TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº240_20_02_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº240_20_02_1977Número da edição240Data de publicação20 de fevereiro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.100193632057586 , -56.531509265695924 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº240_20_02_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Até Junho n Tl'ibuna Mul'tluhenflo circulnrá quinz<.>ri:)lme?:!te ... depois passa rCi a ~eman{u·lo. E uma inicia li va do jor nalista lvaldo Pere!rn e do empresário Ederney Miranda SilV'l. Da união destes dois entusiastas surgiu a Síntese Edito r!ol L'l'DA, m,m indústria • grúl"ica que preencherá uma gn1.nde lacunu no co mércio murliuhense. Novas Idéias estão nn forj11 e grandes novidades surgirão no der.urrar de 1077 ... 2 -± j O Governador Moura cavalcante dis ' cor dou lia tese do Senudur J o rba Pus : 1> .;arinho que sugeriu a imbstítulçào do AI-5 por um instrumento que preserve os l direitos do cidadão mas permita ao Es- 1 lado combater o minoria subversiva. E-ara , O Governador o .-l-5 deve permunPcer· até o momento em que a Revolução se completar. , • º··· a 1 a SEMANÁRIO INDEPENDí:NTE Fundador e Diretor Ro;ponsáve 1 Ivaldo Pereira 1 :13'.Eí!.~ W~$V ~ ["" «roo ANO V - N.o 240 - Bela Vista -- 20 de Fevereiro de 1977- 8 Púglnas lio qu icntou coagir cri3ade civil é punido Ministro do Exército O Verdadelro Jornal não sol limita a lnfor• mar, ó opinati vo tamb6m' {Herbert Moses) - Prnço tl,, exemplnr GrS 3,00 - Fun.dado tim 25-2-721 1 Brasilia Com bse no Artigo 32 do E, Esttuto dos Mi!:tares. que dispõe sobre a Elieu ;lilitar, o ilinistro do Exército, Geral ylvio F'rotn, puniu com 30 dias de prisão o mujor da reserva :'-lorio Al berto Padnlha, por ter feito uso indevido de i;uu desigonção hierúrquia, ·'tentando ..:ougir autoridades civis", no caso, o co ordenador do departamento de Policia Federal do Rio. O autos de sindicancia sobre a con t.uta irregular do .Mujor Padilha foram encumiohudos ao Ministério pelo Coman dante do I Exército, por ter-se verHicado que o transgress9r "no exercicio de fun ções de natureza civil e de caráter par ticular" contrariou o Estatuto dos llilitares. la2r,e quer q/e 0 Varo apre ele e lê as izücs que iG tele reformar .Trabalhai, não pela comida que perece mas pela comida qui- permanece pura n ~lrln elrrnn, o qual o filho do homem vos daró; porque a e,;e o Pai, Deus, o selou (João 27). O povo utd em lesta. O povo vibra e canta. O povo esquece ... r: canta. O povo vive o car naval. A festa de Momo, mais uma vez, como sempre enlouquece as multidões. Tudo é alegria, (alegria?) Tudo é diverti mento (divertimento ?) Os salões estão repletos. São qutro dias de festa. E de pois ... quarta feira de cinzas ... curo 1 a lembrança . . . com a. tristeza ... com a volta à realidade. E o carnaval o e salve-se quem puder. Tenho um grupo l de ltlitores especiais (graças a Deus), pois é ... pouca gente (será?) lê 'O Meu 1 Can!inho (boie um pouco longo ... mas ' não cansativo, (será?) Olha amigo, voee (meu leitor especial) passei uma semana di[icíl. muito d!ficíl. Sabe lá o que é um cara chegar pra voce E' dize..-: Cuidado, voce está para ultrapassar o limite de 1 consciência ... multo cuidado. Outr_o , chega num tom grave: Sua mente é a l coisa mais importante zele por ela. Bem 1 fiquei preocupado, mas não era nada não. Visitei um dos loucos que cuidam de J loucos e vi que ele era mais louco e ri a valer. Mas neste mundo de loucos o errado é ser normal, então: seiamos lou cos. Mas é o Carnaval. .. tudo é festa.,. cerveja, wiski, cerveja ... e por aí se vai ... é o carna vai. Não compreenderão o nosso ideal? Que importa. Ar, piadas choverão vis e in fames? Coragem, amigos. A luta nun ca será demasiado intensa. O sonho nun ca é demasiado grande. "E'... Raoul Follereau sempre dizia: O clistiaoismo é u revo1uç!io do mundo pela caridade. Repartir com amor as riquezas do mundo, é tomar parte na sua criação... Barbari- dade ... passou um carro ·•um menino ou urna. menina" correndo correndo? Não ... voando ... voando para onde? Correndo porque? E' o carnaval... o carnaval da vi- da. Sim ... a vida é um carnaval. Para ?,l guos, uma eterna alegria ... sincera, au têntica. Para outros uma alegria fictícia provocada pelas bebidas ... pelas drogas. E para muitos. um eterna Quarta Feira {']II]II] de Cinzas ... tudo é carnaval. Levanta o 1 • A situação da Arena em Antonio João che~n " Gurudeva e te mostrará o Caminho. Segue- 4 Casin~a feliz ,cr .cômica. Puhlicnmos um "Relatório" na edição me pelas estradas de. Damasco e te mos- . . anterior, a respeito de fatos ligados a posse dos ve- trarei a porta dn Luz. Onde brilha o Sol. l,lalnculas aberlas readores • desentendimentos entre "olega_areni-l Onde tu és o Ala e o Omega. Segue-l {ária. }l] ás {[l[] hg tns". O "relat6rio", assinnclo pelo Juiz cte Pnz, Sr, l d S h Urin de Almeida, critica'a a conduta ào vereada,j e e te levarei para as terras lo eo _or. Cursor llalernal-Pré-primária e 'orino Gonçalves. Agora Publicamos u "Resposta Segue-me porque Sou e sempre S;,ret lf • 1 ªlf b . . . de, Norino Gonçalves". Situação engraçada e contra Unidade de Tua Conscienci.1. Se voce não Classe de II a el1zaeaa • cnan~as os princlpios da polltica. Onde estará o diret6rio da tem solicítude pelo seu irmão, vai para a parlir de 2 anos Arcmi'/ Onde estará o bom senso dos .. politicos" de junto de Caim. Os ricos dão mal porque • Antonio João? Porque niio apurar a veracidade dos • b b O C-.to, e pur.ir o (-) culpado ()? Ridículo é uma ·1; em vergoo a dos po res. u porque a de familia" ser levada aos jornais. Julguem os fa- têm medo. Auxiliar é compreender. E to» e punam os culpados. E a atitudr lógica e co- escutar. A vida.: O que é a viria? À vida rente principnlrucnte quando estes fatos dizem res é voce. E' u sua vida. Ah... as pessoas p:!ito a Politic<1s. Fsc;am uma reunião do Diretório que comem três vezes ao aia não têm e ajam como Polítfoo•. J:, foi o tempo doa "I'.istolei- press<t... E no princípio era O verbo. E ros da politiea", a violência gera violência, Espera- mos que o Dcpuuclo Ubaldo Barem tome conheci- o Verbo stva com Deus. E o Verbo mentó dos fatos acontecidos e procure intervir para] era Deus. "Dêem-me um ponto de a uma boa solução. Falamo no deputado porque ele_é] poio e levantarei o mundo (Arquimedes) quem controla a 'política de Antonio Joio (segundol Não é esto o !ilho do o3 ·"vtes ,9 & «a geral). Que_belo exemplo estão_proporcionando ·p, ;; arpmnetro: Sm. os "políticos". Um exemplo de irracionalidade. Ba-. 'a estás a Terra pura alguma coisa ta de polêmicas... pelo bem do p:miclo e cio mu- mais do que sonhar em:olhido em tua uiclpio. 1 concha. O diálogo - Bom dia, Petrõnío. - Bom dia, Montoro. -Tudo bem? - Tudo pra frente. - Vamos ao diálogo, Petrõuio? Vamos, Montoro. Como está o tem po em São Paulo? Alguma chuva. E no Piauí? - Muito sol. Onde voce vai passar carnaval? a praia. E voce? - o Rio. E o projeto Alvorada, Petronio? - Não Hei, Montoro. Vüo refürmar o palácio da Alvorada? - . ão é h,so não. Falo tio projeto das r<,>formas políticas. - Ainda não sei. Depais que assumir n presidência rio Senado é que vou pu. blicr..r O'> projetos de reformas de dom João VI e r.orn Pedro I. - E o de dom Pedro II'? •- Voce êstá muito apressado, Mon toro. iluito ro dica!. Está parecendo, o Alencar Furtado. Vamos evitar as pres sões, para não provocar contra-pressões - Então, at!l o próximo encontro Pe trônio. - • Pois é, iIontoro, vamos continuar o diálogo. Foi este o primeiro e proveitoso diá logo, em Brasilia, entre o lider do Go verno e o líder da Oposição, sobre as reformas. SEBASTIÃO NERY lf KD UM BREVE COMENTÁRIO Briga em F-3mília 5ão Haulo- Vi»ta S riedade d., DdcFa da 1'rntlição, Familia e Propriedade (TFP) eomo uma entidade religiosa, a CNBE a considera "nociva à caminharia dn I:.:rejo, por CUU• +ade eu fanatismo e da irpo sibilidade de um diálogo. E a p«-i;ao _foi definida pelo Bi>po Auxiliar de Belo I ori• zonte, Dom Arnaldo Ilib,iro, que comentou: A TFP é um movimento que se afirma leigo, civil. Mas não age assim, nas u mani festações concretas, demons trando-e um movimento de cunho religioso, por causa de sua devoção à /oea enhora e da valorização á Eucaristia. Movimentos assim ão nocivos ,e olharmos o aspecto religio o pois clificuham a caminhada da lgreja. Se dialogas+e, facili taria essa caminhada. Mas um diálogo com a TFP é pratica mente impossível"' ão.. O enbor Aotonfa Remo Peozo doou ã Pre• feitura .Municipal de An tonio João uma aréa d, 15. 515,4 m2, localizada no centro da cidade. O doador que é fllo do fundador de mll/NIÍO ,!João ( ox colonia Penzo) informou à repor tagem que 11 aréa servi rá para o futuro prédio da Prefeitura, Hospital e Escola Municipal. Alem da área especificada, o senhor Antonio Remo Peaz<:, d o o u tambem madeira para a futura construção do hospital. BHASILIA - O líder cio MDB na Ciimara los Deputados, sr. Laerte Vieira, ac 1a que o go verno julga realmente necessário proceder a refor mas politicas e institucionais. que as relacione e apresente as razões que justificam ua concretiza ' cão, Antes de tudo considera indispenáv·l que as propostas sejam levadas ao conhecimento pú blico. ú lírler oposicionista disse que, se entre s reformas pretendidas estiver incluido o restabe lecimento da eleição indireta para escolha dos fu• turos governadores, o MDB não pcde emprestar o sei apoio, «pois, a--im, estaria anulando_o rograma partidário que só pode aceitar modili :•açile• que importem na normalidade demoeráti- a." O Clube de Caça e Pes ca. de B-ela Vista, convida os srs. Associados para a eleição da nova Dlretorla a realizar-se em sua sede no dia 20 do corrente às 9.00 hs. A DIRETORIA CONVITE .. ,a Vl1ta . Mt. Tribuna da frentelra MULLER DEFENDE RENOYIÇáO Brasflia-. O Deputado Gasto Muller (Arena M) defendeu, a tese de que em J97 o Congresso e· ja eleito com poderrs constituinte para elaborar uma nova Constitutçlo, Embora firmando que os to de força ronfontam com o liberalismo, o par lamentar matogrossense É de opinião que essa no va Con•lituiçilo devr. inclui.r II AL-5 mniK umeno, 1110 ~. com direito ,lc ,h:fr-•, hrm 1·011111 o direito do Executivo declarar Estado de Emerencin com posterior uprovaço do Congresso Nacional, a cem· plo dos rimes francês e alemão, e ainda o re torno dos predicamentos plenos do Poder Judiciá rio, l'ur outro lado afimou o parlamentar, er frontalmente contra a transformação do utuul Con• gresso em Constituinte, porque ele já está, em termos de mandato, muito envelhecido e, printi pulmrntc, por11uc o JH1,·o uno deu direitos consli• tintes aos tuis parlamentares quando os elegeu. E parafraseando, o presidente eleito dos Estados Unidos Ji111111y Cnrlcr, Go•tilo Mnller ,lt'clnruu: Nó, devemos eleger um Congreso novo que represen- 10 u renovuçOo ,Jus s1·11t1mc11tos de que o povo é quem deve controlnr o govrrno e uno o contrúrio. Perpetuação [I Revolucionária Lembrou o deputado nreni,ta que seu tio }'llinto Muller ex-presidente disse que não assis tiria o fim do ciclo rc,·olucion/,rio iniciado cm 64, porque ele d araria mais de 30 unos. u oca• ião, segundo seu sobrinho, disseram que o presi dente do Congresso estava esclerosado. Acre<lit"ndo nn prolccia do C"·presidentr do Congresso o deputado Gastão Muller é de opini ão já que n Revolução terá lonrn durnçào, elr1 deveria rriur o seu próprio estado de direito, co mo o fez n França, extrnguimlo o absolutismo e eriando ,cu 'róprio estudo de direito, impira· <lo no libera ismo. Coincidência de Mandatos Por ontro lado, o deputndo de lInto Grooso defendeu, tnmbêm, a coincidência de mandato, fa zendo queslilo ,lc enfatizar que cua coincidência nada tem n vrr ,·om n prorrognçilo de mnuduto• e nem redução. Os prefeitos eleitos cm 80 seriam eleitos para mandato de dois anos, o que ele re· conhcc" que scrin 11111 •ncriflcio por parte dos elci,to•. maR ~m beneficio dos pnrhdos e do Pois que. nilo resiste mais eleições de dois em dois anos. .Ao contrário do que muitos pa.rlnmcnlarcs afirmam, do que eleições o mais possível educa rin o povo, Gastão lllullcr diz o contrário: Elei• ções de dois cm dois anos deseducam o povo, porque pro,·ocnm o festival de corrupção tendo em vista que os cnndidntos compram os' votos e uma parte dos eleitores se vende por qualquer C018B. Corrupção Eleitoral Exemplificando 01 atos de corrul.'çõc• eleito• rt1is, dcnu11~iou o parlnmcntnr, scn, c1tnr nomes que num certo município de Mato Grosso o» ami gos de um candidato d Arena tinham organizado umn cnixinhn de um milhão de cruzeiros novos para us despesas deitorais. Eleição de doie em dois nuos é um de+astre. Reunhou o parlamentar aliás, se realiuim clciçõe, no Brnsil. onuulmentc, tendo cm visto as eleições dos Diretórios lllunicipais, Regiooai, e Estaduais no que e gasta e se corrompe para se dominar oi Diretórios. Biparti<larisrno Exi te Com todo o repito que merece r. l'ri dente, Gasto Muller firmou continuar a nus Po +ião, sou vi-ceralente contra o bipartidari-1o. Primeiro porqure nunca existiu de fato, p0 no e tentar constituí-lo e ao me+mo tempo r ando a sub legenda, acabou o bipartidarismo; undo o bipurtidarismo nio existe em nenhum país civilizado do mundo, portanto não era 1o Brasil que ele vai dar certo; terceiro, no cao e pecifko do Hra•il, trouxe um problema ~érro _de cunho sociológico, principalmente no mntenor. onde as famílias representativas e dividiam, no vários antigos partidos, não cabendo até agora num mesmo partido, essas famílias que e dila ,Jiuram embora npoiem a nOa ordem, Veio a levoluçio por decreto determinou que essas familias, que sempre foram rians. unissem dentro da Arena, aduziu consequência à Arena bem como o MDB silo uglomerado, hete rogênt•os, Fohrevivcndo ~mçaa i wb-legcnda, que ó o nntibipartidnrismo. Ciastão, por velhos partidos O deputndo Gastno lluller (Arcna 0il.T) propôs a extinção da Arena e do MDD e n rcssurrdçno do P D, UDN, PTll e PSD. como f6rmuln de ncabar com o hipnrtitlurismo nrtificial atualmente em processo de deterioração com uso da mb-legeo<la. Ao propfir o reuurgimento dos anlfgos por!ldos por, Gastão Muller disse que eles poderiam ser rccria<lod por meio do mesmo instrumento que os eliminou, um uro institucional. Ao mesmo tempo manifestou II or,in!ilo de que o Governo deve ar riscar-se ao ju gnmcnto <lo povo. em eleições no próximo anc,, npc,nr da racionnlização do uso de combusth•eia ser considerada impopular • - Afinal, estamos numa democracia e quem ganha é quem tem maior número <le votos. Jluller entende que os antigo• partidos além de significarem tendências idcológicu con sagrnclas no mundo inteiro, daria opções politicns "sem o constrangimento de mudnnços de pnl'tido" -Tem-se lido condenação de coligações partidárias, objcti,an<lo a conquista ou a manu tenção elo poder, o que é natural no jogo demo• crútico. 'urnn pesquisa que fiz através de c,nbai xndores cstrang-,iros creditados cm Brnslllo, fui informado de que atualmente nn Ilolnndn cinco, partidos, em coligncão diri:;em os dePLinos da qucln pais." Contestando o ponto de visto do senador arcuistn Dinurle Mariz, <le que não acredita na reuliznçiio de f'lciçõcs no próximo ano por cuuon dn crise ~o petróleo, llluller lembrou que nos Es tados Umdos, <lurnutc a li Guerra Munudiol as au toridn:lcs nilo deixnrum de realiur o plei;o. Nn épocn. lembra o depul.Jldo, foram publicadas foto grafias de ooldados 'Otnndo em pleno Front. Por entender que, até boje, não houve problema mnis oéno pura o mundo <lo que a 11 Guerra, o parlamentar alega qne não se justifica a suspen ção do pleito de 1978 com o argumento de que o Dr~~•~ em) enfrcol:>ndo problemas de ordem económica e o Governo adotando medidas até cer to ponto impopulares, como o empréstimo com pulsório de Cr:S 2,00, por litro de gasolina· ão me faz sentido a tese daqueles que ao verem qualquer crise no Brasil, pensam logo em ev1111r elc,çoes pnra sair da crisa. A meu ver qualquer medida para evitar que o oo,·o se mani feste através das urous é retrocesso", Dr. José Ribamar Cruz de Silva Partos, Glnecologi&, Clínica Geral CRM RJ 17.93 7 Consultório - Hua de ~rovcmbro. 481 - Tel 203 Quinzr BELA VI TA Revendedor Motocicletas - Motores Geradnres • Assistência Rua nais Autorizado de Marechal Ponta Porá Ponta Acessórias para - CIR YAMAHA Popa - Técnica Floriano, Porã • Nt. 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', 1'f <, {através de cursos intensivos e altamente especializados que '.J l • , ; ': , ~ · cobrem todos os setores da mecamca. , .., 1 1 · ±, é& s; • • • • ' ,__J • Todo esse conhecimento é colocado a serviço do • ~~~ - · · '··~"' · • 1 ;.., agricultor através da rede de revendedores Valmet que se 3 t . ,_ .., utiliza de equipes de mecânicos e frotas de veículos para • :- J · _ prestar atendimento direto no campo. '. 1j ,:.- . ~-=----::s:J Conhecimento técnico, peças originais, ferramentas • r -~ ~ adequadas são a garantia que o tratorValmet sempre estará ao seu lado trabalhando .-----------. ' • pelo aumento da ' ~. l produtividade. ~ 1 Confie na Ili (~~ ~ 1 • Assistência Té01ica :/,· :J:::::=., -- J "._almet. Uma presença -· -- - tao certa quanto a chegada dJ.S estações. E54f s israear«na«Tarta --- , FinaMpauhrn.:te.tal COM L. 6 u a v i r a L t d a. Assistencia Tecnica Permanente Caixa Postal 180 - Ponta Porã - Mt. HlUUS . mabai BELA VISTI 'PrJhuna da Frout,lra -------- República Federativa do Brasil Estado de Mato Grosso Bela Vista Cartório do 1. 0 CITIÇIO poder Oficio EDITAL 0 Doutor VALTER J0SÉ RO DRIGUES CONTRERA. Julz de Direito dn Comurcu de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, n forma da lei, etc; Faz Saber que por Juízo e Car tório do lg Oficio tramita Of, autos de Ação de Locupletuçlo ou enriquecimento lllrllo, cumulndu com Peroas e Danos, requerida po1· W, ldenlfll' Lebedenco, con- trn Moreno Paimn e Oracllia Espindola Pnlm, do teor !'l·gulnte: "Exmº Sr. Dr. Julz de Direito da Comarca de Bela VIs- ta - Mt, 1. Wldemar Lebedenco, brasi leiro, casado, pecuarista, residentes e domlcllludos à Rua Múrlo Simões de Sou· z, 178, em Presidente Prudente (P), por seus patronos "ut" instrumento de man duto, vem propor a presente Ação de Lucup)Ptncúu ou enrequecim'ento lllcllo cumulndu com Perdas e Danos, contra, Moreno Paim, e Oraclli Espindola Paim brasileiros, casados, ele pecuarista, ela do lar, residente e domiolllndos na Fa zenda Aguu Azul, neste município, tendo em vista os fatos e motivos que passa a expor ... E. S. P. 2. O FATOS. 2.·l. no inicio do mes de outubro do ano de 1.970 n suplicante, conheceu Paulo Stra .. uch Filho que dizia proprietário de 4.000 hectares de terras pastais e lavra dias na fazenda "agua Azul", no muni clplo de Bela Vista :m. pretendendo ven de-la. Diante dessa proposta, visto con dições e preço, o neócio interessou em principio uo suplicante, estabelecendo-se Imediatamente ir ve-la "in loco" bem como exumlnar a documentaçilo do Imó vel. 2. 2. Realmente após percorrer as terras da Fazenda .-gua Azul e exami nar a document1ição do vendedor niío teve dúvidas em promover a reall zaç!o do negócio, tomando conheolmen- to na oportunidudõ, da seguinte situação do propriedade: n) Escritura de Compra e Venda em nome de Paulo trauch Fi lho, transmitida Por Ariindo Correa Bue no e sua mulher, referente a 2.000 hec tares; b) Escritura de Compra e Venda em oome de Moreno Palm, transmitida por Arlindo Cnrrea Bueno e sua mulher referente a .060 hectares; c) Compromis so de compra e venda quitado • feito por Moreno Paim e sua mulher Óracilia Esplndola Palm. n Paulo trauch Filho referentes 9os 2.000 hectares de terras da referida Fazenda Agua Azul confor me Escritura de aquisição descrita no item b; d) Débito oriundo de uma parce ria pecuária, consistente em 307 -vactts sendo c r e d o r Eli sliério de Souza Barbosa e devedor Arlindo correa Bu,rno, gravando_ o imóvel (L. 76. tis. 117/ 118v, 20. 10 1967- cartório/ do 5º oficio da comarca de C. Grande), e débito • riurrdo de uma purceria/ pecuária, consi tente em t.soo var.ns sendo credor Arlindo Corre Bueno e devedores Paulo Strauch fí lho. Moreno Puim e sua mulher Oracilia Espindola Pai gravando o imóvel (L. 51,. tis. 8v/10v. 06.12.968), 2.3. Pois bem, có- OE 1 nhecendo PXntamtnl" 11 sltuncão da do• cumentuçüo do imóvel e entrando em contato com o Snr. Arlindo Correa Bue no, certifle indo-se plenamente do conteú- do dos títulos e da ilicitude da transa çüo pretendida, estabeleceu-se o preço certo do negócio, assumindo o suplican te comprador, 011 ônu'I com1tanios das du as/ Escl'lturas de garantia hipotecária, uma do 807 vacas e outra de 1.500 va cas que grava varo o Imóvel, 2. 4. E' do se esclarecer que, os supllcndos Moreno Palro e sua mulher Oracllla Esplndola Pa lro, já Inclusive, por ocaslilo da estada do suplicante na propriedndo, não mais se encontravam, sabendo por vizinhos do referido Imóvel que eles haviam se retirado, em vlrtude de terem vendido a Paulo Strnuch Filho, dai porque não procurou, ainda por núo saber onde se encontravam e pela clareza do documen to exlpldo. 2. 5. Marcou-se então a data de 13 de outubro para o. realização do negocio daquele mesmo ano de 1970 na, cidade de Parannvai, Estado do Paraná onde resl dia o suplicante, comparecendo oi;i Snre. Paulo Strauch Filho e Arlindo Correa Bueno. Enlil.o naquela data, o su plicante. assumiu por ini;itrumento públi co (Livro 51, Ils 56 e verso, do 1° Ofi cio - Tabelionato •'Tomazoni" a respon sttbllidade pelos ônu~ que grava varo o o imóvel, perante o Sr. Arlindo Correa Bueno, devodor de uma hlpotéca e cre dor de outra que vinculavam à proprie priedade, lendo-se no texto da Escritura que: Arlindo Correu Buel:10. . . primeiro 1leclarnnte ... fica totalmente responsá vel pela obtenção de quaisquer papéis e documentos, Inclusive de compra e ven da, anuência e outros, do Sr. Claudino Inocêncio Barbosa e sua mulher. e de Elisbério de ouzn Barbosa e sua mu lher, que possam se tornar necessários para que o segundo declarante, possam ultimar e complementar Inclusive regis trar junto ao Registro de Imóveis com petente, a documentação da Fazenda A gua Azul, orn adquirida pelo mesmo, com aréa de 4.000 hectares. 2.6. Vê-se claramente nesta Escritura que, as par tes são Arlindo Correa Bueno, primeiro declarante e, Waldemar Lebedenco se gundo declarante. 2. 7. Com efeito. con eomitantemente ao ato de assunção da responsabilidades das hipotecas que não eram suas, sim àe Paulo trauch Filho E Moreno Paim e sua mulher Oracilia Espindola Paim, gravado a propriedade. fôl realizada a transmissão dos 2.000 hectares em nome de Paulo trauch Fi lho, na mesma data de 13 de outubro de 19r0 (comprovação anexa) e d' i d° " 1, no a me iato, 14 de outubro de 1970 "PI'g_o termo de transferencia do contra {},",9pra e venda. isto e cessão dos re.os escrituração, referente ao com- pronusso de Moreno Paim e sua mulher clusive vendo-se o reconhecimento de uma, na mesma data, pelo cartório de Judiciário Comarca de Paranuvai. 2 8. alodn muls, no dia 20 de outubro de 1072, conformo também com prova a Escritura Pública. no suplicante que havia assumido s responsabilidades dus hipotecas, liquidou-os da melhor for ma que o direito reconhece como fort)4 de pagamento, fazendo-o por instrumen lo público, Inclusive na llqulduçuo coro o Snr. Elisbério de ouza Barbosa. pagou com o gado de sua marca ''W", estando para quem quiser ver e é uma questão de leitura, examinar o que contém a Escri tura lavrada no Livro nº 5, fls. 42/42v, da lada de 20. IO. tu72, no Cartório do 7º Orí· cio da Comarca de Campo Grande (Mt). 2.íl. Porhrnto, diante de documentos que não haviam porque duvldar da auíêntlci dade deles e, pgando o preço exigido, inclusive ónus ds propriedades, nüo tinha e não tem o supllcant<', porq_ue duvidar, tanto antes, quanto agora, a despeito da sagrada porta da justiça não ter e.Inda sensibilizado aos seu apelos, de ver o seu dlrello con11agrado e relltltuldo o que é seu, o que foi fruto do seu trabalho e apresenta-se cristalino de provas e Isento de outra qualquer exigência pedida ao co mun dos homene, em virtude dos suplica dos, através de decisão judlclãrla que a nulou o compromisso de compra e venda, entre eles e Paulo Strauch Filho, virem Jocupletando-se indevldt1mentli!, num ver dadeiro enriquecimento ilícito, da que é seu. 2.10. De tal sorte, com o retorno da proprledsde plena aos suplicados. além rio que investiu que astá sendo cobrado por ação própria, psgou 400 (quatrocentas) va cas. sendo 250 ( Juzentas e cinquenta) o riundas da quitação hipotecária com Ar lindo Correa Bueno, conforme responsabi lidade subscrita por Escritura e no rnal slnado compromisso de compra e venda e, 150 vacas oriundss da quitação hipote cária com o Sm·. Elisbério de Souea Bar bosa, por menção, que gravavam a propri edade. Além do mais, existem as perdas e danos, causados, lucros cessantes e danos emergentes, frutos do tempo em que 111s teve a frente da propriedade como ver dadeire dono. 3. Do malsiaado documen to de compromisso de compra e venda as sinado pelos suplicados. 3.1. A nulidad~ do instrumento, declarada em acão ordiaária movida por Oracilia Esplndola Paim e que acu ou corno réu, tamhém o suplicante e sua consorte, envolvendo-o em uma de maoda da qual não era parte integrante do alegado compromisso, sim cessionário dele e, que por isso, no máximo poderia figurar como litisconsórcio passivo' posto atingi-lo o resultado da causa mas irre levante a sua integração na lide, uma vez vigente_o princípio imutável "resoluto iu re dantis, resolvitur ius accipiens", essa nulidade, não atinge seu direito à ação de locupletação ou enriquecimento sem (Continua) Jornalistas protest «somos assala riados» Brasllln. (O Nacluna' Dirigentes da Federaçl Nacional dos Jornallst e Sindiats de rali de Brasília, So Paul Paraná, anta Catarina Porto Alegre forem rcce bidos em uudl(iucii pelo Ministro do Trab lho Arnaldo Prfeto, M oudtôuclu, prote6tara::. contra a criação de Coe selnos regionais de jot alistas em todo o palt pretendida pela Confede raçiio acional dos Pro nsslonals Liberais. Ex• plicaram que não existe qualquer vinculo ontr 11 ela sti e u confeder&· ção, uma voz que jorna listas no Brasil no s» profl■slonals llberala, mas assalariados. CMN Deride qual Bancos vão ganhar Rio (O acional) - O Conselho Monetário Nacional decld eiu erri Bras!IIP., a fórmu la de remuneração da ·rede bancária da distribuição pelo pa- ís dos talões de reco Ihimento restituível, - que será arrecadado na venda de gasolina. Na reunião o proble· ma será discutido bá sicamente sob dois ângulos: o custo do depósito, remun<:ra• çãu dos bancos ti o tempo de permanên- cia na rede bancária, ). sem que um ponto te- l 10. nha qualquer relação com o outro. Será es tabelecid uma tarifa cujo níve.l dependerá dos resultados sobre o levantamnto dos custo que o Banco Central ainda está e laborando para apre senta.r na reunião em questão. C♦ a p, UI po cidad tos L gisl ção fício corr met das lhe dai, .,, lbaç, dera. Leia e A ine o l res, Em. I Jh050 quatu Jornal bulb Tribuna da Fronteira , N EMILIO i. LRILArl . . . "Vendemos qualidade" Matena1s de Construcao em Geral - Telhas francesas de Aluminio 4 • 1 8 . . . . tweries alninulas e listias, te " mianlo, Basilit e [temit, Iilils, IanilMas, nule ·+ s is, ctys, itas, iitrs, nanes, sal - Iuto pana n ,' ls, twjlns Silirios, e amlss Y E H D E M O S .Q U A L I o A o E • consuueao, venfiqae os precas. • "A única que mantém um estoque Rua. C l J • 315 permanente p· • - __ • e=•..:.;u;;.v.;..e,;;;,;n=c1:,:o:,.:,...;n:::.:.,-,O~~:...!::c~x:_- ..:P~o~s~t~al~3~6~:_-~G~- ara pronta entrega,, uig_Lopes_dc_Laguna - ME Futuras instalações em Jardim l«la VI±ta - MI. 20·1-Ti roxa - saco ESCANDALOSO Eu sol que existe no Brasil uma lei proibindo Instalação de estátua e ou bustos em homenugem u pessoas vivas. Não sei se eRts lei já foi revogada. Sei, porém, da sentença de Emorson: "Só me rece uma estátua aquele quo não tem ne cesslclado dela". A medida proibitiva foi tomada, com certeza, em face à fallbllldade huma na. Está na cara: o homem pode ser um herói bojo o, amanhã, um covarde. Hoje pode eer um benemérito. Amanhã, um tremendo mau-oarélfir. O homem, no cur so da vida, desgenorn e regenera. podenrlo depois de uma regeneração, cair nou tra desgeneraçíio ··..e ussim caminha a Humanidade. Tem também o caso de in divíduos que passam a mocidade e a ma turldade de acordo com o gabarito, dando duro, estudando, produzindo. Casam-se, constituem familias. DepolR da familia orla da, já com neto,, "caem na vld!i", quero dizer, desmunhecam e dão para paquerar rap11zlnhos, andar por cinemas e praças a procura de homens. Já pensou no caso de um infeliz destes, chegar no melo da pra ça e grilar para todo mundo ouvir: É, eu estou faturando o bozó mas naquela está tua ali sou eu! ?. Falava o escriba aqui no caso du proibição, ou melhor, da lei qu1, proíbe. Mas em Três Corações ergueram uma está tua de corpo Inteiro a Pelá, dito Rei do Futebol. O próprio Pelé Inaugurou o monu manto (prestando uma homenagem a si mes- mo ... que beleza! ). Pelé já é artista de cí uema (A Marcha); de teatro (Abolição), cantor de rádio <com um compacto gra,·a do, que é um verdadeiro chute nos menis cos); Gerente de Banco <Banco Industrial de Campina Grande); comentarista espúrtivo queria ir à Alemanha, na última Copa, a companhando o selecionado brasileiro e Jazendo a cobertura jornafüitlca, mas os cronistas esportivos de S.P, que nilo Bilo burros. impetraram mandato de eguran ca, artistn de TV (Dá aulas de futebol no Programa Flavio Calvacante, na TV-Tupi) compositor ( escreveu a letra de uma can ção, para o Odeon) Chega-nos pela im prensa outra ameaça: Pelé .está escrevendo umn livro de poesias. Agora o homem é poeta! A nrt~ de bnjulnr, no Drasil, ninda vai durnr mui- t} • )6 o ira emos todos os dias a concessão de titulo de cidadilo de certas cidades a uma multidão de elemen• to proeminentes e infecundos. Administrador ou le gi,lador 1.enhum foz fnvor n ninguém. f: sua ohrign• ção inrleclinóvel, trub.,lhnr eclo povo. Em, é boa .... 'ão sei o que diabo Che Guevara fez em bene flcio do Brnsil. O senhor Jünio Quadros (que proibia corridas de cavalos aos domingos ... e terminou ele mesmn correndo numn scgundn-fcira,) enfim, o Jânio das "Forças Ocultas" condecorou o barbudo. Plantou lhe umn medalha deste tamanho no peito. A partir dai, começou enlrar numa tubulaç.uo, empurrado por outrns "forças": ns Forças Armadne. ' Nn rcnlidnde, é isto. palhaçada por cima de pa lbaçndn. Climamente os chefes de repartições públicas deram paro criar uma galeria rle prefeitos, governado res, chefes de scçilo, 1ecretário11 ilc goveruo ctcétern. Em Pedroes. Minas Gerais, um prefeito super orgu lho«so e feio que s6 n mãe da necessidade, depois de quatro anos "estarrado" nn prefeitura local, ,cm fnzcr bulhufas, encomendou, dias antes de deixar o cargo, uma fotogrufia sua, a cores, tamanho família, para i naugurar n galeria. O fotógrafo, um tal de Cassiano Altovrlr de Alemcar Asa Dura, desse negros que +ó andam zangados ba leu a chapa, revelou, colocou numa muldura e foi en• iregá-la Sua excelência não gostou: --Cassiano, eu estou horrível nesta fotografia, Es tou parecendo mais um jumento! -Num tem pobrema se vossa incelença quis eu trago n fotografia de uma é;:ua, tJUe d5 no mcrmo! Por iniciativa de incensadores irreverentes e tradicionals, a Avenida caho Banco, na praia de Tam• baú, na encantadora João Pessoa, teve seu nome mu dado para Avenida Akides Carneiro. Sabedor da no tícia e convidado pelos promotore• para ir à Capit,d, Tabajara innagurar, 1li1?<>, rcinau,::urar "oficialmeute" 11 artéria urbana, o ministro homenageado comentou com eus colegas do Superior Tribunul Mililnr: Eu já sou anatório, grupo escolar, museu, pra ça pública, edifício de dez andares, associação de ca ridode, terreiro de macumba. Agora sou também ave nidn, 56 me elllí íahnndo ser navio ..• Mlnlsterlo do Exército li Exército 9.a Roglão Militar 4.a Divisão de Cavalaria 10.o Regi mento de Cavalaria Regimento Antonio João EDITAL O !Oo Regimento de Cavalaria, devi• damente autorizado pela 9.o Região Mili tar, vendr,rá mediante leilão, no dia 7 de Muço cte 77, As 14,oo horas na sede do Regimento, alto a praça CMT Pedro Rufi no o ma leria! abaixo: 10.000(dez mil) sacos de aniagem ao preço mínimo de CrS 12.ooo,oo, (400) qua trocentos sacos brancos ao preço mínimo de CrS 6:>o,oo, loo( cem) latas vazias ao preço mínimo de 300,00, .J.50( cento e cin quenta) litros vazios ao preço de Cr$ loo,oo O material acima poderá ser visto e examinado pelos interessados de 2" a 6 feira das O .00 hrs às 16.oo hrs, até o dia o4 de Março de 1.977. Realizado o leilão e declarado vence dor. o arrematante será convidado à reco lher de imediato 2o% do lance de arre mate e completar o reatante no prazo de 48 ,hrs poderá se o quiser, recolher o to tal do lance de imediato. O material será entregue ao arrema-, tante após o recolhimento do total do lan ce mediunte termo de entrega. Se o arrematante naõ recolher 0 res tante do lance no prazo estipulado, perde rà o s!nal do 20% pago por ocasião do leilão. Bela Vista, Mt 20 de Fevereiro de 77 SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO &$RJIOR)O- Rua 3 de Outubro (lo0 LA90 DA €)3±13N) Bela Vista Mato Grosso HOT AS IHFORMATIV AS N. 3 ORIENTAÇÕES ADMINISTRATIVAS 1-- Período de 28-01 a 2802/77. Matriculas do nino reulr I» e ll" Graus. 2-- Período de 0102/03/77 Distribuição de aluo+ por tito « turras. J-- Período de 04, o5 e o7/03/ 77 Elaboração do horário. 4--- Período de 08. 03. 77 lnlrio clu aulu. 5-- Período de 0} 23.03.77 Período de +ondagem de alunos 6-- Período de 2l a 26. 63 77 Parada da aulas. Planejamento Pedagógico do emestre de acordo cm a categoria dos alunos de cada lasse. 7-Período de 28 03 /77 " Heunilo obrigatória com Hais e Mestre. Obervações: a) A convocação deve ser feita pela diretoria do Estabelecimento de Envi- no e Associação do« Professore. ,~ , b) Solicitar +ugestões ajuda os Pais, a fim de que posa haer ite- gração total entre a Escola e Comunidade. " e, Dar conhecimento aos me»mos, do leimento Escolar, deerea e direi-. tos dos aluno, critério de notas. d) Frisar, esclarecer o que, quais o objetivos, o que e pretende e importância da integração escola comunidade Associação de lia e Mestres. TRIBUNA da f r1oleir1 Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - Soa/do Pmlra Gerente - <IUalr cllnfctto Sub-Gerente • .Jet1fo Cmia COMPOSIÇÃO • Regina .Mende•, Lyberacy Lino Alt.nir Marques, Peuooio Leão, Nino Hazimc 11IPRES ÃO • Carlos Tadeu • ileon Roberto "As opiniões emitidas nos artigos asina dos não representam o ponto de vista do jornal podendo ser até contrária te. As opiniões do Jornal, acham-se expressas_nos Editoriais c nos comentário, oio usmados "Tribuna da Fronteira é uma p11blicaçlo da GRÁFICA e EDITORA APA Diretora Proprietária • !daria E1tcla V. Pereira CGC. MF 03.201.266/ 0002 Ir. 1309234-3 Assinatura Anual Cr$ 150,00 CrS 180.00 Bela Vista Demai• Alunlcipios Bela Virta Mato Gro110 "Composto e Impreuo na Gráfica e Editora APA Rua Duque de Carias S/n Cr. Postal 23 (Jllatriz) Hela Vi1ta Mt.. REI! LflNCHES O ponto de encontro da S•cl• dade murtlnhenH Rua Dr. Conea N 6 Porto Murtinh Mato Gruao Documento 1 Foi extraviada a 1~ Via da Nota. Fi.scal ~------------------; tm nomt de Sebastião Zacarias, da Socleda. de Auto Pastoril da compra d, uma Camione ta marca Chevrolet Ano 1977 cõr Bran ca Chassis C 14428 G 00151 Com 149HP 07 Cilindro Nota Fis cal n? 889 série -B1. Publicação que faz para requer ~ VJa. Dr. Ivan Alonso da Costa Marques. ADVOCACIA EM GERAL Ru.a Voluntários da Paria, 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Perdido 1 1 CISA ALLE , MOVEIS Eletro-Daméstic1s ení ~eral ·- Facilidades de Pagamento - Colchão divino Integrado (Algodão, espuma, sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva) Casa Alle Móveif': Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. Rua 7 de Setembro, 140 Ponta Porã Mato Grosso lkla Yi1ti1 - M,. Trihuna da Fronteira CONHEÇA D NOV E IMPLE MI EY dla Temos a maior linha de lrntores Há inúmornn outras razões agrícolas para que você tenha n para você ficar do nosso lado e máquina certa para qualquer. continuar ganhando mesmo na tareia ou !amanho de propriedade, hora da troca, pois os tratores e 260 revendas cm todo o Brasil, Massey Ferguson são os quo sempre perto de você, com alcançam o maior valor de -~ mecânicos treinados na revenda. 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Quanto ao enriquecimento ilícito, é ele a locupletação por parte de alguém com o empobrecimento de outrem tendo como requisitos a falta de justa causa para aquele enriquecimento; •] to empregado a Iím de obter contra a moral a oportunidade de lucros ou van tagens consflguidos em detrimento de terceiro. 4.5. E óbvio que com a anula ção do referido compromisso de compra e venda, tendo pretendido inclusive, des pojar o suplicante de seu direito, os su plicados viram retornar para o patrimo nio comum do casal, o imóvel transmitido e, com isso, parte do preço que deveriam pagar para adquiri-lo de sembolsado pelo suplicante, com a8 qui taçõos das hipotecas que gravavam o im6vel. Um dos efeitos da nulidade, re conhecido remansosamente pela doutrina e o clireito pretoriano, é a restituição do stato que ante as partes e como consagração desse principio, tem direito incontestável o suplicante do que é seu 5. CONCLU ÃO. 5.1. Por essas razões e com fundamento nos arta. 1.518 e se guintes do Cod. Civil, propõe o suplican te a preRente ação de locupletaçào ou enriquecimento ilicito, cumulada cem perdas e danos, para reaver o que pa gou como parte do preço da aquisição do imóvel denominado Fazenda Agua Azul, pelos suplicados, consistente nas 400 ( quatrocentas) cabeças de gados (vacas), ou seu equivalente em dinheiro da época da restituição, bem como as per das e danos causados, estes consistentes nos lucrod cest1antes e danos eu.ergentes que resultaram da perda. 5.2. Requerem por isso, a citação dos suplicados na Fazenda Agua Azul, neste Muni@ipio. pa ra responderem aos termos da demanda contestando querendo e afinal condenados nos termus do pedido, custas processuais e honorários incidentes em 20 o/o sobre o valor da execução apurada. 5.3 Pro testa-se por todo genero de provas em direito admitidos, especialmente juntada 1 de documentos, testemunhe.11, e etc., bem como a oitiva de testemunhas através de Carta Precatória, nos termos do artg. 338, do C P.C. Dã-t1e à presente, para os efeitos fiscais o valor de Cr$ 100.000,00 (cem mil cruzeiros). P. deferimento. Bela Vista 1 3 d e J u l h o de 1976 (as) cyr F a 1 c ã o- adv. 697 (Mt) e ausn, ainda porque, está dito na repel vel ontença judleiária enfocada que: 'Resumindo entendo que apenas bouvo rejufzos patrimoniais para a. autora, não toando provado nos autos que Waldemnr lebedenco ofetuou om seu uome o pagn hento da hipoteca pra Arlindo Corrêa 3ueno o Ellebérlo Barbosa, faltando aqui eto de ltu indagação comproba- rln, não discutldn no presente feito. entençu fie. 307). 3.2. Então, o do umento de quitaçlo (Escritura Públic11 1 ir 141) em que aparece Arlindo Correa ueno e sua mulher como parceiro pen- ador e criador de Waldemur Lebeden o pagando com gndo da marca ''W", clusive em virtude da responsabilidade ssumida por este, por ,outra Escritura blic (Li vro 51. fls. 5(1 e verso, do 1 ° tielo da Comazca de Paranavaí ), pare ter passado despercebido, d.v., pela espeitvel sentença e o acórdão prole- do, estando no mundo do processo, !lo fora dele, assim como a Escritura e quitação felta por Arlindo Correa ueno e sua mulher, 1.500 vacas devidas elos uplicados e Paulo Strauch Filho vrado e assinada no mesmo Livro (51) • o. folha anterior (55) do mesmo Cartó- 10 no mesmo dia, constando u. presen- a de Waldemar Lebedenco, ao ato. 3.3. • aquele compromisso, até dolo vislum .ou-se por parte de Paulo Strauch Fl o quando pelo contrato reconhece que s suplicados só eram responsáveis por 0 vacas, enquanto na Escritura de bi oteca, a reRponsabiiidade era pelo me os de 760 vacas, posto ser comum a iYida e ch1mem nos céus o compromi o que diz ser quitado, na realidade , <í.o é de quitação nenhuma, em virtude • clausula expressa (6) de ser até a rópria posse a titulo precário enquan- não fo&se recebida ll última nota pro issória de.d! em pagamento, dai até orque o suplicante não exigiu Escri- I a deJlnitiva dos suplic11dos, por exis uma imperlitíva. de@obrigando-os en auto não fosse liquidado o último ce, 3.4 A verdade é que só após More Pai ter colocado em cobrança os ulos e alei, serem devolvidos com men o da falência de um dos emitentes é e então resultou na alegação susten da na açll.o, quando não valia por qui. ção os Utulos, enquanto não efetiva ente liquidados e a própria dElfiniçâo o negócio guarda essa garantia expre- 11 no oompromisso conforme está far mente comprovado na demanda aliás or provas juntadas pela promovente xiblção dos titulos colocados em co rança). Só isso demonstra qual rude e ástica d.v., foi respeitável sentença. 4. o direito do Suplicante á Ação ae Lo petaçãc ou enriquecimento ilicito cumulada com per {as e dano, 4.1. Aquele que me recusa proteçlio das leis, coloca-me entre os selvagens do deserto e põe-me nas mãos clava que servirá para me defender 1 luta pelo Direito - R u d o f Carlos Edy Sá de Medeiros -- adv. fi!G(hlT)• DESPACHO DE FLS. 02. D.R.A. citem-so os réus. Bela Vista, 13t07/7G (a) Dr.yultor José Rodrigues Contrera. CERTIDAO DE FLS. 89. Certifico, haver em cumprimento ao mandado retro e sua respeitável assi natura, ter-me dirigido o !iCde das Fazen das Agua Azul, Bacuri e na Serraria, de ligenciando a procura do: paradeiro do Sr. Moreno Pai, sendo ui Informado que o mesmo encontra-se residindo em Juci melra, Comarca de Dom Aquino, nua Pada ria Palm, onde encontra-se·resldlndo com sua famllla, conforme informação obtldll Junto a Ro.múo A valo, preposto de More no Palm, Da sede da Fazenda Àgua Azul. O referido é verdade e dou fe. Bela Vis ta. 16 de julho de 1976 (a) Marlo Euripe des Mamede - Oficial de Justiça. DESPA CHO D FL . 113. Vistos, etc. Cite-se o réu Moreno Paim na forma requerida de fIs. 112. int. Bela Vista, 16/08/76 (a) Dr. Valter José Hodrlgues Contrero.. CERTI DÃO DE FLS: 138, Certifico que eu, Lau dellno Soares Rocha, Oficial de Justiça desta comarca, em cumprimento uo reS peitável mandado retro, expedido pelo MM. Dr. Juiz de Dlrnlto da Comarca de Dom Aquino - Mt., que dirigi-me ao mnunicipio de Jaclara e lá estando em Juscimelra na padaria Palm, por várias vezes a pro cura do Sr. Moreno Paim e Oracilda Es plndola Paim, o qual por mim não foram encontrados, cujas Informações obtidas de pessoas que lá residem, que endereço desse cidadão é Ignorado e não sabido, es!e é o motivo de que deixei de citar, do presente mandado. O referido é ver dade e dou fé. Dom Aquino 9/10/76. O Oficial de Justiça (a) ilegível. DESPACHO DE FLS. 139. Vistos, etc. Nos têrmos da !!ertidão de !Is. 138, cite-se o réu Moreno Pairo através de Edital com o prazo de 20 (villte) dias. B. Vista, 03/02/77 (a) Dr. Valter José Rodrigues Contrera. Etando o governador Garcia o réu MORE O PAIM em lugar incerto e Neto enviou telegrama ao oão sabido, foi determinada a expedição presidente da da Repi rlo presente Edital. com prazo de vinte biice. expressando sua dias, pelo qual fica citado o referido réu, solidariedade a respeito para contestar a ação, querendo, sob pe- 1 da reafirmação expres■B na de revelia. Não sendo contestada a pelo Presidente Geisel presente açllo no prazo de vinte dias, 11e quanto à politlca nuelaar presumirão como verdadeiros os !atos ar- brasileira.. O telegrama ticulados pelo autor. Este Edital será pu- iz. "Solidário oportuna blicado e afixado na forma da lei. Dado refirmucão termos poli e passado nesta cidade e Comarca de Be- tia nuclear, evidência su la Vista Estado de Mato Grosso, aos qua- perlor descortlnio do pre tro dias do mês de fevereiro do ano de elaro estadista preservan mil novecentos e setenta e sete. Eu(PEDRO do interesso maior da so VERGILIO DA SILVA), Escrevente jura- perania brasileira, tenho mentado, o datilografei e assino. a hora de transmitir a Vossa Excelência cumpri Dr. VALTER JOSÉ RODRIGUES CON"- mentos do Governo e do TRERA Juiz de Direito. • povo de Mato Grosso. Reitero expressões do es tima pessoal e admiração nossa comunidade. José Garcia Neto. Governador do Estado do Mato Gros- BRASIL Este é um pais que vai prá frente. VEREADO· RES VISI TARAM "O ESTADO" Os vereadores Ely de Araújo Barbosa, verva dor de Bela Vista, Adall Ferreira e Ocr Ferreira Leite, vereadores de Ca rncol, todoe da ARENA, visitaram o j o r na l "O ESTADO DE MATO GROSSO". Os dol edis de Caracol estavam on tem muntendo contatos com as autoridades esta duais visando a implan taçáo de um Posto d• Snú• de em eu Município. Por sua vez, o vereador Ely de Araújo, que é jornlls ta e foi o vereudor mais votado em Bela Vlst.a nas elelçõe11 de 15 de no vembro úlllmo, estne também ontem tratando de assuntos relacionndos com a Unidade SAnltârla do seu Município. Os três vereadores arenistas lo ram recebldo11 pelo jer.ua 'lsta Pedro Rocha JucA, redator-chefe do ''O ES TADO DE MATO GROS SO". GARCIA IPOII 1 POLITICll rtUCLEIR so". GRÍFICII IMPERITRIX LTDI. Impressos Inscrição Estadual RUI MIRECHIL Impressas em uma ou mais . cores Comerciais estudantil Serviços 13.088.446-4 FLORlltNO 1582 cgc PONTA a Cores 03.570.314/00o1-18 - PORI MI. e ERtado de Mato Grosso ,omarca de Bcl:J Ví:.ta Cartúrio tio 2,o Oficio EDITAL DE PRIÇII O Dr. Vuller ,JoHé Hodril:{UPJl Contrera, Juiz do Direito da Comarca de flelu Vii;ta, Etilado de Mato Grosso na forma da )oi, Plc ... Faz, Saber n todos quantos o prcRcnte E1lllal virem ou dele conheci mento tiverem que nu sede deste Juizo noEdlflclc,doForum oRula dnR au<llencluR, no rlla 21 de março 1977 As 9,00 horas, o !'ir. Jo:io llilario Pereira, Porteiro dos Auditórios, lcvurf, em pti111(•irn f'rnçn 11• hcnl! pcnhorncloA 1111 •·xecuçno C(IIC BANCO ITA O S 1 ,-, movo contra EDSO MEDEIOS DE MOHAl·.:i, em tramite por este JUO ,. Curlorio ,lo ~••i;un• do Ofüio, l' {rnrn eventual. Sq:1111rlu l'ruc;a tlrn 11 rle Ahril clc 977, 44 9,0 horas, no mesmo local, para os uintes lens penhoradvs: quatrocen tos e cincoenta e dois (452) hectares de terra pa tias e lvradias da Fazenda Vista Alegre Inver na,lu Chnvc ele Ouro, nc•lr rnunidpi,1, trnnscdto ob numero 20.fl67, fulhn ,19, livro :1 k, nvnlíadu cm CS. j()0,01) ,1 hcctnrc e totlos por duzentos e vinte e eis mil cruzeiros (CS.2:!6.000,00), vulor por quanto erá levada na praça para er arrema- 1udo para quem mor oíer111 ofcrct•cr cima da avlinação, sendo feita a venda vista, ou medi ante fiador idoneo pelo pruzo de tres (O.li d1••· E para que nlnguem alegue ignoranciu, mandei ex- icdir o pre,ente Etlitnl que •erú pui.Jlicado no mprcnsn Oficiul do Estado e dua_vezes cm Jornal nn Coroou dn Lei. O QUE CU'.ll HA com mterrn observania das prescrições Legais. Dado pa+a do nesta cidade e Comarca de Uclu Vi,tn, 'Estado de Mato Gros.o; aos quntorze dins do mes de Fc vcrciro do ano de mil novecentos e sctcntu e t te. EU, Goethe Etcobor 'unes Escrivão do Se gundo Oficio, e 1l111ilogrníei tl ,ub;cre'O. Dr Valter José Ho,lrii:ucs Contrcm Juiz de Direito EDITAL D E Cartório do PROTESTOS Lo Oficio Tribuna da Fronteira "Lil.Jertla<lc com Responsabilidade" Anu V -- Hei, Vi.t:1 -- :',IT. - 20/2/77- N. 2O ENFOQUE FATOS E SOC!E AD V iEftiRO A peça intitulada "Os pesares da profissão do Mal Viver" de autoria ele Sér gio Medeiros foi apresentada na u1111111a pp. no palco do Oreruio Pedro Rufino. Fi zeram parte do elenco as Irmãs Maria Ely e Clda, a morenl Verlnha Iorelra e tom bem o Sgto.Anlunes. Os Intervalos eram alegrados por um conjunto Paraguaio e tambem o Show a pt1rle, apresenlnclo p!:>la "gauchtnha loira''. Pela primeira vez nos últimos tempos o públlco atende ao cha mado de uossCls jovens que qucrtm mo11trar algo de sua criatividade. Cerca de 500 pes soas marcaram presença e vibraram, e a plaudiram o que é nosso. Parabens aos atore5! que cl<>ram tudo ele si para apre sentar aquilo que o público etsperava, e a este último os agradeclmt1nto11 sincerol:! pelo comparecimento. A IVERSÁRIO Eu José e ilva, Oficial do Re glstro de Protesto desta cidade e Co marca ele Bela Vi ta do Estado de Ma· lo Gros'3o na forma da lei, etc. . . Fuço saber aos que o presente odllel virem Oll dele tiverem conheciruen, to que se encontram em Cartorlu, a Rua Coronel Dias, n 94 nesta cidade, para protesto por falta de pugamento e acei te ou devolução, os seguintes títulos: 1) Apresentados pela Firma Ma to Grosso Diesel S.A. a) Duplicata ° 2660 PI Venci mento 30/11/75 Vulor CrS 12.442,27 emi· tida contra José Pereira dos natos. b) Duplicata nº 2.862-PI Vwcimwto 30·11-75 Valor 2. 86,31 emitida contra Jo sé Pereira dos 'antos. 2) Apresentado pelo Ban110 ao Brasil 8/A. . a)Duplicatn nº 128/76/9 Ven~1- mento 07/01/77 Valor CrS 26.502,3 . emi tida por Mecanlcu Industrial Ltda contra Serraria ,gro Industrial Bela Vista 1:,tda. b) Duplkata nº 4 369 Vencimen to 22/01/ 77 Valor CrS 1.108,64 emitida por Sacorer contrn Anselmo Severo Po lell. ilnrilct, filha rio casnl Laurinda Hodri• gues e lrncemu, recebeu no salilu do Cluhe l'aro· quial inúmeros amigos para juntos romeworarc111 suoa 15 primu,·erns. Após um delicioso jnntar com muitos pratos dccorndos, .'llorilrt dançou com eu pni, a Trarlicionnl Vnlen, seguidn por l•l pores con vidados especialmente. A mcoinu-moçn Murile1 de sejamos muitos Felicidades! 3 JANTAR o dia 11 pp. na reslrlencia do ca sal Zoé e Benedita. Pinheiro rol rea.llzad11 um jantar íntimo em homenagem aos noi vos Ildefonso e MarlY,. O ponto ulto da reunião foi a apresentáção de danc&s Rít· micns. c)Duplicata nº 0270/76gA Venci mento 18-12-76 Valor CrS 1.465.50 emiti da por Icei. Industria e C'omercio Estrela Ltda. contra Anselmo Severo Poleti. d) Duplicuta nº 48.368 Vencimen to 22-12- 76 Valor CrS 1. 136,46 emitida por Sacorer Industrial e Comercio de Artefa tes de papel e Ferro Ltda. e)Duplicata n!l 128.-76-10 Venci mento 07-02-7. Valor CrS 26.'ío2,3 emiti· da por Mecanica Industrial Ltda contra Serraria Agro Industrial Bela Vista Ltda. t) Duplicata nº 29550-A Venci mento 30-09 76 Valor CrS 4.790,00 emitida por Comercial e Importadora de Ferra gens Limoj Ltda. contra Agro industrial Bela Vista Ltda. g) Duplicata uº 29550· B Vencimento 30-10-76 Valor CrS 4.790.00 emitida por Comercial e Importadora d11 F1:rrngens Llmoj Ltda contm Agro Industrial Bela Vista Ltda. h) Duplicata n!! 0270-76-8 Venci mento 18-01-77 Valor CrS 1.4f5,50 emitida por Icei Industria e Comercio Estrela Ltda. contra An elmo Severo Poleti. E por ter silo impossivel encon tre.r os devedores dos referidos titulas ou seus paradeiros, pelo presente edital que será uUxado no local de costume e publicarto· pela imprensa local, intimo-os para pagarem a importância devida ou darem as razões de sua recusa e na falta de pagamento. intimo os do compe tente pretesto que scrd extraido no prazo legal. Prazo 3 dias a partir da publicação). Bela Vista 16/Fevereiro de 1.977 ENLACE A Igreja Matriz ele Sento Afonso en galanou-se toda para receber lldefon o e Murly. Marly muito bonita (seu lindo ves tido, ::nodelo exclusivo de euza de Alen- car) foi conduzida. ao Aliar por seu pai, Sr. Gentil V. da Ro1>a, onde Ildefonso, que aderiu no conjunto branco a esperava. A Cerimonia toda transcorreu ao som de Ór gão, violino tocado pelo Prof. Stumpf e flauta pelo Pe. Haroldo. Foram padrinhos de Marly: !!ilton V. da Rosa e Sra., Tere zinha e Ricardo de Roa, Sra. Antonina C. da Rosa e seu noivo; Amélia Fontoura e Djalma V. da Rosa, Geraldo de S. Rosa e RIta M" L. Battilani. De Ildefonso: Dr. Olisses L. de Almeida e Sra. Nelcy M. Loureiro, Ruhens Bueno e sua noiva Celiza L. Pinheiro, Dr. Tules Toledo e Sra., Dra. Marilza L. Pinheiro e Eudo L. Pinheiro f!! ., Ricardo e Carmem Mello e Geraldo P. Murauo e ra. A Igre ja foi pequena pard. receber grande n de convidados. Os mesmos foram recepciona dos na Fazenda do Sr. Gentil, com lauto churrasco regado de muita bebida e músi ca. Inúmeros r,arentes do jovem casal re sldenti,s em outras plagas prestigiaram o acontecimento. O Oliclal do Registro de Protestos VESTIBCLAR De parabens meu amigo Mário Ro sa, pela aprovaç!lo no vestiba para Direi to. E' isso aí. .. Mário mostrou que nunca é tarde para e1>tudar ... LAZER Uma. boa pedida aos domingos é tomar banho no Açude de propriedade do Sr. Maneco Miranda. alem da beleza do lo cal, distraise assistindo ao Esqui Aquático. Tendo em vista as falsas acusações feitas em relatório publicado no Jornal THIBU, A DA FrtON"TElll,, <la viLinlla c1- dade de ela Vista-- Mt, contra a minha reputação pessoal, venho por intermédio desta conceituada fonte informativa, men clonal' a vertJcillud,• dos fulo'-. Pr!rnelramcnto, ó necl'-:-áno " ín dbpeus.ivel que o mui-digno Sr. l"rln dt• Almeida, Juiz de Puz e repn,sont::;111 • (no nto da posse) do MM. Juiz de Direito, mencionusse em seu "respeitável" relató rio aquilo que rPalmcnte houve, P, urro querer com u ujuda das ocorrencins e 11 pos!ção que ora se eucontr•i vu. o tender mo abusivamente como objoto de constan te dissabores e dt>sordens uest.a cldudP. Nu qu111lclade ele vereador· mais vo tado, fui designado verbalmente pelo ex mo. r. Juiz de Direito da Comarca de Ponta Porá-- ~ll. para proced· r a po,-,e da nova Câmara, o que foi presidida den ti·o das dh;posiçõei- dá lei, tendo os l11u meros asslt1tentt:s como provas concretas e indissolúveis. Proceclendo-Ee ns votações " Pleita a mesa diret!va e <!umpridas as formuli d11d<'tl de praxe. dei por encerrada a c rlmônla, passdn,10 as responsabi!lclades ao edil eleito presidente Sr. ARNALDO MARQUES DA SILVA. Drcor, ido algum tempo (mo.Is ou menos ô0 minutos) a cerca de !00 metros das dependercias do prédio ela Prefeitura Municipal (local da posse), mantive um corriqueiro desentendimento com o Sr. RUBE 1 ~ DE OLIVEIRA, por motivos com pletamente pessoais e ubsolutBmerte alhe ios nos rnterress,;_,s e rPspon;iabiJijades ela pessoa do Sr. URIAS DE AL)IEIDA, que havia ido designado para representar o MM. Juiz de Direito, sómente na acão de posse. Não acredito portanto, na necessi dade deste relatório, e, mesmo que ll.sc;ím o fosse serl!l de nlçada do Sr. Delegado de Polícia local. Consta no relato que sa quei de um revólver <!hegando a ameaçar o Sr. Rubens de Oliveira, mas tenho a conscienc:a nítida e certa de que isto é uma verclocleira calúnia, pois mesmo qué o tivesse feito eu seria automátícament& preso pelo r. representante da justica lo cal que encontrava-se presente ao fato (Sr. delegado de polícia). . Após a normalização das ocorrencias, a pe dido de amigos, dirigi-me à residencia de um de IN. Passados al"um in•lantes compareceu o ilus tre r. Delc•arl.;' de Policia. que de-tioarn-•e a 1nnoter a pa~ no. cidade. Dentre suns ufirmaçõe~, dirigindo-me disse que manteria a paz a todo cu- to e, se preciso fosse comunicaria o IOo HC de Bela Vista l'l!L entinrlo-111e momlmente ofen dido, pois já estava desviado de quaisquer brigas e desordens, e muito menos desrespeitt·i n ntta autoridade do r. Delegado de Polícia, ao qual sempre dispensei os meus melhores respeitos e admirações. O pr6pno delegado é bastnntc conci o e certu de que inúmeras vezes prestei a mi cha humilde colaboração para com o bom anda mento no setor pacífico desta cidade doando .1 ele todas as minha possibilidades. Os argumentos usado• pelo rrlat .. r dá-se a entender que o mesmo, por molhos alheios à minha snbcclori:i. nproveitnndo-•e do b:mal ocor• rcncia, tenu chocur-1ne face à face co,n o exérci to, o quo.l, as vezes desnutrido das verdades po derá procc•F:ir-me injustamente. Qual seria a ra zão e finalidade de um cidadão ,br11>ileiro, <lesle mcr e desacatar os mérito, e ações de exército brasileiro'/ Compnrecl tenlmcnte à residencia da Sr.: iIar tina, pessoa que rtlnntenho elc,·aclo grau de ami zade, para esclarecer-lhe que o acontecimento na da iria mudar com relação ao nosso bom relacio namento, e, concequentementr- perguntnr do eu gcnco (Rubens), pois desejava eucontrnr-mc com 1 ele, ma.s jamais passou-me pela cabet_;a n idéias de matn-lo. f: um Yerd:uleiro desrespeito mencionando o noine divino em mcir,s de tantas horrendas, ca luniosos e descutumdas palavras, formadorns ,Jo rda16rio. Deixo aqui nos encargos divinos, e, que o nn damcnto da vida re,ponsobilize-se ria ju5tiça e do "de»mascaramento" daquele, ou daqueles que argu mentaram o Sr. Urias de Almeida, e.. ocuhamc:nte tentam, por "PAIXAO POLITl•.'A", ou me,mo por '"C.A VAL.R 11'iSTJNTOn. prejcdicar-me e desabonar-me com mentiras, aproveitando-se de um insignificante caso que nada diz respeito e nada poderá refletir o,m minha ,,;da detirn que hú ll8 oit_o) ano, 'Cnh.o g_al:;audo o título de vereador de maior preferencia do povo, como falaram por três vezes as urnas deste municipio. Pura melhor concretização, e com " intenção de demonstrar onsciente do acima transcrito, colo co-me à inteira disposiçãc dos competentes canais da justiça. (de-de quando o Sr. Urias ouviu palavras PA- TIFE E DOÇAL?) NORlNO GONÇALVE:, Em tempo: Admiro- me, ~, muito, e at( firm surprendido uo 11 u ta r que o uobrfl .11111. pre tendeu cu pretende rdisper- me contra s autoridades co11stltuiúus. Como ho mem ligado no pnrtido uo Governo e acim de tutlo patrlut , Berl11 lnronccb1- • vel11ercontraou nsHncur ( o que representu de mi nobre de nossns itstitut- çõt !:! o 1sx(ircíto. J Encerrou-se encontro de Vereadore supe rando toda- as Expecta tivas Cuia há Eornrou-<c o cn· conlro de verradorr• qu,. ,r realizo em Cuinhá reunindo mais de ,)00 vereaclore• eleitos em lo• do Estado no último pleito, re presentando todos os munici pio<, á eXC('ÇÕ0 de Aripu:rn:l que uiio tem Ytreorlort• e • ua prefeitura tem +cde em Cuiabá, em razão de sua [e rulinridatle,. A ultima conferencia foi proferida pelo Secretário dr ' f' , vlnncjnmenlo CoorcleuaçJu Gr., ; / ral, Bento Porto, sobre "Aru culaços Estado Municisi Resultado Excelente Duraol(' o dia, vereadores assistiram as ciu palestras obre assunto li· ílo• à nrlmrnutrnçiio e Lt'/!1'1a· tura 1nunic-ipnL Segundo o Secretário Bento Porto, o resul1ndo rio I Encontro de V cread<Jres, iní• ciativa pioneira do Brasil, ,u perou to<la• u i,xpceuiti,o,, talo pelo comparccimt>nlo dr vereadores, de todos os muni cfpio• do Estndo. rocemo ape· sor das dificuldade, dt! Juco moção em decorrência das n 4, chenles, como pelo ,·uluu·"' j 1 de per•'1.lolll, formulada• r final <le cada palestra. /Out' 1 pool<> dcetacado pelo 'Sec,,.1 ~ rio, e a preocupação demonrtr (l da pelo• 'erearlores e/ r.-Iaç.in ) ~o dina,mim•? 9ue p_rctende- /'~ impor a admm,straçao. . O entror..a.mcnto entre ,, f vereadores foi um apect f muito ressaltdo no decorrer { do encontro e também surpre ] endeu aos tecmcos do DECRA· M que organizaram e aconr panhu:un o aconteomcoto, . Defeada o Seu Dinheiro Se você quiser, poderá man tcr•St! cm forro.a., muito bonita, usando produtos naturais, que cu,t:m barato e oferecem 6tí• mos resultados. os retoques, na• tralmente, serão dados por prodnto• de beleza. Vocc ;abi:i. • 1 por exemplo, que entre os te· souros da terra. csúa n :i.r;ri.k. nm material capaz de ajuda-lJ ( muito? Ela age como purifica dora, absorve a oleosidade ex cessivs da pele, remoce sujei rn3 e impurezas. Além diss. tonifica, remove as células mf" ta e não irrita a pele! Se cé aplicar essa máscara de a" gila de 15 eu l5 dias, verá c mo cln funciona como um tr tomento de bclt!z:a completo! j Outro produto 61.iwo rn1·' ser aplicado como mcara é' ] mel. Ele é ótimo para umed cer a pele. . Nessa época de impradi'ut.J· as (a queimaduras por cau-' do excesso de sol são coa-ta1 tes.), você deve estar preveni da. Um tr:itanwnto T.ipido r barato de crueimodura,,: polJ)" de pepino amassado é um e celcntc remédio! n Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº239_13_02_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº241_27_02_1977 Voltar para a lista de itens