TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº044_27_01_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº044_27_01_1973Número da edição44Data de publicação27 de janeiro de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.11681326953363 , -56.522019676606035 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº044_27_01_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto .... ~. -- i ' ·---· ~~- .. .5.7:.ã Liberdade ~~-=-=-e:==== !BleS:il corr ---·----· - ... _.-_. . , ~,, /i2{/i?'.:! . l# sr .-,- ,-:::.~ .· ; ; •• :,. ., .. ; 1 N:il:h:i .iG p~· :nr-H:enic: don rcitnres dus Universidu- NevsA dB U1:iv;i3! ::·]e F01 -~- de fü,:5i!!t'l confir .,a~~Fn í-- r'.es Católic·e e FecJurnl d~ ral de Mato Gr1:.;so. t-:1 Ct,- V,n Meio GP.7o ,i3 P±!tas e m,.-mbroa do Cons:.>- ceres Bégnndo j,1 ·(;i c'.l·,n·•ia- ci7an!o Cãcs d :w-ih Delibera!io ão PR. A do o ministo Co±t Clc.e ~;i:il:t·,: Co;..lo, C,:1vu 1 c.:a.1;c :lo,· co1c;t!v1i sr.rá ucresGiJa em se tlí'istarc'í co:n o gc"~:·n,)·lcr J_.,,'.c~-;or ::l-•ve:1d • -o·•:;t•:-~r !lé) CD,::, onde 1hlla temarüo José Frnqelli e upreciõrt r:::'.., ó- 1]i;:. 1O de ive.ir. Aen n •. pade () tF. Jn.:-c Monte-iro de rio elllborado por :-}; Í:s,or,:~ • 6S€sare, ire±is o is- Figueiredo preGidente do Con- gcJucho~ e Mãto•gro;s::: -z.- :.i'.e- ü·o d !per:v. : .ao:E- se:i de Repre~~ntantea do grantes d.:i 0peração Draj~'o f~o;i ·I,!J,,,do po,:si1 clt:.ier:.tc 1os :'upe- PR cm Mato Gr:,::iw_pl'oiesso- d:rn. O r~latório s-1:;did, i .di.:, rli:I' ,•cjvn'.,!S (i •• ~1:2<l,H, c:1l'<"lle!. r· ., Manuela No'i'i3 Nevea coor rã as rcs~On,~ibi!idJd~s r. iniph - ~ •.. r1:iu 1'ld'Ío ?,:,;·,..:!, c 1 10··<)0- d1•nado1·11 gen1! do"lJR no Es- 'taÇão de um «c.-mpus> Jv'l!·çod.::- º vcrgeal do Ije.o E- d» e reitor O:. briel Novis no rnunicipio de Cáci:,:.:,, D~s'-',1 a J axn ílonoviária Peu conhccím~nto dos ,: d> vieuls mctori- p oprrc:«1r.oc. _ -·- ., z,,ddl, iipr~5er.tam ~ rrã int<.s:a n modificaçiio .' tu' :)Clr.,J;l(D) Loi i:Jo 1.:?.f:l.:2 do 3 c:e 1Dr.:le.s!0;·· 1 r➔i?' Altera o D1.::c1P.to-lei n° 990 de 21 de outubro d2 .1.9li9 que Ciiou á La Rodovié rio üriica e da outr<!~ pro· videnciéls O Prcsid:note da !~~pública no uso da c1trlb1iiç.:io qu?. lhe confere o .::,ligo ;;f) item Ir dõ Consdtui~:ão Dzcret,1." Ar-e. 1::> o vc1lor ,rnu<Jlmenle devido pelo prop;ic.rá:ío d~ v~l culo rnjeitO ºº pagümento d,1 Taxa Rcdoviaria UnicJ, no~ ter mos do Decreto•l;-i n° ~}9!:l de 21 de out!lbro dz lf.)69 ge:á re colhido diret,Jm:>nte µ«lo cuntri- ' - • bulnle ao sist~rnu bc1n: '.;o ,.,)- ciorrnl pêrél pc_~teríor c,é~ito n Banco do Br,rn I S, / em "JV?r do Oipart,irn1?.nto:;!'1<lcioncl d_ f:-.;I a• cJ.:;s de l!ocl::J9:'rn ( NE•: çc·n somnte insiruões a srena aix1 d,;s pl'!o, M•ni,tl'o•· clu ;,•_._,zc1da e dos fa sportes. Parngrafci Unico, O DNER promov~rá mens1.lmenle o repas sz da quota p:irte devida aos !:staJos e 5eus Municipi-1s Tc:rri lorios e Distrito Fe.deral. Mrt. 2o A alinea «c» o iigo o do DecrelO•lei n° 99D d-: 21 de outubro de 1969 pas• s,; ü v:gorõr com a seguinte re• deção." +'. 33 ) as n6rei, a E. Culs empregados em serviços cg • icoLis que apenils transitem de:nlro do, limites:·das proprie- dud!s <lgrÍcol,;s a que perten ç ;: m •. An. 4o Este Decreto-lei en.+cá em vigor a 1o de Janeiro d i 197:-3 revogados o § 20 do -,;tigD .1° do IJccr.:to-ld n° 9H9 d,>. 1 d outubro de 1969, e demais disposiçães cm :contl'c1rio. llrasdrl 30 dP. outubro de Ül72 15! 0 d.1 lndrp.::ndznciu e 8-!u da R(:·pCiblic-. l•:milio G. M~diCi /nt·· nio Delfim Netto Má1 lo 1)3v:d Andreazza J_.so P .. ·i0 dos R~is V._llosü ;':ihlic:urlo to Diurio Oticial :ll/10r"72 ... --:r rt ''. ', !) • .. lL:· 1- Comuni:c,;10, u,is 52;1 ia res p0i, aluno e intesodvs, que .:is i·:H:c;·t4;C-).~/< . .i J •.' ,(ij.:. s nos cstablzc.munis d: iai» Estzdusls, rés ±culz ias 1.o periodo ck ti 10 d: fzv.rei s. 2. O> luras com 1í as compld·, ou m, Í$s qu:; :1 .• " L1 verem coucluido o nsu do i • grau do nível ). a IV ( nt:iso ,Jri ffi ário) d! V;.: ão r 2 nc :.:!11.11 1 1, C e.; para os cursos supl'.3tivo~. 8- Nu,/o d.:: lnsc,1çZ;:_,j M"tricu!.) o pi do uluno ou o próprio cluno cnr.'uud c :a umil te,,a cidade mim.src ds ' ccitia c dei'r Vclii-1 c,7 :.: s-:1,1 . i. cun'is !c C».o jC:' e StJJ té P::: ,., , ' vo do e;o.n-e.D:c is:L:. e,: ... ):)L'") . •1. :.·~ ... - bdo : 0r .. 1 mbr.;:· do R s :..:. tudo 'o 'c:e .e, 'aic ri 1 ·te .. e ~ .J ._ ... J; .. Gã . (;1.,: ,~ , 3 «r ir. zt puto Dr ' • ' a:) r,1-!s v1.:o.Ju:o. o J ( • e u .... e 1 , •• . ! • 1 , .. :'..:: ..... ..:.)- 6) i<> !Jrill;.' f,iºCÍ CtS ü,OO (:-- ... r;1 :.:_r;·i:c) 1 ; • ' I 4- 0 r, ; • j ,: .. : ... ,t r .... "'1 e:,._ :: . 1.t t 1_;, • ' ores.cia.uso • l•. d co- dr o luno um ocs t .... 2 ·e,.:::~ .... 1:- .• ·) ~ ~L: 11 --, ·, .U r 1 ......... c,t:.;; o cl.: (J d '). ..... ':1. 6) ~~- ,,,r-.; ,:u , lir,:s, •e l.. T.o'ho cem ereção 1 :!ri 2. , .L o Ci,._. or e.b. o ,) da ~-rcrni!!.:.1 ,. o n° d· .,. i.1 :... -_: qU. ,~ ' (. ~ ,: u. ,,.. d_ . - 'f'! l . -.... - ,: C1 ,_ • ' 1e l 1 1 }' . l ) .,. u • a m e 1í:..i.l!:F, i, " • '· : u :n I ct e vj, nu,eus pée, pé c1c:·, .,:-,·1:;r_ J, • um Iugor l.l o· 1t) ,-c-rn Juwc, r,é perdido • ·o o c!e vejo sinto m •us ,,.:,:, '-'r!, . tD 'l , criança 1.1 t' o s· ! l'irnm tnrn ~::rn. 1 ir.1m D. lov.- u viver esquzcendo • usa Lucura. Sin u,· 1 U Oít1ÇflO d, i. u "·' , !· vi :o. !n- i , 1 .. ! r. ;1 Corr.çilo n:o • •.·. j,·, ,:).: .. minh· 11en- ·'· ,_. qw tua.site Eco co ds !lentes doent'ss de Ivaldo Pereira todo o .. undc. Ncntr, lu g,ir e com outru fo1•m jú :-J::CI, S-'Í e m o C<•r ç - o üSG!1·.lü ,1., pc:lav 1:1s :.cin.pl p~tsd e.:~:· çirnplicldnde r.prnpriad~ uos ,lj• m'ides, que snb:::n crer e ch ra . Roj~ 1:u nüo prn:rn, teu mito -d~hs, !d'i' s cans:..·l:-,r, l riéias do iunào. O mom.:·•~o é critico se penso s{:o c iro p_n:;o d lx, de pn ssr p.:, - ar é vidu e V ido é loucu; a. Tento tempo e nodo rcstu n::i poeir.:1 de mifoõe.s de Anos turvaram-se meu Ide ois Que ria Ver a Ro:;a sentir o pe fo. me dos fiôrc:s aueria ver time criança sorrir e o que v tcjo? Vejo a nulidade do meu EU pe:-nnte a monumentel idéi.'..l rJe SER. e nGdo SOU m u pó prio SER tcrnouse ECO e fico prêo ás Grnde {grades rncmtai: ernpenci1hos de me:u p,;qu!smo e nada resto n ~er a bide do Cougo cvirn .éo cos Homes C.:e Branco qu·, é hora; horn do choque. Eston no lJOSP!CIO. ! ! sua confianca 2 • :i L VL ,. 27 /1/073 1 a$ teteoetgo assaeeaemego.oetàtgtgdtt atg g roer@aeagear9 l vos e rl: dos em gel - lataras - bebidas - ;· 11 ,:)., - • .• :2i nho - • !um1n·o8 - artigos esco ' : -!r1.4!! s .. teci e.los o calçaclo3 - R6presen i, ule xcln:::ivo da Pipi-gás LV.lé'Jfo @::'OSGG acê pode l_,·1!]. ~ ·, COll'OS a1 ma1s coforido • si.g lo-os cc± m pou qiuo do leite, do: tipos _·, ,q- .0, q1 ·' ;:;fí.O l)'liS gor d.usos. 'pois dê o oli. nu co lnneb gros e@ ~; t·;, r '!té..r urn□ch, s de rn .e 1·0 ·pns bl'ancas, bas- « • b; ,:.: W'>''tt •oru ~1gua e s·, ao. Em tecido de cor, apliqo um pouco de vinagre ou su cc de limão e lave. Pt1:::se o veludo ii fel'.o ~em pr , peío a vc<;:so e ligei rente u ;Jcc]ccido. Os pe lo que fic·n· ll'' :im:, .. sados do ,L(o dil'eito voltarfw ao 1101' .... : :•! :~" você segm·,n- o fel'íO ui:~ lJ0nco acíma deles sem ío ar o tecido. P, 1•11c limpai' objetos de cobi• pode-se usar não ape- ii üc, sal e víangre 11 as ta l.Jet:L. • o tomate. ,.. , ' U f'.LU8 p8ra ISSO os mais m"duros· e as sobras. Paru conr-r o gosto um 1 • ,. • tanLo nrnnr 0·o da CL!lcoru nn LS ele tc1up :l':ll' a saJadn mishnc uma colhcir bc 1 ct e,.. a de pilo es 1.1Í[Y'1Hrnclo. As ves o gelo adGi'0 tanto a forn que não se desprende 1>or 1.rn::s (llle ·e coloqne ua :.ígna. :íHJs se ~o. ce esfregar uma vela no u. tarior eh vt ~!Ih,. autr.s de eolornr a ágna e levai "º congelaúor o gelo se sol tará fucjlmente' Quando fcr assal' ma'.:; sa. de torta, ainda sem 1"ech010 fnre.-n com um garfo, pnra que uão cresça. ~'lassa~ re cheDdns antes de ir ao forno não podem Bl:íi' furadas . Um truque para que n fritura fique bem sequ.in b::: antes ele levar a gordtua. ao fogo, acresccn~e uma colhe- 1·inha (de café) de úfooul. Mas lemb1·e-se de que a gor dura deve estar fria, ·para evitar o fogo na frigideira. 'Viatadouro Rio Forrnoso CASA DE CARNES POSTO SHEL Servi~· para crescer 'N) - [m . ro. G .n e, . .,, ± i) + .. ,r•. e .... 1l ' is0/23 qd 6tu o 2sieto Rodo -~J e ·: · . ..., · os traba Jos prelinu;ares para » implantação .e um «cara pus» ~ van.çado no muni cípio de Cace1·es. Os integrantes do grupo per·tencem às Universidades de Pelotas Rio G·rande . ' do Sul e lViato Gros- so. a R's: i aos conta ta:lo chegou cval s µr.,ra i,...... , .l • e rnon.te. n, ::e· o .. n .:. ,. e· do Cristo ·s hxr se e:pregavan • e as.o é;iusl ;ure sr ~~Ll' (;· 1 ---- 'I) e o CJal8 .. . . . dos animais , N, ":..,o -81, e-e' primei ,..·. JH·2!':...c~-·0 Í3r'i'tl u- era e g Sr..tga- .. , , : ,, ti, ouvir.o • -:· 1l" ·:.;eno qu • e'r, O p;;.vã~ reai o In dusfilo, e aeg;2do pata 300 000 000 de pesscaa. He. presema o ewble.:Iia de Kri2h n l. - A mos'ca poàe vos., t:ill ca::;o!' cxc::.-pcinmils 1 000 metros. É os patas peludas na6 as?G trOI a, qu3 t:as- pcrtu cs germes ,àa"i eolé:J- tis. A mn:-cu • dcmestic'. põe de 100 a 150 070 d csCa vez. - Cu1io::o é dizer que a capivr:.r2 f. o maior don • E!· 1rife ros ro.,dcres. ,· , , i,c:;:: 1 :i uma e c:.m tine e lhe Q1o é • ·.e li 1ui· o d'.o que O rC (.:' vivo é '.:ltUI'U. - Zoolog··•E.s<ie re:..orue c.1~ r:;nrem ê. iC:tc!'NlS nte con e.usa o .;<- qu1= o p .. .rco ,ice crnue <lo javali eu-rop·~u. sim? ·- Ba1x1.1 como vôo de mar reca choca ... Cheio que nem barign de í r• ,· / .A Lema! tem esta opiniãc~·~·:'l Agora cada bilhete Lemat tem ' • 10· frações e custa CrS 20,00 ,, todo ele. Você pode ficar rico ; sozinho .. Não divida sua sorte. Você: tem 176ô premies prã ganhar e mais o. primeiro premio de CrS 20.000,00. E ainda .desírula das obras qua a Lema1 custeia: praças de esporte, obras sociais. A Lemat aplica todo o dinheiro arrecadado- na venda da bilh0tc:;, nestes bens citados. li:to quer dizer que, o seu • , dinheiro não sai decto Estado. Uma cois.i ó certa: com os bilhetes Lomat vos ""@e4: "w ~ ...... -·- L::.;o e engrado que nem Cílueçé'.l de nêgo r:w di:'l. da esta ... --Mais rerwo do que cusco ?', em dia de gendu grossa ... --Ap, íxonauo que nem gurJ or sol eironn ... • -- 'lm1 nutis fo~·ça do que juutu de boi muuso ... - Hiobü.::t<. 1 qutJ ne!11 t.ronco C!e . augico ... -- • Liudo co:-110 na moro no i'Ílleúo· ... ·-Sério que ne •: .. C:lbeç::l • de por,.;o E:u.1 bu ude;jn ... O ;jüvt:m füwh ·rel .Be]u. .... (}lll:.::, foi conviddo p Io dvun .' Sr. cão Batista gado djssto 'qeela C d de. I} a oportunidade p e o Ivan i ribua da Fronfoir:;i " """" i./ejgn t, é 00ore naç.0 do ativid der em tor no d,-) u pla:Jo. Ensina Luís Souza. ~ornes, que o planejo, me to, e mni6 <lo que um pr @'l'ltUrn. Podni mos com• pl~l l', dlzendn que ce trata pe~r.i enlendimt>n•.o modamo, do um r,rogr1ur.>.uçüo Dinâmi cu da Re:[tud+. . Neohuurn pn!Gv,'a rntá m:.11-; lg.da à ~c1c0envolvi- 11_ieoí.t->• do q plarH•iu.mento. E} qm10 o desenvolvimento In- t:!'--,-;_i1 _ ,,, _uma e,trntégica ud I..is;iivu j'li ca: cou tra o p1:upcrlsr:1:1 e a dotn· ç:;, o r-mJlíubcliHUo 0 a fru§. tu çiin i'Jacioi a!. E iGlrn só le• e à Viló ln t{uando são oocr deàudss toJ1,s aa forças Su ciais o tod.s us atividades rconomlca:,, _dr,ntro de um es !rito e de uma determim.ção Coldivr., ou Eeja, de urn fPfol•• hg;a1ena(o &Gcscicnfe o ?e?s:rei Que é Um 01 Ç!:lrnento pú blico . enüo um plano de Tra balho? No caso de Bel& Vista, o Sr. Prefeito Munícipal, publi~ cou na Rcvieta Integração nº 1. o seu Plane dE: Trabalho pa~ paro 197a. É tactivel'? Anali~ rnndo item por ítcrn9 chega mos à car.clusüo: item a) Rêde de esgotc;s para o p'tl~imetro urbano, jli c:tr í"os<; rle projeção pois foi solicitada n Verba jun• to a Comissão Especial de Q Faixa de Fronten•i:i:;_ incluindo eslacio de tratamento. Verba." cr 150.000.00. Hem b) Calçamento das Ru:;s principais, pelo sistema de Bloquetes, ibricados pela Prefeitura ~coro maquinário a ··er sriqu!ridol>. E viável o Plano de Tra ba.ho do Sr. Clovis, resta-nos e ;perar com confianÇ!i u suu. execução. Reconhtcemos os empecilho: do Burocracia; :.io bom • ·ndamento das adminis trhÇÕes, mas quando DinH!11Íca é um mal necessário, o Povo Belavislense dá UIL voto de cof}fiança ao Prefeito: Sabem que o Planejamento. é o ins trumento que permite evit&r a Capaciclode ociosa, nos setores de infra-estrutura e/iredução de eHciencíe e rentabilidade nos setores dh·etamente produtivos Planejar Sr, Clovis, é pre parar o campo par~ realizar. Bela Vüta neces5ita de Planos e Planejam<:ntos 1 pi:na atingir as metus do Governo Federal. Não sendo L:ma Cidade cem ali.'rE oadação maçiça; não pode~ m<}s viver eem um Pleno de Recuperação. Só o Planejamen to Racional poderá dinamizar nossas potencialídades econô micas tronsformando nossa!J e~truturil3 e aurnenkn:Jo real• mrnte e.o b:!m est9r das Mas sas», que é a verddeira Mis silo dos politicos. S. Prefsí, Indo o se Plano de 'riu!ho, publioudo n Revis!s Itço, Ver! ficurn;.i, quo ,udo que n.l con~tu nurir, vt1F1 tle encon tro 'norss ine:ese3, e pe!un mos? Ou não é que us Ruas d• sr..i.:i. Vis•:.1. to .. arüo nov:.- me:te 0 aspecto e «Rua»?- prque té @.r. tá Dure, cno E ira.e «eRoç: sendo com?p};e&a eu su mi' / 6 • ' ['u•·n ria pllL' u1,,a C 1 ],n llO t{ » :!- c.:ão J..,.:.J /.l'~•• u::". F,rai c-amcn· te, gnt seno se crer go.hdo de dize que mo!' om BGl VisL·•. St'l'Ú q :e nuo há us.l meio cte urgent._s pro~,, rno.cit:ê em reiacüo ao uspedo clu no'.:'@a Clde.cie'? Esperamos que não deixe 8 conteoer o que diz3m r,or e1 «Gonieça ola 'Vls:a, sncs que ola lesaprcça... Um doe.; cargo: . " r.; cruciantes c1o homem é o Delegnclo de Polida. É e.e ?. respo1Jsávei pela trnqrzi- 11cfade, CJU8 obdg toric .õnt;:; deve permanece as cidgues e mriis nind2. qur.iu • o trata de um munici pio fron~ teirtgo. O trabalho dele. z-. pesar de gnde irpoztan ela, quase r..:ão ::iparece no3 comentários das cidades. a ' nüo ser qunndo ocorrem cusos que mereçam a sua intervenção. Um assassinato, um furto, :_.uur contrabando de entorpecentes e out~·8s ocor rencias mais, enquanto não se encontra ~o vel'dacleiro cu! padu a responsa llilidade sempre rcai sobe o chefe d~ repartição repressora do crime. E ,uma questão de o;:d 0 V Sr, 0 ''.1 , ~ • o:::c;.1, co - o ·odo.::, elegdo de polici e cinco a 10:, e ne' ade, duraste gdo este "e.E O: guças o en p{mnc canhsci nto de tclsçõs ln.ma .as, brn. e!'· .n Jv problemas c'o pc o, ce~!l s0I-·donado todo·s os cn'.lo afrtos à sua Deh.gad i co·n habilidade e antes de tL:dj bom senso. Tem sido 20 mesm tempo o diploruntn e O pc liciaI. DiplOlll<la por~ u::-•, muitas vez::s, suu :..çfio vessa a front· ir o dialogo h .- nco e 2. ;:;i.o~·o C.)lll as antol'i ~dE's c.'o Pci rngu::y, tem co 'Jgnitlo r .:: so!ver nri.1ea.os c.e0S Secos e· molho.dos Comercio e ln& si. 2g2 ? g) de "Jtjgg . F'to e jr s 3 - _ 1,...._ Ji'-' .',.. '(.. ~ ...._, - .. 1 •. ._.' J.. .!i • V . • ~ -- Latarias cm geral - Mauinu d2beneficio de:urz- ce! Com trabalho "'f! ( o Pátria, latejo em ti, no l.cu enho, po • C'' de Circulei E sou perfume, e ombr', e so. e Orvu!l o E, em :;eivo ao te:u clamor e i.ninb vez ,Ccf 01 ~;~ E subo do teu cerne e.o Céu ce galho ers galho ! 1 ! Dos teur linquens, dos teus ciµés, da tua fLcno", Do ninho c;,ue gorjein em teu r!oc ··ri-~. ;:.:h , Do fruto e. madursr que em tu seio se e cole, De ti - rebento em luz e em câ 1ti o' toe E.Spul 0 Vivo. choro em teu prm lo; , em (us ils felizs No olto. co:no umu flor, ern ii porop io e exuio E, eu morto - sendo tu cht:i d3 e ·cctnzes, 'l'u golpecda e ias ·lta - cu t,·rnc,•: Flpu!;'.: E. os meus Ossos no chão, Coro ss 'ue II e, Se: cstorce •• ão de' Dor, sorrendo o g0lE ,• e o inju ío ! ! l !Rl. - ,· :',uz~- ~© L0ü : Bela jl ===------ 1 • Vista não der,npareceN~ tão 1 C ., - :,' fàcilment , pois já existe há :')(]ai:; 100 anos e Hl:1m n' ~ - tem ries dt. natur z11 o <,C:U~ I! eé'u. O que nüo foi feito } ., u1·s.nle ess rn._,&Jo, eu nao J fr,r:u eom apniaG 8 me e· ;/ scm!~o D.b ·L::-; t!qu bonziuho, qu,•, u n1ed~én do pu:.:sivel ,.,........,,..,.""' faroi u _ue p etendo. ele Pedro Malagoli .i. ao ..:e c~qneça do qu0 o ._uce.::.s) do n1édi f co e a ca 'o doente dependem da conciênu- } ci do Farmacêutico. l , ( ( sd"_- 1, _,--.- ~ Carne f: o ,nntD escil Higiene o.cm.1, u e en Y.O ao rn o ' • ' ... 3ra0 ·r,·s: , -:- i.. ."i.J r.r.! J - p, ! ela Vista 2í íl/ 72 *( Médico mais ·tgo o RJ tem 95 a1os cli- nicou duran e 72 Go~~ldo Pinto Sobrinho z12c'2«ia da r,, s znconrsr .n. ran:-O .n s tido g.e r .. h;õ· ia cent{c d l C,J j - c. m phms: nueza mui«o complexa, li . f't1C ..... r.:;: • h cc reensio prcfunda da •. • .. 1 1. 0 e; ·do du co· unizaç . :; ccn.;c·friciJr ;! a tc:n.,'"l,c -~ê...:i e nsigo mesmo. Trataremvs aqu! apena de ui p.cu.o comunicaçl0 es una! 4wcf94y g±;, 1 r: .·;:, ~ n::rna,. O DI LO ,..,, g0 imlir:a a:ica . :-:, ., .. r ·rc 1to J,nü nico ! f± ·lo movimento o -i. D.lago é r no, () ;,l..:3o :ô possiv 1 ntr szrs cepzs d ouvirem c .,·: I') ·~· ·,d•-;, , f n~, d d. do ià!ago é le "· esia ii não há 1 • O üid• -' 'g n. nnhe sc • c quc eis, s acida p . ... :, .;::o os u'1a 1, l }(;-_):-:-;s01 de ccnptee der de cr+ a fc:'i dcs inelccu :,p:,:s,...:o e á ,,11i-m d:i ('omuni· :: . d:ál go, pode c:u.: c,t.. comuni· r xpra n c: • me. gs. A 1.t'nícúdo f rmJ 'o auc é envisde eo .• p • r.i.?ír co, dlçã.:, 's mz5cem. é Ê impossível que se entn dem pque o objeto pzss0al do d15logo d!f ere.· oOorre uma pseu· do conversação que. na realidade não põs:a de «monólogos parale• 057 b) A mentire, Se mentir é e:sconClcr u verdade conhecida. No é possivcl hnver o diálogo quundo se foge á verdade dos fa• tos . e) A linguagem incons~ien • te trata-se do caso do individuo que n5o sabe realmente o que diz·. A Hng. com que este in· dividuo expressa é Simbólica e ! : refere ü outras verdades que não quer dizer. A pessoa esta convencidu de àizer um!l. coisa quando, na realidade, diZ Olltra bem diferente . d) A importâ;icia do ouvin te. O ditado popular diz que <tàe um discurso, cada ouvinte ouvo t:omt'nte aquilo que ddeja ouvif3. e) ViolênGia emocional A violência no diálogo, ma nife,,tação de agressividade, leva fatalmente á deterioriZaçãO qual quer diálcgo. Portanto, nós, que a cada dia que pássa, sentimos mais, a necessidade éle dialogar. devere mos ã auto-análise, á Censura é tica, ás leis de corteBias e aos srntbentos de justiça-Quando pretendemos dialogar com alguem dev er.?mos perguntar a nós mesmos 1)0uando exponho ou ex~ plico as minhas idéias, estou re· o.lm2nte em Comunicação com meu interlocutor ? 2) Proponho mensagens a dquarla á suu inteligencia ? :3) Meu interlocutor aceita realmente meu pensamento~? 4) Admito o diãlogo ? 5) Sou compreensível em minhas expl1ceçÕes ? 6} Exigo contestação ás minhils mensagens a fim de ccrl!Ílcc1r de !Uil recepção? Diálogo, não é ró proxími dadzfisica onde cada um fala de um:1 vez. Não haverá diálogo on• de cs interlocutores antes de inl ciarem a Conversa. já partem de pontos de vistas fixos e pré-esta oelccidos. Só hilverá diálogo, qUando houver ÍnteraÇão de ideias a pro curu de uma solução. C.;pixaba de São Mateus. dr. Aurelisno Leik Ba·,ceios d~ 95 ncs de idadz 72 dz prori s· ~iio e 54 morar.do em Nterói- é o médico muls antigo do e: tado do Rio z sanha ssora '3 titulo de cidadão niteroirnsc- Fun dador e primeiro presidente do Sindícato dos Médicos do RJ, ' fandadcr e PÓ cio nu ::.wro 1 d,. Allsoc!ação ilêdict Flu""''ne • se tambê con outros cole gas orlou & Fuculdulle Flumi nense de Med!clnél ( onde che~ gou a professor eme,lto) ... CARREIRA - Formado aos 23 anos pelu a -liga FM da Praia Vemelha, Aureliano mtoiuu-se como aluno interno por concurso - no hospital da Marinha. Da Santa Casa do Rio, onde ~ra redator d0 anairJ, foi para São Paulo[e cli começou realmente na proiia são Pcdicou-se em 1916 em Niterói. Clinil:uu, íoi i:liretor de Saúde nública do estado e àiretor • do dopartnmento maternal de Niter9i onde criou oom_aucesso o F.e:·viço pré~ natal. Proles:or 25 nos c]li cou durante 70 e c(:laborn em revistas clo;:;,tiricn§ e ld gas. O decnno dos médics Huminenses Ierrrnrn que co brou 5 mi! réis pelL,~ plimeiru consulta 9 CrS 20 peln última Obstetrlcili foi sua especiulí dade preferida: fez mais Je 18 mil peirloa OPINIÕES O Dr. Attr~liano é pelu miadicim1 moderne. Ac,~ita as inovaçõt,s e aprova tambem os transphrntcs. Sntreiant Isa bre , contrele de natalid;:.ds fica com o papa. Quanto a li~ bersção de aborto acha que estão fazendo muita conlusão com o planrjarnento da fmí lla' FRATERNIDADE Com medalhas e distin ções de entiát:der-; cie,:tHicas e comunitú riag dr. 1- urtliano foz questão de ãizeé· que eua sugestão para a erhçfi?. do ministéiio da fratermúz.de a 8er progost ao presidente Médici - é antlgo sonllc hu manistice. O novo ministério seria para aconcaihar o povo «Funcionaria a1:1sim como uma espécie de ecumeniBmo soc!al psras:rvii' ao Plds. C?n oilis.r no • aeutido ecumemco religioso e eapirituul» o ,..., tes 01ça0 a i l teriais ar I ( • " eua j0S riihos - Tijo o • • 1 @ ·o s ruir sua e 8 você é quem faz» omércio ~e e I O R 8 l A N D II SIDROLAND .. ~.-MT. - - -------------,---------~.;,,-=;;:_.;.-::;;;-;.__.;;;;;;;;;;;,;-:.._I Dr. nua Dr. J sé Dr. Jurdim C!inic:.1 Gc ral - Cínugi.: l I== = = = 1 e.e l 7 © Rua Marechal RonrJ.on - GJ.2 D " .... verr;.,1 Í • 1 :1 - : e iJ !- ,~: -~- ~~,1 IJ 1 'I (1 1 1/ .. A v nid!:l Duque de ~ -·---::; ~ -- -- -- ~- ..... _ .. ·Dr Carlos xiss, 91 6s G0aso D rr. A ~VOO'(. ,0,1· Q ,:.,,- f.'l'/..F-:)),i ·, '+5• :4i l Rua 15 de oorb:o 70 Fone 237 -. Rua Coronel CnmisJo 620 - 1 1 i l -----!. s: viste ] ~~---~ 1 MÉDICO Rua 15 de Novembro 75 01 - O l,: Hl C,,,- Atende-se dia e noite- atende utG ás 22 horas AI lado de Ia .Municipa dncl gora em 3el: Visa o. que você esper&va ' i t (} I· ) .... -- 29 r 1 €' ua Ge ., da u.;· r ' oc a Bel- Vts. T M 0 G ·osso 'l,fbu11 ,... &a ... ..... ,.--. .. -~ ;; AHcfJ Podra d N e une Na v1cio odqu<.!rimon hàbi- tvs bbo'.iG te mnus, de acôrdo com co ....... dà não acontece o mesmo New Yotk - Num r e n o am Jr,n e, o meio cm qua .,.. re/a,. h e • - . nas- qu ,..ao aos ábitos ruins te_ congress_o reoiizado em San cemos e nos desenvolvemoa e adquirimos. D ( ,_, '"' d ., Q iego (Clitorni) foram ditas bem como te conformidade com Ue razão tem o alcoola- co1s b t t tra p as os on e de:aac .. dÚ' v2i,· os_ pr1_nc1p10,s que_ obroc.am. º" ara deixar no bsr o últi- p I' Ih b' '"' ··' d - mo toGtã ª a as mu ert:s que furnax. e iteali que,p0ssuimos. : 'O_que levedo para casa Pensavam elas, por acsc, ao . Pnrn os hábitos bons q~-~ ~iJena ~IImenEar filhos e espo- senam imunes aos efr-ito,.; ., 0 cultivemos, tenros sempre uma' • • • E senão ha razão pelo tabaco se t " meno□ju rr· . , m en rar iro ,d:□tt.!- explieaçdo d:r, se deles nos bit, ., 1suficaveis, para o há- meate para as estatistice zé- po:dll cm ~ razuo, e nós mesmos h 1 0 0 ~ b:cber, mui lo menos dlcas?-o gráfico dai; .:enfern:ü estcs cientes do motivo por " @Inda para o uso de dades do tabaco» (cidnte: ( •Ll· 11'->s'm "gtrn en or_pecentes P"ra e vid 0 11·- 1 I e . , ., us. b w " - vascuiares, cerebrais. bronquite Para os hàbHo maus porem er~na noo proatibulos para cromca, coronariopatias ellfiEle- uão ha justificativa nem diante O ª andono das familias para ma pulmonar etc) - está ido •fos outros nem perante n 6 s O hábito de roubar lograr ~B <p,ara u .alto,, pare elas tam· O s outros etc . . . b Atê mcsm . em. agora, foi c:o fuman- Quem possui o hábito da Todas estas cofaag são te> 8 receber as terríveis ame- Leitura, por exemplo, fácil- ª:n abrige, grandemente vulne- aças dos sempre mais psvoro~ mente p,Jderá dar an razões nor- ravel no qual procuram as pea- sos _informes oflc1ais sobre us que gosto de ler. A leitura nao Soas refugio... perigos dos cigarros. enquanto c:;ó é um d<:!leite em si mesma , A t_ensão os problemas psi- Isso, (tranqm,as e seguras. co· comtítui um meio pelo qual no~ c~Iogicos precisam eer remo- mo se pertencessem a outra vamos tornando informados vl.ios e não simpleamente acal- raça· • .), as mulheres cont!- a repeito das peso€ e dg iadoy, nuavm fumando orientendo coisaF. . tleu paladar, por sinal, pera Óe igual maneira o hàbi- CultivemoB pois só g 0 tabacos de... marinheiros t de ervir aos outros tembem hebltos que tenham uma razâo e tragando 8 vontade, sem pi:.:=- possui umu explicação, exista aceitável. da_de nenhum:1 para seu pul- 1.>empre uma recompenrn que Assim geremos bon9 mes. As mas notícias. porém nos .::dvém na forma le un justamente dos homene de estao chegando. para E!&s tnr-1- bem eatar por havermos oído boms hábitos que Bela Vista e o bém. A demora ocun 1=u an1.:n· s útei:·. Os que fazem o hem Bra:r;il precisa para o cou!ltante porque 8 mulher - co::;ccou ben1:-ficiam-ae a si mesmos. engrandecimento. ., 8 fumar, de maneirs <(re·✓Ek~te de âiato Grosso Educação e Cultura Guiabá, 8 do janeiro de 1973 Of. N ° 20/OS/73 Ao llmo. Sr. Prnsldente da Jornamat Ref.: Proposição (Faz) clenhor Presidente i,;mpenbados num trabalho integrado' que visa. a promoção do elelé,,"lento humano e com o fim de atingir~ mos aos objetivos por nós propostos, vimos colocar a disposição de V. Sa, a Secretaria de ~ctuco.ção e Cultura para Treinamentos de Recursos Humanos • Assim sendo, solicitamos que Vvssa Senhoria nos encaminhe passiveis necessidade~, para que possamos elaborar projetos de Treinamento, espeeitleando. tipos de curso, local, clientela grau de escolaridade, etc, · .A proveit11nios <la opodunidade para apresentar a Vossa enhori os nossos protestos de alta estlma e distinta considernçfto. Cordiais Saudações Prof. Joaquim Alfredo Soares Viana Secretário de Educação e Culr.urn Sulgados -'.'~m gernl - Bebidas O Poii,(o ·te encÕnt10 du Socíe<lade Jnrdínense AGOH,A COi'.t NOVA DIREÇÃO j/l{D1M M A TO OR08S0 1)1. g 15 nncs m.:i tê.:-d12. ·' que fuu:c? O DculN . ;o~- , Direto: ds Nticul C..° Euse fr S.okin etá preocupo :cm a tini f!ta d: cuidudo fe.inir que se refere às 1s pra fumantes (en:re 1956 1970 prczntsgem das tum+n t =, en'!r este.do dn Cc.Ífc;:ma :::u.,:e.i~:;t: de3l por cento, eu4u..'e - pecentger as médicos a- ainda se arriscam " fu ar é de ·16-21 por cento. De aua. quer maneira é cm um certo alivio que comucicamos a no ticio-afirmaram os <:experts» do congresso-de que com igual numero de cigarros fumados o frequência do cancer pulmo nar é infez·ior nas mulheres. Resta o fato-bastante particu fnr- de que o <!tsbz:qui:.ru ~ durante a gre.videz faz cu::ncn iar, num i□dic2 de 28 p::ir e :1· ·0 a taxa ela mortaLdaà .:e~ natal. Não se pode ignora~. porém, a nJticb oa rànid::. ascenção no tt>mpo do 6r ·cc:. ào:- enfermidedi:'s resp:rntori.:: e cardivcas e vasculares. ({enquete» Froe1inghcm 5U0 .A O G OS o Escrituras, contratos, procuruçífas, rccouliecimeri:os de f1rmns regist10 ~e.i~ovei~., de t_itulos e docum:.mtos cio protesto e anexos. Extru1111os folocop1os nu hora - Aulcn~1c·•dn, {;UH<2 ulrons . ll' -----------,-----------------~------------------- _;_ - . ( - .. ..:,. : lt l r .. , 1 1 rc;. •. r . r·ido ode 2% ,r s 6e nas rte L ',nl:c-'~ 1!, ::. 0 / 0 f 0I' • - ' • • formou : <' n: ·.._l!it:r::'o ,'.-cv () novo ._.p:--, ,t .cão da ( .r>.· qi. - .~-1 r: :lr· • de·· f,:c Iu:i ::i ••":+ 0s Etz..s s .. ~ p l, · ; '1, i:1c,J:J Com O itueo tu' < , i do 1 .. 1 iciaimn- • r so e Goiás --· ..... ' . 7'v <p.J. _)Jl:!t..W'' ..... 1.... t. ü s LO' u Em ..,êo p, J o. o pr:.:.J , cntê d:1 1:: e iaçüo Brnsileirü LO:i Criador•:-< de G d decl· rn qu:: ~ , :::luç~ do lCi µo ·e fflz.t' COX qt1e O pr ÇO C CH> ne ::ix~::i ldx:i ds17%o que [a.riD ) qu .. o ,rc; ut. fl~ .Jntivesse a+x e rumnnto os 12% pr CC'f'iz,,:h pol'l Go e nn r,•. al··ci nrÍ!lO t! di• • ..:<ia ntr-v~s ~e o oficie! do ministro c·: ne Li!T. O :."nisr:·o D'iLfro i do tn!rder.to, tem u'r:) e.;( t 1 c:i ·g __ ~e ... d· e cívil, o quem far'· ep:!lo, no :ie:i ·iclü dn (;e .kw::r.u dcs prl'çOS e cst:1bjliz çao do u en o co custo de vi '1.1 em torna dos 12% ne ·.; ano de1.<J73 Fontts cmp~ess0rins in'·ur ;-naram oindn que a maj0rsc:o de 8% nos preçog ·e re:fdgt', 'rentes e cervejas, a pu;·tir d~ Zêro hor de ontem, nno :1re1u o con ur.1idcr, pofa com a atu:iç'.o do Con::elho 1, t ri nist::rial de Pr-ço" e do SUN. c:J iucr.oJ drs cor:; erc·ftnt~J 1icarom reduzito~ em 400/o. O novo j,,M ao cume vui se· sutJ . .::~ido ã opl'eci'1ç 0 • o de Cons1:- ·,o Mun"tàrio Necioncl r. ~:·o.~im-: t ':ç feira p3ru s l' homolog~:, o no meno ,. prezo de tem .o poGsi vel. ;?tli'a eu trar em vigor. obre e .eco': n-...:1. O célsb:·..i ~oi t!ft· do C.: :_1:1 . ...!"'-' e :rs Gt' s. íilh:.u,; Vendo:1-0 por quatro~ o r. o~ c:ruzei::-os. - · 4 Ccorge Bcnr Si.w gr nde e ; .. !~:.::id}.::. te· 1/f::) o ,lESL G, 'ute os 30 "1. os e,' rc, duçõ • - ,10 lixo A ;;g ;' BllOS, u~iD1Íli ..:e :io u-:s í 'll"'GU { , 11 el:.h ~ Saint Joan. r; rnc:·, c,or; 77 no , v _J o, "n Gi. o e ca_ s::i"J' v :.1 os :celhoreJ tr ::!hcs. g - i70» 2 .. ~ ..,_J • ,rio·· i:<) com o ..... ,.,nc I bl t .ic d 13r.'.' ·il •. f. pt:re fo,;~e~·rn ntf. d0 um; hidrozerao de eixo ver tit.J! u ~J.500 r:V ,·., lGJ,G rp, 1. • e; ·a· cncln ucl ,: 1cquip OJLIJ .. to e cxt:1taq. :) p· r • o !.:-,,ud t' A essenes da oio: ção politicn Jo guve1·no E:-i· lá coudes~u1da uu fula do Prvsilente Mediei o Pés oor ocnsifw d;~ pn~s:,gem d,> ano: biar: tua &o 1 flaç5o ps: doze r :eto. Qua do estaval!)G:0-: q'n,t:"e lJ • r I , 1-' e., [> r 1 ·,te,;, ,) , b . , e t • ·, 1 : ;I O ,1 , ·, n:-íor, .,,or .!> d 1 • eo r ·l l,, , • . ~: ;3 (V e '.'· ç1.. • ol>,-,-sHi e ~>..-- {_ l•~,) .. t 1 2·~· f.r t-H:1' , nttt·~jUt:, ~ i L., ' • , • 1 I p:tez4iene tê '+0° a4 lf)7-t L:.. ,u ., B ·,•:gunJn 1.:, •. trn1 ,•i ,ti :n;: 'b . -·;_f'f,., '( (Jiic t:ou. tá cru.n hdrvgensacte ua Gb • '•r:1 iL t,. p: ·:ndn, é :, u~,. 1 C:1,ct• !1!, • qul tiu:,h nni. ii, 17 5 'r-.. V /i if .;;t . -e· iáô • ... a:i'Ck e::Cf'?V8U f;li'.1 Zoo;o<,fo F:]o:;óí:ía aos 60 auos c ,a iu,o• o . j •- Bel'n1;rdiü de Gé' i'."lt P2e:::n cscn2;. ~u Pacio e Vil'• gi.Ja qu1ndo con,:ava 81 unoJ C. rc.'.e.cb. - Vi ·1.0r Hugn o !!:_Jogeo 1~ C:e!·:Jctua.:. cercado Lcgesia cr.los. afiz; aos, 84 os Sé- C;;· ilo e..:icrevén /1- m:n· de Perdjci3.o e;l!l 20 is a.sendo .ta f. - t..GCthe EOS 80 o.· 1:10 cG, jiet;rn o seu ioortu!FauD to e .oi,, ::-u:1w; :','r umn j:nre; ale:E_' t:t-1 18 nnos de iá:.:.de. tê.i .'.:CO vo eve GilCiY•' o e.cvdo ri:ozent tcni c, • a cq~'.;(➔da SBP _;__,AN que e!abrcu o ccteo o o e.,. " j • "' e . .,_. ,.,. .er I orça ent(;.l'ia e;; o • c:etc.1 ap1'ov1:mu.o o r::en 12" d t'"''.11"'.d:'mento o :,Dltrio I Ccfol, e .m 216 pé.- 110:._. Íc.cili:-. Co, dess·, l'.,l'·· ma as abalos o Tribal (.0 )JÍ'U,.lQO's ;,. CtJU "J't.'.l.' Cül 1 • ;: nu.édia i!lesá:is em ir no d vinêe ~;;~ • coutai (' ch..:fa do goçcri o scnLín (·,ue e1·~ •11""",cL, ,., hon, d-· j a. ; ' :-,•, :t 1 ,, " V !'eaatr conti·n ,. que : 1 .• 1eaçav •. : .:, . . torrrn.r~::;e td11 :', e: ae g, ~ pe clder;n[nou t.O~ g-:!---COl ~s d::s n rrnnç, :i (C~c-:..:scm, e qualquer cu::-tJ; u ::omto crn:~ • , • l d soá;;o p: O T€&Or ·o:/ qntDze por cc! to !JO nuo que Í'indou. ,B; .·Lo foi eon seguido, ses urzes b« los para as inici::vvs da adm1nis·l'aç5o ;i1c1ü-i:icio n queRas de custo elevado .!O rno a abei.tul'a das g~1.111de3 es:ada, «zonices. O pr gama de obra rç«o ta. o -·co qne i::r: ;;;;r.1a :,le!. ,_, con tL'.li.:1 tln'.:ie eh i ;,í:ég,: ··çã. cL amflzônic,t ;..o CO!í •:e- .t' econômico ssilciro, p ., .. ·et 'ciivs &e e d - .. •...l ' t i .s-' po ·~ , dt::sinc~ u r}s-:i0, t.H:10 .scn ;-iLo pr<;ÇO, o.; co' l'(-~~., ·e:i C.t(.; expo1t,1ção. E~~21u::os volY.::- • doti pLtl'éi. 0::; íiiel"C:,tios o..:::euo. poi' necet::-ichck :;;obr •il ve 1 • cia a impo.são do des?n volvimento . .í:,~ra cln~- escor-- 11is rai ~va qno , em se!lilo ob~ 0 1 vud;..t il pni-1 ir c.L í:J(H colocot1 o l3íc1stl, a pout:o, numa pu~i<.;fio de Cüllii,! JÇ't :dJ~olULa pci.'<111l0 as 11açür:;s qné se llltc:Hl::: ·aw pdr i:1~ es11e1o de capta!s. tgiess0 de 1oda esta!t gere nu Fís eu execd:do rnt :::;LD0 o ui vd do ÍLi al lí:, ,,,,ndu o guvorno ü eoueç:io cl:.: flJíllOs, _1w :-;c:ntido d0 IL1au ter L! déuia em coud:, ções adeqn,~du::;. 1Hnos, po1· can:::;egutuli::t H refon;.11.: as tll.:i[)OLdbiÍldaUéS Íuterua&.- o i.lli.:tillL::::itO :i1L:::1e;:su do~ p:,i, ;:;c:::i CUiil U,::i qu,ll;:, Ú.lülJLt'illOS 1h:go...:iu:::;, .: .. ,n.,cceüzado t,,u, • i:o ew õ,to:::; ;le go veruo ,J;;~ J l'H guV..;filU conw IIU;:; l:ü11Lh, LU:::i ...:0111 il.::: ágl!L1l!i11:S Ucl CHJ~ LitCo e uie::wu gr.:,,ucle;:; ew, pres_a.:;, que se ,t::;~ecia ,n p~~ + lactnienuto uo brasil4)] ,:.h::U: buu::; 11:Jé!JJÇé.lS • Ilái) é lJO::i:::;1 Vel Íd~er lJüli uca. A fJlülHiél illJerdndr~ e ti t " b ,~ C011"' úiMuw.<J.v. a e!:1te j1.,g0• .A ;:;Ll!J,t elo (;1.l'J:::; Lie l Yo-:1: &líl· du. é ,.·.::t;ü!.lllce1c.Lmel!;;c um i'Uso péiç50. O 0cesso @e !ostaflso l:vou-os à fJL,Vé.i(,jé!u do::; ri1Leifo~ lltd1,, v1C.:Ui.l1:s t o regime e11uon s««lua _la:e.prutcavente a- 'l•l' t1u·c A · ,.,. • d, Oi'L!e:n lül!:'íUtl llUi..: purw;h~ o ÍH.:lLO t: Cl•ÍUC u d1C1Lu, ü kevuinãão de ü4 a lruuxe J,. 0 , , . . • -"• quu e m..11s men .o aspaduo ·Jos Cé,f:l- 1111ounauLP ,,0• •. , • • ~ " ,1 •. 1 n uar:.i.i µre, pos c ds dus'is pre:.- serva-la uo cresse geral. s3nos de rodovia e iosoY " is+ o ceorc em ae porrns e o.e arru,tzGus ,e · Vtt «O5 ze p0; geio f1 . 1 • .. · l e n LC silos pasa cercais e ±rigor- s«os pelo Fes:doto Mé- ficas pnra c.:m1senÇt.lO , de li,l!. clll sua illeL "'ta m 0 ,. 1 , 1 • .J ~ l~t 0 8 , CiHi:es .. 0 go t>:, O ~,Sta cIT]..- l. i.: 1::i Cu l'1"(1 O l'~!:il!ú , e vdtal' pannaoo Ii:Sl_? OU,Ji.:tlVO e ê,;::, t'.llil:::Süc;S L'L' ·S})OllSttVeis quer; consegui-lo ser ecu que seve a ,.uul>i1.;ü.u de .sos as emisõs. desem- igunus poucos e prejudica , • • , í u7') ,, chio @o xereeio ,' " «t«e ;u,:lüd,t da popu· e:: .O::lS 'l'Cll que 1;:;SO 0 p9s <«çuo «cp d de 'el!dél 1,x.1. siv0í. Á i!U~ttl'iàacte ndmir '( M rão llor , tuaç Mun', çü 0 á!1 -~ Ot fe' ao 19 pa 1 " c de Dar Cru (ao ele ' riue j Por, Da 'Po ... , ' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº043_20_01_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº045_03_02_1973 Voltar para a lista de itens