TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1016_10_11_1990 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1016_10_11_1990Número da edição1016Data de publicação10 de novembro de 1990Número de páginas8GeoCoordenada -22.112996492545076 , -56.5295281340433 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1016_10_11_1990 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 BRLJ VISTA f:.z 7 zr ±:?: ur!"" . - MATO GROSSO DO SUL, - NO: 1.016 - ANO: 19 - I0 DE NOVEMBRO DE 1.990. - DIRETOR RESPONSNVEL: IVALDO PEREIRA-Cr$50,00 ul" 1 Jl/ .. s e" 2s° +° ás° .% eu' ss" BELft VISTA TEM NOVO PROMOTOR DE JUSIICA· Com a tram1fcrên cia do Dr. Celso Jn- 1 tonio Botelho de car valho, foi designadÕ para assumir a Promo Leria de Justica da Comarca de Dela Vis ta, o Dr. Gerardo E ribcrto de Morais, o riundo da capital do Estado, Campo Grande, tendo assumido o car go no Último dia o5 deste mês. Dr. Eriberto nas ceu no Estado do Cea rã, foi criado em Mi nas Gerais e residiu durante alguns anos cm são Paulo. Concur ado pela Policia Fe deral veio para Cam= po Grande em l. 978 trabalhar na Superin tendência, tendo e= xercido suas funções naquela corporação a té 1.983. Durante es ta época formou-se Bacharel em Direito pela FUCMAT.Em 1.984 fez o concurso para. no Delegado de Policia co este ano, atravês Civil, tendo desen - de Concurso, Dr. Gc volvido um excelente rardo Eriberto de Mo trabalho nessa á - rais trabalhou no a --------- rea. Exerceu ainda como Delegado de Po licia os cargos de Diretor do Instituto de Identificação da Capital, Diretor de Polícia de Campo Grande e Diretor de Polica do Interior. Tendo ingressado Ministério PÚbli- O Vereador Sydney Nunes leite, através de indicação, suge - riu ao Prefeito a construção de 500 ca sas populares em Be la Vista. Segundo o Vereador, "o Governo Federal lançou o Pla no de Acão Imediata de Habitacão, a tra vês do Ministério de Ação Social,para ser mplantado em to?o o Pais. O Plano tem por objetivo básico o fi nanciamento de unidã des habitacionais destinadas às famí - lias de baixa renda. OS veredores bela vistenses estão de= &envolvendo um exce lente trabalho no Le 9islativo. Todas as 8 emanas, indicações e requerimentos são ªPresentados buscan do melhorar as condi l:Ões de vida do povÕ de nossa cidade. Na sessão de quar ta-feira pp., o ve = reador Anselmo Lopes Solicitou o patrola lento e encascalha nto de todas as l • ver. Sydney n. Leite ruas não pavimenta - das, pois devido as chuvas as mesmas es tão intransitáveis. Já Carlos Alberto O cariz (Cachito), pe diu, baseado na Lei Orgânica Municipal, que se efetue diaria mente a coleta de li xo hospitalar em to: dos os Postos de Sau de, Hospitais e For mação Sanitária. Se gundo o Vereador, "a referida coleta esta sendo feita de manei Plantão Forense em julho, atuando depo is na la Promotoria cível. Em novembro foi promovido para Promotor de Justiça da Comarca de Bela Vista, onde responde rã também pela Promo toria de Justica da Infância e 11.dolescén cia, Promotoria do Justiça do Meio Ambi ente e Promotoria de Justiça de Defesa do Os recursos são o riundos do FGTS, viã Caixa Econômica Fede ral. - Entende o Vcrca - dor Sydney Nunes Lei te, que "o belavis - tense, especialmente da periferia, vive , em sua maior parte , em condições sub hu manas. Grande parte dos moradores da pe riferia adquiriu o seu lote de terreno, mediante esforços e sacrifícios, porém, não possuem condiçõ es de edificar a mo radia, razão princi pal de proliferarem ra irregular, o que acumula o lixo hospi talar nos locais de atendimento aumen tando sobremaneira o risco de infecções devido as peculiari dades próprias dos detritos". João Kalife está preocupado com as o bras de pavimentação asfáltica e pediu o comparecimento do en genheiro encarregado peles obras, da BR 060 e do centro da Conoumidor. !Tomem preocupado, acima de tudo, com o cumprimento rigoroso das determinações da Lei, o Dr. Gerardo E riberto de Morais, pretende dar uma no va dinâmica à atua - cão da Promotoria de Justiça de nossa Co- marca, para isso, a pós se inteirar com pletamente dos traba lhos relacionados aÕ Ministério Público cm Dela Vista, pro moverá uma ampla a gilizacão dos traba lhos em todas as a reasem que a Lei exige e permite a atuação da Promoto ria de Justiça. ENTREVISTA Na próxima edi cão, TF entrevista rã o novo Gerente 'do Banco do Brasil S/A em Bela Vista, CILSO NUNES BENEDI TO. Aguardem! casebres, ranchos e barracos, etc., os quais não possuem condições mínimas de habitação. Além do mais, se riam recursos finan ceiros aplicados na região, e ainda, a geração de trabalho para dezenas de pes soas que hoje, em plena recessão, não possuem meios de sobreviver dignamen- te". INFORME TF (por UBALDINO RODRI GUES. PÁGINA- 08 Ve r e a d o r e s A tu a n te s cidade. Kalife quer que o engenheiro explique o por quê da repro - gra.mação das obras. • Paulo Melo solici tou a colocacão de luminárias em vã rias ruas e tam - bém a extensão da rede elétrica no Bairro Ãgua Doce. ACONTECEU "NA CASERNJ. PÁGINA- 02 GOVERNO RENEGOCIA A DÍVIDA EXTERNA Sem fazer alarde, 0 Governo Federal co Pecou a renegociacão e reducão da dívida ~ empreiteiras e cos privados. quer PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6 AO ANO prazos longos. e ju ros menores. Até mesmo o desá qio está sendo apli cado netas negocia ções. "vamos oferecer aos credores do go verno opções entre a rolagem da divida com prazos maiores ou o pagamento com deságio•, disse Ro berto Figueiredo, di reter do Tesouro. Calcula-se que empreiteiras e ban cos privados têm pa ra receber mais de US$ 10 BILHÕES do governo. PÃGINA 03 ECIMENTO O Clube Esportivo Delavistense ecla rece ao povo cm geral que a promoção rea lixada dia 27pp., dia do sepultamento do jovem Fernandinho Diório, foi de respon sabilidade e iniciativa das senhoras da "ACACIA BRANCA", entidade liqada à Maço naria. JORGE DE SOUZA ROSA PllliSIDRN'l'E ~AJUSTE 4O P :0 DA A'IA D'AGUA O Vereador cássio Acioli, apresentou requerimento na Cáma ra Municipal, solicT tando informações ã respeito do aumento da tarifa d'água. Cássio pediu que se enviasse Ofício ao Diretor Regional da Fundação Nacional de Saúde, Aroldo Fer reira Galvão, e tara= bém ao Prefeito Ed - son Moraes, para que informem quais os critérios adotados para dar reajuste na tarifa d'água, pois no mês de outubro fo ra dado um aumentÕ de 55% e para o mês de novembro está pre visto outro aumento de 19%. O salário do trabalhador teve um aumento de 18,2%. Os agiotas devem estar sorrindo. Os que trabalham e acre ditam na produção no vamente, preocupados com as nuvens negras que teimam em perma necer no horizonte do Brasil. O Presi - dente Collor está no firme propósito de baixar a inflação,mo dernizar a economia, quer eficiência e me lhor gerenciamento das empresas, peque nas, médias e gran - des. As grandes es tão buscando o cami nho da concordata;as pequenas e médias, a costumadas a gerên = ciar em tempos de cri se, vao se mantendo. E a esperança é que o monstro (infla ção),e seus capetas (juros altos, preços altos e capital ismo selvagem) a partir de· janeiro sejam derrota dos pela Deusa Zêlia,ã guardiã da chamada es tabilizacão. Ver. Cassio Acioli Para o Vereador, "fatos desta naturge za causa-nos uma sur presa,pois tais rea justes ferem brusca mente o bolso dos con sumidores e que muitas vezes não podem sal - dar a conta de água ,fi cando sujeitos acor tes". Ciranda está a e5a Mas o povo quer comida e condições de vida mais digna. E quem põe a comida no prato são os pro dutores rurais ( la voureiros, pecuaris tas,etc). A propósito da grita destes produto res, querendo dinheI ro para a safra ( o que é jsuto), trans crevemos um artigo, publicado e.m "O Esta do de São Paulo" de autoria de Moacyr Cas tro. t interessante: Será que muitos des tes produtores rura is aplicaram direiti nho as verbas que e ram para a produção? Como diz o Moa cyr Castro, se não aplicaram, "a poou lação que almoce fundo de curto pra zo e Jante ovenigt". Página - OJ. :Devassa do Crédito Rural Pode estourar nas uma gigantesca devassa no Pro1mas seranas outro crédito rural.A InvestI- escandalo da mandioca" daproete vasculhar osco na agricultura brasilei tratos firados entre os rn. O desvio de verbas bancos e os fazendeiros ea destinadas a ai, d p,,r I, 1o cre to a to o o a1spara aconces - ricola. siodecrédito agrícola.Fa O Banco Central anun zendeirose gerentes honee eia que, desde segunda= t d toei f • os Ie loo Brasil,por eira, estll ro::,m:e:ndo nad ti .z --03 JOf!N/I. 1'H IBU!l/ DA FRONTEIRA BEL/ VISTA MATO GROSSO DO SUL 1,990. Aconteceu na Caserna u' o mcfütCI'l'O DA "PJBIJNI" " Eu aprendi na.minha visita à Escola Bélica. (SIC), que a coi sa mais importante é a paz. o Drasil 6 um Palo de paz, mao 6 muito bom saber que temos um Exircito preparado para defender nosso Faia e neeegurar para se~ prc nossa tranquilidade e a noosn liberdade". Pabiana. Para que possamos, querida fabiana, manter a paz o a tranqui lidade que todos os brasilciro.s almejam, precisamos dispor de um Exército integrado por homens capazes e bem adestrados. o trabalho intenso e abnegado que voei e seus colegas puderam ver na Escola de Material Bilico - Rio de Janeiro - RJ, é rotina am todos oo quartéis espalhados por este imenso Brasil. Gratifica-nos, pois, sua mensagem de reconhecimento, fator de incentivo para que continuemos, integrados à sociedade, contri - buindo para o desenvolvimento de nosso Pais ao proporcionarmos ocgurança. O "seu" Exircito, Fabiana, é o nosso Exircitol NOTA: Fabiana Belmonte dos Santos, aluna da Escola Municipal, oswaldo Teixeira, no Rio de Janciro-RJ, redigiu esta redação (da qual extraímos o trecho final), após visita de. seu educandário, à ESMD. SEMANA DA CRIANÇA Foi realizado no período de 8 a 12 de outubro os jogos comemo rativos à Semana da Criança, com o apoio da Prefeitura Municipal de Bela Vista e LBA do Município, com a organização do 100 RC MEC e participação especial das entidades escolares da cidade. o1' i to fiarante dn foto vemos o net,sento dos jogos opeaorat vos onde ocorreu una participa.ao cat-1'.:'I 1J.1s crluuça.s do nosso Hunldplo. CONCURSO DE PAINEL COMEMORATIVO AO DIA DA.BANDEIRA Na semana de 12 à 19 de novembro, o 100 RC MEC, com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos do Município, es tará realizando o I Concurso de Painel Alusivo ao Dia da Bandei ra, com a participação dos Estabelecimentos de Ensino da cidade. - Premiação: Escola que obtiver o 10 lugar; - Itens a serem verificados; 1) Originalidade; 2) Criatividade; 3) Organização; - Entrega do prêmio. Dia 19 de novembro, às 10:00hs, por ocasiao da solenidade do Dia da Bandeira no Regimento Antonio João. Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS LEI ·IIAL, N «01/#0 - ;a'I rr«e E ré7i+, A. . yort, de [9#, ''fl.l'A O I LK!Tf. VA!•A Arrr-, 'PA· ti ciritos A I!oIIs I I - rrrz,z• zU IA"}171 E«Ir E.doon Medeiros de oraes , Prefeito Municipal de Rela V!g ta, Estado de Mato rosso do Sul, faço saber que a Câmara tuniclpt1l aprovou e eu ancig no a r,1->rulnt.P LeJ: ARTir,o 19 - Flcn o r.,,cur Ivo· l-l'üiiTê'Tji'ri1, autor1z,1do fl ele - vor de ai:n. (oltentn pi cento) pnrn 180 (cento e ol tenta pi cento), o 1 l□Lte para abertu ra de créditos ndic1on.1is su plementares, usando como re curso.o:; para cobertura dos cré ditos a serem nbc-rtos o, pro venientes de anulação parcial ou totnl de 1otnç.óen disponI vela no orça.r.;e.nto vigente,bcr.i como o!i provenientes dos pro· váveis excesso de arrecodc1çjo considerando-se a tendência .. do exerc !cio, nos termos do artlp,o 43 da Lel Federal n9 4.320164 ARTIGO 22 - O percentual ren clon,1do no Artigo anterior, ln cidirá sobre o montante dÕ valor do orçmcnto do munic{ plo, aprovado pela Lcl nQB79/ 9, de OS de deze:nbro de 198'l. ARTIGO J~ - Eou Lel entro em vigor na dota de su11 publ ic,'l ção, rev<Jgadas as disposições eo contrario. DECRETO NQ 0B0190 - Gabinete• do Prefeito em )1 de Outubro- de 199o "DECLARA DE l!TILIDADE POBL!CA E INTERESSE SOCIAL PARA FINS DE DESAPROPRlAXÃO à TITULO - GRATIHTO I U:-IA REA DE TERRAS QUE ESPECIFICA E D÷OtrrRAS - PROVIDENCIAS" Edson Medeiros de Mor aes , Prefeito Hunlclpol de Belo Vls ta., Estado de Mato Grosso dÕ Sul, no uso de suas atribui - çÕes legais, DECRE"IA: eI -l .r.. 7s. s _n3 ARTIGO 1 Q - Flc• dec !orado de utilidade pública • e interesse so~ia! para fins de desapropri açao a titulo gratuito, una 16- tc de terreno nQ "Y", intcgr.1- do ao lote ng 100/d, quadra nQ 100, setor ng 0, Bairro Costa e Silva, perfazendo um total - de 416,65 H 2 , incor-porado ao doci[nio público para abertura- de via pbllca. • vr1o 12- A irea desapropria 2 iG'e reta!to, era 1te rad4 ao desn braentro do t. Jeo Alves de Mar!9. A#TIO )2 -Este Dereto entra LaGr na da de +o» pua»!t caio, reveadas as disposl - çes em ontrár!o, prcRETO NO 08/90 - ta%,{te - ão reio e @l@e o&T- ele 1990" Edson Medeiros de Moraes , Prefelt.o ra:1lc!pol de llelo Vis ta Mato Crosso do Sul, no uso de suas 11tribuiçõ,,s leJ,1!n, 1? - Con:;lderaudo o protocola do ng 41/89, de 01,08.89, re querendo a aprovação do desmen brr-ento do Sr. João Alves de Macedo, Jâ !ntegrndo ao perlrg tro urbano desta cIdade, 2Q .. Considcrnndo o5 pareceres exarados pelo 11Úcleo de cadas tro e tributaçÃo e Secrrtúr(o- 1-!unlclpal de Vloção, Obras e, Serviços urbanos desta Prcre( tura Muntc1pal opin,ando ambos-; pelo deferimento do requelro , visto o postulado preencher to dos os requ!altos legais. - DECRETA: ARTIGO 19 - Flcn aprovado o desrteobraoento de propricdilde do Sr. João Alves de- Hacedo , coo sede nestn cid11de, inte ·grado ao per[r::.etro urbano des tn cidade, lote nQ !OOID,qua 7 dra ng 10O, setor n? 04, Ba!r ro Costa e SIIva, conforme - projetos, memorial de,crit1vo e anexos que coc:pÕe:n o preces. so protocolado sob o nQ 4Jlr 89, de 03/08/89, o qual obede ce o seguinte desdobramento: - a) 17 lotes com área total de 9.998,L.0 m 2 ; b) Lote 11 Y" - dasapropriado à titulo gratuito para incorpo ração ao dom!nto eúblico para abertura de via publica, con fome Decreto 080/90, de 21 10-90, com área total de 416 65 o'. PARÁGRAFO {));JCQ - O desmembra rento predito, é presidido a implantação de residências. ARTIGO 29 - Este Decreto en tra e1:1 vigor na dat.a de sua publicação, revogndas as ais posições em contrário .. .Edn Mude!ro4 de More Prefeito tunlfpal te Mela,' ta, Estado de nato cro+, , Sa, no uso de suss trtf ' lC"Y,'l t ~, • ,.. CM.4+: AIIQ_l?- Hea dretats ifao i dia 1s de rovego 1990- ata da Proclapão d Republica, ressalvados os sra os ue, pela sua natureza r, podf rr ofrer p,,r.s l bação. AKIICO 29 - Este em vlior na data io revogadas as contrário. DECRETO M2 0/O - Catte t FreieTa r@f@e nove:r jj 1010- "Ill SFdL S0KF A ADE F!SCÀL JJE bH.à VJSlA" Edson Medeiros de Moras ] Prefeito !tunlclpal de neta VI! t;i, }:st,1do de Mato Cros,;o f! • Sul, usando das atributçáes 4l Ih são conferidas e cons!de rando o que diupôe a Lei ~n!· cfpal n9 884/89, de 18 de dza bro de 1989, cm seu artigo n.'"' -~ 1 ARTIGO IQ - A l'nldode FhtJI ,, llelo Victa - l'FIC, para oc,o,• de novecbro, será fixada c.on!. • re Indice Inflacionar!o abs!xi NOVEMBRO I 90 - lndlce lnflnclonár!o-ll,11 UPIC 844,87% ARTÍCO 29 - Este Decreto er.tu· em vigor na data de sua pyt!!± ão revogadas as d1spos!çoe:s a contrário. :'.ro GABINETE 00 PR.EF!ITO 1:11-YICl ~?; PAL, AOS 01 DE NOVEMBRO DE J9!0 -: 2 EDSOS !IEDEIROS DE HCRAIS PREFEI!O HUSICIPAL ' ·• -e d a ci' 1 , de ±c0 t A:.: tll, ORAÇÃO AO DIVINO 1 -'.s ESPIRITO SANTO ~i + Espírito Santo,vósl 9ue me es<;larece- 1 EJtPEDIENIE is tudo, vos que - JORIIAl. DUBU!!A DA Fl!ONil:IRA me ilumina todos - (Fundado e 20/02/1972-Fundador IVALDO PEREIRA os caminhos para r:f DIRETORA AllKI.NlsnATIVA: Horl4 Esteio Velasquez PcreLra eu atinja O meu i-1 DIRl!:rOR-RDlAI'OR-OIEFE: lvaldo Pcrelra deal. Vós que me CERENIE: CUson Silva Santos REPOR:I:ACEIIS: Ul>aldino Rodrlg=s dais o dom Di víno- t:or1CIAS: Abl.m, Plana, AE, Agênclo Braslll4, Correspondente .,., de perdoar e esqU! I Cat:tpo Crand~, BruIUo, s.õ Paulo e Rio de Jantlro. cer o mal q/ me f! SUClJRSAIS: Antonlo JOólo, Janll.m, Bonito, Porto Hurtinho Ca - zem e que em todos col e K.1:r4cnju. • r 4 SUClJRSAL EN CAMPO CRAIIDE: Rua 26 de Agosto n?2 179 os instantes da m.! FONE: (067) 384-6977. • • CO UM POUCO DE llISTÕRIAS E ESTÓRIAS DE MATO GROSSO DO SUL nha vida estais - ~iAb~A~ ~ lSIJtAÇÃO E PARQUE CRÃFICO: (sede própria_) Av migo, eu quero ne~ Conforme número anterior deste jornal, vamos contar nesta edi ?unada Fronteira, 564- CtxáPosta1-23-Fone: (067)19-11o te curto diálogo,! ção: Pf:-DE-GlRRJFA gradecer_ vôs por - _ PROPR.IEDApE DA REDE BELAVIS1DiSE DE JORIIAIS LIDA tudo frimar No sertao de Camapua, um grande vale cortado pelo rio Paranai ccc.KF is.su.20JloooJ.5g_. • e con ba, à direita e a serra das Araras à esquerda, ê o "habitat" do D!SCRIÇÃO ES'IADUAL: 28.219.000J-3 mais uma vez que Pé-de-garrafa. Coberto por algumas florestas, rios, 0 sertão do eu nunca quero me Camapua e uma região misteriosa. Metido na mata sombria remenda FILIADO l ADJORI CHS) E ABP.AJORI separar de vós,por da aqui e ali por pedacinhos do céu azul, o homem sente-se pene- maior que seja a) trado de terror da natureza. Rcprcseoumte para todo O tcrritórlo =clonai: :r.ÃIIUU. VElartos lusão material,nao DE C0111111CAÇÃO - Rua 07 de Abril 282 - 5 g aa, - de A mata com seu "Exército" de troncos impassíveis, com seus FO!IE: (011) 255-2579 e 255-3499. = andar. sera o minimo • ruídos misteriosos estofados de silêncio é deveras assombrosa vontade que na glE A imaginação aí fervilha. E o medo cria duendes e gênios que ASS ria perpétua. IIIAIIIRA IlUHESDAL : ers 2.000,00 A ·acas poyoam os recessos entrucados e sombrios e trançam nas encruzi- gradeço as gr v lhadas dos caminhos. Se o caminheiro topa com dois galhinhos cru~====-:--------------------1 alcançadas. zados em sua trilha, salta-os se benzendo - foi o saci que pôsr_..:,. =======~.'.::==~E~-=A~-==::::::::: isso ai no caminho. Se escuta um grito agudo, estaca imediatamente, pálido e as - sustado. Repetindo, retorna apavorado, pois com certeza ê o pê de-garrafa, o genio mau da mata, corpo de homem, preto, umbigo branco e com um so pe em forma de fundo de garrafa. Vive gritan do nas matas a procura de caminho. Não se deve responder aos gritos, pois senão o pé-de-garrafa, vai se aproximando, se aproximando ... e ninguém sabe, mas deve suceder algo horrível. Lenhadores, caçadores e viajantes já ouviram seus gritos pavo rosos, ou pularam agoniados seus grandes rastros no chão úmido.- Outros entretanto informam que o pé-de-garrafa é assim:tem um chifre so n~ c~beça, um olho só na cara, uma única mão com gar - ras, e um pê só redondo como o fundo de garrafa, que lhe dá o no me._Se alguem encontrar, e um perigo: torna-se uma fera terríveI e so pode acertar o tiro no seu umbigo, único ponto vulnerável. Contam ate que um fazendeiro, passando por uma mata vizinha de sua fazenda, ouviu o grito do pé-de-garrafa. Como era valente e não temia nada, respondeu com outro grito. O grito então veio se_aproximando, aproximando cada vez mais forte, mais pavoroso, ate que o fazendeiro horrorizado esporeou-o "beiçudo", correndo pela trilha afora chegando em sua fazenda, onde contou o caso. No prox:uno numero:• •o MOLEQUE FESTEIRO". AN,IVERSARIARAM Dia 04 de novembro - (Sgt Silva Barbosa; Sra Lêa(esposa do Sgt. Vargas); Dia 06 de novembro - (Sgt. Brites; dia 09 de novembro Subtenente Machado; Sargento Pedro Araújo dos Santos 1IJIRcm> SHAUMMNCA E INTERACO - <lll!DIIJS vnm:rus DS: CÃSlllll ALMEIDA RODRIGUES - CAP CA V - 1IJLl(OES POBI.ICAS/ 100 RC MEC. ATENçO PRODUTOR K. RAL ..SOS! "ETERNARA cRAcG RAÇOES VACINAS SAL MINERAL EXAMES DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA E BRU~..;..nsE EXAME ANDROLôGICO DE BOVINOS '-u ASSISTENCIA TECNICA A FAZENDAS ATENDIMENTO A PEQUENOS ANIMAIS MSDICOS VETERINÃRIOS:1 StRGIO CARMEM GO. Rua l5 de Novembro, 470 Bela Vista - Mato Grosso do Sul · • CASA VETERINÃRIA CRIACAO Símbolo de qualidade. e bom atendimento. . Visite-nos e comprove! ltt 2 I;a! 41 +;" Pode cntourar nas pró xlmna semanas outro "c.u - ciindalo da mandioca" na Rgricultura brasileira , como aquele da décadn pos ada, que apontou o dea :: vlo de verbas destinadas- ao crédito agrícola para outras atividades. O cri ne aconteceu no Nordeste, praticado por produtores- e bancários ligados às c,rteiras agrícolas de Instituições financeiras. , !, '.!'. A história acabou em pri sões, mortes e acusaçoes que envolviam até homens do governo. Agora, o Banco Central do Brasil anuncia " t!:' RI, + t -ny:!:ri -!' E1+S 3' 1C- !AL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA ___,....- 1 . JW!./ A Ciranda Está na Mesa que es tá promovendo uma gigan - tesca devassa no crêdi to ~ral, A investida prome te vasculhar os contratos firmados entre os bancos t os fazendeiros em todo o Pais para a concessao - do crédito agrícola. O oh jetivo é saber se o di - nheiro emprestado em con dições especiais para cus tear a sofro foi mesmo a Plicado na produçiio agrí- cola. • Barbas de molho: a d~isio do Banco Central n:io é aleatória nem se trata de uma das raras fiscalizações de rotina - nessa área. Os técnicos - do BC decidiram agir por que sabem .que vão encon - trar irregularidades e nao sõo poucas. Consta que há uma verdadeira - coleção de denúncias fundamentadao indicando o desvio de dinheiro no trajeto que vai do gul chi dos bancos fornece dores dos empréstimos n terra que deveria recebê - lo em fonm ele investlm!n - tos produth-os. Fazendeiros e gerentes honestos de to do o Brasil, porem nadn tetn a temer. Entre os alvos da e quipe encarregada da devasso estão os contra tos de financiamento da safra passada que ainda niio foram pagos pelos a gricultores. De acordo:: com a presidência do Banco do Brasil, os pro dutores ainda têm cm ma Õs Cr$ 80 bilhÕes. Esse grande volume de recur sos, contraído no ano a grícola 89/90, espera - se, deve ter sido empre gado na condução das la vouras. Quem não agiu= corretamente, transfc - rindo o dinheiro empres todo pelo governo e; condições subsidiadas - para outras atividades fora do campo, agora cs tá enfrentando uma si= tunçâo constrangedora. A mudança da políti ca econômica e da prõ - pria economia do País , com a posse do novo go- vemo, penou todos de surpresa. Se a retenção das apllcaçÕeR cm cader netnA de poupança ou no mercado financeiro dei - xou multa gente indigna da, é certo que deixou - os fazendeiros que dcs - viaram seus emprêRtirnos desesperndos. E agora Como explicar que o [i - nanciamento govcrnamen - tal, em vez de virar co 'mida', trans(onnou-se em verba bloqueada nos ban cos? Durante quase todo o governo Sarney, a tal ciranda financeira levou a economin brasileira ao descalabro. Num pnís a - gr!cola que nunca teve uma política agrícola a conteciam, com a maior - naturalidade, fatos como o valor de uma vaca maior na caderneta que rendendo leite curral. Estava assim ser do no com tudo e, pensando bem não foi sõ durante o go verno Sarney. É claro que esse desa juste entre o valor da produção obtida com tra· bolho e a renda conquis tada sem esforço no bal cão das financeiras ou - na mesa das corretoras - não justifica o estelio nato. Afinal, o dinheiro repassado pelo governo - ·ao produtor é recollúdo - toda a população, +sob a formn de !opostos, para que ela tenha o retorno adequado sob a forma de umn colheita ~acis[ató - rin que, pelo menos teo ricamente, gnrantn ali - mente para todos apre - ços razoiveis. Caso con tririo, a cesta bisica - vaI ficando cada vez ma is cara. Ela não pira de subir. Para qe se te nha uma défa do que re presentam os CrS 80 bi - lhÕes em poder dos agri cultores desde o ano pas sado e ainda não devolvi dos aos bancos que fize:: ramo empréstimo para custeio da safra, basta compará-los ao que o go verno já liberou este a no. A diretoria de crédi to rural da Federação Brasileira dos Bancos {Febraban) garante que , desde a divulgação do Gl timo pacote agrícola, fo ram dirigidos pelos ban cos p8rticulares ao cré dito rural CrS IRO bi lhÕcs. Para as necessidades da Agrlrultura roe, é rruito,nns é o dobro do q/ os bancos deveria - já ter recebido do empréstimos da safra passada. É prmmi,l q/ grande parte daqueles Cr$ 8 O bilhÕes n,;,, trnh.n sen· ido p / a produção de u grama de ccm1 da . A populni;ào q / alnrce fun do de curto prazo e jnnte e>..,;. night • ICACYR CASTRO - JORK ~ GOVERNO RENEGOCIA A íOIVIDA EXTERNA PRAZOS LONGOS E JUROS DE 6% AO ANO - Sem fazer alarde, O governo federal co •cou a renegociar a reducão da dívida com empreite iras e bancos Privados. O Governo quer pra os longos e juros me llores. Até mesmo o desâgio está sendo a Plicado nestas renego C:iacões. - " Vamos oferecer - aos credores do gove_;:_ llo,opcões entre aro agem da divida com - Prazos maiores ou o Pagamento com desá gio ", disse Roberto de Figueiredo, dire - tor do Tesouro. Calcu la-se que empreitei - rase bancos priva dos têm para rece - ber mais de US$ 10 bilhões do governo. "Ou eles acei - tam o deságio ou te rão de conviver com prazos maiores" Numa reunião, em Brasília, os credo- ;;res aceitaram um a cordo pelo qual a dívida será rolada por dez anos_ com quatro de carencia. Além disso, os ju - ros serão reduzidos da taxa de mercado para apenas 68 ao a no. E AS D!VIDAS DO PLA NO CRUZADO? Enquanto o Gover no'exige prazo e ju ros menores para pa gar as suas contas , os devedores do Ban co do Brasil, que contrairam sua dívi das durante o Plano Cruzado, foram OBRI GADOS a renegociar - sob as condicões do banco. Juros de 3,58 ao mês, mais corre - ção e, se atrasar o pagamento das parce las, mais juros, ta xas e outras taxas - ( inadimplente, multc, etc). E o prazo? No má- ximo 36 meses. Se o sacrifício ê para todos, esta atitude não se jus tifica, oara rece ber, JUROS ALTOS TAXAS, CORREÇÃO PRAZOS CURTOS. BC vai ampliar .Fiscalização do tCréio priola e Para pagar, JU ROS BAIXOS, PRAZOS LONGOS ou DESCONTOS substanciais para - pagar à vista. Se ê justiça e moralização que o governo quer, vamos começar em casa. Depois então e xigir,dos outros. Btnsll.i.a - o Banco Cen trai inicia no final des te mês um amplo programa de fiscalizaçiio para apu ra.r irregularidades nas Operações de crédito agrf Cola no Pais. A dccisno - de intcnsificar·o contro le sobre a dcstinaciiô dos financiamentos agricolas foi tomada depois que o· Bc -Verificou um sensivcl- 1 Utiento nas fraudes nesse tipo de [innnciaoento, S! alente concedida a ju - ~~s subsidiados que pro - e grande parte do Te ouro. De acordo com o d_!: tetor de Fiscalização do lc, Eliseu Martins, o pro grama estará ~oltado à Nacional - , o BC detcc destinocào dos finnnci..!!_ teu que, num universo de mentes para plantio da 2.395 operações, cerca - safra verão 90/91. Par- de 870 coberturas foram te das im·estigacões irregulares. isso corres porém, estarão conccn - ponde a 367 do universo tradas nos créditos de de operações fiscaliza - custeio da safra passa- das, o que foi considera da. do um númc.ro excessh·a = Martins informou, a rnentc ele,·ado pelo BC. O titulo de exemplo, que prejuízo do Tesouro nes durante os trabalhos de se pequeno uni•erso cor fiscalização_para avali reponde a valores supe _ ar as condiçoes e que riores a Cr$ 1 bilhão. o se realizou uma serie BC estima_" em ma.is de um de condições no nmbito- milhão os contratos de do Proagro - programa - crédito agricola finan _ de seguro contra que - eludas no Pn{s a cada a bra de safras garantido no. por recursos do Tesouro A atuo.cão do BC se da rã inicialmente nos ban cos que operam com Crédi to agrícola. Nu prisei ro momerlto, a fiscaliza cão •ai apurar se· as ins tituiçÕcs estão efetiva mente repassando o per - ccntual de.seus depÕsi - tos à ,·ista estabelecido por lei para a agricult!;õ ra. ~á indícios de que - muitos bancos estão for jando contratos para se cnqundrnr nos licites e xigidos por lei. PREÇO DO EXEMPLAR Cr$ 50, 00 PEDRO PEOREI" INF MAMO E ------------------- MATOS f, pols é, a pior coisa 'que pode íatir na ol prol!feraçio de beatos, %ada caro a verdade pera os boatos, Ma il!ma remana os boatos a repefto dades no Banco da Brasil pra!iteraram pela cIda' o sub gerente foram ' rebaixados " de caro por daquilo.., os funcionirfes fulano e serano_seri Mutreta e trab!quer no Proaro, na aplfcaçao d no favorecimento de grupos, etc., O que está havendo NFJAMENTO de pesrcal, fato normal e qualquer o Banco do Brasil, 0s "oatelros" de pla:tio p! so r n:o há r:ad.1 Ô" .mor. ,,1 no !,B, .:1p(•n,rn oi. JUFO.S.,. r ,, "- 11 J'4 1. ,.,, do erente, nn do ad/unto e ner dos fune{onir!o..{ de Era «Ia zeso. CÃKARA Hu?HCTPAI. Isto no é fofoca - ccrentárlo esro (e verdadeiro), Quatro veredores estio postulando a presldinela da Clara Municipal, pela ordem: I) Jore Rosa; 2) Paulo Mlo; ) Rney 'toraes; «) A ta • Lopes (Penf:hu). Dos quatro, o que está com afores lances é Jorve + a, pg fs existe um "acordo de cava]t·Iras" asíndo e ire :a'o , +tas, e pol[tfca, tudo é possível. Até resto o koupgMTO de acordos, Não é meso! tllJltA O ílN A Chove rufto er Pela !sra, desse jeito o asfalto ,rrfe!- to Edson vrd de:-:ior.:1r u.-:. pouco, quanto ao da Cear • •. Oi t > mais Inda. Culpa de São Pedro e da falta de ver:.., COHPF.TITIVlDADR Multa ente Indo fazer capras nos rcrcados_' ap1tal, a • legando que os preços cobrado en Bela ta tau +' r e e' cor.pensa até eesno n vf.1jer.. p;,r.;a C,1r:;io Grane!". ;, r.i : ,.e.: C'L"'_;:I perlt:hrf.dade, olnha ~ente, balx3r o, lucros t' vrn'··r •·.1le;. O,tC"'.:'I se habilltaJ UH F.l,GANQ Hu1tos comerciantes aInda tão "entendera" q.e a ir, e de investir cm PUBLICIDADE, e PROODES, chazr o !! : •. O m gÕclo é vender, o Governo não quer que o consto ,u+", O ccr.-:crclante PREClSA vender cais, tudo é questão de MARLTINC • Teooa u:, Jornal na cfdade e ua kadfa, é só rroc, r,;r -:,;. contatos e Iniciar capanhas. Isro vale rufto pura e: :perzer cados e lojas. E época de cr!se que é hora de ANLk. " Medite a respelto DURU!IA AAAEllEIITAXDO E esta IF, a cada d1a que passa, ganha na!s e na!s e;paç0s na counidade. A direção esta preparando ur esquema par1 1991- .:,.u:::cntar a circulação, co a dstrlbufçio de 1,c0 exelares nos bairros. PODE? Essa quem contou foi o FIavlo Codoy. Flavinho, que está seguindo os passos de seu a', JuLão Gg doy, é um polidco nato. t'?1:l lider.1nç.a Jove~. E !'t·ra c.ar.dldato a vereador nas próximas eleições. Precisando "leazar" urra ra na para passar 1J."l natal o..1i.a gordo, Flav1o está ~~OF'LC:o car - tóes de nnt.al do setor gráfico da Trtbuna da Fronteira - Craft e.a e Editora Apa- pois bena, fof vtsit.ar o M."l.rciio Rondon e' quando est.nva. castrar.do os ca.rtôes, apareceu o Dr. Fernando de Freitas Elias .. wa m:::ilg.o aqui d.a. casa .. e na. hora, perguntou - para o Flavlo: - P.1ra. que::i vocC está vendendo? . - Para a Gráfica da Dna Estela, o pessoal da Tribuna. E o Fernando: - Não copra não, Marcão. Você deve co::pra.r <!~ que!!: a;>0lou- o nosso c.nndldnto a deputado estadual, o Beto. Co:iprn do ful.Qno. N.10 coepra deles nao. >-brcão sorriu e pediu pro Flavio passar outr.1 hora .. A c::es:1.4 história, por cotnc.ldêncL1, qwihdo o Flavio foi ver! der cartões p.1r.1 o C:t:!.,-;!,o, o Dr .. Fernando chegou r.a hora. E pediu o ccs-::o para o Gtn!o. A1 o Fla.vinho invoc.ou. - Poxs, Dr. Fernando, eu trab.:,.lhei para o seu cnn!iidJt.o, o senhor está prejudicando Lnhss vendas. Vou falar para a Da - Estela. A{, se5undo o FI.1vlnho, o nosso ru:.igo Fern:ar.do, :sorriu e falou .• 4 e brinc.ade:ir.1 ..• 2, POIS 8 ... Pode? Xossa Cr.irte.n, ou nc.:.so jornal, r.::i:, !Z !.!r::r rnl:i rico e nen rafs probre coe atitudes coo estas, se Mo venderos para o .Jo:io, vcndc::::os para o Pedro, quer dizer, durante estes quase 20 .1nos, th•e::ios v.irlos e vários casos desse tipo, cor prefel tos, vereadores, políticos, etc, etc, etc. !e por Isto fzos obrigados a dobrar a espinha, e nio o fareos. So tec ~ coisa. - Sabe que perde co !sto? Re.sEOnde:os: fin.:inceir.c:::ente, o Fhvi.nho. POLITICAMENTE, ne é preciso dizer, não é emro! l'OOE! E TEM OUTRA A:::~o leitor, vo:C sabia que o vcrendor Cns:or.;:o. t -• : ..... :-e • cebeu críticas, brincadeiras ser raça) e piadinhas de pes - soa] desse reso rupo que: apoiou Rondon) por haver aprezen t..'ldo rui ci=.a·r3 ?!U:tlc.tp.11 o projeto que mudava o ne ti rua da RepÚ.bltc.3 p!ir<l. AVEX'IDA 'IXIBIJPU. DA FRar'IEilU.! E os vereadores, todos eles, aprovara e elor!arm a edf - da, as os do "grupo", nao. Esquece estes noços que, quando a IF core;ou tu!tos de!ea era "crianças", outros ne rorava en Pela V!sra e outros, - ? "!"," "rrtetr»is » v«s =rir+ ·i w Falando, no duro, nunca fizera nada por Bela V!sta. ra! nh..1::-se no anonimato, indiferentes aos problemas da Iate DE~ - lbr.J.hln Sucd, • 1 de. leve••, U ,:.1{ C'.J:f.ttr.ar lO À..'tOS Reciclage, penhores, recicla;e.. enquanto é tepo., ctlARllA)fl]UN Nana a:s reuniões do Rt lançou !Cta de e criar • orlentaç, e responsabfl!d· carregado de recrutar Jov 20 nas epresas e ecr; diente e orientação, Mo a l0 Jovens, cont· r1anos e de en' JORNAL 'TRIHUNA DA FRONTEIA J!I:l.A VISTA MATO GROSSO DO SUL ad' 1 e ::-a .. , >s. s s '3! e 1 10 FESTA DO CIIOPP NA lABB Acontecerá dia 17 do corrente mês e ano, a li! FESTA DO CJIOPP na sede da Associação A Banco do Brasil.sob a organização dos funci onários do Banco. Será com certeza uma Grande Festa e a po pulação está convidada. _ Vamos prestigiar essa grande promocaoll Nós com certeza marcaremos presencalll AZUAGA E FILHOS A Família AZUAG/ está montando em B. Vis ta uma Loja de Calcados para melhor atender a população.Parabéns a família por acredita reme investirem na nossa querida BELA. Sucessos para vocês e que dê tudo certo! GRANDIOSA FESTA OFICIAL Acontecerá no Parque das Exposições, nos dias 22,23,24 e 25 deste mês,uma Grandiosa Festa com várias diversões gratuitas. A noite haverá baile e a organização da festa é do Clube do Laço são Geraldo,q/ tem como patrão o nosso amigo VICTOR ROJAS. Obrigado pelo convite e até lá ... OBS:O preço da mesa será de CR§:4.000,00 e os ingressos é de CR§:1.000,00. MARRU JEANS Abriu na nossa cidade a mais no va Boutique com muitas novidades e ótimos preços. Tem tudo para o vaqueiro como se ·1 las ,calças e cin ., tos de couro, chã péus e etc ... - Também tudo em Jeans e o magní fico atendimento do pessoal. Além de biquínis Moda Rio 90 e ma ias com motivos do Pantanal. 1 la nt' . ... r ~ d ·i 1 3 é J!'f!NS Na foto ao lado,um um close da depen -1 dência interna da Boutique MARRUÂ,que se instalou em Bela Vista para melhor a tender aos Belavis tenses. Vá conhecê-la comprove com seus próprios olhos. A proprietária é a sra LUISZETHE, q/1 tem alta experiênci a no ramo além do a tendimento carinho= soe amigo. MARRU JEANS es pera por você. Aproveite e visi te logo para ver as novidades da moda. RESTAURANTE BLACK JACK "DEI ARTE LOS DICO" L1Arte naufraga Cm poder de hipócritas cultos in inteli - gência.lnlcligcntcs. que sabem claramen tc que partes de la cultura mostrar; 1:1 Arte ducrmc Manos de mancos es tá visualizado por cicgos y pintado p/ hombres de piedra. FI Arte sofre por - que lo manosean dis (razan su desnudez. El Arte hora porque cuando alguém lo a caricia le cortan las manes. El Arte muere porque lo asesinans. El Arte está murien do.El hombre sigue M U R I E N D O 1 ! Destaques cm DESFILE NO 1GRÁCIO Aconteceu sábado passado na pista alo3 do INCRÍCIO,um Desfile Moda Verão sob a Pro dução' de MARCILIO AN UNES(Irão do Produto? MARCO LÓRIS)e' IVANETE SERENA. Muita gente foi conferir! Várias manecas abrilhantaram a festa.Quem mais se destacou foi a FAUSTINA(XAR)e a L! DIA BO:DY. Parabéns aos organizadores... f.:'1SSOA1 A City estã balançadíssima.Ningu6m podn se queixar do vid noturna de DtL/.Entã re lhorando cada dia que paaso: r SUPER SPECIJL ~ um programa musical do meu amigo ALE XANDRE MALDON/DO, aos domingos das 15:30ias 17:30 na RÃDIO BELA VISTA "A VOZ DO APA". Quem patrocina este programa é o Super - mercado NISHIKJWA. t. um ótimo programa.Que bom se fosse die diariamente porque o Alexandre é possuidor de uma bonita voz e tem muito pique!!! MUITO BOM Está ficando é o programa do meu amigo JN(JORGE NUNES)o CLIP MUSICAL,fora BOATAR DE CIDADE que está pegando legal. PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA Segue a todo vapor embelezando a nossa cidade. A população está contente com a adminis tração de EDSON MEDEIROS DE MORAES. SIMONA CANTANDO PARA BELA VISTA --- O nosso ami go SIMONA es teve vários dias cantan do no LA BAR RANCA BAR. - A moçada ado rou o show. Realmente e le é um óti- i mo cantor. As proprietá rias do Bar' pretendem no • vamente tra zê-lo. L 1} • it' ~;,!< ° } 4t # E. #li ,, . ai; Cantou tam - bém no MILK l" . SHAKE do nos ' sO amigo MK·.--n.- / ; MISSE MISTHER BABY 90 NO BELAVISTENSE ', Aconteceu domingo pp. no Clube Esportivo i Belavistense sob a organização do dinâmico MÁRCIA LOBO(GAROTA JEANS DE BoNrToj este Radialista LUIZ HENRIQUE N. CORREA(LILE). .. presente no NATUREZA DESFILE SHOW aqui em Estava muito bonito o cenário simples e! ·, Bela Vista e será presença marcante no NA legre. TUREZA DESFILE SHOW em Bonito. - . Eu, RENATA LÔBO, GENY e a esposa DO JACKS Aguardem essa descomunal promoção!!!!!!! fizemos parte do Corpo de Jurados. ~g~ A FOTO MATTOS V!DEO foi a responsável pe- ~ la cobertura fotográfica e pela filmagem. A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL doou duas car denetas de poupança no valor de CRS:5.000,00 para os primeiros colocados. N!MrA CONFECÇÕES, DESTAC' s MODAS e DUEND 5 . :o ART'S foram um dos patrocinadores do event 0 • .. ~ A SKOL (Que tem como Gerente o Sr. MAGNO) 'ti~ destribuiu refrigerantes gratúitamente para p as criancas. l O LILE não cobrou ingresso e distribuiu P.!. 1 pocas e baloes para os baixinhos. '· • Faltou um· pouco de prestigio da parte do- --f' baixinhos que perderam essa grande festa:, Parabéns ao LILE pela·bonita promoção'''_ Na proxima semana sairá um close do .MlS . THER E MISS BABY 90. 'p~ PRAIA DO APA D R' r • L;.,., g- » Tem_muita gente que quando não cons%?] uma coisa,se despeita e sai a falar bes- ra por ai.se-toque"amigo". (,) FONC:439-1144(067 .. BIJOU'rEIUIS CILÇIDOS CONFECÇÕES MODI MASCULINA E{'EMININI !Jl·.JUGH/F'Irl: Adoci V()B, C,,r::!lso til') Cartazes,Cartões,convites,Fa± XHr;-':, mhrancinha::;- :tiq,wta!'l - Crachás-Flâmulas-Bandeiras-En volopou-Chnvc irou-Ca lcnd.ido; Folhlnhar,-Dlocno,cLc ... ~E'rRlêil'OS: 1'lacos-Pa1néir.-l'.u - ros-õut-Door- Faixas e Faixa das. PIN""UPAS DE CACAS E PRÉDIOS bisr1iEs PRO#O s DECORJÇOES CAI!AOS E_ENODUPAÇES PECADO:_FONE:439-110 a! FLORIANO PEIXOTO Bela Vista 16 eu 1.:..: a 4: , a - t±.. *Antenas de todo o tipo para TV,inclus! ve as Parabólicas* Malas e Sacolas *Confecções própria de roupas civis e Militares* Toca-Fitas p/Carros e Auto falantes em geral* Calcas Jeans* • Alfaiate credenciado no Ministério do Exército* Tudo para o Esporte "ÓTIMO ATENDIMENTO E BOM PREÇO" ZELIN/1 MARQUES R. Alccbíades B. da Cunha,319 N/C 115 GENEROS ALIMENTCIOS - BEBIDAS-CALÇADOS MT!GOS DF MONTARIA - CONF!':CÇÕES-FERRAGEII E MIUDEZAS EM GSRAL. AV. BRASIL, 1. 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Não haverá um mundo melhor se só pensnrmos em maldades, qmbiçÕes, Ódios, em quando vamos sair vi tor iosos, passando e pisando nos outros. /manha o mundo não será melhor se não lutannos, se nao nos propuscnnos a mudar ele hoje. Se só fi .!. 1 cannos esperando, csperando, nunca vai chegar o din de algo util scr rcalil.ndo e se por ventura cs se algo for realizado Já será tarde. Se você tem algo o fazer; faça-o, pois é melhor ,~: sober que fez nlgo tarde, do que ficar depois pen -1 sando que poderio ter (cito e não fez. - Aluna - Madalena Aréco PONTO DE VI STA A educação e dvida direito fundamental do 1ndlvfduo e pré-requisito do progresso social. . obviamente uma criança quando Ingressa na escola ja deve ra levar para a resma noções básicas de higiene e um r[nl mo de boas maneiras, O professor poderá ampliar e acrescentar mafores noções° de higiene e boas maneiras, Mas a meu ver a transmissao do conteudo fundamental na escola. Temos que preparar Indi vduos que possam aanh dar mua contributçio à elevação coe rum. O indlcc de repetencla escolar no qual a aluna Andre la Paris! aludiu em materia publicada 0)/1l, deve-se ru1tas vezes a falta de Interesse do nluno; Ü. ~,,nelra displicente do referido encarar o estudo. O aluno 1ntercnsodo, que tra1. consigo a iinsln do saber, o desejo de progredir, esse a.luno nio encontra dificuldade e sabemos multas vezes que é o alu no qucn faz a escola. É uns prazer para os professores diri 7 Irene a alunos que querem aprender, mas alunas vezes o professor se sente coo um vendedor que está tentando ven der uma mercadoria o um cliente que nao quer compro-ln. E cooo aproveitar experiências vividas fora de ilr.!btente cscolnr, se nn· maioria das vezes o professor tem diante de sl, crL,nças: cujo vocabulário é de!iclcnte e as mnne!ras - piores que o vocabulário'? Acho que teros que tratar as crianças com carinho, acres ccntar l'l<liores noçoes de bons maneiras, higiene, etc. Mas - fundM.'lcntnlmcntc devemos incorporar no seu intelecto: cultu ra, conhecirento. Afeição, amor aos estudos a criança traz consigo; pode - r:os tornar o educando ciente da iraport.1nc1n do estudo no :. contexto atual, nas aptidão e Inclinação são Inatas, Ineren tcs. Salientei e torno a repetir: o aspecto conteud1stico e Entendo por melhorarmos o hoje procurarmos cum- fundamental; quanto mais, relhor. Concordo plenamente e rcn i Clmo o tema da rednçã.o proposta pela profe&sorn Ana M..1ria:' .O pr r nossos deveres com carinho, realizarmos nos "0 ensino e a educação são conquistados por nós ". sas tarefas com amor; tentarmos melhoror o dia-a - ~ ouito cõ~odo pro educando culpar escolas e professores , dia de cada um trnnsmitindo às pessoas um pouco mas se esse-,; faltam, há os livros. !lá hoje cm dia multa fl aesse sr s »rssts «s toes ser«risos ar- [.,7,2.2.1.."%1.'21. •' pelo nosso semelhante. ção de conteúdo ensinado e mcio-aoblcnte do aluno. Mas se Õ A melhor coisa é nos darmos bem com tudo e com nluno pretende ingressar numa Faculdade de renone e de bom- todos e fazermos O que realmente gostamos. alvitre que ele se dedique bastante ao aspecto conteudlsti co do cns ino. Agora se o educandário nõo se Irporta c/ a qual! ao Ao escolhemos uma profissão, devemos ter certe dade da faculdade que vni cursur ou pretende até un desses- e~ Z? d.o que queremos, pois I se fizermos o que gosta= cursos por correspondência, então o conteúdo poder.ã !lcar mos obviamente seremos profissionais bem sucedi ["$,"Zê";"?"}? Pano e o reso a1uno poderá ttcar 4tvagande as. o osso nus r«ceata»s as ressoas tareis ! " " """" tes, dedicadas e para isso precisam (azcr o I que amam, para no ocorrer falta de interesse no traba lho, arrependimento, que pode resultar até cm- - Ódio. Se todos pensassem assim, nosso mundo não sé ria essa desunino; esse "cada um por si e Deus pa ,1 ra todos"; haveria justiço, amor no próximo, não t, haveria preconceitos e nem tanto violência. • 1 Por isso devemos pensar bem no que quercmos, pn e ra amanhã não sennos mais um frus'trado por não ter feito o que gostaríamos de haver feito; por causa- py! do salário alto. e-l Na vida o importante é a realização pessoal o a} dinheiro é consequência. )S. l Aluna - Linnnc Priscilla Nunes )SS TI llliDAÇÃO 3 ll llEDAÇÃO ELA VISTA MATO GROSSO DO SUL 1O DE NOVEMBRO DE 1.990 .- .:__ _ Coment·ando -Por Nancy- moita auto-confiança, segurança e principalmente honc tidade para que no futuro se tornem cidodÕes - cHpaz.e~ de lutar por uma sociedade mais jur.ta. Aluna - F.llsânge la "A criança é futuro do Brasil". Tenho certeza, 0g' todos devem estar cansadofi de ouvir esta frase nos e: programas de televisão e ler nos jornais e revis - ~ tas. Mas alguém faz alguma coisa para melhorares- 1~ se futuro? Na verdade, poucos pessoas se interes - ~ '. sam realmente em zelar pelo futuro do país. Todos estão muito preocupados com a inflação, os salári- os, o Lei de Diretrizes e Bases e outros proble - mas, que não sobra tempo para que se dediquem in - se teiramente is crianças. A cada dia, aumenta o n~mc ~ "t' rode menores que roubam, matam e se prostituem - ~ tudo isso por falta de assistência da sociedade. ·5'_ O governo não é o nico responsável pela educa çao, todos nos temos responsabilidades, pois vive A, mos em comunidade e se quiscnnos um futuro melhor tle 1 para a próxima geração devemos educar as crinnças Õ I adequadamente, hoje, pois afinal elas sâoifuturo e a 4 os únicos capazes de melhorar a situacio do po{s . Para que o mundo seja melhor omanhâ, devemos hoje, 1 B educar nossos alunos com amor, p;ira que no futuro se tornem pessoas críticas e trabalhadoras, 1cm - brando-se que os alunos são o retrato do professor e estes, por sua vez, tem que transmitir a eles f1JNCIONÀRlOS ESIADUAlS D& H/S 1N ESIAllO lE CAIA'llllADE PÜILICA lnfellzcente o nosso governador após dlspendiosa cameanho polltico declara que o governo do Estado não tem condiçoes - de pagar os funcionários estaduais. - Quais seriio os motivos de tal sltw:ição? ~ público e notório que houve um processo covido contra - esse nosso governador e certa.ocnte o ocorrido não foi motlva do por boas nções e atos virtuosos cc benefício da população do Estado. Estanos en novembro e ninda não recebemos sctcc - bro e não h.Í previsão de quando serão cfetu~doA os pagattcn - tos. Saberos que o governo pcrdcuo controle da inflação e os juros estão nlt(s,:.lr.:os. Se chegarmos a receber, se é que recebereros será sen Juros ou correção conctârin. f.3.z,-rnns ur.1 npêlo .".l população para qJe r:os ajude, solldnrize conosco nes sn luta pelos nossos direitos. - Temos, como todos os habitantes deste pais, compromissos a cumprir e in(ellmente nao cursru-.os a escola de certos po l{ticos; nilo aprcndccios sobre corrupção, desrespeito n lei e n ordcc. Queremos fazer valer a Constituição que garante - ao trabalhador receber até o quinto dia üt!l.Aos participan tcs do governo nao t<'I"' direito de condenar seus servidores - n condição de vidn deplorável de ciserabllldadt", de fome de doenças e h~1lh11çao. ?i.iio é vergonha reivindicar direi ~ tos i ven;onhn ~ part llhnr, colaborar coo essa l..moralidnde. E venho vocc, que usufrul do tal 11 e.:preguis-=>o ", que de ve o enprego a "politicagem' retrucar, tentar Irpedir que se faça justiça> que lutecios pelos nossos dlreitos· deiJt.lndo - bco claro que_estanos distantes da escravidão e a pro!issão- de carrasco so tem lugar em teatro. . Teos una série de perguntas para as quais não encontra cos resposta: - Onde esta n justiça? - As processas dos candidatos, onde ostão? - Coro varos responder coo nossos cooprooissos'! - Dcvecos responder aos coprofssos com a resma respos - ta que o governo nos dó? - O que varos ensinar aos alunos? Talvez devaros ensinar que houve una vez nun pais chaado Brasil UOl epoca na qual palavras coo: Honra, Justiço e Be era consideradas, existian. Nessa época ns pesso.ns eram fc ILs e podiam ate dormir tranquilas, pois seu trabalho era recopensado e elas sentia orgulho de sere brasileiras. Mas e al, coo é que fica cidadão? É de seu Interesse a Educação de seu Ilho; a Segurança - de su far[lia; a Saüde Pública? Lute conosco!!? SINDICATO 00S TRABALHADORES E EDUCAÇÃO O7/11/90 Variedades --Froilan- SERVIDORES Os servidores pbl!cos estAdoals que ganham sal rios ocir:a de Cr$ J0.000-.- 00 nos setores saúde, edo cacção, polfcta civil e a tingindo também outros se tores não receberam se uB vcncioentos desde o mês de setcrnhro/90. Are clamação foi total. Não tem nem o que se Justifi car, o Estado de Mato Grosso do Sul segundo da dos estatlsticos, está classificado ern quarto lu gar em arrecadação, prod ção etc ... Dá até para se pensar talvez, o dcrro to das eleições foram os motivos da suspensao dos trabalhos. EVASÃO A evasão aos professo res habilitados serão em numeras significativos muito~ colegas afirmaram que vao procurar outros meios de trabalhos mesmo interrompendo as vanta -, gens de tempo de serviço e ficando em vão as despe sas da faculdade. - EDUCAÇÃO Dia 03 pp, no progra ma Flor do Son, a prof? Clotilde Castro Pinto , deu entrevista ressaltan do n fundação dos antigos Ginásios Estaduais em Ma to Grosso do Sul, enfocan do a de Bela Vista-Ms ., Foi importante essa refle xão, em especial nos que estão exercendo cargos de Direção e assessoramento. A mesma relatou, que: Es tamos perdendo a tradição e tem alternativas para - se fazerem coisas pela e dcação, trabalhando para que as crianças gostem da escola e da professora, a aprendizagem parte da pró pria vivência e experiên-: eia da criança. Sendo ao xiliados pelos professo - res e aparelhos que com poem a unidade escolar. SALA DE AULA Escola Municipal de 2g Grau Dr. Joaquim Murti nho, construida em 20/07/ ~7, Prefeito Municipal da epoca Dr. Rubens Alberto AIbott de Castro Pinto . Foi a ultima escola nau gurada Ou encampada a nl vel estadual nesta cida - de. Estamos perguntando_· aos Governadores, Deputa dos, Prefeitos e Vereado res das administrações an teriores; por quê não a torizaram construções de ola4? fll'.l'ORMA A reforma da Escola - Estadual Prof! Vera Guf ardes Loureiro, deverá ser levada à sério, caso contrário ela vai despcn car nas cabeças dos al nos, niio havcrã condi - çÕes de in!cinrmos o ano letivo de 1991, estamos aguardando resposta do Deputado Moka. CONCURSO O Exa? Sr. Edson Me - deiros de Moraes, consi derou válido o concurso pblico Municipal na Car reira do Magistério, grã ças a essa abertura dÕ senhor Prefeito, os pro fessores se sentirão se guros no emprego e evi - tando polêmicas a respei to do fato. Pedidos de vários professores está registrado. ENCONTRO Dia 31 pp, foi reali zado encontro espiritual com professores Munici - pais, tendo também a par ticipação dos professo: res estaduais. Objetivo: deixando um pouco a par te pedagógica, passando para o ser espiritual. REUNIÃO Dia 08/11/90, foi rea lizada reuniio na escolâ de Ig Grau Prof? Vera Guimarães Loureiro e as palestras foram proferi das pelos representantes do Conselho Municipal do Entorpecentes II CONCURSO DE MISS E MISTIIER FRONTEIRA/90 Será realizado no dia 07/12/90, sexara-feira, no Ginásio de Esportes - nesta cidade. A disputa final entre os municípi os seriem dezembro, ci dade a confirmar. ATLETA ELE!fILSON DA SIL VA (SORÓ) Seri o lQ convidado a ~articipar da mesa dos jurados no MIss e MIs - ther Fronteira/90. Sendo elê Campeão das grandes corridas pedestres oo E! tado-MS e São Paulo. "V! lorizar o prata da casa é nosso dever 11 .. PARA REFLETIR Não pare jamais de - trabalhar para o bem! Hotel Pousada da F nteira :lo Coração da Cidade" Apartàinenfos comi ,Ir ·Condicionado, Café da Manhã ComP.leto AVENIDA TEODORO SATIVA RESERVAS: 439-1487 E 4391366 .... r F o !. / ·--------~---------------------~----- D/1 FRONTEIRA BELA VISTA-MATO GROSO DO SUL E;Ao 1. To Gão5Só 1O 5Ui - PER JüD1Ciro - cCõci Di Eiã VüSi - T Edital de . Citação com prazo de quinze dias O DOU'l'OR VILSON !lCRTELLI, JUIZ DE DI PEITO D/1 COMARCA DE DELI VI STA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NA FORMA DA LEI, ETC ... FAZ SABER, aos que o proscnlc edital- virem ou dele conhecimento tiverem expedi do no autos no 205/88 de USUCAPIÃO EXTRA ORDINÃRIO, requerida por SOTERO NUNES • e sua mulher DRJULI/ lTlCE NUNES contra o Es- pólio de SOTERO ALVES DE MORAES, qué se processam perante este julzo Cartório Ju dicial, que cm seu cumprimento e atendendÕ ao mais que dos autos conota, fica CITADOS os herdeiros do Espolio de Sotero Alvos de Mornos: ORIOVALDO MORAES, brasileiro, sepa rado judicialmente; CERAPIO MORAES, brasi leiro, casado com Juraci Ded6 Moraes; ANTO IO MORAES, brasileiro, viúvo, aposentado; OLMAR MORAES que era casado com Hostácia - Grance de Moraes ambos falecidos, que dei xaram os seguintes filhos: ELZA GRANCF. MO AAES; MJRLY GRANCE MORJES; IZA GRJNCE MO RAES; ZAIDA GRANCE MORAES; TEODORO MORAES- ., • que é falecido e era casado com Maria Pe • ó reira de Moraes e deixou o seguinte filho: ,r, ADELINO PEREIRA DE MORJES casado com Ade - sr: i//1aide C. de Moraes; ALBERTO MORAES, falec.!, ±7° ±:I ,1. Vende-se do era casado com Maria Pereira de Mora os (cota jã cm ocgunda núpcias), tendo - deixado oo ocguintcs [ilhos:AURELINO MO MES, IIUMllCRTO MORAES; TEREZINHA MORAE; ISABEL MORAES ACOSTA; JOSEFINA MORAES e 11/RLENE MORAES e LUIZ/ MORAES DEDt, cas.:1 da com Antonio Dedé, todos residentes e domiciliados cm lugar incerto e não sabi dos; para comparecerem perante este juí zo no Edifício <lo Fórum, sito à Rua Da - rão do Ladário no 1595, no dia 22 de no vembro de 1990, às 13:30 horas, para au dicncia de juotificação. E para que não se alegue ignorãncia, foi expedido o prc sente edital que será afixado na sede = deste Juizo, no lugar de costume e publi cado na forma da Lei. Dado e passado nes ta cidade e Comarca de Bela Vista, Esta do de Mato Grosso do Sul, aos dezoito di as domes de outubro do ano de mil nove= centos e noventa, Eu, (Petronio Leão) Es crevente Judicial a datilografei. Eu (Pe dro Vergilio da Silva) Escrivão a confe= ri e subscrevo. Vilson Bertelli Juiz de Direito :====:::;;;======:;===========~=======================~ se Centro da ci na entrada da TRATAR - (067) 384-3976 383-1216 .,.,ltl • /RESIDÊNCIA - à 1.500 mts do dade - 1 quadra do asfalto, cidade. Contém 1 apto, 2 quartos, 1 sala,l es cri tório, varanda e cozinha. Construção nova. Terreno 3,5 hectare - Luz trifásica c/t--------------------------' linha telefônica - Bem fechada. s:' tl cs 1; ss" tal O Negócio não precisa entrar dinheiro TRATAR (067) 384-3976 383-1216 TERRENO NO CENTRO DA CIDADE, NO ASFALTO MEDINDO 30X30, TODO MURADO. LEIA E ASSINE O JORNAL TRIBUNA DA FRON TEIRA, UM JORNAL QUE Hà 20 ANOS /COMPA NHA OS ACONTECIMENTOS DE BELA VISTA E REGIÃO. ASSINATURA TRIMESTRAL - Cr$1.500,00, ASSINATURA SEMESTRAL Cr$3.000,00 ASSINATURA ANUAL - Cr$5.000 00 :! a ss' ;a' -" -+e4; :;;~:;: ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÃRIO - JUÍZO DE DI - REITO DA COMARCA DE JARDIM - MATO GROSSO DO SUL Edital de Praça O Juiz de Direito da la Vara Cível da Comarca de Jardim-MS., na forma da Lei, etc ... FAZ SABER que, em cumprimento ao~ trâmites legais do proces so de execução em curso perante este Juízo,como Exequente (s) E DUARDO DOMINGOS DOS SANTOS FILHO e como executado (s) AIRES BAR ~SA PENHA e s/m (Autos no 200/89), no átrio do Edifício do Fo rum desta comarca, à Rua Cel. Stuck, no 051, nesta cidade, às 14:00 horas, do dia 19 de Novembro de 1.990, será(ão) levado(s) a público pregão de venda e arrematação em praça pública, a quem mais der acima da avaliação mencionada abaixo, ois) bem(s) Penhorado(s) ao(s) Executado(s) no referido processo, a seguir descrito(s): 01 (uma) casa de alvenaria, coberta de telha de fi brocimento, com 64,SOm' de construção, situada na Vila São Mi= guel, em Guia Lopes da Laguna, e respectivo lote de terreno ur bano s/nO, quadra 99, medindo dito lote 15x15, frente para a Iua Municipal, matricula 8437. Avaliado em Cr$ 125.094,84. Cons ta nos autos a existência de onus sobre o imo~el, referente ao imposto predial no valor de Cr$ 616,16. Se, na data indicada, o(s) bem(sl_não alcançar(em) lanço su Perior à avaliação, no mesmo local, as 14:00 horas_do dia 29 de novembro de 1.990, será (ao) levado(sl novamente a venda e ar rematação em segunda e última praça, desprezada a avaliaçaõ e Vendido Is) a quem mais der. Eu, Gislene Iara Novaes, Escrivã ~o Juízo fiz_extrair o pre sente dos autos indi'cados, o Conferi e subscrevi, nesta cidade, e comarca de Jardim, aos 25 de outubro de _1.990. or. Vladimir Abreu·da Silva Juiz de Direito FSTOE üTo CROSSODOSUE- PER JUDIC EDITAL DE PRO CLAMAS - PUBLI CAÇÃO OBRIGA'l'Ó RlA INDICADOR Profis.sional • Dr. José Ribamar Cruz da Silva • CONSULTÓRIO MÉDICO E GINECO1O, o. • PARTOS E CLINICA CílRIL • O MELHOR ATENDIMENTO DA CIDAD'." Rua: General osório, 593 FO!'lB: 439-1248 ELA VISTA MS CEP: 79. ,, íl Escritório de Advocacia CARLOS 1. NAZARI BORGES CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS RUA: 15 de Novembro - NO 505 FONE: 439-1382 BE.LA VISTA MATO GROSSO DO SUL f Cirurgiã Dentista DRil ZEILA PEIXOTO GRUBERT CRO/MS 1479 CLINICA GERAL E TRATAMENTO DE CANAL. ATENDE - SE COH DORA MARCADA RUA: 14 de Maio - NO 219 FONE: 251-1151 JARDIM - MATO GROSSO DO SOL De acordo com o ar tigo 181 do Código c1= vil Brasileiro, ~ obri gatória a publicação= do Edital de Proclamas destinado a dar ciênci a a comunidade e conhe cimento público da in= tenção dos nubentes de se casarem, permitindo sim a oposição dos im pedimentos previstos - em lei, da qual, e - ocorrendo, o Oficial - dà ciencia aos nuben - tes ou aos seus repre sentantes, permitida a prova contrária por e les. Essa determinação segundo o novo Promo - tor de Justiça da Co - marca, Dr. Gerardo Eri berto de Morais, será= rigorosamente cumprida principa.lmente porque em Bela Vista é comum a realização de casa - entos na "·izinha e ida• de de Bella Vista Parã guay, fazendo'co que algumas pessoas contra iam matrimonio por du as vezes, contrariando E C ·t - com prazo de 30 dias· as det.erminacões do d ital de I aça0 •. ,Ic6atse cu sras1et- 0 OOU'I'OR VILSO.~ BERII:LLI. JUIZ DE DIREITO DA COMARCA OE BELA VISTA, ESTADO DE • IIATO ro. A cobertura d.as C?osso DO SUL, NA FOR."IA DA UI ETC.... despesas. previstas no FAZ SABER a todos quanto virem o presente edit.al ou dele conheziegto tiveres, expedi- [Paragrafo Cco, é e..x- donos auto +2 96 / 89 de Execução que o Banco do BrasII S/A nove contra Cláudio Annes, e trallecio à regra geral de tte -l.'}fio e cartório tuaita,_age eg_seu cuprtento e atendendo aos a!+que do3 tos'conta fled CITADO a_pessoa de CLÁUDIO ANES, brasileiro, solte!ro, aropecuirtsta, rest[[gratuidade às pessoas tente e 1ar Incerto e não sabido, para que no prazo de 2:00 horas pague a Iportanta de][comprovadamente pobres rS s.s, ,1, oitocentos sessenta e dols cruzeiros_e sessenta e_un centavos) acresci] 0 onus da publica- $«?"l seis t!lo_ .,rla, custas processuais e honorários advocatlcios, ou noear tens] .- i is!"";g çç;"ç,2G. r e»srs&6 ses e. «ums+ siri gira sarai-[[cio do Faial é supor- a dtva Pen 1 e;ais, ou querendo, no prazo de_dez dias, erbarar a execução, desde/ [tado pelo interessado, 5«e a ,eg!"?? ";p,,'kIzué= posa ale&ir tnerãeta, tet cpe4tdo o_resente E4ttal/[quando houver cobranca c ro o uIzo. para • atado no Fóruns, no lugar de costure e publicado na fora-l " GFPg de trinta 4tis,_8_},i ceares d eia tsá, Estado d tato'crosso o_sei, a6,/ elo órgão dela encar ez«,,,', ado e passado nesta ' o ano de rlI novecentos e noventa. Eu (Pctronio Leáo) Escrc - regado., podendo ser e- d:};; ;z,<;g??"" 'ias ver&íi is snvs trtvis « otcrt • wneve. 4si4da e1 or4e1a1 s vi1n Berteli!- Juiz de Direito [tes_da pratica do ato. = =============r==:===========:==~=======~====~=:.; Desta Fo~, clc:,tiUc.4 t- [os a co=unidade e geral e NO ANO INTERNACIONAL. DÀ ALFABETIZAÇÃO, ENSINE UMA CRIANÇA aquelas pessoas interessa - A O ESTA CRIANÇA TIVE ~ 60 ~"OS d.a.s e.e c0ntr.11r =~trlm.onlo• ESCREVER, AINDA MAIS, QUAND " ""' • que a partfr desta data de- coNscrENTIzE-SE, Vos FAZER Do Nosso BRASIL, UM PIs MA- ]""7"li z ;;' Is CULTO, A CAMINHO DO PROGRESSO. [1as. (R) --------...J 'Escritório Jurídico NELSON' CIIAGAS r :e7r71 ADVOGADO OAB - MS FONES: 251-1721 - 251-1712 - Escritório Residência ESCRI'l'ÓRIO: RUA T. Bernardes - RESIDENCIA: AV. Cel. Camisão - JARDIM - MATO GROSSO DO SOL NO 826 NO 657 ADVOCACIA ITAMAR DA SILVA OUTRA ITALO FRANCISCO STEFANINI ' J RUA: Dr. Ary Coelho de = R CENTRO A D V O G A D O S Oliveira - NO 480 FONE: 251-1489 JARDIM - MATO GROSSO 00 SUL CIVEL ADVOGADA VERA ALBA PEIXOTO GRUBERT ADVOGADA - AGRÃRIO - CRIKINAIS ROA: 10 de Maio - NO 341 FONE: 251-1451 CEP:· 79.240 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL ) ÁDVOGADO. PR:SALVADOR.LOUREIRO OAB/HS - 3.369 CIC: 029.875.191 - 20 RSCIUTÕlUO: RUA 10 de Maio - NO 341 FONE: 251-1451 RES. EN.IA: RUA FONE: :s. ?'t .e . • • ........... :-•-... vo Bit j 5 1 • i 1 l EI. A VISTA NOVEMBRO DE 1,990. 1 , A #:+! :,, +. 4 ':.i tad c' » 501 s ;a l ro < dt d3, re ·o t;. n' 'se] da .Cohab era's Pata que oc lcllorcn de a Tribuna da Fronteira sejam bem esclarecidos e melhor i11fnr11«.1do:J o respeito do problema levanta do neste semanário com relação ao sistema de r-a~olo da Vila Cohab de noaaa cidade , que encontrava-se causando enormes trans tornos aos moradores daquele conjunto ha bit,,cionol devido ao forte mau cheiro e trarnhordomento dos detritos principalmen ta non dias de chuvan, ressaltamos que a Cohab-M - Companhia de Jlabitação Popular de M, to Croaso do Sul - é a verdadeira r sponsúvel pela solução desse problema.o órqno, ~leqando falta de verbas para re - solver .t crítica situação, solicitou à Fundação SESP que o fizesse, esta,por sua vez, também sob alegação de falta de ·ver bas, vêm acumulando cm suas gavetas pedi dos, ofícios, requerimentos, indicações , etc., oriundos da Presidência da Associa ção de Moradores da Vila Cohab, da câmara Municipal e de outros, sem que nenhuma providencia seja tomada. A Prefeitura Municipal de Bela Vista , ao contr5rio d9 que se afirma pelas esqui nas, não possue responsabilidade para com o problema, tem, isto sim, devido ao bom senso e boa vontade do Prefeito Edson Me deiros de Moraes, procurado atender sem - pre que possível as reivindicações não só dos moradores da Vila Cohab, mas de todos os bairros de nossa codade. Especificamen te quanto ao esgoto daquela Vila, cabe a qui leMbrar que tal problema exige a rea lizacão ~e uma obra mais complexa, com a construçio de todo sistema que praticamen te inexite e que por obrigação deveriã ter s1do realizado pela própria COHAB-MS. Pari is,o, no momento,segundo informações da asdessoria de imprensa do Prefeito Ed son Mor«es, a Prefeitura Municipal não dis põe de recursos necessários para esse ser viço, pois as constantes quedas de arre= cadação e repasses cada mês menores das verbas de representação dos Municípios,co mo é sabido por todos, vem exigindo uma con tenção de gastos muito grande e atê mesmÕ verdadeiros sacrifícios, como a dispensa de funcionários ou paralisação de serviços ora em execução,principalmente no tocante à nossa cidade onde as obras de asflata - men ~o de várias ruas exigem recursos perma nentc:; e de grande monta para que seja con cluída brevemente, vindo a beneficiar to= da .• 11CJ:;.;a comunidade, além de colaborar para 0 embelezamento,condições de tráfego e valorização de toda a área que está re cebendo o asfaltamento.Aqueles que criti cam a administração Municipal, muitas sem te~ conhecimento da causa, fica o esclare cimento, a obrigação não é da Prefeitura Munirip:..l, mesmo assim o Prefeito Edson Moracs determinou ao setor responsávelqu sejamn tomadas providências no sentido de se chegar a uma solução para o problema de csqoto da Vila Cohab. INFO E F UDiLD I NO HODJUGUE:; A nosoa coluna não circulou a semana passada devido as viagens deste d e volta p a r a l e v a rm o s a o s nossos assíduos leitores as informçoes mal tcIas e as "espetadas" que se fazem neceirIas. Vamos à elas. ---··-------- redator. Esta 'mana Presidência da Câm-ara Roncy Horocs Simões , Jovcm,din~mico, atuante, é o vereador representa.'! te da Juventude bclaviu tense e estará disputan do proximamente,com ran des chances, a Prestdn cla da Câmara Municipal de Bela Vista, devendo substituir o 'ereador Mar celino Cássio Biglia A~ cioli, cujo mandato ex - tingue-se no próximo dia 31 de dezembro. Isto por que o "acordo de Ca,•a - lheiros", segundo algu - mas fonte, não será hon rado pelo vereador do PDT Sydney Nunes Leite . Caso o citado acordo fo~ se honrado por todos que fizeram, o Presidente au tomaticamente, seria Õ vereador Jorge de Souza Rosa durante o ano de 91 e o próximo Sydney em 92, não sendo assim ne - ~ cessârio o zum-zum-zum e o alvoroço que vem sendo verificado no meio dos! Até aí tudo bem, afi nal todos temos o direi to de seguir o caminho que desejarmos e enten - dermos ser o melhor. Ex Juiz de Direito, advoga do militante, rotariano, e integrante da Loja Ma çônica Estrela do Apa , com um vasto currfculo que o dignificam e em muito honram Bela Vista por possuir um filho de tamanha en,·ergadura mo - rale intelectual, Syd - ney Nunes Leite é um ho mem de idéias próprias , claras e bem definidas , entrando muitas vezes em Jorge, pelo acordo, o conflito com aqueles que rG. raa' ao ossue una visão a is ampla. Por tudo isso, SYDNEY CUKPRIRÁ SUA PALA aposto e tenho ce1<P7.a que é dinheiro peràido para quem topar, Sydney fez e assinou o acordo de cavalheiros, ele é ho mem do tempo em que fiÕ de bigode ,·alia mais que qualquer assinatura ou documento, por isso lhes digo, o acordo será cum prido, quem ,·iver ,·erá! dis belavistenses. ' f ., { ---· VRA? 1a Vários leitores nos indaaaram no decorrer da semana com relacão do Deputado "nó cego" lembrado em nossa co luna em edição ante - rior. Pa não ferir princípios éticos não vamos citar o nome do "dito cujo", s6 lem - bramos que o objetivo io Informe TF parece que ~oi alcançado,pois r== f 11 f • j 'sg 1 • :;,; t ii 4 $ J,lNflhS PARA: o deputado mais do que ligeirinho pro curou acertar seus compromissos penden tes,pelo menos seu "cabo eleitoral"que andava "chorando"pe las esquinas anda quieto e conformado. Pena que nem uma "gorjeta" foi dada à coluna! ta interrogação que todos estão fazendo,e ex plicamos melhor: quando - da composição da primei ra Mesa Diretora da Câma ra Municipal eleita e; 15 de novembro de 1. 988, foi celebrado um acordo de cavalheiros entre os -cinco vereadores eleitos pela Coligação das Oposi çÕes de Bela Vista, lide rada pelo Prefeito Edso; Medeiros de Moraes,entre eles o edil Sydney Nunes Lcite,do PDT. Tal acordo rezava que cada vereador (Cachito 1· Cássio, Jorge Rosa e Sydney) ficaria um ano na Presidência do Legislativo Belavistense, co Roney Moraes Simões, ficnndo por dofs anos na Secretaria da Casa. Mas, devido a algumas dlver gencfas o vereador Syd - ncy Leite rompeu com o Coligação das·OposiçÕcs, e passou a atuar ao lado dos vereadores de oposi ção no prefeito Edson Mo raes, ou seja passou pa ra o outro lado. I Ver. Sydney Leite PARA QUEK NÃO ENTOmER Muitos irão se pergun tar, por que a TF, que em algumas oportunidades criticou o vereador Syd ney Leite, sai agora qua se que em sua defesa? Lhes respondo: primei ro - porque o jornalismÕ adulto, sadio, ético e profissional, é feito as sim, de crítica quando ', assa merecidas e de também; segundo - porque conhecemos de perto o ve reador Sydney, é gente de casa, conhecemos mais afnda seu caráter e sua prcocupnçao constante coM o lema que norteia suu 'I.' idu e condutn excm plar, o coopanhcirismo; terceiro - por todas es- 3as características que lhe siu peculiares, o a cordo de cavalheiros se ra cuoprido! OUTRO POSTULANTE O vereador Paulo Melo, do PSDB, é no momento o outro postulante à Presi d@nc1a da Câmara Munici- sao essas coisas de !4!'? pal de Bela Vista e vai cao e, como existem i:, :o para a disputa também los e ,formas para tudo coo grandes chances, pois não nos surpreenderc:•· ' dc,·erá contar com o apo- se de repente surres io dos vereadores do ac0ntecerem. PMDB. É sem dúvidas uma PolÍtica é assita .:,1 disputa acirrada pela chefia do legislativo be lavistense, caso o "acor Jogos de verãol$ es ' Está sendo reali zado nestes dias 10 e 11 de novembro na Praia do Apa os jo gos de Verão, promo vido pelo Vereador Roney Moraes Simões e contando com opa trocínio da Prefei tura Municipal de Bela Vista e apoio do 100 RC MEC. Os jogos serão disputa dos nas modalidades de voley masculino e feminino, futebol suíço e conta com a participacão de di versas equipes de nossa cidade. Louvá A iniciativa do vereador Roney Mo raes Simões, ao pro mover estes jogos - "Verão 90" - pode' ser o embrião de um projeto cultural-es portivo a ser desen volvido pela PrefeT tura Municipal de Bela Vista com O a poio de entidades empresas e profis ~ sionais liberais O próprio verea dor poderia aceitar este repto, e desen do de cavalheiros" se)a honrado pelos assinantes. t --- • . Ver. Paulo Melo EM Tl'.MPO Todos sabemos a mo. (U.i, •, t . ------..:- j. ir Ver. Roney vel a iniciativa e~ ·e vereador Roney, pilar "esporte é cultura ~ é vida, é saúde, lazer". PARAB.SNS! I D ~ I A VIAÇÃO CRUZBIBO DO SUL . SEGURANCA - TRANQUILIDADE - CONFORTO NIBUS .PARI ,EXCURSliES BELA VISTA, PORTO MURTiNHO, JARDIM, ANTONIO JOAO, PONTA PORÀ, BONLTO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÜ, AQUIDAU ANA, CORUMBÁ, NJOAQUE, BODOQUBNA, SIDROLÀNDIA E CAMPO GRANDE. de a, '<t 1 a %e h '1st volver um trata%;g»" brangendo o vo! futebol de sala 0, • I.Q, quete, atletisfi; nástica, nataçao "' outras'modalidades ? . '-e:: esport1. vas. s• ~ o primeiro _F;; será entregar._a_;" feitura MuniciP? j'4g responsabilidade [:, manter oGinãsl Esportes. Voltaremos sunto. ªº J VIAJE BEMI, VIAJE COM A CRUZEIO DO' SUL. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1015_03_11_1990 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIX_Nº1017_20_11_1990 Voltar para a lista de itens