TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº198_22_02_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº198_22_02_1976Número da edição198Data de publicação22 de fevereiro de 1976Número de páginas12GeoCoordenada -22.103114320900584 , -56.527942549427856 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº198_22_02_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FUNDADOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IVALDO PEREIRA ANO IV llcdução Oflcluu e .dmlnlslração Hela Vista, 22 de Fevereiro de Ruu Duque !le r.axlas S/N l!J7li Semanário N" 1JS A diretoria da Beni llcenclu Hospllalar de Be ln Vista tendo em vista 1Ls crlllcus folias pelo 1- lustre Alcaide Municipal sentiu-se compelida a di zer a verdnde a respelto do assunto encampuçilo. íto pretendíamos u li mentnr polêmicas porém ante as assertivas infunda das e grosseiras sentimos nos na obrigaçll.o de aos dirigir aos associados e povo de nossa comunida de pura nos defender. A verdade sobre tão tor g mentoso assunto resume se no seguinte: 1 - Ilegalidade e Arbi trariedade Na "Tribuna da Fron leira" de 15/02,íG. 1" pá gina, taxa o Gal. Dr. Pre Mto llunicipal. esla dire toria dP ilegal e urbilrá rla. a - Em data de 02-02-7G recebemos do Gal. Dr. Ruben Albertn ,hbot de Castro Pinto 'sócio fundador da Benificeucia Hospitalar de Bela Vi . ta" im oficio no quul re quer lhe sejam forneci das cópia autenticas dos atos da Assembléia geral, com a respectivas datas, onde conste a ho mologação da uu adml.s slo, como sócio contri buinte, de todos os mem bros da atual oiretoria" (textualmente) b)- a data de 03- 02-76 respondemos ao Requerente dizendo que "deixamos de remeter as cópias das atas solici tudas, por quanto de con formidade com os Esta tutos dessa Benificencia lfosµtalar n!lo compete (o grifo é nosso) à mes ma homologar a admis ( l D VERD so de sócios contrlbuln tes"; e) Em 4-2-76 recebe mos novo oficio no qual o Gal Dr. Requerente in urgindo-se contru nossa rei:posta anterior, diz que o art, 5o dos Estatutos presere v que os socios antribuite dr e ter seu nome homologulo pela Assembléia Geral. Primi ramente, o dispositivo mencio nado n à o o artigo 3.o e sim o art. 7, 0 É de mediano enten dimento através de uma simples leitura atenciosa que o referido dispositi vo legal diz que a joh, e a mensalidade devem ser homolugadn em A sembléia geral e não o nome dos sócios contri bulntes, ora como Iria mos remeter cópias das referidas atas se us mes mus não existem? 'e e. sa exigência fôs se estatuária nenhum só cio contribuinte estaria com sua situação legali zada pois núv existe ne nhumu /ssembléia. Geral que homologou qualquer admissão de sócio contribuinte . .Atentc•i,.e p/ o art. I0o, letra b que regula a admissão d e sócios dizendo que uma das condições para ad missão de sócios é "ser a proposta aceita em reunião de diretoria". d- É d e ressaltar a inda que pelo art. 131 dos Estatutos qualquer impug nação dos eleitos só po dera ser feit<J. até a pro clamação cios mesmos Portanto a ilegalidade e arbitrariedade da atual di retoria só existe na imagi Banco Bela do Brasil S. A. Vista «MT» VISO ROS llGRICULTORES O Bnnco do Brasil S. A., avisa aos Srs. agricultores para que procurem com a máxima urg8nch1 a ACARl'IIA'l' local. no sentido de se rem orientado sobre o combate às pragas que estilo atacando as lavouras da região, em espe clal a cultura. do arroz. A Adriristração unção fãntasiosa do Gal Dr. Prefeito ;lunlcipal. li - Da Encampaçõo a- A atual Dírerorla tem uma grande respon sabilidade junto ao! só cios da Ueneficenciu e povo de BV. Hecebemos a incuabencia de administrar a Heneticencia e não entrega-la ao exe cutivo através de uma lei que fere os princi pio que norteiam o as sunto; . b-E de ressaltar ainda que u Assembléia Geral convocada com êse fim epeafico e realizada en 1v-02-76, diga-se com a presença do sócio Gal. Dr. Ru ben Abbot de Cu tro Piuto, que dela _partici pou ativamente, decidiu contra a encampação, e- Bem ressaltou 'ua Excla. o Gal. Dr. Castro Pinto exi te na Dirdo1fa 3 advogado e justam,m til por conhecerem a lei sabem-na ilegal e nisto não existe qualquer des respeito a Lei ou ao Prefeito, pois sabemo que não vivemos em re gime anárquico P. sim de ordem e de respeito às normas jurídica e às autoridades; d- A malsinada Lei IHD, de J 4tll/75 como ressalta em seu art. 1º a penas autoriza a en campar. Isto quer dizer que o poder Executivo pode encampar, já que tem a uutorização da Câmara de Vereadores, todavia. a eocampação deve ser feita através dos cânones legais. La borou em tremendo equi voco o Gal. Dr. Pre[eito DE Municipal quando diz que o Hospital São Vi cente de Paula pertence à Prefeitura de Bela Vis ta. Allóli res alte-se aqui u bem da verc!ude. que a Câmara Municipal quando encaminhou a lei 619 aprovada pelo Ga]. Dr. prefeito M nu n i e i pa l oficiou-o aconselbando o ordenameuto juridlco a ser respejtadu que não sabewos qual a rawo, foi a colaboração de prez:,da. e - Quanto a preten dida sanção penal aos membros da Diretoria pelo descumprimento da Lei estamo a cavaleiro e nenhum temor nos traz pois nenbum juiz ou tribunal dêste l'ais, que sabemos democrata, poderá nos condenar µor êsse procedimento. f- Muito pelo contra rio, man!resto é o cons trangimento do Gal. Dr. Prefeito ilunicipal em querer nos compelir a entregar o Hospital atra vés da notificação judi cial ingre sad11 em juizo e da qual tomamos co • nhecimento pelo jornal. É tão apressada infun dada que chega a pro por medida contra o Sr. Hortencio Roa Escobar que nl'm siquer faz par te ou fl>z d'.l atual Dlre toria. Cabe aqui um advertência ao advoga do siguinatário da "noti ficação judicial" pois pe lo arL 15 do OPC. é de feso o uso ide expres sões injuriosas nos es critos apresentados no processo. Comunicação O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comunica a todas as pessoas que se encontram em atra zos com seus pagamentos para com as • Casas Pernambucanas que procurem o escritório do ri': ferido Advogado para colocar em dia os seus délJitos em atrazos, pois do contrário serã feita a Cobrança Judicial. o que acarretará em mais despesas. Bela Vista, 17 de Fevereiro de 1976 Ass. Carlos Edy Sá de lledeiros Ili - Colaboraçõo Para demonstrar que pretendemos 'somar ide ias e não dividir' ofere cemo ao Gal, Dr. Hu ben ,lbertu Abbot de Castro Pinto a nossa co laboradlo: u- Vossa Exeia. já que pura tanto está au torizado pP.la Cú mura. podera desapropriar (ês te é o térrrio jurldlco). n HoHpitul São Vlcenle de Paula buixundu para tanto o decreto desapro prlutúrio. b- Baixando o de eretc e feita uu publi cidade deverá ingressar com ação de desapro prlaçli o com dois cami nhos a escolher. 1 o - Deposita o valor venal e pedirá emissão de pose e o MM Juiz mandará fazer a a valia ção através de peritos e, posteriormente ser in tegralizado o valor reul ou 2o - Pede a emissão de posse e aguarda a a valiação para depositar o valor real e cons1.Jiaar a desapropriação. IV- Conclusão a - A Diretoria abe que não poderá se obje tar à dei:apropriaçãu des de que pago o justo re ço e obedecida a sistP. mática da Lei. b - 'ada temos cc.u tra a pessoa do Gal. Dr. Ruben Abbot de Castr,, Pinto que conhecemos de longa data e sabemos tratar-se de cidadão in tegro e de reputação ili bada. Apenas d!scorda mos da Lei. 649 que fere frontalmente a ordem ju ridica e não da força ex prop::iadora ao Executi vo Municipal c - Os atos da Dire toria não sãv 1,tos isola cios de seus me.nbros e, também, é conven?ente ressaltar. nossa intenção é defender o patrtmonio da Benificencia Hospita lar de Bela Vli,ta. Não queremos que o procedi meato isolado de qul quer diretor seja interpre lado coruo represália ou tenha qualquer relação com a •·eocampação". Késio Loureiro Pinheiro Pela Diretoria 25 de Fevereiro de 1976- IV ANIVERSARIO DA TRIBUNA J'.1: •. 11.1 I'.'. ln!oriã06%é ·-----·--------------- 1 !J De ordem do Se nhor Prefeito J!unlclpal de Carncol, !'aço :-aber que e ucha aberta nu IJlvislio <il• Jdmh1Mrn ç.1o deHtii Prefeiturn, Hi to ú Hua Libindo Ferrei ra n 251, pelo pruzo de 30 (triuta) dias, Con con(}ncla, que ~l' reali z»tá no termos do pre sente Edital, nn l'orma Seguinte; I - Oll.JETO 01 - A presente Con corrê11C'ln <.feslina·iHl a receber propostas paru 11 alienuçüo de uma .lo toniveladora. 02 - Características da :lotonivPlaoJora: Jlo• delo MALVES - UD 80, Hérie de fabric:iç:in ano 1967, dotada de motor Mereedez Dez 0M - 321 dt• 80 HP. 11 PitOPOSTr8 03 - As propostas de'!mio ser entregues 11a lJivis!1o d., ,dmluiH traç:1() cleRta I'r<>l'P1turn Municipal, Hua Lfblndo Ferreiru Leite, n 21, até às 14.0 horas do dia O! de Marco de HJ7li, e serão abert;is no dia 0 de março do UJ7(i às 7:00 horas, no Gabinete do prefeito :lu nicipul, na presenç!! dos inter essdos que curnpa reccrnm. O 1 - A s propostas deverão ser apresenta das em 2 (duas) vias, sem emendas ou rasu ras, ruurieadas em tudu as folhas, encerradas e1 srecurtas indevassa veis. coutend,J o 11ome ou razão social do pro ponente, o número do presente Edital e ()S di zeres ''Prefl•itura :!uni- ' ( ~ : .. it'{ : ~· GoYernador Garcia Neto Cuiaba Depois de al'innur que te7ü t-etú um ano dHicil, no qual "ou sofreremos sérios di::::-:abores ou seremos novunente vitoriosos", o go'eruador Gurda Neto. ao presidi1· urnu 1 euuiüo com seu secre ta ria dv e membros do primeiro escalào, exor tou >-eus auxiliares a "aliciar e co,1vetter pa rentes, amigos e subor dinados u votarem no partido do governo e o ferecer ao presidente Ernesto Geisel u vitória de que ele tanto pre eisa". Garcia Neto ucres- C.-!nlou que o presidente du República vem so frendo ataques ·•por pai· te de comumstas e fa c:stas" e que os radicais de umbos os lados "tor nu_m mais longos e difí ceis os caminhos busca dos por ele pura a con solidação do regime de mocrá tico•·. Além do governador participaram do encon tro de ontem o presidente do Diretório Regional da Arena, Enio d~ Souza Vieira, o prefeito da Capi tal. :Ianoel Rodrigues Palma. alguns deputa dos e todos os secretá rios de Estado. Em seu pro11unciamento, Garcia namentais, Garcia Neto Neto lembrou que, dos al'irmou que !<•dos os !102 mil eleitores de :!a- participantes de seu go to Grosso sómente 50! verno devem chamar mil votarnm nus elei- a atenção de amigos e ÇÕts ele l!l74. send, que parente. para seus tra ii7,2 por ceuto dos votos bulbos. Defendeu, ainda, l'orau1 dados à A rena. a necessidude dE: SP or 18.2 por ct-nto ao :10B ganizar reuniõts nos e 24.6 por cento foram bairros e palestras em nulo on brancos. Segun pontos estratégicos da do o go'erdor este da- zcna urbana. Para Gar do "demonstraram a ciu 1eto, só com a vitó necPssidade de aumen- riu da ,'..rena ·•o general tar o t>leitorado, ensi- Geisel podera empreen nundo o povo u votar'. der as transformações D-pois de pedir aos inst!tuciona1s que tanto joveus que. em vez de almejam para a cunso assumir atirudes de pro- lidação do regime de testos, prestem mais a- mocrático. tenção às obras gover- Dr. Enio ·de Souza Vieira dr:d de C:tnl<'ol". :,,,j. nada. com ftl'Jll:t re,·r,. 11llecirfa na ;>rirneir,( J4 declarando o preço d4 prnpo~ta <' ur; ton,:1- / 1 ções de pagamento, se do o lance inicial o [ míuimo <le CrS J;j_()LJIJ:: 1 1 1· ( quinze mil Cl'UZf'iro<) O.í - , l'refeicuru não se ohrig,1 a acellur a proposta de meuor 1a lor, mas a que por suas condiçõe,i gt•rai ofereç:1 maior conveaientiu ao interesse 1 •úblico a jufao da mun·cipalidade. 0 - Heserva-se ain da à Municipalidade, o direito <le ri>jeitur todus as propostas apresenta das, bem como o de tor nur nula a present(• concorrenciu sem que disso decorra para. (,S concorrentes qualquer direito de indeulzução ou de reclumaçflo. Í III JULGA.IE.'TO 1J, 1 1 1 ' 07 - Esta concorreu eia será julgada por u ma comissão de tres rnew br·o.,. 08 - O julgamento processar-se-a da segwa te forma: aJ abertas as p1·upvstas no dia 5 de março as 7:0U horas de sigrado no item 3 deste Eoital, serão excluidos aquelas que estiverem em desacordo com as exigências do Presente EdaaJ ccasideraudo-se habilitados os demais rvj ponentes; b] em segutdu o Presidente da Comis são designará dia e ho ra pará o julgame" cJus propostas oabibW· das e adjudicação da r:oncorrencia, . se ~o coo iderar que a Comrs sã,, em condições . de faze-lo desde Jogo. á U9 - De tudo ser lavrada ata circuostan· ciada, que se juntará ao processo. 10 - Adjudicada a concorrencia, subirá 0 processo à autoridade compelente Sr. Prefel to .1unicipal, par.i ser bomologacJa. E para que ninguém alegue ignorância, é 0 presente Edital afixl:ldo na Portaria da Prefeitu ra .lunicipal e publica do em resuino nu rro prensa Oficial do JOR NAL TRIBUNA D A FRONTErRA. Prefeitura Municipal <le Caracol JIT. OJ de Fevereiro de- 1976. . Ivan Nelson r,odrigues dus Santos Secretário de Adminis tração l r {. l 1 Política --------------------- UL. l Bru'iilin O fll'l",í- tlPllh' 11aC'io11al d" ll)!l, drpularlo llli~ ;es Gui1wl n1e. a11"Jeiou qu1' em lllill'ÇO l'l'inil'l u·,'t !,PU'< contatos; nrJ., E,l:l'Jo,;, ,·lsilando )! 1l0 Gro,-,.,, li rn,; P P.1r,111:'t. p :11::-i ll'.tl' l[U! n:1o r,,tú (',llll••- I· us }O~() ClllllO t!Ull; l)'! ~P:l..; t•f'i', ,, .... • F,ilo qu wil•> :H·l1•, q 1w o ) -'' , BRASILIA - O no- " "J '' 'O ·t • ,.. pos~aporte l>r s1 e1- ro, conl':!l'Ciona !,1 com papel :i:icionul ,. :mµr<lS n'.l no Brasil. ,oi l.',1tre gue dia rn ll'.J. :lO pr~,;i • dente Gtis,•l J:'-':o e wn celer AzereJo u1 • :--1l vt>i ra, dur:.iute seu t!t?Spt1- cho no p,: llcb ti J l'lu • alto. éJll -é o +do ttu· uci1 ltll" nit· v t jplll J-l dS Presidente Ernesto Geisel Ao fazer u entrega do passaporte ver1elo ue n.º 1 :-1l> erc,:;tt!ünll'. AzereJo u·1 :-:t:,·eil'a ··X- Plicou que o ra t:> ti1:h t uma grande importc1ncia por que o Bra;;il impor tava p.issuportes da ln gi,ucna e. IJá mais rle ::!l anos, sonhu·u produ zir t'PUS próprios docu mc,nlos u.r. viagem. O uo'o modelo de passapot'le é rnenot· que o uoti", -- do tamanllo cte u:11~ c::rteira profissi 01r1l e confeccionado c·o II mn teri:ll muis fle xiv~l. Coa:inuurá endo impt·t'ss:> nu, cores·tra da:hn'ais, seg-uudo con- ' • • • ·,~ ~ 1' : ...... ..::' __ _::,.,._ .. •· l'L'!IÇI<, i11tel'il,H:io:1.,I: 'en!e, passapo:-'.•• ('O- mnm; azul p,p;,·1 p111·te de serviço, e 'P1·111e!l10, p diplo ·i.a tas. ,.,<i ,Jornalbtas. ,zt rr, lo da ::ii!VPi,·a rxpli eou qur, com os 110'o~ pas~a,101·11;•s. l'>lla a !Ill' c lniea par t a -;ua (•xtra ,::io H'l'U J'acil1to1d:1. pois ,iú <>stú eill l·nlen:limen - to com o '.;111i~tél'l11 d 1 ,}U'lliç 1 ,''ll';, •illl' sej::,n sup:·ii111.l(1S cli'(•l'SOS c;! tr,1ve3 tiuroc1·:1 :i•:os 11•> rorneei:iH1:1:o tios dol'u mentl)s. ,lt!ill n,~,-•>. o 11a•1mrnt;,· lll''.'l<'IHié !,1· Zt'I' U!ll,l 8dt','ÜO l,l:olS r1gor,1s I ao r, ri et'i::ip·:· to de passaportes ee ciais. O (lt•Cltlnt'lllll 11:l c:,r azul. que anll'S st denomina±a 'a:±por te es;eci:l» psI 1 chamar-se "passaporte de serviço" e só ser:u foraevi lo u servidores púl.Jlkns ou basiieies e:n n:iss:õ.o no Ex1eri,1:·. O Vermelho, além d~ ser l'ornt'Cido a <ll ulomat:1,;; poller:1 sr. c•,n ~cclitlo a outros bra.-ih+ ro;; qt:e ,•;io ao PXt'.!l'ior com missao ele n ... goda· çõPs oficiuls com ou!ros pai, es. 0:- n '1Yos passa portes estilo sendo im pressos 1;,: l.1sa d;i :loc da e, par qu· pudesse ser conieeeionudos 1o l,r:tsil ,;,,gu::u 1 e;,plteou 11 d1an(·el:.-: f111 l!"' <'~ :-.ú;·10 o t•!llí)<'llll:l d/ prc'J trio presier:te Geisei, (tUP !}ill:OU Íl!S:l llf,:(jfl~ L'OIHÍÍ•ê,•,; !,;tl':1 (,U<' O lhrasil pule>.e la:i:: o seu pr+pio papei. Co mo 11,n·i w,!,·. ,, 111·,n do eumn;ei u» preseutt u1:± p· iii a,·o ,rre a pi !i 'e •II' .1to !rui e ·siu tua do par!ir.· +g° imedi:a ~u-1 1al:"Li''d(_: ... ,,. P!,l re,du-ão ,_ sub,;tituiç,io mcntos ser·ú. fri'.:c ap['i vencida a i:::1i::nu p.:-D:To gaçãu. Compra de Madeira Brnta, Venda de 1:1::.rlL"ira Serrada Antonio João - illt. De cl1 ,. , 1.i!.1 r ilt 1.1 po ,~, 1i11 1 f j:<,e u !J,1:: .<:: ·1. 1,-., q.1 wd 1 :wlr '!' ljh jll'IIIPl'h'Í.&J'('11 os devam er feto.", di ,.,, t h·. ,cir,• (•pj :r)U ':lH' , 1 .1 t':I: !' lllll ,,.,. Í :o l,'ll' J l'jli'l'' <'lllil tl .. ::I f,1(·1,.1•1 d,1 u1•inn,, p(.!,lit :1. <'I'· (lll"l',l'J o (,<n,•:·110 le1,1 c,h.J!.._,1ÇÜt·..._ t 1,t 1 ,i : :111..; i-:t no S!! de·r p:·<> 1"U- rar n neerl•, li 1 1:d111i1,:.,- tração em bens!c1o d : o, a e r ente de 1'.'lJ 1 >,11'1:r!o. . • .:e1,do " t,rei! ate do D3, +eI j;.1rtitlO " 'ai Hl'(,iilf ;1- nil:11· ;,110: 11,.,•: I,' :1.; :, til'it!·t•il"'- ,l"l,., !11illl:ill'( 'i 1 ! t· I·..; t, l ! ,, t • <~,i e 1 'J t r:• ; ;iul'li! i·tdí•...: t:oYt•!': ;1- '1 trti;aio 0 CAI,'; •'i1i·9-!jyrj0 tia0 1 ~' j • • ~ J '. • • .. .. 'i; O.,, ;: ... ,., •1•(,.,.; (ll'it'I· 1.1:... <·apaz 1 ·~ d..- c·...,lu .... :i" .±p5 ? a@mi, is';çin'. r ., ...... --;: r-;" ,. r;" :· '''t. ,,. ~, 1 1 ' 1,4 J • L -J ~-'-J.., ... ,;. ~_; ~ ...._;/ G l f 1 ex t :-; : -.- :- 'a o t:1 Fiq·ul 11.-1 l>il. :-:,•;fr } ' l c 22 7 1 • P '1) llll' 'll' ,Jc, ··• ,]< ;,':U rela ou!o, ree:e:.e iu . "C,Ju,1 ,1 .. l rnoin II -.-c::1 I..l,fl., c·:wi::~is r,.-,:=.,:,!J .no !D7!-r•,,,• l·•·:1?_ 1 a 14,5 l- i po uer Esj 1+. Pui;lil'ação qu•1 ,.p !'Jz para uh('c'll<;i'o Ü'.1 CP: :il' cu,!o rfo L·oprit-r'.:1dc. - 'li T ' .. j.l Antonio Remo Pe:iz:i enedi.o Crga. de ela Gue ex!raiou seus ílocun:en'.'l. do Funn.:: .. !l Cart,-;,·a de J.jp;i!i!'ic:1ç-iin e <> (',1:-r:ê: do mes de r:o ;;emtJ:·n r:e 1375 Pablic:1ç-üo fjt:l! SP foz . a ra obtcü<.'~º ja :.''- via. I ---------------------- ------------------,11--- J dl (a ~mara e Noticia P,,!Íl:J 111 »tiro""""" "SUE "" " '''' TELE:Ã@.. Emno. Sr. Presidente da Câmara Municipal de D - jardim - MT. Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Jardim - MT. Nos lermos ele nos so llequerlmonto lnlerIw e sempre voltado pura os interesses maior do povo, Requeiro u Mesv, pós ouvido o Plenário, seja encaminhado eXP" diente a lireção da 'l' Morena solicitando um e:sturlo de vlubilidade, J)lll'll que a cdacle ele Jardim passa cupllar a a imagem d 'TV MORE NA, por intermédio du l'i!la,le cl e Honitlu ou outros m1elos de sana! este pl'Oblemu. Nestes 'Termos l'. E. DcYerimento Jardim, 0! de Feve- reiro de 1!)7li Ernatudo Martins Barbos Vere111lor da .rena. o 02 / 76 nistrnçio; recentemente procurei informar-me lntPreseei pelo problema e foi com supresu que constatei que o úuico prol>lema existente atu ulmente é um divida da Prt>fciurn ri o ,•izinho Municipio d e Nioaque, na quantia lle CrS5.50U.ll0 para com u elireç[10 da TV Morena, cujo débito objetivou o desligamen to das untenus de r> transmissi'10 dn cidade de Aquidauan para Ni ouqe e consequentemen te o isolamento de Jar dim. lre Prefeilo de Niouque, ds dificuldades em se conseguir elementCls p 1 trabulhur neste serviço por quA a tone fica multo rlistnute da cida de, no local não existe conctlçêes de moradia, por estar a mesma ins talada em cima de um mono e úS vencimentos que u Prefeitura tem condições de pagar não süo comoensadore . o 04-76 Senhores Vereado res, ai estão uma série de condições negativas e inRanúvd nela Pre feitura de Nióaque, cir cunstâncius estas que nos deixarn marginaliza dos da recepçiio dP, ima gem da 'TV Morena. Ni10 Fica son ente ai Sr" Vereadores, na ciclade de, Niouque a Torre de recepção e relrnnsmissii.o é ainda em sistema valvular, sendo alimentada por um deficitário motor di esel que fornece Pncrgia elétnca para 11 seu fun cionamento, o qual fre quentemente dá proble mas. isto quando não funde; u T" ~lorenu não dú a assisteucia devida e u Prefeitura de Nioa que núo tem condiçõt-1s tle dur melhor assistên ein. tais são os ancargo para e se rim, e mesmo porque, iú vem areando comn várias despe a , quer seja: Funcionário; combustível, transporte e assistPncio. técnica elo motor, pata um fun cionamento regular. Ex plicou-me ainda, o ilus• ' l ! Justificativa Indagar, estudar sa ber: purtes essenciais da vida. Hoje mais do que ontem. 1mtrnlu' mais do que lwie. O conheci nento humano progride a um ritimo veriginoso em todos s setores. E um llos ,•eículos •le co munil-açilo de maior di ru:11içüo e contribuição p:ra elevaçi10 cultural e eonht:t•irnentos de um. po vo é a TV. E assim jus tmeando a minllu prupo siçiio 11obres Vereadore.; quero salientar os mali vos que eSllll S cous taiitemente sem reeepçüo de imagens e som da TV; quando todo o po "º r:ulpa a nossa ,dmi- Por '! tal> rnzões a cima citadas e pensando em melhor servir a no - sa Comunidade, faço o presente requerimento p,1 o estudo de viabiliclt1 de p/ recebermG ima gens por intermt-dio da cidude de 6onilo, por que e, si. tema da turre de Bonito é semelhante aú nosso, ou seja, siste ma transistorizado, ali mentando por energia elétrica ou baterias. ala das sessões, 0-1 de fev. de 197G Ernando 'ilarlins Barbosa Vereador do. Arena. - 1 Dl(A(AO , 1os termos regimen tais, após ouvido o Pie nário t' com u devida vênia cio Vereador Zau ri Bartolii:O da Cruz. pa ra reforcar sua proposi ção feita em Legislatura passada. Indico ao Exmo Sr. Prefeito, a uecessida de preemeute e urgente em fazer o pontilhão vu boeiros na llua Ten. Arv Rodrigues, dando acesso ú 'ila Angélica. Tendo t"ffi vista de que aquela via de acesso, vem pre judicando a longo tempo o desenvolvimento da V:la Angélica no seu Se tor 1orte. Nt•rdPste, além de ocasionar sérias difil culdades para os traba lhadore!' t alunos chega rem até os seus redutos de trabalho e estudos, quando em fpocu de chu vus que se torna intrau sitivel. JUSTli'ICATIVA enhor Presidente. enhores Vereadore!!, tenho conheclmeuto que a presente in<licação, já foi objeto de proposição em Legislatura pa sadu. apresentada pelu Verea dor Zauri 8artclioo da Cruz, motivo este que lhe pede vênia para re forçà-la. E taroCls em nosso último ano de mandato e hindu oão proporei~ uamos a população da quele Setor da Vila An gélica a lã.o decantada ligação com o centro da cidade, Chegou a hora Senhores Vereadores, Senhor Prefeito de rea Ezá-lu. embor.i se faça um enorme sacrifício. mas temos que dar uma satisfação p aqueles que hú muitos anos esperam conliantes e esperaram confiantes nas admini trações que ~e sucedem. pela realização da rnes ma. , ch:.imos n6s que o Exmo. Sr. Prefeito, deve 1·á, digo dever-se~á em peahar junto a Chefiai) da CER-:1. para conse guir maquiuários nece súrios para a colocação dos boeiros, cooatruçJo do aterro e encascaJba meto da mencionada via de acesso. Será para todos nós muito depreciativo que transcorrido 4 anos de Administração, não presentearmos aquela P pulação com esta obra l' Certos ele que o Exmo. ·r. Pre!eilo saberá com preender a nossa inten ção de melhor ajudá•IO ,Ji não medirá esforços pa ra conseguir junto a h,u mana chefia Ga CER-3. o apvio necessério para a concretização desta obra. Ernando Martins Barbos Vereador Preco deste piar Cr$ exem· 2,00 /Mão AGRIAL. LIA. " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Maos Dadas com o A.GRI UL TOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto· da Pente Internacional e 11 l REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: lQ do Maio - 563 Jardim - Mato Grosso 1 1 1 l ,J. - É POIS É IND CflDOR PROFISS ON!ll Médico • Veterinário [IIO[R[~O: Casa n.o IO - Vila Mililar ma VISrA MAIO GROSSO Endereço: Resid. 856 R. Cel. Ponce - Porto Murtinho Mt HAROLDO MEDEIROS ADVOGADO s OAB - IT 1183 Cl'F 00U-29.i!l70 Rua 15 de oveiabro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juyêncio 237 - Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 02: 2001 02)10 092012 €02ll0, 32 10 2)A33, Z0N RAIENG)A. 3+3305 Campo Grande !lato Grosso ADVOGADO Rua 3 de Outubro da Ciretran) ESCRITÓRIO (Ao. lado Bela Vista Mato Grosso Dr. Francisco Ferreira da Rocha - {RII /155 Dra. Vania Maria P. Moreira da Rocha Clinica Médica • Cenecologia - Obslelricia - rediatria l:lururio. ~lunbil 07;00 • 1100- Ta r de 1300- 17:00 Maria Coelho, 339. ,ma GROSSO Rua Antonio BUA VISTa J!f ,, Após umas "férias" forçadas pelas cireuns tílnciaH Inerentes u lliluução economícu ela TF (o nosso comércio anda mal e somos obrigado a vi sitar outras plagas) voltamos, mesmo contrariando o velho amigo, com o nosso E, POIS E... a já tr,t dlclonul • Coluna do Povo". _____ !!{ra.._ _ Falando e,n povo: os rnoradore8 da rua San lo Afonso, perguntam ao senhor prefeito munlci pai, o porque rio não atendimento às reinvJndíea <·ões Holicitudas através das páginas da TF, o pa trolamento da rua, que de fato estó. em tiiluucllo calnmitusa". Na certeza de ver solucionado este cruciante problema; 'l'F agradece ao nobre prefei to as providências e, outrossim, esclarece, que o importante é ouvir a voz do povo e o povo. nú fi na!, sempre TE1 RAZÃO ... vut1Jos "arrumar'' a rua ... é, pois é ... ____ ma E o dinamico prefeito Castro Pinto, esta co locando a casa em urdem. entimos de perto as necessidndes do povo belavistense e colaboramos com a udministrução no sentido de indicar as poi; síveis falbas, pois, o jornal é acima de tudo um impulsionador do progresso e albdo das bous cau sus. Falando em boas causas, o problema (já se tornou prnblema) hospital continua. VamoP aguar dar os resultados e, novamente frisamos bem, e importante é "ouvir a voz do povo ... que no final sempre tem razão ... O bom senso deve falar ·tito e a rnzão imperar. pois estamos numa época de diólogo e de entendimento. E, pois é ... _____ mm _ Recebemos uma car ta du Prof. Norma de Me lo Pinto. expressunrlo seu contentumento em ver ,, progre o da Tri buna e a nova fase du Princesa do Apa, com a pujante administração Castro Pinto, "Olha Ivul do, o jornal, nos mostra como Bela está melho rundo em termos de luz fRIBUIIA DA fROIIITIRA Editor - Chefe • .Joaldo /)mira. Gerente - <Jilsor1 c5iloa c5,mtcs 1C1NA Chefe - c.fl11ic,to c.fldalr Paginação • .JJilio dé. .Scuw Impressão - .fui± Carles Ddé Composição - 'agi 'aime Q'lsen 9. Dura e d Ride Departamento de Circulação Departamento de Cobranças Chefe • Pompilio Miranda Colaboradores José Joaquim Ferreira Souto, Dr. Arolclo ilcdeiro<, Rosita Rosa Gomes, José Glauey Flo rs, J. Refrey Diretor Respons:ivel - ..Joaldc /JmirJ TJ:lllUNA DA FRONTEIRA uma publicação da Empre-a Gr-.ífica l'ribunn da Fronteira. SE. I. ELES:0AI II II DE:3 Diretora - Maria E-tela Vela-quz Pereira Hedação, Administração e Oficina-- Rua Duque de Caias >-n- Bela Vi-ta Mato Gro--o "As opiniões emitidas nos artigos assinados nlo repre-en tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária a este. A opiniào <lo jornal, acha-se expressa nos Editoriais e nos comentários não assinado" (cl'rio l'f'I' fundamental problema) em termos de esvolas, sinceramente, simplificando, em termos dr puf;:o:, como o <lo senhor preleio, Dr. Cas tro Pinto, que trabalha C' nilo dorm.- eoru dúz[a e meia de palavras in condizentes com a verda de, a lhe atruvessturemn o pescoço, e coloca us cartas na mesa, provan do os serviços feitos ... ", foram pala vras da pro fessora Norma. esposa do sargento Geraldo Pin to ~ohrlnho, uma das mai.;; calivaute" persona !idades que conhecemos na estrada da vida. um colaborackr vibr:rnte da TF. Geraldo e Xorma. atua!mente residem na cidade de Juiz de For (MG) mas não esquecem Bela Vista e eu povo. Também o capil,1r, Ricardo '.[aner a envio i:audacões ao povíl de 8ela Vista, especialmen te aos rotarianoi:, alme jando-lhes uma {ase de progresso e tríunf: s Ele estimula a T a prosse guir na ua lut. em pró) das causas belavisleuses Ricardo Manera toi im pulsionador do Rotary em nossa cidade e oli cita aos companheiros a continuidade e harmo nia nas idéias e nos atos O Banco do Brasil está recebendo as de clarações de renda de pessoas físicas, até os prazos regulamentares, ou seja, 23 de março a 28 de abril. E o 8.'..l C' ÃO funcionando a to do vapor ... Não se esqueçam: O Clube Espor!ivo Bela vis tense agora dirigido pe lo popular Carureba es tá revivendo e marca presença uos aconteci mentos pois suas promo cões silo de Alto Nível. Super Cnr.:ia ,•ai 76 abri lhantado pelo "Exelclor Band, uma banda da pe sada da vinda direta mente ·•capital da gu roa" para revolucionar o -:0nceito de carna vai. Reservem suas mesas ... é, pois é ... l:,·lu i, tu l!.IO!Jí(, Jardim: ------- Câmara é Noticia • ! 1 ! 1 1 Saudzõs às Autoridades . Secretário de Saú cte tio Estallo. 2. Preleito Muieipal :1. Tt>n. l'Pl. Chefe ,la CE.R.-3 4. Prefeitos dos Muni dpios vizinhng ~>- Uem:lis autoi-itl,Hlcs presentes. Menus senhores, mi has senhoras. Hoje o povo da nos sa histórica Jurdim. sen tt'-Se honrado em tel' ,·nmo húspe,lt•s ti10 ilus t,· s figul'as da viria pü b'ica e atlmi11istrativa do Governo Matogros seuse, que aqui estão, p.1r:1 as i,;olenidudes de in;:U:?Ul'IIÇ:in ,la Unida ,le Sanitú:-ia Dr. Geue roso Alves Correu Fi lhn. O aconl<>cim<>oto que aqui nos reú•ie. tem sem d:vida. um elevada E:-ncndo Martins Barbosa çlo, é a presençu mar cante da simpática pes i-:ou e.lo Dr. ,nl<•nir> ,· 'l'fl Uuart<1. Secn•táric, de Suúde do Etado. 11Pnla solenicladL'. trazen cio-nos o ineentivo <· o :1 poio do Governo Esta du:1i; reequipa11Jo mP deramente nossa ll:•iclnde ~a11itúria con tratando um farmaceuti co-bi.:H,uimic•> parn es ta llniclnlle, rirn111nclo iavés ta Secretaria um cuu,·e1110 com u (Instituto lal'io!Jal de ,lime?1taçi'to e ;'1:utrição) para o fllrnel'imento ele: leite. fuh:1, açucn r. fei· jiio. flocos de cereais e ainda. complexo vitami nico e ferruginoso, com alenclin•cnto inicial de 2) gestantes, 2) nutrizes e tlU c1'i.t1:ças ele O a 4 anos. com distrilrnição nos primeiro<; 4 meses do convcnio dt> :2.G tone ladas destes p:·odutos, e posteriormente dobrada, e assim sucessiva e pro gressivamente. E nüo . éimente, a clus;;e bem menos ruvo recida que está receben do os beneficios assis tenciai cto GoYerno. os fun~iouúrios estaduais. também estão r<>cebeu do através do IPE:O.!AT. assistência médica, hos pilalur e odontológica. cuja representação te mos aqui E:ID Jardim. C(lnseguicla graçus aos esYorçes do Sr. Eraldo da Si!Ya, inclu;;iYe com estágio de [uncionirio no IPE:-.IAT. por inter médio ela Pref Pitura ;iu 11icipal; os ruralistas ;;fio ,1ssislidos 'pelo FUN FURAL; aqueles contra tn elos pela Consolidação das Leis do Tra bulho são assistld9s pelo IN PS. tstes dois ultimas órgãos assistenciais do Governo Federhl, ,lar dim também tem o pri viléglo em ser sede re giooa, portanto. ai es tão os amparos cios Go vernos: Federal e Esta dual. significação para a Yi· da social de nosso :lu niciuio. é do, mais ex prossivos ta luta em qul' estamos empenha ctns. para proporcionar mos melhor asi>istencia u.quela camaci:1 :-01:iul mPnos favorecida pela sorte. de um ateodime11- to assistencial mais hu mo e mais digno. Den tre os multiplos pr<•ble mas que desafiam a vi sà1• e a energb cios ho mens públicos brasi!ei ros tlvez, nenhum ofe reça a gravidade de pro blema representado pe los desnin,is sociais de nossas comnnidadt"s: em no:-sos dias felizmeute, us govero,1s tem procu ruclo soluções, tem con tribuido com os gover- . nantes municipais, para dotarem suas comunida des de maior e melho res condições P meios ,te assit::tír as popuaçõei; mais pobres, a prova ca bal destu nossa afirma- pa11has polí'.icaf', i;otTÍ hoje satisfeito, porque ucal>a ..!~ pagar uma cll vicJ..1 que havia contraí elo com o povo princi p,tlmente com aqueles pobrezinhos carentes de rceur,-ol', que hoje com u graça de Deus, tem cone.lições de VC'r seus filhos t-:nb um cuidado médieo, oferecido gratui tamPnte pelo GoYerno; ver seus t'i!l;os sendo imunizaclos c-ontra us moléstias infecto-cor{a giosus, como seja. sa rampo. tulH.-rculose, va riol:, meningite, etc.. re centemcuP. mais de f, mil pessoni:: rornm vuci naelas por esta U uidade Sanitária. Senhor St!Cretárin. Dr. Antcnio Alves Duarte. o povo ele .J ar dim a ,dministração Muuicipal. as autorida des. constituídas, fican.i proruudarnenta agradeci elas u V. Excia .. ao Go vernadc,r Garcia Neto. elos beneficios recebi- dos. e colocamos tias mãos ele V. Excia., a Unidade Snoi!ária de Jardim. Queremos apro veitar esta oportunidade Sr. Se'!retário para rl'i vinr.icarmos a contrata ,ão de mais um médico para a nossa Unidade ~anilúria. porque ómi>n te um médico nii.o está tendo condições em atender o grande núme ro dr:: familias desprovi das de recursos, que procuram diáriament., a Unidade Sanitária; rei vindicamos igualmente, ao Vosso generoso cora çãc,, o Vosso sensivd espírito Hum a nitãrio. a concessüo de um aumen to já para este convê nio com o !NA'., de 120 para 24 pessoas a se rem benefic-ia'1as inicial mente com esse atendi mento; e, finalmente rei vindicamos a V. :Excia., a neces,:idade que a nossa Unidade tem. que Jardim tem. de uma O Exmo. Sr. Prefei to Municipal, realiza as s!m um rios seus objeti vos publicádos em cam- ambulância ;;ara melhor atendimento sistencial de nossa munida<le. Er. Seerelúrio. Dr. , ntonio Alves Duarte, nos faliam palavras; pa ra que possam1os agrade cer-vos tudo u(Juilo que tem feito no i;etor de :;a úcle para nosso Muni cipin: qucrernoi-; tamb('Ol, que N. ±xcia., seja _o porta-n•:r. lesta gratidão do ,,,,vo .Jardiacm,e a.i Go,'.1·rnac!or (.iarcia i'ieto e esperamos com asie dadl' P cie braços aber tos. 011tr1,s visitas de '. Exda. um a Co- PREÇO DESTE EXEMPLIR 2,00 1) Nesta c,portunidade não oieriamos deixar de fizer um agradeci mento muito especial ao Sr. I-Jam·Iton Dutra, su pen i,;o, da Secreta_riu de ::iaúcle, homem sim· pies. morlesto e grande urni<Y0 dr. Jardim, Iot queií nos proporciono e articulou a vínda do Exmo. Sr. SecretárÍ<> ao , nos1<0 '.1unicípio, e O 1 auxilias ora recebidos pela Comunidade Jardi nense através daquela Secretaria. muito obriga rj do Sr. Hamilton Dutra. Finalivrndo as nos sas palavras. esta,; do Sr. Prefeito '.llunicipal e da Câmara de Vereado res, queremos agradeceI • s .r a presença do Exmo. Secreté.rio de aúde do Estado, dos ilustres de putados estaduais. do exmo. Ten-Cel. Chefe da C. E. R. -3, aos senbo res mu.ndatários dos mu nicipios vizinhos. ao Jr~ verendissimo Padre ? sé Ferrero, e as demal.S autoridades aqui prese tes e a população de J:1rdim odo abrilbaota rnento • ciesta soienidtL de. Nosso muito obrigado Emando ;uartins Barb(lSa Vereador da ARENA .. [ 1 T 1 Eh ita 22/02/7 nosso Tempo GITO E CDCHO Altevir Solteirão, morava nu ma sala Isolada, no ter ceiro u ndar de um edifi cio modesto, mas bem no centro da ciclacle. Es te edlficio ficava locali zado entre outros de maior porte, 'alguns deles lJem luxuosos. 'J lhou ligeirnmente para o "bichano" e tossiu por duas vezeR. iluls pare ceudo um ralo, o "bicha no" desceu pelo cano es conegaudo. passou pehl cuixa-d'água, alcunço11 o muro, pulou no chão do beco e partiu correndo para a porta cio ecl!fí<.'io baena, tendo antes, fei to uma curva na esquina dessas curvas que a gen te costuma chmar ele "em dois pneus". Tomou o devudor c subiu ... Tudo solleirão sofre de Insônia e dos nervos Quando é otimista, coita do, sofrendo de uma in sônia crônica, diz aos a mlgos que é madrugador. Por isso mesmo, muma eles sas noites de vígilia for çada, estava 1lesbruçado nu janela de seu qunr linho de terceiro pa vi monto e, enquanto curtia uma fossu pesada, com as luzes de sua morada apagadas, observava um beco deserto, silencioso e cheio de escuridão, que lhe ficava eru fret,te. Era meia noite. Nist'.'. ll'>tou o vulto de um sujeito que entrou no bevo, ce lere e tnmbém silencio so como a rolha que cai de uma árvore. Vinha a pressado, pé ante µé. for luito olhando nervosa mente para todos os la dos, assim como umn la drão. No meio da uu dra, parou. Pescru tou em derredor. Como não houvesse mis nin guém ali no beco além dele, subiu num muro. Do muro • passou pura uma caixa-d'agun. Agar rOu-se a um cano rente à parede de um edifi cio bacana e foi subin do pelo dito cujo cano, semelhante a um rato. Na altura do segundo andar, ou, para ser mais Precii-:o uiuda, entre o se gur.rlo andar, e o Ler ceiro andar, imobilizou se (A esta altura o sol teirão já ests.va com as antenas ligadas). Aí o sujeito fez ··miau ... miau .. miau". Era um miado triste. destes de cortar Na noite seguinte o sniteirão assistiu. exala mente à mesma hora. a mesmu cena. Quando te ve tempo, invoeado e curioso, inveslígou com o porteiro do prédio, quando ficou sabendo que a dona do aparta meato (n que tossia duas vezes). era uma loira fo ra de série. casada com um velhote completamen te iufeliz, isto é: baixi nho barrigudo, careca e com um mau hálito que Deus me livre. Para completar o panorama. o velhote só ,-hia via jundo, já que eru inspe tor de unia importante organização comercial. Não tinham filhos. 1 o coração. Aparece na janela do terceiro andar uma mulher. Esta meteu a cabeça na janela. o- Fez seu punejamen to sózinho. Pensou em todos os detalhes do gol pe e partiu para u ução Estava resolvido a tirar também sua "casquinha Numa noite muito escu ra, faltando quinze para as dcze, desceu de seu quartinho e penetrou no beco solitário e escuro. Subiu no muro, do muro para a caixa d'água, des ta para o cano e foi su bindo. à duras penas. Já estava bastante can:;ado quando alcançou a altu ra prevista. A m1ou. ··Miau... miau ... miau" (um miado triste de cortar coração] A dona chegou à janela, entreabriu a corlina ... e tossm duas ve zes. ilais qu"' depressa desceu fazendo o mesmo percurso, saltou no cbao contornou :i. qua,ka, to mou O elevador e, n 9 30-L. saltou e foi direto ao bo tilozinho da cigarra. A Alencar porta do upurlameuto IH' entrebru e ele projetou se dP chapa .Jentro do aposento. A lolrnnu boa zuda deu o maior pulo lia paróquia: Meu senhor, que é Isto? Como o senhor, se atreve a entrar numa re sidencla a esta hora da noite? Quem é o senhor? Eu vou telefonar para a polícia ... Deixa de onda, pira nha! Eu estou sabendo de ludo. Já venho por dentro desta lrnnsn há tempo. Já deletivei. Se vorê niío se abrir pnra mim gora mesmo eu vou coutar ludo no seu marido quando ele che ga,· aqui. "sua" arlúllern! Eu quero é o meu!. .. Está lá deitadão na cama macia, rolgado que ó sapato de viúva, com a mulherona de la do (naquela base). quan do ouviu, bem junto ã janela do quarto... ·•mi au ... miau ... " (era um miado mais triste ainda. Chegava a retalhar o corP.ção da gente). • O solteirão levan- tou-se d» um salto. Foi bem de fininho ate a ja nelu. De chofre, abriu a cortina, meteu a cabeça e llSCOU: RRRUUUUMMMM... AU, ÁU, ÁUII! O "gatinho" tomou o susto mais lascado deste mundo. fez: ''pfsss" e desceu curo a rapidez de um relâmrngo. rrro passo nem pelo muro. Du caixa-d'ãgna • mesn,o jogou-se no chão. desa parecendo em desabala da carreira. por entre as sombras da noite cal ma ... Minis-fério do Exérci.lo II Exército 9.o Região Militar 4.a Divisão de Cavalaria J O.o Regimento do Cavalaria "Regimento Antonio João .. EDITAL " O1/76 ISC TOMADA DE P!ECOS » A Comissão de licitação do 1w° Regimento de Cavalaria, de acordo com o derreto lei 2O0 de 2» de Fevereiro de 197, resolve através deste edital, aceitar propóstas para aquisição de Carne de 1 qualidade, compreendo em quarto traseiros e dia teiros em partes iguais ou maior de truzeiros e no máximo uma costela, não contendo mais que 20%, de osso no peso bruto, para forneci.ento du tropa. no período de 1 de Abril a 3o de Junho de 1976. Média mensal de fornecimento; 6.0O0 (eis mil kg) Lotai de entrega das propostas: Fiscalização Admi nistrativa Dta da entrega: 27 de Fevereiro 1976 Hora: 10:00 horas Receberá as propostas: Fiscal Administrativo Critério d1: julgamento: O de menor preço Local de informações: Fisc Adm ou Sv Aprov. Condições de Apresentação: Estar cada..,;trado Assinatura de contrato: 27 de Fev 76. Quartel em Bela Vista, Mt- I2 de Fev. 1976 ,José Alves de Oliveira-Maj Cav Presidente Celso Grassi - Cap 'et .lembro Joacyr Marques Moreira - 1" Ten Vet .lembro CRMWN CM±SS # e4FIS MM Z8 O 10º Regimento de Cavalaria, torna pú blico, p/ conhecimento dos interessados, que no !lia 16 de Fevereiro do corrente ano, emiti rá convites. p/ forneci mento de Pão (média mensal) 5.500 kgs e Ga- lT!IDi A herto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: J ,anchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna t. linha de 19 de Abril á 30 de junho do corrente ano. Os interessados po derüo obter informações na Fiscalização Admi nistrativa ou no Serviço de Aprovisionamento rlo 10u Regimento de Cava laria. Quartel em Bela Vis ta, Mt-12 de Fevereiro de 1976 José Alves de Oliveira MAJ CAV Presidente Celso Grassi - CAP 'ET iIemh:·o ,loacyt· llarques }.foreira 1 TEN VET ..lembro Leis e De<retos %CEIO A' S4/38 - EMEe. De 05 de janeiro de 1.976 DlspÕt' sobri, a nr,va Donomln11çiio da Escolu Municipal Major Alberto Rodrigues da Cosia. O Sr. Eruldo ,ln Sil va, Prerêito ~lualcipul de ,Jardim, Estado de llato Grosso. usando dns 11 lribulções que lhe s[10 conrerltlas em Lei, etc .. Cousidernndn us' novas Denominações (1 e·n Grn us) lntroduzldus pela Lei cio Ensino uº. 5G!l:!. , Cousidernndo n exi gônclu di i:,ecreturhi. de Educuçílo e Cultura, dei; t11s novas dPnominuções purn registros dos E<:co las .Municipais, ele ... DECRETA At, 1- A Et;cola ilu 11icipal denominada de: ilujor Alberto íl.oclrigues da Cosia, criud:i pela Lei 11'l 351-7-1 de l!l-0:J-7-1 Passurú a Denominar de: Ec1cola ilunil:ipal de 1° Grau :lujor Alberto Ro drigues da Costa. Ar!. 2º - Esln D,•crelo entrará em vigor nu da la de sua publicação. re voguclus tu, disposições em contrário. Prefeitura ilunicipal de Jnrdim, 03 de janeiro de 197G Eralilo da Silva Prefeito ilunlcipal Ernonc!o ;'llartins Barbosa , ec. de Arlm. Resp. pelo Sec. ele Educação e Cu! lura ilunicipal SECRETO ' S3/78 -EKEE. De 05 de janeiro de 1.976 Digpõe sobre a no vu denominação da Es cola Mista ;lunlcipul ila jor Costa O Senhor Eraldo da ilva, prefeito mu11icipal de Jardim, Estdo de Ma to Grosso. usan-lo suas atribuições que lhe são conferidns em Lei, E ... C'onslJerando as novas clenominaçõe (I e 11 Graus) introctuzidus pela Lei do ensino 1 5.692; Considerando a exigên eia da Secretaria ele Edu cação e Cultura, destas novas denominações pa ra reglst,os das Escolas ~lunicipais. etc. DECRETA: Art l!! • Passa a deno minar de Escola de Jº Grau ilajor Costn, a E - cola criada pelo Ato nº 3tG0 de 1º, 03/UlG0, com a denominação de Esco la ilisla Municipal ilajor Costa. Art. 2º - Este Decreto P-ntrará em vigor na da ta de sua publicação, re vogadas as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Jar,!im, 05 ele janeiro ds 1976. Eraldo da Silva· Prefeito ;lunicipal Er!!ando ;larlins liarbosa Sec. de Adm. Resp. p/ Sec. de Educação e Cul lura Municipal. levoga parcialmente a Lei Municipal no 70, de 05 ,lc u~uml.rro <lc 197:1 ,.. ,la outras providências" z ... no .latlinR Gnznlc, l'n·fcito ~lunicip11l dc iu- aque, M[T, no uso das atri buições, faço saber que a Câmnrn ;lunicipnl Aprovou ,. eu sanciono, a seguinte Lei: Ar. lo - Fica revogado parcialmente, o Parágrafo úni ro do artigo lo dn lei 70317:1 de 05 de ,lczcmbro ,le 197:1. ~ Úniro • Fiea respeita ,lu n Hcscn a ,le IOO ha. (cem hectares), existente na área rc,tuntc do local denominado "l'nlrirnônio ilu Prefeitura Mu nicipul de 'iouquc". de acôr do c o m a Lei no H4, de 1106/65, Art. 2·o • Ficn o po,l,·r Executivo autorizado a efe tuar n me,litào. demnrcação e loteamento da área de IOO ha. (cem hcctnres) dcrn,crn· brada da reserva prevista na L,·, ,0ll, de 05/12/73, desde que obedecidos os seguintes critérios: 1- Que n área de 100 hu. (cem hectnresi. s,ejn di,;dida "Autoriza o Executi vo i!unicipal·, a assinar Convênio, e dá outros providências" Zen o il arlins Gezot.=i Prefeito ilunicipal de Nioaque. ilt, no uso de sua atribuições, faço sa ber que a Càmara iluni cipal APROVOU e eu Sanciono, a seguinte Lei • em )} (tres) lotes, repecti a• mentr, medindo ) ha. (trin ta hectare) um deles e Só ha. (trinta e cinco ht-clurt',) l'll<la um do~ dois re.ianlt's II. 0» lotes serão conce dilos por aforamento ao po+ eiros da área que comprova rem benfeitorias já praticada, m uas poses, mediante o fornecimento definitivo dos Titulo• ,lc Domínio Útil des de que: a) Ohtenlrnm apro'açàu do fomecinlt'nlo dos Título>< Definitivos de Domínio Gtil pela Camara Municipal. b) Apresentem, anexo no procctl:-o tle re<Jucrinu:nto para o níoramcntv 1 ns rt!:--pec· tivas benfeitorias já cxo,cuta· das, bem como plano de uti lização da áro,a ainda nào bc ndiciutln. . III Caso os posseiros existentes não obtenham apro ação de seus processos por algum impedimento justificado pelo poder Legislativo, noto dnmcntc no que diz respeito às benfeitorias existentes, te rào prioridade ,lé requeri;,.," to aqueles que apresentarem: LEI Nº 740/76 DE 30 JAN. DE 1976, Art. 1' 0 - Fica o Po der Executivo do Muoicí pio de Nioque, Estado Je Mato Gros o. 1:1utorizado a firmar convênio com 0 INAN - Instituto acio nal de Alimentação e Nu trição. Art. 2l! - Fica o Poder Exe cutivo autoriz'l.do a eré tuar as despesas decorreu Ministério do Exército - 1 • EX - 9 RM 4ª Divisão de Cavalaria 10 2 Regimento de Cavalaria "Regimento Antonio João" EDITAL N.o 01/76 _ S/ 4 O 10º Regimento de Cava] • . . te autoriza@o. vendera en k],}; gegi4ame parir das @soo oras ia ?i , P?Plica. a 1!-!16, 14 (quatorze) animai<> e "d evere1ro de res4veis iara o serviço á ,".,,"dos I- Para maiores esclarPcimentos o . d?s. deveril.o procurar O Chefe da S s. _mteress~ uéria Regimental do 'Oº R . eção Veteri lurla. egimento de Cava- Quartel em Bela Vista lIt, 09 d F • e ev. de 1.976. José Alves de Oliveira _ Ma· Presidente da Com'· _ J. 1ssao 1576 ai Plano <le utili,açlú da área a er requerida; h) Prn,o, p/ fie,! cuu,pri nento do plano de utilizais da área a rer requerida ~ Onirn • A Câmara )lu• 11ici(ial podná fi-,·uli,mr 'in loca' as benfeitorias ri-ten li.'~ e uprl'•<'llltrda, pdu; ,, .. qnerentes posseiros, p/ p,,-..teriormcnte tmitir ,. ~ u p a r e e e r. Ar. o- Fica o podtr Executivo a contratar seri» ré<·niro., e:--pt'cializ.udo• pi Iil" diç:i,, e loteamento da ára correndo a« despesas proe! ente la contratação, à conu de dotações próprias i) 4 tes no orçamento em up. Art. to E-ta lei enmrri em vigor na data de sua [ blicacão revogadas a di,põ siçõe· em: contrário. San,·iono, Publica·•~ Gabinete d o Pr&ito Municipal de ioaque, Jl em 30 de Janeiro de 1976 Zeno .lnrtios Ga.zolt Prefeito ;lunicip1l les da assinatura do eou vênio de que trata a pi" sente Lei, à conta de taçõeF. própriai,; ex.Isto tes no orçamento vigt te. Arl 3º - Esta Lei eJ trará em vigor na daUl de sua publicação, rer 0 gactas as disposições e!ll contrârio. Gabinete do Prefeito )! nicipal de Nioaque, )!;,.· em 30 de Janeiro de 111 • Sanciono - Publique-s° Zeno Martins Gazote Prefeito Municipal Documentos Perdidos Jacira Cbamorro da Rocha, extraviou os do l cumentos dii moto °},~ -.. ca Iamaha, ano 1974. ~ J3 r ca CJ 009, Cbassis F O 0 127tr77, Certificado de pr priedade nº 147962 expe dido em 7-7-75. Tititl~ de Eleitor n º 12.lí3 J,e 1 tencente à 17. zona J::'e toral _Carteira de ldentj! de nº 320.633. C.P.f.0-ID" 42.201-15 Publicação ~! 1 , se faz para obten.,,.. <las :!". vias. !li '1 ,s lida -iw, 2'!.IUV1<> Informações .:,_ _ RCONTEC - CORRUPÇAO, • - LHEIRA, EXTORAO ROUBA- São os males que desmoralizam o lndtvl duo, funclor:ário ou não, parlamentar ou udminls trador público. Qualquer forma de corrupção deve ser com bulida lnteusnmente CL' mo requere,n os princi pios revolucionários de 1064. Denuncl,uemos publi camente <'ncuminlmrt:1 mos ús uut iridades com peteates, pum o devido processo criminal. o ca g os de COl'l'UJ)ÇÜO que chegarem ao nos o co nhecimento. Purn isr,o pe dimqs n colabornçüo dos homens briosos e I es ponsú veis que considera rem certa a nossa utitu de, tmzenúo ao nosso conhecimento os ratos de crime por coI 1 rupçi1Cl. Ainda agora ncaba ele chegar às IIOSSUS mão o "Correio elo Es tudo" cio Campo Urnnde, em cujo texto traz u no ticia d 0 oladora do furto praticado por um ervi dor da ec. de Educação e Cultura que já hn via desviado combustivel do Estado no va lor de 35.000 cruzeiros Isto deve estar ncon tecendo em outros selo res, !nclusi ,·e Prefeituras l!unicipais, nas quais tambem existem os ami ges do alheio, o que cau a muita tristeza. Foi nomeada uma co missão de sindicancia, de ordem cio r. Gover nador José Garcia eto • para apurar os ratos em todas as Reparliçõés do Estado, que certamente :ilcanca a roubalheira a muitos milhões, pois exis tem muitos modos rle se desvirem os di'lheiros pú blicos. Vamos colaborar com as aulol'idades go vernamentaif' para que haja um csluncamento imediato desse crime con tr o cofre do Estado e meter na cadela os ludiv duos desprezivels, os la drões, os escroques que l,,tam uR repurticõe-s ru blicus, que tencln car·go uclmini trativo, ou vincu lado a este, nãu cum prem a Iel, malburatun do os ben: público , co nwtendo crimes de toda espécie. A corrupção abrange um campo imeuso de ati viducle criminosas, de de o peculato, até a fui sidacle que o funcionário emprega no atuar contra o interesse público, no cargo qu<i exerce, em bellefic10 de terceiros, visando vantagem para i, como também a des lavada falta de vergo nha au desviar objetos pertencentes u Orgãos Públicos (furt<>s), ou en tiío a advogaciu adminis trutiva, quando o indlvi duo visando vantagem economica, prntica a es croqueria exigindo paga mento para encaminhar qualquer documento pri vado, que lhe seja afeto c1imes tilo claros estipu lados no Código Pena.!, em seus urts. 312, L55 e 158. Estejumos vigilantes e tenhamos a. coragem necessórla para denun ciar os corruptos que pe rambulam pelas reparti ções públicas. ou fora delas. Jota Jota A - SE5SA0 D0 D A POPGSIçOES MESI "Oficie-sé ao Exmo. Sr. Guveraudflr do Esta do de Mato Grosso, O licitando as necessárias provlrlencias de ser ts tudada a possibilidade da lmpln.ntação no Mnni cíplo de Bela Vista, rfe uma ngêncl!!. do Remut''. o&-»G Ofício com o mesmo teor, ao Exmo. Sr. Dr. Enio Vieira. presidente do Banco acima citado. ===:J!fut== REGEREMAENTO O vereador Dr. Fiori Murano, apresentou re querimento. solicitando ao r. Prefeito, informar se a vinda do Dr. Djuf mu Biunchi, engenheiro do Dermt., se destinou a dar solução no proble ma elas estradu3 vicinais levando-se em considera ção a saira que Se apr ximu. o Dilon 09-02 PREÇO DESTE EXEMPLftR 2,00 •X•><; ,.inda do mesmo ve reador, requerimento ao Sr. Prefeito. solicitando lnrormuções a respeito do caminhão para o o transporte de carne. pergutando quais as con di<-ões do referido veicu lo. :mr Caixa Econômica vereador Afonso 'unes Leite, teceu comentários a re peito da instalação da Carxa Económica Federal, ·vm !leia Vísl,1, lalanrlo tam bém dos benefieios que esta casa de Crédito tra ria ao setor urano da cidade. Dr Pedro José Palmleri Presidente Osvaldo Turini 1" Secretario Prefeitura Municipal de Bela Vista A Preft>itura :'lluuici cipal de Bela Vista, avi sa uos Srs. contribuintes que o prazo p pagamen to de alvará rJP localiza ção e imposto sobre ser viços, i-erá até o dia :.31 de Março de 197ü. PrdtiL1ra :lunicipal de Bela Vista. 1G de Fe- vereil'O de l97li "A Luz para os Corações" e te sentires infeliz Eu sou a luz e tu não me vês Eu sou o Caminho e tu não me segues Eu sou a verdade e tu nilo crês em mim Eu sou a Vida e tu nilo me procuras Eu sou o Me:tre e tu não me segues Eu sou o ·enbor e tu não me obe:leces Eu sou o tu Deus e tu nilo recorres a mim Eu sou o teu granc!e Amigo e tu não me amns se te sentires infeliz a culpa não é minha ... (Uma das orações lidas por Moraes Sarmento, ao micro(une da, Rádio Tapi. à~ 18,00} Dr. Ruben de Castro Pinto Prereito :'llunicip:.il de Bela Vista Clube do Laço Bela Vista - Mt EMBLÉIA GERALORDIS ÁRIA CONVOCAÇÃO O patrão do Clube do Laço atendeudo o que determina o Artigo 31" do Estatuto do Clube convoca os Srs. ssociu dos pura uma Assembéia Geral Orrtinária. a reuli z±r-se à 08:00 horas do dia 07 de março do cor rente ano. na ·ede da Invernda Campeira, a fim de eleger a nova Diutoria pura o perio,lo de marco de 76 a marco de 1977. Bela Vista Mt, I6 de Fevereiro 1076. Wolke Fernandes Mou teiro Patrão ERA;ã "Prociutor do Calcáreo Bodoquena" i<m 54 Rodovia Jardim LI Porto Murtinho "Uma Empresc que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso' Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 lh·la 'i>111 2:!l(W71, Gerais LOCAÇÃO A lei l.8G1, ela 29 de lo à construção civil, au novembro do ltJCT.í, que torlza o locaelt)r, quando criou medidas de ostimu findo o contrato ele loca Arrecadação Caiu usa espécie a no ticia transmitida por jor uai de Campo Grande ao quu, o Sr. Diretor dos Tributos da S. clu Fnzen da Informou, elunelo da ccntu de prejulw ria monta de 100.000,00 ao Estado, só no Exercício clr 1975, devido sonega çdo produzida por "no tns frias" de conh ibu iates inescrupulosos. Se as condições eco nomicas mclhornru.m a olhos visto: desde 1974 com us safru • crescentes de produto" agdcolus, o resultado foi contra pro dnr.ente. A m:i arrecada çiio que acontece nio é só por culpa dos sonega dores; tumb(•m aos re vonsúveis por ela cabe certa implicancia cümo a cobrança do LC.M. a baixo da paula adotada, riscnlizuçlio deficient .. , fa cllldade nas transferen elas que ncnrretnrn um Inócuo re ·ullado. sem u devida fi culizaçüo linal ela opernçào. Cnso típico. ucorreu em 3ela 'istu. municipio que eRtli ar.elerundo a produtividade ngro-pe euaria, e no entanto, de ele Hl73 caiu u produção do 1CM. qae não justili cu nn hora presente, em que os produtores da .u p1:r-su!ra estüo ai a d<i saliarem os pc,clere com, tiluidos solicitando uju dns urgentes pura acudi -los cem urmazcns, estra das e transportes. para não perde-las na colhei ta que se a viiinhu. Isso feito, a rendu. uumeurnrá. H. Medeiros s O bando de arras tadores visitou a nossa cidarle. Naturalmente são viciados que usam entorpecentes para "agi turem" o àni.mo e no fim entram direto, na cadeia para diminuir a "gana" de negócios fáceis. Jota Jota Iene«dito Cunha. diretor do jornal Folha de Mondonó- polis ao entrevistar·se com o ção ou na locução por (andinho, no cu gabinete. por prazo indeterminado, s quarta-fira ma·ad- P " solicitar o imóvel sim clamar o pagamento te un P lesmente ()Ol' não lha erf,lito naquda ,luni<·ipuli,la• de, quase apanhou do prefeito lnteresimr muls o lu pe lhe disse relatou o jornn guel do mesmo. Entreta 1ta que "não quero vr-lo mais to, ao tomar essu decl aqui na minha Prefeitura". Ao slo dever& então notifi que lhe respondeu que a Ca car o locu tá rio dando a não era sua, mas do Pº'" e iria ali 1p1anrfo lhe convie•· um praz•> de 3 meses e. para a de ocupação do imóvel, e, cuso não seja atendido dentro deste prazo, poderá rrquerer o desejo. Convém salien tr, que esta lei só atin ge as locações dos imó veis ujo "bublte-se·, l novinhas em folha rou- bodus alhures. Dizem . . . d i z e m que 1, última aqui trazi rla. esteve na garagem ele importante personu- lidarle local . Consta que n gang que (oi presa há dins pussacl<,s. tem um '·COR HESPONIJENTE" aqui, to e uúo é u primeira vez que . tnmsita por Bela '!sta em suas 13rasilins rando o caso cem interesse. isso Vamos Candinho, num estado de visível exitação nervo+a, quase bateu no jornalista, che rando diveras vezes a lhe apontar uo rosto o dedo em ris tre, principalmente quando ele tenha sido concedido apó sua publicuçiio, rJú seju., posterior a :W-11-65 Assim, se o imóvel alu gado a você tem "habi te-se" l'Ulerlor à meneio nada lei. o ocaclor só teró. exilo no de pejo ca so ocorra uma das e guintes situações: 1l se o inquilino infrin gir obrig1tções legais ou cometer infruçiio grave de obrigaçilo contratual 2) se o locador pedir o prédio pam residência de ascendente ou desceu dente que niio dispuser, nem o seu conjuge. de residenciul próprio; 3) e o locador pedir o prédio para u o próprio, r,rovan do sua necessidade; 4 se o loeu.dor pedir o prédio para demolição e edi!ica ção ou reforma que dê em ao me ·mo maior cu pacidacle de utilização, exigindo-se um miníno de 0 0/0 a mais na á reu construida; 5) se o locador pedir o prédio para reparações inadiá veis determinadas p1:-las autoridades públicas e que não possam ser exe cutadas com o inquilino no imóvel. A policia está apu mui- acabar com ,Jota Jota O pre idenle do MDB Ulisses Guimarüei:;, virá a RooJouópolis em março, em data a ser fixada, como parte da visita que furá às principais cidades malogros enses a fim de estabelecer a forma pela qual o Par tido vai se conduzir na cnmpanba eleitoral pa ra o próximo pleito elei torai - anunciou fonte local do parrido oposi cionit:ta, acrescentando que o deputado Ulisses Guimarãe deverá vir acompanhado do sena dor Franco ;íootoro e dos c!P.putudos Lisâneas Maciel Tale Ramalbo. A idéia da vinda PREÇO DESTE EXEMPUlR 2,00 lhe di-e que. "aqui uma rasa de corrupção e "voe traiu o povo, Candinho, por -o vetou contra a tua alta nitração. Cunha foi• 1a,udo prlu Prefeito de "jornaleiro" ao que lhe replicou que "as+im mesmo fui teu as+or de lmprrnsa. l'ar.-ce 'I"" ', Ex cia. entretanto, é bronco de cultura uo confundir jurualri ru com jornalista". Fíaalmenr.-. Cunha rece beu só ameaças, O pagamento ,le ,t•u cr.-ili10 ficou parn rir receber e arrumar um con tribuinte qure queira pagar e us impostos. )ue desmorali ção! (Correio do Lete) MINISTRO · DA JUSTICA > NECiA NOVOS PARTIDOS Brasilia (ANDA) - O ministro da Justiça, Ar mando Falcão, negou on tem em Brasília qu& ti POSTO são CRISTOVâO de Theobaldo ,moral Lavagem - Lubrificação - 'Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre sn Bela lista Mato Grosso CASA BIUL de Leontina dn Prado Ferrei.ra Produtos alim enticios em gera l bebidas, ec os e m olhados latarias em geral Rua 13 de junho Jardim 380 Mato Grosso rio lideres emedebistas a Mato Grosso partiu da iniciativa de elemen to <10 ~IDB local e es tá agora sendo patroci· nada pelo Diretório Re gional do partido, que vê no fato um fator de robu tecimento da opo- ição em Mato Grosso. eguodo a mes:oa fonte, a caravana eroedebisú.L percorrerá as ciriades de Corumbá Dourados. Campo Grande e Cuiab4 J O roteiro será deterl nado a partir da conlir maçil.o da E,xecutiva Na clonai do MDB. pelo Diretório Regional. (O Est. de .lato· Grosso) vesse feito qualquer de claração quando de sua visita a Belo Horizonte. admitindo a criação de novos partidos polilit: 05 Assegurou ele que o go verno não cogita de ne nhuma rerorrna porque considera que a exper encia do bipartidaris ainda está no começo. (Dié.rio da Serra) r 1 l r Edmllson Brum Esco lmr, brasileiro, casado, Vereador, residente nes lu cidade; Vem mui respeltosnm«:nle a presença de V. Excia .. na forma regimental que após ouvido o plenário seja encaminhado é.'xpe dlenle no Exmº. Sr. Dr. Carlos Alberto Capiberi be 'ahfonha, Diretor Gll rui do DERilAT. a possi bllldade de ser estudada a viabilidade da criaçllt> do urna Residllacia do DERMAT em nossa cida de ou mesmo em caráter de emergência uma Sub 'VJ 'l~ ReRidência, tendo em vis ta a jusli!lculivu abaixo descrita: o; il I«ela Vim 22/02/70 Jardim: Câmara e Noticia AA CftMftRI M EXMO. SR. PRESIDE TE , DA CAMARA MUNICIPAL JUSTIHCllllVll zendo também estará a Direção do DEEMA'T be noflciando os 11:!lliclplos rle Guia Lopes du Lagu na, Nioaque, lionito, Belu Vista, Porto ilurtlnho !l até mesmo u região de ilamcnjú, lendo em vista de Jardim estar sediado no meio las referidas cl dades, l'ncilllando em grande parte também uo DERMA'T no pronto aten dimento do ano agrícola de, udoeste ilatogros sense, porque todas as cidade mencionadas es tão en: franco de envol vimento Agrí00Ja; Nota se be1u que Jardim atual mente perlenct:1 a eoaser va de Estrada a resi dência do Dermut ele Ponta Porü, bem como Guia Lopes ela Laguna e Sela e já a cidade de Bela VI la e já I! cidade de Ronito a residência de iliranda. cliflcultando as im o atendimento em casos de urgência por par te cio DERi!AT; e Jurdim edlaudo uma éde do Dermat ou melhor uma residência, terá o referi do órgiio, conoições de atender em qualquer tem po qualquer cidade do Sudoeste que venha soli citar o empenho deseja do e certo que u medida ora u 1 i e i t a d a pa- ra V. Ex eia., seri um motivo de um estudo minucioso e certo --le contar com a sua colaboração e justiça pa ra com os Agricultore do no so Municipio e Mu nicipios vizinhos que im plantarem a Agricultura no udoeste Mutogros sense pede e espera defe rimento. Jar,tim, 10 dt, Feverei ro de 197G endo Jardim. uma cidade prevllegiaela pela situação Geográfica seu do por isso uma cidncle de entroncamento e estun do o nosso Município e demais regiõe em fran co desenvolvimento Agri cola com muitas mil hec tares de lavoura ele ar ~ roz, soja e outros prodn tos agrícolas; e nós que aqui vivemo e lnbutu mos o dia a dia, já pode mo imaginar o traba lho árduo e sacrificado tios mencionado Agricul tores em dar ei:coamen to aos seus produtos das centenas de lavouras existentes em nosso Mu nicipio devido a má si luação elas Estradas Se eundrias devido as grande chuvas que cai ram na regiilP e o tráfi co Intensivo; E de forma alguma a nossa Prcfeilu ra tem cundlções de a tender uos referidos Agri culte>res porque nilo pos sui verbas e mesmo o ' maquinário adequado, nu da mais justo de ser cria do o órgão acima especi ficado, porque assim fa Edmi!son Brum Escobar Vereador IP Dispõe sobre a do ação de uma rea de 'Terreno c0:2 1000 m2, à sociedade São Vicente de Paula. Faço saber que o. Câ mara. municipal ck Jar dim decreta: Art. 1- 0 - Fica o Che fe do Executivo Munici pal de Jardim, autori:m do u doar uma área de terreno urbano, do Patri mônio Público ilunlcipal, com a área de 1000 m:2 (mil metro quadrados), pal'U a , ocledaele São Vicente de Paula. Art. 2 - A área doa da ao art. 1 desta Lei, destinar-se-a con.;truçõt>s de uma Casa Assisten cial, a ser mantida pe lh referi fa. ·ociedude. Art. 3° -- Entrará em vigor na dnla de sua publicação. revogadas as disposições em contrário. Sala ela ,essões da Caruara. 11 de fevereiro ele 1976. Ernando Martin. Barbosa Vereador da Arena Exposição Justifirnti va <lo Projeto de Lei .o 02/76 Emb enhores Presidente, eohor Vereadores, dig os e lidimos represen tantes cio povo nesta Co lenda Casa, no uso de minhas prerrogativas de representaçilo e atribui ções que me são confe ridas Regimentalmente; e, reconhecendo a fina lidade e as intenções da ociedade São Viren te de Paula, em assistir àqueles que por umc. L outingencia da formr,çüo ele nossa s.,ciedade, são desprovidos . de recurso PREÇO - DESTE EXEMPLAR 2,00 / í:!6vi - pgs g2 /7 e • E materiais p substituitem E com a finalidade condignamente; tornundo ele ampliar ainda mais se as irn. dependeatei-: a ,;ua contrlhu1c·1o para e tutelados do amparo a nossa Comum.lade, a assistencial e da carida- Diretoria loca! se Propôs de humana. a construir uma Ca::,a Assistencial, para os ca sos de maior urgência e par,1 o tendimnento con, melhores meios. 'Todavia se fuz mister, qu· este terreno a ser iotdo pela Municipalidade, seja nas proximidades do Hospi tnl local. pura maior fo cilidade no caso de auten climento múrlicu-h'J!<p1la lar. Faço esta ressalva pi.Ira quundo 110 burila mento do Projeto. na C» missão competente, seja derinirlo o local nestas proxímlrtades. Senhores 'ereado res. a Sociedade t;,1o Vicente de Paula é uma Sociedade lntern•lcionul, fundada em 1833. com séde centrai na capital Francesa, e de lá esten dendo seus tentáculos para quase todas as par tes du terra; contanclu com mais de üOO mil confrades e consórcios. No Brasil, utualmente existem mais de 100 mil confrades e consórr:ios: sua séde principal é o Conselho :letropolitano de São Paulo, em cujo Erado, é reconheeida c!A Ut1lidadt> Públic.i. a través do Decreto Esta dual n" 36696 de 7 7,61. Em Mato Grosso, 0 Con selho Central. localiza-se nu cidade ele Campo Grande. à Rua ,brão ,lulio Ruhe. JO.HJ. Em ,Jar tlim, funciona bú 3 anos. possui 32 componentes, tem uma Diretoria local composta dos seguintes membr0 • Presidente - João E:.lson Bearnri. Vic+-Presidente - Paulo Mota , ecretário - Damiano Fer nandes TesGureiro - Mauro Edu ardo Bearari. É uma ,.'ocieda<le Cristã e que tem por o bjetivo µrimordial. a pro. moço humana. a qual tem prestado para a nos sa Comunidade, ueste curto período de exi:itên eia, com um trabalho :i nônimo. rele,•antes servi ços assistenci'ls e ampa ro espiritual aos mais necessitados. !li 1-1 Assim sentindo, ven do e unulisan.to. Senhu res vereadores, entendo, ser mister estendermos as mãos essas socieda des e entidades lantro picas ca.-itativus. que com suas grandes e pe quenas células espalha das por todo mundo ter restre, procuram oo seus membro, dar um ponto de si para a minimização <la miséria cios seus se melhantes me 10s ra vore cidos e coasequent<>men te do sofrimento da bu muuidade; cujo sofrimen to, vemos diu a clia agi guatar-se na tela do mm,do. Por estas razões. a provando esta propu 1 çlo Senhores Vereado res. tenham a certeza, es tarão Vossa,i Excelências deixando marcas indelé veis a propriedade nesta Ca a de bem represen tar e servir as aspirações populart1s e, !l!;êCes idades públicas. Sala das Sessõ2s. 11 de Fevereiro de 1976. Ernando 1Yartias Barbosa Vereador MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM CiERAL SITO E ZRCEAELL LI. VENERA DUQUE DE CRXIAS 446 SABEM.-%T OL ioque; Teve pro--cgui vento, aba«do último dia 07, » Campeonato de Férias de Futebl de >alio. No 1.o en eontro da ».a rodada, o X de novembro F, C derrotou tran quilamente o fraco time do O T VI DE "NIOI • UE" quario« FC. pelo placar de 6 x 0, o segundo jogo da noite, tiremos o rnsarcional recontro entre o líder da cha ve A. EC. Hon-uee>o e o ee Lider la me-ma chave Gi ripóca FAC, que terminou com o placar de I x l, resultado ju-to que premiou o e·forço da- duy ir·._EC. j E.C. Irei Madrid, fizeram a À.a partida da rodada qur terminou rcom o placar igual (00), com o leal Madrid n4o por: José Glaucy Flôres Meus amigos. Para Mlcldnde de todos llljltelcs que se intNessum por tudo a quilo quo cl<, bom o de util possa ser reali zado em beneficio do nosso desporto, col- ar- "hous" estüo acou tecendu. ( [elizmen te). A rivalidade "besti al" e dE,RUmana, outro ra ocorrida om fu11çio ela presença no seio do esporte bela vlsten e, rle elementos completamen te desprovidos de senso clesporllvo e da verdu deira razão da existen cia do desporto e das suus fiuulldudes, repell timos. follzmente estilo prostarlaR por terra e em pouco tempo serão totalmente exterminadas, tudo I to porque mnis uma vez o "felizmente", o elementos que procura raro germinai· a semen te do •'ódio be lia!" nu seio lo desporto, já nii.o convivem em no sa co munidade e já são "a guns pa sada ". uus semente plantadas com o intuito de Yuzer o mal, [oram vencidas, ou co meçam u ser vencida e exterminadas, pel pe sença de verdµ.deiros cte,-porli tas à frente dos clubes de nossa cidade. jó. completou seus 25 anos d .. ntro dos meios espo,·livos locais, e que upesr de possuir em suas fileiras a sobra de um clube quu não se concretizou, cria agora 1tma ·'novu mentulidude", que em muito cliverge ela orientação recebida no clube onde Jizeram "nome". Quando untes, atmvés da maléfica o rientuçõ.o recebida. ullc tar de umu agremiação, nem siquer cumprimen tavam n•Jm casual encon tro de r:..:u às suas con tendorus, hoje já se coo sideram mutuamente, sejam moças, sejam ra pazes. No: seus encon tros de HOJE. ja trans parece o rtispeitr mútuo e reciproco. Arinal, Hela Vista é uma cidade, e em que upe ar de "mui tas coisas" é uma fami lia. (e familia deve er unida). Já vimos passnr a nuvem negra e nefas ta dos tempos em que o clube que não vencia ~10 palco do jogo, queria vencer o seu adversário com ofensas pessoais à dirigeutes ·e atletas, ten tundo de tal forma, Im por com seus instintos dia bóliros e dignos so mente dos habit:;.ntes do iuferno. a opinião e o pensamento dos meuos esclarecidos no assunto, transformando a pessoa do Si!U antagonii-ta em elemento não digno de respeito e de crédito às causas que idealizu. Quando lembramos acima. que a nova men talidade está à freute dos clubes locais, gosta ríamos de citar um clu be ·'tradicional'' e que portiv dependente ela orlent:1cf10 dos primeiros. Um novo horizonte surge para o desporto local. Até mesmo a no va e inexperiente direto ria du Liga Esportiva, poderá encontrnr o ao io necessário e indispen svelo desenvolvimento do seu trabalho, o mes mc apoio que por cam panhas nega tivas sem razão fomm negttdas ao fi nal da gestão da diretoria anterior. O trabalho deHlro do esporte deve ser coe o e u re pon abilídacle da ua existência deve ser diretamente ligada, além de, à entidade cri ada parn esse fim. lam bem aos clubes que a compõe. A orientação cio clubes ao seus atléta e até mesu,o se possi vel tios seus adépto e torcedores, deve ser de "amor no clube e respei to uo allvt!rsúrio", umpli ando-:e e se respeito à razão fundamental da nossa existência, que nos exorta ao respeito à pessoa humana. A mentalidade e o formação Que o desporto impõe, pelo· seus pró prios principio , não é aquele de se dizer - "Es tu c:1misa eu nüo visto .. , nem mesmo em defesa ctos in t .. reses da cida de'' - O atléta (ou a u tléta) que assim se pro nuncia, nãc:- é digno do respeito do SP.US adéptos e talvez, nem siquer dos seus companhei'os. pois é .sempre uma Honra incomum, ter um alléta o seu nome, convidado para re[orçar um clube irmilo, numa competição difícil. 'esse fato se constitui o grande orgu lho do desportista, que pertencendo u uma agre n,iaçilo concorrente, t~m a chanc.:e de defender uma outra, pelos seus meritos técnicos recouhe ciàos_ Esporte é coisa sé ria' é arte institulda e supervisionada pelo ili nistério cta Eclucação e Cultura e sua arganiza ção se preude à legisla cão Federal. Não pode portanto, ser deturpada por procedimentos mes quinhos de parte de diri gentes e utlétas, estes, quase sempre com a sua linha de conduta des • conseguindo qurbrar a inn cibilidade de EC. Ajax. (Com a vitória de 6 x 2, -obre o ti Te FC. o Internacional E.C. p--w pra a la. colocação d chave l juntamente com o E.C Ajn. Dia 09, +egunda feira, te v inicio o Campeonato Iufan to Juvenil Futebol de Salão. 0 Campeão do torreio inicie (E.C. leal Madrid), ganhou tranquila@ente do Aity FC. pelo placar de 1 x 0. a par tida seguinte o Cruzeiro E .C. aplicou sonora goleada no Gua rani F.C 6xl I' nu último t'll conlro da noite o E.C. Botafogo ganhou do Flamengo F.C. pelo tlilutndu murrador ,J,. 5x:!. Principais Artilheiros, Após a 5.a Iodada. Jamais um pai po derá admitir. que uma rilba seja desacatada moralente por qual quer vagabundo de ar quibancada e isto pode ra provocar consequen cias drásticas, que muito embora pessoais. pode rão repercutir no àmbi to esportivo. Nisto deve mos pensar. Nisto devem pensar os dirigentes de clubes, em total obser vancia às normas éticas e desportivas. Que as.n;entalidades que ao nascer para a prática do esporte. foram mal orientada-, sobre as suas verdadeiras e sagradas fi nalidades, encoutrem o caminho da verdadeira luz. que lhes mostre os verdadeiros fins a que o desporto se destina. que acima do sentido ~iret'> da competição, mtegra, Une e enobrece o ser humano. Meus respeitos aos bons. Até a proxima a migos. Antonio José internar ioal) Il gol-, Pautildes de M. vebroy I) gols, Apareid (Ti«e-Tae) e Crlo-. (Lo.u« 9 gol- cada, D)anilo (Giripa T gol-, ey (Intururvonsh Jo4o Ajra. Francis«o «, Ma«drih e Dou±la- do [ a Novembro) gol- ada. Carrra leal Madrid) e Delamare (Gin poea) S tentos cada Colocação das Equipo, por pontos ganhos CHAVE·A" l.o lugar - Honsucso 6 2.o lugar - Giripoca e X d iovrmbro l ponto anho«, 3.o lugar Aquarios 0 ponto CIIA E "Ir lo lugar Internacional e A jnx 08 pontu ~anho, cada 2o lugar Hreal Madrid 6 3o lugar • Tie-Tac o ! FRONTEIRA "Orgão Independente a Serviço da Região" Ano IV - Hela Vista - MT. 22 02/76 - 0 19 o Bela Vista em destaque no Rodeio Internacional [Por Rosita Rosa Gomes, Realizou-se nos dias 21 a 25 de Janeiro o XI Rodeio C1 ioulo ln ter naciunal em Vacaria. Rio Grande do Sul. Rodeio de .lto uivei com parti <.:ipaçüo Nacional e Inter cacional. Fe ta que reu niu mui de 140.000 pes soas. Em virtude da atua ção do Patrão do C.T.G. Porteira do Rio Grande r. Renato Barcelos e to do os componente das rlivert-as comissõe o Ro deio foi um verdadeiro suce s:i em todos os sen tidos. Diversas pessoas de Belo Vi ta ti Ponta Pori:. lá e tiveram. Por Bela Vi-ta, representando iJa to Grosso, participaram dos Torneios de Laço os Srs. Irineu e Olimpio Car drnal, Afonso Loureiro Pinheiro, Luiz Feruando e Luiz Gonzaga de Ara újo. Ainda compondo a mesma Equipe, dois se nhores da Famila Cardi uai de Ponta Porã. No concurso Nacional Indii dual de Laço. coube ao Sr. Afonso Pinheiro o 2q lugar, que juntaÍnen te com o chlssiiicado em primeiro lugar, represen tante de Santa Catarina disputaram com os Uni. guaios, sendo que os re presentantes brasileiros ganharam o troféu. Para bens Afonso e obrigado por projetares o me de Bela Vista. _ No concurso em E quipe de Laço Nacional, nela Vista classificou-se em 3 luga: O jovemn r nosso Enviada Especial) Edmauro de Araujo montou em b,.zerr'.>, sen do uplaudh.io por 70.000 pessoas no Parque Fer radura. O r. Gonzaga jun.tamente com dois re presentantes d~ Bela Vista, montaram e gi.ne tearam os cavalos até o fim da pista do Parque Ferradura. Bela Vista foi alvo de atençõej,j, poiR were ceu, seus represeutantes tJl souberam honrar e roos '.I trar o valor do Povo ilntogrossense. ' Fazendo parte d Delegação de Bela Vis ta.. tambem comparece ram as ras. Iná Cardi nal, Edna B. Cardinal. iJaria Amélia Pinheiro, Lourdes J:.ernandes, garo ta Léa Cardinal, Sr. Jo sé Albery ilarcolla e Familia, jovens Flávio e Eudinho Pinheiro Sr. Os waldo Augusto Gomes e Familia e ,Srta. Elizabetb Araujo. Após o Rodeio. a r.omissão do mesmo, ofe receu à Delegação de Bela Vista, almoço no Galpão da Integraçao: A noite, o ,. Celso Pe 1 xoto, no Restaurante do Rodeio lambem ofereceu um jantar à Delegayão de Bela Vista. As fctaaraD!l.!' aé reas do Rodeio. foram tiradas do avião do Sr Olimpio Cardinal gentil mente cedido para a ocasião. Obrigado Relavisten ses - obrigado Vacarl nos, pela., conl'raterniz~ çüo que vos uniu, trans pondo Fronteiras. r l I Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº197_15_02_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº199_29_02_1976 Voltar para a lista de itens