TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1989_11_03_1999 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1989_11_03_1999Número da edição1989Data de publicação11 de março de 1999Número de páginas10GeoCoordenada -22.10172447001528 , -56.52981469550711 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1989_11_03_1999 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto - Porto Murtinho [laia v,.,,a Jardim ntonlo J04o • 0unllo Guia Lope (1 Lnguna tio aque Caracol - Conclusão do asfalto Guia Lopes da Laguna/Bonito é inadiável Em expediente ao Secretario de lnl'r.1c,1rn1111,1 e Ohr.1, Públicas, Pedro leruel, com cópia ao diretor-geral do Dersul. Luis L.andes Pereira, o Deputado Flávio Kayatt reforçou a cobrança de Iodas as lideranças municipais, empresários e politicos para que seja imediatamente concluida a pavimentação ,1,ffüica da 1IS-JX2. no 1rccho Guia Lopes da l .aguna-llonitn. Faltam apena, L3km para capacitar esse que é um dos mais importantes corredores da crnnomia csladual, onde r.:pou,.1111 as expectativas de produtores ruas e cmpr.: ·.irios ela agroindústria c. principalme111c, cio turismo, jti que a rcgiào ~ atualmente uma das mais ,1trucntes para visitantes do Pais e do exterior. O custo de domar o dragão O pacote linha-dura do governo vai provocar 11111is desemprego e reces.11i11 pum evitar o pior dos males: a i11jlaç1i11 atuantes crn Porto !ilurtinho Iulhcrc e topa! d reada pelo dia I } ,_Y ~) Presidente da Republica Fernando Henrique Definiu-se na semana passada a estratégia do governo para enfrentar a crise. Quase cm silêncio. foi montado um no, o plano nntiinílasando da hora. Desde o dia 13 de janeiro, quando o go,cmo denou o cimbio flutuar, a economia brasileira ficou à dera Evaporou da noite para o dia a c:.-m,tur.i basc.1da nn quase paridade da moeda brasileira com o dó!Jr. foi ela. a iincor.i cambial, que nos últimos quatro anos e meio manteve a inflação domada e pcnnitiu que o, hr.i,ilciro· c~pcrimcnlasscm alguns do confonos do Primeiro Mundo: estabilidade monetária, imponaçõ,:s 1 ara modemizar a indústria e fonnar o estoque dns 1,,ja,. N..:s e sentido. pocbsc dizer que o l'lano Rcnl acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as g:lct:15 no 8Jnco Central e seu sucessor liberou o cãmbio. llcpor1agcm compktn nu Págin~t•OJ PASTELADA A ccrclllria Municipal de Promoção Social COM NICA que estará promovendo no próximo dia 14/03. uma deliciosa pastelada. para a aquisição de uma cndcina de rodas. er.i no prédio da ASPUB, a panir das 09:00 horas até às 17:00 horas. Preço: 04 pastéis por RS 1,00. Aceitamos encomenda e fnzcmos entrega. fobr com a Sra. Consuelo. De hoje (quarta-feira) até sexta-feira as encomendas poder:lo ser fci1as pelo r-o E: 439-1364. ....J Ponta Poril/Maracaju/ Guia Lopes ela Laguna O Dcrutado Flrh iu Kaynll esta insistindo junto à Secretaria de l11fraes1rutura e Obras Públicas pela pavimentação asfaltica e recapeamento da MS-164, que liga Ponta Porà e Maracaju. com acesso à Guia Lopes da Laguna. entre as fazendas Guanandi e Vista Alegre. O trecho é um opç.io cstr.itégica de interligação desses Municipios com a Rodovia BR-26 7. Kaya11 justifica a reivindicação salientando que são péssimas as condições de tráfego nos 51 km dessa Rodovia que ainda estão sem asfalto. acumulando incontú, eis prejuízos sociais e econômicos. sobretudo aos produtores. Para o parlamenrnr. essa deficiência viária inviabiliza o escoamento da safra nessa região. "Com o asfalto, o transporh: de cargas será mais seguro. assim como o setor Alunos agradecem ao Prefeito e a Secretária Municipal de Educação Em carta enviada à redação esta semana. os alunos do 1° Ano da Faculdade de Ponta Por:1. que residem cm ílela Vista, fazem um agradecimento ao Prefe110 Municipal José Garibaldi e à ecrclária Municipal de Educação. Professora Orlanda Freitas dos Santos. Os alunos agradecem por estarem sendo beneficiados com a cedência de um ônibus pela administraçiio municipal. qu.: faz o transpone diário dos mesmos até a cidade de Ponta Por.1. dando condições para que eles possam cursar a Faculdade. Os acadêmicos afinnam que Bela Vista é um dos únicos Municípios que dá esse verdadeiro presente aos alunos que estudam cm outras cidades. pois na maioria dos casos as Prefrituras cobram uma taxa para prestar esse tipo de serviço. Eles também elogiaram o motorista do ônibus. Edgar Gon:ciks. afinnando tratar-se de uma pessoa cdu ada, atenciosa e muito respons:ivel. A Instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito vai movimentar o primeiro semestre deste ano na Assembléia Legislatira. Uma das CP!s. que realiza sua primeira reunião na próxima terça-feira. vai apurar possíveis irregularidades no processo de criação da Companhia MS-Gás. A outra. cuja proposta de implantação foi apresentada na sessão do dia t O. vai apurar o destino dado pelo Governo anterior a Rs 1.7 milhão. recursos repassados pelo Governo Federal no ano passado e que deveriam 1er sido Deputada Flávia Kaya/1 de turismo estará amplamente bcneficwdo. pois Guia Lopes da Laguna é um do, acessos ao Panlanal através da /l.!S-164". L .. Puf eito José Garibaldi "Fica registrado no jornal da nossa cidade. o nosso agradecimento ao Prcfrito Municipal e à ecretâria ~lunicipal de utilizados na ampliação e reforma da Santa Casa de Dourados. Página/o5 PREFElTUR MUNICIPAL DE BELA VIST A/MS Homologação Homologo o resultado d, Licitação por Tomada de Preços n 001/99. baseado na Ata da Comissão Permanente de Licitação. em confonn idade com o que detennina o Inciso V. do Ar. 24 da Lei n 8.666 de 21 de junho de 1993, desta maneira tida como desenn. fica dispensada nova Licitação, objeto d, referida Tomnda de Preços. Em OI de Março de 1999 José Coribaldi da Rosa Neto- Prefeito Municipal I + oba coord desde o dia 0? dr 0até oda ) de m ro com atrd des em todos o burros d Poro Murtiho E ta comemora,ao pelo Da das Mulheres tem como byctoca memorar discutir a prever,ão das DSFs, AIDS e prevendo do ol (termo Iambem I 111 como obyetvo discutir a discriminado, a olnia e desigualdades que as mulheres tem sofrdo por dons milénios c obyetvo mareante tem sado a dcu l sobre a poluta de y nero Com duas reuntes realuadas nos Bairros alim Cafure e florestal a repercussão a nivel municipal tem sido posta. pela quantidade ptessta de presença das mulheres e também pcl,t vontade que •. s mulheres tem demonstrado para que haja sempre cslesnontros pois somente assim staremos tos n»tentando e participando da história do nosso Municipio que administrada pela companheira !{rian Vale ressaltar neste pequeno relato que a nossa história tem sdo volntada e esrta a partir da ótica de uma soredade mahsta Nós as mulheres queremas escreet a tossa hstótia não isolada, mas junto de igual pata igual, somente assim teremos uma sociedade onde homens e mulheres tenham o mesmo deito em todos os ,ctorc, dJ soc1cdack (M.D D) Secretaria Mun. de EJucaçüo, Orlanda Freitas dos Santos Educação. pelo carinho que vêm dispensando para com os acadêmicos de Bela Vista" diz a corrcspondi:ncia en'iada à nossa redação. assinada pela turma do t• ano da Faculdade de Ponta Porà. 1 º Semestre Legislativo será movimen tado com a instalação de duas CP s Em sessão solene AL homenageia as Mulheres "A mulher pagou um preço muito algo na jornada para conseguir seus direitos.. enceu a escr.i,id:Jo: deITOtou a ignor.incia. filha kgitima eh submis io; superou os casamentos arranjados e os maridos impostos por interesses mercantis". disse a Deputada Celina falbd durante a sess..1o solene cm homenagem ao Dia Internacional eh Mulher. ocorrido no último dia 08. A Primeirn-Dann do Estado, Gilda d Santos, a Presidente do Tribunal Regional do Tr.ibalho. Ger:ilcb Pedro,o e a Juiza Manila Fores. repn:scnmndo o Presidente do Tribuml de Justiçn. fizeramn parte da Mesa. Página-06 Mais um traficante preso no Posto da Receita Federal Bcl:t Vista - Nesta terça-feira. dia 09, por volta das 16:20 horas. mais um individuo foi preso no Posto da Receita Federal cm I3ela Vista, quando tentava passar pela alf.imkga tran,ponando cerca de 04 quilos da ,ubstüncia entorpecente conhecida por "maconha" Dcs,J , c1: a droga foi t.lescoberta cm poder do tralicanlc li ias Gcrn:roso da Siha.18aoosdcidadc(foto J esquerda). residente a Rua DJnúb10 A✓ul, centro. na vizinha cidade de Jardim. quando ele tentou cruzar pelo Posto da Receita lcderaJ. em um táxi de Bela Vista Paraguai Página-08 Elias Generoso da Silva Respostas às perguntas quando se fala em proteção de energia Para melhor avaliação dos itcn:-. d(•,uito-. na Ediç;io pm,,aJa, ,cg11e uniu cxplicaçfin detalhada ll p.1ss 1 ü1,,' d1,ptl .. 111,o l' l11rnl.1- 1111.111.1l IHh 1H1 h11•,Ü.,"i "on•l111c' l le tem a unção de quando ocor tet uma falha nas batera» ou 110 rH•-hn·.1~ l'IClll.H 11lhl 11.rn,kr~n- 1,. 1.1 ,k l'lll'I 1 °1.1 de l l'lh.• .iu10111,111 • l,lllh.:llll.' p.11.1 11 ltlll'•' lCOtllJllllll· 1h,r). porem é necessario que este b pus," tenha um sensor e so mente deixe passat a cneria des de que não seja superior a +_10% f 1oll'1.in'.111 du, L0111pu1c1dur:',) O "by pas" norm,1l111c111e ,i11.,li1,1 110 p.1111cl de> cquip.11111,n• to l' t.11111)'.m toca um Jl.trnu: ,o nrnu p,1r.1 qut.." o u,uílno ,,1ib.1 que não é o no-break que esta alimen- 111111to o comp11t,1dnr. e sim a rede ,.:lé1ric,1 , 1i1 c,tc d1,po)1ll e, p.ir.t que possbhite, enquanto set aci onada a Assistência Téemca, o 11uâno coa11inu.1 trabalhando tdes- 1.k 4llL' ,1 l'nagia n.1o , .11'11..' m.1i, ún qu ·.:. lllºo). Se uhr.,p.1,,,1r e, ses limites ocorrerá o desligamnen h) p.1ra h.,,('r J p1olc·:o do, ... -qui• p,1111cnl(>s ILI 110-hre.1~, que ole• tecem este "by pass" estabilizado. Lsse "by pass" também podera ser manual, como por c,cmplo numa l'f.:nlu,11 manulcnç.io pri.:,i:nti,a ,rn, batcna,) c o usu:irio n.o prnk desligar o sistema. Neste caso pod1.."-,c d.'.tu:u o ,cn ir;o c'un i.::,~e procedimento manual. Em muitos casos o no-break é ..:olnc;-idn ..:m11 mai!I um 1..·....,1ahil11ador p.tr., .1 ,itu· ação de seu "by pass" não ser es t.1hili1.1do. Sina1i7:H;io dl• ,·oh~ll,!.'llt corrcntl' l' fn·qu~nch, SJo in~tnuncnto:, qu..: po • sihili1a111 obter infonn~ç(lc, dopa• mel do equipamento ,,)hrc , olt:i• gcm. ~orrcntl". potC'111:i;-i. tfl-quência. d~ cntraclJ. ~:i.ii..la. da hatcri,1 e do "b) p.1.>s". E,sas ,ina lit;iç.ões podem ser muito impor• 1a11tcs. pois pode-se. pm c,cmplo. iJ~ntificar se o cquip;u11cnto l...'!lotá cnvi~:,Jo uma tensão e fn:quC'nc1:1 e,1abilizndn para a carga. bem como saber se pode-se colocar mais carga. :1compJnh.rndn J po tC'ncia sinJlilJdJ. ~luit;ic.., l.;'te-.,. o u uário comprn outro no-break em necessidade. pensado que seu no•bn:al.. or.t in 1.,· 1 •udc estar com sua c.1r Partit.b. a I! tem a fundo de poder há-lo m 1110 l'lll Clll'JJ'l,I J11l.'.'"ll'IIIC l111di~c•111l• / l1tll•r'1t,r 1(1'>2J2 P,ir,1 l, 11k1 .. uJu l' 111u11t111n 4 por1.1111r qm.· o 11t1•hl\l~ t'J,1 111t1,,.'• lq•cnle, f"'" q11,,nd11 h.1 l.1lt.1 nu grandes variações de energia. o rH>•h1c.1... J'l•""'.1 ,1 1111111.u ,l L,H1·..1 d.l h,Hcn,t, l' CI lhll.lt) J)fl>rrJlll,l ( ",huHlm, 11" 411~ lcll ,1 l11rn.:,h1 de Ice.. h.u 1J, ,1rq111, '" .rntc, do dc, lig,1111t..'lll<> ,ttllOlll,tlllll do lhl break S11pn11h,1 que " 110-hre.1, 11:'ln :,1,,.•j,1 11111:lir..:11tê l' h:iJ,1 lllll,I gr,1mk, .ni.t.1n ele cm:q.:1.1. ,1, h,1· terias passam a suprir. porém de pois do lim11..: d..: ,H1tm101111.1 U1h baterias, este se deslia e caso o u,u:.no 11,)n 11,cr n ,olt,m: p.11.1 dci,:-ln 1ntcl1µ,:111l'. o 1,,u.'ir11, 1x·r• ck·r.l u, .1rqui, o, l",t,t' 11Jo c..·,11:1,1 pnl11110 do no-hr..:.1~ i ,1l.1rm1..· , 1- sual e sonoro) pra our o alarme e fl.'ch.u '" .1rqm,,1, Outr., llm· ão do sottware é gerar arquivos de eventos (falta de energia em u.,1:i l' hoi.n(h. l:IC ) Microprocessador São no-break s que utilizam um micrnpnH .. t.',,,1l.h1r inti:rno. qu~ ,1ahili,.1 um.1 d111Hlllll'•'º lk llll <li.: COltlíl(HlClllC, I.:' consequente atu- 11enO UC 117111 1proh.1hilidaJede tempo i.:11tr.' u111dcfi:1101..' ou11u) ,_. também uma 111.1ior pn cislo em todos os ontroles Conl'Cladn,, ia mnclL·m lste tipo«de dispositivo per mite controlar todos os dados do no•hrl.',11' , 1.1 mndcm em locas rcmo!th Cht·t·~11,!t•111 :·11110111:iti,·a dt· hah.'ri:1 Ocorre em alguns no• breaks que esto instalados em locJi, 01H.k· n.)o h.l ~r;11Hk!::I , an.1- 0es de energia a "black-outs".e conscqücntl.'mc111t: ,e a., batcri.,, ficar..:m sem serem acionadas pelo menos de 3 ..:m 3 mi: ses, poderá ocorn:r de que ao precisar que as mcsma~ lum:10111.:m. c:,la.., n.io cn trJrcm cm opcr.1ç:o pcl(l moti,o que ,e descarregaram p.:la n:'lo uti lizaç.10 11:1 m>-brca,s que po<S11e111 ch~"Cagcm au10111ãtica que cm ai• guns fJhricanh.:!-, pode ser progra mado um auto•ll"!,lC das bati:riJs. l.' essas informações são armazena dos no sofi:trc que cn, ia um alar• íl'll. ,onoro. ca...,o as baterias nlo C)· lojJm adquirindo carga. "Shut-<.hi n" p:ir.1 totlos 1 la situações em que o tusu .rio chega na 1..·1n 1 ,.'. .... l p..1r.11r.1h.J.• lh:ir e poJe c.:,lar 't'l11 rncrgi:t. !'O· rém esse usuário pd: precisar de um arqul o im," ,11ll." e nJo pn: tende esperar o r. ··o da enu. gia p:ir.:i li!::!,Jr o no-h ' ~ im• f){'n,mtc pcrgm· •1l.. os servidores É mui10 comum atu.,hnl'n• te um U.)uário possuir un, ...... .-n idnr principal l' outros di, cr , ·,JJ· Ih hh , l'd 1 .. tt pn I, l. nt ter 1m1 no-break mntehcnt que tara o ",l1u1-il1h 1)·· IH' ,t..1 u.h>r 1a1rn.,p.1!, porem não tutao "«but-down' IHI clt:111,lh ,..:r 1do1c, l.' , .... lllll UU• ,mu1: ll\'rlr 1h.,lh.11i.lo. pofl"l"III• pln no 111d,n, nn rnomcn1n do desuarento do no-break. .',h: 11'u,ir 10 poJl' Lo111prn111..:- 1i.:r 1ud,l o ,n11,, ,ln.' d,1 cmpl.'• ,.1. h.l c..·1ulu .1 ni:lc,,1d,1dc de reinstala-lo e, teste aso po dem-se perder horas ou dias ('omp:11ihil11l11th• 1.:nm 1,.ttrudor 1 m locas onde e mnstalado gerador e este tor trabalhar como up-.·~1t, tk· ..:nn~1.1 .10 110-h1l',1l 11J situa ão de "black-ou!", é impor l.lllll.' l"íl ti .... 1, , .... O lh)•hTl."óll ..: onpativelomo gerador, pois ha 11ht.d.1,·,c, omk o 11'11,ino com• pr.1 um l:'.."1,1dur p.ir.1 .1l11nl.'nt.1r .1r• condenado, limpadas e tambem no-breaks (quando possui pouco tempo de .1utc11Hu111.11. M ,ul:111·a dl', olla!!t'll1 ."li• tr:ul:1 / ,:11d:t 1l.11111-h1..:.1k, que pcn1111..:m que essas voltagens sejam alter;1- das.as te» omum em grandes 1.:orpor.11;1li.:, u11di.: pmk h;ncr 1111· d,111.1 ~k· IH,Hlllll:l l' hJj,i llC(l'.'• ... ,d.1di: c.k r1,,.·.1p,,1, i.:it.11111.:1110 do no hr1.:.1l.. p.1r,1 Pt1lr,1, lu..:.d1d.1d..:, Como l.' ,.1hido no Br.l"til há di,i:r• sos tipos de voltagens (II0V. I20, I7.220V-1ase. Neutro l' l l.·rr.1 >. t" 111.:1.. l.'",1no cu1U.1Jo n., co111pr,1 de no-breaks para as r..:g1· ll1..•, omk .1 rl'd..: ! 1 ~7V .._. n;lo II0, pors o no-break devera pos suir claramente a inform.1,·;o qm.· J"'K>..,,u, d1.ll.' d ... • ... .._.ii:,·Jo dl..' ..:ntr.:1• d.1 p.1r,1 110 e 1~71 Prnll•ç:w 1.:ontra r:110, i lh.:111 no-hn:.,ks que .1tl.'• n11.1111 (h di.:1llh da, dc,c:1rga~ ,11· mo~fént:.b I r,1i,>s). mas podl.' n:1o ,i:r o ,ulic1l.'11tc par., prot..:ç,io to• t.tl F""' fl.'11Úmc110 pcxk fa.tl.'rcht:• ar a um., toi11adJ l.'!étnca uma cnrre111e Je 5.0llO a 8.000 ;impere, e é muito comum o u~uãrio ima• g.inar que ao comprar o no-brca1'. l.'I..: c~t.1r.i gar.mtido i.:m 100%, tan to o 110-hrea, quanto os equipa· mentos ligados a d,:. porém é im• portante o u,uârio cs1ar cansei• ente do nivcl de proteç.1o par3 tal li:nÓllll.!110. HuJ! tio ;ltlênio 1 ndn equip3111ento que uab.dhJ ..:0111 soft,H,.:t t micn.lprocl.'"ado) é importan• te que ,•,·~j.1 .1daptado ao Bug do Mih ·1:_,_ Como todos ,;ahcm na viraia do ,éculo o oftarc que não tiver esta previsão, o cqu,p:iml'nlo pi.!rdcr:i toda e 1 ' Via± Boutique A Rota da Moda R. Mal. Rondon, s/n - Jardim/MS p1,dq l'f r1.:krc:n .. l 1u1onn111iJ h.,tc ri., (em minutos Isto srenica o tempo 4 o no-break mantera os equparen tos funcionando, supondo oti I00% da potencia do no-break 1 l.'1111)0 tlc l'll":tr';!,I 1 o 1i.:lllf10 l'.111 4111,,.• O !IU· break leva para recarrear 100º ,, ., ... h.11l.'TIJ'i. supondo desata to i.11 d11, h.1t..:r1,1, p.1r.1 1111111.1 1111,1 queda de eneria estar pronto a .11..:m.h:r o tempo de autonomta dlCíllllll.lU1• 1'111,·uci.1 (K MK\) empte para saber a rcJI potenta de um no-break deve-se ,.1her ,l ro1ênr1.1 em K VA 1 K \. 1lU "-t:,I. 11111 t:1hr 1r.1111c po,.k ..:,pl'· ..:ifo.:.1r por l'l'lllpl,, 5 ), ' / l' li f,I· hlf lk ro1l·nt:1,1 0.6 cqlllalc .1 mui 11pl1c.1r 5 ., O.ú l K " . ..:nqu.1111,, outro pode estar nfrrcrl.'11<!11 " ),V, com fator de potneia 0,À8 equivale a 5 O.X -1 K 1 111:1., 1111 ,.._.µumlo c,cmph,. c,1i.: p(h,111 1 K W a mais do que ta pnml.'1r., situação ~..:,li." l,lll. ll'.Oíl(,11111.'.fllC h,1 25% 11Jh dl.' potCnc1.1 qul.' rcrrc senta a possibilidade de ligar mas c..·qu1p.1mc111th ao nu-hr..:.ik Ga r.111tia dl' n~rn th~,c:1rn·e,ar :,, hatcrias l'lll erro tlt• opt•raç:-H> Caso haja l.1lt.1 de l.'nl'í!-!1,1 e as cargas na saida do ro-bre.ak c,1c1a111 ll..:,li!;.1Ja, .._. o hot.o ou disjuntor on/'off esteja ligado e tal s11u.u;.lo poss;1 p..:rm:111cc1."r por mas de -lX hllra,. 1.: bom pi:rgun• tar ,i: u 110•hrl'ak 11,)0 po<lcr;1 ,.ks• carregar as baterias e se pode ocor n:r. por c,cmplo t: o guarda da empresa desligar o disjuntor geral nJ fr' l.·ir:1 no linal do c..pt:dicntc l.' , oltar :1 ligâ•lo somente n 2 frira. Sl.' o no•brcak n.1o dl''iG1rre gar as hati:ria.s. con,cqih:ntcmi:n• le nào lü coh<cnur:i de i;;ir3ntia por uma m~ u1ili1.1ç;o. poi!-1 nc,tc aso, normalmente as. batc:rias. n:1o con.lcguc:m ri.:cupcrJr a carga, sem necessário substitui-las. Supressores de Surto/ Anti•r.1io Os supressores de surto s~o compont:ntes conlrJ descar gas atmosfêricas. t imponantc: 4u1.; o u~u;irio vcriliquc si: na in• dicaç.io esta descrito que proti: gc acima de IU KA t 10.000 /). hã que um í3ÍO nas tomada ele trica chega de 5.000 , à 8.000 , (dados do INPE - fmlituto Nacional de Pesquisas E,paci ai s ). pois a 111aiori:1 do, ~uprcssorcs :-iomcntc diminuem a intensidade do ml.'smo. Para as dl.'scaq;as atmosfCricas n:io adi anta atenuar. como por c:xcm• pio um supressor pode ati.:nuar 11111 raio de S.000 , para ~.600 ,. logo qualquer clc1ro-ektrÔ• nico que estiver ligado nessa 1001:ida ser:i Jani licadll. , so• luç.o para descargas atmosfé rh::as é o anti•raio qut: g:trantc prnteç:lo acima de 10 KA. Quanto maior t:St.l indic::iç3o mais c1icicn1c ..:k :,i,: torn:i. . 1 cios Populares 11 ( f1.h J,! , 1 reiro peolone (07) 439-1076. Ve11tl~ se C:,r<,lanXI-X2-(,r-t'L1 ·~• emotim»e tad. lerreno-a Mal puto .d J.1 f ·c.. Jlllfl I l."•11 f 1 1 { 1 1 ! , I ,f" 11 1 439-10141hra wersh,430254 14 1 J • Edital de Citação com Prazo de 20 Dias i)1111tnr.1 1 111,11,:1.: ,11.Jl.h,·. Ju1/,1 de Dreto da 0111-1<1; .. 1 d.: 11.:1.1 tsll l tudo de 1 ato oro -.., ,k, .._,d. 1~1 lnntl.1 d.1 l .-:1. l'.h: 1 / ._, Ili R aos que o presente edtal , 11c·111 11u Jde conhecimento tiverem. epedido nos autos n 3099 ,k (, ( 1 ( ()'1)1 ' 1 ORI qu.: .1 .1)) 1 '-< OI I{ 'l ''I '> p111· 11111-..- rn, l,M· ,k 1 ',( .RI '11 ', I{ 1 /1 'S (il R,I'-, 1 11),. êlll 1rjm11e por c,1,· Jt11✓11 <: ( ,lrlllfl<l J11J1,1JI. c1u,· l'.111 ,1,,,'IJ 1.'.Umrr11nt..·nto l.' atendendo ao tuat que dos auto c..·un,L! p.:hi pr<:,.:11tc· cJ1t.d. ,n,n pr.1/t1 d<: 20(mterdias. fica CI 1 . ll .1 rcqu,·11J,1 1 ',C RI 'li', l{1 /1 'S (,1 R,I'-, 1 1 D.. 111scnt.11111 ( (,( -.,h ,, 11 l){I(,.; 12 301-87. r.:pr.:,.:11!.1· J.1 p.:I," ,u,·in, proprictJr,o,. '- li)' 1 Y I()' 11· 11(0 I S(",RI '11,S. hr .. i-1k1r11. ,.h,1dt1. <:IIJ.!,·11h.:1ro .ii;rún1111111. pur1Jdnr d.1 ( ·.1rt.:ir.1 J.: ld,·n11,l.1J, I{(, 330(092-$SP-MI e de 1 I IS 10 11 IRO 1 SC RI 'li'-, hr.l'-1k1rn. cJ,Jd11. p.:,u.1mt.1 por1.1JnrJJ CJrt.:irJ J.: IJ.:1111J.1J.: I{(, 1 1-l -lX7-SSI'• 11 . ..-,1.111d" ,11t1i1l111.:n1.: c111 lu;ar 111,.:rto .: 11)0 ,Jh1Jn. J"' ll'.fllllh J, J<;Jll. CIIJO r.:su1110 <." o ,q!Ut.:· "Ou111rgJr .:,cri111ra d..-1in1ti, .1 J11 111ll" d c,in,1.1nt.: d.: l 111 hll.: d..- t.:ncno ,11h11rh.1· no 1.kt<:rn1111Jdo ,oh o num.:ro ; 1-1. ,,tu.1Jo na pm11.:1r.1 cir· ,un,criç:i,, desta Cidade com a atea de 15 h25m2. n111fron• tando-e ao '.:orll:. com lote 315. JP t.;ul, ~om,, lotc 313. d L es- 11..·. com o lote 333e aOeste com o lote 296, matrcu .. tdo nu R(il Jc,tJ -,d.1d.: ,oh o nu1111:r11 1 -l-14°' p:ir.1. qu.:r.:ndo. cmt· tc,1Jr .1 .1i;,111 no prJ10 J.: qu111/<: J1.1>. li.:.111d" .1d,cnidJ Je 4uc n:1o ,cn<lo contt::-it;.1d;1 a ~:u;Jo pn..:,um1r-,.,c·,1u cnmo t:n.l,1de1ro ... os ÍJtn, narrados 11.1 .:,orJ1JI. 1. p .. 1ra qu.: 11111gu~m Jkgue 1i:- 1wrà11c1a. l,11 .:,p.:JiJo o pre,c11te .:J11al. qu.: s.:ra ali,.1do na ,,·d.: J.:st<: ;ui10 <: publicado na forma da lei. Bela Vi,t:i. 2-l J,: li:, er.:im Je J l)<J<J. 1-.u. Samira Lopes. Escrevente Judicial. o digitei ((iR 7-16-17) EliL:tbctc .-nachc - .luí,a d~ Din·ito Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Propriedade da Gráfica e Editora Apa CGC 03 201 266/0001-90 lnsc Est 28 059 232-9 Registro no Cartório de Títulos e Documenlos nº 1 066 Registro na JUCEMS 34 1000 15306002 Diretores· lvaldo Pereira - Mana Estela Velasquez Pereira Editor Chefe lvaldo Pereira Redação: Ubald1no Rodngues - João Carlos Velasquez - Bela Vista . Toninho Ru1z - Porto Murtinho - André Avalos - Jardim - Kener Lopes Leite - Caracol - Geraldo Ferreira - Antonio João_ Fermino de Barros - Boni1o - Administração e Parque Gráfico: - Bela V,sta/MS - Av Tnbuna da Fronteira. 564 - 439-1410 - Fax-439-1544 ex. 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Eva porou da noite pata o dia a cs trutura baseada na quase pari dade da moeda brasileira com n dólar. Foi ela. a âncora cam bial, que nos últimos quatro anos e meio manteve a intla ção domada e permitiu que os brasileiros e, pcrimentasscm alguns dos confortos do Pri meiro Mundo: estabilidade ruonctúria, importações para modernizar a indústria e fonnnr o estoque das lojas. esse sen tido, pode-se dizer que o Pla no Real acabou no dia cm que Gustavo Franco limpou as ga vetas no Banco Central e seu sucessor liberou o câmbio. Desde a semann passada, um novo projeto de estabilização esttÍ cm vigor no Pais. Ele se inicia com a posse do econo mista Anninio Fraga na pn.:si dência do Oanco Central. As medidas têm uma boa chance de estabilizar a moeda, mas o preço inicial a pagar será o aprofundamento da rcccssào e do desemprego. que vai doer no bolso e piorar o mundo dos brasileiros. A nova âncora nào é mais o càmbio. que voa livre ao sabor do mercado. Agora. toda a arquitetura se baseia no controle monetário. O gover no vai fixar uma meta de in flaçio e se compromete a per segui-la. As abóboras que se ajeitem em tomo dela na car ruagem financeira. Essa po lítica tem o nome técnico de "meta inllacionâria". Ela é adotada na 1 ova Zelândia e na Austrália. É ela quem ba liza as medidas econômicas também na Inglaterra e na uécia. Para atingir seu obje ti'O inflacionário. Orasilia vai manter rígido controle sobre a liquidez. Ou seja. a quantidade de dinheiro que circula na economia será en xugada sempre que a meta in flncionâria ficar mais distan te. Essa estratégia é recessiva por definição. Fraga quer che gar a dczcmbro com uma in flação mensal de apenas 0.6%. A chave mestra para fazer esse controle é a taxa de juro . Por isso. na semana passada ela saltou de 39% para 45% no ano. Foi o sinal que Arminio Fraga lançou de que estava no comando. Ou Iras medidas tomadas também apontam para a diminuição da quantidade de dinheiro cm circulação na cconomia. A mais potente delas, o aumen to do depósito compulsório que os bancos fazem no Ban co Central. retirou de uma vez 9 bilhões de reais do merca do. ''de agora em diante a meta inflacionária .: que vai ditar as regras da politica mo- Os juros subiram de 39% para 4$% ao ano. Isso encarece o custo dos empréstimos, o que diminui o consumo Aumento do compuloto que os bancos recolhem nos depósitos a prazo Calcula-se que a medida retire 9 bilhes de reais de circula ão, estriando a mntlaão e a rotura de dólares Ampliação de cobrança do imposto sobre operações financeiras e suspensão de subsídios na exportação Essas medidas aumentam a arrecadação do governo em I,2 bilhão de reais neste ano umento médio de 6,$% no preço dos combustiveis A Comissão Especial da Câmara aprova o aumento da CPME de 0,20¾ pnr,1 0.JXº• l· ln de, e vigorar a partir de junho, gerando uma , i, rnrl. • 1 • 9 resde cais estai 3 nct:ria". diz Arminio Fraga. O mercado recebeu bem o novo programa. a sexta-feira. o dólar, que esti vera em 2.23 reais. fechou a semana cotado a 1. 98 real O mais animatlor foram as ra zões da queda. Em primeiro lugar. compute-se a atuação do Banco Central no mcrca- do vendendo dólares. Em se- gundo. a fraca venda especulativa da moeda ame ricana. Quase todos os negó cios de compra foram fecha dos por empresas com com promissos a pagar no exteri or e não por gente que espera ganhar dinheiro entesourando moeda fortc. O melhor vem a seguir. Houve entrada de dó lares no pais. Só um banco. o holandês ABN-Amro. anun ciou a captação de 100 mi lhões de dólares no exterior. A filial brasileira do banco passou o pires pedindo. con scrvadoramentc, 40 milhões. urprecndcu-sc com a receptividade do mercado. que ofcreceu mais do que o dobro. la sexta-feira, soube se que o FMI deu por conclu ídas as ni:goc iaçõ.:s com o Brasil para o repasse de 9 bi lhões de dólares. segunda parti: do empréstimo negoci ado no ano passado. " ão boas noticias para quem acha va que o Brasil acabou". afir ma Rubens ardcnbcrg. eco nomista-chefc do banco. 1 Alteruativasl As propostas de quinze eco nomistas consultados por VEJA para recuperar a eco nomiu brasileira. que matou a inflação reeditada caso a em do dia uscar apoio ros l).'ll1I fi. ortnçõcs çkes poderiari lc . o$ pw-:i o BNDES rojetos geradores de O govemo pode reduzir despe sas se enquadrar as Prefeituras às mesmas regras rigorosas im pestas aos Estados. Ccnlrnlil:aç:io tio ~:imhio Se tudo o mais der errado, pode ser a saída, cmbor:i pro,·oque forte rcc-.:- ;Jo Não acabou. Os problc mas também não. A crise é gra ve. O Plano Real II foi lança do sem fanfarras, provavel mente por temor de que se diga que tudo foi fcito por ordem do FM 1. dada a semelhança entre o receituário da entidade inter nacional e as medidas adotadas pelo govero brasileiro. Virão a seguir meses de sacrificios. J combinaçào de juros altos e mais impostos vai trazer de semprego e aprofundar a reccssào. Vai trazer também mais pressões políticas sobre o Planalto. Na quinta-feira pas sada. o Presidente Fernando l lcnrique Cardoso parecia ter recobrado o humor. Numa con versa com VEJA. o pn.:sidcntc sustentou que as condições bá sicas para a retomada econô mica existem. As importações estão cm qucda. as exportações subindo. o que trará alivio nas contas externas. justamente as que vitimaram a âncora cam bial. Além disso. observou Fcmando 1 lcnrique. os inves tidores estrangeiros dão mos tras de que estão recobrando o interes e em trazer novos ne gócios para o Pais. Ele sequei xa apenas das acusações que muitos lhe fazem de que está cortando verbas para projetos sociais. "Não estamos cortan do nada. Estamos racionalizan do esses projetos. de modo que não haverá cones para educa ção. aúde ou para a dist.ribui ção de cestas básicas ou me renda escolar. Ao contrário". disse Fernando Henrique. Outras qu°cstões aborda das por ele: • Embora soubesse que o real estava sobrevalorizado desde o inicio do seu gover no. FHC só percebeu que ha via um furo no caso cm se tembro passado, logo depois da crise da Rússia. " essa época. comccei a tomar pro vidências para enfrentar a cri se. mas a partir do grampo do BNDES fui obrigado a modi ficar os planos". disse. • Diante das múltiplas versões sobre a demissão de Francisco Lopes da presidên cia do Banco Central. FHC diz que niio houve nada além de imperícia na sexta-feira negra. 29 de janeiro. "Eu tive de ir duas vezes :i televisão para acalmar o país. Onde estava o Banco Central?", pcrgunta ele, ressalvando seu respeito por Lopes "E um homem inte- res ante, tem uma enorme segurança interior e cora gem Sozinho, chamou para si a responsabilidade de en frent.ir o mercado. Vão é qualquer um que faz isso". • Quando soube do lu ro a,tronômico dos bancos em janeiro. o mês da desvalon zação do renl, o Pn:s1dentc assustou-se. "É um escinda lo". di7. Chegou a pedir ao Ministro da Fazenda, Pedro Malan. que estudasse uma fórmulu para cobrar imposto sobre o lucro dos bancos. Entre os que mais lucraram cstJo instituições estrangeira como o Chase Manhattan (310 milhões de reais). o Citibank (258 milhões) e o JP Morgan ( 193 milhões). Ape sar de achar escandaloso. o presidente mante, e o humor: "Bem que eles poderiam nos emprestar parte desse lucro". • Como é recorrente nas horas difíceis, o presi dente reclama que seu go vemo se comunica mal. Os ministros falam mal. ou fa. Iam pouco. sobrecarregando a própria Presidência. "O Pedro Malan trata alguns assuntos de interesse públi co como se fossem segredo de Estado". ironiza FIIC. A nova âncora monetá ria dá um sinal que é impor tante ri:ter. Fica claro, a par tir de agora. que a inflação é o rnimigo básico a ser derro tado. todo o resto é secundá rio. A idéia por trás disso é que a inflação é o pior dos males tanto para a economia abstrata das estatísticas, que ela desorganiza, quanto para as pessoas que precisam suportá-la. principalmente os pobres. "A sociedade brasi leira percebeu as vantagens da estabilidade monetária e rejeita a idéia de que a volta da inflação pode ter pontos favoráveis". diz o ex-minis tro Maílson da óbrega. "O prcço a pagar pela aplicação da política de juros altos é recessão e desemprego. mas a inflação é o pior dos males". Esse custo existe e já está scn• do derramado pela sociedade na forma de desaquecimento da economia e aprofundamento do desem prego. a semana passada. divulgou-se que a taxa de 7.7% de desemprego em ja neiro é a mais alta registrada nesse mês desde a abissal recessão de 1983. Analistas ouvidos por VEJA são unâ nimes em dizer que o núme ro de pessoas sem ocupaçilo no Brasil vai aumentar e pode chegar ainda neste ano a 10% ou 11 % da populaç:io econo micamente ativa. Vai dar certo no fim? Se o governo ficar só na eleva ção de juros, não. Todos os planos anti inflacionários fra cassaram porque o déficit nas contas públicas se manteve impávido. O Plano Real deu se incomparavelmente me lhor do que os anteriores. mantendo os pns adis por quatro an do a meda pr.:c,dcr,•, 1 de e 1.:bil11 , ,1n no Keal também capotou no mesmo obtaculo A eono ma orçamentaria de 2 bi lhes de reai obtda no ajuste feito em troca dos dólares do FMI é apenas um ajuste fiscal de emergência - jamais o definitivo. A ver dadeira reforma da Previ dência ainda esta por fazer. o que tgnlficJ que a l'niJo ter,1 um tombo anual de IX bilhões só com aposentado rias e pensões de servidores públicos Falta realizar a te forma administrativa. que adequara os quadros do go verno as demandas por ser ços públicos e as dispomibili dades reais de caixa para quitá-lo O hrasil ainda es pera pela r forma tributária p.ta desentoar os onega dote do que comprometem 70, K0 de ua receta no pay 1• mento de funcionários pübh u ,. d,11.in1110 colo d.1 l 1111, o toda vez que nido tém dinheiro pata papar o que devem Essas mudanças serão feitas finalmente' Pela pri mera vez, o Brasil inteiro esta consciente de que essas mudanças, são necessaras. Pela primeira vez, todas elas estão contempladas em pro jetos ja elaborados, alguns tramitando no Congresso. São sinais de que, afinal, des ta vez acirurgia poderá final mente ser frita Se não for, é bom preparar o espirito. 'mirra "s "mwrcsa_, QUEM GANHA 11 nncos Desvalorização cambial, inflação e baia liquidez são pedras no sapato das pessoas e das empresas. mas são o melhor dos mundos para o, bancos Em janeiro, muito deles lucraram o dobro do que em todo o ano passado A ricullorcs A desvalorização do real deve aumentar em E3% a renda dos agri cultores. Alguns, como os produtores de soja, vão exportar mais. Outros. como os plantadores de arroz. ganharão mais porque a im portação catra. faltara produto no mercado e isso forçara uma ele vação nos preços. As vendas de máquinas e defensivos agricolas de, em crescer na mesma proporção. Exportadores Com o real valendo menos, seus preços se tornaram mais competi tivos do dia para a noite. Setores que vinham enfrentando dificul dades no mercado externo, como o calçadista e o siderúrgico, podem se dar bem. As exportações brasileiras devem crescer 30% neste ano. m resas sem 1V1 as O Brasil e um do, países onde as empresa, têm menor nivel de endividamento. cm média. 30% do palrtmún,o liquido. 11:i muitas empresas enxutas, modernas e sem dividas. No comércio, embora grandes redes de vareJO. como Mcsbla. Mapptn. Arapull e G.Aronson, estejam apertadas. os supermercados estão bem. Fabricantes de rodutos ue substituem os im ortados A redução das importações ser:i um b:ilsarno na, ida dos fabrican tcs de brinquedos. perfumes. roupas. ahmen1os e, rnhos. Esses são setores que estavam na lona porque seus produtos eram mais caros e tinham qualidade ,gual à dos estrangeiros ou pior. Agora, voltam à ,clha e confortá,cl situação de ter um mercado quase cativo. Q.UEtl PERDE req·ucnns empresas _ em capital de giro nem tecnologia para proteger seu dinheiro da desvalorização, as pequenas indústrias e lojas perdem patrimônio. Uma crise nessa área tem dimensões impressionantes. O Brasil tem 4.5 milhões de micro e pequenas empresas que empregam 40 mi lhões de trabalhadores e representam 54% do PIB. Lojistas . A inflação provoca uma queda nas vendas do comércio. Mais atin gidos ser.io os que trabalham com produtos mais caros. que nor malmente são vendidos a prazo.j:i que os juros estar.io muito altos e inibirão o consumo. A indú tria automobilística. que tem poten cial para produzir 4 milhões de carros por ano. está vendendo ape nas l milhão. Poderá encolher ainda mais. a semana passada a Honda cortou ua produção de motocicletas. 1 mportatlorcs Trazer mercadorias de fora deixou de valer a pena. 1 a conversiío do dólar para o real. o preço dos produto importados fica muito alto. As vendas devem despencar. Importadores de eletroektrônicos. roupas. brinquedos, cosméticos e alimento poderão ser forç:,dos a mudar de ramo ou a abrir f:ibrica no Brasil. lsos últimos anos. centenas de empresas nacionais obtiveram emprés timos no exterior a juros mais baixos do que conseguiriam nos bancos nacionais. Desde I? de janeiro suas dividas cresceram mais de 60% O problema atinge em cheio, por exemplo, as companhias aéreas. Fa .. _ , . . vendas reduzidas. (TranscrilO da Revista EJA - /O de Março de 1999) .lorunl 'l'.-íhun:i da Fronteira - Ui;í ·ío llc•gional ;··········· ... •···Vivendo com Saúde···· .... -·· L€II- IP@@II 3 IL.ILa.1 A prevenção do câncer ainda é essencial Dados do lnc.1 111,hrn111 que o L,111ccr C(l111111un ,endo a eunda causa de morte por do cnça 110 p:1b • a, doença, r,11tlio1 ,, -uil,uc, aiml.1 lidcr,1111 as estatísticas- c que a fana ,·1úna com maw1 !11dtct.: ck 111nrt,ilicl,ick por ciinccr.: mire (1 60 e 90 anos. /i11d11 ,q;1111dc, o órg,1o. 111c,1110 com l» 111 nnços dn medicina, tanto no diagnósti co quanto no tratamento do e.inca, a, estnthtic,1, do, últi• mos cinco ano, regi,11:im que a incid~ncia e nHHl,didadc pela doença se mantém está- 1 cl no Brasil, com pequena, variaçc)cs. Conforme 1110, Gadclh,1. chdc de gabinete do Inca. 111a111n. colo do ú1cro. c, tómago e pulmão são as ma nifc,taç0c, mais l'rcqucnk, da doença. De acordo com o Inca. o, fatores de risco do câncer po dc111 ,er encnn11.1do, no 111c1<1 11111bic111e ou po,Jc-111 ,er hcrd,1- do,. / 111aion.1 d,,- ca,o, de dn ·cr (XO"o) esta relacionada ,111 mero ambiente, no qual se e11cnn1r;1 u111 !!r;,nde numero de,tc, f.11orc,. "I 1lll·11de-c por ,1mhic11- 1c o mciu e111 gcr<1l (.igu:1. lerr.1 e ar). n ambiente rn:upaeional (imlústria, química, e afins), o lllllhirntc de c<>n,lllllll (alimc11- 1os e mcdica111e1110,). o a111hi c111e ,ocial e n cuhural (cs1ilo e h:ihi10, de·, ida)". Segundo Inês, o tipo de cú11ccr 111,1i, freqUl'llle llll l1r.1- '>ll. cm hn111e11s e 111ulhercs. é o de pele. l'ltE'J•:N~·,o }pt6mago- Para o c.incer de es1úm.1gn. a mcllwr prc, en,;Jo é .i ado~·;1o de Ullla d1c1.1 hal,uu:cad:i "() idc,il <i 111g,·rir alin1cn10, !rc,co,. hem conservados em gdadcira. e ,, i1,11 Ch dcliunado,. pidc, e carnes conservadas em sal", CIIÍllJ 1111:, 1 la SJlicntJ IJUC ()', la1111c, e,temos que cx:alOn.Jm o d11ccr k, ,llll a110, p.1ra rc suh,1r 11.1 doença. c de,dc lJUC ,cj,1111 "'lllalÍ/ados de forma co111i11ua ()c,lionallllcntc não 1.10 p101ucar o dnccr. ►l'ul111Jo • Na opini5o de 1110,. ,e ,1 hum:midadc p:1- 1.isse de rumar hoje. c111 !Orno de Je1 ,1 15 .um~ o numero de morl..-s por csle tipo de ci'111cer ,cria redu11do cm 30°0. "De tnJas ,,, morh.'" por Ct°lm:..:r. cc:r ca de 5" podem ser atribui J.is ao tabagismo. Lembrando que o c,111cer Je hoca. de bext ga e de p:·111neas c,tJo rclacio- 11ados .u, cig.1rrn". J médica inliirma que 1150 h:i como pn.:- venir câncer de pulmão em 11,10-furn.,111e,. "l. prüt,o ob servar se a pessoa não l' um flllllJlllC p.1c1fiu1 ou'~ O c:in u:r pode estar associado a fa lllrc, prulÍ\1011.11, O COIIIJltl t.orn o ,11111nnto. por exem plo". l-r1t1ctc11110. 9H"u da, 111irna, de dnccr Je pul lll,1o ,io i'umanlc,. ►:'lla111a • A mulher dei e 1:1.1c·r .111hl•c:1.a111,·, Indo, os meses, uma semana apos o fim da menstruação. E, após os 30 ano,. e,.11ne, clínicos a c.1d.1 três anos. "A mamografia só e indicada a p,1r11r dos 50 ,mos de idade". fri,a .t mé dica. O histórico l:tlllil1,1r 1.imbélll e r.,tor 1111pnr1.1r11~ ,1 ,cr co11")1dcrado. ►culu du ,·11rro. As lllaiorcs I ítillla~ ,ão mulh,res de hai ~a renda. co111 pouco acesso ao ,istellla de saúde. D 1 Cirurgião Dentista Dr. Gerardo Boccia CRO-MS 1255 Membro da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral (067) 439 - 1087 - Res (067) 439 1624 - Celular 975 -8160 Internet gcrardobocc1a@uol com br Cirurgiã Dentista Ora. Rita de Cássia Reis Aranha CRMO-MS 2325 Especialista em Endodontia pela ABO/MS ~ Clínica Odontológica $ Laucídio Valdez de Barros A Odontologia do 3° Milênio Estética Denlal Implantes -Endodont1a Penodont1a - Prótese Cirurgia • Odontoped1alna Fisioterapia e Reabilitação Ora. Elisabete Alcaide Torres CRE FITO 14003 - CPF 935220429-91 Convênios: FUSEX - Banco do Brasil; UNIMED - Saúde Bradesco • Top Saúde "Geralmente elas tem nt 1to filhos ou infecções repetu J.h () p.1p.11llttll,111, l'ílll<.: todos os ames lnio, ll ,O.li < 1 lc, / 1 li lllll metodo q .. • JII 11 lic.1 um pr,. p,11111 ,k controle de cant no pai, pondera Inês. / - Jla,ar d ... · /uma, / ,ra e ,1 rq:r,1 m11I, llllf'"''"llh' /Jtlftt /Ut ,,,. rir o ante 2-lma dieta alimentar saudável pode reduzir as chances d incer em pelo menos 40 Coma mas frutas legume ter ai mero carne e almentos gorduroso a dieta devera conter duramente pelo menos '3 ramas de fibras, e a quanta dade de 1;111 .lura ,:iio deveria ultr li/>•" wr .'li ,, do total d~ w/11- ra merda J - J>ro, Ili l uhnr mtio lo{,,/1110111..• fJII {11J1J/1Jr O 111x,•,1{}0 d,.: h, h, das alcoólea th homem não devem tomar mais do que dor dnnJ.., por da. enquanto as mulheres devem lmtar este con- 1110 a 11111 dn11Á Ih:,,, tli,,n 111c.u1pore o pr,í11u1 ele ct,·rchto, fiscos a tua rota diara hau etertto moderamente du nlllll' ,,,..,,, OldlO 30 11111111/fl ( /11(0 rc;l.' ,,11r ,e111,111,1 4-4mulher deve fazer um auto-exame das mama todo mé Com 35 anos de idade a mulher deverá hmeter-e a uma mamografia de base com 4) ano, um ou "'"'' 111,11110;:.ra/icn ,k H'J.,:ltll'JJlo l' "JJartir J,H 5n llJlfl uma mamografia anual 5 - J mulher o partir dn, ~(} ano, cll''<.'rÚ ,uhmc..'/l'r-,' ,1111ml mente a um <'HIIIIC JJrt'l't.''111'tJ cio e o/o ,lu útero ( P,1p,1111colu111 6 - () homem devera fazer um auto-exame do tetilo todo mt., 7 - l/0111c111 ,. 11111/hcr<'I """ 111w, de 5/J w1", cle1T111 '"/Jntllrllo ,,,,:d,cn u111 t't/1111..' lllllllll til' lJll)!IIL' ,n:u/Jo 11e1, /t.';l'. 8- (0 homens com 111uI., ele 5fJ ,1110 dt.''l'/11 JJrocurar •" 1n,;dho rq,:11/urm,·ntc pura" l'Xame c./l, '"'/'"'retal!'"' 0 pre'1..'lltr o nin cer de próstata 9 - Fve a eposição prolongada ao 'oi t /IH' filtro protelor olar fator l3 o superior J() - 1-ura re~ulan11c.!nll' awo-1.•tc1111t• clu hoca l' da pele Fonte:aner Free lheamprehemse aner l'reventon l'regram b Sde / aawer t /) fml:,: Slulu• f {) l'/11/ip /Ju..l:, 1111 .. I (Íd/ÚI bal Sharpe Simon & Schuter 1995) 'aner Fat& Figure+« 1u95 {mera amo otet la Exames Oftalmológicos Adaptação de Lentes de Contato Cirurgia Ocular Dr. José Maria de Calazans Ramos CR'.1-1,1S 27 53 • CPF- 017 715115-aS 251-1694 .. ~ - -- ' Rua Tenente Berardes, 608 • Centro. Jardim/MS . ~~--- ~- -- Consultório de Pediatria e Odontologia Ortodontla e Dores da Face Dr. Ellescr Luiz de Oliveira CRO 1830 Pcdi::atri::i o, Rafael Donlw Sanches Nclo CRM 2780 Odontopcdintn:t 1 Or;i, Sandra B Don/,a Sanches CRO 1589 ,...._ ... N Terapia Ocup.acional --,,-~-- Drt1 Cláudia C Oliveira Rua Dr. Ary Coelho de Oliveira, 333 - Centro (067) 251-2947 Cx. Postal 01 - Cep: 79240 - 000 - Jardim /MS @ Ultra.-Mfeã Eletrocardiograma (laudo via fax de médi a Vi st a e cos especializados) Dr. Gustavo Rafael M. Boccia Dr. Renato de Souza Rosa Ultra-Sonografia Abd . . Ultra-San · ominal. Ult S agrafia Transvaginal· ra- onografta Mamária· • Ultra-Sonografta p . 1 . • Ult S e v1ca· ra- onografia Renal· ' Ultra-Sonog ft • __ raia Obstétrica_ ±; EEEEREI Rua Guia .Lopes, 550 _ (067) 439 - 1363 . Beta Vista - MS - Cep. 792 60 - 000 Jurídica • • Artes Uma alternativa moderna para a bíblia TRATADO DE TEOLOGIA PROFANA A nova religião para o III Milênio Entrcvis1:1 {'0111 O :111tur Huáscar Terr do Valle por Jaci Dutra Sua apreensão da realidade, sua forma de encarar Deus, ba- eia-se, certamente, em 1otl,11111rn forrn,1·ao in1clc.·c111,d. ' - Sou formmlo em Direito A maioria de meus estudo tem c.,1- riter informal e auto-ddata Estudei a /Jíb/w ,· outro, /,n,H ''an to"e contatei que seu caráter apresentava valor apena hntúru o" lttL'rtirio /"'11,H•i a IHIC:tlr na c·i.'11dtt a t''Cplicm,·oo tio 1111,,,:,,,, do lw meme do universo Dediquei-me ao estudo da picanile, soetolo )!ICI (' untropolo)!IH. o fato ,/e m1o 1,•r-111<.' ., 11hmeticlo a e urric:1,/0, h110- luclcH pcrt,,lli11-111,• 11111a 'J1io J!_t'rol, ,,.,,, (IIHIJ'YOIIII'"" 1deoM>I,1c:o, de qualquer natureza Qual a maior proposta de ,cu li, ro'! . f." 11111a 1u·o1w.le11'.ln'llllllllt'lltl! omwla. /'°" H' propih.• u f!.· clarecer fenómeno que desafiaram os maiores tratadistas d,· todo, o. /empo.,·. por que o lwmcm crl! l'III um Deus' Vocc afirma que 11:i.o c,i!.h: um Deli, pc..:,,oal, um conceito tão , e lho quanto a humanidnde. Exi>lc algum num, tipo de Deu,·• - Certamente existe algo a que chamam De Não é necessa ria111t'11/e algo corporal m·m mesmno espiritual, um senhor que rema /ú do alto Essa coisa a t/llt' chama Deus ete de verdade não "'" epaços siderais mas no mais intimo recesso de WJ "" mcnll' 'tio,. maü tio Cfllt' ""' m.,1i1110. WIICIJJO<Í1'rt),'ill lllOlll'tl(Cit11/lll' ,w, ('iUIIJ1Clt' ti O)!.Ír mio como 11111 .,cr iolmlu ma., como 11111 "'' ,01.wl. m,,mhro d,· uma co11111mtlaclt' de l'rt'. .'mt•llwn1t·., " mh. '"''">' irmiio., ,.,,, "De" Deus é a voz dos genes. E os próprio gene» Deus. cn1:o. c,,ão 0!) genes? - Os genes so uma forma de energia que no leva a superar o instinto de sobrevivência do indviduo. E mumieculo ma rcprc.H'llltl o mutério da ,·,da. qm• e multiplica em todos o ere l'fl'O. .-ltnnn dos genes somo imortat. f'Ortflll' o, J.!,•m•, n,in 11wrrt'm Se não h:i Deus. qual a linalidadc da, rcli~11)e,.' - s igrejas colocam-se como porta-oze de leu t asm que conseguem a adesão de matos fiéis, corrompdas pelo poder 1'."/"1'Ct.'t11 cio amor a seu:; .H•mrllwmt!.. ,'m:11mhem ao 111111110 4.'J.!OÍ'· ta.Jormwrcln iml'll.'iCl. 1'.'lilrlll11r{L C/lh! hllH'WII U rlC/lll':a ,~·rrl'IIO olrcl· vés da cobrança do impu.,10 tio ct:u: o di:mw. Como vocc definiria a religião? . É um co1,jrmlo de preceitos que ,·erhah:am o., c:omando., tio instinto de sobrevivência da espécie e que se destinam a orientar o compor1,m11..•11to .H>cial dos lwmalltl, Di:l'm o, rt'/JJ.!W.OS que Deus é "amor". Realmente o é, pois as emoçc1t!., dos genes são sentidas em nivel consciente como impul.HJ.'J ele .,vlularit'clcull.' para com 1m.,.,o., . 'lllc!llwnfL•.,. Ess1.• ,L·ntimt!IJIO t' puro amor. É o 'flll' chamam "Deus" Então. mesmo sem haver D..:u . há de se ter um componamcn- 10 "bom"par:i com os "semelhantes"? - Embora a ciência nos leve a negar a existência de um Deus e a desconfiar das religiões. mio precu,mw., Ht'C1'.,.,11ri11111c111,• .,cr levado ao comportamento eoita, sem onderação para com o bem-estar de nossos semelhantes lo contraro, a compreensão de que somos disputados pelo tintos de sobrevtenia do indvduo ' da espécie, orienta-nos na busca da fel idade Como hu,car c,ta felicidade'' • ( 0 1)11/(J /ui 111,lt',110, 110 ('/1lll(WI "' ft/11IJ/ltl ()rlt''11Ull. O ( a minho «da felicidade é o do meio, da moderado do equilibro, ou ('j(I a Cfllll/JOflh,li:oç,io dos dois tintos que e dgladiam dentro de nós O caminho do mew ,mll/1..' t'fll <. 11mpr1rmo, JIOO Jeren para conosco e tambem para com nossos semelhantes Em amarmo nú, mc11111, octnlll de tudo t' ao promo tomo nós mesmo 1. ,ua ideia de alma'! - Por que o lum1,·m ,u. n•,h1t1 ser possuidor de uma substineiaeteria a olmo 1 . l crença na imortalidade da alma, nmwm o tJUtl.C toda, '" rl'll),!U>t•,. mio I"" "' da pt'rCt'/><.·cio. em nh d um,c1t•11fl•. Ju mwr/a/uladt• do, J:!1.'"'-'·'· {/11,11110 o mi,. estes corpos efémero, portadores dos gene por um 1itimo clt• rida. ,uio /Hl\cllllO d,• n1ropuça, dt•,cor1,h·c1, t/llC! .uio deadas pelo caminhos, enquanto os genes caminham triunfalmente atrm·,•,,lmdo J.!l'ruç,;, •. ,. rumo a 11m/11111ro dt•,nmh,•culo E por que as rcligiõC'-, ão c;1m inhando ,cmprc num crc:sccndo. sem parar, sem cair apesar de contestadas' - Pocl,·ro 1' motiraçik., itn11111,n se abrigam no ccr11<.' CÍO .H.'ll timentos religiosos. De fato, comprova-se que a religião satisfaz o 111lfl/(() hcilCO ela pn•.H·n·oçtio ela t!SJJ<.;Clt', t'III 0/HJiÇtifl Cl 011/ro UI· tinto, o de preservação do individuo As religiões alimentam o orgu //,o t' a ,·uhdack do hcmu•m Ela, colocum o lumu·m no centro do rmÍ'1..'r.11. que existirá em função dos humanos Até Deus parece erisr apenas para aguar uax craturas Nc,,c !Clltido. a ciência ê o dt·,con,olo? . Sim cada avanço do n•du: o homem a sua imensa insigmt ficcincia . .-1 cih1f.'ia comprowm qm· a Terra não é mais que uma 111.'il>f· 11ijican1,· ,,,,,.,. 1.·.,pacta/ J,:Ir,mclo ,.,,, /orno de "'"" e.,tn.·lu cü port,· médio que por .'illll n•:, ncio pauudc apcmn um tllrtJ c11cc.111dct.ffl'IIU' no., arrahu/c/t'.'i da 1'1a Lcicteo ,1111.•. por ""' 't':. f,!lranclu e11/ouq11cculcm11.•11te no t'S/UIÇO l'a:w. '-; "!"-''"-" uma comwzicladc! d,· estrelas de porte médio, dentre bilhões ou trilhões de outras galai as, que se estende além do que podem alcançar os mais poderoso telescópios, que atingem até mais de dez bilhões de anos-luz no epa ço t' 110 tcm1w Dl· fato. somo. mai'i tll.'iÍ},!tJ1{ic:a111e,· que um grão de art'ia 110 clt'.H'rto cio Saara. Dun·m d,·.,rr11111 o mito da., ('.'i[Jt~c,e., crii1• das uma a uma; o lmmt•m <.' o macaco descendem de 11111 tlflCl'Strul comum. O lmmt•m é primo cio macuco. t'III vez de uma criaçcin dfrmu O homem é cntào puro ins1in10? - Com o imenso conhecimento que o homem adquiriu nos lt mo., ..:culo.,. Jmtl1•rú ,npirar mais cio que simplesmente cumprir "' 111.lilllo,. /Jrocuraremo.,· e11ttio .,uh.,lftuir o in.,tmto p1.•la ra:iio. St.'rci vitória desta obre o mmstinto, do Cnll.Clt:lllt' ,uhre o mcorucit'ntt.'. elo homem obre o ,mimai. E.Ht', o destino transcendental do homem, a nova religião para o Terceiro Milénio lndicad r Indica fissional . r rro11ss1onal ~ Escritório de Advocacia Ora. Vi/ma da Silva & Ora. Lucimar P. Veiga OAB /MS 2.574-B OABIMS 7 454 Rua Culabá, 458 - Centro - (067) 439- 1290 Bela Vista - Mato Grosso.dó!Sul, -f-;>, ... ± Escritório de Advocacia Dr. Nelson Chagas OAB/MS 2491-A OAB/PR 7312 Causas: Clvcls, Criminais, Administrativa e Trabalhista Escrit.: R Dl.lque de Caxias, 679 - 43S-1173 - Bela VIS!a - MS R Tenente Bernardes. 826 - 251-1721 - Jardim - MS ResidOncla: Run campo Grande, 657 - la C..mi530 • Fcne/Fax: 251-1721 • Jardim. MS - o:; 1 º Semestre Legislativo na Assembléia será movimentado com a instalação de duas CPis A instala,ao d duas Comi só lnqu"rno ,.1 1110' nll'rl!Ur o JHIITh iro 11. ... tr 'ck. t 'nno na Assembléia Legislativa Uma das CPIs que realiza sua jlflllll'lr.J rl.'urll,10 llil prox1mJ 1c·rçt1 k1rt1 "til dJ)llfM possiveis irregulares no processo de criação da Companhia MS-Gás A outra, cuja proposta de 11npl..i11tJçJo foi apresentada na sessão do dia 10. rnl .ipurilr o <J...~11110 d<1do pelo Gocl'mo .intt:nor ,1 Rs 1. 7 milhão. recursos repassados pelo Governo Federal no ano passado e que deveriam ter sido utilizados na ,J111pllaç<10 e rdormc1 da Santa Casa de Dourado3. A CP! do Gás. criada ni.l Sl!ITI<.líld púS5<ldi.l l)(fd,;' ·s dl.' requenmcnio dprl.'!>cnwdo pelo Deputado Paulo Corrl'.>a (PTB). já está formada. rcstilndo apenas t1 dcfin1çiio de qucrn ira presidir us int'eSli~a õe, PJr<l ocupcH o cargo de relator foi confirmado o Deputado Munlo Zau1th (PSDB) Os demais integrantes são o, Dl.'putudm Jose Carlos Monteiro (PDT). Onettan de Matos (PMDB) e Jerson DominQ05 (PSDB) A CPI do Gás foi criada por C<lllSil de diversos dúv1dil, let'.:inrndas pelos Dl.'puwdos com relação ao consórcio firmado pelo Gon:rno do fatado e a BR Distribuidora Segundo Murilo Zauith. existem "pontos obscuros" no processo. dentre os quais o foto de o Gottcrno ilntenor. sem qualquer jus1ificativa. ter convidauo a BR paru assoaciar-se á eswrnl. "Não hou,e concorrência pública. situação que consideramos estranha. É difícil acreditar que outras grandes empresas não se intcressanam em se associar a urna estatal corno a MS-Gós. que Ji.Í no ato de criação estava attaliada em cerca de R$ 20 milhões. e que ho;l com a d1sponibilizaçéio do gás boliviano. está attallada em mais de RS 100 milhões". ressaltou Murilo Zauith. Para 11arantir a parceria que lhe rendeu 49% das ações da empresa. a BR Distribuidora desembolsou R.$ -1-1.2 mil para integralizar 10% do capital inicial. "É negócio de pai para filho". ironizou Murilo. A CPI tem prazo inicial de 120 dias para concluir as investiQações. Por força de liminar concedida esta semana pela Justiça numa ação ajuizada pelo Deputado Paulo Corrêa. enquanto os trabalhos da comissão não forem concluídos fica proibido a rnteQralização do capital social da MS-Gás. bem como a realização de qualquer operação financeira e administrati,a. "Estamos montando uma equipe de advoQados especialistas em Direito Constitucional e Público e iremos apurar todos os de1alhes da operação". ressaltou Murilo. que na Legislatura passada aluou como relator da CP! do Prel.'isul. cujos ex-diretores. por força dos resultados das in'esti~ações. são hoje alvo de processos judiciais instaurados por inicia titia do Ministério Público. SANTA CASA O destino dado a recursos da ordem de RS 1.7 milhões. que deveriam ter sido utilizados na reforma e ampliação da Sama Casa de Dourados. também será investi~ado pelos Deputados. A criação da CPI foi proposta pelo Deputado Laene Tetilla (PTI. tendo como co-autor o Deputado Geraldo Rezende (PPS). com apoio l'. de outros 12 parlamentares. O dinheiro foi depositado numa conta/convênio no final do ano passado. o entanto. por motittos que a CP! buscará J esclarecer. os recursos acabaram sendo repassados para o Tesouro Estadual. ''Queremos saber onde foi gasto o dinheiro". justificou Tetilla. O total dde RS 1. 7 milhões era parte da verba orçamentária de RS 7. 7 milhões destinada especificamente para aplicação na reforma e ampliação da Santa Casa de Dourados. l Advogados Dr. José Atanásio Lemos Neto Ora. Luciana Branco Vieira Atanasio@jardim.menthor.com.br Jardim • MS - Rua Mal. Rondon,638 Esc. 251-1245 - Res. 251 -18741 986-5042 Campo Grande • MS • Av. Mato Grosso, 3283 - Sta. Fé 726-2503 / 981-6~97 - ~Advogado Sidnei Escudero Pereira OAB/MS 4.908 Comercial: R. Tononte Bernardes, 602 • Centro (0671251-1501 • Telefax 251-1685 -Cel. 986-5353 R~sidencial: R. Jade, 101 • Vila Brasil. (0671 251-1653 Cop 79240--000 - Jardim • MS .......... -:.L- Advocacia Dr. Marcus Antônio Ruiz Causas Civeis, Criminais, Contratos (067) 251-1012 Rua 14 de Maio, 470 - Jardim -MS . da Fronteira - Diário Regional áginn - 06 AL faz sessão solene para homenagear as Mulheres "A mulher pagou um preço muito alo na jornada para concuir seus direitos. Venceu a escravidão; derrotou a inorán+a. filha legitima da submissão; superou os casamentos arranjados e os maridos impostos por interesses mercantis", disse a Deputada celina Jallad (l'MUI I) <lur ,inlc a sc,,ao soklll: em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, ocrn I ido no último di,1 OH. A Primeira-Dama do hiado, Gilda dos Santos, a P'residente do Tribunal Regional do rralJ11ll10, Ci,r,dtla l'.:dro,o <.: a Juí,a Marilza l ortes, representando o P'residente do Tribunal de Justiça, fizeram parte da Mesa. (h lideres dos partidos também pronunciaram-se, destacando a importância. luta e participação feminina em todos os setores de atividudc,. As ex-primeiras damas do Estado, Mariita Cançado Soan: •. Nclly Martin· e Fairt<.: Nasser 'l:bet, foram homenageadas, recebendo flores e a mais tecente obra do poeta sul-matogrossense Manoel de Barros. I louve a ausência ap,nas de Dona Marin /parecida l'cdrossian. As primeiras-damas dos Municípios Bancada vai ao IVlii nistro Clóvis Carvalho para manter órgãos federais no Estado foram representadas, na solenidade, por Dona Ehzabeth Puccinelhi, de (Campo arande. As homenagens foram extensivas às mulheres que s e destacam cm áreas diversas, c o m o a Ir à Jandita Luvizon, Sueli Jorge, Amélia de Araújo, Nilce Baruthe e Lucimar Rosa Dias. Participação - A Deputada Celina Jallad. em seu pronunciamento, lembrou as dificuldades que as mulheres ainda cnfrcnHtrn. Como a questão salarial ondc. segundo análise do DIEESE, a defasagem entre homem e mulher varia <.:111 tomo de 45%. A representativa feminina nos cargos de decisão no Pais. de acordo com a parlamentar, é ainda pequena. embora representando 5l % do clcitomdo e 43% da força de trabalho, as mulheres ocupam apenas 14% das posições de liderança na socicd,Hk. "Por isso. a gente lula por direitos n:io pode parar", disse Celina enfatizando que as mulheres fazem parte de.: uma agenda internacional. "Os prohlc.:mns mundiais pa,saram a sc.:r lidos tamhérn através dos A manutenção da estrutura dos órgãos federais cm Mnto Grosso cio Sul foi um cios principais pontos tratados durante.: a ~·Jdiência rc.:nliz;1da no dia 09 entre a bancada federal sul-matogrosscnsc no Congn:s,n acional e o Ministro Clóvis Cnrvalho. chck da Casa Civil da l'n.:sidência da República. Segundo o coorcknador da bancada, scnador Ramcz Tc.:bct (PMDR-MS). os parlamentares fizeram um apelo ao Ministro para que fosse.: cnccrrndo o movimênto de tran: feréncia de dckgacias e órgãos fcdcrais para outros Estados. "Mostramos ao Ministro Clóvis. continua T c.:bct. que Mato Grosso cio Sul já deu sua cotu neste assunto. cnxugnndo as suas c.:struturas e rnlaborando com a União nesse seu esforço pela busca de mais eficiência da máquina administrativa". declarou o cnador. Ao lembrar da lrnnsfcrência de tn:s órgãos da receita federal e um da âr,a de comw1icuçào, Ramez disse que ir além dc-stas transferências significaria um desmantelamento dos serviços públicos no Estado. "com resultado inverso ao prc.:tcndido simplesmente por redundar na piora do atendimento ao cidadilo". enfatizou o Senador. Com o Go crno Fcdcral modilicou apenas o poder de decisão dos órgãos transferidos. manlcndo toda a estrutura tisica e de pessoal. a medida tão somente rcprc cnta um atravancamento 110 andamento do proccs ·os que. cm sua maioria . ..:ram d,cididos no próprio Estado. lembrou Ramez. Ele citou o exemplo da p11bhcaç;io de um edital no D.O.U quc nilo demorava mais do que -l ou 5 dias c. om a mudança, agora demora mais de 30 dias. Embora aceitando a colocações do Ministro Clóvis Carvalho 110 sentido de que cs.sas mcdid:is atinjam indistintamente todos os E. Lados brasileiros e visam a· mod.:rnit..i, ão e,total. os parlamentares sul matogrossens ·s lembraram ao Ministro o dc,·ado nível técnico ostentado pelos órgãos f.:dcrais em Mato Gros. o do Sul. equ, pi::riodicamcnte, n:cc.:bcm para cstâgio, ~ funcionários de outras unidades da cd,rJçií_o. ~k citaram. como excmpln. a elegacia Estadual d, Agncultura qu.:. por anos. é considerada mo !cio para o 13rasil. reasojatra O noticiúrio da mídia hrasilcira dedicou rccentcrne11te amplo espaço ú "soja transgcnica". pesar de toda a discussào. persist,lll dúvidas sobn: o que são os organismos lmnsgênicos. Isso se deve à polêmica que a no'idade suscita. pois cxbtcm grupos qu..: se opõem ao uso de tais organismos, colocando dúvidas sobre a segurança. ou os perigos. de se introduzir essa !.:enologia sem os devidos estudos de impacto sobre o homem e o meio ambicnt,. Polêmica à parte. vamos tentar esclarecer o que são organismos tr.111sgênicos. Em primeiro lugar. é necessário saber como as características de cada ser vivo passa à sua descendência. É comum hoje falar cm teste de DN/ para determinar a paternidade de alguém. Pois hem. é através do DA que as car.1ctcristicas dos seres vivos são perpetuadas de gcmçào cm geração. Então. pn:cisamos saber primeiro que D A é uma sigla formada pdas 1n1cra1s (cm inglês) de "Ácido DcsoxirriboNuckico". O D A é que os químicos (ou bioquímicos) chamam de macromoléculas. devido ao fato de serem muito gmndcs e complexas. É composto de uma série de moléculas formadas por um açúcar (dcsxirribosc). um ácido (fosfórico) e uma base org:i.nica que pode ser uma de quatro opções (adcnina. guanina. citosina e timina). (Ver figum). Essa cadeia (muito longa) apresenta-se cm uma estrutura chamada "fita dupla". por ser fonnada por duas moléculas. mantidas juntas por ligações quirnicamenle fracas, entre as bases. O mais importame é que a combinação das bases. três a três. forma o código genético que é pralic:uncnte idêntico cm todos os scrc.:s vivos. O falo desse código genético ser o mesmo cm todos os seres ivos é que pennitc que um gene (pedaço de DN/ que codifica para urna proteína) possa ser retirado de um organismo. inserido no D / dc outro e funcion:u- como se estivesse no organismo original. O organismo que l:ccbcu o gene '.'Stranho" é o qu.: chamamos de lransgênico. Um dos primeiros organismos tr:111Sgénicos úteis ao homem foi uma bactéria que recebeu o gene humano para a produção de insulin:i. O gene funciona na b:ictéria que passou a produzir insuli11:1 human:i. ixnnitindoa produç:'io em larga escala desse produto tlo útil e que em :UllCS extraido dt.: c1dá'Crcs. Dito dessa maneira. pan:cc f:icil a obtcnçiio de um organismo transgénico: seria apenas isolar o gene desejado e "introduzi-lo" no organismo que se quer transfonnar. Só que :i.,, coisas n:io funcionarn. t.io facilmente. A n:tturcza tem mecanismos que impedem que infom1:içõcs genéticas de um organismo passe a outro com facilidade. Assim, na natureza. a tr:msfcréncia de material genético se dá com fncilid:idc apen;:is, cnicalmentc. isto.:. de uma g.:ra,;:lo a ouLra. dentro da mesma espt.'cie. Troca ollro, da mulher que incorpor rn u a»pwt40es de iyualdade. de senvolvimento c paz as grande s questões de g tão planetara" A parlamentar abordou ainda o trabalho das ex-Primeiras Damas do Esado no processo d, consolidação de politicas publicas, bem como de Don,1 l:li,..abcth Put:dnclli A l'rimeira-lJJnia do r:~tado <.: coordenadora especial <le polrtÍLJs púhlrc,I para mulher, Gilda dos Santo,. aprc,entllll os programas que estão sendo colocados em prática pelo Governo Popular de Mato irosso do Sul. Ela destacou a Campanha de Documentação, Plantão 24 horas na Dckgacia da Aulher em Campo Grande. ações na área da Justiça, Programa para redução da transmissão vertical do irus I IIV. Projeto dc /lfohcti1,1çfü1 ck Mulhcre, Adultas. Aula da Cidadania. apoio à mulher da árc.:a rural, trabalho. cmpn:go <.: n.:nd.1. respaldo à cultura <.: habitaçiio. Violência - A Juiza Geralda Pedroso. do TRT. abordou o terna "Violência IJnméstrc:r de material g,nético cntn: os indi, iduos. m<.:>1110 dentro de uma espécie. ê raríssimo na n:1turo.1. Claro que essa troca funciona mais cm microrganismos. funcionando como uma maneira de promovcr rccombin:içics gcnétic.is. como nos casos de fungos que não esporulam (não produzem esporos) e ficaram limit:idos cm suas diversidade biológica. Entre espêcics diferentes, então as dificuldades aumentam muito. Casos de cruzamentos entre espécies próximas. gcralm,ntc. dão origem a indivíduos estéreis. como é o caso do cruzamento de equinos com muarcs. Devemos considerar ainda que o processo de obtenção de um organismo transgênico não é nem um pouco preciso. lmagtncmos 4ue queremos obter uma planta com uma característica somente encontrada cm outra espécie. Uma vez obtido o gene desejado, ele deve ser introduzido cm uma cêlula do organismo receptor através de uma série de métodos: 1) - injeção de uma suspensão de muitas cópias do gene com uma micro-agulha: 2) - mistura da su pensão do gene com uma suspensão de células (como se trata de uma planta. devem-se usar protoplastos. que s:io as células desprovidas da pan:de celular) do organi mo a ser transfom1ado e.: passagem de uma corrente elétrica na suspensão: 3) - transfonnação dt: um vírus ou uma bactéria com o gene e uso dos mesmos como , elorcs para introdução do gene no organismo: adição do gene a minúsculas esferas d.: metal que são "disparadas" sobre uma suspensão de protoplastos ou embrião do organismo. Qu:ilqucr que seja o método utilizado. não se tem controle sobre onde os genes utilizados vão parar. A maior pane dos genes se perde. O que se espera cm um trabalho como esse é que "alguns" genes sejam introduzidos cm algum cromossomo e que possam ser detectados. Trabalhando-se com embriões ou com células com protoplastos. h:i a necessidade de e obter organismos adultos para se lCstar se os genes foram cficicnlcmentc inseridos e estiio ativos no no,·o organismo. Portanto. a plant:i que se quer trnnsfomiar deve ser regenerada a p:irtir do embrião ou do pro1oplas10 transfonnado. Muit:lS ·vezes.essa regcnerJçào não é fiicil. exi!!indo do; pesquisadores o desenvolvimento de tecnicas especiais para sua obtenção:-Como n:io se tem controle sobre o =inho qu:Cos genes utilizados seguirão, deve-se obter um arande número de pluntns regcner:idas.. que serão avaliadas para e saber se foram transfom1adas e se o ~,·n • introduzjdo está vivo no novo onanismo. Uma vez obtida a planta transgénica com a car:icterís1ica dc,ej, d.1. o que o- pode ser efetuado em bbomtórios e casas-de-vegetação devidamente licenciadas para tal. necessário que a mesma seja avaliada a campo. ovamente, é e Direito da Mulher Um Projeto de 1 u, td de" El m strou dados que apontam que em 1995 estavam no mercado de trabalho 29.820 663 brasileiras. A presença feminina. de acordo com cla, continua concentrada nos se(ores tr adicionalmente ocupados pelas mulheres o 1111ror continente. 29.X' ou cerca de X milhões, esta na prestação de serviços, outros 6 milhões de mulheres trabalhavam na agricultura. 4, milhões nas atividades sociais cerna de 3.S milhões no comer1o. segundo o IBGE. as atividades industriais ocupavam 2.5 milhões de mulheres. 1 l.r apontou t.1111ho:m o Ji,pJrJtl' existente entre os salários onde as mulheres são prejudicadas na maioria das vezes A juiza conclamou as mulheres para qualificar cada vez mais sua mJo-d..:-ohra l' t<.:r coragem de delatar todo tipo de, 101.:ncia qua ,cj,1 dom.:,tica. lhica. psrcológic,t. no trabalho.: até mesmo social e política. " . sgemca ncccssano que ,q.1111 obcdeLidas norma, de Segurança especiais e que o trabalho seja executado por pessoal habilitado e devidamente autorizado. Passada a fase de testes. entra-se na c.:tapa de uso com,rcial. que é cx.itamcnte a fase crn que está a famosa soja transgénica citada no inicio desse artigo. Novamente, é necessária autorização para c,sJ comcn:1::iliz.açào As plantJ.S tr,rnsgênica, que e,l.io n.:,s., fase (alêm da soja. pode-se citar: mamociro resistente a , irus. milho resistente à lagana. algodão n.:sistcnlt: à h,rhicid::i. algodão resistem,: à lagarta. etc). são protegidas. isto é, suas st:mcnles só podem ser comcrcialiLadas com autorização da companhia que obteve a cultivar transgênica. Segundo a lcgi,laçào brasileira. o produtor pode produzir sementes para uso próprio. sem precisar pagar royaltics por isso. Em espécies como a soja. em que não se cultivam híbridos. é possÍ cl guardar semente própria. caso o produtor tt.:nha condições tecnológicas para produLir sementes. Entr.:t.lnto. já for patenteada nos Estados Unidos uma tecnologia que impede que a semente produzida sem autorização de detentor da cultiva protegida possa ser usada. Essa tecnologia recebeu o nome de "Tcnninalor" (litcralrn,ntc. cxtem1inados). Em tem1os simples. o Terminator consiste na introdução de urn gene para produzir uma toxina que mata o embrião da semente. Mas o sistema não é assim tão simpks. pois a toxina só pode ser produzida na semente. e apenas na fase final de maturação. para não afetar a planta ou produtividade da lavoura. Além disso. a cultivar com. o. gene para a toxina precisa ser multiplicada. isto é. a companhia precisa produzir grande quantidade de scrncnt.:s viáveis, que serão vendidas aos produtores. Ponanto. 0 gene. na cultivar n:io pode atuar na.s fases antenorcs a venda. aos prod Utorcs de grilos. Assim, a tecnologia prevê que O gene fica desativado nas fases de multiplicação de sementes, permitindo que seja obtido o volume necessaro para a venda aos produtorc:s lmed1::itarn ·nte antes da venda. s - , • as sementes sao tratacbs com o antibiótico te•- •i· . racimna que "ativa" o gene. fazendo com qu.: na fase f; 1 - • • e ma de m:itumçao. a to:1.1113 seja produzid . . ·o s,or o,·o ta, Impedindo que a semente possa ser utilizada par ,q. ,e C d H a plantio. om o uso Iessa tecnologia, o d b • d pro utor fica o nga o a comprar sementc.:s lodos o e 1 • s anos. u ti vares transeênic~- • • _, ili idas :. '' as Ja estão sendo utu!zaa em diversas panes do mund " . de,·erá estar cultivnndo esse . d O " 0 Brasil fu . . tipo " plant=is em aturo proximo. Suas vantagens sgo ·- 4z. _ n:!o podemos ficar alheios ai "mnegiveis e • · progresso que pod • propiciar melhoria em uma ·, , . ra . an:u tão imporun: como e a produção de alimento C . ,., de algo novo (pelo menos - omo se trata --'- • P.'11:> no ) e ela todas as cautelas devem ser+ ~.' o que 1 . =• om:i ::is =-• . qualquer risco além do razoável. Ha cvutar Rote comercial de upermercado Frazão Sa 5a1R$1 30 ~•rJ '1RSOBO Biara par1R$ 115 Bar0a 49R$ 072 Be'o qwra'9 R0 75 8,:COl!';RS05 L_..!~::•:.,ct R~S1I 00~-.!!!!!!~] --------~ ,._ __. Av 11 de Dezembro, 6.B Vla Angelica • Jardim .MS Ga (067) 251-2733/192 251-2041 ~s Molduras ~ Rea'ça 0do Ta'enros e Decorando Arrb entes Escritório de C Tele/fax. 251-2944 Ru Ver. 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Pouco antes do fechamento da Ronda Policial, recebemos a informação extra-oficial de que a "magrela" encontrada na Banad.a Corinthiana poderia ser de propriedade de um rncrnbrn da 1on:id.1 Corinthiana, que ficou em 2 lugar no Tomei entre Torcidas promovido no último linal de semana na Praia do Apa. l"crn en1ido. dcpoi> de con4u1'1:1ri:m o 2°lugar, os corinthianos teriam comemorado o resultado na 8:ii,ad:i Cori11thi:m.1. com muita.., caias de cerveja, provavelmente o proprietário d;1 hicickt.l Jhu,1U da "rn:m ad.1" e n.:n po<l, la, a-la para casa, pr isso resolveu deixá la encostada no "orelhão" do h±ir. Tudo pelo Corinthian,• 1 Mela Vista- Sesta ter,a !u1.1. d1.1 0'1 p,tr ,,,11.1 d,I 16·'.!0 horas. mais um mndiduo foi p, eonoPoto da keceta l edcr.tl "'" IJcl.1 Vr-1.,. q11,111do lcnl:l a pa .,.,r pc!.r alr:,ndc~a DOF recupera caminhão roubado N.1 rn,111h,1 do dia 09. o~ 1'1'111.1111, l1ih1.rrc, de ll'J" iço no 1',1,101 1...:JI Ido cl., I ron1err.,. crn Mundo Novo, abordaram um l.aminhão ~ltn:c<lc, Bcn1, ann 1'197, plal," llWl'-(,551, Ribeir,o l'rclui',i', que estava sendo conduzido rumo ao Para!uai. () 111u1omla do l.Hnmh,lo idcnlificndn wum ,ulfllli<> Jc Oli, eirn Ramo,. 51 nno,. rc"drn1e crn ltundfl No,o, ak!!,tHI que o 1.:.uninh.io i;;cria , t.:mlido 11n P.11.1g.u.1i p.ua .1plic.1ç,io do chamado "Golpe do Segum". l 1111:1 d.,, '-'l'"I'"' do DOF estava naquela terão e assumiu as investigações Desconfiados da hi,1úri,1 c,,nlad:1 por t111onio dc Oli, eira Ramo,. conhl'Cido corno Tonhao, candidato à Vereador dcrnlt,1do nas últimas eleições, os P,,fici.1i, do DOF con1ac1arnm o p1llpric1,irio <lo can1inh:io e fornn1 informados de que o ,ciculo fora tomado de assalto por volta das I4:30horas do dia 08 na região de Marilia SP e o motorista fora hhcrlado pelos ladres somente no l.,1.1dn cio l'.uan.-i. na rcgi:i,, d..: Porecatu Constatado o roubo, 7 ,mh:1n toi n:11h1 1<lo para a ,cde do DOF e autuado em flagrante por ri:ccptiçào de ciculo mub.1do. Em seu interrogatório Antonio de Oliveira alegou ter sido contratado por dois elementos desconhecidos, na cidade de ~laring,i PR. para dirigir o c,uninh:<1 até Sailo Dd Guairá/PY e ali cntrq; .. i-lo a uma pessoa que o l.~taria agu:ud.1ndo. Feita a entrega ,nlonio n.-cchcria R 500,00 pelo "serviço". Alegou que fora contratado para conduzir um c.1minh:i,,de golpe do seguro e que não sabia que o mesmo era mubado. Apó, a au1uaçlo Antonio de Oli, eira Ramos. que fora processado anteriormente por ..:rime deitor.1'. foi cncaminh:-ido à Cadeia Publ" , dd,lundo No,o. à disposiçà .a Justiça 1r,rnspor1.mclo 1.crcn de OI qudos d,, ,ub,1.1ru:1a tntorpecer11~ ... onhc.. 1dJ rx,r "mn<:.orthJ". 'o d,a ,1111erior J~ h,,v,a ,ido prc,o naquele posto de fis :ili,aç.1o o traficante Luis Carlos Peres, com lf"d mald,t,1. Dessa vez a droga foi dt,wben.1 trn pockrdo 1raft,Jnic Lhas oneroso da S1la. I anos de rdade (foto a csqucrdJ), res1den1e a Rua D,inúhio Anrl, aproximadamente 07 quilos da centro, na vizinha cidade de Arrobamento e Furto Bela ista- No último dia OJ. por, oil.1 d,LS 06:50 horu,. o Sr. Justino Vilhalva. rc,icknte na Chácara ~.1o GJhnel. no Bairro lwbomí, comp.1.rcccu : ~e do J" Pelot,1o PM e comuniwu que J re,idência da propriedade tinha sido arrombada na noite an1crior, de onde foram funaclas uma roçacleira de grama, um rádio toca-ti1a, mnrca ilW 1. uma reclc de don11ir e uma colchJ de casal 1 gu,1miç:)o ele ,crviço clcslocou-,c ao local, no próprio veiculo da ili ma. visto que a viatura da PN 1 encontra-se parada por problemas mccúnicos. scnclo constatacla a , craciclaclc: dos fatos. foi l.ivracla a ocorrência policial e encaminhada à Ddcgacia ele Policia Civil. para providências. As auloriclades policiais pedem a quem suspeitar ele alguma coisa que comunique o fato pelo 1clcfonc 190, a exemplo de casos cm que surgirem pessoas suspeitas lentando 'cnclcr ou passar acliantc produtos como esses acima citados. Seu nome ser: manticlo cm sigilo. J_,,.J1 n qt .. rnJu ele: h. n 11..ru, tr pelo P l•l J., Hc,ll' , 1, 1 r ti crn '"" 1.11 eh llelu , 1.1 JJ..t.r,H•U,ll Ju J.1/..r lltlt 1 z,,.• 11,I no veiculo, o a nte ro descobriu a droga em poder do passageiro e procedeu a saa detencão, comuntando 1med1.11,1rncn1c ., l',1!1e1a llrl,1,11 1 Ir," (,cncr,h<> da ,,.,,,, Criança atacada por cachorro Bela 'i,ta - Na m.mh.1 d,: 1cn;a-k1ra_ por volta das 09.30 horas, deu cntrJclJ no 1 !o,pll,d SJo Vicc11te de Paula. após ser atacadJ por um cachorro a menina A.M.. 1? anos de idade. residente no Distrito Nossa Srnhora ele 1 .ituna De acordo com a, inform,,ç<k> colhida, pelos Policiai, que atenderam a ocom:nci:1. o cachorro ,cria de propriedacle do cdadão f e encaminhado a l d l' I' olie l ( 1 11. J l •11 '" r, 1 d, O l 1, , ar•r,, ndi.lJ O 1 JCH ,u11t1.11..h, e.. ru f a : lonme de trafio de drogas posteriormente rc.,dh,du .o -.,d,,., publitJ 11111111l.1p.d. onde Cllí ;, disposição da Justa umh,·tido pdu nome dt: JoJo /.unurio. ,cnclo que o animal t.1111bcr11 J,Í lt'r ia .11.ic.rclo outr,15 pessoas. pois é agressivo e fica solto na rua O medico que pre,lou atendimento a criança, atestou que a mesma teve lesões graves no braço esquerdo e nas n,iclcgJ,. 1 ocorrência foi cncJminhad..i .l Dclcg.icia de Policia CI il para a, pw, 1dência, cahh eis Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS Decreto Nº 1.125/99- Executivo Municipal Decreto º 1.126/99 - Executivo Municipal "DiJJN;l. Jobrl! .f'umt!açcio clt! F1111cionário" José Garibaldi da Rosa Neto. Prefeito Municipal de Oda Vista, Estado de llalo Grosso do Sul. no uso de suas atribuições legais: DECRETA: Ar1. 1°- 'omear, EDGARD GO ZALES. para exercer a íunç:io de l1olorista Categoria D. Padrfo IV, Classe A, Referência OI. do Quadro Permanente da Prcíci1ura Municipal de Déla Vista, a panir de 08/03/99, cm vaga decorrcnlc de José Carlos Dias de Lirna. ,n.2º - Este Dccri:to cnlrnrá cm vigor na data de sua publicação. n:, ogada-, a-, disposições t:m contrário. Uda Vis1:t/ll ., 08 de llarço de l .999 .José GMibaldi da Rosa 'elo - Prcíei10 llunicipal Decreto Nº 1.127/99 - Executivo Municipal "Di.l'p<ic• sobre Co11mcaçcio de Professon:s". O Prefeito Municipal ele l3cla Vista. Estado de Mato Grosso Jo Sul, no uso de suas atribuições k~ais, tendo cm vista o disposto no Inciso VII cio Parágrafo Úni,o Jo Anigo 99 da Lei Orgânica do Municipio: DECRETA: "Dispõe sobre Nomeação de Funcionário" José Ganbaldi da Ro,J 'cio. Prdc110 '.lunicipJI de Bela Vista. b1aJn de Maio Gro»o do Sul. no uso de sua, atrrbuiçõc, lcg.ars: DECRLTA. An 1°-1'-orncar. RA IÃO R[:-SLI 00'-ÇALVL', BARBOSA. para exercer o cargo efeti o de Agente Fiscal de Inspeção e rgiláncia Sanitária. Padrão IV. Cla.s,c ,_ Rcforéncia O 1. do Quadro Permanente da Prcíeilura !lunicipal de 13cla Vi>1a. a par1ir de 0803/99, em , aga dccorrcnlc de bidita Oli,crra L,ma. An '.!º - Este Dc-c1c10 cnlrar;i cm, rgor na data de sua publicação. rl!,ogadas a, dispo:tiçtk) cm contrãno Uc-la 1lll I~ .. UM dr hrço dr J.999 Jo)t G:anbald, d:1 J.tou 'riu - Prdeito ~Juniripal An.1° - CO;-,.'VOCAR Professores para ministrar aulas na Rede Municipal de Ensino com base no lnci,o li do Artigo 19 da Lei ~tunicipal Nº 923. d,: 03 de Dacmhro de 1991. conforme rdaçào nominal cm anexo. Art.2º - E,tc Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. n:,ogadas as disposições .:m contrário. llcl> Vis1af;1S., 08 de ; ,rço de 1.999 Anexo 02 do Decreto N° 1.127. de 08/03/99 - "QUADRO DE VAGA l'l'IU" José Garibaldi da Rosa Neto - Prefrito tunicip:il NOME COllPLETO FUNÇAO NIVEL TURNO DISCIPUl'iA ESCOU. OI 13emabé de Moraes Professor llalutino 1' :i -l' Séries Princesa babel 02 Jailson Dias da Cruz Professor Leigo Ma/Vesp. 1 .1 à .p Séries Tupi Almeida Melo 03 uely Fagundes Professora : Leiga Vesper1ino 548'séries B:irr., do ltá 0-l Eva Eni G. Pereira Professora l Mat/Vcsp. 1'à4Séries Enir '.1. N. Rondào 05 Ailton de Oliveira Professor li ltJvVcsp. 1à 4Series Enir :1 N. Rondfo ---- - ------ l'ERJODO 010399a31/1299 01/03/99 à 31112 99 O 1/03 ,99 à 3 1 /1 2'99 01,03,99 â J 1/12.99 01/0399 4 31/1299 OBS rr===,,,,,--=--= ==-==~===--,,.---------------------------------=-- mi ortádos em Geral • _ .. ..,l,.....,c,b Representante: Cerveja Ouro Fino A ame Belgo Mineiro Pneus Pirelli Temos Viagra (Produto Americano) p 'é L_(8n as-1238 - 287-193» • Foro Muros y · Rot iro de Compras do Sudo ste !:=::::::.:.::-:.-:..--.:.:.:-====-- - - • • - j1ema li-,ri om a melhor omila taseira -+ Pra los fl•io, 1• q11c•1111•, R$4 00 R$ 7 00 ktua en,ado 1 t I t I t 1 '' ·' 1 li 1" 1 • ' / ' l l 1111 ,, cp ousada =====-==-== -c5onhoWeu -Chalés om aptos individuais .r condicionado ➔1 a ()1 l"i ➔(:,d<'· (:1J111plc10 Estacionamento H'ópio (067)255-1658 Esteio Agroveteri,nária , e. - Toldos; Coberturas; Fachadas e Luminosos - Qualidade: São Paulo Alpargatas S_A AMC. Atendimento Master ao Consumidor: 0800-557-166 EFETEE 1 TEEETEEO R. 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Brasil, 120 - Centro - Cep: 79270-000 - Caracol - M rctica ...................................... ••••••••••••••••••••••••••••••••·· Paixão acional Cidades Atendidas: Aquidauana - 241-3838 - Bonito Bela Vista - 4-39-1369 - Jardim Guia Lopes da Laguna - Caracol Miranda - 242-1206 - Porto Murtinho Nioaque - Bodoquena Anastácio - Dois Irmãos Vida - Distribuido a • 1ana ntarctica '- IA 'A LJl~TRIL,lJI lUHA ANTARCTlCA Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (067) 241-3838 - Aquidauana .lon,al Trihon:1 d;, l'rou(«'ir. - IHürio IC<•l,!io,ml Nossos SE 1 TIMENTOS Aos familiares do Sr Gentil l erre+ta Leite, pelo seu falecimento ocorrido ,rn í1ltitno d1,1 0J L'lll nu ,.1 L 1d,1d..: NESTA SEGUNDA-FEIRA Dia 08 aconteceu a inauguração de abertura das novas instalaçoes do Supermercado Carandá, para melhor al<.:nckr a popttl.tç,lo lar:t<.:ok:11,c.Confiram11 Aos PHOl'IIIET,HIOS Rcn1110 Varga:, e l.ilialll: (Lila). sucessos por acreditarem no potencial de nossa cicladc: o.: além ck c,1:m.:111 gcr,melu 111.11, empregos pata nossos jovens. FELICIDADES Aos aniversariantes deste més, começando por mim. Kc1111 rLopes Leite, dia I": l'1i:,cila S. Lcitc, dia 02: Miri,u1 l)duqui. elia 03. SOBROU PRO JOCA!! Gcnto:. drn o maior forrnJobó 11a C[,111.ir.1 iVtunicipal de nossa cidade, nc'-la última t,11·,1- feira. dia de sessão. A Coluna dn JOCA. onde o assunto era relacionado aquela Casa de I e,,. nlguns pnrlamc11t11rc, n;in go,1ara111 m:111 um pouquinho e "chegou a lenha" na coluna do Joca. atl! chamou o titular da mesma de mal infonnado e outros t:11111prim.:11tos a mais1 ! NESTA SEXTA-FEIRA Na Fa1..:11<lo do Sr. João Quintana Bley (Nenê Bley) aconteceu ao 111.:io-dia 11111 delicioso churr.1srn em comemoração a o ] aninho de sua filha caçula ]'vlail..cl~ Bk~ ! Os papais N.:11<: Bley e Cleuza e maninha 1 taiara. receberam à todos seus convidados cum muita akgria! 1 VIAIKELY Quc cssa data si: r.:pita por muito, ,llllls e que o osso S.:nlwr ksus Cristo, encha o seu orado com a luz dina do l pinto Santo!! Parabéns'!! ENCONTRA-SE 1 m pil:110 fu111.:1011,in1cJ110 ., P,,d.tri.1 d.: propriedade da Sra. Suely Losekan, visite e rnnfi1.1 as delicias que a mesma pode lhe oferecer. Fica em sua própria r.:,idi'.:ncia. cm rn:ntc a casa do Sr. 'eco l',,gliosa. ICMS Aqui em Carõlcol que vem de pc,caelor de outro Estado pescar em nosso rio não esta escrito. Está na hora de nossos govemantes cnlocar,1rn1 um posto da i'ulicia l· lorc,1al pam fiscalizarem melhor a (ll't:.1 e t,11nbém é claro. dci,.u·o ICMS aqui l'lll Caracol traz . ..:11<lo iL'>sirn mais progresso para o Município. ELOGIO Digno de .:login, o Chd..: da l'Nl· RSlJI d.: Caracol, nosso amigo "Gato". pois contratou um carro de som c:--cl11,ivam<.:nlc para avisar a população caracolense que iria licar ,.:111 cn..:rgia .:tétrica 110 domingo. l'arabén, "(iato" por tão b..:111 n:pr.:,cnlar a l·.NLRSLJI. .:111 seu trabalho e o r.:sp.:ito com a população caracolcns<.:. CAPOEIRA Quem está se destacando também é o lt1:,trutord.: Capocim. J,mkl. que além de ensinar a r.1p:viada por apenas RS 5.00 por mi;s. ainda é um .:xcdcnl.: 1a1mdor qu.: diga-se <lc p:issag.:m. mm muita criatiYiacl.:.: higi.:n.:. DIA DA 1ULHER Dia 01' co111.:111oruu-sc o Dia lnt,macional da Mulh.:r..: nós aqui ela Redação nJo pod..:riamos elcixar d.: dita PARJ13É S par.1 todas as MlJI.I IERl:S d..: Caracol. E POR FALAR PnOOçà 3 ANO EN!MINO MÉDIO NOTumNO A rCLO DnANO LOCAL: RC~IOêNCIA ATRÁ!...i 00 HOTCL POUSADA DA FR□NTCIRA • BCLA VISTA/MS DATA: 20103/99 • SÁ□AOC Honro: 22:00+, INORCGGO: R$ 2,00 J m mulher, ó r,c lc ,1110 ,?q111 m C <1r,.col a Policia foi solicitada para pre d 1 e encaminhar duas pe soas ate a cade1a de Bela Vista por não pagarem a chamada "i'.:n,,1o /li1111.:111íci.1". P.ira quem n"io, .b,. 110 Jlo da separação o marido tem por obrigação pagar a pcn,,io ali111c1ll1C1,, .1 mulher. p.1ra que clJ tcnhJ c.:ondi,,;ôn J.: ui.,r ,cu, filho, ,u,inha e 411and,111,in o f".it.:rn o Juiz manda prender mesmo. A mulher que estiver com este pruhkm.1 de separação é só ir no I orum de ela Vista e marcar hora com o Defensor l'libltco. O 1..:kfo11.: do I órum é -B9-13SJ. AINDA FALANDO Sohrc 11111llu.:r. a ",r,1. /u,111ir .. 1 "(jrinµ.1'. esta de parabéns pelo trilha lho que I t.:111 realizando a frente da Assisténca oral de Caracol. Ficamos sahcndo qu.: domingo passado ao chegar em uma residência para a1criguar uma criança que .:,tJ1 ..i dcx:Jllc ,.: surpr.:.:n<lcu cm , cr dua, crianças em um so h.:rço. Conclw,;io: além d.: darorkntaçô<-.., ao, p,ti, da criança sobr.: su,1 saúdc. ainela d.:u ck pr.:scntc urn bcn;o parJ a outra criança. Parabéns "Gringa" pois 111.:smo sem 'CÍculo conwgu.: realizar um cxc.:knt.: trabalho as.<.istcnc1,1I. PASSEANDO Em nossa city. a sra. Carm.:n . .:spo,a do Cabo Fcrr..:ira. Comandante <la Policia Militar do Boqucir.io. MUITAS PESSOAS Prestigiaram o batismo nas aguas do Rio Caracol frito pela Igreja Quaelrangular. Pastor.:aela p<:la Pa,tora i':dna. qu.: , ,·tn da cielad.: de São Paulo. dir.:tarn.:ntc para pa,ton:ar a lgn:ja Qu:1Clr.lllgular d..: CarJcol. qu..: por sinal c.:stá conscguinelo scmpn: com Ssuts (XIIC.:SlrJs. n:unir muita., pcssoos. inclt1:,i1 c jO L'lb que anelavam s.:m rumo na vida. Nossas hoas 1 indas à Pas1orJ E<lna.: r-,unilia e quc da pro,,.siga c.:st..: trabalho t.1o.:xc.:knt.: que v.:m r.:ali,_ando. QUEM TROCOU De idad.: ncstc último dia 03 foi a Sra. /lmiria Dcluqui. Parab.:ns. VO llE DESPEDI DO Com que OUÍ no l lospital neste último domingo da Enli..1rncirJ ao Cabo Deluqui. quando o mesmo p.:rguntou do acidentado que caiu d..: moto. se de esta,-a bem. "Olha seu Caho. a linic:1 coisa qu.: não ;:irr.lllhou foi o SL'll coto'do. pois ao cair o cap;:tci:t.: estava cm seu bmço". RI() , tho h atlles te omenotando o cu 1 , , •,1 o' lc ta aconteu no da 20, 1111 lube Mocidade. ondre recebeu patentes e ami unho pata aborearem deliciosos sal adinhos e o tradicional bolo de ,1111 li rio P'araben Charlles e que essa d .. 1.1,.:1,1 :LI p II l11lliLl i: lllllllh IC/l' "·'" ) fofo harlles Critilan Alvares que eteve c o m p l e t a n d o eu I" aninho d e v i d a . Beijo, ... Edital de Proclamas J11:lo m.,J,n '1c1r.1. Olit.:t:tl Jn Car16rio de Registro Civil de aracol MS.. FA Z SABER que pretendem se casar .: apresentaram os documentos exigidos pelo ,nico I lW do CúJig11 Ci, 11 llra,,ilciro· - . 1 A l' RI:'- li O SER' I.' IIOFF:IEISTF.R e C'RI•:S:'>IILDA DLRTF. CÁCERES, ele brasileiro. solteiro. pedreiro, natural de Caracol :IS. filho de Miguel Hoftmeister e Luzia Sil mo I loflmc1'1<:r. rcstJc111e, e Jorrnciliado, nesta ciJ::i.Jc de Caracol MS .. .:la. brasikira. ;ol1cir.1. Jo lar. natural de 1kb Vista. :VlS .. filh.1 Jc Dcmcrn, Caccre, e lkatri7 Du::i.r1c C;ic.:rcs. r.:,iJent.cs e Jum,cdiados nt:sla cidade de Caracol MS Se alguém souber de algum impcdirn.:nto. que se oponha na forma da Lei João ,mádio 'ic·ir~ - Olici:11 C:ir.icult:-.IS .. 08 de :'-1:trço de 1999 • t D ........... . . . . Lavagem : •······················ Lubrificação•·····················: Abastecimento RevendedorCopagaz Rua Dr. Corrêa A Centro - Porto Murtinho/MS Atendimento Personalizado Responsatiilidade (067) 287-1238 - Fax(067) 287-1163 ' ___,;~ _J Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1988_10_03_1999 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVII_Nº1990_12_03_1999 Voltar para a lista de itens