TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº259_20_08_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº259_20_08_1977Número da edição259Data de publicação20 de agosto de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.10762897511418 , -56.53184015735942 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº259_20_08_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto . TRIBUNA D Ano VI N.o 259-- 20-8-77a28-8-77 Bela Vista h $k%is tese ta te z.ta., hra. R !-J 1 1 uns ll }» CÂMARA É a Gasolina pode ra sofrer novo aumento -f Ao• olnoo dlna do me11 do Ago11to do au• d• hum mil novecentos e eetentn. o 11 11, reallzou-110 nn Cfimnrn Municipal de ha VItna, Estudo do Mato Grosso, Seu- _-_ 1 ,ao Solene, 110 I> a Prusldêncla d o Verea dor Joall Simpllclo da Cota Marquos. Hanud• ''quorum", o Sr. Presidente de tlartu aberta n 101oli.o cm "n o m e de D• u", Fizormso presentes os e rutnt11 Verendoroe: Osvuldo 'furlnl, Noe• dl Leite Laranjeira, Afon110 Dilou Nun0s Lolto, Nivaldo do Barros, Ely de Araujo Barbosa, lldefonao Pinheiro e Getúlio Lino. Para cumprimento da Programuç!ío doa futejo11, foi realizada o. Mi&frn na Capela do DIYlno E&plrllo Santo prlo !'aclre Haroldo Harrison às dezoito horas • con■tou com as presenças dos senhu, ru: Eduardo Justo Ocariz, Cônsul du República do Paraguay; Sr. Orlando len h:lugn, Comandante do 10º Regimento de Cvalaria, Presidente du Câmara Mu- 11lelpal do Vere11.dore11 e outras nutorlda dea clvi1 e militares. Terminada a missa houve a Soouo 8oleo com a pre;;euça daa ·autoridades clt11.da", com exceçiio do Sr. Cônaul rlo Paraguey que teve de a1111ntar-1111 por motivos de força maior. Come nio p11des1e pro rerir a po leslra .:2:".z. o 'Suplente de Vereador David Bonfim de Ollnlra, que chegou utrazndo para u solenidade. Foi f&ito o segumto discurso em nome da Caiara, pelo vereador Ely de Araújo Barbot1a: ti E Voltais táo cheio de glórlR Vejo-voH tu nto crescei· Que o 1 Hvro du nossa I-Ih1tórla Nüo pod1, mais vos conlAr. Ei-vos enfim! São tüu grandes Vossos vultos Imortais Que compará-los uoa Andos Fora ab1lxá-los demole. 1.88G vai encontrá-lu como PresidE-nle da Provlnclu do Hio ürundo do Sul e M11rechul de Campo e na questão mili tar val em defesa do seus companheiros de fnrdl e uaeim ue pronuncia em me· roorávAl carta ao Bar/lo de Coteglpe: "E falam em Exérnlto e em dfecipllna! Subo precisamente o que é Exército, o quê é disciplina, sómente aquele que toma par• te ativa nas suas glória~; aquele enfim que esquece mãe, mulher e rilhoe para lembrar-s~ dentro da11 fiielrlB militaret1 sórneute àa Pátria e que para rellddade dela oferece o corpo no ferro Inimigo. St1.be o que é dlsclplint1. m!Jitar i,ómeate aquele que, no horrlvel do combale tem ll responsabilidade a mois difícil. a i elevadaa, incompreenivel, que é a res ponsabilidade rte soldado". Em Moto Grosso foi ajudante de ordea do Presidente do. Provincia. Casou-lia em Culabá. Foi comundante do Qunrt:.>I Ge neral om Transito. Em 1.889 assume o Comando das Forças 'avoi e de Terra. Daqui partiu de volta à Corte pura Pro clamur u llepúbllcn. Coube a D,•odoro entregar a Osóri<>. umn. espada l'0m o norne do Patrono da Cava laria oscrito em ouro, ofE:recids. pelos que serviram sob seu .Comando. Dizem que quando o Bud~ uasce}l em Coube a Or.órlo quando saudado no inverno, ma& a untureza cobriu-se de Paço de áo Cristóvão, com t!Xpanslvo tioru II o~ pé.llearos voltarnm a cantar. entusia!lmo responder ao Imperador: Ch•gou ao mundo um iluminado. "Snlve Osório, ho, bruvo dos bravos" Coutam, que quendo Cristo nas1;eu, a ''O bravo dos bruvos é um só. E es8e nolt• eachou-,e de Paz os Anjos cauta- é Deodoro." ram: AIPluja! Glória a Deus nus alturas M~us enhores: Gestos como ee!'rs t>ÜO e Paz 1111 Terra liOII homens de i>oa von- ta.de. Veio ao Planeia Terra o Filbo de próprios dos brn vos, para quem "a gló ria é n mais preciosa recompensa."' Deus. Nada m;;ls justa que esta homenugem Quundo o Mahatma Ghandi nasr.eu O que n Cilmarn :'11unicipal de Bela Vista Ganges correu bem mnamente e nessa t E;é it B} ·q1,3. g hora todns foram convidadon à preee. preP 11 ao x rc O rasi eiro, 11º es• p quicentenó.rio de nascimento de Deodoro. Chegou no wundo um homero do az. Deodoro é uma da!' expressões, vivas 5 de Agôato de 1.8~7. Alagoas· Brasil. do Exército Ur.u:ileiro, titmp,e suldndo No mar Ili andou cresceram, õe avolu- no rigoroso sentido da palnvr&, bravo maram, 110 agigantaram e quebraram-se e arrojaôo dill-nte do inimig-o em qual Doa rochedo11 com 11strondo, como O ru- quer campvoh•, ubordinndo ás ordens rnprriores, gir do■canhões. Os Anjos, sempre OS m•• guardando no coração toduE os &eotimentos Aujoa . Querubins - tocaram trombetas nobres, os anseios de liberdade, de fé na demo- i 1 1 A • abateram crncio de luto peln g:randez.a tln notso Pátria. om r troo marc l ; os .-..rcanJOS Ilo~rnclos e nobres colegas r meus ,enhore.: ospnda em contiuêncla. O Sen_hor dos Nosso pah c~minha altaneiro pnra o futuro que Ixércitoa abriu a cortina dos CeüS e eo_r- lhe é reservado no con,erto das 1 ações do Mun- rlu para o mundo. Nesse lnistante nasclli do. . . . Dtodoro, o Guetrelro. Diante das várias crises que dcspontom _no ce- S Buda e Cristo mudaram a História núrio internacional, vigilante para a agre+ão que e U &l r·t f' diu111rnnmente se r e n O' n, p n r t 1 d n d OS de doi• mundos trnzendo nova IilosoI1a, ,e desejam o c a o •• 11 d e s o r d e m, Ghandi com ll Palavra a 'H1stór1a · da 1 ~. ·i:revo• conslllntes ~olapante• da •~o•sn econo·. Jndl& domando o Leiio Brlt/lnico, D_eo• mia, para os pronunciamentos ofensivos à Seu d m u llBpa.da encerrou um ciclo rança acional, a nrdem ntunl procura construr oro,. co • d a lrcui- um 1-'nh socinlmente sfio, com uma democrnc1n nos- da Hilltórla do Brasil rorupeu "· d nboríucnc compatl'el com o estnuio d-, descn- t dl ~ • l·a de mais E> rne- ••· " ' • 1 " c Ir (çiio monarquIsl ' vlvinento cconmmuco que atingimos não apenas fo século. um democracia teórica; a ordem atual d ·seja pa Se Gbandi é 0 Patriarca d Nova I ,a o Puh umn _cl_emocrncin de plena l_ib~rdnde, ma• .. Estou rrocurundo normn1iznr 11 •ituação finnn• o D d é Pui do Regime Rapu- om responsabilidade, em que_o direito de um eira dos Prefeitura, c atendeudo a todos dentro dta, oo(oro o I I termina quando tangencia o direito de outro,. do, limites. O povo devt! •:tbcr que estou aqui por blicano do Continente Brasil2iro. Pra atingirmos a esse democracia é nccc•sário trinta dias ,•,pero, como todos dc'Cll.l cSpPmr. o Filho du Guerreiro e mãe heroinu e O 1eu.ladores, estudantes, lavradores, empresá- pronto restabelecimento d Prefeito Castro "intoe terceiro de umu prole de dez. Mais tarde "}',, .ritores._estejam cocos em_torno de um aí então tudo voltará moralidade". Segundo fosta d ·ia te o úmero três é per[eito s objetivo, unidos em torno das idéias do nos+o Marques é "prematuro e até esmo indelicndo prende",9 feio coto ríiho. es G ' .. rito nprcseat.tnilo ,oluçuc; e nilo nprnas cr,- pt:nsor eru >UCl!SSilo ou imnginnr pn,,i'ci, rnh,ri• e ele tam ér 'o1 per'_·' v' ' • '4aa. pois a critica destrutiva fácil n ,lificll tatus de Ca,tro l'irllt'. Ele {: o Prefeito. E,tá de pcso e como chefe militar. ósos ",,{{',, principalmente_nos dia> de hoje «m licença e cu por dever de lei tomei po--e. E-ta Aos 1 anos de idude um uno up08 ,j, um consenso que vivemos tempo» dificeis. afirmação de veterano politico é oportuna, pois . t dos d Escolu Militar sob o Coman I E,tejamu:< ,~do, unulo. no remo objetivo de já e comenta na cidade <Jlle o Dr. Cuelro 1'i,·,tu eh' (enerul José Jeuquim Coelho- de negar os nossos descendentes um Brasil maior e { não voltar± ao caro, ·gundo font·s da própria do de _ i riu, teve o seu btls- lo. sabemo- que o Brasil é feito por _nós. }Prefeitura, o fato decorre de pres-õe- de seu- pois Barão du IH,', Prieira. Meus obre» colegas. menus ·ahore: ; familiares. E de suma importância o comentário ao de fogo ua re_vu UÇl ~ ra t. em Contu u lenda que certa vez uma mire espera ] do utuanl< .,,,lítico l'crlro ];,-(, r'almicd: º"Tudo, Graça o epirito de combate' . -eu fillo que_chegava da Guerra cheio de cicatri- quera a @lta do Prefeito a-tro Pinto mas se b d g!óriu fui promovido logo ! e. e dr ., 6riu e quis dar llic uma rosa vermelha. ocorrer um imprevisto, principalmente no toca cu (l ;i' . fs no muddo existiam sómente roas branca. E- te a sua saúde que é_o principal. amo- apoiar e pofy z erp1tio. du Operugo Agult , tristemente. abraça a roseira e de seu peito colaborar com José Simplicio da Co-ta Marques Em 1.865 purtielpo ".'f' a dedica- ferido deisa cair gotas de zangue que cobrem a- que reúne ampla- condice> para continuar a óbra re e à sa volta Luis iuuI' ersos. pétalas das ros1s brancas. Nasceram asim as pri ; administrativa de Castro Pinto". lhe e a seus companheiros esses meeiras rosas vermelhas, Ea quisera também agora ter dessa« ro·as na cidas das gotas de sangue da Mie de um Guerrei ro_ que volta ao lr chio de glória para transfor- 111,,. a; cm uma coroa ,. l'Oluc:1-IJ 11,1 fronre do Soldado Brasileiro assim como faziam os grees te os romanos com euw deses e herói, Energia Elétrica É Meta primordial Afirmou Costa t'varques a a o t t a ' J Com o pedido d.- liconçn do prefeito Castro Pinto, sumiu u chefio do Executiro Helvisten se o presidente da Câmara Municipal, José Sim plicio ,ln Co,t• MnrqucF. O Veterano ,Polilico, ronh•cido p e l o « eus dotes ele político que busca harmonizar us diversas tendências', manteve um ligeiro contato com n no .... a reperta gm. Na ocasião, Costa Marques, traçou objetin,s e definiu mett1~ Jlrimôrcliais. nào íu:zindo ela~ já traçadas pelo Prefeito Castro Pinto. O novo pre feito frisou a sua "elha amizade com o General que estim., e respt·ito como homem p<iblico de grande ,·alor" t• que está" segurando o cargo e pwcurondo ujuclnr no que for possível". . Há , ários dias que c,tamoa com problemas de energia d?trica e o Prefeito Municipal afirmou que: "sei das dificuldndes cio comfacio. dn indú,. tria e dos lares Lelavistenses com a falta de ener• i:in elétrica .. ln,, afirmo que o problema dnro em breve s e r á eoluciona o. A cnu~a pri!l ... cipnl ela fnltu Ue energia é d,-corrcntc de pr,,blcmas técnicos e um funcionário da CEMAT estí en nossa cidade visando normalizar este problemas" Afirmou o Prefeito que 11 ener~in e!érrica é mt:ln primordial. 'o curto p~riodo que c,tarci frente no Executivo bntc4rl"i meio~ de ,:.olucionnr o pro l>lerun. Frieo bem: energia elétrica é a minha me tn principal'•, Brasillu - Uma ultn fon te rrov,..rnameut11l coniir mou u existenciu de es tudos pra determinar u neces. ldude ou níio de uc rnujorarem os preçoo tios combustíveis dorlva dos do petrólao.proximn , ruente, cuosldorando que o último uumento daqueles preços ocorreu no mes de maio pnsaudo e de lá para cú já 110 registraram tre altera çõe'J con'-eculiVilb D!l ta xa cambial !tlém do au rnt:nto de 5 por cento nos rreços cio petróleo no mercado lnternacio· nul. ,pesar das ulterações da taxa cambial que determinaram a deavalo rizaçio do cruzeiro em relaç:1o no r!ólar e o au mento do óleo bruto em julho passado PXistem indícios seguros de que talver não huju neces1<iducle de se lerarem os preços vi•_rPntes para os derivn• dos do petróleo. Entre i.unto, c:urn surja essa necessidade o aumento não deverá ultrnpal!llar a f> por cento sobre os uiveis atuais". A mesma fonte obsor va que os dado disponí veis relativo11 à estrutu r de preço!! dos com bustíveis iodtcum certa folga entre as tarifas em vigor P. a necesgldnde de se alterarem os pro ços. pelo mc>oos por eu- • quanto. uma vez que tem se registrado sensíveis reduçii.11 na evolução do consumo de gasolion no Brasil, desde, que o go verno optou pela política de preços reais dos com bustivels para forçar a r e d u ç ão do consumo. $[ IRl 0M É tüo fúcil • ssr bom! Por que não Iler? Por que não espalhar em derMdo;-, O perfume sutil do bem querer, Que faz a vida pare cer melhor? Um gesto bom uma pul:.tvra bôa! ' As vezes custam pou co e velem tanto! Como é feliz o que !!.ma. o que perdôa. O que sabe fazer ces &u.r ,_, pranto! Bela Vl1ta • Mt. DESBARATADA Rio Organização Subversiva Detidos o, Prlnclpali; RPsponRú volt{ • Comunicado Oficl11I do 1'' Exé.rcilo !tio 6 - () serviço do relaçiíos púl)lic•an do I Exército divulga a seguinte »ta: "DIJi&nelas bom sucedidas permitiram n lrlnut!Iil'ução e o doRhar1damPnto da orgnnlzaçllo subversiva dciuornl111Hít1 mo vimento peln emunclp11çf1 o (lo p1 olt·l11 rifl· do (MBP), lwm como a do!i>nçilo de v,rloH dos sou!! princl pt.dR ln tt•grnn te1<, lud os rnpondondo u compot1:rnle inquérito po llclal Instaurado untes metJmo dAt! rcf13. rlda8 detenções. A Secretaria de Segu rr.nçu Pública do Estado do Rio de ,Ja neiro, encarregudu da operuçll<', tornou público o<J edclareclmenlos uece,:1,úrios, além do permitir, cm entrevh11 colrt1- va o conhecimento detalhado de l'al<'B e proves s re6pelto daquela organiza ilio clandestlnu e dos elernentod qu1•, a travéa do MEP, tom sérí11s ímplicaçõcR c:om a ação &ubversiva no país. Recentemente, foram feitas o fümaçõe11 procuraudo envolver os órgãos de se, gurunça do I Exército, com o nititlo propóstte de tumultuar e de couíundil· a opiul!io pública. O prQblema, como é evídenle, loi e continuirá sendo tratado pels esferas competentes, até o pronuncldniento fiúal tia jmillça. º E, no entanto, cumpre esclarecer, desde jú: Os órgãos do segurança do I Exército acempanho.m e, sempre que necessário, atuam, e em íntima 1 i g a ç ã o com os de ma i !! organismos encarregados da mauutençllo da segurança interna na zrea. Pór essa razão tomou-s<i conheci mento de todas as peçut> do inquérito em questiio' inclusive doo uulos do exa me do corpo de delito, passados pelo Instituto Médico-Legal, os quais registram o bom estado flsico e mental d:)S delldos. EDITAL N.O 03/73 €L - Minist6rio do Exército 11 • Exército 9.n Rcgiiio Militar 4.a DC - 10.• HC H•r:imento Antonio João A Comissão de ·licitação do l0 Regimento de Cralaria. de acordo com o Dec. Lei 200 de 25 fev 67, resolve atravéz deste Edital aceitar pro• posta para aquisição dos seguintes artigos para fornecimento da tropa, no período compreendido de OI <le ouL a 31 dez do corrente ano. I- Car bovina sem osso, 50% de dianteiros e 50 o/o de trazeiros especini,, parn n fornccimcn• lo da tropa: a) Média mensal de fornecimento: 5.ooo k~s u proximn<lamente. b) Média <li.iria por entrega: 200 k;:; uproxi- ma<laruente. • 2- Pão Frnacea on de Sal a) _Média mensnl de fornecimento: 5.200 kgs - prox,mn<lnmeate. b) Média diária por entrega.: 2oo kg aproxima- 111ente. • 3) Frango, com miúdos, sem pés e sem cabeça, con1 pc-!o. minnno )>0r uni<ln<le, <le 1.300 kgi-. a) _Méd1n mrn,111 de fornecimento: J.2oo k~• n• proximnclu.meute. b) Será fornecido uma vez po ,emnnu. e) ~lcc.ha por entr~gu.: 2 lo kgs nproxiurndumenH•, -t. Pescado Fresco de J.u <Juuli<l~dc 11,is especi. tes - Dourado, la<i, Pnc<i e Pintado, sem Yiccrns e Fetn eu:amsia com peso ,·nriando de 2 u 1t kn:-, por nn,dndc. , ~ a] Local da entrega das propostas; Fiscalizsção Adm1n1strnttvn. b) Receber/, as propostas: Fi,cnl Admini:trnti,·o c) Data da entrega das propostas; 30 agosto i7. d) l:Iorar,o de entrega do propow,: uté lll,00 hs. ubenura lo:3o lu •l Critério <le julgamento: De n,clhor qunlirluclc r menor />rcfwo. O Loca de informuçóc,;: Fi,c ndm· QU Scn·i.-·o de Aprovi,ionam•nto. ' g) Condições de apresentação: Estar cadra-tado 110 lo• RC e CGCM!•· hl_ As·•inatur::, do Conuato: 31 de a~,,,to dt: 19i7 Quartel em Bela Viua, MT. !(1 de Ago,to l.97i. Wilar Nunes Viana Maj Ca PHRSlOENTE José de Ribamar. Cruz e ila Cap Vet - 1.1;:mbru Silvio Homero Finto Hodrgue- 2.: Ten 1{12 lnt Secret:.rio (DOUHiDOS OP - 'ff) O deleado rglonl de Policia de Dou rados. bacharel Nivaldo Cavalheiro, en vlou 1to UirPl01· Gemi de Pnllcia C1v1l do Estado Zuzl Alved du. ti1Jva, resulla do de uma sindicância administrativa solicitada pela Secretaria de Segurança Pública, a qual comprovou ,llos de v1oléucra pra· licados por um comissário f dois lnvos lig-aclore)> dtl polícia civil deatu cidade, da 2 de j1111ho úllimo, na cidade do Na vlrai com cobertura do ex-delegudo re glo11!1! (Mtlofabiano Ferreira Diaa, A denúncia do Incidente, foi feita peh vt•rudor João t1hlrquel! Luiz, J>resi donle da Câmara Muuiclpal de Navlrní e enviada ,rn governador Garcia Neto e ao Secretário Madeira Evoru, da Segu rança Pública. Assim,· foi dndo conheci mento Üil autoridades responsáveis pelo. segurança pública em Mato Grosso, da vioHucia prnlirnda no dia 2 de Julho, en Nuvirai pelo comissário Carlos Al berto 'Torres e pelo::; invesligadoras Jo ão "antnna e Lidio Sarut<i, que tispan caram violentamente o comerciante ileuigno Pinheiro Cuvulcattte fato com provado alravés de exame métiico ane xo uo processo enviado à Diretoria Ge mi de Policia Civil em Culabú. O mai& Implicado neste é o iuveatigador 1 v a Ido AA e n tS o, J o ã o Pereira Foi c-laborodu a programação paru us solenidades comemor11livas ao Dia do Soldado, a realizar-se dia 25 do correale. Recebemos comunicado do 10° RC com e,lu programaçáo: 1) As 7 horus • ao pátio interno do Regimento: Missa e Páscoa. dos Militares 2) As 8 horas - No C/mpo de Poli, Formatura do Regimento Entrega de Medali.Jas Compromisso de Oficial Jurumeato u Bandeira Desnle DPmonelração de ginástica sobre apu rellÍo'> Demonslr&.ção de volteio "Currousel" Recebemos ão Te. Cel. Gay Cardoso Galvão Vários exemplares de seu livro Crõnlcai:; do Cotidiano. Os belavisteDRes guurdam singelas recordações do diotlmi co miliat· que aqui serviu como major e l'oi o grnnde iocenlivador do esporte bela v!stense. Além de • suas qualidades literárias, o Ten. Ce! Gay Cardoso Gal vüo é uru entu,;iusta do Cinema; 01:1 seus es[orço;; em pró! do cinema nacional é 1 <'eouhecidó por todos. Ainda possuimoB - lguns exemplares do seu livro, os lnter ressados procurem a Redaçllo da Tribu nu que ofereceremos gratuitamente um exemplar. . Sugestão Semana úa Pútria (fie 1 u 7 de Setem brn Lei Federnl n.o 363, ae 6 de Abril de 19 l9) , semuua em G.prêço vale co mo comen:oraç:io tio 7 de Setembro, em especial, dal:i. magoa de 110;:;a história· quando o Brasil ll~ loruuu ludepeudent~ de Porlugal._ O recordado na poesiu, nu pl'Osa. nos livros de loiturn, nos manua- Sautaua, que sr•r.:uudo. i.15 tcsternunbu 8 , agrediu com socos, ponla-pés e coronha dns de rovólver, o comerciante Benigno Piulleíro Cavtl!cnnte. Sómente vitima, entretanto, é que acusa os investigado rc, Cario· Alherlo 1Torres e L1dl'J Saral(, . t1,ilc último exonerado do quadro civil, através de ulo publicado dia 29 de 3ulllo, ao Diário Ortclnl do Eslarlo. Quanto 110 Ex-delegado Celllofublauo ~errelru Dias, estt tambem implicado, pois assistiu lo da u cena de v!olênci 1 1, sem repreender seus comandados. E, segundo o delegu• de Jaime R±fael da Silva "Bigode" da cidade de Naviraí, o AX·dEleg11<lo estava com sua equipe em nviraí a passeio e não em cumprlmenío de, qualquer mlss1'o políciul. Esses utos de violência foram registra dos na zona do meretrício de Navirt!.Í e, segundo as le9temunhas, o comerciante Benigno Pinheiro C 11valrante RO nao foi morto pelos policiais de Dourados, graça d u Intervenção do delegado daquela cida de, Jaime Rafael da Silva. O resullado da Sindicânria ~ compro metedor para os lnve"tígadore1::, uma vez que uma das teslemunlrns do ineidenle é o próprio delegado de polícia de Navi raí, que interviu para que não se r.onsu maslle o crime. is de civismo, merece a coasagrúção que lbe devota a e;,cola br,asilelra. Deve ser ele estudado nu sua significação, fi. guras, origens e co,,sequências, nos di versos níveis e ramos da escola. Nas normais, o assunto enseju estudos mais serios, pesquisas bibliográficas seminários, ::non0grafias, aulas práticas nos ginásios, pode-se fazer o estudo do !ato, com a focalização da figur,1 rle D. Pedro I, de José Bonifácio, ospecialmente. Crianças do Curso primário farão de,;enbo do "Grito", das figuras do Patriarca e do Priocipe, marc11dore!I de livros, cartaze11, recordando o grande acontecimento. Dia do Soldado 1 ESTADO DE "Eu vi os corpos de tropa mais nume rosos, as batalhas mais disputndas, mata nunca v, em nenhuma parte homens ma is valentes, nem cavaleiros mais brilhan tes que os da cuval&ria sul-riogranden SP, e_m cujas filas principiei a desprezar o perigo e a combter dignamente pela causa ea, 1 grada das nações. Quanto• , czes me ,·i tenl'.!ldo a • patentear ao mundo os feitos assombrosos que i eft.tuar por essa viril e deeteuu<la gente, que us tentou por mais de nove anos, contra um podero- so império, a mais encarniçada e gloriosa luta. Não tenho escrito semelhante prodígio pela carênciu de habilitações; com meus companheiros de aras por mais de UIUQ vez, porem, tenho comc:ntorado tanl.n hruvurn nos combntes, quanta ,:reuero•fdude na vitória, tanta hospitalidade, quantó afgos ao estrangeiros e... a comoção que minha ln, entao ainda jovem, sentia na presença e na majestade dos viris e cavalheirescos exercícios de vossa ju entude corajosa;_e. rcpassando pela memória as vicissitudes de minha vida entre vós, em sei nos ativisima guerra e de prática constante de ucoes magnammmas ~.. como em delirio, brado: "_On<lc t:starüo :ii;or:i. ê.<ses belicoso,; filhos do con• tinente; t:ão tnajr.stoenmerue tcrriTei!I nai. butalhaà? on<lc Bento Gonçah·C!. Neto. Canab:irro Tcixeirn e tantos valorosos que não me lembram! Oh qu.±- tas vezes tenho desejado nestes campos italiano± um ó esquadrão de vos»os centauros, avezado u carregar uma masn de infantaria com o mesmo dc5ctnburaço com que o fazem a um.a ponta de gat!u ..• Onde •e: ach:uu eles? JO:3Ê GARlllALDI DIREITO Ao discordar daquele que pretendem a inexistência de lllll l<taclo de Direito entrr. nó• nlioervou o ,!,pulado Jo·r- ,,t· Arl,.,~e U11ENI.-P.) •Jllf, em ordem, segurança, traba lho e tranquilidade, tereruo condi,@_Para superar a nes. a« dificuldades matriai, pa· ra que o Estado de Direito seja, aqui, aquele que perita a mais justa reparti,o dos frutos do nosso crescimento, a elevação do u o s o ní. ,d dt" ,idn e, em ,urnn, o de. envolvimento cora +eguratça. Unia Conatillli·i,o, p a r a o }>nrlamen_lnr, nfio é mais do que a carta de soberania na· cional, o documento próprio a ddin..-ar o EBtaclo como 1111• tituição política uprema na ordem inlcrnn r. COIIIO nnr•o indepcndeale, no pluno i111er nacional, assegurando, na +ua parte dogmática, os direitos dos cidadão•, que niio devem, porém, superar u razões •lo Estado. A,Aim, tanto pode lia ver um Estado de Direito, ,em cario constitucional, ,omo uma clitadurá, de futp, existen te II Comtituiçiio mais liberal. Pacificação O deputado Augosto Trein, do Rio Grandé do Sul, ma aift.·stundo-so em nome da Arena, deplorou a exo.cerbaçáo de ulg•.1· as parltimeotares oposi cionislas. que ter usado agresaivo.s pnra concei tuar deputados da Areoa,. entendendo que, deste, modo. s~rl!.o infrutiforos os esforços que se pro· movem no sentido de uma paciflcaçlio Nacfo nal. • A verdadeira democracia e u que •• pr 1· , d eleiões ], arca atrvés le ti ~}"""·,firou d ("1DB-BA) 1 d e r 1 e o Olireira • p,ua. ~ue.rn :io tc,-r- rno no . .- . . ' •eu •enh o hu16neo e exato - - 1 . ' nao se dee aplicar }"""Tr ieio. siiG e dia,}" 3rate e a+i» tiva <U • n c.ruocracia rrla .. •er 1:!n e ~a realidade. poderia e o m Oª se ""'!ºenteia limitada. Braail, Yi, at.uahneutc no / fiel• Vl1la • IJT 'Tribuna_da__Fto!o!E ih}i NOTI IQUIDIUDNENSESª . Do Corre'lpondenle Nota esportlvun o diveras 4quldaunan esteve bastante movimon tala no inl deus, seman om relação •• fut,bol. No nbado ltvomo& uma 1 pnd• n1>Uada d• futebol de e11lào cnde bom públioo compareceu nu quudra do Blg Lar Atlético Club. !,. lfo Domingo, pela purto d manh, m•I• futebol, as equipes juveuh1 do Vila Nova e Bairro Alto, deram proseegul- 111,oto ao oampeonato da cidade, 3 ten IH a :z:ero para o Vllll Nova. l>I0"8009<,C>iQ Na parte da tarde, pelo campeonato da 2ª dlvllll.o, a equipe do Cera nilo te n dlflc11ldadu para derrotai· o Cojur por 4 tentos ll 2. D04 4080 0 NI partida principal pela l!! dlvlt,lio, o Vila Nova venceu o Bairro Alto por do- 11 tnto1 u. 1, numa partida dlrlcll e tu multuada. D3 044 b4 Mo aml1to10 Interna.clonai reallzttdo tm Slo Paulo a l'qulpe do A tléllco de M11.dri aurpreendeu meio mundo 110 con quitar a taça Governador Paulo Egydlo. Na quinta feira, na primeira partida o Corinthlu perdeu na penalidade máxi ma para o Santos, e o Palmeira tam bem perdeu na penalidade para o Atlé tico de Madrl. No domlogo decisão. Co rlnthlas conquistou o 3% lugar ao ganhar do Palmeiras por dois tentos a zero. No jogo prluoipal o Atlttlco <.le Madri van oeu o Santos nas onlidade8, ngrando- 11 campeão da compatiçlio inlernal!ional 09@-+090 04 As alunas do terceiro ano Normul, es to apresontando na cidade um peça teatral. "Opioilo". Segundo comentário• a f '9ª eatá agradando a toJos. De #te@ ~quldauaua jt HIil vivendo o mes do uu ailiYer■ário. Dia 15 de agosto. Fara !110 virlaa fut111 e novidadu foram pr~paradu. OesfilH escolar civil " JDllilar, jogos, comp,tições, ,.. bailes. ala o concurso de pesca que foi rea lizado no dia 14. tros. 'Todas as vezes que tomus alguma colln ou nluem para ti, deixas de mr, pol.i t·et-i.;11~ de dar. Adas u contra mão. 03±0r%93 Amar ullo é dares alguma coisa, é an tes rle ludo, ''d1u-te". E~tarás amundo, 16 1,stiveree dando.te ou colocando-te ln lelrnrnente no que et1llveres dando mes mo que ettja o mais material doa objetos. #1 593+39 Mia ma aquele que dá mais. Se qul• seres ao.ar ald o fim, precisas estar pronto a d11r toda a lua vldn:, Isto é, morrer paro li :nesmo, pelos outros. 9493000 001 Nunca poderás pecar por amor. cado é não amar bastante ou mal. 44+o A.goelo. o mu considerado por tudu, como o mes do azar, até agora no mos trou dns sua em Aquidauana, e per ai?. ±os-ce A. praça iodependente, que prom_ete ser uma das mais bonitas da cidade Já eatá. quase pronta, no dia dit. i11auguraçãio hneré. muita festa. Q pe amar Donlzelte 000390993 003 A Rua do Lazer: Projeto Rondon. Dando continuidade das colsa11 boas que a equipe do Prajelo Rondon deixou no. Princesa do Sul, todos 011 Dornlogos em todos os bairros da cidade notamos com alegria, que as alunas da Escola ormal, estão ministrando com dinamis mo a jó. tradicional Rua do Lazer. Pare beus as aluoae do Normal, e nos~os a gradecimenlln ao pe1>doal do Rondon. 8G090k6 90 Fe,ta da cerveja foi Sueesso: Ola 6 de agosto foi realizaria a famo sa resta da cerveja em .'quidauano, pro moção do Lious Clube Local. Os promo tores da festa no final estavdm todos sorridentes, pois mais de cem caixas de cervej11s foram consumidas pelos que lá compareceram, dizer o estado da turma é desnecessrio, pois ucrt.-dilo que todos estavam prà lá de B!lgdt'l #89#rG ma, e Outras Bruil 'eto. Presidente da Lina E,portin Aqui ,lau:1nen1e, euá com a corda todn. pou:ivclmentc urii o candidnto n Vice Pre,idenle dn Federação, ele é um do, muior.:s inctnlivndorc• do uo,so futebol local. 09c« Gunnandy, o verdão local, joga dia 13 em Co n:mbá nn parte dn noite contra a equipe do Amé ricn que no último domingo ganhou do Guanandy por 3 tentos O para muito eue jogo foi Zebra, Mauro Lucio Ortiz pre,i,lente do Yerdüo, e • l á preocupado, pois o mesmo alga que a sua equi pe nunca Jogou a noite. oeo& De O Seuentn de Dela Vista, juotn,ocnte com Bairro Alto de Aquidauann, Cruzeiro de Miraada ,eleçãu de Bonito, aão do. me,rua cbne da Taça Auis Chntcaubrinnd, que ,cri coordenada poli Li• ga Aquidauane_nse. , Equipe do Jardim, como campeão da última taça, entra 1ilmentc nn fuc final. .>9<J;tMi)lj(!Ol!Q No dia 1l de agoto, véspera do aninr súrio rla cidade, j o g a r a m no Estádio No• roe1te a equipe do Operários de Dourado• contra • 1 a le ç l o 1 o e a 1. O O p e r n r i o de Campo Grande, jogou contra o Gunnandy no dia du ani,·cuirio dn cidade ■ no passado, Estadual e normal, disputaram um belo troféu para o primeiro lugar Comen ta-+c que A fanfarra do Ealeio tinha tudo para conquistar o troféu novamente. D',(,)l',O,>o"o)lj() A famosa Cronista ocial dos Estados Unidos, Ela Mawel, redigiu O dez Mandanen tos da boa nver+ação. 1 Mantenha-e a par dos n+suutos da atualida. de lrndo o, úlrimos livros revistas jornnis, 9 o deixe que os outro» percebam io. 3- eja humorista, mas evite os sarcasmo». Deixe as malicias nos outros, nsairn evitará ioiruizad~~. 4- Saiba ouvir o que os demais tem pura dizer 5 - Tenha na mem6rrn nnerlutcH 011 pergunta, interessantes. Evite repeti las para o me+mo gru po de pessoas. b ão provoque discussões sobre a»suntos em imporlancin evitando polêmicn, u reipeito d~ rc • lii,:1il•• polí1icn1 e, coisa• Intimar. 7 - Quando ouvir umu historia para rir. Hia E ludo bem. 8 . fio inicio con'er!.. purliculnres diontc de cslrnnhos n' menos que 01 poua incluir oa con'crsaçio 9 • no tente monopolizar n converu, lo - üo faça perguntas indiscr.-ta~. Dr. Laucídio Valdez de Barro Clrurgilo Oentls ta CRO 557 Mt Cllnlca de Crianças e adultos Atende-se com hora marc•da Ralo X Con,ult6rio Av. Duque de Caxiu, 508 (Ao Ladu do Danco Financial) J248D0M) MIA1O G30$$0 [l Um novo lar para seu confor to - Restaurante dormitório e ambiente super Famili_ar. Otimo local de estacioeamentJº Rua almirante Barroso 323 BELA VISTA I7 1EIEI MT- ré e teoe? Givanlldo do Corinthis, já voltou p ra o seu antigo clube. Saata Crur. Fal co e Caçapva estio sendo pretendidos pelo Corinthiu. NÃO ANDE NA CONTRA MÃO . . A, fanfarnu dos colégios da cidade tre- O amor é uma estrada com máo unl- naram com afinco para o dia l5 de agosto, onde u aa f.lnfarrH do Cezar, Falcão, este umpcão do a- c. parte senpre de ti para ir aos 0 ·----------------- SERGIO .ROBERTO PERONU111 ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso MIu!!rio da Agrieul tura - M.A. Instituto Nacional de Colonizaç/o e R ~rorma , !rár'iu-INCH/ Courdl'nadorla Regloaal de Mato Grosso - CR - li Projeto Fuudiárlo Jar diw - CR{13) T (7)/0?i' Prorrogação de Prazo de Edital O I N C l1 A comunica as proprietários ruruls da área abrangida pelo Edltol para llatificaçAo de fítulos no rnunlclpio do 13elu Visto, que o prazo purn entrega do docu mi•olos foi prorrogado por trita (30) dias, ren cendo impreterivelmen te em 16/09/77. Sol111lta-':le o compare• cimento à sede do Pro jPto Fundlárlo em Jnr dlm, de todos oi; propril!• tárlos que venham en. contrando dtrlculdadu na composlçll.o dos do cumentos exigidos, a fim de que possam os mee mo, receber orlenta9ll.o correta em beoeffolo de seus Interesses. Jardim, 10-08-77 Feira do Artesão em Bonito Diretores, Profeuor.-s e alunos da Eacola Esta. dual Luis da Costa Fal cllo, convidam a todos para a feirn do ArteslLo, em Bonito estf' mês de Agodo, o acontecimento contará com as pro&et: ças da t" Dama do Ea tado ra. Ligia Bergn Garcia, e a Cusa do Ar tuão de Cuiabá. Colo.ho rem poie esta ó mai uma prernoç&o do Su doeste. Leia e Assine O Jornal Tribuna da Fronteira CHIRM BOUJ-IQUE de Esmilda Artigos finos moda braaileira. Cbarm para Compra diretamente dae fábricas da11 • famosas· marcas: Boutique uma palavrinha sempre Senhoras e Senho_ritas, Bolsas, as Proença últimas novidades (Didi) da Gledson. 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Faz saber nos que o preente Edital virem ou dele conhecimento tiverem, vom prazo de vinte dins, que Cita Hirchardt k unt Llko, brasileiro, solteiro, maior, resilente em luar incerto e no bilo para com»parecer em Juízo r manifestar.e nos termos do Processo de Execução n 62/77, em que exequrente laneo do Ira.il 5.A,, tudo conforme petição e despacho abaixo trnn-ritos: Excelentíssimuá Senhor Doutor Juiz de Direito da Cmunrrn ,le lleln Vista Estado de Mato Gros+o. llnnco ,lo Brn•il S.A,, llni,ro Ofit'ial tlu Créclito, Oro da Administração F·deral Indireta (rt, 169 inciso I, do Decreto-lei 200, de 25-02 67), elemen to integrante do 5item Financeiro Nacional, Membro do Conselho Monetário Neionl, Mem bro da Comissão Consultiva Bancária, Instrumen to de Execução da Política Creditícia do Gover no Federal, gozando dos favores, isenções, privi Jépios, _inclusive fiscais, que_·ão próprios d Fa x.raln Nnciorrnl (nrl. 1.6,7, 19 e 5U , a Lei n.o 1. 595, de 31 , 12. ele 1961) cnrn o foro priv111ivo dn União, como mandatário desta t nas operações que a lei especifica (art. 70 d Lei n.o 5.0lo, de 30.05.1966), com Hedc cm Drusílin-Dis1ri10 Fcclc rale ngência nesta comarca e cidade de Dela Vis. t (MT), via de seu advogado e procurador que eslll subscreve [cloc.j.) com escritório nn rua Gui Lopes, 40-1, na cicladc de l'ouln Puni (Mt), onde recebe intimoç,io (nrl. 39, mel, do CPC), re+peito +amente a Vossa Excelêncin vem expor pnru, ft fmnl requerer: 1. cm l·l. 10.75, o Sr. Hichunlt K uni Balko, brnsilciro, solt.-iro, maior, nn époru resi dente e domiciliado nesta cidade e comarca, emi tiu, em fuvor do poatulnnle, n inclu,u cédula Hu rul Pi~noratlrin • 0751099 - CHI•:. PROAGHO no alor de CrS •19-1.700,00 com vencimento pura 25.07,79, medinnte us condiçõe• comtnnte• do tí tulo. Posteriormente, em 2VO J/76, p pré citndn cé• dula de crédito rural foi devidamente aditada JlR· ra o fim especial de ser incluídos n garantia, sob penhor, os bens descritos no tópico aquisições adquiridos com parte do numerário emprestado ao requerido, por força do contrntnção tio mútuo. Como se depreenda do instrumrnlo ce.Jular e seu aditivo, foram ele, inscritog rnb 11• i793, fls. ITT do livro 9-B, em 15.10 75. Em clo11t posterior, i,. to é, em 18.1275, em complemento no finnncia mento dantes descrito, fol emitida, também, u cé dula rural pignorntlcin EAC 751113- CHE. PRO. AGRO, no rnlor nominal de Cr 26.000 com vencimento para :5.7.76. inscrita sob n, 3.1ló, fls 173, livro 9.8, em 22.12.75. Assim, s garantias re. ais dos instrumentos om preço, assentaram·se, definitivamente, em; a) Penlior cedular de pri. mcrro grau e sem concorrcncia de terceiros; 375. 000 kg de arroz em cnsca n CrS l-12 por quilo Cr$ ;,32.;,00,00 l2o.OOO kg ,le sQjn CrS 15.ooo,oo l carreta marca cambé para 6,60o quilos, com raneleira CrS 12.ooo,oo I trator C.B.T. l.o9o, ooo de 1973, motor 7o8o019 Cr 6o.o0o,oo I tanque de rombu.tl'el por11 2.ooo litro, Foliritol CrS 9. 000,00 1 cnrreln pnru ·1 loncludns, marcn Faaavia CrS 6.000,00 1 grade nivdado,ru 'aldan, com -12 discos de l.ooo,oo ? grades de arrasto marca T. tu. com 2o disco• cotln CrS 2-1.ooo,oo I nrnclo Sons 4 di,cos 28 CrS 16.ooo oo I trator MF 65 nao de fabricação Tlm motor 8242] CrS 1o.oco,oo I rdo de 6 discos 2 marca Supermag Cr 16.o0o.oo l ■emcodubadeira marca Sem Hi,nl 15 linliu ano de 19i3 CrS 9.ooo,oo I lrntor C.IÍ.T. ano d~ 1969, motor 20-175892 CrS 4.S.ooo,oo l trator almet 85 10, 78 llP e/ motor MWM 4 cilindros com hi dráulico, e acesaório, Cr 79,300,00 I grade ni reladora marca lassa com 32 discos de 18 CrS 12500.00 I o rad o h i d rá u I i e o tn r - ca tlaldan de 4 discos, de 26" CrS 8.500, 00 1 tanque de f!bergless, com a earreta po.ra pulverirnçüo e capacidade de 2.000 lltros CrS 9.ooo,oo b) Em penhor oedular de segundo grau o sem coocorrência de terceiros, os meomos bens anteriormonh, descritos. uma vez que a cédula, que re cebeu os bens em penhor de 2° gr,1u, foi emitida em complemento da anterior. 2. -O COM PRAZO DE 20 DIAS Forum pactuados juro e taxa de 1%, u0 no, elevávets de P, em cno de mora, ciente o t1mllantt1 do qut>, luadlm• pll<la 11 ohrlg11çtlo, suport11ria, ulnda, mul- 111 po11al (qui;, não se conlunrle com ~er l>a houhrla. • cfe. julgados do Trlbun11l do /Içada Civil do Estado de São Paulo Vol. 22. pág. 110 , 124) de 10%/ sobre ú débito, por npllcuçúo do disposto no 11r tigo 7 J, do D.L. 167 /67, ulém dtl obrlgn. ç/io de rosponder pell',B demais despeaas quA, eventua.lmente, Uvei;eem de ser rea liz11dru; pelo ~upllcaote, objetivando n Aeguruuça de seu direito credltórlo. Ae im é que, de conformldado com o arti go 4 do D.L ](i7/67, abriu o requerente, com o v1ilor dns cédula11, uma cooto em nome do emitente. Vincule da à operação e que, presentemente, registra o ao.Ido negativo de CrS 630.313,33 - 3. E, 111lo tencln o emitente pago as parce,lns con vencionada9, a dívida tornou-se venci• da desde 25-07-íG o ainda niio regulari zado, nodo. rtbstante os Ingentes esforços do suplicante-credor, nesPv st?ntldo. Dti sorte que, embassudo no art. 41, do De creto• Lei JG7 /67, com binodo com oa de nºs. 58-t, !II e 646, estes do Código de Proce,fso Civil, quer o Poatulante inten tnr, como efetivamente . Intenta, contra o Sr. Rlchardt Kunt Halko, já qualifica do, a presonte execução a rim da com peli-lo ao pagamento da divid11., est d monstrada pelos "extrato;·· das contas • Yiuculadufó, atualizados u té a presente data, à opernção, referida no item pre cedente, medi» nte a exproprl11çào de bt-ns do devedor. 4. Além disso, o devedor pl gnorutício, abandonou nessa comarca alguns dos hens objetos da garantia e da qui ausentou se, tomancjo rumo ignor!ldo levando consigo outros bens, lgunlm,rnte 'lpeuhados ao Suplicante. Diante desse fato, o Exequente ingresi;iou ne11te Juízo com medida cautt>lar·(ai,quostro) contra o executado que, deferida 'initio Iitis" se coaseguiu aprender os objetos da garantia que aqui oi oda permonccinnt eu encon trn.m, 11tualmente, depositados em mãos de pe!!eoa idônda, nomeada pelo Juízo. Dita medida cautel&r tem 11eue trfl.mites pelo C11.rtório do 22 Oficio der.ta comar ca. 5 Requer, Jessa forma, digo-se V. Exa determinar a citação por edital do devedor, uma vez se encontar em lugar incerte e não Stibldo, para pagar o "quantum" a,:i!Jla referido, 11crescido da mu!ta penal de 10%/ (dez por cento), wais verba honorú:ia e dei;µesas judici is, dentro do prazo de 24 horas (arl. 652 do CPC). penn àt! confe~so, convo lando-se o sequestro dos bens ofertados em garanti11 em penhora, indtipendeote mente _de nomeação. O devedor deverá ser cientificado de que terá o prazo de to (dez) dias para se defender, ceso no pague no tempo aprazado. atra vée de oposição de embargos (art. 736, c/c o de 0°· 738. do CPC). ocasião em quo s,r{l advertido de que seu silêncio i:nplicará na presunção de ter aceito' como verdn deiro, todo o legado e I o Suplicante art. 285, 2º parte). A final tt presente se• rá aceita em todos os seus têrmos com julgamemto rocodent e, via de cose quêucl.a, p11g11.rá o executado o p:-iuclpal. juro11 moratório&, multa penal ho- norário• e despe1a11 Judlclal1. t:i. - Adian te o t'Xequente, com rt'laçlo 11.01 _ Juros contratual1. que lnexl11te, na eapéo1tt, vlo laçllo à Lei da Usura. É que a Lol 4.595/64, embora não r■vogn.ndo aquela, 110 dispor sobre a Pollt1ca • u l1ntltul çõ11 Moneiárla11, Bancárias e Credltfclu, componentes do l»tema Financelro Nnclonnl, estabeleceu nerm11& próprla1 no que diz respeito à taxas de juros. descontos, comissões • qualquer outra [orm do remuneração aplieávseis às operações e serviços bancários e Jloan ceiro, pelo Invocando diploma, ta 1 • remuneraçõea, até então limitados a 12% (dozec por 11ento) ao auo, passaram a se sujeitar, exclusivamente, aos tetos fixa dos pelo Conselho Monetário Nacional (art. 4º, inciso 9°. da Lei nº 4.595). T1ll entendimento jé é o do Colendo Tribunal de Alçada do Est1:1.do de São Paulo (A· pelaçií.o n2 170.855 "ln Repositório de Juri11prudência do Tribunal de . Alçada, Vol. 19, pág. 19/20). E o Pretório Excel o em voto lapidar do emloenti, Mlol1tro Luiz Galloti (recurso Extraordinário n !14.141, publicado no O.J., apenso 11º 13n, p ã g. 509, de 23.07.64), as s i m igualmente entendeu. pel•1 expesto . e desde já requerendo a produção de pro vas documental, pericial, teelemuohal, pena de revelia e confesso, com 01 In clusos documentoa, pedindo, ainda, dia tribuida estn por dependência ao 2.o Cartório, 11 fim de ser apenaada a os tt uto11 do arrt-sio, digo, sequestro; convertendo º em penhora, dando-~e, para afelto11 fiscais, o valor de Cr$ 630.313,33. Pede deferimento. 8f'la (Mt.), 14 de julho de 1977 (a) P. P. Alfredo Candid o S11ntoe Ferreira. ''Despacho: O.R.A, p/dependên ci11 do 2.!l Oficio. Após oit•-se, como requer. J. p/Bela Vista, U./07/77 (as) Dr. ,João Cai-los Brandes Garcia - Juiz de Direito." O prel'lente Edital serA afixado no lugar de costume e publicado n11. for ma d11. Lei e seu prazo, qu~ correrá da primeira publieação, considerar-se-á transcorridos assim que decorram os vinte (20J dias fixado e assim perfeita a citação. Dado • p3f!sado r.eeta cidade e comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, ao quatro dias do mes de agosto cio ano de mil novecentos e se tenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes Escrivão do 2.o Oficio, fiz datilografar, subscrevo. . Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito Dr. Ivan Alouso ~a Casta Marques ADVOCACIA EM GERAL 1 Hua Voluntários do Pá1rin, 376 . Fone 210 Bela Vista· Mato Grosso Obscurantismo da Censuro O deputado . Álnr11 Vali e ( Arena-RJ) ctul derou ob11curant11ta a cen21ur11 ■obre livro■11- trangeiros, sustentando qu•, oom medidas deata natureza, não formare. wo, uroa opinião públi ca realat"9nto á subver o e aos extromlsmos, ManUutando ceinflan Qll na superioridade da democracia, o repreaen tante da Arena dil'H 11- tar hoje Imune à tfmta. ção do roarxismo-lenl nlamo, graça, a etudos que duraram anos. Álnro ValJi, afirmou que, com a censura, pr1- tenduu o Governo. cer tamente, impedir a di vulgação dt obr11.1 e re vistas imorais em nono País. Neste cmpo, H gundo enteod!, justUl C-80 censura. O par lamentar também ~cha que ae deve evitar a en tre.da no País de obras subversiva■e11crtta11 ow português. UNIDADE NACIONAL O Bruil. no entendr.r do drpu tado Adhemar Santillo (MDB G 0), m a i , do que: naaca necc:uita de: uma uajAo nacio nal, pa.ra 9ue ,eja ,uperado o fosso existente entra nosso Pah e uutra■naçõu ciTiliu· daa, com o governo cego e •urdo ao clamor popular e de• e di,taaciado. Frisou que todas as for çaa vhu da Naçio, 11-■ta ho• ra ddicadn d a conjuntura nacional, prcciaam calar uai du para que o Bruil adquira foro, dr grande potr11eia, 16- mente possirel de»de que en tre nó■,e i111tale ama demo cracia ■cm iupu e ■rm adjr tiros. I COMÉRCIO E LIYD Una· R E P R E S E N T A C Õ .E S . Mauro .Jorge Gusmão Adnboll, Inset.ioidu:1, Herbicidas, Sementes, Calcário:!. Tratores Ford, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Catannto■. Brevemente fiHais em fiela Vista e Antonie João Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 1 Ponta Porã Mato Grosso ---~-~ Sollciln•se a di'tr:lguçilo desta Nota di- • 30 jul 77 ou depois do dla 3O ··concurRo Se1·viço Militar/77 Lançamen to Com o oh~rUvo tio proporcionar à ju v1!ntude, estimulo p,ira molbor avaliar u [ importância do Serviço Militar, 9 RM lança o COIICIJl'HO 11 ::iei•viço ~lililur/77" sohre o seguinte tcmu: " "O Serviço Militar como Fator de In- tegrnçüo Do Civis E ~1illturo!l." i O concurso em caráter regional, tem abertus as iuscrições nos rstucluuleA <1011 estabelecimentos civis de ensino médio, que pod<wllo aprrsentn.r um texto sobrei o tomn proposto, munusc1 lto ou dn tilogrn !nllo em uspnço duplo o que deverú ser felio num máximo de 15 e minlmu ele 2 folhas tamanho ofício, utilizadas só meot9 em urna das fuces. Os, trabalhos deverão ser ~nlrrgues pelos··coucorrentC's nu sede da 9~ riegi áo Militar (SSMR/9), Comandos de Guur nlçií.o, 30º CSM, Deleg11cia de Servíçu , }!llllar e juntas de Serviço Militar, con• forme_ o local de residê•wia uo cundida lo, '1entro do prazo est.lbPlecldo nus ins truções distrlbuidas ao~ Colégios, de mo ido qun, u 05 out 77 tortos os trabalhos ·estejam no QGRt9. Üfl trabulhos classi ficados na fase regional 11.irúo <>ncaml nhados à DS~J (Brusília-DF) onde con correrão um 'Amblto Nacional. PRÉMIOS Serão conferidos os i;egulntes: - No âmbito Nacional: 1° l~gar ..... CrS 6.000,ú0 2? luar .....Cr$ 3.000,00 Melhor "Apresentação" ... Ci$ 1.500,00 e Menüo Honrosn No Amhito fü,gionul: 1° lugur ....C$ 2.000,00 2'' lugu1· ..... CrS 1.000,0() M<>lllor "ip1ei<ouluçúo CrS 500,00 Do 1° lugnr ao 5'' lugar Diploma de ''Cooperuçti.o Meritóila·• Prescrições Diversas Os tmbalhos deverão Rei' ncornpunhn dos da Declaração do Estabelecimento de ensino sobre a série e curso quo o candidato freqüenta. Este documento ser virá também pura a iclenlificaçüo. 2 Niio i;erfio couslder11dos os lrubalho5 qui, deixarem de cumprir quaisquer das dli;poslções da rPgulnmentaç.:.o dlstribuí das aos 'olégio8. 3 Bibllogrurta - rfütória do Brasil, Rio, Dloch Edito• res 1972; História tio Exército Bra!-llelro. Ed. Estado Maior do Exercllo; • I·fütória do BrnRil, C1tl6ger:1s, Pandiá; O Exérci to Visto Pot· Um Civil, Monjurdim, Ido! fo Polll, l3ibllotecu do Exército. Hlli8: O Exército é u Nuclonulldade, Mau!, Cn.r dos, Biblioteca do Exército, 1950 Enci clopédias Diversas e uindu: Defesa Na cional, Letrus em rnarchu o Verde Oli vs. - Lei· do Serviço llllll!ir (LPi 4375, de 17-8-li4 - D.O. 3-set-1>4) - Regulamento da Lei do Serviço llill tur (Dec. 5GG54, de 20-01-BH Supl. ao D.O. 31 jan 6G) encontrados em todas as or ganizuções llilitures e juntas de Serviço Mililttr. lnslítuirlo no Brasil há. cerca de vin te anos, em homenagem no Dr. Hugh lll,nnett, pioneiro nas moderoas técnictts de prottQiio dos recursos 11aturais, come morou-se (15 de abril) em vários pontos fo país o dia da Conservação do Solo. O desgaste do solo agrícola motivado pela erosão constitui, sem sombra tle dúvida um dos maiores flagelos da hu manidade. E sua ação é tanto mais ne fasta quanto mais aumenta a população do globo e, conseqm,ntemente, m~1s se fazem sentir as necessidades de alimen tá-la conforme rP-ssflllou o secretário de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro ao ensejo da datn. Segundo José Resendo Peres, os conser vaclooistas calculam que a natureza le va de 300 a mil anos para restaurar uma camada de 2 a 3 centimetros de solo agrícola. , No Brasil, porde-se anualmente cerca do 15 cénttmetros de solo. em 180 mil hectares de torrn. Isto quer dizer que, numa ó.rea. imensa como ee~a. destrlllmos em um nno o que u natureza. levou de 2 a 7 mil anos para formar, de acordo [ID(ill -- ------------- ---·--i 1 nus fui]] Propriedade da O]"V com as pet<quisas de uma de nossas maiores n utorida des no BHsunto, o enge nhfiro agrônomo J oiio Quiotillano Marques os Estados Unidos, onde os traba lhos de cunservuçüo do eolo estão mui to muis udiuntados e geoerulizad1Js que entre nós, as estações experimentai que procedem a mediçõeH rigorosas desses feuômenos, r.hegaram :1 vários resultados demonstrativos de que umn únic'I. chuva pode arrastar tl3 n 125 toneladas de so lo por hectareR. Todos esses fatos, comprovados em experiwentos de a1tes eeguidos, por re nomados cieLtistas, monstrnm a necessi dade da uplicaçiio de uormaa e métodos conservacionlstali na exploração racional da terra. Proteger, recuperar e explorar racio nalmente o solo, n. água e ns florestas é não só um dever mas um imperativo da nossa própria sobrevivência. r.a.g.f. Emnter Local Unidade Operativa de Bela • Vista Szmzales Seletizadas- Moo 'rllu" - Lthrilicales lmticidas RUA. CiENERAL OSÓR!O S/N 1 1 I · G BELA VISTA MATO CiROSSO Lt. ±E 1, . !Dir,tor 'l<e•pc11t•,o,·/; .J 11 a l ·Í ,. JJ r r e Ir a Deter Cemer:tal; ateas pereira r te: JI?Ji,, Gucclt•• Cr,rr,",_, Circulacio: ferina fedes Composição:Petronio Leio, Lyleracy Lino Altair Marques, Lacidio Mede·iro I l1l p r e,, ü o: , .il,011 HnlJt·rtu de SoutJ • 1 1 ledaco. Adini-tração e Oieina- à Tua Duque de Caia- 5/N la Vi»ta. r Assinatura Anual Cr8 150.00 Cr8 160,6o l:lr.ln Vista Demais Municípios Passarinho: « Forças Armoª dos não devem Íiçar indo .. finídamenta no poder» ..· • .• Impressos em! ma cu Lls creS C relais _ estudanU:s - Serviços Jrnpressos ome cgc 03.570.314/0001•18 Inscrição Estadual 13.086.446-4 PDITTil .:1 Cores POrui - • MI. Ao analisar, com b+se n& notas taquigráfteas, o depoimento do bispo on Casukdalig, ns CPI em que depôs. +ustentou o DepuL1do Da•-o Colm·· bza (Arena RJ) ser da quele prelado um contes tndor, niio flÓ da autori- da rlc, como da lr>g!tlmi dado do Poder L<'Jrlsla livo, além da autorlda de do Vaticano e da nen-agem do Evnug-olho. Afirmou o representa• te do íl!o df' ,Ja1wiro não . ver naquele bispo um rcpresPntanlo <la Igreja l'ató!ir.a ApoHtólica Ho rn rna, mas sim um mero lutt:>grunte do clero. "o cupando espaço bastante discutlvel entre as tendên cias modt•rnas da Igre ja, dentro do ustubeleci c!o nas vJF.ões maiores do Papa .João XXIII, que servem de hase, delur p,1darnente, aos avanços de determinada nla, llo- je h lt'l ante <lifu;1dida e . 1 e:1v,,lviu.1 r.om posições p:,!itkas c,,utrárias àR trac!içõ.-s do cristiunlsmo em gemi e do Brasil, em particular". « _ + • J Brasilla (O Nacion2.l) «Se u Revolução 1 deve Bt'r permanente até a conquista li 1 oal de seus objetivos, indefinida não deve 1 ser a presença das fc>rças Arruadas no e xercício direto do poder, no que só dnos , ta!Vl'Z afé incparàveis, pode lhes 1J.Cur 1 retur». Nu· discurso que teve com. b·ase esta advertência, o Senador Ja{o:1s ! Pgssrinhc formalizou no Seuado u seu l ponto de vista contrário ao de qo hé necessidade da presença de,; m·, •~i: :.r no plano político, até que o Bras jj' o para_ml·lro do desenvolvíment· 1, - e arepista, o Senador unir.n ~,,- é falaciosa, como é ialso + ., o desenv:ilvimPnto surgir e o m o <' desen volvi'llent<' RUI MARECHAL FLORIANO 1582 ~-~~~--===----:--------11 ., r,5!' oi' oDs ., .c'couf·· O d6putado Braga Ra mos (ARENA-PR) mani fei,:tou !l opinião de que o projetado fosso que estilo pretendendo cavar entre a Igreja e o Esta do trari11 proveito, ape nas, aos interressad'lS na õubversilo e na • dem. Tanto a Ir Estado - d; mi::são Cada trur d e A RI , E Trabalho realizados no primeiro semestre de 1977 na Câmara Municipal de Bela Vista f'Hl'--1..(' no:; Vf,,lU,:,rJOHES: Pe-ilente J»é »implicio d Costa Marque trena) MI Ire-en.a ieel'residente 0saldo Turini (Arena) 29 Perna l 5reretirio Noedi Leite Laranjeira Arenn) :27 l'r, -<' n ''" 2 eeretrio Getulio lino (MDI) 25 Presenças Afonso Dilon Nunes Leite (Arena) 29 ' Carla Centurião (Arena) 19 Fl de Araujo Dharho-a [Arena) 31 11,l<·fou•-u 1 1 •i11l,riru (IDII) 17 ialdo de Muros Atenua) 15 HE(JIJ Eltli11-:NTOS Da atorin do Vereador Ely de A r a 11 j n E+rboa (Arena) k,o Is Solicitando o Exmo. 5r, l'rrfoirn ,lunicipal 11 lil,~rn.-:111 ,lo IJnoclét-imo rfo C:inrnra ;J1111it'ipul. No - solicitando ao Exmo. r. Presidente d Cura, nomear uma Comissão destinada reli. ir o legimeto Itero da Gãn+ara Municipal. fi, y-'solicitado ao Fxmo. Sr, Prefeito Ma nicipal, de-iar o Lider_do Executivo_e_o+ V're- ! identes dos Diretorios da Arena MD a indi. vação do Lideres das respectivos Bancadas • o .J • 'uliri11111do IHI Ex1110. ,Sr. Prcd,lrnte ria Camara, providências para colocação das fotogra fias dos Senhores; Presidente da lepública e Go- 1•e,n11clor ,lo E,rado, uu Snlu ,In11 .Sc,sõcs ila Cm ara Municipal. .o 5 - Solicitando o Eo. Sr. Presidente da Ciurnr:r ~lun iclpu). proviili-1:cin• pu,•, a II rolocn~il_o das Bandeiras ; Nacional, do Estado e do Munici- o na sa,'a d s Sessões da tCâmara Municipal. {',, ie4crendo ao Emo. Sr. Pr feito Müicf- · l n iforiu,'" ,., •mplelos e luvas pau a o» funco P","ta Li,ue 'Pütlie, Mataduvo e proteto- nu I o • 1 u . Elé . res aditivos para os da /ma E étrica. N.o 8 - Uficir ao Brigadeiro Jorge Mossab, rnlicit.nrnlo a reaberra dos voos da TAN, para c:1to ci,lntlc. . ., D , T .i.o 9 • Oficiar ao Cher+ do FRMA., conserto da Rodovia _que liga, Dela Vista'Jardi,u. N.o I0 - Solicitando o Ssnhor Prefeito Munici pul, Carl eiras pnrn os luno.s da Escola de Contn Lilidndc Dr. Joaquim Murtinho, . li.o Solícicundo no Chefo do Dermnt, qnc pu~•e aos encargos daquele Orgio, a estrada que liga Bela Vista.Carar6]-Porto Murtinho e a cstrada que passa por Margarida ligando a Rodovia _Esta dual Dcln 'i-ru •• Curaool ,, I·etloral Jurd1111/ 1 orlo ilurtinho. . N.o 12 • ::iofü·i1an<lo n<r Chefe do Dcrmut, prov, dêncin,; pnra conscrlnr n· Estrudn fJU" chega tl Fn- zenda Bonfim. . . N.o 13 • Solicitundo no Mílmlro de Agncultum, quuis n"- cspedc de mandioca e sorgo como ma teria prima para extração do Alcool. N.o 13.a Solici1,11do ao Ii'il'S. u crn,ç,1o de um Posto rlc Benefício, nestn ri,b<lc. N.o I J olicitan<lo à E.R/3 uma pa+sagem pa m Yeiculos e prdc.<lrcs nn A,cni<l_:r T,todoro Sa tiva crn frente ae Centro Telefonico. nº 15 Solicitando no Ministro de Minas e Energia, que seja extendi_dá._ á Oel_u Vista, b. linha de enorgia elétrica provi niente d" Urubupuagá, quando 8 mesma chegar a Ponta Porã. _ . nº 15n Solicitunr!o à Secretarm de Agri cultura a cri,1çúo de um Posto da Cobal, para cl'3ssificação de produtos vegetais e o preenchimento da vaga de chefe de Escritorio du Campanha contra a Aftosa Da autoria do vereador- Osvaldo Turi ni (Arena) n 4 Requerer.:.do ao Exmº Sr. Prefeito funicipál a insenção de Taxa. de Ener o-iu Eletrica h de Telefone do clube Es portivo Beluvistense. Da autoria do vereador Afonso Dilou Nunes Leite;:(Arenu) Roquerendo ao chefe do Dermat, solici tando reparos na Estrada que demanda Bela Vista/Ponta Po1·ã. Tndic:Íções: Da autoria do Vereador Getullo Lino (MDFJ) uº :!- Ao Exm". Sr. Prefollo Munlolpal, nolft:ltuudo conurto da eatrada que demanda Caloira à Barra do Caracol, paasundo pelu Fazenda Ouro Branco. nº 2. • Com referência a arbo1·iz11ç!lc, da cidade, no Aentldo du que 1eJ11m podada■ aR arvore, d11s ruas du cidade. Da autoria do Vereador lldefonse Pl- 11hclro (MDB) nº 1 - Solicitando ao Exmº. Sr. Pref•l to Municipal, reparos na Rede Elétrica da cidade em face doe constantes ourto circuito causando falta de energia elétrica. Da autorln do Vereador Osvaldo Tu-· rlni (Arena). Solicitando uo DO. Diretor do I.I.M.T., Sr. Huroldo Muodes de Paiva, a criação de uro Posto de fdentHlcação nesta cida de Ao Chefe da C.E.R/3, de Jardim, eollcl tnndo reparua na Via que demanda Be la Vista/Jardim. - Da autoria do vereador Afonso Dllon Nunes Leite (Arena) Ao Exm". Sr. Prof Pito Municipal, sollcl to ndo ll mudança do harárlo de forn~ol mento de energia elétrica no período de inVbl'IlO. Ao Chofe do Dermat, en, PontA. Porã, solicitando reparos na Ponte do Apa, que demanda Bela Vista/Ponta Porã. Da autorl!.l do Vereador Nivaldo de Barros (Arena) Ao Diretor da Empresa Viação Cruzei ro do ui, sollcl.tando que fosse construi da na agencia local, abrigo, sanitários para os ueuários dos ônibus de11sa Em presa de Tramipertes . Ao Chefe do Dermal, em Pont11 Porã, solicitando que fosse construido um Pas so, a esquerda da Ponte sobre o Rio A pa, que demanda Bela Vista Ponta Porã, para • pussagem de animais bovinotS. Da autoria do Vereador Ely de Arnujo Barbosa (ARENA) Ao ll:xm. Sr. Prefeito Municipal, solicitando eonstruir pela Carpintaria da. Prefeitura. Municipal, bancos para os urnários tio Centro Telefôoico. Projeto àe lei: Da autoria do Vereador Nivaldo de Barros (ARENA) Autorizando o Chefe do Executivo Municipal, doar ao Clubo Reereatlvo de Caça e Peeca°Camping e Tiro, o Lote rle Terreno suburbano nº. 366, pua constru ção de sua Sede própria, nesta cidade. - Criando o Horto Florestal, nesta cida de. - ,Aumento em 20% os vencimentos dos Funcioná.rios da Câmara Municipal. Da uutoria do Vereader Osvaldo Turini (ARENA) - Denogando em parte a Lei nº 6(13 de 14 de Favereiro de 1973, do Código Tri butário Municipal, que reg-ulamenla Taxa de Licença d61 Veículos Motoriz11do1, com a seguinte redação: A Taxa de Lioen11a ponto de Estacionamento e Circulação de Veículos lllotorizados, será cobrado sob taxa de 500/0 ( cinquen.ta por cento) anual. baseado no Sálario .1lnimo da Região. Criando a construção de Sanitário Mt no Predlo d11 Câmar11. Municipal. Pertarlaa: 0 n 1 - Contratando prazo de o ano. Sr. Narciso Ortiz para exercer u Funçõ•• de· Contlnuo/Po;telro, da Cllmua Muni· elpal. . ., fül'd• nº 2 • De11ignando o Ytrea .. er · Araujo Barbosa (ARENA) para repnun tar Cflmara Mllniclpal cfe&la clda••• nu Solenhlade da Exp6elção Agro-Pecva rla em Ponta Peru-MT. nº 3-Contetando por prazo de um ano, o Sr. Antonio Lop13s, parn exercer a Função 'de Coatador de Contador da CO.mara Municipal. -CIIYICIÇil O Clube do Lase verid ., nus ■11ociadt11 pua ar■•• nilo a mar realizada dia $ da Setembro a sede da entfdada. Luiz orara da Araújo Palrlo IIGRIDECIMENTOS o cube ao1+0, +rases de «s rio. _1si G·o+ !·9"2"""" dcce ao senhor Coroael Orlando Metzigen, Coradant • RC. 11 inrstimavel eolabernçlo p resta d a a e11e Clube por ocuiãu do Lo Toracto do Laço. ·o O LUIZ CO ZAGA DE AH J Palrlo O Clube do Laço, através de seu patr4v, Luiz Goaa■111 _d• .lraújo, agradece ao Banco Irileiro de Desconto, o patrocínio das propagandas efetuadas na Heda Matogrous de Telerio " (Campo Grande, Corumbá e Cuíabà), reíercn- te1 ao Lo Toraei• do Laço. Luia Couaga fie Araúj• Patrlo o A Diretoria do Frigorífico Rio Mi randa L tda., avisa aos Srs. Pecua ristas Em geral da região, que já ini ciou suas atividades de abate no próprio estabelecimento. Os interessados poderão procurar nos- so escritório na Vila Frigorífico S/N em Guia Lopes da Laguna - MJ. ;.. ·.-- HOTEL AQUIDAUANA PALACE .-parlamento com ar Condicionado, Quartos com Ventiladores e Serviço de RX H. ilaooel Antonio Paes de Bn.rros, 905 - Fones 1277 e 168i Endereço Telegráfico HOQUIPALACE Aquidauana Mato Grossc • A».es·si + ..p 6 i ·• ' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº258_09_08_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº260_28_08_1977 Voltar para a lista de itens