TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº199_29_02_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº199_29_02_1976Número da edição199Data de publicação29 de fevereiro de 1976Número de páginas6GeoCoordenada -22.104733676875238 , -56.52931596511219 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº199_29_02_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto G.S.S.P.R- SUPER CIRNIVIL -7& FUNDADOR E DIRETOR RESPO AVL:- IV ALDO PEREffiA A O V Redação Oficina e Administração Bela Vista, 29 de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 199 Rua Duque de Laxias S/ . TANICO DA MA(C GERAL EM BELA VISTA una opinião cm carta ao Prefeito Em visita técnica a o local, estf>. de µara bens Departamento de Ener- sobre o maquinário novo gia EIétrica desta Prefei que adquiriu e também lura, a pedido da firma pelo quadro de funcioná fornecedora, tive opor- rios competentes, dota tunidude cte verificar na dos ele experiencia e Usina Elétrica loL ai o boa voutade, os quais es estudo de [uncionamen- tão sendo orientado to dos dois conjuntos por um técnico de va geradores Scania de 250 • lur e capaz. com o cur Kwa. cada um encon- so da Macgeral, que é o trando-o em ótimus con Sargento Esli ilva. aio dições de funcionameu- satisfeito pela visita téc lo, obedecenJo todas nica que acabo de fazer as exigeneius de monta- ficando grato pela aco gem prescritos pela Mae Ihidu que me dispensa geral, como tive oportu- ram, não ó pelo Sr. , idade, na oca ião, fa- Prefeito, como por todos zer funcionar o terceiro os meus colegas da Ui conjunto cania de 230 na Elétrica de Bela Vis Iwa. nas mesmas condi ta. çoes tos dois antrio- res. Nunca é demais res saltar que a Prefeitura Adelcio Ervatti Técnico Macgeral São Paulo Nota para a imprensa escrita O Cmt do 10° Regi- candidatos ao Exame de mento de Cavalaria ln- Admissão aos Cursos de forma aos Reservistas, Formação de Sargentos PURO&L IVO COCEI73 E.Rl PR»#i@çEs A Empre a de Publicidade e Promoções Be la Vista - Puprobel - propriedade de José Glau cy Flôres. firma-s<i no setor de Promoções. A Empresa, tem agora a seus serviços o Publicitá rio Miguel Angelo, que está revolucionando o setor de Publicidade e Promnoções. Além de terem as firma· comerciais de nos s cidade e da região, a oportunidade de contar com um erviço altamente técnico no ramo pu blicitário, contarão os joven belavislenses com a chance de participar do vários Cursos de De senha, Pintura e Ilustrações, que serão ministra dos por aquele profissional, que se constitui nu ma grande conquista da PUPROBEL e do nosso povo. A Confecção dt' cartazes, letreiros comerci ais, slides publicitários e muitos outro: genero do campo d!!. propaganda, serão doravante o ponto alto do trabalho da PUPROBEL. COMUNICO Comunicamos às diretorias do Grêmio Pedro Rufino e Clube Esportivo Belavistense, que des tacamos a senhorita Janes Velasques pura de sempenhar as funções de repórter-colaboradora, efetuando a cobertura dos bailes nos dias 27, 28 29,1 e 2, nos clubes acima citados. Pedimos Ioda a atenção das diretorias, para que ll. _nossa representante possa desempenhar, sem embara ços suas funções. • Ivaldo Pereira Redator- Chefe A dificuldade de um modelo político bra sileiro não é propriamente fruto de uma crise da inventiva nacional, mas a inexistência de me didas. Se o cliente não se submete à fita métri ca do alfaiate e nem se sujeita à roupa feita, dificilmente se apresentará devidamente vestidu. Tenta-se uma indumentária politica com talhe mais maderno, ecologicamente mais saudavel, socialmente mais aceitável, que melhor substitui a a túnica inconsútil que o regime revulucioná rio adotou em caráter temporario e apanhada mais ou menos a esmo com a preocupacão ini ciul de cobrir a nudez do imprevisto. Jamais o propósito de assim desfilar como modelo para a História. (Senador Teotônio Vilela) Revista Homem, Fev. 76 a funcionar em 1977, o seguinte: 1 • Requisitos poro Inscrição: - er solteiro ou vlu o sem dependente - Ter no máximo 24 anos de idade no ano da matricula - Te completado o I" grau 2 • Documentos o serem opresantodos no alo do Inscrição: - Ficha 1Iodelo 18 Certidão de Nascimen to ou Fotocópia Certificado de Re..ervista Titulo de Eltitor ou fo tocópia 1 (um) foto 3x4 Pagamento da Taxa de Inscrição de CrS 50,00 3 - Iniclo dos Inscrições 29 de Março de 76 4 Término dos lnscríções 30 de Abril de 76 5. Proves Matemática Comunicação e Ex pressão Organização .:ocial e Política Erasileira Geografia do Brasil e História do Brasil Ciência Físicas e Bio lógica Para maiores' es clarecimentos dirija-se à 3ª Seção do 10.o RC Bela Vista, ilt 26 de fe vereiro de 1976 Ricardo Luiz Bueno Guimariles Ten. Cel Cmt 10º RC "BRINQUE O MELHOR CARNAVAL DA REGIÃO" NO CLU E ESPORTIVO BELIVISTENSE ,, CONJUNTO QUENTERRIMO COM 9 FIGURANTES dias D ara você se "'derreter" de 27/02/76 à 02/03/76 ---------.....: OPINIÃO , Silo Paulo, AE- O co mandante do li Exército Gun. Dllermando '.fontei ro, está firmando um s lilo de atuação que 11t1u deixa de ser mareante, principalmente por reve Ir u tendência de pro jetar neste Estado uma DO'U ímagem rias Forças Armadas. Seu e pírllo a!Jorlo o a disposição p/ U8 COUVCl't:illB descontrn ídus inicialmente surpreen dem o lr,tttlocutor, p/ em 1,egul<la l'a Vl.lrecer o diálogo. Entre a pessoa com quem esteve, obser vou-se uma constante; a surpresa por seu genuio alegre e pelo caráter informal de uts ohser vações. o fi11ul dessas entrevistas sempre se dá numa atmosfera amis tosa e de respeito, apre ma dat1 rormas de pres- Fazeullo nos!las süo. As recomendações palavras de Roberto Ma p/ publicação podem se rinho: "dentro da angás- manifestar por diferen tia do homem moderno tes canais. O carúteI" de que procura ajustar-se um jornal pode ser cla espiritualmente nurn ar- rnmeute medido pela cubouc·o. as ele cun- resisteucla que cof:tuma quistas técnicas, o jor- oferecer a tais pressões nalislu aparece como o ou tais tipos de intluen elo de todas as classes, eia. "O objetivo da co o cadlnhu de todas as municaçiio, diz Jomo Ke emoções. sofrendo, go- niata, deveria ser instru znndo, vivendo o mais ir os homens pela e:rnti sensivelmente o druma, dão no relato dos fatos u glória, o tnrorlúnlo e pelo espírito de equi· de seus dias, " O jorna- dade nos comentários, lista tem que iler o ho- induzir os povos à com mem de sua época ". rrensiio mútua e unir o A opinião pública - gêuero humauo pelo a e ainda mesmu que o mor ao trahalho digno público, somente - se o- dentro de um clima de rienta, muitas vezes de- paz". Esta é n filosoYiu que ci:lo a Rempre rueiocina. 1 a Tribuna da Fronteira se niío pelus coisas ern si propôs u sPguir. e segue mesmas, mus evidente- "ª" veze » recebendo in menle pela feição que justiças e pressões de to lhes damos, pelas ima- da a espécie. Comemor1- gens que os veículos mos dia 25 úllimt1, qua da comunicação lhes utri tro anos de circulação buem. Corno diz Walter ininterrupta. Não poderi Lipmann, "as imagen amos deixar de agrade em no ·a mente, eis a cer às pe soas que con matéria e o conteúdo ele fiaram em nosso trabu no sas opiniõe ". Todo lho, e niío podex·ír,mos jornal, e mais ainda os deixar de enviar 11 nos pequenos jornais do ia so fraternal abrnço aos terior, sofrem pr:.>ssões descrentes. enviando e, "as vezes", nüo - po- lhes um hino de otimismo dem exercer condigna- ao trabalho e à confian mente a nobre missa() ça no dia de amanhã. de informar. O poder e- Tribuna segue triunfante, conõmico, repri<senta- mesmo nas armadilhas do pelos mais diversos da vida e na força das intêresse!l mas identifi- circunstancias oriundas cado particularmente pe- da fase transitóría que los mais sólidos anun- • toda organização atra ciantes encontra Irequen vessu, mormente se esta temente formas de pres- organização é urna usina sao e influência, domí- de idéias. Não l facil nio e rontrole dos me fazer jornalismo na Irou ios de comunicação de teira, não é fácil seguir massas. A matéria re- uma linha de conduta, comendada constitui u- visando sempre o bem estar oletivo e a liher dade como força máxi ma de criução. ''É proi• bido proibir a livre ma nifest11ção rio pensamen to". Esta frase está gra vada ar, subconsciente de todo jornalista que faz de sua prc>J'issfío um Dever e uma questão de Honro. ''Uma fmprrn sa livre não é um pri vilég'lo mas uma necessi dade organica numa grande sociedade, diz Lipmann, e Tribuno tem procurado Ser livre e is so nos truz uo ncnto l'inal - ainda com Lip mannu- à medida que a iniprensa livre se desen volve, à medida em que a grande sociedude e volui, o ponto culminan te é e como um sábio ou um eruoito, o jorna lista coloca a verdnde em primeiro lugar ou em segundo. ie ele u colo loca em segundo lugar ele é um adorador do bastardo deus sucesso. Ou ele é um homem pre suoçoso tentando vencer uma discus ão. Na medi da que ele colocu !l ver dade em primeiro lugar, ele cresce na direção - eu não direi p/ o inte rior, mas na direção do círculo daqueles que sentem e fruem as me lhores coisas da vida". Imprenso: IV poder das Democracias • Tribuna da Fronteira - quatro a- nos servindo o Belavistense povo sentando, como novidade a completa inexistêneia do temor reverencial. A figum e o comporta mento do militar desper tum muito mais amizade e respeito do que> qual quer outro sentimento, sobretudo de inseguran ça ou medo. Ele inspira uma coníia1:ça que pllcle Her equiparada à que a pnpulação !Jrasileira sem pre nutriu por eu Exér cito. Destaque-se que o comportamento do gene ral Dilermando Monteiro em sociedade não difere fundamentalmente daque le que mantém com seus subordinados, aos quais trufa com extremo res peito e consí<leração. Disso resulta. urna llde ruuça ucataoa e estima da, em que os poutos de vista do comandante tra!!sformal'am-se natu ralmente em ordens se guidas à. risca, Ainda n a semana passada registrr,u-se nes ta capital um episódio que revela a preocupaç:lo de evitar a que a repres são aos movimentos sub versivos possa gerar in cidentes _que desgastem as autorxclndes cons,ilui das principalmente das Forças Armadas. Um ad vogado, que estava inti ma a comparecer ao DOI-CODJ, desde o ano passado, mas não O fa zia por temer violencla contra sua pessoa, apre sentou-se espontanea mente p/ pre tar seu depoimento. Ocorreu, então, uma situação curiosa: ao in vés ~e violll-ncias, foi su bmetxdo a exame médico no momento em que com pareceu àquele cleparta mento, como também na hora da suida. Percebeu se a nítida preocupação de impossibilitar inciden tes. Isso não significa segundo se apurói qíé 0 _II Exército esteja ca lllLnhando para abando nar a luta contra even tual subversão ou que pretenda desfazer total mente O aparelhamento repressivo. Pelo contrario el mentos bastante ligados is autoridades militares afirmnam que o comadan te Dilermndo Monteiro poderá até mesmo inten sil'icar ,, lulu <·outra 1110 vimentos subversivos, po róm com outros métodos e sem violentar os direi tos humanos. Assim. a segurança e a ordem se riam mantidas, mus não se registrar!am novamen te prisões urbitrúrias nelll os istemas de interroga tório aplicados té pou co tempo atrás. Com base no argu mento de que o Exérei to não é policia, e de que, portu rrto, não llJA cabe essa função, estaria nas cogilações daA For ças ,rmadas di1<sociar os lr:1b:tlhos de policia e de st>gurunça contido. na luta contra os movi menlos tolalltárlos. Essa diferenciação poderia res guardar :1 posição dos militares brasileiros. que só se envolveriam careta mente no trabalho poli cial em circuuslancias extremas. Qualquer que seja o des dobramento dos fa tos. não se pode ignorar que o trabalho do co mando do II Exército es tá cercado de uma expecta livafavorável, Lera corno é promissc.ra a imagem recebida das Forças Ar madas por intermétlio desse militar. Percebe-se isso com clareza entre políticos de São P:mlo, empresários e profi.ssio nais liberais. Pensamento Ninguém pode viver sem a indulgência dos ou. tros, mos, pera exercer com sinceridade a indul gência para com os ou tros, é necessário saiba mos-nos colocar no lugar Jeles. EMMANUEL MINERIÇÃO "Produtor do aláreo Bodoquena" "Uma Empresa que acredita Escritorio Rodovia Jardim - Porto Murtinho no Sudoeste e no Novo M t G a o rosso" em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H . 0 otel Oriente) Cx. Postal km BODOQUENII 54 LTDI 8 Ili-ln Vi,ru 29/02/76 Nosso Tempo 4i IVERSdUUO DO 1° RC No ,lin , 22, o J:lorio•o Uq:imrnto "•Antonio Joilo" u niversariu. Cento o trinta e sete (J7) anos desde ua or• µnni111çilo. , ulvorndu foi precedida tio 21 tiro• de ca11l11io, llom·e t·o1uli~ua conrnruoruçào tltt e feméri,1,, com formatura dn tropa e íc,tn para os 111ilita rrs do Regimento. O lll·o HC. é o mais nn tigo Corpo de Cavalaria do Exêrcito brnsílciro. E.ta Uni· dntle foi como1ul111ln por ih,s treR oficiuis que lu,nrnrnru e honram nindu o 110::.i-o Exérci to. Dentre eles. Cel. Pedro l•1•é Huíino, o herói; Gnl ,I mtrio ,lc Moura; c.,1. Eucli• de, Hermes tln Fon,ccu ,. ' tantos outroi-, t-crn l't-t]Ut·cr-r do Cri. Jo,é Cancelo antiao que o comando durante ÍS X,, anos, dando-lhe nova feição l U' ao _eu quartel. Esse cnnhccitlo 1111l1tar JÍ1 nn n~i,:cr'U, cujo C-l• pirita tle ,olth,lo nindn o faz ineulado à vida da caserna, re,idindo utunlmcne nu Colo A Diretorin rleste luh c,tá cmpenhndn no nqui,í,,lo de um imóvel p/ ua ele pr6.pria, Por isso promove os lUt1(u;; p/ nngnriar fundos. No clo1uingo. Jiu 22. hou Ye un :iprnzi"cl 1..·hlic-nro do r. Goethe, excelente churros to prcp:irotlo por milo de mcs tre, po quul compareceu n ellte da cidndc, numn dcmons lo de incondicional apoio u iniciativa: uia 11,ilitnr tle "DOUHADOS" i:uarrliilo 111uior du túmulo daquele que considerou o maior lídimo heroi tio •cu He,;i1ucnto "Antonio Jo~o Hibciro". Agora está o l0·o HC Noh o comando ,io tnmht>III ilustre Cel Hicunlo Luiz Bu.- 110 Gnimnràt!~. Hclembrur o pa,,ncln. ,;.uu hist6riu gloriot-a .• rilo ande, seus feitos heróieo .. de,de o tcmpu ,lo Bru,il ,·o lonin, dào pnrn um Ih ro ht·m re;peítavel. não l'nhendo uqui nt'!."-tc pc:q1a•no é!'o1~ço o mui to que <let-cjnrin e izt·r :=nhrr· seu passado de glorias. pe nu,: 'iva meu l0·o! ahc meu Hq::im(•nto! Com quantos t•xemplo..; di~niíirantcs contri hui-.tl." pnru II minha forrnnçào moral, nindn na juventude! Fnrjn111lo a bru, uru rlc i-t'IJ!' servidores indomitos e patrio Viva! alve meu Iegi ntentu Anlonio João! Teu nu me diz o teu vnlor. i.;; fomilin~ ,b terra c: tnràu i:-cmprc prt.•!-tig:inndo ui; promuçõe~ ('ati,unte..s como r:-t-n, nindn mais pnra colnUo rar com o 60. , clcrnno da , clhn g:unr<la nas lutas espor liYllt'l, iluitu clcgancin, tnuitu ~ente bonita e nuimação con tagiante. . l'nrnbcns aos promotorctl- da fcslll, DESMlllllDOIUl ' Smiio de Desmaias, esloa, lutes e enplmagea. MS firma allamenle capacilada e idônea lralar com o Sr. Wallec "Esco~ar Nunes no poslo Rio ftpa Bel~ Visto Mato Gro,so • , ria. l>ra. D,·lri:a,ln li. ,)..- ~:tlu,·açüo e Cultura tl.. llcln Vista, rt't·rlit·u ro,l,ni?rn ma do Deputado Dr. Huben Fií,uriró tlan,lo ~unta dt· <(llt' u ::ie,•, ri,• Erlucnc:lu e Cultura 1!11 E,tudn ,leoti,;ou Ires Gru pos geradores de enerpia elé tri,·n '' iluminuçim 1,rbpria dos Col{-iiio, de J•o e 2o Graus Castelo llrunro, de,ra cidade; idem Pedro José Rafi A Ca•a ficou em f.-,ra no dia :>.5, tinta do univer- firiu ele íunrlui,:ilo do nosso jornal que ,·ai utru,·t:, .. :uulo o trmpo inc6lu111t! e propu;_!nuntfu por eus ideais fixados desde o primeiros cxcmplnr~-. Trihuno rl II Fronteira, como todas ns coisa, nasceu pequena. Ante, era um jor nal Je jo,·cns, 8U!HI J):.Ír!ina: ulerrrt.•' e ntnu·r.tt•s como a própria juventude. Hoje ncluha com rc,pon ,abilida,lc bem ddinidu nn f.ua mist-iio ele Ôr~ào tlt" Im prensa que iníorm,, o públi O famoso ecretário tlc Emulo Dr, Henry Ki,singcr d"" Estudo• Unido• da Ame rico. ,~j,.itou o no:-:~o pnn, no:: cliu, 19 e 20 deste me, como estnvn nnuncindo. r,, IL1.mara ty, com o Ministro Azeredo da ilvcira, cio Hrasil, assina rum um documento bilateral de grande releY::incia pnn1 in teresses dos grandes paires. Do seu importante dis cur5-o (cito na ocasião. trnns creven1os trechos que bem di zcm da nt.mosft-ra agradável cnt que '-t1 deu esse transce dental encontro, cor:uo di:,;se Dos nuitos empreendimen tos intcmncionuis que tenho assinado com n1uitos países nenhum me deu mnior prazer que este"". E continuou "0 que estamos fazendo uqu.i não "" ,1.- Jardim e J.o e 2.o Grnu .leio Hocha, de da Laguna. llet·onlemo• '1''" 11.1 .-11 trc,i,111 a nó, t•1111cc·didn. t-la frisou que a secretaria de Educação havia destinado car teiras, cadernos e outros ma teriai, para a IJre.-. Cau-a-nos satisfação i formar que e»e material dw- Coleio de Sal6nu de Guia Lopes co e defende idéias sã·, ela :,!OlJ da t·onfiant;a e 'grandt' conct"Ílu da no ..... ,A popul:itào. como tambem a de outro ... mumc1p10< do E,.1url1, por onde circula, como fóra ,le Mato Grosso. O 'o,rn Editor r.-,·,·beu abraços e mais abraços de solitlnriedudr p e Ia brilhante vitória que tem con quistado, di,ntr tle tanta diíicul tlarlc. clan,lo , ida no,a : no, a Tribuna, agora com novas 111.lqu1na::, mai-. 111:ifcriai-1 de impres-lo e a--es0ria que fa r5o <leia um jornal cada , t'Z um entendimento exclusivo mas é olgo que cada um de nós está disposto a acordar com outra!' naçt1es com objet i vo semelhante". Mais adiante Go-taria de dar ênfase ljUC cu encaro corn al~t.-'Tla o foto de que no fuluro teremo, frequentes contatos com nos sos colegas brasileiros". Com cluindo ··f: <'om e.ta determi nação que cu retomo a "os hin~tc,n. t.:Ubc--mc apenas a .. grnc.Jecer :u, Governo Ilrn,iJci ro, a meu amigos do governo do Brasil, pela maneir.1 co,n que foram prepa.rodns as con ver~nçõe~ e o calor humano do Brasil e o alto erau da noesn amizade". , Ai est.á como n diploma cia brasileira vem .3tuando persistentemente para conse gou no sábado pa-ado, dia .:ll, o •1u<- co11firmn1110 ... n;:u,ra. Mfis uma das iniciativas <-" rei,·int)j(',tç,·u•" .f.t ilu-.trt• Delegada legiona! Dra. Enil l'l'rt·ora ,!,· Suu,a qnr Llcun 'OU pleno êxito junto do r. Secretirio Dr. Lourember: Hiheiro ;:'1111e• Hr,drn 1•' <Jll<' o ensino tenha plena continu idade e-te uno. melhor e de maior JH .. nrtruç5o no te-rrit6riu nuriuu.tl. J-to é que desejamo-, 'Tamnbem ão e+s os propró-itos des e casal dinamico: hal<lo. o incan-áel Editor e a nos=a Oi-tinta Dirrtor:t D .. ilnria E-tela Vela-quez Pereira. q de-envolvem um trabalho 1,ropul,r,r para que Bela is ta t6f-lt'-j:1 S-t"tt1prc inc-Jui,lu ('O 010 uma da-. t'i'1ndt: .. rualo grossenses que cultiva e difun de a cultura tio '-t'U P'" o. A eles, o JTit'U , oto de I° PFvigam com a luta. poi-. utar tnmbéru f VÍt'r .. guir desígnios 'que no sejam de interesse direto, mas com i::..:o inOut>nciando a gr:uuJe pott!ncía do lorte a olhar lnmhern para o.;; pequeno.;; pal-cs da Amniea Latina. Trabalho <le irmão~. O tempo muda. Faz.no, lembrar aqui, caso inverso, passado no Conµc,so de paz em llai:1, quando o nos,o ~rnnde Huy l<"1antou·•e em tlde,a da, na época humiides nações sul americ:inas <Jue a zombaria tio P.otcntado &rfo Plenipo tenc1ária do Império Alemilo ou-ou chama-las de republique ta•. recebendo de l uy UI!lil tn:menda. cen~u.ro na EU:!l pos tum d .. d1plo111ot.o. como uma not.ão t!.'<a.a da verdadeiro juris prudencia das questões inter nacionais. E Tll"tl o Brasil! JoLO Jota COMERCIO E CEREBIS UNIÕO IIGRICOLB LTDB. "Umq Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional CIJBL REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: t!! de Maio • 563 Jardim - Mato Grosso llrl11 Ví,111, 2<.II0:l-7(, CRÔNICA CICHDCEIRO • NV Altevir Alencar O homem não linha mais jeito. Estava behcn do u cuchnça malH umu ada deste mundo. Aliás, sempre bebera multo. Ullimam<>nle, porém, ha via Ul'J'OCh•lCIO os pat'U ÍUSO!!, "llem rachar ll madeira", como costu mava dizer. A pe.lrott e os fllhos viviam upreensívos. ,Jil estivera no sanatório por umas cinco vezes, sempre levado por fa miliares e sempre obten do ultu ·•por evasü<1": quando nfío saiu furtiva mente pel,l parla do ma nlüômio, saltava o mu ro ... de pijama mesmo. Tor1rnva•sP- 11m ébrío prtisumivelmentf' irrecu perúvel um alcóolatra inveterado. Da última vez .em que se "hospe dara" à l'orça no ho!-pí cio, soMa tremendas compulsões p/ a bebida. E em suas crises de de lírium tremens, túo fre quentes, viu jacaré su bind(l pelas paredes, tirav:.i. cobras dos ouvi- dos. Viu um trem pas sar cum uai! vinte va gões cheio!! de diahluhos duudo adeus pra ele pe !llB janelas. Chegou a se apavomr cnm um e lefante dentro do quarto. Depois disso, acalmou-si.'. Mas - como costumava dizer mestre Manezim ,lo Bispo - cn1110 "pi ,·11.-lia• ct:iro " hrechdro 11iin t·xi,1,· p:.1rndeir<>n, inventou unm 110• 'idnch·. Vou t·onlnr: uli pt·las nove <ln 111unh: vinham duas bananas e umu laranja, paru n 111ercndu dos haixndo;, O cnchuceiro começou a cc•~:ar o ~ovuco nté ubrir umu ferida. Era tudo grupc,, ,ellrncarin. Qunndo a enfermeira cntrn'a p/ fazer o curntivu 11t> ~o,aco e deixava por instantes o vi <Iro de àlc<>ol prnfilático so brre sua mesinha de cabecei ra, ele, mais que rápido, bur )ando a ntençào ,lu moça, ru• chia o seu cuncc,, de úlcool, c:-!ondcn<lo n ,·a .. ilha nu g-n,ê ta dn dita m~sinhn. Em ,6 n enfermeira sair, le'nnlnna e fnzi11 11111 tal de "laranjada doidona", isto é, espremia 1nciu laranja num copo. juntn va quatro dedos de úlcool e um pouquinho de uçucar ... e pumba1 ... engoliu, fnzcn· do inveja aos outros cunciros a li cstaciono•los. Cada can.-co de álcool davu parn quatro "drinks". lgre-so mais uma et do sanatório, adquiriu todas as caracteristicas d, ale6olatra >t'rtl po,,íbili,lrule ile rt·1·11pt:· ração. Para levantar de ma nhii, tinha que to111,r unin la• puda, lre111,·nln que s6 rnra <'r<lr. ao venro. Ficou conl 11 cara inchada, do tamanho le uma jaca, os braços da gro ura de uma flauta, uspendeu os ombro, afinou os quartos e c..·riou uma barriguinha de 1:ulo, "lt1SÍ1n com,, quem nygo Jiu uma tndanciu inkira. Foi levado a pul-o• ª"" ",,'' (,)rbolicos ,11ôni1110,) nuu tudo cru ,.10. Amigo o upan1rnrnnt t•rn tneio a um porre e le yurnm a um tt·rrciru. L:'i pi as tantas o homem etava era clnnçnn<lo no meio do~ uc.-aho cios", hêbado 11ue ,6 uma cabaça, com um charuro na hoca. t que npart•reu uma ,,.arn,fo ele hiritn e- ele "tomou ~onla dela". Qut:ria ficar nu. dizendo-se o "coboclo do cenavial". Posto p/ fora do ... ,crrriro". protestou energica- 111cn1c. Saiu danado da ,·idu, dizendo que iria chamar seu colega. o .. caboclo :,!arrnfinhn~. Como os grogues se ami ndnsse1n, o homem bebum to du vida, nào podiam mui• le va· lo uo mé,lico. Os filhos 1>rocurarom uni macumbeiro muito de, fu jutn, mas igualmente muito "'"· o .Jiru rujo •·Jwlou·· tUlli.l 1ran .. :1, tJUt" fi<'Oll at·t'rH da enfN-" ,.,. o dia cm @0 p·h tomou um pifo federa, d tes de e aparar (porre p omitia de Ministro ao Nor deste), levaram-no inc:-on'-<"icn• te a-1 ,·,.,rc.tnio.-c ,b ciducft.-. on ,te ,uorava u tal macumbeiro. Dali, com o desgraçado devi dutnt'Olt' n<"ondiC'ionado nu111 caixão de defunto, "energan elo" um háhi10 de S:io Frun cisco e coberto de flore, fi 1..erum urna ~•nrnrrnota : colo c:;uarn o f'a1x..ao t-obrc uaua r::tc"-U, no rneio do matagal, acen dera quatro velas... uma em .. t da canto (mato não tem canto, mas vamos fazer de con ta que trem, tá !)., Os filhos t:c e~conde-rnm na'!: proxi111iJa des o mncumheiro fi,·ou ali cnC"'(hl.Ud<.', t!,perando o .... ca neiro acordar, pi aplicar-lhe o maior F-'l'"lo do rnundo. Lá pura ns lnnla• ~1., u• cordou me .. mu. !,curou .. ft• n,, cnixão, percorreu os arrt<lo• re1' com o olhar r .. ~:.izc:ido,. atônj to, olhando para n "batina""', de?< confiado que o cachorro em meio de carga. Levantou-se em zigueza:;?uc, cl.:u de rara co111 o feiticeiro fajuto: - O meu chapa, oncle é que eu estou! - Voce morreu. Está no inferno. Levou na Terra utna vidn de ciio, bebado que ó ma cabaça ! !! Etw tambm ir-te parar ll<jU<', pn'! Vim. Ji faz tempo que ,..11 t·•Cou a1/11i • • • • Eutilo .• j.rtu111. ,ri1110 111 já manja do ambiente aqui me diz uf ori<h· é qur tu uma brdea, que eu tu clnido para •·tu111ar u11111·· ••• Gil-on ,111ado. pn·-id,·ro lt' clu TV Ed11,·111irn (j:. 110 ar, a core-), a negociações cot a maior emissora de telei-4o ,lo munclo, ,1 i'11 K. ele T61p,i" para intercfto1hio tt'c·nit·o e ru) 111ral. A i'IIIK ê 101almenre a11tornali1 .. ada, opera por istre ma de computadores e tem li mil empregados. l programa <.,;ão pronta fica arquivada ru compuraclore• para 10 dia-, é uma autarquia independente do e-tado, nao tem anúncios, n:io ode receber verbas ofi ciai:- «· vi,·c c--xclu .. iv.amente ela familia japonea, que paga cloi, cl6lares 111en•nÍ• por cada receptor. f: o ,,,,.- o~ japon• es chamam de 1d.-,·i,:lo tlr 1r1oc·rática, p0r<JUf t-t'J.HJo de aho nível, niio ,1.-pend .. 11~m do governo, nem dos anun<'J:lD tes. (Fatos e Fow•) "IMPRESSOS DE !lLTI! QUDUDIDE" Talonários, cartões de visita, impressos a cores e carbonados, convites de casamento etc ... "PERFEIÇAO E RBPIDEZ I SERVIÇO DO CLIENTE EXIGENTE" Rua Duque de Caxias Bela Vista Mato Grosso Bela Vista 2902/7 Nosso Tempo RN %UETO DE LEI NO/T B Dispõe Robrn a su• pressão do $ 3 do art. 195 da Lei nº 345 de 29/12/7:J, «Código TrihH• /irlo Municipal». A Câmara Munlclpol do Jardim Decreta: Art. 1% - Fica suprimi do o § 11º cio nrllgo 195 da Ll'i llunlcl;ml nº 345 de 19 /1'.!. /7t'i, (r.ócligo 'l'rlbutárlo Jlunlclpul). § ÚNICO - Os efeitos <lesta Lei devE.riio vigo rur nlncln 11 partir do preEente exercício. Art. 2- Esta Lei en trará em vigor na cinta d•l llUU publicnçilo, revo gndus o E' dispnsiçõt-s em contrário. Sal das Sessões, 4 de fevereiro de 197U. 3) Taxa 8/n Iuncíonu mento da mesa, [anual] 4) !mposto sobre i,er vlçoR I mentml ]; ESTADUJ18; 1 J Licença du mesa (mensal) 2) Funcionamento da i1esa (p/ unidade) (men sal). Senhores Vereado res, com a estugnação do movimento 1:omerclul que ora atravessamos, pelo insuficiente poder aquisitivo de vossa po pulaçúo; será co • a ma nutençilo deste oispositi vo do Córlign Tributário Municipal, impossivel aos possuidores de ba res rnnovarem 110 pre sente exercicio seu Al vará de localizaçfio, rludo a vuluo idáde do:,1 tributos exigidos pelo Estado e pela iluuicipa lidude. Po1·tant,,, nr:ho da mais pleua e adi justiça que fuçmos a supre· üo do jú citado part'lgrufo; senclo e tu medida aqui proposta acatada por . Excia. Justificativa: 1 J fü-1:uudo :'.:ai-tius Barbo a Vereador da Aro::na. Senhor Presidente, 8enl.Jore Vereadores, o presente Projeto de Lei, procura diminuir aos contribuintes o excesso de iacidênria de tributos uos possuidores do ba res com mesas ie jogos (boliches, bilhares e ou tros). r.onforme institui o $3 do artigo 19» du Lei 315/75, em supre são "Qunnrio ;. liceuçu. inci dir sobre beus, em que t, "liam mesa de jogos. (boliches, bilhares e ou tros), será cobrado sepu radurnente do Alvará, u. Taxa incidente sobre o -funcfonamento d:i ilesa ou hlesas, além do iro Posto sobre serviços, n base ria tabela anexa•·. Púderão perfeitamen te notarem os senhores a imperiosidade do dis Positivo uté então legal, assim citado, cuja nor ma vem forçando a já debilitada economia daqueles que operam no ramo de bares; uma êz que o Estado tam bém cobra pelo serviço d., fiscalização a quuo lia de CrS 41,00 pela li eença e mais CrS 20,00 Por mesa de jogo men- 8 almeote, de conformida de com a Lei Estadual 1 n· 0 3.619 de 21/04/75, Portanto, nestes casos sem suprimir o § 3·º do lll'tlgo 195 da citada Lei • Municipal, os possuldo- 1 tes de bares com mesas teriam que pagar os se ltlll-ntes tributos: MUNICIPAIS: 1) Alvará de localiza- 1 zaçil.o (anual) 2) Horário Especial • (anual) e pelo Exmo. Sr. Prefei to iluoicfpal, e ·ll.tr<•mo::, suavizado a economia daquel<•i- que trabalham reste ramo, etriamos facilitando a sua fiscali zução e diminuindo o serviço do setor de tri buluçilc, e h.111çamr;;to, por que não teríamos mais o I.S. que deve ser lançado e arrocadu. do mcusalmonte. Flnal mente com esta medida nroporclonurlamos a lo dos a legollzuçli o de seus comércios, ou seja, a renovação de alvarás de locnlizução, e, itundo assim. u clandesti1:i1ç1io de funr.lonamento de bares com meus. Imbuído do propósi· to de estur Tazendo jus tiça e coutribulndo com u Administração, concla mo aos nobres pares, pela aprovação deste Projeto ele Lei. Dllmaru ilunicipal de ,Jardim, 04 de reverei ro Hl76 . Ernando Jl!artinR Barbcsa Vere&do1 da Arena II IA I HORIIRI Fundado em 25/02/72 Editor Chofe - 0calde ]?rira Gerente • Çj1ls<'11 c5iloa cSn111vs 01€)3)A$ Chefe - tnicto dtdair Paginação - 9lile ué. cua Impressão - .tuia Carles Dedé Composição • .J,.lngib 8C,n/11u 'll'ilso11 Çj. !Outra 9der 'Ribeiro Departamento de Circulação e Secretaria Sânin Flores Departnmeuto de Cobranças Pompilio Miranda Colaboradores José Joaquim Ferreira outo, Dr. Aroldo Medeiros, losita Rosa Gomes, José Glaucy Flo res, J. Refrey Diretor Responsàvel • .Joaldo /1mira TRIBUNA DA FHONTEIRAé uma publicação da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira. Rt. IE. 6L2IS (O5! IS (I, 1R4 Diretora . Maria Estela Velasquez Pereira Redação, Administração e Oficinas - Rua Duque de Caxias -n Bela Vista- .Mato Grosso "As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária a este. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais e nos comentários não assinados POSTO SINTO CATARINll LTDJI , bcrto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay, Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna lllt. X Uma ova epidemia parece tomar ronta ele phl"CPlas cada ,·ez ma iores da juveuturle: o u e alluso de drogas pskotr-óplcas. ~fio inú meras as pessoas de res ponsabilidade que esUlo chamando a atenção p/ esse fenômeno. Campa nhus de esclarecimentos já se realfzarnm com o escopo de prevlnir p/ depnis não ter que re mediar. llas. apesar das advertências, o mal cou tinm,. É Imperioso redo brar a vigilância sobre tra fic:i ates desa! mudos que procuram enrique cer-se às custas da ruí- A na de outras pessoa. A prccuro de ilusões ... Existe alguns que u um drogas euforizan tes p/ banir a tristeza, a angústia, a melancolia; outros pretendem afogar nos entorpeceutes e nar cóticos suas frustraçõeF:, recalques e preocupa çõef:. Para afastar o cao saço e a sonolência e prolongar as horas de vigília, de attrnçE.o e de energia, existem os que se iludem com as drogas an fetamíoicos. Outros c!es maucham, sob a ação dos barbilúricl's, a agi tação nervosa que cau sa extrema execitação o brigando a mente a tra- o Em 13-02-76 Do Supervisor da Area de Bela Vista Ao Jornal Tribuna da Fronteira Assunto Encaminha mento (Faz) Sr. Diretor Venho através desta encaminhar à V. Sa. u ma cópia de um Telex recebido· da Coordena ção Estadual do Mobral Sul-lIt, para que o mes mo seja divulgado por meio deste já conceitu ado jornal, segue abaixo o texto a ser publicado. Mobral tem aumento de Incentivo Fiscal Por recente dec.reto o Presidente da Reoúbli ca elevou para 2. a partir de 1977, descon tos do Imposto de Ren- balhar de maneira inin lenupta por cu.wm de mil e um motivos que provocam sofrida Imsó nia. Outros ainda prncu ram nas drogas sedati vas e tranquilizante u cnlmu pe:turbada pelos nervos que Be 1mcontram à flor <la pele. Nfio fal tam também os curiosos que pretendem entrar no mundo das ilusões, dos sonhos. das ulucinu çõed, dos delírios e dai; paranóias, usando dro gas que desequilibram inteiramente a personali dade. felicidade numa postllha ? '.las, u felicidade que afastaria da pessoa qual quer espécie de tribula ção, proporcionando-lhe infinito gozo, porterla estar encerrada dentro de um romprimido ou contida numa ampoia de injeção ? As inspira çi>es artísticas que pro duzirão encanto para os olhos e deleite p/ os ouvi dos, na ritmia dos versos ou na harmonia da músi ca, poderiam eocerra::--se dentro de garrafas e boli jas portáteis? Os lam pejo da inteligência que fornerem ourn instante soluções longamente pro curadas poderiam ser fruto de drogas quí-_ micas ? (Continua no próximo nºl da em beneficio do MOBRAL. Por ai vemos a im portância que o governo empresta á; al!abetiza çáo de adolescentes e a dultos, através do .Mo bral. Ajude também. Re colha sua contribuição para o lJobral quando for declarar o imposto de renda de sna Empre- sa. Contamos com a co laboração desta impren sa para que esta Nota seja amplamente divulga da. · Cordialmente Alvaro Pereira Supervisor d e Área de Bela Vista. Preço deste exemplar Ct$ 2,00 Estado de Mato Gro-o Comarca de ela Vi-ta Cartório <lo 2.o Ofício EDITIIL DE CITIÇIIO PIRB CONHECIMENTO DE TERCEIROS lR1BUNll Dll FRONlf tRa •·Orgilo lndepeudcu!L' a Serviço da o Doutor Valter José Rodrigues Contrera, Juiz de Direito da Comarca de Bela Visto, "Es1. de Mi.. no forma du lei, elr, .• receios de que o Sr. alde mar Lebedenco; venha onerar se de forma a impossibilita lo ao pagamento de unas pre taçõe obrigacionais: pela acu mulação do débito em que cumpro uinda os rondiçõe• hipotecárias de garantia a que se cornprometerá no ínstrumen to sub-judice. 3. Ademais; co mo é do conhe<'imento púhli co; o Sr. Valdemar Lebedenco ent·onlrn-se •cionodo; em pro ceo possessório de emissão de posse de i:ronde pnrte ,le sunf' tcrrns, IJUC caso venha n ter perda de causa em Juízo a •Un ,itunçào patrimonial r I c ar á, grandemente abalada, receando o • u plicante que o parceiro tratador, venha por PS ses motivos apontarlos a desfazer-se das terra • que se obrigara. a entre gnr em hipoteca. 4. Em fuce do exposto, o pro h,staute manifesta '> pró poslto de promover tô das as medidas judiciais cabíveis "ln futuram•· p/ defesa de seus direito obrigud'>uaili. inclusive na esfera criminal, pro movendo . ontro5si1, vistoria judicial uos se moventes, e demais me dida cubívei , reque rendo, portanto, a V. Excía. se digne de mun dar intimar a Valdemar L e b e denco, brusildro, casado, pecuarista, re i dente domiciliado na Fazenda Agua Azul, nes te Municipio de Bela Vis ta, p/ que tomf:l conheci mento deste protesto J udiriul e se obstenha de qt.:alquer ato de nli enoçii.o c,u contrato de qualquer gênero que te nha por objeto 6 3 (seis ceutos E> oitenta e tre ) hectares, da gleba "Ta boca-Chicii.o", ligada a Fazenda Agua Azul, de propriedade do parceiru tratador e criador. adqui rida de erápio C, istul cto, l!aria da Gloria Gonçalves Barbosa e V.ictor Gonçalves Bar bosa, situadas neste Mu nicípio de Bela Vista, conforme escritura de cessão de direitos here ditários, registrada no livro 4 do Cartório de Faz +aber aos qure o pte ,enttl edital virem ou dele co nhecimcnto tiverem e mui~ quem interessar posa, qu por parte de Orivnldo Vileln Coimbra, foi requerido um protesto Judiciul Contra Ali nençilo de Uem contra Wnl dcmnr Lehcdenro, nos termo da petição inicial que tem o seguinte teor, Exmo, Dr. Juiz ele üireito dn Comorcn de llcln Vista :i1t. Orhnl<lo Vile la Coimbra, brasileiro, casado pecuarista, residente na cidu de de Presiclenrn Prudent.-, SP, Av, Washington Luiz, no 103l, por seu advogado que esta susrreve, mandato anexo, vem com fundamento no ar 7 e seguintes do C6digo de Processo Civil, que rendo resalvar e conscrvnr direitos, bem como prc,cnir íuturn• rcsponsnhilidutles, in clusive de terceiros ·erga·ter tiuo• formulnr o prcH•ntc Protesto Judicial Contra ,li ncnçiln Jc Bcn,: mnnife,tondo destarte, a sua intenção, 1110 tivo por que expõe e requer a . Exa. o seguinte: 1. O su plicante, em data de l·o de Outubro de 1974, através dre um Instrumento Particular de l'nrccrin Pecuário, ~ntn.-:;:ou ao r. WValdemar Lebedenco, 470 quatrocentas e tento- vacas de ;{ •trc.- n li (oitt•) nno• ,le idade, para que o ulu,litln sr. us criasse, mediante o papa mcnto dn renda de llí (,·cnlo e. dc1.essctd bezerros <lc uno nos 3 (tres) primeiros nos clo contrato e 118 (ccnlo e de zoito] bezerros de uno d,• idn de no quarto e quinto ano contratual, convencionou se, tumbém, no referido pncto o brigacional, que o parceiro tratador, daria como garantia das obrigações assumidas 683 ( cir<ccntus e oitenta e tres) he,·1:m,s dn gleba ffubocu-Chi cão: por escritura hiporccaria obrigação esta: que tá decor rido., mais <le um uno e qua tro meses não foi ainda cum prida pelo parceiro tratndor: não obstante os reiterados a pelos do parceiro proprietarios 2 . Afora isso, o parceiro tra tndor; encontra. se; uindn.; em ntrazo de pagamento de la (primeira) parcela d11 renda; cquivnlcnLe a 117 (cento e de ze>sete) bezerros; que já a es tas alturas estão de sobre o uno e mais a renda proporcio nal do ano ,le 1976: sem que o devedor e digne a honrar os seus compromissos contra tuais, assumidos com o supli cante: que faz originar justos Registro Geral rle Jmó veis de Bela Vi ·ta, :lt. bem como as 470quatro centos e Retenta) vacaR de criar de 3 (tres) a 8 (oito) anos de Idade, mestiças zebú de diver sas pelagem;, normais, sem defe,ltor. fislco; 1:m bom estado de criar, com marca r, atraz do cupim do lado direito, vacas estas de proprie dade do 8upllcaolt>, re tiradas da Fazenda Sta. Aparecida, Municipio de Porto Murtinho, con forme nota Flsc. de Pro dutor, n 449843, emitida em 19 de abril 1974, sob pena de sofrer as ações decorrentes cio seu ato. Pol· fim, requer a V. Exa. a publlcaçii.u da pre ente peça protestá !ória, atra véz de editais com fundamento nu art. 87fl do CPC, p/ que se se oponha (erga tertius) e, uma vez efetivadas us publicaÇÕP.S nece :;;ú rius, sejam os auto en tregues ao protestante, no prazo legal de --18 b' independente de trnns lacto, de conformidade com a lei. Dá-se à pre ente, pa ra efdto c.le distril.>uiçao, o valor . mínimo legal. êes Termos. pede de fermento. Bela Vista, 23 de fevereiro de 1976. Pe dro José Palmieri. Ins. oº 477 OAB Mt CPF. 003021.241. Despacho: D.R.A. Defiro o pedido nu forma requerir!o. B V 23/12/7ü. (as) - DL-. Vai ter ,losé Rodrigues Cou trera. Juiz de Direito. Pelo que ficam intimados quaisquer. interessados no presente pedido. Da do e pas ado, nesta Ci dade e Co.narca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, aos vinte e cio co dias do mes de fev. do uno de mil novecen tos e setenta e seis Eu Goeth Escobar Nunes • datilografei e subscrevo. Dr. Valter José Rodri gues Contrera. Juiz de Direito ENFOQUE Visitantes em nossa cidade Se faz presenle em nossa cidade o dr. Auto nio Pádua de Vusconce los diretor de lmportan te firma de Planejamen to P. Implanlaçãu de Pro jetos, chegando de uma visita à fazenda Caracol. Em 1ma estada na Fazenda Caracol, o dr. Antonio Plldua, ficou bastante impressionado com a qualidaJt> racial do rebanho elore, ob servou o ma neju cio ga do, a estrutura da Fa zenda. a implantação de 1,500 hec. de formação de pastagem artificial e, <tedicou mais t-mpo em observação ao etor de Inseminação Artificial destacanrlc, a ele ,·ada pureza racial dos tour-i nhos e novilhas daí ori- CARNAVAL Muito Samba, mui ta animação os pré rea lizados em nos a cidade. Nu Gremíu Pedro Rufi no, como sempre, rece bendo em grande estilo A {ARIOCA Márcia esteve na cily visitando Rua irmã 1'ilza e o cunhado Ten. Domiague . A morena Marcia iterementou e badalou vários dias eutre nús. A BELA VISTENSE 1liguelina i!iranda. filha do casal Erasmo 1liraocla e r saiu-se vitoriosa no Vestibular em t1iologia, na Fund!l ção Educacivr:al de Bau ru. Parabens. O GAUCHO Ten. Doroty e Sra. contentes com a chega da do filho, que tam bém saiu-se vitorioso no vestibular de Veteriná ria em Porto Alegre. undo. O dr. Aulonlo, estfl acomponbado do acadé mico de "Veterinária Mar co Antonio H. de Olll'ei ra, aluno da Faculdade de Vetorloàrla da Uul versidade Federal Hural <lo Rio de Janeiro, que nos Informou a iutenção r!e se especializar em li siopatologia da Reprodu ção e Geuéticn Animal. O futuro vdel'inárlo Mar co Antonio, que a partir de ugora será estagario na Organização Caracol a qual deposlia muilâ e1:1perançal'I em sun pes soa e as ím coupera com (1. o aprimoramento té::o! IJ co ele nossa juventude. Aos visitante: D0S i-u,; boas vlnc.las. Começando a rel'iver 1-'t:US antigos suce;;sos, o Tradicional Clube Es portlvo Belavistense sob o comando do entusias ta Cutureba. Parubeus. COLETÂNEA Será no Livro Selê, j} no dia 11 de marÇo, às 18b, o lançamento d% Páginas F10rídas, coletii nea de quarenta e cinco art. pul>llcados na pag1· na opinatlva do Diári nos últimos dois aos pelo colaborador Rober· to 'ilveira (Gay Cardoso Galvão) De Mato Grosso, Es' natal do autor, devera 0 camparecer ao lançame to, ex-colegas riu in_ter nato salesiano, especial· mente convidadúo: o pre sidente da At.:ademí.a )la togrosseuse de Letras bacharel José do couto vieira Pontes, o de"{$. tado estdual Ruben " gueiró e o deputado fe deral Ubaldo Brer. ( Di:írio de Pernambuc:D J Calçados para senhoras, cavalheiros, crianças, artigos esportivos você encontra na SIPITIRII REI OIS 8011S Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. Avenida Duque de Caxias, 826 Jardim Mato Grossso Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIV_Nº198_22_02_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº200_07_03_1976 Voltar para a lista de itens