TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2048_18_06_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2048_18_06_1999Número da edição2048Data de publicação18 de junho de 1999Número de páginas8GeoCoordenada -22.105720475244645 , -56.52672917760022 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2048_18_06_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto REGIONAL Ano: XXVI - N 2.048 - 18 de Junho - RS 1,00 - Fundador: lvaldo Pereira Porto Murtinho - Bela Vista - Jardim - Antonio João- Bonito - Guia Lope d I L guna - Nioaque - C r, col Circuito Centro-Oeste e e adiar o chamento da F • ra Immas destinados ao abate continuarão sendo comerealzados para outros Estados, o que não vau prepudwar este ano, a exportação da carne bovma prodcda no Mato Grosso do Sul Os representantes de Mato Grosso do Sul conse guiram. no l 2ºC1rcuito Cen tro-Oeste de l'ecuána. crn Palmas (TO). avanços signi ficativos nas negociações com técnicos do Ministério da /g.ncultura. Entre elas. destacam-se· o adiamento de trinta <li as no prazo cstabc- lecdo para o fechamento da fronteira .. prc, isto parn ocor rer em lºdeJulhoe.qucpas sará a ser reali 1a<lo cm 1 ° de agosto e a pcrmissiio para comcrcializaç.io de boi gor do. desde que o mesmo seja comercializado para frigorí ficos com inspeção federal e atendendo as rígidas normas estabelecidas pelo Mmmsténo da/gncuhur,L /smc:!l.ii<l.t, fo. ram propostas por uma <lclc gação de MS composta pelo Deputado Estadual Paulo Cor&a - PIB (representante da Assembléia Legislativa no evento). o <lm:tor do Departa mcnto de Inspeção e Defesa Samtana, Loacr da S1lva. membros da Associação Ira sleta de Inda tnas e Expor ta.ão de Came (Abre), o Pre sdente Jose Anando Ama do. da Federação da Agncul tura de Mato Grosso do Sul (Eamasul) e Wilson l unpedes Pinto. gerente executivo do Fundo Emergenaal de Febre Aftosa(FHEA) Pagina-08 Londres explica que e Funde:rsul não sacrifica tri o - çues a0 Deputado Estadual Paulo Corrêa Arroyo cobra formação do Con selho de Pesca para acabar com as ações predatórias líllOS rios do Estado A fonnaç.io imediata do Conselho Estadual da Pesca. previsto na Lei nº 1. 787/97 - Lei da Pesca-é o primeiro pas so que deverá ,cr dado pelo Governo para acabar com as ações prcdatcirias nos rios do ilato Grosso do ui. O autor da lei. Deputado Antonio Carlos Arrnyo ( l'TB). panici pou do Seminário "Regulamen tação da Pesca cm MS". reali zado no último dia 15, na As sembléia Legislativa e cobrou diretamente do Governador José Orcirio Miranda dos San tos. a criação do colegiado que irá estabelecer as regras para a pesca no Estndo. O Executivo deveria tê-la regulamentado em 60 dias após a sua publicação. para dar-lhe aplicabilidade. Contudo, transcorridos mais de um auo e meio, tal providência ninda niio foi adotada, ape ar • anunciada disposição do Governo cm coibir a pes ca predatória. De acordo com a lei. é proibida a pesca com fins comerciais. nas água pú blicas sujeitas à fi c.aliwção do Estado. P:íoinu - 03 Depurado Estadual Antonio Carlos Arroyo INCRA contesta matéria sobre a situa ção dos Assentados da Fazenda Caracol Em corrc,pondencia euviad:i a rcdaçiio do Diário Tribw1a da Fronteira. o Superintendente Regional do INCRA. Paulo Afonso Amato Condé. mostrou-se surpreso e desapontado com a matéria divulgada na edição do ultimo dia 09 de Junho sob o titulo "Comi fade Assentados da Fazenda caracol pede ajuda aos verear ----- O Superintendente faz uma série de con siderações a respeito do assunto e pre ta im portantes informações sobre o Assentamento Caracol. Também tomamos a liberdade de prc tor alguns esclarecimentos que se faziam necessários. em vista dessa manifestação do lNCRA. P:igina-03 As contribuições ao Fun do de Desenvolvimento do Sis tema Rodoviário de Mato Grosso do Sul não penalizam os contribuintes e nem signifi cam sacrificios aos produtores / explicação foi dada na quin ta-feira, dia I O. pelo presiden te da Assembléia Legislativa do Estado. deputado Londres Machado. durante a solenida de de entrega do projeto que cria o Fundersul ao governa dor Zeca do PT. na presença de secretários e I4deputados, incluindo todos os lideres de bancadas. De acordo com o presi dente da Assembléia. sobre os frigoríficos. a, contribuições vão significar o acréscimo de apenas 1e sobre a carga tribu tária atual na comercialização da carne. Os frigoríficos. se optarem, podem recolher o ICMS. o caso de 20 tonela das de carne ao preço de RS 2 mil com ICMS de 12% os en cargos seriam de RS 4.000,00. A mesma quantidade de carne. tax.ada pelo Fundcrsul signifi cara um desembolso de apenas RS 400,00. P:ígina-04 LAVAGEM COMPLE TA - RS 5,00 GASOLl1'A-R$ 1,13 TROCA DE ÓLEO - , RS 7,50 (3 LITROS) l BELl VJSTA-.S Depurado Londres Machado - Presidente da AL Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Rogai por nós rograma da Festa de Nossa Senhora do Perpé tuo Socorro em Caracol s se ilhadllese Triduo em preparnção n fe.<tn Dins: 16, 17 e 18 ±s 18:30 boms Festa de Nossa Senhora - SÁBADO DIA 19 • Santa Missa para os doentes- à 09:30 hora • Prociss.'io • â 17:30 horas • Santa Missa - às 18:30 horas DOMINGO- DIA 20 • 12.00 horas - Churrasco • 14:00 horas - Leilão do Gado • 18:30 horas - SantJ Mi:;sJ A1ençiio: Dias 18, l 9 e 20a parir das 19.30 horas j grande QUERMESSE no nosso Centro Soei±l Pe Angelo Pighin. Teremos virias atrações como. Bingo, Pescaria, som, no vido do Conjunto "Pura Emoção", quadrilha dos jo-/ vens e das crianças e muitas coisas gostosas como pastéis, sonhos, espetinho, snnduichcs, choeolnindu, maçü do 1 amor, quen1iio, etc. Equipe d:1 Ft ta f - ------ -------------. CONVERSE ('01 .JESl S ·• 11,du ,, d .1 ti u feuJeis em Mo d, V sabei de tudo Pai ,. nhor do /nve •. 1i. o l{cl tio, R, 1, Vo, qu~ li/, 1 , patahti.o ,, 1 "· 11111110 voltar a vive, o lc pr IJ' o arar Vos que ved n r 1 as pusttas, as minhas lap11• mas, bem abeis Divino mo omo pt tio alcançar de vos esta taça (Pede-se a ta oml) a minha onera convosco Mestre me da animo e alepra par lCt So rlc Vo, c,pcro w111 1c e u111iiJll .t (p,cl .1 :1 1 1 rn111 fc) l·,11ci Di, ino Jesus que antes de tetmat sta conversa que terei (onvoso d111 olllll' 'I 11!,1 q11c lll .,k lllcC l Li ta,a que peço com (e C"om rr,11id H1 ptthlt, ,11, i e 1., 111 I•"' p 11.1 0111rn, q11c p1cLi..,u11 de Vos, aprendam a ter te e confiança em Voe a Misericórdia, ilumine meus passos, asm como o ol ilumina todos os dias o amanhecet e te temunha a nos a conversa Jesus, tenho confi ata em Vo, ,. c1rl.1 ,a 11• '" .111111rn1n a 111i11ha e por graças alcançadas Arade;o de cora,ao por praças alcançadas (1BS) ORA(ÂO A SANTO EXPEDITO Oi:tçílu - l1c11 Sanlo 1 ,pcdllo cLi, C:111,a, Ju,1a, e lJr entes, socorrei-me nesta hora de atlição de desespero, i111cn:cclci por 111i111 j1111tu ao Nosso Senhor Jl SUS CIUST01 Vós que ,oi, 11111 Sa1110 g11i.:rrci1n Vo, qut: sni, o Sanlo dos iíliti,, Vós q11i.: ,oi, o S,11110 cio, Dc,c,pcraclo:,, Vú, que oi, o Sa1110 cln, c,111,a, u1r,·111c,. p101c1,tci-111i.: . .1juclai-111c, dai-me fot a. crnagc111 e serenidade Atendei ,to mm pedido. "Fazer o pcdirlo". ijud:ii-me a ,11pc1,11 e,1a,; ho1a, dilici.:i,. protcgei-111c de todos que posam me p1cjudi.:a1. prn1egci a minha familia. atendei ao 111c11 pedido i.:n111 urr~11cia De, oh ci-mc a Pa1. e a Tranquilidade Serei prato pelo testo de minha vida e levarei ,c11 nome a 1od,,.. q11e 1c111 1;; Oh, ig,1do Rc,ar I Pai 1 0"º· 1 Awe Maria e fazer o sinal da t.:1111 l 111 ;iµradecimcnto. (LllS) ORAÇÃO A SANTA EDVIGES "VÓS S..NTt 1 l)\'l(t! <;_ que fostes na lena amparo do, pohres e ,lc,rnlidn, e ,nrnrro dos endividados. 110 céu, onde gozais o c1c1110 premio da caridade que praticaste. co111i alllc ,·o-lo peço ,ceie a mi11h,1 advogada pata que eu obtenha a raça de (cli,-,e a graça que se pretende) e por fim a graça ,uprcma da ,.th aç:'to c1e111a Para que dcpoi, t.:lll co111pa11hia ck minha ,allla pw1c10- 1a. po,sa !!º"" CIC!ll:tlllcnlc de Vos no céu Amém (Rc,.,r Pai 1'jo,,o. iye ll.1ri.1 e (ilo11:il (! !IS Rei do Bilhar L'r Indústria - Comércio e Locação Snook1.:r - PdJolin - Cartt·,Hlo Piog-Ponr Acessórios em geral Apresenta g,·a,u{e Pro1noçao de Mesas de Bilhar Mesa de Snooker ofieileom ardo ia 2tl42 . f$1 90o 0o Mesa de Snooler oficial,4 i 27com ardo-i....Is 1 N00 0o Mt-~u dti Snool..l·r b<'mi-ofit.:ittl .! 1 t 0111 unJu, .. iu .... H.:t !JOO UO lodos tom acessórios, rvstlmrntoa vneyetra, moino ou imbuia Mesa de Bilhar com taveta, rt•.f -.iitnentu t·1n ru, rntt·t, ,·om urdu-.iu _ . H:t hOO.tUJ Mesa de Bebolin ofieil ferragem embutida H$600.o 1'11•~n d1• Pínl,,!'-Pnn~of1clnl.. HS :too 011 Condições de Pagamento 4 vezes sem acréscimo Oferecemos nossos serviços de reform11i; em ::era/ Façn hoje mesmo o seu pedido Casa do Fazendeãro A Única Especializada no Ramo Agropecuáno Do: Josó Miranda da Fonsoca Rua: Joaquim Murtlnho, 91 - Centro • Porto Murtlnho 1M Fone: (067)287-1252 I / 9 02 r lnsri«cie: y75-$8041 439.-1759 Grtn i J Ptrlro l!Jr.ro e n, 1 r Inscriis: RI. hlhote~ dr de~ da ra a Rothewailer, tratar com o William na '~1~ri1wia ( arnpoliua ou pdo fone fl)S-1317 - C'aralOI 1 '- o s Reponagens fotográficas em geral Aniversános • Casamentos • BaUzados e outros eventos Fotos para Documentos - Malena,s Fotográficos Revelaçao em Cores - Alend1mento a Dom1cll10 Av. Laranjeiras, 169 - Centro CEP 79280 • Porto Murtinh'l . MS DIRECTV l(Q)Irêffi AJKl e, JP A((]) IL1tcdl:m De Camu'111 Lino de Mello Pães - Bolos - Biscoitos - Doces - Salgados Frios Sucos - Bebidas em Geral Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Propnedade de Mana Estela Velasquez Pereira CGC 03 201 266/0001-90 Registro no Cartório de Títulos e Documentos nº 1 066 Diretora Adm1nislrat1va· Mana Estela Velasquez Pereira Redator-Chefe: lvatdo Pereira Departamento Comercial. Victor Hugo Velasquez Pereira Administração e Parque Gráfico: • Bela Vislah.-1S _ Av Tribuna da Fronteira, 564. 439_ 1410 . Fax 439 _ 1544 Cx Postal 23 - Cep. 79 260-000 • Jardim/MS. 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'ontu a na matéria divulgada na ecliçilo de 09 de Ju- cio, tilo logo cjnm encerrado, os trabalhos de nho proximo passado, sob o titulo: "Comissão pericia serão liberados os recursos que contem de Assentados da Fazenda Caracol pede aju- platão aspectos da infra-estrutura do assenta da aos Vereadores". /o publi ar dados relati- mento Caracol construção de 4l quilometros ,OS ,quclc n,,;.c11tn111c11to. scrn con ultn a esta de estradas, crédito para habitação, no valor Institui ·fo, foi rclcgndo o principio maiordojor- de RS 273.6 mil. e crédito para desenvolvi nalismo a difusão das versões das partes Tal mento de projetos no valor de RS 15,2 mil Já ato transformou o material jornalístico em ins- as questões inerentes nos problemas com es tumento de crítica pura e simples, sem o rcs- cola e aüde são de responsabilidade e com paleio do conheci111c1110 dos fatos e. principal- petência, rcspcctiva111entc. da ad111in1straçiio mente, transparecendo um quê de parcialidade- muni ipal e do governo estadual. a julgar pela maneira diferenciada de se dirigir 'o que diz respeito ao assentamento Oarra as pessoas citadas na repo11agem. do 11:i. com :irea de 1.5 mil hectares e-17 famíli- Sobre o assentamento Caracol, localiza- as, a rcponagcm ateve-se cm discorrer obre fa do no Municipio de Dela Vista e com :irca de to: passados, sem a preocupação de trnn mitir mais de 6,3 mil hectare . ínfomrn-se que foi re- informações mais atualizadas - transparecendo alizado no linal de 98 o sorteio para distribui- um profundo desconhcci111cn10 da a1U,1l situa ção dos lotes. contemplando 152 famílias./. ção da área. Esse assentamento, para matéria assinada sob as iniciais UR. declina que constatação, apresenta muito bom de empenho a. terras objeto da discussão "ainda não estão cm suas atividades, fruto do trabalho dos legalizadas pelo INCRA" e que "existe 11111:1 parccleiros e da disponibilização dos recursos disputa na justiça entre o INCRA e o propri- de infrn-estrntura do governo federal Traduzin cl:írio, por falta de pagamento". ia verdade. do-se este desempenho cm números, durante a após o triimite do processo administrativo de safra 97/98 foram apurados os seguinte; dados. desapropriação. foi autorizado o depósito judi- 432 toneladas de mandioca, 6 toneladas de fei cial correspondente ao valor oferecido pelo jão. 42 toneladas ele arroz. 121 toneladas de INCRA para a aquisição da propriedade. Cabe cana-de-açúcar, 88 toneladas de bananas e 225 ao ex11ropriado do imóvel o direito de recorrer toneladas de abacaxi. Mais que isso. no mesmo ir justiça - o qu..: está ocorrendo -. a lim de período, foram computados os seguintes núme resolver possíveis divergências no preço de ros sob o aspecto da pecuária. 93 hectares de venda, não se caracterizando em falta de pa- pastagem nativa, 647 hectares de pastagem for gamento por parte do I CR./. como foi equi- mada, duzentas cabeça· ele gado leiteiro. seis vocadnmente divulgado na reportagem Quan- centas cabeças de gado de corte. 137 suinos. 10 à "lcgalinção". salienta-se que o processo 1.855 ave;;. 41 o,~nosicaprinos e 66 equinos. tramita na Vara ela Justiça Federal do Munici- Finalmente. a uperimendência Re1~onal de pio ele Dourados. Em audiência realizada cm lncra/M coloca-se à disposição desse prestimoso 15 ôe Junho, o Juiz respons:ivcl pelo proces- órgão de imprensa para quaisquer infornL1,;ões que so determinou a nomeação do perito para o possam esclarecer a sociedade sul-matogrosscnsc trabalho de vistoria da :irea, a partir da qual sobre a complexa questão social que envolve a er:i possível o cálculo do valor a ser pago rcfonna agrária cm nosso Pais. Cordialmente. pelo INCRA Ate a liberação do local. de a cor- Poulo Afonso Amolo Condé - Sup. Reg. do tNCRA/JIS Nota da Redação Gostaríamos de esclarecer ao ilustre Superintendete Regional do I CRJ, Sr. Paulo Afonso Amato Condé, que todas as infomuçõc divulgadas na referida matéria, intitulada "Co missão de Assentados da Fazenda Caracol pede :1jud:i :10, Vereadores". foram colhidas na reunião dos integrantes dessa Comiss.10 com os Vcrcadore belavis1cnses, realizada no últi mo dia 07. na sede do Poder Legislativo Muni cipal. oponuniclade cm que foi colocada aos nobres edis a situação dilicil enfrentada por muitas famílias instaladas naquela área. Qunnto a divulgação de que a terrns do Jsscutamcnto Caracol não estariam nem mes mo legalizadas pelo I CRA, havendo uma dis puta na Justiça entre o órgão e o proprietário, parece-nos que se houve engano, foi apenas na colocação das infonnaçües por parte da comis são de Jssentndos aos Vereadores, o que se jus tifica até mesmo pelo fato dos mesmos serem leigos no assumo, pois o próprio Superin1cn dente . ora que apesar de ter sido feito um depósito judicial em pagamento das terras, o proprietiírio recorreu n:1 Justiça contra o valor oferecido pelo INCRA, uma nova ava liaç:io scr:i feita pelos peritos e só depois o Assent:imento poder:i ser legalizado. Cou equentementc, por enquanto tudo vai con tinuar como cst:i porque antes da área estar le galizada o INCRA nada pode fazer com relação a falta de estrutura no /.ssentamento. principal ponto reclamado na matéria de nossa autoria. pelo menos é isso que emendemos na correspon déncia recebida do INCRA. Reconhecemos que não houve falta de pagamento por parte do órgão, mas o mais importante ainda não ocorreu. as ter ras realmente n:io estão legalizadas. Com relação ao Assentamento Barra do 11:i. parece que não fomos bem entendidos, não nos referimos a situação atual do /.ssen tamento, não por d..:sconhecimento ou folia de informação, o que, felizmente nao nos fal ta. pelo contrário. passados mais de 12 anos de sua criação hoje ele é realmente bastante produtivo, auto-suliciente e posssui uma boa infra-estrurura. o que fizemos foi apenas e sim pie mente uma comparação entre o que acon tcceucom os assentados da 13arra do llá. no inicio de ua colonização e o que está aconte cendo hoje com os a sentados do Assentamen to Caracol. Lembramos que testemunhamos in loco todos os problemas da Barra do há na época. quando realizamos uma reponagem bastante abrangente, depois de dois dias an dando a pé pela área. que também niio tinha e Iradas, na qual mostramos a situação cm que muitas daquelas familia se encontravam, ou seja, abandonadas à própria sorte, no meio do mato, isto para não relembrarmos situ ações ainda mais tristes. No mais. muito obrigado ao Supcrintcn dente do INCRA pelas informações prestadas, algumas delas bastante esclarecedoras por si nal, queremos deixar claro que não houve ne nhuma falta de inforrnaçiio ou desconhecimen to dos fatos na divulgação da matéria que ge rou essa manifestação do TNCRA, pelo con tr:irio. somos profundos conhecedores dos problemas dessa natureza, pois acompanha mos o processo de reforma agr:iria no Estado há muitos anos. Houve sim, repetimos, a di vulgação de fatos registrados cm reunião dos Assentados da F nzenda Caracol com os 11 Ve- readores belavistcnscs. apenas isso. É claro que cabe ao rNCRJ responder ou contestar qualquer informação que não proceda, assim como prestar informações em casos dessa na tureza, mas não acusar o jornal de parcialida des ou de quaisquer outra coisa, afinal de con tas. estamos tão somente defendendo interes ses e direitos de mais de uma centena de fa nn1ias de trabalhadores rurais que foram co locadas no /.ssentnmento Caracol sem que ele estivesse ao menos totalmente legalizado. o que não d:i para entender e até agora ninguém explicou quando vai acontecer. (UR) formacao medata do Conselho Estadual da Pesca, pre vtsto ria La n• 1 787/97 - Ler da P ca • é o p11111cuo passo que devera ser dado pelo Governo para acabar com as ações preda tonas nos nos do Mato Grosso do ui O autor da lei, Depurado Antonro Carlos Ai royo (PTB), par ucrpou do Scnunano "Regulamn tação da Pesca em MS", realizado no ulumo dia I5 na Assembleaa Lgslatuva e cobrou drtamarte do Govemador Jose Orano Miranda dos Santos, a cnação do cole;ado que 1ra estabelecer as regras para a pesca no Estado O Execuuvo de sena t-la regulamentado em 60 dias apos a sua publicação. para dar-lhe aphcab,l1dade Contudo, transcomdos mais de um ano e mero, tal provdnca ainda não for adotada. apesar d.1 anunaada ds posição do Governo em coibir a pesca prcdatona De acordo com a lea, e pro b1da a pesca com fins comera ais, nas aguas púbhc.1s SUJcrtas a fis calização do Estado Ela permute a pesca artesanal, a pesca desportiva e a pesca cientifica, mediante prévta autonzação da Sccrctana de :vla,o Amb1mte, ob servando-se o período da piracema e quantidade de pesca do Aunda para efeito da oonna es tadual, e cons1derac!a a pesca artesanal aquela eerada por pes cador profissional para fins de sub sustnaa e manutenção e cujo pro duto destuna-se ao auto consumo ou comcroo, não compreendendo ser os de terceiros A Le da Pesca tambem prevê, como um dos seus pnno pa1s mec.amsmos. a cnaç:io do Conselho Estadual da Pesca, ór gjo del1bcrauvo e consuluvo da polituca estadual da pesca, integra do por representantes das federa ções de pescadores, enudadcs de estudo e pesquisa. setor do tuns mo. pescadores desporuvos e da Sccrctana de Segurança Publica Os membros do colegiado devem ser nomcados por ato do gover nador mediante proposta da Se crctana de ilcro .mbiente, para um mandato de dois anos renovâvcl por igual pcriodo • Conselho i:. caminho para regu- 1 amcntação • O Deputado Arroyo entende que é mwto sim ples a regulamentação. bastando que o governador baixe wn decre to. coando o Conselho Estadual da Pesca. A partir dai, o grupo prornoverâ debates com os seg mentos envolvdos e interessados no assunto, com stasà elabora ção da política estadual da pesca, solucionando, inclusive, os pro blemas venficados no setor. O Parlammtar lembrou que o colegiado, com a partiopaçiio obrig:itória do que constitui o micro-sror da pesca, englobando ai os segmentos penfencos, tais como o tunsmo e os de fiscalização, tan to na :irea fiscal quanto na seguran ça pública, permitirá tomada de dcasõcs quase que no momen10 em que surgirem os problemas. Tam bem possibilitará a definição de una politica que correspoode à realid.:l dc d.:l :ire:i. "Com a participação de representantes de vârios setores, espera-se que JS decisões não so jam aquelas fertas em gabinetes. rode a realidade e mera figura de retórica", di::stacou, Ao justificar a necessidade de formação imediata do Conso lho. Arroyo lembrou que o cole;ado, da fora como pres- 10 na lei, tem como essência a do mocrati.zaçiio da política pcsquei na sul-matogrossense, pois vinas decisões s.crão tom.1das sem que ocorra distorção por falta de co nhecimento teauco e das peculia- • ndadcs da questão "O Conselho poderá :,rm:opar ou rctJrdar o ini- 18/06/99 ao do penodo da pira ma pos e comprovado que em determina ção stuações chmatas, a epoa de reprodução pode atrasar ou adiantar O Conselho, tendo em vsta um problema localizado podera nterdtar ou liberar a pes ca, um no, um tt .ho de no ou uma ccgnio Da mesma forma. a quantidade de pescado permutda para a pesca d portava. podera ser modificada com presteza ou se;a. dependendo da epoca e das cond,çõcs, aumentar ou d11rnn111r o numero de qmlo; pcnrnlldo" cxcmphfícou o Deputado a0 des tacar a mportinca do Conselho O Autor da Le da Pesca lembrou, a,nda. que podera ser localizado um problema de super povoamento de determinação es pece de pene em certo local e o colegyado tera meios de liberar a pesca mesmo fora da poca nor mal, assim como modificar o ta manho permudo das especres ·o Conselho. com a part1c1pa ção de representantes de orgiios governamentais, não-govema menta1s e da comumidade cent fica, tera atnburções amplas e esta e a forma rna,s dernocrauca para tratar a pol1t1ca da pesca no Estado" ressaltou O Deputado adveruu que Pà 03 Deputado Antonio Carlos Arroyyo alem da pesca predatona, ease um outro problema, muito seno, que prejudica os cardumes de for ma ate crud. que e a navcação com barcos de alta po1ênc:1a em 1os estreitos, o que causa o dcsbarranc,11t1l'!lto das margens e assoreamento do leito dos cur sos dagua "Esses motores po tentes, munta ezes dizimam alevnos e peses pequenos", cr tou observando que I ste e um outro ponto que o Conselho Es tadual da Pesca de, era se preo cupar e barar normas, tendo como objetivo a preservação da ílora e fauna aquatrca Por uma Imprensa Livre Não ha imprensa lvre, nem yomaus independentes, sem empresas de comunicação solidas e economucamnte bem resolda No Brasl, por força das hustoncas recaidas no autontansmo poltico, acostumamo-nos a assooar hbcrcbde de rmprmsa apenas as g.ar:intras IC'::!,,115 da li herdade de rnfonnaçiio Tendemos. apressad.:lrncntc. a reduzr o dcb:rte sobre o Ir vrc direito de mfonnar a olnca da censura politrca do Estado tão cfio entemente exercida na hstona recente ' pa1s A discussão sobre a emenda a0 ar1g0 222 da Constituição. que trata da paruopação do capital estragc,ro nas empresas de co111w,1ca ç:io, só agora. quando esta prestes a ser votada no plcn:ino da Câma ra, chega as camada mais fund.1s das qucst.'io Pnmcrro. porque amplia o debate para alem da frotera polituca Segundo. porque toc:1 em prcon cento fortemente arraigado no subconsciente poltuco brasileiro o de que a abertura submctcna a Imprensa aos interesses do capital estrangeiro Nada mas velho e equivocado Ao elevar a mdependênoa cconõnuca das empresas de comum caç:io a catcgona de pré--requ1s1to a mdcpendênoa editonal. o Con gresso lança nova luz na questão da liberdade de imprensa Jornais, • revtstas ou lclevtsões que dependem de dmhcrro público ou pnvado para contmuarcn1 de pê não conseguem manter-se mdcpcndentes por muuto tempo E por isso que poucos veiculos do mntenor, na mamona empresas descap1talrzadas. conseguem sobrevtvcr sem estarem atrela dos ao comando poliuco ou cconõmico local Ou que mesmo grandes empresas jomalisiticas nem sempre vão a fundo cm ,nvesugaçõcs que amcaçem o poder cconõmico Só empresas de comurucação sôlrdas podem garanur. o tempo todo, mfomução mdcpendente e cumpnr o papel que lhes reserva a dcmocraoa Ao pemuur que o capital estrangeiro adquira ações de empre sa.s de comumcação - o que até aqui é vedado pela Constituição - a amenc!a a0 ar10g0 222 ltberta-as das amarras que rcstnngem a liberda de de anganar recursos no mercado financeiro e garante a elas novas fomus de cap1taliz.ação. ·cm por isso essas empresas estarão transfe nndo o controle, ou a decisão edrtonaJ. ao capital estrange,ro,Jj que o que se estuda é a partiépação hrrutac!a dos sÓCtos não bra,1Je,ros, a 30% das ações com direito a voto A proposta do deputado Aloys,o '.'lw,cs Ferreira. autor da emen da, nem precisava ser tão tinuda Até mesmo respertado representante de partidos de oposição, como o deputado e Jomahsta Fernando Gabcira., que mtegra a conussão espeoal que estuda o assunto. concordam em awncntar, no texto, essa parucipação para ate 40•~ A entrada do capital estrangeiro na ârea de comuniC3çào. ao contrário, permitirá o fortalecimento das empresas exustentes, dando lhcs maior independência económica lnccnu, ado, tarnbém. o surgimento de novos grupos no setor. aumemando a concorrmoa, com g.,nhos reais para o édadão. que tera escolhas rna1s amplas M:i,s ainc!a: eV1tarâ a consolidação de monopolos, publicos ou prados, e o controle da infonnação nas mãos de poucos grupos emprcs:iria,s A brusca desvalorização cambial trouxe graves problemas para as empresas jomalisticas, pelo aumento de preço dos insumos Impor tados pnnopalmente papel, unta e equipamentos E a Ü."1:ca forr:na dessas empresas sobreverem nesse ambiente economicamente hostil que se criou para elas. é recorrer ao mercado financeiro, do qual aca bam reféns Correm o risco de acabare:n nJ depe,,dênoa dos Juros cscorchantcs de bancos, ou da JJuda 111dirc.t.1 do poder po!.oco, com todos os mconvenicntes que dai decorrem A entrada do capital estrangeiro, portanto, e a mlho: opção que se apresenta. poís permmr.i as empresas de comunicação lança rem titulos no mercado ntemazonal, a Juros mato maus bares que os internos, captarem recursos no mercado de ações, ou assoarem-se a grupos mnteracionais com epenncia no sor Ao contráno da velha pregação ideologca, trari independa econômua e maior hberdade edrtonal A entrada do capital estrangeiro nas empresas de comunica çiio é um dos ultimes t.abus a serem quebrados neste pais Edgar Lisboa - Joralista D ár o Trihuna da Fronteira 1 / /99 04 Assembléia aprova fundo rodoviário em primeiro turno i'or 22 'Oto, il fa,or e 2 contra, a Assembleia Legyslativa apH,vo11111 uh11110 cl,a OR, o Pte cer favoravel da (orssão de Constituição, Justua e Redação Final (CCJR) à cração do F undo de Desen lvamento Kodovano tlc Mato Grosso do Sul Fundersul) Os deputados deed r,1111, tt1111bcm, c1,,,xar para o nno 2000 ,1 taxação sobre combusti ves, Segundo o presidente da As semblema Leuslativa, deputado Londres Machado ( i'S DO),:, COI· tnbuçao sobre combustivs fica rá p::u:i o ano que .l'lll cm fun ão de 011110s cncari;os que estão sen do p1cvistos a ni,·cl federal. corno 1111po,10 verde O líder do PT□. deputado Cícero do Souza, apre sem ou req11crrr11ento cxcllltndo do ptojc<O ongmal o texto que previa a cobrança de RS 0,02 sobre a comerciahzação de combustuvers A partir de agora os depu tados passam a analisar, no imbr to das comsses tecnucas perma null( ,, o mrrno da proposra "Aprovamos a constitucionahdade, a parur das prO'CJmas sessões vamos nn:tlisar o rnénro da maténa", afirmou o dqmtndo P:11110 Corrê.~ (P'TB) As emendas, entretanto, não alteram a essência do projeto, que antes de ser colocado a vornç.io, foi d1s cu1tdo com rcprescn1a11tcs dn clas se produtora e dos fngorificos Sobre :1 1nfonnaçâo de que a Fe deração de Agncultura do Estado (fnmnsul) a entrar amda esta semana com Ação D11cta de Inconstitucionalidade, o presidente da AL. Londres Machado, afir mou que "as rnaténa é absolut.i• mente const1t11c1onal Recorrer à Justiça é um direto de todos" O Fundo para Recuperação Londres explica que contribuições ao Fundcrsul não sacrificam produtores As contnbções a0 Fundo de Dcscnvolsrncnto do Sistema Ro dov1nno de :lato Grosso do Sul não pcna!tr..1m os contnbumtcs e nem , s1gmftcam sacnftc,os nos produtores , cxpltc.1ç.io foi dada na qumn- 1a-fctra, d,a 10, pelo presidente da rsscmblé1a Legislativa do Estado, clcpulndo Londres Machado, durante a solcrndade de entrega do prOJC to que ena o Fundersul ao govemador Zeca do PT, OJ presença de sc-crctános e 14 deputados, mnclumndo todos os líderes de bancadas De acordo com o presidente d:i rssernblcta. sobre os fngorifi cos, as contnburções vão sigmuficar o acrescmmo de apenas D sobre a carga tnbutana atual na comerctaltz.,çào da camc Os fngonficos, se oprnrern, podem recolher o ICMS No caso de 20 toneladas de came ao preço de RS e nul com ICIS de 12°, os encargos senam de RS 4 000,00 A mesma quantidade de came, taxada pelo Fundersul, sg mf1carâ um desembolso de apenas RS -I00,00 Em relação à pccu:ina, Londres Machado lembrou que não h:i rnctdL'l1Cta de ICIS sobre o trânsito de gado magro e a contnbu1çiio de RS J,00 por cabeça, corresponde apenas a IOºo do ICMS que deve na ser cobrado L:rn lote de 20 reses, por exemplo, ao preço de RS 300,00 por c.1bcça com 1ac1dcncia de 17% de ICl'.IS, 1mpltc.1na numa ca~ ao cnador de RS 1 020,00 de imposto O mesmo lote, contnbu mdo com o Ftmdcrsul. s1gmficar:i desembolso de apenas RS 60,00 Londres Machado cxcmp!tftcou. ainda, que no caso das opera ções agricolas, também beneficiadas com a renúnaa fiscal, o encargo corrl-spondente :is contnb111ções para o Fundersul sena de apenas RS 50,00 para cada 20 toneladas de produtos Se a opção for pelo ICMS, a tnbutação para a mesma quant1d:ide de produtos seria de RS 850,00 "Em todos_ os casos rcla11vos a agncultura, pccu.ina e os fngorificos havera, alem da cconorma do IC:IS, também a vantagem de melhoria das estradas estadt1J1s para o escoamento da produção", observou o prc-s1~ente da Assembléia Legislativa Londres também explicou, na rcumao dos deputados com o govemador Zeca do PT, que a taxação sobre o combustivel é bastante pequena Para cada 50 litros de gasoli nJ ser:io cobrados RS 1,00 e para cada 200 litros de óleo diesel, o Fundersul vai reter apenas RS 2,00 Em rcswno. de acordo com o projao que cnou o Fundcrsul, da agncultura, que movmenta cm tomo de 4,5 m, !hões de toneladas por ano, devem ser cobrados RS 2,50 por tonelad.1 de soja, RS 2.10portonelada de arroz. RS 7,50 por tonelada de algodão, RS 1 .20 por tonelada de outros produtos. Da pcaLiria. que momenta 10 nulhões de cabeças ao ano, l1Jvcra. modenaa de RS 3,00 por cabeça Dos fngorifico, que movimen tam ate 70 nul tondad.1s por mês, ser.io cobrados RS 20,00 por toneladas Com essas fontes de recursos. a prc,is.io é de se arrccad.1r, !) com as contnbuiçõcs de pecuina- RS 30 nulhõcs por ano. 2 com as contribuições da agnrultura • RS 8 nulhõcs por ano, 3) com as contnbwçõcs da came RS 21 m,lh- por ano Com essas fontes de recursos, o Dcrsul teci de RS 4,8 nulhõcs a RS <, _milhões por mês para cuidar das rodovias à partir de janero, os combusuvos acrescentam mais RS 10 m1lhõcslano da, Estrad.ls íon:m e· Ll !.cndo proposto com o oliJL1JVO de as<Je g.urnr aporte de recursos para co locar o Dersul em opera,,_;io e a. segurar as condições de tnÍfC!.'Jl i nas iodovias Dc,em conlilbwros pecu:1nst..1s. que :1tu.1lrnCfll.c n.'io recolhem nenhum tupo de Imposto sobre o tr:ins,to de ado, a agn cultura, também 1senta de ICMS, cos fngorificos, qucdcsfrutn111 de dofc11n1ento na cobr.,nça de ICMS Os frrgo11f1cos terão ahq11ota de ICMS redu:udn de 17% para 2% somente até outu bro, cm funç:io do prazo de vgén cia definido cm decreto "É Justo Governador e Deputados comemoram aprovação de fundo para as Rodo ias O Governador Zeca do PT e 14 dos 19 deputados que votaram pela aprovação do Fundo de Desen vol vimcnto de Sistema RoooVl:ino de MatoGrossodo Sul Fundersul) comemoraram no ultJmo <~a 10, rL1 Govemadona. possibilidade de ya a parur dé agosto o Estado começar a arrecadar recursos para recupe rar as rodoas do Estado O proye to aprovado na sessão de quarta fora. fo, cntr~e pelo presidente da Assembl6a Lcgrslativa, deputa• do Londres 1', 13chado, pesso.ilmm te. na presença dos depU1 a dos. m clumdo todas as lideranças de ban cadas, secretanos e imprensa O Fundersul gora em 30 dias, mas as co11nbwçõcs mo d'ro v.idas on 60 dias Emoida do depu tado Jcr,m Dorrnngos (PSDB) fixou carnaa de 30 dias para 111100 de re colhuma to após o período de um mês de Vlgô,ca da lo. ou SCJJ, 1 taxação vale a pamr de 10 de agosto que euec ore. ax; nb :n íJ<>r• que não pagam qualquer taxa ou 1mnpoto, são bereficados com a rcmmoa fisol", observou o pre "d te da Asemblea Legyslatva De acordo com o prOJ® que cna o Fundersul, da asncul tura, que movmenta em tomo de 4,5 milhões de toneladas por ano. devem ser cobr.idos R<; 2,50 por 1onclada de sop. RS 2, 10 por to nelada de arroz, R$ 7,50 por tone latL, de algod.10, R$ 2, 1 O por IDoo lada de olllros produtDs Da pocua na. que 1110V1mmta 10 nulliões de cabeças ao ano, havera mnadnaa de RS 3,00 por cabeça Dos fngo- O gesto, de entrega do pro Jeto pcssoalmmte e não em cará ter protocolar, fo, JUSt1fic.1c:L1 pelo presidente da AL como necessida de de matenalrz.1r o h1stónco e,,. tcnd1mcnto em defesa da viab,ltz.ação do Estado "Em 30 anos de vida pública. anco vezes presidente da Assembléia. nunca prcscnc,ei t.into rntercssc e coesão cm tomo de um prOJcto", afim1ou Londres, destacando a forma transparente e "medita" como nas ceu o Fundcrsul. fruto do debate com os setores organ,z.ados, todos os segmentos da sociedade Pela 1mportânaa do momenro. Londres disse ter tomado a rn1oat1va de levar o proyeto pessoalmente e convidar os deputados para o ato, porque era a tona do mteresse coletivo, do futuro O governador, que se emo oonou ao fiml de solenidade de entrega do projeto que cnou o nfiaos. qu /mo te>'it:l 1 ,por . R$1900 por ti Com essas fontes d reaur sos, a ptew doe de eatea II l)com as ortn! a ses da pecaa na - R$ JO m!hões por ano, 2)com as ootnbus da agnaultura .R$ 8 ml! - por nno, 3) com !li cort• tnba da came- R$2I mr'. .., por ano Com C'lo.SJS fontes de re curws, o Dersal terá de R$ 4,8 mw !hões a RS t, m,lhôcs por mês para cuidar das rodovias CO:l Elt'STÍVEIS Em relação aos combustt• vens a dea e taxar RS 0,02 por F undersul, for eloggado pelos hde res parudaros, inclusive eh1to Câmara, do P1DB, que assegu rou o apoio 1ncond1oonal de me tade da sua bancad.1 para mcat vas que 1n1erpicten1 a vontade da ma,ona da populaç.io Destaca ram o cspmto de coesão 1.:111 tomo do Fundcrsul Laerte Tela, lider do governo, Ctccro de Sou2.1, !t der do PDT, Geraldo Resende. do PPS e Waldr Neves. do PSDB Todos reafirmaram a concção de que o aparte de recursos para a recuperação das rodovias é uma tona do interesse comum . sem a menor preocupação se o fundo será ou não urm arma (canhão) para o gOemo do PT se viab1!tz.ar A govemab1!tdade é responsabtl1- dade da Asscmbl6a Legislativa e o descnvolomento do Estado m teresse da classe pol,trca, mdepm dcntcmente de pardos. segundo Londres Machado de c<lq •. trosrés. nndo a ontrbuia RS0,01 po, l,11<> r'pr cursos com a contribução sobre combustuve e de R$ 20 mlh por ano se prevalecer o valor l 1 para gasolina e desed, ou RS 1 mulhes por ano redundo a con tnbutção do diesel O !,der do govemo, Laente Tula, destacou pelo menos cnco beneficros com a mnsttarção das contnbu,ções para o Fundersul - geração de pelo menos 20 rrnl empregos nos próximos quatro anos, redução dos indices de aa dcntcs. cone.ão por asf.1l10 deto· das as cdades, melhona do suste ma via no para escoamento da sa fra e labtl,zaçào da terceira va econôm,ca, o setor lunsuco "O Estado niio pode correr o nsco d(' se 111labrlrzar por dergénca politicas". disse o ltder do PSDB, Waldtr 'eves. que cobrou empenho do go,cmo de tambcrn ·ctnbwr o ap010 dos deputados pemuundo seu acesso a sccrct.-inos e membros do governo O lider do PDT. Locster Nunes. afi nnou que. embora sendo do go,emo. não abnra mão de co bra e fisc:ahz.,r a correta apl,o.ção dos recurso, cspccificos p3ra a re cuperação da malh:J "ª"ª AVET __ AGROPEC A loja Amiga do l Homem do Campo Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens - Selaria Veterinário de Plantão !MPORTAPORA E EXPORTADORA e a com a gente mar 0Tereré! - Erva Niate Tradicional - Chá Mate - Erva Iate Tipo Crioula Erva Nlate Sabor 1Vlenta - E Kit Tereré .e San o onio Santo Antônio Ind. Com. Imp. Exp. De Alimentos Ltda Rua Rio Branco, 84 - Centro - Ponta Porã / MS Fones: (067)431-1902/1429 - Fax:. (067)431-1948 A iárlo Irtbuna da Fronteira 18/ 6/9 05 Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS LEI MUNICIPAL N" 1084/99, de 10 de .Junho de 1999 Cria o Conselho Municipal de Alimentação Eolar, e dá outras providências" O PRl:1·1 n O MUNICIPAL DE BEL/ VIS IA, ESTADO DE MiTO GROSSO DO ',UI., no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas e reforçada pela Medida Provisó ria "1.78 11-1, de 13101/99 e nº 1.784-2. de 11/ 02 191. Faço saber que a C:inwra Municipal apro , 011. e Eu. sanciono a scguilllC Lei: CAl'IT LO 1 - DA FINALIDADE /lrt. l º. Fim criado o Conselho de Alimen tação Escolar com a finalidade de assessorar o Governo Municipal na execução do programa de a,si,t~ncia e cducaçilo alimentar junto nos csta hclccimcnlos de educaçJo pré-escolar e de ensi no fundamental mantidos pelo 1uniclpio. moti ' ando n particip.,çilo de órgãos públicos e da co munidade na consecução de seus objetivos. com petindo-lhe especificamente: 1 • fi cali1ar e controlar a aplicação dos re cur,os destinado, à merenda escolar, verificando se os recursos estão sendo destinados à aquisição de gcneros alimentícios; li - prormwer a elaboração dos cardápios dos programas de alimentação escolar, respeitan do os Mbitos alimentares do Município. sua vo caçilo agrícola. dando preferência aos produtos mn natura, obedecendo as necessidades diárias de calorias e proteínas dos alunos beneficiados; Ili - orient:lr a aquisição de insumos para os programas de alimentação escolar, dando pri oridade aos produtos da região, objetivando are dução de custos. zdando pela qualidade dos pro dutos. em todos os niveis desde a aquisiçào até a clistribuiçuo, ob,ervando sempre as boas práticas higiênicas e sanitárias; IV - sugerir medidas aos órgãos dos Pode res Executivo e Legislativo do Município. nas fases de elaboração e tramitação do Plano Plurianual, da Lei de Dirc.:trizcs Orçamcnt:irias e do orçamento mnnicipal, visando; a) as meta, a serem alcançadas; b) a aplicação dos recursos previstos na le gislação nacional; c) o enquadramento das dotações orçamen tárias cspccilicacbs para alimentaçào escolar; V - propor critérios para o repasse de re cursos financeiros diretamente às escolas da rede municipal de en,ino. quando for o caso; VI - propor a abcnura de conta-corrente es pecifica para o depósito de recursos financeiros tr:msforidos pelo FNDE destinados à alimcnta çilo escolar; VI 1 - apre,entar ao FNDE relatório de ati vidades. sempre que solicitado; VIII. anicular-sc com os órgãos ou servi ços governamentais nos :1mbitos estadual e fede ral e com outros órgãos da administraçào pública ou privada, a fim de obter colaboração ou assis tência técnica para a melhoria da alimentação es colar distribuída nas escolas municipais, bem como nn área de pesquisa em alimentação e nu trição elnbornçào de cardápios e aplicação dos recursos financeiros do Programa acional de A lirnenlaçJo Escolar; IX • asse ~orar a Prdeitura na seleção de forneccdore~ e de produtos de boa qu:ilidade. ob servando as normas li adas pelo FNDE e que obcdepm padrões e normas estabelecidas pelos Ministérios da Saúde.: /gric111lura; X. fixar critério, para a diwibuiçílo da me renda escolar nos cstalccimcntM de ensino mu nicipais; XI - aniculor-se com as escolas municipais. conjuntamente com os órgãos do município, mo tivando-as na criação de horta . granjas e de pe quenos animais de corte, para fins de enriqueci mento da alimentação escolar; XII - realizar campanhas educalÍVJS de es clarecimento sobre alimentação: XIII - realizar estudos a respeito dos hábi tos alimentares locais. levando-os cm conta quan do da elaboração dos cardiipios p:1ra a merenda escolar. XIV - exercer fiscalização sobre o annazcnamento e a conscn ação dos alimentos destinados à distribuição nas escolas, assim como sobre a limpeza dos locais dc armazenamento; XV - assegurar a inspeção dos alimentos nos armazéns e orientar as escolas municipais quando da recepção e annazenagem do; produ tos. bem como orientar a coleta de amostras para serem submetidas à análise laboratorial nos ca sos de alteração das características do produto; XVI - realizar campanhas sobre higiene e saneamento básico no que respeita aos seus efei tos sobre alimentação; XVII - promover n realiznçào de cursos de culinária. noções de nutrição. conservação de utensílios e material.junto às escolas municipais: XVIII - levantar dados estatísticos nas cs colas e na comunidade com a finaliJade de_ orçamentar e avaliar o programa no município; XIX - apreciar e votar em sessão pública o plano de ação do município quanto :i aplicação dos recursos na alimentação escolar. bem como a prestação de contas a ser apresentada :i Câmara Municipal. Par:igrafo Único - A execução da, propo sições estabelecidas pelo Conselho de Alimenta çào Escolar ficar:i a cargo do órgão de educação do município. CAPÍTULO li COilPOSIÇÃO DO CONSELHO An.2°- O.Conselho de Alimcntaç:lo Esco lar ser:i composto por 5 (cinco) membros: 1 - o dirigente do órgão de educaç.io da Pre feitura Municipal que o presidirá; li - l (um) representante da Secreuria Mu- nicipal de Süde. Ili - l (um) repre untante do Svdcato dos Trabalhadores Rurais do Muni ipo. [V. I(um) representante dos profess res das escolas municipais. V. 1 (um) representante de pe u e alunos. 81- Acada membro efetivo correspondera um suplente. $2° - / nomeacão dos membros efetivos e dos suplentes será feita por de reto do Pre-. f'eito para o prazo de 2 (dois) anos. podcndo ser renovado. § 3º - O Presidente do Conselho permane cerá como tal durante o tempo que durar a sua função como dirigente do órgão de educação. $4- Os representantes referidos nc te ar tigo serão indicados por suas entidades e órgãos para nomeação do !'refeito Municipal. §5º - o caw de oconinc ia de , Jga. o noC> membro designado deverá completar o mandato do substituto. $6°- O Conselho de Alimentação Escolar reunir-se-á. ordinariamente, com presença de pelo menos metade de seus membros. uma vez por mês e extraordinariamente quando for convocado pelo seu Presidente. mediante solicitaç:lo de pelo me nos um terço de seus membros efeti,os. § 7° - Ficará extinto o mandato do mem bro que deixar de comparecer. sem justificação. a 2 (duas) reuniões consecutivas do Conselho ou a 4(quatro) alternadas. $ 8° - Declarado extinto o mandato. o Pre sidente do Con,clho oficiará ao Prefeito Munici pal para que pruceda ao preenchimento da , aga. Art.3º - O vic.:-Presidentc do Conselho ser.i escolhido por seus pares para mandato de 2 (dois) anos que podcr:i ser renovado. An.4º - O exercício do mandato de Conse lheiro ser:i gratuito e constituirá serviço público relevante. Art.5º - As dccisõcs do Conselho serão to madas por maioria simples, cabendo ao Presidente o ,oto de desempate. CAPÍTULO III DA PRESTAÇÃO DE CONTAS Art.6º - A prestação de contas de aplicação dos recursos financeiros relativos ao Programa de Alimentação Escolar scr:i feita diretamente à Câmara Municipal auxiliada pelo Tribunal de Contas dos Municípios. devendo ser acompanha das da documentação necessária. Par:ígrafo Único - Por força da lkdida Provisória nº 1. 784-a, de 13/0 l /99, fica as segurado ao Tribunal de Contas da União e ao Sistema de Controle Interno do Pod.:r Executivo da União o acesso, a qualquer tem po. à documentação comprobatória da exe cução da despesa . aos registros e demais documentos pertinentes à execução dos pro gramas custeados com os recursos financei ros do PNDE (Parágrafo Único do Art.3°). Cl'lllTOf DAS DISPOIOH HNAI An 7 • O i'rc r lar era cxeutado om l- recursos pro ios da Municipro ong nados no orçamento mual. II - recursos transferidos da Uni.lo e pelo Estado, H- recursos financeiros ou de produtos do ados por entidades particulares. instituições parti ulares, instituições estrangeiras ou interas ionats Parágrafo Unico - Os reursos recebidos do FNDE para o Programa de Alimentação Escolar. deverão ser divulgados pelo Conselho em locais publicos. Ar8- A transferêna de reuros finan ceiros objetivando a exeuao descentralizada do Programa Nacional de Alimentação Escolar é efe tivada automaticamente pela Secretara E xccuti va do ENDE. sem necessidade de convênio, ayus te, acordo ou contrato, mediante depósito cm con ta-corrcntc csixcifaa. 11.io de aplic.1ndo o disposto no art.27 da Lei Municipal n" 9.692. de 27 de ju nho de 1998. § [°-Os saques deverão ser efetuados so mente para pagamento de despesas decorrentes da aquisição de géneros alimenticios, mediante cheque nominati, o ao trcdor ou ordem bancá riu § 2º. O saldo financeiro dos recursos trans feridos. quando não utilizados, poderão ser apli cados cm caderneta de poupança, se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mE,. Art.9'' - O rnuntattle do~ recurso, financei ros a ser rcpas,adu -.crâ c,1lculado con, base no número de alunos de, idamente matriculados no ensino pré-escolar e fundamental de responsabi lidade do Município. e deverão ser gastos dentro do exercício financeiro. Ar.10 - E:-.cepcionalmcnle. a critério do Fundo 'acional de Desenvolvimento da Educa ção - FNDE. poderão ser computados como par te da rede municipal os alunos matricubdos em escolas qualificada, como entidades filantrópi cas ou por elas mantidas. Art.11 - O Conselho de Alimentação Es colar no âmbito de suas alribuiçõe,. de,e forma lizar denúncia sobre qualquer irregularidade verificada na execução do programa do FNDE. ã Secretaria de Controle do 'vlinistério da Fazenda. ou ao Minist~rio Público e ao Tribunal de Conl3s do Estado. Art.12 - O R.:gimento Interno do Conselho ser:i baixado pelo Prefeito Municipal no prazo de 30 (trinta) dias após a entrada cm vigência da pre sente Lei. Art..13 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. revogando o Decreto nº 920.' 96, de 08 de outubro de 1996. Bela Vista-MS. 1 O de junho de 1999 JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO Prefeito Municipal I t"-'- -------------+.,.. Entregas com efict6ncla, rapidez e segurança. •:-•Cruzeiro do Sul CARGAS Mato Grosso do Sul 1t34 4310%9 413 14 ,,,.,,., 21«» 147-1260 i.-.,no 4M--l11& htrai -- ..... - ±arco :r-' ...,, Laguna aarnpd ........ - - -- -- - --- pra - ~ (017"1)M-,)Ul P.oooOQIIPIM 1»11n --.- ,... __ ...... ---- ... ..,,,.,.. Rtaao Rio Pro ..,_ #g her lo Gato do esta ato Qtau ata -- atrolnia - Decoro ,,.,,_ .. .- ........ - São Paulo 4781a7 ..... ..,, 2SMD7 n,.na U..11:n' :.0,1090 ta ta3 &»UIS U.1114 :Z..111l 4L3-712% J.31,-11)0 703-1174 2Tl--l>C7 1M,-O"N 4.7 1443 "4-12') l'Tl•IOll 74ta71 479,,17") $2130: Presidem Prwdellte Fone: (CIUI) D1-4ZTS/ Z31◄11J ~ ...... ~ ............ ........~ broa ti.htg. itg lnti.g --- · . F.am1 ia Seio José do Rio Preto C.' d. S E"E± ' ruzelro ·.o ul ..,,,a- ,._..___ ~ ~~- Trabalhando .-. - E=, Por yocê a» o13: 154as Per +ra (o+z2:m J Londrina l'onr. (03) 12s-5772 ,,..,,_ -- zz7- .. .,,.. toma = 1 e #oca9 ·-· Cruzeiro do Sul Rua Santa Anela 14-Campo Grade - MS Fone (O67)721-5010-Fa (0717249190 iaaias 0o 1d ..,.,,...,,. Lacta #oggó #4ata ietu.g ieutg ..... ·ár-n Tribuna da Fronte·ra Geral 18/06/99 06 nda Policial-Bel_a Vis_ta Ronda Policial nedito condenado ito anos de reclusão 1 No último dia 07, em julgamento realizado no lri bunal do Júri da Comarca local, que teve inicio às Ih0o e encerramento as 1 lJh0tl. fkncd1111 d.: Oli1·..:ira Carvalho, o "Eené" foi con denado a oito anos de reclu- teria atingido a vítima com golpes de faca no abdomem e braço direito. a qual veio a falecer minutos depois de dar entrada no I lospital Sào Viccnt..: de Paula. após ter sido socorrido pela guarni ão de serviço da Polícia l:111 uma iniciativa iné dita. a Policia Militar de lkla M Irealizou Festa Junina A tropelam ento na quctenhasi<lo.paraqueo I" D d e . /rraiú da Policia Militar de U que e ax1as Ikla Vista fosse cornada de Vista realizou no último dia 1 l, sexta-feira uma grande kstajunina. que· não ticou dc vendo nada is melhores fes tas do género realizadas em nossa cidade. Em contato com a reportagem da RI' ll Coman dante do J" l'clotào l'M. Tc nente Antonio Carlos lkrnal l .c,cano. idcali1adur da li:s ta, registrou seus agradecei- me ntos a tod as as as as co- mereiais que prestaram co laboração. às pessoas que ,:onfcccionaram os doces e salgados. aos que trabalha ram na montagem das barra cas, na instalação clt:trica. aos intemos que também auxilia ram. as escolas (professores. diretores e alunos) que parti ciparam. aos responsáveis pela sonorização, enfim, à to dos que de uma fonna ou de outra deram as suas parcelas de rnlahma.;õc,. por menor Dr. h.tbiano Freitas Lopes Cançado f são pelo crime de homicidio contra l .ui1 ('laudio !·.,cobar Cabral. oc.:orri<lo dia 03 de janeiro pp .. pc.:la nwdrugada. na esquina da rua General Suares da Rocha com Barilo do Melgaço. Na oc.:asiào Benedito Cirurgia Buco- Mailo- Facial lmplantodontia RO- Ms 2314 Consultório: Av. Teodoro Sativa, 394 Fone: (067)439-1965 - Hcla Vis ln - MS sucesso e de pleno ê>dto. Danças típicas. qua drilhas. dança <la fita e Con curso da Rainha Caipira. csrnlhida por um grupo de oito jurados. do qual foi vencedora a bonita Joicc Rodrigues. foram algumas das atrações da festança do 3º Pdotiio PM que contou com o prestígio maciço da população. Outro fato digno de destaque.: o de quc nessa ti:sta não foi registrJda ne nhuma ocorrência policial. ou mesmo qualquer tipo de alteração. também pudera. Parabéns à Polícia Militar ccrtamcnte promoveu uma maior integração da corporação com toda a co munidade bclavistcn e. Militar. que logo em segui da também pn:ndeu Benedi to em flagrante delito. Após o támino do julgamento. o acusado foi r..:colhido ii ca deia pública municipal. onde j;i se encontral'a preso desde a data do crime. Dia 15. por volta das l 6h20m. a Policia Militar n: gistrou a ocom?ncia <le um acidente de trúnsito na Rua Duque de Caxias. esquina com rua Eduardo Peixoto. centro da cidade. O veículo VW Gol. cor preta. placas HRA 7933. conduzido por lnácia /lves Pedroso. atro pelou o ciclista Valcriano Cristaldo. de 75 anos. resi dente na cidade vizinha de 13clla Vista Paraguai. O idoso sofreu lesões leves em div.:rsas partes do corpo e foi socorrido pela própria condutora do veícu lo. com ajuda de populares. que o encaminharam ao l los pital ão Vic.:nte de Paula Adoles,centc ferido por disparo acidental Sábado pp. dia 12. deu entrada no Hospital São Viccntc de Paula o adoles cente Rosenir Escobar, 15 uno,. re,idcnte a rua José Féliz I opct. em Bella Vista Paraguui. vitima de disparo de arma <le fogo. Segundo a, informa ções pn-:,t,.1da., pela vítima. outro adole,ecnte teria di,- para atendimento médico. (: bom lembrar que este é o se gundo. acid.:ntc de trânsito registrado este mês ( ern 15 dias) na rua Duque de Caxias. que é uma das mais movimentadas da nossa ci dade. A Policia Militar alc:r ta os condutores de l'CÍculos. motocicletas. ciclistas e pe destres para que rcdobn.:m os cuidados ao circularem pela referida l'ia pública. onde o tráfego intenso e a im.--sponsabilidade de alguns condutores colocam cm risco a vida das pcssoas. As provi dências necessárias para me lhorar o tr.insito na Duque <lc Caxia, estão sendo tomadas pelas autoridades policiais. parado acidentalmente um revolver calibre 3&, em con sequência Rosenur foi atingi do na coa, lado esquerdo Felizmente não houve uma fatalidade maror Agressão e lesão corporal Por volta das OhI5m do ultimo dia 13, na rua Otávio Fontoura. birro Espirito San to. a r;iJiop,1trulhJ dJ Polic1J Mi !11ar proccd,·1, a de1cnção <ln indh iduo Jaire ispinosa. 20 ano,. rcsi<lcntc na referida rua, pela pratica de agresso e lesão corporal con1ra Antonio l.u11 Melo. de 19 anos de iJadc. l:111 podcr <lc JJ!íll Espinosa os policiais militares também apreenderam a arma que: o mesmo u1ili1ou parJ agredir J , 1tima. um "thaco". ou "num-thaco" que é utiliza do em artes marciais. Antonio Luiz Melo. residente a rua /nkro ú..: :loru..:,. IJ111b.:m n,, bairro l:,p1n10 Sanln. ,ofr..:u lesões na cabeça e braço direi to. foi ,ornrriJo ao ! lospital SJo 'íc.:nlc: ú.: 1';1u!J. onJ,· permaneceu intemado. sob oh servação medica. Jairo fspino4 foi encaminhado a Delegacia de Policia Civil para as providên cias que o caso requT -IANA DISTRIGUIDORA ·················!················ Paixão Nacional Cidades Atendidas: Aquidauana - 241-3838 - Bonito Bela Vista· 439-1369 - Jardim Guia Lopes da Laguna - Caracol Miranda· 242-1206 - Porto Murtinho Nioaque - Bodoquena Anastácio - Dois Irmãos Vida - Viana Distribuidora Antarctica Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (067) 241-3838 _ Aquidauana • PROMQçà NA TRocA DE FTR QLéo -CHEQUE PARA 2Q DIAS Você NãQ P9DE FICAR D FORA? LIGUE AGoRA 287 1238 - 287 1163 REVENDEDOR CQPAGAz FRQMQGAz é AQUI. NTANEIR Porto Murtinho - MS - Brasil Diário Tribuna da Fronteira Ger-al DESTAQUES - ANTONIO JOAO 18/06/99 07 Antonio lo4o- A tonteira HM92.$ de Bella Vta- Norte - Paraguay. realuou com u o pela I' vez em Antonio João o coquetel para entrega dos certificados dos De taques do Ano 99. Os eleitos sairam de uma pesquisa de opindo publica realizada com 150 pc, oas nos d 1, 18 ,. li/ de mato. A organização do evento esteve a caro dos radialistas Flavo oodoy. Lile Corréa. Ademir Mendonça, lua l quvel que avaliaram o evento como"excelente" O palco da solenidade foi a Hoste Stuhio 2O09, o deliciosos salgados feitos pela "exper" Zlda Ma+dana, dia 23/05$. 0 aprovados pela população de Antonio João foram. Politieo do Ano bacio Queiroz Silva Relevantes Serviços Prestados 99. 4 Dama Renata Gottardi Queiroz Silva supermercado Destaque do Ano- Supermercado Dica, Médico - Dr.José de Kibamar Crnz ,, .'111'11 1',111ilicadorn • flor da Serra Empresário Destaque 99- Amancio Martinez. Loja Vete tiata- Aroveteriniria Plantel Empresário Revelação- Juwcenir Martins Churrascaria. Flor da Serra Posto de ombustives- Flor da Serra Clube de Eventos - boate Studio 2009 Supermercado Revelação- Supermercado Navier Vereadores mais atuantes 99. Eraldo Graciano, Maurio l'ereira, Sergio Luiz Mohr, Leonyy Ferreira do Nascimento, Joãozinho Franco, Celo Luiz Lozano Rodrigues Politico Revela ão 99. Juneyr Martinez Marques Secretário Municipal Destaque 99 - Joe Alair Marques, Odontólogo do Ano - Dr.Cario., Silva Junior. Relevantes Serviços Prestados - Trih111trt tia l-'r1111teim (lm/,/11 l',•reim). Rclcvnntc, Serviços Prestados- O Progrewo Relevantes Serviços Prestados • (,'emli/11 h•rreim (0 /lrrmllio); Sap,1111ri11 e Selaria Destaque 99.Crito Rei Cabeleireira Destaque 99 - leuza Adriana dos Santos, Advogado do /no - /ber ,/11 S. Xm·ier. llckvantc, Serviço, l'rc<tado, - Vem Alba Martinez Loja de Materiais de Construção - Comercial Elisa Bento Empresária Revelação 99-Ana 0mar Pinto Hotel Destaque 99- Magno's Hotel Relevantes Serviços Prestados - Diário do Povo, Rele vantes Serviços Prestados- Joel Soares Peno Relevantes Serviços l'rc,wdos - /Jr.Cttr/111 llober111 Ercdifl. Contabilista Destaque 99- Antonio Sergio Gomes. Funcionário Público do Ano- Antonio Felix Soares Professor mais poplar Destaque 99 • Dr.l/e11rlq11e C.7,1,r Ko111iy1111111: Comércio Dc,taquc 99 - /forre/o Representações Pecuarista do Ano- Virgilio Alves; Entidade Estudantil Destaque da Fronteira 90. Ul'E (Weimar Souza Marques), Eletrónica Destaque da Fronteira 99 - Katicoco (Jary Ribeiro /J11rborn). Deputado Estadual Amigo de Antonio João- Deputado Estadual Flávio Kayatt Escritório de Contabilidade 1 1 Décio Costa '....."~-- .. CRQlMS 001097/0-6 Tele/fax: 251-2944 n Rua Ver. 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Raça. fertilidade, precocidade e ganho de peso são os aficerces do Programa Nelore Sete Estrelas.. Diá io Tribuna da Fronte·ra Gera I 18/06/99 Pr jina 08 c·rcuito Centro-Oeste consegue iar o fechamento da Fronteira Amuas destinados ao abate continuarão sendo comercalzados para outros Estados, o que não vau premudar este ano, a exportado da care bovina produzida no Mato Grosso do l Por Simone Pampuri Os representantes de Mato Grosso do Sul consegui ram, no 12º C11cuito Ccntro Oeste de Pecuana, em Palmas (TO). avanços significativos nas negociações com técnicos do Minsténo da Agricultura Entre elas, destacam-se o adi amento de trinta dias no pra m cstabcli.:c1do para o fccha mento da frontcira, pn:visto para ocorrerem lºdcJulhoc, que passara ser realizado em "de agosto e a permissão pra comcrciali, .. 1ç:io de boi gordo, desde que o mesmo seja comercrahzado para fiigorifi cos com 111spcçào feder.d e atendendo as ncidas nonnas estabelecidas pelo Ministério da /gncultur.i. ,s medidas fo ram propostas por urna ddc gaçio de Mato (irosso do Sul composta pelo Deputado Es tadual Paulo Corrb- PTl3 (rL' prcscntante da /ssembkra Legislativa no evento), o di retor do Departamento de lnspcç:io e Ddi.:sa Samtána. Loacrr da Silva, membros da 1ssociaç:io Brasikira de In dústrias e E,portaçào de Carne (Ahrcc). o Presidente Josê inn:mdo ,mado. da Fc dcraçiio da Âl!ricultura tlc lato Gros,~ do ul (Fam:1~ul) e Wilson Euripcdcs Pinto. gerente executivo do Fundo Emergcncial de Febre irtosa (FEFA) "Com a permissão de corm:rciah1,1çiio de bm gor do para abate não teremo, prejuizos econômicos Con seguimos estabelecer um quadro favorável para toda a cadeia de carne. principal mente porque no, scr:i per mtido exportar came bov na desde que sejam atendi das algumas rcstnçõcs", m dica Paulo Corréa Entre as principais res trições que constariio da mi nuta da Portaria que será as sinada ncsta sexta-feira, dia 18. pelo Ministro da Agricul tura. Francisco Turra. inclu cm-sc. a pcnnrssiio c,clusr va para o tdnsito de animars dcsllnado, ao abate cm fn- 1!.orilicos de outro, Estados que tenham Inspeção Fede ral: o gado deverá ser embar cado cm ,·ciculos: limpos. dcs111fctados e lacrados pelo se1-Y1ço oficral. só poderão ser comercializados bovinos de proprrcdadcs que rece bam o aval da Delel!acia Fc deral de Agricultura e que tenham pcnnanccrdo na fa zenda de ongem pelos úlu mos seis meses. aqueles a scrcm ne12.oc1ados, também. deverão atender a exigência de serem procedentes de fa zenda na qual cm 90 dias an teriores à sua venda não te nha ocorrido qualquer foco de febre aftosa, situação se- melh:rntc será aplicada :is profiss1onalr,arcm cada ,e, fazendas vizinhas, que numa maus O 1/GRO dever.i acorn cxtcnsiio de 25 quilômetros panhar a quarentena dos am quadrado,. tenham pcm,ane- mais que deverão deixar o Es cido sem ocorr~ncia <lc fo- tado e o produtor rural tera que cos por 60 dias anteriores à obter a Oura dt: Tratamento comerciali,ação. /nimal (GT/) a tim de real1- 0 produtor rural deve- zar a venda, expedida pelo ór r:'r ter o registro de vacina- gão competente. çào de animais contra febre De acordo com Loa ir aftosa, não é infcnor aos da Silva. diretor do 1/GRO. 90% cm todo o rebanho. ó a reversão das medidas an poderão ser negociados ani- tenores baixadas pelo Minis mais que não sejam <le fa- têrio da /gncultura. mdrca zcndas <lc compra e venda e novas oportunidades ao Es que· tenham como destino tado de Mato Grosso do Sul direto o abate. Estão exclui- e. possivelmente. a Delega dos: os bo,111os criados cm eia Federal da Agricultura fazendas srtuadas na frontci- deverá alegar poderes ou rc ra. como é o caso de Muni- quisitar os técnicos do cip1os próxrmos à Bolívia !AGRO para desenvolverem (considerado um Pai afeta- um trabalho conjunto. a fim do pela febre afto~a). o de atender as exigências entanto. o Paraguai. não é estabelecidas para que o pra avaliado como pertencente á zo de comercialização de bor área dc nsco. porque não rc- gordo seja mantido conhece-se a incidência de Também foi deliberado casos de animais com febre aftosa naquele Pais. Os bov111os a serem comercializados também Não deverão ser originários de fazendas snuadas nas pro umdades e locars onde se realizam concentrações de animais O gado destinado ao abate. também não pode rá ser onundo de proprieda de rural sem dados cadastrais. o que forçará os produtores a se que todos os ossos do gado gordo que sairem do Estado deverão 1 eceher um trata mento e5pecral pela, rndú, tnas que comprnr,io o ant mal, portanto, devendo ser rnci nera<los Outra detem11na :io e a de que todo o Crrcwto Ccn tro-ÜctC terá o período de 150 dias para realar o ea me soroloco nos rebanhos cnados nas propnedades nr- raus "[oda a força produtva da .aumne sentra os cfetos de se acordo. que pteve normas não tão pesadas ao produtor rural As medidas nos permt trr:io llCfllLl,lf l.0111 ln_ oriliw de outro, 1 ,t.1do, <l,, p.u, alem de etar prejuzos cco nómcos O impacto não sera tJo g.randc" rc ela Jo1,e /r mando Amado. Presidente da f"AM/'>l 1l." 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