TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1272_24_10_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1272_24_10_1992Número da edição1272Data de publicação24 de outubro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.523389203351904 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1272_24_10_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto o 20 ; DIARIO REGIONAL ) VISTA - MATO GROSSO DO, SUI. 2 DE OUTUBRO DE 1992 li!! 1.272 DIRETOR: IVALDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 3.O00,00 ENTREVIST DO SR MINISTRO ANTONIO BRIIT • Ministro Antonio Britto P - A reforma es trutural da Previdên cia Social é priori dade de Gua geatão? R - Vocên snbem que tenho falado so bre essas coisas tre zentas vezes por dia há três ou quatro a nos. Espero ter dito qual é a minha cren ça. Crença que você não escapa de no mé dio e longo prazo fazer com que a Pre vidência passe por uma reforma estrutu ral. Não estou dizen do nenhuma novidade~ to que o país pen - sa, é o que a Câmara pensa e aprovou na - quele Relatório que fiz. Queria lembrar seguinte: discutimos isso em fevereiro faltavam 18 meses ou mais para a revisão cons itucional de 93. Lembro que, em fevereiro de 92, não só faltava um ono e meio para o segundo semestre de 93 como nem tinha sido apro vada a emenda de an tecipação do parla - mentarismo. Estamos m outubro e, me pa rece, isto é um dado de realidade, que não se vai conseguir fazer uma reforma da Previdência antes da revisão constitucio nal. Considero que , quanto à questão que envolve a revisão constitucional, pre cisamos cumprir uma agenda que passe por formulações, es- fTAMAR DEID AJUSTE FISCAL 1 Governo Quer Mudar Tributação e a Divisão da Arrecadação com Estados e Municípios Violência no Campo? Onde? PÁGINA - 06 O governo abando nou a idéia de fazer um ajuste fiscal de emergência e decidiu negociar com o Con - gresso uma reforma fiscal ampla, profun da e definitiva, a ser aprovada até o final do ano, para entrar em vigor em 1993. A reviravolta foi determinada pelo presidente em exerci cio, Itamar Franco , após discutir o as - unto por três horas com seis ministros. O Ministro da Fa zenda, Gustavo Krau se, explicou que a mudança é resultado de consutlas feitas a parlamentares, em presários e trabalha dores. "Concluímos - que não poderíamos repertir um filme do tudos, números, ca da alternativa, pa ra que o Ministério funcione como um la boro ório de idéias para alimentar esna discussão. A deci - são sobr a Previ - ciência não é do Mi nistro, não é do go verno, é da sociedã de, a ravés do Con gresso, no momento da revisão constitu cional. Lo que, co mo ministro, posso fazer? Devo ouvir as melhroes inteli gências, as melho - res experiências do país e, diante de todas as posições , procurar estimular e subsidiar o deba te, levar adiante a expressão do Minis- F M passado, em que o a juste de Última ho= ra quase sempre não surte os efeitos de sejados", disse Krau se. "O governo deci ciu ousar". - LEIA MATÉRIA COM PLETA NA PÁGINA/ 04 tório e do qoverno qu ndo da revi <o con. titucional. Lo - go, não tenho co .. O - prioridade qualquer ação de reforma es - truturnl, se pala vra prioridade signi fica "amanh de ma nhã o senhor vai to mar alguma providên cia". A providéncia que adotarei scrn a de começar a articu lar estudos, seminá rios, debates, publi cações, consultori = as, convênios etc , etc, etc., para que a sociedade br silei ra tenha, nesta Cosi um cen ro gerador de documentos, de subsí dios. PÀGINJ - 08 DESTA EDIÇÃO Itamar Franco loralista üsrar Ramos Gaspar é me Ser7etário de Comunicar;ã tio zstalo O Governador Pe dro Pedrossian con cluiu na Última se mana, com o Banco do Brasil, a renego ciacão da divida d curto prazo do Esta do em condições ma= is vantajosas do que a proposta ante Tior. O valor nego ciado é de 33 milhÕ es de dólares. A dT Vida é de 100 milhÕ es de dólares e foi contraída para pa - 9ar salários atrasa dos deixados pelo governo anterior. PflGINA - 01 1 O Jornalista Oscar Ramos Gaspar, que já foi Secretário Adjunto de Comunicação Soei al do Estado e qqe dc•senvolvia ultimamente as funções de Assessor Especial do Governa dor Pedro Pedrossian, foi indicado esta se mana para assumir o Comando da SECO - Se cretaria de Comunicação Social do Estado , em substituição a Cláudio Nogueira, já re cebeu carta branca do Governador para pas sar a limpo a Secretaria e deverá, como primeira medida a ser tomada, desmontar to ·Ido o esquema montado pelo ex-secretário. - 1 LEIA MJTf:RIA COMPLETA NA PÃGI~~ - 04 1 DESTA EDIÇÃO ......... Lia Esportiva eavisteis " tem •-Novo Presidente Entrevista/Mário Cézar Flores "Espionar é Necessário num Governo" O almirante Mário César Flores foi es colhido para enfren tar uma pesada heran €a do regime mili - tar: a turma do Ser Viço Nacional de In formações (SNI), ou 1 a "Arapongolãnd ia" , como ficou conhecido. o grupo. Flores co • mandará a Secretaria de Assuntos Estraté qicos (SAE), onde e3 tá lotado o time' do SNI, extinto por Collor, mas atuante até hoje. Em entre - vista a Vanda Cé lia, da Agência - Estado, ele diz que está empenha do na montagem do Serviço de Intéli gência e Espiona= gcm para o gover no Itamar. PÂGIKA - 03 A Liga Esportiva Bela vistense, depois de um· longo tempo de quase tO - tal inatividade e ignorãr. eia, fazendo coe que o e porte belavistense se transformasse num dos ma is inexpressivos de todo o Estado, ganha fôlego ng vo com a interferêncin do CRD - Conselho Regional de Desporto - e esperanço e que os áureos tempos es tcjurn voltando. ' !a sexta-feira, dia 23 o CRD foi instalado em Be ln Visto no terraco do HÕ tel Pousada da Fronteira com a presença de autori dndes, educadores, repre sentantes de clubes e desportistas de Bela Vis ta, o Presidente da Ligã Esportiva Belavistense , Ca.nnelindo Hngnlhàes- To co - renunciou ao cargo oficialmente. No sábado em nova reunião plenária. foi realizada una elei - çào coordenada pelo CRD, para o ?residência tempo riria da Liga Esportiva Belavistense, o eripresa r!o e ex-presidente do' entidade José Glnucy Flo res foi eleito pelos do is clubes com direito a voto, Juventude Futebol Clube e Pok,eirns Fute- • bel Clube, os dois são as Únicas nssocinçÕcs esportivas com sua doeu pentacão regularizada junto à Liga e oo CD , das ll existentes em nossa cidade. Na prõx! ma edição a reportagem completa sobre a vinda do CRD ô ilela 'istn e n eleição para a Presta@n eia dn.Lign Esportivo - Belav!stense cujo manda to vale até o final e an10. "4 r ----------- RONDA Jardim MADRASTA MÁ ESPANCA CRIANÇA Por votla das 20: 30 hn do <lin 11/10 / 92, erça-feira, na rua Mn]. nondon r;/no, fomos olicitados por vizinhon, que pe dirnm apoio poin à - senhora "CRISTINA CA! POS", havia espanca- do a criança "A.A" de apenas 07 anos de ida de, a madras .a da cri ança a espancava .o - dos os dins, conforme estemunhas vizinhas, chegando a:é a queimá la, como foi consta - tado pela patrulha. A criança oi en caminhada ao comis sário de menor, pa ra providências jun o ao cur dor da criança e do Adoleg ccntc. o ICIA PRESO POR DESORDEM PRESO POR EMBRIAQUEZE MAÇA Por volta das 09: 30 hs, do dla 14/10 quarta-feira, a Rádio Patrulha, comandada pelo 30 Sgto Santos, prendeu o elemento "NILTON LUIZ DE MI - TOS", por ame car sua companheira com arma branca "FACA" o elemento foi cnca minhado para a dele gacia de Policia Civil. FILIIO oeo/DO /GREDIU o P/I E POI PRESO Por volta das 06 : 00 do dia 16/10, sex ta-feira, a Ràdio-Pa trulha comandada pelo St GUIMARÃES, foi so- A guarnição de Rá dio-Patrulha, comanda da pelo 30 Sgto SAN - TOS, juntamente com o encarregado da Fazen da Paraíso Velho, pren deram os menor J.N.M licitada para atcn - der ocorrência de a gressão, onde o ele mento "JORGF: ALVES PEREIRA", agrediu e J.C.M.A, que furta ram da Fazenda ParaI so Velho, 01 (um) rQ vólver cal. 38, 01 (um) aparelho de som e juntamente com o produto do furto, fo ACIDENTE DE 'fRÂNSITO seu genitor (pai) - "Aureo L. Pereira", o agressor foi pre so e conduzido até a DEPOL local. Por- vol 1 da« 22: JIO PINHEIRO, • n 45 hs, do dia 20 !e residência 1xa; n outubro, terça-fei- do vit.i a .AF IA [)f o 1 n:o foi Rádio-Pa :..rulhi. FÁTIMA DOS SJ',TOS ' c;a. inh do i1 D le ra a Policia comandada pc:lo 39 residente n AV s n ci 1 d c3 SGT P!! Clóvi•, pren t.a '!' rezinha l! :;i ,i]. deu o 1emento ATO Gui I.op•s da L qu- Porto Murtinho MOTl'l'O COM UM 'TIRO NA CABEÇA NA BR-67 FUR'flllAM FAZENDA E SE DERAM MlL ram apreendidas ma is duas bicicletas CALOI, uma preta e uma vermelha, os in fratores foram encã minhados para a DE= POL. Por volta das 08: 00 hs do dia 15/10 quinta-feira, a pa trulha da Policia Militar foi aciona da para atender a um homicídio ocorri do na BR 267 no km- 20, tendo como viti ma "LOIR MARTINS DOS SANTOS H I que foi atingido con um tiro na cabeça (tcmpora lado esaucrdo), o au tor do crime foi i - dentificado pelas tes cmunahs como scn do "ROBSO. BALBUCNA", este residente cm Porto Murtinho-MS, o homicida evadiu-se do local tonando ru- mo ignorado, o f t:: foi registrado na DEPOL loca 1, e o corpo da vitima foi rannladado até sua cidade de origem Guarapuava/PR. POLICIA MILI'l'AR DE PORTO MUTITINílO ATUA E PRENDE Ml.IS UM PROCURADO PELA JUSTIÇA Por volta das 20: 00 hs do dia 16/10 sexta-feira, à Rádio Patrulha, comandada pelo 10 Sgt Fernan - des, atendeu a coli são na Av. Duque de Caxias, envolvendo os veículos D-20 cus ton e o Caminhão Mer cedes Benz 1313, sem vítima, apenas da nos materiais. PRESO POR MlNDIDO DE PRISÃO PREVENTIVA Por volta das 09 : 30 hs, do dia 17 de outubro, a Rádio-Pa - trulha comandada pelo CB Procópio, em con - junto com agentes da Polícia Civil prende- ram "ASCINDINO DE AL MEIDI XAVIER", que encontrava-se com mandado de Prisão Preventiva, decreta do pela comarca de Porto Murtinho, o mesmo foi conduzido para o presídio lo cal, onde encontra se à diposição da justiça. A Policia ili - tarde Porto Murti nho, comandada pelo CB TORRES efetuou diligências (16/10, sexta-feira) na cap tura de "RICARDO CA VALHEIRO" que encon tra-se c/ MANDADO DE PRISÃO PREVENTIVA" decretado pela comar ca local, o elemento foi localizado e pre so, e se encontra a disposição da Just! ca na DEPOL local. ========-== DEU CAVALO DE PAU E FOI PRESO POR DIREÇÃO PERIGOSA Por volta das 20: 40 hs, do dia 17/10 sábado, na rua Cel. Stuck/Av. Rondonópo lis, à Rádi~-Patru - lha comandada pelo CB Procópio, encon - trava-se a alguns me tros do fato, quando o elemento "ODINEI PLÂCIDO AMAR!LIA" di rigia o veiculo VW FILTIO AGRIDE MÃE E É PRESO Por volta das 20: 55 hs, do dia 19 de outubro, segunda-fel ra a Rádio-Patrulha, comandada pelo ST PM Guimarães, foi soli- Fusca Placa MA 2693 de Corumbá-MS, cm visível estado de em briague, dando cava lo de pau fazendo pi ruleta, e por pouco não aconteceu uma tragédia, pois ado - lescentcs tiveram que se jogar no solo pa- citada pela Sra Eugê nia Bolgado, a qual informou que seu fi lho, o elemento Car - los Robler, de 22 a - nos, havia lhe espan- Guia Lo ACIDENTE DE TRÃNSI'rO Em 15/10, quinta feira, a Ràdio-Patru lha comandada pelo 30 Sgto Clóvis, atendeu ra não serem atrope lados. O veículo bem co mo seu condutor fo - ram presos, e encami nhados para a Delega eia de Polícia ci - vil. es da Laguna o acidente de trãnsi to "lBALROAHENTO" - envolvendo o veícul~ C-10 e um Fusca, sem cado, fato constata do pela patrulha, e o elemento preso e conduzido até a de legacia de Polícia Civil. vítima, apenas da - nos materiais. COMÉRCIO VAREJISTA DE: CARNE BOVINA - SUÍNA- VERDURAS - FRUTAS - LEGUMES Aceitamos encomendas de leitões (tratados para consumo imediato e frangos). Produtos de primeira qualidade. TEMOS TAMB8M: LINGUIÇA E CARNE DE PORCO DEFUMADO RUA GUIA LOPES, 727 - FONE: (067) 439-1897 - BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL - L 8MB Diversões Proprietário: OMAR BOEIRA Rua: Urias de Al - meida, 775 - Vila Nova:- o ponto de encon tro da Juventude! Antonio João Mato Grosso do Sul Zero Hora Lanches Sucos naturais,Lan ches, porções, CeE veja, Refrigeran. tes. Rua Mato Grosso frente à Escola A ral Moreira Confira, este pito resco ponto de en contra !tonio João - MS Fun6alo m i Publicação da Rede Belavistcnse de Jonmls - Aveoid.1 Tr1- buna da Fronteira, 56 - Fone (067) 4,39-1410- Cx. P. 2 Bela VIsta - Mato Croso do Sul Dirctore::. Ivaldo Pereira e Ma r t a Estela Velasquez Pereira Dlret.or Rc9pon.s.ive l Ivaldo ?creira Reportapens Vbaldlno Rodrlgucs e Lulz Henalquc :-. C<lcrea (Llle) Ccrcnt.c C!1son SI1va Santos a, #{z;:,";]±raio ·_r»rs carte tas rt» Postal 2J _ ' Sede Propria - Fone (067) 439-1410 - e:,. a 1a, Z?""/!"ta- sro crosco do si - Reação 1sra e o, - Fone (067) 251-1669 (r.ed, prÕprL,,) Sue.ursa l:.: Antonio Joio, Porto MurtLnho, Maracaju, Bonito e Caracol ar { " P P e n d e n t e s en Capo Grande, Brasítía e p r t n e t p a ts a!ta Representantes CoercLaIs Tabula Veículos e Coun!ca S/ e- to, 113- cEP: 0oói-, "Os /Las, Rua ce1: 0ser r @ir) s7o-2142 57i-4s03 : ,}!so- sãs Pau1ois - 5e. dente Vara$, 590- 112 .: (0l1) 571-9792 - 4v. Presl si- c±: ?ó.o;i-coo ","?" ;e . 1os - xt &e J±e! SCS: Quadra 01 - Bloco. (021) 263-1129- Fx_23-5°? cEP: i0.309-900- + ,, F4. Baracat, 505- Eras!1ta- f . one: '061) 223-1511 - FAX - 22S-<7JJ. tio devolveos orir;Inafs O joral não re renponsabtlf4 de orire definfda, H7a pelos artigos assinados "- Fitado à AIJ0RI/HS e AERAJ0RI ASSl!iAn!RA SJ>IES'tRAL - CrS 250.000,00 Jornal Tribuna da Fronteira Faça hoje inesmo sua Assinatura. 6 Meses Cr$ 250,000 ' a 1 f l. D. 1 !, 1 T li '· r ..., , , ENTREVISTA MÁRIO CÉZAR FLORES ESPIONAR É NECESSÍRIO NUM GOVERNO 0 almirante Mário c6ar Flores foi es ·alado para enfren - r uma posada heran a do regim mili tar: a turma do Ser viço Nacional de In formac;ôor. (SNI), ou a "Araponqolãndia" , como ficou conh cicJo o grupo. PlorcD co - andará a Secretaria de ltrnuntos EsLratê qicos (SAE), onde ey tá lotado o time do StH, cxLinto por Col lor, mas atuante ate hoje. Em entrevista a Vanda Célia, da A gência Es Lado, ele diz que está empenha do na mon tagcm dÕ Serviço de Intcligên 1 eia e Espionagem pa ra o governo Itamar. Estado - O Servi ço Nacional de In(or ~ ções ( SNI l será re criado neste Govcr - no? Mário cisar Flo - res - Eu gostaria muito de falar sobre esse assunto,mas ain da não há nada muito claro a respeito. o Presidente Itamar Franco está retiran do do Congresso pro jeto do governo ante rior que criava um Centro Federal de In teligência (CFI), u ma proposta que, se aprovada, daria ori gem a uma secretaria autônoma, diretamen te vinculada ao Pre sidente da Repúbli - ca. E: isto que está sendo rejeitado pelo Presidente Itamar. Estado - E como - vai ficar, então, o serviço de informa - ções do Governo Fede ral? Flores - A Secre taria de Assuntos Es tratéqicos (SAE) con tinuará s ndo a res ponsável, porque o Departamento de Inte ligência (icará vin:: culado a ela. Isto é o que existe formal men·c. Mas cu não a cho certo sse neqó cio de pendurar a In teligência na SlE. E estamos estudando u ma fórmula de organi zar. Mas quero adver tir que nada está - sendo (cito a toque de caixa e que o as sunto será muito bem estudado, formulado. SÓ depois vai haver uma definição, o que não existe ati aqui. Estado - Mas isso significa a volta da estrutura antiga? Flores - Vamos ser claros nisso. / inteligincia é abso lutamente necessária num Governo. A inte ligência e a espiona gem. É isso mesmo, a espionagem também. Resta saber que tipo de inteligência e que tipo de espiona gem. Discordo plena mente de um serviço que tenha como alvo a bisbilhotagem na vida alheia. Sou to- O ex-governador - Pedro Pedrossian con cluiu na última se ta-feira, com o Ban co do Brasil, a rene Sociacão da divida de curto prazo do Es tado em condições ma lS vantajosas do que a proposta anterior. . O valor negociado e de 33 milhões de dólares. A divida é de 100 milhões de dó lares e foi contrai da para pagar salá - T1os atrasados deixa dos pelo Governo an terior. O parecer favorá vel do Banco para a Proposta de Mato Grosso do Sul foi co unicado oficialmen te ao Governador Pe- dro Pedrossian, pelo Presidente interino do Banco do Brasil , Luis Antonio Fayet , sábado, em Curitiba, durante reunião do Condesul. O'secretá rio de Fazenda, José Antonio Felício, dis se que a decisão "e um passo importante para resolver os ma is sérios problemas do Governo: "a divida - de curto prazo". A decisão do Ban co, segundo Felicio, vai_permitir um equi librio nas finanças do Estado e garantir a continuidade dos - investimentos, prin cipalmente em obras sociais. A medida de ve servir de parâme= talmn e contrrio esse negócio de sa - ber quem é aman e de quem, esse ipo de trab. lho. Ai, não 6 in-clig6ncia nccessá ria, tampouco espio nagem necessária. Estado - O senhor vai sensurar lefo nes fora dos limites estabelecidos pela Constituição? Flores - Uma coi- 5a eu tenho certeza: se isto ocorrer ou não ocorrer, ninguém vai ficar sabendo. Mas não vai mesmo. Estado - as quem vai decidir sobre o que é cspionaqem ne cessária? Qual será o critério? Flores - E: por is to que cu disse que nada será feito a to que de caixa. Que tu do vai ser estudado de forma madura. Não estamos com nenhuma pressa, nenhum açoda mcnto. Ao contrário. Estado - Mas há alguma possibilidade de retorno às práti cas usadas pelo SNI? Flores - O que posso dizer é que , no curso de "informa ções", passei com no ta mínima, só deu para tirar um qua tro. Estado - Isso po de trazer esperanças de que o senhor, no comando da área de informaçes, vai de- Pero Peitossian Constele Repojar ivila te MS tro para que o Gover no conclua a negocia ção com os demais - bancos credores. Antes dessa rene gociacão, o Banco do Brasil vinha retendo parte dos recursos - do Fundo de Partici pação dos Estados FPE - destinado a Ma to Grosso do Sul. - "Sem essa renego ciação, feita oor in terferência direta - do Governador Pedro Pedrossian, certamen te o Estado teria se rios problemas finan ceiros, o que pode= ria causar, inclusi ve, paralisação de obras", lembra o Se cretário de Fazenda, José Antonio Felício. enterrar os mor os dos "anos de chumbo"? Flores - O que e is e a ess repei lo é o direi o ao habeas-data, que es tá previsto na Conã ti uicão. Fora di so, não vejo razão para tratar do as - sun o. Há acesso am plo aos h beas-da as. Quando estive no Ministério da Ma rinha, respondi a muitos pedidos de habeas-data. Estado - O se nhor fala muito com os políbicos,é res peitado e tem proje cão no Congresso Na cional. Teve mui os conta to, co o Depu ado U lysses Guimarães. Co mo o senhor sentiu a norte dele? Flores - uma per da muito grandí'. • Õ doutor Ulysses Guima rães era ão impor an te que cu o procuravã para saber o que fa - zer. Espero que essas mudanças não impeçam que cu continue mi nhas andanças pelo Congresso, onde há ho mens públicos da me - lhor qualidade. O De putado Nelson Jobim - (PMDB-RS), por exem - plo, assim como José Genoíno (PT-SP). São quadro. r 'omissores. O Conoino é um mode r do progre si a quem hoje mesmo n - viei originais do li vro que terminei so bre a que tão mili - tar. E há também mui tos ou ros políticos de qualidades excp cionais, com os quais mantive conver sas. então posso dizer que realment con quistei um bom tran sito no Congresso Na c.ional. ORAÇÃO A SÃO JUOJS 'l'iDEU Para ser recitada em grande aflição, ou quando se parece priva do de todo o auxílio visível, e para os casos desesperados. - "São Judas Tadeu, Glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo - de Jesus! o nome do traidor foi a causa de que fosseis esqueci do por muitos, mas a Igreja vos honra e invoca universalmente como o Patrono dos casos desesperados, dos negócios ~~m remé - dio. Rogai por mim que sou tão miserável! Fazei uso, em vos i ploro,disse particular privilégio que vos foi concedido, de trazer visível e imediato socorro, onde o socorro desapareceu quase por completo. Assisti-me nesta grande necessidade, para que eu possa re ceber as consolações e o auxílio do céu, em todas as minhas - precisões, tribulações e sofrimentos, alcançando-me a graça. (Aqui faz-se o pedido particular),se para que eu possa louvar a D~us coavosco e com todos os eleitos, por toda a eter nidade. Eu vos prometo, ó bendito são Juda·s, lembra_r-me sen.prc deste grande favor, e nunca deixar de vos honrar.como meu espe l cinl e poderoso patrono, e fd~~r uào o que estiver no mPu aJ::- canco para espalhar a devoção para convosco. l:né::1". • 1 . São Judas, rogai por nós e por todos os que vos honram e invocam o vosso auxíÁio. L 3 Pai-Nossos, 3 Ave-Marias, 3 Glórias - M.C.A.D. Os 'Neonazistas' e o Nordeste "A Terra é um luqar. De maneira nenhuma o único luqar, nem - mesmo um lugar tipico. Nenhum planeta, estrela ou qalaxia ser tipica, pois o Cosmos e, em sua maior parte, vazio". (Carl Sagan, Cosmos) José Carlos Vasconcelos "Morte aos nordestinos", picham os nazistas em São Paulo e ganham manche tes. Coisas semelhantes com outras pa lavras são escritas até em colunas d; entretenimento nos "segundos cadernos" dos Jornais. Isso porque o mineiro i tamar Franco resolveu "tirar leite de., pedra" e convocou para o Ministério da Fazenda um conterrâneo de João Ca bral de Melo Neto e Gilberto Freire , vizinho de praia de Graciliano Ramos. E com ironia perguntam: "Gustavo, o quê?" O preconceito e o racismo incitam à violência. Mas quem são e o que fa zem os nordestinos? "Gustavo,o quê?º O preconceito e o racismo incitam à violência. Mas quem são e o que fa zem os nordestinos? O que é o Nordes te? Para mostrar quem são os nordesti nos poderíamos fazer um lista com no mes como Assis Chateaubriand, a quem se deve a criação do Museu de Arte Mo derna de São Paulo; Mário Schemberg -; físico da Universidade de são Paulo ; o economista Celso Furtado; o paisa - nista Burle Mark, e seguiríamos com nomes ilustres na política, nas ciên cias, no Direito, isso sem falar dos Empresários e Executivos. Com esse método de demonstração , porém, estaríamos aparentemente ·apro vando a "tese" de que "nordestino vi vo" migra: Na verdade, a maioria fica no Nordeste e muitos prosperam em á - reas que vão da pesquisa científica e invenção i agricultura. Na pesquisa científica, há centros de excelência, como, por exemplo, o Instituto de Física da Universidade - pode meados do século passado, começou a decadência das ~litcs nordestinas na cena política e na economia nacio nal. Nessa época começou na verdade a migração da força de trabalho com a exportação dos escravos dos canavia is decadentes para a ascendente ati vidade da lavoura cafeeira. Essa migração prosseguiu depois da Revolu cão de 30, com a industrialização tÕ mando como centro principalmente sãõ Paulo, e somente diminuiu o início - da recessão em 1982, a partir de quando o Brasil, ironicamente, tem - parecido igual em dificuldades e-de semprego. Mas sempre com Ministros - da Economia do Sudeste. Os nordesti nos foram os Ministros do Império. No Império mandavac os "barões do açúcar". Na velha República, os "ba roes do café". É a História. Há mais de um século, portanto, a presença - de um nordestino como titular de um Ministério importante tem sido moti vo de espanto, tem sido exceção. A partir de então, os nordestinos - e lite e povo - começaram a protestar. Há que diga que a discriminação começou com a mudança da capital de Salvador (Bahia e Nordeste) para o Rio de Janeiro. f. um dos motivos da Revolução Per nambucana de 1817 foi o fato de por iniciativa de Dom João VI, se ter iniciado a cobrança, em Pernambuco - de uma taxa para iluminação pública das ruas do Rio de Janeiro, onde se instalara a Corte. A rebeldia na po lítica manteve-se, porém, até o nos so século, e o Estado de Pernambuco manteve uma das mais cobativas ban- Federal de Pernambuco, que acabou de inventar o primeiro tomógrafo de res- cadas no Conrece Vc!onal na resis sonância magnética no Pais e o Insti- tencia aos resa.> +ui ates. tuto de Antibióticos cc~ invenções com repercussão internacional, de me- . O Nordeste não é um lugar típico, dicamentos contra o câncer. Nas Uni - e-de uma enorme diversidade: aconte versidades dos diversos Estados do ceu lá a maior mistura de raças do Nordeste trabalham 257 dos Ph.D. Bra- Brasil, entre europeus, índios e ne sileiros - nordestinos, é claro. gros, como lembra Carlos Garcia. são Também entre os teimosos, não mi - costumes e economias diferentes, que grantcs, há os trabalhadores que pro- vao deste o semi-árido - onde a eco duzen do sal (857 da produção nacio - nomia cresce 120 ao ano em Petrol{ na) ao açúcar (J5l) e um quinto da na e Santa Maria da Boa Vista com produção agrícola. Da região é extra! produção irrigada de frutas para e do 407 do petróleo brasileiro e 100% portaçao, em terras vizinhas a um da gipsita e do manganês. ~!as não a agricultura de subsistência trabalh dianta esconder o sol com a peneira: da por camponeses ainda com tecnolo o Noreste empobreceu. Em 1870, quan- gia e linguagem de quatro séculos a do se realizou o primeiro censo no trás - até o litoral, onde os porto Brasil, o Nordeste produziu 65 do misturam línguas, sotaques, teconol PIB Brasileiro. Mas com a queda dos gias e moedas de diferentes lugares preços no mercado internacional do do mundo e do Brasil. O Nordeste ~çucar e do algodão, a partir dos u lugar. José.Carlos Vasconcelos - Deputado Federal (PE), é líder da bnncaaa óu PR! na Câmara os Deputados -----------------------1 Se você não se Cuidar a Aids vai- te pegar itamar Franco Decide Fazer Ajuste Fiscal Amplo Tributacão e a Divisão da Arrecadação com Estados e Municipios e ds ' ttt Governo quer mudar ) overno abandonou a fd@la de fa er um a]u te fIsca! de energenc1a e decfdtu neoc{ar com o Congresso uma reforma fiscal ampla, profunda e deff nlt!da, a ser aprovada até o f!na! do ano, para entrar em vigor em )99), A reviravolta fol determinada ontem pe lo Pre!dente em exere[cio, Itamar Franco, após discutir o a unto por três horas com sels mlnfstros. O ministro da Fazenda, Gustavo Krau se, explicou que a mudança é reulta do de consultas feitas a parlamenta res, empresários e trabalhadores."Con clu!mon que n~o podPrÍnmoa repetir um flme do passado, em que o ajuste de última hora quase sempre não surte os efeltos desejados", disse Krause, " 0 governo tlécldiu ousar". A reformo que o governo encominha rú ao Congresso, conforme Krausc, a - brangorá desde os tributos incidentes sobre pessoas físicas e empresas a re partlcào de receitas tributários en - tre União, Estados e municípios. O mi O jornalista Oscar Ramos Gaspar, que já foi Secretário Adjun to de Comunicação So cial do Estado e que desenvolvia ultimamen te as funções de As= sessor Especial do Go vernador Pedro Pedros sian, foi indicado es ta semana para assu miro Comando da SE COM - Secretaria de Comunicação Social do Estado, em substitui ção a Claudio Noguei ra, já recebeu carta branca do Governador para passar a limpo a Secretaria e deverá , como primeira medida a ser tomada, desmon tar todo o esquema montado pelo ex-secre Previdente em eerc!elo_ Itamar Franco nistro in[ormou que foi nbandonada a Idéia de se criar o Imposto sobre Tran saç~es FJnancclroR (ITF) como um dos principais instrumenlos de aumento da arrecadação no aju~te de emerginclu • tário. Militante na im prensa sul-matogros sense por vários ã nos, onde entre ou -tros importantes trabalhos exerceu as funções de corres pondente do jornal Õ Estado de são Paulo e da revista Veja, o novo Secretário Os - car Ramos Gaspar é também um profundo conhecedor da reali dade regional no se tor da imprensa, tan to na Capital do Es tado como, principal mente, no que diz respeito à imprensa interiorana. Amigo particular do Gover nador Pedro Pedrossi an, Oscar foi um dos responsáveis pela propaganda e leitoral da sua cam panha, desfruta d~ excelente conceito junto aos profis - sionais da área e possui todas as con dições para fazer com que a nova po lítica de comunica cão social do Estã do seja mais trans parente e comprome tida em mostrar a população sul-mato grossense o desempe nho do poder públi co estadual, sem a interferência de grupos ou de inte resses partícula - res. Mínimo poderá ter correção bimestral e ou Indo a coecam loyo, tro da Fazenda receberá o deputado be" nllo Cama (PFL./A), relator do com!s - são especial do Cengreso que analisa rii " rt•foc1 ·,. Anile apla - Todos os estudos - realizados até agora e torno de virl as propostas de refor a fiscal serao a nalIsados. Entre elas estão as propos tas que tramitam no Congresso, como as dos dep..it3dos Luiz Roberto Ponte (FHDU RS) e Luís Hauly (PST/PR), Serií base da negociação ainda a proposta elabora da pelo comi6 io especial constituída no comcco do ano pPlo Presidente afas tado Fernando Collor, infor:nou Krause, Esta comissôo, coordenada pelo tributa rista Ary Oswaldo Hattos FIlho, elabo rou umn reforma profunda, cujo, ponto de partida era a reformulacôo do capí tulo da ConstituicÕo que versa sobre tribut::u;ào. pode Krau explicou que o Presidente Itamar tranco reo!veu partir par refora profunda porque conclulu que o uorento poltfeo e ideal. O over no conta, observou_on apoio popu - lar e parlantar. 'Ale disso, d!n pomos de !3 mInfstros de orles_par lazentar que Indicam a dfsposlao do governo de governar junto com o Con gr«JSo", cnf..it!LOU, Apoio Político - O r,overn,,dor ~t são !'nulo, Luiz Ant&nio flcury fllhQ defendeu a proposta de uma refonr.n f1sal ampla durante almoço co ira mar, no Policio do Plnnolto. Fleury o aconselhou a aproveitar o moento político e o informou d~ qu~ o PSOB é "favorável" ;i at1pliaçao da propos- ta de ajuste fiscal, hipótese quoh seu pnr tido, o PDB, "adite discu - tir". ** raJ OO[ID Distribuidora dos produtos BRAHMA para Bela Vista e Região. Oferecemos todo tipo de ma teriais para festa, como - freezers, mesas, cadeiras, copos e transporte. CERVEJAS, REFRIGERANTES E Cl!OPP com 15 dias de ante cedência. FONE (067) 439-1306 BRAHMA, SEMPRE O MELHOR PREÇO! **. Rua Antonio Maria Coelho, 439 Bela Vista-MATO GROSSO DO SUL Brahma é Brahma Você- Sabe! O Ministro do Tra balho, 1alter Barel= li, admitiu a possi bilidade de o gover no reajustar o salá rio mínimo a cada do is meses, começando já em novembro. Atu almente, o mínimo é corrigido a cada qua tro meses. O minis= tro recebeu a suges tão da correção bi - mestral do deputado Paulo Paim (PT-RS) e pediu ao parlamentar que elaborasse proje to instituindo essa periodicidade no rea juste. Barelli não de. monstrou a mesma sen sibilidade quando o assunto foi a refor mulacão da política salarial - medida que quer estudar apenas o ano que vem. Ele considera prioritá - rio o contrato cole- tiva de trabalho que, na sua opinião, acabaria estabele - "f===================================~~ cendo uma nova poli tica salarial. - Não há necessida de, garantiu o depu tado Paim, de se submeter ao Congres soo reajuste bimes tral.·Se houver con senso do· governo , pode-se baixar um a to administrativo - implantando a nova periodicidade. g2= Consulte nossos preços para toda linha ** ** Viação Caracol LINHA RELA VISTA/ CARACOL, saindo as 15:00 horas- diáriamente. CARACOL/BELA VISTA, saindo a-s O 7:00 horas d.iâria- alcool e gasolina. MOTOR ~ Retífica em Geral: nis (12) * E!rTREGAMOS SF.U CARANCO, RAPrDTNllO! 1t COLOCAÇÃO GR.ATUlTi! + MOTOR COM GARANTI.,! CAMPO GRANDE - MS Rua 13 de Maio. 3. 709 em Frente a Santa Casa Fone • 383-2517 e 384-4464 BOHITENSES P ARTICIP D ENCONTRO DE CO. TADOR S O contabilista: bonitenes Odilson dona Ilza Soares, se encontram em Salva - dor/Bahia, partici - p11ndo do "XIV Con areso Brasileiro de contadores", que es tá sendo r alizado no pcrlodn dr 17 a 24 do correne, so - h r c o tema "Vivenci ando o Futuro": o contador do /no 2000". Mais oito eventos pn ralelo estão proara rnados: IV Convcnçiio Nacional d Empresas de Serviços Contábe is; III Encontro Na- r· i 0!1) l ,J 1 ,J IJ,-,' ! ; f l ta·ional Cnntnb!l1 do Ensino Super or d C o n t a b i l i d de, I E n contro Nacio, 1 Constabilist 1 <l tor Público; XXI contro d Frt Reprsen ativa Contabilistas; contro Nacional d Conselheiros Titula - res e Suplente do CFC e CRCs; E o En con ro Nacional de Agen es do CFC. Como é no orlo Arrastar7m erce I ho 608 Na madrugada de eu bado passado, dois e lementos desconheci - dos, "arrastaram um Mercedinho 608", cor verde, carroceria de madeira, ano 77, cha na LH-1083, de S. Pau m lo, que estava esta cionado defronte a residêncii.1 dt• ..;,•u propriuLãrio, Sr. Ju vêncio de Almeida Rua Dr. Conrado, 625 altos da Vila Dona - ria. Um vizinho viu Guando colocaram o veículo em funciona tento, mas pensou tratar-se do proprig L5rio e por isso não se preocupou. A diantou, todavia , que tratavam-se de duas pessoas o não foi possivel identi ficá-las. Hospital Santo Aleixo· Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo Convênios: Unimed, Danco do Drasil, Prefeitura Municipal, Caixa Econ6mira SUDS e Fazendas Plantão - 24 horas Fone: (067) 255-1261 DONITO - MS is. .A E i ai de Citação para Oiplo de Candidatos Eleit s O DOTO' JAIRO LUIZ DE QUADROS, JUI' ELE.. · •. (' .:.1 i o.: BONITO, ESTADO DE MATO GORSSO DO UL, Ll l, LTC ... FAZ SABER a todos a que o presente Edi .al virei nhecioio tiverem, que não tendo havido reclame ire ultado cons an e na Ata Geral de Apuração, no Art. 37, 5 30 da Resolu ão do TSE n0 18.335, for ., quintes candidatos: JJREFf.JTO: VOTO.' Josó arthur Soares de Figueiredo , O, Fone (067) 439-1165 Rua Conde de Porto Alegre Rua Duque de Caxias De: Luiszeth Duarte * Tudo cm jeans e Bela Vista - MS o melhor preço da cida de! *Artigos em cou ro: laços, calças, se las. *Diquinis Moda intima,ber mudas, camisetas,etc.. VICE PREFEITO Olcir José Bigaton VEREADORES Kamil Farah Geraldo Alves Ricardo Ancel Nelson Vieira Paulo Joel Elio Perin Antonio José Luiz Trelha Alonso Donha 317 304 258 241 240 235 204 203 162 A audiência de diplomação será realizada no dia 30 de novcm bro do corrente ano, às 16:00 horas, no Plenário do Tribunal do Júri, sito no Edifício do Fórum da Comarca de Bonito. E para que ninguém possa alegar igonorãncia mandou o MM Ju iz que se expedisse o presente Edital que será afixado e publi cado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul - aos quinze dias do mês de outubro do ano de mil novecentos e noventa e dois. Eu, (Au dir Bispo dos Santos - Escrivão Eleitoral) que datilografei e subscrevi. Dr. Jairo Luiz de Quadros - Juiz Eleitoral da )0a Zona Ipariema Modas Ferro Velho Mais urn De: Normando Lima o mais completo Fer ro velho e auto-peças da região, pecas novas e usa das. e Auto Peças Sem Grilo Parabrisas novos e usados para todas as mar cas de veículos Rua Luis da Costa Leite - 1.500 ?eca informações pelo Fo ne: (067) 255-1460 BONITO - MS Visite-nos e Comprove! Confecções e Bijouterias - Adulto e Infantil Diretamente do Rio os últimos lançamentos: Conjuntos de Linho, Jeans. Roupas cm malha, shorts, camisetas, pijamas, calcinhas, benrru- das cores e modelos à escolher. Fone - 439-1846 Ru·· Conde de Porto Alegre, 368 - Bela Vista - MS Ido D rrr Os jornais afiliados à As. ociação 'acional de Jornais. ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes preceito : -, lla~ter sua independência ,. ) ' ~ Sustentara liberdade d~ expressão, o íuncionamento sem restrições da imprensa e o livre exercício da profissão / {)Garantira publie2ção de . contestações objeli•as das peswas ou organizações acusadas, em suas páginas, de atos ilícitos ou comportamentos condenáveis e J t 1.. r c ã o o on CC a i- e ti 2 - .J Apurar e publicar a verdade dos íatos_de interesse público, não admitindo que sobre eles prevaleçam quaisquer interesses I • - _('D fender os direitos do ser humano, os valores da democraci.'.I repres ntatirn e a livre iniciativa ,-.B ;_) Asscgurur o actSSO de seus leitores . às diferentes versões dos fatos e às diversas tendências de opinião da sociedade ( •• • · 8 Respeitar o direito de cada indivíduo à sua prirncidade, saho quando esse direito constituir obstáculo à informação de interesse público Y Diferenciar, d; forma identifioh 1 pelos leitores, materi:il ediiori:ll e materiJI puhlicitlrio • -10 Corri'1).r erros que terJ,.:,_m sido - . cometidos em su::s edições JHAL, TRIHUNA A FRONTE{A 4 ' o Britto Define suas Prioridades na Previdência: Dar Continuidade ao que s Vinha Faz ndo Apoiar o Ajuste fi ai o Mlnintro do Prr vidência Social, An-· tônio Dritto anunci ou quo tem duas prio ridados no Ministé - rio· dar continuida de ao que se vinha fazendo, cm Lermo:; de rcvinfio de bcnc flcioH numcnto do Ar recadação o fiscali zação, liberação dos benefícios represa - dos, cobrança das dí vidas, combato is fraudes, redução dos pagamentoa indevidos e melhoria da quali dado de serviço e trabalhar no ajuste fiscal, ji que "naô consigo ver tranqui lidade para a Previ dência Social em 19- 93, sem a reformula cão do orçamento, A- 1iás, não teremos 93 sem o ajuste fis cal. O ajuste fiscal não é importante ape nas para o Governo - mas para o Pais". Antônio Britto as sumiu a Previdência Social com a determi nação de honrar as - dividas com os apo - sentados e pensionis tas. Neste sentido garantiu que a Previ dência vai terminar º ano pagando o que é devido "vamos hon rar os compromissos as'idos. A,sim e. dezembro, o aponen tados e pensionis as vão receber seus pro ventou de nov•.bro, o décimo terceiro sa liÍ.r io e a primeira parcela dos atrasa - dou dos 147 por cen to". Serão quase 25 trilhões de cruzei - roD de pagamcntor.; . Ji cotã definido auc o primeira parcela dos 147 scrú paga com o beneficio de novem bro. Quanto a 1993, o quadro é mais compli cado, ressaltou o MI nistro. "Não há mila gre à vista. Não as= sumi um Ministério , mas um desafio", dis se. Mesmo assim, o - Ministro espera en - contar fórmulas de obter recursos para pagar a sequência dos atrasados dos 147i e vai negociar com o Congresso, uma vez que o Orçamento encaminhado ao Legis lativo não inclui previsão de recursos para pagamento dos atrasados. Segundo o Ministro, haverá ne cessidade de incluir no ajuste fiscal re cursos para o paga - mento dos 1478, no valor de Cr$ 12 tri- lhe a pro;os de ± torro. O Ministro afir - to tambm a duran te a sua administra ção estará preocupa do com a eficiência. "previdência é um assunto que exige priorizar, acima de Ludo, competência especialização e efi ciência. A idéia fazer uma gestão ca da vez mais profis - sional, no melhor cs pirita da Casa". Outro ponto impor tante que vai persa guir é o combate à fraude. Para o Minis tro é imprcscindi = vel informatizar a Previdência e melho rar a DATAPREV para acabar com qualquer chance de fraude "Primeiro, é necessi rio evitá-la e isso passa pela informati zação. Segundo, e preciso combater a fraude em andamento, o que exige audito - ria permanente. Em relação àquela con - eretizada, a solução é a revisão dos bene ficios", o que ji está sendo feito. A firmou que todas as ações de eficiência terão continuidade Não quero que pare Violência no Campo? Onde? Eduardo Machado Hetello Vivemos em um Estado abençoado. Solo diversi ficado, propício a todas as culturas. Regiões for midãveis para a pecuária, desde a criação até a en gorda. Já "começamos a sentir a importância das estra das pretas, cortando em várias direções e apesar das dificuldades sabemos que a nossa malha viária será completada quando as coisas sorrirem de no vo. r verdade que fica= mos tristes com as rodo vias novas, como a que vai para Aquidauana, a Dourados-Naviraí e até a caçula Campo Grande-li-rês Lagoas, esburacadas. Ur ge conservá-las, não dei xi-las acabar. Tapar que seja, os buracos . Lembrar o velho ditado : "remenda seu pano, que dura mais um ano", A energia rural, a te lefonia, são promessas - atuais e sentimos que não vai longe o dia em que o campo se beneficia rã, totalmente, desses - importantes melhorarnen - tos. Os Postos de Saúde ru A educação rural é ma- rais, deveriam ter uma is complicada. Não a solução parecida com as construção da escola, que das escolas: pagar bem é relativamente simples . aos servidores e dar con O funcionamento é o mais dução aos usuários. difícil. Mas, a solução~ evi - dente: pagar ao professo rado melhor do que ao da cidade, para conseguir fi xá-lo nos lugares distan=· tes. Construir menos, po rém maiores escolas eu - sar Ônibus, para pennitir o acesso de todas as cri ancas, inclusive nos dias de frio e de chuva, levan do-as, seguras, às portas de suas residências. E quanto às residênci as, por que não fazer o BNH rural? Que os peque - nos proprietârios possam construir, com fac1lida - des, em seus sítios e não sejam seduzidos a virem para a cidade onde os -in centivos são muitos. Acabamos de relacio - nar os pontos principais para a fixação do homem no campo. A falta de con forte, de assistência a família, são os fatores que provocam o êxodo ru ral. Mas com todas as defi ciências, a nossa gente tem uma sorte: vive em paz.. Não há conflitos, ten sões, Ódios. A hannonia é a tôni - ca entre patrões e empre gados, o trabalho 1eva do a sério, o respeito; a honestidade existem. A felicidade mora no cam - r da" di.. Quanto ao aumen- to da a![quota de contribuição paga pelos segurados e pelas empresas, o Miniatro <l·clarou se contra, uma v·z que a carga tributá ria já é pesada de- mais. · No oncontro com os Diretores e Supc rintendentes do IN S5, mantidos nos seus cargos, Antô - nio Britto ouviu un breve relato das .a ções que estio sen do desenvolvidas nos Estados. Mos trando conhecer de talhes do funciona mento do sistema previdenciário, fez perguntas especifi cas sobre o traba - lho nas áreas de re visão de aposentadÕ rias, de fiscaliza= cão e de combate às fraudes. O Ministro vol - tou a afirmar que o cargo que assumiu é complexo e que vai exigir trabalho. Avisou ao dirigente "Vou cobrar o cum - primento das metas estabelecidas". Fa lando sobre a perma nência dos Direto= res e dos Superin - po. As aparentes exceçoes são movimentos prepara - dos, que usam gente de outras regiões, princi - palmente nos anos elei - torais. Até os ocasiona is furtos e roubos, têm sua origem em organizaçÕ es urbanas. - Por isso, causou espe cie uma recente reuniao, realizada em nossa capi tal, em que se discutiu a violência no campo. Será que não erraram de lugar? Ou vieram pre gar para o que não exis te venha a acontecer? Xô, fora daqui! Em Ma to Grosso do Sul não ha clima para isso. Deixem o nosso povo em paz. Que venham, com urgência, as condições e melhoraentas que precisamos, para pro duzir mais e melhores a= limentos para a cidade , onde aí, hein - a vio lência é um fato. Leia e Assine da Fronteira o Jornal Tribuna Diário Regional • IA. ME E T ✓ ..- LOCADORA ;~ RTEVASE f.FlAtRASA MEGA DRIVE ~ NINTENDO E OUTROS ~~, .BARÃO DO TRIUNFO, 1381 CENTRO _,--- ! 439- 1390 tende enfatizou que competência e hones tidado são Os unicos critérios para pren chirento de cargos na área d Providen cia e que vai perse quir, observância en tre a eficiência em todos os pon 0s. O Ministro, enfa tizou que a Previdõn eia Social não é do Governo mas da socie dado e que todos os funcionário~ devem procurar fa7er um trabalho da melhor forma possível. "Pr2_ cisamos fortalecer esta casa e não fa - zer dela um lugar po lítico", explicou Dritto recomendou a os Superintendentes para que abram as Su perintendênciao para ouvir e receber aso ciedade, atender re- clamações sobre os serviços e prestar esclarecimentos so - bre os benefícios. O Ministro ou o trabalho rvtuore que monstrando erleda - de, co:.p tenra dinamis o, consegui ram mudar a ima4e. da Previdência Soci al em curto nos aço de tempo. Até gora penas duas pessoas foram convidadas para co por a equipe do novo Ministério: o ex-e crctário ndjunlo d0 PoliLica ~conõnica do Ministério da Eco nomia, Sirgio Culo = lo, que será o Secre tJrio ex cutivo e A= luizio Davis Neto, ex-funcionário da Previdência e assc5- sor do Deputado Ulyg ses Guimarães, que sera o Chefe de Gabi nete. LAUC1DIO COELHO - Líder Inesquecível Antônio Barbosa de Souza Dívidas Mais ou menos 1959 ou 1960 Sr. Laucí dio contou-me satisfeito que estava de - vendo três fazendas de uma vez. Eu não via onde estava a vantagem. -- Mas você não vê meu filho? - Não senhor! - Ora Antonio, nós compramos e lota - mostres fazendas que vão dando produção e ajudando a se pagarem enquanto o prazo corre. Os prazos mêdios eram de 3 anos. Perguntei se não era dever muito. Sr. Laucidio me disse: - NO começo da minha vida eu procura va comprar terras e o limite do meu endi vidamento era o valor do gado, isto é , eu devia todo o gado. Quando o gado foi aumentando eu passei a dever só O gado macho, agora nos nao conseguimos crédito para tanto, por isso eu tento comprar fa zendas com prazos que facilite e me aju de a pagar. Isso aconteceu até a Última compra que foi de parte da Fazenda Bodoquena em 1971. Sr. Laucidio pagou por antecipação de µmano O gado que devia à Fazenda Bodo - quena em 1972 para se dar O d" ·t de começar a d· t . b are1 o 1s ruir fazenda e gado aos filhos mas sem d' • ._ avidas para pagar pela primeira vez na vida ao que me lembro. Ele sempre dizia, - Antonio semp: . _ "divida or '. reganhei dinheiro com gan1zada" Cuid d d' 'd tem de ser f • • a o, a 1v1 a não fazer d Para producão de bens e menor. Se vocêuraco maior pr~ tampar um par um buraco entra nesse ritmo de tan- - menor fazendo • vo ce vai acabar d t um maior, _ indo dele. • en ro do buraco e não sa- 1 L - --- ---------- O PAÍS QUE PLANTA 9 A FOME ESPANTÁ l l PRESERVE O PANTANAL ± NATUREZA VIDA • . lt E TALO DE MATO CROO DO UL - POLÍCIA MILITAR MM'ANA DEPENDI I r. Ili 1-'0I.ICIA Mll,l'J'Nt I l,(Jkl.',T/1 POLICIAMENTO FLORESTAL ORIEHTA(ÕES BÁSICAS t.- Peca: (Códto de pesca - Dec. LeI 221/67 e Lef 7.679/88) J.J - P, proihirln tronopo-rtor: ,) 'TURISTA - Transportar pescado quant Idade super for ao per!tIdo, tsto é , superfor a 30 kg, fora o exemplar, por cada pescador com a cartelra de pesca - Transportar sem estar acompanhado da ufa de vistoria e lacre , ,xprdlda peln POLICIA HORF.STAL, - Transportar pescados com sfnafs de mnlha (mnrcoo na cabeça), ou de cnmnnho Inferior aos seufntes: PINTADO - 80 cm, Dourndo - 55 cm, Pocu 40 cm, Jnú - 90 cm " Curtmbocn - JB cm. M} PEIXEIRO - Tronsportnr qunlquer quontldndí! sem a gula de v!storta e lacre t·xp,rllda pela l'Ol.ÍCfA FLORESTAi.. - Transportar pescado com stnafs d malhas (marcas na cabeça),ou de tamanho Inferfor ao permitido. F. permitido Pcncnr: n) TURISTAS - com os seguintes aparelhos: ltnha de mno, caniço simples e mo lln~tes com varn de nylon ou bnmbu. b) PROL'tSSlONAL - Com todos os materfals do turistn e mais o anzol de galho, olc':m cio tnrrufa parn cnpturu csp~c!Cica dn Curtmbotâ. 2- CAÇA: ( Código de prot<•çno n fnuna - l.el 5.197/67) 2.1. - E proibido: a) Abater e/ou transportar qualquer espécie ou quantldndc de animal silves - tre. b) Tronsportnr qualquer arma de cnço a noo s~r com autorJzaçio expressa do !BAMA: c) Manter no cntivctro, trunsportnr ou comPrcial tzar qualquer animal silves tre, ainda que vivo ou criado cm casa. '** PF.NALlDAllES DOS DELITOS CONTRA A FAUNA (Reclusao de 01 a 05 nnos, sem dlretto a finnça) J- FLORA: (Código flon•stnl - Lei 4. 771/65) 3.1. - E Proibido: a) llesmatar v,•gctação pe-rmanentc (margPn" ele rios, lagos, nnscentes e encos tas de morros) . b) Desmatar áreas passiva de desmate,porém sem autorização do IBAA. c) TRansportar produto florestal, madeira serrada, em tora, carvão, lenhn,p~ Ianques ou lascas , sem o documento próprio, fornecido pelo IBAMA. d) Cortar qunlqucr árvore de aroe1ra, e para transportar as Já cortadas ante riormente, necnss i ta de au tortzação i,sp,•c {fica do I BAMA. e) Utilizar ,. transportar moto-serra sem estar registrada no lBAHA, além do r,spcctivo porte. ) Atear fogo em qualquer forma de vegetação. 3.2 - r. permitido: n) Desmatar nreas, que após a vistoria técnica, é expedida pelo IBAMA, a res p~ctiva "nutorizaçào de desmate". b) Transportar produto (lorestnl e ~oco-serra, acompanhados do documento es- te{fico. ' e) Funcionamento de Empresa que trabalhe com qualquer tipo de produto flores tll, desde que com o registro no lBAl-11. PIRACEMA - Período de Piracema no Estado está' confirmado para 25/11/92 a 10 de fevereiro/93 , sendo prorrogado até 2é/02/9J nas cabeceiras dos Rios. "FORME FILEIRAS COM A FLORESTAL, AJUDE - NOS A PRESERVAR O QUE E SEU A NATUREZA AGRADECE" DENUNCIE OS INFRATORES CONTRA O MEIO AHRIF.NTF. PELO FONE - 251-2462 Dcst. de Polícia Florestal de Jardim/MS , ASSENTADOS DA BARRA DO ITA BENEFICIADOS PELO PROCE A PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 3.000,00 A. 46 fa,ílias a 11(1 li r lo f.! rr ,'.:> I • J , em Bela Vis a, devrão r cebr dentro dos próximos dias reur sos na orden de Cr$ l(.J .000.000,00do PROCERA Pro qrama de Custeio e Reforma A grária obtidos através de in- ermediações da Superintendn cia Es adual do INCRA jun .o - o Banco do Brasil . Os r cur sos são oriundos do FCO - run do do Centro Oes e e serão d s Linados a investil'.lenLos dcntrÕ do Assentamento, nos se oreb - da pecuária, agricul ura, qui siço de equipamentos,desmates e correção do solo. Os Jevan arncntos sobre s nrcessidadDs das familias ds - snntadas na Barra do Itã e su ar. principaia reivindicações foram feitas pelo escritório - local da EMPAER, que elaborou o projeto e o encaminhou ao Ba.!:! co do Brasil. Segundo informa ções do chefe do escri ório lo cctl, Antonio Ramos dos San os (Chiquinho), cada familia as - .... ,. • l"" enha a tua proa considerávelm nt pei .o principalme ra, setor que <ltÓ , mais de seis anos de su ão, pouco ou quase nada produziu; deixando de ajudar no fornec1men to de limentos à cidade e em prejuizo das próprias famíli s - assentadas que, por um motivo ou ouro, não cumprirar a té hoje o objetivo para o aual - foram assentados na Barra do Itá. zz:: : m zz : z:: z r r z:e- ORAÇÃO À SANTA CLARA Por intercessão de Santa Clara, Senhor todo poderoso me abençoe. Proteja. Volte para mim seus olhos misericordioHos, me dê a paz e a tranquilidade, derrame sobre mim suas copiosas graças, depois desta vida me aceite no céu em companhia de Santa Clara e todos os Santos. Fazer os pedidos à Santa Clara, 1 de Negocio e 2 impossíveis. Re- zar durante 9 dias, 9 Ave Maria com uma vela acesa. Deixar queimar no 9Q dia. Mesmo sem fé seus pedidos serão atendidos. Publicar no 9Q dia,Sa~ ta Clara confio em vós. .1 CJRJCOL & D aba ,, Hoje poucos dias após as eleições, olho nos rostos das pessoas e chego a conclusão de q/ aqui em Caracol, não houve vitória e sim apenas derrotas pois quem está comemorando a vitória não está com aquela alegria e satisfação tot.:il. r Na vez de aaradecer aos eleitores estão aoredindo-os. Quem está chorando a derrota não-está, não derrotado - por completo. Afinal ( 27 ) votos, será mesmo vitória para quem está a mais de 08 anos na política? Será mesmo derrota para quem entrou apenas à 90 dias a trás? E fico ainda convencido de que não houve vitoriosos,qua.!:! do lembramos dos 334 votos em branco para prefeito e vários - deles de pessoas convictas que votaram apenas para vereador , e escreviam frases de repúdio aos candidatos à Prefeito. Fico pensando, se tivesse outro nome mais popular de al guém que já é ou foi engajado na política, talvez viesse-a à satisfazer os anseios dos eleitores. Principalmente os donos dos votos brancos, já que se encontravam num beco sem saída , corno diz o ditado: "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Tanto se falou na ética pela política (Fora Collor) que o povo já está aprendendo. (Ainda falta um pouco)., Mas a credito que até as próximas eleições já estarão aptos, não só aptos corno conscientes, para que não haja mais essa falta de respeito com a família Caracolense , que vem senão humilhai da e massacrada moralmente, pelos baderneiros" Vitória". (ALT Auto Elétrica Dinâmica LUIZ CARLOS CALLIARI MACllADO p i. rê 11 i 1 ' d [ Le :o n q 2u c, nc ,nz ra :n io co ± c Peças e Serviços elétricos para veículos em geral, ven das de baterias· novas e Ajax Ecolíne com 1 ano de garantia. Rua Marechal Deodoro, Bairro Costa e Silva Fone - (067) 439 - 1864 BELA VISTA - MS Garant.inns nossos serviços Visite-nos e comprove! Viação Cruzeiro do Su !o •vi ?X • d .u ! a ·mas ·,Pg :te .a - de éti ca li o a.I. il - _, r. 0 Viàção Cruzeiro do Sul CONFORTO - SEGURANÇA - EFICIÊNCIA ~!NHAS PARA TODOS OS MUN!C!PIOS DE IS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITA1S UMA ESTRELA BRILHA NA _CONSTELAÇAG DE MS d 1 92 - ___________ ,_._' __ • _•_:_· ~;--~• J~• _L_. •_. _r -·--------------~ -~- EHTR EVISI A 00 SR. MINISTRO ANTONIO BRITTO 40 com 34. O ministro Krause coorden as tratativas do governo pura a aPtoV do juste fiscal. . a, elhor As tratativas tem tido a n À l ·~~c-ao porque n-o hj ~m ~~r nc,t~ pJ1. ce d 'a + ± t fiscal t4o - <» aue O }u e +i que não sa1Da ;+ v g } p, , j. t te , ,r·' o uovC'rno, rt' 1., P o J il.:. mror .an Pa o ? ; ] - • e, o tiver a'use fisca, nao tera 5e na d. -, 93. Não vai ter obra mm estrata, em saud d - 0 c:n r. nl•ur1 c·1nt.o. rcho que Cr.1 • UCOÇil , • • • • . . _ d, orque as pessous omaram cons- vai ar, PF " ] • I ciência de que esse ajuste isca e inds <. ·1 Alia se correres os olhos nos pensave , ' ar» editoriais dos jornais e na repor' agens- feitas há 5 meses sobr ajuste fiscal, na 1 ;poca o clima j~ era [uvori.lvcl. S~ que a : d fores observar o que e que oe isso na comissão de Economia, quando o Bonito Ga ma foi indicado relator lembram daquele - momento lembram do vendaval todo? Havia - um clima muito favorável no Congresso ao ajuste fiscal. Ele não é uma questão rei cionada ao ooverno, e uma questuo rclac10 nada à governabilidade do País. neves tan bém lembrar, porém: 1) nunca virou projeto, 2) não teve tempo de ser discutido e 3) como dizia, há alguns erros graves, ao ponto do ministro Stephanes não ter acei to, ele governo,a proposta do governo. A cho que, com a negociaçao que vem s~ dan do entre o ministro Krausc e o Congresso com o clima que há no País e com a parti cipação de todos - e o Presidente me reco mendou que todos participemos deste esfor, co, não tenho dúvida de que a gente vai chegar a um entendimento com o Congresso. Não pude conversar com o Ministro Krause sobre o modelo que está sendo pen sado por ele e pela equipe econômica. O que sei, e que me anima muito, é o que o ministro Krause, que é deputado como eu, tem enorme circulação no Congresso e en tende que essa não é uma tarefa do gover no. Precisamos reassegurar a governabili dade ao País. ***********************~*************** P: A reforma da Previdência Social é prio r idade de ua qestão? R: Voces abem que tenho falado sobre eg sas coisas trezentas vezes por dia h tres ou quatro anos, Espero ter dito qual 6 a minha crença. Crença que voce não escapa de no médio e longo prazo fazer com que a Previdencia passe por uma reforma estrutural. Nao es tou dizendo nenhuma novidade. E o que o País pensa, é que a amara pensa e aprovou naquele Relatório que fiz. Queria lembrar o equinte: discutimos isso em fevereiro faltavam 18 meses ou mais para a revisao conntitucional de 93. Lembre, que, em feve reiro de 92, não só faltava um ano e meio para o segundo semestre de 93, corno nem tinha sido aprovada a emenda de antecipa ção do parlamentarismo. Estamos em outubro e, me parece, isto é um dado de realidade, que não se vai conseguir faze: uma reforma da Previdência antes da revisao constitu - cional. Considero que, quanto à questão q/ envolve a revisão constitucional, precisa mos cumprir uma agenda que passe por formu lações; estudos, numeres, cada alternativa para que o Ministério funcione como um la boratório de idéias para alimentar essa discussão. A decisão sobre a Previdência - não é do Ministério, não é do governo, é da sociedade, através do Congresso, no mo mento da revisão constitucional. E o que, como ministro posso fazer ? Devo ouvir as melhores inteligências, as melhores experiências do pais e, diante de todas as posições, procurar estimular e subsidiar o debate, levar adiante a expres são do Ministério e do Governo quando da revisão constitucional. Logo, não tenho co mo prioridade qualquer ação de reforma es trutural, se a palavra prioridade signifi ca "amanhã de manhã o senhor vai tomar al guma providência". A providência que adota rei será a de começar a articular, semina rios, debates, publícações, consultorias , convênios etc., etc.,etc., para que a sO ciedade brasileira tenha, nesta Casa, um centro gerador de dqcumentós, de subsídios nho eu e digo " Precisemo contar com . sua ajuda". Enquanto a gente esta nesse nl vel de negociação, e entra um e sai outro, abaixo de nós nada mud. Claro que vou 1m primir a minha marca. Cada um tem a sua.Vo ces tem uma vantagem comigo_ que pode ser uma desvantagem para mim. Não mudo, como - ministro, nem uma vírgula do que penso co mo deputado. O que é que mudou ? Passo _a fazer parte de um governo e du articulaçao com outros ministros naquilo que tem a in terface com outros ministérios csemprc,sob a orientação do Presidente da República vou cumprir as decisÕc!: do governo. Toda vez que me perguntarem o que que vai acontecer, vou responder: deponde das discussões que tivermos como Congresso com os outros ministrar. e com o Presidente da República. P: Como o Sr. vê a quentão da aposentado ria do servidor público? é R: No caso do funcionário público acho g seguinte. Voce tem dez universos , isso a1 está no Relatório, tem umas quinhentas pá ginas sobre isso. Essa discussão terá que ser enfrentada de duas formas: Uma não compete ao Ministério da Pre vidência: quais os direitos de um Funciona rio PúbliLo? Quais são os direitos e os critérios que vão subordinar a atuação do Governo em relação a eles enquanto servido res ativos e, em conse~uência, como é_ que fica quando eles parten para a condiçao de inativos. Isso é uma discussão da qual par ticipa a Secretaria de Administração.A se gunda: o que é ou será direito dos funcio nários servidores públicos, quem paga nao pode ser a Previdência Social. se gs EPU continuarem sendo pagos pela Previdencia Social não tem como fazer mágica. A lei ql fiz, gradualmente acabe com isso. Dentro - de dois anos acaba a utilização de recur - sos da Previdência para pagamentos dos EFU. E aí virá uma discussão da qual temos que participar. Quando sentamos em 07 de maio de 1991 com a área econômica do gover no para discutir a Lei de Organização da Seguridade, a Previdência estava pagando - 74% dos encargos Previdenciários da União. Consegui, graças a lei, reduzir para 458 - no ano que vem, em 94 para 30% e em 958 pa ra 10%. Voces têm duas formas para exami - nar isso. Já se conseguiu recuperar 30 pon tos percentuais que, para voces terem uma idéia, equivale a 0,38 do PIB. Recuperamos para a Previdência 1 bilhão e meio de dóla res, aproximadamente. Alguém pode chegar e dizer que ainda faltam 558. Se puder acele raro cronograma, que bom. só que as difi culdades do qoverno são conhecidas. Se não der para acelerar o cronograma, esse que ai está já foi uma pr~~ira vitôria e essa vitôria será afinal definitiva dentro de dois anos. P: Quais as prioridades de sua administra cão? R: A minha vai ficar voltada para duas questões imediatas. Uma ê a questão geren cial e, no curto e no médio prazo, não tem outra saída a não ser gerência, gerência e gerência. Vou dar a palavra de continuida- de nas ações que vinham sendo desenvolvi - das visando: 1).a revisão de todos os beneficias, 2) a aceleração da concessão dos novos be nefícios, os famosos represados, 3) a revisão do buraco negro, 4) as negociações das dividas em geral, Aí voces ponham as prefeituras, clu bes de futebol, empresas privadas. São a ções que estavam em andamento e darei con tinuidade. Enquanto isso vou participar a tivamente da minha segunda prioridade de curto prazo, que e o ajuste fiscal. Por - mais que o pessoal aqui eleve receita, com bata a fraude, não há recursos em 93 para= pagar os atrasados desses 147%. Não há no orçamento. Conversei com o Presidente Ita mar Franco sobre isso e o Presidente me determinou que procure ajudar o ministro - Gustavo Krause para que a gente mostre que o ajuste fiscal não é importante apenas pa ra o Governo, mas é importante para o país-:- P: Quais as mudanças na Previdência Social? R: Acertei com o Presidente a indicação do Dr. Sérgio Cutelo como Secretário-Executi vo do Ministério. Tem uma carreira brilhan te como funcionário público, como economis ta, e tem exatamente um ,perfil, que voces conhecem, de alguém muito afeito às nego ciações dentro da área econômica, com a área econômica e sobre a área econõmica. Mantive as.direções da DATAPREV e do INSS no sentido de prestigiar a Casa,o cor po permanente da Casa, e dar continuidade a esse esforço. Coordenei a feitura de uma lei que estabeleceu uma série de ações que lamentavelmente, no inicio do Governo Col lor, não foram sequer lidas. O ministro Stephanes formulou um plano de trabalho on de, muito corretamente, tinha como preocu pação fundamental cumprir a lei e executar aquelas medidas. Venho em substituição ao ministro Stephanes para na verdade conti - nuar a execução de atividades que cumprem uma lei da qual lá atrás tinha sido coor denador. E as leis que faltam para isso vao agora ser tocadas pelo minístro Stepha n1es, na Comissão de Seguridade Social e fã rília da Câmara. Então a gente está tendo= um exemplo de integração. Sou um parlamen tarista. Abram os olhos, porque está haven do uma experiência pré-parlamentarista. - Vejam bem que coisa curiosa. O minis tro Stephanes diz que eu o ajudei. Ai ve- P: Quais os problemas de caixa da Previdên eia Social? PERFIL DO MINISTRO ANTONIO RITTO O Deputado Federal Antonio Brítto (PMDB/RS) tem 40 anos e é natural de Sant'Ana do Livramento, fronteira com o Uru~. Formou-se em jornalísmo pela Uni versidade Federal do Rio Grande do sul (UFRGS) e foi professor da disciplina de radio na Universidade do Vale dos Sinos Unisinos). Em Porto Alegre, chefiou o Jornalismo das duas mais importantes rá dios do Estado, a Gaúcha e a Guaíba. Foi ainda chefe do jornalismo da RBS TV-Porto Alegre até se transferir para a Capital - Federal. Em Brasilia, atuou como repórter R: Voltemos a agosto deste ano. Nomes de de TV, passando depois a chefiar a sucur agosto, o Ministério da Previdência Social sal da Rede Globo, até ser convidado pelo cumprindo a Lei de Organização da Segurida ex-Presidente Tancredo Neves para assumir de Social, participou de uma Comissão IN- a Secretaria de Imprensa do primeiro go t'erministerial que, junto com o Conselho - verno da NOva República. Britto se demi - Nacional de Seguridade Social, elaborou u- tiu no dia da posse de José Sarney ma proposta de orçamento para o ano de 93. • Em 86, com apenas 34 anos Britto se Essa proposta previa 40 trilhões. de elegeu com 305 mil votos para a camara Fe cruzeiros para pagamento de benefícios em deral. Foi reeleito em 90. Desde O seu 93. Essa será a despesa para o ano q/ vem. primeiro mandato, a atuação de Antonio Estou com a linguagem orçamentária abril - Britto tem sido marcada por projetos de 1992. A área econômica, ao encaminhar - area social. este orçamento para o Congresso, fé-lo com Em 89, conseguiu a aprovação da Lei ·34 trilhões de cruzeiros. Estes 6 trilhões de sua autoria que reformulou O FGTS es cruzeiros são beneficio,; que existem a pa tabelecendo uma série de med • d . 'rtan gare que não tomam a forma de recursos tes .- acuas 1mpo: -- . 6 .2. i ! como a correção adequada dos saldos, previstos. Estes trilhões de cruzeiros - obrigatoriedade do fornecimento de extra são em torno de 12 trilhões de cruzeiros a tos mensais aos trabalhador» . - do preço de hoje. Tenho me referido, até com Conselho Cur di· es, criaçao alguma imprecisão, a 10 trilhões de cruzei Em 91 ª~,entre outros. . ' Britto foi o relator da Lei - ros, porque a gente tem um problema sério= de Custeio da Previdência Social(no g,712) de sempre, que é o efeito inflação, e uma que det - -~ segunda questão, na velocidade que vai f;s terminou varias modificações e bene - a cios a aposentados e tr • revisão de benefícios de um lado e a con nos e rurais A L . . a alhadores ur ~ cessão de outro. De 10 a 12 trilhões de 07-91, pelo b "? oi sancionada em 24- . . • resi ente Coll Em f ei cruzeiros a valores de hoje, dependendo: ·rode 92 Brítt f . or. ever l)da velocidade de corte, Comissão'Espec·ºi ~i_escolhido relator da 2) da velocidade de concessão e cia social à{_'e Reforma da Previdên 3) do cenário macroecor,ômico. 0 l. - ongresso Nacional. - re..atorio, elogiad O proprio ministre, Staphanes disse, no setores do Legislativo O . por to~os ºa~ discurso, uma frase do tipo "sobrarão de 2 Presidencia·-da R úbl.' foi encam.J.nhado a 4 triliões de cruzeiros no final deste a Todos esse[,,,{ no". Dois a 4 no dia 3) de dezembro, em i putado um dos . ª os fizeram do de- ; < d, 1 5 « ; -= • maiores especils a neiro va1 ar um a 1vic,, porque em Janeiro te.ria dentro do Co ia. istas na ~:... ve o dinheiro do 130 e vem o de dezembro. nos de 90 e 9 1, ,'Sresso NacionaI. Nos_2 Ai voce chega a 30, paga janeiro, e são de ciência, Presidiu a conis quando chegar em fevereiro voce têm duas - comunicacão da'o,_"O-.oqia, Informática e pequenas realidades, a primeira Ão efeito ara dos Deputados. salário mínimo (não escueçam que em janei ro tem novo salâr'io mínimo) e a segunda é que tem que pagar a se~unda parcela dos a trasados, em março a t~rceira, e ai vai. Não tem como pagar 40 comn 34 e esta é a pequena moral da história: não se paga - LEIS E ASSINE o j ORNAL DE SUA CIDADE! FAÇA BOJE MESMÓ SOA ASS.lNI.TURA! PREÇO DESTE EXEMPLAR cr$ na , a Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1271_22_10_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1273_28_10_1992 Voltar para a lista de itens