TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº239_13_02_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº239_13_02_1977Número da edição239Data de publicação13 de fevereiro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.10210220669676 , -56.52601337872131 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº239_13_02_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ■• ■ w [7 I0 0u2 V íl ' l li t a 1 l lill . per@ , "» i ld' A BELA VISTA ... ,,. ' D E ... • • • SEMANÁRIO INDEPENDENTE Fundador o Dlrotor Rcspon.sável Ivulclo Porelrn ANO V - N.o 23!1 - ílelu Vista 13 de Fevereiro de 1977 - 8 Páginas ''O Verd■dolro Jornal não se limito o Infor mar, ó oplnall· vo tambó m' (Herbert Moses) - Preço do exemplar CrS 3,00 - Fun-dado em 25-2-721 ■ ■ 1) Ato do Governo do Estado, publicado no Diário Oficial de 1911/77, nomeou o senhor José Loureiro delegado de Policia de i la. A medida veio preencher uma grave lacuna no etor policial nesta cidade, haja vista que a função e tava endo exercida pelo Escrivão (( socos. 2} !s r;as de assa cidade estão sendo atroadas. atual administração atendeu o apelo do povo e procura resagdeiar o aspecto urano da Princesa do lpa. Bela --09-09 3) O Interurbano já é uma realidade. Agora Belo Vista poderá falar com o Brasil. O Governo do Estado cumpriu com o prometido, mas a co 1 aboração da Prefeitura Municipal foi valiosa ... Nossas congratulações ao senhor Prefeito Municipal. .. o ./ , •. país medidas realmente democráticas, uma nbertura posshd em meio àa difirulc.lades uniYersai,. oo mes mo tempo em que o Executivo permaneça amparado a lim de nUo compdido n tomnr medidn3 t".:c:tre•· ID:lF. ·uo v,·jo quem não de,frute de liberdade no pois. Por i,so, sou ÍO'Or-,h:',,I il manutenção do Al-5 que tem •ido n•odo muito pouco e optnas conu-:, subver:,1 os que lutam contra a segurança e a liberd.nde e, por is.-o devem ser penalizado,. O Al-5 por en quanto é instrumento forte <ln sociedade constituín do-re numa garantia conta os que rlesejnm perLu bor n tr-.inquilidnde do país. Por iHo, ~le deve in tegrar a norn l'on,iituição, que bà de ser forte, porque-, infelizmente, não h5. runis campo pnrn a ,; .. gêneia de uma democracia liberal no Brasil O Go verno tem sido muito pnrcimonioso em seu uso, cmhora tenha sido instado a recorrer mais vezes a ele. 1 Intermbano 1 Um Breve Comentário l Dentro de sesi:P.nta dias. Bela Vis:a f terá o interurbano ... b2m: não foram ses- senta dias; devido a inúmeros problemas técnicos o prazo foi prorrogado mas ho je é uma realidade. O Governo do Estarfo cumpriu com o prometido. Nesta "noYela'" Interurbano • muitos foram os atores prin• cipnis. e no final, talvez, apenas um mereça a medalha da boa interpretação. O povo está contente. o prefeito tr.unici• pl, que nüo mediu esforços, está contente. nós esta;nns contentes, enfüt:. todo o mun do feliz da vido. E' n P-SCalada <lo progres so. Este curto comentário é só para a.gra• decer.. obrigado Governador Garcia Netc,, ob;:igado ténnicos da Telemat e obrigado • senhor prefeito municipal... e nome do povo, muito obrigado. O senador Saldanha Derzi (Arena MT defendeu " reforma geral da Constituição. em que a r o s pontos merecem revisão, além das e m e n d a s 1 ue tnuniL"lrJ.n:1 110 Cont!rcsso uog úhirnoi:i uno5, r entro desse ponto de vista, o senador arenista quer 'que se d& feição constitucional aos mecânimo-, com AI5, preservando-e todas as uas cláusulas, pois rata-se de instrumento neces: :.:írio para defender a 'iberdade e tranquilidade da nação. Ele nko e arriscou a sugeir f6rlas, argumen- ando q ue « to c a b e a o s juristas, ma-s é contra a v o l . 'na da Constituição de 67, porque ela continha mu os erros e ·tou convencido de que o presidente Geisel cuer realmente deixar o Governo legando ao Inaugurada a Casa do Arte- EX• DEPU são em Ponta Porã Cuiabá. (SEDIMAT)- R!!presentando a Primeira Dama do Estado e Presiden. te da Fundnção e Promoção Social de l'tlato Grosso sra. Maria Lgia de Borges Grcia, a esposa do Prefeito Aires l'tiarque3, sra. Amélia Marques, presidiu em Ponta Porii, a solenidade inauguràl da Casa do Artesão, como as demais fundadas e Iília• das á PROSOL. A nova unidade da Fundação Promo ção Social com amplos compartin.entos apresenta grnndes variedades de produtos artisticamente confeccionados. Com traba lhos de couro, cerâmica e .madeira, a Casa do Artesão de Ponta Poril tem muito o que mostrar não sómente !l l1ato Grosso, mas ao pró)Jrio Brasil. Com colchas e as toalhas de NhãnriuU (renda de origem paraguaia,) os doces e licores - principalm€nte <le gua vira - e uma infiniuade de outros trabalhos, além de eviaêndar !l h'ibllidade e u capa cidade criadora co :irte31l.o ca fronteira, unem de maneira mal;; fraterna brasileiros e paraguaios. Para esse trabalho inicial, que pos sibilitou a inauguração, grande número de senhoras do Voluntariado do Mato Grosso VU.IAT, colaborou inten~amente sob a lide rança da Primeira Dama do Município do VDIA T, sra. Amélia Marques e da Supervi ;:orn ArcAln Diegué'&, Esse grupo de senho ras cxcutou intenso trabalho no sentido de csclarec.?r aos artesÕPB sobre o apoio que agora terão, da vulorização de seus trabalhos, colocação dos seus produtos no 1,1ercudo e out:os bendicios sncial11 decor rentes do amparo que o PROSOL oferece tl classe artesanal. TADO PRIETO Sujere ao governo l'orto Alegre - O ex-deputo.do Cé~a:r Prie to está :iuin:mdo um doeu mento contendo sugestões no Go.-ern" Federul no campo tributário ellecei to. Federal que, se;;uuch ele, seria numa sugestão pr:ítica e objetiva pira a balança de pagamentos, ou o orç:,.menlo público, a inflação e o custo de vida. César Ptieto que durante 10 anos auumiu 11 presidê.uciA da Comissão de Finaaç:u d:i Ciunara Federal, firma que o eu governo necessita adotar as medidas que ir:í propor que ser-ao no intuito de recuperar a curto prazo no bilhõe• de cruzeiros, a custa dos que e apropria ram idébitamente do ,-.. lor que . pertence :ao er:1. rio federal. Trihun.1 rla 1-'ront ira GOVERNO DE MITO e, OSS REIVINDICO MEDIDA DE financiar a compra de 6n o Panl' eirn DO BRASIL fi.PROV Culúbn • O Hunco do Urn<lll, apro vou unHL i;~tfo do providência,: do omer @nela para atendimento dos peeuurlts panteiros, atendendo, priipaluente à estões constantes formuladas utavés do tlil'dur dt1 1 11 íl,, gli1o cio 13., nco do B1·aPll, Amileur de Souza Martins- que abrnnge o E,tndo d1• !lato GroHilo • pelo St>crelá rlo de Artcuturu de Mu to Grosôo. eJ1111111do 'l'uqueH. As providências apovadas pelo ffancn dr) 1Jr:rn1l qUl' Jfl detcrn,luou a to dus as g@netas du pri eira Régio Uu pronta execução, +üns seguintes. cri+ço do condições paro ese umento do gado do Pantanal e peiierl+ li .ha de crédilo aos l11ven1{,;tc1H e l't'Ct'llldol'CS pum nqu!slçãfl do gatlo do p11ntunul 00'11 preços fixados em <'rS 1.300,0U pu·a boi mugro CrS 9j0,0íl p•trn vnca magra o puro uovllhu até deis anos, CS 550.00 pura bezerro e bezerra Esf'ns medidas s1•rilo eslendldus às agências do Banco do Brasil uo TriO.u glo Mineiro, Oeste de Sün Paulo e todc, o estado de G0lllR e Mato Grosso. Os cria dores da A1m1zônlu matogros8ense, ondl· segundo » SUDAM, existe pastagens oclCJ sus uumu área de 2ú0 mil hectares, rece brio do Banco do Brasil locação de recursos dn Protrrra para a compra dl' gado do complexo do Pantanal, até a lo tação da~ p,1stage11H, com ampli11çií.o d" prazo de un:ortlz!:Ção do empréstimo, d, cinco pura oito 11uos. Aqui ição d( Matrize A autorlz•,çií.o do Banco do Bra sil se estende ulntln aos pecuaristas da r11gliio abaixo do paralelo 16, que terllo linha de cr.étllto aherta pttru a aquisição de matrizes, novilhas e bezerros com os seguintes pl·t.>çns: CrS 1.200,U0 parn matri zes; CrS ;mo.oo pa;-a novilhas até duls a nos; CrS 700,00 parn bezerros e bezerras. Grande Corumbá o Aquidauuua, a fim de manter contactos com os pecuurbtaíi da região um face das medidas financel ras que ct;lüo seado ncJot-idns em r•·laç,,o à comc.>rclullzição e financiamentos do g..1- do pnntnneil'o. Hinistro da ,. A ilustrção de VEIA, compondo - ~ p+lógica que d urna prc!en·• .i1·vo1 c l'l' L • , "' , . _ _ • guarita erros e » equivocas concluso> coafol'<eJ u qualquer ele t>CU~ teitorcii o dtrl'i· lo P edir- Jhr uma reti[1c1JçUo <1e m,•tcmo nl A : e a ver cançe. Porque o que está em jogo ' dude, u verdle fai violada, causando, co!!l u sua tlivulg .ç.io 11l1t orC'lcla. lllll con vencimento errado da opinião pública. Iuquirn. pnr exemplo, pus qu Insl-têne:a em figurar a esposa do over nudor L'otrl' os quu são remunerados pelo Ar,rícullurn l:imbém ~over;io, quau lo j.1 foi dilo e provado que i' ela pelo ergo que exere de presidentn Empenhado da Fundação de 'Promoção Soei l de Mato areoso, não percebe um único centavo doas Em telex e II vi o d o a o cofr1-s 011 entidade ou do Estado? E nté Governo de Mato Grosso, 0 Secretflrlo-Ge I quando e demonstrou que a gratuidade rel do Mlnlstrr!o da Agrtcullura informava do eu trabalho d 'Ylll a um díspo~itlvc que o Ministro Alysson Paulinelli está pe preso na p.ópia lei através du qual o soalmente empenhado em gestlonar rveuF governado erwu a instituie? Ou a criti os ao Governo Federal puru u ant eip+ a e dirige pena- "voutru o fato da pre- çúo da compra de gado destinado ao nba- n@ del+ · pres1 1cia do õrgi1o <lc pro te para a formação de estoques regula G- + s:; 'o go no? Mas não é esta reh de carne dn COBAL para o p •• _wdo ,,o!Úl<', l'lt, • 110 is, no ámbito dos Es- dn t:ntressafra. O telex inf 1irma, ► 1 111da. :._l.' 105 ou d . unicíp dt> usshitência so- que o Ministro acntou com mito interesse ,se c,,azida própria esposa do as postulaçoes forrcul!! das pl'!r•s pecu • T'S. ·o • tas e dirtgcntes classistas ao Ser:retá1L.1 8e governnnt· • ral do !1lnlstérlo, quando vi itou O Pi•ntll- Pergunto, :ti ,' 1 , porque a obstina• nal há uma semana, em cornpar,hi:.t i;,., :l'.i- çào em t:ltuar a fi !! .. 0 governador entre ulstro do Interl<•r. • os qu" p,'rre:iell uc, .• ,fres do Entad(•, c_o- 1uo"·sessora da m:lação de Promoção Social", quando já l , lito ela jamais exer ceu tal função e j n .spercebeu qualquer remuneração. quer e tidade, quer do Fs tado, quer do micíio da Capita', .o qual su marido é o prefeito? Aí não e,-tão, purn coufirmar isto, as contas do governo e o Diário Oficial que publica as nmea çõee?" G Promissórias F'ol aberl11, também, uma linht1 espe cial de créditos nas cidades atingidas pe las enchentes, par o comércio através de notas promis ·órias até o limite de 200 mil cruzeiros, de acordo com o patrimônio liquido individual. Além de suspender o protesto de titulus por 25 dias, a rim dl' articular com o devedor. Frigoríficos Esta linna de financiamento seria coloC'.ada à disposição d" frigoríficos in vernistas e crladorrR. l;) Finauciamento nas me 'mas cono1<;ol'" para custeio do • transporte e despes:s com úluguélR de pasto em áre11s altas. (e Interceder nc FtU· lido de ativar e dar preferência à COBIL para aquisição de ggdo do pantanal nu formu.ç!lo do estoque regulador. d) Finan ciamento tumMm em condições especiais para o reslabelecíu.ento do criatório pan taneiro. e) Prorrogação dos prazos do PRO RllA 1' Como medidas fu11da111rntnis parn a rtglão de Indgo, a Beguir, por que a ttímo cnrd/er mais dtfhzido, twlzo II satislaçiJo de propor ó V. sla em SURlentur a mesmll afrrrnatlva com 8xcclillcin o seguinte: 1 . Amp!i11(úo do ne- relução ú Sra. ~!aríete Vie:ra. prima e nií.<> roporto d11. cidade de Corumbá. 2 - Projeto irm:1 - da esposa do governador, quando de recupernçüo da naveg!l.ÇÜ0 nuvlal do igualmente já se refrutou tivesSI} ela qual- imposto de renda Rio Paraguai. 3 . Conclusão das Obras quer vinculo empregatício com a Fundaç/lo das Transpantaneira - Culabá/Corumbú. 4 de Promoção S1•cial. ou com outro qualr:;uer Ativação e conclusão da BK-2G1 Aquiúau- órgão do Estado, ou do município, em vir· O Ministro da Fa una/Corumbá. 5 - Das obras da barrdgt>m tude do qual percebesse salário. não obs· zenda exp>!diu no do Rio llanso com vista!' à reguluri:laçüo tante colabore eficaz e destacadamente día 15-12-7ü, a por de encbentes, melhoria das condlçõ:.!s de com er-se trabalho, desde o nascimento da laria n.o 497, estabe naveg11ção e produção de energia elétrica f<'undação? lec2ndo prazos para 6 • llelhoria da Estrada de Fe'rro Noroes I ª Declaração do te no tter.bo de Trés Lagoas a Corumbá. E sigü interpela11do porque a per- Imposto de Renda. 7. Apoio visando acelerar a instalação do , tinácia em f.Ustentar que a ra. Laís G. de 14 de fovre1ro frigorHico de Corumbá. 8. Continuidnde e Vi ira é familiar do governador e funcio- até 4 de abril 77 aperfeiçoamento dos estu:l.os hidrológicos nária do IPE MAT, quando jà fartamete se quem tiver que pa da Bacia do Alto Paraguai atrsvés do esclareceu a nusenc1a des,;e parenteB'10 e gar imposto ou di- DNOS. 9. Programa de e;ploração, preser- quA e_la é apenas p~nsionista do In~li.~uto, reito a restituição; vaçiio e controle da fauna e da flura do em '"Jrtude do falecimento do esposo?' de 14 de fevereiro Pantanal MatogrossensR I O. Duplicação da a 4 maio 77 as pes- Linha de Transmissão trecho Campo Gran- ----------------- soas isent.:.11 de im- de-Corumbá. Outrossim comunico VoFsa E..x- pvsto de renda. ci@seis que d@seriiei a sos«ti@is @» {r.{va [ais3 la Cgsia a71ges urna equipe técnica para acompanhar e a- ~1 v11liar li situação bem como propor m.edf dai: de r,oráter executivo e preventivo a curto e longo prazo. a certeza do sempre pronto e decidido apoio de Vossa Excelên- cia aproveito n oportunidade para reiterar os meus protestos da mais e!evad11 estima e consideração. José Garcia Neto "Goveroador do Estado" Outro Erro Os [rlgoriricos tiveram llnha de crédi to especlul aberta pelo Banco do Brasil com przo de 120 dins para dt:!sconto de promlssórlai: rur,ds, desde que adquirido o gado do Pantanal e do periferia. O pruzo normal da promis!-ória rural é de 30 li 60 dlus p11ra <• gado gordo. As cidades benelicia das segundo o Bunco do Brasil, são Aqui dauana, Cáceres, Corumbá, Coxim, Cuiabá, lHrundu, Pocone, Porte, :Iurt!nho, Rio Yer de, Rondonópoli~ e Campo Gral.!de. Secretário Viaja O Secrd!iriu dr, Agrlcu 1turu, Erlmuodo Taques, v i a j o u p a r a C li m p o ADVOCACIA EM GERAL Rua Volunt:írios da Patria, 376 . Fone 210 Bela Vista Mato Grosso O Governo do Es. tado de Mato Grosso iuloiou contn:o--: ur~ Atea Federal para ft flífJtcla r a comerela !lwçio cJo Gadtl do Pantauul utrnvl·s. til' Créditos especiais !udepondentes de ou tros comproml s 8 0 na rt-de bauc:11 la, pa ra a compra de a du no p 111Lfln11. A iufornwçüo ó cio Secretário B e n t O Porto, do Plél 11eja tnPnto e Coorucna ção Geral, que uflt' Jll ,: l.t.l:iLS Itnuncla• tentos seriam destl uado!'I aos frlgor1fí cos criadore!t e 111- vernistas de outrus reglõe.:, que ten!Juru 111teres,e em adqui rir o gado daquela região. Outm medida, soli cltuda pelo Governo de M!ato Grosso, é a de flnanclnmcnto nas mesm'.J.S cJndi ções pura o tranicpor te do gado e recu peração do recriutó r!o do Pantanal. a fim de miulm!zar os prejuízos em relaçâo o gado salvo das enchentes. Leia e Assine o Jornal Tribuna da Fronteira o '"Vendemos qualidade" latriais te Cstnri» ea tal - Ilhas [ansas, de Munizi lailo, lusiil e [lnail, Ii's, 'Iils, luljs, c»jtos $:u'tios. e nulo te1is latis e plslias, {erros, tipas, Iilas, ilrs, anans, sal - Ili pana sna tmstruz, rrilizce s Iras. " YEMUEM8S QUALIDADE "A única que mantém um estoque Rua: Cel. Juvencio, n.o 3I5 ex- Postal 36- permanente para pronta entrega" Guia Lo es da Laguna - 'Mt - Futuras in;:.talações em Jardim ·- » } 1 í ..._ llela Vl1t1 - Mt. 'frll.Junr1 cl't l'routeJr,t --------- 13 2-77 AINDA UMA TE FALTA COISA " E quando Jesus ouviu Isto; dl111-lh1: olnda 18 folia coisa" (Luc. 18,220). 1,us Essa história do moço que foi 11 J e- . em busca de orJentacão esplrlluul pa ra a sua vida. tem so1•v1c10 de buirn parn mullos tipos de mensagens. Foi HU qua dro dUel"Onte dos dernals! O Senhor Jesut1 está alendl:'ndo n enformas de todo u so:· te e até um <1uso criado pelos dlscípuloH em reln@o os meninos. 1vsus está rel vendo, quando chrg11 aquele jovC>m: Rico bom l'_ducado, fllh.., ele rumllla ilui,tre 1• chd~ de rrnudo .. . O ~mbtente f11I tolulme111e mudado As ntençoPs de tocfo-. se vol111r. 1111 par,1 u conversa-diálogo truvada entre Jesus e o moço I lco. ~ Vúrlot1 ent1iname11tot1 silo nncon• trarl0s ne&to aconlndmonto. Seufio vl:'jnmos: 1. As Intenções do Jcivem ilo e pode du,•id·,r tio que aque le moco <:,ra berri lutenlllonarlo em l'elaçào 110 futuro de sua alma por isso procurou solução para aquele problema em Jesus o Salvador... ' 2. A concepção d1tquele moço acerca de Cristo. Sentindo a necessidade de sua alma suo co11ctpçi'lo, isto é, sua fa..:uldade rle enten der, de compreender as coisas. levou-o a buscar Aquele que realmente podia resol. ver a sua slluaçúo: Cristo, o Salvador ... j 3. As Qualidades que possuia O Pecado na vida do homem é um fenómeno na relação do pecador par .1 com Deus e que nem sempre tira aqu.!lus qua lidades Inerentes à personalidade humana ... Aquele moço era, pois, um homem de qua lidades exemplares no tocante a sua vi da moral e material, mas não tinha o es seucinl: A salvação eterna! Cristo ao axarninar aquele jovem, não obstante: Suns intenções, sua couce pção acerca dEie, Cristo, e suas qualld!l.des di:;sr-lhe: ''o/11do lt falta umn coisa.'' Obediên cia ... O Problema era tão sómente obebiên cla! .< riqueza não era empecilho ... Zuqueu era rico o (oi salvo por Cristo porque obe deceu a tudo quanto o Mestre determinou. Deu de mão a fortuna que possuía pura servir com alegria 110 Salvador. O moço do nosso texto, no entanto, pelo fato de não obedecer ao lleetre retirou-se triste e perdido! Conclusão: :ieu amigo não crente, talvez voce seja uma pessoa bem inten cionada, é possível que sua concepção acerca de Cristo seja a melhor poss1vel e, finalmente, voce pode ser possuidor de boas qualidades morais, intelectuais e ma teriais ... mas eu quero lhe dizer o seguin te: Se voc'3 não estiver disposto a obede cer a Cristo seu fim será o mesmo do mo ço rico ... Aceita, obedece a Cristo, e Ele Iarã de sua vld!!- uma vida de bênção. Que assim &eja. AMEM. Mini'-lé!'ÍO ,'o fi:xér('ito JJ Exf·n:ilo 9.a Hegião Militar 4.u Divi,ão de Cavalaria 10.o Hcgime11lo de Cava laria Rcrrirncnto Antonio João COMUNICADO 1 N" 01, 77-CL AC LA O JA77 D Pr.sflete do CIbe Esrti H •l.t'i ,(Ili) (1 . t·o111i,•iio t!t' li,·it.1t'ílu dn 1 O. Jl, .. •i111t'J1tn ,!,· Cavalaria, tora • públieó que no dia dre Feerei rn ,lc J 977, emitira convite- paras aqui-ião de Car. ne de frango (abatido) . H) •· f(·1li,1 n11•1i,,1J d,· fort1Pri111t·1110: • I.:100 0111111 anil I •· ln"i'l'11to11 ) kg .. 111t·11-ol. 1.) -- Início de forecimento:- L. de Abril ,1,· 1 97í. I') - Trmino dre fornecimento; •• 30 de Junho de 1977. Ael'linnturn 1l0 1·011t1nh•: • 2.; ,lc Ít· tn:iru d,· 1.977. Q1111rt1·l ,·111 ll,·111 'i-lu, ,Jt •. O Ide Ft'1. ,fr 1.977 SEJIGIO REGO MIHANDA - CAI'. CA V. l'rr,i,frnte. Relatórios Americanos: 3 b» Msl iiú JOSf: DE HIUAHAH CHliZ E :-IL' , •• C.l'. CA '. Membro SEBASTIÃO DE MEDEIHOS-- 1. TEN. JNT. ccrc16rio. Governo de Mato G:asso reivi- dica ao Governo federal em Função das Enhent0s: Consub!-toncin1lo t·m Jcvnntamentoi;. contiuuo: c sistemáticos renliz:ulos por equipe; e órgãos gover namentais atuando dirt'lamentc nas áreas de encheu• te•. principulmcnte, do. rios Aquialnunno •. lírandu, Paraná Paraguai e tribuWrio,; - o último afetando ,·á. rio~ regiões do pantanal rnnto~ro!-~ea:-c, onde O!:' prr. vii;ües nté u:;:orn <letcrminnr.lns indicam provável agra ,·nmcnto ela iiilunçào umplinndo n:i ntuniF consequên• cios de ordrrn socinl e econômic1a - o Go, ernador Gnrciu 'cto <linntc• do !JUOrlro npurnr!o, rei, i11<licou junto nos Ministérios do l'lancjnmentu, Fuzcndu. Trnns portes. Interior t: da Agricultura, medidas saneadoras e preventivas contidas na sua mensagem, cujo teor é o eguinte : Oc acordo com o• t)ltímos dados o Pnntonal Matogrossense terá provavelmente uma enchente í:;unl ou mnior que a de 1974. O, dados pluvioméari cos ob,cryndo;. de Ioda n Uacia do Alto Paraguai nes tc mês rc'elom n['eis superiores aos de 197,1 ano da últi1ml ;?rnnde enchente, Pontlcrá,·eis preju{zo5 j.í se 'crificn na área econômica e social em todo centro sul do puntnn,I. O Governo do E,1ado não lem medido esforços em ,ocorrer us populnções nti_w•i• dns tendo já distribu[do ,essenta e urna tonelnda• 'ite nlimentos t: oitentn e cinco mil doses de vncintts a lém de providênci:is qu:into n morndia, vestuário e outras para mnis de três mil e cem desabrigados in clusi,·e populações atingidas pefas enchentes do Pnrn• nú. tenciono também que tenho nutoriz.ado nu.dlio, finnnrciros porn diversas prefeituras nlcnnçndua pelos enchente~ Vale !-nlientar que n região pnnt:incirn ain• du se recente dos õnu.g eronômico1 e prejuízos . da ,.,ande enchente de 197-1. Ante o quadro dernlcnln r que se npreéentn venho solicitar o 'Blioso} empc• nlw de Vona Excelêndo no sentido dos seguinles p1ovldõnclcs e caráter de emergência: A possibilidade de nproYnr finnnci:.amt:nto en1 co1uliçõed especiais intlt'pcndcntcs de outros finnncian1ento:1 dos mutuários interc:Hados para incentivar e favorecer a comercinliuição do ga· do do pontannl. • O Clhe Esportivo Bli»ter, por u I'residente. trem a rata satisfarão «de ler o o nhecimnto de . Fia, qur em t«-mhli Geral Excr,ordin1ri, , ,•.,!11.1•1~ , 111 J ') tio < ""' nte ms, foi eleita e emposada a ''o 1 lhret.ria, para roer «eu de-tino no xeteicio de 1977. findo as-im c n•IÍ· f uírL.1: H'residente- A!raio Armou Zsura·. Virt·-Prt• .. i<lt·nte: Jri (· -r.:d,·i 1 J!.!1'.1no. I" Te oun iro: Hta-ita Hoa Gores , ~., J',• 011n-iro: lracisco Elio tilani. l .0 Secretário: CG Auzu-to E-colar. 2.0 Secretário: Pedro ergílio da Sila. Diretor cial: ie da Costa Miranda. Diretor Eporio: leirahdo Campos Azevedo Orador 0fiei@E: Dr, .arlo. Ed ,:. h-,lriro•. 1 c'OSi:LIIO I·bC J. • Pr,- ·identv. Hortncio Eia E-cobar. e@etário. Saliran Tebiehrae. Dí:i:i.rte rio. ~Jlll l .. , ultl,·mnr Lt•itc cio .. Santos, CU:SELIIO DELillI:HATIVO Presidente: Geraldo de ouza Iosa, ecretiri: Cló. Marcelino de oliveira; P'eri de Almeida Mfelo; José Loureiro. Corumiln I.uur~irn tle l111rid11: Saul Si!- ' t·ira d.- Barro-. , tenrio .. ;t mf·Ott' Abraão Arma Zacaria- Washington • O Departamento de Agrivul tara do, Estado Unido« JIIÍ11r1.1tHf );llr'III que tf puro dr até no uerca· do irrwaional ai ti ir um nível ainda mais alto, O Departamento cal l ulou '!"'' u ~••ti., ri.- í., nit Hr.,~il. JJTO ut·u11 tHLl.l uh de 1+ o/o_na ['rll· t tlf;íln t11u11di.tf do c·.d(· ,. de { olo no mercado internacional. O relatório a•fnair iu a JH»-ibilitfode de uma reardo adversa dos cumpridores dos pre ço+ altos levarnw a uma baixa dos prco. o e lauto, :ifír111ou qu,· í'Há á vista. O relatório caleu lu que a pro,:uçnn hra,i• lrir.1 em 76 • 77 Bl"rlÍ de 9 milhões e quinhentas rnil saca4 39 lo menos do <1111• n• ,ufrus anterio res <JUe forram de 23 mi llaõr, de ,aca,. evndelor Motocicletas Gerndorns ª Marechal Floriano, Ponta Porã •• ivt. prezo±mero;oro;oro;opero±retorro;zoo=;oro±o=orar Rua Ponta Porã de Popa - assislenci~ - Técnica R olnrns D YüMAHfl Grupos e Peças 905 Acessórics para todos os carros Nacio nais parahrisas, escapamentos, rodas, consoles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. Vendemos - Colocamos - Garantimos Rua 11arechal Floriano, 905 Mato Cirosso j GR Impressos em umi eu mais cores Impressos Comerciais Inscrição Estadual 13.088.446-4 estudantil Serviços a Cores cgc 03.570.314/0001-18 llUA MIRECHIL FLORIANO 1582 PO T - MT. D ' . '· F@as lo lado de e.) Há mais de 16 anos fabricamos tratores o !mplemen!os agr(colas no Brasil e desde então, mais da metade dos agricultores bras!leiros estão do nosso lado. 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José Simplicio da Cota Marques P'residente da Câmara .. ' i 1 1 . l a falta, 01 demais ... bem ... o povão pede que Ol nobrPtl vereadores compareçam às ReBtJÕef!. Esse negócio de "assistir" uma B!lS81l o e faltar trOs ... não dá. 0-3#3 Falando Jnclslvamente um vereador disse que "Precisamos unir esforcofl, Bela Vista necessita de todos os seus filhos, brigas e discussões não )rvam a n11du • É isso aí ... TRIBUNA ESTA DE f'ORTAS ABERTAS PARA O DIÁLOGO ... com todos ... !X•':>t<'(:>i:J 'RECADO À CAMARA: esu º"" a cobntu, r,1 d" .:Crj!.lslotlllC' sml l)lobol... um repórter ser destacado para cobrir todas a sessões. O povão acompanhará a atuação do~ v, rc:1- ! dores. ix;x;.::,,:; Osvaldo Turini (o ve t:'ador qut 1 na solenidade de posse elogiou o no ''jornalzlnho" falou a mpelt~ cln ele!çlu da j diretoria do Clube Esportivo HeluvHlt·n~t:' l pedindo que fosse enviado ao Executivo 1 uma indicaçilo no sentido de lnsentar dn 1 taxa de energia elétrica " telefoo~ o clu be, ate c;ue o mesmo normulíze 1u':'- situa ção. e um pedido que m•r•'ce crédito. o Belavisten e é o nossu Clube. De maneira grral. foi brm recebida o rsco/l,o dr JOSÉ :SIMPLICIO DA CO TA MARQUE para Presidente do Legislativo belavisten se. Marques com largos uno'< de experiên ula polillca, é homem simples- avessa á po Utica de discórdias ... 098608° Os moradores da Rua da República pedem ao senllor pre[eito municipal que tome proviJênch1t1; quase todas os ruas foram patroladus, menos a rua da República . Porque? E o matagal avança ... avança . avança ... Que os proprietários dos terrenos fuçam e. necessária limpeza e a Prefoilura faço. a limpeza das ruas ... é o óbvio ... Pouc:is vêze,; um homem terá recebi do uma demonstração de amizade e sobre tudo de respeito a suu atuação Jolíttca, como a que recebeu Flori lIurano, na sua aessilo do din 7, por parte do atual presi sidente da CO.mar,t, Marques afirmou que "O digno politico marcou sua passagem por esta P-asa com ioiciu.tivas que visavam sempre o hem esta:. da colellvidnde" ... " -i ! E • . ~ . ' • ;»- ·-· -3- -.• s .. 1 ·; ,··! ' ' Ildefonso Pinheiro Reletor dr.1 Comlssiío de Pareceres Tomou posse dia 7 o vereador ILDEFON O PINHEIRO, que por motivo de força maior niio havia comparecido no dia 1%. O jovem emedebita reúne am plas qualidades para exercer com brilho suas funções .... Tem o apoio da Tribu na .... é gente nossa. <ietúlio Lino 2.<> Se, cl'láriu ( . .. _ -- lesa essão foi eleita o 2? Secre tário (Getúlio Lino do MOB) e escolhidos os merobros da Coml,são de pareceres, fl. cando assim constituída: Presidente Afono Dilon Nune11 Leite, Reiator: ildefonso Pi nheiro e merbro: Getúlio Lino. Presentes na sessão, Carlos Edy Afonso Dilon Nunes Leite Medeiros, Pedro Palmléri e Fernandes Presidente da Comissão de Povo Alves Gomes Filho. N sesüo do dia 7 comparecera.n os aegulntes vereadores:Marques, Dilon, Ncedi Lino Ildefonso e Turini. F-altnrum os verea dores Centurilo, EIy e Nivaldo. O "1rals votado" Ely de Araújo Barbosa justificou 0e-x: O presidente José Marques falou: "Faço dessas minhas palavras uma men sagem. i-,rinclpalmente aos juvens. aos que hoje ingressam nos caminhos da poli tica, às vez1;s iogmto, m·as quase sempre com resultndot< benéficos par ll a nossa consciência. A8sumi a presidência dessa casa com o espírito tranquilo, aqui estou para dosar os O.nimos, quebrar arestas unificar ideais; prechmmos formar uma cor rente, trabalhar junto com o Executivo, somos um grupo de homens escolhidos pe lo povo para trabalhar para esse povo. Cotscientes dessn responsabilidade concla mo-os à lut!l, ao trabalho dentro ria lei e da urdem. Para numa síntese Cl)mum, en grandecermos a nossa função. Meus agrade cimentos aos colegas. Meus votos de um ano legislativo profícuo e em benefício da coletivtdade,,. 0-c83 Bem .... o presidente falou bo nito, traçou objetivos, delineou rotas, va mos aguardar a parte prâtlca. Tribuna dll' Frontelra estará junto com oa vereadores como sempre esteve, até agorll, por aaber que o Le1-:talativo é a alma da dRIM!eracla. O nosso amigo Avelino (o homem dos protestos) reclamou do J ornai. Concor damos com o dileto e digno "velho guer reiro" Devido a compromlPSOI! inadiáveis fomos obrigados a viajar . . . mas volta rr,os e com força total. Vai melhorar, viu amigo. scss Cuiaba-- Sedlr :t Diversos médicos que trabal!lam i ·-0 governador cio J: ; para o IPEMAT mediante credenciação a, tado de Mato G;-J: -::, firmaram que, até o momento ainda não assinou decreto ap:· J· receberam o dinheiro correspondente. Um vando o régular:1a; :o ruédlco está com quase CrS 40.000,00 para do Instituto de Ter,;::1 receber ... alô lpemat, alô... de Mato Grosso- ·1. TERMAT-, entiili:: o autárqulca,·com p r sonalidade jurídic:: 1 patrimônio pró;,rí ·:•. vinculada a Sec:t'. ~ ria de Agricuitu.&. Pelo decreto. a l - TERMA T se encI - gará da execução .a política estadual de> terral' públicas. Para o dese ::li .J • nho de suas otrlÍ m,:J; o Instituto, pcdca celebrar acordo, o convênios cm a l, e outros Estado3 o l'1unicípios. bem r i - mo participar de 1. presas públicas, f - ciedades de econ:>1 ::i Delegacia de Polícia Civil de Bela Vista Mt. mista, Fundaçõ~1 u N.o 38-DPC-77 entidades liemel!in r: tes, fundoi pub:Ic, :. especiais e de desn1- volviB1ento. Diz ainda, qu o patrimônio eare2e:.2 Em 02 de Fevereiro de 1977. Do Dele da INTERMAT.,Ir 1. do_de Policia Civil ao Exmo. Sr. IJirelor do Jor;,nl 11istrado por sua d1 _ Tribuna da Fronrc,rn de Bela Vista - M. Ivaldo Pe t»ria. co. observLn- reira. cia dos preceitcs Je. Exmo Sr. Diretor {gais e regulam :. 1 res, saiio empregaC:~E Apnz-me como_nicar à V. S. que em dat,i exclusiv~mente, r•a de l do corrente preste comproruisso na DUPC/ C_'>nsecuçao das fi. . Jardim -_Mt._tendo a«sumido o cargo de Dele±aã, ? lidades da entid! • de Paliem Civil desta Comarca.' A aplicação, dos rc . Ourrossim comunico à v 5 . curso11 fina.ncclri: -, nomeação foi publicada no D. o. ~. j 7 ,;g;,e minha terá em vista aIraI - de 19 do mês de Janeiro pretérito. • • dara d o tenção ou aua: er, • 0 do valor de seu pat.i mônio e a obtenço dos recursos adis.a nais destinados ::: 0 custeio de suas tf:i dade.s. Uma coisa é certa. se () Dr. Ely de Araújo Barbosa colo~ar toda a sua In teligência a serviço da função que agora vai exercer (vereador) Bela Vista terá muito a g,mhar palavras de um adepto do mais votado ... Secretaria de Segurança Pública POLlCIA CIVfL Colocando à inteira disposição d ·- presa apresento-lhe meus protestos d, .a Em apreço. e almiração e Atenciosamente Josi Loureiro, Delegado de Pol!ci:i. Cioverno Apro':u Regulamento êb INTERMAT I n,·lt Vi ln • ,11. ________________________________ ,:.:.'.'i:b:·Jn• ,fa ~~'-"_!e_i_ra 1_.1_!!_._;; t,Continuação e) O homem como todos os éres da Natureza, E composto de matéria fora. O corpo a maté- ria a alma é a forma. Assim, o homem uma u- h-tini comporta, resultante da união do corpo da lma. Distinguem-e três espécies da alma corre. pndente aos três graus de vida; vegetativa enati a e racional. No homem na alma é o principio de todos os fenómenos vitais, Os instrumentos de ua }' iilade ão de cinco espécies: nutritiva, ensitia apetitiva, locomotiva e racional, Existem duas formas de conhecimento: o +ens-i tio e o intelectivo, distintos mas intimamente rela ionados, As idias, formns de conhecimento ir.te- Jeetual, não ão inatas. ão adquiridas pela alma, através do processo de trazão realizado ,uLre 11 imagem +enritiva, por intermédio de um faculdade especial; a inteligenein atin, Por isso, nada existe n inteligência que no tenha antes passado pelos sentidos, , , i,:) O fim rnpremo dr, homem é li fclicidnJc. , Felicidade o resultado do desenvolvimento Irmo nioso das tendências de um er. E a consequência natural do exercício perfeito da atividade que o es peclficn. Senclo n rn,.ào u ntiviclod,• caraclt'ri;ticn e f ea,cuciul cio homem é n eontemplnçào ,lt• Deus, que é verdade mais alta e inteligível, será o seu fim ~ úhimo e a su felicidade rnprcmn, Meio de lan ~-ln é n virtude tJUe consi~tc t'lll dominar o• npcri tes irracionais e cm subordinar a atividade prtica do império cio ruzilo. h) Em quanto que, pnru S6crute, e Plutão, o vir- • 1udc •e idcntif1cn com o saber, para Aristóteles, a 1irtu<lc c·ncuntrn-ec nn bondade ou bem fnur. A 'ir- 1udc nt1o pro'élll du int cli:,:êncio e sim da , onlnclt,. O bom para o homem é o gir da parte de ua na lur·c:zn. E como esta parte consta de dois elementos a razão e a vontade, há também duas espécies de bondade: n bonJudc i111rlcct11al e n bondade de ca l !cr. A primcin, n,lqnirc-ee pelo ensino, 11 scgun<lu elos bons hábitos. A virtude não se limita em co- a nhecer o que é reto, mas antes, e, ,obrctudo, cm Vrnticá ln. Aristóteles foi pnrtidí,rio tio estatismo pedagó ico, A missa suprema doEstado é educar as novas rações, O estatismo aristotélico não chegou porém (' ponto de sufocnr a liberdade civil e impedir n rmação da personalidade Individual. Pregou ainda Aristóteles a educação integral, isto é, a formação har oniosa do corpo e cio espírito. Acon,dhou procc,,os de cn~ino nnulfticos e intuithos, subordinndo• il nu turczn individual dos rducnndos. E considerou n cdu• cação como processo que devia envolver toda a risténcia humana do nascimento à morte. Ministério do Exércílo li Exordto 9.a Reglõo MIiitar 4.a Divl!iéio do Cavalaria 10.o Regi- mcnlo do Covoloria Rcglrncnlo Anlo:,lo Joüo EDITDl .o 01/77 - CL Gamaliel Stumpf t erceiro período da grega. J 1) - EPICURISMO Nasceu Epicuro não se sabe uo certo se em Slos ou na .Atica. Desde 14 unos dedicou-se filosofia, ensinando por ausifanes adepto ae Demócrito. Alimenta se de pil.o e guu. Foi ele (;! nüo um toico quem primeiro afirmou. "Que um homem podia ser feliz em meio do tormen to". Seus adeptos tinham de oprendel' uma espécie de credo que encerrava suas doutri nas, as sobre quais ele não admitin dúvida Nado. foi acrescentado nem modificado. Duzentos anos depois Lucrécio transfor Iou u8 filosofia em poesia. Foram perdi· lias todas suas trezentas obras. . - O prazer afirmo é o começo 1 il o fim da vida abençoada o único discí ! pulo emiaente de Epícuro é o poeta Lu- l crfoto (99-55 A C). é multo admire.do pelos A 11omlcistas por ter acrescentado aos é.to 'I tno~ de Demócrlto a qualidade do peso ! co1no fator primitivo do movimento atô~l- co. Em Astronomia foi retrógado, repelin- . . r filosofia de a esferiedade da 'Terra do Pitágoras de Doruócrito De flua bio)ngia co11becem-se 1<uas idélui; nfio ob,;(uute ler- ·e perdido suu o- 1.Jru ·« Illstórln Nnturul da Humanidade» ... bandeneu Epicuro o sensualismo meio realista e mt>lo ldeullstll de Decnócrllo, umpllundo o realismo das qualidades +eaivei a todas as sc'nsuções. ! A Comls,:,[lo de Jícllnçüo 10° lh·gl- :1Iornllsta realista do prezu·, de mento de Cavalaria, de acordo com o dc Arh;llppo, ntenuundo como prlndpalmen(e ! ereto lei nº 200 de 25 Fev. Gi, resolve lnlelcctua). . [ otrau/s deste edital aceitar proposta para Filósofo pré materialista, com deu· i aquisição dos seguintes artigos para tor se e ulmas constituida8 por útomos psi-, neclmento da tropa, no período compreen qureou do Democritc divididos em quatro dldo de 1º de Abril à 30 de Ju11ho üe 1.977 grupos. , 1 - Carne de hol e/osso: De pri Enl'im, doutrinas muito sen:elhnntes I melra qualidade compreendeudo em quar a esta no entanto foram reavivadas pelos I tos trezelt'os O dianteiros e em parles i lllósofos frnnceses e levadas à Inglalt-rra ' guals ou maior de trazelros e e por Benthum e seus adeptos e atruvés de-1 no máximo uma costela e não contendo mais les-. que 20 % de osso peso bruto para forne- 0 Cristianismo. era encarado por . cimento da tropa. esses homens de maneira tão hostil como; a Média mensal de forneclmen Epícuro encaro1;1 as religiões de sua época,. t,1: n.000 (Seis mil) kgs aproximadamtiule. Por hoje, encerramos nossas notas b-- Local de entrega das propos- para voltumos no próximo número des:e tas: Fiscalização Adristrativa. Jornal. com. o item 2- 'eoplntonlsmo. c _ Receberá as propostas: Sr. Fls Obngado pelu atenção da leitura,. cal Administrativo do Regimento. u voee jovem estudante e a todos os que d -Data da entrega das propostas me honrurem com ulguma ate!lçao, neste 25 de Fevereiro de 1.977. modesto esforço pela cultura dos nossos e Horário da entrega das pro- moços, e porque não dizer, nossos um pou postas: até 1o:00 horas. co Ilibas e filhas. f - Critrélo de julgamento: 1!elhor qualidade e menor preço. g Local de Informações: Fisc. Adm. ou Sv de Aprovisionamento: h - Condições de apresentação: Estar Cadastrado no 10% RC e CGCMF 1 - Assinaturas de contrato: 25 de Fevereiro 1.977. 2 - pão: De primeira qualidade. n - llédia mensal de fornecimen to: G.000 ( eis mil) kgs aproximadamente. b Inicio de fornecimento: 1 ° de abril 1.977. e • Término de fornecimento: 30 de Junho l.977. d - Assinatura de Contrato: 25 de Fevereiro 1.977. Quartel dm Bela Vista Mt 04 de Fevereiro 1.977. Sérgio Rego Miranda - Cap Cav Presidente. José de Ribamar Cruz e Silva Cap Vet Membro Sebastião de lled11iros 1º Ten Int Secretaria. • da f rnrateira Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - .Jualdo Parira Gerente - dfdaír CÂnlato Sub-Gerente • ..JCdio CmJa COMPOSIÇÃO - Regina Mendes, Joio Vicente, Lurio E,robur, Pctlonio Ldo, ivnn Lhzime DIPRESStO - Carlos Tadeu - Nilson Hobctto "As opiniões emitidas nos artigos assina cios nào rcprcsc1llnm o ponto de ,·isto do jornol podendo ser até contráriusa este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos comentários não assinados" Culnbú Foi rcccn temente realizadn naquela cldudo, cc1n corrênciu públlca J)!! ra coustrução do u ma unidade hospl talar t'l11 Ponta Po rá, veucida pol!L fir ma paraense Vitro f cr. O novo hospital será Inteiramente fl nanciado pelo F:n rural e conetrulclo em terreno doado pela Prefelluru municipal Conforme nos lufor mou o presidente do Sindicato Rural e confirmando as de clarações do sub diretor rio Fuorural para ,lato Uros!lo, Dr. Pau:o Jorge Pln• to Pinbrlro, quando aqui er<teve em no vembro último, a1; obras deverão Inici ar oinda neste mes de fevereiro. "Tribuna da Fronteira é umn publicação do GHÁFlCA e EDITORA APA Diretora Proprietário - Maria Estela V. Pereira CGC. F. 05.201.266/ 0002 Laser. 13059254-3 Assinatura Anual Hospit Fa1- rnra1 i itio ,e O ras ainda este Mes Dela vista Demnis "1unlcipios Dela Vista CrS 150,00 CrS 180.00 Mato Grosso "Composto e Impresso na Gr:íCico. e Editora APA Rua Duque de Caxias S/n Cx. Postal 23 (Motriz] Jlcla Vista Mt. o o o- IU rtJ ,((1 o. e o- 1/l o IU o (I) 1-. o OI :, e Q) o- - Q) :, e 1-. 1/) e tO Q) ltJ ttJ > IU - 5 1-. 1/) (l) L. > IU (/) o. (l) a, r o:: Dr. José de Ribamar Cruz da Silva Partos, Giaecologi21., Clinica Geral CRM RJ 17.937 - CRM-MT 439/s - CPF 058043377 Consultório - Rua·· Quinze de Novembro, 481 - Tel 203 BELA VISTA l • I - f- , MOVEIS Eletrc-Domésticos em Geral Failidadas de Pagamento - olhão divino Integrado (Algodão, espuma, sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva) Casa Alle Móveif': Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. l l Rua 7 de Setembro, 140 }- Ponta Porã Mato Grosso l'r>sla l'lda<le ele . .r1lonio ,João, mu nlcíplo do mesmo nome, oornr.rcu. ;!o Ponta Porá, estudo ds Mato Grosso, aos primeiros dia do mês de fevereiro, do uno de mil uovsento- lletcnta a i,;rto (l.!177). Eu U111 S DE ,LIEIO,, lnvm;ll do no varo de Juiz de Pz deste mu nlclj>ln, no qual fui nomenudo pelo Exmo Snr. Dr·. G,,v -1·1111dor <lo E:;tnrln de ilalo Grosso, habilitado pelo M. Dr. Juiz de Dlr,,110 cl11 11.illarnu d·· l'onlu Poni, ~Ir., purn r,·pr esenlú lo na pos: dos vera«do. res eleitos par COílHll ca cl(!,(1:1 munlc! pio; nusim prossegue. ,i:: D.00 hurn-, co111pu!"cci no pl'éllio • dn Prddturn .luuiciµnl c!1•,t11 eilludP on de o Snr. Prf llu lrnvla ul'cr(·ciclo um de seus H.i!ões par;, a sulenl!lar1c da pos s dos novos edis, o que oco;e às 10,utJ horas muli; ou n11:.·110~; em continua çr1,, da !ioltlllldur!e, OH vereadores <J<'S· pusernm-,e u votarem a fim de formarem tl mesa drretor,.J. ns,lm p1·ocPdidu a vo tação, e lmedilltam»ute feita a upurnção dos votos, tivemos o conhecimento que o edil ,l'11Uldo :lurquvs da Silva hnvJa sido eleito com trê~ Y0tos contra clois dudos ao edil íl.ubeus de Oliveir·•; tum. bt!m foru eleito para vlce-preb!detJle e 8~crettu-lo os edb: Rubros de Olivelrn e 1ltuir ue O!rvetru, rPspectivarneute os edis e o povo presente e mesmo o Sr. Preft !to for·um couvidadns PL'lo Sr. Jr·gi. leu do Mattos, ainda investido no cnrgo de Presidente ds Càmaru, para compa recerem no prédio da Cilmura que fica cllst!l.ncintto Ja prefeitura mula ou menos uns 80 mts. qu::ndo a evaquação deu-se cto povo e ruuls os edis, do prédio dn Preroltur,'l. (muis ou), digo emcawinlrnn do.se para o prédio da Câmura, o edil Norluo Gonçulvl's, usando de palavrões de b,dxo e,calflo, investiu contra o edil Rubens de Oliveiru dizendo oue ele núo buviu curupridu com o combinado! O tu múltuo fui "erdadeirnmente orrendo! O eoil turnullunute e agressivo sacou de um revólver que até então trazia-o escondi do por detrnixu de sua roupa e colo cou-o sómente o cano debaixo de sua cinttl (•Dl frente uo umbigo e voseirnva pnluvrões e ameaças, mesmo o Sr. De legado de Policia tendo recrutado ,;eus polkia1s com a máxima Ut"g'êncln, foram impotentes aos dbtúrbios do UseiI"u e lo SE'iro Norino GonçulvP6! Eu como 1-rr,re St!nlnnte do Exmo. Dr. Juiz de Direito tentei arr.inizu1· os lm,tintos bcstiah des te edil. mas fui :itingido pelo seu rol de pult1vrões e rnsultos tios mais degradan tes pos,1vei;! Diuudo-me nltos poJnvrõPs que, eu podal., ficar uo lado do delega rlozinbo e <lc seus pvlicmis e que ptlderia ir mesmo chaur até o Exército que ele nlio os temiu! O Sr. Prefeito muito o fez pra amenizar ou ao meri.os acalrnfir o end:abraLlo, odacioso e repugaunl•·, abu- 6ivo c•uil porém, todas esses esforços foram em vão! O homem que aqui deve ser quallricud.1 <l~ Ca[ugeste e niio de· homem, desrespeitava tolos e ofendia. o:, st•tnpre com palavrões como e fosse um suj peluzinhilo de fazenda sem a mínima Pducaçüo! Gu e os demJis a migos qu~ lll~ :,uplic1lYnm c:rlmo. eram JlJOH nti11gi 1 los µelu lodossal de emundi ces suidus ao6 bo: boijic s da tenwel bô cn do Endil Nor-ino Gonçalves! Chegando mesmo a lr na farmacia de D".M tina DauzackP.r Flores, uma senllfl;a estima da e , esp,•ilar!a 110 s~io deste p -vo. so- · gra du edil ofendido e arrazado; !ubens de Oleia, e vo Irar que ia uw tur o S'!U genru nuqu~l • momento! Que era sõ rneute encoulr:l.-io e pronto! Defunto Fre,,:o! Et 1 1bora Dna. ilartiua no maior desspero suplie±se-o que não o fzesse nada ao genno. mais o monstrengo que rn mesm era fazi:r r-xibição de coi-e gem a dernoustrnr que et·a o d,no ab,o !~tu rl<'slu cidade! is10 !é. eru lá pt.>las l.>,00 hu:·as ou mais. o end:ubrado ecM uffll!a nü Hl'(anllo satl r •Jto com seus a• tuH COíld( <:OI"OZl18 tomou posse tio C':ll"I'O, talves fese SPU, não si-1, e em plena A· vei;ir!,1 Eugênio Pemrn «Patife» 1.>im, digo o «P1Jtil'e», ficava f:.11.,inelo rudlglos em um ó lugar dezenas de ,·,•ze,, afustando-sP uns d l'Z mell'OH e torava li por lll'U COl' ro em rodigio como fosse um pié1o, a,;. Hlm eontiecutivumente por muito e mui to lc•mpo dando i-u11s demo,traçÕPR que j(r lll1o sei mais corno qualiric{Ho! Jlrn p,J!h:.11tlo llldo o t1·ü111Jil,1H da Avt•nldu e o,; ppdrRtl'Jfl que RH dPfendesst·m como puclrssem J)Ht·a 11ão ~<•rem e1.ri agados pt-1111, 1·0 :laR rio e,, n·o do bossal edil! As 1111lrs os nuiors desesperos correndo em busca de seus filhos par evitar a desastres que para lodos (JUEl o vlo ~õ mente mesmo DEUS paderia alvar as crianc!J1ha,! E o ,,~(OCINHO» em pi, l"1 Avenida, já nesta ttllura rJanr!u 'dPnin~ lrações de nlta Ambrluguês continuava a ofend<'r CÉU::, A TERRAS! At ~ onde va mos uportar este individuo que vem desmonstrando er um prt>luriano rl·s t mpos rir• NERO - CEZAH? Qu11uuu jJI' - clsJmos l"mbrar-nos que já estamos no Século XX ,cbar1do rfe ,·.Pu d. ver levando coubccimencl) dn,; demais uutorirlndes es- • sns ocorrêr.clas, nn tentativa partt que sejam tomados algumas prnvidência11, pa ra que 20 menos venha servi, de exem plos pnra a noa juveutude que pode• rão espJlhatem-se nos efeitos dos de.;a justantes. Aqui rncerro ao meu relatório e aguarelo os Neus efeitos se tiverem ÊCO.s. O LEO ç SE tBRE Urias de Almeida ,Juiz de Paz RONDA POLICIAL POSSE Tomou posse nri. DRPC de Jardim ra o cargo de Delegado d1i Policia Bela Vis!a, o senhor J o&é Loureiro, dia 31 ele janeiro. o-<-.< EMBRIAGUf:S Foi detido por estar em briagtldo (: p:·omovendo desordens ? indi•iduo Valdorniro Garcia, permanecendo 2-1 1.Jo rns oa cadeia. Detida a mulher de nome Euzebia Gomes que se encontrava fora,,.ida na cidade de Ponta Porã. Saiu em ct..~iiaên cia o inve;,tigador Olivelro Nieanor,co rn1. ndn r!e êxito sua mis ilo, recambian do p:a esta Comarca, <'Dtre~ando-a ao senhor Delegado de Policia, Senhor ,José Loure11"0. ------·--------·-·----- Ano I J! l, i ta - lt. l 111.Y. 7 1 n .' 9 O volumoso feixe de denúncias form. hld:,s contr:.i ,, f.!í)"Prna!.lol' ,Jo é Garcia 't to, de Mto Grosso, j incluía prssões con trn corre;pondr·ritcs de publrcaço •11 do f't1! do pais, ne1Ju'1 oti cmpr~-~ti111<'>-1 ('OIIC'1·df,!011 por bancos oficiais e sobretudo, n mnciça nomeução de parentes p.ta euros público« (VEJA n" 43.). Na seurnna pa-,~arln, o rol rle irrcgu_lu- 1·idudes foi engordado por nov:Jr. d(•núuc111,; de depntados do !DB, muís uma Yez c11- volveodo fo rn,Jia re:- d o govrrrw clor. Jgnr:1 os emPdebh.ta, f;11,:ten:am qut• alguns pa rentes de Uai eia Neto estariam anhsndo. em cojunto. c•·n::t c'e ,1,,'.J./Hlfl l,1·11zeJr B mensail' com G :1lugu->J rle prédios par!rcu lares à orzio da a aiuistração estadual. ,,;sfm (, qu u C, 1p:rnh11 r!P Snnear11Pn lo do Eefado , :'.)U11eu , ), prc-Fidida por José Luiz norge~ l1111cla. lho do g,,vernudur, paga G<J.ono nuzci; s pelo aluguel de um vellJo préd1•1 íJ.:l'le.1c, 1,re a Luís lrmã ele • Ênlo Vieir.:,, !Jul' ,u: v,-z pre11Jrle11le da ...re na e do Banco <lo Estado de Mato Gros<>o, além de concunhado de Garcia Neto. Tam bém pertence ,, um pare1Jle de f:nio Vieira o editício ocupado pela SeeretarJa d11 Agri ,cullura, alugado por 8 1.000 cruzeiros men- 1 aais. Para complelal', o pai do on1ipr sente Vieira é o propriela;.o da casa onde fuu ciuua u Exatoría Especial do Estado. Com o s,:ugue-frio de sempre, o g0Yernado1· Gar cia Neto apressou-se a dPbilar também ei; sas denúncias a "urr,a insidiosa <:ampanba da grande imprensa contra o g-over□o de !lato Grosrn." :'ifos a oposição promete con tinuar colecionando nas próximas i;emanas documentos rdücionados com o "caso dos a!uguéis'· que certamente H'rão divulg!l.dos durante a ofensiva prevista pa ra março, quando se encerra o reces50 par lamentar. ··campanha mórbida"-· Ainda na sema pa- na passada, entrtt~nto, o ~IDB matogrossen Je se trutuva de ampliar &eu leque <.le acusa uo ções a Garcia Neto. Assim, já na quinta-fei ra espocava em Cuiubá a suspeita de que a C1veletro, uma emprc>oa de engenharia de que o governador é sócio, vem sendo bene ficiada por contratos d~ su~empreitaca,; fir mados com outras empre~us vence::c!Qras de concorrência& para a exPcução <.le obrus pú blicas. S,•gundn deputados dr .!DB, até z. bril a Civeletro deverá receber quase !O ;:,c::-x~ m1lh~es de cruzeiros pela const~uçiio de 280 O VIV ALDI:'.O das t0l casHs populares encomendada, p::- No dia 4 do corrente foi detido l Estado à Engenharia e Comét-cio Ltct 11 . por ludibriar a boa íé de ua vizinha rEncoJ, que repassou 40% rio contrat1J à em- tentando ,·ender a morad.a dn mesma presa de que Garcia l'etu é sóc,o_ pt•lu segunda vez de 1:ome Atanacildo _Outra empresa, a Co!lslrumat, confiou :llancoelho, residente no bairro Nossa à Civeletro a construçãn de G15 casas num Senhor,.1 ae Fátima (ex-bairro Nunca-te. co~junto de 1500 no bairro do Terceiro. em Vi). tendo rectbido como reco::npensa Cwab~j por m~·io ae um contrato de EUb pela sua conduta (de vilvnlclino), meio emprenaàa estipulado em f>2 milhões de cru dia de Rerviços braçais. (roçada de rua) zerros. De qualqer forma. o c-ng-enbeiro Ezio coo Francisco Calabria, diretor-presidente da Ci veletro, reagiu às denúncias com um curto EM TEMPO eirado desmentido: "Isso é uma campanha Foram presos (detidos por suspei- mórbida contra o governador (,urcl:i Neto" tas e pat·a _lins de averiguações), os idi- @servo._ 'Nada tenho a declarar." en v1duos Aduo OrtPga e Oldemar Pires, Sebeiro_Joaquim Ligeto, da E:c, garantiu diu 9p.p. Cuspeita d~ roubo de gado). ' ao ~ornai O Globo que" ::essas co::tr~t:Js o< a }""!m a passagem d obras para terei- Foi detida a doméstica de nome As obras de uma avenid d - - E!da Fátima V. Almeid!!, por ter r1>c1:bi- lômetros ligando O aeropúI"to ~, ~~ubá q::u do um anel de formatura roubado b,ti.rro da Prainha "' , e . ia. ª-º em Aautdauan, roubo efetuado pela Izando a& reci_."j%to_ vinha obt sua colegs de nome Luiza oiivia $u- metos d4 cri"$",}""s e equipa- zn. resulente em quidauana. _Exito das I eia tenha s'do ,•cn~·cta 1 . Ena coneorren- • r - C • ã • d p 1 ti pela E1co No iní mves 1g.1çoes: om1ss rio e o icia Ci- ele das atividades .-les ape · · - vil de Aquirlau1n!i Pm serriço nest-i co- rum >1Jrruni: eqi<i 'nmen•~ nas nos _aluga marca, auxiliado pelo investigsdor des- normal catre ti$ " aeontegir.cito ta delegacia, Francisco Carviío. ficou_bgio. iá4,, Snharig jus. º • a <'1.a linalm<> t na udu de preocup• - • , -n e, a s;;frru u :i_coes de Gar•ci::r. Keto ta d a}"}, Oyo acréscimo: alegdo ",j. is.%"; x:é%j? e retorrn da Compsnuia de D . toda cJi. do • 4e ifsG Grosso tc,$?""?lime±te se coletivamente. Com ~s,'Iatv de.antiu rios oferece--.1111 ·i bai· • o, os d:.>n:Hsswná i!DB • • ' rug~m de c•·i(jc , - a 1:iesperada conrrib . :- • as r,~ e administrativa no ~.""'io de uma er- "' • rno es:uduaI. dei do G»em 1· f~ r.11 c•d .. ,, f t"il h-r r h d a puhiudke of., na páginas doer}d p«" 6 uas viu!aia As queixa qu o oer. mo pesa ter do comporta mento «d joral não po de leá-lo a acionar a. ta que é a mais solene forma de Cen+ara· a comia, a vez do. lanchada uma Censura abremn-e as comporta para todas as outras, ar bitrariedade não ato isnl tdo, l lun,1., .frta11 ambiental. Se o boico l eco- nümlco ao J il !or re alml!t1 Lo upllcado, es tará o Governo ps "nn<lo um atestado dr úblto rrn pro joio de dísle11:-:1o política que até U[~oru J!Jo te,.a grnnjeudo l'l'spello ta co"f!ança ele um gr.ru- dt• contJ11r;t>nte de Im1sileil'os ufastudo da. t{evolução dcscJe o ato JI. Se o Governo prc· tende resl!'iauir seu5 gastos er.1 publiclda • de, deve fazê-lo ur gente e genéricamen te. Jpei;ar de todas as recomendaçoes continuam os orgãos públlcos a esbar,j,.!' somas fantástfcn11 mas tais assessorias de comunicação socr. ai i;uas execrávef,c, publicaçõl!s polfcrú nfcas. Mas concen trar este corte de verba num veículo a penas, e logo num, que passou à oposi ção, é simplesmente jogar fora as parcas e dolorosamente con quistadas liberdades de que hoje dispomns. Sé o JB ataca o Go. verno de forma iní qua, se hoje pro""· ra todos os pretextos para perder os cana- i3 de televisão qv f ontem ludo fez pra 1 conseguir, cabe o Governo retrucar n2- Jos meios adequados, de forma pública 0 1 inequívoca. '] ! E,u áli:i<la e o.lti"a a,;. ..? tude oficial de não re•pcn dera seus críticos enqua to ,uhterr.jneamentc acio na Lodos OE- ra.ncon:;, ... !(m de ser pouco dii,'Tl:J.., tf~nn ta um e•pírito ,inclico·in ruuito cuJ1>01""0 A rr1t:--m.!l fraqueza que Ie,·ou o u-n dicional jornal a expc ar zu desagrado frente a nc-iio governamental '-. YI! dominar o Poder F•~ cutivo. Só n•Fim poder-,.,. a levar à opinião públiui os dois lados da verd!e. DL•pondo-se ao deb:l! •. o Governo não ei-tá cu.r,-rn do-t:e•, no contrário. cre ... c•·. .o fu,ti;:ar por debaixo da mesa seus detrat .. rc.:-. / o Governo implicitamen· te_aceite culpas. E .e di mm. Se :; lihercl:ide ilc ir' ·r mnç5o tem servido JB 'a ra atacar o Go,erno. 1..:u! ,cn iclo também pari 4- o JR seja n'-'!cado. 2e-r:· :iltimo .a.no e tnc.io ...... :--e citar apenas as é,' t>caramauças o jornal ? roca enfrentou treme4 embates com o grupo « Globo e com a D:: d-sociados, dos qe. .' au com o prestígio r rianJcnte nbilaio. e L,t•' t / da competiçio e do w gócio. Q <JUe t" F 1.Í faz parte da sister.::? ciifida das r·la Go, en10-I.m_prt:·n-.;1 e_ ,. olpe silencioso e trai elro do boicote eco:h·•:-1·; co. IAlbrrw Din~• f:,P. 1 I 2 1 e Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº238_06_02_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº240_20_02_1977 Voltar para a lista de itens