TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº288_30_04_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº288_30_04_1978Número da edição288Data de publicação30 de abril de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.108543455483815 , -56.53026383312885 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº288_30_04_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 'I· u FREDE CO CBMPOS VAI GOYER 0 engenhelro Frederl eo Calo4 Soares Cnmpos, atunl hl'Cl'(•tár!o do Vl11. çio o Obras Públicas do Governo de Mato Grosso l'ol lndlcnclo para uce. dt·r José Garclu Noto. A Informação foi IIeradn pelo Pláclo do Plouulto o lrnu"mltldu pelo tlluol governante. O futuro governador, que é sobri uho cio cornuuclanto do l l Exll:·cllo, geaPrnl D1- lermando Gomes .lontol ro, era upontudo como o Sllgundo nu prcferôucln goVttl'JIUlDCíl ~!l 1. Puralelurneute, rornm anunciados os nomes de Luudo Natel pura o ver anr São Paulo; l<'rnace!l no Pereira, para ilinus Gerais; Alacld Nuue6 l Pa- Rachid Aplaude Indicação de Amorim Costa última Pág. 13 □ R MT. r), J0o Ca«telo 'far. nh o), Guilherme Palmei ra (Alagoas), Tarcito 3udtl /P>Hulb;1) o ,Jorge Konder Hornhuser para Santa Catrina. Com o anúncios, o ovurno en cerra a fane de scolha de futuros governantes, proocupanr!o-110 agora com a indicação dos se- 011dore11 "blonlco11". do Sul li IIGR PE o O pecuatista Sebatllo Zacarias gaduce o Svuher Prefeito Municipal, Dr. Huben d Castro Pato, pe!o serviços prestados no tocante a conservação da tetrada que demn dr. o sua l111.,:11cJa. EHTREVIST A SENADOR PAULO BROSSARD Pg 2 O QUE É SER OS CANDIDATOS ... ROSACRUZ MEU CANTI HO (PÁG. 3) POUTICB ou < Púg. 3 ) DE ACAO T ADANO PREFEITO E JARAM é candidato A Deputado Federal (Pág. 4) NOMEADA A C O m 1 5 S a O para 7.a EXPOSIÇÃO O ~indicato Rural de Bela Vis ta, at-ravés de seu presidente, Vitor 1:-'eazo e vlcE>-presidente, Robervn I Borges, nomeou a Co mit;são Organizadora pura a 72 Expnsição Agropecuária. Na pre sioêacia, ficou o pecuarista Luls Aldi, que em breve conta to com a reportagem da TF, delineou al guns objE>tivos básicos para o :mcesso dn mostra. Enfocaado a necessidade de um bom plune j1rn1en to. Aldi já iniciou os ron tatos nas esferas este.dual e fe deral, visando angariar recursos financeiros. A realização da Ex po em Julho ou em Outubr'J está dependendo da Secretar_ia da Agricultura mus, 11a próxima e dição já teremos a palavra final da Comissão. A f o n s o Dilo n também é Candiàato (Pág. 3) t '-· .. _ Na prox1ma edição entrevista com o presidente do Diretorio Fiori Murano HOJE: BAILE NO CLUBE ESPORTIVO BELAVISTENSE SERGI ROBERTO PERONDI ADVOGADO S€J1O3)O- Rua 3 de Outubro (0 L20 D3 €)±129) Dela Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAíl- Mt. 616 Dr- Cyrio Falcão Advogados C 1ss Civis Criminais Inventário:. T:abalhistas Ritll Rui Barboss., 2?74 C/1 Fone 4-6683 C ucpo 6-rand.e - Mato Grosso r.l! Sebaati.ão Crispim do Rego 319 Fone Bella Vista Paraguai 71 [g]g Vjtg [alo_'''! CASS1NO PARAGUA Y Ambiente Seleto - Bebidas Nacio nais e Imporladas - O maior atrativo da fronteira - Diversões • Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PAHAGUAY. "O omereio Jovem de Ma.to Grosso do Sul" Basta levar o seu docume!lto. O seu crédito é sberto pelo já. Famoso Credi Bio-. Sem Jure e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Bié-Lar Conees sionário Ultragaz entrega automática plantão aos dornioaos e fe· riados troca de bc,tijão pequeno Assisteaci1l. têcnica pe;manente 5:1 Seção de peças especializadas Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N Jardim Mato Grosso do Sul r "'· ,, t revista: ( 'remo que 'IP111liro, :,pr·, 1•1111 •o n i,IJJJU, l' ln1plrntl1Jr p11l11vr;1'1 do l r,11, r ! 11 h1111 Anti,,~ ('1,n11, n ! • tonl1' do (1rn11!l • 11• Ir , (lllf' ll!itdlrl 1,0 p11111111H·ln11 11ol)ro o 1i1•nll!lo dl'' Sl'I' !lORll('IUZ Jll(/ " fel1! É, unte de mi 1 J1t1d11, Cllil 111•(!1 1'· ,.,,. li Ri ll10Rll10, () tqe tt I id11 cont-icl•·rudu, 11:r,1v(• do:; 1.ompmc, 11 111111•{ cl111 ·li d• tocluli ª" c•ol.:1.1 O lrn,rn!'l'uz i-;nl11• qu,• 11 11101•d11 11•111 clol~ l.1d• • 11 pnrt11r to 1·,·lía J11h ,. lllPlllO'< fll't'l i 1i:l;1 f1,.,, Cl111ra <·arnc·t• ristlcn «d "ll'l' eo11-d •nt,• 1• ,1 1 , forçar situações ou cl eunstaneias' p»rqu be que exf,t,• lllll " íilJ'I> Jllll'il ;>11111!':r P ,>1/(I O i''I l'U l'l11l1e1. 0 Ro:-lll'l'U~. ll'!ll ,·1111 • viénciu de su u ida le com o :b1rnluto I ofr - Cl'·lhe todo~ o,; Jh'll a mentos. p .Jnvrns p 1Jh1·,J!' pelo-. qu,ds sr con idera responsával. O Rosucrnz preura Irradiar P11 z P mor' ulio deixn1,do que ,, Ji~ c{,rdla pct·tub" ,uu mP11- 1e OU qu,• 111:l C-ll,1>(,'Ót'8 negutlrns o clomiuL'l11. O R,)sacruz rnio 01vi rá as enganosus uges tões clu dúvidu 1' n.i e dsru gm1l'ida 110 tL•mo1·. O Rosncruz pr"eur,1.-ú Jlbert1n-se do tMio I tia :rnsledud<:!, vivl111<lo o •liu !i ctia, sem preo<'u pações. o ROS'!Cruz Sflbt>, IHíll· belll. que o boje é o rruto do oatem, e- ílll" , amanhã é o fruto de ho je. Ele aceitará com n mente tranquila ,:qullo que nüo pode ;:er mo(Ji firaoo, e mudnrú u,Juilo que pode e dP ,·e ser modificado, busc111.1d0 o di!'cernimeuto nu silt>n!.P voz da Consciência mais sublimo. em seu interior. O Rosncruz não teme o iat'ortúuio e nem Morte. Enfin, ser 1os cruz d coahecee ., ,., ..... - tidade du Vida e ter percebido que Deus é Amor. lão ré na OemoaaUzacâo 1 'lenta, l',,r (' 1r]1J , 1r l t!,,•rv (• /! lio i)<,)],, l"" f 1111,1 .. • 1 :-i,, • . 1 J1 t) 1 li 1. 1 '1 1 ,, ( • 1)1, 1) 1 , , t 1 1 ili 1 , 111 r t u. 1 ,,111 ,. e ti » le or, ,J r iniJ 11t fo, 11 cn:1 lar {ah, Ir r! »! ut coun era«dor que valoriza ao m@xins o ittpaveta de ta transferência 1 1 1 li ui, 1 ) qu, i11t1Í t 1, r, / 1111 ·•l.ttl d,· rrl Ir I '' 1' l I' ,;, 1 poeta te y lo • (d. t•, r 1 1'/1', 11.1 úlii• Ili,, e lei .. 1 :1, . j ull- _11in 1,,1.,r .,.. t',l't - 1i .. ,. li l 11 llll 1 1 } ...;, JI 1 !1, Ili 1·1,'1lh'11 t· l""f/1' tpdote itvr -a vi en]para troe> or ta liste do te «d d ti- duros que fi J',H!JII l 11 11 • li 1 1 li 11 1 f --pt·• i.tl1111•Ult' ,•,,11111 1 ll!!'ll•l ,l 11 1' r •. J de n 1 1' Frne-.to (,t·i-t·l - 11n a perorar que. eventualmente, ehewu nu ofu« r a etravões da lotria de gorr- 1 lote-, o grade p tanulo p ilit ll'o dn JUOlltf'II. to ;, 1 11tltt·,1 t. 11 l· 1, r, u D volta a f,,rmul ,r u , .. ní 111 11t11,·i,1n .i. ,1., .. , c-01110 tem ido eu habito d-de qu -e mudou para B;a.ilia, tré anuo- atr, evita avançar uge-tv p.tl,l .1 po--i,,·I .1il1n· 11 d 1 1111•· 1•iH, ,,1,. 1 .. ,.,, p 1 1 p 1!1 I• , 1>1,1 ,lt·IJ inguét pela de, cri:1 romt'i,;ar P 1T" i ri 1' n eia eju ( ,,mn t' --t"11l10r ' t• .... ;, 1r.1u .. fnrmn<;àn ru11· ou,~ p·t--!'-Hl .. u l ifll.1.!t'III pPlhi.-.1 de t'(Jtl--t.'r"a. ch,r. 11m horn 111 d., H,-,ol1u;.1o dt' 19td. parn 11111 tini. lídl'r<'- d:: opo a qu • m:ii--. rritic;1 u n·;:!irn,•'! Brc1, .. ,11·d - Ld 1..·1,::ao 1111· , ,·jo. 11:111 -t· operou c·m mim 11,•nll11 a dana. Continuo fiel ;) .. 1uc--ma-. id,-•ia-.. a,, .. 111 1111)- pri1: ·q,iu... -. ,itu.lJ1c'-- é..· l)lh' ... ,. lorfl 1r.11.1 J , Íun l.1. Jlc· dtft·r ntc·- js E qumwlo :ó sra': Hro -l h tinto nitidamente, dois momt·n1n .. uo primeiro período revolucionário O de astello Ura11n, .. té outubro de !S, ,Llla cio : o ln!"ti• tteioal n.o :!: ,. d·•poi-- dt• ot:bro de 1965. Ou• ,·;1111 t" a pas- •'!l't!1 e! · l .t t,·ll.l L r .11 1l'1J: .. Dt:'ntro dessas arraigadas concepçôes, ben -el não ter le gitimidade tara criar • voto por vezes tem a-o. alhadn eh t.'tt·r110-- -t.·rn, .,•lorl'- de fal- ._a-, llt.Híria:.: tl1tl •t••· ' t i,l tit!! : : .r· Foi !'111 1hril e!,; l9fl). (t• nt1lllhro. ll '.0 •r1•, {oi 11'11. ,, h,,111<.·111 f ,i um, u li11:.:u.1!!t'P1 f,li u111;1. l,·p ,i-, tu•lo muclou. E, 11 111:1 ,, z feita primeira cotice- ào, o 11111a ~Ul't''-· são de quedas até chegar a» que chega+os. Y,·j,1 - E " 'I"•· fa " I" ,i,h·nt,· ('u,1,-ll(> Urnnro 111ud.1r'! Broisard- Prece-me que foi uma pressão eX cluivsente militar, Depois de- _-1_• golpe: de 1965, Jl'rt•ditu q111· Cn-.tt•llf" Br.11H o rc·nha rido t·ÍdÍ'-':J mt'ntl· ,-. d1..•-.ejn tl1· --.1ir dacpt.·I.! hi-túri.1 e t·ntrar par.i a História de outra maneira. Mia- aí ji ,·--t.t· va coiauinado pelo kio do poder. O po<lct é uma coisa mito perigosa, v-pecialmente para qu,·1t1 dw~,:i :l d,· de rqH·(l(C. C .i - t ,. 1 l •) ., 1" f, i ,_ e· r t' .i ri o r 11J.11 foi d l" p u ta d o, ll a:? 1 o l .. t' l' l't' t ú ri ,). njo fui mioi::-trn. ! ... . · e-idencia. E este, ali-, tem sido o mal de outro ... "°'i11'.!IILÍtn ch~veria ronu:~Jr p,·lu J'r,·,i,lénri:. d., H,•vúhfü·,1! .--i,a. quanclu Cn,tclln Branco tentou sir dquilo, ou já tinha n .. :-imila• do a rttn·a .. il t :.H ;:1 11 , 0 11 l'"-lil'a ct•n·:.uln por forças P o ulo r Brossord 'i 1 11 11 IJ •t f ' tll t hl ·riu r »aa anal e o peral pr n ( e-utuni o de I9o! l 1, ,d ( ,,0111 ,. 1111 11 ,ntitu o de ]o,, de una autoritarismo bárbaro E olhe que o n r, 11 11 1 li. r,,,, (, l r j 111, t- u1uJ11t1 ~r .l~"' li 1il. , ;., ' mpos, Afono Arinos, Danie! hri r Ji,, 1 e até ioaços m rrlatão j onotsttudo dr l')I. ! 1 1,r 1,t111pJ,., 111r111t1t •t• ,, "'lt:ilo d1 1 rz , .... l , ,11.f, 1,1 i l Cr li· ..'rJf1c,1 t' r, lefonia, Mas todos a- 1r111 •tllt" n11ru· 1 1 ·J'Jr runt~1 «·t n tlJ,l II lt ÍHnicu t111 » quando isso foi colocado no texto < o ti. tu 1011 • .J O tnt·ll f1 l,·(,,nf. 1 nr t"'.í 11,r 1 . /;, l11•tf1ri, ,. Jllt-fllt" r,·n ura,,!o (}urro rr•, ,·iro rru qur- a Constituição «de I9o7 era uprior é aquele que ,111 .. ,•r d t . t r de tola autoridade H rr-·•[Jf")IP ."t Í11• 1, ,.:rul•ul~ fi•it·.1 ,. anrrl••1.11111I alo d, l("nff,. I: todo· ,d.rrn q11t"" o Jre-o 11u1u·..i foi 1!o Hh1hrJt.ulo JH) Brasil como depois que iso foi escrito na tons tituit,.io 1 .,i um I C:•ir1•1i111i{,trJ Ít·llR .:t1uh,1lho.HI l• mente- nu parágrafo havia um "mas, porém", llá uma corrente de juristas que acredita muito na eficiência lo vnle tdo para tingir determina- 11 -ilil,olu~. (J 1r-ullt1Ju i.ll t•t.1. ,, " 1 r t n. ·---------- Gradual e Segura" Não dá: mais para esperar o fim do regime Veja-- Depois disso houve outras ruptura, ou tro1-- ,tt,, ... lln•«11rd- O pn·•icl<•nt,· Co<tr, < Silva. lenho ccr• tt·tn, l'"talt .. j11ct•ra111t·nh:' t·tnpenhurlo rm cu:-nprir a Con-ticui~iw, qlli·. por FirrnJ, lhe cla,a p,Hltrt•r inu-11 .. 0-.. Com aquela Constituição, o <loulor ,6nlrt teria fito tdo o o nr,•t,·n,-,,•11 Í:lí''••r - .. UJU 11,&t"ll~L :Ulttll'*'Ot'.., pn:Hl('U~ p,tta (J IIHJJlllt'U• to ir-:rrcio:a! !· ?! dr· mate, M!a. f { foi foi. •. ate novembro de I96}, Não há quem ignore que os grupo» interessado- andavam só à procura de um pretexto, Já tinhu lia, itlo, t·111 Ura.:.ília. o ep ,6,lio tlu inva,:lo ,ln Univcrsidudc - um 1••pc1ál ,·,ilo dr violêm·ia, ri~ bruLalidadc inqualificá,rl. lembro-e, eu era d,•putarlo "ª épocu. qu,· Cu1u Sihu fi.-011 profunclumcnlc chocado. ~!a; nüo tt:,e 11 dt=ci-.jo ••tt força. não ~ei. pura fazer o que de eria fazer demitir u uutori<la,Ic r, .. ,..ponFá,•cl pc)a , iolêru·in. Qu.indo n Con~n·--n rejeitou o pedido de li/ <'l'nça para -.e procl.':o~ar o dt'ptHu<lo t.!árcio ~lorri• ra Alves, Co .. fu e !::iilva c:t:la cm )lina~ Gerais. E fez pronu11ciamrn10 d,· rc,peito ,l Constituiç:10. Tribuna da Fronteira - SExlAN.ARIO -- l• UND A D O E :1 2 O / 2 /7 :! ln-e. E-t. 130953., 1 :! CGC-:lF: O:Uu0.73610110 171 Hcdaçiiu e ,dmini,tra~üo H. Duque de C.,,ias ,/n. Ucb 'i,ta :!T. Oficina,: Huu DtHJUe de Cnxias @/n dela Vi,la - :'.lato G10,•o Redator-' hcfe I vai do Prrciru Administração: Maria E-tela V Pereira Dcparlumrnlo Co111crrial: Alvnro Pereira ASSINATURAS A,•in·1tura Anual Bela "i,ta Cr$ 20J.UO DrmJi, ~lunicipio, CrS :?50.00 Tribuna da Fronteira é uma publicação da OIUIVAPE- O, arti::o• publicnco, com assinaturas dos :iulorc< não !rnduzcm u opir.ião do jornal. Sua public:ição obedece ao propósito do rleb:lle dos problema, 111unicip:iis e de rdletir as diversas tcnclênda.; do pcn .. mnento universal. li tl 1 1 l ~ li l '' 1 l'I 1 1 tl fl <l Hrpal 1 , •• 1), P 1 , , "1 r lil 1 ,J ! 1 1 • IA r ,.. • rat l f.l t If 1 , : ..a.r rn , tJ , • 1 1' r r , J 11 'l ~ i. f,7 d ntr I d,, !':11 r,u para imedir a o do presidente ... , l, U{' l-'1 J,11 I, 11.tJ, r i l!lli-l « 1 1 lt. 1 ,nt li, Ili, l.Írtlh 11,(·t ,O 1. .• , J1,111 :11irl lf, ,, 11 1 1 ,,t,tra , ,srca, r 4t gorro Mf ,t 1 1p • enfim tranqiilo porque nina te veleidade f •11•fllU 10111'I,, r ia alguma. f.hera 1 li atual governo, que teve a pretenso de as coisas denutro daquele processo de lenta, gradual, progressiva.. ,•j t - U "'°nhnr arrc .. dtl 1 ,1ur n,! Hll _.... 11 i li• rnJrt. 1 an1 J>'.lfJ :1 nt,t r1nrn -...t"111prr 11r1,ou 11d.t! . lrossard- Sempre me rafe,tr{ descrente dinoo Ou 11 ,.. 1-tt. a nhcrtur-a rit" 111:1 1 r:.6 1'/, ('1>11111 lJ1t1.. 'J.tr,. ! ri+ao acional, uioria e minoria, r, ero opo+ião, ou nunca será feito, D)aqui a I00 ano-. haverá aquele qu achem que prema. tur, Não acredito mn solução lenta e gradual. ()u,i1,1 Dtu• qu~ umunh.l "". 11-nlla •Ir ,lu u- 111ün, á p~drnut6ria. 11rn.- uJo ot·rt chto. Veja Mas, então, como o ser.hor nali-a o prnpo•ito, a)a11,fr-13rlo p~lo pre-,d1-nc,·. f:rudln {.;Pt•el d;, ,ub-1i1uir o➔u10, 11(• ext:tílt>/ IJro••Jrd - ' n, , .. ,·o,dwcP111 n prnjt·II• i!t' ref, r lllà do governo! Eu também não. De quando em quundo uvese alugna coisa, murmura-e qur u ; 1.:; d~-.•r,1 ,er •uh-tctu!rlo por •ohn;:uar•t te Pe-soas que e julgam entendidas dizem q4 ai haver num estado de emergência Perguntei: o c1u ; 1tr ,ii,. r ; o'! !-:, qtuuado me reponderam. pensei: en k 1l. eom outro nome! Por isso tio ·uuto urdo, ao e receio, medo de qur mantenham a 1..·oi--,1. rnurbrulo o ,,om,.. reja - Políri('(h li!!Jdo· 4'l1) (!OVt!t'OO di1t-m que ;(i b'· dnn• hipfi1e,es: ou se faz a normalização COIHlÍt acional coro o n'() t:rnn. ou .-e r.,z dtrruband(. o governo, O :-E:'uhor~ 'ocn·ditn 41a· ·Ó t-~Í•ttHII e;-a, hip6te-e;/ IJroHard -- O poder é in,nciú·. e!. E o orhí1ri1,, entilo'! Nada o •alisfaz. Oc rnodo que qualquer munife;tarúo de dt'•conformidad<' já e:iraclerin " inimigo; devemos baixar a cabera, bater 110 peit,, dizer muea culpa e vota no governo. Aliás, há ní outro a .. pêcto :.,rra.,<", qur- é a :,u!"ênciu dn Ar.toz (e perdoem-me os meus amigos desse partido) O doute>r Francelino dh: que a Arena é o 01utrir partido cio ociden1e. O jornal d-:, Bra•il o chamou de a maicr ch1qu,. ~overnamental do ocic!Pnt.e •. Eu não digo nada. Dié'.O np enaF qn<' é um partido !!ronde sem ,.er uu1 [trnnde parLido. Veja - Que contrihuiçã,• falta? llroHard - Con,enhamo,: a opn•içáo, por maior que seja, por melhor que seja, é urna parle e. nté hoje. no pariu mt'nlo ni!o é a maior parte. Ainda é n m .. nor pnrle. De modo <jUe n opo-iç:lu nã.i pode ter a velridade de querer fazer tudo ,uzinba, ,cn, n junç.iio de forças. Mas para 1+o "-t:ria nece-.sário que a Ar~na pas.su~~e o s.er unt partiJo e cles,c a sua contribujção. Deplornvelmtnte ela não dá_. Ela cumpri! ordens do Palácio rio PlunalLo. Veja - Ma, se niio lú dcruocrnlizaçiio lenta, e, a seu ver. a Arena não C<'ntribni. como chezare mo• à democracia, em ,eu modo de entender'! IJros;ard - ,;, coi-a, eetúo ,e modificando, e muito. Quando <> ~pa1·ote de abril" desabou sobre o ruís, eu disse q.ae ele er:i tão bruLnl que havia aprcsrndo o fim do re;rime. Ab, por que fui fobr em fim d'l rr-~ime ... f: uro pecado rnortnl. :ila, Continua ... ,, de Apartamento ventilador. nmliirnk Hlll __ , Rua Teodoro com ar coudicionâdo. quarto com familiar refeições fartas [. Rondori 586 Tipografias e Livrarias Ruy Barbosa N. S r ªª A p a r e e i d a }3.F)})Jt)]'.2 - ,g}J;)},lf)Ji:E)] - J)'j]}']I)J:r.J]rJ]' .0 t 1550 QUE 'OCE :lERECE Rua t-1 de Julho, Hl81 - Fones 4-2221 e 4-6633 Rua 14 de Julho, 2266 Foae -!-307 CAMPO GRANDE :IA.TO GROSSO DO SUL r E DRACO COLU SEICKO- l l HA homens que io poderosos em ferros ds máquinas. No entanto. hs (, d, {] poder político e h outros que lo po- ent que credita numna tud ,n,, l, li J orno ( i:caros I os 4eroso ó qunindo +tão com o poder tem posto em prticn mudança, que polilil'O nas mo'', Este pensamento, de tem {eito triunfar a mudança, que l••, 1 cnndido Mot FIlho, epelh bem uma si feto floreer a mudança... Caram!n!... paço rotineira em Jardlmn, que se en- i primavera é InexoraveI! (Pablo Neruda) entra entregue nu um rupo dominante A mudança que canta o poeta, é a mu, Quando o Iiho etente de espírito pepular. ExItem du dança que transforma, que levn o homem estiver 1ora 4e ta, o faeg0e» em luta. [Um, corrente em- a avançar rumo ao seu d+tino glorioso. e no deve ficar pu ,!chLil11. cnmunrlada ;•r·Jo prefeito Fer- N natureza nada se cria, tudo e tras- cu9ade o tempo t, w, Jlfli!dlí d!' Frr,lln11 (dlvldlcl11 Pm tinis g-rn- forma. E !ri do P({1JilllJ1 io. E a harmo- pendo. Ta!vez f'!I• pok), outrn, corrente renista, comanda- nla eósmica que faz da formiga um ser sofra ulrum acidente' riu por Mrrtr.lroH H•>Chn, Osvaldo Gru. tão importante quanto o homem. E nes. Talvez leve pil•i do pro bert o JlcldnH Yloreif, IJnrn eHlÓ. eom o resa:.rla u mudunça. [~m 110111,0 e; <1. 1< o fossor ",Talvez eja ja potlPr (MIJBJ, oulra, perdeu o poder Bel!t Vistri, ums das mudanças necess diado pelos colega •. mu continua poderosa (está com o Go- rlus. devo se processar no campo politi- etc... Esse pesimimo vor110J. No vmo nallzar 08 prós e co. No final deste ano. o atual prefeito exercerá má influência 011 <'Ollll'il <ta nllrnl arlrriinfi,traçflo o mui- deverá p11119ar o cnr·go a uu, ~uce11sl>1' sobre o seu Idl10. to rnrnos nnleclpol' u possibilidades do Faz parte do sistema. Muar. Na edição C 0 rlarnt"nt". 'OC(' j.'l rupo arenist nas próxims eleições. interior, publicames uma mnnche!o <li- ouv·ln falar de "transmis Um fat,1, Rl11lomútlco, é que o utul pre- zendo que P1-1lmll·rl é cunrlídalo n uces. são de pensamento'' ou fel!o, pnrdcu multo rio seu carisma e sul' de Castro Pinto. Foi umtl muncholt· "LPleµaliH". P11f1. f. Ficar utuulrncnte ailo or.tú •·com o p,wo". Umu coutrovertidn. Deu margem u comentú· im1.1g-íu..11Hl( º" Ilialn, que série cft> futorPH fnrllspôs Pll'l'/j de Freits rios. Procuramos o Dr. PPclro ,/oRé Pnl- poi-r;am HC(líd•.i-c<'r ao i! com vereuíloreR de sou próprio partido mlorl, que uflrmou: Do Inicio, npolarel o Jbo lJUP etitá longe dot!i (brlgn com o presidente ria Cflmara) e oorue de Luiz ildi, el@menlo jovem ,3 F.eUR olhus é o mesto tudo lndicu QUP esta "uPbulo~u Rituuçilo" CJUt' preenche os requ!Rllos oocessár!os que trn,u;milir- lhe ''Yíl.mt con!luuurá ntó quo os "clesgarrnrlnt<'' clu pura fazer uma boa admlnl,struçf.io, mos... çõc·s ment<li;; nPgntivnfl", rt10Hol!11 emrdrlll1<t11 voltem à11 origens. drixo bem claro: fie fol' chamr•clo, acel- que lhe rlerão muilo pre. Confu~a n siluuçfio política em Jardim. tar!c'l, como mls, ão. A RI luação ficou judiciais. Dois candidutos à Con!llituinte: Osvoldo conFni-:a. Com u publicação da monchelE Para afastar s preo Grubert, pela AJ'PIJU, e llearlque Pires surgirnm inúmeros candidatos (Lul:i: Aldl. cupuções e manter ale do Freilus, eandldoto n reeleição, pelo Osvoldo Turioi, Evilásio Miranda, Elias gre a mente vucê th•ve ~!DB, já Iniciaram os conta lo" co.-n Ruas Barbosa, Sidney Mascarenhas. Luiz Car- rerrr "força das 1 bases, visnnclo "e,clnrecf'l'" o eleitoruclo los Nazaret, Roberva l Borges, Paulo Re- pt ! •. v ·,,; ui ·gres e posi- a respeito dfl R~us objellvot:. Não vamos nato de Castro Pie to. Afonso Dillon Nu- tias', O uemhor mesmo criticar a "situnçil•l pl)líllca" do pref Pito, nes LeitH e Gttribaldl ela Rosa. Tocloc; 6 rcp-Ur mentalmente. r11a1<, COD•idamM S. Exeiu H mrrlitnr a l111menR ]igndoi- u Belr. Vista. PolítiCflR e com fü::,Pza. as palavras: respeito da nebulosa situação que impe- não p,,líticos, Técnicos. É, salutar saber Esl:'I tu,;u bl:'m com o ra no chamuto purtido da Oposlçüo. qur. atualmente' e rlesPjo de particíp 1- meu filhinho. Nada d·~ Qu'lndo ufinnumos quP o grupo dúml· ção superou a apatia política. E a hora mal lhe acontecerá, "de nrrnle, em .J1nclim,' esló carente de espí· e a vez de Bela 'lista. Sabemos que seuhuaclo" em sua men rlto popular", basta analizar o comen- ninda é cedo para prognósticos. Mas, em I te u cena em que o seu lá.rios surgidos recentemente r que o po- política, nunca é ::eclo para acertos e filho está estudando 011 vo se encarrega de clivulgar, a respeito uniões. Com o advento ela energia elé- brincando, transborda:::te dos divrrgêacias e desencoatrnR nas hos- tricg, (Urubupungú) e com a divisão do de sau'e e i. cidade. tes emerleblstas. O povo já não se eu- Estacio, cremos que Rela Vistli vai rcce- contra tão entuslasmndo com o prE>feito ber um _g-ranrle impulso. Não será difícil açilo e companheiros. Se O!:' maiores do administrar bem a P!'iocesa do Apa. Os E t T d MDB não encontrarem alteruatlvas váll- nomes acimes citados. f,,rmam uma cor- ~por e para O OS elas para sair do atual impasRe político reate ele opiniões, de diversos tendências é quase certo que amargarão uma der- e são os mais comentado atualmenta. A rolll 16 de novembro e os poderoros solução para o estado ele iviS, foi técui que □ao esta o. COlli. o ~o der, voltarão a I ca. Talvez, a solução para Hei a Vista, rlornioar a pohtica Jardrnense. Quem vi- também venha a ser técnica. As oolniões ver vera. de Figueiró, Rachid Derzl e Ubaldo Sa rem, pesarão na balança. Vai depender, também d:} voto favorável do atual prefeito. Ainda é cedo, mas corno é salutar co mentar, viver e escrever a respeito da POLITICA. -2- Enquanto isso sobem vs homens pe.lo sistema solar ... Deixam suas pega das de sapatos na Lua ... Tudo luta por mudanças, menos os velhos sistemas ... , vida dos velho:- sistemas nascPu de imensas teias de aranha medievais... 1 Teias de aranha mais duras do qu6 os J o .. 1- 9 R u a S õ o P a u I o S/N r is=»+rsrE3 Miffil1TílM$ Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e Varela, U~IA OROANIZAOÃO PARA SERVIR ANTONIO JOIO 6 ltEOI,O Antonio João MT P , • .J r o l' e «dr e i r ,1 ' . nada mi !elo curar orou Vamos 1ião 1 [l,!(J I l't{() l' 1 li!!' ll' (, f1 l'!i) li ,ttlil' futl·l' erlt1< 1r fl1, rn•l 1 1 li,• executor obras ben n httó utta Este velho correligionário ud (o- ces não sabiam qu o e"d or- undo da velha UDN? E posa e D sul certa dose de razio, pois a aço em Jardim, continua na tlll'SUl'J .•• ELEIÇÕES Já se comenta que os eleitores devem se conscientizat que, votar os candtda tos do MDB, não beneficia em nada o progresso de Jardim. Outra coisa: s candidatos da região (Jardim e Bela Vi-· ta}, segundo cumentrios, não vão se eleger A opção certa é optar por um cu 1tliduto que reúnn amplo.: po,,.iliilitla rles rlP ,·ttóric1 r cerC'al' fileira em torno desse candidato, ssir teremos, realmente u,u reprr ·e·1.ante 11,1 F!<Pinbl- lo. BRIGA É rato por demais coobecifo. que o atual presidente da l'.lma,..a, Elizeu Trio dade, vive as tmras com o pl'efeíto Fer~ n12d de 7:·!! s. Não sabemos ate quaoda vai per,;i,;tir esse est,tdo de coi sas. Q. que importa e rnper:::utr é a DE SUNIAO nas ho5tts emedebistas. Iso o povo sabe e comenta ... "No .108. nin guem se entende" ... GRUBERT :E:stá i,eudo formada, ern Jardim uma corrente prá frente, visando apoiar em massa a candidatura de Osvald~ Gru bert. As diversall alas arenistas estão cientefl que a época é propL::ia para uma grnnde vitoria, pois .a ulual admi, oistração desgastou a imaget!l da oµosi cão e a ARENA, iuteligenlernente, vem explorando as deficiencias da política de Freitas e Cia. E a. hora e a vez de Osvaldo Grubert. / BRILHANTE A 1'UAÇÃO c5em alarde e nàc usandc do já conhecido espiritc espalhufatoso (muitos usam), o vereador José Carlos .ledeirns Rocha vem exer cendo C{;ffi brilho suas funçõ2s de pre sidente da ARENA ao município. Verea dor que orientli os colegas e com pes nas decisões, Rocha é o politico do roo mentC:l ni.l cidacte Caçula. ~ ------------------------------------------------------ de AH MA D H. HAIDAR úma Organização AH:1AD R. Ht.IDAR para servir Ponta Porá e Região. Secos e Molhados, Latarias, Pant'las de pressã,i, L!1mpiào a Gás, Triturador de milho, Ferramentas Agricolas e Alumínios. Produtos de Exportação das mais afamadas marcas. fxporta~ora C l l r f R tem o mel~or preço ~e fxportação para o Clienle higente. Armmm Cliper: Rua lrlarec~al floriano, 604 fane 431-1131 fxporta~ora Cliper: Rua tlareehal floriano m, fone 431-113íl __ PONTA PO R_A;;_.,;;;;. MA TO GROSSO DO SUL Pz' -------- Do<umentos ? rdidos , Ltl>•r1tlo Arsnnude P'erro1 Fzend Sé@rodo dul Lopes da Laguna Declnrn par o devido ti que fol extraviado um talo de no1s flH011tu do Prorlull)r (Operg0o Internns) uom 10 follrnn 0111 hrnuco 11U• mordo do N.o ti l5UJ l 415020 Publlun@Ao quo se fz para obtonço da 2 viu. Der dn ilv Leite Deelru pru os devidos flu1, quo l'Xlrn vlnu 0M Rt>· f{UlnlAll documeutoR: Titulo de E11•tlor, Car:el- t rn de ldantldnrlo, Cudo1·• nelu de 3, Crteira de Hnbilltuçüu, Carteira de Monte Plu. Documento de um Jeep 72 Publica ção que se luz puru ob ter 2 Vi. Foram extruvludos os documentos do Sr. Ter cio C(1lestln<' Gonçalves: .... Certifieado de proprlecln de H G Nº 0139 lH 018 do curro • m111·ca volks/ brnsíliu ano 75 cor lurnn ju, µlaca C,I. 0270 chussi,; N BA 196030 Carteira Nnclooul de Ifo bilituç!io expedida por Aquldr.utt· nu sob o prontuurlo 'li> 27.395 Mt Curteira de Ideotidude RG 6.088.578 t' Cl0' 340916!58/53 Titulo rle Eleitor expedido CID Dracena - .P. Publicaciio QUt! se Jaz pura oblt>n<,:úo ele 2 vi A TENÇÃO Retiro Espiritual Data 30-4-í8 Loct1.l: Clube Paroquiul !Dicio: 8,::!0 hs • Termina com a Sautu Mii-sa às 19,00 hs. Os lntere1csados deverão fazer suas !ufcriçõe1; até o dia 29 do correutt> 011 Caca ·Paroquial com 11 Sra. Solomé ou com o..; Padres. "Eu sou o Caminho, u verdade e li Virln''. l€ougue Vencedor de PAULO EUGENIO P. JACQUES Abste Duas Vnes ao Dia - Higiene Ótimo Ateudlmeuto Casa de Carne 'l'radicíonal dn Fronteira iNTONIO .JOÃO MT do SUL S ER}E HTi- de JOÃO FREIRE DE OLIVEIRA Ambiente Seleto • Refeição Ctt&eil'a O seu lut em A.ntooio João - O Hotel du Fronteira - hospede-se no JeaoFJ Ho te! e sinta-se em suu Casu. P..:crüo c!c qualidade Rua Ame abai com Bela Vista Aütouio J oáo - Mato Grosso do Sul € S D2 PECUIISTT DE Evaldo G. Larangeira PRODUTO'- '✓ETERINARlOS, 1:1'.SETICI DA!::i, SAL BOIADEIRO E MI ERAL, SE MENTES E.1 GERAL. Os melhores preços da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias. 1080 Bela Vista -- MT. Sul E DIVERGÊNCIAS CO E.. AL Canaã Hotel e Churrascaria de PACIFICO SILVA BALTA A parlamentos - , r condiciooaelu - Quarlue pnrn casní~ e Solteiros - 11efeiçõt>s a quaiqutr Hora - ffotel Classr «.» BONITO MATO GRO: O DO SUL CAFÉ LAGUNÃO O caré que mui~ se toma em todo o SUDOESTE. Empacotado eletronicamente a vá cun -- Processos '.iúdernos O L I V E I R A e F L ORE S - Rua Pedro Rufino, 218 - GUIA LOPES DA LAGUN.- - ~!'I' SUL BONITO - MATO GROSSO DO SUL de Soare::: e Soare::: .NO VALOR N,O ESTA AQUILO QUE FAZEMOS, MAS N A MANEIRA COMO F.ZE 1OS. VENDE-SE CH,CAH. UBER.ABA, juolo ao Pu· que de Exposição, com 25 llns. Trútar com o Dr. Helio Loureiro Miltoíl lournirn filhu = V0GADO Rua Ary C. de Oliveira. 262 Cep 79240 Jardim ;,,fato Grosso Sul Leia e 0s51ne a Jornal Tribuna da fronteira Preço deste exemplar Cr$ 4.00 - O Hotel mais luxuoso do Sudoeste Hoteí ·Üquidüuar,a Palcce ,. O Cartào de vls tas de Aquidauana '' AQUIDAUAHA MATO GROSSO DO SUL ~-----------------------..:_~--- i 1 ! 1 l 1 1 1 • ludlou ao Exmo. Sr. lllnlstro du Agrl t'ulluru, Alioson Puulinelll. sollcltundo providências no ::untldo de que seju cor rigido n slstt>ma de cobrança de juros dos financiamentos vlnculadoR ao ·'PRO AGRO". Apoiado no artigc, 30G d o Regi· rueuto lntllrno do Poder LeglEilativo l'0- queiro à llesn. mediante &udlênci~ do Plenário, seja encaminhado expediente ludlcatorio ao Exmo. Sr. Ministro Ja A gricultura. Alisson Paulinelll. no senti· l do de que torne prnvidllncLts c0m rcla çllo ao sis_tema de cobrnnça de juros dos flunnc1amentuH vlaculndos a·o Prvn. gro, e pede prorrugaçüo dos r>rnzos para liquidação dos débitos dste ano, e nfio cobfnnça dcs jui-oi, refert>nte as frustrnçoes dei,te exercício. ,JUSTIFICATIVA Em vista das frustrnções das nossas l'l'ourns o~~ úlliruos tempos, no ilato Grossc do ui, foram os ugricultores o- ~ brigados_ u procura!' o PROA GRO, cujo prog:sma nao tem correspondido com o doseJo dos que recorrem. podemos citar eom o exemplo: o agricultor que recor rt• no .Pro>1gro tem pnrlb de suu culhei la Ir□stradcJ., e o que colhe ele entrega 1'.º Banr.o do Brasil, que cujo valor não 6 desc"ntado do tot11l do seu [inancia ~uenle, ficando no entanto o Iinanciacnen. ,o aguardando seis meses ou mais. pa- 111 que 0 Proagro a utor1ze a liquidação 1 ,1º se;rnro. quando é computado os juros ~ob_rc todo o seu fir.anci11 mPato, 13 o resulta "}" que os juros absolve o seguro, e qun- v O frnanc1udo reclama uo Banco não 'em outra resposta, se não dizendo que esse é o sistemu. _Cumpre nos Sr. Ministro soletra V. Xa. que seja corrigido o sistema de li quidaço do PRO.GRO. junto aos órgãos fllllllll'l•1dtll'l f• (!llll ll'jl'l l atut!Arlu li J)OII· tbtlidade de prorrogar o débitos do nrieultotes de Dourados e trande Deu rdos. por ter este ano tido total frust! .i· cio, bem como, u no cobrança dos jI ros especial,ente os que e refere ao PHO/(HW. Ifeuriqur Freitas - Deputado Difus.>ra PJicaU _óoez ELA VISTA,N .Ar[AAcuAY • '+,[4wd "fl; R! D1. Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminais Rua Lo de Maio S/N - Jardim - Mts Dr. Ivan üf OílSB da Cosia Marques ADVOCACIA EM GERAL Run Voluntários do Piltrio, 376 - Fonc 2IO Bela Vista Mato Grosso Sul DR. FIOR! MUT IS -MÉDICO Consultório: 7 às 11 hs 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 às 15 hs Dr. José Atanasio Neto Advogado Cuusail Civis, criminais, Comerciaia. l!! ventarios e Partilhas, ReRularizaçóes de Terras Juuto ao Incra Etc. Av. DuquedeCaxias."f.0788, Jardim - lIt. Fazenda 2 de Ouro Guia Lopes da Laguna iIt. ot , f f foi I Izado o :_KJ :-• i1 rn#l.r•o r,o tlo "ui. Vários teu s de [ nhoro'i µrof lto, rrir11t.1 Simpóslo, destacando-se gac1011 d1rclnrn• 11t ~ Fund Irasileiro de A!f b tizaç mostrndo1-1 011 tr,1lJ,d!H,i pela Coordenação Estadual de .'.htlo GrM o do Sul, que e. 1 do relavantes serviços à corun a - mato-groene. 23FISSI0N D:-. Pedro Jo::ié Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO S(!L Dr. Laucídi<, Valdez de Uarro, c;rnrgião Dentista CRO - 557 m. Cllnlca do Crianças e adultos - Ralo X Atende-se cum hora marcada Consultório Ar. Duque de Caxias, 508 (Ao L:;d11 do BJnrn Dr. Késio Loureir<i Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 de Novembro S/N Bola Vista Mato Grosso do Sul Rua 2G de Agosto, 381 - Sala 24 Fone -1-0650 - Campo Grande MTS. ficar Go.alvas Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio foão n.o 753 Belr:! Vista Mt Sul tna. Ouiro 11110 d!' tl,•1• tnqut' f01 • ,olt rtidnrl, llt• núpcia do Prefeito Mu ni:ipal de Maracnju. Luiz Gonzaga da Pr, Braga, que mais uma vez dá uma ca!Jal dc1nc,n,lr,1ç 10 de se apoio irrestrito à C 101<1< naçllo Íc"-ladual do :1nbr,d j;,;zeudo 11.b ·olutn questão de unir-se em Matrimonio neste evento µromo, ic!o pc!u COEST/ MT/SUL. Ao encerramento cio Semin!'.irio foi rsco lhida u cidade de Nevirai para sediar e, li! Seminá rio de prefeito,;, a rrali· zar-se ao ano de 1970, tendo merecido, a indi cação, inteira aceitação do Prefeito Dr. Ronuld de Almeida Gaoçu.do. C o m o rei>ultado Iioal. de;;r.aca-se a dis r,oi,lçüo dn Coordenação Estudu:11 do :.fobral :1T Sul. que se propõt>, a en viar aos mais altos e;ca- 1 õ es governamentais, após condeLsados e s as,;unto-.: abordados no Semintrio. R~Jutório Geritl no sentido de que as autoridade., vromo· am: estudes nisando o rrecessa· meoto d e possivei alterações na atual legislação que regula 1.1 disttibuição dt: recureos ao~ municípios de :Jato Grosso d o Sul. vindo de;:;tu forma melhorar as ~ondições econõmicas de no::.sas c0munus. 00 IADELR. BRUTAS E APARELHA.DAS Uma I dustria qu - VI'JAMENTOS FORO> aco npanha o ASSOA.LHOS BATENTE GUAR!IÇÕ~S OJIO Bonito />Áft., I; 'T'ri!i 1n da Fr • t Ir _ -.;.... --------- TE ft !>). 800111{0ifl • (prltnüil'O ethgio Pr6-cozimento) • Após n . luH r ~o O urroz pnws u foros do alta temp l'Ullll'll, llllcll' (; JJl'I' l'!JZtdO LtU eonquoncla do estado om que o arroz e encontra recebe em eu ln te rlor UIII OÚl!lOro do vltun1lnnH O 1,11!fl llllll('[',118, que da C•II.ICH 61 fl. xm nn parto interna do nrroz. Assim funelonu o processo pura o chamado 'arroz amarelo", O "arroz arboilizdo' passa por proce» eo A(mllru·, com rc1rnltut1,>n Jdontll!oH. • ü). - lfoongu1u (Pe0Hrlo1c6) • No hí'l{U1Hlo uctf.lglu de HPcngcm. o ar rou ó transformndo em 13 graus de umlclade e rosfrlado. 7). • Rnuoume11lo - Ou udo não venham a er utilizados m toio do uarda do urroz u111 gruunl, o mesmo após u egunha ecngem pnunu n or onaedo par pausar uo depósito. 8). • Dcp(rnllo • Em primolro estágio de depósito o rroz permanece no uguurtlo d11r1 e lnp11e cornplr.n,eutui es. O). - lfo11F1rlclnnrnnro - E+t é fase final de prepuraç/u do urroz para que possu HOI' lcnt<lo ao~ mercudoi couHu111!doreR. 10). - Clusslflcr.dnnrn - ,pó, o beuoficlumonto o arroz p11ss11 pelu quuflflcuçflU a quul da1•fl o preço do pror!uto p:1r:i ri ··o:n"~"I ,llZ'lÇiD. 11). • Classlflcuçflo eletrouicll • Em HUIJslltufçilu ao trnbdlho t'eall zudo 1111111ual111enlu utiliza se, utuulrnentc, ;Jl'OCO!lsos clelronicos paru clusslficução do urroz com mis olev , ela produção. t:!). • E:npucot111uenlu • Após u clussll!cuç11o o produto pasRll a ser empuculado, de acordo com suu quullricaçio, a fim dP estar pron• to p,uu a enteg11 o consumidor final. 13). • 01:!póslto • Já pl'Onto pira a entregn uo consumidor o urroz uguurdu. no depósito o oncamlnhamento ao centros de dislribulçllo uo consumidor, 14). • Emborque • 1 o flmblto Jn produção truta-se du derradeira R o s para a produção do rroz Como pode ser observado os custo tos do 'arroz [ev dos do que os cus macerado ão bastante mais ele a4 q estágios pelos qual tem branco", uma vez que e g ande par,,n iji quisiço represei. qu passar deve utilizar rn.HJulnflrw e•p O proe;t-!I n.ml'íllO com. t@ ui» os extra bem como o 1anP?",~ vez que exige tam- pleto tnmhérn 011eru oa <::UolO IP pro uça • bórn maior rniio-ae-obru. r 1 •e::; 08 produtorei- de arroz Levando em consideração ••tilE':' Ia!oF"" re@o mais compatível macerado estão lutando µor ccn~r!!ulrc fl1 UOJ í com o produto qu'l eulrt!g-am ao ",,u -um 1 o gera_ i·u!lt!ç:i da prcteu- Numa análise dos fatos pode se observa • d são dos produtores oma vez que entregam ao consumidor un produ lo de alta qulidade com una valor nulti!tvo m1t1tl el~va.d?, lDUo que rosne o ss r@cessamento ger os 4e923,",9,"%" ~N2"". tui•um 011 custos de produção, pelo que é e JU ,IÇi.1 u ar ,em ela nal seja 1ümbém mais elevado do que o do coP.Juro. A m c~nto/ qual os produte>res vem lutando ó da ordem do-. dez por • • Esti!o moderno e fvnáonal. - Filtro de ar seco. • Sistema h'.dr-áu:íco com grande cr.;p.:lodado de l2Von!e. • T ronsmissão oom 8 ve!ocidades à frente . educsà ré. - Poin<!I de instrvmE:ntcs iluminado . • Motor diesel Perkins da 4 cilindros, de 79 0/. • Embreagan dup!o reforçada. • • Di;-eção hidráulica. - Rodas trassircs co. ajuste automático de bito!a:.. • Bloque:o de cHerencicl (cpcicnoO. AM Um Apolinário Novo conceito em Máquinas Agrícolas Assistência to arrol. pr l L TDA Técnica Matriz: Rua Marechal Floriam,, Esq. e/ 1. º de OutubraD, f one 139-t21 Pont~ Pnrã - Mato Grosso FILHHS: Rua Sebastião Crispim do Rego S. /N Fane 161 VELE ISII Amanate' MTS E ·1 • • d V d Ãl1 t • IA - e 1 • • am71l 1ai • scr1 or1os e en as: ~n omo ruao, ataco , tirai Morena, mambai, Iguatemi, Eldorado e· Mundo Novo ' ~--------------------·---- ----~- r1t;..!.-------------- .- ,, R ' Um trar1sforrnaçêo aguda no últiro ano H onde o senhor tira essa oclusão! rJ, Cada veu piora mi. Hlá fato re· l'r•••· ''' • ·' 1 11 • , de um iqui tnr ... ,1 l"•H·1.1 ,. p,, t11.1 qu,· ,, os lo''pote" Querens ·septo-? n4% ",,,jura Magulhes Pinto ris possiel "",, wpini acional demonstrar o incon ",,, a qur chegou! 0 enador, com nua fw", tomou resolução que considero +""",,,, dr a.ir una po»iç40 que até então p%', a Arena havia assumido. Observem o r11ntH1 l • 1 1 rnr rr 1111,•uto d1, 1-t••' 1·ri1t1. Jr-po1~ , t.11pu· u noru ''"" 1 • 1 • 1 • l Arena parva, cheia le insultos e grosera+ ,artl'<1' tJllt' f'11i1uJJJ «·111 ,.:1, l•.11fto 111.111u,ruudo u !dor, predindo que ele volte concorrer ao !"'i·nt.ulu, '/u1.• u, ~11~·t•o1p./1u t'lll ~l1nnff iit- foril 110 , 0 .. 111 • l't' 11 pri1111•1rn t"1, o Aº'''rno tncln·JH1dt•r•J , «gere um negociação ao rebelde. Vrjn . J lá quem dia que nio existe ui erdadeira negociação· que, dr qualqurr modo, esse veria u caso isolado, . BHOSSA Hü • ()111•n·111 outro rxt·mplo'( 'l'ur• 4o Nunes Ferreira disse coisas duras. PMlt•-~l' 1li .. ,·ordnr, mn~ n ro11)t1nto dt> ~lfai; Cnt,r .. ,i,111 u 't'ja ,. un J,•mnl ,lo ,Jrn,il f: d.- 111110 ,rrie dttdt• ... em pnr. E run1l·1n pl'ln lllt"IIOi urna nnvida .Je ~rJ,c': é q11n11d11 c•lt.• afirmo ((llt° ti!=: ForÇMi Ar• adas não são avalistas disso aí e que, por serem 1idíl11 como mi, prt'ju,licam•i,e nn t•i:tlnrn popular E O que nro11tt•cr/ Umu pri,i1o 1le doi• dine, depois l» vinte, depois mais dez, Querem outro t.lndo re• ,rlndorY O, 111r1nlúr~i<·11s Ili' :-iil11 Paulo, que sim· plr,rnenle decidiram iguorar o clit-:-ídio co!t·tivo e p:ulir pnru n ru·~odnçio dirrfu. Ê u priuu·irn vez uut· um grupo social toma eu posição., E ou n:lo t? Arre1ce11te111 u[ os ~overnodoHes t!os E,tndos ,eado distribuídos como brinquedos, como cara· melo.•. Achnm <111' to,lns vi11 ficnr t'mhC't'Cidoa rom ,.,,., f,~11r111h,,, q111• ,,,io rnindo do Plunnlt,,'? O gencrul Juio Bupthtu Fl::ucin·1lu, c<lntempl11do l'Onccde cnlre, i:-tn~. E log-o o aconselham a não dar nis entrevistas .. Dou ul;.(111ts flashes do que restou vendo, com meus olhos, para 1110!-trnr como ,e operou uma tni11sfor111uçi10 a:,:udu no últi111u ano, O MDB està aberto à CONVERSAÇÃO Veja • Qunl poderia s,•r. cm sun opinião o de;fcd,o dcisn trnusforiun~:1o'? Bro,rnrd - Aqui, começo n tt:r dificuldade Jmn re,i,ondcr. N:10 ~ci. Já di.sc no Senado: hn•• ta de admitir ntnle, menores pnru cvitnr o mui mcuor, porque isso ocasionou um formidável im• pi:rio de males menores, que con;titni o- mnior tua! q~,: pode haver .• f: t_urdc mns ainda é tempo de buscarmos o bem 111a10r. que é n plcmtude <le l!IO(·rn11rn, plena mesmo. É tempo, é preriso fnzer gora. Mas quem está no "º"erno acha que tudo 1 111 bem, só ouve elogio;. Õ pessoal ,·ai Ili dizer 'JUC :ou 1111! rccal_c,1do. um re,senticlo, que a oposição mal intencionada. Lá existe uma at mosferu me io artificial. E te1•1 outrn coisa: ,6 um grande ho. •nem de Estado seria capaz de buscar já a pleni rud: dcmocrú11cn, E vamos convir: não é injúri:i 3 nmg·· • r.u, mas ness-c governo .. , Veja - E no próximo? BrosEard • O qu.: nrncln"? Para ser um ho mem de Estndo. não bastn ,cr pessoalmente ho ue- 5 _10, ter as melhores inteuc;ões, scf estudio!io, •éno, respcit,hcL Não baStu. Veja • Cc.mo o senhor vê ns • anunciadas u,ud 3nças no qundro purtid:1rio7 Continuação ... Jlt, r d • 1 t .. 'J'''díd,,, pobr •. 1 r rra grande, ourd d, ... dor,,1 •,t .. , t'r,(11 ,,11 ,. U ,, Jl"ll-fltflll ,Jf' pt r~,,, t li ,1 , Hlt ,,,di, .. 'li Jlll dj J, • f1•11dt•Jlf J,I , t•j,1 Ju, lu nr in W'.Jd 1,,. lro ar«d- Depois do "pa ot ., que pode d .,..,, iJ,,.. .-t·r f, 1111 p ,r • pur principio jurídico-, oir raie ou pol la➔111(· 'JlLllltlt,'! )'ur j .. fl ~-11 ,J,, r• ,, Hrt• o MDH, por inrirel qur poa pureer, s to , '-'>11Pl' ... ,H,àit, l11Jrqut c;oln,·1 tJ Hra-il ,:.:o, crno: Jo, ,, J,:.O ,, rno n.,o ••jn - Jn ... 1 11,.-,n, fl 'f' fl natr,1 ou 1 "" d{logo? Se o enhor, como lí lc r .fo ;f,,B. f r convidado a dialogar pelo lider do goveruo, llt'PÍll.lr.Í'/ llro.,nrd • l) MJ)IJ está aberto a , • .,,,,,., trn1·it0 nlio li t'l"H' 1,,'o(·hirl11, tjllt' u( , .... , ° f' ~- .. t ,,11 versas que e»tão por ai eu não ei quis são, Ma tl'pir.o: pnt:o qu dq11c·r prt'c_;IJ JhHn < f nw·u p ,f .. fu. ra dessa itutçào, converso até com o diabo Aten c;Jo, nào estou chamando ningumy de diabo • , ... clnr~ço )01,0 porque-- .. t'uJo 11111,111hr. ,.lo ditt·r ... lom, mas converso até l'OIII u di,tbo· 01•--( 011(111 dele, as con c·rl-'o V,•ju . t, JHPq•fel <iUt· o :,!O('írH>, <'Olll ... u.1, reformn" prcaend11 <li, idi1 11 opo-1~:io ou upo .. i1;ú, -, e ul>::on t·r ulµutht H'lore:-'! Bro• ard • "ln, é claro! O horizonte men tnl do governo é esse, o hà nenhum motivo no hrc, trata-sr rlc 11111a pnfl<lin, 111u i::olp..-,iuho huixu P uma posição exclusivamente eon-era«dora de poder, através de qualquer expediente. O IDíl f,1· rà n 11rnioria do Senado'( Botu a rnet,itlc 110111t•1u!u O .I IJ II elegerá governadores? Muda, niio •l'rii1, mnil'I cieiro:,, U gvverno utual, com a ,--humndn rt'· ,·oluçilo quu dc,t•ria eli111inur o,; ,í,•in:-, 1r 1111-for mou-se em olgum11 coieu que deixa a. República Velh1t no jardim du. ínfúncía em r.rntérin de p:·"I>'J!êncla fie i; IT'. r.:1:: ' me disserem que elimiuaram o vo10 ~c creto, não duvidarei. illus quando rlig-o essas coisas uqueleF quP ,;abf!ru que é verdade fingem-se de ofendidos. Minha voz é cada MAIS OUVIDA vez Veja - Se houver a mudança do quadro partidário, imposta, o senhor sehu que o MOB pode permanecer? Brossurd - Nós, os senadores da oposição, ternos um comprowisso: firure • rnos junh•s. Nós ficam,;s àe sinutlo. v iq! l,[tr> ·.; Hll Pr 'l ?!· do , 1 1 1 pen h, ITt lll qu ll '1•1 • Jl li J. :.t • Ulll •>Hl!' I' tor aí. E II l.! ·nt,• l' 11 111u1;11 !JH'<i!J1 ·!· da po,• CJ'll' ('ll la vez n minha Yi,;, é mais ouvi!a no 01! j_; inteiro. Não estou f; '.!nho. '""'' ':'cmoo1,'l1· ' uh ir· i •• i;i!ll'' l·'eológica mente·. 1,ib·• al? Socinl demoer1; t·,? BROSSAJ; 1) - Nilo ,nc situo. Fui chamado rle reucton:'.ll"in, ele cc,n,,Pn·u dr, ri 1. ,...tJ1·a dri .,;ociulir-t11. Fico à vontude Vc.'j l - Por cutro I ido (, 11u1 fato, lloje. u uniJc de pesst1a;; qt.:e e:-ta ,·am em lug ll"!'S difr·rentH em HJG1. Erossurd - Mas isso é nalurnl. U11iran-se. e sem contradiçõtt:i. Há gr1111des contradições e té boas contradições., contradi çíio é condr·núvel quando o sujt:ilo , ai do bem pa t·a o mal. Veja, 6 de abril. de 78). e b a p • a t 5 o, LA a t • r a :1. r t ::,. r 1 ::i tu :- , • s o I e: • r: 1 <t • r I e- 11 A t e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d ia o u da n o i t e. Rua AIonse Pena Esq. Teodoro Sallva Bola Vis!a que 1 homr u.,. 'l A tug o rT AI i quii tr !JO:Tlf-'111 ,.rnç: o llÍl'TI 1 '-'. . l. (!'•' /. • r,f"'l,d lL• ,._. J,lf, .l ,l'f 1 ', qner lado liUt' o 1.c,:>1 • 1 , a, ele ie1t• ,l e-te •1:<:of!t.o ,. :11 J L • que svj l 11·1 ú! l w u • !. .. • Ms a palra ae Deu. diz. ho'e a sua Voz, não . 'ur ç· 1 vos so~ cc·,•.çõ~,,·· lfk t.i:·ru :l:7 &). 'fJPi::--e o í;r,pio e ~cu ci1H,lnh , e ,. h : .. em n,:.- lirno os seus pensmentos, e e conver o S •nhor qut> H: t:uwp..i·!-c ·rá d' l~: torne pii!U O n, :'O J?e1:1~, y·;r3r-: {!:'aõl• dioso é em perrlour" l;s111. • :,..i.t.J,- (Cnnlinuur~u ni; n" p óx 1 'rl0 nu,nero.) Dr. Jeremias Viente da Silva Oraçii.o rht SP.' ·,n;.: ÜUPI idu P :1, nó, 'f< '-'Or...<, • -• u~os [)f! • la marsvilhose experiêni de Te co nhec(l'mos. :-.:õ,, Te :.i:.:t·,.rl r. mo-- pelo Salvador e pela certeza de a presença em ll0~Sú!' ('Ol"hÇÕC • Em no:n • dP .Jt' us 01?:l'O.•. ,mém. 10 f'· ( :Ti111),DE ',, MANAIS 2.a Feir .. Cliniea Pt«ral l 15 horss . 1.~ Fcir.1 Pr,·.! ,:i, .J,. !.• .. n re'ho. "s b.So !.-. 5.a F,,:r., 1 lí111 •. Pn•tur.tl ~- 1· h•. 6.a !-,,:,_ C.111, ,!,· Or .. ,_~!ll ,. L l:.lfl ab±do Ensaio do conjunto coral às I h-. Domingo E-c L. u;:i!ic-: I'c ;r.· .ic i, ... ~~ 8 Lur-.. ... tºufto O,,11,ri,··ri11, ._ 9 .. 1, l:-. Ensaio do Conjunto Cora!. às J33o h-. E-col.i de: Trc,:::11r:,·0 10, : I9 L•. C:.tlt<, Divino às o h- Produtor do Calcar10 Bodoquena USINA Rodovia Jardim - Escritório de Vendas Administraçã•>: Avenida Porto Murtinho Km 54 Duque de Caxia!Õ Centro GRO_SO DO sr 1 1 1 1 l 1 1 1 l 1 LI , E Vencimentos de Funcionário Municipal J ' A CAura Mulclpl de Beln VI«ta. dlnte uontnnts reelmgen de 'un Ion4rtos Munletpnls, prinelpnlmente 0 Profeoruns, o que refere o aumen to do vencimento para o exercielo de 1078, wclrece o egulnte. n) F'o! encaminhado Cmr Munlcl pal, para uprovçfo (Dezembro de 1977) urn. Prnjelo do Lo!, ,10 Hr. J'rof1·lto Muni· clpnl, em quo eoncedla aumento de ''en olmento do Functonullmo Municipal e do Intlvo e Pensionistas, nu base de 2U11/ 0 (vfnto por oanloJ em erul, para o ,xercl0IJ do 1078. b) A Gll.rnarn Munlclpol rejnllou o re ferido Projolo, por uno oslnr do acordo eom o numento de venclmcolou (•'cderuls o Rataduuln, ooucedldoa pura o oxerclolo d a l 9 7 8, otl b ll II o do 10%, 20%, 30% e 40%. e mais um vulor, de cordo com a tabela de eus venci rnooton. o) O Projolo dn uumouto u funclouu llsmo voltou uo Exet"utlvo, pare. 11ue fos so elnborndo outro, conforme determloa u Lrl Federul u Et,tuduol ~ romellrlo u C/lmnru para n sua uprovuçúo, uo en• tnuto nlé o preseole, não houve m11nle frsta9ílo n re1,1pelto, por parle do Execu- tivo. • d) A Cllmarn enviou uo Executivo em 24 de ubrll do oorrente ono, um1a suges tf!.o parn eluborn.çilo de um novo Proje to para numeoto do Funclonullsmo Muni cipal, coo[ormo oficio o buixo: Do Presidente do C/lmaru .11.1olclpnl Ao Exmº. Sr. Prl)felto Muolclpt1l e) Quanto u publicação do Jorool Tribuna da Fronteira ºº· 285 no que diz "Funcioáio da C 1. mar a Municipal ap,lam ao Jornal o utra. zo de pagamento de mais de tres rnesrs" o :lesa Diretora do Legislativo Assunto: Remessa de Documento (Faz) havia tomado todus us Anexo: Uma fotocópia du Lei nº. 3 9G2 providênclus legais para de li /11/77 solucionar o problema, 1 p!lrém em vlio. 1 -· Tomnmos a liberdade em suge- Atualmente encontram-se rir à V. Exa., a elaboraç!io de um Novo oti vencimentos normali Projeto de Lei qu~ dispõe dobre o ttu- zado!I. meato do Fuoclonnlismo Público l1un1cl pai, Pensionista e lont!vos. Nestu 2 -·· Pora elaboraçl'io do referido Pro jeto, encaminhamos n V. Exa., n Lei cons. tante do onexo, que dispõe sobre o au n.ento dos Funcionários Estaduais. 3 A prente sugestko se faz Ieee ria em [a t'I! 1 cou•t ,ui p•c·I '11,11• ç0eu e cusçõei este Leglnltlvo pel rejeição do projeto d Lel envia do a eta casa por V.Ex. (]UI' COIH'('(II llt)Hlt'lll(J cjl', 2% (vinte por cento) ao funetonal#mo, enquanto quo 011 rllrrll1111 e o alto ouHlo dr vJ<!rt proporclo m malore porcent gam df.> numo11lo 11011 vou elmo to proporeionl, (nrllgo 13 da Cou,tt1ui cio Federal e Lei Esta dual nQ J9G2). 4-Aguardaado o pronun clamonto de V.Exa. para n. aprovnç!l.o do rrtorldo novo Projeto, se Consti tucloo1tl, uprovoltamoR 11 oportunldndo parn ren presentar a V.Exu. nossos prole&tos d~ cousldu·,1- çõos o apreço. , tencios11mente. José S. do. C. ilarques Presidente ARl:l:NA Vir to 27 /4/78 José S. C. Marques. Areua Presidente OE ZI IC ÇiO E IOllDE EM ESTADO HOMEM DE CONFIA:-iÇA e sim para proporelonf "º l' li d ova 'nidades Federativas que real! ~e vlcs em n dn.r u. contrihu1çlío ô11 1 o Brasll necessita para o seu det mnvol vimeuto e para o seu progresso te TRIBUNA Objetividade, Análise, Informaª ção. - O Jornal de um novo tempo Faça a Sua Assinatura Ao comentflr a indicação, pelo Presi dente Geisel, do nome do Sr. Harry A· morim Costa para ser o primeiro Gc,ver nador do recém criado Estado de Mato Grosso do Sul, o Senador Saldo.nhe Der zi (Arene Mt) disse que, apesar de haver divergências nas corr..:ntes política& do fü;tado, .. iremos fazer uma preg9ção a todo o povo matogroE:seni;e para que passemos uma esponja no paseado, para que esqueçamos as nossas divergências, as nossn!I lutas e os nossos desentendi mentos, porque a obra que terema& de construir é portentosa". Necessitamos da contri"ouição de todos os matogrossenses, d~ Arena e do MDB, porque devemos dar uo Brasil o exem plo de que a criação de uma novo Uni dade não foi para di vidi.r dois Estados, Depois de afJrmur ser natural "que to do» ás. _e isso _fale!pessoal',"0 Presidente Geise!, desqavamos q4' I0 se lodicitdo um polltlco das uO!'Ht1s flltl ras" Saldanha Derzl lembrou que era en ' roento do General Ernesto Gels l ~scolher um pollilco do Ei<lo.do prnll K_Pr o primeiro Governador 'ma8 8e as eIr cunstànelas não permitiram que ele s sim o fizesse uceltaremos a indicação'. Saldanha Derzi afirmou que cabe ao Presteute da «eúblea, segundo a lel Compleme'.llar que r;,mcretlzGU a d1vls..io do Estado de !ato Grosso, oomeflr o seu governador. após aprovação desse nome pelo Senado. Sempre disse, em toda~ as enlrevií,tas. que ningut:m tinha o direito de se insi uar confiança do Presidente Geisel É do seu llvrP- 11rbítrl0 a nomeaçilu do Governador e tenho certeza que o Che fe da Nação estudou em profundidade o problema da indicação. m,1 TÉCNIC:O O oarlamentar matogrosl'lense disse o Sr. Harry 'Amorim Costa, "b"mem de largos se1·viços prllstaãos a Nação e ~ vários Estados brasileiros," é um téc:u co do mats alto gabarito, me ecend'.>, assim, o nosso integral apoio, nosso re. 0 • peito e nossa admiração". O problema jà é um fato consumado O Sr. Harry Amorim Costa é um nome de inteira confiança do Presidente da 1 República. Agora temos de passar _uma esponja no passado, n fim de unir a grande família matoi:n-ossense. Vamoa trabalhar e os matogrossenses irão re;;, ponder ao Brasil que estaremc,s presen• 1 tes para levar à frente esta grande po tência que surge no momento perante o conceito das outras Nações - concluiu. E DA a UMI D ll S Ê Só Folar com a ivoço --- Ater.ção para os prazos de entrega de 20-02-78 a 07-04-78 para quem tem imposto a pagar ou restituir de 20-2-78 ; 10-5-78 para quem é isento. '- I - --- --=---=----- - - ___________ ...: Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº287_23_04_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº289_12_05_1978 Voltar para a lista de itens