TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº194_25_01_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº194_25_01_1976Número da edição194Data de publicação25 de janeiro de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.10340348395963 , -56.527255841585685 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº194_25_01_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto GDRCIA NETO GOVERNDRÁ Mil G Ped!'O Gorllli. do SEDI- Em com,anhia do pre MA'T, que vieram comu- feto, o Sub-hele da nicar ao prer. municipal Casa Civil fez visitas Huben de Castro Pinto, protocolares ao ('c•l Co a instalação do Gover- mnndante do J()" RC. ao no do bHado ern nr,s,.:a cidade uos diaR 18, 1D e ~UI .Juiz da Cornnrca, 20 de março próximo. ao Presidente da Càma- ss Na tarde do dia 22 1'· 1'· chegaram eta clda1lc, em avlào do Go erno, os senhores Iuy :-ant'Auna cl<w Sant,,s. Sub-Chefe da Casu Civil cio Uoverno do Estado 1, o jornalista Francisco ra de Vereadores e ao i'res. Dir. !a !+EN A O prefeito de bela Vi- 1 l Ruben de Castro Pito, teve a honro- ieeum bencia de convidar oh cialmente os prefeito dos mtu nclios tsilos e fe, tamben a pro pagan d oticil de+s'e grau!e passo psra a ±n )H)I 1 ei pohitta «d1i nisttativa de no [e. ln 'htn. FUNDA::>OR E DIRErOB. IV ALDO PEREIRA ANO IV Redação Oficiuu e ,.dministraçào Rua Duque de r.axlas S/ Bela Vista, 25 de Janeiro de Hl76 Hi-Sema11ário N" 191 Menus amigos. Escrever colunas comprometedoras,_ero JOI' nais envolvem uma sét·ie de responsabilidades, p/ aqueles que rnalmeute são tesponsavei , no ver dudeiro sentido da pala vra. (Por isso as i na mos 0s nossos) Escrever fofól!a , mentiras e criações da 6UO.. mente maléfica e o cultar o nome é µapél de gente dn mni baixa categoria. Infelizmente este fato vem ocorrendo em Bela Vista e talvez seja o 8cU autor um e lemento frustrado, inve joso ou qualquer outro qualificativo de sa natu reza. Vimo e tivernu a o portunidade de ler a pou cos dias, mais precisamen te nos fins do mes de De zembro, uma Coluna do "Correspondente de Be la Vista" PI o Diário da Serra de Campo Grande um urtigo que infotmavu (aos mnl informafos) q_ue os motores adquiri rijos pela prefeitura fo ram doados pela Cemat, numa 1-<ler:a e total de monstraçáo da ignorân cu que tem a respeito das coisas da "sua Ter ra". - Feria com isso a Administração Municipal e est encaminhou nota contestatória ao Diàrio da Serra. com todo o díreito e toda a justiça. Não ficou ai o espírito mesquinho do "Corres Pondente". Na edição do dia 20 do corrente, uma Coluna esportiva dava conta de que o atual presidente da Liga Es portiva Belavistense 'desejava ser reeleito'' e que era candidato, concorrendo com o Dr. promove •Torneios e cam Ely de Araújo Barbosa, peonatos» amadores •Jm etc, etc. lielu Vis til. - E s s a Mais uma vez de- nüo ... !!! Com todo o res- peito que temos pelo monstrou o correspon- Oi·. Ely que é uosso a dente a sua total igno rância aos ucontecimen- migo p:nticular, somos obrigados a dizer ao tos veril'icados na sua informante que ele ja- areu de ação informati- m~i promoveu «Torne va. Desde o mes de A- ios e Campeonatos» e p/ gosto que O atual Presi- tanto damos o te temu- deute da entidade. ao nbo das centremu de des ser interpelado por re- presentante dos clubes portistas militan,es ela cidade. Isto se coa titui filiados e presionttllO p/ numa mentira, que p:·e- permanecer, declarou juclicu até mesmo o no que não aceitaria C(lllli· rue do elogiado. o Cor- uuar. O medi,>cre e mal informu do • corre,;- respondente deve saber, pondente" diz que O sr. que receuer uma home Glaucy F!õres prntendia nagem ie clubes varseu nos é uma coi a e pro ser reeleito e que con- correria com "um sério mover é outra, - Pr-o candidato" 0 Dr. Ely, já mover. compete aos Ol' apontaclo como endo O gü• ofic:almente coni::ti futuro mandatário do tui1los e um dele é a desporto local. Até aqui. Liga Esportiva Belavis- até que tudo legnl, poi tense. (Lei 3.199 t' 5.-13~( até mesmo nós acredita- Enfim, o Dueo que mos na força rio cancli- tivemos u oportunidade dato e que alé se pra- de ler do correspouden- pos voluntariamente a te do Diá1·io Ja 'erra "."""':' ,2 ç +:p2,72asa R se csi@ir, isto que cm la vis. aos 4a lj]3j if fig, i;[? e u grande merio, conta de que o mes É?!y!5}pf i_3!f_{i}i principalmente se lembrar é um «profundo desco- >ri/é• ti ..i z si mos que pouca gente se nhecedor» de Politica a- F lt d' d • • t t • a a agua nia-h, refutando-os com1 propõe a dirigir entida- mm1s ru r1va e que em des de qualquer genero Esporte até o seu apoio Na emana passada provas convioce:ite .. nesta cidade. Afinal a é r.omprometedor e peri houve falta de agua à São apenas tres... Ü<' G 1 - H tr quatro, ou mais? força do candillado é go ll. popu açao. ouve ope- T d.d • • t Bico culado não e11trn inegável. Provando a sua emos apren 1 o ço no ,01·1ec1men o por falta de cvuhecimento O muita coisn r.a vida, nu negligência do encarre- mosca __ • t d d l d d Jota Jota "correspondente" esque- «: roprm corren eza a ga " pe a guar a o ceu-se de dizer que a viria» e cabe nos para material, depositando e:--====-:_--==:'._ _ outra chapa Pra compos consôlar o «correspon- cal (corrosivo) em cima ta por oacir de Souza dente» dizer que «Se to- de uma peca 'importante. ?? [,732 2@$? e João Kalire, p/ presi- à0 mundo sorni,nte abris Resultado: corroirla. fu- tf!) ei- dente e vice, respectiva- se a boca para falar o rada a peça. paralisou ú r,;-, '""'fu1 0 ~@ b :. ye ±1;° ;: i mente. que sa e, lllnguem supor serviço. t.li" a.ss/==s Esse «corresponden- taria o Silencio.:► Responsabilidade ... onde te» é um verdadeiro :Ias. mesmo assim. estás? Publica.remos na prú «barato.» Ao final da aconselhamos o corres- Tres Patifes xima edição u rel.açiío coluna ele informa que poo d eute ª Moderar-se; Na ertiçüo de domin das personalidndes mais o candidato, que já an- Pois assim como eSlá, go último. etn contun- destacadas do ano. a tecipadumente considera fica chato... dentes palavras o Sr. guardamo& a rea.1es,;a ae o futuro mandatário, é até ª próxima arJi- Prefeito desmoralizou alguns votos da cid~c: um ciesportista atuante gos... tres patifes que preten- de Porto ~rurtiuho para a mais de 20 anos e que JOSÉ GLAUCY HÕFH:S. deram injuriar e calu- a relaçuo final. Grandioso Baile pré • Carnavalesco dia 15 de Fevereiro no Gremio Pedro Rufino - Orquestra com 15 figuras 6G±MIO Z3O 3UNO - (Promoções de alto nivel) . 1 t . 1 Um dos locais de uteresse turistico cadastra ! cJp pela equipe do Projeto flOTürt. alraiu JJ<trll 1 cularmente as atPnçõer:: é a fantástica gruta do Lago Azul. em Bonito. município 1,lluurlo 110 ~::-. lado de Mt. Bonito. com 10.000 habitante !' eurnn 1 cipad .1 há pouco tempo do mun. de rn •. rnda, Uf'ITI ' r,;equer esta,·a i□cluida no rolei!'() da C<JUipe Cen tro-Sul do Rotur. Os pesquisadores no entanto. alertados obre as histórias que os moradores de cidades próximas contavam sobre a gruta, reseloerem contates sua existência Para eles tratu-se de "Algo Far,tá ticn. e que merece um urgente upro I veitamento turístico. A gruta ele l:lonito é urna e tranha escavação na rocha, com profundidade de 120 metros, cheia de meandros e recessos nos quais ha vàrios lagos de àgua magnesiana. E possirnl até que haja muitas grntas como es sa na regiiio. Q,; pe quizadores do ROTUR Lca zaram uma gruta. a de N S. das Gruçus. nc, rr.es mo município. na fazenda de Alhumas. De forma j çüo idêntica à do ugo Azul. é menos sua pro l'uacli<lade, aproximadamente 80 rnetroi::. Os morn 1 dores de Bonito falam de curas milagroi;us e cto e!Pito positivo que o bani.lo nas í•guas do Lago Azul l'uz a saucle. e se é um dado a acn:-se:entar uo in'eresse surgido em torno cles,:u descoe.-,a do PROJETO ROTUR. [Transcrita da Revista E:IIBRATUR) - Nosso Tempo IS DROGAS E I ILEI Dá nova denominação à Escola Munlei- 0 C I E IDE 462/75 l- onsidera@e Preliminares A prollfemçilo dus drogas é um fenômeno generalizado, pelo me nos em nosso mundo o cidental. Pouro sabemos sobre a estenslo do pe rigo duti substâ.ncins ca pazes de criar dependên ela fisica ou psiqulcn, no mundo socialista. No ocidente, em virtude, da liberdade dos meios de comunicação de mas sa e do intenso inter cümblo de idéias e de pessoas, o acesso às in formações é rra nqueudo a todos. Como conse quência, as mesmus cu racteristicas de conduta ocial e morai, o me:« mos vicios e as mesmas virtudes se encontram por toda parte. A rápida difusão dos tóxicos de lodos os ti pos é um dos traços ca rueteristieos do mundo ocidental, ctesde o final da Segunda Guerra Mundial. O problema dos tó xicos tem muitas cau sas. Várias indagações podem ser Ieitas: p,>r que os homens procu ram as drogas? - por que o desprezo pela vi da? - porque os ho mens procuram a felici dade em caminhos que levam à aniquilação? O exame de todos esses fatores nos leva à conclusão d ~àolad'ora de que algo não vai bem. Há algo que precisa ser refeito, nas próprias es truturas de nossa socie dade. É talvez impossível conhecer a gênese com pleta do todos os dese quitibrios e de todas as falhas sociais que con correm para criar o Ila gelo das drogas. O presente artigo pretende i;er uma relle xilo sobre o assunto e despertar interesse para análises ulteriores. 11 - Importância dos Valores Num conceito um pio e prático, podemos dizer que os nossos vu lores são constituidos polos prlnclpios morais que regem a nossa con duta e por tudo o que julgamos bom, no doml nio das Idéias, das ar tes e das ciências. Os valores caracterizam o ambiente moral e in telectual d uma socie dade. E esse ambiente é fator primordial para a compreensõu do pro blema da drogas. Os valores aceitos por uma socie<iade p0- c!em facilitar ou dificul tar a roliferação das drogas em seu seio. Deo tro de uma mesma so ciedade podemos en contrar valores antagô nicos. que necessaria mente entram em luta constante. Tais valores opostos representam ide ais diferentes. Nesse sentido dizemos que na sociedade há um ideal que abre caminho para o uso das drogas e um Ideal que é essencial mente contrário as dro gas. Há, assim duas to matlas de posição, duas filosofias de vida. A luta contra as dro gas. dentro de uma so ciedade deve, assim co meçar pelo incentivo desse ideal contrário às drogas. Daí a lmportfin eia dos valores no com bate às drogas. Paul W. Pretzel psi cólogo de Los Angeles apresenta ulgumas carne teristlcas dessa filosofia de vida que leva ao uso das drogas e que se con trapõe a outra filosofia que se afasta as drogas Vejamos como ele apre senta esses pontos de oposição entre as duas filosofias: (Cont. na Próxima Edição) ARMA.ZENA DORA PARA ATENDER SUPERSAFRA ARROZ Cuiabá, - A safra de arroz do Estado de Mato deverá superar este ano a do Rio Grande do Sul, e; que o colocará como primeiro produtor do Pais, admitiu hoje o Se cretlrio de Planejamentc Para atender à supe.rsa fra, o Governo do Esta do a ampliação da rede armazenadora, mediante a inslalação de • arma zéns infláveis e secado dures, dentro de um pai mo de emergência, além da programação normal Por determinação conjun ta dos secretários Bento Porto do Planej,amento, e Edmundo Taques, da Agriculturo, esse planô de energência deverá ser elaborado ainda este mês. O assunto Ioi. deba tido em reunião de que participaram também o Presidente da CASEMAT e um assessor e pecial do Presidente d CBRA ZEi1. Comercic.lizaçào Na reunião,o sr. Ben to Porto sublinhou que depois de produzir, a função. mais importante é comercializar, manifes tando preocupação tum bém com as condições atuais do comércio mato grossense. Admitiu, po rém, que a erosão na e conomia do Estado, de corrente da exportação de arroz em casca, não tardará muito a ser coo tida com a implantação tios Distritos industriais cujo projeto se encontra em fase andiantada de elaboração. pai. A Camara Municipal de Porto Murtinho, Estado de Mt, decretra e eu sanciono a eguinte L e 1: Artigo 1º - A Escola Municipal 'I'ho maz Lurangelra, passa a denomluur-110: E cola de lo. Grau 'T'bomuz Lurun<>gira. Artigo 29- Esta Lel entrará em vigor na data de ua publicação, revogadas as dispos1 çõe em contrário. Gabinete do Prefeito Muni 1:ipal de Porto Murtinho, Mt, em 23 de dezembro de 1975. Jdelfonso oares da Silva Prefeito Municipal O Serviço de Im- prensa da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Pro priedade (TFP) distribu iu o seguinte comunica do: "Os comunistas pre cisam do difl!ogo com a Igreja, sómente para fa zer com que o Vaticano se cale a respeito da perseguiçi:o ªº" catúli cos na Lituânia, na esperança de melhorar a situação dos fiéis. O diálogo deve ser1r para enganar a optniao publica mundial e difundir a noção de que existe a liberdade religiosa na Lituânia" afirma a '·Crônica <ia Igreja Católica na Litua ma D' 9, boletim clan destmo transcrito pela revista britânica "Reli gon in Communist Ln ds". O referido boletim reconhece que o diálogo pode ser útiJ quando ambas as partes mani restam boa vontade. A "boa vontade" do gover no comunista é atestada pelo julgamento e pri sao de sacerdotes por ca tequízar crianças ou editar livros de oração e literatura religiosa. egundo a revista polonesa "Kultura" edi ta de, em Paris e ditada pelo informativo alemão "Religion und Atbelsmus in der Udssr", "os pa dres católicos na URSS estão preocupados com a perda de autoridade da Santa Sé em virtude ia "Ostpolitik" e que seus representantes não compreendem a psicolo g1a e realidade soviéti Ca. As vezes se declara. que Pelo menos não nos vendam:'' ' j Hosso Tempo EDITAL DE FALÊ CII Nº 02/7 CONTRA MARIA IZABEL JACQUES Prefeitura· Munidpal de Bela Vista Mt F.III IA 1/I SE. II. f 2 te hii e. 1I. r O Doutor Valter Jo• só Rodrigues Conlrem, MM. Juiz ele Dlrnlto da Comarca de Bela Vista. do Estado de MATO GROSSO na rormu dd Lei, ele ... FAZ SABER a os que o presente Edital virem ou dele tiverem conhecimento, expedido nos autos de Fa:ênciu " 02/78, que RUI RO CHA da SILVA reque reu conlru Maria lzabel Jacques, em trâmite por êsle Juizo e Crtório do 1· 0 Ofício, que foi decre tada II fnlênciu. de Ma· ria lzabel Jacques, de a· cordu com a sentença seguinte:- "Vistos, ele ... Rui Rocha da Silva. iirma individual, eslabe· lecida na cidade de Ri beirão Preto - S.P.. in gresou nesta Comarca com pedido de cecreta ção da Falêceia de «Ma ria lzabel ,Jacques.» l'ir ma individual e tabeleci da nesln cidade na Rua Duque de Caxias 11·º 1.323, in ·crila uo C.G.C. sob o ° 03202033,/ 0001 e r.om insr.riçíl.o estadual nº 1.300.5192-!/:, pelo fato que " requerente realizou transações co merciais com a requeri - da no valor total de CiS 14.227,35 (catorze mil, duzentos e vinte e sete cruzeiros e trlntu e cinco centavos), divida essa reprPsentada pelas duplicatas n% A-161, 13-151, C-151. D-151 e E-151, emitidas em 11/11/74, com venclmen- t o s p a r a 11/12/74, 26 /12/ 74. 11 ,01 175 26 O1/75 e 1 1-2-75 e/ valo res iguais de $ 2.84,47 t·adtt, estando tôdns de• vidam<c"!lle prolestadus. Devidamente cita:la n requerida nií" elidiu o pedido d e hlência e nem tampouco upreseu lou dtfesu. É o relatório. Decido. üs tílulus cam biai: apresentados pela Firma requerente d e monstrum de forma in<lu vidosa que trata-se de obrigação líquida e cer ta du requerida Maria lzabel Jacques que nüc provendiciou o pagameu to dos títulos juntado com o requerimento no m o n l a n t e de CrS 14.227,3» (catorze mil duzenlo:- e vinte e sele cruzeiros e trinta e cin co ceatavos), títulos já vencidos e devidamente protestados ua l'úrma da lei. Devidamente ci tada a requerida não e lidiu o pedido flllimentar e nem apresentou qual quer defesa, o que vem demonstrar o seu estado lRIBUNA DA fROIHEIRA Editor - Chefe • .Jnnldo J]mirn Gerente - Çjilson cSi/011 .S,llllos 01€1)25 Chefe - fnicto édair Paginação • ..._?dilio <.fé. cSoui,1 ~ (1Uilso11 Çj. !.Dutrn Impressão • .i!uiz Carlos !.Dedi Composição - erge Dutra, 0sao Cales 'lasquez t .J..!agib .JCazimt Departamento de Circulação Pompilio Mirnndn - João Vicente Ocampos Departamento de Cobranças Chefe • Eclcr Ribeiro Colaboradores k'é Joa,1uim Ferreira Souto. Adalberto R. de: Sant'Annn r. Aroldo _Medeiros, Rosita Rosa Gomes, José Glaucy Flo res, Euripedes E erre,ra., J. Refrcy Diretor Responsàvel - .Joaldo J]mira TRIBUNA DA FRONTEIRA é uma publicação da Empresa ' Gráfica Tribuna da fronteira. Oi retora - Maria E-tela Velasquez Pereira ledação, Administração e Publicidade - Rua Duque de "-'UJJlS >-n- Bela Vista Mato Grosso de insolvência nos ter- 111011 do art. 1 do Decre to-Lei 1" 7.66t de 21 de ,Junho de 1!l4G que dlz: Consldera •SA l'u lido o co merciuute que, sem rele vunle r!.lzào Je direito não paga no vencimento obrigaçii o líquida cnns tante de titulo que legi time a Ação Executiva'·. Assim sendo, o pedido de 1tecretação da falê11- cia mereee procedência nos têrmo do requeri mento i11icial. Isto pôsto, hei por bem decretur a falência de ilaria Izabel Jacques. firma indivicla· ai estabelecida nesta cidade uo rnmo de rou pas feitas e calçados; fixando o têrmo legal de faiência em i0 (sessenta) tlia a coutar anterior mente ao primeiro pro testo. Tendo em vista que a representaute le gal da devedora uâo foi local?zada nesta ci dade, como prova a Cer tidüo do Sr. Escrivão do 1° Oficio, para ser intimada a aprr entar a relaçiio dos credores, nomeio indico da Fa lência o Sr. Noedi Leite Laranjeira. contador es tabelecido nesta cidnd ... e, os termos do art. i0 da Lei Falimentar. de termino o prazo de 10 (dez) dias para os cre dores apre;;entarem as declarações e documen tos justiücativos ou seus créditos. Providencie o Sr. Escrivão o cumpri lllento integral do dispos to no art. 15 e lG da Lei Fallmenlar, intiman se o ~'indico nomeado na presente sentença, bem como a Falida na pessoa de Maria Izabel Jacques P.R.l. - Bela Vista, I de Janeiro de 197G - Dr. Valter José Rodrigues Contrera 1DI. Juiz de Direito. - "E pa ra que chegue ao co nhecimentos dos interei,: sndos e ninguem alegue Ignorância, foi expedido o presente Edital o qual será publicado na forma da lei. Dado e pa saào nesta cidade e comarca de Rela Vi ·ta, do Esta do de .l.T., aoi, 19 ( deze nove) dias do mês de janeiro do ano de 1976. Eu, ,JoHé Avelino t-ilva, Ese. do Cart. do I" OIieio a datilograft-i e ai-si110. Dr. Valter José {o clrigues Con_trera .IM .. Juiz de Diretlo. EIS8 loedi Leite Laran jeira, Sindico da .lassa Falida Maria lzabel ,Jac ques, cujo processo se encontra em trâmite por êt-le ,Jui·1.o e Cartório cio Oficio, nos termos do art. <m § Iº d:• Lei Fali me11tar. Cl'municu que l1iáríamenle, todos os li vros e papéis do falirlo encontra-se à disposição dos creclorei:, das 1::1.oo ils l7.oo horas no Escri· tório do referido Sindico ituado nesta cidu de à Rua l de Novembro 198 Bela Vista Mt. to de ,Janeiro de 197G. (as) N••Pdi Leite La rA njeira. Em 22 de Janeiro de 1.976 Dr. Huhen de Cnstro J>i11to, Prefeito .lunkl· pai de lela Vista, Esta do de Mt, usando das atribuiçõe Legais: RESOL'E Nomer os Srs. Cup Joo Estvão de Castro, Antonio Silva Santos e Sra. Zenóbia Luvilia 0- camp s Gomes, funcioná rios desta Prefeitura, pu ra, em comissão, fazer o levantamento do patri mo:io do Hospital São Vicente de Paulo e reee he-lo. de acordo ''Om llt< nonnas IPgais, para dar cumprimento à Lei 1 (i:19, de 08 de Novembro de 1!)7G quP encampou. por interesse público, o Hospital So Vicente de Paulo. Bela Vista Mt 22 de ,Janeiro ele 19í6. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal. PrefeiturG Municipal de Jardim Mt. ICEI M. 0/I$ (I. W W7 IE IIEIRO E IS "As opis :;a iniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o pont.o de vislll do jarnJ', podendo até ser contrária te. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais nos comentários nlo assinados" Di põe sobre a fixa ção te prazo para rena vação de Alvarás de lo calizaçüo em geral para o Exercício de 1976. O Sr. Eraldo da Silva. prefeito unic de Jardim Estado de Mato G,·osso, usando das atribuições que llle são conferidas pela Lei n° 3.14 [Lei Orgânica dos Municipios) Lei Municipal uº 363-73 (Código Tributário Muni cipal etc...) DECRETA Art. 1° - Fica lixado o prazo de !I té 28 de Je vereiro do corrente exer cício. para a Renovação de Alvará da Localiza ção em Geral. Art. 2.o - Para reno vação de alvará o reque CASA BIUL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios cm geral bebidas, Rua Jardim cos lata.rias em geral 13 de junho 3s0 e molhados Mato Grosso rente deverá satisfazer as exigências do artigo 76 do Código Tributário .lunicipal. Arl. 3º - Os possui dores de alvará de Loca liz:'LÇão que uüo provi clenciarem :i. renovação dentro do prazo fixado no artigo anterior, esta rão pas-siveis de mull.lls e outras sanções previs tas em Lei e canse quentemente inscrição em Dívida Ativa, após o vencimento do prazo fi xado no artigo pruneiro Art. 4º O Chefe do Setor de Fazenda. deve ró providenciar o lança mento e encaminhameo to dos avisos de débitos aos contribuintes. exigin do destes no ato de en trega o recibo comproba tório. Art. 5° Este Decreto entrará em vigor na da ta de sua publicação. re vogadas as dispoi:ições em contrario Prefeitura Mun!clp111 de Jardim, 07 de janeiro de 1976 Eraldo da Silva Prefeito Municipal Variedades l'.t i,,1 1 "Fundado em 30 de Setembro de 195O' ela Vista MT-- Iua Coronel Camisão /n - Sede Própria" Prestação de Contas do churrasco rea lizado 11<> dia 07-1'.?.-?!í Recella lngre8HO Familiar 126 vendldo8 Ingresso Julllvlllual 104 vundlclos Lelll1o: Um pernil Um lombo Bebidas Vendidas Total Altcvir Alencar Ao sair de casa ho je, ainda muito cedo, deparei-me com um des ses tipos humanos pe culiurmeote raros: ho mem de seus quarenta o poucos anos, envelhe cido untes do tempo por força de uma existência sem rnutlvação. Cabelos totalme::te brancos, sujo imundo mesmo, mas de paletó e gravata. apa tos rasgados e sem meia claudicante. Em sintese. um solitário em melo à multidão, um ser absolu tamente estranho ao mundo em que vive. ou melhor. vegeta. Caminha va lentamente, a esmo. Com certeza, sem um destmo certo. Esse Indivíduo me fez lembrar um persoua gem que lhe foi muito semelhante no fisico, e, talvez. na existência. Chamou- e Manoel. O Robrenome, 11i11guém con seguiu saber. Apareceu em Fortaleza, vindo, se gundo dizia, da Paraíba. Amalucado. sem origem e sem destino. perambu lou algum tempo pelas ruas <la bela Capital A lencarina, até que [oi dar com os costados 110 Palácio Episcopal, Podo ai: rec•,lhido e 1:1colhido pela governant de Dom Manoel Fragoso. Talvez por ser !Jomonimo do prelado chegou a portei ro d1.> Palácio, por mui to anos, tornando-e um tipo popular da cida de. Decorou uns dois ou tres son tos de Augusto dos anjos, e não fazia mais nada além de reci ta-las aos seminaristas padres, freiras e, espe cialmente aos estudantes do Liceu, os quais pedi- am p/ ouvir "Versos ín timos". De fato. ouviam silenciosos e imóveis. contritos, em volta do pobre de MANEZIM. p/ ao final, irromperem em es trondosa gargalhada, a tirando areia, bagaço de laranja e outras coisas mais. no velhote. iJANEZIM pegava corda de intelectual. Re pórteres e redatores do «Unitário» se cotizaram ' DESPE A' lundloca Canudos Temperos 13 barras de gelo Uma lata de Oleo Tripas 3 rolos de fita Refrigerantes Gasolina 2 litros Wisk Cervejas caixas Carnes Cigarros Liquido Total Despes CrSl .2GO,OO Cr$1.560,00 CrS80,00 CrS120,00 CrS2.414,00 Crs5.43-1.00 CrS90,00 CrS22,00 CrS20 ,00 Cr$156,00 CrStü,00 C1S30,00 CrS25.0U CrS-120,00 CrS138,00 CrSl80,00 CrS9 '8,00 Cr$325 00 Cr 78,00 CrS2.75 CrS:-i.-13.t.00 ílela Vista - Mt, 26 de Dezembro ele 1975 iutonio . dos ~autos - Secretário Destinatário. Prefeito Ruben de Ca lro Pint9 • Hela Vis ta Mt. Meu nome e enador Italivio Coelho. r José Pereira !lurtins e Waldir untos Pereira a gradeço ao eminente companheirn a recepção que nos ofereceu quando da visita a sede esse muoicipio último dia ô pt contactos ai mantidos vossieneia t-t demul:- companheiros arena vg reintero consideramo-lcs altamente produti • vas para nosso partido vg permitindo visão real situações enfrentam arenistas esse municipio tan to prezamos pt minha renovada solidariedade vossiencia pela esclarecida administração vem realizando Bela Vista ilt. Saudações Arenista Deputado Ruben Figueirnh POSTO SIN CIRRI LIDO Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I ,anchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Dmsil Guia Lopes da Laguna Mt. lZ pi maudur ao prelo um livrcto muito do fado. escrito por Manezim do Bispo. O ( autor» deu à ua obra o título de> ílc cordaçõe de miuha Mãe. A turma fo ,Jorual foi u ele e ponderou sobre o nome do livro, lem brando-lhe que sua mile já era morta . .Janezim mudou o título p/ Recor dações de )linha Ex-mãe. Metido a poeta, «com pôs» longa versalhada que o pl:ssoal do mes mo jornal, sempre gc> zado1, publicou, Termi nava () «poema• com esta tirada, iuspirado não sei por qual surto de bravura putriótica: '':linha r,átria. Minha querida pátria brasileira. Por ti eu daria ... Uma grande corre!ra!» Volta e meia MANE ZJ:[ tirava uma onda de peusador. eus "peusa meotos" foram reunidos num aderuinho, tambem impre so, com o titulo de desa forismos. Nesses doi perso nagens que mencionei tão distantes entre si, no tempo e no espaço (por que Manezim já faz h que partiu deste Vale de Lágrimas], enccntrei um humano traço de ligação. Não sei bem por qual razão. Mas p encerrar esta crônica, vou reproduzei aqui al umas 'maravilhas" do Desa[orismos de Maue zim, "selecionado"" por Calo Cíd: - Se a reSaca foss • untes do porre nin guém bebia porqu•• ningem é burro. - Eu só oncio a pad õncla quando l'l'itou com dor de dente, tu mor no sovaco ou coru llgelrinllu ( dlsea teria). - Familltat·es s ã o os parentes do soldado. - Quem anda com um pedaço d e p ã o na mão alrás Je mnnlel ga, de duas, urnn: ou não está com fcime ou é doido. - Humem que vem p a missa de Fanaboz (sapatos d e tenl) Vai para o inferno de tu mancos. - Amar sem ser amado é o mesmo que tomar injeção sem estar gripado a hora do almoço não se deve falar em polllíca. porquê é ho ra de se falar em De us e outros. Foi ainda Manezlrn do Bispo quem desco briu que todo padre tem mvu hálito.. de Theobaldo Amaral lavagem • Lubrificação - Troca Borracharia - Balanceamento Rua Conde Bela Vista de Óleo de Rodas de Porto Alegre s/n Mfato Grosso Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista RX )A: 2N10MI0 M123312 €0LJ0, 221 ±LA /15124 M1 0N 15. Horário: 8 às 11 hora 14 às 20 horas MINERAÇÃO BODOQUENB LIDA "Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 Rodovia Jardi _ "U Em rm ma presa que acredita no Sudoeste e no Nov.o Mato Pórto Murtinho Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d o Hotel Oriente) Cx. Postal -8 j l Iela Vi»t 25/01/76 Opinião VIRÇIO MOTTB LTDB Esta formidavel Em presa de transporte de passageiros, presta vali osos serviços ao Brasil, n , seu trabalho pionei ro Jigunclo pela primeira vez n a histórias do-1 transportes brasileiros por rodovia grundd São Paulo ao Amazonas, pus ando por Mt e Rondo nia, num percurso de mais de 4.000 Km. Odisséia vencida gu lharctnmenle não só pe la vontade de seus di retores em estender suas linhas, como pela qualidade dos luxuosos onibus que possui, com todas as caracteristicas de resistencia e confor to, que refletem a técnui ca avançada dos fabri cuntPs brasileiros de , eiculos. Os governos ria Re pública e dos Estados que atravessa devem dispensar-he u ajuda bem merecida. porque prestar•do tüo ,elevante serviço ao povo, essa Empresa faz jús nos mtlis t!ntusiasticos enco mlos pelo arrojo que se aventurou levando vs seus onibus velozes do Centro-sul ao Norte cio País, com a regularidade que a concessão lhe im põe. Quando viajo pelo interior de Mt prefiro sempre o s onibus da otta pela qualidade e conforto do erviço que oferece aos usuários. Diversas Empresas tem concessões para transporte de passagei ros pelas nossas frontei Tas e nterior, inclusive ela que tem a concessão da linha São Paulo Bela Vista. passando por Presidente Prudente séde dn. Empresa, Porto 15 de Novembro, Dou rados. Ponta Porã até esta cidade. Porém, p/ Mt, os onibus dessa em presa geralmente trafe gam vazios no trecho de Porto 15 até Bela Vista e vice-versa em Virtude de outras conces soes à Empresa que ex Pioram esse trecho, a guisa de evitar concor- rencla e prejulzos à elas acarretando graves ln· covenlentes a passagel ros que necessitam de urgencla nus suas via gens e veem passarem os pelos onlbus da Mot ta vazios, porque eslà() proibidos de transporta rem passaeelros ele ou tras empresus ( cvncessio 11árl11s desse trecho), ou então. se desejarem uma passagem de qualquer ponto intermediário, te rão de compra Ju até Presidente Prudente, o que é um absurdo, mes mo que não seja esse o seu destino, pezar de nao caber à Empresa nenhuma responsubilida de, é o passageiro que precisa viajar, ganhando tempo. A nossv ver com o excessivo aumento de migrações de outros Es tados, principalmente '?/ MT. e Rondonía. além da explosiva soma á população deste Estudo. que aumenta dia a dia, eria de bom alvitre que o D.N.E.R. faça uma re visão imediata nessas concei::sõe p_/ facilitar os viajantes a se servi rem dos horários que mais lbef' convém. pois é triste a gente aguar dar transporte na Esta ção Rodoviária A ver sair tão confortá veis o nibus vazios, por uma questão da-concessão mooopólio-grandemente prejudicial à Empresa em ~ preço que desgoste. seu material inutilmente em centenas de kilome tros sem lucro, gastan do o precioso combus tivel, carissimo heie, cuja e conomica ê rec,:,menda da por S. Exa. o- Presi dente da República, co mo tambem tolhe a li berdade do cidadão de escolher o melhor meio de sua locomoção no ir e vir livre de qualquer constrangimento. Somos de opinião que, dada a exiguidade de lugares, pois os oni bus du s concessionarias que fazem a linha regu lar trafegam muitas ve zes superloladissimo e nunca vazios, seria óti mo pura os usuários a permlssllo, pelo D.N.E.H., a que todas as Empre a8 concessionárias rece bessem passageiros lndls crlmlnadamente, porque assim, nllo i;ó 1111 a ulori dades federais concorre rão pura a expansão das Empresas de trans porte de passageiroR. co mo tambem serão bemn aproveitados os milha res de toneladas e com b11stíveiR gastos pelo Pa is inteiro inutilmente. aproveitados para maior circulação de passagei ros. abreviando rendo sos negocios ligado ao desenvolvimerto das re giõeR ervirlas. gerando a riqueza da nação. As linhas coucedídus f1 Em pre-as que exploram o tran- porte de passageiros devem er como as concedidas para o tran de carga. To das elus carregam car ga de qualquer lugar pum qmdquer rle;,tino, Hem nenhum empecilho, e assim é que está cer to, gerando progresso. Não e pode e nem <1 eve ceder a alguem um rao nopólio ou previlégio, em que seja cedido a outrem mesma racilidalie. por que contraria o disposi tio da Constituição da República que diz serem todos iguais perante., lei. Ora, se cada Em- presa tem horáriv dife- rente, não é justo que alguma delus Rejam obrigadas a fazerem tra regarem vazios seus onibus pura vantagem de outras, e o que é mais grave, deixando passageiros que desejam ganhar tempo. com uma ou duas horas de unte cedencia dos horarios normais. E reclamação de vários viajantes !O re pórter, pedindo provi dencias que Tribuna da Fronteira fa-las chegar ao conhecimento das autoridades competentes do País, através de suas colunas. Jota Jota PREÇO DESTE EXEil- PLAR 1,50 f UNRESf G: 40 VHIJURIIS PAR 39 DELEG CIDS DE PGLICID DE M!lld GROSSO Cuiabá, - 40 viaturas do modelo "EEP" e de fabricação especial fo rum entreg•..1.Ps à Secreta ria de Segurança Pública de Mato Grosso pela Ford do Brasil. A tran sação foi da ordem de l.7fl9.9:í8,4o cruzeiros. fio por cento das Delegacias de Policia de Mato Gros o serão beneficiadas. A sonelilade de en trega dos lo veiculos se deu no pátio da Coxi pó Veiculos. e estiveram presentes o secretário Aloysio Madeira Evora. da • Segurança Públic:a. deutato federal Nunes Rocha. Newton Chiapari ui. presidente da Fvrd do Brasil. cel Zuzi Alves <la Silva, Delegado Espe ciul de Cuiabá, assesso res da Segurança Publi cu. empresár-ios e gran de número de curiosos Falando à imprensa, Madeira Evora disse ser os .J.u ·•.Jeeps" o primeiro fruto da contribuiçiio cio povo através do FUN RESEG, dcsrle julho do uno passado". Salientou o Secretário de Seguran ça que o Fundo de Rea parrelhando e-tá permitindo também a aquisição de ar mamento moderno e ma teria! de escritório para ai' delegacias. Adiantou ainda o Chefe da vegu rança du Estado que brevemente será feito outro pedido à Ford de igual prvporção. Est:lare ceu o cel. Evora que o modelo dos "jeeps" é ex pereriê!!cia técnica 'ie sua iecretaria. De outro lado, o pre sidente da Ford do Br sil, sr. Newton Chiapari ni. declarou que "não estou aqui em uiabé. Mato Grasso, pelo ex pressivo número de veí culos vendidos, mas por reconhecer que o Gover no matogrossense está empenhado em só reali zar coisas sérias'. Distribuição As 40 viaturas adqui ridas ser-ão distJ ibuidas ls Delegacias de Policia que f eguem: Delt•gacias Regional e de Policlu de Dourados, 2; Delegacia oe Polícia de Fatima do Sul, avirai. Caarapó e Glórifl de DouradoR, uma para cada; Uelegacla íle glouul de ,Jardim. uma Delegacia de Policia de Rela Vi!.ta. Uma; Delegaciu de Poli cia de Paranaíba, CassI landia e Aparecida do Taba«do, um jeep para cada; Delegacias de Poli ciarle Amamhai e Igua temi, um jeep para cada Delegacia Regional de Rosário Oeste, um. Are nápolis, Diamantino e Barra do 5ugres, carla uma com um; Hondonó polis A Delegacia de Policia recebeu um jeep; Delega eia ele Três Lagoas e Brasilanrlia, uma viatura cada: a Regional de A quidauta e a ele Policia de Miranda. uma viatura cada: Barra ,lo Garças tanto a Regional como a. Delegacia Je P o lic i a receberam uma cada. Dei Regional de Cuiabá rece beu uma, já a de Policia recebeu duas viaturas. Poconé Chapada dos Guimarães e Livramento, uma cada. Delegacia de • Cáceres e a Distrital de ,Jauru (também em Cá ceres) receberam uma cada; as Delegacias de Polícia ,Jurisdlclonada a Regional de Campo Gran de. qual sejam, Coxim, Rio verde. Rio Negro, Camapuã. Terenoil E' Si drolânúia receberam uma viatura cada. DOCUMENTO PERDIDO Edson Lima da Silva extraviou os documentos da Vespa cor vermelha ano 62, motor de n.o VBIM- 6300-BR. A referi da Vespa emplacada pe la última vez em 66, com a placa no 01 Bela Vista Publicação que se faz para obtenção ela 2.a via. COMERCIO- DE CEREAIS UNIÃO IGRICOLII LTDA "Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional bela Vi.ta 25/0/76 Edital REFEITO ü llNICiPDL E D T. EECRETO I" O95/76 EXEC. DE 07 DE HlREIRO DE 1976 Doclura de ulilldacle Pública para fins do rle supropriação o imóvel quti nbulxo especifica e dá outras prc.vldenrlus. O Sr. Eraldo da Sil vu, prefeito municipal de Jardim, Estado de Mato Gros ••, no uso de suus atribuições legais e nos Termos do urtigo 6 do Decreto-Lei n" :L3G:i de 1 de Julho de 1!1, e do Inciso III cio§ 2° do 11r ligo 590 do Código Civil Brasileiro, e 1-1indn. nmµa rado pela Lei municioul n" 249 de 17 de Maio de 19liS, etc ... DECllETA Art. Lo - Fica declg rutlo de Utilidade Publi blieu, para fim de desu propriaçüo, por via ami ga vel ou juclicial, o imó vel que consta pertenCPl' uo Esporte Clube lfomni t ou seus sucessores, coustituido de 2 (dois] lotes de terrenos. deter miados pelos n I0 e li [dez e onze) ambos da quactrn n.o 7 (sete), me clindo cada um 25 m X 40 m [vint· e cinco me tros de frete por quu renuta metro: aos runrlos} ou sejam, 1.000 m! (uil metros quadrados) cada perfazendo a-sim os dois lotes a área total de 200 m2 (dois mtl metros qua tirados], limitando-se: ao 8ul, com a Rua n.o I; ao Norte, com lote de 11.0 7 e uo Oeste, com a Rua n.o 9: situados nesta nes ta Cidade de Jardim-Mt transcritos o Registro ele Imóveis sob o n.o 8.692, às IIs, 270 do Li vro 3-D. Registrn Imobi Iiário de ela Vista- Mt tudo de conformidade com a Escritura Pública de Compra e Venda la vradu em 19-11-1958, pelo Cart,irio de Lo Oficio de Jarclim-.lt. Art. 2.o As despesas decorrentes deste Decre to correrão à conta da dotnçil.o própria cousig nutla no Orçamento v, gente. Lei n.o 3 ll-7,-i, ca tegoria ecouômica I.OOíl Despem de Capita1 4200 - Inversões Financeiras Elemento - 4210- quis! çilo de Imóveis - Cóaigo 5.10.558.3231.03- Desatro priuçõe . Art. 3o- Ete Decre to entrará em vigor na data de ua ;-,ublicaç:io, revogadas as disposições em contr{u-in. Prefeitura ;lunicipal ele Jardim 111t. 1!7 dt:: ja neiro de 1971i Eraldo da ilv Prefeitura .lunicipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA OF Nº 14/76 SEC. DOM. Repúblíca Federativa do Brasil Estado de Mato Grosso Poder Judiciário Comarca de Bela Vista - Cartório de 1 o Oficio EDITAL PARA CONHECIMENTO DE TE CEIROS Bela Vista. 22 de nio Silva Santos, Sr" Ze Janeiro de 1976 nóbia Luvilia 0campos Gomes, que estilo desig Do:- Prefeito Municipal nados para dar cumpri de Bela Vista. mento à Portaria n° Ao:- Presidente da Bene- 10-76, cuja cópia vai a ficiencla Hospitalnr de Bela Vista. nexa. Ass- Apresentação (Faz) Apresento-vos os fun cionários desta Prefeitu ra, Sr. Cap. João Este vão de Ca1<tro, Sr. Anto Atenciosamente Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal. Eu, Doutor Valter José Rodrigues Contrera, ,Juiz de Direito da Co marca de Belu Vista, Estado de Mato Grosso, na forma du LPI. etc. faço ,aher a todos quantos o presenta Edi tal virem ou dêle cunhe cimento tiverem, que p r êste .Juíz0 e Cartó rio do 1° Oficio move o têrmo de um processo Protesto ,Judicial Contra Alienaçào de Bens re querido por Wuldemar Lebedenco contra More no Pairo e sua mulher d" Oracilia Esplndola Paim <lv teôr seguinte: "Exmo. Sr. Dr Juiz rle Direito du Comarca de llela 'iíltu. Vuld e mar Leb11denco, brasileiro, casado, pecua rista, residente nesta ci dade, por seu advogado (mandato junto) com fulcro nos art . G7- 73 do Código de Processo Civil e 255 do Código Civ_ii vem propor contra illoreuo Palm e sua mu lher Orucilrla Espindola Puim. brnsileiros. ca<:a dos, pecuaristas, reside tes em Jaciara, Comar ca de Dom Aquino ne:s te Estado, nm protesto ,Jucticial t:ontra Aliena ção ele Bens pelo ratos e fundamentos juridicos abaixo: 1 • 0 - Em 09-10-72 propôs Oracilia Espindo la Paim contra e reque rente umu Açào Ordiná ria de ..11ulnçiio de Com promisso ele Compra e veada, Processo 90-72, que teve como desrecho uma sentença favorável do :li!. Juiz da Comar ca, confirmada pelo E grégio Tribunal de Jus tiça, que ordenou a en trega do imóvel, objeto da demanda, fazenda "Agua Azul", a uutora Oracili Espindola Paim: 2.o Acontece que Wa! demar Lebedeaco, já ria posse do imóvel e pen sado tratar-se de negó cio certo. levantou hipo tecas que oneravam o imóvel como seeue: l - Hipoteca em favor de Arlino Correa Bueno e sua mulher, lavrada à Ils. Sv-lOv, rlo livro no. 51, do lo. Tabelião de Bela Vista, inscrita sob o n,:,. 346. Livro no. 2, pag. 262 e devidamente quitada conforme consta da E,;crltura Pública de Quitaçfio junta; 2- Hipo teca em favor de E!i;;l>é rio de Souza Barbosa, la vracla no f>O. Tabelião fls. 117-11 , rio livro no. 7ü, Comarca de Campo Grande inscrita sob o no. 3:-l!J tis. '2.=i7, do livro no 2, da Comarca de Bela Vista e devidamen te quilada conforme Es critura Pública de Qui laçãu em anexo; :.lo. "A anulação rios atos de um cônjuge por falta. outorga indir pensável do outro, importa ficar o primeiro obrigado pela impr>r·lància ue vanta gem que do ato a.nularto lhe haja advindo, a êle ao con orle uu o ca ai" (C.C. art. 255. Caput) o que faz o protestante credor da huportància paga aos credoreti hipo tecários; 4o.- Quando o conjuge responsãvel pe lo ato anulado não tive bens particulares, que h,tstem, o dauo ao ter ceiro de boa-fé se com poráa pelos bens comuns nu razão do proveito GUe lucrar o casal (.C. art. 255. paragrafo úni co) e como o casal aiio possui <,utros bem, fatal mente n indenização re cura no imóvel fazenda "gua Azul"; 50.- E pú blico e notório que O!i RequeridCls pretendem alienar o Imóvel O que tornará impossivel a re paração dos prejuizos advmdos com os paga mentos feitos pelo reque reate. Do que acima foi A Presidente da Be exposto requer: 1o.- Se- nelicencia Hospitalar de Ja por vossa Excia. a a- 8 1 V . verbação da presente à e ª ista. nos têrmos do Art. 44° dos Estatu margem das transcri- çoes n • 18365, ns. 122 tos. convoca os sócios em e 19366, nIs. 123 do livro geral para uma Assem -j do Cartório do j bleia Geral Extraordiná Oficio; Expedição de ria a ser realizada no carta Precatória ('ara dia oi "um'' de feverei Comarca de Don Aqui- ro do corrente ano "Do no p/ _intimação de More mingo", às 9.oo bs., na no Paim e Oracilia Paim sede Beneficencia "Hos afim de que se abste~ pital São Vicente de Pau nham de vender o im_ la", a fim de tratar so vel sem o pagamento d re a Lei no. 649 de indenização que tem á de Novembro de 1975. reito Waldemar Lebeden da Prefeitura Municipal co; Expedição de edita Sesta cidade, que Enca p/ conhecimento de ter- pou. por interesse públi- ., co, o Hospital São Vi- ceiros a serem publica- cente de Paula. dos na Imprensa Oficial BeJa Vista Mt, 23 de ja e Jornal «Tribuna tia ne1ro de 1976 Fronteira»; Oficio ao de Dr. Carlos Edy Sl Banco do Brasil S/A, Medeiros. para lo. Secretário agência esta cidade, afim de cltmtll'icá-Jo do Pn lesto ,Judicial contra .· Jienaçllo de Bens contrn Moreno Pim e Oracilia Espindola Paim para res salva de eu direitos. Dando a êste o valor CrS Goo,oo. Peclt deferi mento. Eela 'istu .It. 19 de janeiro Hmi [aJ ur Késlo Loureirn Pinhe ro. Despacho. D.R.,. E fete-se o protesto na forma requerida. Bela Vista. l!l-ol-7(; (aJ Dr. Valter José Rodrigue Coutrera. E pi que nln guem alegue ignorância foi determiuaclo a expe çllo do presente E,mal, que será afixado e pu blicado nu forma da lei. Dado e pa sadn nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Est. de Mt aos vinte alas do wes de janeiro do ano de mil IJovecentos seten ta e seis. Eu .. José A ,·e lino da Silva, Escrivão du lo. Oficio. o datilogra fei e assino. Dr. Valter José Rodri gues Coutrera ,luiz de Direito Beneficiencia Hospi talar de Bela Vista EDIUIL DE CUNVOCDCiO ' j lida Vi1la 2.'ilOl/76 Pronunciamento (]'j DRTIGO PUBLICADO NO ''JORNIL DO BRASIL'' O Pronunciamento do Comandante do 111 Exército Com muita satisfação a crilri o honroso cu11vi1e do meu prezado e camarod11 e ,migo General Adolfo João l'uulit Coulo, J>Urn fozer n 11• b~r1ura deFtc Círio de Pnle,- 11111 IJIIC a Açào Democr61ica Henovndorn, em gun prn1ri61i• 1ir.a faina de l,c,m e@clnrecer n opinião pública e, em purticu lur, o juvcntU<le, hojr 111iciu. Se olenlnrmo• pi o que em ocorrendo no Mundo O· ride111ol, nesses iihimo~ anos: greve, sequestro, assasinatos, incêndio,, deprcda.,;,il'~, cont hn1cs de ruo, ele; ' ,/ Se refletirmos obre o, dioturbios e prole>IO@ reali1.a• dos quando da execução dos terroristas 'espanhóis; Se olharmo• pi o 11ue e+tá acontecendo na Argenti na e Portugal; Se meditnrmos rnhre o que vem Ol'orrcndo no Urnsil chegaremos a conclu,ào de que, 11111110 Cl"rtO nndou, o nulor do livro O• Suhvt>r,ivn•, quando escreveu: Quandl' muiln ~cnlc di• feren1c, de países diferentes, 111<»lrn •im11hu111·arnenll" um violento desafiou nutori,lnde, INDICDDDR PRDFISS!ON!ll DR. JOllCIR M. MOREIRll Médico B[lA VIS!n Veterinário rnmmo: Casa n.o 10 - Vila Mililar MAIO GROSSO DR. EVERALDO A. ROCHA MtOICO Endereço: Resid. 856 CRM 400 MI R. Cel. Ponce - Porto Murtinho Mt- HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAU - MT 1183 CPF 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt é porque chegou a hora do público levar o cn;o II fério, pois, o que está endo amena çada, é a própria e•trutura 111tc.-;:ral da ~ociedad.-. J. Btrnurd Hu11011 foi rnen,brn do Uoit Central cio Partido Cornuni•ta da Tcheco-E•lovúquia. l'.rn seu li vro Os 8uhversivo• '11"" ~e constitui na prim.-ira re,•ela· çüo m•111dinl do plano comu nista de co1111ui,1a do JI undo Ocirlental, c·ncont.ra1110F, enlre muitas, as seguintes afirma ções: O mundo livre está ·en do destruitlo por um inimigo interno, pnr um exéuitu ele subversivos clandestinos que são organizado>, treinados e finnnciudo •• por Moscou e Pe• quim, As pesos que gozam de completa liberdade ão di ffceis de convencer de que hnju gente que esteja plane jan«do, a angue-frio, a destrui çào de modo ele vida democ-rá dcn que seriu .ul»thui<lo pe· lo to1olitaris1110 rut-!!O ou chi nêe. Tul'rz, porque o Brasil está tranquilo, limpo das bom bas, das arruaça, dos quebra .. quebras, des equestros e do assassinatos. mitos brasilei roõ julgam que, aqui no Hra sil, o comunismo é um fantns nm criado pelo Governo p esconder seus erros. Infelizmente. ees brasi leiros ef.tün engunados. A subversão está contida mns, os t1ubversivo~, nindn continuam agindo. Buscam os subversivos, por todos os meio~, cun,prir a risca, o que prescrevem os quutro conht!ci<los principio!-' de :lao T,é-Tung. N6s, os rnnis velhos, lfUt" nos nnos que antccederan1 u He,·olução democrática de 31 de março d., 196-l, vimos e sofremos o prática diária de,· e quatro principios, em par• liculnr da de•mornlização e da tentativa de dissolução do or ganismo social, otrn'éz de greves, da insuflação das mas as em comícios e passeatas de protesto. de tumultcs, de prednçõcs e distúrbios. N6s, que estamos vendo, no'amente., Fer nrmndo o es· querna pi dor n impressão. 110 po,·o, de <JUe o Brasil es tá em um beco sem saída; N6s que estamos vendo que se procura, aos poucos, incutir no povo a idéia de que sómente o comunismo po :lerá resolver n situação, te mos n obrigação de mostrar. particularmente aos jovens, o que é o con1un.ismo, e como ele age. Precisamos mostrar lhe o que em o Brasil antes dn Revolução de 31 de março e o que é agora. Temos a o- brigação de alertar a opinião pública contra a insidia comu nista mostrando-lhes as contra diç,ie& do rnurxi· 11H1 e dos re rimes comunistas, mostrando lhe como os comunistas ex pioram a juven1ude, mo•lrnn do·lhe a força e na dd,ilida· eles da democracia. falando-lhe do que acontece em Portugal, fi nalrnenle mo<lrnmlo-lb,- u• rea )izuç,ie, da Jlernluçiio de 1%-1. S6rne111e a,-iru. e,clare,·i• dos, poderão o, bra-ilriros, fazer uma c,,rnpuruç:111 entre os regimes democrático e co- 111uni.tu I'. r111re o Hro•il de hoje e o Brasil de mun;o d.- 196 I. E.-e~ .-,c-lare,·imenlus da rão uo povo argumentos p/ e ddcnder da ;ibilina .- rnb· replicia infiltraçiio d.- idéias c•uuunistns. É exatamente isso a que F-e propõe u patri6tic-a Ar:io Üt'111ucrátic.a He1H>adorn ru•,-. te: II Ciclo.te Pule-Ira. Antes de pas•ar o pala vra ao ilustre conferencista desta noite, permito•rue pro por à me,liwçüo dos preen tes, algumas indagações que, acredito, a• pul..-,1ras de•tl' li Ciclo. lhes ,laràu ,ub-ldio, pi rt"FJJO>tOO: 1 - l'or ljUC, há alguns meses, aqui em Porto Alegre, um c:studante, em pl.-nas fé rias, subiu a uma árvore p tentar impedir que foese der rubudn pcln l'rd..-iturn? 2 Por q u e. quando <l a condenação à morte e, depois quando da execução dns crnco assassinos e subversivos bas cos. na Espnnba.. houve pro te61o,, distúrbios, awqu.-s à propriedades assassinatos, em vários pniFrs ociclcntniE-? 3 Por que não houve protestos contra os a~~a:-s:iua tos e dep.-drnções causados durante esoes distúrbios? 4 Por que, quando da con denação à mone - poucos dias ap6s as e~ecuçõe• r.a Es panha - de um jovem de 17 anos, na França por ter assas sinado uma anciã com 14 panbnladas não houve protes tos? 5 Por que não há protes tos contra as condenações a morte dos cidadões dos palses da chamada Cortina de Ferro? 6 Por que se está dando tanto realce ao suicídio de militante comunista em São Paulo? 7 Por que OE comunistas brasileiros qnc se encont:r:11n rm Portugal escreveram um lino pubÍi.-adn ~"' jull,o tio corrente ano e denominado 1',•lu Uniõo dn, Cumuni<tas Ilru•ileirn,? 8 Por qur, lunlos., ,,roc·11rn111 negar a existência de ubver ivo no Brasil? Será aprnas por mera ignorância! 9 Por que Hl procum omitir, minimizar ou até me« rno, alnrur uçcie~ po•itirnM do Governo e realçar, criticando, aquilo que ainda no foi fei to? JO ·e l- ,·erihul.- que "" t">,tudnnle1' e º" opt.·r:í.rirnt ►i1o a 111ell1or matéria-pri 1111, paru Fer uuhalha•ln pdo, l"Omuni• ta•. o 11ue d.,,e ,er foito prtra evitar que eles sejam envolvi dos na trara comunista! li Por «JUI' já .-si ão •endo .,,palltudo• folll!"lo• ,ulneni ,o• dn IH 8 Olovi111.-111u H. volucionário 8 de Outubro) aqui em Porto Alegre? 12 Porque lai, fol[,,.,os afirmam e recomendam: O Exército merece uma atenç:lo maior e de mais du ração. As gerações antiga- não tern i;.ahaç.io já tJUe, con1 rn rns ext"ÇÕt"S, eF-tão cornprorue tidos ,·nm a di1adur- ... O que +e faz necessário é urna infil tração profunda uas norn• gerações de oficiais nos tenen te e capitães de hoje que, por muitos motivos, inclusive o da idade, sejam sensiveis à uma prrl!açào re,olucioná ria'! 13 Por <JUe laÍ• folhetos afinnnru e recomendam; Contudo o lerrr-no •rue no momento, mais promissor ,;e oprefl'nta é o da lmpren• +a t da Tv. Torna-se. ~1. ne cessário ioten~ificnr uma ín filtração revolucionária que já começou e em crescendo nas .,,,ruturas de todos os jornais e Tvs, a começ.ar pe los de tradiçào reacionúria e conservadora? 1leus Senhores. Com os meus agradeci mentos pela :,tenção com que me ouviram, declnro aberto O! trabalhos de-te II ciclo de Conferências promc.vido pela Alia.nça Democrática Renova dora. Preço deste Exemplar Cr$ 1,50 MÓVEIS DELBII , MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMÊSTICOS EM CiERAL SINTOS E ZINCINELLI LTDI IVENIDJl DUQUE DE CIIXIJIS 446 JIRDIM-MT - É POIS• ' • , lleuulüo extfüordl11áda Ja Cúmara Munlcipul dlu 21 p1·6x1mo paHsado, contou com u presença do prefeito llunlclpal couv,,cado pura "tsclarc- cor'' a situaçllo do setor energl:lico de Bela Vista. Além ele lnúmero11 convldaclos, ci,tlveram prei,;cnlt•R os vereadores Osvaldo 'Turini, Afonso Dilon, Glnu cl FJ()res, Flori Murano e Pedro Pnlmiei-1. [:) )lfilffi:{ [:) O alto mandatlrlo bela vistense prestou divor sos esclur.,.clmontoi; e mostrou serviço. O homem fez um relato objetivo ele sua- adminlstruçllo e dei xou n uta gente de ''queixo c:1ldo". E, pois é ... E00K«E TlUHUNA esteve presente a reunião e regis- trou ns ''frases de imp:.cto" e algumas P-olslnlrns mult1. Vamos lá: ... "comentavam qne a demora do fuucionnmento dos motores era causada pela von tade de l'azer política: quando a única vontade que tenho é a de rrnrvil· o povo bela vlslt:!11se. Não Pl'lou accstumaclo a fazer esse tipo de política. Os motores jú est:10 hmclonanclo e ll e_nergia elétrica melhorou e muito" (Castro Pinto). E, pois ... é zo;# "A instalaçüo do Governo do Estado é um fa to político de realce e mostra a conslderãçllo do governador Garcia Neto por Bela Vista e regillo" (Custro Pinto) ElillmffiEJ Convirtado para um seminár"io. o prefeito Ru ben de Castro Pinto aproveitou a ocasião e solici tou junto a~ uutortdades pI·esentes o pMlongamen to da liguçiío nsl"álllca de Ponta Porü até Hela Vis ta. Disse o prereito: ''Viajo e sempre que estou VIIJU1Hlo carrego Bela 'islu nos atos e no cora- ção". Falou ... o; E É. pois é ... não pode deixar de exPr( er o seu pnpel <le '-COLUNA DO POVO" e novume11Ie solici tn ao pn•feito providêndus nn seutillo ,n.111,lar de palro lar a rua Santo Afouso nas proximidades do Colégio Santo Afonso até o Estádio Municipal. O negócio ali esrn feio, muito feio e o povao grila ... EIEmffiEI inda a reunião extraordilllhia da Cúmar:.i ~lu nieipl: "A Usina de Euergia elétrica pareda uma usma de canão; a prefeitura muuicipal não com pr·u,·a mais II prazo porque não tinha crédit<J• minha administração está aberta pera todos; o de fíc_it da Usina de $50.000.00 caiu para 15.000,00 no mes de novembro último e isso, ainda. porque MUI TA GENTE boa não está pagando suas couta de luz; nüo aumentei us tarifas das casas comerciais. elas pagam através de tabela que já existia untes de miuhu pvsse; e:;tá a criti>riv do povo a eucum pução da Usina pela CE'.IIAT ... paganrlo suas ron- tas pontualmente o povo colaborará par.a equili- brur as lioançãs da Usina e ai então a CEMAT encampará o setor, pois não encampa serviço de ficitário; recebi a Prefeitura com contas e mais e o n t u e v a I e s. i n c I u s i v e. um do Al bertino Russo (Paxá) 0() valor de $9.000,00; eu quero, e espero. sugestões para as soluções dos problemas, ~ois a_dministrução é trabalho de equi pe e Bt,la Vista neve ser uma graude equipe traba lhando pelo seu progresso ... " é, pois é ... tudo isso o prefeito falou... O presidente ela Câmara, Pedro Palmieri. após as expl_icações do prefeito disse o seguinte: "Isso para nos é chove_r no ruolllàdo. pois- isso nós espe rávamos - e por isso cerramos fileiras na Câmara o no Diretório para a nomeção de v: Excia ... ·•o seu passado, o nome ilustre que carrega, seus a_ntece'1entes como médico e politico atuante, ofereciam e oferecem subs1dios pura acreditar nu ma administração voltada para o desenvolvimento de Bela Vista e o bem estar de seu povo ... Somos livres para criticar; para que • amanhã , E ... possamos andar de cabeças erguidas, e creia V. Excia , 1 ue o Intuito que nos move, Ião é outro e não o de colaborar com V. Excia na solução dos problemas beluvistcnses ... Esta casa terá sempre o prazer de receber V. Excla; e não omos canibais pura <11woiarmos uns aos autros, man como s,~ntinelas do progref;:;o esta remos sempre atuantes, pois, se futebol é bola na rede. polllicu é fato concreto ... A Cilmara elevo exercer seu papel fiscalizador e participante, pois para J:;so vive e em função disso trabalha: O BEI DO PU'O ... " 1;a& Esteve "floberbu" u reu11ião, alguns polltlcos esliverum presentes e o gostoso foi o ··bate papo" após u reunião. Não podemos deixar de reglstmr unia crítica frita a o Diretor da TRiHUN .: .. Voce é um pessimista". E. pois é ... começamos imprimindo o jornal em Ponta Poril, te somos muito gratcs ao Correio do Povo), depois. passamos a ímprlmi-Jo no O PANTANEIRO do nosso amigo Aldo Rolg-. hoje com novo pr')prietário); em seguida no COR REIO DO SUDOESTE, dirigiJo pelo saudoso ,João Nuues du Cunha, cada número do jornal que circulava em uma vitória e que vitória ... Com auxilio rio Banco do Brasil, consegulmnr- financia mento para a comprn das máquinas e materl,dll gráficoc-; e montamos a nossa gr-3.fica, dii"icil, multo dificil manter um jornal no interior, propnganrla escassa, colaboração de poucos, criticas de muitos. Este jornal não ,·eis. atinge a cifra de cllega no número dez". S500.000.00. para nós um Esta frase ficou "l"UVa- aumento • consideravel. ela no subconr::cie~te e haja vista as possibilicla tornou-se um repto: dei:; da 1 1 egião e os em- VENCIDO. l'omeçumos pecílhos inerentes au numa pequena sala na c·apital inicial escasso. residência do diretor, Hoje. empregamos dez nnsso capital era uma funcionários e formamos escrivaninha um armário cinco jovenc1 belavis e muita vontade de cres tenses na profissão ée cer, r:om ·•pessimismo•· gr·áficos; realizamos e tudo. Hoje. bem ... .llu- memorávtis c:ampanhas je nosso capital em má- e estamos nos preparan quina~. equipamei:tof', rio para con;:truir a se materiais gráficos irnó- de própria do jorna'. ne- ··Orgào lndepeudeute u • Sen•iço da Região" Ano _IV.- lle!a Vista - :JT. 25 01/76 - N° 194 eeberemos brevemente mais uma maquia para e«ditar um jornal maio; e• eo111 maior clrculuç,1o. E, um tanto incoerente chamar o diretor da TRIBUNA de IH:'i"1.<imiHta, poi, parafraseado o vereador Pedro Palmteri: futebol é boln na n·dl•, progresso é lato conere. to. Quanto ao "pessimis mo," sim, oIos pessi mlsL18 quanto u 11olltíc.1 retrógrada e asl'ixiautp e os politlcos estagnado"! no tempo e no espaço, alguns, bem entendi'o, alguns... mas somos ... por uma questão de coe rencla. rté a I,róxin,a ... É, POIS E.. Para rnedir,ir: Per c·on-er1.-1rnoi- o,; caminhos da ~rít!ca, pois o jorna lista é essencialmt-nte um crítico, além de sei' um crítico, é um teste, muuho dos ratos. - 1 Coluna Juridica .k'. vlledrirri Titulo Protestado Se você quitou um título prntestado terá que apresentá-lo ao car torío rle pi-otestos, a fim de cancelar o protesto. ~e. por qualquer motivo, niio puder exibír o titu lo quitado, pot!erá ainda ai-sim requerer o cance Iameuto do protesto, des de que apre,;ente declara ção de unuêntia de to dos_ os que figurem no registro de protesto tais como o apresentante, credor endosFalú:-io, ete., com suas qualificações C'>mpletas, inclui;i·e o n'! do CIC e firmas reconhe cidas dos declarantes, bem como menção do CGC se tratar de pessoa Jurídica. Mudança de Horárl<> · 1 O puder de decisão •.%.0%% 1±$% DIAS FIL:1ES ELENCO direito não é absoluto, P,"-',, , ,iie ·eu de·tio omy néiã,] e_em det om. e 2a. aino a preço fixo Charles Bronon ," 1eterminadas situa- 3a. e -ln. ~-" -1 I nr un amor ou por vingança Alisio Arano çoes a alteração no ho- 5u. e 6a. 5e6 O Enigna de Andromeda Da;q • rário não é justa e váli- sa±. d 7e8) ",, )ai ayne da. Se vida profissio- ..,a • C( om. (i l Encurrn.lndo ·o · , 1 D ., - 8 . . en1.s "e:n·er na ,lo empre d •· om. e= e 9 Oh. que d.-lic,a de P:tt-rlo C 1 '.I ga o esL 3 .. -arlo Mos-ey toda orguni .d a. e ~a. 10 e li A irgem e o cigano F, _ • 4Zala e.m fun- 5s.e6». tc1 oi+i ,,""g • ero çao de horário jâ esta- sal. D V, r- .. hico Fuma,, belecido, qual -.,n e om. ep. (llel») Gigantes em Luta J I W • ~ · " • quer mu- Dom. e 2a. 15 1o A Mor ao cena ,,,"" ,"!j laça desse horário ir ,_ - -" º"> umn frazrr lhe • da.e la ITel8 Hagan o o da More Ty H,ai. - "l prejuizo. 5a. 6, 19 .,,. U 1 . • ardim Portanto o q '- e oa. e! m homem e duas mulheres Alai D 1 -- -· • Ue reE· Sab. e Dom.Vesp. 2le2:» Teiirinla 7 pro,-,,, T . Pelony ta ao emprego para ga- Dom e a. 22e23 Frenezi " exerinha rantir o seu direito er 3a. feira 21 Frenezi Jollin Finch permanecer no horári 4.a. feira .25 Auto Stop Destino incerto Lr Ç,,_ de seu interesse. cas, - , 9.9; 1d .ano apolicho o empregado • J a e toa o A 'ª os contra o crime B, •.. pretent sa» 4se genes9 csras xia o corsa .,,3?"""}; mudança de seu horário Dom e 2a 29l Sob o fogo da- pistola. A,,,'' e_ingressar com re·lar : n on,o abato çao na Justiça do Tu:- ---------------------.....:=:..:. balhn. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº193_18_01_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº195_01_02_1976 Voltar para a lista de itens