TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº955_08_07_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº955_08_07_1989Número da edição955Data de publicação8 de julho de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.52540701354008 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº955_08_07_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Vt« , er 4 dunt a, u r o s devy r.tru{r ' + lun4 dos pn' e do vir to pelos l Estado -Lzadn , o rio que , 1 de (OSON MORAES: UMA ADM ,~ISTRACIO CONSCIENTE ente dos //TO ~ROSSO no SlL Nestes primeiros sels me s de Governo, o PrcfcltÕ on toraes demonst rou to- 1 swJ capnc idade de trn- )ho e visão gloho l dos ohl mns ba lcv la tenses, r preciso que o povo sn_!. que o l'refdto herdou v~ los problemas dn Admi nJ s - ração anterior, n exemplo 4 meses de snliirlos atra los. E uma folha de papa :nto~ inchada. rol preci fazer o que fizeram os utros Prefeito,; da refão, leitos pelo P'11111, pelo PTíl Pn - demitir func!oni - e normaliz.1r n H ltun - Edson est,i conseguindo. /JO: XVTil !9 ')55 08 DE JULHO DE 199 - R"DATOR CHEI P.: ou co= • d1o uél io N.sr, .READOR SYDNEY N. Lf.11": Eo reuniio festivn rea lzada sexta-feira,o Ro:- A folhn cr;tÕ cm ,!la, teclo·, os funcionários denitt'o rcccbcrnm os seus dlreitoR. J Um ndmJni~trador pGbllc, não pode e não deve ser pa-1 tcrnaliuto, afinal ele odml1 nlstro o dinheiro do povo. F. multo Já foi feito. r-1 só ver o trabalho da SC'cre-, taria de Obras, tendo a fren te o Engenheiro Ricardo d;, Souza Rosa; a da SuGdc,com1 il Drn. Azaléo Ocárlz, e dns, demnJs Secretarias envolvi-· dns no trnbnlho de criar uma !>:OVA flf.LA VISTA, mnl· 1 1 hum:1n,,, mals Justa, com me lhor qua 11 cinde de vida pnr,,, / a nossa gente. , Já se vlslumhrn no hori- f,i;nTii _ A [ID tnry Cluh de ílela "is ca <'l"P<"SSou o novo Canse lho íllrctor parn o hi~ - nio fl9/90, [lcnndo assim constltu{rlo: Preslrlentc: Syrlncy Nunes Leite 19 Vice Presidente: lval cio Pereira 29 Vice Presidente: Eder ney Miranrln Silva Secretário: Gerardo Boc cia ~iretor de Protocolo: 1- van Marques Tesoureiro: Helbert Bas so. Marcci e iro e qui' r---------------------- DIRETORES DF. AVENIDAS CARTA ao PRESI E TE resposta à CARTA AO PRESJDFNTE,publicada nes e Jornal e· enviada ao Presidente José Sarney, rei rd tcnndo uma nova política de desenvolvimento J · / 5 cidades situados na faixa de fronteira, com ... ase pnra Bela Vistn e Porto 'lurtinho, recebemos Secretaria Particular do Palácio do Planalto rrcspondência acusando o recebimento e cumprimen s do Presidente Snrncy. • Esperamos que algo seja feito para dinamizar o ••~o cooêrc io, resgatando um coi,;promisso hist6ri- l ' assuoido na inau~uração dn Ponte Internacio ,' ue foi construída para LIGAR os dois povos,a- • lzar o turismo, intensificar o comércio entre duas cidades, e não co□o fator de d isc6rd D1 e untes. Defendemos a filosofia de integrnçâo entre os "º 5 • de livre comércio entre os países latino a rl·nnos, da cri~çiio de uma fronteira progressis- unida, com cidades clesenvolv idas e melhor qua- ade á, ±, .f i e v da para a nossa gente. Intensi icar o FIso, desenvolver um comércio d lnâmico entre as s c!dades, coibir os nbusos, erradicar e comba F co todos os meios o tráfico de drogas e criar, b~a fronteira um polo de àescnvolvirnento_ sta a nossa luta, e a luta continua. ---------------------------' Lulz Carlos Rahal - E cluardo Ocáriz - V!lson llertcl li. Convldndos r rotnria nos, acornpanl1n<los eles~ ns esposns, prestigia: ramo ev<'nto. Regisrrn mos as presenças do Pre feito Municipal Tdson oras; do Cel. Edson Gonet; do Tnrendentc de IIRY ílella Vista (Paroguni) Ruhen Garcete;pecuaris ta Atanásio Loureiro; pecuarista !anoe! Po.. dr!sues de randa;co mercinnteo Hilberto Ra hnl Junior e Rosalina Gon:,a lcs ~,. Ronciro. 1 Na pró!na edi ção cobertura compl~ ta. MIEI@! é a ~ealidade na Região novos tempos para a nossa cIdade, Edson, apesar de todos os problemas,dou no va dimensão à Administrá ção Munfc!pal. A •or,1 ~ tr..iba lh,1r " rlnr tudo de .i cm pr61 de fcln VIs a--1UNIDA,evidentemente. FRIO APAVORA , FAMILIAS CARENTES A baixa temperatura veri-~-== 1 1 ficada nos Últimos dias PI" I I Rela Vista e em toda a re-- gião, vem apavorando,sobrett: I ! 1 do, as famílias mals caren - 1 1 tes, as que moram cm case - bres e pequenas casas de ma deira. Nesta quinta-feira a tem prratura na madrugada chegou a 4 graus positivos e,ontrrn,, verificaram que em nossa ci-1 dade há muita gente que pre-t cisa de ajuc'n. A Prefeitura Vunicipal,a- travês da 1 Dama, D. Cecí - J-1 DA~A CEC1LlA MORAF.S. lia 'oraes havia distribuído -7-=-' nuitos cobertores às fam{lias carentes e vem dando to do o apoio às nrsoas. Colabore coo a PRONAV/LRA, dê a sua colaboração,se ja em forma de cobertores, casacos, ou outra contri - huiçào, pnra que possamos oinorar o sofrimento daque les que necessitan. Vnmos esquentar este inverno dos nossos ir:nàos,com o coraçio quente de solidariedade. l'm dos esportes mais vibranres e que vem anhan do adeptos a cada dio que passa, é o HOTOCR05S. i nestd Expobel, no dio 15 teremos mais uma corpeti çÕo envolvendo os ases do ootocross no Estado'. rã de se clcstacar o trabalho que o desportista (e pecuarista) JURAXDIR FESTI FILHO desenvolveu e vem desenvolvendo na região. Ele é o grande incen tivndor e promotor ~e eventos que destacam a nossa cidade coo uma das mais atuantes neste esporte. , em de participar das corridas, JURANDIR ainda patrocina corredores e ajuda de todas as formas os que se propoem a somar esforços, junto com ele, pn ra agilizar ainrla mais a prática do motocross. E lemhranos,ainda que participará da competiçio Fá bio Velo Festi,de npenos 9 anos,filho de Jurandir o ri ais jovem "fera" do ~1otocross ~stanua , Balanço da Assembléia Legislativa Coloca Deputado Henrique Dedé como 4· mais ntuante A oesa diretora dn As e.errou-se no ÚltimCI din ~bl~ia legislativa do 29 de Junho. Posicionou ""s ii etrts c a1a as atividades legls t!vas i i i ~ de n c adas em mar •ste ano, e que en- se corno o 4~ parlamentar mnis ntuante, o deputa do Henrique Horaes Dedé (PTB), ue estreou na virl:i pública ainda ano passado. Através de informa ções liberadas peln Mesa dn AL, Henrique Dcdê n resentou 9 re uerimen - no tos, 22 indicações e uma moçio. O resultado é ele destaque a partir do momento en que se a nnlisa o parla::entar.~. VEJA MATÉRIA NA l'ÁG.07. A Força da UDR Jovem "Se" jovem não participar, não haverá esperan - ços para o Brasil" - assirn definiu sua participação na UDR Jovem, Vinicius de Moraes, atual ?residente da entidade. Entendendo que o momento é de extreoa gravidade, "afinal vaoos eleger o Presidente da Re pública em novembro deste ano", Vinicius vê coo oti mismo o futuro do Brasil. "Oras, teoos terra para plantar, pastos para os bois, nosso povo é trabalha dor, socos amantes da paz, como não acreditar? - dii ele. E a UDR Jovem, em Bela Vista, vem desenvolveu do um excelente trabalho, nio s6 coo prornoçÕes,mas: acima de tudo, conscientizando os jovens da necessi dade da participação na vida da comunidade. - f 4810: UMA FERA DO MOTOCROSS "O Motocross é um esporte que no Brasil é prioi tivo, dentro de 19 anos será mnis valorizado comoi nos grandes países", enfatizou Jurandir .Festi F'ill-io incentivador do esporte garra emoção em Bela Vista. Pai de Fabfo Melo F'esti, Jurandir acredita que para praticar o Motocross é preciso "gostar does - porte e.ter corageo, alé_m de muito preoaro físico". _ O _destaque desta se□ana no esporte belavistense ~ao e sõmente para "Jura" □as principaloente para o baixinho fera do Hotocross", F,'BIO tem apenas 9 anos e na lª !:tapa do Ca□peonato Estadual de 'Hoto cross no dia 25/06 pp. conquistou o SQ lugar concor rendo co adultos coo o dobro e o triplo de sua ia de. O fera belavistense vai mais longe, e na prova Pro□ocional em Antonio João no dia lJ/05 pp. con quistou o 4g lugar. CHl~ffiICA, corno ii conhecido participa da catego _ ria nacional com uma Moto DT 180 cc e te□ 0 patro _ clnio da Construbel e Fazenda Carnndá, ele par~icip'ando do GP Cidade de Bela Vista. _ É bom o Motocross ... meu pai (Jurandir) e meu avo ne incentivam para correr", declarou Chimbica. LILE. JO AI, TPTP NA DA FpO'TEIA 1 1 O Banco do Brasil A ualmente, em qualquer rodinha de ami qos, o unto é praticamon.e o mesmo: crl me, ão queremos reeditar o velho chavão "No fale em crise, trabalhe!", mas nao po demos esquecer que a crise, d ccr a forma, ( filbrir:, da. f,im, porqu(' PXinlc uma infinldod de peso especializadas em tirar proveito de momenton de crie e lnflaçiío alto. On qran'os especuladores, os banqueiros, os mau patroo,, etc, n qovc•rno cntiío num nc fala I e Phel m fabricar crises (Plano Cruzado, Hresser, e rfio). Conncuulu dcnmnnt<'lar odo o nis ma proclullvo, n0gocinl, politico, econ6mico, cn im, inutnlou com lntrao maiusculas oba derna na 8a economia ocidental. Perdeu a crrdibilidode, o autoridade e csti dirigin do um veiculo com mui o combustível, mai que não trm mais freio nem dir0cio. E o que o maioria do povo brasil0iro e~ ti azcndo? A excessfio ele bem poucos abne gados, estamos assistindo a banda passar , sem ao mcnoo exigir do maestro que afine os instrumenlos. E quando alguém enta fa zer alguma coisa, mostrar onde estio er ro, desmantelar a farsa, é logo taxado de comunista, pigucteiro, grevista irrcsponsá vcl, etc. - Estamos assistindo há muitos anos o Han co do nrasil ser comielo pelas bordas, numa aaonia lenta e dolorosa (o mesmo acontece com outras estatais eficientes). F. senti - mos com mais pesar ainda que os defensores desse imenso patrimônio estão situados na escala mais baixa de seu nível funcional. Aqueles que realmente podem fazer alguma coisa, pela posicão que ocupam, calam - se perigosamente. 1 a última greve dos funcionários do Ban co do Frasil,o Governo se aproveitou <lo fa o para montar uma qrande farsa e dermo rnl izar o funcionalismo daqueL, Casa (iro nicamente, em todas as mensagens da Dire ção, os uncionários são idos como o es teio principal do Banco. ·o en ano o gov rno publicou salnrloo que nada m a ver com n realidade. Colo cou-nos con ra a opinião púhlica, men in do atravén dan <Jrandcs coclcian da TV (que alifis, oio conccooôes cm Lroca de favo - rcs). f; bom que o povo saiba que o salá - rio inicial do Banco do nrasil gira cm orno ele 600,00 cruzados novos (bru·o). Pro•avelmentc haverá concurno ainda cn e ano. Faço um convite descle já paro que V!2 cé se inscrcvn e comprove a verdade. A última greve não foi fel a pnra rei vindicar aumentos. Reivindicava-se PEPOSI Ã0 salarial, o que é bom diferen e.outra handeirn que se levantou durante a greve foi a ele[csa do ~n e o concurso público nacional. 1aquela época transitava pelo Congres so Nacional a Medida Provisória 46, noci va aos interesses do 9anco. Pois bem a não aprovação da Medida era um dos moti - vos da <Jreve - posteriormente foi aprova da sob o no 55. . Com isso quero fazer um pequeno aler - ta: estio tentando, de odas as formas, a cabar com o Banco do Rrasil. E não comp te apenas aos seus funcionirios defendê= lo. O BB é um patrimônio <lo povo brasilei ro, que cm lR0 anos de história e compo - téncia levou, pioneiramente, o desenvolvi mento aos mais distantes rincões da nossi .Pitria. Procure se informar melhor sobre este assunto, pois ele é de vital impor - tância para toelos os brasileiros.Converse com os funcionários da lgéncia de sua cidadP para entender porque o Governo esti contra nós e,por consequinto,contra a sociedaele. José Carlos Longo. e SA UDE PUBLICA Saúde é um estado de comoleto hem es tar fisico, mPntal e social. Esta 5 a de finição segundo aOrqanizacão Mundial de Saúde (OMS) ,entidade criada cm 1945, na Coni'crênciil das Nacôes Unidas. Saúde não e apenas a ausência de <loenca ou invalidez.A saúde de todos os povos é fundamcntalyar~a Paz e Sequranca. n g6zo pleno da saude e um dos direitos fundamPn tais de todos os homens, sem distincâo de raca, religião, idéias poli icas, condi cocs economicas ou sociais. Cabe ao Estado, a organização adenuada dos serviços sanitários e de assistência medica primária. 0 médico participa ativa mente da aplicacâo das Técnicas de MedicI na preventiva, a Comunidade participa tah bem, inteirando-se do que se deve fazer para evitar a doença, aceitando as medi - das que lhe foram indicar.as. _ Entretanto, o Estado, através dos ôr gaos competentes é o rcsponsivel maior cm desenvolver o trabalho preventivo,com cam panha~ ~ublicas de prevencão das docncas~ Sem ~uvida que a_Comunielade participa a traves de seus lideres e associac6es, mas sewp~e com patrocinio do Governo. Somente apôs as grandes acsco~crtas de Louis Pasteur é que comecaram a estrutu .. rar-se a Pigiene e Meelicina preventiva. 0 Rsta<lo_de maneira qeral atua através ra Fundaçao de Organismos Técnicos. Para es tudo e PeSquisa do problemas sanitários· criando_l~qislncao adequada e melhorando· as condico!s amhientais; e por fim, edu - cando e criando cultura das massas hnma nas. A Saúde Pública não é matéria avo diz respeito a cada País individualista , analisando do ponto de vista geográfico o territorial. Com as mais-modernos meios de locomoção através dos Continentes, fa cilita-se a difusão das doenças infeccio Ses, com enormes riscos para até com mo - -hores condicoes sanitários. nesta manei ra, tornou-se importante o estabelecimen to. de uma politica internacional de saúde orientada por convênios e tratados entro os paises. Surgiram assim, as diferentes Entida - dos para Saúde em todo mundo. "Todas elas podem ser resumidas pelo OMS, através de s~a organizaçao de trabalho, como elimina cno em todo mundo dos depósitos e fontes e:'<-? doencas transmissíveis e também ajudan roa todos os países a solucionarem seus Pro!'emas locais; criando os serviços tecnicos de investigação e estatística e epidemoloqia; aplicando medidas para me lhorar o estado re saúde ros povos (Pi · ne materno-i, f. til - .q1e ._ .. . - - . n an l. , saudc riental, c>ruca= cao sani aria, higiene do trabalho etc .. ; r-r==========n %l 1 1 1 1 ' . -- 1 ·---·--,·- preparando profissionais <la área sanitá ria; e estimulanelo as pesquisas. Deve o F.staelo passar a investir mais do lado social c:'as comnni<laces, e somente com saúele, um povo poderi se desenvolver. "al<> muito o que afirma o artiqo 25 da Declara cão Universal elos Direitos do "ornem: "Toda pessoa tem direitos a um nível de vida ao qualo, ve lhe assegure, assim como à sua famili~ a Saúde, o Rem-~star e, especial mPnte, alimentacâo, o vestuirio a assis t§ncia médica e os serviços sociais neces sarios•·. DR. ALBERTO RONDON. Escritório dP. Bdvo .aci; RUA: CARi OS CAUSAS C VEIS r: CIUMJ':AJ". 15 DE NOVY'BRO BEA VISTA scritório NELSOI CHAGAS ADVOG/DO OAH- '.S FONES: A. 251 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESIPr.KCIA ESCRITÓRIO: Pua Tenente qernardcs no; ~ RESIDENCIA: Av. Cel. Camisão no 65' : JARDIM Indicador o 439 - 1382 a ·'-'• M/TO GPOSSO DO S'. • e.iti : Consui ório édico dontológic DR. REtlAJO DE SOUZA ROSA -----· MEDICO-CRM - MS - 2049-HORÃRIO: 17-2: DR:. IRATÁ LEíO S. T0R&ES CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HOPÁRIO - 13 - 21 BORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 .BELA VISTA - M.S. DR. LUJZ ANSELMO DA SILVA CIURG1a EN1sr cRo - s. HORÁRIO: 08:00 - 12:00 !!ORAS. ra. faria 'eles .la &C$ e ;j] ADVOGADA m OAB/MS 3281 141. 490.1o: ~ CAUSAS ClTEIS E CRIMINAIS - ": TO TRABALHISTA QUESTÕES DE ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 6/ FONE: 439-1302 •• - CENTRO - CEP: 79 •• • BELA VISTA_ !ATO GROSSO no$ EXPEDIENTE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO D! 20 DE F_EVEREIRO DF; l ~72)° .. FUNDADOR: IVALD0 PEREIRA REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA GERENTE: GlLSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES E LUIZ HENRIQUE NUNES CORREA. KOT{CIAS: ABU!, AE, PLANALTO E C0RRESPOXDE'<TES. RED~ÇÃO,' ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da Republica, 564 - Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 439-1410 - Sêdc Própria - Registro no Cartório de Títulos e Documentos n9 35: FILIADO X ADJORI E ABmõ I. UM SENAN{RIO DA REDE BELAVISTENSE DE J0R.'>AIS. CCC MF - 15.513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28: 219. 0003-1. TET0RA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PEREIRA. Advogado % CIC FONE: JIB. '"- OAB/MS SALVADOR 3.369 0 29 .675.191-20 ESCRITÓRIO - FONE, LOURUfill a 251 - 1451 RUA: 1 Q DE MAIO, 341 RES!DtNCIA: ROA OL'VO " BILAC, _ .. ,,._ 'e { -·::::os. ·, ::as ar ter ·:r 251 - 1410. Rl !N/ts, FUNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO - 1382 2.491- 3CRITÔRIO SIDENCI ;ao OSSO DO. I REALIDADE ESMAGAI Quando uma pessoa começa a refletir so bre todos os problom s que tem, nu mesmo monto, é capaz do desanimar na busca de qualquer solução. Quando uma família co eça a discu ir conjuntamente todos os roblemas, perde a serenidade e a vontade le encon rar soluços. Quando olhamos os roblo.s sociais e humanos conjun nmrnt<' fcamos pequenos e assustados. Nosso ma 1 É não separar os problemas dentro do tem po e do espaço. Vcmor; os prol> lemas aqu1 e agora. Na rcalidad0 cnda problema tem seu lugar. E quando somos capnzcs de fazer es ta distinção, ele tomar um problema por vez, tudo fica mais fácil. 'Há muitos idealistns que rlcsan.tmam. f: comum ver estu<'lantes percebendo os probl!:: mas que envolvem a sociedade e desejando uma sociedade nova. Mas tudo parece mais t?n complicado e em todas as direções a parecem problemas, desistem da luta. ~nardcs ~ Há líderes políticos novos, sacerdotes • L2% ±2#.%2 quando percebem que os caminhos estão sen do dificies. e preciso ter grandes motivações, gra~ des causas, objetivos muito claros para se enfrentar os problemas. C preciso sa - ber onde se quer chegar e ao mesmo temp ser livre, não se deixar envolver por 1- deologias interesseiras, por 1.ntcressc ~e g.rupcs. Não bas a tr lido lindas teor1as soc1- ais. Vão bastá belas idéias. Não bas a co nhecer a realidade em odas as dimensões. ão basta in eqrar um grupo de militância. t inportan e ter uma cnusa. Som0nte aguvn tam a luta as pessoas que tem uma causa de finda. Uma causa que vai além dos interes 5es pessoais e do qrupo. ALm dos interes ses passageiros. : 1,í políticos que aguentam a luta por u ma causa muito pessoal. O porler e o dinhei ro fazem perder snno, saúde e tempo. Até u snm dos problemas sociais como deqrau na subida r,olitica. Jlá idealistas que aguen - ram comnotivo de fé. Sonham um modelo de soc1.edadc diferente desta que está ai. So cic~a<'le justa e igualitária. Sociedade co- no '1eus pensa. . A realidade com to<'los os seus problemas esmaga qualquer pessoa que não tem uma di mensão <lc fé, um objetivo claro de chega<'la. Quem é vitorioso nessa luta? Quem é capaz de ver os problemas em con junto sem querer resolvê-los de uma só _vez. Quem consegue serenic1ade num clima de (é. Serenidade ouc é ter ohjetivos claros o certeza de vitória. Quem sabe buscar a solução em conjunto, em comunidade,e ten do uma paciência muito grande. C preciso caminhar junto e muito devagar para não se deixar esmagar pela realidade ou perder-se sozinho na luta. :ro: 17 TORRES MS , No 6. STA - SILVA ri FELIEIAE Nem todos somos faróis, mas todos ilu- contramos na medida exata. Deus precisa ~1namos. POucos ficam na história escri- dos homens porque os homens lhe pertencem ta, mas na memória de Deus nosso registro O anunciam e representam. é perpétuo. ódios, raivas, amarguras res- Perante a tristeza, somos a alegria sentimentos e medos são venenos que matam contra a desonestidade, podemos ser o corpo, mas não passam na alfãn<'lcga nem consciênci~ profissional, a serenidade tem curso no céu. • no me1o da escuridão, erguemos a luz tei- 0 amanhã pode começar hoje: humildemc~ mosa e trêmula que nos guia e ilumina. Na te, de modo incompleto, mas com a doçura, da nos é alheio, de ninguém nos desinte~ inexorável do sol auc desponta. Somos a - rcssamos, porque a vida cristã e o senti póstolos e não deuses. Aceitando simulta- do apostólico impregnam e derivam da ver neamente a grandeza e a dependência, en - dadeira Vida. O som, a luz, o movimento as emoções, as idé - ias provem da mesma fonte e convergem para o mesmo alvo DEUS. i» :;S T u B O s D E t e O N e R F T O S RUA: G E 'S R A L R O N D O N 0: 2 5 1. F O N E S: 255 - 1205 255 - 1202 255 - 1376 B O N I T o M A T O G R O s s o D o s u L. +, r;o 50 - 08 DE JlJL!IO DE 1989. a Realizamos qual - tipo de trans de cargas.' O Expresso Araç~ tuba serve todas as cidades de nossa região com agilida- de, rapiàez e se urança. Servimos bem pa a servir sempre. Oferecemos a mais completa linha transportes de qualquer natureza. de caminhões para p R o e u R •. N_l _O __ s_. JARDIM MATO GROSSO DO SUL. «j - FAÇA ALGUÉM FELIZ Dê um passo. Um passo cm sua direção. Aproxime-se, sem ceri mÔnia. Dê um pouco de calor do seu sentimento Sente-se bem perto e deixe-se ficar. Alguo tempo, ou muito tempo , nao conte o tempo de se dar. Deixe o sorriso acon tecer. Liberte um imen so sorriso. Olhe nos o lhos, aponte um defeito com jeito. Respeite uma lágrima Ouça uma história. Ou muitas, com atenção. E~ creva uma carta. E man de. Lembre-se de um ca so. Converse sêrio, Con verse fado. Conte uma piada. Ache graça da piada. Ajude a resolver um problema. Pergunte por que, como vai, como te passado, o que tem fei to de bom, que hã de ng vo, preste atenção. Sugira um bom passeio m bom livro. Um bon fil nc. ~lesmo ur.i programa de tclevlsno. Diga de vez cm quando, "desculpe , muito ohrigndo, não tem inportância, que se hã de fazer, di-se u je!E Se'- Feliz a filha que Feliz a filha que se sente liqada a mãe. Ligada no mesmo sanque e sobrenome Liqada no mesmo jeito de ser. Ligada ac1- ma de udo por se sentir mulher. Feliz a filha que ama e respeita o pa1 Não faz dele um a<lversárto e nem um super homem. Sente no pa1 a segurança e o cami nho. Ve no paz a imagem daquele que e o pai de todos. Feliz a filha cur não 0ntra na onda <la vida fácil. Abençoada a filha que não le va vida independente. Que comunica onde e quando volta. Que não se torna uma moça vulgar e descuiàada. Feliz a filha que não deseja o não pre cisa huscar segurança no cigarro e na he bida, nem necessita de frequentar ' boatos para dizer que leva viela social. Sabe que acima do cigarro está a honra e acima da bebida está o domínio de si. Sabe que boa te, bailes e coisa semelhante nada mais são oue fuaa da realidade' e busca de com pensaçõos. Todo ambiente esfumaçado e re gado ã bebirla alcoólica, todo ambiente q/ necessita ser escurecido para deixar as pessoas mais à vontade, cria um clima de tensão e tristeza. Ningu6m sai. destes an bientes com um coração alegre e olhos se renos. Feliz a moça aue não abandonou o ambi ente familiar por uma simples paixão, por um simples amor passageiro, por um encan to que aos poucos se torna u:n desencanto. Feliz a filha que nãc se de1.xa trans - formar em instrumento do homem. Instrumen to de experiência sexual como prova de a= mor. Instrumento de prazer para satisfa zer a sociedade machista que criamos. Ins trunontodr amor fácil sem compromisso comi apropria liberdade. Feliz a filha cue ama seu prÓorio cor po e oor isso cuida dele. Sente seu corpo como imagem de Deus e possibilidade de ser habitação humana. Corpo que pode tor nar-se berço de urna vida. Sente e ama seu corpo e por isso não o usa e abusa. Corpo que deve ser bonito e gloríoso por fora e por dentro. Corpo, morada de vida 'e me1o de comunicação oessoal. Feliz a filha, que está ao lado da mãe e da família. Filha aue sabe ter seu tra·· balho e sua profissãÔ e que por isso mes mo não abandona o trabalho da casa. Encon tra tempo para o serviço e a ordem da ca sa. Feliz a filha que em tudo está ao la do da mãe, quando houver·necessidade. Feliz a filha aue é delicada com os pais, que não anda na moda e.vida social, ~sauecendo a responsabilidade familiar , que se sente ligada, que não case para fu gir de casa, que não despreza a fonte ~a vida, da qual nasceu. Feliz a filha que pode dizer: "EU SOU UA FILHA FELIZ". (' Os 15 Anos de Alessandra O casal Dr. Sydney e Madalena pradece! zados aos pai dos jovens que dançaram la gentileza em detxi-los participar. #####tt###tt#tt ttttltttttt##k###kt «en {f1I a vali pe- FLAGRANTF.S DOS CONVIDADOS E DA ANIVERSARIANTE O RADIALISTA «@ ~t...: Movlmcntou o5 ~ ~~ bolnviotenseo, po s o dta 1g de Julho reuniu-os no Clube Bela &é vtstenses, is 21e, ar. V nssJotircm a cntréc ele Aleo onndrn nn Sociedade. ****••······••******••··········· 1 A DECORAÇÃO po Clube foi do Sub-Ten. NclvJde MAchodo, con feccionou e montou toda a decoração, logicamente a~ xiliudo pelo Jovem Jorge. *************************************************** ENQUANTO Os convidados aguardavam, n entrada da aniversaria~ te , foi servido cocktail por atenciosos garçons. As mesas tinham como arranjo delicados botões ~e rosas cm cetim. O conjunto Summcr, de Ponta Porà a lograva o ambiente com seu variado repertório que a l1ás fot do arado 'geral, pois os elogios foram unl l'm close ela Aniversariante. nimcs. lile e a professora Rosita, ocuparam o microfone para anunciarem a tão esperada Valsa da Aniversartan te e os 14 jovens que a acompanhavam. Como abertura foi lida a poesia: Mais um ano que passa/ Mais uma fuga que traça/ O sinal de querubim/ Se cu passar nesta praça/ E encontrar que um sonho faça/ Despertar o amor sem fim/ Pobre daquele aloucado/ Que ao passar desconsolado/ E não ver você passar/ Na praça dos meus sonhos/ Onde te vejo risonha/ Sonhando a balançar/ Todos somos meio crianças/ Todos somos do mesmo COE 1 del/ Ao passar olha onde andas/ Pode ter uma ciran- ,· da/ E não veres o carrocel. . 1 1 , (M.N.N.C) ******A******************************************* ~ DISSERAM ROSITA E LILE: 15 anos é uma data inesquecível, e o sonho do Palá cio de Cristal de Alessandra hoje se torna realida de. 1 3 ara,a. a. sracsfv va e Zulnira co Léo Renato, Cira. Pcrla e Alexandre tidiane e 'Vinícios Ana Paula e Andersen Cláudia e Elias Glôucin e Osvtldo Fl,ivia e Acir Fernanda e MArcelo Ivana e Adriano Cintia e Everton Sandra e Tndeu Tatiane e Flávio Elo{sa e Gustavo Lívia e Ricardo Fany e Flávio Um dia cinza como o convite - às 11:00 horas nasceu Alessandra que trouxe alegria, esperança e sonhos .. A nossa alegria é mostrar a infância com as fotos - o sorriso, o banho, o vestido de ~rochê, o talher e o pratinho Preservamos seus objetos - para que em cada fase ficasse uma recordação - Alessandra fará a despedi da da infância entregando sua boneca à Juliana. Registramos as presenças em um livro, e na gu.1rdamos as lembrnnças. Alcssandra substitui hoje suas sapatilhas brancas , pelo sapato de menina-coça. Seu irmão Julie César auxiliará na substituição do calçado. Agora já transfornado o "sonho" torna-se n realida de. Entre aberto botão, entre fechada rosa, um pouco de menina, w:: pouco de mulher. Para sicboli=ar esta época Alessandra recebe de sua mãe Madalena um ramalhete de flores. Alcssandra dançará coe seu pai Dr. Sydney a Valsa dos 15 nnos. ~ 1 J 1 ' • , ' i s jovens pares que danca var. a va1sn. ± l "Evilasio-Elpidia, ~ras. Fliza Heith e avô Cira. ~oberval-Teilú, Sra. Veco e Maneco Miranda. J Alessandra aparece usando bonito vestido em gripire rosa(atelier da Meire N. da Cunha-e.Grande) e ma quiagem e cabelo do salão Chiq(leia-se Geny). JÜl io César troe ando a , pacilhn pelo &ap,1to dt salto de Rua 1 - l 4. a... .... l Pereira e Aldd , ... _ JuIor, JuTTana e k.e sandra. l' Dr. Syidney, Aless" Madalena. JrJ •,f.L THTlllf',A DA l l<li'.;'J J:IRA (, ,.:. ' , • O 'Y. l '1 1 de llessandra :-larncnj,;) ' r. ('as{a: kefna]do-Mrlev, zfelz!nho o AJcssandr.1. 1 5a.' lll. . nna t Intonfoope:, Pau s , . 1 t, 1 Leonel "arques e sr. e,Ti n..«o nio C. ~larquPs e Esml dn . Ales:u lro. Renato, Nair, '+h!ro e 1tonto. 1. 1 1 1 1 "i 1 ; 1 Trse1»; f,, cso carvalho, 'ri Benedita e. filhos. Conet, l"r. 7n Moraes e Major Lucas. Alessandra se- ua pais, irmãos e cunhadas. Pref. ·S111'llr. t J. 1 h !e---,-----~---------' iasa! 1oao atá!feno e arfos de n Por.i. r.1ss!n, ~dir.ho, <:lois.1, Canneln e Ze~a Mores. 1 Avelino e Celeste. .. Ruben de astro Pinto e fllhn Tyldc. Marlene P. Bnttilani , f l.lhos, geE_ roe sobri nha. Dr. Leonardo v da runha .... vdr, . Dr. ubr !e t tro mrto e , r 1 r • 1 Casais: ~!anoel-'!ary, Ricarclo-Ac'riana. 'ic~or-Diva, Edunrdo-Ana ~ria. Garibaldi e Suely e amigos. Filhas ,do Gerente do Banco do Bra- sil de Maracajú Sr. Gabas. Casal n~fitriio, Dr. Sy dney e Madaiena. e o INFO RM AN D() -- - - --- ------ Um país -de - -7 vagabundos r multo cômodo e até altamente at Is rnt6rlo.pnrn a vafdade pessoal, viver as portas dos bancos per }Ut1L111Hlo '1lnrfnr,1(.•ntt.•, 0011 funclonórius. qunnto éi- que r••nd1•11 o ovt"r, n poup,11H,:,1. Ptc. Ou ~c}a, vlvPr de especulação financeira. N'ada produzir, nio gerar et prl•go':I, rlque7-nn, ~,penw• C'Al'ITJ1.. lrao nCTo é cnptt~ lismo, é agiotagem pura e simples, Com Isto estamos ~eran<lo um,1 .:,1çno ... <lc 'AC:illl''·nos, em detrimento de umü PAÇA 0 conf l,1ntc, prorlul lv.1 e altamente compe titiva. E~t:imos CER,KPO uma ,llt<• r.em fibra, gem vnn- tüdl! e que pt•rmnneccr., ,;1•:.,prc, i, L'SJH'ra de Jrno~ 1 MELl!Ol(l'.S, enquonto o povo trabalha e produz. .2.5.2..... pnru pior. Tiver:mH n L"xemplü <leste "NUJ1A 1iRASlL 11 com a crtacão da Novo República. F não adianta ago ra querer "fugtr do pau", todos :,;,lo culp.'.1.dos,no P1!:_ no Cr11,ndo o P~Dll, ''11. cnfln, os partidos da ,1 ian ça aplnudfnm o l'rC"sidentc Sorney ... arora ficam co~ ctstórlns de que- não são rulpndos. E _1ogam n culpa no Pr~sJdentc <ln Rcp~blica, que errou sim, errou ao ACEITAR o Jo~o dos lnterPsses dos pnrtldos. ronos SÃO CULºAOOS e, por Jsto, cresce de nome COLLOR e CAIAIJO e todos passam o conjugar o vcrhc Collorlr e o - caiur. 1 i PROl'ilSlTO Todos cs emprcsârlos,scjam eles grandes, peque - nos ou médios clevf'tn ler n revista VEJA destJ sema na que traz nas pág{nas amarelas uma entrevista com o empresirio fronc~s Jean Luc Lngnr<lére. Duns pala vras estio riscadas do vocnhulârlo do enpres~rio·ES PECl'LAÇÀO E OF.RPOTA. P.1rn ele "capitalismo é criati vidade e investimento". :-lesse pa{s de a~iotas - ofi ciois e pnrtlcular~s - n entrevista do francês uma liçno emprcsnriol e de vida. ML'DA RR,S I L 11 Sim, o Rrasll precisa mudar.~erar mais empregos, mais riquezas, incentivar a produção agropecuária(a s11ída para a crise Pst:i no car..po) exportar allrnen - tos, mais escolas ticnicas, melhor <listribuiçio de renda, uma rcform,1 agrária just:i e produtiva,enfin, implantar um rc~ime democrático, mo~crno,igil e in- tegrado ~s decais nnç~es do mundo, sern iscos <le quaisquer espécies. ~uda Brasil, r.ias sem os erros do J>nssado. BEL/ VISTA E Bela Vistn tam!ié::n precisa mudar, te.!los exer., plos de pessoas que estão trabalhnndo muito para ven cer desafios, e só encontram pelo frente, e~peci lhos_e barreiras criadas pelo ignor~ncia. 'nrnos dor as maos, forjar umn mentalidade progressista e aju dar o Prefeito Edson a concretizar sonhos e esperan CDS. ~~uda Bela Vista, enqu:into e te=-:po. - ------ PvrRGNTA TM!7f%..: a par J r de apora vamos C0 1 ·er. 1 or - 1 ' J o lntt>- fazer perguntas, mu tas pergunta te4e reunndo., tr·r1o l'~"AÇO t [;{! pnr • TE' ponder, que no venham com propagandas, apenas responda as nossas perguntas, que são peruntas do POVO. 15 de novembro v,·'11 ,, [. P. l 1. COMENTAN ~ 1 1 Apesar do vergonhoso<' tenebroso regime (innn - 1 eeiro, con juros de 3té 43~, ncubando co□tod3s as pretensões de PRODUZIR, INVESTIR e i''PLLR, nosson 1 ee1presnrios estao de:nonstrando RAÇA, FlBPJ e CO~A CEM, enquanto políticos só falam ... falam... ga- nha::i, !!tUito bem, e...falar... mas não apresentam [ nnda de novo ••• so falar., .•. O POVO ESTÁ CAYSADO DISSO QllE ES':, AL E .... 1 A CAIXA ECONOMICA FEDERAL? E a Ca? Que capta tantos recursos em nosR.:t ci dnde ntravês dn poupança, aplicncões, etc. DepÕsl= tos e ::i.~is depósitos. Tod~~ snbeo que n Caixa apli Eea suas verbas nos fin:rncin.::ientos dn c:isn própri:i-: qunnt 35 casas forn:n f~nancinda~ pe a Caixa en Rala Visto? ~;0 f umn cr!ticn, apenas una pergunta: obras 1-· ---- - - 1 8 l-e de se t I p" ,1 ~ t e lon,írlos. _ri. tr 'os por p•· uro a páblfco. da r 1 . Fsta a! ente reela ndo te u1 I .; p ród ! r. o em trat 1 :- 1 '0 ;ml,•o, n,t r,ro:dlf 1 1 1 (1 1 1 1 1 1• l'_n_r_nutro 1r1!n, '""':Uit0s t,c~•ín; :-,,:!"!,., ·•,1'r!e1.~ 1 <lo ~.iner"!~Cus, que ;1 c·,t:r::?1º ch..l seu d~rt't<>r Pre•. ~·- 1 dente J0S FD'ARDO VIEIRA DE AADT. luta ccr,; t . ·_ ,:~1 das as forç:1s p.,r;l ajudar ... o rr.1r:>:·p:-. i~ o n~:~·- .-Ih-_--. .·'lJ Dl'S cresce, dia a din, pois é ur banco co cr!a. PRESIDEKTE JOSf. SARSEY. vinade. E o elm;lo é gratu!to, nada deve:::ns ao co e nada queremos. Só a a::d.zade cto :,o;,u1ar õigc.! s:ar ~ ::os ±Lu -, < ss ?1ros, ic de ~====::==================:::::1· .,: ,je :sto • cl; dia +0' as he; "ão -:s a ., oc 'êÕs ,a: CI . )ã_ J 2, ' 'ab O Presidente da República José Sarney não ê o culpado pela atual situação. El~ é "culpado" por ter no seu Governo realiz.,rlo Ql'ATRO EI.F.IÇÕFS,nurn cllma de c,rder.i, lisura e ampln particinação popu lar. [le é o culpado pela liberdade elo~ Sindica: tos, da Imprensa e atê ... liberdade para os poli ticos. - Quando Sarney quis dininuir os i;astos 'públi - cose acabar com algunas estatais, os ncbres de putados e Senadores foram ... contra. Sarney é culpado por atender as solicitações do P'IDB, PFL, PCB, dos partidos que apoiavam . o seu Governo, na época das vacas gordas... hoje , sio COSTRA. ~•as o povo não ê bobo. Aceite□um fa to senhores, vocês foram Governo, alguns aindã sno governo, então, coragen para assumir a culpa." R t. l Que o Raerindus foi o fICO banco a da anis! nos pequenos e nédios em;ircs.irios por ldci1'.:! próprin, enpres.irios estes ESGASAnrs e ES?rt:X pelo Plano Cr11zado. F até hoje, aqu' e::1 '>ela n,:· tem ewpresârios a~arganrlo os te•?OS crueis da ra e do en)(Õdo. Trabalham só ... para p3;;:1r os•· desses FI:-AXC1~[F.:-;TOS ... capitalisc,o co::: risco,~: cordãoos, cas capitalis:::o SE'! ~n:.:TIRAS, TRA.'!3!Q:Õ e ARHADlL~.AS. XÓs esta::ios pagando ... e aquele ~ de lahas, vai pagar? E os dÓl;ires para o exter!C: E os trambiques dos Roncos Estaduois7 Sossos parabéns ao Lenndro e Lili a 18 11 ~xpo FAL,"-"ºº EM EDSO bel será um sucesso, o trabalho de v~cês m;r~~e ~ Sabemos que não está fácil, mas, convenhamos, só respeito da comunidade. o Prefeito nao canse ulrâ n~d3r a nossa cidade. Ca- r---------------------------~ be, tnnbên, oos coraercinntes, crn?resãrios, produto •res rurais, profissionais liberais, a todos que fa- 1 zem a comunidade, cada um dando a sua parcela. Se nssim o fizemos venccrcnos ... caso contrário, serc 1 mos mes□o a quarta cidade da resto. ~ a verdade e I nao ndinnt3 ufanls1os baratos. Banco é gerente, diz a voz do povo; e a voz do povo e a voz de Deus. Temos em Beln Visto 4 a&ên cins hnncarias. Temos o lervi no Banco do Rrn - sil, adepto dn PRODUÇÃO, do INVl':STlHElTO, que não e _culpado pela situ:ição do nosso comércio e da in dustria (pendurados até a nedula no BB - - parce -) 'las - d d - _ grande tivae p • e • e ialo~o [acil e procura alterna CiR-~~ or outro larlo, temos gerentes nqui DSVA = dos' je~ogar,devagnr. E funcionârios rn:il educa- • o~cos parn nanda { ra Cartório - "_sr. • • t tulos e duplicatas p ' n.:io cstno ne.~ nI e ·a - no fundo mesmo. uns { " :om a ciiade, e sao, ' • ~ ~ncompetentes. "-?;,._;r tca. t ".-. 75=.. ''M Ar T!HT!IJ Ili rl/ r POtl n IflA BELA VISTA - uc l í. 1 O DE i o j B3.lançú da Assembléia Legislativa Coloca Deputado Henrique Dedé como 4: mais atuante A Mea dret ora rln A1,r1c•rnhlÓJ.a LC<JJ r.l, •• va lo Estado já emitiu o balanço da a vidade legislativas iniciadas em março te ano, e que-encerrou-so no rlin 29 <lc unho. roa1c:Jono11-r.c como o 40 Parlnmcn r mais atuante, o deputado Henrique Mo es Dedó (PTP), que estreou na vidn pú - lica ainda no ano pasnado. A ravé de informaõo liberadas pela pesa da ML, Henrquo Dedo apresentou 9 re uer1menos, 22 indicações e uma moção. O ultado é de destaque a partir do momon 0 rm q11c nnnl1an-n0 que o parlamcn ar te que adaptar-ne ao sistema do trabalho, Legislativo Estadual, ao mesmo tempo que os <'lcmais <1eputnclon jiÍ conheciam trâmites normais parn a apresentação matérias. Bntrctanto, outros trabalhos <lcsenvol idos pelo deputado Henrique Moraes Dedé t • iio foram divulgados pela Mesa dil J L F.n - a 1 ~ trc eles destacam-se quase 300 projetos II [[reivindicados junto à SEAC- Secretaria Es becial de Ação Comunitária, os quais, en tre alguns, já tiveram a liberação <le ver as ,rntorizada pC"ln pasta. - Além disso, l3 indicações apresentadas urante o perio<lo não obtiveram respostas r parto dos óraãos c secretarias a que o illJ: fID ~ próprio da raça humana agir de acor o com o que mais lhe interessa no momen o. / visão do imediatismo faz parte da ultura do homem desde que habita a terra. No Brasilo oportunismo se arraigou ain a ma1s a partir da famosa frase d um ex jogador da Seleção Brasileira, que <lizia 0 "J' gostar de levar vantagem em tudo. Isto a reto~: té nos faz lembrar um verso de uma música luta e· de Luiz Gonzaga: "Uma para mim, outra pra E O _, im, outra prá tu, outra prá mim". e~~ Assim aconteceu com os partidos brasi c~rs I leiros, principalmente a partir da revolu v -a:1 ção de 64. Com o bi-partidarismo, foi um •""_]tal de pular de galho em galho que dava .::=:--Jgosto de ver. Jssistimos inúmeros casos 1 àe políticos elel.tos pela oposição que i ediatamente após a posse se bandeavam oa ra o lado do governo, para usufruir de _ Uas benesses. dar ", Não está diferente agora. Atê poucos ir.''' tas atras era moda bal.xar o pau no gover • 0 ; .o, porque isto dava IBOPE. l!oje, quando t presidenciáveis dispara nas pesqui_ , "e,. as, a moda é collorir, com juras de que 5 _ ;; oi _ collorido desde qué nasceu. 1 ,. Da pena assistir isso. E pensar que o t ·: ovo, que está passando fome, engula al - .o fabricado, que foi eleito há três anos Eldora íl - APARTAMENTOS CO AR REFRIGERADO, ATENDIMENrO CQ)I CAl'Ê DA MAN!-1; COMPLETO .E REFEIÇÕES, "R::SERVAS EM AQUIDAUANA FONE: 241-3456". i EFo ALES DE ARRUDA -- E!PRESAR1Q E PECUARISTA. Rua: Dr. Corrêa, 55 - Em frente a SANESUL. PORTO NURTINHO - MATO GROSSO DO SUL. DEPU'l'lrJO IIENRIQIJF.. ~IORA 'SS T)"'.0~ na sombra do Plano Cruzado e sob as asas de um governo que é o alvo <le todas as sn as criticas. O que estará pensando o povo alagoano tlos demais brasileiros? n que ma is estranhamos, neste caso, 6 a hriqa das "ll.deranças" para saber quem vai coordenar a campanha do ex-governador Collor no Esta do. Por isso e tantas outras coisas os poli tices estão desacre<lita<los. Enquanto fizo rem do oportunismo, do clientelismo e do fisiologismo as suas bandeiras de luta, es te Pais não terá o destino que merece. - t obrigação de cada brasileirc consci ente e politizado informar a população de savisada. Mostrar a verdade dos fatos, a - brir os olhos de quem não está vendo as coisas como elas são. Se o Presidente Sar ney voltasse de repente aos bons temoos de popularidade alta, estes mesmos políticos oportunistas pulariam imediatamente para o balaio do governo, pois lá estaria o mi lho para fazerem a sua polenta . Será que vamos mudar um dia? Tomara. JOSt CARLOS LONGO 6.0 Dia ruo;o SE/vis : ; , ✓ l toram destinados. o d+ncao faz c l c,111' il. r,<ir11lac-o .,.,,,, íl101 pr-'j11rl1c, tl.1, ' U::>il vez que o r lo de ligação entr l CO l nidade e o Podor Executivo, princ1 1men te do interior, é a'rvés do; deputados oraduais", desabi fa Henrique De46, Fm e ratando em requerimento, enl1- cou o parlamentar que apenas dois "não o h.iveram respostas". Ao comentir sobre sua posição enre os quatro deputado: ma is a uan os, Dedê foi axativo ao decln rar que "esamos resqatando o comprom1s so firmados durante a ca:nr,anh rl l. ~ornl que nos quiou à Assembléia Legisla i va" . "Sabemos que nossa posição como quar.o colocado não rcr,rf'srn .a narln se, por,uln cão não for atendida, pois a uamos como norta voz da comunidade junto aos poderes const1 uidos, C" deles iremos cobrar a rea lizacão de benefícios, independen:emente, de ques:ão política e partidárias", disse flenriquc nerié. Ao finalizar, Henrique Dedó voltou a lamentar o fato ele alqumas solicitacõ~n sequer merecerem respostas por parte <los órgãos a que são des inadas. "Principal - mente quando tratam-se de regiões onde a ooosição encontra-se à frente das orefei turas, em partidos ooostos no~ nue hoji estão no comanr.o do ov.do Estado" , disse. Opinião: A ECONOMIA INFORMAL Scgun~o pesqeisas recente~, a economia informal representa hoje cerca de 5(" !o PR, algo em tor no de 150 b{1hea de dólar, É d{nhetro ri n!n - uêmn botar defeito. Mas o que é isto e por que ela existe? Economia infomol é a parcela de bens e serviços produzidos que não entram nas estatísticas oficiais. ~ a chA mada produção de fundo de quintal que não paga im= postos, praticada por pessoas ou empresas não ca - dastradas oficialmente (ex.: o artesão, o alfaia - te, a costureira, enfie, um leque tão grande de profissões que encheria uma página inteira). A especificação de quem a pratica não interessa mas porque não ;; ?rat'c'lcla. São é :nuito difícil en tender as suas causas. - Voei já pensou algum dia quantos tipos de impos tos e taxas estão em vigor hoje no Brasil? Faca - ma forcinha e chegará a números alarmantes. Quando dizemos que não é difícil entender por - que esse tipo de economia existe de forma tão a - pla em nosso País, não pretende~os transformar a questão numa operação algébrica do tipo 2+2. Mas é quase isso. Abra uma empresa e recolha todos os impostos, taxas, previdincia social, extraia nota fiscal de tudo o que vender ou produzir; enfim , siga a lei ao pé da letra. Agora feche o balanço e calcule seu lucro. AÍ talvez você entenderá porque tantas empresas estão fechando as portas. ê isto que está acontecendo no Brasil: o gover no complicou as coisas de tal maneira, criou impos tos e taxas tão absurdos e em tal quantidade que instituiu a sonegação por decreto (e este ninguém veta), transformando muitos brasileiros em poten - ciais candidatos à cadeia. Quem não gostaria de andar certinho, recolher , os impostos como manda a lei? Bem poucos se arris cariam a praticar a sonegação nuoa sociedade justa onde teriam a certeza de que o dinheiro que repas sa ao governo é aplicado corretamente na solução dos problemas socias. Não estamos querendo pregar a pureza ou a Incon fidência Mineira novaoente, nas está.na hora de os brasileiros (especialmente da área governanental) terem um pouco mais de brasilidade. JOSÉ CARLOS LONGO HOTEL POUSIDI OI FRONTEIRI "No Coração da Cidade" Apartamentos com Ar Condicionado Café da Manhã Completo AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 439-1366 BELA VISTA MS -----------~7"1 r-- Uma Nova Ô-ela Vista l I Perigo na Barão do Ladário i L --- - - - ---- ---------: r.on ,•,;t11 tPrnos Cl'rtu,~1. que , rn:dori., v1d conco!. Panado o prime[ro ef metes da nova adminls fitas trafegam re- ' '• ' l I e dar pr!ncipillmPnto os motor s a~ que , ' traço municipal, o belavistense começ a entr ' 1 R d Ladárfo, entre o Pos- 1 1 . l tos da gularmente pe a 'ua iarao 1o .a , , • a ver mudanças acontecendo pe o qun ru cnn , .. to J trnn 'H e o Colégio Vera Gumaries Lourefro. _o e1dade, Nada de granden obras, pofs lt,r.o, devido ns p l~Cl' neste trecho principalmente no hor - condições precárias em que a Prefeitura Munfcfpal que acon' q ' 4t1, Ita falta de con- - 1 ! l · il rio ,te meio a e t, rnp cnrnente ~u , r de Bela VInsta fol recebida, e /mposs ve, mas mu.- - d . bllidnde da por tas melhor tas em todos os setores da munfetpaltda- s!d·ração, de respeito "? rP?"",os pequenos te de motoristas de cam n/roes e de de vPm ocontcccn~o dln-a-dfn. tmnhém, que estacionam seus veículos até no Melo da .. coro umn .ntuaçno c-1~- ~ ------ ----- - rua. Nns imedlt1t;Õl!S do Kcstnurantc do Germano, por glivel da Secretara ! sinal um rios mnls concorridos dn cldndc devido " nlcipnl de Obrns e Ser- sua gostosa refeição, muitos caminhonetros parecem vtços llrbunos, uob n bn nchnr que estão nas 'guaviras" e largam seus car- tuta do Engenheiro Ri: ros até mesmo nas esquinas. Enten<lrmos que Isso e cardo de Souza Rosa,con muita falta de consldernçio desses motoristas. en tando com umn equipe~~ snR mniurta oriundos de outros centros mn!ores e tamente prestntiv,1, <le? no 'chc ar cm Bcln Vista, ao que nos porccc, acham de o mais humilde roç:i- g - i - i r o que aqui as normas de erans to nao prec sam se - dor, passando prlos mo- bedecldas. cor is tas e chefes de se~ _:,_ 7 vlços. Essa equipe, no pouco espaço de tempo que teve para trabalhar vem transformnndo o vl sual de Bela Vista, re~ lizando serviços de ro- Fn~º ~!cardo de Souza Rosa. cadas, limpeza de terre nos baldios, patrolamento e encascalhamento de ru as, opcrnçÕo utnpa buracos" no asfalto d:i cidade, pinturns de meios fios, l lmpez.1 das pracinhas dn c,!_ dade, aterro de órcns nlagndiças, além de um aten dimento constantr ~s pessoas que ncccssltnm em su as residincias de pcrlrns, cascnlhos e terrn. Se l! varmos cm considcrnçiio que os maqulnÓrios do Pre feitura foram encontrados prnticnmente "depenados" faltando desde bnterias, pneus e até motores, o tra balho desenvolvido até agora por esse setor da mu nicipalidade é digno de elogios, pois em mrnos ele seis meses Bela Vista está de cara nova, fazendo jus ao seu nome e ao pseudônimo de "Princesa do A pa". Outro dia, na última sessao do Legislativo bel! vistense antes do recesso de julho, o Vereador Syd ney Nunes Leite, do PDT, apresentou um Requerimen to sol 1.citando dos Órgãos competentes uma maior f 1! ca1izaçiio no citado trecho e alertRndo sobre os pe rigos oferecidos por veículos mal estacionados nas imediações do Posto Nacional. principalmente no pe r{odo noturno. A esse respeito, es- ~I. -. -_-_-_-_-:-._-_-_-:--~---_-_-:- __ -_-_-_-_-_-_-_-_-..,-, ta semana pudemos com- provar a presença de p~ llciais militares no pe ríoclo noturno naquelas imediações, cuidando pa rn que o tráfego flua normalmente pela movi mentada via pública e! vitando o verdadeiro fes tival de veículos al es taclonados que realmen te representavam perigo aos demais motoristas. Se não fosse pedir multo, gostaríamos que o dinâmico comandante ela Polícia ~ilitar em Bela Vista, Ten. Daniel, de! se urna "olhadinha" na Barão do Ladário, nas imediações do citado restau rante, temos certeza que em pouco tempo os motoris tas irresponsáveis iriam aprender que em Bela Vis: ta tanbém existem as leis de trânsito regidas pelo COTA. PM ATENDE SOLIC:ITAÇÃO no VF.RF.JDOR SYDNEY Na cdiçao passada da Tribuna da Fronteira e ta bém do Jornal da Pecuária e Agricultura, cm repor tagem a respeito da 18~ EXPOBEL, ao nos referimos ao Senhor Leandro Acioli, o fizemos afirmando que o mesoo era o vice-presidente do Sindicato Rural de Bela Vista. Estâvaoos errados, e antes que o "Os valdâo" fique bravo, retificnnos, o Senhor Leandro Acioli é l~ Secretãri.o do Sindicato Rural ele Bela Vista, o Vice-Presidente é o Senhor Osvaldo Gorn~s r--ldeMe_lo.c_eno!_! - - ---, , Dedé:Umdos rora-se !a Luva nt . 1 mais a uan e H:i algum tempo atrás, ao chegamos de Capo Gran de pela Viação Cruzeiro do Sul, em uma madrugada bastnnte fria, ti.rei as luvas da mio para apanhar as bagagens e como nio havia acordado direito, aca bei. deixando a luva da ão direita no banco do Ôni bus. Coo a chegada do frio ela está nos fazendo mut ta falta, por isso pediria a quem encontrou por ob séquio devolvê-la na redação cio Jornal Tribuna da~ Fronteira que ser:i multo bem gratificado. Tenho cer tezn que a pessoa que a encontrou nÕo a devolveu por nio saber a quem pertencia e sendo só um lndo nio terá utilidade nenhuma. Procure-nos. Após o fechamento do balanço dos crabalhos da Assembléia Legislativa Es tadual, o Deputado bela= vistense Henrique Dedê do PTB, [oi considerado un dos mais atuantes dos úl times meses. P. deputado que a5 sumiu há pouco tempo sua atuação na AL é digna de elo&os. cm raa recep fanar seu a parar uata e churrasco, Tudo Indica que a Expostcao 4, ,a ino será una das is concorria a nlnel te o e de parte1paio de expositores. 0s promotores da FYPOHFL espera algo e de duas m!I pessoas visitando Pela festa que começa no próximo dfa l» e s 23/07. Nós da Imprensa, que vimos acompanhando balhos que vêm sendo desenvolvidos pela SinrlJcato Rural de Bela Vsta, Clube Vista e Prefeitura Municipal, unidos com vis! di; ixar O Parque de Exposições Rio Apa dotado 4 das a comodidades necessárias para bem recep nar os expositores, visitantes e participantes mdior festn da fronteira, so po<leno~ cloplar. mente niio é fácil, e quanto mais proxir.o v1! f do O início da EXPOBEL, maior vai flc~ndo a e· riA, 0 trabalho aumenta e a prcocupnçno bate ( no sentido de estar tudo a contento para o ! • da tradicional Exposiçio A~ropecuaria de Btl• ta. f'. assim mesmo "seo' Lili, Leandro, Marclo, Lufs e outros. Temos certeza que mais una vez POBF.L vai deixar multos com saudades. A na!ar; ta de nossa ci<ladt.! está sob a organizaçao de, competente sin senhor, por isso o sucesso e A: t irlo. ,_ Este ano, acreditamos, só vni fnltnr na E~; os políticos ::ientlrosos. promessciros doasíal, rn Jardim. Ou será que eles viio ter a cara de de prometerem mas uma vez na abaertura POREL :i realiznçio dn obra? Acho que nao!! ter certeza. essa "raça" não va! fazer falta!l Den. Henrique Declé. 5( O Ql'E 'Al FALTAR É POLlTlCO ~E'.:TIROSO!! ' 1 1 1 1 1 1 1 ! [ 1 1 1 1 'l=s> iPI-STIS DE CORRIDA Com o trabalho desenvolvido pela adi:dnis!ri· municipal nas ruas de nossa cidade, patroJ.znl'' cascalhando as mesmas, muitos motoristas acha:: podem fazer delas suas "pistas de corridas", ::: gando em alta velocidade. A Rua General Soares da Rocha, que cruza e' te ao Hospital Sio Vicente de Paula é u::ia da;~ is perigosas, pois existem inÜmeros cruza::e:t~ podem a qualquer momento causar um acidente Ç· Alguns moradores, inclusive já estão co:t~ una movimentação nos sentido de fazere u s" ass!nado pedindo a municipalidade a constru" que ra-molas para evitar os perigos enineotcs'' acidente e a d " gran e quantidade de poeira que • {7",1.",,2; %,é e os»to si» ver± ?$ • P n~o tem jeito, se as ruas esta0 r-, clarna::i, se cstao boas fazern pistas de corridas! • Venha V i b r a r C o n 0$0 A 18a EXPO3EL ESPERA POR VOCÊ COM GRANDES ATRAÇÕES E PERSPECTIVAS DE EXCELE~TES NEGÓCIOS .J.. PROGRIIME BELI YISTI EM SUA DGENOI- RODEIOS PENCAS BAILES MOTOCROSS MUITA ALE~RIA E AQUELA HOSPITALIDADE DA FRONTEIRA VENHA A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A 22 DE JULHO/88 NOS ESPERAMOS POR VOCE - LAZER E GRANDES NEGÓCIOS Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº954_01_07_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº956_20_07_1989 Voltar para a lista de itens