens como Chenu e Congar, Daniélou e Jc l.ub.1c, 1 ou,s llou)cr, l..ou15 La-.llc e 01110 m,rn, gJnhou e,pJço ru lreja sobretudo através do Corclho F.cumên,co Vatrcano 11 Deste pensamento emanou, no plano moral, uma ética humana, tanto mais sigmificativa quanto mais profunda for a vsão que se tenha do homrm e d11 pcs~oa humana. Depois, por uma inclina :lo nalurJI, a ética humand ganhou foros de ética laica, isto é, secularista e sem Deus (senão contrn ücus). E!itíl e a tticn que conheze hoje um apog,cu. para o bem como pJr,1 o mal. PJra o bcm. na medida cm •iuc ela dernon~tra que Já a partir dos Jutént1• co 'alores humanos é posslvcl deduzir norm:,s de componamcnto pes>0al e social de grande elevação e alnce Para o mal. na mcdtdJCm que, por uma conccpçllo incompleta e in:,ufictcntc do homem, somente na lmhl da sua anunalidadc, a é11ca laica se rcv :la pobre cm humanidade e mais aparentada com a lei dajungla. Uma cultura criçaJn Jc con1radiçõcs como é a nossa • "pcnsiero dcbole", como a qualifica um orbcno Oobbio, cultura do ptO'tsório e do relativo. "cultura de monc", seg indo a dolorida denúncia de Paulo VI e JoJo Paulo li, mns, ao mesmo lt:mpo, cultura arroganlc e impos11iva • a ética se, C duramente desaliada e ameaçada. Uma ética puramente humana e. com maior razJo, uma ética laica mostra-se ~eriamcnte quc-br:iniada e tota.lmcne insuíic1- cnte para dar respostas válidas aos problemas do homem Assim como fknn 0crgson dctccta,·a, no inicio do ,cculo, a urgente necessidade de um .. suple mento de alma" para um mund-, já cm convuls~o. assim faz falta hoje um "suplemento de moral" que cubra as óbvias dcfic1ênci35 da ética laica. Este supll!rncnto é o que vem dos dezrnand:,,mcntos, das leis e normas do Evange lho e. para quem tem fé. da doutnna moral Ja Igreja de Cristo Se. por orgulho ou por ligeireza, uma pessoa. uma coletividade. toda uma sociedade e urna cullur.1 rcJc11Jm o '"suplemento" para ficar só com uma ética laica, mais cedo ou mais tarde sentirão a trágica indigência cm que esta lC' encontra. cm face dos cnonno:s desafios dos tempos que correm S.lo numerosos demais t muito contundentes os exemplos de uma moral dt.o.cadcnte em pleno vgof m um mundo e e111 uma'" il,nçJo altamente sofisticados do ponto de vista tccno c1ent111co. estético. do lazer ou do con fono. A ética laica pode estar bem próxima da_barb;lric (com o perdJo dos bárb:iros se tal confronto lhes parece ofensivo ... ). Lei d:ijungla. barbárie. slo os conceitos que me ocorrem diante de um fa10 recente nos Est>dos Unidos. Chega-me dos meus 1rmlos bispos d,qucla confc:rência episcopal a infonnaç!lo. Leio nas pala, r.i.s deles o sentimento de dolorosa perplexidade com que recriminam ao Sr. Bill Clinton o veto que este colocou, a 10 de abril de 1.996. a uma proposta de lei aprcscntad, pelo Con gresso americano. Visava e.s.s.a lei a proibír o uso de uma té-cnic:iJ~ 1mplant:1da naquele pais sob o nome de "pJ.r1ial abortion". Ao que se sabe, tal tecm.a to considerada legal pela Alt:1 Corte Fede ral de Justiça cm 1973 e entrou a funcionar cm 1979. Sabe-se que. de um milh:lo e seiscentos mil abortos provocados cada ano nos Estados Unidos. de quinhentos J. mil utilizam o mctodo do aborto parcial. Com todo o horror que msp,ra a técnica., e pedindo desculp15 ao leitor pc!J. crueZJ. tenhamos presente que o '"p:inial-binh abortion" se pr.:itica nos últim('IS meses de gravidez. _sobre fetos prováveis ou ccrt1mcntc viá,·eis. Efetua-se mediante um parto intravaginal parcial seguido da aspiraçJo meci nica do conteüdo do cérebro da cri:inça. A pcrvers:lo intríscca do método, vcrd:ideiro infanticfd10, ~grav:i-se com a fundJmcntaç:lo lcg:il e éti ca. É que nos Estados Unidos. segundo a lcgisl:içJo vigente no momento cm que uma criança sai complet:tmc:nte do ütcro, tomJ-Sc pesso:i aos olhos da lei: mata-la direta e voluntariamente é um homicídio. Mas n~o é homicídio. nem perante J lei nem perante :1 :iiC'il IJic:1 .. matá-la.. se eb só nasceu parcial mcntc (partial-binh); É, ademais - dizem os promotores da técnica -. uma • opcraç~o r:lpid,. limpa. segura. com :inestosia local. sem hospitaliz.açlo - pon>nto. tudo OK. • Um projeto de lei para impedir t>I homicfdio foi apresentado> 14 de julho de 1995 e apro"odo a 3 de janeiro de 1996. Mas no fatldico dt> 10 de obril de 1996 teve o 'Cto pre.sidcnci:il contr.1 o qual :i conferénciJ cpiscopJ.I c.r• gucu seu protesto cm dcfc-s!l da vid:i nascente. N;Jo sei quJJ h:r.i sido .. scgun• do a proedura legislativa americana, o desdobrlmento do projeto, que. de todo modo. precisariJ de 2/3 dos votos p:ir.i ser aprovado. NJo preciso cnfatiz.Jr :i truculênci:! e sclvagc-ri:i dcst:i opcr.:içJo ironi- •· camcntc chamnda por uns "nascimento parciJI". e por outros "':ibono pJ.rci• n1". Bast:i-nos dizer que o s.inguinirio Hcrodc:.s nll:o farfo. melhor. Era mc:.smo preciso que o século XX agonizante experimentasse mais esta abominação? COLCCE escoro«os @@/J,{§(§[/9 /J,[Efj?[/~D Wfilli}JJ;:j@f1@ %3tsas, Camisetas, Calças, Camisas e cessáuos Rua General Sarilaniego (em frente a Casa Brites) ..___ - - e Jesla ';) lhfl,,{ I Ul AI va realizara ua Fe ta Junina no dia ::o 06 97 lodos i.:,1Jn lOll id.1- dos para esta grande Festança. Prol' C1:l1.1 1 S. f-rança - Dirt:lor,1 51 JUNINA , DJ. ?J.ítÓ.QlJ JJ. 07 de Junho de 1.997. Clube Paro quial com início ao meio-dia com almo ço. 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