TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1271_22_10_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1271_22_10_1992Número da edição1271Data de publicação22 de outubro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.11999383809455 , -56.51308087178065 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1271_22_10_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto o @ AL ELA VISTA -- MATO CR0O DO UI. - - - MOR 22 DE OU'! UHRO DE 1992 Nº 1. 'l /l ll1Í moiu de tr anos a Prefeitura Munfc1pal vêm ut!ltzundo uma chica rn locul 1 wda hem nÕ centro do batrro Água Do cc, como dcpóuito de to: do o lixo rccol hido nn Idade dtárlamente, são 1 mala de 800m 2 de ,írau to ada por detritos de td d espécie, inclusive o lixo hoopitnlnr elo lloupi' tal Siio Vicctttt• de Paul e Postos ele Saúde, f'. co tu encontrar seringas , agulhas, restos de san - gue nos frascos de cote ta e nplicuciio, além de animais mortou, enftm todo tipo clu podridÜo que exala mau cheiro por qulÔmctroA adentro do bairro Água Doce. Devido n proximidnde das resfdGncfas e da pró prio cidndc, ó comum se encontrar crnança mexen do no depósito de 11xo , procurnndo runtos de co mido doe rcetnurantea po ra comer, agulhas e se • ringns dcncnrtiveio pnre brincar e outros ttpos de obj e ton que possam ter nlgwnn utilidade, Segun do infonnnçÕoR de morado re do bnirro, vários - criançoo dns imediaçÕc□ contumnm brincar de opll car nJecio com as ser gao e agulhus encontra: dno nos restos do lixo hoopitnlnr que nll t! jo gndo, nlgumnA inclusive chegando n se furarem com as agulhas que podem conter todo tipo de in - feccio. Outro problcmn vivido pclon moradores do figun Doce provocado pelo de pónito de lixo dn Prcfr! tura, é a grande quant! dnade de moecun que próti camente atacam as resy" d@nctas e também a água podre que escorre do li xiio cr'uznndo por dentro de pelo mcnon d z chÁcn rue, contnmlnundo on len çÓis de Ógun e nçudes Indo cnir no rto Apa bem ncimn da estação de cnptocio de igun do SAAE. E resumo, além de cortar grande parte do bairro figun Doce, ao ó - guos que escorrem pelos valos e grotoe podem es tar levando todo tipo de Impurezas para o rio Apa, que nbastece à popula çÜo belavistcnse. LII VISTD N HO SINO" O ex-vereador Frascos coo resto de sangue hospitalar, agulhas e seringas, rio_encontrados_por todonos 1ado1 Segundo informações - do suplente de vereador Israel Chamnrro, líder - do bairro, os rr.oradores Já procuraram as autori dades, os vereadores, o Prefeito Municipal, in - clusive fof féIto um abaixo assinado com cen tenas de assinaturas as a tê o momento ncnhu- e _Central de Contaminação empresário cm nossn cidade, José Glaucy Flores, disse ontem que "Bela Vista vol tará a ser notícia no Estado, todos os esportes cm nossa cidade serão dinami O "Lixão" na Água Doce •stã provocando danos ao Refo ambiente, além de a Reaçar dezenas de crian - Ças com toda espécie de doenças. f Lnacreditável, •ar nos dias de hoje, ir esponsãve!s ontarem uma 'Central de Contaminação" cm pleno bairro residenci a!l. O L{ão nada mais Z que ue,a Central de Conta t11nac:io, e qu!! n.Õ.o vcnhnm o desculpas, é a saúde - .._ ~~ zados, sobretudo o futebol, através de um projeto que tem à frente a Liga Es portiva Belavistcn se". ma providência, no senti do de acabar com o lixão, localizado ao lado da As sociação dos Pequenos Pro dutores do figua Doce, foi tomada, "var::ios ao jornal, se nao resolver procurare mos a Justiço para que tI rem esse depósito de lixo do meio do nosso bairro" disse o 1der caattãr!o". Para Glaucy Flo res, "temos um po - tcncial muito grande, nfio s6 quanto ao fu tcbol, mas também no voleibol, basquete - natação, atletismo e futebol de salão" "Prova disso - com - plementou, "basta ver o sucesso do corre - dor Elenilson, já classificado para a São Silvestre a nos sa seleção de fute - bol de salão ganhan do títulos importan- Nesta sexta-feira estarão em Bela Vis ta dez membros do Conselho Regional de Desportos e Federa - ção de Futebol de MS, para normaliza - remo funcionamento da LEB. Haverá uma reunião com presiden Cintara Mitciy#i ±tá falia 1 tcs". "Sim, finalizou O vereador João Kalife, 1 Se crctário da Câmara Municipal disse ontem que "o Legislativo belavistense está em colapso, vi vemos uma das maiores crises fi- nanceiras de sua história em nos sa cidade". Segundo o vereador, "há qua - ro meses que o prefeito não re passa verbas para o pagamento dos vereadores, os funcionários da Câmara estão há dois meses sem receber, temos débitos com _ , a Xerox, o que impede a repara - ção da máquina, consequcntementP. não podemos nem tirar cópias nem mesmo o cafezinho pode ser - servido, não tnmos dinheiro para comprar, os fornncedorcs já nao 4 atendem aos nossos pedidos, na verdade a Câmara está falida". Glaucy - voltaremos a ser notícia no Es tado, Bela Vista vol tará a ocupar o seu lugar de destaque vamos ã luta". tes de clubes, auto ridados e oessoas - ligadas ao esporte, no salão nobre do Hotel Pousada da Fronteira. -.:-;·- Msiuas_escorre_do1ixio_até_o_rio Apa_cruz.ando por dentro S virias clicaras da população que estó em jogo. Sempre afirmamos· que as issoc1.açÕes. de Horad!?_ res, Sindicatos, Clubs de Serviços, são auxilia rcs de uma comunidade - louvável a atitude dos moradores, n imprensa es tá a! paro denunciar o que cst:,i errado. Vamos acabar comn a 11 Centrnl de Contnminac;Õd 1 na Água Doce. Ver. Jo:io IC.>llfc MATÉRIA COMPLETA PÁGINA/05 Esta visita se deve a interferên eia de Glaucy Flo - res que so1icitou a diligência, lembra mos que Glaucy foi presidente da LEB. AVIS O Pedimos aos as sinantes em atraso que procurem o nos so Depto Comercial para o resoectivo pagamento. Comunicamos, ou trossim, que todos os débitos penden tes com esta emore sa jornalística· - serão majorados a partir do dia 1o de novembro, com taxas do mercado A DIREÇÃO UTELIR ....... -0 DE ELOGIOS PÃGINA - 05 V INCiUIR A SUNAB PÁGINA - 05 Antenor Pelegrino iETTo Do TRÃÃLÃo T PREVIDENCni s oCINi AO ALC/1'.lCE DE TOIJ05 -------- "BOIA-RIA" -- 'TRABALHADOR AVULSO Havendo boa vontade, a questão pode er resolvida Já publicamos nes ta e;ão uma érie de comen ários sobre a questão do chamado trabalhador "Bóia Fria", oportunidade em que destacamos a recusa pelos traba - lhadorcn do registro cm carteira, os loi- 1s pelas madruga - dane, naquela opor tun idade, apresenta moo como proposta pa ri solução da quos .. tão, a transformação dos "Bóias-Frias" em 'l'RADALIIADORES AVUL - SOS, assumindo assim os Sindicatos de Tra balhadores Rurais a responsabilidade pe la intermediação da mão-de-obra. Para nossa satis fação, a proposta é ratificada por um eminente especialis ta cm Previdência So cial, o Dr. João Do= nadon, Fiscal de Con tribuic5cs Previden= ciárias. Dr. DONADON defende idêntica prQ ponta e rliz que, pa ra a transformação do "Bóia-Fria" em TRADALII/IDOR AVULSO , basta apenas uma Por taria do Ministro do 'Trabalho, com o que concordamos plenamen te. A proposta do Dr. João Donadon es tá publicada na ínte grana edição de se tembro da BIT-Revis ta, cuja cópia já está nas mãos do Con sultor Jurídico do Ministério do Traba lho, para estudos e preparação do texto da Portaria Ministe rial que permitirá o TRABJLIIO AVULSO aos trabalhadores rura - is, observando o que manda a letra "q" do inciso VI, do Art. 10 do Regulamen to da Organização e do Custeio da Segu - ridade Social, apro vado pelo Decreto no Perguntas TR/BJLTIO URBANO Perqunta - A em - presa é obrigada a justificar-se com o empregado, quando en cerra o contrato de experiência e não quer contratá-lo em definitivo? Resposta - Não. O contrato de experiên eia é por prazo de= terminado. As partes ao celebrarem o con- trato, o fazem saben do disso, logo, ao final deste, não po de o empregado exi - gir explicação ou qualquer justificati va para a rescisão.- TRABJLIIO RURlL Pergunta - O sim ples fato de o empre gado ser retireiro , já lhe dá direito a hora extras? Como de vo proceder para evI tá-las? - Resposta - Para g vitar o excesso de horas do empregado retireiro (ordenha dor), o empregador pode se valer do cha mado serviço intermI tente, que ê previs= to pela legislação trabalhista rural Serviço intermitente é aquele que, por sua natureza, é rea lizado em duas ou ma is etapas diárias distintas. De acordo com a legislação vi- & gente, é necessario um intervalo mínino de 5 (cinco) horas entre uma etapa e outra de trabalho e, nesse intervalo, ne nhuma tarefa pode ser dada ao emprega do, isto é, ele não pode sequer ficar à disposição do empre gador, pois esse in tervalo não é compu tado em sua jornada de trabalho. Essa condição deve ser anotada na CTPS do empregado. Portanto não é o simples fa to de ser retireiro que dá ao empregado direito a horas ex tras. TRJBJLHO DOMf:STICO Pergunta - A em pregada doméstica tem direi to ao FGTS? A minha empregada tem uma amiga que disse a ela que sim. Gostaria de ter cer teza. Resposta - O em pregado doméstico não faz jus ao Fun do de Garantia do Tempo de Serviço , nem à indenização . Em que pese a Cons tituição Federal ter trazido algumas vantagens a mais a esses trabaihadores nem todos os direi tos foram estendi - dos. Gl2/92 (nova reda - cão) OP1CIOS AO M_INIS'l'RO DO 'TRABALHO lhor preço da cida- ro: las. ArtIq0os cou- Pane (067) 439-1165 Rua Conde de Porto Alegre Rua Duque de Caxias D: Luiz, th Duarte roo« l-- ; as entidades rurais remetam oficias, e legramas, telex ou telcfax diretamente ao Ministro do Tra balho, insistindo na edição da Porta- ria que estende o TRABALHO AVULSO aos rurais, o que será de grande valia e que em muito melho rará a contratação de trabalhadores "bóias-frias", evi tando-se os riscos de multas e proble- mas trabalhistas com a Justiça, além de dar fim aos de primentes leil5es pelas madrugadas. Respostas PREVIDENCIA SOCIAL piquinis Moda intima,br Ferro Velho Mais urn De: Normando Lima O mais completo Fer ro velho e auto-peças da das. Parabrisas novos 4 4€, z .lV;l,. NJ NAI 1i11 srn &iXLa o CAsa • • J1 PS . , e região, peças novas e usa usados para todas as mar cas de veículos Rua Luis da Costa Leite 1.500 Peça informações pelo Fo ne: (067) 255-1460 BONITO - MS Visite-nos e Comprovei 1 • mudas, e 'Auto Pecas Sem Grilo Pergunta - Uma em presa rural pode for necer declaracão a um empregado, (Servi ÇOS Gerais) para com provar tempo de ser= viço, de que esse em pregado trabalhou pã"f===================================,J ra ela, mesmo que te][ nha sido sem regis = troem carteira, sen do que isso ocorreu entre 1978 e 1983 ? Tal fato não pode ser encarado como fraude ou sonegação? E se o empregado entrar com reclamação trabalhis ta? - Resposta - Se e - xistem provas de que o empregado traba lhou sem ser regis - trado, a empresa de ve fornecer a decla racão. A esse tempo, o trabalhàdor rural não estava sujeito a desconto, nem a em - presa era obrigada a contribuir com base a i6ia de ase»-p__ nr til' ' to, como passou a a-11 8MB contecer a partir de 1/11/91. Não é frau o•• de comprovar a verdi . IV6f SÕ8S de. Nem se trata de sonegação, porque não há obrigação fis cal evidente. QuantÕ ao empregado entrar com reclamação traba lhista, não é mais possível, posto que já prescreveu o di - reito de reclamar. COMÉRCIO VARFU'STA DE: CARNE BOVINA - SUTNA - VERDURAS -- FRUTA - LEGUMES Aceitamos enco~~ndas de leit5es (tratados para consumo img diato e frangos) .Produtos de primeira qualdd 1 a e. TEMOS TAMBÉM!: LINGITÇAA E CARNE DE PORCO ! DEFU'DO RUA GUIA LOPES,727 -- FONE: (O· r. b 439 - 1397 !;IP.LA VISTA ltA TO G ROSSO DO SUL Proprietário: OMAR BOEIRA Rua: Urias de Al meida, 775 - vila Nova O ponto de encon tro da Juventude! Antonio João Mato Grosso do Sul * k Auto Elétrica Dinâmica LUIZ CARLOS CALLIARI MACHADO PEÇAS E SERVIÇOS ELt:TRICOS PARA VE!CULOS EM GERAL, VENDAS DE BATERIAS NOVAS E AJAX ECOLINE COM 1 ANO DE GARAN - TIA. RUA MARECHAL DEODORO, BAIRRO COSTA E SILVA FONE - (067) 439-1864 BELA VISTA - MS _Zero Hora Lanches Sucos naturais,Lan ches, porcões, Cer veja, Refrigeran - tes. Rua Mato Grosso frente à Escola A ral Moreira Confira, este pito resco ponto de en contro, Antonio João - MS - Fundado e 20/02/1972) Publicação da Rede BeLavt una 4a Fronteira, s6 - r.'$,,"?" de orats - Aventas Tr! 7 419-110- C&. P. 23 Bela Vista - Mato Grosso do Sa1 Diretores Ivaldo Pereira e Mar!a Diretor Rcsporu;.5vct Iva!do Pereira Estela Ve!asquez Pe; ·dr-a REPORTAGENS: l'b~ildlno Rodrl!ues e Luiz Henrique ~~ Cerente CIlson SI1va Santo JOI AI, T HUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL - P 1A - 03 ENTREVISTA - PAULINO ClCERO DE VASCONCELLOS EMPRESÍRIO PRECISII TER PICIÊNCII O MLnftro de Minas e Energia, Paulino Cícero de Vasconcellon, admite que o Brasil no terá coo diçoe de cumprir ente ano o acordos de recupera cio das tarifas de energia elétrica feitos com o Banco Mundial (BIrd) e com o Fundo Monetário Inter unc!ona; (l'MI). Alerta também pura o rinco que a Pclrobrirn corre de voltar a ter prejuízo em 1992 - por cauna das mutaçoen patrimoniais decorrente do processo de privatização. Cfcero, que é deputado pelo PSDll-HG, propõe - amplo debute nobre n privatizaçiio e qualifica aque les que o chamam de "estatizante" de desinforma - dos. Elo identifica uma "certa mágoa" doo empresn rlou com a composição do Ministério e atribui a 1sso as criticas ao Governo Itamar Franco. Para e le, o novo Governo não pode errar. "Qu,rnto maior o empresário, maio humildade de ve ter nesse momento",. afirma o ministro, que pe diu paciência aos empresários em entrevista aos reportercs Mareio de Hora.is e Ribnmar Oliveira (AE). Estado - Que mudanças estão sendo discutidas-· para o programa de privatização? Paulino Cícero de Vasconcellos - Não houve a té agora uma troca de idéias para definir as mu danças. O governo tem sido cauteloso. O Presidente quer que a opinião pública tenha a exata noção do compromisso do governo com a modernização e com a privatização. Estado alteracÕes? Cícero - Deve ser a Secretaria de Planejamen to mas quem acumulou expe-riência até agora sobre - privatização foi o Banco Nacional de Desenvolvimen to Econômico e Social, que é o gestor do programa. Do BNDES, portanto, espera-se as maiores contribu! çÕes no sentido·de se promovêr alterações. Quem vai administrar as discussões e A Recuperação das Tarifas dos Servicos ó Vital para que o Brasil possa retomar os Investimentos Públicos Estado Cícero zaça0 tenha O Programa será mais aberto? É preciso que o programa de privati- o respeito público. Estado Então, o programa é uma caixa preta, inacessível? Cícero - É. Mas a discussão pública acabará com isso. Menos propaganda e mais discussão é fun damental. Estado O Senhor foi contra a privatização da Usiminas? Cícero - Não. Fui o primeiro cidadão a dizer que a Usiminas tinha de ser privatizada. fJ Estado Como solucionar a questão das moedas podres? Cícero Eu acho que se se colocasse pelo e nos 57, ou 107 seja lá o que for, em moedas corren tes, começaríamos a ter uma experiência nova. Estado - Então é boa a idéia de cobrar 107 da privatização cm moeda corrente? Cícero - A inclusão de moeda corrente torna ria o programa de privatização mais fácil de ser - engolido. Estado - o Senhor defende que as empresas pr_! vatizóvcis mantenham o emprego. Como funcionaria isso? Cícero - Geralmente, o processo de realinha tento envolve a redução da forca de trabalho. Algu mas empresas têm feito isso com Intel1gene1a:criam programas de incentivo à aposentadoria, dao bonus e facilidades para demissão voluntária. Estado - A manutencào do emprego teria também de ser discutida com 09 candidatos a comprar esta- tais? . Cícero - E preciso se compreender as dificul dades deste momento. são Paulo esta com 1,3 milhao de desempregados: A sensibilidade de quem compra ma estatal, para essas dificuldades do momento, a Juda a resolver a questao. " • Estado_ o Governo Collor caminhava para a privatização de todas as estatais, incluindo a Va le do Rio Doce e a Petrobrás. Qual e a sua posição_ nesses casos? Cícero - É a mesma do presidente Itamar Fran co: contrária ã privatização da Petrobras e da Va le. É um tema politicamente contencioso e temos - muitos desafios políticos para.os proximos meses. ? tumultuar o cenário polittco com no ao vamos á hã unidades - vas questoes. Mas e bom dizer que . da Vale do Rio do doce sendo privatizadas._ No caso da Petrobrás, há a privatizaçn? de di versas unidades petroquímicas. via conomfa de consumo de energia, conservaçio e corte de custos, seguirta por sse caminho, A recu peração das tarifas é vital para qu o Pafs posa retomar os Investimentos, Estado - Coo o Senhor está vendo a denúnci.a de que a Petrobrás vem tendo prejuízo com as priva tiznacôes? Cícero - O assunto tem de ser analisado. Produto da venda das empresas controladas pela Pe trobrás está sendo incorporado ao seu_patrimonio - Pelo valor de merendo dos títulos e nno pelo que realente foi captado. Esses prejuízos todos vao e refletir no balanço da Petrobrás. Resultado: a o en.presa corre o risco de voltar a ter prejuízo este ano por causa das mutaçoes patrimoniais decorrentes do processo de privatização. Entado - O prejuízo da Petrobníe é dé quanto? Clcero - Eu conversei com o Presfd nte da Pe trobrás , para manter um canal permanente, mas não abordei esse [ato específicemente. (Na empresa, há cálculos de que a Petrobrás Já acumula prejuízos de US$ 1,23 bIlho com as privatizações). Eetado - E a questão tarifária na Petrobrás e no setor elétrico, como fica? Cícero - foi feito um ajuste com organismos multilaterais de crédito, como o Banco Hundinl e o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Para que houvesse uma recuperação de tarifas, para mudar o perfil de endividamento das empresas do setor elé trico e para que pudesse voltar o fluxo de recur - sos para expansão do Parque Energético do Pa!s. O acerto previa a recuparação da tarifa, dos atuais US$ 47 por magavatt/hora, para US$ 67 até o final do ano. Não vamos chegar lá. Estamos em US$ 51 o Megawatt. Se eu. pudesse conseguir isso Por iniciativa da Or ganizacão das Nações Uni das para a Agricultura e a ilimeataçao (FAO), come morou-se dia 16/10, o Dla Mundial da Alientacão.Da to essa, no entanto infelizmente mais ·se adequado à denunciar e evidência do quadro ALIMEHTA(à Não e esse nosso ob jetivo neste momenta. O que mais nos preo cupa evidenciar é que Õ amplo conhecimento dos problemas apontados, de uas causas e consequên cias - cuja maior expres ão constitui na realiza cão da CPI da fome - naÕ foram, ainda capazes de gerar um sentimento so cial de indignação e re pulsa forte o suficiente para engendrar movimen - tos efetivos de transfor maça0 dessa realidade vi vida. O direito básico que tem à ex tremamente penoso e per sistente da fome e da mi séria no mundo, no qual Õ Brasil se insere vergonho sarnente. As estatísticas so bre as questões são tão bundantes quanto sombrias No mundo, mais • de 780 milhões de pessoas pa decem de desnutrição cr nica, por consumirem me nos que os rêquerimentos energéticos mínimos neces sãr1os; cerca de 13 mi lhÕes de crianças menores de cinco anos de idade morrem anualmente por in fecçÕes e enfermidades causadas direta ou indire tamente pela fome e desnu trtção; e mais de 257 da população mundial sofre - de anemia, em algum grau, por deficiência de ferro. Na América Latina , cerca de 1 milhão de cri anças morrem anualmente -. nestas condições, vítimas da gigantesca disparidade na distribuição interna - da renda que condena à mi séria contingente de 78 milhões de menores. • A situac;ão brasilei ra não é diferénte. Estu dos divulgados recentemen te pelo IBGE revelam que 157 das crianças padecem de desnutrição crôni'ca , que o índice de mortalidn de infantil - 60 Óbitos= por mil nascimentos - é ainda, um dos mais altos do mundo, e cerca de 32 % de crianças e adolescen - tes são, hoje, socialmen te marginalizados e têm o seu futuro comprometido - pela miséria. A esses dados pode ramos agregar outros re lativos ao desnível da renda , ao desemprego e às precariedades do sanca mento básico e da saúde= públlca, atendo-nos assio a delinear um quadro desa lentador da realidade sÕ cial do País. a alimentação não adquiriu até o momento, no Brasil e fundamento da prÓpria cidadania, e o que tris: temente se constata e que nenhum grupo ou mo vimento social,mesmo nes tes importantes momen - tos de consolidação da democracia brasileira,se tem apropriado desse con ccito e, consequentemen te, levado adiante a sua conquista. O Pa{s elaborou uma nova Constituição, pro cesso que se desdobrou - também nas Constituições tstnduais e nas Leis Or gânicas dos Municípios. No entanto, a garantia - e o direito dos indiví - duos à alimentação míni ma necessária nem sequer chegou a merecer referên cias suficientemente ex= plÍcitas, como o obtive rar as outras necessida des, também básicas, nas áreas de transporte, de EaÚde, de educação e de segurança. Mais recentemente , nos seis meses que aten deram à votac;ão dos pri meiro turno das elei çÕes municipais, o Esta= do realizou ampla coleta das reivindicações popu lares para a melhoria de condições de vida em São Paulo, consultando mora dores de 26 bairros da= Capital. Surpreendente - ente, as questões da a imentacão e do abasteci tento popular de alimen tação não chegaram a ter sequer representação es tatística. Os problemas levan Estado- Que recado o Sr. dar1a aos que crItl cam e chamam o Presidente Itamar Franco de "coner vador" e "estatizante"? Cícero - 0 Presidente Itamar nao pode come - ter erros políticos. Os pró:imos 60 a 90 das se rio um período de decisões muito fmportantes para a vida brasileirn. Quem es t,i me tendo o pau está desinformado. Pe ç0 apenas para que esses críticos tenham u pouco de calma. K lnguêm pode ser dono sozinho de u:,, i',1 h com 8 mI1hões e 500 ml quilômetros quadrados e 140 mtlhôes de habitantes. Quanto ma!s forte é o empresário, nafs humildade ele deve ter. Ninguém quer fazer aqui revolução armada, ou criar uma no va pol!tJca econômica, ou fazer uma polfttca de ne gar a excelência da economia de mercado, ou a fm portancfa do papel do patriciado econômico no de senvolvimento do País. Tenham paciêucia, A CIDADA 1 tados, foram semelhantes nas diversas regiÕes,mes mo nas ais periféricas, e se concentraram nos i tens relativos a trânsi to, limpeza; segurança , transporte e infra-estru tura. O fato sepre se repete, o que evidencia que a alimentaçao,enquan to direito legítimo dÕ cidadão, não tem consta do na maioria das mani festaçÕes mais recentes= da vontade pública. É indispensável e primordial, portanto,que se venha a conquistar a devida dimensão pública e política da questão a limentar, resgatando as relações do Estado com a Nação no seu mais legÍti mo e inalienável direirÕ qual seja o de uma ali mentação digna, saudável suficiente e equilibrada É necessário, ainda que se esclareça que a marginalização alimentar nas dimensões atuais, em muito se distancia do me ro atendimento da Assis= tência social a ser cu prido por programas com pensatórios.de suplemen tacão alimentar. Trata - um se, na realidade, de desafio muito maior: a segurança aliméntar -con ceito amplo que abrange= a conquista das garan tias do indivíduo contra a fome - deve hoje ser entendida como condição básica para a retomada - do crescimento econômico e do desenvolvimento so cal. A responsabilidade cabe a todos os segmen - tos sociais: políticos , empresários, trabalhado- res, enfim, cidadiios. Ao Estados cabe, sem divida, a parcela - ma1or, atraves da elabo ração e execução de po líticas macroeconômicas de combate à recessão , de geração de empregos e de melhoria na distri buição da renda. É possível. comba ter a pobreza de modo - rápido e pollticamcnte sustentável, médiontê u ma estratégia composta por dois elementos de igual importância. Um deles é a utilização produtiva do trabalho - (busca de rumos desén volvimentistns eficien= tese mão-de-obra inten sivos). O outro elemen to é a prestação de ser viços sociais básicos= aos pobres, em especial atendimento médico, pla nejamento facilinr, nu= tricão e educação pricá ria. - A questão da moder nidade do País, mais dÕ que nunca, está posta.O que ressaltamos é que a modernidade só começará a partir da recuperação da dignidade do indiví duo e de suas condições de vida, cuja base se constitui em sua pro pria alimentação. O direito à alimen tacão é o Princípio da cidadania e, portanto , a conquista da cidada - nia é o princípio da mo dernidade do País. - Rosalba de Aleida Mole do, socióloga, é coorde nadora da Sec. de Agrte. e Abast. de São Paulo ·Vende-se 300 hns. CARACOL - 25 Km Mootada - 8 divisões 50 hs. brachiarão - água preço base 3 vacas/ha. GADO ARRENDADO. ********************** .... ******** Temos cliente que precisa de 300 vacas arren dadas. Oferece garantia hipotecária. Tratar (067) 439-1176 - da cidade - Fazenda- a vontade DR. KLEBER JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONA 1 --- ------ e O PODER JOVE Do rcdcrnoinho de ven os gerados pe la CP! do PC emergi ram duas boas novida deR: a explosão na cional de uma cape - rnnçosa indignação é tica e o alegre pro testo dos jovens nas ruas. A imprensa des tacou st fato, a plaudindo o retorno doo estudantes à mi litãncio politica e a aparente troca de uma vida centrada nos shoppings e na discussão sobre mar ca de autos, bike e tênis pela preocupa ção com o País e a cidadania. t preciso apr_2 veitar esses momen - tos de valorização - da adolescência para ampliar a reflexão - sobre os jovens na sociedade brasileira para além do regozi- jo pela politização estudantil. E digo - ampliar porque, con forme as pesquisas - têm revelado, uma parcela ponderável - dos adolescentes não está nas escolas.Ela vê-se forçada a tro car o estudo pelo trabalho, em ritmo - disciplinado e cansa tivo, frequentemente sem grandes perspec tivas de dinheiro ou carreira. Ela não es tá investindo em seu futuro, mas sobrevi vendo ao presente. A necessidade - tem levado muitos a dolescentes a traba lhar cedo, dificul tando a qualificaçãÕ de sua mão-de-obra. • Cansados e mal remunerados no dia-a dia, estes jovens - também encontram pou cas recompensas em suas horas de lazer: são parcas as possi bilidades de diver são em lugares onde isso geralmente cus ta caro. TrabaÍho duro e pouco divertido aca bam sendo a vida da grande maioria dos jovens em cidades co mo São Paulo. Uma pesquisa recente que coordenei para o Nú cleo de Estudos de Políticas Públicas - (Nepp) da Unicamp(em convênio com o Cen tro Brasileiro da infância e da adoles cência-CBIA)-consta ta uma faceta desta situação, a partir - da leitura de proces aos de Varas da In fãncia e da adoles - cncia da Capi al.Ob scrvou-sc que a maior demanda dessas varao rcf •rc-se a tias e irmãs reguln rizando a si uação - Cnmiliar de parentes menores trazidos, de Minas Gerais ou do Nordeste, para traba lhar cm são Paulo. são jovens de baixíssima escolari dade e reduzido grau de profissionaliza - ção, que deixam a ca sa paterna rumo à ci dade grande, sem ou tro apoio senão o de suas famílias caren- tes. Com empregos pouco estimulantes e de re mune ração mínima, ha birando as regiões - mais pobres da cida de, compõem ou ras - tribos adolescentes, bem diversas de seus comteporãncos ncw-pQ li. izados. Esta e outra pesquisa do Nepp de tectaram mais uma importante tribo ado lesccntc - numerica mente bem menor, po rém não menos exprcs siva , a dos paulis- as pobres e da bai xa classe média q/ bombardeados pela ex posição aos bolsões de consumo, furtam e roubam, numa reaç o imediatista à inca pacidade financeira de adg irir o que - desejam. Fla movi nenta delegacias e varas especiais com reus problema□, re velando que, alfn - <la contos acão poli tica jovem, a crini ralidade :ambém jov m, indo dos 16 os 23 anos a idade dos marginais que - Liram o sono do ci fadão que trabalha. Todas essas tribos adolescentes devcrjam despcrtnr uma boa reflexão so bre as condições de vida, profissional.!_ zação e scolaridad de uma parcela dos mocos brasil, iro,pa ra que a alegria tra zida à político pe lo& esLudantes cor. testadores es' imule a sociedade civil e diferentes ins.anc1- as do poder público a encontrar formas de a uaço que ra gami alegria-alegria também parn o Jovem pobre e trabalhador das periferias. Acredito que a euforia da juventude na política pode a cordar a cria ivida dc adormecida pela descrença, trazendo um sopro renovador - do I (' J 1 .- p não ô nas boas esco l., as em todos os estabelecimentos d ensino, nas oficinas escri t.ór J or;, lnJ 11; , praça , pebolins e dance eri.s, onde u ma juvenude saudá vel pode aprender , produzir e se diver tir, ou consumir a nurgarrnnt• suas for ça5. a Célia Soibelmann Me- 1hem é pequi sadora - do Núcleo de Et. de Políticas Públicas - da Unicamp e douto randa em Ciência Po lítica na USP. Me d i e a m e n t o s PREÇOS PODERAO SER R nu O Ministro da Saúde, Jamil Haddad, é contra a venda de remé dios em supermercados e negou a existência de estudos neste senti do por parte do governo. Existem estabelecimentos especializados - para a ,,enda de medicamentos, dis se. A desregulamentação do setor (que permitiria a comercialização de remédios em outros pontos de venda) é um dos argumentos que o Governo pretendia usar na primei ra reunião da Câmara Setorial com a Indústria farmacêutica para con ter os reajustes de preço, previ~ ta para amanhã, no Ministério da Fazenda. Atualmente, todos os re médios têm os preços liberados. O Ministêrio estuda ainda a possibi !idade de ser cobrado um percen - tual de 10 a 20% do consumidor - sobre o preço dos medicamentos distribuidos pala Central de medi camentos (Cerne), do Ministério. O Ministro da Saúde anunciou que criará dois grupos de redução dos preços de uma lista de 80 me dicamentos de uso continuado e a distribuição dos produtos atravês da (Cerne). Grupo que avaliará me canismos de redução de preços in- cluirá representantes da indús tria farmacêutica, do Mini~tério da Saúde, especialistas no assun to e representantes do Ministério da Economia com os quais Haddad - pretende negociar a diminuição de impostos aplicados sobre a indús tria farmacêutica. Podemos conse guir a redução dos preços através da simplificação ~e embalagens,r~ tirada dos intermediários no pro cesso de compra e reaproveitamen to dos frascos, apresentando, co mo contraproposta, reavaliação dos impostos, afirmou o Ministro. Depois de conversar com a indústria farmacêutica do Rio de Janeiro, que representou também a de São Paulo, o Ministro da Saúde acredita que o setor tem boa von tade. I:les dizem possuir certa ca pacidade ociosa e querem negociar por que admitem que o aumento dos remêdi0s e queda dos salãrios di minuiu o percentual de pessoas c7 condições financeiras para adqui rir os produtos, afirmou. Haddad, também explicou ter solicitado ao Presidente Itamar Franco que seja dada prioridade no investimento - em lab0ratórios·oficiais dentro - Conselho Regional de Desportos de MS AO:' DIÁRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA Este Conselho Refonal de Desportos de Mto Grosso do Sul, Õrgâo vinculado D Sccrctarl::a de E ducaço do Estado, juntaente coca a Prefeitura Municipal de Bela Vista, realizarão a Instalação Tran sltÓrln dcctc colci~lado, coe ohjctlvo de dlscutlr e buscar soluções ao Desporto, facilitando seu pla ncj:cc.nto e execução dentro do Sl!.tc=n Desportivo Est.ndu.:11. Dessa fon:in, gost.arlaoos ~e contar coe a presença de Vossa Senhor-la, conttlbulndo assi.c para Cngrandeclccnto do evento, que contará coes a seguinte prograaaçio: CIDADE: ll<:ln Vlctn LOC.AL: Terraço do Hotel Pau.r.ad,1 da Fronteira o DATA: 23/outubro s 19.30 horas - nbcrtura 2/outubro às 1;o0 horas- trabalhos técnicos e jurídicos, Contando co vossa presença, subscrevemo nos, cordialmente - Sllvlo. Lobo Filho - Pren. do CU>/'HS do Orçamento do próximo ano. O ~i nistro determinou um levantamentÕ das capacidades dos laboratórios oficiais e da necessidade de in vestimento para propiciar aumento da produção. O segundo grupo de trabalho vai estudar a distribui ção adequada de medicamentos com prados pela Cerne. Poderíamos dis tribuir cobrando 10 a 20% e ores to do custo sendo complementado= pela Cerne, afirmou. o grupo de trabalho que estudará o assunto - será composto por especialistas - na area, adiantou o Ministro. O presidente do Conselho Fe deral de Farmácias, Thiers Ferrei ra, foi ao Ministro da Saúde cri ticar a possibilidade de venda de medicamentos cm supermercados.Não se pode discutir medicamentos co mo se fossem mercadorias, afirmou Ferreira. Ele admitiu que existem falhas, como farmácias que não respeitam a obrigatoriedade de ter um farmacêutico para atendi - mento aos clientes.' O Ministro da Saude acredita que a venda em Su permercados levaria ao fechamento de farmacias e ao desemprego. te mos que pensar é em abrir mercado de trabalhos, disse Ferreira. l V I S0 - EDITAL._ DE LICITAÇÃO NO 00 5/92 OBJETO: Exploração co ·1 res e restaurantes " xclus!vfdade, de ba- a, 1sai1a4 , " ?2vir!o Pico ntet - vis iore: e@ ia, A. P;",3: tto , Prefeitura '1u:ii r.iuntc pio. "ato Grosso do s".";'P'de tonizo-Estado e tra aerta g 1teté?"Publtco que se enon - da et1aio peru+e"; referida nos teras tos no Cadastro cera a Intgresses !gscr! ter a pasta contendo a ltações, poderão o dg I!citação co a C6,,3pe!teações e bases - cão à Rua ce1. Pie,"?o Perane±e de uetz± e propostas deverão "a 1 7 0, A Documentação de novezbro de 19 9 2,3' treues ate o dt 20 do ?rereto, en&e <"2";P! horas. ng G3te:e te de licitação. mn:ra a Cotssão Permane Prefeitura Mtuntet de setembro de 14' a1 de Bon!to-S, E 15 sidente C.P.L. ' Erico Correta Arruda - Pr COVE5XANDO COM O POVO +, Viação Cruzeiro do S ui 0 Viação Cruzeiro do Sul CONFORTO - SEGURA'A - EFICIENCIA !,INHAS PARA TODOS OS IU l!C!PIOS DE MS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS UMA ESTRELA BRILHA NA CONSTELAÇAG DE MS TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL BELA VISTA, 22 DE OUTUBRO DE 1992 - PGI IA - CIMIRI MUNICIPIL ESTÍ FILIDI O vereador João Kalife, 10 Se crctnrio da Camara Municipal , disse ontem que "o Legislativo elavistense está em colapso, vi vemos uma 'das maiores crises f nanceiras de sua histria em nos ea cidade". - Segundo o vereador, "há qua - tro meses que o prefeito não re assa verbas para o pagamento doo vereadores, os funcionários da Câmara estão há dois meses sem receber, temos débitos com a Xerox, o que impede a repara - cão da máquina, consequentemente não podemos nem tirar cópias nem me smO o cafezinho pode ser servido, não temos dinheiro para comprar, os fornecedores já nao atendem aos noesoG pedidos, na verdade a Câmara estã falida". Ver. João Kali te Entende o vereador João Ka- CONSELHO TUTELIR UM TRDBDLHD DIGNO DE ELOGIOS O Conselho Tutelar dos Direitos da Crian ça e do Adolescente , em Bela Vista, está desenvolvendo um tra balho digno de elogi os e merece o respei to de toda a comunida de. - Todos nós sabemos que um dos mais gra - ves problemas do Bra sil é o problema do menor, não só do me - nor abandonado, mas do menor que às vezes não recebe assistên - eia e nem orientação ' em sua própria casa. Tivemos casos em nossa cidade de vio lência contra o me - nor, abuso sexual, a bandono, exploração, em todos estes casos o CONSELHO TUTELAR atuou de maneira mar cante e resolveu si tuações difíceis. Comenta-se que haverá eleição para efetivação deste Con selho, etendemos que a velha regra, "não se mexe em time que está ganhando", vale bem para este caso. Se o Conselho es tá funcionando, a ·equipe está unida e coesa, são competen tes, não há o por quê de mudanças, não deverá haver injun ções de espécie al guma, muito menos políticas, os inte grantes devem conti nuar. Hoje a equipe que está trabalhan do, e vem trabalhan do há quase um ano, o ex-superintende sível tarefa de fis- torções desde sua da Sunab, Aloisio Tei calizar todo o País, criação, na década xeira, viu com simpa- quando sua função e- de 60. Ela foi cria tia a decisão do mi -- ra normatizar a apoi da para controlar nistro da Justiça,Mau ar os Estados. Falta os preços nos bote ricio Corrêa, de ex - vam fiscais e carros, quins da esquina , • - - lembra. Em Minas diz o ex-superinten tinguir o orgao, as- - dente. A economia a sim como a Lei Delega por exemplo, na epo- da nos, que permitia ca de Teixeira, ha - tual exige uma le = ·o sovares inter@ir vis sete ascos e %;z$; ? ." ra controlar os pre- e desapropriar empre eos em 700 municipi- lações com as indús sas que desrespeitas- triase com os con= sem o controle de pre os. : pel d, o sumidores. Mesmo as ços. Para Teixeira, a A Lei e ega ª n 5 naº Teixeira sim, Teixeira consI Sunab nos úl times a - , sequ. • , também acumulou dis- dera a lei delegada nos acumulou_:_~:~os-=--=====-=----------------------------- life que, "o atual prefeito de Bela Vista senhor Edson Mora - s, não tem o mínimo de respei to pelo Poder Legislativo, po is juridicamente falando le já deveria responder por Cri - me de Responsabilidade, pois está impedindo o fu cionamento normal da C5.mara". Kalife disse, também, que "ao ler o jornal, nos últimos dias, ternos visto o Prefeito a firmar que vai isentar a popu lação deste e daquele imposto, que vai terminar esta e aquela obra, vai iniciar outras, e não cumpre com suas obrigaçõ - es, não paga nem à Câmara, que não é favor, é dever, é obriga cão". O Secretário da câmara afir sob orientação firme e eficiente do MM Ju iz de Direito da co marca Dr. José Neder Meneghelli e do Pro motor Público, Dr. Elton, e do apoio do Conselho Municipal que tem na presidên cia o ver. João Kali fe. é composta por Marlene Palmieri Ba tilani, Maristela Gabinio, Neli Prates e Flora Velasquez. Por uma questão de bom senso, DEVEM CONTINUAR. I ICTR?O VAI EXTIIKGUIR A SUA uma das boas heran - ças do autoritarismo, que precisava apenas ser atualizada. Tei xeira não acompanhou, na semana passada, a intenção do governo de criar a agência da livre concorrên - eia, a partir da ex tinção da Sunab e da Secretaria Nacional de Defesa Económica (SNDE). Mas lembra ser essa decisão mui to parecida com sua idéia em 1987. ESE T LOCADORA ma que "dinheiro a Prefeitura têm, ois no mês de setembro ar rccaclou Cr$ 913 milhões de cru zeiros, e a previsão para outu bro é de Cr$ 1 bilhão de cruzei ros ou mais". Finalizando, diz que "o Pre feito deveria publicar na Im prensa a relação de despesas e arrecadação da Pr feitura, isto seria administrar.com transpa - rência, o que não ocorre, pois nunca vimos sequer a publicação de um Balanço, o povo não acom panha o que se faz, tudo fica entre as paredes da Prefeitura: José Elias: Perda de Ulysses é Irreparável AS MA MEGA DRIVE EVE FITAS NINTENDO E OUTROS «, - BARÃO DO TRIUNFO, 1381 .,.-- .. 439- 1390· CENTRO O deputado fede - ral José Elias Morei ra (PTB) distribuiu nota, através do ga binete dele na Cama ra dos Deputados em Brasília, sobre a morte do deputado Ulysses Guimarães José Elias considera a morte de Ulysses u ma perda irreparável para a política bra sileira, por tudo a quilo que ele repre sentou e os ideais que defendeu durante a vida pública. t a seguinte a nota do deputado douradense. "Infelizmente as evidências confirmam a notícia. Laços des feitos. Vida que se transfere. Exemplo que fica em nossas mentes e permanecerá em nossa história. Foi um arauto da liberdade e da Justi ça. Um defensor das minorias. Pregoeiro incansável das cau sas nobres. Mensagei roda democracia, um menestrel encanecido de olhar celeste. Já não se encon - tra entre nós. Já não contamos com sua pre sença, sua experiên= eia e seus ensinamen tos forjados nos em= bates da vida. Somos todos órfãos de sua Dep. José Elias sabedoria revelado ra. Agora está fal - tando alguma coisa entre nós. Falta al guém, aquele que em sua velhice jovial, ·a vida se multipli cava e o monge se transformava em guerreiro imbatí vel. Resta-nos o leni tivo da certeza de que, onde ele esti ver, não deixará ja mais de olhar por esse País que tanto amou, por esse povo que tanto defendeu e empolgou, pores ses pobres que con tinuam a vagar por aqui. Adeus velho Ulys ses ou, simplesmen te, até logo jovem guerreiro". PRESERVE O PANTANAL NATUREZA E VIDA Jornal l ri huna da Fronteira Faça hoje mesmo sua Assinatura - 6 Meses Cr$ 250,000 (1 1 M, BIHUNA DA FRONTEIRA - 1 1 1 1 l lnlor■e TF Empresário Ameaçado pela *Politicagem ... UPA,DT AO PODRIGUES ·--· __..:.'..'.~~~~=============: "QUERO VER BELA VISTA ILUMINADAº J frase faz parte do Proqrama de Gover no do Prefeito f:clson ~ndeiroe de Moraes , quando de sua campa· nha rumo ao Paço Mu nicipal e o seu com promisso no setor da 0ncroiu elétrica es tá sendo cumprido , foram e estão sendo cx•cutadas expansão de energia em vários Rairros, como Serra dinho e Agua Doce periferia da cidade e interligações de pontas de redes, só nesta última etapa ouc está em execução são mais de 3 quilâretros de expansão de rc--cle , num total de 7 5 novos postes implantados; centenas de lu minárias novas foram e ·es tão sendo implantadas em v,iírios pontos da cidude e também nos bairros , além dos reparos e serviços de manuten ção nas luminárias - queimadas ou com de- feitos. Para o Pre - • 1 Pref. Edson Horaes - feito é proibido fi car no escuro em Be la Vista e até o fi nal do seu mandato - ele estará traballian do para cumprir inte gralmente mais este compromisso de cam panlia. Energia, Energiar- E a nossa energia elétrica continua falhando mais que es pingarda velha, nos últimos dias as in - terrupções estão sen do constantes, fatõ que vêm causando pro blemas e prejuízos a os consumidores bela vistenses, além de provocar também a falta de água na ci- dade, pois sem ener gia o SME não tem como tocar as bombas. O maior problema cau sado por essas inter rupções é sem dúvi ~ das a queima de apa relhos elétricos tan to no comércio como nas residências, o prejuízo só não é maior porque o "Gas cão" voltou a ener - gizar o povo. O 5ÁUL.OS NA ENTRADA DA IDADE Semana passada, atendendo a solicitação de moradores nas imediaçõe~ do Restaurante do Panclio e Vila Previsul, solicitamos as autoridades competentes, através de nossa coluna, que fossem co 1ocados quebra-molas ou outro tipo de obstáculo no pro).onqamen to da Rua Rarão do 'adãrio, entrada a ci dade, para se evitar as altas velocidades desenvolvidas pelos· veículos que cheam ou saem de Rela Vista em direção ã Antonio João ou ,Tardim. Assim que o Jornal circulou recebemos - telefonemas reforcando o pedido, uma mãe chegou a dizer que "você poderá salvar uma vida com essa iniciativa, eu vi a minha i li-ia ser atropelada por um carro em alta ve locidade, por· sorte ela ainda está viva , mas ficou com as sequelas c'lo aciàente.pro vocado pela irresnonsabilidac1e de um motoris ta e pela falta de nm obstáculo naquele trecho". • Fica, mais uma vez o alerta, já aconte ceram acidentes fatais no referido nrolon gamento da arão do Ladãrio. Puxando o Saco! Se cm gente que acha que vamos [i - car puxando o saco neste ou daquele po lítico porque ele= ou o seu partido oa nhou as eleições ~ está mito enqana - do, nós temos ape - nas um compromisso, com os nossos leito res e graças à Deus somos livres e indc pendentes para es = crevermos as verda des, boas ou más contra ou a favor - de quem quer que se ja, não ternos ora bo preso nem cem o nos·· so chefe que nunca nos censurou, esta mos entendidos? Is to vale para ~ela - Vista e toda are - gião. Em tempo: "bu tuca tira boi do ma to já dizia o Nil ~ son Caminhoneirol" Casa - Vende-se· Vende-se uma casa em Campo Granee, no Pairro Universitário I, com 03 quartos , saJa, cozinha, dispensa, 2 varandas, to da murada, com crade na frente, terreno medindo 12 30metros. Vocalizada à Rua ',ibero Radar6, no 268, saída para cão Paulo, com asfalto na oorta. iceita··se carro ou êasa em Rela Vista no negócio, tratar comn 'Wilson Fernandes, em ela Vista, ou elo "Telefone: 439--1066 Santa Ignorância Em um boteco ou tro dia um coitado mal-informado, tal vez achando que a Tribuna da Frontei ra depende de favo res para se manter, fez a seguinte âfir mação: "aaora que o Abraão ganhou as e leições esse jornal vai ter que fechar, ele trabalhou con - tra nós". Primeiro o infeliz não deve ler jornal e pelo jeito ele não sabe que o Abraão já foi Prefeito e o Jornal fez oposição à ele por quatro a nos. ó negão, vai cui dar da tua vidinha que do resto você - não entende nada viu!! O Railão e Disco teca Fossa Nova, po pularmentc conheci do como RaJJ5o da Pron eira, inr;tal •• do na Avenida Fdon Medeiros de Moraes, na baixaria Corin thiana, está ameaça do de ser fechado= gracas à iqnorÃncia, a inveja e a politi caqem barata pra i cada por algumas pessoas cue, cones so, pensávamos ser mais cultas e inte ligentes. ryepois de cons - truir, com muito sa crifício o dificur rarles, a sede pró - pria para o ~ailão, dotada de toda a in fra-estrura de segu rança e atendendo= os requisitos exiai dos pelas autorida des, o Empresário - ilson Fernandes co mecou a enfrentar= orohlP-mas com al guns elementos que sendo partidários - do pMnn, não acei - tam que ele tenha traballiando para o prn/pr, com sua apa relhaqem de sonori zação e querem pre judicá--lo de ~ual - quer maneira, incu sive um 'abaixo-assi nac'lo iá anrou circu 'ando pela vi'inhan Nossos! Pêsames F.sta coluna, a través coseu arti culista e toc'la a fa milia r envia os mais sinceros senti mentes de pesar aos familiares da Sra. Dominga Benitez_ lu nes, que faleceu no último nia ?.n,em es pecial· ao seu espo so Sr. Goethe Esco bar Nunes e ao seu filho Alberto Peni tez ~unes,nosso coci banheiro de imprensa] ·Reclamação/! PTU , . ~em qente em nossa cidade que anda muito sensíve 1 . ultimamente, semana pa da veiculamos matéria em nossa coluna a; zendo que o ?refeito -:nson ><erleiros ele Moraes estaria enviando nos próximos i as Projeto de 'ei à câmara Municipal aca bando também com o rT- mposto Pre - dia' e "Territorial ''rhano - e ue prova ve'mente o Projeto de 1,ei seria aprova • do, primeiro oroue o "refeito tem maio ria na Câmara e seounro norm.1e a extin - cão o rpn foi comnromisso de campanha o pmnn, em palanque. "Rastou nara as chiadeiras comecarem, teve ente aue entendeu tudo errado e a chou que estávamos "alfinetando" o pvn, Ora senhores, .não temos o menor inte resse nisso, nosso único ohjetivo foi hem informar a onulação, não escreve - mos nenhuma mentirá nem cometemos inius tiças, muito neio contrário, até destaca mos que seria unira o útil ao aorac'láveJ~ ou seja, a maioria ro ~refeito na Camara e o comPromisso do PMDB ne acahar com o rpTn, beneficiando os contri'">nintes hel.!:1_ vist:enses. Se houve falha oi'apenas no tocante ao tamanho das propriedades aue seriam - isenta'as de pagar o imoosto secundo o compromisso do D:nn, cue é de 6 m, cue esquecemos de frisar, mas parece-nos aue até nisso o Proieto do Prefeito coinci - e, portanto, não vemos Prohlema nenhum e não entendemos da onde tiraram a idéia de rue estávamos ouerenro "cutucar" o partido o Quércia, pelo eito não conhg cem a nossa linha editorial, ue prima - pela verdade acima de tudo,doa a quem noer! ! "moresário Wilson r.ernandcs ra, mas carece-nos que quase ninguém - ouis assiná-lo, pa ra decepção dos mal intencionados, que em vez de irem tra balhar querem oreiu nicar quem está in vestindo na área de lazer em Bela Vis - ta e geranno empre gos para mais de 10 pessoas. O que esses poli:_ tigueiros não sabem é que nenlium politi:_ cotem o poder de fechar uma micro-em ·presa, com toda a sua documentação em ornem, que paqa os seus imprstos e ta xas reqularmente. Para se ter urna idéia ra safacleza - O atleta belavis tens-e ~lenilson dã Silva, que corre oe lo são Paulo Fute = bol Clube, conquis tou no último • dia 11 a sua classifica cão para disputar a tradicional prova de São Silvestre na viracla do ano , pelas ruas de São Paulo. E1enilson foi o 100 colocado na Minimaratona,cow percurso de 21,1kms. classificando os 50 de algumas prssoas , nem mesmo o som no bailão vaza para fo ra do Clube, não in comodando nem as pes soas que moram no costado do prédio. ~ bom os interessaclos em fechar o hailão - começarem a pensar - primeiro se estão pa gando os seus impos tos regularmente, se não estão em c1é_bi to com a fiscaJização - ·estadual e fe<leral e se ninguém sabe dos seus rahos, como con trabandos por exem - plo, etc e tal caso contrário vai sobrar oara muito neguinho que de repente pode rá ver o tiro saindo pela culatra! ! Elenílson na São Silvestre ___,, ------· - ...-- primeiros oara são Silvestre que contará com os me - lliores corredores de too o mnno Com esse resultado.o atleta belavisten se e o rameiro sul-matoarossense a conse- ruir classificacão para a São Silvestre o largara ~o nelotao rc elite na r Parahens garoto. P ova. ui .lla as a.. a Fleni1son da silvá Viação Caracol Tinha Rela Vista/caracol 15-nn horas rliariamente. Caracol/Pela vista ras diariamente. ' Ónibus para excursões t .., re<;ionais e in - eresta,,uais,_ modernos e con"ortáveis. 'aiores informações elo 470 - 665 sainc'o as EXTRAVIO DE NOTAS A Firma Teixeira e Avila Ltd/E. Co-[ mnun1ca que extraviou 3 talões d - Fiscal_ao consumidor de no o" ?°_ blicacão que f: a D0. '! 1 te se az de acordo com a !s; R'/AI, TPIBU'A DA FRONTEIRA 1 • J ' f i·I • o Rotary não é Dispendioso Procurando iusti.. ficar a debilidade - d algnns clubes, cs á se 'ornando fro • quente o arqumen o - dr que "Rotary está Ficando caro", Estimular o fomi n taro tdeal <le Ser.= vir o Desenvolvimen to do companheiris - mo, o reconhecimento ' do mérito de tocla o cupação útil, a me - lhoria da comunidade pela conduta exem pJ ar de cada um na sua vida pública e privada, a aproxima ção dos profissiona is de t·.odo o mundo visando a consolida ção de boas relações e o objetivo rotá rio, não é um traba lho dispencl ioso. A quota "per capita" .. semestral a Rc, assi naturas de revistas e outras publicações que Rotarv oferece , a obriqacão dos Con selhos Diretores e - leitos se Fazerem presentes às ~ssem - bléias Distritais e a outros encontros - não somam elevadas - importâncias que pos sam pôr em "xeque" a boa vontade de ser - vir. 0s sócios de Rota ry Clubsrepresentam as atividades prois sionais de suas loca lidades, são líderes em suas atividades , selecionados pela formação de que são portadores, condiz n tos com o objetivo - de nosso programa e que oe dispõem, atra vês de suas profis = sãos e seus comporta men·os, n serrm ú - tais as suas comuni dades. Para ser rota riano não~ nocessá rlo ser importante ou rlco. O que Potary pro cura é riqueza espi ritual e mora], na compreensão de que - colhemos aquilo que sP.meamos. O que in - teressa a Potaru é que clubes sejam re almente comoostos de líderes profissio nais de suas locali dadP.s, igualando se us membros num coeso companheirismq, em busca de seu objeti vo. Compreende-se que as condições econômi case financeiras - das lideranças pro - fissionais obedecem aos níveis do poder de cada loca'idade , e a beleza do Pota rv consiste em ser um "nivelador soei - a]", buscando no ho mem tão-soment.e as úteis qualidades ine rentes aos seus pro pósitos, adaptando - se, assim, às diver- sas condições ae res ponsabilidade, cult~ ra e costumes, ofere cendo aos clubes a liberdade de realiza remo que estiver ao seu alcance. r, ara ça a essa adaptali- dadc, aosistimo3 a sua crescente expan sao. vão podemos usar o arqumento de que "Potary está ficando caro", Cabendo a ca da Clube as despesas de sua própria manu tenção, o argwnento seria "Nosso Clube - está ficando caro" , e então tomar s ca bíveis providências para diminuir os dis pêndios. Um Clube rÕ tário é um Clube do prestação de servi - ços, e não um clube recreativo. E, como diz um ex-governa dor, " ... é preciso - deixar de ser confun dido com a imagem de "Clube", apenas como um "bom clube". Rotary recomenda simplicidade, mas o que vemos em muitos clubes é o hábito de suntuosos banquetes, ricamente ornamenta dos, com distribui •• ção de custosos pre sentes, quando deve riam ser realizados somente em ocasiões especiais, com mode ração, atendendo às condições de clube. As recomendadas reu niões domiciliares , para elaboração ae programas e solução de assuntos rotári - os, são realizadas - com recepções, fugindo às suas finalidades. -====================-=======----------------------------------- Sílvio Rerto, do Rotary Club de Araraquara-Oeste,sn (Dist. 4540) - Governador 1973-74 Ipanema Modas DONI NILCE REILIZOU FESTA PIRA as CRIINÇIS Antonio João - Fal tam um pouco mis de dois meses para a nova prefei .a to mar posse, mas mes- mo aim, dona Nil ce elei a cm 03 de outubro, já está provando o seu cari nho pc lo povo de An tonio João. Dona Nil ce chegou nesta ü1- irna semana da Capi tal, onde estava fa zcndo tratamento me dico e deu uma sur presa para as crian ças de nosso MunicI pio. No dia em que se comemora o Dia das Crianças, 12 de Outubro, não progra ças, pre entes, que a hornaarem era ape nas "uma prove de que nunca va1 esquo c r do povo de Anto nio João, principal mente das cr ancas que são o futuro de nosso pais. Antonio João vai ter uma ad- ministração que hã muito tempo o povo - espera, emos que tra zer o desenvolvimen to para nossa terra que tanto amamos, a comunidade an onio - juanense precisa ma is do que nuncn deu ma cidade próspera , ond prc>valccerii a paz, a alegria e o desen volvimen o", afirmou Nilce /lvcs. CAMPE TRE TAMBEM FESTEJOU O DI DAS CRIANCAS: » ' Antonio João As crianças do Distrito de Campes tre, também viveram momentos de muitas felicidade nesta úl tima semana. A cara vana de dona Nilce Alves foi até o Dls trito para realizar a festa em homPna - gem a todas as cri anças daquele lugar. mou n hur fota na cidade, no sntanto , a fuura prefeita não deixou por menos, e realizou, junto com o Vic Prefeito José Elói e dona Iones a fes a das crian as , onde mais de duas mil pessoas foram a- é a Escola p n ale ão, para par icipar da homenagem as cri anças. Lá, brincaram com palhaços, mági - cos, comeram olo chocolate, pipoca , suquinho, enfim come moraram o seu dia com muita alegria. Do na Nilc falou a to dos os pais e crian- -------------====================== Com muita alegria, brincadeiras, as cri ancas passaram atar de desta última se= gunda feira festejan do o seu dia. Foi ser vido, porções de pi poca, bolo, biscoi - tos, suquinhos para todos aqueles que participaram da des contraída festa. Do- na Nilce expressou - para todas as famili as campestrinas o seu amor pelas crian ças, e se comprome - teu em fazer uma ad ministração voltada para aquela comunida de. Confecções e Bijouterias - Adulto e Infantil Diretamente do Rio os últimos lançamentos: Conjuntos de Linho, Jeans. Roupas em malha, shorts, camisetas, pijamas, calcinhas, bermu- das cores e modelos à escolher. tone - 439-1846 Rna Conde de Porto Alegre,368 - Bela Vista - MS BRUM E CID LIDI. Distribuidora dos produtos BRAHMA para Bela Vista e Região. 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Clínico - Dr. Alexandre Frizzo Convênios: Unimed, Banco do Brasil, Prefeitura Municipal, Caixa Econômica SUDS e Fazendas Plantão - 24 horas Fone: (067) 255-1261 BONITO - MS -==- S ~ ASSOC/ACÃO - --- - - NACIONAL . .,#ajj ,iJDEJORNAIS rtjr)7yrjryrP-7rr '/I/!'J'/ L/ir ! +t _ Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais - ANJ comprometem •e a cumprir os seguintes preceitos: -, Manter sua independência r) -- ~ Sustentara liberdade de expressão: o funcionamento sem restrições da imprensa e o livre exercício da profissão 2 ..J Apurar e pubhcar a verdade dos ratos de interesse público, não admitindo que sobre eles prevaleçam quaisquer interesses 2L... •.• -r" en er os 1re1tos o ser humano, os valores da democracia represe.nliltirn e a livre iniciativa .,..... J Assq:u~r o acesso de seus leito~ . às diíerentes msões dos fatos e às diversas tendências de ppiniiio da sociedade /. {)Garantira publicação de coai.estações objetÍl'as das pessoas ou organizações acusadas, em suas páginas, de atos ilícitos ou comportamentos condenáreis f Jf Prsraro silo e suas tonto Respeitar o direito de cada indivíduo à sua privacidade, saho quando esse direito constituir obstáculo à informação de interesse público () / Diferenciar, de forma identifichel pelos leitores, material editorial e material publicitário • loCorrigjr erros q~e tenham sido - cometidos em suas edições a e a. O D l JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA - DI1PIO «. COMENf: VI CONGRESSO NACIONAL, sempre orlontado pe lo Vigário da Paró quia Pe. Nilo. a Federação das sociodadoo Pontalozzi e XVIII Encontro dan Sooiodadoo Pcul:nlozzi estará acontecendo noo dino 26 a 29 de outubro cm campo Gran de. O TEMA A SER Debatido nesse En- contro ocrú: "O Exer cício do Direito, uma questão de cidadania, A PRESIDENTE DA Federação fia Sra Lizair de Moraes Gua rino a a Presidente de Honra do Congresso é a lo Dama do Estado Mo Aparecida Pedrossi an. PARA REFLETIR AS PARTICIPANTES Do Encontro, que são as representantes das Pestalozzi das ci dadas do Estado, te= rão um curso onde vá rios Temas importan - tes e esclarecedores estarão em pauta. A PRESIDENTE DA Pestalozzi de Bela Vista, Prof0 Ana Ma - ria Ocariz, se fará representar através de um membro da Dire toria. O DESFILE DE MODAS Faça tudo com amor! tudo que é feito uem Amor oni· mal feito, e tnnde ã dor.truicão. Só o amor cong trói obras 0tornnn e penetra profunda mente o corncão da humanidade, porque, nó o amor é por.iti- J Que Marruá Jeans , estará promoyendo no dia 25/10/92, será no Grêmio Pedro Rufino e não no Graj como saiu no Comentando do dia 21/10. Sf er ANIVERSARIOU No dia 19pp o garo tão Julie César Sali nas velasquez. Felici dades mil, são os nos sos votos! E A FALTA DE 1 l Luz, principalmen e, te a noite! Como fi - õ1 cam os estudantes des a se período? ,e lS .e A PINTORA Gisela Domschke estarã expondo seus. trabalhos entre 28/10 92 à 20/11/92 na Itau galeria em Campo Gran de. 1 t • ,J NÃO ESQUEÇAM: Será no dia 25/10/ 92, no Ginásio de Es portes, a comemoração do Dia Nacional da Juventude, com vasta programação qúe ini - eia ãs 13:30 hs. O PRESIDENTE DA ,. vo. Tudo o que não é amor é negntivo. Faça tudo com amor, porque o pró prio Deus é amor. Quando as cria turas fizerem tudo com amor, saberão o que é a saúde e a felÍcidade. Pastoral da Juven tude é o jovem Jorge Florentino, sendo Click Especial Para a Pequena Larissa Simõc PARA ADRILIIANTAR NOSSA COL!W/ • Elisancqelà- h Maratona Escolar/92 Escolhe os Melhores Trabalhos do Estado Encerrou-se dia 16 o pra zo de entrega dos trabalhos= que vão participar da fase es tadual da Maratona Escolar/92 promovida pela Secretaria de Estado de Educação, pela ini ciativa da Bloch Editores S.A e apoio cultural da Petrobrás Foram apresentados 24 trabalhos de alunos dos muni cipios de Ivinhema, Naviraí , Amambai, Nova Andradina, São Gabriel do Oeste, Deodipolis, Corumbá, Angélica, Jardim,Dou rados, Bela Vista além da Fa zenda itamaraty . Apesar de reduzido, esse número repre - senta um grande avanço em re lação ao ano passado, quando ª Secretaria recebeu apenas - seis trabalhos. para concorrer ao mesmo concurso. Dirigida aos alunos de 2Q Grau, esse ano a Maratona .tem como tema a vida e a obra de Gonçalves Dias e o objeti vo é promover a pesquisa, o hábito de leitura e a produ ção de textos relativos à o= brado autor brasileiro. A primeira fase do concurso foi realizada nas escolas, quando os alunos concorreram com uma 1 redação sobre o tema proposto Na segunda fase, os me lhores trabalhos selecionados nas escolas concorrem entre - si. O primeiro lugar será um prêmio de valor de CrS200 mil para o aluno e para o profes sor. O aluno classificado com o segundo melhor trabalho re ceberá Cr$ 150 mil e o 3Q,49, 50 e 60 colocados receberão - ·medalhas. Cada um dos primeiros co locados, seus professores e estabelecimentos de ensino re ceberão ainda diploma alusivo ã participação no concurso. Além disso, os seis pri meiros trabalhos concorrerão à fase nacional da Maratona Escolar/92 que constará deu ma prova sobre Gonçalves Dias Os prêmios para essa eta pa serão em dinheiro, para a lunos e professores. Os esco lhidos na fas0. estadual recebe rio passagens aéreas e hospe dagem no Rio de Janeiro, para a finalíssima que acontece no inicio de dezembro. SELEÇÃO DE TRABALHOS A Coordenadora da Marato na Escolar/92 em Mato Grosso= do Sul, JOnia Garcia Gomes da Silva, explica que a Secretaria de Estado de Educação montou uma comissão formada por tres professores que deverão sele cionar os melhores trabalhos-· apresentados. 'Jônia Garcja, que é su pervisora de Apoio Pedagôgico da Secretaria, está satisfei ta com o aumento do número de participantes em relação ao ano anterior. Além disso, se gundo ela, "essa é a única i niciativa nacional que contem pla os alunos de 20 Grau". - Na escolha dos trabalhos serão consideradas a criativi dade dos autores em apresen - tar os dados· levantados so bre Gonçalves Dias. Para a en traga da premiação está pre= vista uma cerimônia com a par ticipacão da Secretária de Educação Leocãdia Petry Leme. TRIBU./ O/ FRONTEIRA: ESTE EXEMPLAR crs· 3.ooo,oo Ser Jovem r im é espe ar Ser jovem, pa. a + "r sempre o melhor, rucomendut pela fé, jamais pensar no p1or. Ouvir aquilo que é bom, ver, julgar, depois agir. Estar sempre dentro do tom. Melhor: é construir. Ser jovem e vor a mira, ~ vJvcr com amizade, Imentira, jümaü, Rejeitar sempre n temer a verdade. Onde estivar, ser feliz, valer-se que tem. Esporar o que sempre guia, melhorar sempre, tambem, ser jovem é estar atento, Ó lutar para vencer, remar mesmo contra o vento, jamais as ondas temer. Organizar-se cm tudo. Vacilar, isso jamais! Encontrar um bom conteúdo, mostrar do que é capaz. Então, jovpm, seja ativo. Espere lutando e alcançará; ramo velho, sendo vivo, jamais se arrebentará. o coração, jovem sendo, verdeja cm, toda idade, e mesmo envelhecendo, mostra a sã capacidade. (Roque Ribeiro doo Santos) ·----------------------- Quebra Molas na Entrada da Cidade O vereador Marce lino Cássio Biglia A cioli, do PFL, soli citou ao Prefeito Mu nicipal, através de indicação apresenta da na Câmara Munici pal nesta quarta-foi ra, que seja coloca= do um quebra-molas no prolongamento da rua Barão do Ladãrio, entrada da cidade, en tre o Restaurante do Pancho e a loja Con feccôes Garcia, "tei do em vista já ter ocorrido vários aci dentes naquele local devido a alta veloci dade desenvolvida e los veículos que ch@ RESOLVE: elo t -- ver. c5seio Acioly gamou saem de nos sa cidade" destacou o edil pefelista. ----=----- Portaria N· 017/92 Dr. Jorge de Souza Rosa, Presidente da Carnara Municipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul no uso . . buições Legais;' ae suas atri CONCEDER licença prêmio de 03 (três) meses a funcionária CLÉLIA APARECIDA GO - DOY AGUILHEIRA . a Lei Munici,,{ °U"Pri nd o o que determina tado os (ei{ 91 5 / 9 1, por ter com1e - anos de efetivo • a contar de 01 d + 'o serviço de 1992 c e ou~ubro de 1992 à 30 de • umpra-se - Jor d Presidente _ J - . . e ge e Souza Rosa oao Kalite - 19 Sec. Conserto de Ruas O Ver. Jorge de S R - de indicação verbal· rosa,PTB, atraves solicitou au " a ao Prefeito Municipal ruas da eiéa"??arrumadas odas as mas chuvas { erioradas pelas ülti - das Eseoi $.'?'?ente_as ieaias5e° nho, onde o trare,'Va_e Joaquim Murti - interditado. g eS t a em vias de ser ANUNCIE AQUI! TRIBUNA DA FRONTEIRA Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1270_21_10_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1272_24_10_1992 Voltar para a lista de itens