TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº954_01_07_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº954_01_07_1989Número da edição954Data de publicação1 de julho de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.532213798623594 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº954_01_07_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto " rec, pnnt, 1 oglar, mo va! + , a e CJ bate , o l· +e Bel Mareio, ve; 1a lo: dq .; A flbrn e a arra elo,, produtores rurais de Be- la l'l sta, mais urnu vez, ,·,nce os percalços, os ~esafios de,;tes tcmpo8 de lnccrtezn,;, de dúvi das e de crises. Has o homem do cnm po, o produtor rural, MATO Gnoaso DO SUL ANO XVIII s não aceita um "não' quando se tratn de construir, de forjar, quando se trata, enl 1m, ciP Ti!,IIALIIAll. E os Inteirantes do Sfn cllcnln Rural d,1 Bela Vls ta, tendo a frente luiz Fernando Nunes Rondon ( o Lll l). I.,•ancln, Acinl l,'•·,r NO 954 Um Cartão de Visitas 01 DE JULHO DE 1989 cfo Rodrfyues Gonçalves e toda a equipe, arrega çaram as manjas, convoca r·1r., n comunldnrlP e deram a partida... parn n reo l1,,1çâo da 18~ EXPO!lEI.,a :,inl8 trndicional fllsta da frontdr., do Estado de Ma tn r·r,,sc:o do Sul. O nosso parque de Expo sições é um dos mais boni- tos do Estado, com todas as comodidades, água, energia elêtric;i, pavilhões cons truídos com esmero, e to dos os anos sofre trans[or a ações radicais, sempre pa i."-h- .lra melhor. - - 1 1 Tudo está sendo feito pa ; 1 ra acolher da melhor manei ra os visitantes que esta= -..;::I rao aqui conosco, cm julho, 1 ;i partir do dia 15, sobre 'tudo os produtores rurais, 4]positores, empresários, cc·,crrciantei; de diversos , w1lcÍpios e do Paraguai. - -, 1 E IL o s ES DE REDA-:'OR CHE!"E I l'ALOO Pl!R.EI AA s NCZ$ 0,20 ------------------ ------------------- ln ice:aio Promi r A EXPOBEL n:io é apc:ias 1 ~ cxposiç:io de gado, é !.ais que isto, é um vcr :elro oercado aberto pa- la todos aqueles que al ~jü:l vencer através de l trabalho produtivo,gc Radar de riquezas, ir.pos ' tcs e progresso. - : •t~ , - por isto que o pro- • outor ru 1 - - ·:.'h ra e um torte, e e nao aceita o lucro fa 4e""B'! ia especulação, ele ~ UO home::, do trabalho, ll PRODliÇÃO, ~ . Segundo o Presidente i; ;º Sindicato Rural de Bc :qa Lsta, Luiz Fernando f'. / 11 es Rondon(lili), "to- ... ·Fs rês sabemos que a si ;is is csi ien, G "~ atravessa mor.:cntos 1 ., Ceis, mas nós, produ ores rurais, acredita . 5 que a saída é o tra- ••lho • é a dcd ic_ic;ão é '·fã de todos é s6 • s d • - 0 eixare::, trabalhar,e te, atrapalharem, que te ~~: .. ª resposta para a s A Expobel é um exemplo Jã o Vi 0 ~ ce - Presidente ro•indicato Rural, Lean 1 Acioli de Souza, a= a que "a EXPOBE; • 4tr-', t. e a ,,"s de se1a Vista, é e d :::iplo que nossa gen or 11 nos que duvidam dn "do trabalho e da P"@eia". Para 1ean io' as dificuldades es ,. ... Sendo vencidas coj:'1 - 0 ao .. •dos e todos os envol- os.{ eaizacis 4a • .. ': ·. ,:. ovos "coxos" ara E @ssã cenastruídos nos pa Gnioes destina.ades aos expositores. Parecia icposs!vcl, o tccpo era curto, as difi culdades iocnsos, ~,s o desafio está sendo venci do, está surgindo o novo Clube do Laço. Cobertura metálica, instalações confortáveis, projeto bem cloborndo, salão de festas, casinha, sanitários, palco, o novo Clube do laço é a ale gria do jovem José Luiz loureiro(Patrão do Clube), e da diretoria do Sindicato Rural. "Estamos correndo contra o tempo, mas tudo mos para inaugurar o novo Clube do laço nesta BEL, afirma José luiz, com os olhos postos no zonte 'da esperança. fare EXPÕ hori -- -- ------------------, Observando as obras no Parque de Exposicoes Rio Apa o Vice-Presidente do Sin dicato Rural de Bela Vista Le;indro Acioli de Souza, Arquiteto José Carlos Gon çalves(CG) autor do Projeto do :-:ovo Clube de Laço Bela Vista, Engenheiro Ci vil José Luiz )lastrinni(Dourados) responsável pela obra, José Luiz Loureiro, Patrao do Clube de Laço Bela Vista e ~a:ide, chefe de obras. Nem é preciso dizer que tcrcoos grandes e inesque cíveis atrações nesta Ex= POBEL, bailes, pencas, ro dcios, laçadas, muita mú= sica, congraçamento, tou ro mecânico e negócios de compra e venda de diver sos produtos, além da ex posição dos elhores pla Prefeito Elpio José Roque Em matéria publicada nesta ~<lição, o Prefeito Municipal de Bodoqucna, Elpidio José Roque de Car valho, presta contas de seus primeiros seis aeses de administração,afiran do que "se' ter a inter ção de mexermos em feri das nn t igas, queremos nes to oportunidade em que completamos seis :::eses de administrac;.iio à frente do Executivo de Bodoquena, expor e demonstrar al guns dos motivos que n:io deixaram nossa adminis - trac;.iio fazer mais do que fizemos ... ". Vista pnrc!~l d~ construçao do novo Clu be do L ela Vista que esta nendo edificado no ~ ~ .,o p rque de Exposicoes Rio Apau e será uma das mais ~odcrnas instalnçocs, oferecendo todo con forco e ambiente acolhedor. téis do Estado. Programe Bela '!sta e sua agenda. A Partir de 15 de julho venha sentir que o TRABA LHO E A DEDICAÇÃO ode produzir resultados dura douros. Xossa reportageo, a través do JOR):,l DA PE CUÁRIA E AGRICL'1. Tl.'il,, que fri. de #oouea a l/ iiii traça l ft 1amlts Para o Prefeito de Bo doqucna," ... te:nos doeu= mentos que comprova as irregularidades, as ver-. dadeiras barbaridades co etidas pelos nossos a tecessores, e estão à dis posição dos ounícipes".- surgiu co:n a EXPOBEL, e coco a EXPOBEl, venceu desafios e □anteve sua circulação, co:n o apoio da L'DR, estará presente, assim co:no o jornal que é a mania de Bela his, ta, a TRIBUNA DA FRON TEIRA, acoopanhando e re gistrando tudo. - ªªª Diz ainda o prefeito, que " ... vergonhoso des respeito para co□o di- nheiro do povo aplica- çÕes desonestas irregu laridades adclnistrati = vas,dÍvidas e até protes tos". VEJA XA PÁGINA 02-:- D I a = a a air Bispo Encontro· 3: O Diretor do Departaento de Polícia do Inte- rios, Delesndo Jair Bispo Evangelista(foto) _ rd g ;çO! , co Or4e7Ou O I- EN ANTRO DA FRONTEIRA DO MS ORE "" TORFS DA DELI C T 1 ---------:-:::----=-------~~-..; /. - PREf EllURI MUNICIPAL DE OOOQ~E DEMO SlRATIVO DOS ITOS OI IIONI ISlRIÇ O ri ')'ITJ.lll, !•! f,f1 '/I' TA s TE O ge teruo a Intenção de mexermos em feridas an Exemplos dos mesmos desmandos aconteceram e O! 11 d - ,un romplnL"I v; 11 ios pnr■con Líll'~"• dr nalnA de nul •~ e refor: t 1~111•, 'UBTl'ilO!l IH"Ulrl opor 1111 doe em II ... a 06 mee de admfnlstraio a frente do Executi- mas de escolas fi existentes no município, onde Ae odoquena, expor e demonstrar alguns dos mo- dinheiro chegou até a Prefeitura, mas não foi usa t[vos que não delxaram nossa administraçao fazer do para os fins devido"· als do que fIzenos no munfeIpto pelo qual temos Anda um absurdo mafor, para culmlH com O P~~ conto rnrlnho e n lmenau vontade dr que o mesmo fa co coso do" 011 ecr~sorcR, pard com o dinheiro pu ça parte do contexto naclonnl <'m cleflcn~olvlm nto,c htlco, (oi o verba destinada para a reforma do Por. o a munlc[pfo onde Impera a corrupção e os de- to de Saúde de Morrarla do Sul, na ordem de CZ.h mando, como aconteceu em tempos a pouco idos. 5,017.,000,00(CInco MIIhes e Dezessete MI Cruza pomos, pelo voto livre e democrático em lde no dos) antinos, dos quais não fol empregado ao menos vembro de 198, eleitos para erir os destinos do um centnvo nn oludlda obra, mas exIste uma nota f1s r.,unl cf p lo de llac!oquenn no quocl rGnfo 89 /92. Quando cal dando como cone lu{da a rc f o nno. 1uns dias apôs os resultados eleitorais procura- Daí pergunta-se, quem realizou realmente a oh! mos saber do andamento dna ndmlnlstrnçno, a entno do creche? Quem trnlu a conflancn do povo? Ou sera prefeita sempre nos tratou com total Indiferença» que esse mérito em atender a nosso.querido papulo - chegando atê a marcar uma data para nos Pr n par ço bodoquenense, com n apltcnc;ãa hortcsta do dtnhe_!. du situoçiio, sendo que no tlntfl nprnzadn a mesma vIa ro do povo niio serio pnra esta equipe de tr?bal~o Jou, que arcou com o responsnbilidade e entregou as ma- Em I! de janeiro, quando assumimos o cargo, co- es a tão sonhada creche com estruturo e conforto p meçamos a nos deparar cor os lnfortúnios de una ca ra as crianças? sa mal ndministradn, r~:endo colsns que cm sua prG E os absurdos e desmandos dos nossos antecesso- priu cnsa sc'ri.l tllf{cil prntlcar com o nome de ad- res continuam, meu povo. ministração, principalmente em se tratando de adm.!_ Você que possui (ilhas nos escolas municipais, nistror dinheiro que nno é p,Hticulnr, é sim, di- soihn que a administração passado recebeu verbas pa nhelro do povo, que deveria reverlcr cm benefício ra realizar reformas nos segulnces colégios: CÓrr.!:, do próprio povo, só q11• nn vcrdadP não se prntlco- go Azul, C6rrego Seco, na Col~nia Canaii cio Escond_!. vo tnis atos. do e Marechal Rondon, no llistrito de Marraria do Nos deparamos com um bolnnço fechado a força coll' Sul, em todas essas escolas não foram realizadas as um saldo negativo de cntxo constnndo como responsa devidas reformas, tendo sido mais uma vez as re(e bilidade a upurar nn ordem de CZS 9.000.000,00(N~ ridas verbas desviadas de seus fins originais. ve milhões de cruzndoN antigos). Tomamos conheci- Vergonhoso desrespito para com o dinheiro dopo menta de empréstimos efetuados cm nome de tercei- vo se completo ao nos depararmos com a Escola Z~ ros J11nto o aRinclo do Hnmerindus local para su- Preto, a qual chegou a virar piada na boca do povo, prir o caixa da Prefeitura na ordem ele CZS pois é do conhecimento geral que neste estabeleci- 7. 700,000,00(Setc MtlhÕes e Setecentos }!il Cn1za- menta de ensino existia apenas um simples alicerce dos) antigos, dos quais o valor deCZS 6.500.000,00 Já que os materiais para n canstruçiia da obra, ca (SeJ.s Milhões e Quinhentos }!il Cruzados) antigos pa is como tijolos, cimento, (erro, telhas, etc. fo ra uma execução no Forum de Miranda contra funcio- ram comprados mos os mesmos não se encontravam. no nário da própria Prefeitura. Recebemos cobrançasab local da obra e nem no almoxarifado da Prefeitura surdas de prestnçào de contas por parte de órgãos }lunicipal, tomando destino ignorado. (ederais e estaduais de obras que deveriam ser (ei Para realizar tal obra esta equipe de trabalho 'tas em convênios com os mesr.ios, cujo dinheiro Já hã teve que adquirir todo o material de construção e via sido gasto pelos administradores sem as obras imediatamente concluímos e entregamos a citada o escorem concluídas. Como exemplo, podemos citar 02 bra aos alunos daquela regtão no último dia 13 do solos de aulas cm convênio com o }!lnlstério da Edu corrente ano. cação e Cultura(Saln zé Preto e Sala Canaã), Cre-= Convoco a populaçÕo de Bodoquena para quem sou- cbe Municipal cujns obr,1s estav:im aqucm da metade, ber informar-nos se na administraçao passada havia fazendo com que a atuJl administração arcasse com veículo da municipalidade movido a gasolina, pois o responsabilidade de pagamento dos materiais ad- temos cm nosso poder documento que comprova a com qulridos para que as obras estivessem no estágio em pra de 3.373 litros de tal produto. Devemos ainda que se encontravam, bem como com os ônus advindos informar que a administração passada comprou: com o término das esnas, con 'recursosprópriosdes 10 Pneus 900 X 20 - 14 ta municipalidade. Atitudes inescrupulosas consto-: 10 Câmaras 900 X 20 - 14 ,tamos no que concerne ao crédito de nosso municí - 02 Pneus de Patrola pio junto a (ornecedores, restando para pagamentos 02 Câmaras de Patrola cheques sem fundos da própria Prefeitura, na com- Nos informem, quem souber, se a Prefeitura Muni , pra até de carteiras escolares de 1987 e 1988. cipal de Bodoquena já teve patrola ou veículos qu~ Documentos, comprovantes, papéis que comprovam utilizem pneus e câmaras 900 X 20 - 14. as barbaridades cometidos pelos nossos antecesso- Em nosso poder encontra-se toda a dacumencaçiio res estão a disposição de nossos ~unícipes para ve necessária para provar o alegado,clescle já deLxando ri(icaçào em nosso expediente normal. a disposição do povo de Badoquena para, querendo, CRECHE - Temos recebido constantes críticos a realize as devidas consultas para tomar conheciren respeito da Creche Municipal, com alegações de que to ele mais desmandos realizados por aqueles que se o prédio cio mesma fora concluído na administração dizem honestos, pois se fôssemos aqui citar todos passada. Recebemos levantada e coberta, onde foram os desmandos e sacanagens praticadas, teríamos que gastos diversos materiais, tais coco tijolos, ci- ter a nossa disposição esse jornal no mínimo pelo menta, areia, telhas, ~adciras, etc. Poré~, vale período de mais um ano. ressaltar que os referidos ll'Jteriais foram e nlguns No CartÕ'riO de Protestos, uma considerável soma ainda estão sendo pa&os peln nossa administração , de títulos protestados contra a Prefeitura; no Fo como cocprovam documentos cm nosso poder. Convenio rum algumas execuções, como most'ram as ce'rtidÕes para construção dn mesma foi firmado coe a LBA,que dos mesmos; crédito, em lugar nenhum. Estamos pa enviou o montante, na época, de CZS 2. 700.000,00 - gando caro pela inaptidão, pelos deslizes, pelo sos Dois MI!hões e Setecentos Mi! Cruzados - antigos, seg incoerência dos que por aqui passaram nes porém o aludido nu~ernrio e sua grande maioria foi tes poucos tempos, mos, crendo na providência divi desviado para outros fins sem que ao menos presta- na, no trabalho e dedicação de nosso povo trabalha ~ CO_!:tas a L!lA. dor C ordeiro. haveremos de sair desse caos e fazer de 130 Jor,•i,CJl/l o e possa criar cOl'I a t r nqu !li Havere clonando n<; lhe os seus f{lhos e Haveremo de admfnts! dor, prepare !on11ndo ª" 1ws • educação e progresso, no slogan igualdade, e t rabo lho. [LPI )!O !OS!. R~ fAR"Al 1 O Prefeito_Munte!pl_de_Bodoquena_-_Ms. CRÍTICAS A COLLOR Eduardo Honfim(PC do B) criticou vcemenc 1~ te o ex-governador de Alagoas e l {der nas pes,._ ses de opinião p~bllcn na corrld pela Prestd. eia da República. As críticas do comunfsta for por, ao deixar o Kaverno ala~oano, rollor ter: primido manifestações pacíficas de 80 entldat sindicais e partidos políticas, ~m protesto co·• tra sua administração. Para tanto (oi montado s aparato policial-militar contra os manifestacu e também foram presos dirigentes e ativistas~;- õet ,,, dJ C:Í .:ia on rte da !Y-5, 1 !s trar 'zente •rio na .e os b .?5, e verdadeira face do candidato do candidato a i'r,· '.t!iO~ 1as te sidência da República. ..,_._ '.:':::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~ tiº e t r .:. livre dicais que estavam longe do local ou não participavam. José Costa(P~JR) considero:i t:, tastrófica a administração de Collor era alago,: afirmando que a nação brasil~ira que não conhece 1 el APARTAMENTOS CO ,R REFRIGERADO, ATE::UI};:.-:'. COM C~FÊ DA MA,'n.À COMPLETO E REFEIÇÕES. "RESERVAS EM AOUIDAUANA FONE: 21-3.55". llt'.LIO ALVES ílE ARRUDA - EMPRESÁRIO E PECUARIS Rua: Dr. Corra, 55 PORTO 1-!URTINHO MATO GROSSO DO SL'L. ./ E X P E D l E N T E JOR.'lAL TRIB A DA FRONTEIRA (FUNDADO E 20 DE FEVEREIRO DÊ 1972). FTh"DADOR: IVALDO PEREIRA REDATOR CHEFE: .IVALDO PEREIRA GERENTE: GILSON SILVA SAKTOS Rt?ORTAGENS: UBALDINO NUNES CORREA. RODRIGUES E LUIZ NOTICIAS: ABIM AE • _ • • PLA!>ALTO E CORRESPOXDE:,;TS5• REDAÇÃO, ADMINISTRAc ' República SG' l ÇAO E PA.llQUE GRÁFICO: Ru.l él 439-11' ?" - Caixa Postal 23- roe:(0é7) - Sede Pr i • .. de Títulos , "OPria- Registro no carro e ocunentos ng 35. ,piiiiii_ UM SEMANÁRIO DA CGC MF 2A REDE BEUVISTENSE DE JQ'il'A!S· 219.o,,·°1 3 • 2 0 3 /0001-59 - 1scx. sr. ° _l'Tll°'.-TOR.I: MA...llIA ' ESTELI VELASQUEZ PEREIRA, - a tir a PROGRAME BEL YIST EM Su VEHH ROOEI0S PENCAS BAILES M0T0CROSS MUITA ALEGRIA E AQUELA H0SPJTA ' GENDI , A A BELA VISTA - 18 EXPOBEL DE 15 A L22 ºl)'RONTEIRA, NOS ESPERAMOS POR VOCÊ - LAZER E GRANDES E JULHO/8 NEGÓCIOS E frente a SAESSE· o 01 T J'LHO E 19 9 P!GI', 0.1 luar tsas V4 l'lllo os iue , pe Prcst( istn fr: r ter sto e tas ' que ler. conheci o a í 1HL.EMINE: UMA GRANE PORCARIA EM OE A VISTA - Mó, e o Sargento Ralfh? Peruntou ou tro dia uma voz macia no telefone da TF, - Nao, e dn Trbuna da I ronteiro, nela 'lntn, r •Rpon,11 .• - HM! Desculpe, eu 1lguel 150,respondeu i'.l VOl, - Essa foi apenas mafs uma das Inúmeras ligações que caem em números errados d1ir1a ente em llc I n 1 Ista, Catn srmnnn precl9nvn urgentemenle falar coo n ni:ê11cio cln llnçíio Cruzeiro do Sul, de poir. de uns cinco minutos tentando ligar, cabei desistindo e indo pessoalmente atê a rodoviário, gnnhel mais tempo! O sistema de telefonia de Bela Vista es tá um verdade iro caos jÚ há algum tempo, re clamações Já foram feitos através da imprcn sa, da Câmara Municipal de Vereadores, mas até ngorn nenlnnnn providência foi tomnda por parte do empreca responsável pelo serviço, a TELEHS, qu<' Já vem merecendo, não só pelos ·êssimos serviços em Bela Vista, o pseuc!Ôni co de "TEl.EPORCARlA", foi tomada, - Aliás, a ,inica cficiênci.1 nos serviços rln TELENS e11 nossa cidade são os contas te lefônicas que chegam pontualmente paro se ren·pagas. Seria mister lembrar que com a chegada do IS~ EXPOBEL, neste mês, o servi ço, n continuar como está, vni criar ainda ais transtornos nos belavistenses e princi palcente aos visitantes que com certeza es tarão no cidade. Providências, é o que pe de os bclovlstcnscs, senhores diretores do TELE.'!S, ou "TELEPORCARIA" ! ! LEITORES AMIGOS: Tres elementos sao capa zcs de fazer feliz uma peaaoo: Deus, um a t:iigo e um livro" - Lacordaire, Na falta de u lvro, leia o INFORME TFI 1 [ .5± A -s. -- 72) • CARA FEIA!! Devido à algumas crí ticas, no mais e apenas reivindicatórias, veicu ladas cm nosso coluna em edição passado, outro dia uza estirada amiga pas sou por nôs e nem bom dia disse. Bem que ainda ten tac:.os um "bom dia", se resposta. Ficar de cara feia apenas porque criti Ci!Qos um serviço que re alente estava deixando a desejar, é,· no mínimo, falta de bom senso, ·Bom dia!! PARA FINALIZAR!! . 1/Ua-,:-, ,ts reclamações de alguns que alega não Su st ar nada procurar ou ! ~ • os aois lndos antes <]_Sritter, ão concor us, custa sim.a que ° nosso tempo é pouco pa ~a ficar correndo atrás l: t'odo _r:cndo, outra que 1 &aic nao adianta, 0 te- efone não dá linha!! Acho sim, que não cus d nud - - l! ' ,., trazer a impren- ~ os ~ottvos pelos qua .h"to u aquilo não es a funcionando a conten to, não precisa neo (o ;:.: car~ feia!! O que que {2 gas resostas, ex- caçoes e não criar ca oe, • • cm este cu aquele. 1 hpobel/89 1 Garota Joaquim Mortinho 'este !a;ort GllTl''l,O !Jr, Jon, mado, 1i sentar, ro ..., o n o ► ,... r " .... ... Flagrante da abertura do "Garota Jooquin Murtinho" Quem mais já Colloriu? • Segundo as ultimas inforoaçoes que recebecos a tê mesmo u Governador do Estado Dr. Marcelo Miran da Soares está a um passo de "collorir" também. Co cose sobe, grande parte do secretariado do Gover no do Estado já deconstra grande "sinpatia" pelo candidatura do "Caçador de Marajás". Eles gostam de estarem por cima. Mas não se iluda::,, Fernando Col lor já avisou que noo quer e não precisa de políti cos comprometidos com o poder, é contra essa "raça" que ele vem lutando!! ELEIÇÃO KA ASSOCIAÇÃO DO BAIRRO "NHARON". Com a apresentaçao de chapa Única, sendo reali zado um plebiscito entre os noradores do Bairro Cos "Brasileiros e brasileiras, desesperados e de- Estivemos esta semana no ta e Si-!'vo para dizer sim ou não, foi eleita a no sesperodas, famintos e famintas, o novo piso nocio Parque de Exposições Rio va diretoria da Associação de Moradores daquele po nol do solário mínimo ê de NCZ$ 150,00 poro os crã Apo em companhia do Vice puloso bairro que terá na presidência o jovern e di bolhodores na ativa e de NCZS 120,00 para os apo- Presidente do Sindicato nâmico Carlos Mesa Cáceres, na vice-presidência ã sentados, o partir de julho", decretou Sarney. Rural de Bela Visto, Le- professora Isabel Barbosa, além de uma equipe dinã Acontece que hoje, quem resolve mesmo ê o Con- andro Acioly, onde obser mica e disposta a trabalhar em prôl daquela comuni gresso Nacional, que derrubou a medida provisória vamos as inúmeras obras dade. Uma das principais reivindicações a ser levã do Governo e mondou que fossem pagos já no mês de e modificações que vêm da proximamente às autoridades competentes ê a do junho os NCZS 120,00 que o Sorney queria pagar so sendo realizados visando cão do Centro Comunitário do Bairro Costa e Silva no mês de julho. oferecer melhores cbndi- por parte da Prefeitura Municipal; à aquela entid~ Com isso os assalariados recebem os NCZ$ 120,00 çÕes tanto a expositores de que pretende realizar diversas melhorias em su já em junho, sendo que o salário de julho será reo como nos visitantes da as dependências, como a construção de uc caopo sui justado de acordo com o percentual inflacionário+ maior festa da fronteira, ço, vestiários e dependência física para a instalã (leia-se }LIS) JZ, o que provavelmente vai dor ma- a EKPOBEL. Com certeza os ção de uma foroácia comunitária para celhor ateo-= is de NCZS 150,00 em julho. Com o derrubada do ve- visitantes levarão de nos der os moradores do "Kharon", to presidencial pelo Congresso Nacional os aposen- sa festa as melhores in. Pretende também a associação, criar nos prôxi tados do Previdência Social ganham tombémosmescos pressões no que tange à mos dias um informativo mensal do bairro que servi direitos dos trabalhadores da ativa, o que entende ·organização e administra rã para levar à todos os moradores as atividades ~REITO DE ~ESPOSTA! ! mos ser muito justo. Ao men·os ê o que entendi!! - ção do Porque Rio Apa. desenvolvidas pela diretoria, bem coco reivindicar Quem por qualquer for r---------------------------------------------, as necessidades daquela cocunidade. Ore- ~: 55 ~ 0 ::::i:r1 ~!::;~º i~~ 1 1 'UMA OITE HO VELHO OESTE'' ::~ 0 : 0 ~:~~=d~º!~~= =e~º:ª!~;e~~r":a~~~~; Justaente, têm direito o e> i d t mat vo o bairro, aceitamos o convite e ja ": c%:a z±:..± responsãvel pela crítica. d C - e o osta e Silva ·sera patrocinado pelos co o:i isso, objetivamos le - - ] merc1antes e lojistas do bairro, e serã-;- •~r à população explica:: ----· ' ~ • acima de tudo, independente e desvincula- ;c~s referentes a este ou ..,r ----t do de quaisquer ideologias políticas ou Gule serviço que não es -. .- • e:.. i , partidarias, credo, cor e raça. Falado?? I correspondendo, e o s- ~•o, nerecedor de nos- .::!,. 1 • ~ --,. . s críticas. 'l],s l} " a--w --- ANTES QUE ESQUEÇA - ANIVERSÁRIO. Daqu.i deste pedacinho do Informe TP' ,de • sejaos muitas felicidades e que continue a ser essa gata siopática à o:niga Patri ci.a Bliny pela passage::i de cais u:n oniver sário no Último dia 18/06. Beijos, aá?! VI, OLHEI E GOSTEI - QUE~O PRÁ MIM!! 1 Nao somos correio e achru::os que recadi nhos ê coisa de bixa(apesar de não te=os nada contra eles, ou elas), mas esse tra ta-se de u caso especial: Clêo,(LEB), 0 . ----+«..---1- ~ que voce teo, quando chego perto coeço a -- -- sentir algua coisa que não sei explicar! ~.' . • =-~ _>-7 ~ ~: . -=i:.a~;,t . ~::_:, To de olho er., voce e quero uma chance! (DD) & ,,_'D @Erra ECrCI ELE; ANDRADE- Locali zoda na Barao do Ladario, esquina co::i ã uMX NO NO VAN 5c±TE - General Soares da Rocha é o nosso desta »l. -TU ).7 4q sue das seana. Services garantidos es .,o.,,u..,,g.,_...- .. ll/ veículos de todas as 1tanas e aquele a- om certa va ser a o rerente e nunca antes visto ec nossa região a prôxica prct:Õ ~ ~ çig da JOVE!de ela Vista que vem movim~ntando a cidade nos Ültinos dias-. Estará te n dii:iento. Fale co:n o Wanderly e confi acontecendo no pro,<ico dia 08 de jul.ho no Gremio Pedro Rufino "illl.A NOITE NO VELHO OESTE". n;: 0 ,.~~e àfirmi::os • Esoecialidade da - L • Munír.i a l,Ah 1 , 1 r 1 1 ,1 1'111 1 1 1 1 l 1 1 M "Autoriza o hele 'do Bodes d tHI 11f t. 11, t. OJII • Ili proier ade+soo a ou t I hl ,1,· .idqt1 11· 1 ,. t'.l l ,1111111111 01,I 1 ,1' Pl'UV I d; IH I d 8 1/89 /. 01 + • lll',lfl 11_ fll•<l ... i " subsequentes, mediante inscriçoes em res - tos a pagar nao processados. Na hipotese de reajustes de p, ... ,•ços, huvc-r·uo de feitos cmp~nhos complementares, por estima tiva, ate o termino da p~rticipuç<lo. ARTIGO,º- S~o aotori=..:idas a,- ,1ntccip,1çoc-. d prc~tuçoc~ ,vicc-nttts., .. , titulo 1..h~ lun~cs 1 i vres, desde que tais pugJmcnto!:,, aos pre ços, ioent<•,-, ,10 dia I iquid,•m p,11·celas- íi - na is de cada grupo, cnm o fim de abrevi Jr a part i e i p,1ç~o do muni e i µ i o no consor"c i o , tudo condicionado a existencia de recursos fi1h1nc.! i rn-.; Ji ~ponivf" is. ARTIG 9u_ C 'hcfr Jo POJur E"~cutivo dcv~ ra lazer a previsao orçamentaria e finan - e,• i 1·,1, ,rnt ,._ J,1 ,. laboraçao do Ed i t,,I d.:, 1 ieit,,ç;o. ARTIGO lOq- PJra cumprimunto da pncscntc Lei f i c.:i o che f • do Poder Ex,•cut i vo Muni c i p~ I .:iutori:Jdo J abrir cr;dito ou cr~di- 1 - • • ,ni1, 1,,1111 ' l1t.it111 l :.,, dfc 2e0.'0, eu:to sl d t +nodo o olet t li ,1 e_ 1 « Ili Ld ... <'11' Medt• 11·u~ d,· p,.,.f,,it,> M11111,·1p,1I " , nd l l dl lH nt 11 l t r ,.., l , , , , , , , Muni +p0 1 1 (l amara Municipal d,e Bela «to, apro- Vt)I, t' c_•t1, Pr•c•lc.•ilu M11111cip,il dl' H,·ld 1 ~- de Mato Grosso do Sul, -...d11< 1 º"º t ", l ,,t ,,d,, d '"'l'!)lliltf"l' l,•i: illTIGl , .. _ rie,l o Çl,,·f',, "" """'"'" [,..,.,ufl11 Muni ipl autor :.,1do ,1 11dcp1 i ,. 11· <'3 l lllll 1 - l 1 1,· for nh~t•-..., :.t·r·c.1 qui lu1~1c.•l1·0, .,·um 10111.1,_, l Ç,l '-' d i l'l' _,~o li I dr·,utl a, de talr .... ,1ç,1u lhl t: io11t1 I cum mnltll' diesel de 130' cv. atr 1- ve, de ade«ao e consequentemente subscr çao de qrupos de consorcio. ARTIGO 2'- ode«ao aos grupos de consor - (.' i o se f ,,r:,, ,.,, 1 J' 1 vamente m .. ·d t ante d foral izacao de concorreneia publico, de dc-or·do com d'4 di -..po,-. 1•..:01..•-... du l.h.•c1•pto-l,· t - N" J9, dl' f" d,· j.111,·11·" d,· 1079, l' ,kvr,•tn N" 11:l, de 30 de abr 1 d,·_ L97ll: ,. d,· .,, ,,,._ p.11-. do "UOI ,, lt-r1i .... L.1ç~o .,plH·.t\.'I ,l l' ... Pl'Cll', / L":im.11·,.1 \un1c1p,1I ".' R,•ld v, ... td, [ ... tddP , • [ decreta e eu promul- ART IGO 3º- despesa decorrente d,1 ,1qu, .de M..1tn G,·c,-..--.o "º ::-u Ç t.1o d~ uip,,111,•1,tu ... ,•1·, oh.J"·t,> d,· ("ontr..1h 1 - ~,,, ,l ....,,-~1t11nt,: Ll'1: 1 í I G' Lº F F na Ricardo de Souza Ro liza@ao, considerando-se o va or o'ereto ARIHG' '- teo a rm ,. a cad 1 '-'quip,1111ent:o(,•--.t1m~tivo), dl' pr·("4..,u ... ", in-...t alada e ... t,1 4.•id.,H..IP, com o amo do Jiu, pt•l,1 mull1pl it·,H-dO do ~tllúr d,1 PI'_!_ Hut,•l .. 11·1,,, i-...t.•ftd do ... Tributo-.. Mu111t 1pe11 ... me ira prestaçao ou cota pelo numero de a pelo prazo de 1'dez )anos. il~TIG0 '.!"- i 111n d,, qu,· tc-nh,1 d11·,·~'l.o Ct.' 1 d~ d p,lfl.lt'". :..:.:..:..:.:..-~-- • ..1ntl 1 I'" i or, ARTIG~ - A-.. de---rn•-..., .... l'l•~ult,1~t,·~ d.1 ... ,,1 , ... l.."ll(,'tl() d." llll' tr,!t,1 O Arti~)O riacçoes dos valore das prestocoe ser firma Ricardo de ouza Rosa, ficara isenta cnid ,lh i I izadas o t i tu I o "~er, 1 Çn d,i í' 1 ' 1 - .... ~,1111..•ntt.• tlt•...,tl' 1·,1110. - 1 1 , t'tN I C"' • t 1 for cri .. 1d,1 umu f I l _i du", d C'tld,1 ua•...,, d,· .ic.:nr"l n com o~ , ,l ore } '- e por ventut ,lpuri1do~. .. _ ,l 1, mente era i ..... ent,l a matriz, no referi ARTIGO 5-- As adesoes de consorcio, que '' do prazo. • 1 t [ • J f l 1 L 1 "· ,l t 1 !'-, f ,. i - c-,,ruo ,H.!-..ti·it-'1-.. ,, .... ,1~1l·nc1t1~ ,o-.. , .. , • e€ ARTIGO 3- t 11100 ,1 l'l' ,•r-11., l' vos creditos, noo poderao exceder a Ctcin tas as duvidas, o Executivo Municipal conce co)ano:, prazo maimo estabelecido por le' Hera a licença devendo constar da mesmo o iRTIGl t,!! Fi,·.i n 1'0d,·,· l,,•,·ut "" ,wtu,·1= .. - -..,•qu,nt,·: ISENTA l'E IMP0ST0:3. du .. , 1b~i,~ cr<•ditn -...upll•m,•nt .. ,1·, p,ll ... l c, 1 h•t· ,lrf1G0 .,1.''- Est .. Lei entrara em vigor no d,1- t,11·.i ,f,, ,·\·11thli--. .,11111,nt1.,..., ,1'-· pr·t.·ç,,:-, du t,1 ~lt.· :-,lh1 puh~ 1ct1ç,10, f'l!VOgJJ,1-.. ,1 ... di ... po-...i- cquipdlll .. llu, ,,hjt•to d1..•-...t,, L,•i. ç~<... .. s em contrario. ARTIGO 7"- (',- ,•mp,•nho-.. d,1-. d espesds deve - 8ela V,,-tJ-MS., 23 de junho ,k 19~9. ,,,·.a.. ta±orados globalmente, nao ob-+an EJ::.on Mede· i 1·0-... de- MurilPS. te os pagamentos deles decorrerités ocorre- Profei o MUnit:iJhll. rcm no cx, .. 1•cicio(r,urtc) e nos exercicios o Coração a Cidade" Apartamentos com r Con icionado Café da Manhã Completo AV'c.1 1 A TEODORO SATIVA RESERVA 439-1487 E 439-1366 BELA VISTA MS OE BELI VISTA p í' l"lH' ei Municipal n~ 860/89 GiRl-.[H. IW l'RLILll1.' L 231'L .111li'l'l fll" 1 • "í'i-..f)<H' ..., 0hi•p 1--.l'f<.,~,1u d,· t,·1huto-.. J.,un1c1 e da outra pro idene a-". do d d . .r' p•;<,l',V V J, . ,, .. j • ~ l • ., ,:e,., 1 (' t i Vi <Jr1d· • q 1 .;~ f :-z l • J t ,j,,.. I f't V'! l· ., ll, • j 1 Ficar:os nu 11u 7ra., (da alcad de d r·.· • '";,. t<Jr profissionais d ; . z~. :r.. ·1t -z "! ,. r.r;e1ro .::..r·n...ct.JO'.Q roí r.:;:.:.l·~· r.:..l i.i< l 1 f1l't'•l1C•.~iL cial (21% (!."·l fo1r.--i, -;r., qur• turJ,J ·ri'Jir-a} .. tir;o ºª v·,.1·, cc.::1..::;, (:,.i" .::r,ri:.::-; ·, i:-.-~cr;;:t.::C a politicagem(dinheiro da !rvid:eia foi_ tZ· po.ra cor.s:ruir E:-asÍ.li·.1. , ura legislaço p::CÍfica per.ni ti ria que parte del [asse.-~- cm acocs previdenci árirc de: er.:pr':.s::!: d~ e""'!" ;br·r~o e r.ao cst.-.1tais p~lo trabalr.a:!or c:.tr<.: ,.quclcs que tem.ir.mias g.:.r-....ntié:S, qu,:; r:,ock:r.ier., r.o a indisponibilicbdc dos bens dr• :é:eceu - a dil : 'esp, ±unciz .·e env Íê ::Hív, ' :1sta0 -3an1a , escc ofer<.:CE:.$..."" in:::Ju:r •• • ,:antiê seus d.ns ., bon. 4! estz • e :-.Q , :;5e4 Essa bola de rY..:ve rolaria, .:,u:;1 n:anco, t.~ .. ~ nbaixo do interesse dr> cê:ld-"l t...~, dur:r.:e ':f ;:,.,os de treib.,lho do ber.cfic iário, sem c sc-r alienada. i parcela de rcolhirento Te bolhador te: ri .i ài rc: i to do cor.ve :-t.•::! :- cr:. :t:~ vidcr.ciárias poderi:i v-•:-i - r-: ~er.ia ~a!cr:: ,,, çno se:_ fizesse( :;err;:,re preferenciais é!O pc'."- _ por açoes d.:,. e::-p r13s;, cor.. -, Cj' nl o - ,,..,bclhlJ!: tivesse: vlr.:::ulc t· ... ;:.rv-,.--.:· :r-_o; ::.r-c!.;::i ;:;rog:-:.;.Z. :-:;,--:, e ai r r•--:. ~ -.f"!:J:,., .. •· e ....... b ....!.r.~.:O!'; rí.:Ct:SZC r.JiS ~•.::-r;x> r.--t a••.sise cen ivos especiais poderia--- ser cr-iadcS r= ... _ra o traba.lhr":or i:?;>li=assc t:~~~o.;::.z; oessca:.s : fu'1do seu. indispo:-.ivE:-1, que poderia ser :e, do scxnc:n <: por ocasio da QOS<."ntadorl:-<- 0 leito:- certa-:ie:1::e já percebeu quais st-' os n::sul tados dessa poli. tica fu:-.dã.le:itaeél ~ são de: aç&:s previd...;r.:::iárié:!S. Q-Ja;to tt:ri~ ·.: balha-:or -,e-, :-.;:o~c:1t -:-1.r, '!ex is e.e 35 r.::r 5 serviço, se tivessem Pé:SSaào. t.oco esse te rim 42o 7E:S(:S) amealhando ações de ua F solioa? Qual seria o bt:ne_Í.cio para e::1)!'"::Y_ tivessem assegurada a sun cctf)i laliz~ão ;:e'"~ de trcs decadas, serr. os 1.rans1:.or:1os da es , e.-~? RlrtlE)iS RCD!:UGliES DOS s,.:r.> OTEL P USIDI OI FRONTEIRA ste é cria" -=:a:)tar na o e, , vts., ·=- ~-=su:; CI 1 ,,. ,., 1o DE MA9 DE 1975 - - -----------------------------------' AO XIV Expulsão E repreendeu Jesus o demônio, e saiu ele, E desde aquela hora o menino sarou. +tão, 'os discípulos perquntaram a Jesus , particular· "Por que no podemos nós ex 1sá-1o?"Respondeu-lhes Jesus: "Esta cag de demônios não se expulsa senão pela o acção e pelo jejum". (ateus, 18-14). Não é de estranhar que os discípulos de admirassem do não terem podido ex lsa° o "demônio", que atormentava aquele nino, e procurassem sabor do Mostro - o • go deduz do diálogo-- qual o meio a r emprogado para tal. Hii rnlli.ta genl:e hoje que, apesar das lu cs que n Terceira Revelação trazido sobre s causas elas obsessões, ainda pensa gu'3 xplusar o "dt'mônio", isto é, obrigar um spírito obsessor a abondonar o obsediado, • cois11 fiicil. Ainda há poucos dias, um os principais matutinos desta Capital, o Diário de são Paulo", traziu, entre 0s a incios, um muito interessante, referente, . uma descoberta para conseguir tal fim ropunha-sP o anunciante a remeter, pelo correio, a quem o sol icitussc, um casal de pedras de cevar", para "espantar Espiri - os atrasados"; u quem lhe remetesse a im rtãncia de 50 cruzados polo cásal " sem ria" e 100 cruzados pelo casal com cria". possível que muitos ingênuos já te tham caido nessa modalidade do "conto do i ae • igário", que, aliás, não é nova. Há mui. - os anos quando nossa Capital foi tomada or um verdadeiro batalhão de pernilongos, pareceu nos jornais um anGncio semelhante ia fe. 4/ a diferença, apenas, de que se tratava ! l "espantar" pernilongos e não Espíritos: • 0 anunciante propunha-se a remeter, a quem :oss,: • ;hc enviasse cinco mil um aparelho , iDS &: infalível para extinção dos incômodos sere ,s atistas, que não deixavam a população paÜ ,;:,. listana dormir sossegada. Os que remeteram quantia pedida receberam, pelo correio , ~ bonita caixinha de madeira, dentro da ;eus - uai estavam dois pauzinhos numerados - no e no 2. Acompanhavam a caixinha umas ins #ruções impressas, que diziam: "V. Sa colo e, delicadamente, a cabeça do pernilongo· obre a pauzinho nQ 1 e arrume-lhe uma cer leira cacetada, no cérebro, com o pauzinho o 2". Este descobridor das pedras de cevar n cria" ou é um ingênuo, que pensa que 5 Pantar Esoiritos atrasados é o mesmo que •Pantar pernilongos, ou é um brincalhão , , então - o que é pior um espertalhão q/ do quer locupletar-se à cus a da ignorância, alheia! Para espantar Espíritos atrusados so há um remédio, o ense é o que o Cristo on sinou aos seus discípulos, quando es os lhe perguntaram pcrquc> motl.vo niío tinham conseguido que o obsessor so retirasso de junto daquele menino: - "Es a casta doe " demõnios" não sP xoulsa se não pela ora ção e pelo jejum!" Por meio da oração - por moio da prece - é que nos pomos cm con ato com o alto , obtendo uma parte do auxílio necess~rio para a(astarmos os Espíritos que ôbsPdam~ os nossos irmãos, e por meio do jejum, e que obtemos a outra parte, que vem a ser a que nos toca no trabalho. Esse jejum, entretanto, a parte que nos toca, não consiste na abstenção de a limentos. O jejum a que Cristo se refere, é aquele a que o Espírito que assistia o profPtu Isaías já se referia: - "Acaso o jejum que escolhi consiste em afligir o homem, a sua alma, por um dia? Rompe as ligaduras da impiedade! Desata os feixi - nhos que deprimem! Deixa ir livres aque les que estão quebrantados! Parte o teu pão com o que tem fome e introduze em tua casa os pobres e os peregrinos! Quando vi res o nu, cobre-o, e não o desprezes! En tão, invocarás tu ao Senhor, e ele te a tenderá. Quando tu desentranhares a tua alma para com o faminto e enchereb a sua alma aflita, nascerás das trevas, a as tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia!". Eis ai o jejum, que aliado a prece , constitui o segredo para que tenhamos as cendência sobre os espíritos atrasados rompermos as ligaduras da impiedade, tor nando-nos moralmente superiores àqueles , Espíritos; praticarmos a verdadeira cari dade, e recorrermos, então, ao Senhor, em cujo auxilio tudo obteremos! Pedras de cevar, "com cria" ou "sem cria", defumações, banhos com especiarias água benta, rezas, esconjurações, exorcis mos, nada disto tem eficiicia para "espan::: tar" Espíritos atrasados se aproximam de nós por encontrarem atracão, assim como as moscas se sentem atraídas por uma cri ança que está com o rosto e as mãos sujos de mel! Façamos o nosso Espírito despojar se das fontes de atração, e os Espíritos, atrasados não mais se aproximarão dele . Que os ingênuos não vão, pois, cair no conto das "pedras de cevar" Diza o Papa João Paulo II, - em sua primeira revista ao jornalistas de todo mundo, logo após Per assunido o Supremo Pontificado da Igreja os reles de Comunicação Social fazem 4 promo q.e falam e mata o que silenciam". @udeza julgou o Pontífice os efeitos da co ao sobre o público leitor, ouvinte e telcs -or. O que é constantemente divulgado, de for ~~PCtitiva, cala na alma, fixando valores. Valo qe, lentamente, se transformam em modos de vi OI':!!,1s de pensamento, h:Íbitos ,bons ou maus. E ue { silenciado, como costuma acontecer com as ·t·a,lt,- ristãs, os valores éticos, morais, reli- os e espirituais, o povo vai perdendo, esque - "do. ~csultado: o público assimila conteúdos de da alhefos aos bons hábitos de vida, que fluem, As virtudes humanas e cristãs. ?AI2 DESTE PODER Os etos de comunicação social (MCS) são podero s, Porque são envolventes, atingem o indivíduo, Profundidade do ser, desafiam a sociedade huma co:, o bombardeio persistentes de apelos e ensa ~s. Utilizando recursos psicológicos, emocionais Ctivos, intelectuais visuais e artísticos. São Pazes de tocar até o subconsciente do homem, fe "do a sensibilidade, propondo desejos, cultivan- «s vaidades, estimulando os apetites de posse , sexo, de poder, de gozo, de beleza, de realiza /essoal, de competiç:'io com e contra o outro . PPec!alente a música, a cor, o som, a imagem Palavra recebem um tratamento singular, psico amente inteligente, a fim de que "e'an capa - ~t~c _atingir o alvo, que é o home~. O homem é o- de cubiça desenfreada dos modernos meios de EIO 1) l l) "D em ô n i o" 1 DE TUTH!O DE 1989. DE COMUNIC comunicação, Ele deve ser conquistado para o con - sumo, pela máquina de vender coisas e pessoas. O consumo, estimulado pelos MCS, leva fatalmente ao consumismo. E este já é vício, descontrole pessoal alienaçao de valores maiores, porque consagra como bem maior,o ter coisas, para consumir as coisas , para ter maior poder sobre as coisas e as pessoas. Este é o maior pecado dos MCS modernos. Servem em primeiro lugar como máquina que leva ao consu - mismo, utilizando para isto os recursos que a téc pica e a eletrônica põem ao serviço do homem. 'I'ra ta-se do pecado do mau"uso, da exploração do hoe e de suas vaidades. As coisas são mais valorizadas do que as pessoas. O homem já não é visto cm sua dignidade, mas apenas como objeto de consumo, fa - tor de consumismo, mercadoria a ser explorada, con sumida. O PODER E OS SISTEMAS No regime capitalist , como o nosso os meios de comunicac;ào social servem, cn primei;o lugar, à propaganda consumista, segundo as exigências do mercado. No regime comunista, os meios de comunica cão social servem às idêias do sistema. Lã O Esta= do ê o Único proprietário. A imp=nsa escrita O rã dio e a televisão são usados para a propaganda das ideias do Partido üaico que se perpetua no poder, como expressao da mais feroz das ditaduras, que nao permite nem sequer que alguém discorde cm pú - blico. Os exemplos_nos vêc da Rússia, nestes quase 70 anos de Revoluçao Comunista. Em ambos os siste mas capitalistas e comunistas, os MCS são postos a~ serviço ou de produtos para o consumo, ou dei deias do Partido que está no poder QUAL ALTERNATIVA? R- 1 Quando se é bom amigo, sempre se encon tram boas amizades. * Quanto maior a nau, maior a tormenta. * Se a mocidade soubesse o que fazer, e a velhice pudesse fazer o que sabe, nin guém seria pobre (Randie Cotgrave) * o amor é surpresa de descobrir que o outro existe (G. Bernanos) * A amizade verdadeira sorri na alegria, consola na tristeza, alivia a dor e se e terniza em Deus. Se as criaturas são reflexcs do Dou:; , então amemos os reflexos aue certamente, chegaremos à Luz (UI. de Goutel). * No dia em que parares de avançar edis seres "até aqui já basta", então começa:: rás a morrer (Santo Agostinho). Onde corações humanos estiverem unidos ou sofrendo, Cristo estabelece a sua mo rada (F. Mauriac). * Quando os jovens descobrem a arte de chorar como adultos e sorrir como criança eles começam a descobrir que são infini tos (Pe. Zezinho). * Mudar de idéia não é vergonhoso, vergo nhosc mesmo, 6 no ter idéias para mudar. * O escritor original nao é aauele que não imita ninguém,·· mas o que ninguém consegue imitar (Cha - teaubriand) . * O cristão nunca deve iniciar ou encer rar seu dia, sem antes dirigir-se a Deus. A oração da manhã é o batismo para o dia, que sem Deus permanece pagão. E a oração da noite é sua extrema-unção, a última benção do dia, que irá torná-lo,. santo diante dê Deus. (De um livrinho de orações, 1938). A rigor, os meios técnicos não são nem bons nem maus. São indiferentes. Quem lhes atribui 0 bom ou mau uso ê ~ homem, que usa tais meios. Is to significa que, postos ao serviços do verdadei ro bem comum, eles podem fazer m!lares na proo çao da dignidade humana, do·bcm comum, da união entre os povos, da paz, da injustiça social, da2 bondade, das relações de fraternidade, das virtu des hucanas e cristãs. Os CS são capazes de le - var simultaneanente a todos a palavra da verdade, os fatos construtivos, a boa notícia, os valores, eticos nos julgamentos sobre problemas humanos hoje em crescente exigência de definição. A alter nativa é a de pôr os MCS ao serviço do ho:nen aÕ bem da fé. à promoção da cultura sadia, ã defesa, dos mais necessitados, à união entre os homens , a partilha dos bens, os valores da arte, à orga nizaça0 política dos cidadãos em busca de carida de. Ua alternativa que exige renúncia à competi çao desenfreada e o reconhecimento da igualdade dos homens, acima da situação cultural e social. Mesmo que pareça uma utopia, importa trabalhar afanosamente, para corrigir os desvios de rota , nos quais os nossos meios de co~unicação inco..rem fac!lente. Basta observar a Rede Globo de Telev! sao para conferir o que afirmamos acima. o povo brasileiro vc:: perdendo valores éticos, familia_ res. Aceita facil::ente critérios de vida contrã - rio: aos ensinamentos da Igreja, como é O caso do divorcio, da ~egalização do aborto, do amor livre A Rede Globo e hoj: n principal responsável por esta dolorosa erosão de valores.éticos e cristãos na alma de nosso povo. Vale.a pena lutar por uma ir.prensa que nio seja escrava da Ideologia dos sistemas sócio-político-econômicos. , )l l t I é 1.,1 AI fllll•IJ ,A 0/ ti o•,rr IRA li í l /1 T A-M J ,. íl l J li fl O 1 1 J 1 1 -- TOMOU POSSE A HOV A DIRETORIA DO CENTRO COMUHIT ÁRIO ZULMIRA OSSUHA "f•,JHf'U 1,.1,r-1t.· pt,nd(r' <<nl ,l l'Onf1i11(.1.. ,,,. 1,1111 d1 p,,c.,,t,idt. l' Í,l zrms puntcs un aronde l1c1l, lho lr·t1lt o C,•nlr·n t"omur11fi11•10", l'I f cif l ou Carlo Me«e Cáeres tJ IIC'Vt. Pr, '-, dc i, da o i acae de Morador e do Barro Co t " , , :- , 1 " ( Nhar ón ) . luta. pessoa, foram pr t',t 1 !J i ,Jr o ,,to d,· pJ•, 1 de Nova Diretoria do Certro Comunita- 1·io Zul1111ro., O-;•,u1h1 11t ::_;,.,d,1 í,·11·t1, d1,1 2;t/6 PI'• qu.indo rn . .i~c•1orc.,m pr t r.,·nç,1 o PreíC'ito I d '-1• 11 1, ' iros de Moraes, tn@enh iro Ri e-urdo d,, Su11~.i Jfo..,u-Secr,·t;,,,io d,, Oh,·,,h dt, Mun1ci, pio ertre out·ro..,, A Chpa "integraçao" venceu o plebiscito de aeitacao com facilidade, demonstrando qur u ""~ oc 1 ,1 ·,10 1·t. ,l I mnt quer proar ed Ir. r,11,•111 p,,r.,· d., Nov,• D1n•tl)ri,1, C,ll'lo,-, M~ se--Preident; lzobl Nogueira Barbosa--+ee P,·<. ~ 1 dl•nt ; [ 1 i z,,lH th Me.a Caceres- 1 Se - retara; Bernadeth Me-a ácere-- 2 Secreta ria; Jorge Martin Vera-. 1 Tesoureiro;as - simiro Alves Correa- 2 Tt·:--out·l·tr·o; corrlY. membro do Conselho fiscal etao: Ranáo Bar bcsa, .Luiz Carlos C,,lli<tre M,1ch.:do, [l1b,1- nho Océmpcs, svplerts: Angelo Mol 1n,1, Ante nio Artcc: e Jos~ 09euir,,. o t1fo lh p, , d;, :'iov,i O,,,, tor111 Cl'I trCJ Corripn1t,;, 10 Zt1lri11•,. O~,SIH1u, u f ,. , o (d• on ·.t,,dc· 1 ro-. d,· lor,H•,, f ,,J ou importancia da reoraçao dcs meradre p,,,.,. o hc,e, dp•<·mrHnli, do., tral,,1lho, d,•_o,:_ ,c,c j ,1c,10, ,1 J 4"'•rr d< cJl1X i 1 1 o aos mut J rOt'';, pois "a uriao faz a force", l{1c,1rdo d, Souz,1 Ro•,1-S<•cr< ,1r10 dl' 0- br as se colocou a disspesi ao dos n11:r·,do - rc '- t• nov,, d1 rt•lor 1,1 nc que for prec+s p.ir·,, q,·t• O!- prohl<•m.1c., <l,l ..-c.rnun,d.Jde! d1111i nuom, o l' 'Tflr!'';ldl'ntc cJ.. /l<; ... oc1,1ç,10, r1,;v,o lerrique, popular Pistonho fez um discur so de dspedida falando de seu trabalho e dseyando vtos de sucesso o neva gstoo, P,1rtt r,r ov.ir qve e:»ta com força de von tade- para trabalher ... 1 Chc p,1 1 ntc-9r,1çuo pr·om<:vl' nc pr:,ximu <li,, 9 d, julho, dL•min- ao, um Quermesse n Certro·Comunitario que tera inicio dsde as ;0O horas e Se retendera durante todo o d 1..i c,,m b.Jrr..ic.i,-, d pipocos, qventao, arendoin, alem de LI LF Fundada a Associação Belavis tense de Apoio ao Menor Bela Vista ja da sinal de maturidade po lit1c,1 (" st,ci.:.I, o sonho do Casa do Mener i d,•,11 i :::,,do pc I o Ju 1::: d.: Com,'rc,1 Dr. Vi 1 ::,on Bert,• II i, Prcn.utor p;,b 1, co-Dr. Cc I i-o Sotl· - lho de C,1rvulho ,, dn Dcfl'n><or P~bl1co-l'r.J(, 1 i o C~·::-'-lr' GorçJ I vc.-::. jc; ~ un,d rC'cl I i d .. ·dc ... ,u aiccnce d todos. Cono vei cu damos en modos d dezembrc Jc , aorc ccm satisfaçao registramos a Cria çao da AB?M-- Associacao Belavistense· d pio ao Meror ''Rccri<lndo a c~prranç~'', no d:a 11 de meio p;. A Prc.s i dente d,· cnt i d.Jclc q.,,. v,o i .Jbr i g,r jovens de 7 à 14 anos é a 1 Q D.Jm.:, do Muni e i pio Sr•! Ceei I ia Mor.Jcs. A Vice- Prcsidentl ; a Dr" Celeste de Cota e Si lv.J, ~ 1° Secr< tório é o Sr. José Avel inc e Silva, o 2!! Se cretario o Sr. Krugerson Mattos, o l!! Te-:=- ',Ourrtro e o Sr. Rein..ildc C.J~po~ A=•vcdo e o 2 Tesouriro o Sr. Murccl1no c._;:--~10 fiigl ia Acioly. A sede da ASAM esta I oc.J 1 1 :,,d,; no rr c d i o dn artigõ Escola Pedro Ajala no bair ro da Ague Doce, a assocaçao ccntara c/ s0cios fundadores, bcnemer itos e ccntr, buinb:s. ''O Ju1=. du ccmtlrc, 3 , o Prom('t-or P~bl 1 - C<' e o Defensor P~bl 1co ,-Lr~o membro, cf,. tivos dn Con,-clho Fioc.JI al(m do Com~mJ~~ tl' d.J Policid 1ilitar· de Beld Vlst.J e o D.:,lcg.;do Civil", diz o Est.Jtute de crt,d.J de. Com .J cri .JÇ.JO da ASAM, o mcno'r c<"rrntc dd Prince,,., de ApE ter~ algu~m .:elando p,· I a su,, pr·oteç.Jo e segurcnça. *l I LE<;> RONAV /lBn MuniciP,~I Auxilia Mic~oempresas; Cm recursos vindes do F~SUL-Furdo dl' 11ra provn do trab6lho din;mico que o Pro- Assist~ncia Soci..il S11lm.itogros!-ense, a P~- n.:v/LS/1 e EmpEer vrn, real i:::ando na Prince·~ nilv/LBA Municip,,I .Juxi I iou ..i criação d1o n<i s,, dv Api.·. LILE t vu mi crocrr.pr csa~ cn: Se Ia Vi stu. ' ir-:--:--~::-------.....:.====-----=-..:.::::..._..:.<_-.:- Entre os contcmpl.Jdus cem o recursos fi nüncc.iros c-::,t.Jo : Angela Maria ferreira da Costa Marques(Careceria e derivados), Arlin do Simplicio d Costa Marques, o popular s bo(Of,c,na de Soldas), Cristov~o Roj.Js(M.Jr:= c,•n,'ri,i), Dcmcciu On,· Barbo:,.J(Cor:fccção), Ev.; D•ol in .:i Cardoso de Sa=:::ano(Serigrdfis) lrinc-u Alvc.s Teixeira(Docciro), Mar-i.:i Emi - dia Cc~turion Ferreira(Co~fccç.Jo), Zeferina Cceres(Cabe lereir),e Mar ia lvanir Marin Puch ·t.:i(Cor.fecção). Alem dz auxilio a micrcempresa o Prcncv/ LBA Muri e i pê I sob a direçao da Sri! Cec i lia Moracs-1" Dam.J do Muricipio também real i - :ou n ve 1 novos curso· profissional i=antes ccmo: Arte Culinária, Alfaiataria,Art zana to ew gcr.JI, Tric;, Datilografia, Pintura en, geso, festas infuntis, Pinturã en, Cer.i- CONFORTO E HOSPEDAGEM COM TÃO BOA VONTA mica e t~cido, Corte e Costura. 'DE. O .Jpoio irrestrito da Enpaer ao programa N.:icronul d1.. Vo.luntar, . .:ido vem em muito ccn- OBRIGADO TAMBEM A AQUELAS INÜMERAS tr i bL ir pr~ o suces!é'o destes curses pr·of is PESSOAS QUE REZARAM, ORARAM, PEDIRAM à sional izantes, e isto se d ve a h~rmonia - DEUS PEt.A SAODE DE NOSSO FILHO EM TODAS existente entre as duas entidades. De um la d o ~ 1 il D .J m, d o M u r, i e i P. i o C e e i I i a Mor •. e s e Escritório de ndvocatii CAUSAS C VEJ S E CI IVil!,AIS, RUA: CARLOS 15 DB tlO/• MBRO FONES: 'fEtEFONT.: BELA VISTA MS. Escritório Jurídico. NELSOII ADVOGADO 251 1721 251 - 1712 ESCRITÓRIO: P.ua Tenen e Bernardes no,: RESIDENCIA: Av. Cel. JARDIM sul ório édico on o ógico QB. . RERATO DE MEDICO-CRM - MS - 2049-HORARIO: 17-21 • QR. UBIRATA ~ 7ARI 4)9 - 1382 OAB-MS 2.491- ESCRITÓRIO RESinENCJA Cami::ião no 65" •MATO GROSSO DO S LEÃO S. rrr TORRES CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HORÁRIO - 13 - 21 HORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório NO 660 . BELA VISTA - MS . DR. LUIZ ANSELMO DA S1A CIPURGIÃO DENTISTA CRO _ MS. HORÁRIO: 08:00 - 12:00 HORAS. ; -a; .c-:tiVOJ tp0nsa • , ond . Jihc AO HOSPITAL BENEFICE:NCIA PORTUGUESA, DO RIO DE JANEIRO, A BOA EQUIPE E A EFI C!~· DOS MtDICOS, ENFERMEIROS E EN- .FERMEIRAS, O NOSSO MUITO OBRIGADO PELA SA0DE E VIDA DE NOSSO FILHO ANTONIO JO ÃO L~UREIRO DE ALMEIDA; _PEÇAMOS A DEUS QUE OS RECOMPENSE, OS ABENÇOE E OS GUIE NOS TRABALHOS CpM SEUS PACIENTES; ASSIM TAMBSM AS PESSOAS, AMIGOS QUE NOS CON- PORTARAM E NOS DERAM TODO O SEU APOIO, LEVANDO-NOS PARA SUAS CASAS, DANDO - NOS AS IGREJAS,_FIZERAM PROMESSAS, NOVENAS, GRAÇAS A DEUS VALEU A PENA AS ORAÇÕES DE .·ora. Maria Celeste da Coi _e __ Silva # t. ±!spo .:o de 1 :a e rnt !clais ~ ,se prof t ;.rvp lendo , itandc Lesct retos :e da J • "?rCl,1 : u f1..tu1 1 e c:.a e "!onar ! :.é:.IS art1., • érea' ·.:i:!o +a Dr : "· Frar "!reto ·nades 'o G " l _--:riso E Sera- lega ,: Ca::µo a±a!y , ...; Cel ADVOGADA TO OAB/MS CAUSAS C1VEIS E CRIMINAIS - TRABALHISTA ~SCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, FONE: 439-1302 2'· - CENTRO - CEP: 79, o- BELA VISTA - MATO GROSSO DO SE; . ~ do outro D.Jrlctc Regin· ambas trabalhando pur.:i levar a pl.'.r, fcr i ..i d.;- e: d ade c<1rsos qt.e TODOS• HOJE ELE SE ACHA EM CASA, EM DOU vem .:ijudar .J c:;clarecL1· .:i e munidvdc sf'b1·c RADOS, AINDA EM'CONVALESCE:NCIA, MAS PRA o~. pr .blem,1,, »oci,1i:< e .:,,: s luç;<és p/eles. TICAMENTE CURADO. No dia 04 de junho PI='• fc1 'fung;,do o e I b ; , 1 - - OBRIGADO, OBRIGADO MESMO, DE CORAÇÃO. u e•~:,""""' d.:, AgLd Doe cujc nome e1 1 ODETE, OCTÃVIO E FILHOS. L__--=:::::::::::===:===::::::::::::::::=:.. _ _J RUA: DR, SALVACOR LOUREIRO OAB/MS C!c ESCRITÓRIO 3.369 029.875.191-20 FONE: 251 1451 lo DE MAIO, RESIDE:NCIA: RUA OI.lvo BILAC, FONE: E de 341 251 JARDIM . a, '~~~q ..' 'J' 's, 1410. MATO ~Rosso DO St¼:- r A '.'J TA - • 2 .,. OELINQUENCII JUVENIL: Jair Bispo Coordena o 1: Encontro da Fronteira ,, JAII ·O EJANELI'TA, Delegado de Po!{- Sr. Afrinfo Secretárfo de Educa,io, Dr. azf "l Ka- for d ir " e! 1 , +tretor do Departamento de Polfcfa do dr1 Dele ado Regional da ede de Ponta Por, Drs.De der d er de Mato Grosso do Sul, coordenou o 12 En- legados de Polfcfa Jaime Conçalve Carlos toberto, ot f Aa fronteira do MS, obre atores de Delln-- Eredla e Lufz Carlos, e outros. {o a luvenll, promovido na Cfdade de Antonio Jo FIcou patente ao ffnal do·evento que coro outros [po do Sul do Estado, fronte!ra com o P Órgãos, a Polfcla {vII transcende seu objetI - y, no dfa 29/06/89, - vo ao preocupar-ue cor a formação da Juventude,con a!alhos atiniram um publico de aproximada [l pessoas entre paln, alunos, educadores , entantes dos segmentos da ocfedade e polftf p{zera-se presentes caravanas de Bela Vsta, oreIra,Ponta Por e regfóes circunvizinhas, resultado fof altamente poftIvo, tendo em vis receptIvfdade dos participante, a natureza ssuntos abordados e a finalidade do evento cu ·ão era despertar a comunidade para a forma - le suas crianças e jovens considerando que es sio os responsáveis pelo desenvolvimento de !ação. •~ sugestão o Dr. Jnlr Hispo Evangelista n u que a questão da Educação é fator preponde- para o controle e diminuição do Indlce de de vênc Ia Juven!l, hoje provocada pela propaganda !srrlolnot!n, pelo mau exemplo e outros fatores Ido da próprla situação pela qual passa nosso , onde os verdndciros valores morais, sustentá rs do fnmll111, são relegados a segundo plano, em r do consumismo e do imediatismo. foi sugerido às nutoridaclcs na área de ensino , seja realizados trabalhos priorizando II educa do □enor tanto da área urbann como rural,Lncen ando-o a práticas Cívicas e esportivas, valori':: do a Mnutençâo de valores morais e tradições. incentivou-se também o trabalho de Orientaçiio responsáveis através de ciclos de debates e IÕes, onde seriam trocadas e discutidas idéias trabalho comum adaptado à realidade de coda gr_!:! 11-:: Dr. Bispo disse também, no atender o convite do !eito de Anil Horclrn, que coloca a disposi para trabalhos semelhantes, Psicológos,Médicos ôllclais q~e num esforço conjunto com a comuni e, se propoem a orientar a nossa Juventude, no • de pruporcionar-lhes informações corretos, de ·olvendo nos mesmos o censo crítico e ele csco - , evitando assim sua exploraçao por pessoas ou tos inescrupulosos que procuram a transformi • eo 1:1eros consumistas quando na realidade o ho cate da Juventude é o ''saber", o "dcscnvolvimcn •. o "Progresso" e a "Fel i.ciclaclcº. - Se o futuro da Nação está nns mi:ios do Jovem rle Je, é uma obrii1nçiio nobre e comum dos adultos , ~orcionar-lhes uma educação sadia, longe de v! s e maus costumes, fazendo isso por respeito e r. Participaram também na Coordenação do Evcn ' o Vereador .l''.El ~!. }!ARQUES ele Antonio .João, o retárlo Municipal de Educação Afrânio M. Mar s e a Diretora Municipal de Educação Sra. Mara Mia , Franco. O Diretor Geral do Polícia Civil do !S, Dr. Ala :ernandes das Neves cm sua fala deixou a refle - : "o qut u~orre com nossa Juventude que apaga o 'sorriso e se torna violenta? ~stiveram presentes também a Ora. Dalva Som o, Delegada da Delegacia Especializada de }!eno en Capo Grande-!S, a qual expôs natureza de trabalho, ilustrando com episódio envolvendo res, a Dra. Magali Silva Caldas Coelho, psicó a da Delegacia de Defesa da Mulher, que discor sobre o relacionamento Pais e Filhos etc. A~rilhantando a mesa, alguns dos coordenadores la citados, contamos com o Sr. Arnaldo Marques Silva 'lce Prefeito do }!unic{pi.o, Sr. Geraldo ~~ ~nio lopes Prefeito de Aral Moreira, Prof~ssora 1 i _Loureiro Ass.is, representando o Pre fci to de ~: • 3 ista, o Sr. 'enicio Pedrize, 'ice Prefeito dral Moreira, Celso Lozano Rodrigues, Junei M. ~tes, vereadores, Abdu Mogidi Sahem, Presidente ara de Aral Moreira, Dilmar Chaves, Luciano :osi e Josê Henrique Pompeu, Vereadores de Aral •eira, Sr. Romulo, Secretário de Administração , O_Vereador do PDT, Sydney Nunes Leite,na última sessao do Legislativo belavistense antes do recesso do mês de julho e fazendo jus ao título de Vereador mais atuante da atual legislatura apresentou uma sé rie de trabalhos com vistas a trazer benefícios à di versos segmentos da comunidade belavistense.Entre os trabalhos do edil; a indicação enderecada ao Chefe do Poder Executivo Bclavistcnse solicitando a realiza - cão de um Mutirão no Bairro Boa Vista. Para Sydney ''gse bairro é um c..xemplo Exp .• esso Araça· tuba típico das irregularida - F "±:± tãrio aliar-se à uma imo biliãria,fazer uma planta do loteamento, aprová - lo na Prefeitura,publicar os • editais, registrar o lote amcnto e sair vendendo lÕ tes aos incautos, sem uo mínimo de infra-estrutura, nem ao menos abertura de ruas.Nesse bail·ro reside um povo humilde,mas traba lhador e cumpridor dos se us deveres,no entanto es ti praticamente no reto do moto e do brejo,ao oesmo tempo.Ali tem que ser fei to um trabalho de abertu ra de ruas,encascalhaoen to e outras mclhorias,co mo água e iluminação pú - blica e talvez atê dre nagen de lagoas", ? nalizou o atuante Ve . reador cm sua justifi cativa. Realizamos qual - er tipo de trans cargas. o de Expresso ba serve idades de com e, rapidez rança. Servimos à todas as nossa agilida- e Araça bem se- pa- servir sempre. Ver. pede Elaboração do Plano de Cargos e Salários dos fuáris Pilicos Municipais Também de nutoria do atuante pcdct!ota Sydney Nu nes Lelte, uma Importante reivindicação foi apresen tada na Câmara Municipal esta semana. Solicita o vé reador em sua Indicação ao'Prefeito Municipal Edson Medeiros de Moracs a nPcessidade urgente da elabora çiio do Plano de Corgos e Sul.idos dos FuncJoniirloÕ PI Icos Municipais. t:m sua Justlflcativa, Sydncy expõe que "segundo fora lnformndo, pessoalmente, pelo Chefe do Execut{ vo Municipal, essa providencia deveria estar pronta utê o corrente mês. Acontece que o mês de Junho está findundo, e até a presente data, não temos notícias da solução do probl emn. Reconheço que a situação em que foi recebida Prefeitura Municipal era caótica". egularização de Pontos de Táxis e Taxistas Através de Requerimen .--------------~ to o Vereador Sydney Nu ncs Leite solicitou o en cominhamento de expedie~ te ao Prefeito MunicipaT no sentido de que seja procedido UM levantamen to rlos pontos de táxis e taxistas de nossa cidade a fim de se constotar de terminadas irrcgularida':: eles, que segundo consta, existem. Outrossim, para se averiguar a necessida de de mudonças de ponto; e abertura de outros. Disse Sydncy que "se undo fui informado,ex1s tem pessoas que possuem pontos de• táxis mas não coloca os táxis para R. sDE sEs LEITE. trabalhar, preferindo ne gociar os mesmos por elevados preços aos pretenden tes. Não é justo que os espertalhões fiquem explo - rondo aqueles que desejom trabalhar. Se de fato is so existe, essa prática deve ser banida em benefí - cio do serviço público e do povo cm gerol",afirmou. $yiey quer Mutirão oo Bairro Boa Vista Oferecemos a de JARDIM mais completa qualquer PROCUR MATO linha natureza. • o s. de GROSSO DO SUL. caminhões para a n1a 1Ia e alor todo bra Il iro, "Porém, continuou Sydney, por a mesma razio, e que os problemas te que ser atacado de [runte. O salário dos atuais servidores públicos não correspondem às necessidades de cada um para sobre viver a constante agressão da descontrolada Infla ção, que destrói valores e asfixia a população na cional. Urge a pronta atenção a esse problema para que se realize concurso público para preenchimento de vngns, por ventura existentes, pel'.lll1tindo que os serventuáros públicos, tenham a necessária segu - rança de emprego e tranquilidade pnra cw:tprir a sua missão. Além do ma!s, a Constituição Federal , prevê que os cargos públicos dev~m ser preenchidos por concurso, salvo as eventuais excesAÕcs,que de verão ser previstas por lei",Finolizou Sydney. ftbertura e onstrução da Estrala / a teia 'iraá e Ponte sobre o lo la Bastante oportunda e de premente necessidade pa ra a comunidade Índigena da aldeia Piraquá locoli':: zoda em nosso municÍP.iO, foi apresentada pelo ve - reador do PDT Sydney Nunes Leite wca indicação en dereçado ao Prefeito ~'.unicipal Edson Medeiros de Mo raes, versando sobre a abertura da estrade de aces so à Aldeia Piraquã e ponte sobre o Rio Apa que 11 ga àquela comunidade. - Segundo o parlomentar, "a estrada existente niio tem condições de tráfego, devido ao brejo que tem de atravessar, e existe uo traçado, elaborado pelo Dersul, que reduz aquela estrada a, mais ou menos, 500 metros. 'o tocante à construção da ponte de acesso à Al dcia Piraquã, sobre o Rio Apa, Syàncy afirmou: "Se gundo se tem notícia, houve um Convênio com a SUD CO, pelo qual caberia, tanto aquela entidade, cooÕ a Prefeitura Municipal,a construção daquela ponte. Se houve desvio ou malversação de verbas públi cas, em outra administração, esse fato não exime a Prefeitura Municipal, por esta ou outras adminis - traçÕes, na consecução desses objetivos. Segundo é público e notório, e inclusive s ic prensa local noticiou. se não me engano,por infor maçao de um alto funcionário da Prefeitura, no cor rente ano houve uma grande safra de grãos noquelã Aldeia", finalizou o edil. . PEDE LIZMÍ I T Também de autoria do Vereador Sydney Nunes Leite, do PDT, foi feito o encaminhacento e expe diente ao Ilmo.Sr. Diretor da CtRETRA.~. com cópia ao Sr. Comandante da Polícia Militar, no sentido de que haja uma maior fiscalização no estaciona - mento de caminhões, principalmente no período no turno,_em frente ao Posto Nacional, na Rua Barão do Ladario. • Este requerimento se deve ao fato de que os mo Coristas de caminhão, especialmente os tran;portã dores de calcáreo, ali costumam estacionar, seÕ deixar um espaço m!nico nas es<juínas dificultan do o trãfego de veículos.que por ali' transitam. T~is veículos costumam a estacionar até na coa tramao, na Rua Tiradentes. Quem vai adentrar a Rua Barão do Ladário vindo da Rua Tiradentes, não tem o mínimo de vis~o. A mesma coisa ocorr_c_ para quem vai adentrar a Rua Tiradentes, oriundo-da Rua Barão do Ladário estã sujeito a bater na traseira de u catnhã mal estacionado. Por estes motivos, é que se faz necessário que a atividade fiscalizadora seja exercida em toda a sua_plenitude. Por tudo isso pedioos essa fiscali zaçao .. Na Última quinta-feira, apôs sair da reunião desta Câoara, quando regressava à minha residên eia, quase fui v!tir:ia ,· _ acidente, devido ao a posicionamento dos cm::inhÕes naquele local", com pletou Sydney. Para os que acom~anham os trabalhos do Legisla tivo belavistense ja_se tornou comum a apresenta ~ao cm todas as scssocs, por parte do edil Sydney Nunes Leite, do PDT, de importantes trabalhos d! rigidos as reais necessidades dos bclavistenses. , 1 " € L é 1( / • ~ V Z 1iz! MARIA IZA L MO 3A Recife-P, 74,08. " ri#ti$ # k444 ttt#t i l Lendo e Comentando ~ rm pró1 <ln Pa róquia Santo Afon no, acon eceu din 29 p. nn rcGidência dn a Fermina Gomcn CHÁ HENF cr T' Convida ivo para um go~toso chã com bioco! os reuniu arandc nGmP dP RcnhornR que uniram o "Gtil ao a , gradãvel": Colnboraram com a Paróquia c se rcunirnm pnrn um descontraído ba e papo. PARABtNS As Sr?s ice Miranda, Zulema Rosa Fer minn Gomes e equipe pela feliz iniciati va. Sucesnos sempre! 15 ANOS DA garota Vera, rol comemorado com ani mada festinha em sua rcsidência,Vera é filha do casal Maria Aparecida e Bertoll~ zi. 1-'UITOS ll-lIGOS De Verinha compareceram para cumprimentã la pela data. Foram servidos deliciosos salgadinhos, refrigerantes e logo após o "Parabéns à você", gostoso bolo. Felici dades gatinha, são os nossos desejos. OS 15 /NOS De Alessandra será comemorado neste dia 1 de Julho, com grande festa no Clube Belavistense. Alessandra é filha doca sal Dr. Sydney Nunes Leite e M.Adalena. A sociedade belavistense prepara -se para essa comemoração que serã em gran de estilo. NA próxima Edição maiores d~ talhes. Norma de luz Leve sua familia para participar da fosta caipira da A.A..B. c divirta - se tentando pescar os travessos peixinhos na própria piscina do Clube; aproveite para tostar sua pontaria ganhando um bom vinho e tamhém, sua sorte nos demais jogos. Convide-se para um delicioso carretei ro, espetinhos com mandioca, almoçando co nosco num clima bastante descontraído, e depóis saboreie diversos doces e salgados típicos, tendo a alterna ti ·,a de acompa!:h~ los com refrigerantes, cervejas, quentao, e no final da tarde aquele delicioso cho colate quente. Haverã também leilões e quadrilhas. NÃO PERCAM! Festa caipira assim, só uma vez por ano Ah! pensando em seu conforto, circularã um trenzinho CENTPO- A.A.B.B. DEUS nos ampara, a fim de que amparemos~ os mais necessitados que nós mesmos. Ajuda-nos para que ajudemos. Sustenta-os a fé, para que apoiemos os irmãos que vacilam. Releva-nos as faltas, de maneira a relP -- 1 varmos as faltas dos outros. Socorre-nos em nossas necessidades de mo do a socorre:cmos as .necessidades alheias. Guarda-nos a fortaleza de ânimo, a fim de que possamos fortalecer os companheiros , ' mais fracos do que nós. Educa-nos para que saibamos educar. Em suma, esta é a norma de luz da Provi" dência Divina: "auxilia e serãs auxilia do". Vamos haroni l!rc Jloqu cIdade" . tum ltvro qt:I' hor.s, ão apena gniíicante , :-'ll vid que nos apr BEZERR,' DE ~~ENEZES. BuguenvJlia Florida buguenvilia Numa casinha de vila, plantei. Parti, Deixei! Em mo~entos os mais diversos, Numa magia sublime, As coisas simples nos reaparecem! Abro a vioraça Do apartamento novo E vejo! Espalhados sobre o muro, Queridos galhos de buguenvilia Cual na casinha deixara! Neles os pãssaros vivenciam Numa algazarra verdejante! .·uma orquestração aconchegante 1 Que me transportam ao infinito, Livre, ambulante, Do passado à esperançai ... DATA: 02 de Julho 89 HORÁRIO: lc:00 horas fl.orida MISSE MISTHER ) . - Fronteira, serã realizada no dia 14 <le Julho.•No Grêmio A promoção é do Professor Froilan Car doso, muitos iovens da citv participarãõ desse concursá. Apoio Pref. unicipal. ouro. 1. men.o Vou selecionar a .quns mo i que cc• ca di7en<lo: a0n•ro cscr os r li id cê es á a respos a para a ~e c d,, paz e a harmonia. Devemos despertar nossas po! ·nciali des. Jesus disse: "Não vos preocupeis e ó dia de amanhã. Vivei o hoje , 0 agua A serenidade é ur dos pontos chaves ra vivermos melhor e mais felizes. Faça uns ins antes de silencio, gulhe nas águas fundas do seu l'.!U. Dió logo consigo mesmo, serenamen.e, ' _ cê descobrirá o mundo maravilhoso que v cG é portador, por graça Divina. , você descobrira que esta na erra par ser feliz, para se realizar, para em pleni ude e não para estagnar. somos todos uns ilustres caren es, tz zemos potencialidades,ig~oradas. PreciE~ mos descobri-las e aciona-las. Em você, dentro do seu eu humano 0iv! no está a resposta para a felicidade. o grande psicólogo Carl_ Rogers, escre veu? "Fu sempre atingi o maximo de min eficiência pessoal quando escutei o ~ interior, com atenção e coragem, e quar.~: consegui ser eu ... Eu mesmo". . Carl Rogers tocou na ferida. CrescIT~ to eficiente pessoal, saúde psíquica, dem silêncio, se alimentâm na prece, reflexão. Tristão de Ataide (Alceu de Amoroso:; ma), um dos maiores pensadores católico;, fala de sua experiência: "Sou um devt: do silêncio, plenitude da palavra, fon! criadora, sinal máximo da nos sã. união c Deus. f: preciso silenciar, neste século, rumoroso, em que o nosso mundo interior, vive sempre assediado pelo acúmulo e pe:! precipitação dos fatores exteriores, pe., agitação dos acontecimentos cotidianos,' aumentados desmedidamente pela eletrõnic, das transmissões da eloquência do sílê~· cio". O silêncio é o gesto dos sábios. Famoso demais, o encontro daquele jo· vem com um sãbio mestre hindu: - O que é a verdade, mestre? - Perguntou o jovem. Silêncio da parte do sábio. o jovem r~ petiu a pergunta três ou quatro vezes, O mestre continuou silencioso, o1~ 1 fixos no hotizonte, ~om anuele brilho~! olhares proféticos imensos como o ocean?· E pela ultima vez o jovem falou: - Por amor de Deus, mestre O nue é a ve; dade? ' • - ':eu filho, já lhe dei a resposta, aes~' o 1nstante da sua primeira pergunta: verdade e o silencio e o silêncio ê a •:e; dade. "Ninguém se conhece por inteiro. _Exis_te_m arcanos que nos au_•e • 1 escapam, psitana 7 5e_mais perspicaz não atinge .. o misterio de cada indivíduo. :Respe; to e admiro muito a maturidade, o bo 5 so e a caridade de quem silencia e rez%' respeitando o mistério d - r lheios. e coraçoes PENSAMENTO "O ROM .1O E SER IM.PORTANTE, I 'PORTANTE MESMO f; SER BOM!" "A CAMINHADA É LONGA E DISTANTE, MAS ~UNCA TÃO DISTANTE QUANTO A SUA PELI CIDADE! * * ** * * *** * * * * * * * * ** * *** * * ** * * * *** *** ***'' !ASSOCIAÇÃO DE MO __..,, ADORES - VILA COA OFICIO 005/89/5Ec ELA VISTA, 29 DE JNH DE 1953. 1L SE1MOR: IVALDO PEREIRA Dl!ucl'OR ?iEslDE)."IE J0ll'v.L !F NESTA ue! <1a! s grz Z!s os +s!4ent • !ce ?· •· • !ce- .. ;cre. ·"ecree; ' esour _!tfr...'o ·?esue_ ·'ator z 'eto «t:a z, Vetor. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº953_24_06_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº955_08_07_1989 Voltar para a lista de itens