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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº310_02_12_1978
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EITOR RESPOSA VL IVALÍÓ PEfEÍHÃ JO z-f-7 ELA VISTA ______ ...;_ ;......_...:._ _
Tribuna da
Fronteire1
Comunicado
Uomuniat,4 nos nea+o4
leitores que soltaremo
irular ómente mos di '0 de
dezembro em ediço cotemo
ratia ao Natal, com maior
número d página, O« eomr
ciantes e industriais e deseja
retu publicar sua» mensagene,
deem procurar o departamcn
to comrrt·i,I d<> joruil.
A t>JHEÇM>
li ro u IWSSO U{J SUL
O lnuituto Nncinnal d~ Coloni
aço e [eforma Agrária INCRA,
.iravli• do Projeto Fundiário Jnrdim tem
grata satisfação de convidar V, S.n. e
ilustrísim _familia_para as+ltir a entre
ga de "Titulo de Itificaço" a Pro
prietírios Jurais no Municipio de Beh
Vut.u - MS, em Sol0111dnrlt o eer reuli•
udn no din o2. 12. 7H à• 10:00 hora,, ten•
do como local o Clube E,por1ho Be
lavisten,e".
Relnçno ominnl <lo• Proprietúri,,s
Titulnclos:
Ôtacllio e Otnir Corrcn Esplndoln
Fazenda .Chivoí • Cuê
Deoliodn Mcdriro1 • Fnzendn São
Ftrmino
Padro Asais Rochn • Fnzeodu Ramoa
Ernesto E1cobnr Fnzcnda Mnd1orrn
Adolfo SnlornAo Fazenda Don Sorte
Sebnstiiio Carvalho de Toledo Fa·
tenda Silo Luiz
Mineração Bodoquena Ltdn. Fazendo
Slo Domingo, (parte)
Tertuliano Jo6 Vieira Farenda Pi.
rapoca
Pacacio A reco Fuztndn Santo Antonio
llario _Batilani Fazenda Vnquilba
Antonio Aranda Fazenda Delo llori•
zonte
• Olímpio Amnrnl Corrlinnl Fazendn
Sontu Vitórin
i.lcilio Loureno Scbaurich Fuzcuda
Costn Peron (pnrtc)
oel Aristimunha Pinheiro Fazenda
Epaminondas Escobar Fazenda Costa
Peron (porto)
Ilu1,:o Kirchncr Fnzendu Costa Pe
ron (p,irte)
Lázaro Britea Hojns Cbácorn B?m
Surcsso
Elr Félix flojaa Fazendo Prim11Tcro
Antonio Morin Nunr.j Hondüo 1-'u•
zellíla Cornc61
Joo Carlos Brandes Garcia Rancho
Snn llnrcos
Astrogildo Garcia Fazenda M a t o
GroiiO
Cri,t6vfio llran C ostn Fazenda Tn
qunru,10
Na oportunidnde $Crilo trntadua
também, vários assuntos de interesse
doa proprie1:írios Huruis de toda a re
gião, bem como osountQI li.,ndos no
Sindicnfümu Hurnl no Município de
Dtla Vi1tu,
Cario, A lhe rio Ferreira de Miranda
Executor Projeto Fundiário Jardim
Dividido o Estado e iniciada n
promluora Tida indeeendento do
glorioso Estado de Mato Gro,so do Sul
a l,o do: janeiro de 1979, é de crer.-se
[" erião substitidos todos os prefeitos
a área de segurança, isto , aqurles
prefeito de Corumbá, Porto Murtinho,
Bela Vista, Caracol, Antônio Joiio e
Ponta Porii.
Daí a razno pur que aupomos que
o» eminentes prefeitos, nomeados gra
çu à indicnç:i.o do r. José Garcia Ne
to, estejam à e»tn altura, com elegância
e puticnlar abilidade, redigindo ; mi•
nuta de 1eu1 formai• pedido• de derois-
1lo. Nada de mais, E de praxe. E o cor
reto. Assim o determina a ética.
Caberá, cntio, ao honrado goer
nador Amorim propor os nomes dos no
u» alcaides que no que se espera, deve
rlo seguir mo.ia uma diretriz 11da:ini!i•
lraçiio de que político pnrti•lário, e,
destarte, mercccriio maior <'flnfioaçn ao
presidldircm, como magistrados, o futu•
ra eleição doa prefeito• dr. suo comunu 1
deade que, não parece provável perma
na a presente situação, conforme n
reiterada promesas e declarações de a-
bcrtura democrática feitns pelos candi
datos majoritúrio• no, comícios eleito
roie.
Trata se, portanto, de ums medida
fundamentalmente_ democrática, pela
qual devemos envidar nossos melhores
esforços no sentido de levá ln até os
coroções dos cidudõcs clcltor<'s.
O, mandatos eletivo• trazem, cm
si mesmo, o precioso sinete da legali
dade. ao hn n:1da mdhor e nem ve
comp:irccc com n~nhum sucedâneo ou
casuismo de algitcirn, ou sn[do do crâ•
nio de qualquer juri,ra rlc plantão,
Sendo nuim, o, ilustres prefeitos
nomeados da àrea de segurança deverão
como canto de c1mt:, JU que não é
nenhum favor, opresentnr uma bela
pre1taçiio ~e contas do que fizcrn.n ou
do que deixarara de fazer. não propria
mente, cm nome do povo, que os
elei:eu, mn, do governador que os
julgou d., cnpacidad~ cconfiançn
Salvo o Melhor Juiz'
Por Di Picro
; (}
' (
A ala independente da Arena, li
derada plo ex governador Pedro Pedros
ian, eleito Senador a !5 de nove@bro,
integrada por2 deputados federais, (Barem
e Schirnidt) e por sete deputados estadua
is, eleitos no último pleito, está se
movimentando no sentido de indicar o
uo::ne do vereador Ely de Araujo Barbo-
SI
STA
sa para prefeito municipal de Bela Vista.
Segundo um dos lntegraoteit do grupo
lnder,cndente •·o vereador belavistense
reúne todos os fltrlbutos nccPssárlos para
rxercer com b·llho o cargo de prefeito
Capacidade e tino administrativo, alem
de contar com apolo do puvo beJavls
lense, Barbosa é o nomo corto",
ELEIÇÕES
Ely de Araujo Barbosa recebeu
quase 5.000 votos ns últimas elelçocs e
"raça, ao eu trabalho, Pedroswian e Darem, roce-
beram votação maciça em Bela Vista. O
vereador bela vlRtente provou ser o lfder
do :nunicfplo, pois 1>Ull carnpanha foi
feita de acordo com as asplrBÇÕt!S P'JPU•
lares. O que Barbosa pregou, é o que o
povo de Bela Vista almeja: mis harme
nia e maior desenvolvimento. Caso cõnU
nue e, critério de nomeação para os
municípios considerados aréa de seguran
ca nacional, um nome já está se desta·
caudo, não só pelo apolo pop_ular, mas.po
lo que repnsenta no atual contexto da
polltlca estadual: Ely A. Barliosa.O Impor
tante é que o,i pollticos, senadores,
deput<1dos estotduals e federais, já Inicia
ram os contatos visnndo a esrolha do
sucessor de Castro Pinto, o atual prefei
to nomeado de Bela Vista.
A partlrdos primeiros di
as de dezembro, a Secretaria de
Desenvolvimenh> de .Recursos
Humanos, que provisoriumenle
vul Iuncion!lr nas dependências
do CBUP, passará a convidar
os delegados estaduai .. de ensi•
no para umiis importantes reu
nlões durante as quais serll. ex-
plicada toda a metologia de tra
balho que se pretonde implantar
segundo informaçõs divulgadas
por membros da Comissão de
Coordenação daquela pasta.
É que durante dezembro se
rá org,nlzadn uma. "mini-secre
taria que ativará todos os seto
res básicos, para a fase final
de ajustes que visa ger11.ntir um
funcionamento pleno a partir de
Janeiro, com a lmplanta9ão de
finitiva do novo Estado.
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Bella Vista Paraguai
2-12.
Bel VJt - MS - 'Tribuna da Fronteira
EDUCIÇiiO E POLITICI
Juntou parn dividir e dividiu para
omar.
Parece ehnradu do revista. om qua
drinho o Inicio de mlnlm colunu de hoje
J1Mttt •rp, e, no ontunto, o uesunto é só,
rio o bom como oxl'mplo pam futuro.
Com n fuaüo dos Estudo11 du Guu
nubnra o Rio de ,Janeiro fuzendo upt1.rc
ccr o novo Governo Frrlerol, em Lei
juntou o;;tnH duns unldudori com o prin
cipal lntúlto de somar e assim todos du
rogl!lo lucrur com 11 fusilo.
Houve, lnfollzmonto, o !alta do uma
lnh·uestrutum pum gurantir a consecu
ção dos objetivos, louváveis, por sinal,
do governo no fozor u fu,;l!o, Gu,rno.burn
Rio tlfl ,lanl•lro, e, estu buse serla tirudu,
uo que parece, dos próprios rosldontea
Hill ambos os Estudos e que, rnuis que
nlnguóm, absorvcrln os lucros dn gruude
empresa agora resultante de fuslo. Por
ter sido uma medida ela quul o povo to
mou oonheoimento ma11 nllo participou,
cumo cru dosej1J de muitos e, na minha
modesta opinião direitos de todo, já
que e tratava do que ern "bem comum
a todos'', Poderiamas aplicar aqui a fra
se de conhecido locutor esportivo cario-
011: Nilo adianta chorar ... e ucrescenln•
mos: o negócio é trnbnlhar e trabnlhor
bem pelo progresso do Granda Estdo
do Rio ue Janeiro. Pelo visto, então, n
fusilo ao inves de somar, juctnr, unir,
etu. velo. a principio, dividir cariocas e
fluminenses pois onda um puxava a bra
sa pura sua sardinha o na falta de uma
excelente OE-trnlura de base alguns se
deram bem outros tao pagando caro pe
lo. confus~o. digo, pela fusllo que não
pediram mas que têm que aguentar
------------·
Tribuna da
- REMANÁRIO -
(20/2172)
F U D A Ç ÍÍ. O h-aldo Pereira
Administração Redaco e Imprewão Rua
Duque de Caxias /n Bel Vista M: Cx. P 20:
EXPEDI E TE
Diretora
Marin E,teln V l'treira
Editor
1 uldo P,·reira
'I Chcfo Depnrtamento Comcrcinl:
Alaro Pereir
Gerente
Ilélio Guede, Corrêa
•1Registro Titulo•• Do~umrnto, 1066 CGC-~lF.
03.?01266/00Ul-90 Insc. Et. 130592343
ASSINATURAS
Bela Visto CrS :lS0.00
Municipios CrS 300,00
Observação O artigos publicados com
assinaturas dos autores não traduzem ne.
ccuirian1cntc u. opinião e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece aos propó
itos dos debates dos problemas municipais
e de reHctir as diversas tcndêncin• do
pensamento universal.
Ivan do NaecJrneoto
firme.
,Já .n rl!vls11o de Mato Grosso todos
esperavam.
NosRoll manos do Norte nllo que•
riam o llnhnm Já suas ra1.õcs, quom 11nbo
té louvávels ou egoísticas ou, ulndn
googrnficn nols acredttnvom que Mato
Grosso, sem parte do Sul, não seria
mnls Mato Grosso.
'.°lfoR o povo do Sul, todo, olmeja
vo.m e11tn dlvlsão já que ,rnalm o produ
zldo por nós em nosso favor erla rever
tido. Será que isto val ocorrer de fato?
Cloro que sim! Pois aqui, ao contrário
do RJ, existe, já Implantada, uma bon
lnfraeRtruturn, não oficial, mas com ple
nos poderes tendo a frente o próprio
governndo1· Amorim Costv., que, rllgn-se
de paasagem, snbe o que quer e como
quer a Administração de MS,
Mato Grosso do Sul ser, podem
crer o sustentáculo deste RraRil nao su
as principais necessidades quo alio, Rom
duvida alguma, a Induc;trln Agroprcuá·
ria. Noi1 diversos cantoli do Rolo Pátrio
há escassez de lavoura e pasto. MS com
uma boa reciclagem de recursos da nos
á, não só, um como outro e, ainda, so
bro. pnrn. a lndustrln de TranRformaçilo
áreas e mais áreas a trabalhar, bem
como. e Isto é Importante. matéria-prima
de pr!melr:i pum uma série de grandes
industrias, que Imediatamente, para cá
bilo de vir tão Jogo as condlcõofil i:ejam
postns sobre mesa e ó isto quo o "ti
me'' PPcolhldo a dedo por Amorim Co
ta val fllzer de Imediato.
Mato Grosso do Sul é quase sete
vezes maior do que o Estado do Rio de
Janero. MS mede 306.078 km2 e R.J.
tem 44.277 km2. maR em compensação
nossa população n!io chega a dois mi
lhões e eles tem quase oito vezes íRto.
Parem e pensem. Pensou? Muito bem a
gora responda. Temos on não condições
de sobra de dnr canja a todo Brasil, ln
clusive trazendo pura nossa Região, TIi)
mlolmo, trinta vaze! a aluai população
e para isto só é preciso oferta de tra
balhe> e recursos, mediamente r13tomá
veis num prazo não multo longo. O Ho
mem brafililelro <i Inventivo, trabalhador
honeeto só deeju uma unica cois: O.
portuniclade e Isto os homens da Eqnl
oe de Harry de Amorim Costa já vis
lumbrara m e será o trunfo que irá so
mar upóa a dlv!Rão n!lo só os n!llurals
da terra mas, e isto é importante, todos
que aqui eRtllo. E é por Isto que digo a
Diviso de MS serviu para somar e a
fusão de RJ separou-os mais ainda.
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L DE ECITAÇI
ZODE20DUI
Assl11. De11pacho D.f
A. por dependl'Jnclu con:
requerido. Cert!Jlque-,
Sr. Oriclnl de J usli
sõbre o paradeiro 1 •
requerida na comarc,!
Ocorrendo n hlpólo·
alegada pelo Autor, clt
so vln editais como r
querido I. Bela Vleh
27-10-78 (as) Dr. Oovalói !
Ramanz(nl Juiz de Dlr< 1:
to. E, paro. que chogui
no conhootmento d o,
Interessados, e no pos
sum alegar lgnorilncla
1
mandei expedir o pre:
sente Edital que ser
afixado nos lugar d
costume e publicado na
forma da Lei. Dado i
passndo nesta cldade d
9ela Visto, Estado d«'
Mato Grosso, aos de
dias do mes de novom-,
bro do aoo do mil nove-•
centos e setenta e olt
E u, Florinda Benlteí
Escrlv1l Pubstª do 2.c
1
Oficio, fiz datllografar
1
1
1mbscrevo.
Dr. Osvaldo Rtimaozlnl 1
Juiz de Dlrt.>lto
ARMAZEM
llma Organização füUIAD H.
gás, Triturador de milho, Ferramentas
la tlier. Rua lar.kl [l«fiam 6L,
0
Dr. Oi-valdo Ramuuzlnl, Juiz de
DIrelto da comarca de Boln Vista. Estado
de Mu to Oro1rno, nn forma da lei, eto •••
Faz Saber aos que o presente
Edita! virem ou dele conhecimento
tiverem que, pelo prazo de vinte (2O)
dias, Cita Domingas Silva de A1rnls. bra
sllolra, desquitada, do lar, residente em
lugar Incerto e nfio 11&bldo, para compa•
recer em Julzo e manifestar se nos têrmos
de petição e despacho do teôr seguinte:
Exmo Sr. Dr .. rulz de Direito da comarca
de Beh1 V!Rta - Estado de Mato Grosso.
Salvador Rodrigues de Assis, bruelleiro,
desquitado, militar da Reserva do Exér
cito Nacional. reeiáenle neRta cidade de
Bela Viela, :1T., nor seu advogado infr'l
assinado (doc n?1), inscrito na OABIMT
Pob nº 4-47, com escritório nesta cidade
à run 15 de novembro, 1Gü onde recebe
intimações, vem multo respeitosamente
n presença ele V. Exa, nos termos do
nrt ~5, combinado com a art. 35, ambo11
da Lei nº 6.515 ele '26/12/77, propor
contra Domingas Silva de Assis, brasileira
desqultadn, do lar, residente em lugar
incerto e não sabido, o presente pedido
de Conversão de Separação (antigo des
quite) em Dlv órclo, solicitando "venta·•
para expor e afinal requerer o seguinte:
I • O requarente foi casado com a Sra
Domingas Silva ds Assie, e por fôrçll da
respeitável sentença oonstante de fls. 13
dos autos em apenso, foi decretada a
separação do casal. II - Como também
pode ser verificado naqueles autos, a
separação ( desquite), fol julgada há mais
de três anos, encontrando-se Inclusive
essa decisão averbada oo assento de
casamento de requerente, conforme cer
tidão quo se o costa a presente. Iíl • O
requerente cumpriu rellg'osamentti todas
ns obrigaçõeR assumidas por ocasião do
Desquite Amigé vai, não havendo um só
ponto que tenhtl. passado sem sua com
pleta satisfação. Assimn. é a presente
para. !!lstribuldu por dependência ao
Cartório do 2º Oficio da comarca e Au
tuada em apenso aos autú!l de Desquite
Amigável (Processo nº24/50), requer se
digne V.Exa determinar a citação por
"ditai da requerida (art. 23l, lnc. I.C.C. e
rt 232, lnc. I e eguintes do Código de
Processo Civil) por se encontrar a mesma
em lugar Incerto e n!i.o sahldo, para que
se manifeste sobre o pedido e, na hipótese
de concordância, solicita desde logo
conhecimento do pedido e homologaçao
do divórcio. Fica ainda requerido a
expedição do mnndado 110 Oficial do
Registro Civil para que averbe a presente sen
tença de conver ão. a hipótese de
contestação, requer-se da mesma forma
a oonver:,,!i.o, condenada a requerida, no
pagamento das custas, da verba honorá
rla, que V.Exa houver por bem arbitrar.
Dá-se à causa o valor mínimo legal
Nestes têrcnos, P. Deferimento. Bela Visá
26 de outu_bro de 1978 (as) Dr. Pedro
José Palmieri - Salvador Rodrigues de
EXPORTADORA
PRESIDENTE O
8 OEFIE
Extensão do Pacote
de Medidas
O Pre,idente do Banco
do Brasil, Cnrlos Rlchibicter, .
definlu a extensão do "Pacote ,
de Medidas" contra a inflação.
Ele admitiu quo já houve
rcclamoçõc1, e por iuo, ai
restrições podem ser ameniz.1· ,
rias.
6 tivemos bicate-
te, maiores soluções no crédito
gernl. que é o crédito industrial }
o créc!ito comercial. Eu dc10 )
friear, porém, que +lo medidas "
transitórias, conjunturais, que {
vigorarão até o final do aoc. l
Como disse o ministro Simon
·en, ·igifica _apertar o cinto.·
ão significa o suicidio
ou assassinato da, empresas.
1
" o cheque de ouro, nlo
foi atingido nenhuma dessa
medidno. :daa as dupliauu se
incluem entre as Jinbu dt t
1
crédito geral e, fornm nfcu,dn•
1
•
E neccs,.irio f.nzer, realmente.
010 apertO de cinto nesse setof
N61 temo, todo, algumas
recl~mações, ma, apen:11, ba•· l
taria algumas sugestões, que
estão sendo analisadas pe!
Supervisão do Banco, quando ,
teremos uma reunião da dire
toria, e 1e for ncceuário, fAre· ~
mos ajnstcs para amenizar
medida,.
CL4PER
de
H A ID A R
HAlDAR pare. servir Ponta Porü e Região. Socos Mn1 d
. .,. s e Mo) acios, Latarias, P 1 d
Agricolas e Alumlnlos. Produtos de Exportacilo da . f , 'anelas te pressão, Lampião a
r mais a(amadas marcas.
(prbaln LI?[R ln mlut tt» de (portará pra o Cliente [iente
[n 431-1Il "
fxporladora Cliper. Rua Marechal floriano 505, fone m-13!0
H AMA D H.
DO SUL
l
LIBERDADE
DE I H D I C A D· O R
IMPRENSA
p
8
d
"C
orno reproRentnnte do povo brn-
111lelro, estou nrofuntla mente cnnv" •ld
de que o prof6to cnvado pi É,,,
Executivo sohre a imprensa coloca total
o brutalmente em causa, dentro do Con
(?reaao, n sobrovlvêncln. ou ltquldacão
do governo clemoorátlro no Brasil".
Assim tlnv, à CAmar Federal,
um denista, Afonso ArInos de Melo
Frnn«o. em 1P57, ocnsllio em que seu
partido padecia na run dn amargurn ou
ela. na oposlcüo... Presldonte: Juscellno
Kublelhlchek.
Hoje, comensal do torceira mesa
ntlsteltn com o eu "Estndo Novo", a
UDN oprova qualqnor prnpmdtura qunl-
" l ,. 1 L ' quer pnco e , qua quer el de Seguran-
ça Naclonnl...
E nluns de seus mais eonpícuos
r.orlfeus, ncomodaclo~ em poltronas pra,
feiturais, demonstram. à snclednde, que
RA eRqueceram. campletamente. dos prln
olnloR nor oue tanto lutaram lnoluslv&
um deles, "SIopnn" principal d'> lncllto
brigadeiro Eduardo Gomes.
"O nreço da liberdade (l a eterna
vigilância''.
CauM pasmo oue uma autoridade,
eom o lncilsfarcnvP.I intuito amPaçar de
congir de silenciar um órgo de im
prensa, e valha dn ISN, qunndo dispõe
da Lei de lmnren•Hl e do Código Civil
para fazer valer seus d!reltos.
Assim agindo, a outorldnde se
desgasta no coneetto público. dando a
entenrler. c!IHnmente, que se o dlreli.o
manso e pacífico. no IIPU entender. não
resolve. 0 remédio é rerorrer 0s menn.
dros excusos ·aa aoelaofio ...
A imprensn, no entender de certos
plitieoe com formacão autocráticas e
dttatorlol. só é aeeitavel quando bate
plms ou tece lons aos servidores
públicos da nlto padrão, que percebem
de slrio, representncío, ajuda de c
to " mitras perfumltl/s, cerca de CRS
30 000,00 meneais, enquanto que seus
modestos nuxilires mal ganham o equl
valento. em cruzfllroe paro comprar
'Um quilo riA piin que o diabo nma1111ou •••
A4 bsiti invidia (Longe de nós ª
Inveja). estamos npenas pondo s barba
e molho, pol! em Metamorfoses, Ov1d10
já enrinavn. ,, ( 1
Fas est b hoste doceri (E om
prender, até com o "Inimigo" Nota da
Redeção: As asps são nos8a8..
Por DI PIERO
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Oculista Oftalmologista
Rua üntonio João n.o 753
Bela Vista Mt Sul
Milton
Rua Ary C. de Oliveira, 262 Cep 79240
Jardim
Loureiro filho
Mato Grosso Sul
DOCUMENTOS
PERDIDOS
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Extraviaram-se os doeu- l
mentos do c a r r o
Marca F o r d Corcel
cor verde e em uome
de Geraldo B. Gomes e a
caria de Habllltação de
' Ramão Robárlú Rodrl
gues expedida pala 31%
clrelram de Gula Lopes
da Laguna. Publicação
que se faz para obten
çúo da ~ Via.
Modesto Luiz Rojas Soto
Advogado
Escritório: Av: Brasil, 277o
Residência: Av. Brasil 2355 - Fone 383
Ponta Porã Mato Grosso do Sul
Dr. M. ddS Santos
Advogado
[scrilório: Ami~a Brasil. 1946 - Ponta Porã li!S
Antonla lbe, perdeu sua
carteira de hbllitnço e
solicito quem encon
tra-I entregar a Avenl
du Camlso, S/N ou n
rdnção do jornal à
Hua too. Bernardes 2178.
em Jardim. Publlcnçlio
que se faz paras obten
ção da 2 VIa.
Maximiano Mariano doR
Santos, declara que per
dou oa dooumontos de
u:na Rural ano 4 placa
CJ - 0986 l'Xpedlda 811:
Ponta Porll em nome do
Lúcio Nunes. Publlcaçllo
que Re faz para obten
çlo de 2 Via.
Sebastião A m ar o
extrnviou sua Carteira '
de Identidade. Publlcação
que se faz para obtenção
da 2.a via.
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3l
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e e.
Ponta Porã - MS
2-12-78
Tribuna d• Fronteira
---------------
Bela Vata MS.
A IDEOLOGIA
r
O século passndo [ol mrcdo por
grandes modificações na roclodnde hu
mana, deeorrentos do rãplrlo Avanço
elentíflco o tecnolófeo veriflcndo na
po0, que nblarm, srlamente, a8 s
truturs polítlcn, eoonôrnlc1111 e soolal~
do países mni deenvo]vidas,
OH gov('rr.01; nlío oRtnvnm orepn.
rados pnrn enfrontnr as distorções e
crl11e11 que surgiram RncesRlvamente 11m
todo o campos do ntuncio do Et:,lado,
com reflexos negativo mls profundo 8o-
bre 011 mnl11 fraco, Isto é, cl6se8 Do-
bre1 '" meno!l rnvore,,ldns. •
RerPR fnto11 propiciaram o surgi
mento da doutrina rom11nh1t11, e!1tbornd11
pnr Marx e EngelR (Mnnlfeeto Comunista,
ts.tR), cuja etrnênoln orn n pregoçrio dn
luta entro ns classe dominantes e
dominadas da ~ooledndo, vlst1ndo Inverter
01 valores em vigor, ~orno forma de
proporolonllr à Humanhlnde um do&on
volvlmentn perfeito, justo e livro dos
peroaloos da ópoM.
Marx e Rngel11 propunham que o
E11tado burguêe. oon&tltuldo pelos proprle
t,rlo!I Q pntrõe11. rleverlR ser RUbstlluldo
polo Estado proletário, formndo de ope
rArlos o trabalhnd<HeA em geral. Jgunl
mente, o sistema capltalRtn prPdomlnnn
te, om que os molos de proc!nçrio (onpltnl,
mntérla-prlmas) e os lucros 11uf11rldos
eram propriedade privado, também seria
oonvertldo para um 11letom11 11oclnllstn, o
qual reservaria ao Estado o domlnlo dos
melos do J)roduoão e 11 ronda nacional,
pretendendo abolir os conflitos sócio-eco
nmicos. Numn etapa postorior, seria
fmplnntado o reglmn comunista com a
ollmlnnQlio d111 próprlnR clne1011 sociais.
E11sa11 rmb11titulçõe11 11ertam procos-
sadae mediante o emprego dn v!oênola,
que denominaram "lula de oneee", uma
vez que nlio seria poP&[vel roallzA-la
p11.0Ulcam11nta.
Apesar do método de açãn conde
nhel e dla objotlvos nltldament11 utó
nleos, a Idéia, pelo aeu teórloo conteúdo
humanista, encontrou partldArloe entre
01 segmentos das soclP.dndu e dentre
aqueles de1pri,vldos de prlnclplos morais
oebloosoe do Poller. Estes. mais lntelliren
tea, paasnr11.m a utilizar-se doe prhoelros
e doe lludldoe (Inocentes út11la) para obter
os seus propósitos.
Lenin adotou eaea pregncfio, quan:
do. anrovelti,.ndo-se da Revoluolí.o Russa
(1917), apodnou-se do Poder o Implantou
o regime comunhlla no 11eu pais, desen-
i oad11ando para o mundo inteiro a guerra
permlnente do m,uxrmo-lenlsmo em
busca da hegemonia mundial
Mais tarde. Stalin, o sucessor de
Lenin Ja cônducão do comunl5mo, estn
bel11cieu a União Soviética como hase
do MoYlmento Revolucloné.rlo Mundial,
"devend<' 11er defendida e fortalecida
lnçl'lndlolonalmonte pelos adeptos de todo
o mundo" O Ideal teórico-buman!Pta de
Marx transformara-se numa arma num,
Instrumento a ser manipulado em torlas
as partes do mundo, de acordo com <'6
interesses de Moscou. Essa é a verdadeira
face da tdeolog1a comunista ou marxista
lenlnlstl.
Em 1953, ~•no Tse Tung, nicando
se à condiQio de grande estrategista cio
Movimento Comunista Internacional (MCIJ,
elaborou um plano de tomadzi do poder,
1 partir da Ailla, passandu pela Afrlca,
Europa e depois América elo Sul e do
Norte. nl1o delxanrfo qualquer d(lvlda
Sl)bre 110 pretensões comunletoR de
alcnnçnr n domluaçllo mundial.
SovlêtleoR e hlnees cancorda m
em que a revolução comunista deve ser
feita em dolR estnglos.
Na primeira 0tnp11, denominada
"revoluçllo rtcmc>crátlco-burguesa", n or
g11nlwç!lo marxh,ta-lenlnlsta (P11rtirlo Co
muulstu) ttrnta. furmar urna frente Única
Popular, que porte ter os mals dlvertlOS
nomes, dcpendeurlo da situação politloa
do pa!R, visado. Nurn país ainda colônia,
pode cbamnr-11c "Fr1:1nte do Liberdade
Nacional" l!e atrnvesfla dlflculds.rlefl
poHtlca, o noroe Indica é "Frente Ampla"
e, assim por diante, maR nenhum dos
nomes modtrlca o real objetivo: 11 toma-
do do Poder. Os comunistas, que
nessa face jarnols se
confessnm como lo), buscam desesperotlamcnjc
oliodos e coalizões com instituições políticas, re
li~iorn,, militares, estudunth, operúri•• e outro,
segmento• repreAentntivos ,Ju populnç4o.
a gunda etapa, chamada "Hevolção
Sociolittn", os com,rni,tn• iniciorn o• trohnlho1
paro dominar A Frcn<11 Único Populnr, vitorion
nn prlmttirn etnpo. O» antigo ali»dos 4o afasta
tio• e desmornli1.arlo,; o• r emois pnrtirloe pol!ticoa
comidcrocloP ile~ais: os Hclereq demorrntu,, utili
zndos parn dnr um ••perto 1ério e louvável ao
movimento que levou à vitória, efto snmorinmcnle
alijodo•, pre,os ou assosainodos eob a acusaç~o de
"inimigos do povo".
Hara nos referirmos a um ,6 exemplo, o
'1ª" ocontec~u em Cuba corrc•pondo cxnlamcntc
à ,Jc;criçao.
A conqui,tn do poder mnnrlinl exiuc um
planejomcnto global e de longo alcance. Po;,. nlin.
gir os seus objetivos, os comunistas estabeleceram
linhos de oção, conhecido, como Ooutrinns Eetro
tégico,, •• quah •fio ojuetoclo, pnro aproveitar 111
circunstàncin, tlpicns de catlo pois, a fim de in
filtrar-se nos eu setores mais representativos e
impor a sua filosofia nefasta.
Valem-se principalmente dos fronquios de
mocr6~icas, dn liberd•de e da i,:unldode de direi
tos extentes no poises regido, pelo dcmocrocio,
por •• me,mn vulner!ivcl, procurando ludibrinr n
população com pregações falso, nas quais evocam
1eguidnmcn1e 01 conceito, dem,-cráticoa t>nra r.n•
cobrir mm realidnde moHi:nn.
A técnico utilizodo pode ~nrior na forma,
mas tá fundamentada cm duns nçõc1 prinripnis:
psicol6gicn1 e Violento,.
ao ações Psicológica d+tacam se a Pro
pogondm (idcol6i:ica e poHrico) e a Agitação (gre
vcs, passeatas, protestos, eh;.).
As Ações Violentas empregam o Terroris
mo, • Guerrilha, Sabotagem e Intimidações (•e·
que+tros, chantagens, persgniçõe+, conflitos, dis
turb10,, etc.), cnroctenzoodo um ângulo dn GucrrA
Re,·olucion6ria.
. A realidade do regime comunista pode 1er
rernm1dn no, ,cgumtu ponto,:
- upreosão do1 direito, humanos
-nusêncin du liberdade• fondameotai1
- confisco d'.o, bem e propriedade, (eetati-
7.llçào)
-cxploraçiio do trabalbndor (produçlio con
trolada)
- rebai:<•mcoto du dn81ct ,ociais ( pro
letarização)
- a,ccu,:lo educarional cond!cioondn à
lcoldndc ao Estndo
• • cerceamento dn prátiu r~ligioso (mnlc
rialiamo ntru)
. - deeagrcgaçiio da fnmilia (pnrtidari-imo nli-
c,ador PC)
.- oprc1sào e reprc!lào ideol6uicn (policia
prllttca)
0
_ confinamento dos dissidentes (hospitais
prisão psiquiátricos)
. m governo de minorias privilegiadas o
único propneráno de imóveis, único vendedor de
bc'!• de con•~mo_ o único empregador, dispondo,
»im, de meios insuperáveis para esmagar qual
quer reação ao regime.
. O Drn,il oiio e,tá im11ne il• incuraõe• co
munistas., Em 7 de novembro de I935, a Inten
ton_a Comunutn fez mnun, ,ltimo, em golpe• des
feridos covardemente à traição. Em l%64, uma no
va tentativa foi frustrado pelo movimcnlu de rea-
lo da f.amllia brn,íltira. conrnmadu eCl 3f ds
março. Mais recenremrnte, de_ 1968 a 1972. nraut
os angustiosos dis de terroristuo e suberào
serviço do comunisno internacional. , ,
NAo é admissível permitlr mais oportun+
dades, A Naço Brasileira deve permanecer !
lante e consciente do perigo que representa
ideologia comunista, Sabemos como eles agm
conhecemo 01 FtlU propó11tos •• reila • uo~ n.du
,ulr urnn atitude firme e re~pon,ihel, da qual e.
pender o amanhã de nos«os filho», a grandeza a
a liberdade de noa,a l'utna.
BDNCft
Propriedade
DE REVISTA DE
de Odevar Barbosa
Fica bem aí perto do Belavistense
Não deixe de
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ólta a primavera,
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A coieção que ajuda voci:. a pôr
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até o 5v fascículo.
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&.manalmcntc, nas bancas. ~
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Em cada fa.sciculo,umjaráun. ' •
1
1 ,
Oração ao
Espirito
Divino
Santa
Esplrito Santo você que
me eecLtreu tudo .que ilumi
na todos os caminhos para que
eu atinjo o meu idenl, :rocê q1:1,.e
me dá o dom divino de per
doar e esquecer o mal que me
fnzrm; e que todo1 .01 iru
lllnte1 de minha vida etá co
migo eu quero neste curto di
logo. agr,adccer-Jbe por tudo e
cs>nfirmar mai, uma vez, gue
en nunca quero me separar
de você por maior que Aeja •
ilusão material não eri o af.
oimo da vontad,e que sinto
de wn dia estar .com ,-ocê ~
todo, o• meu• irmão, na ,tóri}l
Perpétua. Obrigada mai, am_a
vez (n pr.uoa deverá fazer uta
oração 3 dias seguidos e
fazer o pedido. Denuro de
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e hn•~ri;ir ,. dt• .. J_,vc;h~~ r.,!111 c·,,rac~·m '
nfinn rnrgia t wtimismo. À vida
6 t «da d« ver vivi, quando e
foi_,J~".Í'o(• >1rJ11 rir. ·l!,I' 1
Adolfho Iloch
Umn. nolto, doln [ovn «nlram Juntos, TI
veram o mesmo nonho. Conhccernm-so e nma
rnm-11~ ... l11Ao foi mulln lmnortunte pois. entro 011
homon [ln·o demnf em nmor. Um dia, eses
[oon, SIlv[o o Bnndrn, reolveróm unir 11111111
vIdn par nempro, I, Inso [oi motivo para quo
fn111Pm Al~ o r-ltnr. rllnnto do Deu11, e oc,m um
Sim, lornnram-110 um11 RÓ peMoa.
]o]o{oK
NUM ESTILO
,ur~ronto don e11R11mentoo lradlolonaln, Sundrn
onl"rou nn Igreju, tendo a eua frente doze damas
votldns do Frnc[cnnns, Ar túnicas eram em
cetim brn.nco, 11nndt'llln11 trnnça!lns noP pernue o
rtche que mnrrnvnm o cnbelos a la Gnl
Costa. Logo ,;t>guln Snndrn que vestln· e 011tllo
cnmporrnun, nrL cabccn usnvR tlnra com mnrgnrl,
da, polns mio trnzla no pajem, o garoto An
derson, o pó« Sandra vinham eus pnls. Valde
mar r Oenovevn. Ae dnmae fizeram olns e Sllvlo
com RUI pajem, o gnrota lngrld velo ao enooo
tro do Snndrn, e nmbos dlrlglglrnm-se nté o nltar
ao «om de Ave [nrln, SI]vlo estava de conjunto
branco, échnrp, oolete e cnmlsflo. A eatda d11
Igrejn n& rlnmn11 jognram multo orroz nos recém
nsndos. Fornm dmn Crlstine, Thimrn, CInu
dia. Isabeln, Itna, Beatriz, Helena, Maga, Beatriz,
DeJrlnn, Léa, Dora o Ledllo.
os co, "Ferre
e bebes ocontecou no Clube Relavli;tAoso. Deli
cioso Jantar com multa bebldna. Tambom ofero
ceram bolo com chnmpngne. Foi excelente o
ntendlmonto doo anfltr!ões.
Fofo1oK
A ALEGRIA
era total. .. tanto dos noivos quanto dos all pre.
sentes. Abrilhantaram com suas prooencas os ca •
Anis: Pomplllo Pedra e Srn., Abrlio • Olga, Cap.
Lauro - Toreelnhn, Dlnéla o sous pimpolhos (Gu
to o Alexandre, e Ivaldo e .Estela.
IoIoIok
IDE
POR LA
a bonita m<>rena Marlfiogela e seu noivo Valdo.
Tombem vi Jnnete o o noivo Celso. Vamos ca
sar logo qulrldinbao, Lecy gosta tanto de
casame-ntos.
Por LECY
elas: Enllda M. Cnrvlho, Sandra Reglna _Purkot,
Arlete Fernandes, Janete Vledes, Valquíria Ro
drlguos Clclde Maciel :Zulmu Sanbrla, Maroth
,JacqueÜno VeHrnquez, '~faria Sebnstluna Plnholro
o Bernadale Nublrnn. Saiu olcltu a debutante 78
a Srla. Rornudete Nnblrnn. Após a trndlclonnl
vala com o padrinhos, deu-se Inicio ao baile
quo estava 11nlmndiBslmo.
Ir·eK
BEM,
como só eu posso fazer as fofoca!!, vamos a
elos: de new Jove Clrlene Nublrnn. O egcolhldo
é o Hélio, funclont'lrJo do BH. VI tumbém sua
muna Bornadete nn paqu<1ra com um nlssel.
lo·IR
DANÇARAM
multo Miguel l" Hei! Maria. Ela esnobando um
conjunto llndérrlmo.
+Ile
A CJDJNHA
da Utllar, foi destaque, pois usava um esvoa
çante vestido vermelho sangue.
II}k
CURTIRAM
um som pra valer: Baiano e Dlaéla
Fel·IR
VI NUMA
mesa um quarteto eufórico: Arclley-Eunlce, A
br!lao e sua elegantérrlmn esposa Olga
Foro1l
IoIoK
AH .. DE PARABENS
o nosgo fotógrafo La Frnnchl. Voco estava um
amoroco tirando fotos, continuo assim.
IoIIK
QUR É ISSO QUERIDINHA?
voco qu11ndo nllo tinha namorado era tlio slmpfl
ttca e comunlcntlvl. depois, feohou-se em conchas.
Será que o Afrodlnho é muito ciumento? Oh, Ro
sana voce alio é mais &quela ... uma penn.
IooIo
SANDRA E SILVIO
nossos parabéns. a festa osfavn linda. Desejamos
que eaht testa continue até o fim de suas vidas,
pois a história but:ianll é nma constante busca
de amor, eomo11rl& de maravilhosos êxitos o al
guns fracas11011. t verdade que no c11raQllo do
homem a aspiracão mais profunda é o desejo de
amar o ser amado pols em seu pleno sentido a
razio do "ser' é o amor. Eh foi feito por mor,
para o amor e só pode creseer no amor.
Io
BAILE DAS DEBUTANTES
Foi l!ábado pp. no sofisticado salão do Gremlo
P. Rufino o Baile das Debutante11. A decoração
do Clube feita com bom gosto, onde a atração
prineipal ora um arranjo de floru naturais de
E111mbolan, colocada no palco com uma aber
tura ao melo, e, de !á aairam na dez dobu. Eram
TMBEM
circularam: Ivo e Horeni,
For'k
0 TOQUE
negutlvo da festa, foi no hora dn desfile elas
debus; Imaginem foi neoesf'ário padlr para que
os presentes nplaudhsern as mesmas. Desse jei
to minha gente, as menlnloh11s até perderam o
rebolado. Meus amores, estou cansada de bater
muito na mesma tecla: aplausos ... aplausos...
Fofo}oK
ANIVERSARIO
DIa 26 pp. os belavlstenses encootravam-sl'I em
festu, pol~ comemoravam os nats do Sr. Sebas
ti!lo Zacarias e su11 esposa que é chamt1da carln
bos&mente de l::hlra. Aconteceu em sua fazenda
um suculento ''churras" com multo wieky, loiras
suadas e refrigerantes. Notava-ee alegria e reli
cidade do casal aniversariante, pois encontravam
ee rodeados de grande número de amigo~. Safari
bow, abrilhantou a resta. Com multa agitação
a iuventude disse presente.
For1ok
NOTEI
a descontração deesa garota. Ele., ela mesma,
Solange . Urbieta, charmosa e simpática como
sempre. E Solange, elogio sempre e sua simplici
dade e simpatia, por que conheço tantas "don
docas" que em reuniões etc ... são simpáticas,
depois quando passam por voco na rua "nem te
conheço", é de sdmirar tremenda f'alta de educa
ção, não acha?
1oro1K
MUITOS CASAIS
na parada. Marquei:. Bastião s Gersy, Mario e An
dreza, Urbleta e Diva, Catureba e Elcy, Saul o F.l
z, Edson a Cecilla, Sant'anna e Adelaide l'ibl ..
Olimpla, Beto e Ma.ria Helennu. ' ~
OH ... COMO
fofocar Kó eu posso, este lance no passou dos
percobl<lo: adorPI ver, Marco Auróllo e Marlena
dunçando npalxonodo11.
+Too!K
IH. UI. ldl h
o barato mesmo, é que vi algupa mar! 1los
que est1ivum so!telrlnhos da Silva, o, ouforlcos
com som de dlscotheque. Mas ... deixa prá Já ...
niío vou entregar" voces. 'Tal vez numa
próxima, né?
E ASSIM
com multo som, exelento atendimento por parte
dos o.nfllrlões transcorreu o festa ató altao do la
nocbo. Aos anlversarlnnt'lo dc110jar.1oe mil
labaredao.
+1oIYk
O GAROTÃO
Peguinho, esnobando uma gata a tira-colo. É
leso ai, o tempo con·e ...
+For}k
POR LA
esparramando charmlnhos: Karlm, na priminha•
Adriana e Delllna, os feras: Hflnrlque Flávio e
Maroelo, o casalzlnho da semana: Cnrlocn e Maga
+Iodo1k
O GAROTINHO
Marco Auréllo, no dia 24 'ez anlnhos. A come·
moraç!í.o aconteceu com delicioso Jantar, bebidas
e gostoso bolo.
IoFFoK
MM.íÃE AMANDA
o.sslm como os o.vós e tios do pequerrucho foram
excelentes anfrltriões. Muitos destaques do nossa
eoclety flzernw-se presentes. Som n!lo faltou ... é
dnro, Safari Show deu o recado. Multas polcne,
e como podia faltar dlscotheque. Foi animação
total. Ao Mdrco estrelinhRe de fellcldadea ...
IoIK
JUSCELI O
o notlso garoto do Departamento de Circulação,
dia 29 pp completou 15 ano. A voce 011 para bens
rle toda a equiqe da Gráfica e Editora Apn.
I·II·K
ESTUDANTES
Belavietenses fazendo SU lá fora. Encerraram o
ano com excelentes notas: Guto, Wagner e Joaé
Albery. José Albery recebeu Medalha de Honra
ao Mérito, pois foi o 32 melhor liluno do D. Bosco
em Campo Grande. Parabens meus amorl!s, con·
tinuem assim, pola voces são o futuro do Hrasll,
e acima de tudo: orgulho de seus pais.
570Fel
A ASSOCIAÇÃO
Artistíca o Cultural Sul ~atogrosesnA"', promoveu
em Campo Grande 1Jma Exposlçllo do Artea. Foi
de grande destaque as telas apresentadas pela
belavi-stense Sânla, ora residindo em Campo
Grande. Á pintora congênita Sânla Flores, due•
jamos sucessos, voce merece querida.
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Bda Vi•ta MS • Ano VII - 2,06-1-78 - N._3l!
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Fronteire1
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dezembro em ediço cotemo
ratia ao Natal, com maior
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do como local o Clube E,por1ho Be
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Adolfo SnlornAo Fazenda Don Sorte
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Tertuliano Jo6 Vieira Farenda Pi.
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Astrogildo Garcia Fazenda M a t o
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Cri,t6vfio llran C ostn Fazenda Tn
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também, vários assuntos de interesse
doa proprie1:írios Huruis de toda a re
gião, bem como osountQI li.,ndos no
Sindicnfümu Hurnl no Município de
Dtla Vi1tu,
Cario, A lhe rio Ferreira de Miranda
Executor Projeto Fundiário Jardim
Dividido o Estado e iniciada n
promluora Tida indeeendento do
glorioso Estado de Mato Gro,so do Sul
a l,o do: janeiro de 1979, é de crer.-se
[" erião substitidos todos os prefeitos
a área de segurança, isto , aqurles
prefeito de Corumbá, Porto Murtinho,
Bela Vista, Caracol, Antônio Joiio e
Ponta Porii.
Daí a razno pur que aupomos que
o» eminentes prefeitos, nomeados gra
çu à indicnç:i.o do r. José Garcia Ne
to, estejam à e»tn altura, com elegância
e puticnlar abilidade, redigindo ; mi•
nuta de 1eu1 formai• pedido• de derois-
1lo. Nada de mais, E de praxe. E o cor
reto. Assim o determina a ética.
Caberá, cntio, ao honrado goer
nador Amorim propor os nomes dos no
u» alcaides que no que se espera, deve
rlo seguir mo.ia uma diretriz 11da:ini!i•
lraçiio de que político pnrti•lário, e,
destarte, mercccriio maior <'flnfioaçn ao
presidldircm, como magistrados, o futu•
ra eleição doa prefeito• dr. suo comunu 1
deade que, não parece provável perma
na a presente situação, conforme n
reiterada promesas e declarações de a-
bcrtura democrática feitns pelos candi
datos majoritúrio• no, comícios eleito
roie.
Trata se, portanto, de ums medida
fundamentalmente_ democrática, pela
qual devemos envidar nossos melhores
esforços no sentido de levá ln até os
coroções dos cidudõcs clcltor<'s.
O, mandatos eletivo• trazem, cm
si mesmo, o precioso sinete da legali
dade. ao hn n:1da mdhor e nem ve
comp:irccc com n~nhum sucedâneo ou
casuismo de algitcirn, ou sn[do do crâ•
nio de qualquer juri,ra rlc plantão,
Sendo nuim, o, ilustres prefeitos
nomeados da àrea de segurança deverão
como canto de c1mt:, JU que não é
nenhum favor, opresentnr uma bela
pre1taçiio ~e contas do que fizcrn.n ou
do que deixarara de fazer. não propria
mente, cm nome do povo, que os
elei:eu, mn, do governador que os
julgou d., cnpacidad~ cconfiançn
Salvo o Melhor Juiz'
Por Di Picro
; (}
' (
A ala independente da Arena, li
derada plo ex governador Pedro Pedros
ian, eleito Senador a !5 de nove@bro,
integrada por2 deputados federais, (Barem
e Schirnidt) e por sete deputados estadua
is, eleitos no último pleito, está se
movimentando no sentido de indicar o
uo::ne do vereador Ely de Araujo Barbo-
SI
STA
sa para prefeito municipal de Bela Vista.
Segundo um dos lntegraoteit do grupo
lnder,cndente •·o vereador belavistense
reúne todos os fltrlbutos nccPssárlos para
rxercer com b·llho o cargo de prefeito
Capacidade e tino administrativo, alem
de contar com apolo do puvo beJavls
lense, Barbosa é o nomo corto",
ELEIÇÕES
Ely de Araujo Barbosa recebeu
quase 5.000 votos ns últimas elelçocs e
"raça, ao eu trabalho, Pedroswian e Darem, roce-
beram votação maciça em Bela Vista. O
vereador bela vlRtente provou ser o lfder
do :nunicfplo, pois 1>Ull carnpanha foi
feita de acordo com as asplrBÇÕt!S P'JPU•
lares. O que Barbosa pregou, é o que o
povo de Bela Vista almeja: mis harme
nia e maior desenvolvimento. Caso cõnU
nue e, critério de nomeação para os
municípios considerados aréa de seguran
ca nacional, um nome já está se desta·
caudo, não só pelo apolo pop_ular, mas.po
lo que repnsenta no atual contexto da
polltlca estadual: Ely A. Barliosa.O Impor
tante é que o,i pollticos, senadores,
deput<1dos estotduals e federais, já Inicia
ram os contatos visnndo a esrolha do
sucessor de Castro Pinto, o atual prefei
to nomeado de Bela Vista.
A partlrdos primeiros di
as de dezembro, a Secretaria de
Desenvolvimenh> de .Recursos
Humanos, que provisoriumenle
vul Iuncion!lr nas dependências
do CBUP, passará a convidar
os delegados estaduai .. de ensi•
no para umiis importantes reu
nlões durante as quais serll. ex-
plicada toda a metologia de tra
balho que se pretonde implantar
segundo informaçõs divulgadas
por membros da Comissão de
Coordenação daquela pasta.
É que durante dezembro se
rá org,nlzadn uma. "mini-secre
taria que ativará todos os seto
res básicos, para a fase final
de ajustes que visa ger11.ntir um
funcionamento pleno a partir de
Janeiro, com a lmplanta9ão de
finitiva do novo Estado.
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2-12.
Bel VJt - MS - 'Tribuna da Fronteira
EDUCIÇiiO E POLITICI
Juntou parn dividir e dividiu para
omar.
Parece ehnradu do revista. om qua
drinho o Inicio de mlnlm colunu de hoje
J1Mttt •rp, e, no ontunto, o uesunto é só,
rio o bom como oxl'mplo pam futuro.
Com n fuaüo dos Estudo11 du Guu
nubnra o Rio de ,Janeiro fuzendo upt1.rc
ccr o novo Governo Frrlerol, em Lei
juntou o;;tnH duns unldudori com o prin
cipal lntúlto de somar e assim todos du
rogl!lo lucrur com 11 fusilo.
Houve, lnfollzmonto, o !alta do uma
lnh·uestrutum pum gurantir a consecu
ção dos objetivos, louváveis, por sinal,
do governo no fozor u fu,;l!o, Gu,rno.burn
Rio tlfl ,lanl•lro, e, estu buse serla tirudu,
uo que parece, dos próprios rosldontea
Hill ambos os Estudos e que, rnuis que
nlnguóm, absorvcrln os lucros dn gruude
empresa agora resultante de fuslo. Por
ter sido uma medida ela quul o povo to
mou oonheoimento ma11 nllo participou,
cumo cru dosej1J de muitos e, na minha
modesta opinião direitos de todo, já
que e tratava do que ern "bem comum
a todos'', Poderiamas aplicar aqui a fra
se de conhecido locutor esportivo cario-
011: Nilo adianta chorar ... e ucrescenln•
mos: o negócio é trnbnlhar e trabnlhor
bem pelo progresso do Granda Estdo
do Rio ue Janeiro. Pelo visto, então, n
fusilo ao inves de somar, juctnr, unir,
etu. velo. a principio, dividir cariocas e
fluminenses pois onda um puxava a bra
sa pura sua sardinha o na falta de uma
excelente OE-trnlura de base alguns se
deram bem outros tao pagando caro pe
lo. confus~o. digo, pela fusllo que não
pediram mas que têm que aguentar
------------·
Tribuna da
- REMANÁRIO -
(20/2172)
F U D A Ç ÍÍ. O h-aldo Pereira
Administração Redaco e Imprewão Rua
Duque de Caxias /n Bel Vista M: Cx. P 20:
EXPEDI E TE
Diretora
Marin E,teln V l'treira
Editor
1 uldo P,·reira
'I Chcfo Depnrtamento Comcrcinl:
Alaro Pereir
Gerente
Ilélio Guede, Corrêa
•1Registro Titulo•• Do~umrnto, 1066 CGC-~lF.
03.?01266/00Ul-90 Insc. Et. 130592343
ASSINATURAS
Bela Visto CrS :lS0.00
Municipios CrS 300,00
Observação O artigos publicados com
assinaturas dos autores não traduzem ne.
ccuirian1cntc u. opinião e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece aos propó
itos dos debates dos problemas municipais
e de reHctir as diversas tcndêncin• do
pensamento universal.
Ivan do NaecJrneoto
firme.
,Já .n rl!vls11o de Mato Grosso todos
esperavam.
NosRoll manos do Norte nllo que•
riam o llnhnm Já suas ra1.õcs, quom 11nbo
té louvávels ou egoísticas ou, ulndn
googrnficn nols acredttnvom que Mato
Grosso, sem parte do Sul, não seria
mnls Mato Grosso.
'.°lfoR o povo do Sul, todo, olmeja
vo.m e11tn dlvlsão já que ,rnalm o produ
zldo por nós em nosso favor erla rever
tido. Será que isto val ocorrer de fato?
Cloro que sim! Pois aqui, ao contrário
do RJ, existe, já Implantada, uma bon
lnfraeRtruturn, não oficial, mas com ple
nos poderes tendo a frente o próprio
governndo1· Amorim Costv., que, rllgn-se
de paasagem, snbe o que quer e como
quer a Administração de MS,
Mato Grosso do Sul ser, podem
crer o sustentáculo deste RraRil nao su
as principais necessidades quo alio, Rom
duvida alguma, a Induc;trln Agroprcuá·
ria. Noi1 diversos cantoli do Rolo Pátrio
há escassez de lavoura e pasto. MS com
uma boa reciclagem de recursos da nos
á, não só, um como outro e, ainda, so
bro. pnrn. a lndustrln de TranRformaçilo
áreas e mais áreas a trabalhar, bem
como. e Isto é Importante. matéria-prima
de pr!melr:i pum uma série de grandes
industrias, que Imediatamente, para cá
bilo de vir tão Jogo as condlcõofil i:ejam
postns sobre mesa e ó isto quo o "ti
me'' PPcolhldo a dedo por Amorim Co
ta val fllzer de Imediato.
Mato Grosso do Sul é quase sete
vezes maior do que o Estado do Rio de
Janero. MS mede 306.078 km2 e R.J.
tem 44.277 km2. maR em compensação
nossa população n!io chega a dois mi
lhões e eles tem quase oito vezes íRto.
Parem e pensem. Pensou? Muito bem a
gora responda. Temos on não condições
de sobra de dnr canja a todo Brasil, ln
clusive trazendo pura nossa Região, TIi)
mlolmo, trinta vaze! a aluai população
e para isto só é preciso oferta de tra
balhe> e recursos, mediamente r13tomá
veis num prazo não multo longo. O Ho
mem brafililelro <i Inventivo, trabalhador
honeeto só deeju uma unica cois: O.
portuniclade e Isto os homens da Eqnl
oe de Harry de Amorim Costa já vis
lumbrara m e será o trunfo que irá so
mar upóa a dlv!Rão n!lo só os n!llurals
da terra mas, e isto é importante, todos
que aqui eRtllo. E é por Isto que digo a
Diviso de MS serviu para somar e a
fusão de RJ separou-os mais ainda.
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Assl11. De11pacho D.f
A. por dependl'Jnclu con:
requerido. Cert!Jlque-,
Sr. Oriclnl de J usli
sõbre o paradeiro 1 •
requerida na comarc,!
Ocorrendo n hlpólo·
alegada pelo Autor, clt
so vln editais como r
querido I. Bela Vleh
27-10-78 (as) Dr. Oovalói !
Ramanz(nl Juiz de Dlr< 1:
to. E, paro. que chogui
no conhootmento d o,
Interessados, e no pos
sum alegar lgnorilncla
1
mandei expedir o pre:
sente Edital que ser
afixado nos lugar d
costume e publicado na
forma da Lei. Dado i
passndo nesta cldade d
9ela Visto, Estado d«'
Mato Grosso, aos de
dias do mes de novom-,
bro do aoo do mil nove-•
centos e setenta e olt
E u, Florinda Benlteí
Escrlv1l Pubstª do 2.c
1
Oficio, fiz datllografar
1
1
1mbscrevo.
Dr. Osvaldo Rtimaozlnl 1
Juiz de Dlrt.>lto
ARMAZEM
llma Organização füUIAD H.
gás, Triturador de milho, Ferramentas
la tlier. Rua lar.kl [l«fiam 6L,
0
Dr. Oi-valdo Ramuuzlnl, Juiz de
DIrelto da comarca de Boln Vista. Estado
de Mu to Oro1rno, nn forma da lei, eto •••
Faz Saber aos que o presente
Edita! virem ou dele conhecimento
tiverem que, pelo prazo de vinte (2O)
dias, Cita Domingas Silva de A1rnls. bra
sllolra, desquitada, do lar, residente em
lugar Incerto e nfio 11&bldo, para compa•
recer em Julzo e manifestar se nos têrmos
de petição e despacho do teôr seguinte:
Exmo Sr. Dr .. rulz de Direito da comarca
de Beh1 V!Rta - Estado de Mato Grosso.
Salvador Rodrigues de Assis, bruelleiro,
desquitado, militar da Reserva do Exér
cito Nacional. reeiáenle neRta cidade de
Bela Viela, :1T., nor seu advogado infr'l
assinado (doc n?1), inscrito na OABIMT
Pob nº 4-47, com escritório nesta cidade
à run 15 de novembro, 1Gü onde recebe
intimações, vem multo respeitosamente
n presença ele V. Exa, nos termos do
nrt ~5, combinado com a art. 35, ambo11
da Lei nº 6.515 ele '26/12/77, propor
contra Domingas Silva de Assis, brasileira
desqultadn, do lar, residente em lugar
incerto e não sabido, o presente pedido
de Conversão de Separação (antigo des
quite) em Dlv órclo, solicitando "venta·•
para expor e afinal requerer o seguinte:
I • O requarente foi casado com a Sra
Domingas Silva ds Assie, e por fôrçll da
respeitável sentença oonstante de fls. 13
dos autos em apenso, foi decretada a
separação do casal. II - Como também
pode ser verificado naqueles autos, a
separação ( desquite), fol julgada há mais
de três anos, encontrando-se Inclusive
essa decisão averbada oo assento de
casamento de requerente, conforme cer
tidão quo se o costa a presente. Iíl • O
requerente cumpriu rellg'osamentti todas
ns obrigaçõeR assumidas por ocasião do
Desquite Amigé vai, não havendo um só
ponto que tenhtl. passado sem sua com
pleta satisfação. Assimn. é a presente
para. !!lstribuldu por dependência ao
Cartório do 2º Oficio da comarca e Au
tuada em apenso aos autú!l de Desquite
Amigável (Processo nº24/50), requer se
digne V.Exa determinar a citação por
"ditai da requerida (art. 23l, lnc. I.C.C. e
rt 232, lnc. I e eguintes do Código de
Processo Civil) por se encontrar a mesma
em lugar Incerto e n!i.o sahldo, para que
se manifeste sobre o pedido e, na hipótese
de concordância, solicita desde logo
conhecimento do pedido e homologaçao
do divórcio. Fica ainda requerido a
expedição do mnndado 110 Oficial do
Registro Civil para que averbe a presente sen
tença de conver ão. a hipótese de
contestação, requer-se da mesma forma
a oonver:,,!i.o, condenada a requerida, no
pagamento das custas, da verba honorá
rla, que V.Exa houver por bem arbitrar.
Dá-se à causa o valor mínimo legal
Nestes têrcnos, P. Deferimento. Bela Visá
26 de outu_bro de 1978 (as) Dr. Pedro
José Palmieri - Salvador Rodrigues de
EXPORTADORA
PRESIDENTE O
8 OEFIE
Extensão do Pacote
de Medidas
O Pre,idente do Banco
do Brasil, Cnrlos Rlchibicter, .
definlu a extensão do "Pacote ,
de Medidas" contra a inflação.
Ele admitiu quo já houve
rcclamoçõc1, e por iuo, ai
restrições podem ser ameniz.1· ,
rias.
6 tivemos bicate-
te, maiores soluções no crédito
gernl. que é o crédito industrial }
o créc!ito comercial. Eu dc10 )
friear, porém, que +lo medidas "
transitórias, conjunturais, que {
vigorarão até o final do aoc. l
Como disse o ministro Simon
·en, ·igifica _apertar o cinto.·
ão significa o suicidio
ou assassinato da, empresas.
1
" o cheque de ouro, nlo
foi atingido nenhuma dessa
medidno. :daa as dupliauu se
incluem entre as Jinbu dt t
1
crédito geral e, fornm nfcu,dn•
1
•
E neccs,.irio f.nzer, realmente.
010 apertO de cinto nesse setof
N61 temo, todo, algumas
recl~mações, ma, apen:11, ba•· l
taria algumas sugestões, que
estão sendo analisadas pe!
Supervisão do Banco, quando ,
teremos uma reunião da dire
toria, e 1e for ncceuário, fAre· ~
mos ajnstcs para amenizar
medida,.
CL4PER
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H A ID A R
HAlDAR pare. servir Ponta Porü e Região. Socos Mn1 d
. .,. s e Mo) acios, Latarias, P 1 d
Agricolas e Alumlnlos. Produtos de Exportacilo da . f , 'anelas te pressão, Lampião a
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LIBERDADE
DE I H D I C A D· O R
IMPRENSA
p
8
d
"C
orno reproRentnnte do povo brn-
111lelro, estou nrofuntla mente cnnv" •ld
de que o prof6to cnvado pi É,,,
Executivo sohre a imprensa coloca total
o brutalmente em causa, dentro do Con
(?reaao, n sobrovlvêncln. ou ltquldacão
do governo clemoorátlro no Brasil".
Assim tlnv, à CAmar Federal,
um denista, Afonso ArInos de Melo
Frnn«o. em 1P57, ocnsllio em que seu
partido padecia na run dn amargurn ou
ela. na oposlcüo... Presldonte: Juscellno
Kublelhlchek.
Hoje, comensal do torceira mesa
ntlsteltn com o eu "Estndo Novo", a
UDN oprova qualqnor prnpmdtura qunl-
" l ,. 1 L ' quer pnco e , qua quer el de Seguran-
ça Naclonnl...
E nluns de seus mais eonpícuos
r.orlfeus, ncomodaclo~ em poltronas pra,
feiturais, demonstram. à snclednde, que
RA eRqueceram. campletamente. dos prln
olnloR nor oue tanto lutaram lnoluslv&
um deles, "SIopnn" principal d'> lncllto
brigadeiro Eduardo Gomes.
"O nreço da liberdade (l a eterna
vigilância''.
CauM pasmo oue uma autoridade,
eom o lncilsfarcnvP.I intuito amPaçar de
congir de silenciar um órgo de im
prensa, e valha dn ISN, qunndo dispõe
da Lei de lmnren•Hl e do Código Civil
para fazer valer seus d!reltos.
Assim agindo, a outorldnde se
desgasta no coneetto público. dando a
entenrler. c!IHnmente, que se o dlreli.o
manso e pacífico. no IIPU entender. não
resolve. 0 remédio é rerorrer 0s menn.
dros excusos ·aa aoelaofio ...
A imprensn, no entender de certos
plitieoe com formacão autocráticas e
dttatorlol. só é aeeitavel quando bate
plms ou tece lons aos servidores
públicos da nlto padrão, que percebem
de slrio, representncío, ajuda de c
to " mitras perfumltl/s, cerca de CRS
30 000,00 meneais, enquanto que seus
modestos nuxilires mal ganham o equl
valento. em cruzfllroe paro comprar
'Um quilo riA piin que o diabo nma1111ou •••
A4 bsiti invidia (Longe de nós ª
Inveja). estamos npenas pondo s barba
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de Geraldo B. Gomes e a
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gues expedida pala 31%
clrelram de Gula Lopes
da Laguna. Publicação
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Modesto Luiz Rojas Soto
Advogado
Escritório: Av: Brasil, 277o
Residência: Av. Brasil 2355 - Fone 383
Ponta Porã Mato Grosso do Sul
Dr. M. ddS Santos
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[scrilório: Ami~a Brasil. 1946 - Ponta Porã li!S
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Ponta Porã - MS
2-12-78
Tribuna d• Fronteira
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Bela Vata MS.
A IDEOLOGIA
r
O século passndo [ol mrcdo por
grandes modificações na roclodnde hu
mana, deeorrentos do rãplrlo Avanço
elentíflco o tecnolófeo veriflcndo na
po0, que nblarm, srlamente, a8 s
truturs polítlcn, eoonôrnlc1111 e soolal~
do países mni deenvo]vidas,
OH gov('rr.01; nlío oRtnvnm orepn.
rados pnrn enfrontnr as distorções e
crl11e11 que surgiram RncesRlvamente 11m
todo o campos do ntuncio do Et:,lado,
com reflexos negativo mls profundo 8o-
bre 011 mnl11 fraco, Isto é, cl6se8 Do-
bre1 '" meno!l rnvore,,ldns. •
RerPR fnto11 propiciaram o surgi
mento da doutrina rom11nh1t11, e!1tbornd11
pnr Marx e EngelR (Mnnlfeeto Comunista,
ts.tR), cuja etrnênoln orn n pregoçrio dn
luta entro ns classe dominantes e
dominadas da ~ooledndo, vlst1ndo Inverter
01 valores em vigor, ~orno forma de
proporolonllr à Humanhlnde um do&on
volvlmentn perfeito, justo e livro dos
peroaloos da ópoM.
Marx e Rngel11 propunham que o
E11tado burguêe. oon&tltuldo pelos proprle
t,rlo!I Q pntrõe11. rleverlR ser RUbstlluldo
polo Estado proletário, formndo de ope
rArlos o trabalhnd<HeA em geral. Jgunl
mente, o sistema capltalRtn prPdomlnnn
te, om que os molos de proc!nçrio (onpltnl,
mntérla-prlmas) e os lucros 11uf11rldos
eram propriedade privado, também seria
oonvertldo para um 11letom11 11oclnllstn, o
qual reservaria ao Estado o domlnlo dos
melos do J)roduoão e 11 ronda nacional,
pretendendo abolir os conflitos sócio-eco
nmicos. Numn etapa postorior, seria
fmplnntado o reglmn comunista com a
ollmlnnQlio d111 próprlnR clne1011 sociais.
E11sa11 rmb11titulçõe11 11ertam procos-
sadae mediante o emprego dn v!oênola,
que denominaram "lula de oneee", uma
vez que nlio seria poP&[vel roallzA-la
p11.0Ulcam11nta.
Apesar do método de açãn conde
nhel e dla objotlvos nltldament11 utó
nleos, a Idéia, pelo aeu teórloo conteúdo
humanista, encontrou partldArloe entre
01 segmentos das soclP.dndu e dentre
aqueles de1pri,vldos de prlnclplos morais
oebloosoe do Poller. Estes. mais lntelliren
tea, paasnr11.m a utilizar-se doe prhoelros
e doe lludldoe (Inocentes út11la) para obter
os seus propósitos.
Lenin adotou eaea pregncfio, quan:
do. anrovelti,.ndo-se da Revoluolí.o Russa
(1917), apodnou-se do Poder o Implantou
o regime comunhlla no 11eu pais, desen-
i oad11ando para o mundo inteiro a guerra
permlnente do m,uxrmo-lenlsmo em
busca da hegemonia mundial
Mais tarde. Stalin, o sucessor de
Lenin Ja cônducão do comunl5mo, estn
bel11cieu a União Soviética como hase
do MoYlmento Revolucloné.rlo Mundial,
"devend<' 11er defendida e fortalecida
lnçl'lndlolonalmonte pelos adeptos de todo
o mundo" O Ideal teórico-buman!Pta de
Marx transformara-se numa arma num,
Instrumento a ser manipulado em torlas
as partes do mundo, de acordo com <'6
interesses de Moscou. Essa é a verdadeira
face da tdeolog1a comunista ou marxista
lenlnlstl.
Em 1953, ~•no Tse Tung, nicando
se à condiQio de grande estrategista cio
Movimento Comunista Internacional (MCIJ,
elaborou um plano de tomadzi do poder,
1 partir da Ailla, passandu pela Afrlca,
Europa e depois América elo Sul e do
Norte. nl1o delxanrfo qualquer d(lvlda
Sl)bre 110 pretensões comunletoR de
alcnnçnr n domluaçllo mundial.
SovlêtleoR e hlnees cancorda m
em que a revolução comunista deve ser
feita em dolR estnglos.
Na primeira 0tnp11, denominada
"revoluçllo rtcmc>crátlco-burguesa", n or
g11nlwç!lo marxh,ta-lenlnlsta (P11rtirlo Co
muulstu) ttrnta. furmar urna frente Única
Popular, que porte ter os mals dlvertlOS
nomes, dcpendeurlo da situação politloa
do pa!R, visado. Nurn país ainda colônia,
pode cbamnr-11c "Fr1:1nte do Liberdade
Nacional" l!e atrnvesfla dlflculds.rlefl
poHtlca, o noroe Indica é "Frente Ampla"
e, assim por diante, maR nenhum dos
nomes modtrlca o real objetivo: 11 toma-
do do Poder. Os comunistas, que
nessa face jarnols se
confessnm como lo), buscam desesperotlamcnjc
oliodos e coalizões com instituições políticas, re
li~iorn,, militares, estudunth, operúri•• e outro,
segmento• repreAentntivos ,Ju populnç4o.
a gunda etapa, chamada "Hevolção
Sociolittn", os com,rni,tn• iniciorn o• trohnlho1
paro dominar A Frcn<11 Único Populnr, vitorion
nn prlmttirn etnpo. O» antigo ali»dos 4o afasta
tio• e desmornli1.arlo,; o• r emois pnrtirloe pol!ticoa
comidcrocloP ile~ais: os Hclereq demorrntu,, utili
zndos parn dnr um ••perto 1ério e louvável ao
movimento que levou à vitória, efto snmorinmcnle
alijodo•, pre,os ou assosainodos eob a acusaç~o de
"inimigos do povo".
Hara nos referirmos a um ,6 exemplo, o
'1ª" ocontec~u em Cuba corrc•pondo cxnlamcntc
à ,Jc;criçao.
A conqui,tn do poder mnnrlinl exiuc um
planejomcnto global e de longo alcance. Po;,. nlin.
gir os seus objetivos, os comunistas estabeleceram
linhos de oção, conhecido, como Ooutrinns Eetro
tégico,, •• quah •fio ojuetoclo, pnro aproveitar 111
circunstàncin, tlpicns de catlo pois, a fim de in
filtrar-se nos eu setores mais representativos e
impor a sua filosofia nefasta.
Valem-se principalmente dos fronquios de
mocr6~icas, dn liberd•de e da i,:unldode de direi
tos extentes no poises regido, pelo dcmocrocio,
por •• me,mn vulner!ivcl, procurando ludibrinr n
população com pregações falso, nas quais evocam
1eguidnmcn1e 01 conceito, dem,-cráticoa t>nra r.n•
cobrir mm realidnde moHi:nn.
A técnico utilizodo pode ~nrior na forma,
mas tá fundamentada cm duns nçõc1 prinripnis:
psicol6gicn1 e Violento,.
ao ações Psicológica d+tacam se a Pro
pogondm (idcol6i:ica e poHrico) e a Agitação (gre
vcs, passeatas, protestos, eh;.).
As Ações Violentas empregam o Terroris
mo, • Guerrilha, Sabotagem e Intimidações (•e·
que+tros, chantagens, persgniçõe+, conflitos, dis
turb10,, etc.), cnroctenzoodo um ângulo dn GucrrA
Re,·olucion6ria.
. A realidade do regime comunista pode 1er
rernm1dn no, ,cgumtu ponto,:
- upreosão do1 direito, humanos
-nusêncin du liberdade• fondameotai1
- confisco d'.o, bem e propriedade, (eetati-
7.llçào)
-cxploraçiio do trabalbndor (produçlio con
trolada)
- rebai:<•mcoto du dn81ct ,ociais ( pro
letarização)
- a,ccu,:lo educarional cond!cioondn à
lcoldndc ao Estndo
• • cerceamento dn prátiu r~ligioso (mnlc
rialiamo ntru)
. - deeagrcgaçiio da fnmilia (pnrtidari-imo nli-
c,ador PC)
.- oprc1sào e reprc!lào ideol6uicn (policia
prllttca)
0
_ confinamento dos dissidentes (hospitais
prisão psiquiátricos)
. m governo de minorias privilegiadas o
único propneráno de imóveis, único vendedor de
bc'!• de con•~mo_ o único empregador, dispondo,
»im, de meios insuperáveis para esmagar qual
quer reação ao regime.
. O Drn,il oiio e,tá im11ne il• incuraõe• co
munistas., Em 7 de novembro de I935, a Inten
ton_a Comunutn fez mnun, ,ltimo, em golpe• des
feridos covardemente à traição. Em l%64, uma no
va tentativa foi frustrado pelo movimcnlu de rea-
lo da f.amllia brn,íltira. conrnmadu eCl 3f ds
março. Mais recenremrnte, de_ 1968 a 1972. nraut
os angustiosos dis de terroristuo e suberào
serviço do comunisno internacional. , ,
NAo é admissível permitlr mais oportun+
dades, A Naço Brasileira deve permanecer !
lante e consciente do perigo que representa
ideologia comunista, Sabemos como eles agm
conhecemo 01 FtlU propó11tos •• reila • uo~ n.du
,ulr urnn atitude firme e re~pon,ihel, da qual e.
pender o amanhã de nos«os filho», a grandeza a
a liberdade de noa,a l'utna.
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Oração ao
Espirito
Divino
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Esplrito Santo você que
me eecLtreu tudo .que ilumi
na todos os caminhos para que
eu atinjo o meu idenl, :rocê q1:1,.e
me dá o dom divino de per
doar e esquecer o mal que me
fnzrm; e que todo1 .01 iru
lllnte1 de minha vida etá co
migo eu quero neste curto di
logo. agr,adccer-Jbe por tudo e
cs>nfirmar mai, uma vez, gue
en nunca quero me separar
de você por maior que Aeja •
ilusão material não eri o af.
oimo da vontad,e que sinto
de wn dia estar .com ,-ocê ~
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nfinn rnrgia t wtimismo. À vida
6 t «da d« ver vivi, quando e
foi_,J~".Í'o(• >1rJ11 rir. ·l!,I' 1
Adolfho Iloch
Umn. nolto, doln [ovn «nlram Juntos, TI
veram o mesmo nonho. Conhccernm-so e nma
rnm-11~ ... l11Ao foi mulln lmnortunte pois. entro 011
homon [ln·o demnf em nmor. Um dia, eses
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vIdn par nempro, I, Inso [oi motivo para quo
fn111Pm Al~ o r-ltnr. rllnnto do Deu11, e oc,m um
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Costa. Logo ,;t>guln Snndrn que vestln· e 011tllo
cnmporrnun, nrL cabccn usnvR tlnra com mnrgnrl,
da, polns mio trnzla no pajem, o garoto An
derson, o pó« Sandra vinham eus pnls. Valde
mar r Oenovevn. Ae dnmae fizeram olns e Sllvlo
com RUI pajem, o gnrota lngrld velo ao enooo
tro do Snndrn, e nmbos dlrlglglrnm-se nté o nltar
ao «om de Ave [nrln, SI]vlo estava de conjunto
branco, échnrp, oolete e cnmlsflo. A eatda d11
Igrejn n& rlnmn11 jognram multo orroz nos recém
nsndos. Fornm dmn Crlstine, Thimrn, CInu
dia. Isabeln, Itna, Beatriz, Helena, Maga, Beatriz,
DeJrlnn, Léa, Dora o Ledllo.
os co, "Ferre
e bebes ocontecou no Clube Relavli;tAoso. Deli
cioso Jantar com multa bebldna. Tambom ofero
ceram bolo com chnmpngne. Foi excelente o
ntendlmonto doo anfltr!ões.
Fofo1oK
A ALEGRIA
era total. .. tanto dos noivos quanto dos all pre.
sentes. Abrilhantaram com suas prooencas os ca •
Anis: Pomplllo Pedra e Srn., Abrlio • Olga, Cap.
Lauro - Toreelnhn, Dlnéla o sous pimpolhos (Gu
to o Alexandre, e Ivaldo e .Estela.
IoIoIok
IDE
POR LA
a bonita m<>rena Marlfiogela e seu noivo Valdo.
Tombem vi Jnnete o o noivo Celso. Vamos ca
sar logo qulrldinbao, Lecy gosta tanto de
casame-ntos.
Por LECY
elas: Enllda M. Cnrvlho, Sandra Reglna _Purkot,
Arlete Fernandes, Janete Vledes, Valquíria Ro
drlguos Clclde Maciel :Zulmu Sanbrla, Maroth
,JacqueÜno VeHrnquez, '~faria Sebnstluna Plnholro
o Bernadale Nublrnn. Saiu olcltu a debutante 78
a Srla. Rornudete Nnblrnn. Após a trndlclonnl
vala com o padrinhos, deu-se Inicio ao baile
quo estava 11nlmndiBslmo.
Ir·eK
BEM,
como só eu posso fazer as fofoca!!, vamos a
elos: de new Jove Clrlene Nublrnn. O egcolhldo
é o Hélio, funclont'lrJo do BH. VI tumbém sua
muna Bornadete nn paqu<1ra com um nlssel.
lo·IR
DANÇARAM
multo Miguel l" Hei! Maria. Ela esnobando um
conjunto llndérrlmo.
+Ile
A CJDJNHA
da Utllar, foi destaque, pois usava um esvoa
çante vestido vermelho sangue.
II}k
CURTIRAM
um som pra valer: Baiano e Dlaéla
Fel·IR
VI NUMA
mesa um quarteto eufórico: Arclley-Eunlce, A
br!lao e sua elegantérrlmn esposa Olga
Foro1l
IoIoK
AH .. DE PARABENS
o nosgo fotógrafo La Frnnchl. Voco estava um
amoroco tirando fotos, continuo assim.
IoIIK
QUR É ISSO QUERIDINHA?
voco qu11ndo nllo tinha namorado era tlio slmpfl
ttca e comunlcntlvl. depois, feohou-se em conchas.
Será que o Afrodlnho é muito ciumento? Oh, Ro
sana voce alio é mais &quela ... uma penn.
IooIo
SANDRA E SILVIO
nossos parabéns. a festa osfavn linda. Desejamos
que eaht testa continue até o fim de suas vidas,
pois a história but:ianll é nma constante busca
de amor, eomo11rl& de maravilhosos êxitos o al
guns fracas11011. t verdade que no c11raQllo do
homem a aspiracão mais profunda é o desejo de
amar o ser amado pols em seu pleno sentido a
razio do "ser' é o amor. Eh foi feito por mor,
para o amor e só pode creseer no amor.
Io
BAILE DAS DEBUTANTES
Foi l!ábado pp. no sofisticado salão do Gremlo
P. Rufino o Baile das Debutante11. A decoração
do Clube feita com bom gosto, onde a atração
prineipal ora um arranjo de floru naturais de
E111mbolan, colocada no palco com uma aber
tura ao melo, e, de !á aairam na dez dobu. Eram
TMBEM
circularam: Ivo e Horeni,
For'k
0 TOQUE
negutlvo da festa, foi no hora dn desfile elas
debus; Imaginem foi neoesf'ário padlr para que
os presentes nplaudhsern as mesmas. Desse jei
to minha gente, as menlnloh11s até perderam o
rebolado. Meus amores, estou cansada de bater
muito na mesma tecla: aplausos ... aplausos...
Fofo}oK
ANIVERSARIO
DIa 26 pp. os belavlstenses encootravam-sl'I em
festu, pol~ comemoravam os nats do Sr. Sebas
ti!lo Zacarias e su11 esposa que é chamt1da carln
bos&mente de l::hlra. Aconteceu em sua fazenda
um suculento ''churras" com multo wieky, loiras
suadas e refrigerantes. Notava-ee alegria e reli
cidade do casal aniversariante, pois encontravam
ee rodeados de grande número de amigo~. Safari
bow, abrilhantou a resta. Com multa agitação
a iuventude disse presente.
For1ok
NOTEI
a descontração deesa garota. Ele., ela mesma,
Solange . Urbieta, charmosa e simpática como
sempre. E Solange, elogio sempre e sua simplici
dade e simpatia, por que conheço tantas "don
docas" que em reuniões etc ... são simpáticas,
depois quando passam por voco na rua "nem te
conheço", é de sdmirar tremenda f'alta de educa
ção, não acha?
1oro1K
MUITOS CASAIS
na parada. Marquei:. Bastião s Gersy, Mario e An
dreza, Urbleta e Diva, Catureba e Elcy, Saul o F.l
z, Edson a Cecilla, Sant'anna e Adelaide l'ibl ..
Olimpla, Beto e Ma.ria Helennu. ' ~
OH ... COMO
fofocar Kó eu posso, este lance no passou dos
percobl<lo: adorPI ver, Marco Auróllo e Marlena
dunçando npalxonodo11.
+Too!K
IH. UI. ldl h
o barato mesmo, é que vi algupa mar! 1los
que est1ivum so!telrlnhos da Silva, o, ouforlcos
com som de dlscotheque. Mas ... deixa prá Já ...
niío vou entregar" voces. 'Tal vez numa
próxima, né?
E ASSIM
com multo som, exelento atendimento por parte
dos o.nfllrlões transcorreu o festa ató altao do la
nocbo. Aos anlversarlnnt'lo dc110jar.1oe mil
labaredao.
+1oIYk
O GAROTÃO
Peguinho, esnobando uma gata a tira-colo. É
leso ai, o tempo con·e ...
+For}k
POR LA
esparramando charmlnhos: Karlm, na priminha•
Adriana e Delllna, os feras: Hflnrlque Flávio e
Maroelo, o casalzlnho da semana: Cnrlocn e Maga
+Iodo1k
O GAROTINHO
Marco Auréllo, no dia 24 'ez anlnhos. A come·
moraç!í.o aconteceu com delicioso Jantar, bebidas
e gostoso bolo.
IoFFoK
MM.íÃE AMANDA
o.sslm como os o.vós e tios do pequerrucho foram
excelentes anfrltriões. Muitos destaques do nossa
eoclety flzernw-se presentes. Som n!lo faltou ... é
dnro, Safari Show deu o recado. Multas polcne,
e como podia faltar dlscotheque. Foi animação
total. Ao Mdrco estrelinhRe de fellcldadea ...
IoIK
JUSCELI O
o notlso garoto do Departamento de Circulação,
dia 29 pp completou 15 ano. A voce 011 para bens
rle toda a equiqe da Gráfica e Editora Apn.
I·II·K
ESTUDANTES
Belavietenses fazendo SU lá fora. Encerraram o
ano com excelentes notas: Guto, Wagner e Joaé
Albery. José Albery recebeu Medalha de Honra
ao Mérito, pois foi o 32 melhor liluno do D. Bosco
em Campo Grande. Parabens meus amorl!s, con·
tinuem assim, pola voces são o futuro do Hrasll,
e acima de tudo: orgulho de seus pais.
570Fel
A ASSOCIAÇÃO
Artistíca o Cultural Sul ~atogrosesnA"', promoveu
em Campo Grande 1Jma Exposlçllo do Artea. Foi
de grande destaque as telas apresentadas pela
belavi-stense Sânla, ora residindo em Campo
Grande. Á pintora congênita Sânla Flores, due•
jamos sucessos, voce merece querida.
TIHBU 11 OI FRONTEIRA ]
Que e Devo seia bem 0nlarmade
Bda Vi•ta MS • Ano VII - 2,06-1-78 - N._3l!
ai
40 Anos . de Bons Servicos
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