TRIBUNA_MURTINHENSE_ANOXI_Nº46_13_06_1981 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_MURTINHENSE_ANOXI_Nº46_13_06_1981Número da edição46Número de páginas8GeoCoordenada -21.70549347833259 , -57.88387041854828 Data de publicação13 de junho de 1981 Documento TRIBUNA_MURTINHENSE_ANOXI_Nº46_13_06_1981 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto - ------------------------------------------ TRIBUNA ESTA EIAO: EDITOR-CHEFE: !VALDO PEREIRA Ao II 13 pE Juro/!%8l, PORTO "URT I NO 3,000 ExOPARLS ETA É U!A OYENAGEM AO BRAVO POVO NURTINENSE, 5 % pen ) da 3 ~ curto ern·, nem .m u col 1rio ito da de .u vln novtdi ns e doral foi o dtscl .o elll 'ural: uraddt , reC 1JutO ·roe nu ?rl crll ii OB!O lVIUB!INROvENC O DESAFIO DESENVOL VIMENTISTA Desde que as sumiu o comando polltico-adminis trativo de Porto Murtinho, área de segurança Nacio nal, a 26 de fe vereiro deste a no, o prefeito E veraldo Alves da Rocha vem desen volvendo várias' frentes de traba lho em todo o Mu niclpio, destaca damente no atendi. mente aos setores de infra-estrutu ra urbana e soei al. Reformou, lo go de inicio, 7 escolas situadas nas zonas urbana e rural do Muni cípio: do Brau nal, Reata,Curve lo, km-l8, Fazen da Firme, Santa Ana e implantou º ensino pré-es colar na Escola' Thomaz Laranjei ras, melhorando º ensino para tre ze setores de Por to Murtinho. Everaldo da Rocha procurou , conforme disse , "fazer da escola um ponto animado ,para as crianças, ao mesmo tempo - em que, trazia o ensino pela cria tividade para fo ra das salas de aula" e constru:lu parques infantis (modelo play-gro und) nas escolas da Ingazeira,Bar ranco Branco e Thonaz Laranjei ras. de água exceden te do Estado, 20 açudes para cap tação do liquido no bairro Bocaiu val, a fim de pos sil:ilitar ao cin turão verde da - cidade a expan - são da agricultu ra irrigada, fa zendo concomitan terente ur pro cesso de conten ção das águas do Paragcai. ZONA RURAL • Um convênio, com o governo do Estado, permitiu a aquisição para Porto Murtinho - de uma ambulânci a veraneio que, agora, desloca - nos casos de ur gência para a zo na rural do Muni clpio e garante ª distribuição ' de medicamentos e vacinações ad quiridas pelo se ter de Saúde da Prefeitura. Mas, ã seme lhança do que a contece no Nordes te, onde há ca rência de água- potável, o pre feito Everaldo Alves da Rocha - quis construir - na cidade onde há r:uuor quantidade INFRA ESTRUTURA Já em março, o prefeito de Por to ->1urtinh6,dava prosseguimento a o asfaltamento - das ruas da cida de, com perspec tivas a atingir mais 8 quadras , depois de ter si do executada to da a infra-estru. tura para escoa mento de águas ' de chuvas, esgo tos e para adis tribuição da re de de abasteci - mento da água po tável. Também a ca deia pública da cidade recebeu - completa reforma, com grandes melho rias para o sis tema penitenciá rio local e de maneira a afugen tar o perigo de haver problemas para a população carcerária. No dia 8 de maio,foi inaugurado o f6 rum da cidade com a presença - do secretário da Justiça, Dr. Nel son Trad, o pre sidente do Tribu nal de Justiça, Dr. Jesus de Oli veira Sobrinho , o presidente da Câmara Municipal, . Dr. Jonas Amara ae, e diversas - áutoridades do - Estado e do Muni clpio. TURISMO Tur!smo em Porto Murtinho - tem o nome de Ho tel dos Camalotes e é ura grande - fonte de renda - para os cofres mu nicipais,por is soo prefeito de termi.nou a aber tura e enc,ascalha mente da rua de acesso a este pen to turistico,alÉm de melhorar as l 4 ° 3 , . :......--~--·--------- ----------~----- metros das mar gens do rio, na . frente compreen dida entre o pré dio da Prefeitu ra e o edíficio da Receita Fede ral, numa exten- 1 são de 120 metros. Com vistas às enchentes anuais o prefeito já de sapropriou uma ã rea no km-07, da BR-267, para a construçao de bar racos de tábuas e com todos os be nefícios de uma cidade para o ~ brigo de flagela áos das cheias. As casas, já em fase adiantada ' de construção , sao do tipo apro priado para evi tar problemas de última hora e fa cilit.::r ao trata certo dos casos de doenças. O prefeito - pretende interce der junto ao go vernador Pedro - Pedrossian para a construção de 150 casas em Porto - Murtinho pela Comoanhia ce Ha bitação do Esta do (CC'HAEl par.:, dir:invir c rúre 'I luice.» . - ,__ -.. .. -- - Y · l=+.,' .--e.g a , "-° - • condições gerais de outros pontes naturais de gran de beleza paisa gística. Além deste a cesso, a Prefei tura deterr.1inou, o encascalpamen to de todas as ruas da cidade - com consequentes melhorias da aua lidade de vida da população,evi tando os prejudi ciais danos à Saúde provocados pela poeira epor contaminações de lama fética dei xada pelas chu - vas. Para o r.:es:::c objetivo de pre servar a sade- pública, o pre !eito EveralCo Al ves da Rocha es tpa recuperando- 2.s barrancas C.o rio Parcui,sen éc cue já execu tcu a li:eza e àrenage=r: êe .15 ro de subnorad! as e propiciar to Ccs êS condiç·oes de vida aos no vcs habitantes - da cidade fronte! rica. Fveraldo R. c'a ·: plaerejan co, ta1nbém, a cons trução do novo - Paço Municipal e Cámara dos Verea dores, em convé nio a ser assina do com o Governo do Estaco para en campamento destas ctras nc grandio so Pró-Cidade de senvolvido em to do rincão sul-ma to-grossense pe lo sr. Pedro Pe drossian. SALÁRIOS Existem, em Porto Nurtinho funcionários pú blicos cue rece ben rersalente :ercs de CrSdcis Pil cruzeiros, o cue atenta o ci dadão diante do atual. custo-de vida. Breve:ente, a ec;;uipe do pre feito Everaldc - !:':ocha deverá en viar ao Poder Le gislativo projeto cn vistas a ele var os níveis de sa.lário para às servidores pbli cos. A faixa sa.la rial para os ser vidores do Muni cipio deverá cor responder ao nI vel de salários na iniciativapr vada, o que pro piciará condiçõ es de melhorias' no Serviço PÚbll co Municipal. FESTA COM NELSON GONÇALVES Dia 13,Porto Murtinho vive a grande festa do ar.o,corn a inaugu ração da avenida Laranjeiras, que recebe.ráenca.sca lha.'!lento e base para asfalto,ilu minação e arbori zação, na parte da manhã. No pe rodo da tarde e noite, estará presente cm Por tc Murtinho o can tor Nelson Gon ça.lves, com UI:l- show para o públ.i co porto-murti - nhense e outra a presentação no baile do Hotel - dos Camalotes. Nelson Gon çalves vai_ ani.r.lar o baile no Clube dos Caiçaras com grandes atrações para o povo de Porto Murtinho , graças ao dinhei ro arrecadado en tr·e a população- .' e a promoção do Hotel dos Camalo tes. O Serestei ro das Aréricas, permanece um dia na corpanhia da população rnurti nhense. SDS E DERSUL o prefeito E veraldo Alves da Rocha está plei teando junto à Secretaria de De senvolvirnento So cial a constru - ção de uma qua dra poli-esport va na cidade pa ra a proroço - das diversas mo dalidades de es porte, com vis tas a preparar a juventude nas d!s putas dos certa mes estaduais e nacionais. Junto ao Der sul, com o enge nheiro Ar.tênio- Carlos Vasques , o prefeito estã solicitando apo io para a abe.rtu ra de estradas - vicinais no Muni TRJBU'U, tl'PTJITWSE SEMANA 00 MEIO AMBIENTE PROTEGER O MEIO AMBIENTE É DEFENDER A VIDA /lbe.rta oficial prb»lemática abten ente", ressaltando- io ab!ente, tre{ mnte, a I Sarona - tal, através de fo.r que" carente can a rimo que noo h:Ja do M::iio l~rbicnto,cin 11.'iW o:::ncret.as de - cnscientizaçdo qe desenvolvirento pa solc~id:! rcllli:w- participação a n!cl ral de toáos, onse ra que a natureza da oo anfiteatro t4miclpal, no rentes da ooclcdade. t.ividades cio honem- _ r:sta se<Jundl' lllt::iJro dia l9 de ma A semana do M1o A e atingir um 'n!vcl linha lle 'pensancn io, onde Oe<JUndo o biente, teve a par- de atendimento que o vem tando for oocrot-arlo ele Maio ticlpação elo ::;ecrc- nos permita enan, ça no mundo ircdcmo 1rbiontc de M5, Ndo tãrio do Meio Nbi- trar .º wrdt.'CX!iro qunnllaço Sottovia, ente, Lcvy Dias; o sic;nl.íicado da pala,-plos ccs ir.al.s clivcr disoo que 11 ITf'-ISa - secretário da lgri- vra desenvolvirrentd sos de desenvolvimn gem do govemooor ée ailtura e Pecuária, ;,J.!&zo disse - to eronânioo proa::s 00 que se busque um lbirajara Garcia Ftn que 'no basta a e 50005 uni=-ente 1i equU.Ibrio ambiental toura; deputado Ary ltoração de leis e base de irxlustrlali no Estado através - Rigo1 o ~ispo - açoes ooercltivas - - ..,_ d - - zaçao, Pl(pe lê-u.a l.,)Jtooual do Me e seus recursos na l!O em detri.rrento a curn se firr.ar cn,·0 ecc:-.âd.= só ter., - to Grosso do Sul,pe ão aspectos do desa1 lo chefe de pesqu.1- :lo l.i:W.enta, que se tural.s", 0 represen natureza, sob a ale Faís industrial.1.:c:- srntidc quanclc seu'· lo engenheiro flo - volvirrento i.ndustri sas da Sqx::rinten - t (l::olcngou até a sex tante do Secretário gação de que o 1np::,r cb, c:bedere a orna cbjetivo é a prcx_,.;:: restal lülson ~'.a.ri.o al e rreio anbiente, dência de Je=sos' 1 tb:-feira, dia 5-oia elo ~hlo l:ntiiente do tante é aurrentar a outra política". rr:,çz'.o de ~ tar- ja; as queimadas e can as BegUi.ntes pa H!drioos e l-t!io M +tndial do Mio A MLn!stérlo do Inte- oferta de errprego e. - :,;ão pcàer:,:,s ü ,·cc1al em todos os seus efeitos no rre lestras: 'estt:dos e biente do Paraná , i biente -, busca 1n rrelhorar o pocer a reitur o oonreito - seus aspectos". ia il!lbiente, pelo a zonearrento industri Ur1vald Palarsky,e ters1ficar a exp:res rior, I.eroardo Lima quisitivo do povo;e de que a poluiçâo,il rro:;w~'.AÇlo grê:nono AriJê Bcock; a1 em Mato Grosso - pelo representante- :;;i:) da a:msclência- Milazzo, proferiu - os preservaciaista egredaçã dos . re conservação do solo· ão Sul, lioenci.arren da Usina J'?loarei.ra ooletiva existente' palestra abordando' ra:l.l.cais, que não a a.usos antilentais e Na tarde do C! de Nato Grosso do to ele ativ.lcfocle FO Ester àe sao Paulo, em. Nato Grosso do o tema "desenvolvi- ditem qualquer - a C}Ebra cc ec;u.ilí- t.irrc dié: iç,, foran- Sul, pelo agrÕnano, h;idoras, planejanm Paulo Nogueira .run1 !:.'Ul, o:m relação a manto e o nclo arrbi transfom.ação do rre brio o elquccsãc pro:cridas incrers Cor9e D' l.vil.il; mane to arrbiental (pelo- or). Acene Collaço Sottovia, Secretário f.special do Meio Ambiente, abriu oficialren te a semana ecolÕgíca. 1 l j 1 l ( j 8E EELO SEIISE UE i@RIS TRIBUNA DA. FRONTEIRA· COREIO JARDINENSE TRIDUNA M'CRTINHENSE JORNAL DE ANTONIO JOÃO JORNAL D8 BONITO Trihuna Mmtinhense • Fundado tlll so;1n1 Propriedade dà Gráfica e Editora Apa c. G. C. - ~lF 03.20l.'l66/000J Redação e· Adminiuraç!lo: . Rua Dr. correa »/a Porto Murliobo . MS Oficil,01: Rua Duque do C.xi,■e/o Bela Vista - MS Administração Ma_rla Estela Vel11~quez Pert>lra Redator-Chefe: Ivuldo Pereira Departamento Comercial: Alvaro Pereira DApartamento -Jur!dtco: Dr. Ser.gil Roberto Perondl ASSINATURAS .uual ( P. "1urtinho) 6001Jo lkmai, Munidp.ios bOO,ÓO Suc-ur~a1c.: Cnmpo Grnndc, Bonito, Anlomo J"Ao, Jardim e lle.lt Vl!ta Colaborador2s: DIveroa "O concelto« eitidos em rigoa asir:dos nlo exprimem neceswdriamete oplnilo do jornal, podendo até ter contrário a e No devolvemos os original DLetor Fundador e Respoasivel hr<sldn Par-eira , 1 ao t@ia e ' tOPTO 1'URTINHO COl'PLETA MAIS UI" ANO DE SUA EP'ANCIPAO POLÍTICA, E NÓS, r.UE NOS ORGULHAMOS DE TERMOS SEMPRE DEDICADO !:SPECI.AL INTERESSE PELOS SEUS PROBLEMAS E NECESSIDADES, NOS SENTIMOS FELIZES EM SAUDAR O HERÓICO ri'IJNicf P!O, ff VALOR E FIBRA DE SUA GENTE E NO ADMIRÁVEL ESP!P.ITQ PÓBLICO DE SEUS [IP!CENTES, APY FIC rePUTADO [SJAOUAL M p ol ·ilrell de Sanea de 0s e s a ·sti l(pe qui- iiten - sos' A á , 'lkY ,e ante eira jU].o, Júni Ponto MuRr Io- I'Ato 6R03o DO SUL o B A N C O D O B R A S I L S / A AGENCIA DE PoRTo HURT 1No "O:; signatários deste M:norial, representantes do Estlldo de Mato GrCGso do SUl no Congresso Naclo nal, há ruí to arpanhan- tes da lut.11 pela emnnci.pa çiio petrolífera do Brasil, desde os tenpoo do eminen te brasileiro J .B. M:lntei ro Lcbato, criador da Can pilnhia Matogrossense de Pe tróleo S/A em 1938 e que tem se prolcnglldo através de quatro décadas até nos ses dias, tendo ã frente o insígre Vereador da ci. daàe de Corunbá (MS) Geral dino Martins de Barros , vem soli cl tar 11 V. Ex.a. o encaminharrento da prospec ção e,explora,;:ão do petró leo no Pantanal .Matogrcs sense, evidenciando por tcdos os tipos de indíci- os em mais de trinta loca tidades, apcntadas na pro posta anexa, encaminhada pelo C'rologo José Bonifá cio de Alrreida e Scuza em 27/03/81, quando em deba .te scbre o asstmto CXl11 re presentantes da PETR:BRÃS na cidade de Corunbá. • No ensejo, quererros - salientar que a PETRJBRÃS MINERIOS , através da SEFAR enaon- PQTENCIAL MINERAL DE CORUMBA tra-se pesquisando,em on sórcio cx::rn a Western Geo IMPRESSIONA EMPRESARIOS µu.sica1 a:irrpany of Iurerl a- - . de a hited, 6 Mnicipi os a Sede CêlmjX) Grande(M,J .área CXl11 pequena prcbabi- , tidade de aCU1TW.ação de pe tróleo, por enoc:ntrarem- se cxbertas de espesso ãer rarre de basal to, cujos re cursos crenos que seriam- mais bem errpregados a geó logos brasileiros na pes quisa ãe localidades =n fortes indícios de petró leo na in-ensa bacia sedi na-,, tar do Pan ta.'1al Ma to - grcssense, que ireàe cerca de 183.000 km2, até hoje PELA SUA ADMINISTRAMO E FUNCIONÁRIOS, SAÚDA A HERÓICA PoRTO MuRTINHO NA suA DATA MÁXIMA, CUMPRIMENTANDO SUAS DIGNAS AUTORIDADES E SEU POVO ORDEIRO E TRABALHADOR, PoRTo M'URTINHO Nossas fontes petrolíferas estão sendo precariamente pesquisada T'V{BU!A "rT'+E!E EM ENNTRO CM O MINIS IRO DA; 'INS E bERGIA , s AS, OS PALUE!TA RES r-....rólao no tcrri t.êr'10 ria cicnal, q'Je hoje a:mlLI - aon1 25 bacias od!renta - res conhectdas, que torvem a impressionante área de 3.200.000 k2 terrestres, e 800.000 km2 marftLos , dos qua.iE upc:na:; 10% fc ram precariarente pequi sado em 28 anos de ut existência. Fei t:e.i;p:= nesta opor tuni.dade, o no;so zpoi.o à patriótica !!Xlt.a do Minis tério das Mina:s e Dlez,Ji=ssura da per ano, expcrtanão Orubá para ccnhe- explc. ão de 20 me pax-....e deste proeutc c>r "in loco" o po t:ros, _. jo 111.né.rio, para a 1..""9entina .lU te.nd.al mineral e • cx:ms'1deraào pelos - • toriàades e errpresã • xistente em cxmmbã, técnicos de alta - rios ficaram ilrpres rm vistas ir.Sta.la qualida:ie, contêm 52 sicnadcs can o pc - ção de um pólo in por cento de teor - tendal mineral àe àust:rlal de ferro - de nngãrese quatr cor±ã que,para e gusa no Est:aão. por cento de ferro. les, est acim cas Durante 10 ho expectativas. Fora ras - interratpidas Fo.i visitaca • - homenageados, loo- penas para o almo- triba rum Mi apôs, er solenidade ço a citiva lide- neraçao I E I.I,bem- na noite do ültin.o :i:ada pelos presider- ao galerias de ex dia 28, pelas auto t:es da Ccdesul e pe ploração àe mir..érl~ rtcaces o::n'Jl"baer,s;s lo diret= àe Mir.e- Para se ter u idé cm u jantar. No ração do órgão, res .ia do potencial mi dia 298, visitaram a pectivaente, Ney neral de Ccrb , a Errea Cimento Itã Santana de Carvalho enas urra ds 3e, cs teminais de em e ntcr.esto Pucirni, das que estão seno bar,e de runrio- percrreu todas as exploradas tem are da Portbrs e So - jazidas de fe....-ro sena qé<,lôg.ica ± br.J:'111 e a Q:lq'..arhi.a mennganes,candoapr! 43mlhãs de te - Paulista de Ferro- =usa as=ase- ias. 1s. I Nós ESTAl'·OS COM COI" PORTO f".URTI NHO, NESTE DIA DE FESTAS, IRMANADOS COM SUAS AUTORIDADES E E SUA GENTE BOA E PROGRESSISTA, F I e I NA 'ECAN I e A H A I P O J DE LUCIANO D1As 'NcIEL E' pp(lpttf.,11'-'!)f - FABRICAf;ÁO DE ERADES - V!TRÕS - CARIMBOS - MARCAS - APARELHOS PAPA RECEAkC, ESPOTES E GINÁSTICA,ETC,,, MS ,lq1na, 4 TV1JM!A r v6"E Rezende interpelado sobre a dragagem do Rio Paraguai O Hlnlnlro l'.11 z Pende, dos 'l'r Mt.1)0rtc:,, cx:r.pnrc CCll no diil 20 00 P,1 li cio <lo <iii,.,rn poril tyro tur e:1cluroci - tentos obre a polI tJ.Cd do lrilll!lport.c:.; htdrovlãris. Na ocn.:l1iio,o ~ [1JtiXb ~n F'i<]UC.1 ró íc z o r nlrrcn te il5 ce<jUJ,nt:c!l indagaçõ es que o 1-'Jnintro ' praretcu á, o são Lou - guai em se.is pentes rerço, o nndego - =!tioos, uns emte.r (fruto da união do ritór!o brasileiro- lquidauana e o Mi outros no da Pepihli randa) . out.rrr a, toêJ a :rt yi;;o <.."C 1 . .r:.:..._J .t.L.., tlr.h;:.. cu10 via clnto de Vias :,aé' gãveis da POF'i"Clrm1 s aíirnou qu,., o fdo - Paraguai poderia ser vir, num futuro pró ;tino pari! il 1.1 g..,ç3o íluvi,J.l S-t..l-kc:rtc:;. r.a, qu caçar1a a er feita por U-..e na; /.irc!l -f,t:c;u.':.'.. r.;,, r.c. Fio Prat.n,!:t.. l:tr.ôo o !üo r•.u11g-..i::rJ., ate u ponto e qu. poo<'.!:SC ser Ugocio- 00 ruo D.u!peré , j ~ no Lstac de Neto - cros&o, e deste v0 Rio 1 de ira,um d cy.andes af1 ucr.t.c5 - do Fio tar - o l::u zoncs. [.'(?st.c, subir -se-ia pelo Rio l:C grc ;;té -atingir o C.-:i nal de Acassiqui ara entre a Colônbia e a Venezuela; c!a!,pc lo r:1.o Crin<XXJ atin gir-se-ia o tar das /'nt.ilhas. Esturia - assilr. fei Li', a liqa çc flcvtal das l'r.'2 ricas. CO",ho:: 1-'lni ct.t-a. Ca;t.a .. --l.v de ou vtr a cptnfão de vb5 n,± Ixe!r.cía sobre trio dos 7ranmar- Itahum até Dourado Lc.:J. h turpon me pro;ra Iret, rape!to- ru um leal de Con si:n:::n~ , l)(JU.lrd:í-J i:n. t.orno ct..1 c:W:"Jdc. ib /Úúo:: a lr'!JlnnLll - esse r,rojet.o quc,p.1 ç.- do n:::rrovt.a da rn r..1I 0 , c:rvlo ,::-bi 0ja - de uerapua- cioso, mos perfeita va, no Paraná, até mente viável. ~:irar-Li e- ;E-cr.t.J. Po r., J:-1.!'ª !1n<lli - r:i, i-r. M.r..o O-mso-- zar, três perquntas e.o Sul, üdc?ntrando' :;ro::-e o sint:c:11..1 for neste D;t.eõo per r='1;1rlo. Olaira e l'-Wldo :;c;.u / la. é: Jl::n:;,tz.--c::w , Hil muito se pc tssa Dux:l.Er.cta si de a ro-tH!c:aç-Õo do lonclou-se sobre o trecho dn R, F. F .- cb Ramal da pcr+...ill1";0 esclarece~ R.F.r., ro trecho - deras ce sua p!ti Crpocrande/Tanta' ca à frente éo nr.1s Para, ela estilção de C.-c-po Gr.;;nde à dú - l'-Úrio OJtra. Por qoo o 5ettb: Hi.nfotro, ndln fui f. 1 to para atl!r bravo Senador pen· i:.:rt:o Grosso, Vicente VUO lo? NESSfl DATA EM QUE A POPULAÇÂO DE PORTO 1 ·'UPTIIH'O FESTEJA Mfl!S UM ANIVERSÁRIO DE SUA H 1 ANCIP/iÇÂO POLfTICO ADMINISTRATIVA, TH'OS A fcRAT/i SATISFIÇiO DE LEVAR AS SU/1.S AUTORIDADES E AO FOVO ALTIVO E PROGRESSISTA DESTE ABENÇOADO n;Nic!PIO, NOSSOS PARAB~MS, 'J ;53 ; t. ,' j e _. j,. ~-- / l Prefeito Nestor Tagliarl_ damuniclplo dt1Am•mb•i. PREFEJTC ~ll"'ICJ ~n rF /lnt•rsr.r Jost t.LltS l':OREJRA PREFEITO 1·:LJHICIFIL DE !"'OURADOS PELO SEU REPRESelTAll!TE, ASSOCIA-SE fl~ JUSTAS HOl'ENAGENS QUE HCJE $ÁC PRESTADAS A PUJf,'.'TE E _í.J, ·.; -~ ... -..,, ,: . 1 1 • l PORTO MURTIHO, '!O TRANSCURSO TE SUA EMAIIC I PAÇÁO POLf TI CA E ADMINISTRATIVA, !AscI» DO ITE;LISO DO INTRÉPIDO PIONEIRO, AO CONOUISTAP. A ~L.:A Al"TC't-:C'l·II A NO ALVOPECER t'O S~CULO, PORTO l"URHNHO CAl'INHOU /10 LN'.C:O !;ESSES ANOS, Al-"PARADA NO TRABALHO CO~'STPUTIVO t'E SEl1S DIRJGENTES E DOS SEUS FILHOS, ATÉ ATINGIR o IWEJÂ.VEL ESTÂí!C ros DIAS ATUAIS, As SUAS DIGNAS AUTr.DltA.rES JVUfJClPAIS E f.O SEU ?OVO ALTIVO E LABORIOSO, AU!TETOS PA SUA GRANDEZA, AS NOSSAS HOMENAGENS • D0ll?.AD0S - JUNH0/81 l il A PREFEJTlJJ;'A Ml!NI C !f'AI. :":E !:'OCil/l;OS: PDGGRESSISTA 1 1 t l t cs E €ar '<aç' Dei t1a, s tee ture, tc, t:te Çllt, 1 la <ca1 ::O PI to e, : ta1,, 's«} to %, a e, •t-re• "; ar Pro4 teta:t' «' a ' 1, ?o» ' sea, I 1 1 ---------------------- --- TRIUVA PT!ASE Pantanal, um 90 ·n ·n fcl per RI 11 1 de ser ou fio de esperança A 11111ior reserva ecolÕ lca do globo espera paci entemente no corredor da corte pela ação de mllhÕe,i de brasildroa que poderm solicitar seu indulto a autoridades, O bom aenso, e abnegação do povo pod·e rã livrar o Pantanal sul matogrossense da pena de• morte que lhe foi imposta com a autorização paro a b:plantação da Usina'de Ãl cool da Bodoquena, Tida e acanhada uma voz de protesto contra es se crime ecolÕgico aoou em Campo Grande por ocosi ão da divulgação do proje to, maa agora ae avolumou e encontrou eco em todos os quadrantes do Pais que brada em uniasono. Ontem, quando era co memorado com extensa pro gramação do TNAMB, o dia Nacional do Meio Ambiente. aa solenidades oficiais - foram ofuscadas pelo bri lho e magn .. tude de ura das =iorea manifestações po pulares em defesa do Pan tanal, A passeata ecolÕgi ca, realizada no centro - da cidade a partir das 16 horaa e 30 minutos reuniu gente de todas as idades, ambos os sexos, diferentes claasea sociais e de di versas atividades. Empunhando fnixas e cartazes alusivos a preser vação do Pantnnal,isolada mente ou representando en tidades multiplas, cidadã os conscientes da impor - tíincia dos efeitos da na tureza, reivindicaram que fosaem reavaliados pelas autoridades os criterios que proporcionaram a im plantaçao da Usina de Ãl cool da Bodoquena,em ple no pulmiio e celeiro de Ma to Grosso do Sul. Se por um lado a ins talação do forte complexo industrial do Grupo Omet to otorantin, se apresen ta como uma esperança de arreéadaçâo de impostos , oa prejuízos que irâ cau aar aos outros setores de Produção e os males acar retados pela destruiçao da fauna e flora atraves dn poluição dos rios e so lo. gernrão prejuízos_ in contáveis e irrecuperave- is, t de estranhar o para doxo criado entre os incm tivos dados ao inoperante Prodepan - Programa de De senvolvimentoldo Pantannl e o Projeto Bodoquena. Es te oegundo por força das circunstíincias teve trami tação rãpida e silenciosa acabando por ser aprovado e jã ae encontra cm ndian tado estágio de execução. NO PARLA ENT O Situações ridículas - ocorrem inclusive na Assa bleia Legislativa, quando o deputado Ary Rigo, afas tando-se de sua condiçao de parlamentar do PDS, as sumiu a personalidade de engenheiro agrônomo e a presentou um projeto para 'que não se permitisse a instalação de usinas de ãl cool em toda região ribei rinha ao rio Paraguai e seus afluentes. Tal foi o merito da atitude de Rigo que a oposição pediu que o projeto fosse votado em regime de urgência urgen tíssima. Convocada uma sessão extraordinãria para a vo tação em Plenãrio,tendo - como relator o deputado E duardo Contar Filho (PD~) que deu parecer favorável, tal sessao nua ocorreu po is que chegou o chefe da Casa Civil, Osmar Dutra , e alem d± dissuadir o re lato~ não permitiu que a bancada pedessista copa recesse ao plenârio da As semblêia Legislativa. Pro testos da oposição que es perou em vao ate o dia se guinte, quando cabisbaixo Ary Rigo depois de "refle tir" sobre seu gesto,reti rou o projeto da Mesa Di retora alegando que 1r1a "estudar melhor" para rea presentá-lo cportunamente. Estava evidenciado as sim o 1/2 ambiente no par lamento de Mato Grosso do Sul, por falta de n:eios - Ary Riga acabara ficando tambêm sem ambiente e os parlamentares somavnm du as metades com idéias nn tag@nicas por questão de defesa de interesses poli ticos de pequenos grupos. O CCT1Irf Em meio a centenas de cidadãos omissos, autênti cos sul-ratogrossenses D!t?smo sabendo que não ti nhar poder para i.pedir a devastação que estava pres tes n ser inici:,;da, se uniu forando uma força via - com a denoninação de Co::i.i tê de Defs dc Pantanal. Por falta de recursos oficiais e dificuldade de encortrr adesões para o movimento. a atuação do Comitê no principie teve pouca divulgação e suas O assunto foi motivo- açoes so~r.te era~ conhe de vârios debates na Casa' ci fundiária- que, no INCRA, o auxilia - de 1-1.lndo Novo, isso há 2 ra nessa patriÕtica t.are- anes atrás, o pr1nei.ro pas fa". so efetivo para o inicio- "Não se deve, porém,p:r da titulação das terras, um ato de jus tlça, esque - Mais adiante, disse o mr--se iXI1.l1 do trabalho do parlamentar sulmatogrossen ex-Prefeito de Mundo Novo, se: "O Perscnagern que ocu- Sr, Walter de Pina, dos a pa transitoriarrent.e o Go tuals rrenbros da Câmara de vemo de Mato Grosso do &11. Vereadores do rresmo M.lnici - o O:lvernador de Plantão- pio, do ex-(bvemaddor Mar que é - e sem as boas gra celo Miranda e aqui no O:n ~ r"-1/ ças d:;i Planalto - na sua gresso Naclcnal, do Senadcr dcentia cbstinação de PO Saldanha terzi e,permitilln- DER, de ser dcno de tu:lo , ne a im:xlêstia do rrcu, que [j acaba de usurpar um exce - serrpre estivencs coticlia - lente trabalho do INCFA,es rrente junto ao Sr. Presidm pecialJrente de seu Presi- te da R:!pública, Sr. Minis Na toto acima, dente Dr. Paulo YdO com O pente de vista do Sr. 'lllanaz Ed scn Nldrade Vieira e o te putado Rben Figueiró en viuo-lhe o seguinte telex: "Sr. 'lhanaz Edson Andrade Vieira - Diretor do AERI DUS - Ol..'"1 tiba- PR. - suas palavras no encerrarrento - XIV Ccngresso Nacional dos Bancos vg pelos trecncs - que li na illprensa nacicnal Ufl'!.S CONSELHO FEDERAL DE EDUCACÃO RECONHECE CURSO DE CI[NCIAS la .:issessoría. t.êcni ca do CFE foi apro vado o reconhecinen to do curso pela câ ara de Ensino Supe rior e pelo plenário daquele Conselho. Cen isso, a FS a guarda agora os ta mi tes nort!!'ais C os processos referen - tes aos cursos de Pedagogia, de Três Lagoas; Esquema I, todos de Cru; e que se enccntra:n no Conselho Federal de Educação, aguardan do reconheciento. Regularizando esses cur:>os, re:sta:rã ape nas o c:u.rso de Agro no.ia, de Durados que aguarda o pra:6 lega. de funeicnxa - entro para efetivar o reconheciII:e:nto .. E~ BrasLlia, no Conse lho_Fedcral de Eàu- caçao, os processos sofre uma analise pr-êvia e pcst.er-io·r-' verificação das co diçÕes de fu-ncio·na ::.ento. E seguida , uca assessoria te"cr-.i e.a dá pa.rêcer e, e:g, p:lenãrio, os co·nsc lheiras e.m:it.em sua opinião. ün caso de aprç,v-aç.ão, o c.ur::;.c st:râ ho;nologa:io pe l.o }tinistê:rio da E ducs;ão e Cultura. BOM fNDICE TÉCNICO NO TORNEIO EE NATAPD D, l:JWS O torneio de na ta;o prcsvido pe lo Departamento de Educação Física da !0os r1os, laqs e lagoas e to se tornando milJ r,:GCI'., , porque mi ).hll.!'CS do l:.cN} Ladas de terras ' são arrastada pe las enxurradas, a tn cJ,e:;, t0'1ôo o:; anos. Oon1 Lo,+a 9('1t 00 pnrju!= através do epdz c:irrento do solo , cem a ersão e atil mesao provocando enchentes. Para ter uma idéia den se processo, ua cultura de algo - dão, i;em oo dcv-1 dos cuidados' pcxlc gerar a percfa, de 38 mil quilos de terra por hectare anualrrente. Técniooo do Projeto G.l};T,'1-BU, preocupados o::m o prc:bleiM, e tanan do aro exemplas essc e·outros fa too, estão elabo rando estudos que já entraram na fa se conclusiva, vi sarx:lo orientar os prcdutores,de um nx:rlo geral, a::rno reduzir essa a:nea ça. são ncmnas - si.l!ples de serem• seguidas e para fa cilltar ainda ma is as orientações tudo fel. transfor mado em folhetos- 11.ustrados que de ver ão estar breve l!Elte ern tocbs os escritórios da EM PAER do Mato Gros ·so ào Sul, enti.da des rurais, dele gacias e Secreta ria de h]rlc:ultu ra ale das agên d.as do Banoo do Brasil. PRESERVAç'O DAS M'.TAS: Os preju:i:z.os, são grandes, prln cipa.lne.-ite quarw prcrluzidos pela erosão, ou seja , um a..'Tast=nto - de terra pelas en xurradas que des t:rói o solo. Se gu..-.:io os técnicos do Gt!laAMBU, a me lhcr proteção do solo c:mtra a ero soo são as matas, po.rque ev.l. tam a for.ação de erxur rada.s e ajudam a infiltração da á Universid.ade Fede - gua r.o solo. Por ral, alcançou seus tanto, e indispen re.ais objetivos, se svel preserva-l gundo a coordeoado- nos terrenos rui ra do encontro pro to ad.de.."ltados,al M:irisa Ferre.ira Cui to dos r.o.rros e ares Faria.O cer nas encostas, no taoe contou cca a dispens-anlo, qaan presença de J equi- do poss!vel,as ca pes e cais de 30 a pins, que forra. tletas, sendo dispu verdadeiros tape tado na piscina do tes protetores da c.ou:p l:xo e s porivo- terra .. da FS e os tempos As culturas , rora cnsiderados- notadamente acue bons. A Universida- las feitas anual d! venceu a copeti mente, deve ou ç a.o Por e q uipes , t.an par a parte plna to no masculino co do terreno. sim ?!!O ·no fc:m:inino, so ples: no alto do ando o aior n@e- narro, s matas; ro de pont;,s • A MA nas enastas, as CE foi a vice-carpe capins e na Parte a e a União dos Sar nenos actclentada s,,ntos en.t rou e,:, _ geográfisal!ente terceiro lugar. as lavouras. referente:>ente aa agric:ul tura brasileira vg revelam ua realidade que o Gover no não pode olvidar pt So rrente o lucro vg através - um trabalho responsável vq pode unir indisso.1-uvelnerne a terra ao haren vg que - tem no Brasi.l sentinentc; • atávicos do capital e da prcpriedaàe et gue par is to deven sobrepor ao capi taliSiro de Est.aào pt ' j ! 1 1 1 l l 1 (} ' D â 6( des a 1. le de de :e do J, o ll s- fa :,- C(Ufl fa ,vi os um J1lO ea F li U'// ·r;r DEPUTADOS INTEGRAÇÂQ DA REG!ÁO DQ DOLsAo ATRAVÉS DA TELEVISAO m' .f8 . na- es. :or - de eve os ia EM GrOS 1tida te ta u- agên do .os, ~ oela a , O "-- ; en des se. _cx,s me do e.tO .. .as, a pDS) !oi autor de indicação no sentido - de ser encaminhado cx[XXli ente ao nr, Cc,l,Jmador do Eat.ado, solicitanoo a in terferência do Poder Exc.> cutivo junto ao Min15Lérk, elas CarD.Jnicaçõcs, a fim - ele que seja, o mais breve pos!!Ivcl, integrada ao - resto do Eatooo a Peg-J.ão do BolDiio, através das ima gens das cstaç,ões ele tele visão cnn sede cm c.arrpo - Grande, ressal tnndo-se que essa região jã está hoje- in tk.'<jr arulo--:;;c ~ cx:r.t:r:ct.c estadual através de Podo Via da. Espcra.nçn, rcprc sentada pelo, Projeto /lpa poré, em execução, e que o envio da.s imilgcns atra vés da 'IV beneficiará oo rrun.t. cl p.f c:o de: <.:.o$ La FJ ca, Cassil.'india, Parar,a.Ioo, 1, pareci.da do Tabuado,Sclvi ria, Inocência, Três Lago as, Drasi l.ând.ia, Parafao do Jpaparé, Waiã do Sul, Altó Ta.-nandaré, SÕO Joii, do J'poré, Rairoulândi a , ~ b rangas, 1lto SantS ANOS, PALMILHANDO OS CAMINHOS DO PROGPF.SSO, .. Posto fiscal na ponte do Córrego Burití o D?putado !Ulel Trin dade (PI:S l foi autor ele inil.cação ao sr. Governa dor do Estado, can a:pia' ao Secretário do Maio- Jm biente, encarecendo a_ ne a>ssicuã? da instclaçao - de um posto ele fiscaliza ção fúco junto à poote do c:i5nego do "Buriti",na es t.rada da Barra-Mansa, asse CJUrando o par.lamentar em sua just.1ficat1va,que tal inid.ativa tem cxxro fina lidade presez:,var a fa.ma' e flora pantaneira, o.rja estrada de acessn ao san lakio eaolÕaioo '- pals tem sido preservado pelos f aziendc1ra; d3 região ,que r.unca pe.m-J. tizn- ê ~ cac.2: pred.,-.....ória. Cor. a c::nst:...:.C ção da estrado ?tua -Parra 'nsa, lc sr:c daqueles ezer.eiras, rre encr.eroc lncuia " n:itê e xistente, sad» rele zt: al (JOVC:rr.2CC::- 1 11~ ~ justo, a:ir-.sdentc e- hur.a no do que dcter tal e.<ct=a ela cle un: peste !.1.J.:o cc - fiscalizaçc da SE7,5r t.cria Estac:cl êo reio ;.._ biente, cada a facilidxie de asso qc dr caca clancstina e precri ENSEJO DE MAIS UM ANIVERSÁRIO DO MUNlcf PIO DE PcRTc "URTIXHC, COMPLETANDO MA1 S UM ANO DE TRABALHO CONSCIENTE E COr-iSTRUÇ.ÁC Ef' PRC>L D.A GRANDEZA DO ESTADO E DO P»IS, LEVAMOS AS Sl:AS DIGNAS .AUTORIDADES E A SUA POPULA(;ÁO LABOP.IOSA E Pf;CGRESSISTA AS SUAS MAIS EFUSl 0 VAS ~ONGRATULAÇÓES; JUNTAMENTE ccr· A CERTEZA !'E, t'ORTO ruPTINHO, PELO VALOR DE SUA GEtíTE ESTARÁ OCUPAl'iDO, DENTRE E~ BREVE; POSl(;ÁO DE RELEVO NO CONTEXTO SUL-NATOCROSSE!SE, FST (EEL LAVJIC:E'!S, LUFF I F! CAÇÓES E Porto ?--·urtir.ho POITCl ffRREIRA RESTAURANTE; BORRACHARIA E LUBRIFICANTES, ('.:.ASOLINA E óLo P:zsEL. K 55 Rod. Ierin a Porto Murtirh ,., 1 viq1na E -------------- PORTO VOICE AGORA 9 DESAFIO DESENVOLVIMENTISTA DE EVERALDO DA ROCH1', CO'.IT, ,I Toro !'URTwo - MATO GROsso DO SUL ve nh a para o Pantanal..- E tenha todo o conforto de casa. cíp1o, principal mente nao locali dadeu de Colônia Cachoo1ra,BO qui lômotroo1 lnga - zoira, 70 quilô motroo1 Docaivnl a Fazenda Firme o daí ao corvelo, com 120 qu1lóme-· troa de extensão PORTO FLUVIAL Eatá em eatu do a construção do porto fluvial de Porto Murti - nho pàra o eacoa monto das safras agrícolas das re giÕes produtoras em Mato Grosso - do Sul. A princi pnl empresa into ressado é a Co trijul, que en frenta atualmen te problemas nos portos de Santos nha P11.1111gu11.la. o Paranaguá, soo rio Paraguai , brecarregados pe depois de um pro las exportações- cesso íácil de do outros produ- drenagem no seu too de outras re leito é navegá - giõoa do Pala. velem qualquer- No perlodo_- época do ano. d cheias, quan do o rio Paraqud'pERAÇÃO NINFA 2dquire condi,o e de navegaçao, Com o objeti ó exatamente a é vo de manter as poca em que ocor guarnições ades re a colheita - tradas para pron dno principais - ta aplicação em safras agricolas casos de necessi no Estado. Segun dades, realiza- do a Portobrãs , se anualmente em Ope.1t11ção conta dvenas undaaes a Matrha Brasa e Pa- taguaa, ente a quais a Fotha de Mato - G040, e o 1? Esquadão de Hec@pteos de Empego Genat de Pedxo A'Adea (RJ} e Mar- Porto Murtinho a Operação Ninfa , com a participa ção de diversas' unidades a Mari nha Brasileira e Paraguaia, entre as quais a Froti lha de Mato Gros so, e o l Esqua drao de P.elicop teros de Emprego Geral de Pedro - A'Aldeia (Rio de Janeiro) e Mari nh;, Paraguaia. Participam,a inda, da Opera - ção Ninfa o Pelo tão de Fuzileircs Navais de Esqua dra Brasileira e a FAB, que dã to do apoio às ccr. petições con, o transporte Cos participantes.Es te ano, realizou -se e Concurso - His t-:infa e viiri as modal!&ades - de esportcfi àu rante a estdo - do pessoal d !> irte. H 0 H E H A 6 E A _j ,,,.------.. VEREADOR NELSON RIBEIRO PIRES - "DB A NOSSA MENSAGEM CORDIAL DE CONGRATULAS AS DIC'NAS Al:TC'R!t:AtF.S E AO BRAVO POVO DO MEU MUNlcf PI0 1 NA DATA EM t:lUE CC~'Ef'OPA ~•JIIS UM ANO DE SUA EMANCIPAO POLfTICA, AQUELE ABRA(;O DO VEREADOR NELSON PIRES, f1ENSA6EA r, rJ!r•11r.A ft)fll C 0 l P/IL DE PORTO r 1 uPT1 NHO, PELO SEU PRES !DENTE E INTERPRETA!DO O SENTIMENTO DE TODOS OS LEGÍTIMOS REPRESE~ITl'-NTES DE SUA ALTIVA E LABOR! OSA POPULAÇÁO, ASSCCIA-SE O JÔBILO DE TODO O NOSSO QUERIDO Hotel dos **** ama otes ruNiclPIO NO FESTIVO TRANSCURSO DE MAIS UM ANO TE SUA AUTONOMIA POLÍTICA E ADMINISTRATIVA, F.EAFI R~'.ANDO O SEU PATRIÓTICO PROPÔS !TO DE LUTAR INCANSAVELMENTE PELAS SUAS JUSTAS ASPIRAES E MAIOR GRANDEZA DE f'ORTO f'_URT I NHO E !'Aro GROsso Do SUL, JONAS AMARAGE PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL i'--- 1 1 Continuar navegando TRIBUNA_MURTINHENSE_ANOXI_Nº46_13_06_1981 TRIBUNA_MURTINHENSE_ANOXI_Nº53_13_03_1982 Voltar para a lista de itens