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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº951_10_06_1989
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MATO r.aonso !)O SIJI,
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tão
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'lte i
ris
a, '
robl
as5.
Sob a coordenação
do Ivaldo Pereira e
Supervisão de Eduar
do Ocariz, o Rotary
Club de Bela Vista
rrializou domingo pas
sado, em sua séde, o
to Seminário ds Infor
mação Rot5ria. -
Vários paies ran
es falaram a respe1
o do Rotnry e s ui
objetivos.
O Prenidcn e n
trante, binio 89/90,
Sydncy Nunes Leite,
desLacou o tema "Fo
calizando o Rotary",
•
Sydn y Nunes Leito
as e
:
·º
" sc"
3:°
1a'
1h0°
/
lnfor · 1f
FALTA REMETO NO POSTO
DE S,IJDE "llR. •·10Rl NU
RANO"; CIGARROS NOS ONI
'S, UM PRO!LEMA S~RI?
CLUBES. DE LAÇO SE PREPA
RANDO PARA JULHO; 11 TÀ
çA CIDADE DF. BELA VIS
TA; ETC ... Do jeito q/
os leitores gostam,o In
forme TF está nn • ,ô3
ANO XVIII ti 0 951 10 DC JUmO l)g 1989
r SEMINIRIO _DE FORMICAO ROTÁRII
A Secretaria de Ação Social e Comunitá- pl~ntação de rede de esgoto e para cons
ria-SASC-órgão vinculado ao SADEN, liberou trução de quadra polivalente.
recursos para onze associações do municí - Também receberam recursos a Associação
pio de nela Vista, num total de NCZS de Moradores da Vila Cohab, do Jardim Es-
33.090,00, para projetos que vão desde a- pírito Santo, Baixada Fl11minense, do Dair
quisição de caixas d'água, telefonia comu ro das Primaveras, do Bairro Costa e Sil
nitária, quadra de esportes, até material va e outros.
para apicultura. A Princípio, também esse repasse de ver
Foram beneficiadas, entre outras, a So- bas serviu substancialmente para as Asso=
ciedadc Comunitária de Habitação P_ppular de ciações agilizarem suas documentações pen
Bela vista, que recebeu NCZ$ 1.200,00 para dentes, e agora somam mais do que nunca as
aquisição de caixa d'água, tanques e padrõ forças de suas comunidades, para num tra
es monofásicos. - balho conjunto encontrar a solução para os
A Associação de Moradores da Baixada Co seus problemas.
rinthiana recebeu NCZ$ 3.190,00 que serão As Associações bclavistenses,. com ore
destinados ii aquisição de material passe da S'/SC estão mais fortalecidas.
r-- .:......:, _ _;__ _ _...:__.;....:..__.:..._.:....__::....::....::....;.:....,
CIIS) OE ILI
Pronav Municipal ,
comandada pela Sra.
Cecília Moraes, pro
move curso de Culiná
ria na sede da ASPU
BE - Associação dos
Servidores Públicos
Belavistense, com o
único objetivo de es
pecializar em prntos
simples, econ6micos
e saborosos ás 32 a
lunas matriculadas ,
que em turmas alter
nadas de 20 à 60 fei
ra, aprenderão em
três meses a arte de
cozinhar.
As alunas são pas
sados gs segredos de,
E /GEMI.
um simples arroz e
feijão até lazanhas,
bolos e sobremesas
ficando com o curso
completo no final do
período, dando capa
cidade para cozinhar
bem tanto na própria
casa como no traba
lho, onde profissio
nais que cozinham cs
tão cada vez mais dÍ
ficeis de se en
contrar, gerando
consequentemente uma
valorização profis
sional dessa ca -
tegoria.
abrangendo .odos os
setores do Ro ary e
os tr balhos desen
volvidos pelo RI em
dezenas de paínes.
Sydney deu um cn
foque especial a reG
peito da Campanha PÕ
lio Plus, que o RI
-------,--------
O Vereador Jorge de Souza Rosa, do PTB apresen
tou requerimento na Câmara ~tunicipal para que se
oficie o atual Presidente da Associação de Morado
res do Distrito Nossa Senhora de Fntima, para que
traga à esta Casa de Leis os livros (iscais e to
das as notas, bem corno os Editais de Concorrência
Para venda da; Sucatas daquela Associação, se
que houve venda.
Eo sua justificativa, o edil argument:a: "tendo
e vista os boatos que correm pela nossa municipa
ltdade sobre o envolvimento de um Vereador em nc~o
cia'as naquela Associação, pedimos o comparecimen
~- Jo citado Presidente daquela entidade munido
:ys respectivos documentos, para que esta edilida
oe possa analisar e se defender de futuros envolv!
:ientos".
e
MOÇÃO DE CONDOLENXCIAS
O Vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, apresen
tou Moção de Condolências à família do Sr. Guilher
e da Ros·, pelo seu falecimento no dia 06/06 pp.
VEJA AS NOT!CIAS DO LEGISLATIVO
SEM PÁGINA 02 DESTA EDIÇÃO.
BELAVISTEN
o Deputado Estadual Henrique Moraes
Dedé; a respeito da matéria publicada pe
la imprensa escrita da capital no Último
dia 20 de maio sob o título "EX-PREFEITO
DE BELA VISTA É ACUSADO DE SER CORRUPTO"
vem de público esclarecer o seguinte:
- Em nenhum momento foram citados no
mes de prefeitos e ex-prefeitos como en
volvidos em atos de corrupção;
O surgimento do nome da empreiteira na
citada matéria partiu de pesquisa jorna
lística efetuada pela própria reportagem
do veículo que publicou o artigo;
Como membro do Poder Legislativo, ape
nas cumpriu o seu papel constitucional
que é de fisculizar os atos do Poder Exe
cutivo, ficando a apuração dos fatos sob
a responsabilidade dos envolvidos ou do
Poder Executivo, se assim o caso reque -
rer;
- Questionou-se apenas a posição da SU
~EC~ com relação ao fato, visto que este
orgão foi arguido pelo parlamentar atra
v~s da Mesa da Assembléia Legislativa,po
remi nenhum esclarecimento foi prestado;
Finalizando, não é postura deste par
lamentar, como é do conhecimento da popu
laçao de Bela Vista,nortear sua conduta
na vida pública através de acusaçõ~s a
qualquer segmento político.
desenvolve visa,do
erradicaço da Polio
mielite do mundo e os
diversos projetos da
Fundação Rotária.Dis
sr ou a respei.o da
es rutura tuncional
do Ro ary e o seu pa
pcl no mundo de hoje.
Bela Vista·- MS, 30 de Maio de 1989
HENRIQUE MORAES DEDt - Dep. Estadual .
aiile
Dentária
O Prefeito de Bela
Vista, preocupado com
o alto índice de cárie
dentária entre crian
ças na idade escolar
de 06 à 12 anos, que
chega a 98% nessa fai
xa etária, contratou~
junto a Fundação SESP
um dentista que aten
derá oito horas/dia a
estudantes das esco -
las municipais, êanto
na zona rural quanto
urbana, bem como das
estaduais, com um mo
derno gabinete odonto
lógico portátil. -
Na opinião dos pro
fessores, esse tipo de
atendimento é impres
cindível uma vez que
diversas crianças fal
tam aulas por causa da
dôr de dente, inclusi
ve sendo necessário
muitas escolas Possui
ren anestésicos- para
socorrerem os alunos
que se queixam de dôr.
• O atendimento terá
início ainda este mês.
0,20
Svdney e um dos
candidatos a Governa
dor elo Rol .ry Club-;
Dis rito 447.
A cober ura com
plet do 1o Seminã -
rio de Informação Rg
aria es r,as pag1-
nas 4, 5 e 6,
Saneàmento
Básico
No sequndo semes
tre deste ano vão a
con ecer melhoras no
nível de saúde da po
pulação belavistense
uma vez que já foram
liberados 80 mil cru
zados novos pela Fun
dação SESP, através
do Dr. Haroldo Fer
reira Galvão, para o
bras de saneamento bá
sico, ou sejam,
desde esgotos.
A falta de sanea-
7ento na cidade au
menta a incidência de
doenças causadas por
micróbios, vermes e
outras substãncias no
civas à população, a
lém do mau cheiro pro
pagado pelo esgoto a
céu aberto, como vêm
ocorrendo em nossa ci
dade.
Ainda através do
Dr. Haroldo Ferreira
Galvão, o Prefeito Ed
son Moraes conseguiu
200 módulos sanitári
os "Privadas" oré-fa
bricadas, para for
cer à população ca=
rente.
O Prefeito
re-
mona
rá em Bela Vista uma
fábrica desses sani
tários, já que 100%
dos moradores de bai
xa renda possuem pés
simas instalações,on
de a precariedade de
banheiros chega a ser
uma afronta as condi
çÕes mínimas de hi~
giene humana.
O M E N T A ' D O
udo sobre a socie
ade belavistense e
s fatos marcantes,
a P GINA 08.
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÃ.RIA
CONVOCAÇÃO
A Diretoria da· Socieda.de Aerodesporciva ".are
chal do Ar Alberto Santos Dumont, convoca todos os
Sócios Fundadores, para ura Assembléia Geral Ord!
na ria, que se realizará às 19 :00 horas do dia ll. de
Junho do corrente aro, nas dependências do Grênio
dos Subtenentes.e Sargentos P. Rufino, por delibe,
raren a ma teria abaixo declarada na orde do dia'
ORDn-1 DO DIA: Eleição da nova Diretoria para O e
xercicio 89/90. Bela Vista-MS, 07 de Junho de 1989.
DIO:-IEDES SAKDHt DE ÁVl.LA - Dir.Pres.da SAMAASD.
Sudego doa mais mi Ambul@n@i@ para e Vista
volvimento da Região Centro-Oeste presen po Grande a disoos· - .' • 'an Tambem sao feitos socorros de emeroên-
teou B
1
. • - - . v r açao donossomunicipio cia à pacientes do Ho • t 1 s- • ~
. e a Vista com uma moderna ambulan- • A Secretaria Munici al d S -d • • psi a ao Vicente de
eia que deverá chegar a nossa cidade den nha em média 40 doe,i. " ?ude encani- Paul3, quando por algum motivo o Hospital
tro de . . . - .- . . s as c 1nicas espe- se ve na inoossibilidade d f - 1 •
do _Poucos dias. A inforacão partiu cializadas que vão desde a • • + l • e aze- o em sua
Feito dson Medeiros de "oraes que pericia médica em loja,Piquiatria até Própria ambulância. Com o recebimento de
eve na capital contactand ~o~ o or- Graride, Dourados e Acª·à a es como Campo ma~s uma =~ulancia, o municíoio estará
ui auana. mui to ber.t ··a tendido nesse setor.
1
-
Câ■ara é t
,
eia
!t!OfC'i<"/(O Ili ll'J',/H9
WvToR±_VEffR_ÜõRGE DE OUZA ROA
Para que eja dispensadnu as formlida
de, quo seja endereçado expediente a0
Exmo. Sr. Pre'eto Municipal com cop1 ao
encarreqado do AAE, para que informe à
f'!l a Casa o por quê do não fornecimento
do áqua no bairro Costa e Silva,
-----------------------------------------
-----------------------------------------
I4D1CAÇO NO 101/9
Nri? VER+jf JORGE DE SOUZA ROSA
Para que seja endereçado expediente 1o
I1mo. Sr. Joé da Cruz Toledo, Chefe do
escritório local da Enersul, da possibili
dade de colocar luminárias na Rua Afonso
P0nn, enLrc o oficina do Sr. nira e oco
léqio Dr. Joaquim Murtinho.
Tendo cm vista, que os .a parto da Run
/lfonoo Pen,, 0ncontri1-SC eomplct-nm<'ntc no
e neuro, e por ali, circula uma boa quant1
dnde dn alunos que sncm tnrd do col~gio.
INDIC'AÇ • ~
ivTóR: E"v""!-: !OS ALBFFTQ cfR1z
l r•
tar
orni'
A Cc
conclu:u- e
de Lei.
----------- ------------
-----------------------------------------
INDICAÇAO NO 102/89
IUTOR: VEREIDOH JO!lGF. DE SOUZA ROSA
Que seja cndorcr;ndo expediente ao Ilmo
Sr. José da Cruz Toledo, Chefe encarrega
do do escritório locnl da Encrsul, no sen
tido da po,:;sibilidede de colocar luminá::
rias na Ruo Coronel Poncc, entre Voluntá
rios da Pátria e Afonso Pena.
O local encontre-se na escuridão, sen
do necessária a colocação dessas luminá -
rias com a máxima urgência.
-----------------------------------------
INDIC/ÇÂO NO 103/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DF. SOUZI ROSA
Pede-se que seja nndcrccado expediente
ao Ilmo. Sr. Josi da Cru~ Toledo, Chc'e
encarregado do escritório locnl da Ener
sul, no sentido da possibilidade de colo
car luminárias na Rua Barão do Triunfo
entrada do Bairro Espírito Santo, pois
por ali passam todos os moradores do refe
rido Bairro, e esta é uma antiga reivindÍ
cação dos mesmos, pois o local está com
plctamente no escuro.
-----------------------------------------
Pede-ne que seja endereçado ezp+diente
ao Ilmo. Sr, Nelson Pedro Pereira, Geren
Lc da Viação Cruzeiro do Sul, nesta cida
de, para que compareça à esta Casa Leq1"
lativa no dia 07/06 do correne aio, para
que preto esclarecimento obre os requ
rimen'os nog 025/99 do Vereador ydney N!
nes Leite, e no 038/8!J rlo nr••ndoc !,1rc"
lino Cássio B. Acioli, is 19.00 horas.
----------------------------- -----------
INDICAÇÂO NO 110/89
TUTOR: VERE7Don SVDNEY VUFS LEITE
INDICAÇÃO NO 104/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA
Solicita-se que seja endereçado expe
diente ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo ,
Chefe do cscrit6rio local da Enersul, no
sentido da possibilidade de colocar lumi
nárias na Rua Tiradentes, entre a Rua Ba
rão do Ladário e Rua Alccbiadcs Bobndilha
da Cunha.
Tendo em vista, que esta parte da ci
tada rua, encontra-se em completa escuri
dão.
-----------------------------------------
E!VENTA: Subs i ui;ão de Luminárias o Repo
ição do Braço do Sustentação do
Luminária.
Indico ao Exmo. Sr. Prc-fni o Municipal
dispensadns as formalidades rr-qimc-n aiB ,
no sentido de:
l) A Subs ti tu ição de luminã ria, ne osqu ina
dn Run Alccbiades Robadilha da Cunhn, com
a Rua Tirndontes.
2) à Substituição de Luminária, na esqui
na da Rua Santo lfonso, com n Pua da Repi
blica.
3) A Reposição do braço do sustentação da
luminária, Rua Alccbíadcs noba<lilha dn Cu
nha ( cm frente a residência do Cabo Man-
gel)
/s luminárias apontadas nos itens 1 e
2 estão queimadas.
Os braços d<' snst<'ntacãr Ide l uminár Íil (
citado no item 3 ) há muito foi r~tirado,
uma vez que representava defeito, mas, a
té o momento não foi reposto.
O contribuinte recolhe a TAXA DE ILUMI
NAÇÃO POBLICA, portanto, é justo que usu
frua desse beneficio.
As fnlhas acima apontadas, tem ocasio
nando dificuldades ou transtornos aos
transeuntes, no período noturno, especial
mente os alunos que regressam a seus 1a
res após o período de aula.
-----------------------------------------
INDICAÇÃO NO 111/89
AUTOR: VEREADOR SYDNEY NUNES LEITE
---------------------------------------
PARECER NO 006/89
COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAflENTO
A Comissão de Finanças e Orçamento da
Câmara lunicipal de Bela Vista, Estado de
Mato Grosso do Sul, examinando o Projeto
de Lei no 012/89 - Gabinete do Prefeito -
"Disp6e sobre a revogação da Lei no 769 /
86 de 08.04.86 - Doação".
A Comissão, após àstudar atentamente
concluí-se favorável ao rgferido Projeto
de LeL
PARECER NQ 007/89
CÕMiSSÃO DE rI !AJ,IÇAS E ORÇAMENTO
-- -------------------~- ...
----------------
REVERTENro "o 063/%?
AUTOR: VERF.ADOP EY NUNES LE IT!::
EMENTA: Pl10,1ETO Dl-: MlJllICI P/L 1 ZAÇÃO 01
DE
INDICAÇÃO NO 105/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA
Para que seja endereçado expediente ao
Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo, Chefe do
Escritório local da Enersul, solicitando
reparos nas luminárias da Rua Voluntários
da Pátria, em toda sua extensão.
INDICAÇÃO NO 106/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÂSSIO B. ACIOLI
Solicita-se que seja endereçado expedi
ente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com
cópia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo ,
chefe do escritório local da F.nersul, da
possibilidade de extender a rede de ener
gia elétrica na Rua Euzébia Martins San
tos e ne Rua Zenóbia Ocampos, no Rairro
Primavera_
REQUEIRO, ouvindo o PLENÁRIO e dispel .e
sadas as demais formalidades, seja enck
ninhando expediente ao EXMO. Sr. Prefcit
Münicipal, no sentido de informar: L
1- se já foi elaborado o Projc o de va,.· li
cipalizeção da saúde.
2- Caso positivo, se já foi c-nviado i ~
crctaria de Saúde do Estado.
3- Outras informaç6cs que 0sclercçar.1 a'.
tuação da saúde pública, <1uanto a ir.un:c.
palização da saúde.
Lemos em matéria publicada no Corre'.' --~,a
do Estado, <"~ição de 03/04 <lo corre:· dts
mês, que somente a cidac'!e de ~1aracajú ! ~q,~
presentara o projeto e o Convênio ser. ,,~ "
assinado no último dia 06, ou seja on ':' ~-ta
P.. saúde de nosso povo é'cve ser ater.~: :•!_ da
da'em caráter prioritário, e, cm nos:
cidade, em especial, o caso ê bastan:e:
rissimo.
Basta dar uma passada pelo 'os"l:e
Sao Vicente de nau 1 a e Postos de sauoe ., -- St-!t•
observar, rima facia, a gravidae
têria.
Na zona rural, o caso ai nela j, r,;iis ;:
ve, clevido a dificuldade df' ate>nr.ir~:·
médico, devido a distância e as dificl
des pare se atingir as ~on"es r(' i:c>cun·
--------------------------------
PEQUFRIMF"TO NO 060/89
ÃvTOR: V5PDOP ROE? 'ORAFS SIMUES
Pede-se que seja endereçado ei:;it?c:ic::
te ao !lmo. ~r. Fernando Jorce de n"~
Ena?. Cheo da 160 Residência do Ders
nesta cidado, co cópia ao chefe da
Civil, ~r. Olavo Vilela no sentido •·
determinem a colocação de Placa de i"]
li7.ação, conserto e pintura (brancal ~
Ponte sobre o C6rreqo Candelão.
JUSTIFICNTVA: Solicitamos o atendo]
deste regeste comn a máxima urcncia, "
vido aos vários acidentes ocorridos
re:'eric'a ;::,onte.
Pede-se que seja endereçado cxpcãiente
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com có
pia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo chc
fe do escritório local da Enersul, solici
tando reparos nas luminárias que estão
quel..llladas, no Conjunto Habitacional da Co
hab. •
t
INDICAÇÃO NO 107/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÁSSIO 13 .ACIOLI
Solicito que seja endereçaào expedien
te ao Sr. Prefeito Municipal, àa possibi
lidaàe àe iluminar a Quaàra de Esportes
da E.M.P.G. "Jarbas Passarinho", já que a
mesma atenàe os moradores da Cohab sendo
que, os mesmos só podem usufruir da refe
rida quadra a noite.
INDICAÇÃO NO 108/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO B.. ACIOLI
Para que seja endereçado exoediente ao
Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com cópia
ao Ilno: ~r: JOse da Cruz Toledo, Chefe
do escritorio local da Enersul, para ente
os mesmos atendam o abaixo-assinado dos
-------- ----------- -----
P,EQUERHAE:-:~n ~•o (151;/89
A~ missão de Finanças e Orçamento da AUTOR -
Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de : EFOF CARDOS ALERTO QC>
Mato Crosso do Sul, examinanào o Projeto Para que seja endereçado expedie~~
de Le1. no 005/!lº - Vereador Jorge de Sou- Pelegada do MEC, Prof. Mariza Ser:
za Rosa - "Dispõe sobre a regularização Ferzelli, no sentido que informe à "",
de academias e 1tidad :t5: Casa Legislati: i ,<as:' e en 1 a es espor ivas". a iva, quais as provi e,•
A Comissão, após estudar atentam~nte ~ornadas no tocante aos convênios fi~:
conch_ii-se favorável ao referido Projeto' os_ com o Executivo no exe-cício de _..
• ,i±=te trff:.áii
PARECER NO 008/89
COMISSXO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO
FINAL .
~ Comissão de Legislação, Justiça e Re
d':'çao _Final da Câmara Municipal de Bela
Vista; Fstado de Mato Grosso do Sul, e.xa
minando o Projeto de Lei no 004/89, de au
toria do Vereador Sydney Nunes Leite
"Disp6e sobre modificação de denomi~ação
de via pública.
A C<;>missão, após estudar atentamente ,
conclui-se F/VORÂVBL ao referido Projeto
de Lei.
----- --------------------------------
":c R o 11/89
cone=!o n LEGISLACIO TSTICA E REDACO
Fn ±>
A r.om.issão de Lcqislação, Justiça e
_ JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
(rUNDADO ~! 20 DE FEVEREI.RO DE 1972)·
~"DADOR: IVALDO PEREIRA
REDATO~ CHEFE: IVALDO PEREIRA
PRESTE: GILso SIA sANTos
REPORTAGENS: UALDIXO RODRIGUES E LUIZ E"
NUNES CORREA. -
NOT!CT AS· ABDI ••✓--,.
- • · • , AE, PLANALTO E CORRÉS?OSD:-'i--
REDAÇÃO, ADI!IS: :A <»
R
- • • • TRAÇ o E Pr..Rou- GRÃ►1co: o .,
epublic:a 56' C • , • e. • • (0
3-141o'-s< !ia Posa1 23- F;".g
de Titul ~ Prop~ia - Registro no .,..
os e Documentos ng 35.
tlu
. '
19
Falta Remédio· no Posto de
Saúde Dr Q Fiori Murano
- --- ----- ...,
sta semana, em conversa com alguns amigos do DIs
jto Nossa Senhora de Fátima, recebemos alumas re
laações ontra a falta de remédios no Posto de Sai
l Dr. Flori Murano, daquela localidade. Segundo e
les, estão fal tnndo desde os mais comuns analgésf -
os até materiais para curativos e atendimento aos
a s o s m a f s simples.Entendemo q u e a medicaçao pre-
ésa antes de prescrição médica, mas cxlstem os ca
s em que o funcionário do Posto, que no caso do
lstrlto Nossa Senhora de FntJmn trota-se ele Ulll pro
ilHslonal competente, pode receltor o medicaçiio in-
.. dlcado, o que não vem acontecendo pela [o! to total
ité mesmo de um melhora!. Temos a informaçao de que
esse ano apenas umn vez um profissional de saüde e.'!
teve naquele Posto, o que, convenhamos, é muito pou
o nr, ,
o para atender o Distrito Nossa Senhora de F.itlmo,
que conta com uma população numerosa. AIG Secreta -
ria Munlclpol de Smide, os "nuncativlanos" pedem um
e dizd thor atendimento à sua saúde.
al
d
) (
.
i,
an
.
[TE
l]o
Pre::
de !
Ç3M !
a muni·
Corri
cor.(
cajú
.. d ~-
A
Cigarre s liir
llena Sério
H,Os.
, saúrl'
aae "
Todos snhcM q~~ o fumo foi proibido por lei den
tro dos Õnlbu,: de transportes de passageiros. Acon
tece que tcis alf:Ull>S fumantes inescrupulosos que in
ilsten e poluir as narinas alheias com o seu vícto.
Esta semnnn, no linhn Ponta Porii/Bela Vista,ho
ate· rõrio das 17: 00 horas, quase que duas senhoras se
Pea no tnpa devido o cigarro. Uma delas não esta
tan.'a nem aí para o "estômago" n]hcio e insistia cm
"pitar" o seu "estoura peito". Ao ser interpelada
or uma das passagcirns .que t inha em sua companhia
, a senhorn grávida, se lintitou a retrucar e cont_!
nuou polulnd,, o ambiente. Disse à reportagem a ci
tada senhora que "o cobrador do Ôn lbus foi comuni-
'ilÍS tado do fato e não deu nem bola". Afinal de contas
t lel ou aquc la placa dentro dos carros onde está
-: • -. di d
·±.. sr!to "É PROIBIDO FUMAR" é só para stra r os
, e:lssageiros?
d""
ei"
dc°
da nossa tradicional exposição agropecurla, a EX
POIIEl., no próximo me; de Julho, proov1da pelo in
d{cato Rural de Bela Vsti
S gundo os laçadores
bclnvlstennes, "quem qui
ser lcvnr o t {tulo de no
sa cidade vul ter que ln
ar muito". Na próxima e
dtçio estaremos batendo
um papo coia um dos
populnres 1uçadores
nossn cidade. Aguar4em.
No foto oo lado, o Pa
triio cio Clube de Loco n=
la Vistn, Jos~ Lulz Lou
reiro, qu<• juntamente com
n suo cl1retorin vem a1l
zundo os trabalhos para
o ténnino da moderna e
acolhedora instalações do
clube, Ao Pntrõo José Lu
iz, Patrão Vitor Fclix Ro
jas e lnçoclores belavis=
tenses, desejamos suces
so na festa de Bela Vis
ta que se aproxima e que
rem, honrando a tradição
pre grandes laçadores.
façam o melhor que
belavistense ele ter
pude-
sem-
Expoiel Prometem oito
Acreditamos que este ano a Exposiciio Agropecuá
ria ele Bela Vista vai ser uma das mais concorri -
das dos Ültimos anos, quando deverão estar eia nos
sa cidade milhares de visitantes, expositores e par
ticipantcs da maior festa de nossa fronteira. Sin
dicato Rural de Bela Vista, Prefeitura Municipal e
derais envolvidos na promoção da EXPOBEL vim trab~
lhando cm ritmo acelerado no sentido de fazer uma
festa em Bela Vista que atinja as melhores expec
ta t ivos. Pelas pessoas envol v ldas na organização de
nossa EXPOBEL acreditamos no seu pleno sucesso.
ara Ciiale l Mela Vista
'
BRIGAS , ÂGRESSÕES AO ÁRBITRO E MUITA "BAGU);ÇA" !
Festas Juninas_
ae
co.
rafs bonf
na a Escola
da" é Eco a
anças das boas G!!
Oiscoteques no Grêmio
em Clima de Namoro
lfo sC"xtn feira pp. o Escola Dr . .lo:,quir.i :'urti
nho promoveu no Grêmlo Pcrlro Rufino a "cllRCOtt'quP
dos Namorados". •:n oportunidade o clube esteve to
mado por gatinhas e 1atões, todos procurando Coe
que não tinhnm, é claro) um(u) pnrceJro(a) pn10
dar(ou ganhar) presente :10 dia l2. OH que tinham
(ou arrumaram) só reclamavam das luzes(estava mui
to claro), eles queriam mesmo o cscurinho do cin~
ma!!
NO SÁBADO AS LUZES FORAM APAGADAS! !
E a moçada pulou e dançou até a r.10clrugndn. Des
sa vez não reclamaram, cava do jeito que eles gos
tam. E os diretores avisaran· "o escurinho vai CO!:_
tinuar, mas o pessoal teia que se comportar". Está
certo chefia, m7as te7os certeza que eles vão se
comportar sim, afinal de contas quem náo gosta de
um escurinho para dançar?
COMO XÀO SE conEXTA A GREGOS E TRO!A);OS ....
Teve uns que ~o sábado também reclamaram, des
ta vez do escurinho. Segundo eles, "não enxergo n~
da aqui, como vou arrumar uma gata? Ou tava cego
(não era tio escuro assim) ou era dcculpa por não
conseguir uma gatinha. '.-las denos a sugestão: "Fl
ca na portaria (é claro), quando passar uma voce
pula ant-,s de chcpar no escur1nho"!!
BRINCADEIRAS A PARTE, VA.V.OS AO Ql'E l!TERESSA! !
O final de semana esteve movimentado em nossa
cidade, festas caipiras, dlscoteques nos dois cl~
bes, desfile de moda no Paraguay, enfim, o bela
vistcnse, pelo menos nesses Ültimos dias, nao po
de dlzer que a nossa cidade está parada.
"O duro ê ver as minhas lágr lmas escorrerem
Por eu nà ter vencido, mas o pior de tudo, é
l !:linha vergon.,a por eu nao ter lutado"!!
Clubes de Laço se Prepa
rando para Julho
Cl Os Clubes de Laço de Rela Vista, São Geraldo e
ube de Laço Bela·Vista, estão em 'ranco prepara-
Ivo A V. e
para a grande Festa do Laço se a sta qu
stará acontecendo simultaneamente coma realização
l
Quem foi ao Estádio Municipal Octávio Fontourà
na Ültima rodada de classificação da Taça Cidade de 1
Bela vista, pode assistir ao incidente nojento,ba_!
xo e inescrupuloso acontecidos quando a equipe da,
Baixada Fluminense enfrentava o Clube Atlético !'ia~ 1
tico. Naquela oportunidade o árbitro da partida, /
Mauro, foi simplesmente agredido por alguns atle - •·
tas da Baixada Fluminense que, ao se verem comple- •• ,
tamente envolvidos pelo clube Atlético Nautico,pe!
dendo a partida e sem as mínimas perspectivas de u-['
ma reação, resolveram apelar para a violência, co- 1
mo se tal atitude resolvesse alguma coisa. O pior
é que até mesmo um diretor do clube andou dizendo
pela cidade que "se estivesse lá ajudava a bater".
O que é isso, o futebol deve ser, acima de tudo
um esporte. E esporte quer dizer lazer, diversão,
aperfeiçoamento físico e espiritual. Atitudes como
essas proporcionam um momento muito feio para o es
porte belavistense. Hoje já não se lembram mais que
na partida decisiva do Belavistio/88, entre a Bai-
• xada Fluminense e o Grêmio Esportivo União, o mes-
mo árbit-ro deixou de marcar um penalty muito claro
contra a Baixada (não viu), o que poderia ter dado ou '
tro rumo à aquela decisão, já que com a conver =-~~-C f_i_l __ f f ....;.. i ..:::,
- d - - . orno o oe otogra 1co esta nu to caro,estive-
sgo o penalty
O
Gremio seria o campeao. Hoje, por mos nas festas uninas observando os casais de dan
nao conseguirem vencer o Nautico, o arbitro apa - . J
nha. Sem comentários!! Nos reservamos o direito de çarinos das musicas caipiras e apelamos para a ca
criticarmos tais atitudes, pois quando da conquis- netinha. Vejam so
O que saiu.
±e±E:E.±E±± ALMOÇO NO GREMI
a Baixada Fluminense e sua diretoria. Hoje, quando • • ·
:rs±: " -
te belavistense, não podemos aceitar que tais ati=
tudes anti-desportivas venham levar por água abai
xo todo um trabalho de abenegados esportistas bela
vis tenses.
.. Grêmio União é Campeãó-.
Neste domingo, dia li, a equipe do Grêmio Espor
tivo União sagrou-se campeão da H! TAÇA CIDADE DE
EELA VISTA ao derrotar o Clube Atlético Nautico p~
lo placar de três(03) gols a um(Ol).
O resultodo final da competição ficou assin· lQ
Lugar: GREMIO ESPORTIVO UNIÃO; 22 Lugar: CLUBE A
TLETICO NAUTICO; 3g Lugar: ASSOCIAÇÃO ATIÉTICA BAN
CO DO BRASIL; 4g Lugar: BAIXADA FLUMINENSE.
Aos canpeoes e a diretoria do GREMIO ESPORTIVO
UNIÃO nossos parabéns pelo título.
O Grêmio dos Sub-Tenentes e Sargentos Pedro Ru
fino está oferecendo a toda a socledodc belavis =
tense, aos doru.ngos, alnoço com cardápio variado,
desde a tradicional feijoada, frangos, comida ca
seira, etc. Aceita-se também encomendas de almoço
para festas , tanto no clube coo fora. Os inte
ressados é só entrar em contato con o clube, fa
lar com as senhoras Irone, Maria da Penha ou Mer
cedez, que são as componentes do Departamento Fe
o.inino do clube e encarregadas da área. Falei!!
A,BB PROMOVE TORNEIO DE SENIOR E FESTA CAI.PIRA!
E.~ homengaem ao saudoso Luiz Carlos Nazareth ,
que foi serente em Bela Vista e Superintendente do
Banco cio Brasil no Estado, a As~ociação Atlitica.
Banco do Brasil de nossa cidade está promovendo a
3 COPA SOÇAITE DE SENIOR(nais de 30 anos) contan
do coo a participação de vã rias equipes. No dia 02
de julho a MBB_promov.e a sua festa junina, na o
porunidade serão sorteados vários prêmios. Bay!!
I A
COM MUITO • BRILHA TISMO, f OI Z
F SEMINÁRIO DE INF ORMIÇ- O ·Rolá li
o
No dfa 4 de Junho, domingo em sua ede, o Rota
ry Club de tela Vista promoveu o [2 Ser/lnárlo de
Informação Kotir la, sob Coordenação de Ivaldo Pe
relr e Supervtão Geral de Eduardo 0cárlz, Prei
dente do rluh. ) Semfnirfo abrangeu diversas pules
1r,l/ n r,•qpi•I o ,lo Rotary, wua filosofia, obfeti -
vos e estrutura func lona l.
A nhoru,rn foi g 09 horas, com o Presidente -
nldnndo ori tr11b11lho•, " falando do fJi)lnlflcndo da
que la reunfio, "um/1 J.nlclotivu vJ,rnndo c1prit:1ornr
on conlwcirll'nLos do Hotnry e fortalecer o compn-
nh<' lrl omo". '
Iv,,tdo Pcrelr11 nbrlu o cl.cló de pnlestrnn com o
te11111 "l'ilor.of ln do HoLary"; Sidney Nunes Leite, "Fo
cotizando Rotnry'', Luiz Cariou Ruhnl, "Serviços ln
tcrnoa", Eduardo 0curiz, "Servlçofl Tnternacio:
nois"; Jva11 Mnrques, "Scrvlçon it Comunl.dode"; Vll
son Berte 111, "Serviços Pro[ iuslonais"; Fernando
de Freitnu EI inH, "Fundnçiio Rotár la" e Geraldo !loc
cln, "At lvldudeA Pró .Juventude". -
No final do Seminirio, Carlos Alberto 0cáriz, o
voliou os trnbalhos, afirmando que "foi um dos me:
lhores acontecimentos do lotnry nos ,iltimos nove
anos".
Presenças
Fora~ registradas as presenças dos seguintes ro
tarianos e esposas:
Eduardo 0cáriz e Ana Maria;
Gobino Loureiro Gabinio;
Simon Echevcrrio;
Uaroldo Braga Cavalheiro;
Miguel Brandão Delvalle e Heith;
Ivoldo Pereira e Hario Estela;
Carlos Alberto Ocáriz;
Sidney Nunes Leite;
Gerardo Boccia e Dorinha;
Fernando de Freitas Elias;
Luiz Carlos Rahol e Maruce;
Ivan Hnrques e Graça;
Vilson Bertelli e senhora;
Suleiman Tebicherane;
Estavan Bozzano e Nida.
O Presidente Eduardo, após n reuni;o, sorteou
brindes aos rotnrianos que tiveram frequência 1007.,
e entregues, pelo Coordenador, "Diplomas de Parti
cipaçno".
Palestras
t
SERVIÇOS À cmruNIDADE
Ilhe de dólares asto atualmente para mi rar
o sofrimento dos mais carentes, Senti o or ,Jt,,:,
em contribulr, com nossnts cotas, para a Funda
ciio Rot,irto. Apln11dlc!o.
O companheiro Ber -
telli, com sua cultura
brilhante orador, conse
guiu sintetizar, com pou
cas palavras, o reol sig
nificado da ÉTICA nas re
lações humanas, sobretudo
no trabalho. Falou de ex
periência de sua juventu
de, quando conheceu o pen
sarnento de Gandi. E disse
quc_a ética e a busca da
verdade são objetivos per
menentcs do homen que PEN
SA. Foi brilhante. Fa
lou sobre SERVIÇOS PRO
FISSIONAIS.
lJ0CCIA f. ESPOSA.
Com o seu entnslnsno o vibração, Gernrdo falou
.: respeito de "Atividade, Pró .Juventude", discar -
r~ndo sobre a crlnção do· intcrecat e Rotaracts, fa
lando dos jovens e do mu,,do de hoje, dn ncccssid.~=
de de entendimento e compreensão. Lc!'lhrou tn:::bén
que o Rotary deve continunr a sua luta pnra escla
recer os jovens a respeito do uso de drogas. Tra
çou um paralelo do jovem do futuro e do joven de
hoje, afirmando que o Rotary pode e deve ser un
dos caminhos para a formação de um mundo melhor.
Foi o tema do Ivan,con
ouitu segurança e com A
quela verve que lhe é pe-
1
culinr, enumerou ns obras
do Rotary no i:.undo, de
suas ioplicaçÕes coo a Co
ounidadc e do Campanha PÕ
lio Plus, vacinação con -
tra o FOLIO, canpanha que
o Rotary está er:ipenhado l
há vários anos, buscando , i
erradicar a o1tete1ire. ln!! Cl
Discorreu sobre os traba- IVAN.DA 0STA MARQUES.
lhps do Rotary e Bela Vista, de sua luta cocunitá
ria, da campanha contra o uso de drog:is (ProjctÕ
Esperanço) e de outras iniciativas, seja do Clube
ou de rotarianos individuol.nente. Mereceu elogios.
DR. FERNANDO DE FREITAS ELIAS
Seu tema foi a Funda
ção Rotária e disse es
tar cada vez mais apaixo
nado pela filosofia dÕ
Rotary. Conhecendo o Fun
dação Rotário e suas 0::
bras no oundo,entendecos
o por quê do Rotary ser o
que é. Também lembrou
das diversas campanhas,a
nível :::u=dial, dcsenvol
vldnc pelo Rotary. são
Almoço
Após as palestras e congraçamcnto, todos os ro
tarianos cm companhia de suas esposos e filhos,par
ticiparam de um almoço, foto este (dominueira) a
provado e que se repetir~ mais vezes.
Resumindo, foi um domingo diferente para os ro
tarianos, que renovaram suas forças e ideal rotá
rio.
O Rotary Clube começa
básicamente através da A
venida de Serviços Inter
nos.
O ano Rotário' começa
cn lQ de Julho.
DIRETOR DE SERVIÇOS IN
TERNOS:
Esta é a maior Conis
são do Rotary são 11 (on
ze) sub-comissões Frequên
cio, Classificação, Revis
tas, Adcissão, Relação p~
blica Informação Rotári:i~
Boletim, Companheirismo ,
Desenvolvimento do quadro
social, Programa, Diretor
de Protocolo, outras (se
necessário).
O Conselho Diretor do
. Clube é fo=ado por:
?resicente - Vice-Presidente - Secretjrio - Tesou-
re'- ·etor-Protocolo.
e universo de Rotary Clube Internacio _
nal, nasceu dos fundadores SILVESTER SCHIELE (
c i t d . - - nego
.in e e corvao) PAUL HARRIS (advogado) HlR/X SFO
REY-: (alfaiate), CUS LOCHR (engenheiro de -' • ·
çao). ,Cl..l.nera-
LUIZ CARLOS
A 1g reuni;o do Rotary foL realizada em 23
Fevereiro de 1905 as quatro categorias de
sao: •
de
sócio
Sócio Representativo (incluindo sócio represen
tativo adicional).
s- Sócio Ve:erano, Sócio por serviços anteriores ,
ocio honorario somente os Sócios representativos
podem ocupar uma classificação.
Os Scios Veteranos e os sócios por serviços an
teriores ja ocuparam classificação, porém nao as 0
cupac mais.
E se tornando Sócio Veterano ou por servicos
~:~eriores, eles permitec que suas classificações
Jam er:iprestadas a novos sócios ,contribuindo desta
fora para o crescimento do seu Rotary Clube •
Socio Honorário é um indivíduo que reside.oure
sidiu dentro dos licJtes territorJais do Clube
se _tenha distinguido por serviços ~erJtÓrios e:
pri~~ da divulgação dos ideais rotários naquel•
g na ou CM l a re-
El --· qua quer outra parte.
d e nao tem direito a voto, não paga taxas e só
~o e participar das reuniões do Clube pelo qual
.oi eleito.
O quadro social do Rotary 1 b i • eng o a nueras cren
vir.
DesenvolvI
t' de respon
malar e contci
cess ldadi- dt' "l
ro de vJcl,1 1k ,.
Após a apresentação um futuro sócio, el
ve passar por todas as colssóes necessarias,
ra avalfaçio do meimo, em seguida duve-se o
var or- S (e inco) r qui, 1 tos h,Íli1Co'1 par , 1
siio "º ilot1r> C:lube.
Seu caráter e reputação sio frrepreenslvela
A reputação de sua empresa é exemplar.
Está ele Lncl{nado a servir?
Pode fazer face às obrigações financeiras
um sóc!o do Rotary?
Pode participar regularmente das reuntes,
sembléfas e conferPncin,?
No sentido mais a .p1o, a !nformnçiio rotãrJ,
o conhecimento e a apreciação do cc.p!rito do
~ento rot,Írio.
f esta sub-comissão que deve levar ao conhec!-
mente do Cluhbe " princlpalr:iente :ioii novos a!:.
formação como ex:
Quem é o Presidente, Covernador, coo nic!oJ
Rotary, sna fln:ilidade.
Ur prorara rotário deve promover algum ase
to do ideal de ~ervlr, conforme
t ivo Je Rot,1ry.
A comissão de programas deve exercer a fui
de coordenador d, reunl;o promovendo inclusive·
lestras, con pessoas que falam sobre assunto
interesse dos cor:ipanhelros e da cor:Junidadc.
PARA Qt;E A REC:'1ÃO TOR:;r.-SE '!AIS AGRADÁVEL ACG1-
LlA-SE Ql:ALQ1'ER C0~'.i'A'.HEIR0 A FALAR SOBRE SE~'.'"
I , 1 .
adro s
e fo da c
ue é a apólt
BALH0 E SEU "IIOBBY".
A frequência é um dev~r.
U Governador do Distrito no Japão,
se profundamente eo carta à Secretaria
Internacional, porque a frequência dos
sua area caira abaixo de 957..
Um fazendeiro no Uruguai dirigia pontualct~:i
seu trator a ais de 30 KilÕcetros para coza:
ceras reunioes do seu Clube. •
. Na Austrã~ia é cooum que um hoceo dirija
Km ~ara recuperar a falta a uma reunião.
fatos como estes que sentir::os O valor de ::o
tos rotarianos a frequência do Clube.
Penalidades para pouca frequência pode:> ser!:
veras.
Se um sócio falta a quatro (4) reuniões seg;::·
das, ou se nu seestre rotário não co:parece
pelo menos 307 das reunioes em seu próprio C['.:•
ou não tem { i
Í
O m n mo de frequência de presença•-
seu t tulo de sóci • ,,.
do ( 0 sera automaticamente ca~ce~
justificativa).
O cocpanheirismo é a força vital
A exem 1 1 b •
d _ P O em ramos quando PAUL HARRIS cJ:C-,
ou, tres- (3) aci _ ~
Rotary aos 2
3
,'os para a primeira reuniao ..
nentes da 'e fevereiro de 1905 u dos cc-?
nhei i quela reuniao foi a amizade - ou co::r·
- dr soo, tem sido a principal força de ct:
çao o Rotary. r •
O grau de co h • t;?
::1Uito da atitud cp:n e irismo - e::, um Clu:,e de?,....
Com e os seus soe ios. •
o ponto de partid 1 - • • d
desecbora,; d a e es sao sociave1s
a os, para co - .~
dos eo sua , versar, estão itere
counidade e n -
O co::,panheirismo d em suas oc.upaçoes. ,!:,
vras do fund d po e ser resumido nas , <
ator PAUL HARR "2
panheirismo é • • ''-"' IS, que escreveu
maravilhosi 1l q.E:s
vida, irradia
1
.
0
, umina os ca --
0s jorn::1is ª egr1.a e tem un alto valor".
Bolei.'Sepre desperta curiosidade.
Um b 1 •. -
0
Jornal do Clube .,
. o.eti public d • - ,,.
sario para u:n Cl b ª
0
regulamente é tao '.t•;
c.ozunidade. u e quanto un jornal ã para
Relações Públicas·
O elo entre o Club
O Rotariano e e a comunidade. ,.,
i
• participa d - -·•··
r a e tanbê traz i 'a organização c-
Co::ioanheiro formaçao para O Clube, •
• a col - •
lapela regulan:t ocaçao do distintivo e::.:
de trasa1i, "Fe, principalmente e ses "
- de .xa cl - - '
voce pertence e • aro a nossa organiznçl'
Companheir orgulha-se dela
• 'os te;h, • '
Pouco de Rota-, """ a certeza de uma coisa,'ª,:
re eshez-1]; cada ata. cada ±sr·?
servir é ut, ! que realente viver o ide°
onito.
desculr
do Rcta:
Clubes I•
ROTARY UMA
Fi.OS0FÃ' vi}
o que ns ip, "osaeruz, cHrtsta ser";
F'a onde quer que nos ec' ,.
CONTIA MA ?GIM
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COM MUITO BRIL li O, f OI RE LIZ DO
r SEMINÁRIO DE INFORMIÇIO OI , RI
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onde quer que trabalhemos é fazer bem aquilo que
i foi solicitado e cumprlr nossa tarefa da me
i•or rn11nelru poi,sfvc•l, de- ncordo co:n 11011•,.,, co111 ,-p
nossos princIpfos e respeito pela humanfda -
Procure o lado hum d,
rodnn nn col&HH e louve
publfcamente o que desco
l>rtr. Não rl.'pnr,• no cnni
ter mutável do E' exteri
or, man procure deHcohrJr
o rc-nl FlJ Jnu•rlor.
Mas, o que tem haver o
Rotary cnm estas dlvnga -
coes fIlosó lcas?
O Rotary envida seu
,sfor os pura apcr(cJçour o indivíduo e, dessa ma
nelrw, hnbllitn-lo n encontrar a sua po,;ição na co
unidade e a SERVIR dentro dela; a fazer com que
ele cncore sua cidudania cm relaçiio ao mundo; à Na
ciio e à comunidade; e 11 valer-se de seu negócio o~
profissiio como u:n meio de SERVIR.
Fundamentalmente, o Rotary e uma concepção de
vida que se propõe solucionar o eterno conflito en
trc o desejo de lucro pessoal e o dever e conse
quente empenho de nuxilinr o próximo. É esta uma
conccp,iio que promove o ideal de servir - "DAR DE
Si A!iTES DE PENSAR EM SI - e que se baseia no prin
dpio ético seguinte: Mnls se benc(ici11 quem me
lhor serve".
Se o ROTARY é uma filosofia de vida, é também
uc,n nanelra eficaz de se atuar visando melhorar o
cundo, porque aquele que serve precisa AGIR, o Ro
tary não é apenas uma at ltutlc mental,nem a concep
ção de Rotary uma concepção puramente subjetiva; e
o rotariano individualmente, bem corno o Rotarv
Club devem pôr em práticn a ARTE DE SERVIR. •
O hornc,n continua "argila" e vai se moldando no
decorrer dos séculos.
Estamos às portas do III? MIIênio, a
ACO!ifECE QUE O HOTARY
IJ~!, F I LOSOFl A DE V ll)A.
ciência
avançou, em todos os setores, mas, ainda, o homem
pemanece um "desconhecido".
E, no Rotary, meus companheiros, estamos viven
do a caravilhosa aventura de construir o homem e
o i:iundo.
Observe a seu redor, nas reuniões, veja o quan
to os seus companheiros estão crescendo, como cida
dãos, pessoas humanas. E a ''argila" vai se molda
do.
Sabemos que hâ vár los caminhos para o homet:1 se
~tegrar ao cósmico, ou seja, uma ligaç;o maior
co a Divindade, com Deus, Ser Supremo, Luz, Fon
e, seja qual for O Nome, o homem BUSCA essa liga
tao,
A prova QUÁDRUPLA encarna bem a filosofia de Ro
tary, em sua simplicidade, reúne a essência dos en
Sinaoentos maiores de Rotary.
Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos.
1) É A VERDADE?
2) É JUSTO para todos os interessados?
3) CRIAR,l BOA VONTADE melhores amizades?
4) Será BENÉFICO para todos os interessados?
l;::, verdadeiro guia de Relações PÜblicas. Mais a
inda, síntese perfeita para um entendimento entre
s hoens.
SERVIR
hmos exemplos marcantes na hi.tÓria da hu:nanida
de de pessoas que fizeram do SERVIR um ato de fé.
- CANDI - sua teoria do ahinsa;
- JESUS
- SAB1N
- BL1)A
- SÓCRATES
-. exemplos ocultos de mestres que serviram e
l°'""' a humanidade.
homec está cansado.
Temos visto tantas e tantas injustiças, há gen
te correndo de fome, outros de frio, de sede; con
Vivei:os coo grandes fortunas, e a nosso larlo íamí
!.i«s, cri,::1-nças, não sabem se vão ter o que comer
Ro dia seguinte.
Revoluç;es, guerras, desuniões. Justos pagando
Pr pecadores. Usa-se de tudo para iludir o homem,
•te algucas religiões. O homem jâ não olha para o
Alto, para us estrelas. E lá está o caminho.
Políticas e discursos. Discursos e políticas.
E.stâ fnltando no nundo, entre nós, uma PONTE
Ponte do entendimento, e ROTARY é isto, uma PO!iTE,
~esde que os rotarianos vivam o Rotary com intensi
ade, -
Se ismos de qualquer esoécies, comunismo, copi
t■lisoo, socialismo, nazism~, e outros isr::os. Oh~
e está cansado de rótulos.
ão, não defendemos os ricos e muito menos os
Pobres d • 1 '
0
~
00
• • enten mos que o que inporta e a prosper_-
a.Para todos. Melhor qualidade de vida, padrao
~~ de r::oradia, soude, cst'udos, prosperidades.
, ao s=.os contra. a riquezn nem co. : 1 11 pobre
"' em lugar algum est:i escrito que o homem deve
er míserivel. O0 que falta é conuci@nela, de ns,to
do, para sairmo da arca do ego[ o e abrir s o
braços para os que nos cerca. ISTO f ROTARY, Voce
cresce, e com a ua capacidade, carrega outros co
você. E a espiral da evolução.
O!har com os olhos radiant
que outras pessoas comungam
Ili!,,
E o Rotary pode encarnar tudo Isto. Hoje, aqui ,
am.111h:i nl!, dPpoli, aco],i, e a rod.J vai i,In1r.do, c>.
pul ando de nossas mentens o nefasto pensamento do
EU, apenas eu, e vivermos o Nós, sempre em ecala
maior.
Poderemos ser o arco Irf depois da tormenta. Já
estamos penetrando no mundo comunista, que se abre
para a liberdade, pois não se admite ROTARY em LI-
llt.HllADL e a l Ih rdadc do Hotnry ,; ninônimo de cres-
cimento.
Entre nós há homens de todas as tendêncins, reli
losas e polltfcas, cada um de nós procura compre
ender o companheiro, act•lt;Í-lo e viver a filosofia
do ~otary :19111 no <'lube, em casn, no trabalho,viven
clar essa filosofia no seu bairro, na sua cldade,vã'
mos criando um mundo melhor. O que i preciso,~ aceT
tara liberdade de cudn um como condição para n 11=
berdode de todos.
Temos assistido ocontecfmentos paradoxais nos ~l
timos tempos, e o rotariano não deve nunca abdicar
do companheirismo como fator de fortalecimento do
grupo, do Hotary.
Companheirismo é a mola mestra para alicerçar o
nosso clube.
Chego a ser-até radical, depois de tentar todas
as altern11llvas, se algum companheiro nio se afinar
com o grupo, então seu corte será necessário para o
fortalecimento do Rotary; e 11 busca de novos compa
nheiros mais necessjrio ainda. Não se pode brincar
com o Rotary e seus ideais, pois assim o fazendo es
taremos ofendendo companheiros que realmente pensa;
e vivem o Rotnry com intensidade.
E no Rotary ninguém é mais do que ninguém, todos
são necessários, e para fechar estas nossas pala -
vras,.r<!petirei um texto de Martin Luther King aque
lc grande líder negro dos Estados Unidos.
A QUE sm1os Cll,,'!ADOS?
Deus deu a cada ser humano, normalmente consti -
tufdo, certas possibilidades de realizar qualquer
coisa em sua vida. Logicamente, alguns foram melhor
aquinhoados que outros, mas Deus n3o deixou ninguém
sem talento. Cada um de nós traz em si,guardadas no
mais Íntimo, (orças criadoras. E nós temos o dever
de descobri-las e utilizá-las.
Quando alguém descobriu porque foi criado, deve
fazer todo o possível para realizar ao máximo o pla
no do Criador, segundo suas prõprias possibilidades.
Se a tua missão for a de varredor de rua, deves
varrer as ruas com o mesmo espírito que Miguel Ãnge
lo pintou suas telas, com que Beethoven compôs s~ai
sinfonias, com que Shakespeare escreveu dramas. De
ves varrer a rua de tal maneira, com tal perfeição,
que cada passante possa dizer: "aqui trabalhou um
varredor esforçado; cumpriu muito bem o seu dever"!
E um pouco isso que disse o poeta Douglas Mal
lock, quando escreveu: "Se não poàes ser uma árvore
sobre a colina, sejas um graveto no vale; mas sejas
o melhor graveto, nas léguas em derredor. Se não po
des ser uma estrada, sejas uma vereda; se não podes
ser o sol, sejas uma estrela".
O valor não se mede pelas dimensões.
Sejas o que fores, mas sejas isto profundamen -
te.·
A parte do Objetivo do Rota
ry, que trata dos Serviços rn=
ternacionais declara: "Estimu
lar e promover o progresso da
compreensão internacional, boa
vontade e paz através de una a
mieade mundial de profissionais
e hocens de negócios,unidos nu~
::,esmo ideal de servir".
A "LlTER,TURA.,BÁSlCA DE ROTA
RY" detalha os emp:-eendir.ientos
dos Serviços 1nternncio:rnis , se
us principios, seu crescimento e objetivos, envol =
vendo a participação de rotarianos de todas as par
tes do mundo no socorro as comunidades quando so
frc~ cnlamid~des e info,tunios, nos programas de au
x{lio_aos refugiados, de imunização e assa, de •
ducaca~ e de _nutriçao, e no apoio aos prograzas da
FJndnçao Rot~rin que, desde 1947, já doou acima de
USS 100 ilhoes em bolsas internacionais de estudos
e cm outros investimentos visando a compreensão uh
1
beleceu por toda
esclareid
cont Itur c
remedíav
lavam a
agir, to
uerra.
À medida que o Rot ry cresceu, logo -
dente que seu dose! tento e qualqu
pcr:dia c1,, u 1 h í ,1 encl 11 con !!ç
9 pelos Direitos H "onde a IL±. a
tiça, verdade, hom de palavra mp e
respeito pelos direito. ano não existem, Rota
ry não pode sobreviver nem prevalecere tuas f-
défas" Esta é a resolução acerca do "RESPEITO PE
LOS IHREITOS HUMANOS" aprovada por Rotary em su
convenção de 1.940, realizada em Havana, Cuba.
Em 192, durante a Segunda Guerra Mundial, uma
conferência do Rotary onde compareceram vir1os mL
nistros da educação e importantes observadores pa
ra considerarem maneiras de promover o fntorca •
bio cultural e ~c!uc,Jcional. ln•pJro•1 n criação d,1
Organização das Nações Ln!das para Educação, CA@n
c1as e Cultura (UNESCO). No preâmbulo dessa Orga
nizoçio existe ur.i desafio de paz aos homens de to
das as partes do mundo: "Como as guerras começam
nas mentes dos honens, será também nas mentes dos
horcens que as defesas da p:tz deve:n ser construí -
das".
Na primavera de 1.945, un grupo de representan
res do governo e conselheiros reuniram-se em São
Francisco, Califórnia, E.U.A., onde 46 nações ado
taram a célebre carta das Nações Unidas. Dentro
deste grupo, ·acuando como dele~ados, conselheiros
ou consultores, estavam 49 rcLarianos incluindo o
Ex-Vice-Presidente do Rotary lnternational Carlos
Romulo, que posterior:?>ente, e= 1949, tornou-se
Presidente da ,ssembléia Ger.,l d;as 'açÕep Unidas.
Um dos passos mais eficientes que o rotariano
individualmente pede dar para colaborar com o ob
jetivo dos Serviços Internacionais do Hotary é a
poiar ativamente o seu clube. A oportunidade de
servir a nível internacional está aí, e as ferra
mentas necessárias est3o disponíveis. É só o rota
riano comproceter o seu tepo e energia para fa=
zer co:n que funcionec os prograc:as dos Serviços
Internacionais.
Os serviços à Comunidade Mundial, o apoio • a
Fundação Rotária, o patrocínio ao intercâmbio de
Jovens, são talvez os três meios mais eficientes
e importantes através dos quais os Rotarv Clubs
se engajam nos serviços internacionais. Ó grau de
efi~iencia de qualquer Rotary Club neste sentido
depende da dedicação de sua comissão de serviços
internacionais. Para começar, o Diretor resoonsá
vel pelas atividades dos Serviço·s Internaci~:1ais
nomeia companheiros para trabalhare:: nessas três
áreas. Dependendo do tamanho do clubbe a tarefa
é executnda por suhcomissÕes ou por só~ios indivi
dualmente.
MES DA COMPREENSÃO UNIAL
Anualmente no calendário do Rotary é· dedicado
a um período especial para dar ênfase à icportân
cia dos Serviços Internacionais e suas metas, na
promoç3o da co:nprecnsão, boa vontade e paz mun
dial. É em fevereiro que se co::ecora o "Gs da
Compreensão ~undial'' celebrando o nascimento do
Rotary que ocorreu em 23 de Fev~reiro de 1.905.Du
rance esse mês, todos os Rotary Clubs são estimu
lados a apresentar projetos e atividades voltadas
especialnente à promoç3o da cor.ipreensão e boa von
tade mundial. O Conselho Diretor do R.I. decidiu
que o dia 23 de Fevereiro será comemorado anual -
mente como "O DIA DA CO~!PREE'.IISÃO ,fUXDIAL E DA PAZ.
SERVIÇOS À CO~lfüIDADE .!m.1)IAL
_ Uc ele:nento básico dos Serviços Internacionais
sao os Serviços à Comunidade Mundial. Esse progra
ma oferece a um Rotary Club, que enfrenta um pro -
blema local rima de seus prÕprios recursos,u e-
10 de conseguir o auxílio de Rocary Clubs do exte
rior • Os Serviços à Co::iunidade ~[undial co::ieçara::,
0
ficialente e 1.962, coo o objetivo de ::ielhorar ã"
educaçao, a produção_ de alimentos, n saüde e os
,serviços sociais, fazendo assim um verdadeiro ser
viço co~unitário no exterior.
Fl,;'.l)AÇÃO !WTÁ.'>llA
Através dos programas da Fundação Rotária,
0
~.I. envia anualoente ao estrangeiro maior nunero
de pessoas para esc-udar do que ,virtuabence qual
quer outra organização.
A cada ano, o R. I. oferece a mais de mil jo,·ens
de abos os sexos a oportunidade de viajarem e re
cebere treinamento educacional ou prof{se ,
· -sona
CONTTXUA :0:A P,GlNA _ 06.
O Objetivo do Rotary nos
Serviços Internacionais
comi a ator parte das despe as paa, em paf tens fo
ra de seu próprfos, Estudante graduado e pré
graduados, fornalftas, professores de excepcfona
Ls, técnicos e outros Jovens de ambos ol e.os e-
tuda por períodos varlávefs no estrangeiro atra
vês da Fundação Rotárla, uma orantzaçio criada pa
ra custear projetos de natureza educacional, car!
lutJv,1 011 rtlnntr,iplcn. A runcl1 ciio é ma11tlda pela<;
lt11irrlbulçÕ011 volunuírl11s de rotnrlnnoa e n:io rota
ri mon do mundo lnu•lro.
Apesar de seu modesto prtne[plo, Fundação Rocii
r 1,, t,1111011-11c um !l t11m1té. No ln (e lo dn décndn de
l.980, eln havia outorgado mais de US$ 100 ml
lhÕ,•u, pnrn mlllH ,le 20.000 hcncflcl1irlou cm nprox!
m. damente 110 pnlacH, Somente entre J ,980 e 1.982,
afs de US$ 30 mf1hõen foram npllcndon cm fnvor de
J.000 cnnd11lntos cutd,tdosnml'ttte ucleclonndos.
O PROGRMl1 S/ IJE, FmlE E lllJHANIOAIJI: (3 - li).
Por que é que as pessoas nos países pobres nio
pnrnm dc ter tantos fllhou7 A 1inlcn ,ioluçiio pnrn o
µroblc1.1o1 dn tome é o controle du natu11dadc. / mu
lher poderio ser umn cidudii de qualquer nação ln -
dustrtnllzncln do mundo. On pensamentos dela siio os
pensamentos de multas. O argumento~ persuasivo
mns contêm uma falhu cr1tlcn-lgnora a conexao para
doxal entre u fome e o aumento populacional d~
mundo.
A Autoridade
No .. pises latino-americanos enfrenta
mos hoje, de um ladc, um grave crise de
autoridade, NOssos overnos vivem a perma
n,::ntc tentação eh· pcuco respeito pelos di
reitcs dos cid:dos, d um modo especial ,
p~los m&IH hure!ldts. De oetro, surrem for
mas popularistas dc democracia que nc
vndo a srio os vvrc!aclciros p,'oblemns, T
ludem o povo habilmente com promessas f4
ceis. Os ge-vLrnos autoritarios apoiam- se
n:-: experiência de al>usos da libcrd:-:dc: e d;•
desorganizaçie anárquica. Oscilamos as
sim, entre a nnnr~quia e n diladurn.
O velho problena da autoridade é seu
ccnflito ir.evitável com a libcrdodE. Como
cnciliar valores ir.clivlcluais e scciois
dn pessena? Embcra, na historia, ainda nao
se tLnha tltmonstrado que o democracia sL
Ja a mc·lho1· fcrm.:, de gcvtorno crr. ~odas at,
situaç;cs, ela é hoje intgavclm('nte .· u□a
a~piraçiio universal. Na& ncss&s dEmocra -
ciRE, e~ geral, s;o .mrdlocrcs e formais.
Por 1sso_fevorecem, como ruaçio, rtgi
m:cs autorita rios pc is pr·ocur;:,m impor, só
aoar~ntemrntc, a iguc.ldade.Para mudar tal
s1tuaçiio nijo b~sta mudar de partidos de
nomes, mas é preciso que também ncssc pc
vc mude profundamente sua m~ntalidodc e
ccndula. A democracia só podf furcionar
onde o povo luta n~c só por seus direitos
ms onde todos também cumpram e faç.:•m cum
prir os deveres em respeito mutuo.
autoridsde é a forçn mor:11 e f.Í.sic.:,
que irpoe direitos e obrigações er;tre
os homens. De modo geral é a capacidade
de imror e influir noutros, graças a ccr-
,, :·q,l·rioridc.dc pc,r eles reconhcciclas.Po
de distinguir-se autoridade puré.Jllentc mo:
rl, que se impõe pelo prestigio ou pela
d:gnidode da pessoa. Esta nio deveria fal
trr hunco aos governantes e hcmens pÚbli:
cos. Infelismente continua havendo outori
andes qt.:e impõem simplesnte pela toro
lsso provoca uma reação de rel .dia a anar
qui:;mo.
-· prblema do fundamento da autoriCé:de é
V1..lho n~. historia da- filosofia. Há . . .
. - ' • • res pnnc1pã1s
pcs tçoes a respeito: a)• a na tu reza, segurd ual
deve ~ ... .::;nec1;:r a ai..:toridi.rle e o gcve: - _
0
a q
res( P .. . mno aos melho
.' :, • r .ata Aristoteles '; b) a d.l.vindõ.dc(Tcmás dê
quino e outros); c) o consenso daqueles scbre os
quais e exerc1d-(C1çero e nuitos mode ) •
6 a0tortas é ±rorante e1e,"" ,,,
-. + iO Cai/jo
hUlT.-"10, pois- assegu,-- U."' id·de - '
• !" ' ,, e ccesao a socied'-'clE:
Seu de_ocntor d.:ve fa::.er s-;a superiorioade em f~r
dqels que ele lhe subo!'."Cl.ina. O e>..erc.Í.cio dó.
aitorid.éi.ce e UJ:! servi-ço e se desvirtua quando usa
da para interesse egoísta({pessoal e/ou de grupo)
ou q1,:..i·x:o _pretende ·ex 1""'--'JJCló.!' de seu âr.bito, r:;ns
r.. .:::ncter-se e,, ::u...ttiritar' smo.
P.:.réx;uici cc s to Afonso.
O vale tudo
Nacional
/
Paroc consenso opintão pública n
tonal que otamon vivendo o período u
ro do cinismo, do valo-tudo, da impun
dado o da irresponsabilidao, que an
t· 1ompre foi condor vol, comanda, hoje
em "ola perte, não omen.o na nolítica ,
ma ogqrnçadamen e m toda vida nacio
nal, o que orna tudo e todos inseguron.
Uns acusam levianamente, Ou ros e de
fendem clnicnmPntn. Já nin se nnbP on<l
termina a hone idade, a sinceridade e
onde coça a desones' idade, a mentira ,
o debocho· g honos os o inocentes são
confundidos com dononeston o culpndos, e
os;o passam por acento correta no hem-in-
oncionada, e assim por dinntc.
Nn vidn púhlicn é onde cxp0rimnn·nmns
mais claramente tal situacão. Mas, " as
bruxns andam nol►ns Pm ►oda pnrtP". Ocar
re que uma das piores consequências do
um proccsno inflncionário violento, é a
plena <lnstruicão <ln~ noções de valor dn
umn sociedade, n d0rrocarl11 plena da ar
dem moral, a licenciosidade, o desrespe1
to, o império do mais for e, do mais es=
perto, do aventureiro, da cinismo, enfim
do antivalar.
Podo dia e a toda hora, no serviço pú
blico ou na vida privarln, omn-se conhe=
cimento de um nova safadeza. Tantas e
tais que já não se sabn o que fazer, se
a tudo e a todos denunciar, e n que?
Um casal, amigo meu, foi assaltado à
saída de um supernercndo e cm meio a uma
multidão. O marido reagiu, foi esfaquoa
do, ferjmcnto leve, •elizmentc; a mulher
gritou, pediu socorro, mas a multidão ao
redor não se abalou. Todos indiferentes
ao assalto. Aliás, observou alguém·- e
os que morrom de fome, os sem-teto, sem
casa, sem saída, sem trahalho, sem renda
e sem persp0ctivns? r. o salve-se· quem pu
der, no vale-tudo da ntualidade naciona-
Na estrada, motarjstas dirigindo em
sentido oposto, fazem r,inal de luz para
mo avisar que logo adiante eu iria depa
rar com a Polícia
0ndoviária. Será que
eu seria av1sado se 1090 arliante estives
sem assaltando? Ou nlguém avisaria à PolI
eia Rodoviârin se 11m motorista fosse vis
to dirigindo embriagado, pondo cm riscÕ
o tránsit" na estrada?
Assisti ao último capítulo da novela
"vale-tudo", e depois ao primeiro de "O
Salvador da Pátria". Fiquei indignado ao
ver_os "valores" ou pseudovalorPs ai oro
movidos, e imaginando a repercussão n
."';?Va geração, na nova sociedade em forma
çao: Mais que isso, saber da liderançã
nacional de audiência, seus personagens
transformados em "íntimos" em herõis e
e:emplo para todos os lares do Rrasil.
. ~ntão, alguém disse: que nada, isso
ai o Brasil, e ai? Não, no creio,quer
di
7er nno e_bem assim, nem tudo é assim
nem todos r,ao assim. Ou não? '
VICTOR FACCTOI
CORRIDA DO FOGO
EM DOURDDOS
A Fundnç5o Cultural de Esportes de Dou
rados, p omcvcrá junt2mente com o 22 SGT:
do corp0 de Bombeiros no dia 02 de julho
:, V_ :-lnn on,s d0 fc,go, que faz p?rte dccs
come!!Jor2çÕcs da semam:. Nac i on,,l do Bombei
rc, i prov& terá a largada ás 7:30hs du
cidade d~ Fátima do Sul e chegada em fren
te ac- corpc de bcmbeiros de Doura doe, nuõ'
pcrcursc t'otal de 42.195 mEtros, sendo
0
recorde de 2 hc, 21m e 35 seg~ndcs.
Os prêmios alc&ncan( a cifra de NCZ$ 1.
600,0C·, méiis 31 t~fet...s e 90 mf,d?.lhas.
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v, -~: 1-" l : ...... !·11 eh ~,.cu-(- ... ~:~•·, :·,::.in·
t seguir lo ia... cu·
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P•""':'I•.:- ..... ..: ;.--:r--:ti'l"" :::.· ,:·.cc:--tt.:-iV-i r.·, s;i,._"()1.-:.
k este aqui?- Pe:untou-lhe o guari.
-!: . (. r. ! ... !: .... r,l rc.Jt iG. r:'.- ~ ·1 C1~:J1~
,'• ·: r ".é' 1,- ())~· S ·u f'I ,r.! 1, <Jlr.;- t', "X
Plica c descdrg. n policial.
{1 '"'("l ·:_: (' qL• r- passou a ser seguido foi el
Jc;';c FFRN/J':00 j(j&,,
:·t..nhor Pt, sir!tntc
.~.-: !1 r r·... Dt·µu t rH!< ~,
O$ ~nos vi noou r-CJ!.. , ur,.;..:
- Plano Nacional
• 1 r dt Sr,uz.·1, t t·prt. ~cr ·:relo o Con.it lric,
f' !'r tu••:-; !:+s Escol+g Tnicas e Ar!o
', c-r ,e:,•; Fc ,, 1 :ii~; (• Jo~H. Cimirr.,,pr 1,_, C<.!.._
.·, li l, Dir tores dvs Esol /,prutcc-ni
a; Foteris
x·10 ~;<•~,n ,'1! p? ior 1 dr,r...!t•~ n;,c ior,ais pt
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DEP~ ROS R O
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~- • • .ot1staça qu :puro a r olí-
r .stu msr.is, do 1? Encontro (.lt· F-
1c1ça rbintal do Centro-O. se, na ci
!·· Dout ao., t m7 u Est si a
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,. Goi:3S, • p.:,r;, su~• irr.plementóção er., umó
pr?me1r·n f·,st.·.
D, sjandc ind
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g
• 9o, cai
1/ ~ . ·,1tJi,1 ,. cor . ,,a E cr.1-
1 uril. r• por isso, o Papa troa6rio IX o C 9-
nominou " rca do Te,t monto". Nos "Pioret
i", de São Francisco de Assis, ele apure-
ce como "o maravilhoso vaso do Espirito Alv "cenouras '
San'o", em virtude do dom das Jír·qU/.lfJ . 'ln) cbrA dlr'illca.
es ado nun conr-in ório. Pf'lo d1rnt • or e <' "ou m df ar apnas
à ficácia com qu combateu os albigenss - dor: Porque e tornar
- ~ guc• in fc •; tavu:n o nor t da I tá 1 ia e o Su J nnbrc do qu d Jc<1r •
$ Dr_rAnyg, d Franca, mereceu o "ir@1o d ·sr1o ""1,"", "7]"..~aa
don heregcr;".
A Dire'oria do Gr& Nascido em Lisboa, em 1105, Antônio era atual!ze todas suas poten
mio Pedro Rufino que descendente de Gorlofrerl0 de Bouillon, o he que educação ê a base de uua
vrri fnzcn,lo mui ilG pro- rico chefe da primeira Cruzada, liberta - 'gear é criar, e rdo to de
cõe,, n f1m de o.c-rcccr ao dor do Sun o Sepulcro e undador do
- p, L, d 1, I+m, df+solução dai 'oras éclero+adnus qu
bplnvir;lt·nr.c rnlll/J opçoes pa- t•Jno ,a·1no e , crusa ,• • ~
lcizrr. Tinha 23 anos de 1dndc quanclo nbraçou a po~s!vcl. C o qu..- ocorri.! r, crla,ii" cf
san':a pobreza franciscana. Quem quer ser Criador tem qu destr
Assim que recebeu o hábi o, obteve per- or!"ose, tal qual a aarta que deve
missão para ir à Africa, onde cnpcrava al- parn que 11 borbolct!l apar çn.
cançar o mart í.rio. Mas a Providência reser A tarefa do filósofo não L criar, tt•
C'avalhciro vara para ele ou ro campo de apon olarlo, ã que a<Juilo ,;ue srá sendo crludo v~n~l à
foi c;uccsso rcnovnçüo espiritual da P.uropa. O cientista peRqulsa, está ser.do dif' ...
/lo pisar o solo africano, foi acome ido que depende de recursos para que es A «
de grave enfermidade, sendo obrigado a re- zada. O educador ao crl.,r algo dt.ve ter/
tornar. Aportando na Sicília, dirigiu-se ciência, do cfent{sta para d!vulgar a «ua
para Assis, participando do Capítulo (;eral dasJc,enrão será válido o seu eRforço.
da Ordem Franciscana. llá, poré:o, u:011 diferença l!ntre edutarl.,
. Retirou-se em seguida para a ermida do fessorcs. Profclisores, há muitos, r.:.as et
Monte são Paulo, perto de Bolonha, insta- que niio é uoa profissão, é uca vocação e
lando-se numa pc>quena cela isolada e talha ce de um grande acor e de uu:u grande sper
da na rocha. llí, no mais absoluto recolhi- Os educadores são cooo as velhos érvor ..
mento, consagrou-se à meditação das Sagra- suem uca face, um nome, uma histórta a ser
das Escrituras e a exercícios de penitên - _ Habitao ur.1 nundo e:o que , o que vale c1
eia. çao que os liga aos alunos, sendo que cada
Depois de ordenado sacerdote, exerceu uma entidade "Suis Gene ris", portador de .-
seu minist-ério especialmente em Montpel- ria, _sofrendo tristezas C? alimentando es~1:
lier, Bolonha, Pádua e Toulouse. Ja os professores são entidades descart,
Os milagres brotavam continuamentl'! sob habitam uo rr:undo diferente, onde O educ,dcr
seus passos, como acontecia com São Fran- importa, o que interessa é um crédito Cu!:
cisco de Assis, do qual foi contemporâneo. que o aluno adquire numa disciplina lde,tl'.
E'm Toulouse (França) fez com que urna mu por uma sigla, sendo que para fins in&tlt..;
la faminta desprezasse o feno e se. proster nenhuma diferença faz aquele que a adctnlsi:
nasse diante da Hóstia Consagrada, parã O fato é que não dispomos de critérios;
provar aos albigenses a presença real de liar esta coisa imponderável, que é a ed•~u
Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. _ É um paradoxo que para conhecer o rund
E'm Rimini (Itália), para confundir os e n~cessário silenciar sobre os hocens.
Muitos, ricos ou pobres, fazem no dinhei- hereges e
nd
urecidos e· obS
t
inados, pregou O educador é um fundador de cundos,
ro
O
valor supremo da vida. aos peixes, que vinham à tona ouvi-lo, e o de esperanças e pastor de projetos".
Seria muito útil que estes adoranores :~zcde_i<;>rma taodmaravi~h:>sa que reduziu a Nao se prepara o c<'ucado.-, devecos acor,;
de Mamon lessem o sea_uintc> trecho do os- 'e 'ato,ica gran e rnultidao de almas. que desperte de se sono 0
N · d d d • - · · u P r um a to de a::o: 1
critor l!enrik Ibsen, autor da obra "ca- a c1.a e e Padua (Italia), quando fa- gem. Acordados repeti -
11
nard Sauvage" (Pato Selvagem): lava em pleno campo para cerca de 30 mi] de novos mundos. rao
O
rn aira da fo;:!
"O dinheiro pode ser a casca d~ ~.od,~.s pessoas, formou-se, ameaçadora, uma forte O educador trab lh •
- t t d O - - a a com as alavras e 51'.
as coisas, mas não o cerne. Traz-nos o a- ernpes ª e· santo pos-se em oraçao e a ue carre ao i
lirnento; mas não o apetite, o médico; mas ~:mpeStad~ caiudapen';-s e~ orno da multi - as expectativ~~~s
O
as roibi oes,as ex!,r:
não a saúde, relações, mas não amigos ; ao, sem incomo ar ninguem. As pess b
servidores, mas não
O
devotamento; momen- Santo Antônio entregou sua alma a Deus fonna oas i tra alham com as palavras, t,
tendo apenas 35 anos de idade De tal modo que
O
P. ntor trabalha com as tintas;:
tos de alegria, mas nem a paz de alma d. . . _ . • ro com o couro· o pedreiro 1los. '
nem a felicidade". que a ivina providencia quiz man'i.festar são coi e Í - coo os t J
0 0
• •
Na realidade, só a prá ti· ca da vi· rtude seu beneplácito para com tudo que dizia o que s s~s. r ar e renovar a cada insta~t,
" 1 d · e vc e aprendeu
pode proporcionar ao homem a verdadeira 'marte
O
os hereJea", que sua língua bem É a • •
- - - • nova roupagem at - d ••
felicidade possível nesta Terra. c:>mo. seus o:i;gaos de fonaçao, até hoje es- até que t h • raves e intensa ,,
i-------------------------~tao intactos. en amos ª capacidade de falar e (, •
coo uma linguagem nossa.
CLAXDE MEDEIROS
S•
an'o Antônio d
De modas que a Sr0 Armanda
e- equipe promovrratn no C.r0mi o
to al.
JÃ
1
0 OI /1
11, domingo, a Comissio das Srrs da Sec
cional Colorada, prornoverno um Desfile de
Modas 3n 16:30 horas no Cassino Paraguay.
/Is roupas serão de DIAN/1 MODAS e a pro
dução de Marco LÓris. Um ó irno programã
para a tarcle de domingo, esse Chi-Desfile
EST/ DE
Parab0ns os organizadores da Festa Junina
na Escola Ester Silva. A festa aconteceu
~ia 03 pp .Muitas dunças, barracas com de
liciosos salgadinhos, arroz carreteiro -
churrasquinho, doces, forum armadas para
atender grande número de pessoas quc> lá
compareceram o ficaram satisfeitas com o
que viram e ouviram. Fo1 sucesso total.
O DINHEIRO N/1.0 t. VALOR SUPRO
:·o!
.o E
sc!
!'" 1tÕ
[
' -
I LSt
·isa
l vi,
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a s
·:na
" injc
?lqur
'Esc
e, 4
e±;1
•3:ra
Vem feteji nu arraii du Jarbas Passa
rinho!
ossa festança •ai sê nu
Dia: l0 de junho de 1989
Eoras: 17:0Q hs
Vai tê: Quen
nho e inté forró.
ão, quadrilha, espeti-
Aguardar.ias a sua presença.
A DIREÇ/1.0
FERNANDO RIBEIRO DA COSTA
EGO!SMO
_ Herança ev.idente de nossa antiga anima-.
lidade, por toda parte, ainda vemos O e
goismo a repontar em toda extensão do mun
do ...
• . 01
a;Gee
adia
+ria
Seia
•2.±,
,:, .
"Tudo comec;ou ... Tudo continuou.... ,.. ·•e:.
Tudo terminou, e ,ra1
felizmente reco:::eço✓. ::e~
Tudo começou nuo simples olhar, que e:-..:~ '::cc;ª
nossos caminhos no caminhar. E cacir.he :~ •.
tinuamos seguindo no •. : ·Cje
O egoísmo! flores for ao surgin~: campo de nosso co:!,., . _Set. d'
Em família, é o exclusivismo do sancrJe Tudo cooeçou de u.-:i.modo difereute, ~::e '._~_:_~º•u.:
No lar, é o narcisismo doméstico. ~ • com nosso coração. -- .,
Na ofici d t b lh - Tudo começou - d#·•, ••
0
~
1:1ª e ra a o e o despeito. nosso c _ • e nos nos apaixona::os, " 'tr•i;'
Na propriedade transitória, é a ambição dr sólido, º~~~ao, um mundo inteiro cria::os, ~ -:,~~
0
•
posse desnecessária tal al
1
_ de fantasia, uo nundo valioso ~s--:
Na cultura da inteligência é a vaidade in- • egr G. .,, :--ra
telectual. Tudo começou de e el., ?i-
N · · - a partir do i u aror fascinante es ° ao
' a i"?norancia, é a agressividade. fa nstante em que se tornou co-·. •,: j ~
Na riqueza amoedada - - • t - _ u
O
cooeçou e: •• ' e
» rrcs, @si$G2%4. rs@,gg » ...M.": :.5..f 'z,
. Na madureza, é o azedume. u
O
começou n b i•~= •• --ho
Na ·., - e então pr um eijo apaixonado e ·,◄ ,'..,,~ •
mOc1a ade, e a ingratidão. •
0
mete"'os no te ..,,
0
S
No ateismo, é a impiedade - tudo foi felicid d s amar eterna=e"."e
Na f
1
, tioento i ª e, eu sentia um esçra--.✓ ,
e re igiosa, é a intolerãncia. o.i.m. • po s era triste Pensar e vê-l "
Na alegria, é o excesso.
Na tristeza, é o isolamento. Tudo continou - • ,,: ~ - •
Nos fortes, é a tirania_ nha acabad so tristeza, e que o!:,.. ~:;i
Nos fracos, é a astúcia. grande von~a:ra d quase certeza, n:as sent ,,..., '(__::-:-;;-?é:i.
Na afetividade, é o ei@e. zg=4isto,,""?ar. de ter sr"fR?5
N d
- P • e no tornarmos perfeit0
5
~ ~➔
3 or, e o dese,,;:>ero. • s aoar _ -é'·:e
No mimetismo oue lhe ;;. oróorio Tudo recome _,.<'
d - as' , usa en to- cresce.os a çou, e desta vez para s..-,· ,.
os os setores as mais 1 versas mascaras e esenvol al-,,.
e qual o joio que abafa c trigo, conoarec~ gora podemos ser fel~emos nossa perso:.,:o~/
igualmente nos corações qve a iuz 5 zer e resposa±1a,,"°» Pois te,,:s'
cite, em forma de colera e irritação, desã Tudo recooeçou par': muitos ~ c5i:
n:uno e secura... Junho, que é data para nos dois. :. n ,,::,
Se desejamos dar combate à praga do e o- - ra os jovens que cenamorada, deixo uo,_-~__...
mo na aleba da alma saiba!êos est<>nd g 1s xe de amar me 01:let;aram a caoinhada, ~
d d
-: , • -ª er senti , smo que t h lutar,
ca a ia, as nossas disposições de • ' rec necessid en ao que •:
Pl
. . _ mais an par d ade de er w
o serviço ao oroximo, e aorenr>endo - .a epois rec se sepnrar p
de d - • • • a ce- p, :omeçar
r 'e_nos mesmos, entre a humildade e
O
ois o amor - • ,1t:'
sacrificio, no bem de todos, conquistare ckc~tos, um cam.1ne uma caminhada ae
mos com o Cristo a olenitude do amor nu:, unico pens ha florido, trilhné
0
• • que ::U,,ento
-- zz- ---- ----. ..:
--------=====--=--:::----
,"NAMôRADOS"
ua
flr •
l do
s, o
itor
dov
orar,
f'ILF0
·re
uni:
de L
·stão
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aos '
idaé1
(o e;.
sal) •
p•·
tão
é de'
'lte i
ris
a, '
robl
as5.
Sob a coordenação
do Ivaldo Pereira e
Supervisão de Eduar
do Ocariz, o Rotary
Club de Bela Vista
rrializou domingo pas
sado, em sua séde, o
to Seminário ds Infor
mação Rot5ria. -
Vários paies ran
es falaram a respe1
o do Rotnry e s ui
objetivos.
O Prenidcn e n
trante, binio 89/90,
Sydncy Nunes Leite,
desLacou o tema "Fo
calizando o Rotary",
•
Sydn y Nunes Leito
as e
:
·º
" sc"
3:°
1a'
1h0°
/
lnfor · 1f
FALTA REMETO NO POSTO
DE S,IJDE "llR. •·10Rl NU
RANO"; CIGARROS NOS ONI
'S, UM PRO!LEMA S~RI?
CLUBES. DE LAÇO SE PREPA
RANDO PARA JULHO; 11 TÀ
çA CIDADE DF. BELA VIS
TA; ETC ... Do jeito q/
os leitores gostam,o In
forme TF está nn • ,ô3
ANO XVIII ti 0 951 10 DC JUmO l)g 1989
r SEMINIRIO _DE FORMICAO ROTÁRII
A Secretaria de Ação Social e Comunitá- pl~ntação de rede de esgoto e para cons
ria-SASC-órgão vinculado ao SADEN, liberou trução de quadra polivalente.
recursos para onze associações do municí - Também receberam recursos a Associação
pio de nela Vista, num total de NCZS de Moradores da Vila Cohab, do Jardim Es-
33.090,00, para projetos que vão desde a- pírito Santo, Baixada Fl11minense, do Dair
quisição de caixas d'água, telefonia comu ro das Primaveras, do Bairro Costa e Sil
nitária, quadra de esportes, até material va e outros.
para apicultura. A Princípio, também esse repasse de ver
Foram beneficiadas, entre outras, a So- bas serviu substancialmente para as Asso=
ciedadc Comunitária de Habitação P_ppular de ciações agilizarem suas documentações pen
Bela vista, que recebeu NCZ$ 1.200,00 para dentes, e agora somam mais do que nunca as
aquisição de caixa d'água, tanques e padrõ forças de suas comunidades, para num tra
es monofásicos. - balho conjunto encontrar a solução para os
A Associação de Moradores da Baixada Co seus problemas.
rinthiana recebeu NCZ$ 3.190,00 que serão As Associações bclavistenses,. com ore
destinados ii aquisição de material passe da S'/SC estão mais fortalecidas.
r-- .:......:, _ _;__ _ _...:__.;....:..__.:..._.:....__::....::....::....;.:....,
CIIS) OE ILI
Pronav Municipal ,
comandada pela Sra.
Cecília Moraes, pro
move curso de Culiná
ria na sede da ASPU
BE - Associação dos
Servidores Públicos
Belavistense, com o
único objetivo de es
pecializar em prntos
simples, econ6micos
e saborosos ás 32 a
lunas matriculadas ,
que em turmas alter
nadas de 20 à 60 fei
ra, aprenderão em
três meses a arte de
cozinhar.
As alunas são pas
sados gs segredos de,
E /GEMI.
um simples arroz e
feijão até lazanhas,
bolos e sobremesas
ficando com o curso
completo no final do
período, dando capa
cidade para cozinhar
bem tanto na própria
casa como no traba
lho, onde profissio
nais que cozinham cs
tão cada vez mais dÍ
ficeis de se en
contrar, gerando
consequentemente uma
valorização profis
sional dessa ca -
tegoria.
abrangendo .odos os
setores do Ro ary e
os tr balhos desen
volvidos pelo RI em
dezenas de paínes.
Sydney deu um cn
foque especial a reG
peito da Campanha PÕ
lio Plus, que o RI
-------,--------
O Vereador Jorge de Souza Rosa, do PTB apresen
tou requerimento na Câmara ~tunicipal para que se
oficie o atual Presidente da Associação de Morado
res do Distrito Nossa Senhora de Fntima, para que
traga à esta Casa de Leis os livros (iscais e to
das as notas, bem corno os Editais de Concorrência
Para venda da; Sucatas daquela Associação, se
que houve venda.
Eo sua justificativa, o edil argument:a: "tendo
e vista os boatos que correm pela nossa municipa
ltdade sobre o envolvimento de um Vereador em nc~o
cia'as naquela Associação, pedimos o comparecimen
~- Jo citado Presidente daquela entidade munido
:ys respectivos documentos, para que esta edilida
oe possa analisar e se defender de futuros envolv!
:ientos".
e
MOÇÃO DE CONDOLENXCIAS
O Vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, apresen
tou Moção de Condolências à família do Sr. Guilher
e da Ros·, pelo seu falecimento no dia 06/06 pp.
VEJA AS NOT!CIAS DO LEGISLATIVO
SEM PÁGINA 02 DESTA EDIÇÃO.
BELAVISTEN
o Deputado Estadual Henrique Moraes
Dedé; a respeito da matéria publicada pe
la imprensa escrita da capital no Último
dia 20 de maio sob o título "EX-PREFEITO
DE BELA VISTA É ACUSADO DE SER CORRUPTO"
vem de público esclarecer o seguinte:
- Em nenhum momento foram citados no
mes de prefeitos e ex-prefeitos como en
volvidos em atos de corrupção;
O surgimento do nome da empreiteira na
citada matéria partiu de pesquisa jorna
lística efetuada pela própria reportagem
do veículo que publicou o artigo;
Como membro do Poder Legislativo, ape
nas cumpriu o seu papel constitucional
que é de fisculizar os atos do Poder Exe
cutivo, ficando a apuração dos fatos sob
a responsabilidade dos envolvidos ou do
Poder Executivo, se assim o caso reque -
rer;
- Questionou-se apenas a posição da SU
~EC~ com relação ao fato, visto que este
orgão foi arguido pelo parlamentar atra
v~s da Mesa da Assembléia Legislativa,po
remi nenhum esclarecimento foi prestado;
Finalizando, não é postura deste par
lamentar, como é do conhecimento da popu
laçao de Bela Vista,nortear sua conduta
na vida pública através de acusaçõ~s a
qualquer segmento político.
desenvolve visa,do
erradicaço da Polio
mielite do mundo e os
diversos projetos da
Fundação Rotária.Dis
sr ou a respei.o da
es rutura tuncional
do Ro ary e o seu pa
pcl no mundo de hoje.
Bela Vista·- MS, 30 de Maio de 1989
HENRIQUE MORAES DEDt - Dep. Estadual .
aiile
Dentária
O Prefeito de Bela
Vista, preocupado com
o alto índice de cárie
dentária entre crian
ças na idade escolar
de 06 à 12 anos, que
chega a 98% nessa fai
xa etária, contratou~
junto a Fundação SESP
um dentista que aten
derá oito horas/dia a
estudantes das esco -
las municipais, êanto
na zona rural quanto
urbana, bem como das
estaduais, com um mo
derno gabinete odonto
lógico portátil. -
Na opinião dos pro
fessores, esse tipo de
atendimento é impres
cindível uma vez que
diversas crianças fal
tam aulas por causa da
dôr de dente, inclusi
ve sendo necessário
muitas escolas Possui
ren anestésicos- para
socorrerem os alunos
que se queixam de dôr.
• O atendimento terá
início ainda este mês.
0,20
Svdney e um dos
candidatos a Governa
dor elo Rol .ry Club-;
Dis rito 447.
A cober ura com
plet do 1o Seminã -
rio de Informação Rg
aria es r,as pag1-
nas 4, 5 e 6,
Saneàmento
Básico
No sequndo semes
tre deste ano vão a
con ecer melhoras no
nível de saúde da po
pulação belavistense
uma vez que já foram
liberados 80 mil cru
zados novos pela Fun
dação SESP, através
do Dr. Haroldo Fer
reira Galvão, para o
bras de saneamento bá
sico, ou sejam,
desde esgotos.
A falta de sanea-
7ento na cidade au
menta a incidência de
doenças causadas por
micróbios, vermes e
outras substãncias no
civas à população, a
lém do mau cheiro pro
pagado pelo esgoto a
céu aberto, como vêm
ocorrendo em nossa ci
dade.
Ainda através do
Dr. Haroldo Ferreira
Galvão, o Prefeito Ed
son Moraes conseguiu
200 módulos sanitári
os "Privadas" oré-fa
bricadas, para for
cer à população ca=
rente.
O Prefeito
re-
mona
rá em Bela Vista uma
fábrica desses sani
tários, já que 100%
dos moradores de bai
xa renda possuem pés
simas instalações,on
de a precariedade de
banheiros chega a ser
uma afronta as condi
çÕes mínimas de hi~
giene humana.
O M E N T A ' D O
udo sobre a socie
ade belavistense e
s fatos marcantes,
a P GINA 08.
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÃ.RIA
CONVOCAÇÃO
A Diretoria da· Socieda.de Aerodesporciva ".are
chal do Ar Alberto Santos Dumont, convoca todos os
Sócios Fundadores, para ura Assembléia Geral Ord!
na ria, que se realizará às 19 :00 horas do dia ll. de
Junho do corrente aro, nas dependências do Grênio
dos Subtenentes.e Sargentos P. Rufino, por delibe,
raren a ma teria abaixo declarada na orde do dia'
ORDn-1 DO DIA: Eleição da nova Diretoria para O e
xercicio 89/90. Bela Vista-MS, 07 de Junho de 1989.
DIO:-IEDES SAKDHt DE ÁVl.LA - Dir.Pres.da SAMAASD.
Sudego doa mais mi Ambul@n@i@ para e Vista
volvimento da Região Centro-Oeste presen po Grande a disoos· - .' • 'an Tambem sao feitos socorros de emeroên-
teou B
1
. • - - . v r açao donossomunicipio cia à pacientes do Ho • t 1 s- • ~
. e a Vista com uma moderna ambulan- • A Secretaria Munici al d S -d • • psi a ao Vicente de
eia que deverá chegar a nossa cidade den nha em média 40 doe,i. " ?ude encani- Paul3, quando por algum motivo o Hospital
tro de . . . - .- . . s as c 1nicas espe- se ve na inoossibilidade d f - 1 •
do _Poucos dias. A inforacão partiu cializadas que vão desde a • • + l • e aze- o em sua
Feito dson Medeiros de "oraes que pericia médica em loja,Piquiatria até Própria ambulância. Com o recebimento de
eve na capital contactand ~o~ o or- Graride, Dourados e Acª·à a es como Campo ma~s uma =~ulancia, o municíoio estará
ui auana. mui to ber.t ··a tendido nesse setor.
1
-
Câ■ara é t
,
eia
!t!OfC'i<"/(O Ili ll'J',/H9
WvToR±_VEffR_ÜõRGE DE OUZA ROA
Para que eja dispensadnu as formlida
de, quo seja endereçado expediente a0
Exmo. Sr. Pre'eto Municipal com cop1 ao
encarreqado do AAE, para que informe à
f'!l a Casa o por quê do não fornecimento
do áqua no bairro Costa e Silva,
-----------------------------------------
-----------------------------------------
I4D1CAÇO NO 101/9
Nri? VER+jf JORGE DE SOUZA ROSA
Para que seja endereçado expediente 1o
I1mo. Sr. Joé da Cruz Toledo, Chefe do
escritório local da Enersul, da possibili
dade de colocar luminárias na Rua Afonso
P0nn, enLrc o oficina do Sr. nira e oco
léqio Dr. Joaquim Murtinho.
Tendo cm vista, que os .a parto da Run
/lfonoo Pen,, 0ncontri1-SC eomplct-nm<'ntc no
e neuro, e por ali, circula uma boa quant1
dnde dn alunos que sncm tnrd do col~gio.
INDIC'AÇ • ~
ivTóR: E"v""!-: !OS ALBFFTQ cfR1z
l r•
tar
orni'
A Cc
conclu:u- e
de Lei.
----------- ------------
-----------------------------------------
INDICAÇAO NO 102/89
IUTOR: VEREIDOH JO!lGF. DE SOUZA ROSA
Que seja cndorcr;ndo expediente ao Ilmo
Sr. José da Cruz Toledo, Chefe encarrega
do do escritório locnl da Encrsul, no sen
tido da po,:;sibilidede de colocar luminá::
rias na Ruo Coronel Poncc, entre Voluntá
rios da Pátria e Afonso Pena.
O local encontre-se na escuridão, sen
do necessária a colocação dessas luminá -
rias com a máxima urgência.
-----------------------------------------
INDIC/ÇÂO NO 103/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DF. SOUZI ROSA
Pede-se que seja nndcrccado expediente
ao Ilmo. Sr. Josi da Cru~ Toledo, Chc'e
encarregado do escritório locnl da Ener
sul, no sentido da possibilidade de colo
car luminárias na Rua Barão do Triunfo
entrada do Bairro Espírito Santo, pois
por ali passam todos os moradores do refe
rido Bairro, e esta é uma antiga reivindÍ
cação dos mesmos, pois o local está com
plctamente no escuro.
-----------------------------------------
Pede-ne que seja endereçado ezp+diente
ao Ilmo. Sr, Nelson Pedro Pereira, Geren
Lc da Viação Cruzeiro do Sul, nesta cida
de, para que compareça à esta Casa Leq1"
lativa no dia 07/06 do correne aio, para
que preto esclarecimento obre os requ
rimen'os nog 025/99 do Vereador ydney N!
nes Leite, e no 038/8!J rlo nr••ndoc !,1rc"
lino Cássio B. Acioli, is 19.00 horas.
----------------------------- -----------
INDICAÇÂO NO 110/89
TUTOR: VERE7Don SVDNEY VUFS LEITE
INDICAÇÃO NO 104/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA
Solicita-se que seja endereçado expe
diente ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo ,
Chefe do cscrit6rio local da Enersul, no
sentido da possibilidade de colocar lumi
nárias na Rua Tiradentes, entre a Rua Ba
rão do Ladário e Rua Alccbiadcs Bobndilha
da Cunha.
Tendo em vista, que esta parte da ci
tada rua, encontra-se em completa escuri
dão.
-----------------------------------------
E!VENTA: Subs i ui;ão de Luminárias o Repo
ição do Braço do Sustentação do
Luminária.
Indico ao Exmo. Sr. Prc-fni o Municipal
dispensadns as formalidades rr-qimc-n aiB ,
no sentido de:
l) A Subs ti tu ição de luminã ria, ne osqu ina
dn Run Alccbiades Robadilha da Cunhn, com
a Rua Tirndontes.
2) à Substituição de Luminária, na esqui
na da Rua Santo lfonso, com n Pua da Repi
blica.
3) A Reposição do braço do sustentação da
luminária, Rua Alccbíadcs noba<lilha dn Cu
nha ( cm frente a residência do Cabo Man-
gel)
/s luminárias apontadas nos itens 1 e
2 estão queimadas.
Os braços d<' snst<'ntacãr Ide l uminár Íil (
citado no item 3 ) há muito foi r~tirado,
uma vez que representava defeito, mas, a
té o momento não foi reposto.
O contribuinte recolhe a TAXA DE ILUMI
NAÇÃO POBLICA, portanto, é justo que usu
frua desse beneficio.
As fnlhas acima apontadas, tem ocasio
nando dificuldades ou transtornos aos
transeuntes, no período noturno, especial
mente os alunos que regressam a seus 1a
res após o período de aula.
-----------------------------------------
INDICAÇÃO NO 111/89
AUTOR: VEREADOR SYDNEY NUNES LEITE
---------------------------------------
PARECER NO 006/89
COMISSÃO DE FINANÇAS E ORÇAflENTO
A Comissão de Finanças e Orçamento da
Câmara lunicipal de Bela Vista, Estado de
Mato Grosso do Sul, examinando o Projeto
de Lei no 012/89 - Gabinete do Prefeito -
"Disp6e sobre a revogação da Lei no 769 /
86 de 08.04.86 - Doação".
A Comissão, após àstudar atentamente
concluí-se favorável ao rgferido Projeto
de LeL
PARECER NQ 007/89
CÕMiSSÃO DE rI !AJ,IÇAS E ORÇAMENTO
-- -------------------~- ...
----------------
REVERTENro "o 063/%?
AUTOR: VERF.ADOP EY NUNES LE IT!::
EMENTA: Pl10,1ETO Dl-: MlJllICI P/L 1 ZAÇÃO 01
DE
INDICAÇÃO NO 105/89
AUTOR: VEREADOR JORGE DE SOUZA ROSA
Para que seja endereçado expediente ao
Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo, Chefe do
Escritório local da Enersul, solicitando
reparos nas luminárias da Rua Voluntários
da Pátria, em toda sua extensão.
INDICAÇÃO NO 106/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÂSSIO B. ACIOLI
Solicita-se que seja endereçado expedi
ente ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com
cópia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo ,
chefe do escritório local da F.nersul, da
possibilidade de extender a rede de ener
gia elétrica na Rua Euzébia Martins San
tos e ne Rua Zenóbia Ocampos, no Rairro
Primavera_
REQUEIRO, ouvindo o PLENÁRIO e dispel .e
sadas as demais formalidades, seja enck
ninhando expediente ao EXMO. Sr. Prefcit
Münicipal, no sentido de informar: L
1- se já foi elaborado o Projc o de va,.· li
cipalizeção da saúde.
2- Caso positivo, se já foi c-nviado i ~
crctaria de Saúde do Estado.
3- Outras informaç6cs que 0sclercçar.1 a'.
tuação da saúde pública, <1uanto a ir.un:c.
palização da saúde.
Lemos em matéria publicada no Corre'.' --~,a
do Estado, <"~ição de 03/04 <lo corre:· dts
mês, que somente a cidac'!e de ~1aracajú ! ~q,~
presentara o projeto e o Convênio ser. ,,~ "
assinado no último dia 06, ou seja on ':' ~-ta
P.. saúde de nosso povo é'cve ser ater.~: :•!_ da
da'em caráter prioritário, e, cm nos:
cidade, em especial, o caso ê bastan:e:
rissimo.
Basta dar uma passada pelo 'os"l:e
Sao Vicente de nau 1 a e Postos de sauoe ., -- St-!t•
observar, rima facia, a gravidae
têria.
Na zona rural, o caso ai nela j, r,;iis ;:
ve, clevido a dificuldade df' ate>nr.ir~:·
médico, devido a distância e as dificl
des pare se atingir as ~on"es r(' i:c>cun·
--------------------------------
PEQUFRIMF"TO NO 060/89
ÃvTOR: V5PDOP ROE? 'ORAFS SIMUES
Pede-se que seja endereçado ei:;it?c:ic::
te ao !lmo. ~r. Fernando Jorce de n"~
Ena?. Cheo da 160 Residência do Ders
nesta cidado, co cópia ao chefe da
Civil, ~r. Olavo Vilela no sentido •·
determinem a colocação de Placa de i"]
li7.ação, conserto e pintura (brancal ~
Ponte sobre o C6rreqo Candelão.
JUSTIFICNTVA: Solicitamos o atendo]
deste regeste comn a máxima urcncia, "
vido aos vários acidentes ocorridos
re:'eric'a ;::,onte.
Pede-se que seja endereçado cxpcãiente
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com có
pia ao Ilmo. Sr. José da Cruz Toledo chc
fe do escritório local da Enersul, solici
tando reparos nas luminárias que estão
quel..llladas, no Conjunto Habitacional da Co
hab. •
t
INDICAÇÃO NO 107/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÁSSIO 13 .ACIOLI
Solicito que seja endereçaào expedien
te ao Sr. Prefeito Municipal, àa possibi
lidaàe àe iluminar a Quaàra de Esportes
da E.M.P.G. "Jarbas Passarinho", já que a
mesma atenàe os moradores da Cohab sendo
que, os mesmos só podem usufruir da refe
rida quadra a noite.
INDICAÇÃO NO 108/89
AUTOR: VEREADOR MARCELINO CÃSSIO B.. ACIOLI
Para que seja endereçado exoediente ao
Exmo. Sr. Prefeito Municipal, com cópia
ao Ilno: ~r: JOse da Cruz Toledo, Chefe
do escritorio local da Enersul, para ente
os mesmos atendam o abaixo-assinado dos
-------- ----------- -----
P,EQUERHAE:-:~n ~•o (151;/89
A~ missão de Finanças e Orçamento da AUTOR -
Câmara Municipal de Bela Vista, Estado de : EFOF CARDOS ALERTO QC>
Mato Crosso do Sul, examinanào o Projeto Para que seja endereçado expedie~~
de Le1. no 005/!lº - Vereador Jorge de Sou- Pelegada do MEC, Prof. Mariza Ser:
za Rosa - "Dispõe sobre a regularização Ferzelli, no sentido que informe à "",
de academias e 1tidad :t5: Casa Legislati: i ,<as:' e en 1 a es espor ivas". a iva, quais as provi e,•
A Comissão, após estudar atentam~nte ~ornadas no tocante aos convênios fi~:
conch_ii-se favorável ao referido Projeto' os_ com o Executivo no exe-cício de _..
• ,i±=te trff:.áii
PARECER NO 008/89
COMISSXO DE LEGISLAÇÃO, JUSTICA E REDAÇÃO
FINAL .
~ Comissão de Legislação, Justiça e Re
d':'çao _Final da Câmara Municipal de Bela
Vista; Fstado de Mato Grosso do Sul, e.xa
minando o Projeto de Lei no 004/89, de au
toria do Vereador Sydney Nunes Leite
"Disp6e sobre modificação de denomi~ação
de via pública.
A C<;>missão, após estudar atentamente ,
conclui-se F/VORÂVBL ao referido Projeto
de Lei.
----- --------------------------------
":c R o 11/89
cone=!o n LEGISLACIO TSTICA E REDACO
Fn ±>
A r.om.issão de Lcqislação, Justiça e
_ JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
(rUNDADO ~! 20 DE FEVEREI.RO DE 1972)·
~"DADOR: IVALDO PEREIRA
REDATO~ CHEFE: IVALDO PEREIRA
PRESTE: GILso SIA sANTos
REPORTAGENS: UALDIXO RODRIGUES E LUIZ E"
NUNES CORREA. -
NOT!CT AS· ABDI ••✓--,.
- • · • , AE, PLANALTO E CORRÉS?OSD:-'i--
REDAÇÃO, ADI!IS: :A <»
R
- • • • TRAÇ o E Pr..Rou- GRÃ►1co: o .,
epublic:a 56' C • , • e. • • (0
3-141o'-s< !ia Posa1 23- F;".g
de Titul ~ Prop~ia - Registro no .,..
os e Documentos ng 35.
tlu
. '
19
Falta Remédio· no Posto de
Saúde Dr Q Fiori Murano
- --- ----- ...,
sta semana, em conversa com alguns amigos do DIs
jto Nossa Senhora de Fátima, recebemos alumas re
laações ontra a falta de remédios no Posto de Sai
l Dr. Flori Murano, daquela localidade. Segundo e
les, estão fal tnndo desde os mais comuns analgésf -
os até materiais para curativos e atendimento aos
a s o s m a f s simples.Entendemo q u e a medicaçao pre-
ésa antes de prescrição médica, mas cxlstem os ca
s em que o funcionário do Posto, que no caso do
lstrlto Nossa Senhora de FntJmn trota-se ele Ulll pro
ilHslonal competente, pode receltor o medicaçiio in-
.. dlcado, o que não vem acontecendo pela [o! to total
ité mesmo de um melhora!. Temos a informaçao de que
esse ano apenas umn vez um profissional de saüde e.'!
teve naquele Posto, o que, convenhamos, é muito pou
o nr, ,
o para atender o Distrito Nossa Senhora de F.itlmo,
que conta com uma população numerosa. AIG Secreta -
ria Munlclpol de Smide, os "nuncativlanos" pedem um
e dizd thor atendimento à sua saúde.
al
d
) (
.
i,
an
.
[TE
l]o
Pre::
de !
Ç3M !
a muni·
Corri
cor.(
cajú
.. d ~-
A
Cigarre s liir
llena Sério
H,Os.
, saúrl'
aae "
Todos snhcM q~~ o fumo foi proibido por lei den
tro dos Õnlbu,: de transportes de passageiros. Acon
tece que tcis alf:Ull>S fumantes inescrupulosos que in
ilsten e poluir as narinas alheias com o seu vícto.
Esta semnnn, no linhn Ponta Porii/Bela Vista,ho
ate· rõrio das 17: 00 horas, quase que duas senhoras se
Pea no tnpa devido o cigarro. Uma delas não esta
tan.'a nem aí para o "estômago" n]hcio e insistia cm
"pitar" o seu "estoura peito". Ao ser interpelada
or uma das passagcirns .que t inha em sua companhia
, a senhorn grávida, se lintitou a retrucar e cont_!
nuou polulnd,, o ambiente. Disse à reportagem a ci
tada senhora que "o cobrador do Ôn lbus foi comuni-
'ilÍS tado do fato e não deu nem bola". Afinal de contas
t lel ou aquc la placa dentro dos carros onde está
-: • -. di d
·±.. sr!to "É PROIBIDO FUMAR" é só para stra r os
, e:lssageiros?
d""
ei"
dc°
da nossa tradicional exposição agropecurla, a EX
POIIEl., no próximo me; de Julho, proov1da pelo in
d{cato Rural de Bela Vsti
S gundo os laçadores
bclnvlstennes, "quem qui
ser lcvnr o t {tulo de no
sa cidade vul ter que ln
ar muito". Na próxima e
dtçio estaremos batendo
um papo coia um dos
populnres 1uçadores
nossn cidade. Aguar4em.
No foto oo lado, o Pa
triio cio Clube de Loco n=
la Vistn, Jos~ Lulz Lou
reiro, qu<• juntamente com
n suo cl1retorin vem a1l
zundo os trabalhos para
o ténnino da moderna e
acolhedora instalações do
clube, Ao Pntrõo José Lu
iz, Patrão Vitor Fclix Ro
jas e lnçoclores belavis=
tenses, desejamos suces
so na festa de Bela Vis
ta que se aproxima e que
rem, honrando a tradição
pre grandes laçadores.
façam o melhor que
belavistense ele ter
pude-
sem-
Expoiel Prometem oito
Acreditamos que este ano a Exposiciio Agropecuá
ria ele Bela Vista vai ser uma das mais concorri -
das dos Ültimos anos, quando deverão estar eia nos
sa cidade milhares de visitantes, expositores e par
ticipantcs da maior festa de nossa fronteira. Sin
dicato Rural de Bela Vista, Prefeitura Municipal e
derais envolvidos na promoção da EXPOBEL vim trab~
lhando cm ritmo acelerado no sentido de fazer uma
festa em Bela Vista que atinja as melhores expec
ta t ivos. Pelas pessoas envol v ldas na organização de
nossa EXPOBEL acreditamos no seu pleno sucesso.
ara Ciiale l Mela Vista
'
BRIGAS , ÂGRESSÕES AO ÁRBITRO E MUITA "BAGU);ÇA" !
Festas Juninas_
ae
co.
rafs bonf
na a Escola
da" é Eco a
anças das boas G!!
Oiscoteques no Grêmio
em Clima de Namoro
lfo sC"xtn feira pp. o Escola Dr . .lo:,quir.i :'urti
nho promoveu no Grêmlo Pcrlro Rufino a "cllRCOtt'quP
dos Namorados". •:n oportunidade o clube esteve to
mado por gatinhas e 1atões, todos procurando Coe
que não tinhnm, é claro) um(u) pnrceJro(a) pn10
dar(ou ganhar) presente :10 dia l2. OH que tinham
(ou arrumaram) só reclamavam das luzes(estava mui
to claro), eles queriam mesmo o cscurinho do cin~
ma!!
NO SÁBADO AS LUZES FORAM APAGADAS! !
E a moçada pulou e dançou até a r.10clrugndn. Des
sa vez não reclamaram, cava do jeito que eles gos
tam. E os diretores avisaran· "o escurinho vai CO!:_
tinuar, mas o pessoal teia que se comportar". Está
certo chefia, m7as te7os certeza que eles vão se
comportar sim, afinal de contas quem náo gosta de
um escurinho para dançar?
COMO XÀO SE conEXTA A GREGOS E TRO!A);OS ....
Teve uns que ~o sábado também reclamaram, des
ta vez do escurinho. Segundo eles, "não enxergo n~
da aqui, como vou arrumar uma gata? Ou tava cego
(não era tio escuro assim) ou era dcculpa por não
conseguir uma gatinha. '.-las denos a sugestão: "Fl
ca na portaria (é claro), quando passar uma voce
pula ant-,s de chcpar no escur1nho"!!
BRINCADEIRAS A PARTE, VA.V.OS AO Ql'E l!TERESSA! !
O final de semana esteve movimentado em nossa
cidade, festas caipiras, dlscoteques nos dois cl~
bes, desfile de moda no Paraguay, enfim, o bela
vistcnse, pelo menos nesses Ültimos dias, nao po
de dlzer que a nossa cidade está parada.
"O duro ê ver as minhas lágr lmas escorrerem
Por eu nà ter vencido, mas o pior de tudo, é
l !:linha vergon.,a por eu nao ter lutado"!!
Clubes de Laço se Prepa
rando para Julho
Cl Os Clubes de Laço de Rela Vista, São Geraldo e
ube de Laço Bela·Vista, estão em 'ranco prepara-
Ivo A V. e
para a grande Festa do Laço se a sta qu
stará acontecendo simultaneamente coma realização
l
Quem foi ao Estádio Municipal Octávio Fontourà
na Ültima rodada de classificação da Taça Cidade de 1
Bela vista, pode assistir ao incidente nojento,ba_!
xo e inescrupuloso acontecidos quando a equipe da,
Baixada Fluminense enfrentava o Clube Atlético !'ia~ 1
tico. Naquela oportunidade o árbitro da partida, /
Mauro, foi simplesmente agredido por alguns atle - •·
tas da Baixada Fluminense que, ao se verem comple- •• ,
tamente envolvidos pelo clube Atlético Nautico,pe!
dendo a partida e sem as mínimas perspectivas de u-['
ma reação, resolveram apelar para a violência, co- 1
mo se tal atitude resolvesse alguma coisa. O pior
é que até mesmo um diretor do clube andou dizendo
pela cidade que "se estivesse lá ajudava a bater".
O que é isso, o futebol deve ser, acima de tudo
um esporte. E esporte quer dizer lazer, diversão,
aperfeiçoamento físico e espiritual. Atitudes como
essas proporcionam um momento muito feio para o es
porte belavistense. Hoje já não se lembram mais que
na partida decisiva do Belavistio/88, entre a Bai-
• xada Fluminense e o Grêmio Esportivo União, o mes-
mo árbit-ro deixou de marcar um penalty muito claro
contra a Baixada (não viu), o que poderia ter dado ou '
tro rumo à aquela decisão, já que com a conver =-~~-C f_i_l __ f f ....;.. i ..:::,
- d - - . orno o oe otogra 1co esta nu to caro,estive-
sgo o penalty
O
Gremio seria o campeao. Hoje, por mos nas festas uninas observando os casais de dan
nao conseguirem vencer o Nautico, o arbitro apa - . J
nha. Sem comentários!! Nos reservamos o direito de çarinos das musicas caipiras e apelamos para a ca
criticarmos tais atitudes, pois quando da conquis- netinha. Vejam so
O que saiu.
±e±E:E.±E±± ALMOÇO NO GREMI
a Baixada Fluminense e sua diretoria. Hoje, quando • • ·
:rs±: " -
te belavistense, não podemos aceitar que tais ati=
tudes anti-desportivas venham levar por água abai
xo todo um trabalho de abenegados esportistas bela
vis tenses.
.. Grêmio União é Campeãó-.
Neste domingo, dia li, a equipe do Grêmio Espor
tivo União sagrou-se campeão da H! TAÇA CIDADE DE
EELA VISTA ao derrotar o Clube Atlético Nautico p~
lo placar de três(03) gols a um(Ol).
O resultodo final da competição ficou assin· lQ
Lugar: GREMIO ESPORTIVO UNIÃO; 22 Lugar: CLUBE A
TLETICO NAUTICO; 3g Lugar: ASSOCIAÇÃO ATIÉTICA BAN
CO DO BRASIL; 4g Lugar: BAIXADA FLUMINENSE.
Aos canpeoes e a diretoria do GREMIO ESPORTIVO
UNIÃO nossos parabéns pelo título.
O Grêmio dos Sub-Tenentes e Sargentos Pedro Ru
fino está oferecendo a toda a socledodc belavis =
tense, aos doru.ngos, alnoço com cardápio variado,
desde a tradicional feijoada, frangos, comida ca
seira, etc. Aceita-se também encomendas de almoço
para festas , tanto no clube coo fora. Os inte
ressados é só entrar em contato con o clube, fa
lar com as senhoras Irone, Maria da Penha ou Mer
cedez, que são as componentes do Departamento Fe
o.inino do clube e encarregadas da área. Falei!!
A,BB PROMOVE TORNEIO DE SENIOR E FESTA CAI.PIRA!
E.~ homengaem ao saudoso Luiz Carlos Nazareth ,
que foi serente em Bela Vista e Superintendente do
Banco cio Brasil no Estado, a As~ociação Atlitica.
Banco do Brasil de nossa cidade está promovendo a
3 COPA SOÇAITE DE SENIOR(nais de 30 anos) contan
do coo a participação de vã rias equipes. No dia 02
de julho a MBB_promov.e a sua festa junina, na o
porunidade serão sorteados vários prêmios. Bay!!
I A
COM MUITO • BRILHA TISMO, f OI Z
F SEMINÁRIO DE INF ORMIÇ- O ·Rolá li
o
No dfa 4 de Junho, domingo em sua ede, o Rota
ry Club de tela Vista promoveu o [2 Ser/lnárlo de
Informação Kotir la, sob Coordenação de Ivaldo Pe
relr e Supervtão Geral de Eduardo 0cárlz, Prei
dente do rluh. ) Semfnirfo abrangeu diversas pules
1r,l/ n r,•qpi•I o ,lo Rotary, wua filosofia, obfeti -
vos e estrutura func lona l.
A nhoru,rn foi g 09 horas, com o Presidente -
nldnndo ori tr11b11lho•, " falando do fJi)lnlflcndo da
que la reunfio, "um/1 J.nlclotivu vJ,rnndo c1prit:1ornr
on conlwcirll'nLos do Hotnry e fortalecer o compn-
nh<' lrl omo". '
Iv,,tdo Pcrelr11 nbrlu o cl.cló de pnlestrnn com o
te11111 "l'ilor.of ln do HoLary"; Sidney Nunes Leite, "Fo
cotizando Rotnry'', Luiz Cariou Ruhnl, "Serviços ln
tcrnoa", Eduardo 0curiz, "Servlçofl Tnternacio:
nois"; Jva11 Mnrques, "Scrvlçon it Comunl.dode"; Vll
son Berte 111, "Serviços Pro[ iuslonais"; Fernando
de Freitnu EI inH, "Fundnçiio Rotár la" e Geraldo !loc
cln, "At lvldudeA Pró .Juventude". -
No final do Seminirio, Carlos Alberto 0cáriz, o
voliou os trnbalhos, afirmando que "foi um dos me:
lhores acontecimentos do lotnry nos ,iltimos nove
anos".
Presenças
Fora~ registradas as presenças dos seguintes ro
tarianos e esposas:
Eduardo 0cáriz e Ana Maria;
Gobino Loureiro Gabinio;
Simon Echevcrrio;
Uaroldo Braga Cavalheiro;
Miguel Brandão Delvalle e Heith;
Ivoldo Pereira e Hario Estela;
Carlos Alberto Ocáriz;
Sidney Nunes Leite;
Gerardo Boccia e Dorinha;
Fernando de Freitas Elias;
Luiz Carlos Rahol e Maruce;
Ivan Hnrques e Graça;
Vilson Bertelli e senhora;
Suleiman Tebicherane;
Estavan Bozzano e Nida.
O Presidente Eduardo, após n reuni;o, sorteou
brindes aos rotnrianos que tiveram frequência 1007.,
e entregues, pelo Coordenador, "Diplomas de Parti
cipaçno".
Palestras
t
SERVIÇOS À cmruNIDADE
Ilhe de dólares asto atualmente para mi rar
o sofrimento dos mais carentes, Senti o or ,Jt,,:,
em contribulr, com nossnts cotas, para a Funda
ciio Rot,irto. Apln11dlc!o.
O companheiro Ber -
telli, com sua cultura
brilhante orador, conse
guiu sintetizar, com pou
cas palavras, o reol sig
nificado da ÉTICA nas re
lações humanas, sobretudo
no trabalho. Falou de ex
periência de sua juventu
de, quando conheceu o pen
sarnento de Gandi. E disse
quc_a ética e a busca da
verdade são objetivos per
menentcs do homen que PEN
SA. Foi brilhante. Fa
lou sobre SERVIÇOS PRO
FISSIONAIS.
lJ0CCIA f. ESPOSA.
Com o seu entnslnsno o vibração, Gernrdo falou
.: respeito de "Atividade, Pró .Juventude", discar -
r~ndo sobre a crlnção do· intcrecat e Rotaracts, fa
lando dos jovens e do mu,,do de hoje, dn ncccssid.~=
de de entendimento e compreensão. Lc!'lhrou tn:::bén
que o Rotary deve continunr a sua luta pnra escla
recer os jovens a respeito do uso de drogas. Tra
çou um paralelo do jovem do futuro e do joven de
hoje, afirmando que o Rotary pode e deve ser un
dos caminhos para a formação de um mundo melhor.
Foi o tema do Ivan,con
ouitu segurança e com A
quela verve que lhe é pe-
1
culinr, enumerou ns obras
do Rotary no i:.undo, de
suas ioplicaçÕes coo a Co
ounidadc e do Campanha PÕ
lio Plus, vacinação con -
tra o FOLIO, canpanha que
o Rotary está er:ipenhado l
há vários anos, buscando , i
erradicar a o1tete1ire. ln!! Cl
Discorreu sobre os traba- IVAN.DA 0STA MARQUES.
lhps do Rotary e Bela Vista, de sua luta cocunitá
ria, da campanha contra o uso de drog:is (ProjctÕ
Esperanço) e de outras iniciativas, seja do Clube
ou de rotarianos individuol.nente. Mereceu elogios.
DR. FERNANDO DE FREITAS ELIAS
Seu tema foi a Funda
ção Rotária e disse es
tar cada vez mais apaixo
nado pela filosofia dÕ
Rotary. Conhecendo o Fun
dação Rotário e suas 0::
bras no oundo,entendecos
o por quê do Rotary ser o
que é. Também lembrou
das diversas campanhas,a
nível :::u=dial, dcsenvol
vldnc pelo Rotary. são
Almoço
Após as palestras e congraçamcnto, todos os ro
tarianos cm companhia de suas esposos e filhos,par
ticiparam de um almoço, foto este (dominueira) a
provado e que se repetir~ mais vezes.
Resumindo, foi um domingo diferente para os ro
tarianos, que renovaram suas forças e ideal rotá
rio.
O Rotary Clube começa
básicamente através da A
venida de Serviços Inter
nos.
O ano Rotário' começa
cn lQ de Julho.
DIRETOR DE SERVIÇOS IN
TERNOS:
Esta é a maior Conis
são do Rotary são 11 (on
ze) sub-comissões Frequên
cio, Classificação, Revis
tas, Adcissão, Relação p~
blica Informação Rotári:i~
Boletim, Companheirismo ,
Desenvolvimento do quadro
social, Programa, Diretor
de Protocolo, outras (se
necessário).
O Conselho Diretor do
. Clube é fo=ado por:
?resicente - Vice-Presidente - Secretjrio - Tesou-
re'- ·etor-Protocolo.
e universo de Rotary Clube Internacio _
nal, nasceu dos fundadores SILVESTER SCHIELE (
c i t d . - - nego
.in e e corvao) PAUL HARRIS (advogado) HlR/X SFO
REY-: (alfaiate), CUS LOCHR (engenheiro de -' • ·
çao). ,Cl..l.nera-
LUIZ CARLOS
A 1g reuni;o do Rotary foL realizada em 23
Fevereiro de 1905 as quatro categorias de
sao: •
de
sócio
Sócio Representativo (incluindo sócio represen
tativo adicional).
s- Sócio Ve:erano, Sócio por serviços anteriores ,
ocio honorario somente os Sócios representativos
podem ocupar uma classificação.
Os Scios Veteranos e os sócios por serviços an
teriores ja ocuparam classificação, porém nao as 0
cupac mais.
E se tornando Sócio Veterano ou por servicos
~:~eriores, eles permitec que suas classificações
Jam er:iprestadas a novos sócios ,contribuindo desta
fora para o crescimento do seu Rotary Clube •
Socio Honorário é um indivíduo que reside.oure
sidiu dentro dos licJtes territorJais do Clube
se _tenha distinguido por serviços ~erJtÓrios e:
pri~~ da divulgação dos ideais rotários naquel•
g na ou CM l a re-
El --· qua quer outra parte.
d e nao tem direito a voto, não paga taxas e só
~o e participar das reuniões do Clube pelo qual
.oi eleito.
O quadro social do Rotary 1 b i • eng o a nueras cren
vir.
DesenvolvI
t' de respon
malar e contci
cess ldadi- dt' "l
ro de vJcl,1 1k ,.
Após a apresentação um futuro sócio, el
ve passar por todas as colssóes necessarias,
ra avalfaçio do meimo, em seguida duve-se o
var or- S (e inco) r qui, 1 tos h,Íli1Co'1 par , 1
siio "º ilot1r> C:lube.
Seu caráter e reputação sio frrepreenslvela
A reputação de sua empresa é exemplar.
Está ele Lncl{nado a servir?
Pode fazer face às obrigações financeiras
um sóc!o do Rotary?
Pode participar regularmente das reuntes,
sembléfas e conferPncin,?
No sentido mais a .p1o, a !nformnçiio rotãrJ,
o conhecimento e a apreciação do cc.p!rito do
~ento rot,Írio.
f esta sub-comissão que deve levar ao conhec!-
mente do Cluhbe " princlpalr:iente :ioii novos a!:.
formação como ex:
Quem é o Presidente, Covernador, coo nic!oJ
Rotary, sna fln:ilidade.
Ur prorara rotário deve promover algum ase
to do ideal de ~ervlr, conforme
t ivo Je Rot,1ry.
A comissão de programas deve exercer a fui
de coordenador d, reunl;o promovendo inclusive·
lestras, con pessoas que falam sobre assunto
interesse dos cor:ipanhelros e da cor:Junidadc.
PARA Qt;E A REC:'1ÃO TOR:;r.-SE '!AIS AGRADÁVEL ACG1-
LlA-SE Ql:ALQ1'ER C0~'.i'A'.HEIR0 A FALAR SOBRE SE~'.'"
I , 1 .
adro s
e fo da c
ue é a apólt
BALH0 E SEU "IIOBBY".
A frequência é um dev~r.
U Governador do Distrito no Japão,
se profundamente eo carta à Secretaria
Internacional, porque a frequência dos
sua area caira abaixo de 957..
Um fazendeiro no Uruguai dirigia pontualct~:i
seu trator a ais de 30 KilÕcetros para coza:
ceras reunioes do seu Clube. •
. Na Austrã~ia é cooum que um hoceo dirija
Km ~ara recuperar a falta a uma reunião.
fatos como estes que sentir::os O valor de ::o
tos rotarianos a frequência do Clube.
Penalidades para pouca frequência pode:> ser!:
veras.
Se um sócio falta a quatro (4) reuniões seg;::·
das, ou se nu seestre rotário não co:parece
pelo menos 307 das reunioes em seu próprio C['.:•
ou não tem { i
Í
O m n mo de frequência de presença•-
seu t tulo de sóci • ,,.
do ( 0 sera automaticamente ca~ce~
justificativa).
O cocpanheirismo é a força vital
A exem 1 1 b •
d _ P O em ramos quando PAUL HARRIS cJ:C-,
ou, tres- (3) aci _ ~
Rotary aos 2
3
,'os para a primeira reuniao ..
nentes da 'e fevereiro de 1905 u dos cc-?
nhei i quela reuniao foi a amizade - ou co::r·
- dr soo, tem sido a principal força de ct:
çao o Rotary. r •
O grau de co h • t;?
::1Uito da atitud cp:n e irismo - e::, um Clu:,e de?,....
Com e os seus soe ios. •
o ponto de partid 1 - • • d
desecbora,; d a e es sao sociave1s
a os, para co - .~
dos eo sua , versar, estão itere
counidade e n -
O co::,panheirismo d em suas oc.upaçoes. ,!:,
vras do fund d po e ser resumido nas , <
ator PAUL HARR "2
panheirismo é • • ''-"' IS, que escreveu
maravilhosi 1l q.E:s
vida, irradia
1
.
0
, umina os ca --
0s jorn::1is ª egr1.a e tem un alto valor".
Bolei.'Sepre desperta curiosidade.
Um b 1 •. -
0
Jornal do Clube .,
. o.eti public d • - ,,.
sario para u:n Cl b ª
0
regulamente é tao '.t•;
c.ozunidade. u e quanto un jornal ã para
Relações Públicas·
O elo entre o Club
O Rotariano e e a comunidade. ,.,
i
• participa d - -·•··
r a e tanbê traz i 'a organização c-
Co::ioanheiro formaçao para O Clube, •
• a col - •
lapela regulan:t ocaçao do distintivo e::.:
de trasa1i, "Fe, principalmente e ses "
- de .xa cl - - '
voce pertence e • aro a nossa organiznçl'
Companheir orgulha-se dela
• 'os te;h, • '
Pouco de Rota-, """ a certeza de uma coisa,'ª,:
re eshez-1]; cada ata. cada ±sr·?
servir é ut, ! que realente viver o ide°
onito.
desculr
do Rcta:
Clubes I•
ROTARY UMA
Fi.OS0FÃ' vi}
o que ns ip, "osaeruz, cHrtsta ser";
F'a onde quer que nos ec' ,.
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COM MUITO BRIL li O, f OI RE LIZ DO
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onde quer que trabalhemos é fazer bem aquilo que
i foi solicitado e cumprlr nossa tarefa da me
i•or rn11nelru poi,sfvc•l, de- ncordo co:n 11011•,.,, co111 ,-p
nossos princIpfos e respeito pela humanfda -
Procure o lado hum d,
rodnn nn col&HH e louve
publfcamente o que desco
l>rtr. Não rl.'pnr,• no cnni
ter mutável do E' exteri
or, man procure deHcohrJr
o rc-nl FlJ Jnu•rlor.
Mas, o que tem haver o
Rotary cnm estas dlvnga -
coes fIlosó lcas?
O Rotary envida seu
,sfor os pura apcr(cJçour o indivíduo e, dessa ma
nelrw, hnbllitn-lo n encontrar a sua po,;ição na co
unidade e a SERVIR dentro dela; a fazer com que
ele cncore sua cidudania cm relaçiio ao mundo; à Na
ciio e à comunidade; e 11 valer-se de seu negócio o~
profissiio como u:n meio de SERVIR.
Fundamentalmente, o Rotary e uma concepção de
vida que se propõe solucionar o eterno conflito en
trc o desejo de lucro pessoal e o dever e conse
quente empenho de nuxilinr o próximo. É esta uma
conccp,iio que promove o ideal de servir - "DAR DE
Si A!iTES DE PENSAR EM SI - e que se baseia no prin
dpio ético seguinte: Mnls se benc(ici11 quem me
lhor serve".
Se o ROTARY é uma filosofia de vida, é também
uc,n nanelra eficaz de se atuar visando melhorar o
cundo, porque aquele que serve precisa AGIR, o Ro
tary não é apenas uma at ltutlc mental,nem a concep
ção de Rotary uma concepção puramente subjetiva; e
o rotariano individualmente, bem corno o Rotarv
Club devem pôr em práticn a ARTE DE SERVIR. •
O hornc,n continua "argila" e vai se moldando no
decorrer dos séculos.
Estamos às portas do III? MIIênio, a
ACO!ifECE QUE O HOTARY
IJ~!, F I LOSOFl A DE V ll)A.
ciência
avançou, em todos os setores, mas, ainda, o homem
pemanece um "desconhecido".
E, no Rotary, meus companheiros, estamos viven
do a caravilhosa aventura de construir o homem e
o i:iundo.
Observe a seu redor, nas reuniões, veja o quan
to os seus companheiros estão crescendo, como cida
dãos, pessoas humanas. E a ''argila" vai se molda
do.
Sabemos que hâ vár los caminhos para o homet:1 se
~tegrar ao cósmico, ou seja, uma ligaç;o maior
co a Divindade, com Deus, Ser Supremo, Luz, Fon
e, seja qual for O Nome, o homem BUSCA essa liga
tao,
A prova QUÁDRUPLA encarna bem a filosofia de Ro
tary, em sua simplicidade, reúne a essência dos en
Sinaoentos maiores de Rotary.
Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos.
1) É A VERDADE?
2) É JUSTO para todos os interessados?
3) CRIAR,l BOA VONTADE melhores amizades?
4) Será BENÉFICO para todos os interessados?
l;::, verdadeiro guia de Relações PÜblicas. Mais a
inda, síntese perfeita para um entendimento entre
s hoens.
SERVIR
hmos exemplos marcantes na hi.tÓria da hu:nanida
de de pessoas que fizeram do SERVIR um ato de fé.
- CANDI - sua teoria do ahinsa;
- JESUS
- SAB1N
- BL1)A
- SÓCRATES
-. exemplos ocultos de mestres que serviram e
l°'""' a humanidade.
homec está cansado.
Temos visto tantas e tantas injustiças, há gen
te correndo de fome, outros de frio, de sede; con
Vivei:os coo grandes fortunas, e a nosso larlo íamí
!.i«s, cri,::1-nças, não sabem se vão ter o que comer
Ro dia seguinte.
Revoluç;es, guerras, desuniões. Justos pagando
Pr pecadores. Usa-se de tudo para iludir o homem,
•te algucas religiões. O homem jâ não olha para o
Alto, para us estrelas. E lá está o caminho.
Políticas e discursos. Discursos e políticas.
E.stâ fnltando no nundo, entre nós, uma PONTE
Ponte do entendimento, e ROTARY é isto, uma PO!iTE,
~esde que os rotarianos vivam o Rotary com intensi
ade, -
Se ismos de qualquer esoécies, comunismo, copi
t■lisoo, socialismo, nazism~, e outros isr::os. Oh~
e está cansado de rótulos.
ão, não defendemos os ricos e muito menos os
Pobres d • 1 '
0
~
00
• • enten mos que o que inporta e a prosper_-
a.Para todos. Melhor qualidade de vida, padrao
~~ de r::oradia, soude, cst'udos, prosperidades.
, ao s=.os contra. a riquezn nem co. : 1 11 pobre
"' em lugar algum est:i escrito que o homem deve
er míserivel. O0 que falta é conuci@nela, de ns,to
do, para sairmo da arca do ego[ o e abrir s o
braços para os que nos cerca. ISTO f ROTARY, Voce
cresce, e com a ua capacidade, carrega outros co
você. E a espiral da evolução.
O!har com os olhos radiant
que outras pessoas comungam
Ili!,,
E o Rotary pode encarnar tudo Isto. Hoje, aqui ,
am.111h:i nl!, dPpoli, aco],i, e a rod.J vai i,In1r.do, c>.
pul ando de nossas mentens o nefasto pensamento do
EU, apenas eu, e vivermos o Nós, sempre em ecala
maior.
Poderemos ser o arco Irf depois da tormenta. Já
estamos penetrando no mundo comunista, que se abre
para a liberdade, pois não se admite ROTARY em LI-
llt.HllADL e a l Ih rdadc do Hotnry ,; ninônimo de cres-
cimento.
Entre nós há homens de todas as tendêncins, reli
losas e polltfcas, cada um de nós procura compre
ender o companheiro, act•lt;Í-lo e viver a filosofia
do ~otary :19111 no <'lube, em casn, no trabalho,viven
clar essa filosofia no seu bairro, na sua cldade,vã'
mos criando um mundo melhor. O que i preciso,~ aceT
tara liberdade de cudn um como condição para n 11=
berdode de todos.
Temos assistido ocontecfmentos paradoxais nos ~l
timos tempos, e o rotariano não deve nunca abdicar
do companheirismo como fator de fortalecimento do
grupo, do Hotary.
Companheirismo é a mola mestra para alicerçar o
nosso clube.
Chego a ser-até radical, depois de tentar todas
as altern11llvas, se algum companheiro nio se afinar
com o grupo, então seu corte será necessário para o
fortalecimento do Rotary; e 11 busca de novos compa
nheiros mais necessjrio ainda. Não se pode brincar
com o Rotary e seus ideais, pois assim o fazendo es
taremos ofendendo companheiros que realmente pensa;
e vivem o Rotnry com intensidade.
E no Rotary ninguém é mais do que ninguém, todos
são necessários, e para fechar estas nossas pala -
vras,.r<!petirei um texto de Martin Luther King aque
lc grande líder negro dos Estados Unidos.
A QUE sm1os Cll,,'!ADOS?
Deus deu a cada ser humano, normalmente consti -
tufdo, certas possibilidades de realizar qualquer
coisa em sua vida. Logicamente, alguns foram melhor
aquinhoados que outros, mas Deus n3o deixou ninguém
sem talento. Cada um de nós traz em si,guardadas no
mais Íntimo, (orças criadoras. E nós temos o dever
de descobri-las e utilizá-las.
Quando alguém descobriu porque foi criado, deve
fazer todo o possível para realizar ao máximo o pla
no do Criador, segundo suas prõprias possibilidades.
Se a tua missão for a de varredor de rua, deves
varrer as ruas com o mesmo espírito que Miguel Ãnge
lo pintou suas telas, com que Beethoven compôs s~ai
sinfonias, com que Shakespeare escreveu dramas. De
ves varrer a rua de tal maneira, com tal perfeição,
que cada passante possa dizer: "aqui trabalhou um
varredor esforçado; cumpriu muito bem o seu dever"!
E um pouco isso que disse o poeta Douglas Mal
lock, quando escreveu: "Se não poàes ser uma árvore
sobre a colina, sejas um graveto no vale; mas sejas
o melhor graveto, nas léguas em derredor. Se não po
des ser uma estrada, sejas uma vereda; se não podes
ser o sol, sejas uma estrela".
O valor não se mede pelas dimensões.
Sejas o que fores, mas sejas isto profundamen -
te.·
A parte do Objetivo do Rota
ry, que trata dos Serviços rn=
ternacionais declara: "Estimu
lar e promover o progresso da
compreensão internacional, boa
vontade e paz através de una a
mieade mundial de profissionais
e hocens de negócios,unidos nu~
::,esmo ideal de servir".
A "LlTER,TURA.,BÁSlCA DE ROTA
RY" detalha os emp:-eendir.ientos
dos Serviços 1nternncio:rnis , se
us principios, seu crescimento e objetivos, envol =
vendo a participação de rotarianos de todas as par
tes do mundo no socorro as comunidades quando so
frc~ cnlamid~des e info,tunios, nos programas de au
x{lio_aos refugiados, de imunização e assa, de •
ducaca~ e de _nutriçao, e no apoio aos prograzas da
FJndnçao Rot~rin que, desde 1947, já doou acima de
USS 100 ilhoes em bolsas internacionais de estudos
e cm outros investimentos visando a compreensão uh
1
beleceu por toda
esclareid
cont Itur c
remedíav
lavam a
agir, to
uerra.
À medida que o Rot ry cresceu, logo -
dente que seu dose! tento e qualqu
pcr:dia c1,, u 1 h í ,1 encl 11 con !!ç
9 pelos Direitos H "onde a IL±. a
tiça, verdade, hom de palavra mp e
respeito pelos direito. ano não existem, Rota
ry não pode sobreviver nem prevalecere tuas f-
défas" Esta é a resolução acerca do "RESPEITO PE
LOS IHREITOS HUMANOS" aprovada por Rotary em su
convenção de 1.940, realizada em Havana, Cuba.
Em 192, durante a Segunda Guerra Mundial, uma
conferência do Rotary onde compareceram vir1os mL
nistros da educação e importantes observadores pa
ra considerarem maneiras de promover o fntorca •
bio cultural e ~c!uc,Jcional. ln•pJro•1 n criação d,1
Organização das Nações Ln!das para Educação, CA@n
c1as e Cultura (UNESCO). No preâmbulo dessa Orga
nizoçio existe ur.i desafio de paz aos homens de to
das as partes do mundo: "Como as guerras começam
nas mentes dos honens, será também nas mentes dos
horcens que as defesas da p:tz deve:n ser construí -
das".
Na primavera de 1.945, un grupo de representan
res do governo e conselheiros reuniram-se em São
Francisco, Califórnia, E.U.A., onde 46 nações ado
taram a célebre carta das Nações Unidas. Dentro
deste grupo, ·acuando como dele~ados, conselheiros
ou consultores, estavam 49 rcLarianos incluindo o
Ex-Vice-Presidente do Rotary lnternational Carlos
Romulo, que posterior:?>ente, e= 1949, tornou-se
Presidente da ,ssembléia Ger.,l d;as 'açÕep Unidas.
Um dos passos mais eficientes que o rotariano
individualmente pede dar para colaborar com o ob
jetivo dos Serviços Internacionais do Hotary é a
poiar ativamente o seu clube. A oportunidade de
servir a nível internacional está aí, e as ferra
mentas necessárias est3o disponíveis. É só o rota
riano comproceter o seu tepo e energia para fa=
zer co:n que funcionec os prograc:as dos Serviços
Internacionais.
Os serviços à Comunidade Mundial, o apoio • a
Fundação Rotária, o patrocínio ao intercâmbio de
Jovens, são talvez os três meios mais eficientes
e importantes através dos quais os Rotarv Clubs
se engajam nos serviços internacionais. Ó grau de
efi~iencia de qualquer Rotary Club neste sentido
depende da dedicação de sua comissão de serviços
internacionais. Para começar, o Diretor resoonsá
vel pelas atividades dos Serviço·s Internaci~:1ais
nomeia companheiros para trabalhare:: nessas três
áreas. Dependendo do tamanho do clubbe a tarefa
é executnda por suhcomissÕes ou por só~ios indivi
dualmente.
MES DA COMPREENSÃO UNIAL
Anualmente no calendário do Rotary é· dedicado
a um período especial para dar ênfase à icportân
cia dos Serviços Internacionais e suas metas, na
promoç3o da co:nprecnsão, boa vontade e paz mun
dial. É em fevereiro que se co::ecora o "Gs da
Compreensão ~undial'' celebrando o nascimento do
Rotary que ocorreu em 23 de Fev~reiro de 1.905.Du
rance esse mês, todos os Rotary Clubs são estimu
lados a apresentar projetos e atividades voltadas
especialnente à promoç3o da cor.ipreensão e boa von
tade mundial. O Conselho Diretor do R.I. decidiu
que o dia 23 de Fevereiro será comemorado anual -
mente como "O DIA DA CO~!PREE'.IISÃO ,fUXDIAL E DA PAZ.
SERVIÇOS À CO~lfüIDADE .!m.1)IAL
_ Uc ele:nento básico dos Serviços Internacionais
sao os Serviços à Comunidade Mundial. Esse progra
ma oferece a um Rotary Club, que enfrenta um pro -
blema local rima de seus prÕprios recursos,u e-
10 de conseguir o auxílio de Rocary Clubs do exte
rior • Os Serviços à Co::iunidade ~[undial co::ieçara::,
0
ficialente e 1.962, coo o objetivo de ::ielhorar ã"
educaçao, a produção_ de alimentos, n saüde e os
,serviços sociais, fazendo assim um verdadeiro ser
viço co~unitário no exterior.
Fl,;'.l)AÇÃO !WTÁ.'>llA
Através dos programas da Fundação Rotária,
0
~.I. envia anualoente ao estrangeiro maior nunero
de pessoas para esc-udar do que ,virtuabence qual
quer outra organização.
A cada ano, o R. I. oferece a mais de mil jo,·ens
de abos os sexos a oportunidade de viajarem e re
cebere treinamento educacional ou prof{se ,
· -sona
CONTTXUA :0:A P,GlNA _ 06.
O Objetivo do Rotary nos
Serviços Internacionais
comi a ator parte das despe as paa, em paf tens fo
ra de seu próprfos, Estudante graduado e pré
graduados, fornalftas, professores de excepcfona
Ls, técnicos e outros Jovens de ambos ol e.os e-
tuda por períodos varlávefs no estrangeiro atra
vês da Fundação Rotárla, uma orantzaçio criada pa
ra custear projetos de natureza educacional, car!
lutJv,1 011 rtlnntr,iplcn. A runcl1 ciio é ma11tlda pela<;
lt11irrlbulçÕ011 volunuírl11s de rotnrlnnoa e n:io rota
ri mon do mundo lnu•lro.
Apesar de seu modesto prtne[plo, Fundação Rocii
r 1,, t,1111011-11c um !l t11m1té. No ln (e lo dn décndn de
l.980, eln havia outorgado mais de US$ 100 ml
lhÕ,•u, pnrn mlllH ,le 20.000 hcncflcl1irlou cm nprox!
m. damente 110 pnlacH, Somente entre J ,980 e 1.982,
afs de US$ 30 mf1hõen foram npllcndon cm fnvor de
J.000 cnnd11lntos cutd,tdosnml'ttte ucleclonndos.
O PROGRMl1 S/ IJE, FmlE E lllJHANIOAIJI: (3 - li).
Por que é que as pessoas nos países pobres nio
pnrnm dc ter tantos fllhou7 A 1inlcn ,ioluçiio pnrn o
µroblc1.1o1 dn tome é o controle du natu11dadc. / mu
lher poderio ser umn cidudii de qualquer nação ln -
dustrtnllzncln do mundo. On pensamentos dela siio os
pensamentos de multas. O argumento~ persuasivo
mns contêm uma falhu cr1tlcn-lgnora a conexao para
doxal entre u fome e o aumento populacional d~
mundo.
A Autoridade
No .. pises latino-americanos enfrenta
mos hoje, de um ladc, um grave crise de
autoridade, NOssos overnos vivem a perma
n,::ntc tentação eh· pcuco respeito pelos di
reitcs dos cid:dos, d um modo especial ,
p~los m&IH hure!ldts. De oetro, surrem for
mas popularistas dc democracia que nc
vndo a srio os vvrc!aclciros p,'oblemns, T
ludem o povo habilmente com promessas f4
ceis. Os ge-vLrnos autoritarios apoiam- se
n:-: experiência de al>usos da libcrd:-:dc: e d;•
desorganizaçie anárquica. Oscilamos as
sim, entre a nnnr~quia e n diladurn.
O velho problena da autoridade é seu
ccnflito ir.evitável com a libcrdodE. Como
cnciliar valores ir.clivlcluais e scciois
dn pessena? Embcra, na historia, ainda nao
se tLnha tltmonstrado que o democracia sL
Ja a mc·lho1· fcrm.:, de gcvtorno crr. ~odas at,
situaç;cs, ela é hoje intgavclm('nte .· u□a
a~piraçiio universal. Na& ncss&s dEmocra -
ciRE, e~ geral, s;o .mrdlocrcs e formais.
Por 1sso_fevorecem, como ruaçio, rtgi
m:cs autorita rios pc is pr·ocur;:,m impor, só
aoar~ntemrntc, a iguc.ldade.Para mudar tal
s1tuaçiio nijo b~sta mudar de partidos de
nomes, mas é preciso que também ncssc pc
vc mude profundamente sua m~ntalidodc e
ccndula. A democracia só podf furcionar
onde o povo luta n~c só por seus direitos
ms onde todos também cumpram e faç.:•m cum
prir os deveres em respeito mutuo.
autoridsde é a forçn mor:11 e f.Í.sic.:,
que irpoe direitos e obrigações er;tre
os homens. De modo geral é a capacidade
de imror e influir noutros, graças a ccr-
,, :·q,l·rioridc.dc pc,r eles reconhcciclas.Po
de distinguir-se autoridade puré.Jllentc mo:
rl, que se impõe pelo prestigio ou pela
d:gnidode da pessoa. Esta nio deveria fal
trr hunco aos governantes e hcmens pÚbli:
cos. Infelismente continua havendo outori
andes qt.:e impõem simplesnte pela toro
lsso provoca uma reação de rel .dia a anar
qui:;mo.
-· prblema do fundamento da autoriCé:de é
V1..lho n~. historia da- filosofia. Há . . .
. - ' • • res pnnc1pã1s
pcs tçoes a respeito: a)• a na tu reza, segurd ual
deve ~ ... .::;nec1;:r a ai..:toridi.rle e o gcve: - _
0
a q
res( P .. . mno aos melho
.' :, • r .ata Aristoteles '; b) a d.l.vindõ.dc(Tcmás dê
quino e outros); c) o consenso daqueles scbre os
quais e exerc1d-(C1çero e nuitos mode ) •
6 a0tortas é ±rorante e1e,"" ,,,
-. + iO Cai/jo
hUlT.-"10, pois- assegu,-- U."' id·de - '
• !" ' ,, e ccesao a socied'-'clE:
Seu de_ocntor d.:ve fa::.er s-;a superiorioade em f~r
dqels que ele lhe subo!'."Cl.ina. O e>..erc.Í.cio dó.
aitorid.éi.ce e UJ:! servi-ço e se desvirtua quando usa
da para interesse egoísta({pessoal e/ou de grupo)
ou q1,:..i·x:o _pretende ·ex 1""'--'JJCló.!' de seu âr.bito, r:;ns
r.. .:::ncter-se e,, ::u...ttiritar' smo.
P.:.réx;uici cc s to Afonso.
O vale tudo
Nacional
/
Paroc consenso opintão pública n
tonal que otamon vivendo o período u
ro do cinismo, do valo-tudo, da impun
dado o da irresponsabilidao, que an
t· 1ompre foi condor vol, comanda, hoje
em "ola perte, não omen.o na nolítica ,
ma ogqrnçadamen e m toda vida nacio
nal, o que orna tudo e todos inseguron.
Uns acusam levianamente, Ou ros e de
fendem clnicnmPntn. Já nin se nnbP on<l
termina a hone idade, a sinceridade e
onde coça a desones' idade, a mentira ,
o debocho· g honos os o inocentes são
confundidos com dononeston o culpndos, e
os;o passam por acento correta no hem-in-
oncionada, e assim por dinntc.
Nn vidn púhlicn é onde cxp0rimnn·nmns
mais claramente tal situacão. Mas, " as
bruxns andam nol►ns Pm ►oda pnrtP". Ocar
re que uma das piores consequências do
um proccsno inflncionário violento, é a
plena <lnstruicão <ln~ noções de valor dn
umn sociedade, n d0rrocarl11 plena da ar
dem moral, a licenciosidade, o desrespe1
to, o império do mais for e, do mais es=
perto, do aventureiro, da cinismo, enfim
do antivalar.
Podo dia e a toda hora, no serviço pú
blico ou na vida privarln, omn-se conhe=
cimento de um nova safadeza. Tantas e
tais que já não se sabn o que fazer, se
a tudo e a todos denunciar, e n que?
Um casal, amigo meu, foi assaltado à
saída de um supernercndo e cm meio a uma
multidão. O marido reagiu, foi esfaquoa
do, ferjmcnto leve, •elizmentc; a mulher
gritou, pediu socorro, mas a multidão ao
redor não se abalou. Todos indiferentes
ao assalto. Aliás, observou alguém·- e
os que morrom de fome, os sem-teto, sem
casa, sem saída, sem trahalho, sem renda
e sem persp0ctivns? r. o salve-se· quem pu
der, no vale-tudo da ntualidade naciona-
Na estrada, motarjstas dirigindo em
sentido oposto, fazem r,inal de luz para
mo avisar que logo adiante eu iria depa
rar com a Polícia
0ndoviária. Será que
eu seria av1sado se 1090 arliante estives
sem assaltando? Ou nlguém avisaria à PolI
eia Rodoviârin se 11m motorista fosse vis
to dirigindo embriagado, pondo cm riscÕ
o tránsit" na estrada?
Assisti ao último capítulo da novela
"vale-tudo", e depois ao primeiro de "O
Salvador da Pátria". Fiquei indignado ao
ver_os "valores" ou pseudovalorPs ai oro
movidos, e imaginando a repercussão n
."';?Va geração, na nova sociedade em forma
çao: Mais que isso, saber da liderançã
nacional de audiência, seus personagens
transformados em "íntimos" em herõis e
e:emplo para todos os lares do Rrasil.
. ~ntão, alguém disse: que nada, isso
ai o Brasil, e ai? Não, no creio,quer
di
7er nno e_bem assim, nem tudo é assim
nem todos r,ao assim. Ou não? '
VICTOR FACCTOI
CORRIDA DO FOGO
EM DOURDDOS
A Fundnç5o Cultural de Esportes de Dou
rados, p omcvcrá junt2mente com o 22 SGT:
do corp0 de Bombeiros no dia 02 de julho
:, V_ :-lnn on,s d0 fc,go, que faz p?rte dccs
come!!Jor2çÕcs da semam:. Nac i on,,l do Bombei
rc, i prov& terá a largada ás 7:30hs du
cidade d~ Fátima do Sul e chegada em fren
te ac- corpc de bcmbeiros de Doura doe, nuõ'
pcrcursc t'otal de 42.195 mEtros, sendo
0
recorde de 2 hc, 21m e 35 seg~ndcs.
Os prêmios alc&ncan( a cifra de NCZ$ 1.
600,0C·, méiis 31 t~fet...s e 90 mf,d?.lhas.
As inscrições poderio serem feitas pe
lc telefone 421-7247 podendo particjpêr
homens e mulheres acimG de 15 aros.
Indicador
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San'o", em virtude do dom das Jír·qU/.lfJ . 'ln) cbrA dlr'illca.
es ado nun conr-in ório. Pf'lo d1rnt • or e <' "ou m df ar apnas
à ficácia com qu combateu os albigenss - dor: Porque e tornar
- ~ guc• in fc •; tavu:n o nor t da I tá 1 ia e o Su J nnbrc do qu d Jc<1r •
$ Dr_rAnyg, d Franca, mereceu o "ir@1o d ·sr1o ""1,"", "7]"..~aa
don heregcr;".
A Dire'oria do Gr& Nascido em Lisboa, em 1105, Antônio era atual!ze todas suas poten
mio Pedro Rufino que descendente de Gorlofrerl0 de Bouillon, o he que educação ê a base de uua
vrri fnzcn,lo mui ilG pro- rico chefe da primeira Cruzada, liberta - 'gear é criar, e rdo to de
cõe,, n f1m de o.c-rcccr ao dor do Sun o Sepulcro e undador do
- p, L, d 1, I+m, df+solução dai 'oras éclero+adnus qu
bplnvir;lt·nr.c rnlll/J opçoes pa- t•Jno ,a·1no e , crusa ,• • ~
lcizrr. Tinha 23 anos de 1dndc quanclo nbraçou a po~s!vcl. C o qu..- ocorri.! r, crla,ii" cf
san':a pobreza franciscana. Quem quer ser Criador tem qu destr
Assim que recebeu o hábi o, obteve per- or!"ose, tal qual a aarta que deve
missão para ir à Africa, onde cnpcrava al- parn que 11 borbolct!l apar çn.
cançar o mart í.rio. Mas a Providência reser A tarefa do filósofo não L criar, tt•
C'avalhciro vara para ele ou ro campo de apon olarlo, ã que a<Juilo ,;ue srá sendo crludo v~n~l à
foi c;uccsso rcnovnçüo espiritual da P.uropa. O cientista peRqulsa, está ser.do dif' ...
/lo pisar o solo africano, foi acome ido que depende de recursos para que es A «
de grave enfermidade, sendo obrigado a re- zada. O educador ao crl.,r algo dt.ve ter/
tornar. Aportando na Sicília, dirigiu-se ciência, do cfent{sta para d!vulgar a «ua
para Assis, participando do Capítulo (;eral dasJc,enrão será válido o seu eRforço.
da Ordem Franciscana. llá, poré:o, u:011 diferença l!ntre edutarl.,
. Retirou-se em seguida para a ermida do fessorcs. Profclisores, há muitos, r.:.as et
Monte são Paulo, perto de Bolonha, insta- que niio é uoa profissão, é uca vocação e
lando-se numa pc>quena cela isolada e talha ce de um grande acor e de uu:u grande sper
da na rocha. llí, no mais absoluto recolhi- Os educadores são cooo as velhos érvor ..
mento, consagrou-se à meditação das Sagra- suem uca face, um nome, uma histórta a ser
das Escrituras e a exercícios de penitên - _ Habitao ur.1 nundo e:o que , o que vale c1
eia. çao que os liga aos alunos, sendo que cada
Depois de ordenado sacerdote, exerceu uma entidade "Suis Gene ris", portador de .-
seu minist-ério especialmente em Montpel- ria, _sofrendo tristezas C? alimentando es~1:
lier, Bolonha, Pádua e Toulouse. Ja os professores são entidades descart,
Os milagres brotavam continuamentl'! sob habitam uo rr:undo diferente, onde O educ,dcr
seus passos, como acontecia com São Fran- importa, o que interessa é um crédito Cu!:
cisco de Assis, do qual foi contemporâneo. que o aluno adquire numa disciplina lde,tl'.
E'm Toulouse (França) fez com que urna mu por uma sigla, sendo que para fins in&tlt..;
la faminta desprezasse o feno e se. proster nenhuma diferença faz aquele que a adctnlsi:
nasse diante da Hóstia Consagrada, parã O fato é que não dispomos de critérios;
provar aos albigenses a presença real de liar esta coisa imponderável, que é a ed•~u
Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. _ É um paradoxo que para conhecer o rund
E'm Rimini (Itália), para confundir os e n~cessário silenciar sobre os hocens.
Muitos, ricos ou pobres, fazem no dinhei- hereges e
nd
urecidos e· obS
t
inados, pregou O educador é um fundador de cundos,
ro
O
valor supremo da vida. aos peixes, que vinham à tona ouvi-lo, e o de esperanças e pastor de projetos".
Seria muito útil que estes adoranores :~zcde_i<;>rma taodmaravi~h:>sa que reduziu a Nao se prepara o c<'ucado.-, devecos acor,;
de Mamon lessem o sea_uintc> trecho do os- 'e 'ato,ica gran e rnultidao de almas. que desperte de se sono 0
N · d d d • - · · u P r um a to de a::o: 1
critor l!enrik Ibsen, autor da obra "ca- a c1.a e e Padua (Italia), quando fa- gem. Acordados repeti -
11
nard Sauvage" (Pato Selvagem): lava em pleno campo para cerca de 30 mi] de novos mundos. rao
O
rn aira da fo;:!
"O dinheiro pode ser a casca d~ ~.od,~.s pessoas, formou-se, ameaçadora, uma forte O educador trab lh •
- t t d O - - a a com as alavras e 51'.
as coisas, mas não o cerne. Traz-nos o a- ernpes ª e· santo pos-se em oraçao e a ue carre ao i
lirnento; mas não o apetite, o médico; mas ~:mpeStad~ caiudapen';-s e~ orno da multi - as expectativ~~~s
O
as roibi oes,as ex!,r:
não a saúde, relações, mas não amigos ; ao, sem incomo ar ninguem. As pess b
servidores, mas não
O
devotamento; momen- Santo Antônio entregou sua alma a Deus fonna oas i tra alham com as palavras, t,
tendo apenas 35 anos de idade De tal modo que
O
P. ntor trabalha com as tintas;:
tos de alegria, mas nem a paz de alma d. . . _ . • ro com o couro· o pedreiro 1los. '
nem a felicidade". que a ivina providencia quiz man'i.festar são coi e Í - coo os t J
0 0
• •
Na realidade, só a prá ti· ca da vi· rtude seu beneplácito para com tudo que dizia o que s s~s. r ar e renovar a cada insta~t,
" 1 d · e vc e aprendeu
pode proporcionar ao homem a verdadeira 'marte
O
os hereJea", que sua língua bem É a • •
- - - • nova roupagem at - d ••
felicidade possível nesta Terra. c:>mo. seus o:i;gaos de fonaçao, até hoje es- até que t h • raves e intensa ,,
i-------------------------~tao intactos. en amos ª capacidade de falar e (, •
coo uma linguagem nossa.
CLAXDE MEDEIROS
S•
an'o Antônio d
De modas que a Sr0 Armanda
e- equipe promovrratn no C.r0mi o
to al.
JÃ
1
0 OI /1
11, domingo, a Comissio das Srrs da Sec
cional Colorada, prornoverno um Desfile de
Modas 3n 16:30 horas no Cassino Paraguay.
/Is roupas serão de DIAN/1 MODAS e a pro
dução de Marco LÓris. Um ó irno programã
para a tarcle de domingo, esse Chi-Desfile
EST/ DE
Parab0ns os organizadores da Festa Junina
na Escola Ester Silva. A festa aconteceu
~ia 03 pp .Muitas dunças, barracas com de
liciosos salgadinhos, arroz carreteiro -
churrasquinho, doces, forum armadas para
atender grande número de pessoas quc> lá
compareceram o ficaram satisfeitas com o
que viram e ouviram. Fo1 sucesso total.
O DINHEIRO N/1.0 t. VALOR SUPRO
:·o!
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e, 4
e±;1
•3:ra
Vem feteji nu arraii du Jarbas Passa
rinho!
ossa festança •ai sê nu
Dia: l0 de junho de 1989
Eoras: 17:0Q hs
Vai tê: Quen
nho e inté forró.
ão, quadrilha, espeti-
Aguardar.ias a sua presença.
A DIREÇ/1.0
FERNANDO RIBEIRO DA COSTA
EGO!SMO
_ Herança ev.idente de nossa antiga anima-.
lidade, por toda parte, ainda vemos O e
goismo a repontar em toda extensão do mun
do ...
• . 01
a;Gee
adia
+ria
Seia
•2.±,
,:, .
"Tudo comec;ou ... Tudo continuou.... ,.. ·•e:.
Tudo terminou, e ,ra1
felizmente reco:::eço✓. ::e~
Tudo começou nuo simples olhar, que e:-..:~ '::cc;ª
nossos caminhos no caminhar. E cacir.he :~ •.
tinuamos seguindo no •. : ·Cje
O egoísmo! flores for ao surgin~: campo de nosso co:!,., . _Set. d'
Em família, é o exclusivismo do sancrJe Tudo cooeçou de u.-:i.modo difereute, ~::e '._~_:_~º•u.:
No lar, é o narcisismo doméstico. ~ • com nosso coração. -- .,
Na ofici d t b lh - Tudo começou - d#·•, ••
0
~
1:1ª e ra a o e o despeito. nosso c _ • e nos nos apaixona::os, " 'tr•i;'
Na propriedade transitória, é a ambição dr sólido, º~~~ao, um mundo inteiro cria::os, ~ -:,~~
0
•
posse desnecessária tal al
1
_ de fantasia, uo nundo valioso ~s--:
Na cultura da inteligência é a vaidade in- • egr G. .,, :--ra
telectual. Tudo começou de e el., ?i-
N · · - a partir do i u aror fascinante es ° ao
' a i"?norancia, é a agressividade. fa nstante em que se tornou co-·. •,: j ~
Na riqueza amoedada - - • t - _ u
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cooeçou e: •• ' e
» rrcs, @si$G2%4. rs@,gg » ...M.": :.5..f 'z,
. Na madureza, é o azedume. u
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começou n b i•~= •• --ho
Na ·., - e então pr um eijo apaixonado e ·,◄ ,'..,,~ •
mOc1a ade, e a ingratidão. •
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No ateismo, é a impiedade - tudo foi felicid d s amar eterna=e"."e
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, tioento i ª e, eu sentia um esçra--.✓ ,
e re igiosa, é a intolerãncia. o.i.m. • po s era triste Pensar e vê-l "
Na alegria, é o excesso.
Na tristeza, é o isolamento. Tudo continou - • ,,: ~ - •
Nos fortes, é a tirania_ nha acabad so tristeza, e que o!:,.. ~:;i
Nos fracos, é a astúcia. grande von~a:ra d quase certeza, n:as sent ,,..., '(__::-:-;;-?é:i.
Na afetividade, é o ei@e. zg=4isto,,""?ar. de ter sr"fR?5
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- P • e no tornarmos perfeit0
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3 or, e o dese,,;:>ero. • s aoar _ -é'·:e
No mimetismo oue lhe ;;. oróorio Tudo recome _,.<'
d - as' , usa en to- cresce.os a çou, e desta vez para s..-,· ,.
os os setores as mais 1 versas mascaras e esenvol al-,,.
e qual o joio que abafa c trigo, conoarec~ gora podemos ser fel~emos nossa perso:.,:o~/
igualmente nos corações qve a iuz 5 zer e resposa±1a,,"°» Pois te,,:s'
cite, em forma de colera e irritação, desã Tudo recooeçou par': muitos ~ c5i:
n:uno e secura... Junho, que é data para nos dois. :. n ,,::,
Se desejamos dar combate à praga do e o- - ra os jovens que cenamorada, deixo uo,_-~__...
mo na aleba da alma saiba!êos est<>nd g 1s xe de amar me 01:let;aram a caoinhada, ~
d d
-: , • -ª er senti , smo que t h lutar,
ca a ia, as nossas disposições de • ' rec necessid en ao que •:
Pl
. . _ mais an par d ade de er w
o serviço ao oroximo, e aorenr>endo - .a epois rec se sepnrar p
de d - • • • a ce- p, :omeçar
r 'e_nos mesmos, entre a humildade e
O
ois o amor - • ,1t:'
sacrificio, no bem de todos, conquistare ckc~tos, um cam.1ne uma caminhada ae
mos com o Cristo a olenitude do amor nu:, unico pens ha florido, trilhné
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• • que ::U,,ento
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--------=====--=--:::----
,"NAMôRADOS"

