TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº197_15_02_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº197_15_02_1976Número da edição197Data de publicação15 de fevereiro de 1976Número de páginas12GeoCoordenada -22.09710658840162 , -56.53122053762729 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº197_15_02_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUN0ADOR E D111ETOR RESPOSAVEL: - IVALDO PEREIRA lednação Oficlua e Adminlslrnção Ikla Vis la. 15 de Fevereiro de 1976 Semanário N" 197 AMO IV Rua Duque de Caxias S/N LEGAL E AR.ÁRIA A DIRETORIA HOSPITALAR DE BELA llegul por. encontrar que, como sócio funda se em situação Ilícito, dor da Beneficência usurpando uma po içào Hospitalar de Bela Vis que nüo lhe foi delego.- ta dirigi, • t1m 04/02/76 da, pois os sócios coo- aquela entidade. tribuintes que compõem a utual Diretoria nilo Helu Vistu - ilato Gro tiveram os seus nomes so homologados pela As- sembléia Geral, confor- Of: s/n me determina o Artigo !iº dos Estatutos da Be- Do: Dr. Ruben de Cas neficência Hospitalar de tro Pinto. Bela Vista Tanto assim que até hoje a Doutora Presidente não teve coo dições para fornecer as cópias autênticas da As sembléia Geral que bo- mologou a escolha fei ta pela Diretoria ante rior. Transcrevo o oficio A: Exm" Dr"d Presiden te da Beneficência lf os pitalar de Bela Vista. Respondo ao vosso ofício, de 03 de corrente hoje recebido. Hó. um equivoco neste vosso oficio: 1)- ião vos solicitei quaisquer "informações" a respeito das cópias aut/lnticas ... 2)- O que vos requeri, como sócio fundador da Beneficencla Hospitalar de Bela Vista foi fortueci mento das cópias auten ticas das atas das AR sembléias Gerais, com as respectivas datas, a onde conste a sua admis são, como sócio contri buinte, de todos o membro: da atual Dire toria da Beneticêcia Hospitalar de Bela Vis ta. 3) - Insi to no r!eferi mento do seu pedido, a que tenho direito, por ser perfeitamente legal por ser e tatuário, tan to assim que o A.rt. 5Q dos estatutos da Benefi ceucia Hospitalar de Be la Vista reza. de modo claro o seguinte. Sócios contrlhuintE-fi são aqueles que venham a contribuir com a jóia e a mensalidade, esta belecidas no Regimento Interno e homologa ção em Assembléia Ge ral. 4)- Aguardo vossa resposta. Dr. Ruben de Castro Pito. Arbitrária, pois ape zar de a ninguém ser dado ignorar a LEI. Ati tude esta que é passive! da unção penal, com a agravante de existir na sua Diretoria tres advogados. até boje e-la persiste em 'não dar cumprimento jà lei n" 19 que encatnpou, por interesse púbico, o Hos pital São Vicente de Paula nem se digna contestar por que razão in iste em desobedecer a Lei. Esclareço ao Povo que o Hospital São Vi cente de Paula pertence por Direito, desde o a dvento da Lei no 649, à Prefeitura d e Bela Vista. Se-lo á, de fato. tão logo a justiça se pronuncie a respeito. A melhor maravilha do mundo é saber esperar ... Bela Vista Mt, 12 de Fe vereiro de 1976. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal Militares Julgados (pag. 02) Oraão da sabedoria (pag. 4) enhum pais nenhum, regime, neahum!.l razão de Estado ou de ordem pública pode fazer da violação dos direitos humanos um expediente de ação política ou se quer autodefesa. Não há hipótese, a tlistinguir entre essa ou aquela ideologia, mas entre a liberdade e a opressão entre a civilização e a barbarie ... DIREITOS HUMANOS (Pag 5) Ernesto Geisel em Paris (pag. 02) ESPORTES (P ACi 8) otificação Judicial à Beneficencia Ho pi talar de Bela Vista (Última página) ão pode Governar um País quem pretende revogar as Leis de Defesa da sua soberania e de sua integridade... A I- 5 (Pagina 5) T. F. P. Reúne Jovens Sulamericanos (pag. 2) As Drogas e a Sociedade (pag. 04) I.o Encontro de Administração (pag 02) Rotary é Noticia (pag. 09) Editorial (pag 10) Castelos de Areia (Pag 3) Taxa Rodoviária (pag 4) José Maria Palmierl... HOME'NAGEM PÓSTUMA (Pag 6) CRONICA DE ALTEVIR ALENCAR (PAG 7) Banco do Brasil S. A. Bela Vista «MT» AVISO nos AGRICULTORES O Banco do Brasil S. A.. avisa aos Srs. agri cultores para que, procurem com a máxima urgência a ACARMAT local, no sentido de serem orientados sobre o combate às pragas que estão atacando as lavouras da região, em especial a cultura do arroz. A Administração Pains Ili Vi-+ 1/02/56 ú[0l ------------------ Pum fazer Ulll CUl'RO de refutação do comunis mo e estudar o prores so da Sociedade Hrasilei ra de Defesa da Tradição Familia e Propriedade l'l'FPJ, reuuirum-se em $lo Paulo, de 1ó a 24 de Janeiro, 50 jovens fillu do1-1 a outras TFPs, 0111 cinco pníses sul ame rlcanos: Argentina, Boi! via, Chile, Colômbia e Uruguai. Nu sessão de encer ramento, reulizada no Autlltórlo S1o Miguel, na sede administrativa :la TFP. R. Martinico Pra do, 4ti, presentes cente nas rle cooperadores da ecção de São Paulo, o Prof. Pllnio Corrêu de Oliveira, Presidente do Conselho Nacional da en tidade unritriã, <:ouclu E Secretário José Ferreira de Freitas Cuiabá. - A fim de a serem desenvolvidos participar do I Encontro no I Encontro de Secre Nt•cional de Secretários tárlos de Administração de Administração viajou ussuntos pertinentes à p/ o Recife, Pernambuco, Previdencia Social. Se o secretário José Ferrei gundo telex endereçado ra de Freitas. da Admi- hoje ao titular da Admi tração d o Estado. Em nistração matogrossense sua bagagem, Ferreira pelo secretário Gilberto de Freitas leva tese que Pessoa Souza, do Per tem por objetivo inovar nambuco, o_ ministro Nas determinados setores da admi cimento e Silva, da Pre- nístraçiio, j á inovados rldência Social, deverá em MT. Constam a.Inda Participar da abertura da pauta dos trabalbos do Encontro. mou os jovens a ;;ervi rem em seus respectivos ambientes. us sagrados prlncipios da Tracilçúo, Familia o Propriedade, fatore: básicos da Civli zução CrlRtii. As conferências e círculos de e-tudos foram realizados numa atrnos f e r a d e seriedade e fé, destacando-se entre os conferencistas os Srs. Eduardo de Barros Bro tero, diretor da TFP bra sileira, e Carlos Ibargu ren, diretor da TFP Ar gentina. O certame constituiu a XXVI Semana Especia lizada para a Formação Antkomunista ( 'EFAC) ##!AIRES .SAIS Rio - O Con elho Es pecial de Justiça da ln Auditoria da Aeronauti ca marcou pura março o julgamento de ·1 peil sos., 67 militares acu sado cte ·ruzer contra bando na Zona Franca de Manaus. No inquérito policial militar l'oi apurado o transporte ilegal de mer cadorias estrangeiras em aviões da Força Aé rea Brasileira de Ma naus para outros pontos de> Pais. Para burlar a vigi lância rtos comandantf'!s dos aviões da FA B, as mercadorias eram esto cadas em lugares irnpró prios, colocando em ris co a vida cios tripu. lantes. Os militares impli cados serão acusados de corrupção. ativa e passiva, e crime de pre varicação, pois viaja vam a serviço e não po deriam transportar es ss cargas. Presidente Ernesto Geisel Já está praticamen te decidirio que ll pre ! dente Geisel passará um l'im de emana em Paris após o encerrarrento de ua visita oficial à Fran ça, nos dias 2,, 29 e 30 de abril. Já que o dia 30 cai numa sexta feira, Gei e! deverá ficar em Paris no sábado e domin go seguido na segunda feira pura TóGUio. em visita oficial também de tres dia , ao Japão, Lon drE' não !<erá inclnida nesta viagem ficando a visita à Inglalerra para outra oportunidade. CENVITE Londres - Fontes go vernamentais informa ram que a rainha Eliza Venda mais seu no jornal Tribuna betb convidou o presi ciente Geisel a visitar a Gr:1 Bretanha no mes de maio. O palúcio de 13uc kiogbam e o ilíuistérlo da Relações Exteriores recusaram-se a confir mar mas também não desmentiram a informa ção. As fontes indicaram q 0convite só seré divul gado oficialmente quan- , do chegar a resposta do ) pre ideute brasileiro e que, em principio, a vi ita será realizada entre os dias 4 e 7 de maio. 'egundo os inforrnan tes. as úiscussõe prelí minares sobre a visita foram feitas durante a viagem do chanceler A zeredo da ilveira a Lon dres, em outubro pass do. produto anunciando da Frouteira o jornal de maior circulação POSTO SINTa CATJIRINA bero dia e na; Borracharia - L b .. An u r1f1cantes Diesel G li . exo: Lanchonete iaso na Avenida Visconq no Peixoto O e de Taunay /Esquina Floria Perto do Banco d B . Gana toes a'1,,," guna LJDll lft. r p,li Mista 15/02/70 Nosso Tempo casa BIUL le Leontinu do Prado Ferreira nua latarias em geral 13 de junho Jardim 380 Mato Grosso o Médico - Veterinário [IERIO. 3» M I0- Ih lilar mn VISlA Mnro GROSSO iI- RI 4 III Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho M. HAROLDO MEDEIROS ADVOGADO OAB - MT 1183 CPF 008-295.870 Rua 15 de ovebro 177 Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Grella ~irurgià - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt - Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 3l02A: 20)1 02900 Ml24a cozli0, 328 1.0 23)D 28, 203)3 RZSlN)€la. 3»3335 Campo Grande Mato Grosso POSTO SÃO-CRISTOVÕO de Theobaldo Amaral lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo B orracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n [la Vis Mato Grosso A ,Jovem mamãe ru lhava com o pequeno: Vem p'ra dentro Juquinhal Isso é coisa que se faça... Todo su jo de terra. ,. ou te por de castigo! Vem cá! O menino entrou em casa. Ficou de castigo e abriu a boca enorme. Gritou, Chorou ... Eu ouvi a zanga ela senhora e ouvi a voz da criança... llas. que fizera o menino? Talvez em sua pureza, Edifica ra um Castelo na Areia. Com sua mãozinha mo delara o sonho e, por certo, ua alma já ima ginava um rei, uma rai nha, o principe e a prin cesa. seguidos de seus vassalos... Enfim, o ga roto imaginava tola uma corte com banda de música e turlo... Ora, que mal fez esse meni no? Nós todos, meninos crescidos, de trinta, qua renta e ciquenta anos, o que temos feito, na vi da? Castelos! Sim, só Castelos... Edificamos, na praia sem fim, imaterial da imaginação. ossos Custe los de Areia... Só que quem ralha conosco é a Mamãe Realidade. To .das as horas ela nos chama atenção e lá. deixamos nossa corte de Fantasias rolar como poeira invisivel, tocada pelo vento da desilusão! O Velho llachado de Assis tem razão: Em todo Homem há um me nino oculto em sua alma. E quanta Travessura fa zem os adultos ... A ponto. mesmo, de cer tas crianças ficarem de boquinha aberta, admi rando a traquinada dos cabelos Brancos. Por is so, certa vez, . um garo tinho de sete anos me • perguntou: "Aquele mo ço está de verdade, ou está brincando de ver dade?" Até hoje não pu de traduzir muito bem a alta metafísica do me nino... Sei apenas que todos nós fazemos, de certas verdades, muitas ilusões e, c.Je muita.s ilu sões. criamos novos mundos de imaginária verdade. Não terá o me nino filósofo bastante razão? Ora, ;;enão, ob servemos: Ali vai pas sando um pobrezinho. Seu nome? Não sabem? Sim, isso mesmo. Cha- Luis Goulart ma-se UM POBRE. Ami gos: Eu o conheço. Tem nome, sobrenome, !u do direitinho. como toda ente... Acoute·e que há um ano, precisamente, ele estava muito bem de vicia. Vclltia-se ele gntemente... Quando su biu na cadeira do en gruxate, este dizia: .. Horn úla, ''Ooutor"... :luilo obrlgado '·Doutor''... O barbeiro, a mesma coi sa:; "Salve, Doutor'... No táxi, o mesmo tratamen to: "Doutor... Sempre ·Doutor". Até que ... Bem Agora é um pobre ... Vale a pena a gen- te perguntar: "Aquele Pelo ;;reseute E,iital, faço saber que no dia 10 de maio de 197G, no período de 15 a 21 ho ras, na Sede Provisórias desta enti<ln<le. sit11 a R11a Barão do iIelgaço, pró prio da Academia Mato grossense de Letras, em C'uiabá, e em Campo Grande, a Rua 14 de Ju lho 441, Galeria Itamara ti, terceiro andar, sala 3 1, será realizada e leição para composição da Diretoria, Conselho Fiscal e DelPgado-: - Re presentantes ao Conse lho da Federação Nacio nal de J or:iafütas Profis sionais, a que está. fili ada esta entidade, bem como dos Suplentes, fi cando aberto o prc1zo de 20 (vinte) dias para o Registro de Chapa, que concorrerá a contar da data da publicaçáo do A v1so Resumido des te Edital. nos termos do artigo I7 da Portaria NR. 3.437, de 20 de de zembro de 1974.. O reque rimento, acompanhado de todos os documen tos exigirias para o Re gistro, será dirigido ao dirigente d a entidade, podendo ser assinado por qualquer dos candi datos componentes da Chapa. A Secretaria "ad boc" da entidade funcio nará, no período desti nado ao Registro • de moço está de Verdade ou brincando de verd.1- de?" certamente o "Dou tor'' de ontem brincara de verdade na areia da existência... Mas, cabe então in dagar: o ·•Doutor" de> ontem não é o mesmo pobre de hoje? Ah! Sim! Agora sim! 'Tudo upa rência: 'Tudo represen tação ou travessuras... Depois ainda ha gente que vem criticar os que olham o Espírito Eterno do Homem, Aem a fan tasia da existência que modela trajes de "Dou tor" e de Mendigo pa ra uma só criatura ... Chapa.;, no horário de de 9 as 11 horas, onde se encontrará a disposi ção d os interessados pessoa habilitada para. atendimento. prestação de inkrmações concer nentes ao Processo Elei toral, recebimento de do cumentação e forneci mento do correspondente recibo. A impuguação de candidrrturas deverá ser feita no prazo de 5 (ciuco) dias a contar da publicação da relução das chapas registradas. Caso não seja obtido quorum" em primeira convocação, a eleição em segunda votação, se rá realizada no dia 10 de julho de 1976, e não consegui n do "quo rum" na segunda convo cação. a eleição, em ter ceira votação, será rea lizada. n_o dia 25 de ju nho de 76. Em caso de empate entre chapas mais votadas. realizar se-a nova eleição 15 (quinze) dias após. As eleições serão realizadas elas 15 as 21 horas. Cuiabá, 25 de janei ro de 197G. Rui Sant'Anna dos San tos Administrador a' o Sindicato dos ·Joruali;;tas Profissionais no Esta do de Mato Grosso. Nosso Tempo l âS ·DROGAS E I SOCIEDIDE O PROGRESSO TECNOLÓGICO , ,, É outra curacterlr,tl ca do mundo de hoje. •Contudo. esse progreSR0 no deixa também de . ser uma ameaça para o .. homem se não for conti do em seus justos limites . . J se disse que a fa diga é, o paradoxo de um mundo. civilizado on de o esforço fisico desa pareceu pela automu çilo. uo se lruta da ta diga, física que leva ao sono replmdor,. mas •le um esgotamento nervo o que cumlnhn para a de ordens psiquicas e paru u1:1 dep,·es õ~s mais pro fundas. O homem que deve riu ser o senhor da léc ~1lcà pa su a ser o e·cra vo .dr sa mesma técnica UNE 'CO. ern recente pesquisu, estudava até que ponto a técnicu vio la direito do howern à sua iutimiclade. Pequeni n<>s e extraordioarios. ins trurnenlos construido pe la técnica mui refinada microfone , gravadores, máquinas fotográficas - devu11sum a. intimidade do .homem, violando seus sagmdos direitos. Tudo esta, pois, a exigir, não a uboliçilq da técnica, o que seria um absurdo, mas a hu maniçilo da técnica. A colocação da técnica serviço do homem. O e, qullibriu do homem, nes sa socidade de consumo que cria sempre novas necessidades e que per mite a seus,membros to aos OS eXCPSSOS, • Esse equilibrio deve restituir ao homem a verdàdeira paz; a verda (eira felicidade. Esse ,e quilibrio deve lazer com que o homem compreen da_e ame o seu trabalho utll e criador. Fora, desse. eqüili brio, é lógico que o ho mem, massacrado pela técnica, procure_ no mun, do .ratacios.o das drogas remédios para os seus grandes rales. D . 1 FUGI Já tem sido objeto d muitos estudoR 11., sollllo das almas nas grandes. cidades O processo de ur banlção leva necessária monte a uma gernl mas sificação dentro da qual as personalidades se di luem, o I tédio, domina e as so~br.a cju .solidão bal xam por sobre todos . ., 1 ,1 li t' • Esta é outra caracte ri tica da Vida contem porànea. O êxodo para as IIegalópolls so faz, não apenas das zonas rurais. mas também das cidades. pi,,quPna.s. as grandes_ cidades to:-los vivem sob o, signo das tensões. A familia deixa de t>er pequenina comu nidade rormadoru inicial dos caractere:, e se re duz liio somente a vii, culos biológicos. E todos se i oi m. Os jovens para Cl quais u soc1er!nde de consumo tem uma cono tação pejorativa, depois de uma oposição ativa e o tensivn começam a reagir pelo desinteresse e se refugiam num mun do que e próprio deles e alheio à socieJade em que vivem. Eles também e isoluLU É um apeio lotai à fuga. Cumpre notar. po rém, tjue essa ruga. no fundo é. um desejo ar dente de encontrar algu ma coisa. É a ànsia )'.C ernente de encher um vazio interior. Todos sentem a falta de algu mo. coisa. Todos se de batem na insatisfação e nà insegurança. Os radicalismos le am às guerras ideoló gicas e as diplomacias conseguem unicamente um equÍUbríp fios , torro res. P,or . toda ,. parte a instabilidade: • Dentro dessa .conjun tura, a droga , se apre senta _como um sornden te, mas falso paraíso e como umu forma de rea çlo e de oposição à sa ciedade tentacular que nos sufoca. A ,, Um. dos caminhos de salvação de nossa 8ocle dado há de ser o da va lorlzaçllo do homem que não ,pode ser aniquilada nesse vasto processo de màssiffcação. Há no ho mem valores que, estão acima da sociedade e que devem ser ._ respeHa dos em todas us circun& tânclas. A vida humana tem um sen.lido pessoal e transcendente que pre cisa ser cqlocado acltna de qualquer estrutura concreta das sociedades. Os jovens necessi tam de um ideal mais elevantado, pelo qual va lba a pena lutar a fim de que não vaguem inu tilmente pelos caminhos vazios do nada. ORIÇÍIO OI SIBEDORII 1 Conforme publica,;E~ no Diário da erra de 12 12/1975 o Detrao ão podem cobrar mul ta pelo atraso no paga mento da Taxa Rodo viaria nica - TRU, des de que não haja com provação de autuação do veir.ulo entre a data do vencimento da TRU e o pagamento da noya taxa .. , A jurisprudência foi firmada pelo . Tribunal Federal. de Recursos ao examinar mandato de segurança impetrado por 1oüo Pires. de Me nezes, de Pernambuco. .. •,.Conforme, a decisão cabem apenas. juros mo 111tórios. sobre a taxa não paga na data do seu vencimepto, . artº 4 do decreto lei 999, que regula a matéria. Esclarecimento torneei do. pelo. Diretório Muni cipal da ARENA; Rela Vista (MI), 06,/02/76 Dr. Fiori Murano • .Présiáente . SENHOR!... Dal-me a esperança... levai de mim a tristeza e não ,a entregueis a mais ninguém. Senhor! .. : Plantai em meu coração a sementeira do amor e arrancai de minha alma us rugas, de. 6dlo. Ajudai-me a transformar meus rivais• em companheiros, meus companheiros em amigos, meus amigos em entes queridos. DEUS!... Concedel-mt! a força para, dominar meus desejos e dai-me a razão para vencer minhas ilusões. Fortificai meu olhar para que veja os defeitos de minha alma e .vendai meus olhos para que eu n!i.11 comente os defeitos alheios. Dai-me o sabor de saber perdoar... e afastai de mim o desejo de vingao,ça. Ajudai-me a fazer. ,fl<llz o maior número da humanidade. para amplificar seus dias. rlsonb.os e resumir suas noites tristo nhas. Não me deixeis ser um cordeiro perante os fortes, e nem um leão diante dos fracos. Im primi em meu coração a tolerância e o perdão e afastai de minha alma o orgulho e a pre- 8unção. DEUS!... Enchei meu coração com a divina Fé para 8empre louvar o Vosso nome. SENHOR! ... Fazei-me um homtlm realmente Justo! (Rabindranat Tagore) Tradúçãcí de Ciuil~er me de Almeida. Lido diariamente às 18.00 horas, por Moraes Sarmento na Rádio 'T'upi de S. Paulo. Como IH3C Surgiu e Carnaval , Diz-se que nasceu da saturais romanas, de carater religioso, que ce lebravam a volta_ da pri mavera e o rena cer da atureza. No Brasil, o .carnavàI tem cowo origem O en trudo portugue festa onde valia tado. a ponto de ter siao proibido pelas autoridades do própríq Rio de Janeiro, dado os seus excesscs. O entrudo sigifie va tempo de comer car ne em oposição à qua resma, periodo de jejum Nessa época· 0 povo pula va e cantava nas ruas. ~rr_emesando àgua suja, latlllha e as porcarias que pudesse, uns contra os outros. ·• Com o tempo essas '·armas foram substitnvi das pt>lo _lança perfume confetes, e serpentinas; e o carnaval tornou-se ma.is civiJizad(j>'. o Primeiro baile carnavalesco, carioca. data de 1840 e em pou cos :anos os ba.iÍes Car V lescos da Cidade .Mara ilhosa ganharem fama en todo mundo. 4Li Vista 15/02/76 Nosso Tempo t'a_ins R Por 47 votos contra 22 e 39 abstenções, ONU arquivou um I roje to do Chile p/ uma am pla lnvcstlgaçifo sob1·e o respeito aos direitos humanos em todo e mun do. Diante desse rel- 1acto, a Chancelaria chi lena estú informando qu~ lusislirú no ussunto quando da próxima As «blia Geral, e assinala que a proposta "desper tou iraria reação do blo co comunistil". O argumento d o bioro comunista é o de que a investigação viola ria a soberania da na ções. E, por inerivel que pareça, essu alegação encontrou o apoio de 47 paises e a colaboração dus outf!ls 4fJ. Do mes mo [ora internacional que condenou o ionls mo como forma de ra cismo, nu linha de uma conspiração de lntere · ses contra a soberania e a Ptópr·ia existência do Estado de Israel, urge agora uma decisão des:i nada a acorbertar a pi or forma crimicc•sa con ta os mais altos valo res do ser humano. Não vem ao caso, i,,qui, particularizar o pro blema do regime chile- t no, embora mereça re- gistro a atitude resoluta de um país que, em ple no periudo de coru;olida ção rtivolu••ionáriu con tra inimigos implacáveis abre as suas p0rtus às sindicânclu ela ONU. O que nos cabe con siderar a posição hipó crita do bloco comunista e a situação de p:ur:iali duele a que foi tangida a ONU, pegando os seus compromissos de origem e coloc·mdo baneirus 110 caminho do entendi mento entre o povos, em vez dA aproximá-los orogre ivumenln no iu terresse da paz muudiuL Tudo isso ocorre de poi • que a própria orga nização, movida por lac ciosos inspiradores inter uacioais, politizou ao extremo o tema do di reitos humanos, conver tendo .., paradoxalmen te em massa de ma nobra de regime totali tários e libertícidas. Ora e turnos diante de uma matéria unive: sal e permanente que, constituindo o grande esteio moral dos siste mas democrúticcs e re quisito imprecinclivel à sua autentlcidade ideoló gica e prática, pertence eotre1anto ao patrimomo de toda a humanidade civilizada. Os direitos humanos que alargam DESMlllllDORn Smico d~ Desmaias, Desloca, Acodes e lerraplanagem. füma allamen!e capaci!ada e idônea Trn!ar com o Sr. Waller Escobar Nunes no poslo Rio Apa Beln Vistn MS Maco Grosso o seu leque na medida em que progredimos so cial e morulmt::ute, ins crevem-se desde o sécu lo XVIII em declarações Jaternacionals ou uucio nais, coustiluiçõf!S, con ve11ções e códigos. 1 enbum país, ne- nhum regime, ne111.Juma razão de Estado ou de ordem pública pode fa zer d,t violação dos di • reItos, humanos um ex pediente de ação polili ca ou sequer de anutode fps1t. Não há hipótese, a dt tinguir entre esta ou aquela ideologia. mas entre a liberdade e a o pressão entre a civiliza ção e a barbarie. poderá ingressar com um pedido de extwçao do mandato do Sr .José Domingues Scapilii jun to ao Tribuual Hegional ElettornL :la! sabe o MDB que sem o AI-ó, talvez nem ele próprio existisse. Nem o congres so ou Assembléias. O que teria acontecíclo em 68, se o AI-ó, tio praguejado, não tivesse detido a onda que a to dos ameaçava, parlicu lurmente o :'.IIDB? Sem a garantia do AI-ô contra a ação dos baderneiros e terroristas, talvez as eleições do ano paado não se tivessem realizado, para o MDB aumentar subs Perante a consciên- tacialmente sua banca- eia moral dos povos, as da no Legislativo. E 1 ações Unidas se obri- roais; na hipótese de coo gam u aprovar o _projeto quistur O Governo, ne por _acaso partido do nhum Presidente do MDB Cbile. A~ denuncia· dos e ustentarií s e ro o dissidente soviético so- . Al-6. Talvez nem tome bre os campos de con pos se. Não tenham dúvi e-ntrução, as repressões 4as de que, no Governo psiquiátricas e os exillos 4 MDB, seus radicais - nos gelos siberianos ai- comunistas, pelegos e cançam, veste justo ins afins - iriam querer fa lante, repercussoes qu~ zer O que os peronistas comovem e escandali- ainda estão fazendo na zam o mundo. Argentina. O que houve em Portu(!al, agora, te ve carAter de um AI-5 contra os baderneiros e os anarquistas. Não vi ram o que ocorreu com a simples publicidade exagerada de uma al "distensão? 1 França Já está perdendo militares, aqueles com a vontade r1e imitar seus cvlegas de Portugal (a minoria evidentemente). Um AI-5 tambem começou a fun cionar na terra de a poleão. E terá de funcio nar em qualquer país que não queiru cair em ( O GLOBO-RIO, 4 de Não há come ficar mos impassíveis diante de processos de degrada ção do homem, onde que::- que se manifestem. Não é a paz de escra vos e de mártires leva dos à loucura que a hu manidade deseja sob o manto da détrnte ou de qualquer forma de apa ziguameato. É a paz dos homens preservados na sua liberdade e na sua dignidaàe. Dezembro 1975 ) lilll IJerrntauo fedo ral rio ;1IDB, no Punu:ú, está ameaçado de -er rpnul so do Partido porque de fendeu o Ato Iostilucionul nº .í. Há também os que admitem que a Comb iio Executiva do MDI poder dos comunistas. 0MDB já tem idade sufide11Ie r•ara deixar de í11fa11lilic!arle. O rl-:i sustenta o Governo, ga rate a ARENA, o MD e o povo contra a nação dos anarquistas. Sem o Decreto 477 - niver1 cladei- jú teriam virado bagunça: Por se relevar tão imaturo, em assuntos tle tanta ln,portâncla. é que muits acham que o MDB não pode ser o verno. Vamos acahar com esse Ut!góclo d 'ª plenitude democrática" ou coisa que o valha, que Dão passa de con ,·ersa fiada. Temos que se( realistas diante do exemplo e do sorri mento de várias naçõPs inclusive uma que nos é tão caru: Portugal. Foi a •lístensão, foi a abertu ra, foi a "plenitude de uocrática. com a ambi ção e o incompetência pe lo meio. que destruiu o destino de um povo tão digno de melhor sorte. Não pode governar um pai quem pretende revogar as Leis de defe- a da sua soberania e de sua integridade. ( Correio do Ceará, For taleza, de 0-1 de dez. 75) 0CUME#TO PERDIDO Benedito Ortega, de clara que extraviou seus documentos do Funrural Carteira de ltientHicação e o Carnê elo roes de no vembro de 1975 Publicação que se faz pa ra obtenção da 2!.! via. M.ÓYEIS DELBII IYENIDD MÓVEIS ESTOFADOS E ELETR0-D0MÊSTICOS EM GERAL SINTO E ZDNCINELLD LTDI. DUQUE DE CBXIIS 446 JlRDIM-MT. Homenagem O au<lo,-o ]o;.(, Palmit'ri, e D. Joaninha quando Recebia o Titulo de Cidadão Belavi:stensc, outorgad0 pela Câmara lluni,·ipal de Bela Vista. Recordar-se-ão o toando parte na memo seu nome por toda a rável batalha de Verdun geracãu e geracoõel' (Li- sob o comando do grau vro de Salmos, Salmo Marechal Petin, sofren- XLlV). do dois ferimentos du rante a campanha em defesa de sua Pátria. Foi um ciclaciio hu milde, temente a Deus e cariclosu. Diu 13, co memo:-a ·se o primeiro aniversário do falec!men to du nosso inesquecível José ilaria Pulmleri, o corrido em Campo Gran de. sendo seus restos mortais transportados para esta cidade, onde descança ém seu tiimu lo. carlubrsameute mau- • dado construir por seus familiares. • Nascido na ilha de Córsega, território fran cês em 101/1895. Participou da Gran de Guerra de 1914/18, Chegou ao Brasil em 1920, trazido por seu tio J o!lo Fra1tcisco Caporossi, adiantado co merciante muito conhe cido nesta região sul matogrosseas,-,_ Foi sócio fundador e benemérito do Hospi tal S Vicente de Paula, hoje da Beneficência do mesmo nome. Sócio fundador do Clube Esportivo Relavis tense, do qual era um dos expoentes. Possuiu a 1 gela- deira cio :lunicipio que mais tarde fornecia gê lo uo Ho pital que mere eia o seu rnttior carinho. Também teve o pri m1:-iro rádio rerpetur da cirlude, o s eu Piloto de pilha de 1 volt por 90, pelo qual recebia com nmigos em sua ca sa, as arrepiantes noti cias diárias du Il Gran de Guerra de 1939/45. Foi o maior doador de sangue "O" naquelà é poca, transfusão muito perigosa naquele tempo. Foi agraciado com o titulo de cidadão bela vistense por outorga da Câmara de Vereadores de Bela Vista. Para o Palmieri. co mo tratavam-no os ami- gos, não havia diticul<la des intransponível quan do tratava-se de salvar a vida de um paciente que seria operado. La esteve ele no hospital com sua8 lâmpadas Pe ltomux a iluminar a sa la de cirurgia, substituin do o luz eletriC'u que não havi11 Era ele um servidor constante do hospital, ao qual dedica va o maior interesse. fornecendo multas vezes da sua casa comercial, alimento- e material que aquele estabelecimento filantrópico necessitava sem nunca exigir o pa gnmento Imediato. Era um benfeitor. Casou-se em 07 de Fe vereiro de 1924 com a veneranda Sra. D. Jua nita Bazza3o, de radi cionol e benquistu fami lia de Bella Vista-Para guai. união que foi duran te mais de meio século um vinculo de amor, cti goo de er imitado. Do enlace. que deu lhe os filhos, João médi co e Ten. Coronel do Exército, ,Joly, :larlale a, exemplares esposas e mães de familia. Fa biuno (falecido), Pedro tdvogado e :larleue, a caçula, esposa do Sr. Frnn<:isco Elio Balilani, também ztlosa mãe de furuíliu. Teve a felicidade em vida, de comemorar u.;; bcrla. de ouro em Fevereiro de 1 974, fato que gerou muito conten tument ao povo de no s a terra. Deix,,u grande des cendeneia da familia i lustre que constituiu a qui nesta terra da Amé rica - sua segunda Pá- tria que tanto amou. / sua estirpe de cl dadão integro, féz-se credor do elevado cou ceito que mereceu da sociedade Bela vistense, a qual disbensava seu maior desvelo. era ele respeitado, estimado, e a sua pessoa era um marco de exemplos •le vlrludrs na conduta deu tro da comunidade em que viveu. Enlendí.1 a f1lanlropla como um dom feito pe la Graça de Deus, Pro fessava a Religião Cu lólíca que melhor en chia seu coraç:lo no mo meato de fazer o bem aos necessitact os. Nunca falhou na hora rle uma caridade. Sua bondaJe era muita grande e chegava até áqueles que maí precitlavam de um am paro. Em sua memória, a miósões Redentoristas fizeram levantar uma Grande Cruz de madeira no terreno do Colégio Sto. Afonso em homena gem postuma ao fervoso devoto, cuja plaqueta de metal, transcrito seu nome, oferta dos filhos, genros e noras. Partiu para o além este amigo, esposo e pai e a saudade imorre doura dos ente queri dos, são como as flores perfumadas que cobrem a lembrança da sua fe liz passagem por e te vale de lágrimas. como mo ditada por Deus. A familia amiga. nosso sentimentos e u solidariedade da TRIBU NA e do velho José Joa quim Fe-rrelu 'nuto Ministério do Exército . 1 1 EX 4ª Divisão de Cavalaria O Regimento de Cavalar Regimento Antonio João" EDITAL N.o 01/76 - S/ 4 O 10º Regimento de e 1 . te autorizado. vende,k "]"Tia. _devidamen partir das 0s.00 horas ~,n , asta Pública. a 1876, 14 (quatorej !!a 2A de fevereiro de restu4veis iara s,"";}; 9gfferaios tia- 1ço 1o ército. Para maiores es 1 . dos_deverão pro,["jmentos os interessa- era Regina ",$"g,da seca@ vier- laria. l egimento de Cava- Quartel em Bela Vista, José Alves de Presidente Mt, 09 de Fev. de Oliveira - lIaj. da Comissão 9" RM 1.976. Sindicato Rural ------------------------------------------------------- SINDICITO RU RAL DE B. VISTII Atendendo ao disposto no Item III do Art, I'O !t da portaria MTB n'0 3.437, de 20 de Dezembro «4e 1974, faço publicação da cédula única, contenu do a chapa registrada para concorrer à eleição l[hll se realizará no dia 10 de abril de 1976, nes e Sindicato Rural. Entidade: Sindicato Rural de Diretoria EFETIVO, Victor Penzo, Gentil V. da RosJJ., Deocleciano de Vasconcelos SUPLENTES n•,berval Borges, Edvaldo Escobar. Cons. Fiscal EFETIVOS alter Escobar Nunes, Pery de Almeida Mello Zoé L. Pinheiro SUPLENTE' Corumila Loureiro de Almeida, E u d o Loureiro liuheiro, Mario Loureiro de Almeida. Del. EFETIVOS loio ldelfonso Pinheiro Murano, Hélio L. de AI llleida. Repres- alomãu, B. Vista Epaminondas I SUPLENTES .\barto Salamene, Luiz Gonzaga de Araújo. O Art. n·o 61 da Po'rtaria 'acima cilada diz o beg:.unte: "A impugnnção de candidahJras poderá se, feita no prazo de cinco (ó) dias, a contar da Publicação da relação de chupas registradas: I - lia:; eleições em Sindicato: por associados. Pará grato único. A impugnação. expostos os funda rneatos que a Justificam será dirigida ao Presiden ' la entidade e entregue contra recibo, na 3ecre ria da entidade." Bela Vista MT, 01 de Fevereiro de· 1976. Jacinto Rodrigufls de lliranda Presidente do Sindicato Rural de Bela Vista. FILOSOF PIRICHO Edmundo de Castro, daí os ai-roubos de ga repórter "associado", co latria, de ostentação, leciona frases que lê nos de otimismo: parachoques de cami .. fiai da janela. curiosa"! nhões. E sempre me fala "Carona só se for de a 1·er,peito da originallda saia." de existente no S1:'nlido ··Não chore: eu vou mas desses letreiros. Ali, co volto." mo nos livros de um mo Se alguém me ver agar do geral (e de poesia rado com mulher feia, em particular), há muita pode eparar que é bri imbecilidade escrita, (e ga.", "Chegou o gostosão lizmenle, alguma coisa das estrada;,·•. Viúva é se salva. Existe, realmen como lenha verde: chora te, em muitas dessas Ira mas pega fogo". E 011 ses, além de bastante fi tras frases que tais... losofia popular, reflexos Depois de umas três do cotrlportawento huma ou quatro capotadas, no. E chega a ser algo qnando a carro está to de folclórico. do esfolado, as presta ções atrasadas no banco Afirmam psicólogos que o financiou, sem que esses dizeres siml:io mais condições d'! ion lizam, em ioua maioria, gas viagens. gastando os o caráter, e até mesmo tubos com oficinas mecâ um pouco da personali nicas, passam automáti dade de quem os escreve camente, a escrever seu temor: Ora. sendo o homem "Guiado por mim e Diri um abismo de covardia gido por Deus (mon truo e de grandeza, transfere so pleonasmo, por que para o seu veículo, de dirigir é o mesmo que maneira imperceptivel. guiar]. alguns de oeus esladc;s Deus na Frente, Paz na Guia de :1Jma, de SUS'IS supers (sempre apelando para Deus). tições, tendências e aspi Mensageiro de S. Francisco rações. Ou memo seu (outra imbecilidade, porque S. Francisco, ou das Chapas temperamento, românti ou o de Assis, nunca teve co, pessimista O-:! folga mensageiro teve men zào. Observa-se. por e- sagem, isto sim). "Nossa xemplo, que quando um c i d a d ü o c o m pra Senhora me proteja". pra um caminhão, novi E por aí vai, recor nho, ainda cheirando a rendo a tudo quanto é tinta, está depositando santo de quem, quando nele uma boa carga. o carro era novo. nunca Duas cargas, aliás: a de se lembrara. material transportável- Há os orgulhosos: e uma outra, mais pesa • "Dez Pneus cheios e da ainda: a carga· de um coração vazio". suas esperanças mais "A saudade machuca caras e imediatas. Saem n:;:ts não mata" Alencar SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de • madeira Serrada Antonio João - Mt. De Antonio Remo Penzo O mar geme e solu ça porque não banha Goias". Numa fria madruga da de inverno, em cima do lamaçal da erra da Borborema, na Paraíhu, descia um camluhão {' descia outro. Ora, com neblina e escuritlão mo torista não deve brincar. Nesses casos, u impru dência e o ulcoolismo são o caminho mais cur to para o abismo. Não deu outro bicho: o cami nhão que descia engre nou uma tal de bangue la e vinha com mais de mil, s e rra abaixo. Vi nha sollo na buraqueira, como se rliz. Conclusão: a colisão foi inevitável e fatal, como fatais foram suas consequências. Am bos osveiculos despen carampelo abismo, es bagaçando-se. No dia seguinte a po licia rodoviária accmpa nhada de repórteres da imprensa de Campina Grande conseguiu ver, por entre os destroços e afastando as ferragens retorcidas pela violência do impacto e da queda, que no paracboques do que descia estava escri to: "Vou com Deus". E no que subia a ser ra. "Já vai tarde". CUME#TO PERDIDO ---------------- Foi extraviada a No ta Fiscal n.0 051. Série B 1 de 28/2/74, em no me de José Joaquim Fer reira Souto, referente a venda de 1 moto marca IAMAHA, chassis 05398Y Ano 1974 - cor laranja 14,5 hp- 1 cilindro - Ti po Super Esporte. Publicação que se faz para obtenção do Certif cado de Propriedade. Preço deste exemplar Cr$ 2,00 ela Vit 15/02/76 Esporte5 ''' ESPORTES ... is , ;·1 , ) - Rio, AE - l<url Lamm, secretúrlo-geral da Liga de Futebol Norte-umeri cnnn. comunicou ti CBD que foi obrigado a alto rar datas dos jogo que a seleção cumprirá no torneio inlernacionnl nos EslaJos Unidos, du rnule o mes de maio, ten do como adversários u ltúin, lnglalerru e uma seleção local. O dirigente norte-a mericano esclareceu que envira. no próximo dias, nova tabela oficial dus partida , inclusive os jogos entre a. sele ões italiana e inglesa, mas rna11teve o período de sua realização de 2l a 31 ele maio. Kurt Lumm disse também, que tomou couhecimemo do jogo que a seleção brnsi leira realizará no iléxi co fií) dia 1º de junho, mas que os dirigentes mexirauos jú. concorda ram em passar esse jogo para outro dia, a fim de núo prejudicar o torneio internacional. Quanto ao locais, porque u comi são técni ca somente conccrdou realizar uma partida em gramado ~iutético. nunca contra a ltliu e lglater ra. Kurt Lamm aceitou que RÚ será realizarlo um jogo em grarnado urtlficiul, contra a sele çào do Estudo Unidos. A diretoria da CBD telegrafou à federação ....,oviética de Futebol. pro pondo um jogo amistoso o Rio, no data de J!! de se temhro, tendo em vista a di posição dos soviéti co em jogar no Brasil. Est., jogo é em paga menta de uma partida que a seleção brasileira realizou em lloscou, em 1973, quando da excur são prepamtórla para o Mundial de 1974. Osvaldo Brandão e Hélio • ilafia estiveram reunidos, ocasião em que organizu.ram a programa ção da 5elcção brasilei ra, que se aprE' E'ntará no dia 1 , em Porto Ale gre, para o primeiro jo go da Copa Atlântico, em Montevidéu, no dia 25 próximo. O preparador fisico Hélio Mafia defende a ideia da seleção brasilei ra realizar doi coletivos em Porto Alegre, entre o» dias l}e 23 sugestão que foi aceita por Brandão. Osvaldo Brandão de pois da reunião com Hélio Mafia, viajou para Porto Alegre, onde e encontrará com o su pervisor AImir Almeida. , ALEMANHA PODERA VIR ATUAR EM GRAMA DOS BRASILEIROS Frnncfort, AFP - O selecionado tle futebol da 1lemuuba Ocidental. campeã mundial. viaja rá à América do Sul en tre 2 e 14 de Junho de HJ77. O treinador do e lecionado nacional da quel seleção, Helmut 8cboen, consltlera essa viagem, que lerá lugar um pouco antes do cam peonato do mundo da Argentina. será uma "prova de acrimação" Inicialmente prc,jetou-st• que durante a viugem os alemães disputariam duas partidas contra se- leções nacionais, ma que certamente serão três. Além dos cortejos previstos em BuPnos Ai res e em Córdoba, pos sivelmente será disputa do outro, para o qual u Federação de Futebol da Alemanha ocidental estuda proposta para a seleção Alemã re,dlzar duas partidus ainda, sen do estas no Brasil e ou tra uo Paraguai. Atual mente, apeuas dois se lecionados estilo com a vaga garantida para a participação no grande Campeonato Mundial de Futebol de 1978. As du as seleções são a Ale manha Ocldentnl, atual campeão rnuudlul e a Argentina, sendo esta última o organizador do mundial 78. Estima-se que há grande probabi lidade de Argentina, até 1978, reorgaulzar ns suas condiçõPs e, como Pais promotor, empenha se sobremaneira pela conqul&ta do título má ximo do futebol mun dial. Preço deste exemplar Cr$ 2,00 TLEIS BRASILEIOS ESTAGIAM N ALEM2K t) DORTMUND. AE O quatorze aliei.as bra- ileiros que estão em Dortmund ficarão !rei nando durante sete se manas o Centro de A tietismo du Alemanha Federal. Esse estágio faz parte de um progra ma de preparação para o ·Jogos Olimpicos de ilontreal, este ano. O programa assinado en tre o Brasil e a Alema nha Federal, lambem in cluiu instrutores alemães e profes ores para trei nar os atletas brasilei ro·_. Não é o primeiro tremamento de te tipo para bra ileiros. o pró prio .João Carlos bateu o recorde mundial logo depois de sua primeira sesso de treinamento em Mainz Moguncia) no ano passado. Saltou a distancia fantástica de 17, 9 metros. o Colégio de esportes em Colônia .. encarrega-se da "opera çao Dortmund". Uli Jo natb, ex-campeão do pen tatlo e agora instrutor em Colônia, ·•cuidou" dos atleta em diversa8 ocasiões anteriores no Brasil. É parcialmente responsável pelos "brasi Jeiros de Dortmund". co mo são chamados aqui. Os brasileiros moram ao lado de treinamento. O Westphalia Wall nº 4. o principal anexo ao maior estádiu europeu, tem uma pista reta de 100 metros, uma pista circular de 200 metros e todos os itens necessá- 1os para treinamento e preparação dos grandes atlata • O técnico chefe dos atletas brasileiros. Pedro 'I o ledo, taubém !ecebeu treinamento dos Instrutores alemães, in cluindo Jonath. e partici pa sempre de e tipo de Programa de intercám bio. Toledo e sesus co legas mantem estreito con_tato com todos os maiores treinadores de atletismo alemão. MINÉR ÇiO BODOQUENI Rodovia jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo M t G . a o irosso'' Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lad d H o o otel Oriente) Cx. Postal "Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 LTDA 8 l i»ta 15/02/76 Rotary é Noticia l'.i.:,lu 1 09 0 QUE OS OUTROS DIZEM E FIZEM Ernst Erich Schmitz "pgnilar e 'r runane 1 lllASS, II Y fü·.LLO POR QUE? -- Se não gostas de li, que irá gostar? -- Se não te orgulhas do que fazes, quem se orgulhará? - Se nfio tens respeito. por tuas ações, quem haverá de ter? - Se não sentes dmi ração por teus em preendimentos, quem irá s e n t .i r? - Se não d á s crédito às tuas decisões, quem poderá nelas acreditar? - Se não te alegras com a vida que tens quem vai alegrar-se com ela? - Se és cpaz de enga Dar a ti mesmo, a @em ão enganaras ssim [ambem é - Se a i n d a nlo aprendeste o verbo "compreender", como pretendes conjulgar o verbo amar? - Se colocas fel nas puras emoções, por que te revoltas de levar uma existência amarga? ['- Se destrois todas as estradas que te tra em afeto, por que lamentas a solidüo em que vives? -. Se não cuidas da tua lavoura de si:n Ptias, por que estra has não colhêr vi Posas amizades? Se teimes em plantar 0 mal e tristezas, Por que te supreen de s quando germi nam decepções? }e consentes que a veja, o rancor e ª meledicência domi- nem teu coração Por que não f ªverias de sofrer o nferno da desconfi ang42 "t Arranquei a 1 ·;:.::.P•rsl,tes • em vi- pia do cooo ,egumte. --==== COMERCIO DE CEREAIS -UNIÃO BGRICOLB ua. ver !le temer o on tem, por que dás de temer o amanha? Se oscilas entre o passado e o futuro, como podes desfru tar bem o presente? Se não te dispões a oerdoar as falias a lheias, com que di reito esperas o per dão das tuas? Se nunca te clecldes a partir, porque an seias tanto em che gar? Se não tens fé, nem sonhas, nem te em polgas, por que acu sas o mundo de ser árido, fri 0 sem bon dades? Por que? ... Demais ... Numa das "sabati nas" tio Zepelin, hoje Miramar, um dos mais assíduos frequentadores . contou a seguinte histó ria: "Eu tinha em casa 12 garrafas de whisk e minha mulher me pediu para jogá-las fora, se não ... Assim seja, disse eu, e comecei a desa grável tarefa. Tirei ro lha da primeira garrafa e despejei seu conteúdo na pia. menos um copo que bebi. Abri a segun da garrafa, fiz a mesma coisa, menos um e opo que b e b i. Ti rei a rolha da terceira pia e despejei a garrafa no co po que bebi. Arranquei a garrafa da rolha seguinte, bebi a pia e coloquei o r e s t o no copo. despejei a rolha dentro da garrafa e bebi o co po. Tirei a rolha seguin te da garrafa e despejei a pia fontro ela garrafa, arrolhei a pia com o copo e bebi o que não tinha derramado. Quan do esvaziei todas as gur rafas, segurei a casa para não cair e coutei as garrafas, rolhas, co pos e· casas. Eram 28 ao todo. Ccntei outra vez, para confirmar e deu 77. Como a casa passou ao meu lado con lei outra vez e, final mente, todas as garrafas rolhas, copos e pias, dou 196. Ficou i-obran do uma garrafa que a cabei hebendo, para co memorar o fim do meu whisky". o OBJETIVO O objetivo de Rota ry é estimular e fomen tar o ideal de servir, como base de lodo em preendimento digno, pro movendo e apoiando: Primeiro - O de senvolvlmenlo do com panherismo como ele mento copaz de propor cionar oportunidades de servir; Segundo - O reco nhecimento do mérito de toda oc:upaçã" útil e a difusão das normas da ética pro íissional; Terceiro- a meiho ria· da comunidade pela conduta • exemplar de de cada um na vida pú blica e privada, Vicente de Paulo Souza e Silvo (Rotary Club de Sao Dernado do Campo) Permiti Senhor que nesta prece humilde, eu seja o espírito de Vossa imagem. E nesta longa viagem, que é a estrada da vida, eu a torne florida. Pondo alegria na dor, num mundo de paz e amor, onrle os homens, juntando as mãos se tornem mais irmãoF, formando a grnnde corrente, onde só o amor seja presente. DE ROT Quatro-- A aproxi mação dos profissionais de tooo mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre us na ções. Rotary é Noticia Com a presidência do companheiro Pedro Palmieri, secretario. No edí Laranjeira e protoco lo Henhur, iniciou-se mais uma reuniiiu do Rotary Club, dia 6 pp. - Contou com a presença dos seguintes: sócios: Pedro, Roberval, Padl lba, ;larcelino, Bazzano, Benhur. Eduardo, Joacyr N oedi, Ivaldo e Clovis. =~*= Convidados: Mariano A. Camargo, Duvilio A. Santos, ambos pertencen tes a Inspetoria do Ban co Itáu; Dr. Jadjalbar LI ma conferencista do Ministério da Agricultura. Osório Almeida Monteiro, aca demico de Veterinária; Dr. Celso Grassi, Cap. veterinário do 100 RC. :«. O protocolo Benhur saudou os convidados; o companheiro· Hortencío que aniversariou na se mana e lembrou a trilo gia do servir: Ideal - Cortesia - Ação: Servir. << Nossos cumprimen tos aos novo rotari anos; Padilha, Garibaldi Bazzano, e Benitez. c - =====================. O companheiro pre- sidente saudou os pre sentes e deu por encer roda mais uma reunião rotária. ·' '· " Permiti Senhor, • eu Vos peço. que eu possa dar, sem recompensa esperar, i;eja aos pobres ajudando, aos desamparados confortando Pois assim procedendo, a Vossa vontade cumprindo, estarei contribuindo para um mundo melhor, de mais igualdade, de paz e fraternidade. Venda mais seus Produtos Anunciando no Jornal Tribuna da Fronteira " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA " + «s i, · y Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e- o povo I Belavistense ) J .. : • Aventda Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional 33lg] )]3jg] 9M] ........___ ~ Ir«la Vi«t 15/02/76 Opinião --------- "O pior deleito do edito misso que assumimos riul comenta Moacyr Pa com o povo belavistense dilhu é o ataque pessoal. e que hoje continua de Conhece-i;e logo o mau pé. Trilhamos U'l a esll'a editorialista quando pro- da cheia de ob1Jláculos cura Oase curnlubo íá- e situações que exigem cil ... " J . atitude de • bom senso e muita pro um edltorlalistn diante bielude. Temos muitos da máquina de escrever defeitos, e reconhecemos. com o papel em branco Jlaa easeo clefeiot1 pre lilurgfo que se repete judlcnm quasfl exclusi todos os dis, ou todos vamente a nós e não a ns semamas, uo caso cl~ comunldudo. E com or ser o jornal s,Huanárlo, gulbo confessamos que deve sei; lia maior serie os glguutes malévolos dado. "Embora saiba da alma, - u vlolencia, que a Influência do que o ódio, a vingança, são vier u sustentar porvco- estranhos ao nosso quo turu será pequcnn, dElve tidiano. Prncuramos fa entregnr-se nu trabalho zer um jornal iodepeo como se a decisão sobre dente, um gruude jornal a controvérsia que a- pura um grande puvo. briu depende exclusiva- U)timamente, determlaa mente de sua opiolü.-:", uni: sltuuções. oferece diz Luiz Amurai em eu rum subsídios pura vis livro Técnica de Jornal. lumbrarmos uma nova Algumas modificações tomada rio posição dn e<litoriais e gráHcus que Plite dirigente da. cida.de. THllJUNA ela FRONTE!- Permanecemos a mar ·HA comnçou a apresen- gem <los eomentários lar com a ediçãn uúme- pessoais, principalmente ro 195, foram colhidas no Caso "ENCAMPA,ÃO com gruode simpatia e do HOSPITAL", por ,a interesse por nossos lei- charmos que a solução tores. "Parece um novo deve parti( do POVO, jornal, com assuntos poi~, o hospital é uma palpitantes, mais pó.gi- instituição a serviço <.lo nas ••• ", comentou um POVO. As arestas e de leitur. E um elogio certo mus o aceitamos como encontros são próprios um reconhecimento de u- de per,rnnuliclude dite. ma verdade que ncom- rentes' e com ambições punha a TF desde sua e desejos diferentes. "As fundnçãr:-: procurar sem- abelhas que vivem em ore o aperfeiçoamento sociedade comenta do jornal. É o compro- Tbomu • Hobbes - não lRIBUIIA on rnmm1Rn Editor- Chefe - Caldo ]?ereira Gerente - ôilsen 8ila antes 0?IC))A Chefe - dfoic,·t,, dl:.Jair Paginação • .:_Jdilio dl. c5,•11rn Impressão - fui Carlos Ddé Composição - Nagib Gazime Q'ilsen ô. Data e dr 'Reiro Departamento ele Circulação • Joào Vicente Ocampus Departamento de Cobraucas Chefe • Pompilio Miranda Colaboradores Jo.{: Joaquim Ferreira Souto, Dr. Aroldo Medeiros, Rosita fo-a Gomes, José Glauey Flo res, J Refrey Diretor _Responsável • c.Jvaldo /Jmira TlUllU 'A DA FHONTElRA é uma publicação da Empresa Gráfica Tribum, Ju fronteira. S • LUZ5 10!-3: IS [SI IM-3 Diretora - Maria E-tela Vela-quez Pereira Redação, Administração e Oficina. - lua Duque 4 Caias >-n Bela Vista Mato Grosso As opiniões emitidas nos a r t ig o s assinados não represen ta m o ponto d e vi s ta do jornal, podendo a té s e r contrárias a te. I opimilo do jornal, acha-se expresa nos Editoriais e nos comentários não assinados" ' competem uma com aR outras. não tem Inveja nem desejo de honrarias aAsírn c<11110 não usam a razio t1n proveito pro pio e detrimento alheio, por lHso. sua sociedade é natmal e as atitudes de umas para com as outras i;rw reguladas pe lo lusliulo. Seguudo J,,J. Rousseau", os códigos morais nascem e se fun dameotum numa espécie de con°tru to social tácito existente entre os mem bros da comunidade. Mas parece que o "ani mal inteligente'' não aprendeu u lição. Procu ramos manter a atiluàe própria dos homens pon derudos, não nos euvoJ. vermos em determinada situações. onde podniam grassar o partidarismo e a parcialidade. Não é fácil, mas como jornalis tus que buscam aparar us arestas do caráter, de aprimorar 0s conheci n.entos e por em práti ca uma ética profissio- nal. lutamos ás vezes com determinadas cir- cunstâncias; mas ... a consciência. guardiã u blime de nossa tranqui lidade. jamais nos acu sfrá de haver uegligen ciaJo com a • verdade. Infelizmente, ás ve zes, in'lividuos poueo esclarecidos. mesclam problemas pe soais com a linha editGriul do jor nal. Ou seja: buscam fe rir os integrantes da TRl8U A pensando que com isso estão (erindo o jc,rnal. • Em muitas oportuni dades ramos • inlimadus. mas a "voz da razão" sempre "forte e sobera na", deu-nos a "mágica maneira" de calar, sem que com isso nossa cons ciencia nos acusasse de· de omissos. A esse res peito, e interessante ler o artigo Silenciar não É FUGIR transcrito da Fo lha de Dourados . .E: um artigo oportuno e que espelha ·bem a sistetná tica de um pequeno jor nal do interior. O inter cambio que fazem os jornalisms matogrossen ses tem o grande mérito na análise, quase sempre idêntica, dos prÓblemas que assolam as comuni dades. Em toda a parte e a todo momento, injus tiça estão sendo cometi das e os •·pequenos jor- nais" podem e devem er o meio competente para apontar estas injus tiças, e se possivel. a ua·htt! através dt.> uma crítica HONESTA e CONSTHUTlV A. Este E ditorial representa uma norn fase da TRIBU A 17 Jluitus vezes, para e vitar que sejam iojut1 lamente prejudicadas pe soas que possam ser euvolvidas numa ques tão, deixamos de divul gar ocorrêucias merece doras de comentários e fatos que sensibilizariam a opinião pública. Os leitores de "Fo lha de Dourafos" sabem que não somos sensacio nalista , q nos servimos du mai rigorosa exati dão e nunca publica mos inverdades, que não nos curvamos a poderosos e nem defendtmcs lntere5ses contrários aos do povo. Nunca houve de nossa pai te o propósito de fe rir, sempre procurando corrigir_ os que estão er r_ados para que não con tinuem na prética de a çoes condenáveis usan do uma linguagem clara para que não seja a tingi da a sociedade em que vi vemos. Até as ocorrência policiais são registradas com a maior simplicidade apenas informando e sem entrar em e pormenores. Se publicássemos tu do o que é de nosso conhecimento até os au tores de certos fatos fi car1ai:n estarrecidos. J!ui ta coisa cuja publicação traria consequências de- sastrosas. . e junto com ele 'Notas e Informações'', que re presentar a pdia no bre onde u manifestação soberana da verdade e do culto à justiça terá um lugar de honra. No so Rilênclo não é l'uga e sabemos qufl ex/s ~ te compreensão por par te dos homens de bem, dos que não colocam seus mesquinhos loleres es acima dos da coleti· vidade em que vivem. Entretanto, nüo preten dam descobrir em nossa atitude temor de luta ou de algum castigo imere cido. Saberemos respon der vigorosamente e en tão, <lua a quem doer. haverá muita roupa suja para lavar. Para bom ecteode dor meia palavra basta e pedimos que meditem um pouco sobre o que estamos afirmando de que: Silenciar não é fugir, (Transcrito da Folha de Dourados). DOCUM.ENTO PERDI2O Benedito Ortega, de clara que extraviou seus documentos do Funrural Carteira de ltienillicação e ° Carnê do mes de no vembro de 1975 Publicação que se faz pa ra obtenção da 2 via. Gostamos de mostrar que possuimos de bo g mossa cidade. reveJan o as :!ÇÕt.s construti p y.grasno o» «. 'REÇO DESTE sao dignos de eloo· os . .,,1os e • que merecem aplau sos por suas atividades fXEMPLftft 2,00 Diversos t'a±ins II RODOVII CUIIIB ISFLI EMA URSO D Cuiabá - Dia 5. pp. o governador Garcia Ne -DE- to presidiu solenidade de •ncerramenlo do cur d # CIICERE 0 7 • • i 1 ~ Secretário Frederico Campos Cuiabá, - O Departa lllento Nacional de Estra das de Rodagem preteo de implantar e asfaltar ªlllda ·este ano a rodo 'ia Cuiabá - Cáceres, co lllo também o trecho {ampo Grande - Sidro lindia. A pretensão do DNER foi manifestada ~ secretário Frederico lllpos, da Viação e 0- btas Públicas, que junta ente com o diretor-ge tal do Dermat Carlos Capiberib;, Saldanhu, :anteve encontro no Rio Janeiro com o enge "PJtir Adhemar Ribeiro c1 Silva, diretor-geral, e lemais dirigentes daque le Departamento. O Secretário mato grossense de Viação e o titular rio Dermat foram convocados para partici parem, no Rio de Janei ro, de exame e Jeíinlção da programação do DNER tendo sido consul tados 'no que se relacio na a previstas para Ma to Grosso. DeLxamos jun to à direção - geral do DNER disse Frederico Campos - insistentes ape los para a duplicação da pista Cuiabá - Coxipó e, especialmente, para a restauração cte rodovias federais nas áreas de produção agricf'la. Os representantes do Gover no de Mato Grosso indi caram como prioritários os trechos Dourado - Ponta Porã e Vila Bela Pontes e Lacerda. IDJ[E t!CCJI Que o trigo dos triguais dourados produza o pão meu de cadn dia, mas que, na hora de comê-lo, eu me lembro do gesto divino da Mul tiplicação e possa ter a grandeza humana da Di visão. Que o trigo dos trigais dourados produza o pão meu de c·tda dia, mas que eu não teuha 11 penas o pão do trigo dos trigais dourado&. Que eu lenha o pão do Amor. Nào do amur que me faz pesar em mim mesmo, mas do amor que brota no coração dos hem-aventurados e se expande pelo Universo. envolvendo tudo e todos num abraço de Eternidade. Que eu tenha o pão d~ Caridade. Não da caridade do que apenas dão esmolas, ma da Caridade dos que iamhém se diio. Que eu tenha o pão da Coragem. Não da coragem dos que a têm ômeate para viver, ma da Coragem dos que a têm lambem para morrer. Que eu tenha o pão da Fé. Não da Fé proclamada para as multidões, ma do Fé ilenciosa, consciente, mo trada atnvés ele atos, de comportamento. Que eu teuba o pão da Humildade. Não da humildade dos que se proclamam humildes iIas da Humildade dos que ão proclam!1dos humilde . Que eu tenha o pão da Ju liça. Não da justiça dos que olham p~ra o lados. mas da Justiça dos que olham pura a frente. Que eu tenho o Perdão. 1 ão do perdão dos que o dão a quem o pede, mas do perdão dos que perdoam as ofensas que ainda não foram feitas. Que eu tenha o pão da abedoria. não da sabedoria dos que se preocupam em aprender o que é complicado e que é fácil demais para ser a!,rendido. mas da Sabedoria dos que se propõem a aprender o que é simples e que é coruplicaào demais para ser aprendido. Que eu tenha o pão da Verdade. ão da minha própria verdade, mas da Verdade de todos que o trigo dos trigais dourados produza o pão meu de cada dia, que me alimenta o corpo para prosseguir vivendo mas que eu coma também o pão místico do banquete divino, Que me alimenta o espirito para ser digno viver. (uma das orações lidas por Moraes Sarmento, às 18.00hs. na Rãdio Tupi]. de ,;o llt• prcparut·,1o de mão-de-obra, sobre fa rico de móveis de uru bamba na Penitenciaria Escola Industrial de Cui abá. O curso foi minis trado através de con venio PRO5OL SUDECO. Em Cuiabá, a Pro sol ministra diversos euro de artesanato so bre fabrico de utensílios em urubamha, couro. l"i bras, madeira e outras matéria-:-prim:ii.. S:111 mi nh,trat.loi.. em hairros Cri· peca]mente operários. Em conveuio com a EH cnla Industrial Federal de Cuiabú, que cedera suns ofici111.1H, a Funda cão de Promoção Social promoverá curso sobre fabrico dr móveis. i'.JC'k Sl'e portas e janelas de estilo col<•r.ial. Sob a presidência da Prim<>iru ÜHna ,lo Esta do. sr' Maria Lygia de Borges Garcia. a Funda eo de Promoção Social levará cursos similares a todas ai; cidades em que houver representa ção ela entidwle, ou se ja, Casa tio Artesão. ACUME#TO PERMIG Foi extraviada a No ta Fiscal n.o 051, iérie B 1 de 2.8/2/74, em no me de José Joaquim Fer reira outo, referente a venda de 1 moto marca JAlIAHA, cbassis 05399 Ano 1974 - cor laranja t4,5 hp - 1 cilindro - Ti po uper Esporte. Publicação que se faz para obtenção do Certif cado de Propriedade. Preço deste exemplar Cr$ 2,00 CIJIIL REVENDEDOR AUTORIZADO .VOLKSWAGEM Rua: 1º de Maio • 563 Jardim - Mato Grosso -------,---------------------------------~~===--::--===----· --- NOTIFICIÇíiO JUDICIAL 1 Ê Esmo. Sr, Dr. Juiz de Dir. da Comarca de B. V. Et, de M A Prefeitura Muntc pnl do llolu VIRtu. neste ato representada por Reu Prerclto ~lunlclpnl, Dr. Huben Albel'lo Ab bott de Cuslro Pinto, vem, por lntermét.llo de ·eu procurador e advo gado abaixo assinado, e com fundamento nos ar tigos 867 e seguintes elo Código de Processo Ci vil, promover a presente Nc,ltrlcaçiio Judicial à Bi> neficõuclu Hospitalar de Beln Vlslu, nas pessoas que compõom a sua utuna) Dir lorlu: llurilza Apare cldu Carneiro Pinheiro, 2- Considerando ainda Nice da Cota Miranda. UH Inúmeras dificuldades llortenclo fton Escobar, de caráter adminlstrflti CnrloH Et.ly 'á de ?lledei vo por que vem psun ro8, José Avelino e Sil do a dita instituição, o va, Hélio Loureiro de AI que lhe tem lmposstblll meida, Kóslo Loureiro lado a cou,rncução plena Pluheh-o, Ulisses Pinto de seus fins; d6 ,lmeldn e Francisco Silva. pelos seguintes motivos: 1- Considerando tratar se o Hospital Silo Vicen de Paula de uma institui ção filantrópica cujos fins, desde a sua origem. foram o atendimento mé dico e hospitalar à popu lação menos favorecida de nossn municipio; "Orgúo Independente u erviço da Região" Ano IV Hela Vista MT.-- 1502 76 N° 197 #FSI:. FRIAS SOE#E.E} BAILE Super lotado e com muita animação, 1con teceu 6 feira pp. o baile no Clube Esportivo Be lintslense; que mesmo com o "zum-zum" apronta do por alguns beberrões uilo empanou o brilho e alegria da mesma; Paraben Calureba... pela prnmoção. Destaquei os casais: Major Alves e ra. acampa. nhado pelas filhas: Magda e Mareia, 3gt. Mauricio e Mariazinha 350: Aniversários DIa - Com um churrasco na Fazenda Pon tal, foi comemorado o Nat da garota Patricia L O cariz. filha do casal Eduardo-Ana Maria. • . Tambem a menina moça Lila. que feste Jou ms uma primavera com churrasco a Fazen da l•ortaleza. Ela é füha do Casal Lauriodo Rodri ues e Sra. , . Completou anos os popular Peninha Dia 17- Renato de . Lopes. filho do Casal An tnio Lopes-Nair. Aos aniversariantes nossos votos de felu·td:-.::les. --.....J-~ --- BODAS DE OURO Dia 7- Com missa solene em Ação de Graças, e e ?ID a presença de ILlhos, noras, genros netos t:: bisnetos. comemoraram 0 anos de vida-a-dois os casais. Sr. e Sra. Abilio de Andrade e Atanacildo Escobar e Sra. Parabens. 3. Considerando ainda os inúmeros benefícios e vantugeus, que a encaro pação desse órgão certa mente originaria para a população menos favore cida de Bela Vista a qual não pode, pelos seus par cos recursos, materiais, recorrer 11 centros hospi talares maiores, em ou tras cidades, para o res labelecirrento de saúde: 4- Considerando que, em 8 de novembro de 1975, resolveu o prefeito Municipal de Bela Vista encaminhar men agem à Câmara ~lunicipal que, por unanimidade, apro vou a Lei 649-75, de 08/11/75, q u e foi s o n e i o n u <l n em 1-1111175, por interresse público, o Hospital São Vicente de Paula ( does. nº . 1 e 2); 5- Considerando que com bu. e então na Lei já em vigor, designou o Sr. Pre feito Municipal, em Por luria nº 10-7ü. os Srs. João Este vão de Ca tro Antonio ilva antos e Sra. Zenóbia Luvilia O campo Gomes. funci onários da Prefeitura ilu nicipal. upreseotando a referida Comisüo, em oficio n° 14/76. de 22/01/76, à Presidente da Beneficeneia Hospita lur de Bela Vista, Srta. Marilza Aparecida Car neiro Pinheiro, olici tnndo-lhe fôssa, de falo, materializando o cum primento ao dispositivo legal, com a entrega do referido Hospital ão Vicente de Paula à Pre feitura Muoic:pnl de Re la Vista_ (does. n" 3 e 4); 6- Considerando que, em resposta recebeu o Prefeito de Bela Vista <la Presidente da Beoe ficenciii Hospitalar Srla Marilza Aparecida Car neiro Pinheiro, em oficio n 02/76, de 23/01/76 a ~egulnte in[ormaciiu: ... que, tendo em visi ta a imporlAncia do as sunto achou por bem . esta Diretoria convocar a Assembléia Geral, a fim de tomar uma deci são .. , (doe. u·º5)'. 7- Considerando que essa Diretoria, cuja elei ção por i só vuleriu ter sua validade discuti da, uma vez que imper fella, 11:10 respeitando sequer os Estatutos da Hene ficenciu Aro vigor, não logrou o Prefeito ~luulclr,al, até agora, o bter de seus membros o devido acatamento a le gislação vigorante, nem ser cientificado até ho je da decisão adotada pela Assembléia Geral, (do·. "° 6); 8- Consl<lerando que, no momento. encontra se o referido Hospital ão Vicente de Paula, sob o ponto de vista de de direito, em situação ab.:olutumente ilíeita, lm pos,;ibilllaàa a Prefeitura outrossim, de assumir suas funções determina das pela Lei n 649 75, face a atitude arbitrária da Diretoria da Beneri cencia Hospitalar de Be la Vista em não acatar a Iegi lação em vigor e. em manter uma tiilua çúo absolutamente nula de pleuo Direito: 9- Considerando que nuo é dado a ninguem desconhecer a Lei e o Direito. como também não_é dado à admiois tração Municipal assistir rnerte tal situação de fato, sem pugnar pelos illtHO . legais para o cumpnmento rle seu de ver; Requer-se a v. Exa. quo RP digrw mandar notificar ú Diretoria da Beneficência Hospitalar de Bela Vista, na pes soa ela 81Ja PresideuU·, illartlza Aparecida Cm neiro Pinheiro, a fim de que, no prazo de 30 dlus, a cc,utur da pre sente da ta, faça fiual mente a enh'ega à Pra feitura Municipal de Be la Vista do Hospital São Vicente de Paula, bem como coloquem livros, arquivos. documentos contábeis, patrimônio imobiliário e técnico, etc.. à disposição da Prdeilura, a fim de pos sibilltar de fato a refe rida encampaçfio, já rea llzada de direito, com a Lei n.o G49, 75, mencio nada, sob pena de não a fazendo, propiciar à Prefeitura Municipal de Bela vista, o imt::dfato ingresso de merllclas ju diciais cabíveis na espé cie, inclusive responsa bilidade pessoal de cu da membro ela atual Di retoria da Beneficência Hospitalar de Bela Vis ta, face aos reais pre juízos que só a atitude inconsciente e Ignara de seus membros vem cau sando aos doentes ne ce sltados de nosso Iu nicípio e ao bem da causa pública. estes termos Pede Deferimento. Bela Vista (ill), 13 de fevereiro de 197(i Haroldo Medeiros Advogado Oração pelos Meios de Comunicação Social ó Jesus Mestre. nós que entre as maravilh •. . vos louvamos, por- concedeste 4 iteii,,32" ]y"encoes da técnica caminho para a fácil u_maa~ abrir novos mens, com a imprena, "Omunicaçáo entre os ho televisão. , o cinema, o rádio e a Dirigi os responsáv • para que conscientes de a "Is destas técnicas através dos Meios ae C ua missão, ofereceram valioso auxilio à socied omumcaçao ocial um a p,recrear e inriqu~.","" humana, contribuindo ccusclidar comunhão entr O espirito., propagar e zer viver a mensagem ," homens. difundir e fa- n . . . erdade e da salvação uminai todos 1s ' pectadores para que os leitores, ouvintes e e - peitem a verdaà, Procurem comunicar-s " Ó e e a dignidade b·· e, res ·Jesus M 1umana. ± sd"; 2.."± sr». a Vid 1 • como O e 1os como 0 a da humanidad anunho, a Verdade e e. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº196_08_02_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº198_22_02_1976 Voltar para a lista de itens