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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2097_06_10_1999
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Ano XVI-N2 097 -06 de Outubro
Governador do Estado, Presi
Paraguai participaram do Encontro de Integração em Bela , ista
'
io ±MA e Ministros do
om as pte
senças do Governa
dor do Estado José
Orcit1o Miranda
dos Santos, dos
M n i s tr o s
Paraguaios Walter
Bowcr Montalto
(Interior) e Jose
Alberto Planas
(Obras Públicas e
Comunicações), da
Prcs1dcnlc <lo
113A MA, Ora.
'arlia Marreco
·rqucira, Deputa
Lsta<lual /nto-
mo Carlos Arroyo
(Representando a
Assembléia
Legislativa do Esta
do), além de inúme
ras outras autorida
des civis, militares e
convidados, do Bra
sil e do Paraguai, foi
realizado com
brilhantismo no últi
mo dia 30/09, em
Bela Vista, o En
contro de
Integração Brasil/
Paraguai.
Páginas-04 e 05
t?inal da Copa More
na Juvenil de Fut-
3al em Bela Vista
0 Encontro de Integra@o Brasil/Paraguai, no Grémio Pedro Rufino reuniu aut +d 4e 4
lideranças dos dois Paises vizinhos aurorauae e dversas
Nos próximos dias
09. 10 e 11 (s:ibado, domin
go e segunda), 110 Ginásio
de Esportes Municipal, Bela
Vista estnrá sediando mais
uma importante competi
ão esportiva de niveles
tadual. a etapa final da
Copa Morena de FutSal
Juvenil. com a participação
das equipes de Ladário,
Corte-Aço de Dourados,
Rio Verde, Rio Negro,
Comercial Oshiro (Doura
dos) e a seleção local.
A abertura dos jogos
será no s.íbado, às 19:00
horas. no domingo e segun
da a, partidas serão
disputclas de manhã e à noi
te, às 09:00 hora e 19:00
horas. a realização do even
to é da Ti' Morena e do
Conselho Municipal de Des
portos - CMD Digno de
registro o grande trabalho
que vêm S<.'lldo rcaliL1do na
área do esporte em nosso
Muni ipio por parte da atu
al administração, na pessoa
do Prefeito José Garibaldi,
através da Secretaria Muni
cipal de Educação, cultura
e Esportes e Conselho Mu
nicipa Ide Desportos.
Vale lembrar que
além de inúmeras atividades
esportivas e recreativas de
sens lidas periodicamente,
há pouco mais de 30 dias
Bela Vista também sediou a
fmal do Campeonato Esta-
dual Especial de Futebol
Amador, promovido pela
TV Morena, competição da
qual nossa seleção sagrou
se bi-campeã. l lojc. na área
de esportes, por méritos da
atual administração, temos
também o Estádio Munici
pal Otávio í-ontoura total
mente iluminado e o Giná
sio de Esportes Municipal
refonnado e com piso dos
mais modernos, sendo con
siderado um dos melhores
entre todo o municípios do
interior do Estado.
Agora é a vez dos
aficcionados pelo futebol de
salão darem seu apoio à
nossa seleção juvenil, que
irá. com força total. tentar
conquistar o título de mai
essa competição de nível
estadual que Bela Vista tem
o privilégio de sediar, gra
ças a0 incentivo e ao apoio
que o Esporte recebe cm
nosso Município por parte
do Prefeito Municipal José
Garibaldi da Rosa eto.
_ Vejam como é f:icil comprar no Supermercado Arco
lns Além do melhor atendimento, do menor preço da cida
de e do prazo de 40 dias ou 5% de descontos nas compras a
usta. acertamos os Tique&es (Valctuk., Vale Alimentação, Che
que Card:ipio Alimentação, Ticket Alimentação; Correios
Alimentação) e Cartão de Crédito VISA (todos) À partu
de hore, você e a sua familia terão maus uma facilidade à
su:i disposição ao fazer suas compras, você terá a opor
tunidade de programar o pagamento das suas com
pras, com a data que você recebe o seu salário.
Supermercado Arco Iris- servir bem para servir sempre
Rua Duque de Caxias g. com A: Teodoro Sativa -f?39-1958
Secretária Munici e a;de
presta informaçãe
/tendendo a
convite da Câmara
Municipal. fomrulado a
pedido do Vereador
Israel Chamorro da
Rocha, a Secretária
Municipal de Saúde.
Ora. Maria Cláudia
Loureiro Pinheiro Lino.
compareceu àquela
Casa de Leis na última
segunda-leira, dia 04,
para prestar informa
ções sobre o etor de
saúde cm no so uni
cípio, especialmente
com relação ao teto fi
nanceiro dctenninado
pelo SUS para o I los
pital São Vicente de
Paula, considerado ex
tremamente baixo, ten-
Prefeito Dilmar Leite
considera positiva sua
viagem à Brasília
Eg CARACOL - O Prefeito Dlmar acompanhado do
pccuansta da região e propnct:irio da agênoa RD Asses
sona e Consultoria de Negocos Roberto Duarte, esteve nesta
segunda-fora cm Brasília, onde visitou o BNDES e o Banco
Irzemaaonal General Banc (Suiça), vsando um programa de
finanaamenrto para o muniópio, que o aJudc a combater a
altíssima e assustadora taxa de desemprego Página-03
do em vista que a Secre
tária também é Presiden
te do Conselho Munici
pal de Saúde e gestora
do SUS no município.
A respeito do as
sunto o Vereador Israel
Chamorro fez a leitura de
um oficio da Secretaria
Estadual de aúdc. onde
foi infomiado :i C:imara
unicipal que a compe
téncia para a distribuição
de teto financeiro do
SUS para as unidades de
saúde no município é do
Conselho Municipal de
Saúde. Diante do epos
to. o Vereador perguntou
à Secretária Maria Clau
dia Loureiro Pinheiro
Lino se a redução nas
cotas do SU para o
Hospital ão Vicente de
Paula é de responsabili
dadc do Conselho Mu
nicipal de Saúde.
A ecrctária res
pondeu afirmando que o
assunto não foi bem es
clarecido no oficio cm
referência. segundo da. o
teto. ou seja, os recursos
do SUS disponíveis ao
município. é infornado
Equipe do CDHU
estará em Bela Vista
realizando negocia
ções com mutuários da
CO)sn e Erva Mate
Matéria na Piina-03
A
a ara
Secretara Municipal de Sade.
Dra. Maria Cláudia Loureiro Pinheiro Lino
pela Secretaria de Estado de
Saúde. que é o órgão gestor do
SUS no Estado. cabendo a Se
cretaria Municipal de aúde,
juntamente com a Be11cfiet..'r1cia
Ilosipitabr São Vicent~ de
Paula. que são as unidades que
prc tam atendimentos de saú
de no município. a elaboração
de uma planilha para definir a
distribuição desse teto. ou
seja, como e onde ele er:i
aplicado. "O U nos dá um
teto de RS -1. 86-1.0 t men ais
e nós. no município. temos que
dístnôuir esse valor conforme
as nossas necessidades. sen
do que o Hospital recebe me
tade desses recursos e a Se
cretaria Municipal de aüde
a soas. E7RI S7 0570D7D7E'
panc" informou J
a Secretária. •
Maria ~ '
Claudia foi enfa- '
'J
. Vendas de Bebi-
tica ao diur que l d:i quentes e
não tem funda- - geladas:
mento a afirma- Brahma e Skol
ção de que éne- Entrega a domicilio
ccss:irin um:i
reprogramacão
na aplicação dos
recursos do SUS no município.
ou mesmo de q uc e o Conselho
Municipal de Saúde quem de
termina quantas consultas.
quanto, procedimentos ou
quais os procedimentos que
deverão ser realizados pelo
Hospital São Vic.:ntc de Paula.
"Isso não é verdade. o valor
do teto do SUS para o muni
cípio nos é informado pela Se
cretaria de Estado de Saúde.
cabendo tanto ao Hospital São
Vicente de Paula como à Se
cretaria Municipal de aúde
apena a distribui:ão d.sse va
lor de acordo com as suas ne
ce sidades e da maneira que
achar mais interessante". sali
entou a Secretária.
rcfc.it ra iVlunicipal de Bela Vista-rv·
Balancete Financeiro do Mês de Agosto de 1999
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Fundo Mun. de Assistência Social - Bela Vista-MS
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DECRETO Nº 1.261/99- Executh o ;lunicipal
"D1.::ipii.: Johr,• ,'umeur,lo d.._• r11u .. 1w1,iru/'
Jo,;;,.: Gnrib.1di d.1 RO.!,,J Neto, Prefeito Municipal de Bela Vista,
l stado de Mato Grosso do Sul no uso de suas atribuições legais.
DECRETA -
1rt ,. • Num,·,i, NAZ.RETII FERREIRA R A MOS, para
1.·,,.:rc-cr u Cargo em Comissão de Coordenadora de Orientação e
1 orma,o Profissional, Sam»bolo D1-2. 4 pJrtir d.: o I J 0 99
A!l 2-Este Decreto entra l'IH l~tf n,1.!,11.1 ,1.: ,u.1 ruhl11..1 Jo.
revogadas as dispo»iões e ll!llllJíht
B,:iJ 1,1.1- l"- . OI J._, Outubro de 1999
Jt)'d (, !UH I 1)11) ARO t ! to. Detento Mlumrpal
DECRETO Nº 1 .262/99- Executfro :lunicip3l
"D s p õe sobre Exonerado d .. F u m .·1v ,:..i r w ..
Josl:' G:1rib:ild1 d:i RC>.:Q Nc10.. Prefeito ~!unicip::I de Beb Vi-ui.
E.st::ido d.' M::i.to Gro o do Sul. no uso dt !tu:i.::- :-:1nbui õc:s lee.aic.:
DECRETA. •
Art.l"- hona:iro pedido. KERL ' ~!O~TEIRO NEL O.
dn C.irfO em Con11::,,s.io ck i: r..-1:1ri.1 li. ··1mholo (' Al-2. :i partir de
01 1099.
An 2-Este Decreto entra em vigor na data de sua publica .1o.
trg.d.rs as dsposis em contrario
lkl.1 '1,u-~IS. 01 do Outut>ni de i9•N
Hhl (, !OB DI DA ROSA ! lo.Deteto um1pa!
DECRETO º l.253/99-Emu1i,o.,t11111-
lhpe whe tones@ode Lena oesane
Jo-e aanibaldi da Rosa Neto. Prefeito 1unipal de l
Vista. Estado de Mato Grosso do 'iul. no u,o de ,ua, ntrthui
lega1s.
DLC R L í /:
An. l - Conceder L1Cença Ges1an1e . a Servi
ROSE IR ALVES DE OLIVEIRA MOL! A. Au~ll,a
Sn, i~-o') (ier.1ir,. !otadJ n.t Sccr1ttdri~1 .iuni ipal de Promo
Social. a par11r d: 15.09.99 :1 13.01 2000. de acordo wm o ar1
9-1. Ja l e1 1u:l1c1p.1' n·· 9.18 l/J
A rt2 - !ste Decreto entra em vigor na data de su
publicaç:'lu. ,e, n~.1dJ, a.., d1,po,1çôe, em conrr.:írin.
l)el.1 i,1.1-IS. ~O de !>e1cmhro dt 1999
JOSl'. GiRl!lAl.01 Oi RU~A '-:LTO - Preíei10 Municipal
DECRETO Nº 1.254/99- Executivo Municipal
"D;põe obre Concedo de Lteença Gestante"
Jos.' G:,nbJIJi do R J :S:c1u. l'ncfcito Municipal de lkk1 'j
r.,1ado de r'-lalo Gn""' do '>ui. n,, li-<> de Sllli atrib,IÍçõcs legais:
D I' C R 1 1
; rt. l' • Com.1.·.! ... .-: 1 •~CIH,:~t ( 11..·,1.111tl'. a St:rvidora no~ ELI
GO'.'IÇAL'f.S PF.IH:IRA. Continua. lotada na Secrct.iriJ
lunicipal de Saúde. a panirdc 20.09,99 à 07.01.2000. de acordo
com o ar1igo 9-1. da I ei Municipal n 94893.
Ar.2 • Este Decreto entra em vigor na data de sua
publicaç;lo. re,ogadas as di,po,içõe, em contrjrio.
13e!J Visia-MS .. 20 de Setembro de 1999
J()Sf' G Rlfl.l rn [) RO'- -.:rTn - 1'1efri1~ lunicirol
DECRETO Nº 1.260/99-ExecutirnJlunicipal
''Dtsp<ic> .ohré E.Tor:i:rm;üy de! Funciunúno"
Jos.' Garib.1ldi da Ros:i lse!o. Prefeito Municipal de &la VISU
Esudo de Maio Gros,o do ui. no U',O de SlOS a!ribuiçõ,.,,, legais:
D E CRETA:
irt. Iº • faonerar. NAZARETII FERREIRA RAMO
do cargo cm comissão de Sccrc1ária 1. Símbolo CA 1-1. a partir d(
01.10.99.
. ,r1.:., - Este Decreto entra cm , igor na data de:- :,UJ
publ,caç:lo. re,ogadas as dispo,ições em contrário.
_ 13cla Visia-MS .. OI de Outubro de 1999
JOSE Ci,Rlfl,I DI DA ROSA NETO- Prefeito l1111i,1PJI
Expediente
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972
Propnedade de: Maria Estela Velasquez Pere ra
CGC 03.201 .2ô6/0001-90
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Redator-Chefe: lvaldo Pereira
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res do ConJHlllU
Habitacional Dr Ely de
/r,Hq11 U:1rho,a. /11111011
JOt: 1 .111a. 111lor111rn1 ,1
nossa reportaem esta
semana que nesta ljllllll:l·
ferra d dia 07. o Diretor
C:on1t·1(;1:1! do CDI llJ e
ua equipe vra a lela Vis
ta p:1r.1111iciar as neo ·,a•
i,.ôc, , 1 ,ando a qu1 t:iç;lo
ela, d,, ida, ele» 111u1uúno~
ARRECADAÇÃO
DE ICMS
CRESCE O
ESTADO
(jll'" f'l 'Jl,llll !lll l,l 1 ,
tl..: ;,•.: !{ :!'i <K! no mes de
março de 199 e qur se
entontam om as su.a
mensalidades em da
Segundo o presden-
1 ·dnC011j1111l11 !Jr l.ly(Vi.i
('UI 1/11) O lllUIU.lílO
que ,e t11qu.1drarc111 na,
condes acama (paparam
até R$ 25 00 no 1110, de
marçu/9!1 e c,1:io cm dia
com suas prestações) po
dcr.io quHar ~cu ~,Ido dc
vedor papando uma presta
ç.io cquival<.:ntc a cinrn
vezes o valor da prestação
do més de mar o de 1 'l9K
/ rcuniiio com o D11i.:Ior
Corm:r ia! do CDI ILJ ~ra
1cali1ada 110 Centro Co-
111umu'uiod1 VilaCOl 1/B.
~ 11110 Gros,o Sul 1c, e
um aumento significativo de
[CM (Imposto de
ireulaçao de lk11' e
Servi os) nos últimos nove
meses do ano, tornado-se
assim o Estado de melhor
desempenho e o únü:o .1
registrar a elevação da
arrecadação em todos os
meses de 99 no pais. Em
deze111hrn passado, MS
estava na 17' posição do
ranking da arrecadação de
IC~ IS. e111 ja11eiro de 1999
po lou para ló, e a cada mês
sua colocação melhorava de
forma expressiva. Só neste
més (setembro) a
:1rn.--c.1da ·,k, lic,,u J()(!~arima
ch1 llll·,1110 pcriodo do ano
passado, As informações são
do Mmistério da Fazenda.
i:011f11m.,da, por Paulr•
Duan,· - Superintendente de
Arrecadação Tributária da
Secretaria da Fazenda de MIS
, ju,titii.:ati, a para
csti.: crc,cimcnto na
arrecadação do ICMS sem
se elevar as cargas
tribut.1ria,. !,C~undo Paulo
Duarte foi a busca e punição
dos sonegadores. Algumas
cmpn .. ·,a" de grande porte
possuam redução ou até
mesmo isenção de impostos.
/', ai i, idades Je
comercialização e
indusiriali✓:,,ào de pnxht1th
agropecuários, campeãs de
e, as:)o fiscal. qt1l.'
respondam por 19% da
arrec.,daç:io de IC:'-IS.
ele, :11 .un ,u:i contribuição
parn -1 I (}ó. No comê-reio as
empresas monitoradas
recolheram 47% a mai,.
Como o ICMSé um impo,io
de cobrança indireta. uma
, ez que Ml:I tributação e 1:'i
embutida nos preços das
mcrc:idorias. Quando uma
empresa sonega o IC:V1S, ela
c.:,l:i cobrando do consumidor
e 1r.111,li:rind0 par:, beneficio
p ·rio- cometendo crimes
conlra <> Es1ado e o cid:,duo.
, i,;cali,açào e a
,0111ndc poli1ica sào o,
principais meios de se evitar a
evaio fiscal. O atual aumento
da :im:,:nJ=iç:1o de ICI IS. que
é responsável por 90a95%das
, crba, do Es1ado. é um
,~c111plo de que o poder
público 1em meio, de
tr::111 lonn:tr promessa cm
n::ilid.,dc. Uma ,c,quccom o
crescimento do recursos
estaduais (em o importunio d.a
eleva ão dos impostos) e a
popul:,ç:io ê que sni ganhando.
Ricardo Rig.o Acadêmico:
2° anu jorn:ilismo UF;IS
J" un11 Com. Soc.i:11 UCDB
1d, 11tc J 1
Conjunto Dr Hly mntot
mou .,in.! 1 q.,~ 11 l>nci 11
C1mcr,1.IJ,,(IJIII IJr
11cm .:, p, Jc que todo,
os mutuanos do Dl ll
cm lkl.1 Vlt.1 1nd11111d,1
o prop: 1.:t.tr10 d.:'·"·"
Jo, w111unto, ( 011 li<.:
1 í ,11.1.tl..!. Ull11p.1rc1,..1111.,
c':I lelllll,10 11(1 l't.:1111l
Co111u11H,1110J.1( OI! li
lOl11 o nh11:t1o Jc ,c 111·
tentarem das negociações
e ob1crc111111:110,c, 111fo1-
mações a te»perto d.a ·t-
111:içiio dos mesmos
Prefeito Dilmar Leite, e
Caracol, considera ositº
va sua viagem ai Brasí ia
Consciente de ,ua,
obrigaçõc, para com o pm o
caracolensc. que o tomou o
maisjovc111 prefeito da histó
ria politic:1 do numicípio. o pn.'
lcito Oihrnr 1.cite desde o ini
cio de seu mandato têm pro
curado c'Star ao lado dos me
nos fa, on.'Cidos. com o finnc
propósito de tom:í-los n:..ilO!l·
s.ivei, pelo próprio SUSIC11l0.
:u r.l't.:s da gcraçiio de l!IIIJ)íc'
gos na cidade e no ca111po
Niio cndo um
go,·cmanlc de gabinete que
espera as coisas acontece
rem. o prefeito Dilmar acom
panhado do pecuarista da
rcgiiio e proprict,1rio da
ag~ncia RD Assessoria e
Consultoria de egócio,
Robcno Duanc. este' e nc,,"ta
!'l."gl01da-fára cm llra..<ili.'l. onde
,isitou o llNDES e o lhnco
lntemacional General Bane
(Suiça) visando um programa
de financiamento para o mu-
1,icipio. que o ajudasse a com
bater a altis.,ima e assusiado
ra taxa de desemprego.
Assim co1110 da
primeria vez, o prefeito mu
nicipal n5o voltou de miios
abanando. já que naquda
oponunidade con eguiu o
asfalto que beneficiou inú
meras quadr:is da cidade e
o aumento do número de
cestas b:isicas do mw1icipio
junto ao programa Comu
nidade Solid:iria. Prova-·
vclme11tc na próxima terça
feira técnicos do 13NDES.
do General llanc e da
Embrapa. estarào em Cara
col reunidos com os peque
nos e médios produtores.
classe empresarial e política
do municipio. visando a im
pbntaç.10 de unu fabrica de
su os e de um fiigorifico.
É, :ilido lembrar, que
caso o estudo das
ose Amulton mnfor
mou tambem que 111111 ..
,q,unJ., 1.1.ip.1 c:n J 111,1
ser defimda. a equipe do
( 1)111' l.11.1 ,1 ,·ntrc • 1 (!o,
recibos de quttaçao das
ca,.1, tln, 11111111,1110, que
cf'ctuarc.:111 os papamentos
nessa I'etapa e ira nego
uar Lo111 o, <lc.:111,11, 11111-
tu:ino, que p:tt•ar.1111 ,tll •
111a de.: R 2'i 00 ,·111 111:11-
ço de tJ!I. hem w1110 d,·
vera fazer a transferéne+.a
dos famosos "contratos
Jc g;l Cl,i", Oll ,cp. :1 1 c
gulanzação da stuaio
do~ atual 111tHt1:1no, qu,·
Prefeito de Caracol, Dil:11ar ela Silrn Leite
potencialidades do solo ;::ja
f.wor.i, cl e apro'ado pelos
técnicos do E111brnpa. o pro
gr.ima de fm:mci.,mcntos ser:i
imediato. e a garan1ia de
compra da produç5o a se
gurada. Ponanto é muito
i1r.ponante a panicipaçiio
de todos os interess.,dos
nesta reunião. j:i que este
não é um projeto poli1íc0. e
sim um projeto social do
prefeito., isando única.: cx
clu. Í'amentc a geração eh:
emrm:gos cm sua cidade.
É digno do nosso
aplauso este gc 10 piondro
do prefeito. o qual espera
mos que aja apro'ado. poi.,
cstar:i gerando om isto. ,ó
na cnnstmçiio do fiigorifico
e du f:ibri.;a. no mini mo 200
emprego, (diretos e indire-
1os). e om estes em plena
atr. idade.jLmto, estarão ge
rando 500 empr,-gos diretos.
Junto as pessoa,; cenas. as
coi~as acont1...-ccn1 nonnal
rncntc. por issn queremos
apro, ei1ar a oponunidade.
para cwnprimc.:nlar urna pcs
so:t. que llh!:-into anônima
deu o maior apoio e incc.:nti
, o ao chefe de, c,c.:cuti, o.
inclu,i, e o a ·ompanhando
com dinheiro do próprio bol
so nesta, iag.cm_ tt:mos er
teza que na hor.1 cena. a co
munidade car:i olcnse s.1bc
rã reconhecer este gesto de
amor por esta tc.:rra. na qual
ja possui bens valiosos.
É. quem ,.abe faz a
h r:! n:io c.:,p,111 conteccr. e ao
que parece o Prefeito Dilmar
le antou. sacudiu a pocim e
l!Stj cbndo a , olw por .:im1
P:1r.1bén_,111 (Gorloy)
Um pa
ra aperf ÍÇlH r
o irnprc.~cindh·d p:1-
democracia
'ptn is da p
t que um dos
mio,a od t tu«dana, e0 l
lllllll 1l•j,lf,l
1
'1101 ti'
"Arfo mapt aroherompo ti onju nur as
que nio se sumem ao modus operand espeufo da huti
a dama4tatuna, ao u onteto on, uoc os/tu ... t(>nd ..
p.ua rc.: p011cler a(" Jíl"''º' d 1 ,., i cl.,J~ 1 k IJIO .HI ti d
um conflito, cabe ao juiz colar a ler com anseios de hhrdade
tia e democracia do povo" enfatizou deputado Ono
Antes de abordar mudarias mais polemas. omo o
l.O::.t1ol~ c,krno. t!t,...: Orto lom.1 ~ 111~11t ...,_ r.d., el portanto
,1 alturd.1:•c111 de que oe, que circundamo desafo ontemnpo
r,tnt.."0(1'1 mn,1 orckni um.JUlh.lori.tlc filn,Hfi"".t um10.111x>ro-
,idad!! da Jutia Segundo ele. "esse tem sido o motivo lTIJH
1
1
para eh«utnt e ptopor a retoma do Judxiano E a morosada
de que 1cr11 a1111gi<lu mais de perto a credibilidade deste Poder"
Citou alguns cemplos de ao que tastcamn morosamente sem
,oluçào e outro, que (;(l!1ti1111.un e111 ct111~JJs•,o de c-,pct ,1. 1:<1111 ,,
1mpunicladc tornando-se exemplo vivo dessa
contemporaneidade. como o aso do ateu Mouhe. o do
",hoppin)! de 0-..1-,uJ. <h :h-..1,..i110,d.1 l andd.1111. do ( ,11,111d.1u
e de I ldoraclo de Catajas Não omitiu o caso dos podei ll-.<h
como o c,-dqn11.1do c1!!JO ',,1}:1 e popul.u,-.. .111011111Kh. parn
perceber a distancia entre o pm u e o l'o,kr
l·ntre os detensores dessa retoma Oro krn!Hllll do
Coorde11ador (,cral do Instituto de IJcli.:,;i d., ( id,,dania e
dos Direitos l lum,rno, Roberto Pugliese e do Desdente do
Supremo Tribunal F ederal. Ministro Carlos 'cli<hO "f k,
atribuem como maior mal a essa morosidade da lustra e ao
seu esclerosamento. o desaparecimento dos órgãos judicia
nos. principalmente o, de primeiro grau e o C'-C>~I o
fonnali,mo que dcc:one da, norma, prn,e,...,1:ti..., igl'.nlc,
além da fàila de recur<,(),"
Concordando com a anàh,-c dc,,is i;c111c~n 11ad:h au1on
dade,-, Ono, ai um pouco alem e di, que "a falta de jui/.c,
tambem e causa da kntidiio da Ju>tiça". c1t:tndo l,Olllo e,c:n>
plo-.. a Alcm.1nha que tem umjui/ para cada 3 5(0pess0as.a
França. urnjui, para cada 600 pe,wa, "' 1 ,1.1dth l 'nido,
umjuv parJ cada 9 mil pe,,,oa,. a ;r!!<.!111' -.1 111 r para cada
17 mil pessoas e o llra,il. um jui/ para cad '"''°ª'
/inda para ilu..trar. Orro cita oca-.,, de tal ,, do ',ui.
que para preencher as vagas existentes.p'e. «nu4t ... I2ju,-
,,..,, sub..iitu10, 15 jui1.I..', dc 'Entrância ctede2 I nrr.im:IJ e
cinco ele l· 111r:inc-i:1 Lspt.'<-ial num total de 39 11111c,
SOU (ÓES [ PROPOSTAS IJISCI J'll),S
Orro fe, questão de mencionar a, ,olu,;üc, e propos
tas ja discutidas por alguma, autoridade:,. e: dc.:fl'.ndcu uma
nuior c,pc~iali,.ação do, orgdu, de I gíau "l.,_, .. a c,peciali-
1.açào. hoje. da-,c: nos doi, campo,. i:1, il e criminal. com
Varas Cin:i, e Criminai, !·la.entretanto. de.:, ena c.:,1cndcr
sc muito mai, O mini,tro Vdloso ,ugc:rc. di,".: Orro. que
nas capitais e cidades m:iion:, ;.c:jam institu1d,,- cc11110,judi
ci:irios com fóruns ,specialv.ado, fómrn da í·att:nda l>ubli
ca, com varas tributarias varas de direto admini..:iratÍo. fõmm
agr.irio. com, aras espcciali/.ada, em Direito Agrário. fõmrn
ci,·il e comercial. com 'aras comerciai,. que compri:endam
também., aras de fah:ncia, e concordada,., ara, de propri
t.'Cl.1de industrial etc; fõrum criminal com, ara., e,;pc'.iafiz.ada,
cm ma1àia Jl<-'llal 'aras de tr.in,ito. tó,íco, etc"
Orro lembrou. ainda que uma das soluçõe--. entiio m,.:n
cionadas pelo Jlin. Carlos Vdloso encon1r:i-...: hoje em fase
de in~1lantaçiio: s:io os juiz.a dos l!Speciai, e de p<.-quc11as cau
sas. qut: segundo ele devem c,-pandir-,e também para o in
terior. 01110 juizados mó,·eis. cornjui.f.es i1iner.mtc, que se
deslocariam portodo o território nacional. Por outro lado.
como a deputada Zulaic: Ribc.:iro. Orro defende. alem disso.
que existam juízes e promotore de plantão nas comarcas.
Além disso. outra propo a de ,oluçiio tambem dc
fendida e apresentada durante a palestra ao, adc,guiano,
pelo deputado Rob no Orro . ..; "a in,,iruiç.io da responsabi
lidadt: ci,it e administn1ti'a dosjui7.es". que ,e de, e traduzir
na respon,abilidade do EStado. por erros judiciai,- e pelo
direito de regresso. cm aso de culpn ou dolo. segundo ele.
" e,,se sentido. disse. a Associação do, Magi.;.nados do
llr:i "l(AMfi)con ideraqueareformadC.'t: omcmpbrum.1
prC'>is:io de muha. a f.J or da parte prejudiada pelo exercicio
abusr. o (protebtório)dosrecurso· jucli iai· E J OAB propõe
responsabilidade civil do Estado pordanoscau,;;ido; pelosjui
= no erro inescusável ou dolo". Fmalizando Orro dis,e que.
na vercbd.:.. '),re isnmo;; ser capazes de onstruiro mundo de
amanh:i. mmundoquequcremos m:1isju51o.ncisí."'re.nuis
é6 o". Parn isso scrpos.,h el disse con orcbrcoma po ·.,.:o do
nador Ramez Tebet, sobre Educaç:io up ·rior e ,35 Ten
dências pam o Século X,'.l defendeu um en ·ino w,i, crsii.irio
, ohado para a fomuçiio de um homem no o "L:m homc:1l
onclui Orro. que não entenda a cidnd:u1 .. :ip,-:-a, omo meio
de realização pessoal nus que esteja intCft .. ,o '!Í~ameme j
urra comunidade unr.·c ai de homens li-,, •,"
aaor o sta
J ( r) dor do
( om as pf 'n, s o +0v€I
Estado José Oreiro Miranda dos Santo
dos Mintros Parapuno Walter Dowe!
Montalto (l11l1 r111r) I' .lo ,l' Alberto Planas
(Obras Publicas e Comunicações), da Pre-
1dente do [BAMA. Dta Manha Marreco
Deputado Estadual Antomo Carlos Arroyo
(Representando a Assembléia Legislativa do
Estado), além de inúmeras outras autor1da
des civis, multares e convidados. do Brasil
e do Paraguai, foi realizado com brilhantismo
nu últrnll dia 1()/()</, cm Bela Vt'>la, o Ln
lnlcf.rn,·,io Bra.,tl/l'araguai.
e,., , •'ortlol t do/
ua ralzasão mat raliza
d ampanha o de mt
no,'um Encontro oro » yA
bem pouco tempo, mais precisamente ate o da à! e
Dezembro do ano passado, não seria realizado na to d
querida Bela Vista, mas sim na capital do Estado em
gabinetes confortáveis", afinou Zeca do PT
) Governador reportou-se a viagem que fet Is
passado a Assunção, em companhia do Prefeito Garibldi
e de outros prefeitos da região, onde trataram do
·estreitamento das relações politicas, ambientais. comer
ciais e culturais entre o Mato Grosso do Sul e o Paraua,
apontando acoes concretas que podem ser desenvolvi
das em conjunto "(0111 a realiza ão de Encontros como
esses, de Assunção e de Bela Vista, estabelecemos um
marco no caminho que estamos traçando com o objeto
de devolver ao MSe ao seu povo, empresários e traba
lhadores, o sossego, a tranquilidade e a motiva,ao que
ele precisa para acreditar nas suas potencialidades, le
vando a crer firmemente que Mato Grosso do Snl poclc
,er de lato um 1 ,taclo importante da I edcrn ,io e n,io 11111
Estado periférico, conhecido como um anexo ou uma su
cursal de outros Estados tidos como mais importantes.
de,tnu1u Jo,c Orcirio
Continuando ,cu vibrante pro111111cia111c11to /cca
eníati,ou que o Encontro de Bela Vi,ta ta111he111 era um
momento histórico porque estava proporcionando odes
dobramento das convesações de As unçiio. do qual par
ticip:uam os Ministros aqui prc,cntc, e o próprio Pres
dcnte da República cio Paraguai "Aqui queremos discutir
e <lclinir um acordo sobre a pesca predatória. propirnn'.·
do a integração da nossa Policia l·lore,tal com a Policia
Ambiental do Paraguai. e,truturnndo e dotando-a, das
condições necessárias para desenvol crem uma liscah,.a
ção conjunta, aqui vamos aprofundar o debate sobre a
integr açfo econõmica, sobre a Hidrovia do rio Paragua
que beneficia o no so Estado e também o pais vizinho.
permitindo que os nossos produtos tenham um preço m.11',
competitivo à nivel internacional. enlim. queremos ser
pareci ios. não queremos só ,·cnder os n~ssos prod1'.to,.
queremos ser irmãos de foto para. de maos dadas. cre,-
cermo,juntos", destacou o GO crnador .
o final <lc suas palavras. José Orcírio Miranda do,
Santo, reportou-se ao Tratado do Mcrco~uL segundo
ele. tão falado mas que necessita er materializado com
ações concretas que beneficiem a relação comercial entre
os paises integrantes, como o Drasil e o Paraguai, deian
do de servir apenas para criar conflitos e confusões Sal
cntou esperar que cm novembro, quando da visita do Pte
sidcntc do Paraguai ao Brasil. cm nrasílta. possa ser ass
nado um documento elaborado com base nos Encontros
de Assunção e nela Vista. garantindo aos governos da
região de fronteira do llrasil e Paraguai. poderes que P?'
sam formalizar acordo que garantam _uma ma,~r
integração e facilitem a vida da duas comunidades '.mias.
permitindo o nosso desenvolvimento com mais agilidade
"E com essa intenção que o Govemo l opulancm a
nela Vista, cheio de ânimo e detcmiinação. acreditando
firmemente que agora nós iremos à fn:ntc.jwnamcnt~ com
• •
1
• - d Paraguai e Lambem da
os nossos VlZlll OS e rmaos, o ·'E .
Bolívia, nnno à um futuro de efetivo desenvolvimento, es
pccialmente na regiões udoeste do nosso Estado e nor
te do Paraguai". finalizou Zeca do Pl.
{ ll.II.Ir--I s la
o Prefeito José Garibaldi (foto). anfitrião do im
portante Encontro Intemacional e um dos responsavei
por sua organização em Bela Vista, juntamente com o
Governador Jos.: Orcírio Mirantla dos Santos, agrade
ceu as presenças das ilustres autoridades dos tio is pa
iscs, afirmando que Bela Vista ,cntia-sc cngrandec1d~
e pre•aigiada por estar sediando o evento Josc
Garibaldi lembrou que o Enconu o em l3da Vista era a
continuidade da rcunião de Assunção entre o Gover
nador do Estado Zeca do PT e os Prefeitos da região
de fronteira, com os Ministros e o Presidente do
Paraguai, rcali1.ada mê, passado " aquela oportuni
dade assuntos de grande interesse do, dois povos ir
mãos. especialmente da fronteira dc ambos os paises.
foram debatidos. ficando acertada a realizacão desse
Encontro cm Bela Vista para o aprofundamento e das con
vcrsaçôcs", re,sahou José Garibaldi
Confon11cj:1 infon11a111os na edição anterior, os as
sumos referidos pelo Prefeito Garihaldi e quc constaram
dn paula de Encontro de Integração em Bela Vista fo
ram e,pecilicamcntc relacionados a região de fronteira,
como a criação de condições para a nnplantação da Rota
de Integração niocc:iniea "o novo corredor central" de
fendida pelo Govemador 1/eca <lo PT; o fortalecimento
do 1111 ismo na região; a construção da denominada.es
trada da integração liga111lo Porto t>lurtinho à Filaddlia.
no Chaco Paraguaio e a pavimentação da estrada que
liga Bclla Vista Norte ao Crncc, que é reivindicada pelo
Prefeito José Garibaldi, juntamente com as autoridadc,
da vizinha cidade paraguaia.
A pesca predatória no Rios Apa e Paraguai. na
fronteira entre os dois países. a questão do meio ambien
te e a agropccu:iria na região fronteiriça, a preservação
do Rio Apa e as medidas que podem ser tomadas para se
evitar prejuízos ambientais incversí,·cis com relação ao
projeto de reforma agrária denominado A,. •:11tan,c.1to
Afonsier, no lado paraguaio, brargeas margens do
Rio Apa por um longo trecho, """'no, ternas mais im
portantes abordados no Encontro cm neta Vi,ta, cujas
conclu,õcs fi11ais foram ekncadas cm LIIII documento de
nominado Carta <le nela Vista. que será cncanlinhado ao
Ministério das Rela õcs Exteriores dos dois países cá;;
Instâncias competentes. para que sejam estudadas e lran,
formadas cm acordo internacional. visando a
implementação efetiva das mesmas.
GOVERNADOR ZECA DO PT
DEPUTADO ANTO r10
CARLOSARRQYO
Falando cm nome da Assembléia Legislativa o
lkputado Antonio Carlos Arroyo (foto), afirmou no
Encontro em Bela Vista que o Poder Leg.r !ativo Es
tadual apóia incondicionalmente as a õe do Gover
no do Estado com vistas ao estreitamento das rel
çõcs com os países viz.inhos. bu cando o desenvolvi
mento para a região de fronteira. "Realmente senho'r
Í· Governador, precisamo pen ar grande e Vo sa Ex-
T.seu pronunciamento na abertura do Encon- celência juntamente com ua equipe. sem se dcscu,-
tro de [ntcgrnç:io Brasil/Paraguai cm Oda Vi ta, o dar dos problemas do cotidiano. e tá olhando pau
[
i:. ' (i· .
A Presidente do Instituto Bra,ileiro do Meio Am-
biente - lllJMA- Marília Marreco Cerqueira (foto).
que abordou a questão sobre o Meio Ambiente na re
gião de fronteira. ob,ervou inicialmcntc que as estra
tégias do Governo nessa área são bastante diferencia
das pelo fato do nrasil, Paraguai e também a lloli, ia.
possuirem lcgi,lações conflitantes Segundo ela. isso
não acontccc. por cxchá dez anos existe o fratado de
Cooperação Amazónica. o qual propicia a integração
e a cooperação entre os países amaz.ônico,. que in
clusive vêm desenvolvendo vários trabalhos conjunto,
na área técnico-científica voltados para o 70neamento
ecológico. proteção e controle ambiental.
Marília Cerqueira salientou que a questão
ambiental nas fronteiras da região Sul e entro-Oes
te faz parte do acordo do Mercosul, sendo tratada
mai especificamente no Sub-Grupo de Trabalho nº
06, juntamente com diversos outros assunto, rela
cionados a questão ambiental, informando que e en
contra em negociação um protocolo adicional ao
acordo do !crcosu voltado exatamente para a,
questões do meio-ambiente. egundo Marília
Cerqueira. a idéia desse protocolo é a formalização
de um acordo entre os quatro paise integrantes do
Mercosul no sentido de viabilizar uma maior
integração e colaboração nas questões ambientais.
abrangendo desde a questão da harmonização da
kgislação e a busca de ações concentradas de fis
calização na região de fronteira até a cooperação
cm casos de acidente ou emergências ambientais
A Presidente do IBAMA rc saltou que es e pro
tocolo foi elaborado pelo Sub-Grupo de Trabalho nª
06 do Mereo ui e atualmente se encontra cm discus
são, sendo esperada a sua a sinatura ainda para este
ano. Marília Cerqueira informou que na pauta dcs e
uh-Grupo de Trabalho consta também a questão re
ferente aos ilícitos ambientais, onde são abordados
todos os problemas relacionados ao contrabando de
madeira. pe ca predatória, transpone irregular de
produtos químicos ou rejeitos perieoso . akll' _,J,
questões ambientais sobre a hidrovia Paraná1Pnrac1.,.1
e sobre a Bacia do Prnta. assim como diverso,
tros assuntos relacionado a legislação ambicn
abrangendo o quatro países integrante do 1'krco,
Segundo ela.as conclusões do Encontro de Integra
de Bela Vista servirão de subsídios ao IBAMA-e ,e
tameme erão levados à discussão do Sub-Grup,, ,.
Trabalho n 06. do Mercosul.
(Continua na p:ígina OS)
ntc
tro de
A.
teg
i tros do
Bela Vista
PIUJ· En o 1),( ro ()( I.IHÚ.I. IL'v,
JIIO Il>l J 1. IH) ( IJ)J I
No f·ncont10 de lntq11,1çJu llia,il l'araµuai c111 Hcla
Vista também falou sobre a questão ambiental na reio de
liontcirn o l>t efeito Municipal de intonio João. D.icio Q11ci1 O✓
',ilva (foto). que e o Presidente do Consorcio mtenunicipdl
para o Desenvolvimento das n,11.:ia, cio, rios Miranda e Apa
1:lc colocou a cli,po;iç,io dos municipios que inkgr,1111 o
CI DEMA. ria p,,soa do '><!11, !>refeito, cnr ,ub,idir, apoia,
e desenvolver patzerias, com os Govemos I stadual e lede-
1,il. bem como junto aos orpanismos intemacionais. 1 oltada,
para politicas conservacionistas e de preservação ambiental
es;,c sentido, Dácio Qucirn✓Sih a i11lo1111011 que e'>
tào mantidos antendimentos para a realização de um encon
tro. 110pró,i1110111êsdc dc✓..:mhro. entre o, intendente, e l>re
fcitus dos municipios paraguaio, e bra,ilcir o, que são delimi
tados pelo rio /pa, oponunidacle em que ,cr:io tratados as
suntos relacionados aos problemas comuns na área ambiental
buscando entendimentos para o de,cnvohi111cnto de ações
companilhadas de proteção e defesa do meio ambiente
O coordenador de ições E,tratcgicas e issw1tos ln·
tcmacio11ais, ! leitor Miranda do, Santos (foto). foz. um his
tórico das políticas de relacionamento exL-cutads pelas ad
ministrações estaduais anteriores Ele disse que os go, emos
anteriores 11:io se intcres.SJram cm e;tabelccer um efoti,·o in•
tercàmbio com os países l'izinhos. perdendo oponunidades
de negócios e de aproximação política e cultural.
Ju. tilicando a neces.;;idadc de maior aproximação cn•
trc Mato Grosso do ui e os dcpanantcntos (estaduais)
parnc.uaios. localizados na faia de fronteira, 1 lcitor lVliranda
c:-.-plicou que no Paraguai h:i um dos maiores contingentes
de imigrantes brasileiros "No cenário eco11õmico latino-am<..,
ricano. o Paraguai é o segundo parceiro comercial do 13rasil
perdendo só para a Argentina". ressaltou o coordcnador de
içõcs Estratégicas e Assuntos l11temacionais
!d1y y
?tembro • Outubro • 1999
~ •'!..=t
E1if:ttiz.1ndo a c:-.c,,-cução de unu rclaç:io eficaz com o
13n,.J. o minisro do h1teiior do l"Jr.1gu:Ú. \'ahcr 13om::r Montalto,
(foto), chamou a atenção dos participantes para importância
que !<lato Grosso do Sul tem na rota de mtcgraçao b1occa111ca.
que liga os oceanos Atlântico e Pncifico. "O Estado tem um:i
locali7:rç:io estratégica". :malisou Montaho.,,_ _
Secretário de Estado de leio Ambiente, Egon
Krackekhe, que também participou do Encontro de
/11tegrnç17o ""' Hela 17,ta
C RTA DE llELA VISTA
io final do l nontro da Integra,ao brasil Paraguai em
l3cla Vi ta. na tarde do di,1 JO (h di,crso, a,s1mto tratado,
foram condensados em um documento denominado "Carta de
Dela Vista", a qual será encaminhada as autoridades govema
mcntai., do, doi, paí,;c,( :V1 ini~tcr ioda, Rda~ú.:, 1 ,tcriorc,).
para o, procedimento, protocolar escom vistasa serem firma
dos acordos bilJtcrnisque po,..,íbilitcm a cfc-ti, a rrnplcrrn.,nLrção
das ações aqui discutidas e propostas Na mtegra, abaixo. tran
crevemos a Carta de Bela Vista
CAllT, DE BELA VISTA:
O Governo do Estado do Mato Grosso do Sul
O Governo ela Rcpúhlica do Paraguai;
Co111 a participaçiio do :-.tini~tério de ,tcio Ambi
ente cio Brn,il/lh:rma
C'onsiclcranclo:
O objeti, o de uma real implementação do programa
de intrcgração ,ocial cooperação cconômka e política na
n:gião de fronteira. entre o htado do Mato Ciro,;.o do Sul e
a República do Paraguai no sentido de que o,, mculu, per·
m.1ncntcs de amizade e cooperação evoluem a uma integração
que consolide a, 011tade de crescer jwrto,
i necessidade. no co11te,10 da implcmcntaç:io do f>ro
grn11L1 de l111cg.raçiio. de propi,iar condiçôc, para o desenvol
,imcnto integrado da reg.~io de liontcira entre Mato Grosso do
Sul e Paraguai mediante a participação mais ativa dessa região
no estabelecimento realista, gradual e equilibrado do espaço eco
nómico ampliado que deverá resultar da in1 ... -gr:1ção <.11tre o doi,
países;
O fato ele que a frontcria entre Mato Grosso do Sul e
República do Paraguai. cm :rmbo, o, p:11,c, e uma das áre
as onde se integram as força, ,ociais e econórnica, que adc
quadamente coordenadas, podem otiminr a utilização de re
cursos e favorecer o desenvolvime 'tlto do llra,ilc do Paraguai.
O respaldo conferido pela, re,oluçõe~ do Encontro
de Integração 13ra,íl e Paraguai realizado em Bela Vista ( IS).
nesta data, e visando dar continuidade ao trabalho de coor•
denação ora rcaliz.1do entre o Go, crno do Estado do Mato
Gro o do Sul representado pelo Go,cmador. linistério do
Meio Ambiente do 13rasil repre;cntndo pela Presidente do
lbama, Governo da República do Paraguai. nesta ocasião
representado pelo, Ministérios do Interior e pelo Ministério
de Obras Públicas e Comunicação;
A contribuição prestada pelo, co1tfcrencistas. conruni
dadc local c prefeitos das cidades fronteiriças. cônsul verea
dores. empresários presentes ao encontro;
Decidem:
A E,-pressar o apoio político ao encaminhamento das
resoluções aqui elencadas aos Ministérios das Relações E>.1c-
Produtos Agropecuários em Geral
Vacinas • Sementes - Femgens - Selaria
IMPORTADORA E EXPORTADORA
te
k .,pro•
veti toseob
jetivos fundam! 1d
D Pertit anda que se id ntifiquen de
criar condições que faltem o aproveitam nte
dos servos publos prestadostare iod swve
s«cu aproveitamento on#unto
T Permtir que se proponha projetos de deserv ol iren
to sustentavel conjunto de coopera ao tecn a, conota e
financeira destinados a produção, armazenamento.
comercialização, fiscahzação, desenvohy imento tecnoloxo
transporte de produtos da teta0
1 • I· ,tucl.ir a viabilidade tenia e economia de ampli
ar as vinculações fisicas, fluviais. temestres e aetcas (trans
porte aéreo sub-regional). entre as regiões de tonteira do
Mato Grosso do Sul e da Republica do 1',11 Jl(IIJI. hc:rn LOlllO
asdos sistemas de telecomunicações e de complementa,ao
l'.nergct ic,1. ,
G Pomo er uma maior parti mpaão do empresariado
privado da região. por mtcrmcdio de suas entidades rcpre
scntati,a,. a fim de que o, ,c,r- a;tc111c, c'.OlltH11i<,(h atuem
dentro do espirito de integração expresso na presente cara
11 Nu âmbito a111hic.:11t:rl pr opnent a li,cali.✓.dÇ,10 cou
junta no combate a pc,ca p1ed,1to1 ia bem corno a criação
de um:1 iP/ (Arca de Peserv ação Ambiental) na microbacia
do Rio /pa. propõem ainda a criação de um comité de ges
tão cornpanilhada da Bacia do Rio ipa entr<' autoridad.:,
Federai.., Estaduai..JDcp:111,1111c111ai,, e Municipais assim como
de organi.✓.ação de Sociedade ( i,il de arnbo, Paí..e, e incor
porando a panicipação da, comunidades indigenas do f sta
do de Mato Gro,,o do <.;ui e a Repuhli,a l',rrn!_'uai
1 a área da produç,10 igro-l'e,tr,111,1 drJnte dos
inúmero; problema;, s.111it:i1io, c,i,trnt,, crn • a:o Grosso
do Sul e no Paraguai. propócnr a con-tituH,.,, Grupo ele
Trabalho e a implantação de politizas e:nup.:cenas para
encaminhar soluçõc, no âmbito da Defesa Agro-Pecuária.
J Ampliar e rcati,ar urgc11tcm.:ntc o <..omitê de fron•
teira na cidade de Pedro Juan Cabalkro
K. f·.stabclecerque o,,ornni:sd:.: fwnt.:aa ~o presidi-
dos pelas autoridades con-.t.tlar,-,, de cada pais com sede nas
cidades fronteiriças e integrados por rpresentantes do setor pú
blico. pocl<!!rdo com idar-,c o setor privado como observador.
L Propor medida- cspcciai, de proteção ambiCJ1tal
oo Território abrangido pelo a-,,,cntamctll0 rural da fneoda
Fonsier ( . 0 000 hectare, cm terras Paraguaias). principal
mente a, margcn, do Riu ipa. medidas que deverão se es.
tender aos dcnrai, a:,.,;cntarnentos ruraí, da faixa fronteiriça.
M Estabelecer que a; funções dos comitês de Fron
teira serão.
. propor ,oluçõc, para os problemas operatil·os fron
teiriços por meio de uma maior coordenação de ações que
tendam a facilitar a circulação de pessoas.. mercadorias e
l'eiculos. e
- promo, er o descm oh.imento econônúco. comercial
cultural, educacional, turistico, científico e desportivo.
Bcl:i -15ta-'.IS, 30 de Setembro de 1999.
(Fotos e Reportagem: Cbalclino Rodrigues)
"f' cessas
----- --------
I
amara e otícia e Informação._
VUH,AI>OI< C)l Ut
l'HOVI l>Í. "'CJA~ ( O"- 1 Jt-
( / 1 ", 1)0 L 1 1 '-;
l(j nr J , 1 d
,, 1
lu1 .1 ili I ti! d 1 ( ,,,, 11 J l,111, 'I d '
Vereador do PI+ lo r (atum
enaninhou tndia4o ao P'relei/»
lu111< ,r il. 111111 , 11p11 ·'" 1 ·, r,•,,11<> 1 '• d
do IA+lo olrestando provtder ta o
rela+ao a doente que otulatt pela
, 1,h p11l>l1c.i d., ""' , , 1tl.,lc li.li 1,d,1
cto tios a ade da nos -.1 1 (lj d 1.10
1 J Vereador disse que as r,, l,1111.1.i,·,
a respeito do assunto do generalizadas.
hisando que "realmente o des adias que
perambulam pelas ruas da cidade
tpteetant riscos a satude da popul,1,;,10
Jazendo-e necessatio que 4s autoridade
competentes tomem as dedas
providências"
1 LliMINtÇÃO O TREVO
DO DER.SUL
1 111 cxpcdicnll: c1l' l'1d,i1n l11111,ip.il
o Vereador José Ares Cature retterotu
indicação anterior de sua autoria. onde
reivindica a colocação de iluminação
públic.1 na ,aiJ:, p.1ra u h,1i11,1 1~11,1 l)oct:.
desde o Trevo até a residência local do
DER~ li.. co11>itkr,indo qu,· ,1 ,:,rnri,tio
r<:inantc: no local rcpr"c:nta pnig,, .: tr:i,
,0riu, trnn,t,nnos an, aluno, quc· Olt,1111
t.la, escolas no periodo noturno.
NUMERAÇÃO DOS
IMÓVEIS DA CIDADE
ll.l de d+ A o '!
hn 1p.d 1, OI 1 ,, ,, li,, 1.,,
( h 1JPHIIP d Hoha ol I?
,11cir,1,lo111 IUtlllll ,l.1 l't, 1c 1lt1 ,11
lo alzado em {rente ' ( l.'.IJIIIIL,l J ,-1 l
Vi, pata que o mesmo ya detmn do a
com!rução de um campo de futebol par.a
os esportistas dos barros Htaborat
( ·,,11Jlllllll Jl!,11) ,k 11 HTll
No expediente o Vereador Israel
1,· ,.d1<111 ,1uc· ,, r.:knd,1 .1r<.' 1 em sendo
depradada hi alum tempo, sendo que a
1111.:,111,1 potk ·.c·r ,111111,J1,1J,1 p.1r.1.1 p1,111,·,1
de esportes pelos moradores dessas duas
comumtdades, salientando que o bairro
ltahnr,11 1ci11 p,111i,:q,,1do do, t:,cnt,"
c·,1wrtilh 1L',ti11,1do, .:111 tlll'>SO 1111111ici11it>.
Inclusive sarou-e ampeão de um toreto
i11tcr-b,111 ros, mas ndo possui nem mesmo
11111 c,1111p11 d,· l'u1c·h,1I p,11.1 de,.:11,oh 1:r ,.:u,
ui:in,111h .. 'Jllh.
De .1utori,1 du l,rcat.lor hracl
Chan!l1rro da Roch,t. 1,,i c11ca111inhat.lo
C)o.pcdicnt.: ao Sc,n:t;irio luni,ipal d,
Obra,. ,0111 ,úpia il S,c:t.:l,iria 1unicip.tl
de Educação, solicitando que seja estudada
a possibilidade de ,er f.:i10 11111
n:ílorL':•:t;1111l'.nto. com árvores nativas, na ....
margens do Rio ,p,1. d"t.l, a l'ontt:
Internacional até a l staçio de Captação de
i!,!Ua d,, S,. I·
O Vereador sugere que a l'rctc11ur.1
faça a prepara,~o par;, o rclhirc,1amc1110 <:
crH.:arn·gui.: n:-. aluno:-. das escolas de
fa,crcm o plantio, observando que essa
iniciativa, além de embelez .ar as tnarl!l.'llS
do Rio ,pa ir;'1 <: itar ,,s problema: d,
erosão que estão ocorrendo em algumas
partes do r.:li:rido tr.:chu.
CO STRUÇÃO DE PISTA
DE COOPER NA
A V.TEODORO SATIVA
!·mando Fr.111ciCo liasco. 'en:ador
do l'FI.. rcitcrou ind1Caç~n anterior d, ,ua
autoria. ao l'r,kito lunit:ipal com cópia ao
Sccrct:irio tk Ohra,. para que: seja
prm id.:nciada a ,011,1ruçC11) de uma pista t.le
rnop,:r ;ll, lon,;,HIJ . c:ndia Teodoro S::lli a
COLOCAÇÃO DE
LUMINÁRIAS
1-.rn indicaçCw a0 Sc:crc:târio
lunicipal u.: Ohr.1s. ,, '.:rcador Emand,,
(ia,cu ,olit:itnu que seja determinada ::i
.:,1loc:1ç:,o de dua, l:impJt.ia, na r.:dc: t.le
<:n,rgia ,kuic.1 t.la ru,1 que passa cm fr.:111,
c1 l·swb 11:, cntr.11.b d,1 Pir.,pú,::i. no Distrito
'-' S" d,: Fã1i111a. atrnd.:ndo a p,dido dos
llH.'l.l.JdJL'::,. J.b in1i.:<li:.1~·ôcs.
PROJETO PARA
CALÇA.ME
1
TO EM
FRENTL AS RESIDÊNCIAS
1 ;i111h,'n1 '· :n11nria do lcr,::idor
Gasce. foi eramnhado expediente ao
Pr,l'.:ito !uni.:ipal ,olici1ando o envio â
Cim.ara Mnicipal de um Projeto de Lei
determinando a constru :iode calçadas ,:,m
fr.:nt<: a todas as residências da cidade.
prin ipalmcnt<: onde .:xisi,: asfalto. O
Vereador sugere que a Prdcitura construa
as c:ilçai.l:is e faça o p:1rc.:!:11ncn10 dos
cu. tos para os prorrictúrios dos itnô'eis.
RESTAURAÇÃO DOS
PRÉDIOS ANTIGOS
Em expediente endereçado ao
Prefeito ;lunicipal. com cópia ao
Dcpanami:nto ; lunicipal de Patrimônio. o
lcn::idor Em:1ndo G:isco pediu que cja
iabilizado junto aos ctor.:s compdelll<!S.
tanto municipal como estadual. a
reruperação e to111b:rn1,:nto dos seguintes
irnli ,is anti!,!OS da nossa cidade: Prédio d:,
1 ambém em expediente ao l'rdcito
Municipal o Vereador José Ares Cafure
solici1u11 que sc·j:1 prn itknciada a
colot:aç:1o u.: nuni,:ra;,::1o .:111 todo, ,,s
imôL'.i, t.la ciuadc. s:di..:n1and11 quc ""'
m,did,1 s.: 1:11 n<:.:css:iria ,m inut.l.: d,i,;
inúmer:ts r.:dam,1çiH:s dos 11111ni<:ip,s <:
agentes públicos. que cnfr,nta111
diliculdad.:s para a localização de muitas
n:sidélll:ias.
COLOCAÇÃO DE 13UEIRO
l lddnn,o l'inhcir,,. <:1<:aJ,ir t.lo
PSD!l. foi autor d..: indic.11·:io ,lll S.:cr.:tario
Muni,ipal dt: Ohras ,olicitando a
colocação de bueiro na rua ll.1r:1o uo
Diam:11llin11 . .:111 l'rc111c a r.:sidéncia de nº
SX<J. p,rto dn <'r,lhC10. 11;1 llaixada
Corimhi:111:1.
E:XPA SÃO DA REDE
DE E ERGI/
l:drn !anins Pires. ',·rc,1d,ir do
PFL ,. 1" Sc.:rd.:itio da CümarJ lunkip.d.
endereçou expediente à ENFRSUL
solicit:111do a ,xp:ms:1o da r,dc ,k cncr1.?ia
clétri,.1 na rua; tal. D..:odom. clllr, as ruas
/ntoni:1 'ar~:1s da Ros: e Visconde de
Taunay.O Vereador alirn1l>U que e.,i,tcm
vúri:1:-- t..'tlll!',lrt1çõl!!-- no local. indusi, e uma
s,rrall,cir;1 pronta par.1 fu11,io11.1r. p,,n:m.
o propri,túrin. que paga alugud ,111 uu:·,,
local. nf10 pmk mudar por falta .k ~n,11.?i:,
INSTALAÇÃC •
"ORELHÃO"
n l.:n:aLlnr Ndio Diório (l';!l)ll)
,·nca111inho11 indicação :i TEI.E;•1S
r.:ivindicando a colocaç5o de um telefone
públko. tipo "orelhão". na rua Mal.
D,·oduro. entre as ruas ,l0nso Pena e
/l':m:s Cabml. t:111 frente a cli,trihuidor.1
d,: doces Bela Vista.
RETIRADA DE SACOS
PLÁSTICOS AS
PROXIMIDADES DO LIXÃO
t) Vcr.:ador Israel Cba111úíro da
Roch.1 (Pi!DB) apresentou indicaçfo
endereçada ao Secretário luni,ip:d d,:
Obr..1, solicitando i1 ck qut: det..:nnin, ,1
retirada de saros pl:istieos que estão
cspalbJi.lo5 nas proximidade' Jo ckpósito
de lixo domiciliar coletado na cid:id,.
Segundo ll Vereador. os animais das
propri,·dJdcs vizinhos podem ingerir es:'
material e a..:nbarcrn morrcndü. '':Jkm do
que com a retirada desses saco: plásticos
I' 1
,1
A'l f.RHO IH, ·r LIHU.:O
PAI</ F,Zl•,I{ l í
C .1PO DE t l l EBOL
REFLORESTAME TO f.S
MARGENS DO RIO APA
l
'r
INDICAÇOES E
PROPOSIOES ERBAIS
,·n .,tl,,r_J,r,111 ( l1.11,111rrn d,1
lfo, h:1 '-., 1 , ' 11 . ,, 1 ,11•. rio H, , n ,1
J,1 l :,.1 l{'-l 1 ,11. J rJ1111. 1p1 d.:,1,. 1 ,
111t.',Jl1K1111, lo e o«nubalhr da Rosa Neto.
110 r.1i11,1 .~11, IJ,.,t:. Jc de a rn I U .. r ,,
t.111 ld,'J(,.0 ,oh .1 íLI Pulfl> ;.ri 1
- readur Luiz Alexandre
!••!llill!:'!..f',d111ii_ci • hlcJllltnilllll fo,,1,1
de Agradecimento ao Governador do
1 ,1.,do Jo <' Or.i1111 .ao Seerc!aro de Obras
dn l.,ta<lo, i'ulni l nu,·I e JO l'ri:k 11u
!ll111icip.d Jn,,· (i.1rih,1lt.l1. cm th>tn, dos
11101,11.inrcs t.lu D1,1ri10 'V' :-,• de 1 .1tim.1.
agradecendo-o pela viabilização da tão
sonhada enereia eletrica para aquela
localidade.
'c•rcatlor Gt'!ulio Lino Filho
h1ca111i11hou .:xpi:dicntc ,1 Sccrt:tJr1.i
1unit:ipJI de ade Depto. de Vigilina
'>.111it,tria). ,11m copia, ., Sccr.:1ar1,1
:,.uni.:ip:tl de Obras e Jo Sen I'º
1utônn1110 de gua e hgoto, (S,i[· ).
,,,licitando pr, ,, idência, mm relação ao
,,gotu que esta sendo d,,rej:.,du nu Rio
:ra. atrã, da I kkgacia de l'olici:i Ci1 ti.
h.1 cerca de 2) metros da Lstaç::io de
Captação de Agua do SAAE
O 'ere,i.lur :.ilinnou que o mc,11111
probk111a ,,t;i ocorrcnd,, .:0111 o lo
depositado atras da Delegacia de Policia
Ci, il. que 0 ,,parram:.id~ pelo 'ento llU
k, ado pdJ, <:11urrada, ,: lambem ac.1h,1
c,1int.lo no rio ,pa. Cictulio foi mais lonl!e.
Baixada Cori11thia11a. ont.lc o esgoto é
dc,pcjado no Rio Apa através da vala para
escoamento de aguas pluviais que tem inicio
na ,\,:nida l,·nt.loro Sati':t. "Pr.-ci,amos
10111:ir prm idê11l' ias i 111,-diat;.Ls. porque a nossa
agua esta sendo seriamente contaminada. por
i,so condamn aqui as autoridade,
comp,:t,nh.-s as,· cng;.ijar,m na soluçJo dc:s <:
rrobkma porque: se trJta n:al111e111e d, uma
,ala111idad,:" a.,,inalou Gctulinho.
Vcrc:Hlor .José ,\'rcs Cafurc
l:11ca111i11hou c,pedi,ntc ao S,crcl:irio de
S.:gurança l'úhlica do l:stado solit:it:mdo
que seja viabilizada a rc:11Í'aç:io da harr<:ira
policial do E,trdinha. na rodo ia 13da
Vista /n1011i1• .lo:io. com o objc1i1 o tk
inibir a ação d, marl!inai, cm nossa região.
O Vereador lembrou que anteriormente a
harr<:ir.1 do Estrelinha cm muito rnntrihuiu
para o sosseg,, ,: a tranquilidade de 13cla
'i,1:1 e dos municípios circuviz.inhos.
Vcrc,1dor Pedro :l:trtins Pires -
,presi:ntou ,..:us agrad<:cimcntos ao
Pn:f..:ito ·lunicip::il cao Secn:târio de Obms
pdo ati:ndim<:1110 pn:stado aos moradores
da rc:giào do :lto Sapucaia. onde foi feito
o conserto dos pontilhõt:s que estaYan
caindo. na ú11ica c:strada ..:xistc:ntc. a
[detono também pedra o emio d
expedente a A iessota }urda d 1
Prefeitura tantpa! lentando que s1
1torrada ao Poder I q.
1
1 l.111,., .1 ,,tu '-' <1
ti 1 (1111,11111.,riJ puhl1c.1 llllllllllf'·ll
.,p,, <11l,1d.1 Jlf dt: ',1111/,I 1 ,,p,·,
lembrando que antenormente a t'.mt.11,,
Municipal já solicitou pradencs para
solução do seu problema
Vereador João Kalife
Encaminhou indicação ao D} RS
solicitando que seam realizado r0»
de manutenção nas duas pontes de madeita
na sada para o Distrito N' '-.' ,k l ,111111J
nJ rot.lolJ lkl.1 'i,1.1 Ca1c1col. KJl1k
lri,ou que as duas ponte,,..: cn<:<Hllr:1111 ,111
precárias condições. principalmente em
suas cabeceiras. podendo virem a cair com
., oc,irr0nci,1 u," dm, '"
Vereador Renato de oura Rosa
';olicitou ao ü1retor /dmtnistr:lli11 d,,
SA,I· que infi,rm,: a c:1111.,r.1 lunicipal
como ,<:rá kita . .1 ligJi;Jo do, i.:,got,h
dumicilian:'> IIJ n:d,: cnktor,1 JÜ i111plant,1t.l.r
i:111 no,,o municipiu. consit.l,r,111d11 que d..:
acordo com as informações esse serviço
sera realizado por tapa»
O Pn:sid.:111..: t.la C::imara 1unit:1pJI
tamb0m i:ncarninhou c:>.pi:t.l1ente ao
Deputado l·cderal 'ald<:1r1ir Mol..,1
solicitJndo infnrma;,:õi.:, com relação ao
lo, itm:nto Nacional pela ri: "ão da,
tabi:la, do Sl ·s para o, illl>pilai.,
conveniados. que foi reali11.1do m• último
dia 22'09 cm BrJsilia. Segundo o Vereador
esse mo, imcnto foi muito oponuno porque
hi pmticamcnte sc:te anos a tahelJ t.lo Sl'S
<' a mesma. pag:mdo pouco mai, J,: RS 2.00
(dnis reais) por consulta aos hospitais. o
que. no entender do Vereador. .: um
absurdo.
PARECER Nº 012/99
A.111or: Con1inú11 dt! licill1<r·tio.
Ohr,u t! Sl!n·iç," Púh/ico,
Os Vereadores que abaixo subscrevem,
intc:gr.intc:-. da Comis~ào Pi:rmani.:ntc dt.·
LicitJçJo. Obr.i~ e: Sa, iço-. Púhlko,. 1.'L.:r1ido'.)
para analisarem o Contrato de L oaão com
opção dt: compr.1 t: r~1.,1~1ênt.1:i I Ccnica.
locadora J Emprc,.1 ll2L l:qu1p.1111en10 e
Sistemas Ltda
! Comis-.,ào apó, anali,..:. opina
favoravelmente pela dispensa de licitação.
com base na Lt:i 8.666 93. no "C:1put"' Jrt~-l.
Inciso li da cit.ida Lei. É dhpen,.i, d a
Lici!Jçào.
E o Parccc:r.
Sala das Sessões. 0-l de Outubro de 1999
Né.lio Diõrio - PrcsiLlente·
Ildefonso Pinheiro - Relator:
LuiL Alcx:rn<lre LPalmieri - Membro.
Caracol agora tem.:.
Som para festa, aniversárjo
1
propaganda de rua
r
e som em geral
Rua Murilo Godoy - S.N • TcL (On67) -195-120-1 _ Car.1col-'.IS
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA)
(
,. ret<>r da Secretaria a11cas ,
Municipal explica contas na Cf n ar,t
de Vereadores de Anto io João
H'alo H aro,«ralho forra tA J ) de I 11
'1<11d I' !,, l')ll1 ,, 111 1,11.,
1x.l11 Vu,. 1t!u1'- ln 111111,!:, l 1 1 11 l"
11111 Ili 1',h•fl I de1 I' l ll " d 1 ., 1 ''"
Dqn11.rn1u11e1 d,· d1111111 !1J, 11 .:
1 IIUIII, 1,d.il'1<k1111r:id•J11h>111td""'
fo ,: ,lt,11r ( iome, ephou durante
ssão ordinária da amara Mune1pul.
como vem ndoconduzdt as tina4»
do mmtcipto e quat as htetti/
11.11;.,d.1, pdo 1'1dc110 1 ).,no C)11,11111
~1h.1p.11c1111.111a •" u>nt.h ,1nc.1,Li- i:
,.,,l.1111•, c111 d,a
t J Pr,·li:1111 D:1 i11 ()u,1n11 11.io
púd,·, 11111p.m:c,r ,1 ""jº pu1 ,,1u,,1
de c,,111pro111i,,o, i11,1di(" ci,.
assumidos anteriormente
Entretanto, do Executivo estiveram
11:1 c:1111.,r.1 fl1111icip.tl th ditctor,·,
dos Departamentos de Viação.Obras
e Sn1 i,·u, llrb.11111,. Ncr,u
llutl-,·1 iciu, Na11t,,: de l.du,·:1,·J,,.
professora Eva Luiza P'enzo Jaquel
h:hc, ..:rri.1: a Scn..:t:iria-(i,;r,tl ti,,
l1111inpio. D1.i.V,rn /lba Pcilltn
Martinez; a chefe de Programas
llra,11 Cria11ça Cidad;i. Vai.:
Cid.1tl.111ia ..: Cri:ch.:s. l.út:i:t Ri:ginJ
da C:1111. Butl-,l'iciu,. entre outras
.111h>ri.J.11k,.
companhado do contador
,11t1111in d..: Souza, José Alta
apn:" ntou 1nd11, o, cnmpn11 a111..:s d,
d..:,p, ''" com p..:s,oal t:il'il.
d..:1111111,irativos de ri:t:cita, d,,
de 1 ll
p..:riotl" .ian..:iru
1
ago,to d..: 1998 e do
l'Ofíl'llli: ano <ll> 11h.!'!--IH1 p,:rínc..ln ~
d..:,p, ,;" com P"""ª' civil dc
j:111ciri 1 'ag0s10 d,: 1998..: do rnrrcntc
ano no mesmo p..:riodo. Ao prestar
infonnaçõ..:s ao lcgislatil'o o diretor
'l
e.Pre la
u tnnto (sem a
atenea do pre adente '
<,r,llt,11111(1''-IJIIJ < ""'1 ""', ·11
1IIIHI I l), .h.',H.I< (.', J,1.111/fl lhJ
l 1.111,11 i: l,1111111 l:1,·11.1(i'1111 •
autores da cono4do - 1 )1t.n
Nunes. Jamr luchs e 'wl o
L<>1,1no l{odn_:11,;,(l''il)II) 1, r.u11
registradas ainda a auéneia dos
V..:r.:.idor,·, ""'" e ,11n,,1h ,·,
PMD) e Serio Mohr (PSD)I»
Questionado sobre
possihilid.idi: d..: ,..: t ,,n,.:1k1
,lllllh,.'lllO ,tl,111,tl ,111 )lllll l1111,i11'111tl
o dill·tt" de I i11J111;.1, .,1 n ,11 .. 11 qu,·
dentro da atual arreada.ao
C(>lllplc1an1,:111t: Ili 1.1 :·I l.1,.
at:011,dh.111do a alx:11u1,1 ,k d1.,!,,~,,
p:1ra n:111J111...•1;11111.·nh., dl...' lll'UI ,,,.. de
outn,, :,,ctn11.: .... 1..·,pli..:uu qu1..· 1, h.·111.1
n1crccc c,tudn 111,,i, p111Juml11 p.11.1
se analisar as consequnras do
:nuni:nto ti., tolha de pagamento
L1l:rndu i:111 nomi: d11 ,·,,·n111111.
di,rnsiçJ11 para ""' '" d,·h.11-:,
Para o 'cri:.1dor J,,;·1111111he1 1 1.111c11
n encontro foi muito produtivo"em
que todos o-., , 1..·11. .. ·.1dP1t..·-.. 1°11..".11.1111
satisfeitos com as epleaçe> '
cn111 i:nciJo, da clic1011u:i , .. n1 qu,·
as contas do municipio vêm sen.l 1
tra1,1d,1,". Jo,~ /ltai1 1k1 111 1111
legislativo todos os documentos
comprahatórins d, qu,· 11
município gasta atualmente algo
Vigilância Sanitária faz opera
ção no comércio em Antonio João
Geraldo Ferreira/Paulo
Rocaro(A.1.M.)
Cl , úclco
surcrmcrcados.
os que
medicamentos
'igil.111cia Sanitária do
Di:p:11 tamcnto d,: aúdc d,:
Antonio João n:ali1ou uma
opcraç,·111 junto ao com~rcio
da cid.1dc. num 1r:ibalhn d,:
conscicnlização sobre a
con,nvaçào e data d,
1 alid.1dc dos produtos
co1n.:,tÍ't:ÍS. vis:.tndn
rcsg11ardar a saúde da
popul.1ção. De acorJo
com u agentc de
·igil.inci::i ani1:iria do
munkipio. Darci Frcitas.
cm ~O dias for::im
visitados ccrca dc 90
i:st::ib..:kcimentos. e cm
cada 11m a oricnlação foi
dada .ws propricl:irios e
funci,,nãrios.
l'or dctermin:içào
do l'refi:ito D:icio
Qu,i,uz Silva. ningu~m
fo, multado. pois "
objetivo do trabalho foi
esclarecer os
com,·rciantcs. Produto,
com data de v:ilidad..:
1 cncida
aprc,·11didos.
scgu11do
des,:111 olvido
foram
Este é o
trab::ilho
pela
Vi,.!it:,ncia Sanit:irin nos
últimos meses. O
pri111..:iro foi o d..: colocar
os c111n,:rcianti:s a par da
lei qu,: proíbe .1
comercialização de
t.:111
"Todos
tinh::im
pratclcir:1s retiraram.
sem problemas". g::irant,:
Dari:i Freitas.
Para inccntil'ar 0
com~rcio e manter a
higiene em hom p::idrão.
o J>r..:kiw D:icio Qucirnz
isentou todo o comércio
do município dn
p::ig::imcnto do a!l·ar::i
sanit;irio. exigido d,:
tr,dos os
i:stahdccimentos qui:
m:111usciam ::ilimcntos. ü
alvará c,rntinua sendo
obrigalório • inclusiv,:
com fiscalização mais
rigorosa pur parte do
:--;úclco de Vigil:incia
Sani1:iri:1 mas os
comerciantes não pagam
nada pelo documento.
qu,: cust::i cerca de R
56.00.
Todas as cas:1s
i:11mcrciais i:stào sendo
1
Diretor do Departamento de l ian
J,Hc' , 1/tnír (,",,,,,,.,. ,li,11,tc.· do, 1 ,•rc.·ml,,r,•,
,lt III011/r1111 tra,,.111ilidmle
l.'111 turno th: ➔<>"., 1.L.1 .11 rl.•1..-dd.1·.iu e, 1111 .i
t,,ll1.1 do l11nt:1t1n.1lt,11111. 111.11-" m<•nl 1111,·
do duodcimo que e repassado
lllt:lh,tilllt:lllC ,1 (':in1.1r,1 illllll 1p,ti
,mpln th·h:11,· - O p.trl.,m,·nt.ir
reconheceu que Antonio loo hoje gasta
abaio do li:tn 111,li11111 p.:1111111J,1 , .. 111 .1
folha de pagamento, que ..: ,k hfl" , J.1
arr,·c.1d.1,·.io e juntamente com I.J1111e1
J>cr..:ir.1 pr11pi'" 11111 ;11npl,1 dch.1ti:
envolvendo o legislativo, o funcionalismo
e0executivo, sobre a possibilidade de uni
reajuste nos salamos, "A convocação do
diretor de l inanças no teve tundo pohttco
ou demagógico, mas foi feita pela nossa
preocupação com o bolso do trabalhador".
assegurou Joãozinho Franco.
/)ticio Queiro:. Prefeito dl! A11to11io .ftuio
visitadas pelos fiscais e
informadas do be11,ficio.
e,tcndi,1', a lodo s,:tor.
até o final do ano. O
ohj.:ti, ,, dn Prefeito é
regularizar todas as
casas comerciais da
cidade. Rest::iurantes.
açc>u~u,·,. l::inchon,:t,:s.
supermcrcad.,,. hoati:s.
bares e outros tipos de
comércios. que
manipulam d,ariam.:nt,:
ai i 111,:n to,. i:0111 i nuam
obrigados a
pro1 idcnciar,·m eart.:ira
di: ,aúdi: par.1 todos os
seus funcionarios.
DROGARIA ~ANIFAR1"1A ( LÍDER)
. ' - . '1
Qualidade, bom atendimento
e experiência
Aplicações de Injeções;
medicamentos;
perfumaria em geral
/OCE CLIENTE EM 1
11
LUGAR
,,•.Brasil. 1211·ir495-1197 -C:1r.1col-'.IS
1
r utoro
I 'li 'l 4 1 l '' ,.,l ,
1/. /), ,. 11, .,.,
R,,,,11/.!11 li,
tltltÍ. ,/, 1111 Jih ff 11 • 1
!,,mi•, 11 1 .11,, •, ,
União faz a força
Flagrante na in Ahumpa! d {tomo
.Ítuiu d,1 l '1/l't, J., ,,11 ,! , , • 1fi1 /
1
, .-t,·,
1
u /11n1t 1/'·"
de Entoamo ho@o lho huetro. ta ao erro
.'ú•IJCJ,fur ./111, 1/l/tl ( t 'º' la Fnutd o -te
P'refeito do huneipo hos Etn dos Santos E tão
1111,d,n /'ar,, 1, 11,,, ,1 hut,nl:11
. lnn l·narw,,
t'fl'/11(:, (I
gatnha
llll/tJlllf//OCI·
/h'IJl
Fernanda
. !/n-1 ,,,,..
completou
11 anos de
idw/1..
Parabém e
.<.'/(111111110
/ele e111 ,u,.
nclc1
Um ano a mais
Para
<Jlli.'111 mio
.,ahc. o
jj o r 11 a fi , 1t1
i Gcrulcf,,
! Ferrl'ir11
o popular
Út',t.:.i..-..l
.hH'}f"
cf,·
Imprema
da
1 l'r1..•/L'11w ti ...,
/1111ic111,,/
cf,,
.1 11 1,u u ,,
.,,, ;,, i.:
' ''
'flagrante
'
C(rt \' ---- _ ....
p,,ra 11 ------- 1
i u r 11 .rl Trrhuna d., Fronteira Gegé a ju d a o refeito
Dicio Queiroz S/a a administrar o mumeipio. E!e
completou seu } anos e recebe os po sendo
'l'll t·oll'g 1 d, .. : JJrof!,t.io jur,: ... di,td / • • /' " .ri.1
---'
a
Jantar na AAB em home
Gove r nado r nagcm ao
Zeca do PT
O.lA'.'.IAltOH Ili,( 11>0
Ao Govemador Zeca do PI e ua
comtva, autondades deste e de outros
Mum+pios e alguns condados acon
lCl.<'11 rH> d1,1 JO pp na sede d.a J/BB
().l, l',I{ 1 01
P'reparado pelas Sras Ehzabete P
Palmeyane Pereabana P' Mascarenhas
lemadete P' Rondo Jantar e sobreme
as mnuto clonados pela bonita apresen
tação e delicioso sabor
O ('I ll' RI S('O
Ficou a caro de Elo Lino
Rodrigues (Leia-se Balança Casa de
Carnes) e equipe Camne maca e 11111110
{)r. Cncl,ito, G'ovemador Zecn do
PT e Prefeito José Garibaldi
Mariafra, Adilwrr, Cida, Renato,
Roberlll e Mnria José
l.i!a, Ne11ci, Ramiio Areco, Maga
li, Luciene e /llarinfra
rtl :,; , de 01,r.J ti t l'ref .rur.t
Um,,, /J ,ri. , 11, P,·c uurí 11 tJfí,.,ri •
( ardinat, G«orador Zeca do PI e r,t.
ldna •. ardnal
Consulesa de Porto Murtinh
Jacqueline O. Rondão, Pref·ma de Por
to Murtinho Myran e /ª D. 'e tela
Vista S11eli L da Rosa
Odair de O/freira, Jtilio César, Ve
readores Pedro Feio e 1/defm,so Pirrhei-
ro, Pro/e:; ora Marfy <! ofi/110 Cfrmlido
hc 111 , 1 • J.1 , r., !< 11,11<,J,
LI W (,l',l lt Jl
efrenena do garçons mesa
decorada e o som que animava o ambt
ente to Andonnha Banda Show
(lotos: t baldino Rodrigure)
Fernando Jorge, Deputado Arroyo,
Jl,•flio (Prop. tlu Htítlio llela l'i,w), Vere
adore Are Cafure e Dr Renato
Casal Guego e Cecilia, ler. Geti
lío Urro e Maristela e filhos, Sec.. Tentei
Secr.:l<írio tio Governo Teruel, Pro
fes.rnr Joel lba11/re!> e Sra. e amigo
(0ll 'lll Ili 1 '"•111( :,.IH
OS5A IH HR A J IJ RIUI ll'ORO
Oil Proença koha- Sara Mossa
lerra e bário Marques Harr! D'Oro,
realaram Show oospelo Harrl Lho, no da
25 de -.c!1..TIJ:,10. ,h I O 30h
Com a presença d BANDA CONI
llA:S.DA (Campo Grande) Houve filmagem
1ran-.n-irnJo dm.10 p:ua o 1cL10
Mui1a gente ahrílh,H11011 e -., 11011..: 11ue
foi muito especial para a nossa cidade, poi
múst a e cultura
SEGUNDA IGRE
UATISTA E.'1 BU., 'I~ IA
Mis!.Jo llati,líl C,11trJI IU. com apc• •
nas 03 meses de existência, realizou 09 ba
ttsmos no dia 19 de ,ctcmhro de 1999. :'is '
margen, do Rio Jpa (foto)
1
,
I
Da sociedade de Jardim os casais:
Garrincha Ribas e Sra, Luis Ribas e Sra.
e Te11. B,mwl
Secretário do Go,·errro Heitor
Mira11dn dos Sa11tos, Vereador G'ettilio
Urro Fí/lro e Evilásio Miranda
T5nu... Rondão, L auzete, Celina L. G'orr
alves e a jovem Maria Luiza C. Borges
Pecuaristn LenrrdroAcioly e
Jacy, Magno Portocarrero e Laís
a;;nret/1, Eli;;a Portoc11rreru, 1li/torr
Portoc11rrero e Presid,mte da Câma
ra tio
Sgt. Raul, seu filho Lá em compa
rrf,ia do pe,)oal do cerimo11ial do Go.-emo
Prefeito de Arrtorrln Joiiu D1ído
Queírrr:.. (,'m·enwtlnr Zna tio PT, Eng
nheiro Kicardo de Souza Roa e Jomu
/iw, fraldo Paelra
n1 n:nu• .,m.
1.aharcda, de felicidades, pelo
anmho comemorado a folinh:i í·la, ia
Sanoii l'ereir,1. lilha do ca .al l:vanei, e
Janctc l'nrahcn,t r
H)IALVO
De 11111it.1 homenagens no dia
l'I' .. o l'c. Willian, pois nesse dia com
pletava -10 anos de vida
Foi celebrada urna bonita Mi= onde
lhe dirigiram palavras de carinho Logo apo,
hou, e no Recanto do M..:u St:nhor uma con
fiatemização. O 11osso l':íroco l'e. Willian
muito emocionado agradeceu todas a; ma
nifo,taçõe, de carinho rcccbicla,. l'arabéns
1
!
F011:-,,t'GURADO
Pela Sra lladalena P Leite e seu
filho Julio Leite.: 110 dia 02 pp., na Con
de de Porto Alegre. 151. a Oficina de
Artcsanato e o, úcleo Central de Clube
de i1àe, Tem por objcti, o conhecer e
resgatar as razes culturais de nossa ter
ra através dos Ane-õcs e seus trabalhos
manuais Parabéns! Excelente i11iciativa
1 !
ACOIECE MO
Dia 02 pp., no Grémio Pedro Rufino
numa promoção de Marco, Lóri • e Grê
mio, o Concurso Garota Prima, era/99
foram classificadas: Iº lugar. Valéria
Viegas; 2° lugar. Lurdc, Alexandra
Ramires e 3° lug..1r. Gláucia Rocha Vargas
O Pr. Jo,c I lclcio ; Uarbo,..t. que foi
Pastor da I' Igreja llalÍ',ta cm !Jela Vi,ta'
MS .. está a frcntc desta Missão com 51
membro e conta com o, 03 Pastores auxili
ares Pr José Vieira. Pi João Ribeiro Neto
e Pr Marcondc,
'o dia 15 de no, embro de 1999 (sc
gunda-fcira). na Rua Conde dc Porto Alc
grc.162 (Antigo Cinc Sào Cristo, ão). será
realizada a grande fcga de Orgllnv.açào da 2'
tweja I3atista em Bela Vista
Foi um ;.uccsso o Curso de Inseminação Artificial 99 realizado na semana passada
Parabén,; aos 14 novos inseminadores que de urna forma ou de outra irão
tirar proveito desta técnica para aumento da produtividade pecuária e n:dução
ele custos cm nossa ati, idade.
Um agradecimento especial ;i FUNLEC c ás Fazcndas I3onsucc,,o e Koseira que
ajudaram na realização do curso e à Casa Veterinária Criação na pessoa do Dr Sérgio
Augusto Lourciro Lima pela iniciativa e organinção do Curso.
Devido a solicitações. eSlão abertas as inscrições para o Treinamento de Enferma
gem Vcterinária a ser realizado nos dias 22 e 23 de outubro lnfom1açõc pelo FOSE·
439-1533 ou na Casa Veterinária Criação
POSTO DOS
FRONTERAS
Em tempo ele real o negócio é economizar compranelo com qualielaele
Ganhe 65% no pr_eço ela gasolina (mais barato)
e 35% no preço elo óleo eliesel (mais barato)
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras
essa é a diferença do preço
Seja inteligente, essa é a diferença
POSTO DOS FRONTERAS
Bella Vista-Paraguai
2 038286
(Bella Vista-Paraguai)
..._. Gasolina Super e Comum - Filtrado
..._. Óleo Diesel - Filtrado
CLIE 'TE rillGO: ."amos ser objetivos, vale a pena abastecer no
Posto Dos Fronteras, voce pagará menos 65% no preço
da gasolina e 35% no preço do óleo diesel.
• 1 'afe a pena 110 preço e na qualidade
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio -
Na saída para Assunçã,, - Pertinho do centro
1
Governador do Estado, Presi
Paraguai participaram do Encontro de Integração em Bela , ista
'
io ±MA e Ministros do
om as pte
senças do Governa
dor do Estado José
Orcit1o Miranda
dos Santos, dos
M n i s tr o s
Paraguaios Walter
Bowcr Montalto
(Interior) e Jose
Alberto Planas
(Obras Públicas e
Comunicações), da
Prcs1dcnlc <lo
113A MA, Ora.
'arlia Marreco
·rqucira, Deputa
Lsta<lual /nto-
mo Carlos Arroyo
(Representando a
Assembléia
Legislativa do Esta
do), além de inúme
ras outras autorida
des civis, militares e
convidados, do Bra
sil e do Paraguai, foi
realizado com
brilhantismo no últi
mo dia 30/09, em
Bela Vista, o En
contro de
Integração Brasil/
Paraguai.
Páginas-04 e 05
t?inal da Copa More
na Juvenil de Fut-
3al em Bela Vista
0 Encontro de Integra@o Brasil/Paraguai, no Grémio Pedro Rufino reuniu aut +d 4e 4
lideranças dos dois Paises vizinhos aurorauae e dversas
Nos próximos dias
09. 10 e 11 (s:ibado, domin
go e segunda), 110 Ginásio
de Esportes Municipal, Bela
Vista estnrá sediando mais
uma importante competi
ão esportiva de niveles
tadual. a etapa final da
Copa Morena de FutSal
Juvenil. com a participação
das equipes de Ladário,
Corte-Aço de Dourados,
Rio Verde, Rio Negro,
Comercial Oshiro (Doura
dos) e a seleção local.
A abertura dos jogos
será no s.íbado, às 19:00
horas. no domingo e segun
da a, partidas serão
disputclas de manhã e à noi
te, às 09:00 hora e 19:00
horas. a realização do even
to é da Ti' Morena e do
Conselho Municipal de Des
portos - CMD Digno de
registro o grande trabalho
que vêm S<.'lldo rcaliL1do na
área do esporte em nosso
Muni ipio por parte da atu
al administração, na pessoa
do Prefeito José Garibaldi,
através da Secretaria Muni
cipal de Educação, cultura
e Esportes e Conselho Mu
nicipa Ide Desportos.
Vale lembrar que
além de inúmeras atividades
esportivas e recreativas de
sens lidas periodicamente,
há pouco mais de 30 dias
Bela Vista também sediou a
fmal do Campeonato Esta-
dual Especial de Futebol
Amador, promovido pela
TV Morena, competição da
qual nossa seleção sagrou
se bi-campeã. l lojc. na área
de esportes, por méritos da
atual administração, temos
também o Estádio Munici
pal Otávio í-ontoura total
mente iluminado e o Giná
sio de Esportes Municipal
refonnado e com piso dos
mais modernos, sendo con
siderado um dos melhores
entre todo o municípios do
interior do Estado.
Agora é a vez dos
aficcionados pelo futebol de
salão darem seu apoio à
nossa seleção juvenil, que
irá. com força total. tentar
conquistar o título de mai
essa competição de nível
estadual que Bela Vista tem
o privilégio de sediar, gra
ças a0 incentivo e ao apoio
que o Esporte recebe cm
nosso Município por parte
do Prefeito Municipal José
Garibaldi da Rosa eto.
_ Vejam como é f:icil comprar no Supermercado Arco
lns Além do melhor atendimento, do menor preço da cida
de e do prazo de 40 dias ou 5% de descontos nas compras a
usta. acertamos os Tique&es (Valctuk., Vale Alimentação, Che
que Card:ipio Alimentação, Ticket Alimentação; Correios
Alimentação) e Cartão de Crédito VISA (todos) À partu
de hore, você e a sua familia terão maus uma facilidade à
su:i disposição ao fazer suas compras, você terá a opor
tunidade de programar o pagamento das suas com
pras, com a data que você recebe o seu salário.
Supermercado Arco Iris- servir bem para servir sempre
Rua Duque de Caxias g. com A: Teodoro Sativa -f?39-1958
Secretária Munici e a;de
presta informaçãe
/tendendo a
convite da Câmara
Municipal. fomrulado a
pedido do Vereador
Israel Chamorro da
Rocha, a Secretária
Municipal de Saúde.
Ora. Maria Cláudia
Loureiro Pinheiro Lino.
compareceu àquela
Casa de Leis na última
segunda-leira, dia 04,
para prestar informa
ções sobre o etor de
saúde cm no so uni
cípio, especialmente
com relação ao teto fi
nanceiro dctenninado
pelo SUS para o I los
pital São Vicente de
Paula, considerado ex
tremamente baixo, ten-
Prefeito Dilmar Leite
considera positiva sua
viagem à Brasília
Eg CARACOL - O Prefeito Dlmar acompanhado do
pccuansta da região e propnct:irio da agênoa RD Asses
sona e Consultoria de Negocos Roberto Duarte, esteve nesta
segunda-fora cm Brasília, onde visitou o BNDES e o Banco
Irzemaaonal General Banc (Suiça), vsando um programa de
finanaamenrto para o muniópio, que o aJudc a combater a
altíssima e assustadora taxa de desemprego Página-03
do em vista que a Secre
tária também é Presiden
te do Conselho Munici
pal de Saúde e gestora
do SUS no município.
A respeito do as
sunto o Vereador Israel
Chamorro fez a leitura de
um oficio da Secretaria
Estadual de aúdc. onde
foi infomiado :i C:imara
unicipal que a compe
téncia para a distribuição
de teto financeiro do
SUS para as unidades de
saúde no município é do
Conselho Municipal de
Saúde. Diante do epos
to. o Vereador perguntou
à Secretária Maria Clau
dia Loureiro Pinheiro
Lino se a redução nas
cotas do SU para o
Hospital ão Vicente de
Paula é de responsabili
dadc do Conselho Mu
nicipal de Saúde.
A ecrctária res
pondeu afirmando que o
assunto não foi bem es
clarecido no oficio cm
referência. segundo da. o
teto. ou seja, os recursos
do SUS disponíveis ao
município. é infornado
Equipe do CDHU
estará em Bela Vista
realizando negocia
ções com mutuários da
CO)sn e Erva Mate
Matéria na Piina-03
A
a ara
Secretara Municipal de Sade.
Dra. Maria Cláudia Loureiro Pinheiro Lino
pela Secretaria de Estado de
Saúde. que é o órgão gestor do
SUS no Estado. cabendo a Se
cretaria Municipal de aúde,
juntamente com a Be11cfiet..'r1cia
Ilosipitabr São Vicent~ de
Paula. que são as unidades que
prc tam atendimentos de saú
de no município. a elaboração
de uma planilha para definir a
distribuição desse teto. ou
seja, como e onde ele er:i
aplicado. "O U nos dá um
teto de RS -1. 86-1.0 t men ais
e nós. no município. temos que
dístnôuir esse valor conforme
as nossas necessidades. sen
do que o Hospital recebe me
tade desses recursos e a Se
cretaria Municipal de aüde
a soas. E7RI S7 0570D7D7E'
panc" informou J
a Secretária. •
Maria ~ '
Claudia foi enfa- '
'J
. Vendas de Bebi-
tica ao diur que l d:i quentes e
não tem funda- - geladas:
mento a afirma- Brahma e Skol
ção de que éne- Entrega a domicilio
ccss:irin um:i
reprogramacão
na aplicação dos
recursos do SUS no município.
ou mesmo de q uc e o Conselho
Municipal de Saúde quem de
termina quantas consultas.
quanto, procedimentos ou
quais os procedimentos que
deverão ser realizados pelo
Hospital São Vic.:ntc de Paula.
"Isso não é verdade. o valor
do teto do SUS para o muni
cípio nos é informado pela Se
cretaria de Estado de Saúde.
cabendo tanto ao Hospital São
Vicente de Paula como à Se
cretaria Municipal de aúde
apena a distribui:ão d.sse va
lor de acordo com as suas ne
ce sidades e da maneira que
achar mais interessante". sali
entou a Secretária.
rcfc.it ra iVlunicipal de Bela Vista-rv·
Balancete Financeiro do Mês de Agosto de 1999
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Fundo Municipal de Saúde Bela Vista/MS
Balancete Financeiro do Mês de Agosto de 1999
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Balancete Financeiro do Mês de Agosto de 1999
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Balancete Financeiro do Mês de A oosto de 1999
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DECRETO Nº 1.261/99- Executh o ;lunicipal
"D1.::ipii.: Johr,• ,'umeur,lo d.._• r11u .. 1w1,iru/'
Jo,;;,.: Gnrib.1di d.1 RO.!,,J Neto, Prefeito Municipal de Bela Vista,
l stado de Mato Grosso do Sul no uso de suas atribuições legais.
DECRETA -
1rt ,. • Num,·,i, NAZ.RETII FERREIRA R A MOS, para
1.·,,.:rc-cr u Cargo em Comissão de Coordenadora de Orientação e
1 orma,o Profissional, Sam»bolo D1-2. 4 pJrtir d.: o I J 0 99
A!l 2-Este Decreto entra l'IH l~tf n,1.!,11.1 ,1.: ,u.1 ruhl11..1 Jo.
revogadas as dispo»iões e ll!llllJíht
B,:iJ 1,1.1- l"- . OI J._, Outubro de 1999
Jt)'d (, !UH I 1)11) ARO t ! to. Detento Mlumrpal
DECRETO Nº 1 .262/99- Executfro :lunicip3l
"D s p õe sobre Exonerado d .. F u m .·1v ,:..i r w ..
Josl:' G:1rib:ild1 d:i RC>.:Q Nc10.. Prefeito ~!unicip::I de Beb Vi-ui.
E.st::ido d.' M::i.to Gro o do Sul. no uso dt !tu:i.::- :-:1nbui õc:s lee.aic.:
DECRETA. •
Art.l"- hona:iro pedido. KERL ' ~!O~TEIRO NEL O.
dn C.irfO em Con11::,,s.io ck i: r..-1:1ri.1 li. ··1mholo (' Al-2. :i partir de
01 1099.
An 2-Este Decreto entra em vigor na data de sua publica .1o.
trg.d.rs as dsposis em contrario
lkl.1 '1,u-~IS. 01 do Outut>ni de i9•N
Hhl (, !OB DI DA ROSA ! lo.Deteto um1pa!
DECRETO º l.253/99-Emu1i,o.,t11111-
lhpe whe tones@ode Lena oesane
Jo-e aanibaldi da Rosa Neto. Prefeito 1unipal de l
Vista. Estado de Mato Grosso do 'iul. no u,o de ,ua, ntrthui
lega1s.
DLC R L í /:
An. l - Conceder L1Cença Ges1an1e . a Servi
ROSE IR ALVES DE OLIVEIRA MOL! A. Au~ll,a
Sn, i~-o') (ier.1ir,. !otadJ n.t Sccr1ttdri~1 .iuni ipal de Promo
Social. a par11r d: 15.09.99 :1 13.01 2000. de acordo wm o ar1
9-1. Ja l e1 1u:l1c1p.1' n·· 9.18 l/J
A rt2 - !ste Decreto entra em vigor na data de su
publicaç:'lu. ,e, n~.1dJ, a.., d1,po,1çôe, em conrr.:írin.
l)el.1 i,1.1-IS. ~O de !>e1cmhro dt 1999
JOSl'. GiRl!lAl.01 Oi RU~A '-:LTO - Preíei10 Municipal
DECRETO Nº 1.254/99- Executivo Municipal
"D;põe obre Concedo de Lteença Gestante"
Jos.' G:,nbJIJi do R J :S:c1u. l'ncfcito Municipal de lkk1 'j
r.,1ado de r'-lalo Gn""' do '>ui. n,, li-<> de Sllli atrib,IÍçõcs legais:
D I' C R 1 1
; rt. l' • Com.1.·.! ... .-: 1 •~CIH,:~t ( 11..·,1.111tl'. a St:rvidora no~ ELI
GO'.'IÇAL'f.S PF.IH:IRA. Continua. lotada na Secrct.iriJ
lunicipal de Saúde. a panirdc 20.09,99 à 07.01.2000. de acordo
com o ar1igo 9-1. da I ei Municipal n 94893.
Ar.2 • Este Decreto entra em vigor na data de sua
publicaç;lo. re,ogadas as di,po,içõe, em contrjrio.
13e!J Visia-MS .. 20 de Setembro de 1999
J()Sf' G Rlfl.l rn [) RO'- -.:rTn - 1'1efri1~ lunicirol
DECRETO Nº 1.260/99-ExecutirnJlunicipal
''Dtsp<ic> .ohré E.Tor:i:rm;üy de! Funciunúno"
Jos.' Garib.1ldi da Ros:i lse!o. Prefeito Municipal de &la VISU
Esudo de Maio Gros,o do ui. no U',O de SlOS a!ribuiçõ,.,,, legais:
D E CRETA:
irt. Iº • faonerar. NAZARETII FERREIRA RAMO
do cargo cm comissão de Sccrc1ária 1. Símbolo CA 1-1. a partir d(
01.10.99.
. ,r1.:., - Este Decreto entra cm , igor na data de:- :,UJ
publ,caç:lo. re,ogadas as dispo,ições em contrário.
_ 13cla Visia-MS .. OI de Outubro de 1999
JOSE Ci,Rlfl,I DI DA ROSA NETO- Prefeito l1111i,1PJI
Expediente
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972
Propnedade de: Maria Estela Velasquez Pere ra
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Redator-Chefe: lvaldo Pereira
Departamento Comercial: Victor Hugo Velasquez Perera
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~ , • Porto Murtmha1/ ,1 s _
i-raça Thomas Laranjeira, s/n. 287 123º IScdê' P•A:,,.
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Anual: RS 100,00- Semestral· RS
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Vista realizando nego
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1
(1 li f>I( l
r) l'íl",1<len1<.: da
/ •,• .. o, 1 ,L',-;1o de Mor;1do•
res do ConJHlllU
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vezes o valor da prestação
do més de mar o de 1 'l9K
/ rcuniiio com o D11i.:Ior
Corm:r ia! do CDI ILJ ~ra
1cali1ada 110 Centro Co-
111umu'uiod1 VilaCOl 1/B.
~ 11110 Gros,o Sul 1c, e
um aumento significativo de
[CM (Imposto de
ireulaçao de lk11' e
Servi os) nos últimos nove
meses do ano, tornado-se
assim o Estado de melhor
desempenho e o únü:o .1
registrar a elevação da
arrecadação em todos os
meses de 99 no pais. Em
deze111hrn passado, MS
estava na 17' posição do
ranking da arrecadação de
IC~ IS. e111 ja11eiro de 1999
po lou para ló, e a cada mês
sua colocação melhorava de
forma expressiva. Só neste
més (setembro) a
:1rn.--c.1da ·,k, lic,,u J()(!~arima
ch1 llll·,1110 pcriodo do ano
passado, As informações são
do Mmistério da Fazenda.
i:011f11m.,da, por Paulr•
Duan,· - Superintendente de
Arrecadação Tributária da
Secretaria da Fazenda de MIS
, ju,titii.:ati, a para
csti.: crc,cimcnto na
arrecadação do ICMS sem
se elevar as cargas
tribut.1ria,. !,C~undo Paulo
Duarte foi a busca e punição
dos sonegadores. Algumas
cmpn .. ·,a" de grande porte
possuam redução ou até
mesmo isenção de impostos.
/', ai i, idades Je
comercialização e
indusiriali✓:,,ào de pnxht1th
agropecuários, campeãs de
e, as:)o fiscal. qt1l.'
respondam por 19% da
arrec.,daç:io de IC:'-IS.
ele, :11 .un ,u:i contribuição
parn -1 I (}ó. No comê-reio as
empresas monitoradas
recolheram 47% a mai,.
Como o ICMSé um impo,io
de cobrança indireta. uma
, ez que Ml:I tributação e 1:'i
embutida nos preços das
mcrc:idorias. Quando uma
empresa sonega o IC:V1S, ela
c.:,l:i cobrando do consumidor
e 1r.111,li:rind0 par:, beneficio
p ·rio- cometendo crimes
conlra <> Es1ado e o cid:,duo.
, i,;cali,açào e a
,0111ndc poli1ica sào o,
principais meios de se evitar a
evaio fiscal. O atual aumento
da :im:,:nJ=iç:1o de ICI IS. que
é responsável por 90a95%das
, crba, do Es1ado. é um
,~c111plo de que o poder
público 1em meio, de
tr::111 lonn:tr promessa cm
n::ilid.,dc. Uma ,c,quccom o
crescimento do recursos
estaduais (em o importunio d.a
eleva ão dos impostos) e a
popul:,ç:io ê que sni ganhando.
Ricardo Rig.o Acadêmico:
2° anu jorn:ilismo UF;IS
J" un11 Com. Soc.i:11 UCDB
1d, 11tc J 1
Conjunto Dr Hly mntot
mou .,in.! 1 q.,~ 11 l>nci 11
C1mcr,1.IJ,,(IJIII IJr
11cm .:, p, Jc que todo,
os mutuanos do Dl ll
cm lkl.1 Vlt.1 1nd11111d,1
o prop: 1.:t.tr10 d.:'·"·"
Jo, w111unto, ( 011 li<.:
1 í ,11.1.tl..!. Ull11p.1rc1,..1111.,
c':I lelllll,10 11(1 l't.:1111l
Co111u11H,1110J.1( OI! li
lOl11 o nh11:t1o Jc ,c 111·
tentarem das negociações
e ob1crc111111:110,c, 111fo1-
mações a te»perto d.a ·t-
111:içiio dos mesmos
Prefeito Dilmar Leite, e
Caracol, considera ositº
va sua viagem ai Brasí ia
Consciente de ,ua,
obrigaçõc, para com o pm o
caracolensc. que o tomou o
maisjovc111 prefeito da histó
ria politic:1 do numicípio. o pn.'
lcito Oihrnr 1.cite desde o ini
cio de seu mandato têm pro
curado c'Star ao lado dos me
nos fa, on.'Cidos. com o finnc
propósito de tom:í-los n:..ilO!l·
s.ivei, pelo próprio SUSIC11l0.
:u r.l't.:s da gcraçiio de l!IIIJ)íc'
gos na cidade e no ca111po
Niio cndo um
go,·cmanlc de gabinete que
espera as coisas acontece
rem. o prefeito Dilmar acom
panhado do pecuarista da
rcgiiio e proprict,1rio da
ag~ncia RD Assessoria e
Consultoria de egócio,
Robcno Duanc. este' e nc,,"ta
!'l."gl01da-fára cm llra..<ili.'l. onde
,isitou o llNDES e o lhnco
lntemacional General Bane
(Suiça) visando um programa
de financiamento para o mu-
1,icipio. que o ajudasse a com
bater a altis.,ima e assusiado
ra taxa de desemprego.
Assim co1110 da
primeria vez, o prefeito mu
nicipal n5o voltou de miios
abanando. já que naquda
oponunidade con eguiu o
asfalto que beneficiou inú
meras quadr:is da cidade e
o aumento do número de
cestas b:isicas do mw1icipio
junto ao programa Comu
nidade Solid:iria. Prova-·
vclme11tc na próxima terça
feira técnicos do 13NDES.
do General llanc e da
Embrapa. estarào em Cara
col reunidos com os peque
nos e médios produtores.
classe empresarial e política
do municipio. visando a im
pbntaç.10 de unu fabrica de
su os e de um fiigorifico.
É, :ilido lembrar, que
caso o estudo das
ose Amulton mnfor
mou tambem que 111111 ..
,q,unJ., 1.1.ip.1 c:n J 111,1
ser defimda. a equipe do
( 1)111' l.11.1 ,1 ,·ntrc • 1 (!o,
recibos de quttaçao das
ca,.1, tln, 11111111,1110, que
cf'ctuarc.:111 os papamentos
nessa I'etapa e ira nego
uar Lo111 o, <lc.:111,11, 11111-
tu:ino, que p:tt•ar.1111 ,tll •
111a de.: R 2'i 00 ,·111 111:11-
ço de tJ!I. hem w1110 d,·
vera fazer a transferéne+.a
dos famosos "contratos
Jc g;l Cl,i", Oll ,cp. :1 1 c
gulanzação da stuaio
do~ atual 111tHt1:1no, qu,·
Prefeito de Caracol, Dil:11ar ela Silrn Leite
potencialidades do solo ;::ja
f.wor.i, cl e apro'ado pelos
técnicos do E111brnpa. o pro
gr.ima de fm:mci.,mcntos ser:i
imediato. e a garan1ia de
compra da produç5o a se
gurada. Ponanto é muito
i1r.ponante a panicipaçiio
de todos os interess.,dos
nesta reunião. j:i que este
não é um projeto poli1íc0. e
sim um projeto social do
prefeito., isando única.: cx
clu. Í'amentc a geração eh:
emrm:gos cm sua cidade.
É digno do nosso
aplauso este gc 10 piondro
do prefeito. o qual espera
mos que aja apro'ado. poi.,
cstar:i gerando om isto. ,ó
na cnnstmçiio do fiigorifico
e du f:ibri.;a. no mini mo 200
emprego, (diretos e indire-
1os). e om estes em plena
atr. idade.jLmto, estarão ge
rando 500 empr,-gos diretos.
Junto as pessoa,; cenas. as
coi~as acont1...-ccn1 nonnal
rncntc. por issn queremos
apro, ei1ar a oponunidade.
para cwnprimc.:nlar urna pcs
so:t. que llh!:-into anônima
deu o maior apoio e incc.:nti
, o ao chefe de, c,c.:cuti, o.
inclu,i, e o a ·ompanhando
com dinheiro do próprio bol
so nesta, iag.cm_ tt:mos er
teza que na hor.1 cena. a co
munidade car:i olcnse s.1bc
rã reconhecer este gesto de
amor por esta tc.:rra. na qual
ja possui bens valiosos.
É. quem ,.abe faz a
h r:! n:io c.:,p,111 conteccr. e ao
que parece o Prefeito Dilmar
le antou. sacudiu a pocim e
l!Stj cbndo a , olw por .:im1
P:1r.1bén_,111 (Gorloy)
Um pa
ra aperf ÍÇlH r
o irnprc.~cindh·d p:1-
democracia
'ptn is da p
t que um dos
mio,a od t tu«dana, e0 l
lllllll 1l•j,lf,l
1
'1101 ti'
"Arfo mapt aroherompo ti onju nur as
que nio se sumem ao modus operand espeufo da huti
a dama4tatuna, ao u onteto on, uoc os/tu ... t(>nd ..
p.ua rc.: p011cler a(" Jíl"''º' d 1 ,., i cl.,J~ 1 k IJIO .HI ti d
um conflito, cabe ao juiz colar a ler com anseios de hhrdade
tia e democracia do povo" enfatizou deputado Ono
Antes de abordar mudarias mais polemas. omo o
l.O::.t1ol~ c,krno. t!t,...: Orto lom.1 ~ 111~11t ...,_ r.d., el portanto
,1 alturd.1:•c111 de que oe, que circundamo desafo ontemnpo
r,tnt.."0(1'1 mn,1 orckni um.JUlh.lori.tlc filn,Hfi"".t um10.111x>ro-
,idad!! da Jutia Segundo ele. "esse tem sido o motivo lTIJH
1
1
para eh«utnt e ptopor a retoma do Judxiano E a morosada
de que 1cr11 a1111gi<lu mais de perto a credibilidade deste Poder"
Citou alguns cemplos de ao que tastcamn morosamente sem
,oluçào e outro, que (;(l!1ti1111.un e111 ct111~JJs•,o de c-,pct ,1. 1:<1111 ,,
1mpunicladc tornando-se exemplo vivo dessa
contemporaneidade. como o aso do ateu Mouhe. o do
",hoppin)! de 0-..1-,uJ. <h :h-..1,..i110,d.1 l andd.1111. do ( ,11,111d.1u
e de I ldoraclo de Catajas Não omitiu o caso dos podei ll-.<h
como o c,-dqn11.1do c1!!JO ',,1}:1 e popul.u,-.. .111011111Kh. parn
perceber a distancia entre o pm u e o l'o,kr
l·ntre os detensores dessa retoma Oro krn!Hllll do
Coorde11ador (,cral do Instituto de IJcli.:,;i d., ( id,,dania e
dos Direitos l lum,rno, Roberto Pugliese e do Desdente do
Supremo Tribunal F ederal. Ministro Carlos 'cli<hO "f k,
atribuem como maior mal a essa morosidade da lustra e ao
seu esclerosamento. o desaparecimento dos órgãos judicia
nos. principalmente o, de primeiro grau e o C'-C>~I o
fonnali,mo que dcc:one da, norma, prn,e,...,1:ti..., igl'.nlc,
além da fàila de recur<,(),"
Concordando com a anàh,-c dc,,is i;c111c~n 11ad:h au1on
dade,-, Ono, ai um pouco alem e di, que "a falta de jui/.c,
tambem e causa da kntidiio da Ju>tiça". c1t:tndo l,Olllo e,c:n>
plo-.. a Alcm.1nha que tem umjui/ para cada 3 5(0pess0as.a
França. urnjui, para cada 600 pe,wa, "' 1 ,1.1dth l 'nido,
umjuv parJ cada 9 mil pe,,,oa,. a ;r!!<.!111' -.1 111 r para cada
17 mil pessoas e o llra,il. um jui/ para cad '"''°ª'
/inda para ilu..trar. Orro cita oca-.,, de tal ,, do ',ui.
que para preencher as vagas existentes.p'e. «nu4t ... I2ju,-
,,..,, sub..iitu10, 15 jui1.I..', dc 'Entrância ctede2 I nrr.im:IJ e
cinco ele l· 111r:inc-i:1 Lspt.'<-ial num total de 39 11111c,
SOU (ÓES [ PROPOSTAS IJISCI J'll),S
Orro fe, questão de mencionar a, ,olu,;üc, e propos
tas ja discutidas por alguma, autoridade:,. e: dc.:fl'.ndcu uma
nuior c,pc~iali,.ação do, orgdu, de I gíau "l.,_, .. a c,peciali-
1.açào. hoje. da-,c: nos doi, campo,. i:1, il e criminal. com
Varas Cin:i, e Criminai, !·la.entretanto. de.:, ena c.:,1cndcr
sc muito mai, O mini,tro Vdloso ,ugc:rc. di,".: Orro. que
nas capitais e cidades m:iion:, ;.c:jam institu1d,,- cc11110,judi
ci:irios com fóruns ,specialv.ado, fómrn da í·att:nda l>ubli
ca, com varas tributarias varas de direto admini..:iratÍo. fõmm
agr.irio. com, aras espcciali/.ada, em Direito Agrário. fõmrn
ci,·il e comercial. com 'aras comerciai,. que compri:endam
também., aras de fah:ncia, e concordada,., ara, de propri
t.'Cl.1de industrial etc; fõrum criminal com, ara., e,;pc'.iafiz.ada,
cm ma1àia Jl<-'llal 'aras de tr.in,ito. tó,íco, etc"
Orro lembrou. ainda que uma das soluçõe--. entiio m,.:n
cionadas pelo Jlin. Carlos Vdloso encon1r:i-...: hoje em fase
de in~1lantaçiio: s:io os juiz.a dos l!Speciai, e de p<.-quc11as cau
sas. qut: segundo ele devem c,-pandir-,e também para o in
terior. 01110 juizados mó,·eis. cornjui.f.es i1iner.mtc, que se
deslocariam portodo o território nacional. Por outro lado.
como a deputada Zulaic: Ribc.:iro. Orro defende. alem disso.
que existam juízes e promotore de plantão nas comarcas.
Além disso. outra propo a de ,oluçiio tambem dc
fendida e apresentada durante a palestra ao, adc,guiano,
pelo deputado Rob no Orro . ..; "a in,,iruiç.io da responsabi
lidadt: ci,it e administn1ti'a dosjui7.es". que ,e de, e traduzir
na respon,abilidade do EStado. por erros judiciai,- e pelo
direito de regresso. cm aso de culpn ou dolo. segundo ele.
" e,,se sentido. disse. a Associação do, Magi.;.nados do
llr:i "l(AMfi)con ideraqueareformadC.'t: omcmpbrum.1
prC'>is:io de muha. a f.J or da parte prejudiada pelo exercicio
abusr. o (protebtório)dosrecurso· jucli iai· E J OAB propõe
responsabilidade civil do Estado pordanoscau,;;ido; pelosjui
= no erro inescusável ou dolo". Fmalizando Orro dis,e que.
na vercbd.:.. '),re isnmo;; ser capazes de onstruiro mundo de
amanh:i. mmundoquequcremos m:1isju51o.ncisí."'re.nuis
é6 o". Parn isso scrpos.,h el disse con orcbrcoma po ·.,.:o do
nador Ramez Tebet, sobre Educaç:io up ·rior e ,35 Ten
dências pam o Século X,'.l defendeu um en ·ino w,i, crsii.irio
, ohado para a fomuçiio de um homem no o "L:m homc:1l
onclui Orro. que não entenda a cidnd:u1 .. :ip,-:-a, omo meio
de realização pessoal nus que esteja intCft .. ,o '!Í~ameme j
urra comunidade unr.·c ai de homens li-,, •,"
aaor o sta
J ( r) dor do
( om as pf 'n, s o +0v€I
Estado José Oreiro Miranda dos Santo
dos Mintros Parapuno Walter Dowe!
Montalto (l11l1 r111r) I' .lo ,l' Alberto Planas
(Obras Publicas e Comunicações), da Pre-
1dente do [BAMA. Dta Manha Marreco
Deputado Estadual Antomo Carlos Arroyo
(Representando a Assembléia Legislativa do
Estado), além de inúmeras outras autor1da
des civis, multares e convidados. do Brasil
e do Paraguai, foi realizado com brilhantismo
nu últrnll dia 1()/()</, cm Bela Vt'>la, o Ln
lnlcf.rn,·,io Bra.,tl/l'araguai.
e,., , •'ortlol t do/
ua ralzasão mat raliza
d ampanha o de mt
no,'um Encontro oro » yA
bem pouco tempo, mais precisamente ate o da à! e
Dezembro do ano passado, não seria realizado na to d
querida Bela Vista, mas sim na capital do Estado em
gabinetes confortáveis", afinou Zeca do PT
) Governador reportou-se a viagem que fet Is
passado a Assunção, em companhia do Prefeito Garibldi
e de outros prefeitos da região, onde trataram do
·estreitamento das relações politicas, ambientais. comer
ciais e culturais entre o Mato Grosso do Sul e o Paraua,
apontando acoes concretas que podem ser desenvolvi
das em conjunto "(0111 a realiza ão de Encontros como
esses, de Assunção e de Bela Vista, estabelecemos um
marco no caminho que estamos traçando com o objeto
de devolver ao MSe ao seu povo, empresários e traba
lhadores, o sossego, a tranquilidade e a motiva,ao que
ele precisa para acreditar nas suas potencialidades, le
vando a crer firmemente que Mato Grosso do Snl poclc
,er de lato um 1 ,taclo importante da I edcrn ,io e n,io 11111
Estado periférico, conhecido como um anexo ou uma su
cursal de outros Estados tidos como mais importantes.
de,tnu1u Jo,c Orcirio
Continuando ,cu vibrante pro111111cia111c11to /cca
eníati,ou que o Encontro de Bela Vi,ta ta111he111 era um
momento histórico porque estava proporcionando odes
dobramento das convesações de As unçiio. do qual par
ticip:uam os Ministros aqui prc,cntc, e o próprio Pres
dcnte da República cio Paraguai "Aqui queremos discutir
e <lclinir um acordo sobre a pesca predatória. propirnn'.·
do a integração da nossa Policia l·lore,tal com a Policia
Ambiental do Paraguai. e,truturnndo e dotando-a, das
condições necessárias para desenvol crem uma liscah,.a
ção conjunta, aqui vamos aprofundar o debate sobre a
integr açfo econõmica, sobre a Hidrovia do rio Paragua
que beneficia o no so Estado e também o pais vizinho.
permitindo que os nossos produtos tenham um preço m.11',
competitivo à nivel internacional. enlim. queremos ser
pareci ios. não queremos só ,·cnder os n~ssos prod1'.to,.
queremos ser irmãos de foto para. de maos dadas. cre,-
cermo,juntos", destacou o GO crnador .
o final <lc suas palavras. José Orcírio Miranda do,
Santo, reportou-se ao Tratado do Mcrco~uL segundo
ele. tão falado mas que necessita er materializado com
ações concretas que beneficiem a relação comercial entre
os paises integrantes, como o Drasil e o Paraguai, deian
do de servir apenas para criar conflitos e confusões Sal
cntou esperar que cm novembro, quando da visita do Pte
sidcntc do Paraguai ao Brasil. cm nrasílta. possa ser ass
nado um documento elaborado com base nos Encontros
de Assunção e nela Vista. garantindo aos governos da
região de fronteira do llrasil e Paraguai. poderes que P?'
sam formalizar acordo que garantam _uma ma,~r
integração e facilitem a vida da duas comunidades '.mias.
permitindo o nosso desenvolvimento com mais agilidade
"E com essa intenção que o Govemo l opulancm a
nela Vista, cheio de ânimo e detcmiinação. acreditando
firmemente que agora nós iremos à fn:ntc.jwnamcnt~ com
• •
1
• - d Paraguai e Lambem da
os nossos VlZlll OS e rmaos, o ·'E .
Bolívia, nnno à um futuro de efetivo desenvolvimento, es
pccialmente na regiões udoeste do nosso Estado e nor
te do Paraguai". finalizou Zeca do Pl.
{ ll.II.Ir--I s la
o Prefeito José Garibaldi (foto). anfitrião do im
portante Encontro Intemacional e um dos responsavei
por sua organização em Bela Vista, juntamente com o
Governador Jos.: Orcírio Mirantla dos Santos, agrade
ceu as presenças das ilustres autoridades dos tio is pa
iscs, afirmando que Bela Vista ,cntia-sc cngrandec1d~
e pre•aigiada por estar sediando o evento Josc
Garibaldi lembrou que o Enconu o em l3da Vista era a
continuidade da rcunião de Assunção entre o Gover
nador do Estado Zeca do PT e os Prefeitos da região
de fronteira, com os Ministros e o Presidente do
Paraguai, rcali1.ada mê, passado " aquela oportuni
dade assuntos de grande interesse do, dois povos ir
mãos. especialmente da fronteira dc ambos os paises.
foram debatidos. ficando acertada a realizacão desse
Encontro cm Bela Vista para o aprofundamento e das con
vcrsaçôcs", re,sahou José Garibaldi
Confon11cj:1 infon11a111os na edição anterior, os as
sumos referidos pelo Prefeito Garihaldi e quc constaram
dn paula de Encontro de Integração em Bela Vista fo
ram e,pecilicamcntc relacionados a região de fronteira,
como a criação de condições para a nnplantação da Rota
de Integração niocc:iniea "o novo corredor central" de
fendida pelo Govemador 1/eca <lo PT; o fortalecimento
do 1111 ismo na região; a construção da denominada.es
trada da integração liga111lo Porto t>lurtinho à Filaddlia.
no Chaco Paraguaio e a pavimentação da estrada que
liga Bclla Vista Norte ao Crncc, que é reivindicada pelo
Prefeito José Garibaldi, juntamente com as autoridadc,
da vizinha cidade paraguaia.
A pesca predatória no Rios Apa e Paraguai. na
fronteira entre os dois países. a questão do meio ambien
te e a agropccu:iria na região fronteiriça, a preservação
do Rio Apa e as medidas que podem ser tomadas para se
evitar prejuízos ambientais incversí,·cis com relação ao
projeto de reforma agrária denominado A,. •:11tan,c.1to
Afonsier, no lado paraguaio, brargeas margens do
Rio Apa por um longo trecho, """'no, ternas mais im
portantes abordados no Encontro cm neta Vi,ta, cujas
conclu,õcs fi11ais foram ekncadas cm LIIII documento de
nominado Carta <le nela Vista. que será cncanlinhado ao
Ministério das Rela õcs Exteriores dos dois países cá;;
Instâncias competentes. para que sejam estudadas e lran,
formadas cm acordo internacional. visando a
implementação efetiva das mesmas.
GOVERNADOR ZECA DO PT
DEPUTADO ANTO r10
CARLOSARRQYO
Falando cm nome da Assembléia Legislativa o
lkputado Antonio Carlos Arroyo (foto), afirmou no
Encontro em Bela Vista que o Poder Leg.r !ativo Es
tadual apóia incondicionalmente as a õe do Gover
no do Estado com vistas ao estreitamento das rel
çõcs com os países viz.inhos. bu cando o desenvolvi
mento para a região de fronteira. "Realmente senho'r
Í· Governador, precisamo pen ar grande e Vo sa Ex-
T.seu pronunciamento na abertura do Encon- celência juntamente com ua equipe. sem se dcscu,-
tro de [ntcgrnç:io Brasil/Paraguai cm Oda Vi ta, o dar dos problemas do cotidiano. e tá olhando pau
[
i:. ' (i· .
A Presidente do Instituto Bra,ileiro do Meio Am-
biente - lllJMA- Marília Marreco Cerqueira (foto).
que abordou a questão sobre o Meio Ambiente na re
gião de fronteira. ob,ervou inicialmcntc que as estra
tégias do Governo nessa área são bastante diferencia
das pelo fato do nrasil, Paraguai e também a lloli, ia.
possuirem lcgi,lações conflitantes Segundo ela. isso
não acontccc. por cxchá dez anos existe o fratado de
Cooperação Amazónica. o qual propicia a integração
e a cooperação entre os países amaz.ônico,. que in
clusive vêm desenvolvendo vários trabalhos conjunto,
na área técnico-científica voltados para o 70neamento
ecológico. proteção e controle ambiental.
Marília Cerqueira salientou que a questão
ambiental nas fronteiras da região Sul e entro-Oes
te faz parte do acordo do Mercosul, sendo tratada
mai especificamente no Sub-Grupo de Trabalho nº
06, juntamente com diversos outros assunto, rela
cionados a questão ambiental, informando que e en
contra em negociação um protocolo adicional ao
acordo do !crcosu voltado exatamente para a,
questões do meio-ambiente. egundo Marília
Cerqueira. a idéia desse protocolo é a formalização
de um acordo entre os quatro paise integrantes do
Mercosul no sentido de viabilizar uma maior
integração e colaboração nas questões ambientais.
abrangendo desde a questão da harmonização da
kgislação e a busca de ações concentradas de fis
calização na região de fronteira até a cooperação
cm casos de acidente ou emergências ambientais
A Presidente do IBAMA rc saltou que es e pro
tocolo foi elaborado pelo Sub-Grupo de Trabalho nª
06 do Mereo ui e atualmente se encontra cm discus
são, sendo esperada a sua a sinatura ainda para este
ano. Marília Cerqueira informou que na pauta dcs e
uh-Grupo de Trabalho consta também a questão re
ferente aos ilícitos ambientais, onde são abordados
todos os problemas relacionados ao contrabando de
madeira. pe ca predatória, transpone irregular de
produtos químicos ou rejeitos perieoso . akll' _,J,
questões ambientais sobre a hidrovia Paraná1Pnrac1.,.1
e sobre a Bacia do Prnta. assim como diverso,
tros assuntos relacionado a legislação ambicn
abrangendo o quatro países integrante do 1'krco,
Segundo ela.as conclusões do Encontro de Integra
de Bela Vista servirão de subsídios ao IBAMA-e ,e
tameme erão levados à discussão do Sub-Grup,, ,.
Trabalho n 06. do Mercosul.
(Continua na p:ígina OS)
ntc
tro de
A.
teg
i tros do
Bela Vista
PIUJ· En o 1),( ro ()( I.IHÚ.I. IL'v,
JIIO Il>l J 1. IH) ( IJ)J I
No f·ncont10 de lntq11,1çJu llia,il l'araµuai c111 Hcla
Vista também falou sobre a questão ambiental na reio de
liontcirn o l>t efeito Municipal de intonio João. D.icio Q11ci1 O✓
',ilva (foto). que e o Presidente do Consorcio mtenunicipdl
para o Desenvolvimento das n,11.:ia, cio, rios Miranda e Apa
1:lc colocou a cli,po;iç,io dos municipios que inkgr,1111 o
CI DEMA. ria p,,soa do '><!11, !>refeito, cnr ,ub,idir, apoia,
e desenvolver patzerias, com os Govemos I stadual e lede-
1,il. bem como junto aos orpanismos intemacionais. 1 oltada,
para politicas conservacionistas e de preservação ambiental
es;,c sentido, Dácio Qucirn✓Sih a i11lo1111011 que e'>
tào mantidos antendimentos para a realização de um encon
tro. 110pró,i1110111êsdc dc✓..:mhro. entre o, intendente, e l>re
fcitus dos municipios paraguaio, e bra,ilcir o, que são delimi
tados pelo rio /pa, oponunidacle em que ,cr:io tratados as
suntos relacionados aos problemas comuns na área ambiental
buscando entendimentos para o de,cnvohi111cnto de ações
companilhadas de proteção e defesa do meio ambiente
O coordenador de ições E,tratcgicas e issw1tos ln·
tcmacio11ais, ! leitor Miranda do, Santos (foto). foz. um his
tórico das políticas de relacionamento exL-cutads pelas ad
ministrações estaduais anteriores Ele disse que os go, emos
anteriores 11:io se intcres.SJram cm e;tabelccer um efoti,·o in•
tercàmbio com os países l'izinhos. perdendo oponunidades
de negócios e de aproximação política e cultural.
Ju. tilicando a neces.;;idadc de maior aproximação cn•
trc Mato Grosso do ui e os dcpanantcntos (estaduais)
parnc.uaios. localizados na faia de fronteira, 1 lcitor lVliranda
c:-.-plicou que no Paraguai h:i um dos maiores contingentes
de imigrantes brasileiros "No cenário eco11õmico latino-am<..,
ricano. o Paraguai é o segundo parceiro comercial do 13rasil
perdendo só para a Argentina". ressaltou o coordcnador de
içõcs Estratégicas e Assuntos l11temacionais
!d1y y
?tembro • Outubro • 1999
~ •'!..=t
E1if:ttiz.1ndo a c:-.c,,-cução de unu rclaç:io eficaz com o
13n,.J. o minisro do h1teiior do l"Jr.1gu:Ú. \'ahcr 13om::r Montalto,
(foto), chamou a atenção dos participantes para importância
que !<lato Grosso do Sul tem na rota de mtcgraçao b1occa111ca.
que liga os oceanos Atlântico e Pncifico. "O Estado tem um:i
locali7:rç:io estratégica". :malisou Montaho.,,_ _
Secretário de Estado de leio Ambiente, Egon
Krackekhe, que também participou do Encontro de
/11tegrnç17o ""' Hela 17,ta
C RTA DE llELA VISTA
io final do l nontro da Integra,ao brasil Paraguai em
l3cla Vi ta. na tarde do di,1 JO (h di,crso, a,s1mto tratado,
foram condensados em um documento denominado "Carta de
Dela Vista", a qual será encaminhada as autoridades govema
mcntai., do, doi, paí,;c,( :V1 ini~tcr ioda, Rda~ú.:, 1 ,tcriorc,).
para o, procedimento, protocolar escom vistasa serem firma
dos acordos bilJtcrnisque po,..,íbilitcm a cfc-ti, a rrnplcrrn.,nLrção
das ações aqui discutidas e propostas Na mtegra, abaixo. tran
crevemos a Carta de Bela Vista
CAllT, DE BELA VISTA:
O Governo do Estado do Mato Grosso do Sul
O Governo ela Rcpúhlica do Paraguai;
Co111 a participaçiio do :-.tini~tério de ,tcio Ambi
ente cio Brn,il/lh:rma
C'onsiclcranclo:
O objeti, o de uma real implementação do programa
de intrcgração ,ocial cooperação cconômka e política na
n:gião de fronteira. entre o htado do Mato Ciro,;.o do Sul e
a República do Paraguai no sentido de que o,, mculu, per·
m.1ncntcs de amizade e cooperação evoluem a uma integração
que consolide a, 011tade de crescer jwrto,
i necessidade. no co11te,10 da implcmcntaç:io do f>ro
grn11L1 de l111cg.raçiio. de propi,iar condiçôc, para o desenvol
,imcnto integrado da reg.~io de liontcira entre Mato Grosso do
Sul e Paraguai mediante a participação mais ativa dessa região
no estabelecimento realista, gradual e equilibrado do espaço eco
nómico ampliado que deverá resultar da in1 ... -gr:1ção <.11tre o doi,
países;
O fato ele que a frontcria entre Mato Grosso do Sul e
República do Paraguai. cm :rmbo, o, p:11,c, e uma das áre
as onde se integram as força, ,ociais e econórnica, que adc
quadamente coordenadas, podem otiminr a utilização de re
cursos e favorecer o desenvolvime 'tlto do llra,ilc do Paraguai.
O respaldo conferido pela, re,oluçõe~ do Encontro
de Integração 13ra,íl e Paraguai realizado em Bela Vista ( IS).
nesta data, e visando dar continuidade ao trabalho de coor•
denação ora rcaliz.1do entre o Go, crno do Estado do Mato
Gro o do Sul representado pelo Go,cmador. linistério do
Meio Ambiente do 13rasil repre;cntndo pela Presidente do
lbama, Governo da República do Paraguai. nesta ocasião
representado pelo, Ministérios do Interior e pelo Ministério
de Obras Públicas e Comunicação;
A contribuição prestada pelo, co1tfcrencistas. conruni
dadc local c prefeitos das cidades fronteiriças. cônsul verea
dores. empresários presentes ao encontro;
Decidem:
A E,-pressar o apoio político ao encaminhamento das
resoluções aqui elencadas aos Ministérios das Relações E>.1c-
Produtos Agropecuários em Geral
Vacinas • Sementes - Femgens - Selaria
IMPORTADORA E EXPORTADORA
te
k .,pro•
veti toseob
jetivos fundam! 1d
D Pertit anda que se id ntifiquen de
criar condições que faltem o aproveitam nte
dos servos publos prestadostare iod swve
s«cu aproveitamento on#unto
T Permtir que se proponha projetos de deserv ol iren
to sustentavel conjunto de coopera ao tecn a, conota e
financeira destinados a produção, armazenamento.
comercialização, fiscahzação, desenvohy imento tecnoloxo
transporte de produtos da teta0
1 • I· ,tucl.ir a viabilidade tenia e economia de ampli
ar as vinculações fisicas, fluviais. temestres e aetcas (trans
porte aéreo sub-regional). entre as regiões de tonteira do
Mato Grosso do Sul e da Republica do 1',11 Jl(IIJI. hc:rn LOlllO
asdos sistemas de telecomunicações e de complementa,ao
l'.nergct ic,1. ,
G Pomo er uma maior parti mpaão do empresariado
privado da região. por mtcrmcdio de suas entidades rcpre
scntati,a,. a fim de que o, ,c,r- a;tc111c, c'.OlltH11i<,(h atuem
dentro do espirito de integração expresso na presente cara
11 Nu âmbito a111hic.:11t:rl pr opnent a li,cali.✓.dÇ,10 cou
junta no combate a pc,ca p1ed,1to1 ia bem corno a criação
de um:1 iP/ (Arca de Peserv ação Ambiental) na microbacia
do Rio /pa. propõem ainda a criação de um comité de ges
tão cornpanilhada da Bacia do Rio ipa entr<' autoridad.:,
Federai.., Estaduai..JDcp:111,1111c111ai,, e Municipais assim como
de organi.✓.ação de Sociedade ( i,il de arnbo, Paí..e, e incor
porando a panicipação da, comunidades indigenas do f sta
do de Mato Gro,,o do <.;ui e a Repuhli,a l',rrn!_'uai
1 a área da produç,10 igro-l'e,tr,111,1 drJnte dos
inúmero; problema;, s.111it:i1io, c,i,trnt,, crn • a:o Grosso
do Sul e no Paraguai. propócnr a con-tituH,.,, Grupo ele
Trabalho e a implantação de politizas e:nup.:cenas para
encaminhar soluçõc, no âmbito da Defesa Agro-Pecuária.
J Ampliar e rcati,ar urgc11tcm.:ntc o <..omitê de fron•
teira na cidade de Pedro Juan Cabalkro
K. f·.stabclecerque o,,ornni:sd:.: fwnt.:aa ~o presidi-
dos pelas autoridades con-.t.tlar,-,, de cada pais com sede nas
cidades fronteiriças e integrados por rpresentantes do setor pú
blico. pocl<!!rdo com idar-,c o setor privado como observador.
L Propor medida- cspcciai, de proteção ambiCJ1tal
oo Território abrangido pelo a-,,,cntamctll0 rural da fneoda
Fonsier ( . 0 000 hectare, cm terras Paraguaias). principal
mente a, margcn, do Riu ipa. medidas que deverão se es.
tender aos dcnrai, a:,.,;cntarnentos ruraí, da faixa fronteiriça.
M Estabelecer que a; funções dos comitês de Fron
teira serão.
. propor ,oluçõc, para os problemas operatil·os fron
teiriços por meio de uma maior coordenação de ações que
tendam a facilitar a circulação de pessoas.. mercadorias e
l'eiculos. e
- promo, er o descm oh.imento econônúco. comercial
cultural, educacional, turistico, científico e desportivo.
Bcl:i -15ta-'.IS, 30 de Setembro de 1999.
(Fotos e Reportagem: Cbalclino Rodrigues)
"f' cessas
----- --------
I
amara e otícia e Informação._
VUH,AI>OI< C)l Ut
l'HOVI l>Í. "'CJA~ ( O"- 1 Jt-
( / 1 ", 1)0 L 1 1 '-;
l(j nr J , 1 d
,, 1
lu1 .1 ili I ti! d 1 ( ,,,, 11 J l,111, 'I d '
Vereador do PI+ lo r (atum
enaninhou tndia4o ao P'relei/»
lu111< ,r il. 111111 , 11p11 ·'" 1 ·, r,•,,11<> 1 '• d
do IA+lo olrestando provtder ta o
rela+ao a doente que otulatt pela
, 1,h p11l>l1c.i d., ""' , , 1tl.,lc li.li 1,d,1
cto tios a ade da nos -.1 1 (lj d 1.10
1 J Vereador disse que as r,, l,1111.1.i,·,
a respeito do assunto do generalizadas.
hisando que "realmente o des adias que
perambulam pelas ruas da cidade
tpteetant riscos a satude da popul,1,;,10
Jazendo-e necessatio que 4s autoridade
competentes tomem as dedas
providências"
1 LliMINtÇÃO O TREVO
DO DER.SUL
1 111 cxpcdicnll: c1l' l'1d,i1n l11111,ip.il
o Vereador José Ares Cature retterotu
indicação anterior de sua autoria. onde
reivindica a colocação de iluminação
públic.1 na ,aiJ:, p.1ra u h,1i11,1 1~11,1 l)oct:.
desde o Trevo até a residência local do
DER~ li.. co11>itkr,indo qu,· ,1 ,:,rnri,tio
r<:inantc: no local rcpr"c:nta pnig,, .: tr:i,
,0riu, trnn,t,nnos an, aluno, quc· Olt,1111
t.la, escolas no periodo noturno.
NUMERAÇÃO DOS
IMÓVEIS DA CIDADE
ll.l de d+ A o '!
hn 1p.d 1, OI 1 ,, ,, li,, 1.,,
( h 1JPHIIP d Hoha ol I?
,11cir,1,lo111 IUtlllll ,l.1 l't, 1c 1lt1 ,11
lo alzado em {rente ' ( l.'.IJIIIIL,l J ,-1 l
Vi, pata que o mesmo ya detmn do a
com!rução de um campo de futebol par.a
os esportistas dos barros Htaborat
( ·,,11Jlllllll Jl!,11) ,k 11 HTll
No expediente o Vereador Israel
1,· ,.d1<111 ,1uc· ,, r.:knd,1 .1r<.' 1 em sendo
depradada hi alum tempo, sendo que a
1111.:,111,1 potk ·.c·r ,111111,J1,1J,1 p.1r.1.1 p1,111,·,1
de esportes pelos moradores dessas duas
comumtdades, salientando que o bairro
ltahnr,11 1ci11 p,111i,:q,,1do do, t:,cnt,"
c·,1wrtilh 1L',ti11,1do, .:111 tlll'>SO 1111111ici11it>.
Inclusive sarou-e ampeão de um toreto
i11tcr-b,111 ros, mas ndo possui nem mesmo
11111 c,1111p11 d,· l'u1c·h,1I p,11.1 de,.:11,oh 1:r ,.:u,
ui:in,111h .. 'Jllh.
De .1utori,1 du l,rcat.lor hracl
Chan!l1rro da Roch,t. 1,,i c11ca111inhat.lo
C)o.pcdicnt.: ao Sc,n:t;irio luni,ipal d,
Obra,. ,0111 ,úpia il S,c:t.:l,iria 1unicip.tl
de Educação, solicitando que seja estudada
a possibilidade de ,er f.:i10 11111
n:ílorL':•:t;1111l'.nto. com árvores nativas, na ....
margens do Rio ,p,1. d"t.l, a l'ontt:
Internacional até a l staçio de Captação de
i!,!Ua d,, S,. I·
O Vereador sugere que a l'rctc11ur.1
faça a prepara,~o par;, o rclhirc,1amc1110 <:
crH.:arn·gui.: n:-. aluno:-. das escolas de
fa,crcm o plantio, observando que essa
iniciativa, além de embelez .ar as tnarl!l.'llS
do Rio ,pa ir;'1 <: itar ,,s problema: d,
erosão que estão ocorrendo em algumas
partes do r.:li:rido tr.:chu.
CO STRUÇÃO DE PISTA
DE COOPER NA
A V.TEODORO SATIVA
!·mando Fr.111ciCo liasco. 'en:ador
do l'FI.. rcitcrou ind1Caç~n anterior d, ,ua
autoria. ao l'r,kito lunit:ipal com cópia ao
Sccrct:irio tk Ohra,. para que: seja
prm id.:nciada a ,011,1ruçC11) de uma pista t.le
rnop,:r ;ll, lon,;,HIJ . c:ndia Teodoro S::lli a
COLOCAÇÃO DE
LUMINÁRIAS
1-.rn indicaçCw a0 Sc:crc:târio
lunicipal u.: Ohr.1s. ,, '.:rcador Emand,,
(ia,cu ,olit:itnu que seja determinada ::i
.:,1loc:1ç:,o de dua, l:impJt.ia, na r.:dc: t.le
<:n,rgia ,kuic.1 t.la ru,1 que passa cm fr.:111,
c1 l·swb 11:, cntr.11.b d,1 Pir.,pú,::i. no Distrito
'-' S" d,: Fã1i111a. atrnd.:ndo a p,dido dos
llH.'l.l.JdJL'::,. J.b in1i.:<li:.1~·ôcs.
PROJETO PARA
CALÇA.ME
1
TO EM
FRENTL AS RESIDÊNCIAS
1 ;i111h,'n1 '· :n11nria do lcr,::idor
Gasce. foi eramnhado expediente ao
Pr,l'.:ito !uni.:ipal ,olici1ando o envio â
Cim.ara Mnicipal de um Projeto de Lei
determinando a constru :iode calçadas ,:,m
fr.:nt<: a todas as residências da cidade.
prin ipalmcnt<: onde .:xisi,: asfalto. O
Vereador sugere que a Prdcitura construa
as c:ilçai.l:is e faça o p:1rc.:!:11ncn10 dos
cu. tos para os prorrictúrios dos itnô'eis.
RESTAURAÇÃO DOS
PRÉDIOS ANTIGOS
Em expediente endereçado ao
Prefeito ;lunicipal. com cópia ao
Dcpanami:nto ; lunicipal de Patrimônio. o
lcn::idor Em:1ndo G:isco pediu que cja
iabilizado junto aos ctor.:s compdelll<!S.
tanto municipal como estadual. a
reruperação e to111b:rn1,:nto dos seguintes
irnli ,is anti!,!OS da nossa cidade: Prédio d:,
1 ambém em expediente ao l'rdcito
Municipal o Vereador José Ares Cafure
solici1u11 que sc·j:1 prn itknciada a
colot:aç:1o u.: nuni,:ra;,::1o .:111 todo, ,,s
imôL'.i, t.la ciuadc. s:di..:n1and11 quc ""'
m,did,1 s.: 1:11 n<:.:css:iria ,m inut.l.: d,i,;
inúmer:ts r.:dam,1çiH:s dos 11111ni<:ip,s <:
agentes públicos. que cnfr,nta111
diliculdad.:s para a localização de muitas
n:sidélll:ias.
COLOCAÇÃO DE 13UEIRO
l lddnn,o l'inhcir,,. <:1<:aJ,ir t.lo
PSD!l. foi autor d..: indic.11·:io ,lll S.:cr.:tario
Muni,ipal dt: Ohras ,olicitando a
colocação de bueiro na rua ll.1r:1o uo
Diam:11llin11 . .:111 l'rc111c a r.:sidéncia de nº
SX<J. p,rto dn <'r,lhC10. 11;1 llaixada
Corimhi:111:1.
E:XPA SÃO DA REDE
DE E ERGI/
l:drn !anins Pires. ',·rc,1d,ir do
PFL ,. 1" Sc.:rd.:itio da CümarJ lunkip.d.
endereçou expediente à ENFRSUL
solicit:111do a ,xp:ms:1o da r,dc ,k cncr1.?ia
clétri,.1 na rua; tal. D..:odom. clllr, as ruas
/ntoni:1 'ar~:1s da Ros: e Visconde de
Taunay.O Vereador alirn1l>U que e.,i,tcm
vúri:1:-- t..'tlll!',lrt1çõl!!-- no local. indusi, e uma
s,rrall,cir;1 pronta par.1 fu11,io11.1r. p,,n:m.
o propri,túrin. que paga alugud ,111 uu:·,,
local. nf10 pmk mudar por falta .k ~n,11.?i:,
INSTALAÇÃC •
"ORELHÃO"
n l.:n:aLlnr Ndio Diório (l';!l)ll)
,·nca111inho11 indicação :i TEI.E;•1S
r.:ivindicando a colocaç5o de um telefone
públko. tipo "orelhão". na rua Mal.
D,·oduro. entre as ruas ,l0nso Pena e
/l':m:s Cabml. t:111 frente a cli,trihuidor.1
d,: doces Bela Vista.
RETIRADA DE SACOS
PLÁSTICOS AS
PROXIMIDADES DO LIXÃO
t) Vcr.:ador Israel Cba111úíro da
Roch.1 (Pi!DB) apresentou indicaçfo
endereçada ao Secretário luni,ip:d d,:
Obr..1, solicitando i1 ck qut: det..:nnin, ,1
retirada de saros pl:istieos que estão
cspalbJi.lo5 nas proximidade' Jo ckpósito
de lixo domiciliar coletado na cid:id,.
Segundo ll Vereador. os animais das
propri,·dJdcs vizinhos podem ingerir es:'
material e a..:nbarcrn morrcndü. '':Jkm do
que com a retirada desses saco: plásticos
I' 1
,1
A'l f.RHO IH, ·r LIHU.:O
PAI</ F,Zl•,I{ l í
C .1PO DE t l l EBOL
REFLORESTAME TO f.S
MARGENS DO RIO APA
l
'r
INDICAÇOES E
PROPOSIOES ERBAIS
,·n .,tl,,r_J,r,111 ( l1.11,111rrn d,1
lfo, h:1 '-., 1 , ' 11 . ,, 1 ,11•. rio H, , n ,1
J,1 l :,.1 l{'-l 1 ,11. J rJ1111. 1p1 d.:,1,. 1 ,
111t.',Jl1K1111, lo e o«nubalhr da Rosa Neto.
110 r.1i11,1 .~11, IJ,.,t:. Jc de a rn I U .. r ,,
t.111 ld,'J(,.0 ,oh .1 íLI Pulfl> ;.ri 1
- readur Luiz Alexandre
!••!llill!:'!..f',d111ii_ci • hlcJllltnilllll fo,,1,1
de Agradecimento ao Governador do
1 ,1.,do Jo <' Or.i1111 .ao Seerc!aro de Obras
dn l.,ta<lo, i'ulni l nu,·I e JO l'ri:k 11u
!ll111icip.d Jn,,· (i.1rih,1lt.l1. cm th>tn, dos
11101,11.inrcs t.lu D1,1ri10 'V' :-,• de 1 .1tim.1.
agradecendo-o pela viabilização da tão
sonhada enereia eletrica para aquela
localidade.
'c•rcatlor Gt'!ulio Lino Filho
h1ca111i11hou .:xpi:dicntc ,1 Sccrt:tJr1.i
1unit:ipJI de ade Depto. de Vigilina
'>.111it,tria). ,11m copia, ., Sccr.:1ar1,1
:,.uni.:ip:tl de Obras e Jo Sen I'º
1utônn1110 de gua e hgoto, (S,i[· ).
,,,licitando pr, ,, idência, mm relação ao
,,gotu que esta sendo d,,rej:.,du nu Rio
:ra. atrã, da I kkgacia de l'olici:i Ci1 ti.
h.1 cerca de 2) metros da Lstaç::io de
Captação de Agua do SAAE
O 'ere,i.lur :.ilinnou que o mc,11111
probk111a ,,t;i ocorrcnd,, .:0111 o lo
depositado atras da Delegacia de Policia
Ci, il. que 0 ,,parram:.id~ pelo 'ento llU
k, ado pdJ, <:11urrada, ,: lambem ac.1h,1
c,1int.lo no rio ,pa. Cictulio foi mais lonl!e.
<:gundo ck. a mesma situação se verifica na
Baixada Cori11thia11a. ont.lc o esgoto é
dc,pcjado no Rio Apa através da vala para
escoamento de aguas pluviais que tem inicio
na ,\,:nida l,·nt.loro Sati':t. "Pr.-ci,amos
10111:ir prm idê11l' ias i 111,-diat;.Ls. porque a nossa
agua esta sendo seriamente contaminada. por
i,so condamn aqui as autoridade,
comp,:t,nh.-s as,· cng;.ijar,m na soluçJo dc:s <:
rrobkma porque: se trJta n:al111e111e d, uma
,ala111idad,:" a.,,inalou Gctulinho.
Vcrc:Hlor .José ,\'rcs Cafurc
l:11ca111i11hou c,pedi,ntc ao S,crcl:irio de
S.:gurança l'úhlica do l:stado solit:it:mdo
que seja viabilizada a rc:11Í'aç:io da harr<:ira
policial do E,trdinha. na rodo ia 13da
Vista /n1011i1• .lo:io. com o objc1i1 o tk
inibir a ação d, marl!inai, cm nossa região.
O Vereador lembrou que anteriormente a
harr<:ir.1 do Estrelinha cm muito rnntrihuiu
para o sosseg,, ,: a tranquilidade de 13cla
'i,1:1 e dos municípios circuviz.inhos.
Vcrc,1dor Pedro :l:trtins Pires -
,presi:ntou ,..:us agrad<:cimcntos ao
Pn:f..:ito ·lunicip::il cao Secn:târio de Obms
pdo ati:ndim<:1110 pn:stado aos moradores
da rc:giào do :lto Sapucaia. onde foi feito
o conserto dos pontilhõt:s que estaYan
caindo. na ú11ica c:strada ..:xistc:ntc. a
[detono também pedra o emio d
expedente a A iessota }urda d 1
Prefeitura tantpa! lentando que s1
1torrada ao Poder I q.
1
1 l.111,., .1 ,,tu '-' <1
ti 1 (1111,11111.,riJ puhl1c.1 llllllllllf'·ll
.,p,, <11l,1d.1 Jlf dt: ',1111/,I 1 ,,p,·,
lembrando que antenormente a t'.mt.11,,
Municipal já solicitou pradencs para
solução do seu problema
Vereador João Kalife
Encaminhou indicação ao D} RS
solicitando que seam realizado r0»
de manutenção nas duas pontes de madeita
na sada para o Distrito N' '-.' ,k l ,111111J
nJ rot.lolJ lkl.1 'i,1.1 Ca1c1col. KJl1k
lri,ou que as duas ponte,,..: cn<:<Hllr:1111 ,111
precárias condições. principalmente em
suas cabeceiras. podendo virem a cair com
., oc,irr0nci,1 u," dm, '"
Vereador Renato de oura Rosa
';olicitou ao ü1retor /dmtnistr:lli11 d,,
SA,I· que infi,rm,: a c:1111.,r.1 lunicipal
como ,<:rá kita . .1 ligJi;Jo do, i.:,got,h
dumicilian:'> IIJ n:d,: cnktor,1 JÜ i111plant,1t.l.r
i:111 no,,o municipiu. consit.l,r,111d11 que d..:
acordo com as informações esse serviço
sera realizado por tapa»
O Pn:sid.:111..: t.la C::imara 1unit:1pJI
tamb0m i:ncarninhou c:>.pi:t.l1ente ao
Deputado l·cderal 'ald<:1r1ir Mol..,1
solicitJndo infnrma;,:õi.:, com relação ao
lo, itm:nto Nacional pela ri: "ão da,
tabi:la, do Sl ·s para o, illl>pilai.,
conveniados. que foi reali11.1do m• último
dia 22'09 cm BrJsilia. Segundo o Vereador
esse mo, imcnto foi muito oponuno porque
hi pmticamcnte sc:te anos a tahelJ t.lo Sl'S
<' a mesma. pag:mdo pouco mai, J,: RS 2.00
(dnis reais) por consulta aos hospitais. o
que. no entender do Vereador. .: um
absurdo.
PARECER Nº 012/99
A.111or: Con1inú11 dt! licill1<r·tio.
Ohr,u t! Sl!n·iç," Púh/ico,
Os Vereadores que abaixo subscrevem,
intc:gr.intc:-. da Comis~ào Pi:rmani.:ntc dt.·
LicitJçJo. Obr.i~ e: Sa, iço-. Púhlko,. 1.'L.:r1ido'.)
para analisarem o Contrato de L oaão com
opção dt: compr.1 t: r~1.,1~1ênt.1:i I Ccnica.
locadora J Emprc,.1 ll2L l:qu1p.1111en10 e
Sistemas Ltda
! Comis-.,ào apó, anali,..:. opina
favoravelmente pela dispensa de licitação.
com base na Lt:i 8.666 93. no "C:1put"' Jrt~-l.
Inciso li da cit.ida Lei. É dhpen,.i, d a
Lici!Jçào.
E o Parccc:r.
Sala das Sessões. 0-l de Outubro de 1999
Né.lio Diõrio - PrcsiLlente·
Ildefonso Pinheiro - Relator:
LuiL Alcx:rn<lre LPalmieri - Membro.
Caracol agora tem.:.
Som para festa, aniversárjo
1
propaganda de rua
r
e som em geral
Rua Murilo Godoy - S.N • TcL (On67) -195-120-1 _ Car.1col-'.IS
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA)
(
,. ret<>r da Secretaria a11cas ,
Municipal explica contas na Cf n ar,t
de Vereadores de Anto io João
H'alo H aro,«ralho forra tA J ) de I 11
'1<11d I' !,, l')ll1 ,, 111 1,11.,
1x.l11 Vu,. 1t!u1'- ln 111111,!:, l 1 1 11 l"
11111 Ili 1',h•fl I de1 I' l ll " d 1 ., 1 ''"
Dqn11.rn1u11e1 d,· d1111111 !1J, 11 .:
1 IIUIII, 1,d.il'1<k1111r:id•J11h>111td""'
fo ,: ,lt,11r ( iome, ephou durante
ssão ordinária da amara Mune1pul.
como vem ndoconduzdt as tina4»
do mmtcipto e quat as htetti/
11.11;.,d.1, pdo 1'1dc110 1 ).,no C)11,11111
~1h.1p.11c1111.111a •" u>nt.h ,1nc.1,Li- i:
,.,,l.1111•, c111 d,a
t J Pr,·li:1111 D:1 i11 ()u,1n11 11.io
púd,·, 11111p.m:c,r ,1 ""jº pu1 ,,1u,,1
de c,,111pro111i,,o, i11,1di(" ci,.
assumidos anteriormente
Entretanto, do Executivo estiveram
11:1 c:1111.,r.1 fl1111icip.tl th ditctor,·,
dos Departamentos de Viação.Obras
e Sn1 i,·u, llrb.11111,. Ncr,u
llutl-,·1 iciu, Na11t,,: de l.du,·:1,·J,,.
professora Eva Luiza P'enzo Jaquel
h:hc, ..:rri.1: a Scn..:t:iria-(i,;r,tl ti,,
l1111inpio. D1.i.V,rn /lba Pcilltn
Martinez; a chefe de Programas
llra,11 Cria11ça Cidad;i. Vai.:
Cid.1tl.111ia ..: Cri:ch.:s. l.út:i:t Ri:ginJ
da C:1111. Butl-,l'iciu,. entre outras
.111h>ri.J.11k,.
companhado do contador
,11t1111in d..: Souza, José Alta
apn:" ntou 1nd11, o, cnmpn11 a111..:s d,
d..:,p, ''" com p..:s,oal t:il'il.
d..:1111111,irativos de ri:t:cita, d,,
de 1 ll
p..:riotl" .ian..:iru
1
ago,to d..: 1998 e do
l'Ofíl'llli: ano <ll> 11h.!'!--IH1 p,:rínc..ln ~
d..:,p, ,;" com P"""ª' civil dc
j:111ciri 1 'ag0s10 d,: 1998..: do rnrrcntc
ano no mesmo p..:riodo. Ao prestar
infonnaçõ..:s ao lcgislatil'o o diretor
'l
e.Pre la
u tnnto (sem a
atenea do pre adente '
<,r,llt,11111(1''-IJIIJ < ""'1 ""', ·11
1IIIHI I l), .h.',H.I< (.', J,1.111/fl lhJ
l 1.111,11 i: l,1111111 l:1,·11.1(i'1111 •
autores da cono4do - 1 )1t.n
Nunes. Jamr luchs e 'wl o
L<>1,1no l{odn_:11,;,(l''il)II) 1, r.u11
registradas ainda a auéneia dos
V..:r.:.idor,·, ""'" e ,11n,,1h ,·,
PMD) e Serio Mohr (PSD)I»
Questionado sobre
possihilid.idi: d..: ,..: t ,,n,.:1k1
,lllllh,.'lllO ,tl,111,tl ,111 )lllll l1111,i11'111tl
o dill·tt" de I i11J111;.1, .,1 n ,11 .. 11 qu,·
dentro da atual arreada.ao
C(>lllplc1an1,:111t: Ili 1.1 :·I l.1,.
at:011,dh.111do a alx:11u1,1 ,k d1.,!,,~,,
p:1ra n:111J111...•1;11111.·nh., dl...' lll'UI ,,,.. de
outn,, :,,ctn11.: .... 1..·,pli..:uu qu1..· 1, h.·111.1
n1crccc c,tudn 111,,i, p111Juml11 p.11.1
se analisar as consequnras do
:nuni:nto ti., tolha de pagamento
L1l:rndu i:111 nomi: d11 ,·,,·n111111.
di,rnsiçJ11 para ""' '" d,·h.11-:,
Para o 'cri:.1dor J,,;·1111111he1 1 1.111c11
n encontro foi muito produtivo"em
que todos o-., , 1..·11. .. ·.1dP1t..·-.. 1°11..".11.1111
satisfeitos com as epleaçe> '
cn111 i:nciJo, da clic1011u:i , .. n1 qu,·
as contas do municipio vêm sen.l 1
tra1,1d,1,". Jo,~ /ltai1 1k1 111 1111
legislativo todos os documentos
comprahatórins d, qu,· 11
município gasta atualmente algo
Vigilância Sanitária faz opera
ção no comércio em Antonio João
Geraldo Ferreira/Paulo
Rocaro(A.1.M.)
Cl , úclco
surcrmcrcados.
os que
medicamentos
'igil.111cia Sanitária do
Di:p:11 tamcnto d,: aúdc d,:
Antonio João n:ali1ou uma
opcraç,·111 junto ao com~rcio
da cid.1dc. num 1r:ibalhn d,:
conscicnlização sobre a
con,nvaçào e data d,
1 alid.1dc dos produtos
co1n.:,tÍ't:ÍS. vis:.tndn
rcsg11ardar a saúde da
popul.1ção. De acorJo
com u agentc de
·igil.inci::i ani1:iria do
munkipio. Darci Frcitas.
cm ~O dias for::im
visitados ccrca dc 90
i:st::ib..:kcimentos. e cm
cada 11m a oricnlação foi
dada .ws propricl:irios e
funci,,nãrios.
l'or dctermin:içào
do l'refi:ito D:icio
Qu,i,uz Silva. ningu~m
fo, multado. pois "
objetivo do trabalho foi
esclarecer os
com,·rciantcs. Produto,
com data de v:ilidad..:
1 cncida
aprc,·11didos.
scgu11do
des,:111 olvido
foram
Este é o
trab::ilho
pela
Vi,.!it:,ncia Sanit:irin nos
últimos meses. O
pri111..:iro foi o d..: colocar
os c111n,:rcianti:s a par da
lei qu,: proíbe .1
comercialização de
t.:111
"Todos
tinh::im
pratclcir:1s retiraram.
sem problemas". g::irant,:
Dari:i Freitas.
Para inccntil'ar 0
com~rcio e manter a
higiene em hom p::idrão.
o J>r..:kiw D:icio Qucirnz
isentou todo o comércio
do município dn
p::ig::imcnto do a!l·ar::i
sanit;irio. exigido d,:
tr,dos os
i:stahdccimentos qui:
m:111usciam ::ilimcntos. ü
alvará c,rntinua sendo
obrigalório • inclusiv,:
com fiscalização mais
rigorosa pur parte do
:--;úclco de Vigil:incia
Sani1:iri:1 mas os
comerciantes não pagam
nada pelo documento.
qu,: cust::i cerca de R
56.00.
Todas as cas:1s
i:11mcrciais i:stào sendo
1
Diretor do Departamento de l ian
J,Hc' , 1/tnír (,",,,,,,.,. ,li,11,tc.· do, 1 ,•rc.·ml,,r,•,
,lt III011/r1111 tra,,.111ilidmle
l.'111 turno th: ➔<>"., 1.L.1 .11 rl.•1..-dd.1·.iu e, 1111 .i
t,,ll1.1 do l11nt:1t1n.1lt,11111. 111.11-" m<•nl 1111,·
do duodcimo que e repassado
lllt:lh,tilllt:lllC ,1 (':in1.1r,1 illllll 1p,ti
,mpln th·h:11,· - O p.trl.,m,·nt.ir
reconheceu que Antonio loo hoje gasta
abaio do li:tn 111,li11111 p.:1111111J,1 , .. 111 .1
folha de pagamento, que ..: ,k hfl" , J.1
arr,·c.1d.1,·.io e juntamente com I.J1111e1
J>cr..:ir.1 pr11pi'" 11111 ;11npl,1 dch.1ti:
envolvendo o legislativo, o funcionalismo
e0executivo, sobre a possibilidade de uni
reajuste nos salamos, "A convocação do
diretor de l inanças no teve tundo pohttco
ou demagógico, mas foi feita pela nossa
preocupação com o bolso do trabalhador".
assegurou Joãozinho Franco.
/)ticio Queiro:. Prefeito dl! A11to11io .ftuio
visitadas pelos fiscais e
informadas do be11,ficio.
e,tcndi,1', a lodo s,:tor.
até o final do ano. O
ohj.:ti, ,, dn Prefeito é
regularizar todas as
casas comerciais da
cidade. Rest::iurantes.
açc>u~u,·,. l::inchon,:t,:s.
supermcrcad.,,. hoati:s.
bares e outros tipos de
comércios. que
manipulam d,ariam.:nt,:
ai i 111,:n to,. i:0111 i nuam
obrigados a
pro1 idcnciar,·m eart.:ira
di: ,aúdi: par.1 todos os
seus funcionarios.
DROGARIA ~ANIFAR1"1A ( LÍDER)
. ' - . '1
Qualidade, bom atendimento
e experiência
Aplicações de Injeções;
medicamentos;
perfumaria em geral
/OCE CLIENTE EM 1
11
LUGAR
,,•.Brasil. 1211·ir495-1197 -C:1r.1col-'.IS
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tltltÍ. ,/, 1111 Jih ff 11 • 1
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União faz a força
Flagrante na in Ahumpa! d {tomo
.Ítuiu d,1 l '1/l't, J., ,,11 ,! , , • 1fi1 /
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u /11n1t 1/'·"
de Entoamo ho@o lho huetro. ta ao erro
.'ú•IJCJ,fur ./111, 1/l/tl ( t 'º' la Fnutd o -te
P'refeito do huneipo hos Etn dos Santos E tão
1111,d,n /'ar,, 1, 11,,, ,1 hut,nl:11
. lnn l·narw,,
t'fl'/11(:, (I
gatnha
llll/tJlllf//OCI·
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Fernanda
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completou
11 anos de
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Parabém e
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/ele e111 ,u,.
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Um ano a mais
Para
<Jlli.'111 mio
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o popular
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Imprema
da
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C(rt \' ---- _ ....
p,,ra 11 ------- 1
i u r 11 .rl Trrhuna d., Fronteira Gegé a ju d a o refeito
Dicio Queiroz S/a a administrar o mumeipio. E!e
completou seu } anos e recebe os po sendo
'l'll t·oll'g 1 d, .. : JJrof!,t.io jur,: ... di,td / • • /' " .ri.1
---'
a
Jantar na AAB em home
Gove r nado r nagcm ao
Zeca do PT
O.lA'.'.IAltOH Ili,( 11>0
Ao Govemador Zeca do PI e ua
comtva, autondades deste e de outros
Mum+pios e alguns condados acon
lCl.<'11 rH> d1,1 JO pp na sede d.a J/BB
().l, l',I{ 1 01
P'reparado pelas Sras Ehzabete P
Palmeyane Pereabana P' Mascarenhas
lemadete P' Rondo Jantar e sobreme
as mnuto clonados pela bonita apresen
tação e delicioso sabor
O ('I ll' RI S('O
Ficou a caro de Elo Lino
Rodrigues (Leia-se Balança Casa de
Carnes) e equipe Camne maca e 11111110
{)r. Cncl,ito, G'ovemador Zecn do
PT e Prefeito José Garibaldi
Mariafra, Adilwrr, Cida, Renato,
Roberlll e Mnria José
l.i!a, Ne11ci, Ramiio Areco, Maga
li, Luciene e /llarinfra
rtl :,; , de 01,r.J ti t l'ref .rur.t
Um,,, /J ,ri. , 11, P,·c uurí 11 tJfí,.,ri •
( ardinat, G«orador Zeca do PI e r,t.
ldna •. ardnal
Consulesa de Porto Murtinh
Jacqueline O. Rondão, Pref·ma de Por
to Murtinho Myran e /ª D. 'e tela
Vista S11eli L da Rosa
Odair de O/freira, Jtilio César, Ve
readores Pedro Feio e 1/defm,so Pirrhei-
ro, Pro/e:; ora Marfy <! ofi/110 Cfrmlido
hc 111 , 1 • J.1 , r., !< 11,11<,J,
LI W (,l',l lt Jl
efrenena do garçons mesa
decorada e o som que animava o ambt
ente to Andonnha Banda Show
(lotos: t baldino Rodrigure)
Fernando Jorge, Deputado Arroyo,
Jl,•flio (Prop. tlu Htítlio llela l'i,w), Vere
adore Are Cafure e Dr Renato
Casal Guego e Cecilia, ler. Geti
lío Urro e Maristela e filhos, Sec.. Tentei
Secr.:l<írio tio Governo Teruel, Pro
fes.rnr Joel lba11/re!> e Sra. e amigo
(0ll 'lll Ili 1 '"•111( :,.IH
OS5A IH HR A J IJ RIUI ll'ORO
Oil Proença koha- Sara Mossa
lerra e bário Marques Harr! D'Oro,
realaram Show oospelo Harrl Lho, no da
25 de -.c!1..TIJ:,10. ,h I O 30h
Com a presença d BANDA CONI
-·O&. tl)J (Bcl.1 í--t,1) e 11.ll lv 1
llA:S.DA (Campo Grande) Houve filmagem
1ran-.n-irnJo dm.10 p:ua o 1cL10
Mui1a gente ahrílh,H11011 e -., 11011..: 11ue
foi muito especial para a nossa cidade, poi
múst a e cultura
SEGUNDA IGRE
UATISTA E.'1 BU., 'I~ IA
Mis!.Jo llati,líl C,11trJI IU. com apc• •
nas 03 meses de existência, realizou 09 ba
ttsmos no dia 19 de ,ctcmhro de 1999. :'is '
margen, do Rio Jpa (foto)
1
,
I
Da sociedade de Jardim os casais:
Garrincha Ribas e Sra, Luis Ribas e Sra.
e Te11. B,mwl
Secretário do Go,·errro Heitor
Mira11dn dos Sa11tos, Vereador G'ettilio
Urro Fí/lro e Evilásio Miranda
T5nu... Rondão, L auzete, Celina L. G'orr
alves e a jovem Maria Luiza C. Borges
Pecuaristn LenrrdroAcioly e
Jacy, Magno Portocarrero e Laís
a;;nret/1, Eli;;a Portoc11rreru, 1li/torr
Portoc11rrero e Presid,mte da Câma
ra tio
Sgt. Raul, seu filho Lá em compa
rrf,ia do pe,)oal do cerimo11ial do Go.-emo
Prefeito de Arrtorrln Joiiu D1ído
Queírrr:.. (,'m·enwtlnr Zna tio PT, Eng
nheiro Kicardo de Souza Roa e Jomu
/iw, fraldo Paelra
n1 n:nu• .,m.
1.aharcda, de felicidades, pelo
anmho comemorado a folinh:i í·la, ia
Sanoii l'ereir,1. lilha do ca .al l:vanei, e
Janctc l'nrahcn,t r
H)IALVO
De 11111it.1 homenagens no dia
l'I' .. o l'c. Willian, pois nesse dia com
pletava -10 anos de vida
Foi celebrada urna bonita Mi= onde
lhe dirigiram palavras de carinho Logo apo,
hou, e no Recanto do M..:u St:nhor uma con
fiatemização. O 11osso l':íroco l'e. Willian
muito emocionado agradeceu todas a; ma
nifo,taçõe, de carinho rcccbicla,. l'arabéns
1
!
F011:-,,t'GURADO
Pela Sra lladalena P Leite e seu
filho Julio Leite.: 110 dia 02 pp., na Con
de de Porto Alegre. 151. a Oficina de
Artcsanato e o, úcleo Central de Clube
de i1àe, Tem por objcti, o conhecer e
resgatar as razes culturais de nossa ter
ra através dos Ane-õcs e seus trabalhos
manuais Parabéns! Excelente i11iciativa
1 !
ACOIECE MO
Dia 02 pp., no Grémio Pedro Rufino
numa promoção de Marco, Lóri • e Grê
mio, o Concurso Garota Prima, era/99
foram classificadas: Iº lugar. Valéria
Viegas; 2° lugar. Lurdc, Alexandra
Ramires e 3° lug..1r. Gláucia Rocha Vargas
O Pr. Jo,c I lclcio ; Uarbo,..t. que foi
Pastor da I' Igreja llalÍ',ta cm !Jela Vi,ta'
MS .. está a frcntc desta Missão com 51
membro e conta com o, 03 Pastores auxili
ares Pr José Vieira. Pi João Ribeiro Neto
e Pr Marcondc,
'o dia 15 de no, embro de 1999 (sc
gunda-fcira). na Rua Conde dc Porto Alc
grc.162 (Antigo Cinc Sào Cristo, ão). será
realizada a grande fcga de Orgllnv.açào da 2'
tweja I3atista em Bela Vista
Foi um ;.uccsso o Curso de Inseminação Artificial 99 realizado na semana passada
Parabén,; aos 14 novos inseminadores que de urna forma ou de outra irão
tirar proveito desta técnica para aumento da produtividade pecuária e n:dução
ele custos cm nossa ati, idade.
Um agradecimento especial ;i FUNLEC c ás Fazcndas I3onsucc,,o e Koseira que
ajudaram na realização do curso e à Casa Veterinária Criação na pessoa do Dr Sérgio
Augusto Lourciro Lima pela iniciativa e organinção do Curso.
Devido a solicitações. eSlão abertas as inscrições para o Treinamento de Enferma
gem Vcterinária a ser realizado nos dias 22 e 23 de outubro lnfom1açõc pelo FOSE·
439-1533 ou na Casa Veterinária Criação
POSTO DOS
FRONTERAS
Em tempo ele real o negócio é economizar compranelo com qualielaele
Ganhe 65% no pr_eço ela gasolina (mais barato)
e 35% no preço elo óleo eliesel (mais barato)
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras
essa é a diferença do preço
Seja inteligente, essa é a diferença
POSTO DOS FRONTERAS
Bella Vista-Paraguai
2 038286
(Bella Vista-Paraguai)
..._. Gasolina Super e Comum - Filtrado
..._. Óleo Diesel - Filtrado
CLIE 'TE rillGO: ."amos ser objetivos, vale a pena abastecer no
Posto Dos Fronteras, voce pagará menos 65% no preço
da gasolina e 35% no preço do óleo diesel.
• 1 'afe a pena 110 preço e na qualidade
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio -
Na saída para Assunçã,, - Pertinho do centro
1

