TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº258_09_08_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº258_09_08_1977Número da edição258Data de publicação9 de agosto de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.10317576858559 , -56.53184015735942 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº258_09_08_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto BUN F TEI 09-08-77 N.o 258 Bela Vista Mato Grosso , ,, Continuamos nu mesma ... Falta de Energia Elétr·lca. I-Ifl. vários cll 11s estamos rodando o nosso jornnl "a força muscu lar."Parece-nos quo o crucinte problema da energia e!Hriou ainda vai perclurnr. Ilogamos providências às autoridades. Por ocaalilo do aniversário ele Bela Visto muitas promessas foram feitas. Basta de promessas. Vamos phrnr o solo firmo da reulidacle. O povo pergunta: O que está acontecendo nu Usina? Motores com de feitos? Fultu de óleo? As pequenas (pou- oas) lndu&ll'las belavlstenses e11lúo a bei ra rio desespero. E o dilema; endlvldar se ainda mais comprando grupo gerador ou fechar as p1)1'tas? Sabemos que o se hor Prefeito Municipal encontra-se a doeotado e não sabe o que está 1:ie pas sando. Já não sabemos II quem apelar. Associações ão criadas. Deputados truns mitem noticias promissoras. Telegramas são recebidos. Mas u reallrl11de, a crua realidade, é que continuamos sem Ener gia Elétrica. Até quando? por F.n ncisco ele Assis Dluiz No período de 08 a l'!../08/77 será rea lizada em Campo Grnnde-11', às 19:30 horas no Teatro Dom Bosco, a XI ema na Jurídica. A apoteótica semana jurídica tem co mo objetivo a conscientização dos aca dêmlcos do Curso de Bn.cbarelado em Direito sobre o problema carcarário brasileiro tendo em vi::ita a recente re forma do sistema penitenciário utrnvés da lei 6.416/77. A promoção é da FUCT (Faculdes Unidas Católicas de Mato Grosso), pela 1ma diratortu, Dlretório Acadêmico Clóvis Bevilácqu, Associação Matogrosense Pró-Amparo e recuperação rlos Encarce rados e ten como 2 objetivo a come rnoração do csquicentenário da:; e manas Jurídicas no Brasil As conferências, seguidas por debates, serão proferidas por iluE'tres juízes de Direito de Süo José doo Campos ( P), Aquldnuana (iIT) e criminalistas de Cam po Grande. Vejam, a seguir, o prcgrama da XI Se mana Jurídica: Dia 08/08 - Direitos humanos e prisão preventiva - Dr. elsoo Trad • Prof. de Direito Penal da FUC'lT, Criminalista. Dia 09/08 - A Lei 6.4l6/7i b os aspec tos jurídicos da APAC - DR. Sílvio Mar ques Neto - Juiz de S/io José dos Cam pos ( P) e equipe. Dia 10/08 - Missa. Dia 11/08- O procedimento sumaríssi mo (inicial, provas, audiêciu, defesa, conciliação, sentença) - Dr. Licíuio Car pinelli Stefani - Juiz de Aquidauana. Dia 12/0- A modrrna filosofia penal carcerária e sua evolução en razão da urquitotura - Dr. 8. S. ilva Fre!re, Pre sidente da Comissão de Assistência e De fesa do Advog11io na OAB-ilT Crimina lista. • • 1 l Na edição anterior, de 31/7/77, no ar- Nossas desculpas ao público e ao senhor tigo Bela Vi ta Comemorou Festl,vameo- comaudnote do 10 :lC. te 59 Anos onde está. escrito 'coman- dante Orlando }endes", lê-se Cel. Orlan- <lo lletzingen, comandante do 10° RC. F o i u m e r r o de revisão. A DIREÇÃO ·TO SOLICITI E PRESIDEN· CÜM A SOME O Prefeito Municipc..tl, Ruben de Castro Pinto solicitou uma licença de 30 dias para tratamento de saúde. Assumirá a Prefeitura Municipal o presidente da Câmara, José Simplício da Costa Marques. E 1 A diretoria do Frig~rífico Rio Miranda Ltd~. 1 avisa aos Srs Pecuaristas em geral da regi ão, que já iniciou suas atividades de abate no próprio estabelecimento. Os interessados poderão rio na Vila Frigorífico, s/n Laguna. procurar nosso Guia em escritó- Lopes da MOTEL ANUI AUANA PALA(CE Apartamento com ar Condicionado, Quartos com Ventiladores • e Serviço de RX ±. Manoel Antonio Paes de Barros. 905- Fones 1277 e 1687 Endereço Telegráfeo HOQUIPALACE Aquidauana Mato Grasse _:. U-S 77 Hela Vita MT ~:..:...--,-------- COLUNI D O CftMPO GRANDE Dr. Porl(•rla uma terra Influir 1111 colhellr1 que 11e fnz de urnu bem euld11rln no ,·,irn• po. Porque exlatem diversos tipos de terrus e com cores diferente por e+e llru11!1 nforn'? Torln eor da terra Influencia nu suu fertilidnde? SIm, Mas o certo mesmo ó procP.~snr urn11 1111állt1u de talH turrns 11- trnvós do 11uxlllo do nl~um lubornt61 lo de 1111állt1CH qulmlca!.. 'Teremos sim uma respstn cort <1ue eficluroor IIOfiSllR dt1vlcJus 110 que diz resptlllo II ferlillrladu. Mus o quo d!!vOl'á i;cr turru? Dourle virá a terrn? A reRpo11tu certn será; "ela vom rias roohos que esmo dl•utro do terru proprln ment'.¼ dlltt e tumpuda por essa cuma da solta que os geólogos chamam do re. gollto, Elue R'' deslntegrnm com o tempo e do oroduto dessa deslull'graçúo nasce o solo e com ele urnu nova c({>oc!a que 8o estuda chamada Adafologl, nns es colas sup(lrJore11 ele Agrlcullura. Qual sera a cor da terra dessa no8s região cumpograudense? Vermolbu. Dull Terras de Minas Gerais? Clnz!t Clara rn chada na 8êca. Do Rio de Janeiro? t>: branca amaro· lada arenosa. Temos assim tonas com cores diferentes, todas preparudas para um plantio o de fertllldade também di ferente. E qual delaJ ·levera ser a mais Iértll? Só um11 auállse podará dizer. Está o vu lor de uma análise de terra u ogricultur11.. E aqui em Campo Grande como será o eolo? Porque é ele vermelbc? erl!. P. l bom pra culturas? Um i>dafólogo diria que o solo dessa nosso reglüo é um la toseol simples no Povo Camrograndense em Luto Tríburrn da Fronlt'!lr. _____________ ...;..._;__ Campo Grande - 1T Do Correspondente - Campo Grande Pura lvnldo Pereira • Tribuna da Fronteira - Bela Vista MT l O de Agosto de 1977 Dizem 011 superticiosos que !lgosto é o mês do desgosto, mês do dei,astres, mês de cachorros louco , etc ... Campo Grande viveu um 1° de ugosto, 2!! felrn, de terror, lãgrimos, muito luto e intenso pavor. No cruzamento da avenida Afonso Pe na, às 16:00 horas, uma composiçãp dtt Estrada de Ferro I orol'stc do Brasil, com máquica Diesel de nº • 112 l colheu um ônibus da Vlaçllo Ciaade Morena, de nº 5167 da linha Vila P!oneiru - Viu Uni versidade, destroçando-o todo. Mu.lto choro, muito sangue e muitas e multas pessofls mutil!l dtl.l'. Poltronas lavadas com sangue. Tudo isto eu vi al guns minutos atrás. Sem dúvida, a culpa de ludo ostã no motorista do ônlbuR, pesso'i il'responsa vel e indigno de ocupar tal profissão, pois não respeitando o insistente apito do l!ondutor do trem, tentou utravesur os trilhos quando recebeu o Impacto do la.do esquerdo, executando um giro de 90 graus. Motorista, cobrador e passageiros so freram ITlOmentos terríveis de pavor, me do e quem nllo morreu foi mal pura os hospitais de C. Grande. O onibus conduziu mais de 30 pes,rnas e pelo que consta, até este momento, 17:oo horas, mats de 3 jó. perderam li vi da. Fazemos um upelo aos motoristas de ônibus de Cumpo Grande, de Mato Gros so e do Brasil - 'Apendar a amar as vidas que voces conduzam dill.riamente". Francbco de Assi1:1 Diniz O Correspondente Campo Grande BG E Alberto Cotrim LIOR TE p1da vr<•1u.lo técnico. Isto caracterlzu um tipo de olo zonal que [tendo a ução ds Intempéries do cliuu, vai ,w forman do lentamente ueste nosso clhr111 tropl, Clll l'bllVO!lO, Portantv ó urn ~olo p1•ofundo poroso que pole cbr-gar o ,wr compacto em ul gumua . rgíõe1:1 E por quu erá «le com pacto ou 1·lco em subslfincla,i nrgíláccas? E porque uoHsa reglã o a rocha se llll'II· trn mais fracu a ação do intornperisrno e i,,e de!llutegrn totalmonl<: em minúscu las p!irlículrls formu11dn o solo. Quanto 11 i;ua ferliliíl,de autur11l 11 ve getução nttvu dose olo é o cerro.do, matus denaas chamudui. lalifollados de vido ao uspecto daH folhas se nsseme lharem o. uma folhu plana de lula. As análises feitas deste solo pelos téc nlcoti acusa rnm deficiências de allmen tnoão que este solo poderá ceder as cullurnti mais exlg,rntcs como o milho, o café, e o soju. Portanto (IXistem terras mais férteis do que esta cujo resultacto das análises satisfatória pura qualquer culttJra que se deseja instalo r no campo. Duí cooclulmos que devemos ajudar llB nossas lerrus colocando nelas alimen tos que os lér.nicos t, enteodlios . reéo mendu m. Assim procedendo saim<•S ga nlrnndo pois temoK uma grande colheita o economizaremos o dinheiro que seria apllcado neiuta e que poderia er jogado a prazer pelo 11gricullor prtijudicando mesmo sua cultura. Portanto fuçam ~Ampre análiseP quí micas de suas terrus caso queiram de l>1 obter informações úteis âs lu vorns. Cortesia: Importadora A ExporladC'rn Be la Vlstli Repúhllca Pecterulivn do Brasil Estado de Mato Grosso Comarca de Bela Vista Cartório do 2° Oficio O Doutor J oüo C1trlos Brirndes Garcia, Juiz de Direit,) do r:omurca de Sela Vista. Edtado de Mato Grossc,, por snbs tilniçào legal, no forma da lei, etc ... Faz saber a tudo quantos o presen te Edital virem ou dele conheclmeulo ti verem, que no dia 09 de setembro de 1977, as 1OO0 hora , no átrio do Forum desta con,urcn, o Sr. Porteiro do Audi tórios ,João Hilário Perera, levará u pra ça os bens penhorado nps autos de E xecuçüo que C IA I TAU DE INVE TI ~1ENTO. crédito e finuaciambnlo move contra , ri Ricardf, Br,rndão De!vnlles, em tràrnite por êsl-• ,Juízo e Cartório do 2° Ol'ício, e não huvendo licitantes foi de,:;ignudc o c!ia 19 de setembro de 1917, us lll:oo horas, para a eventual segun da praça, sendo os seguintes os bens pe- fohor,tdo~: um salão comercial, edificado ~110 lote de terreno nº 11 da rua ebasli ão Crispin do Rêgo, medindo 5,5Qx60 metros, devidamente transcrito sob n% 20.768, n~. 90, livro 3 L., avaliado em CrS !00.000,00 (cem mil cruzeiros), valor por quanto será levado à praçu para ser arrematado por quem maior lance <ler acima da avaliação, sendo a vendo. fei ta à vista IJU mediante fiador ldo1H,o pe lo prazo de Ires dias. E para que nin guém possa alegar ignorância foi deter minada a expe:liçio do presente Edital que será afixado no [rum local no lu gar de costume e publicado na forma da lei. O que cumpra-se. com inteira obser vílncia das p, escrições legais. Dado e passado nesta ~idade de Bela Visl<t, Es tado de Mato Grosso, uGs vinte e dois dias do mes de Julho de mil nove@en. tos e setenta e sete. Eu Escrivão do 9 o Ofü:io, fiz datilogr,1for, subscrevo. - Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito Podr Judiiiri E-do de Mato Gro·' Gorara de Bela Mista trtorio d, 2a 0feio Ldital de Pra,a Edital de Praça O Uoutor J<,:irl Carl''.' Irande· Gare.a, Juiz de Di reito da Comarca de U,ln V,-- 1:1, E-rarlo cl,· lnru Gr,,•-V, por sub-tituição legal, na for 11111 ,-la lt'i, ,.,,..... 1 Faz 5aber a t,do quantos o prre-eate Edital i rem ou dele conhecimento tiverem, que_no dia 09 de relembro , e 1977, à• 9,011 h•, no átrio do Forum de-ta 'o marca, o r, Porteiro dos Au dit6rios Joio Hilario Perera, Jevurá a proçn o• bens )'enlw• ralo nos Autos de Execução <Jllc llanco Irau SI A mnv, i:011- rrn Ary Hicar<lo U, Delvull~•· em trâmite por ê»te Juízo e Cur 16rio do 2 o Oficio. e 11ao hn• vcrulo licilnnlcH foi designado o din 19 de setembro ,lc 1977, às 9:00 horas, para a eventual segunda praça, sendo os e guintes bens pcrrlu•rndoF: m suluo comercial, edificado 110 !oro de lcrreno n.o l I dn rua Schusliilo Criepinr do H, 1 go, medindo 5,5060 metros, de vidnmcnle rrnnscritn ,ob· n.o 20.768 fü. 90, Jj, ro 3-1. u,·nliu do em Cr 100.000,00 (cem mil c,uzciro,), vulor por quan to Feri lcvndo à prnçu parn •t·r nrrcmorndrl eor quem mo• ior lance der acima da nvalln• c;ílo, sendo n vendo feirn à visru ou nredihntc fiador i,lo nen pelo prazo de tres dias. E pnrn que ninguem possa ale gar ignorância foi determina da n expedição do presente Edital que será afixado no furum locnl no lugar de co• tumc e publicoclo nn forma da l~i. O que cumpro-se com in teira observancia das preseri çes legais. Dado e pussudo nesta cidade de Ilelu Vi•ta, Estado de Mato Grosso, aos vinre e oloi• dins cio mee de Julho do unn de mil nol'ecen• tos e setenta e: eete. Eu FLO HIN llA DENITE Escrivão do 2.o Ofício, fiz datilografar, subscrevo Dr. João Carlos Ilrnnde Gorcin - Juiz de Direiro RECAIO AC#E$ O ponto de encontro da Soei e. dode murtinhense Rua Dr. Correa N º 56 Porto Mur•iobr, Mato Grosso L.eia e Assine 0 Jornal Tribu na da Frontei_ ra 1 B U TETÉID Jm novo lar para_se_confor fg - Restaurante dormitório e ambiente super familiar. fac! d estacinamel, fünirade Barroso 323 m:mo #ta BELA VISTA MT. Dr. Oto Maracajá ílranquinho Ora, Tazue Hara Branquinho Clínica Geral e Pediatrfa Fundonando em período Integral para melhor atender os l>elavlstenses. Rua Duque de Caxias Bela Vista • Mt Dr. Ivan ilfonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Hua Volunrárioo ela Párrin, 376 • Fone 210 Bela Vista Moto Grosso , clireçiio nacional do MDB. em reuniiio da executiva nacionnl, sob n prcsidencia do depu· tado Ulysses Guimarile,, desi.,nou um "'rapo de trabalho para apresentar, após o recesso. as dire trizes do partido nos campos institucional, econô- mico e sociul. ' o setor institucional foram desirnados o8_seguintes parlamentares com as respectivas a tribuicõs: l_ienador Paulo Broxsarde - Federação, Declara ção de Direitos, Direitos e Garantias Individuais: 2 enador Marcos Freire - Defesa do Esta, do, E.todo de sitio, dn eliminação dos ntos de Exceção. Anistia e Constituinte· b .. 3 Deputado Tancredo N~ves. i~tema Tri· utar1o; 4 Deputad~ Laerte Vieira - Poder Le.,isl,ni,·o, Orçamento e Fiscalização Financeira; P d f. ;> Dep~tado Erasmo ,fartim Pedro . Do o er • xecut1vo: 6 Deputado Humberto Lucena - Segurança acional. Forcas Armadas e Funcionários Público-: ,,, ',"pado Celso Barros - Do poder Judi caro e do Minietério Pblieo; . 8 !)_cputu•lo Waho:-r ~ilv11 - Da ordem econô· mca e social Pn,a, ""gadg Sérgio Mt@rito. Do. P»ridos ,""? la 'aailia, Educa;ao e Cultura. s retrizes da poüti • . . I pnm o plnno d - cn ecooom1cn nac,oan ' os r«bílis, 4,],,""P""30. sr4 definida segundo ruenr.nres: p semu os pelos seguintes pnrln- 1 Deputado Antonio e I d O . . blemn du clepend· . ar os e ·liveira - U pro· leirn. excesso de ':ncia ext:rna dn economia brasi lógica, end;; Importacoes, dependência tecno· f; 'nvdamento, etc .. 2 Dc:putado Alceu Co! • 0 tribuição da ri+ue+. ares • }>roblema dn dis- éii@ si4ii"4$}$,"",y ui vários sector sistema tributá;io ; ~ca d e emprego, reforma do nlimeat:,ção, etc. . • ao lo campo de saúde e da 3 Depurado 11nrconde G d 1 da emprêsa privad ~ 11 e bn • Fortalecimento problema da pe u:n nnc:onn!, compreendendo: o reris@s «k,," Jdi ±mriés, o apoio de 6laces par "";; !g rditoj, a necessidndr. outros aopr.ctos: capita izaçao das emprêsa,, e 4 O Deputado João G;II presença do Estado I erto. • O problema da 5 Senador Lei <]"} economia Brasileira: tura e da estrutura a•o.v_e~ - r problema da ngricul· 6 Senador Roberto g~iir1:1 _rnsi.leira; energia e da explor.,,}nino - Os problemas da 7 Deu«do ÉGi",!e mub-solo; Educai « da ia,,"?",Os prole. ds ac1ona, 1 . 1 Ilda VJHlli MT. 9s77 'T'ribgyu i''U- ,Jogan~lo nml11to1mrnt•nte _domingo, <liu I de ,:iliío rf1i <'lclarlP .. • r part1da1: ~~to ri'a- 24 em Fátima do Sul, contra u equipe do liz dns totos os abalos a partir dns 21 do Abril, time amfdor da cidade. () 19:l!IJ horas, com trPM partidas na rodada. G unnndy de Aquidauna conseguiu um Os times que fazem parte desse cam heróico resultado o emptur por 2 ten. pvonato ão copllerados os melhores toa u 2 com o time Jocul. da cld:,tle, <·On! destaque par..1 o time l~esuludo CHBe que foi conseguido com do ''niverul que é apontado pol' multoll rnutto esforço pelo time aquldauanunse, como o melhor de todos. pois como empre acontece quando uma Neste domingo, uma grande partida em equipe visita 11 outro, o ,Juiz local, passa !quld,1uanu, Guona1tdy, o verdão Aqul u muo. daunense, enfrentará o América de Co- Fol reallzudo domingo ~la 24 em Aqui- rumb. Jogo esse que promete ser um duuana, umu purtlda no Estádio Noroes- dos n.e!hores, pule uu sua última e,;t11da to, onde na oportunlc!ude a seleção Lia era A;uidauuna o América ganhou de cidade se apresentou para o torcedor 4 teutos 2 do Jmp ria!. Por Isso a mo pela primeira vez. No tiuul urn rc'!ullttdo çuda ostá promr.tendo descont11r 1,t1sa multo hom para seleção que jogou lavadn. contra o time do Rio Negro, Sete tt>utos '!llvez ainda esH11 semarrn GlvP.nlldo, u Zero para o selecionado. do Corlnth!us Puulisttt seja vendido para ProvavelmAate os times que participa- o Cruzeiro de Belo Horizonte com a rão do. Taça. "Assis (C b a t e a u-. venda desse jogador, cogita-se a vinda hrland) neste ano. Bt>rão as Equipes do -do' Caçapava p,ua o Timão. E. C. Bairro Alto, e E. C. Vila Novn. Pu- O Santos aluda não definiu u situação: ru isso as equloe11 já e!!tão se movlcneo- o time d11 Bali,ia, quer comprar Toalnho tando Intensamente. Cerezzo e .Paulo lziLloro do .-.tlético de Está sendo renllzado na Qundru do Minas, ambos fazem parte dtt & ~ l e ç li o Blg Lar A. C. o campeonato ~cte !uteb0l Brasileira. F.TO lill@illJ ~ [ID ffil lliJ Ell 00 lm A turma do Projeto Rondon, operação XIX em Aquidnuaua chegou dla 5 de ju lho e desenvolveu v!uios trabalhos jun to com a Comunidade. Eis os projetos que foram rPalizados: 1- Estruturação c/ ou dioamlza<:lio de grupo Suporte. 2- Educação Sanitária. 3- Implantação c/ ou dit:umlzução Lle associações comunitárias. 4- Ai;sistência o. Escola Comunidade. 5- Capacitação de mli.o de obras. 6- Runs de lazer. 7- Campanha dt: Conservação e valo rizoçáo da Floru e Fe.uoa • ColHboraçüo junto a Prefeitura na l'!aboraçAo de um foruulurio sobre Suú rle, alimPntnção e vebtUflrio nos escolas rurais du rede municipal de Aquidnuana. eída da turma dia 6 às horas com Destino pura :3-. Paulo no final o moui tor do grupo dizia o seguinte: equipe no inicio da sua atuação te ve realmente dificuldades c/ os contatos para com a comunidade, mc.s felizmente conseguimos umo. interação com exilo. Hoje sentimos pelo dia de amanhã, poli- 1rnrtiremos levando coao,;co a saudade e a len.brança da comunidade Aquldauanense. Atividades Esportivas do Grupo Roadon Dia 6 de julho Futebol de salão Rondou 9 x 5 Comunidade Dia 7 de julho valei feminino Ronrloo 1 set x Comunidade 2 sets Dia 8 de julho Hnad boll 6 x 3 Rundon Mli,to Dia 9 de julho, futebol de salão Rondou 4 x8 Rlldio Independente Di 16 de julho, mini olimpíadas valei fernin!oo Rondou Aquic.J. 1 set x 2 seleção Ron dou de Anastácio Hand l>oll masculino Rondon Aquid. 8 x Rondou Anasttclo G Futebol de Suliio Rondon Aquid. 4 x 2 Rondou Ao:11,lácio Dia 23 de julho, em Taunay, o futebol de gramado Roodon Ox7 Seleção de Tau nny, o Roadon jogou sem tres titulares. COMPONENTES DO Gl IPO ROHDOH Cleuzu • Enfermagern Lenice » rsula - Educação Fisfea Sucli • ;'iulrição Juão Luiz (''luta) Ed. Fiiea Hilo - Biomediea8 Cio vi ( p,,etn) - Ed. FIiea Zé Pedro • Agronomia Aluir (!ui/•) Serviço Socfnl Serglo - Engenhurltl :!arlo Inê,; • ~!edicinu Sorllu - Snviço Social !lomulo - Cornunlcação Lúcia - l'e.Jagogia illarfo. roes - St!rvlço Social Claru - Artes Marisele - S. Social Lúcia • S. Social Odomllson (Camurúo) - VAtl'rlnt'í.rlo João - Ciências Biológicas Cledsoa - Monitor Dr. Fiori :lurano Médico Consultório 7às 11 h::;. 16 :h 19 h.!< lpemat INPS 12 s 15 hs. Posto do Saúde· e Funrural SOCIAL PARALELO O homem tem a illpremacia; A mulher tem n prefereacia. A supremacia repre senta a força, a preferência representa o direito. O homem é forte pela razão; a mulher é iovenelvel pelas lágrimas. A ruzão con- vence; as lágrimas comovem. , O homem é cpaz de todo: os her0ia mos· a mulher de todcs os W!lrtirlos. O heroismo enobrece; o martirio sublima. O homem é o código; a mulher é o e- vangelho. O código corrige, o evangelho 1 aperfeiço1:1. O homem 1! um templo; A mulher é um sacrário. Ante o templo descobrimo nos, ante o sacrário ojoelhamo-nc;R. O homem pensa a mulher sonha. Pen sar é ter um cérebro. Sonhar é ter an fronte uma auréola. O homem é um oceano; u mulher é um lago. O Oceano tem a pérola que o embeleza. O lego tem a poesia que o deslumbra. O homem é a a gula que voa, a mu lher o rouxinol que canta. Voar é domi nar o e8paço, cantar é conquistar a almn. Victor Hugo Comunistas Chi lenos desiludidos com o Paraiso' socialista O, mili1nnle• e•querdi,tu que ohundonuram o Chile n• 6s queda do_governo % hi,,de ferm e fixar e vá rios países comunistas no Lres te Europeu e em Cuba. Mandava a lica yue. uma vez instalados nos pararo» socialistas, esses comum1a andino• ali pennon.eceesem, poíe ,•iveríam rnb reg1mrs 'Iª." correspondiam ás suas con cçôes ideológica. Entretanto, tal não e dru. Esses chilenos logo se deram conla de que a vida n?• pal ses socialistas era um inferno. l'or ; .. o, em sua grande maio ria. eles abandonaram a nações. Enquanto isso, o na mero de andinos nos paíse "bureuese»', principalmente na ti;noço. cão deixou de au- mcnLnr... , E•tathticus do Alto-Con11s sariado das Naço» 'nidas, ór vão in•u.speilo para coollala• ], mostraram que no lo ano dó governo Pinochet fixaram, se na Alemanh& comum&IJl 2211 1 - chilenos. Em 1976 e6 eslava?' 1 JE, 53 delce. Paro a Hungria ,·iajaram 31-1. FiCllrom npenC < 46. ia Fumãnia sómente 289 dos 1149 comunistas dulcnos que foram pará Já. Tnmb_ém em Cuba, dos 517, s6 111 f.1ca• rnm na ilhn-pri,ão de Fidel Cn,tro. Mais uma vez, umn verdade rsalta dos fatos; o tão dec-ant.ndos paraísos aoe!•· Ji;;tas 020 passam de um lll• fernu insuporlável •• , mesmo para os comunistas! (ABI • Agência Boa Imprensa) EUTTE. de Esmilda Proença Artigos ,. rmos para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades (Didi) mod11 .b1·t1slleira. 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Está-e informndo que, brevemente, clrngurá nu Congrns~o Nacional u Meu [gom concretizando u decisão reforida em termos legais, truvés de Lei Corn plemntar. O Interessante que muitos duqnelrs 11110. enf{ltlc111ntinte, diziam-se contl'U 11 nlu<,•ão do novo Rslutlo, aqui mesmo na Câmara, hoje, arvoram-se utó u atingir . po~lções relevo na vida políllca-ndminls trutlvn do Matü Gros5o, lianfio a lmprns süo que nõ.o se rncordam que até 3 de maio, agressivamente, manifestavam-se contra a criação do novo Estado. Os Anols da Cfim11ra e os pronunclu meatos publicados, ão nos deixam fal tar com a verdade. Interessante, por tanto, verse a folta do c,11:irêncla dos inusitados clcladões. Ontem arum contra e ogorn desejam até, como já disse, num comportamento incoerente ulinglr posl çoes, quan<lo de fato eram, no momento não são mnls contra a política preconizt1- da pelo Governo Federal. Hoje é fato consumado, ão hú <lúvidn n crin - çilo tio mnis um novo Estndo Brasileiro o de Carn po Grande. Tanto Mato Gross.». como Cnmpo Grande devem ser liderados política e ndministrativamente pelos líderes políticos que desde a primeira hora, de público, sem constran gimento, declaram-se o fa,·or da meclidu, nliás dns mnis snbiaP do Prc•i<lcntc Geisel. 1 Parnbcns, Sr. Prcsidcnl'! Gcisel, pela dedsiio, foto ,los mais importnnles na H ist6rin Pátria dcs tes últimos tempos, com notáveis vantagens, no 1ctor de Segurança e Dc,envolvlmento, nilo só dos dois F.stuclo•. como ttunbérn para todo o Urn,il. Vivam os dois Estudos, iloto Grosso e Campo Grnn<lc, duas futurus grandr.s potencin,, no con cxto brasileiro, uo setor de progresso e de sen,•olvirnento <ln Pó1ria Comum. Senhor Presidente. ,._ Deputado,, o principal motivo, no eutnnlo, du miuhu ,·inda a este mi crofone. é outro, üto é, ossinnlar o foto doloroso de Faber-~e qu,; muis uma vez, u Petrobrás não tomo conbecimcnto de Mato Grosso, do Centro Oeste de um modo geral e cspeciulmente do Pon tanal Matogrossense e Campograndense, para áre os de pesqui;u, olrové de contraio de risco ou pela próprio Petrobrás, que eu snibn, de Petróleo. Jà discursei, dcs111 mesmo Tribuno, olerlnndo e protestando, junto o Petrobrás, ao Governo Fede ro! de um modo genérico, ,·ontro ci!sn pré-indi, • posiçào, com referência o pesquisa do imenso ter ritório matogrossense e campograndene e da re gião Centro Oesle, destacando-se o Pantanal, co o rea que deve possuir imensas reservas pe trolifcras. Lança-se a licitação, dez novas úrens, 1orlas me· nos uma, na plataforma submarina e a região Cen tro Oeste, nada. Fiz, aqui, Sr. Presidente, Srs. Deputados, longo pr-ouunc1arncuto, no ano pussudo juntando provas de que existem indirios concretos da existencia do 'ouro negro•·, na imensa planície, intitulacla Pantanal, no Brasil e 110 Para- LLER u i, chamdnu Chuco. Já se provou que no ('huco que é o Puutuuul 110 Purnguul. ha Petróleo, ms no Brasil, onde o Cha o, cltmn-e Pantanal, não existe, O meto caso d-se quunlo a Boliviu. Hú Petróleo nos untepluuoi; bolivianos, bem como no Chuco Uollviano, mas no Brasil, nüo existe, ou melhor nunca ele falv, fuz so, polo menos que eu saiba, um trabalho sério do pequisa e prospecção na rnferldu região, antigo Mar dos Xu ruls, com uproximudam:rnte 300.000 Kms. quadradoH. A Imprensa e11crll11, fuludu e televianda, fuz poucos dias noticiou que o Prnjeto Rudam, constatou mnnanclul petrolifero, nu Ilha rio Bananal (região Centro-Oes te). Não ow constu que u Petrobrás, atra vés ele Contratos de Hlsco ou f1or uçilo própria, h'á lmplanhu· 11uquE1!u Ilha, aliás, a maior ilha fluvial du mundo, uma ba se de perfuração, ou seja lmphrntaçilo de uma infraestrutura du Petrobrás, ob jetl·audo atingir u lençol, constatado pe. lo Projeto Radnm. Parece-nos, que há uma crrta obsessão da Pt>lrobrás, quanto as regiões du coe ta allfinllco, num sistemó.lico, posiciona· menlo, de dar as r.oi;tas para o interior l>rnsileiro, quanto as pesquisa!! do "ouro negro" fora da plataforma submarina. e o Pantanal foi como se afirma um grande Mar Interior nu pussado, p'lr que, meu ',Deus do Céu". niio Re pesquisar o grunde O.rea? Se o Petrobrás oão possuí coüdições ele exercer osse traballlo, por falta d.- condlções próprias que o ftiça através dos Conlralos de Risco. O ,upremo Arquiteto cio Universo, não teria sido lil) podrosto, pora eom o Bra sil, d e t e r mi n a n d o que 11 n os R '1 Pá t !' i u. t e ri a que ser uma II h a cercada de Petróleo por todos os lados. Regiett·o, :-ir. Presideute, Srs. Deputa dos, mais umu vez. em nomP- dv p:ivo matogrossense e carnpograndense, o pro teeto o desencanto e mesmo a revolta, contra 11 Petrobrás, pela sua atitucie de desconhecer, M11to Grosso, o Pantanal e a regiüo Centro-Oest~, como prová veis áreus de ricus possibilidadea de encon. trar-e Petróleo. Que Deus, ilumine a intollgêncla dos tecnocratas e burocrntas da Petrobrá.11, dando-lhei; mais agilidade, ação mais rápida, menos papéis e suti lezas jurídicas ao concretizar-se os con tratos de risco. gu nhando-se tempo, na pesquisu e prospecção das regieõs citadas. É preciso leml>rar-t-e que existem vezes que as primeiras impressões não são fa vorüveis, que utravés das pesquias con Vlncíouais não existe o produto numa, vamos dizer, lncoerênchi da própria na tureza, que no caso, em t"ipeeial, apre senta-se de forma diferente, fugindo aos preceitos cieutil'íco.; rígidos pré-estabe leoldos. Nüo seria o cutJo do Pantanal? Se jó. a-e ln algum trabalho ou algo parecids e não foram boa as perspectivas, por que não se partir para outra fora, talvez no terreno abuudoua11do u prallca e 11 teorin, já consugrad'? Não nos entra u cabeça, como se diz vuluruente, qu havendo comprovudurnt>nte P.,-tróle~ no Chaco Paraguui, repito que nada mais é que o Puurnaal, uu língua e11patJhola, t1ão PXiRtn no Brasil, dlunte de uma Rlm bólica fronteira, em largo trecho. decor. rente de urno Jlnlrn lmaglnál'la. Como a Pt!crubrá11 explica a descobenu do Petró leo, em Porto Experança, Distrito de Co rumbá, em 1939, havendo ordem n épo ca para lacrar o poço e encerrar a ali· vldude dn Companhia, liderada por Mcn teiro Lobato? FIc.1, port9n to, repilo, ma is uma voz registrado o nos»o protesto e desencanto, com relnçtio u Petrobrás por ausentar-BEi du reglilo Centro-Oeut.P. Deputado Gastão luller Dr. José Consultório Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CRM RJ 17.937 - CR~i-MT 439/s - CPF 058043377 Hua Qulnzt de Novembro, 481- Tel 123 BELA VISTA Mi éVEIS Eletro-Domésticos em Geral Facilidades de pagamentos - Colchão divino inte• grado [Algodão, espuma, sisa, modelo ortopédico e firmeza progressiva) Casa Ale Móveis, Onda Vaca Compra Tudo Para O Seu Lar. Rua 7 do aolombro, 140 Ponla Pcrã €4$ de Ubirajara Gome. de tamp«.«· o popa'sr DIp" C l. & p • s ç A o. 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A culpn cube uo Govemo brusilelro, que decretou o confisco de 12 sobre a ven da da soju». A 11flrmução é do major Astúrio Mar ques, Preldente da CoopPrntlvu doa Pro dutores de Ponta Porã - Cooponi • que, ulérn de módleo e vereador prla • arann, possui ull umu ruzenda que servo corno ponto de convergênela paru entrndu e retorno da soja. negociada. P contrnbnn teada. «On agricultores que venderam toda iua produção uog intermedló.rlos purugua ios», opinu o Major Marques, «nilo são maus brusilelros: eles estão é sem con dlções de sobrevivência com os preços oferecidos pelo Governo e i;ão obrigados a apolur a quem paga melhor pelos seus produtos». A IRREGULAntDADES Segundo levantamento da Receita Fe deral, as priuclpals irregulllridudes que estavam ocorrendo com eoju nos cor redores d Fronteiru Brnsil/Purugu6i, e ram as seguintes: 1. A Hoja brusllelra. principalmente produzida próximo à fronteira, estaria ,endo desviada cladt't>linamente para e pais vlzlnbo, de lá retornando por Pon· ta Porü ou Guuira, eomo produto de ori gem parngunia, inclusive com certificudo de origem oblldo no.quele pair;; 2. Soja brasileiro estaria sendo Jesli nuda ao porlo de Pnra.naguó.. diretamen te do território nacional, mus acompa nhada de doeumentos ( certificado de ori gem, documento de transito, etc), fnlsili cados como sendo de orígt-m paraguaia; 3. Veículos realmente procedeates do Paraguai, com soja produzida naquele pais, durunte o percurso em território nacional, estar iam cc;mpletando n carga coo soja de produção nacional, utillzun do-se de fulsa dec!tu·aç!lo de peso isto é, tonelagem realmente originária do Para guai lnferiol' à declarat 1.a nos documen tos, sendo completada. no território bra sileiro. RECEITA ACHA QUE NÃO HAVERÁ MAIS DESVIOS . ecretaria da Receita Federal coo· Hdera qu'3 foram totalmente inibidas as poslbilidade. de ingeessr nos depósitos [rap os nos portos de H'uran!ui e San tos, oja de prcduçlio Bra!lilelru como se11tlo <1<' prorl:.ição rio Par·agual, rn<'dio11- te certifcados de origem paraguaia ful slfk11'loF1 Para movimenlação de seu comércio exterior, o Purogunl se utiliza daqueles do!:-: portoi:: brasileiros, onde mntém en trepostos de depósito franco, 1,egunrl11 permitlr :m convênios assinados com o Brnsll C'm l9fll Tanto os pro<lulos orlgl nátios do Paraguai como OH destinados a r a!le pois circulo m pelo território brn silolro ern trnnslto luternaclonnl lenes tro (Mdovl(•rio e feri·ovió.rlo) aoobertuc.io pelas normas fixadas aos referidos con vênios (O Momento •· Corurnbó.) T r i l n a da .F r o n t e i r a Propriedade da ORJIV APE C.6.C. MJ. roJOO.lll/tOOl·ll !Diretor IR.csµonsdocl: .J v a l d o /1 e r e/ r a !Dimor Comer:ial: dtloarv /Juiira Arte: ITélio Guede~ Corrên C i r eu I n ç ã o : Jnne Velasques Composição:Petronio Leão, Lyberacy Lino Altair Marques, Laucidio Medeiros l m p r e s s ü o: 'ilson Roberto de ouza Hcdndlo. Administrnç,io e Oficinas 11 Rua Duque de Caxias /' Bela Vista. M Assinatura Anual Bela Vista Cr 150.00 Demais Municípios CrS 380,00 IE Coluna Seicho·no-ie ADVOGADO Bela Vista Mato Grusso TES ES ·S u g; T CENTRO CU.TU COMERCUlL EXPORTllDORil E IMPORUlDORll BELll VISTü um1 Sementes Selecionadas - ftdobo 'lrellan" - Lobrilicanles Inseticida$ 1 I ·---------------- RUA CiENERAL OSÓRIO S/N - BELA VISTA MATO GROSSO Paulo Silva Meira O Centro Bebourg um pseudo museu de arte mandado construir pelo governo françes está provocando enorme contro vérsia. Os frunce~es viram emr>rgir do solo, de repentP, nas proxlmir!ad<>s da Turre de Sulnt Jacques, um enorme mastodon te melállco, ostentando à vista de todos suas horrendas entranhas: tubulações gl 1 gantescas, condutos elétrkos emaranha· 1 dos, grossas nervuras de ferro. Essa espécie de "hangr de arte', com asp~cto de rdiuarla de petróleo causou profundo de.;agrudo no público pJrisi~n8e. Um repórter brasíleiro QUi:! viaj,,u a Paris ouviu de um chofer de txi: " o sr. não chegou em boa hora. Com todo o frio que est".l rnen:lo, só resta ir ver esse nrgócio idiota e vul gar que inauguraram ont~m, uma espé cie de armazém de arte''. Os jornais comunistas estão indigna dos com a rejPiçi.io do público a esse templo da ·•modernidade". O referido "c&ntro cultural", além de feio tem-se mostrado também dispendioso e antifun cional. Suu manutenção devora um sé timo da verba do ministério da culturas gastando ruaiA do que os outros trinta museus da Frauça juntus. E seus 1.032 funcionários não cessam de se queixar do ambiente do trabalho. O ruído é in uportli.vel, pela falta de pare«Jes e o efeito ótico de pinturas ex tra vcgantes é desastroso: todos os fun clonárioil tem os olhos constantemente a vermelha dos. As listas de recl!1mações se avolumam cada <lia mais nas mesas dos diretores. Mas isso não importa. O que tem importil.ncia é manter essa ex travagància, como culto à "deusa mo dernidade'' (A BIM:- Agência Bua Imprensa) Agradeça ao Ir«-ado Ma-abaro Taniguchi rele a ua mente, ) pa+· -do não existe; e o sofrimen to prevente está se tornando pa-ado a cada instante. lu do passa. E o que nlo exi«- ti·ncià real, lera que atormen tar e segurando o que lo real? No carregue fardo na a mente, Mesmo que n« o· +a+ passageiras tenham caua· do rande +ofrimentos, ben oe-as t agradeça-lhe quando elas pasan. Todo e qualquer sofrimento proporcionou al gurua experiéncin a ua alma e deixou-lhe alguma lição. Quando você chegar a ter um coração capaz de agrade cer às coisas qu passam, r· ceberá em seguida coisa« bem mt.lbures. Qa;ndo você uben ç0ar sinceramente todas a8 coisas, nada poderá prejudi c:í lo. Algo pode prejudicil-lo. S6menlfl quando você o ode ia o amaldiçoa e quando e ufli,,e •t:••11r1111do-u nn ment.e. ó oíe é julgado pelas palavras que profere. Os que di1.cm hoos pallvras recebem a felicidncle. Aqueles que ol tnrn má, palavras atraem a desgruçu. Os que rnt-ntem nao •ão urrecli1nclos e seguem o caminho ,la perdição. Aqueles que <:liu:m •empre a verclnrle conqui,tum a con fiança dns pessoas. E quando o nrdade pode prejudicar al uém, não dizem nem a ver dncle nem a mentira; guarda o silencio por bem da pesso n cm c1uestào, Aqueles que tem a boca leviana "traem a pegraça e QJl,ÇÁO DO PERDXO Sou filho <le Deus. Deus ê infinito amor. O amor nãu odeia ningném. O mor não ve as falhas a lheias. Por isso, não odeio ninguém e não vejo as Luhas de iaguémn, O amor vê ó mente';. bondade do pr6ximo, e vejo sómente as co1us bo as do pr6ximo e Louvo o, Preço deste Exemplar CrS 3,00 MARTINS _: " Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Vereio. s. UMA O!lOANIZAÇÃO PARA SERVIR ANTONIO JOÃO B llEOIÃO R u o S õ o P o u I a S/N Antonio João s CGm modernas instala~õe8, dispõe de um grande estoque de calcados. Parai~o dos ~alçados é especia lizado no ramo e tem tudo pura bem servi-lo. Em matérla de calçados. conheca a úlli1ua moda lançada nos grandes centros, visit11ndc, Paraiso dos Calçados. Praça Presidente Outra • 163 Ponta Porã - MI IS o ■ Pedro • 1 1· . l 1· • • 1 1 J' • i I nre Frnrsto ,;.,;,d 'onforme hviamo prometido na elião o, oi nomeado pelo 'rirei ''. , eia] de 2)/l 'Tribuna da Fronteira inreva m com o beneplácito dos politicos belavisten-rs '/o J''- • • •• ) ' I' alé UH'HIIO lllflil nova fae, o +peeto gráfico visual, continuaremos, por crnto] r ria uma tolice t y por enquanto, a imprimir o jornal o velho si-te. insensatez, criticar o +eu trabalho freute ao" m (máquina plana e tipográfico) mas daremo- tio elavirtene [l'alara de um político uiabano) especial atenção à diagramação, ão está longe u 'Trihuna r impressa rm ,offset", o nos+o plano o+o+«c+3 de trahalho e objetivos utto prazo incluem a modernização do nosso parque gráfico, Quanto 11 linl',a r.di1,,rlol, u purrir rlc,I•• 11ú111crn, n lr·itur entirá uma mudança para melhor e n próxima f.Clllllllll li PIUrlunçu Hrfi 10111I. 1.t, l'OJS f.:. .. Deixando de lado as deduções, do E, pois é.. pasmo» àx nxplicaçoes do Isto , D'ma tran-for mação que repercutirá, inclusivr, nn linh do jor. rrnl, O IPilor nw,lrrnl), o hom,•m inreliµeulu é ~ nusu rnrlu• E~t11mo• pnrtin,lo pnrn n f:stnhilirnç:in no toente no speto económico, ruça to plunt:• jnmNtlo II JlllllClrnç1iu ,lo jurunl. N:)o ircrnu• for.a UU jornul pura o Sudo~&lc, ,·u,110.., t·tlitnr 11111 jor nl do Su,locsro para Muto Grosso, Entramos em comntu com II Di,tribuidora Cnpricho e ,lontro .,m brcvll 1101~0 jornul Colnrá nus lmnca, ti,· Curn• po Grande e Aquidauana, E a expansão. 093+-85 093 AUMENTO UA QHCULAÇÃO De 1.000 exemplares emanai pa·aremos_ a 2.000 • obedecendo um ''comdho" o 111cs1re Di ne,: "Ao invés dr: pnrnr 11~ rnlutivJ•, rnelhorur o jornal e aumcnlar u circulaçilo". AINDA D! ES "0 compromisso tle jornais e jornnlislos é com n informnçiio. cu empenho nesta tarefa foz, de um jornal qunlqucr um jorunl linc, lo:;o um Grnn cle Jornnl. Umn Nnçilo de grnn•les jornnis é umn grnnde Nnção. Sem CFle 'olor in1rlnsec1J. sem cslc quila1e ~ue ndvém de um cnlt'1Hlimco10 superior dn• ,uno funções, um jornal, por melhor que Feju orgnniudo e construído, ser apenas um catálogo de noticias", tlinistro • ■ Pe<lreirn Novos Colaboradores 'l'rih111111 du Fronleira cunlrutou dois jor nalistas, um de Campo Grande e outro de Cuibá l ,arn. c:ulu.borarr1n Aeuuurnhuentc co1u Arttg:vs JHJ .. !tico~. (, 11 Trilmn• forte ingressando em nova fase, gosto: de f a 3l: Ms do Folclore. Trib . a da f ranleirn Q,.r e peve eta bem hn'emade A w a, ,,y_ o.ri •±y AS SUL: Prefeitos Enc:errom a li R e u n I a o Agricultura 1· comunica preços Minimos para a safra 1977 /1978 em /vt. DI VEHGENClAS ' Em meio ao festivo noticiário dos confrades a respeito do nnivereário •Ir 130l11 Yistn, foto que julgamos, diga-e, de sumn imporlâncin pnm o po sicionnmenlo lurlstico do Princcsn do Apa no cc• nório eundnnl, ficou patente o rc•pcitu e n nrlmi• ruçio que ,, 111Hso Prrfcito recebe da classe jor nnllstica. Eloniumos o trubnlll'> do, Jornni~ "0 Rcp6rtrr", J.;' C«mpo Grnndc, "O Puntunciro" ele Aquidauuou e "lmpnc10" de Cnm;>o Grundc. Ti nham razão os gregos quando deram aos JcuseR us paixões humnas, que os envolviam n que relns terrc•trc,> c os fozinm participar de fero1.cs combates ou seduzir rnortnis us-nndo truques ca pnzes de causar invejas ao próprio Joilo Tc116rio. Mas, vivemos em outrn épocu, os deust:s forum cassados, e hoje, os tempos io diferentes. Ficou palente, pr111cipulmenlc , cln,sc polfticu de llcln Vista, que existe divergências na ARENA da ler· ra. Pro'u dio~o a prc,cnça nn cidndc do Oepulu· ,:lo Ubaldo Burcm e nüo tn o 111c<mo compn recido às festividades. Coisa surpreendente, poi, receblamo~ o rcpreseu1a111c do Gol'eroador Gnrcrn Neto: Dr. Arquimedes P•:reiru Lim:•• , Çhcfe du Casa Civil. Tem s certeza que o emts@ano de Gnr• da Neto ·••urpr .. cndeu-se" com. tul nt(tude. l!m n•rcador afirmou que "niio havia recebido convite e por igso nio irln comparecer às festividades e inaugun.,çõ.o. Outro, há pouco tempo apoetou com es te colunista que o mes de Agosto trarin surpresas no campo p<>lítico m!'i,S 1 recisn_mcnt_« Problema,; para o Prefeito Muicipai, Quais seriam estes pro· blemas? E uma peq:nntn Eem r~spo,ta. E HtO nnu nos supreende pois existem muitas perguntas em repostas, São os inais dos tempos. Em Cuiabá onde estivemos há pouco, interpelaram-nos a res• peito da situação política em Bela Vista. O que dizer? Uma CPl eslf1 em anclamel!lo nn T::tntorn Municipal. Acusam o Prefeito de falta de Diálogo E, isto tudo em fonuliu. 1 udo Arena. Onde nndu u fidelidade p:irtidátin'? Estarrcccdor. ~o c111:tnto, é saber que: n tranquila falta de autocrítica com que muitos ,e opinam sobre a vida pública belavisten +e, matéria que desconhecem s não er pelo usu fruto das posições, tem sido a causa tior das divergências. No compete _ao leigo imiscuir-se n orientação política do municipio, asmm como, é. rid!culo bancar o ·candinha e fazer fofocas, • .. Pr6• prio de homens menores. Existe, realuente (Jl"Cr gências no Arena belavistense, Alguem ou algo deve processar uma união urgetc caso contrário o MDB até o momento assistundo de camarote poderá usar e agir e sua condição de Oposição. Por enquanto a Oposição em Bela Vi-ta e feita pelos próprio~ ure1m1us (SIC) «-&--«- da O Ministro Alysson Puullnelll, da Agrl• cultura, antecipou, por telefone 110 Secre tário Estadual da Agricultura de Mato Grosso, Muçao 'fadane, os novos preços mini mos fixados para o safra 1!)77 /1978. O lIlnistro adiantou, ainda, que na fi xuçõ.o dos preços minimos foram levt1, tlos ern consideração diversos fatores, com a preocupação de se conciliar os interesRe do produtor, a política antí·inflacio11árla que o Guverno Federal está desenvol vendo a própria conjuntura eeonômlc11 nacional. O conjunto de ponderações, unte>s dn definição du tabela de preços rulnimoP, foi submetida il aprecinçilo da Pre,;ldência du República, sPgundo o Ministro. os PREÇOS Encerrou-se domingo, dia 24, a II Reu nião da Associação dus Municípi<•s do Sul de Mato Gro,so. (ASSULMAT), que te ve corno principal objetive,, a aprovação dos estatutos daquelu associação. Algodão ... 100,00 por 15 Kg. Milho , passou de 63,60 para 78,00 por saca de 6o Kg. Arroz pa!lsou de 100.00 parn 130,00 por meu de 50 kg P' Feijão passou de 214,80 pura 27G,U0 por sac de 60 kg Soju pussuu de !)G,00 pata 112,20 p o r saca de 60 kg Amendoim passou de G3,00 pura 76,50 µor sacu de '.!5 kg Mandioca passou Je 250,00 purli 336,0ü por toneludu. pascu de 78,0 pura O APOIO Prestigiado O Prefeito Municipal de Bela i-ta uereee o repeito e o u.poio do Go,•rrnador t;a.rc111 Net_o é um homem íntegro de passado honrado, reali .. zador e eetú desempenhando uns funçõe u on h:nl.o. t una do:-- melhores prefeitos de Mato Gros· Para o Secretário Maçao Tudano, é iudisculivel o próprio apoio que a Comis süo de Financiamento da Produção e o próprio Minitro da Agricultura vem dlPpensundo no setor primário Nar.ional confirmando, inclu:-ive, pronunciamento recente que fez à Escola Superior d e Gue1-ra sobre Pen;pectivas Agrícolas para • 1978, quando fez a colocação de que o desaquecimento do setor agrícola pode ria agrn vur a iaflaçíio no País. Essa po- 8ição, conliunou, merece o nosso aplaurn conAiclerundo-se o papel do i1iniJtél'io dn Agricultura nu liderança e C')nduçã.o du pqlílica b,asileirn nu ,;etor agrope cuáric. Por outro lado, há que se recu nlli:r.er a sensibi11dade do Presidentl da República que tem prncul'ado apoiar da [arma mais objetiva o setor primário vendo nelt> a sua importância na poli Uca de abastecimento do Mercado in terno e no incremento às exportações e: 0 lll inevitáveis refl~xús sobre a ba• laça de pagamentos brasileiro. Hé. ainda, dif-se, a p1·iimo_s:ao humana que ge ra, atra vês da fixução do Hum em à terra, Iun pais onde u maior parte de su:1 população I eside na zona rnrul. Referindo-se especifieumente a Mato Grusso ilaçao Tudano disse que O Go vernador Garcia Neto tem recebido do üov_e-rno Feder&! todo o apoio na cun• duça.o do setor agropecuário er,tadual. t ~ . ...., . ~ ·, ' . , .I' ,J. ·2 ' - ; l ... ., (.í ·- A reuulão contou com participação de mais de vinte prefeitos pertencentes à associoção além do Presidente da Assem bléia, Deputado Pirnlo Saldaoho. Deputa do Feder·al Ubaldo Barém. Diretor do Se tor de Habitação do BNH. Honório Peter sen Hungria; Ozandi Teixeira da Sudtico; Harry Amorim CoPta. Diretor do DNOS e várias autoridades de órgãos estaduais e fodernis. i reunião iniciou às 8,30 h de sába do quando várias autoridades fizeram u • so da palavra e diversos prefeitos flze ra::r: suas raivindicações, destacando-se 11. do prefeito Aires Marques, que solici tou a estrada que partiri11 de Porto Muti nho, passando por Caracol, Bela Vista, Pou_ta Porã, Curnnel Sapucaio, ParanhoK ProJetu 7 QuP.dus indo até Guaíra in clusive com condições de pavimentação a coni,truçao de uma eHtação rebaixado ro. a St:!r lqcalizada 110 Posto Guaíba, na estrada Ponta Porü-Dourado, para aten dimento do srtor rural indo a linha de transmissão por Carnp~, Bocajá, Tagi, e Aral r.loreira e finalmentR a instaleção de postos telefônicos para ligações in· terurbanas em Sanga Puitã e na Faze11- da _ Itamnra ty. A tarde os prefeitos se re unrm para aprovarem os estatutos da Assuliat quando foram debatidos vá rios a~suntos de ordtm política e econô mica. O presidente da Assembléia, De putado Paulo :::uldnnha, manifestou sua Hatisfaçilo em pariicipEtr d1J encontro e senti o gt·ande progrnsso dt1 a::.suciação D!:stacou ainda que a At'sulrnat apesur de sei- rece•n ,,riada, já v.:m pr,.Hiuzindo alguns frutos. como u instuh1ção du. 1'a culdade de Agronomia em Dourados, rei vindicado na primeira reunião e que já tem o apoio do Governador Garcia Nt:!to Disse ainda o líder da rssernbléia, do en • tusiusmo que tem se notado no,; inttcgran tes du associação que li.Uruentou ussu,; tadoramente após a re11Uzação da pri meira reunião na cidad~ de Doura:lo~. 'ma constituição, ra ser bou, deve es, Jw1moolzuda C'tn ~ u u partes. liiscíplinada i rn seu regime garantida em FIia axecuç/io . . . . ftomugno,i .... ECI IHECIO " Contabilidade de Antonio João Os estudantes do Cur- 6ú Técnico de Coutablli· dade da Escola de 1º e 22 Graus Aral Moreira, de Antônio João, vêm de alcançar expressiva vi tória, ao verem reconbe c:do aquele curso olra. vés da Por!aría de nQ 5184 de 8 junho de 1!)77, do éonselbo i::stadual d~ Educação. O curao Técnico de Contabilidade d&. Escola ".ra! ~foreira'' tinha sua autorização para funci(J· namento pelo d e c r e I o ° 849/76, ficando depen dendo do seu recoohecl mento oficial o que vem de ocorrer agora, e a· quele etltabeleclmento de ensino, e sobretudo os jovens estudantes de Contabilidade ficarllo a dever moís esse valioso trabalho aos i>siorços do ilm,tre Deput.ido Paulo Slllanuha. president~ da Assembléia Legislativa e prestigioeo repl'Paentaote daquela região do Pre feito AdJo Herodes Xa· vier e dos esforçados mestres daquele curso, j proiessores Horges e Jo nas Capllé. Le.ia e assine 0 Jornal Tribuno da J Fronteiro p t d g tz d ., ,., e s d y o ci d. e l r Prnco d a s te Exemplar[ e r $ 3,00 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº257_31_07_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº259_20_08_1977 Voltar para a lista de itens