TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº242_06_03_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº242_06_03_1977Número da edição242Data de publicação6 de março de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.105442150189575 , -56.53079645821892 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº242_06_03_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto } J Pedro Pe<lrcra 1 Hoje "bancarei o repórter político',: fui encorregado de cobrir a Ressão do dia '.!8 na Cfimura Munlclp ... l de Bela Vista ... Na grande Imprensa, cada eetor tem um repórter específico, aqui u gente tem que ser pau pra toda obra ... de cronista pas- 1el a re.pórter ... anteP de Iniciar Informo 0s meu8 leitores que estou "comuni• cando" noR trôs jornais du regliio: Trl bunn(P.Mur luho) Correio (Jardim) e Tri buno (Br,ln Vista) ... (:; como o Mlllô1· ... um escritor sem e!ltllo. • ,. rSEMANARIO woiPe«o&Ni FUNDADOI Ui,, ror l!t•jlOII [j ) tvoldo Pereira 3LA) /I'1A ÍJ'J1 L. .~ -· - - Ano V - lua Duque de Caxias } :: h Vi la. l• do rt-» +f· 1) ,· ____ , -~----- ~ -·----- -- MEU C Sassiio do dia 28: Compareceram os ve readores Ely de Araujo Barbosa Osval do 'l'urlni, Ildefonso Pinheiro, Afonso Di lori Nun as Leite e Nivaldo ds Barroti. O ll Faltosos; Carlos Centurião (de vez em quando ele aparece) e Getulio Lino. ( A Vl'rda.de que timociona: Os vereadorei; eatlio com gr Jndes planos ... O vereador Ely A. Barbosa solicitou a compra de uma fotocopiadora... em in dicação solicitou ao prefeito municipal que indique o lidar na Câmara ... e ao C MDB o mesmo ... pediu também que na . '' carteira funeional conste o número da cédula de Identidade ... o Com respeito ao aumento do funciona lismo 20 % o vereador Ely A Barbosa fez uma brilhante exposição: este aumento deve ser proporcion11l ao s11lário recebido trac1uzido em miudos, quem ganhar me nos tem que ganhar m!!.i!!; quem ganha "mUito" tem que ganhar '·um pouquinho" lllais ... upenas comentãrios ... Ntuna roda: O snr. José. Simplicio ela Costa Marques "poderá" ser o novo che le de Obras e seu filhu advogado Ivn d~ Costa Marques, o novo 11Hsessor jurí dico da Prefeitura... comentários... ape nas comentários ... O Vereacor Ely A. 8•1rbosa (só dá Ely ... ) Pediu que a mesa solicitasse ao Execu- vo a relação dos funcionários ria Pre l~itura Municipal ... inclusive inativo;; e Pensio1.1istas ... } 1,A l)e Antenas Ligadas: ~ LIZADO 1111 Prr.fellul'u ... o v 1·,,.1clüt Elv foi quem (c0111 o bt>orpl'tcit 1 0011 Pnl?/! .~) mudou o '"e ,tilo" ... ,Jú o Pr •~i [P11le il .r· ques disse que o problema synipre { i tutu as pt·eocupac;ões cr,tm di' 11ivt•l , • couõmico • Nuncu tlnlw dlulwlt'o. ter,h•i que estudar uma f6rmu"1 cl , org mi,. : nossos serviços internos... Ely flou. Futuramente precisaremos de u.n asses sor economico ... e o Tul'i111: e esl-i no va casa Legislativa ulnda não r o~_,ue o necessát·io coohecíment, da ordem l'os TrabalhO!' ... aí o Turini come1,:ou: Incru: escolher um elenwnto pura prt·encher vug-1 uo lucra . iudicaçã:, 1 ao senhor prefeito ... Carteir11i:: Proles to veemente pelu m:!neira corno ( stüo procedendo para uquisicão de C,u·teiras de Identidades ... Jardim dú pref ·r:>n eia a.os fotógrafos da cidade .. , para Bela Vista nada ... os beluvis(L'nses ~iln muito mal atendidos .. , precbamu~ to mar uma atitude enérgica; Carteira de Indenfidades deve ser Expediria por Be 1..l Vista .. , e o Ely concordou e dis•e E uma proteção vergonhosa aos fotógra fos de Jardim ... e Noedi: Precisamos criar uma sub- ses.;ão de indentií1caçã,i uqui em Belu Vista ... e o 'ivuldo de Barros: Já solicitamos por inter médio do Diretório e as Autoridades disFer.1~ que era impoFsivel ... E os Vereadores re clamaram tumbPm da carteira de Trab,1 lho ser Expedida por Jardim de o INPS ser em Jardim ... Reparos: O Vereador Noedi Leite solicita providências no sentido de se rem reparPdas !lS pontes do Candelon e Apa ... estão intransitavcis ... e o ferecem do risco de- vida e o presidantc agradeceu a presença dos vereadores du repórter de- Chefe da Cirelmn (li' er uondes Alves Gomes) que nil o perde uma se!'são talvez aoquiriudo experiência para a próxima ... talvez até próxima Em tempo: Amai-vos uns _aos outr·os Paz ... Paz. ln ·..l lu,dt,1 o infor t H.r. {:, epi.'IO• tvo também. " So oneotráss mo 'j em dia o Cri!o a l'U'l ,• ll Wl" t, l' li l r•·áU, ,-..u, pt lll'l ,ti 11_>. , d! ·r lo. ·d 1; ''/qul • um 'o::em mch: ue8/no!' Is lt li..l ema iene d aa gea 'e força, tanto f1- iea como orai. D)e que ele ó uma prenç via ·o tu: muulern», ap:·, im1- • •!-•1 ;.- ·rr, IJpJ •. E 1qu·111!0 vcê e pe' dele,: » tema qu· te e. Coi.O a e e t ·.ar s us ensi. .• tento9 tda) ±zalm n masculinos. Es tb ! ·e um id u! t' !evado que tin- !em con-·ou° leanye;-I; 'Sejam per lt>.l s • • ·: P.ii e· l,•stP ó perfeito." Ernbo:,1 ,i·.maí, pG>"., ;no•, atingir rs:a me la, l!'lc, pori •mo~. d.-1:: tr de l<'ntur. i'!:'11huma li•1~11.1 po•I ;1 S<'l' maif-1 fraca que ss a-s üe:; ''Quem não estiver cor:/ige sai co! i," 'Qu m: re- cusa uce!tr já !± orlei:d»." Exi- ge ,Je nús íl 1n•·(·• ;, , • l ,., p 11 ::w1 11to;; "Ms u lhes !iro @te qum ol!ar com cobiça p u um± mul: r. j u'ulterou com ei em seu co ação" Ele +n!rentou os gr 1pr).; mais l'"fll't·o r;s e iofluenl R da Pult'slinu. e públic:um• 11,e o,· clium,,u de "hip(1crita• ." Embora não esse te·po para hipoeri-ias ne n h mn ns de meio ter:no,'? le tinha i iin 1 co pxlo para com 01:1 pecadores "N;o qu brr o ean•ço ra chado e rem apagá mech I que ainda fumega." A tes, ne r juva pecadors á penitê:1d:1 e ns :1 Ih tJ C'.JIIlO um:~ 111:ie que enco:·aja seu lill!o a to:1.L,r i;eus pri· rueiro,; pa ss. ms sempre pronta para que ão e.ia e se machuque. Foi justa merrte ele que disse: "Eu vim; não cha mar os justo-. mus imn os pecado:es." Seu prin:eir,J mil:ig,· , foi feit, •, não porque alguen estava a morrer nem u: outro estava em apuros financeiro-; mas simplesmente para que os uoivos n:io pus- 1-asseru vergonha no dia de seu casa· mento. Devolve um morto à sua mãe por c:rnsa rias lúgrim~~ de su·t mãe. E típica rn~r te ele parou e S::> incomodou de u presentar o ho!llem de noYu à mãe. Não há aconteciuento melhor que demonsta suu diplomacia e sua cnsi'e ruço q:e qu:do alguns cida!los fari saicos estuvam u apedreje:r uma adúltera. Tentarar.1 upunhá-lo por neg:r a li dos palriarc:.is. Dem. po:iia ter dei" :àido a / cohi.:da dtando sua história e a vida de fraquez'.l que lhe trouxe a prc:sente crise. Com a el0quênch divina que era sua, po- dia ter evocaclo lágrima.: ce coraçõt:s mnuis endurecidos. Mas isto causaria que a mulher pass:.i~se verg0nha. Ele nnte5' n- e .$ - ,,11 ~ • • tou cada home lé, e convido: "Que o- e€retafa ±0 l ? .S!!72 arle ue não uh Pcado, lance a Exigência dg 2cs{ado üg v+ti ea" Dai. irou e cosesos l I :ii a trnçal' figurll.s na urda .. - lTJdiçilo da j Sai]e [las Fscojas 1grei os diz que •aueles homens virem revelados naquela areia os pensamentos n::uis st:crelos ele sua-; ,·Ida~. 1üo era até Cuiabâ (SEODL T) - Em CL111sonân- Ele estava sózinh • com a mulhel' que id eia com a~ porta•iils dos hliaistérios ele 1ou com rh. Saln u uiin sóme•ile sua vi Saúde e da Educação, o Secretário rn- da ma., l; mb,:,n S(:US ~er.li!J.Jentos. tooio Alves Duarte, da Saúde do Fstado Esgu de nós. emnbora soubesse de ilato Grosso baixou portaria 'ispen- nossz natureza irgca, que nós amás,;e san.do em todo território mot•1gros 0ense I nF., 11::i'> ~~>:n~·ite_ " p_róxi n J mas ta!Il a exigência da nplesentaçüo dos at?. !..1· bem o. pron.1os !Pil.,r"->S. dai- de saúde e vaciuoçuo pelos e 0tub.a. . Um d :s '1.!nuler:, . .!111.0,; mais emo lecimentos de esino da rede particulsr { io7a.te &a ida Cel ici ecm s fl!!» e oficial de qualquer gr:iu com exceçao de Jairo. Ela era cercada de pais e ami- dus primeiras séries.· fgos de luo. Que portusidale para uma Diz 11 portaria quP devHiiO ser p 1le:tra dr::11111t1.:: • i.!ll . estau:·.1,· u ruent exigidas atestudos de saúde np tuas nas na a rida. Ms e!e simplesmente lhes matrículas das primeiras séries do pri- ri:andou que d ,~sem .í el.1 algo de c1J::nér, weiro e srgunrlo graus e dos cursos su- eie~!P que g.-ralm<'ote c,·ir.nças de.11 anos 1 periores. estao com fome. • .A. Câmara Municipal terá 13 seu "tutu- • {ho" separado c Prefeitura (conta no .' nco, ch:.-que assinado pelo presidente, ·lc,etc.) ... qual é a surpresa? Antes, nac a assim não ... tudo estava CEN'lRA- Acesso rodoviá rio a: Ponta Porã tem licitação p .1· ra obrar; íuhbá - (Sedimnat) - E,;tú al.kl'h 110 Dernwl, licltn,_:rio p,ll'll coutratn çJn <!e empr·t>Ra <fe,-tina~ da á ('Xf'Cuç:1o dos i;cr viço~ dC' pavirucntaçüo, nr]) 1 niznçllo e Jlu mltHl çiio do aceso à rodo· vin llR-- ,l(i:J il Pontn Po- 1 ii. dPntro dn. progl'.tma çJo á1' ohru do l'rogra rnJ. de Desr·nvolvimeuto da Granule )ourados - PRODEüílAN. A llcilucilo esrruá H hnlu n té o dia 25 de março corrente, devendo as nr-opor.'.11f. serem eo tr ... gues na s 0de do Oer mut. em Cuiabá e em Ca:npo Grande. e: ±talo Gastão MuUer tJai cursar esie a 9 Escola CCloforme no11 wfor muu o próprio _Deputado Federal GASTAO MUL· LER, o seu nome foi aprovado pelo sr. Presl deute da República, para em 1977, ser um dos Ueputados Federa.is, que forá o referido curso' considerado um dos mais importaate, que existr no Brasil. Pela primeira vez um parlamiclntar da área Iedtral da n,presentação de .,Jato Grosso, no Con, grP.sso Nac.onal, foi es colhido para no Rio de ,laneiro, frequentar a Es cola superior da Guerra. Coagratulan10- nos com o destacado de putdo GASTÃO MlJL LEK., pela sua nprovii.çio para cursar a Escola su perior de Guerra, fazendo votos que SE-ja feliz nti. honrosa :nis;:;ão, desta cando-se durante os es ru-1, ,s naquela importan te mstituição que vlsa unali:,:ar os problema br.isi.!eiros. e .. pect .. lmeo te; vistos por dois aspec tos. ieto é, segur,10ça e desenvolvimento, sob e, p:.. trocinio das Forças Arm .. aas krasileiras. l O Social Democrataj p PE.OS A l Mensag0m do Papa O r(',('l""l~,l 0'10-,•!0l'lll da CN DB cli •(ri bili li 1 ··c•JJIICl"(' 1•111 •IJfl (a.,,·', ;• !(I "'." ir ') ll<l•'(J ,:y~l:,! ft ' r' O- pais neaminlem os «en filho- desde a in!in o texto da 1rll'lltl,l[;'CITI do Pap·1 lr:,n~mltl- 1 , ia, para o conhecimento do amor de Deus to dn, pela cadeia nacional de televisão. }do os homn; Ele os quer n u m 4 ó família, tra- Fá esta nu tens agem do Pap Paulo V. i +ando.-e com e-pirito fraternal. qe pelo exemplo "Andos Filhos o Filhas'', da vida vivida, ilumine nos lares bra-ilir o I E l tido do amor e o e i«dado das nessidades e-pi ·•1,•, 1 " 11 C 1 u n 1 1 •.; 1N de novo! 'seu tai nos .. , r ' L I fo " --l l rit uui,;, ,. ,n:'tkria11o e o próximo; t que ra uz • um instante! A Quaresma é um tempo fa: a de·abrochar frutos sazonados na+ alma- em flor vorvel, o'tempus nccoptnbile" de que la- te um país jovem:; garantido aí_o porvir da- tra Ju II L1l11rgin, 11 fim de nos preprurIoS dieionalente boes fatilias cri-ti. 1 t M • t( 1 P - !•.•ti• ,, 110,-!"o , oto no uhl'f1"thlr,VtP•, t'lll 111>11U- <lo P a1a cel,·bt·,11· d gaameu e<_> 1s 'l' o ,,,,,. ' , s Pai e do Filho e do E•pirito ::iantu', 0111. C: 1wm dúvida um per11Jdo ele ausle- ridade; mas fecundo e j6 portador de re- novuçfio como umu primavera osplntual. Devemos despertar s nossas consciênci- } as. Nós devemos reavivar o sentido do dever e o desejo de correspouder, con• eretamente, à-; exl~ênclns ele uma vida c1lst!1 autênLlcu. ''Dentrn c,m brevr rst: u fazer drz anos que u nussn i,ü1cícllca "Popuorum Prn gresixo'', sobre o desenvolvimento dos povos, foi como que um "grito de angús- tia, em nome do ::i1nillor", l11nç.:.do ts co- munidades, Cristãos e n todos os homens de boa vontade. Hoje, neste Inicio do tempo litúrgico !la Quuresmn, nós desejn riumos fazer ressoar de novo esse apelo sulene. O nos,u olhar e o nosso cornçüo de Pastor universul, de fato continuam a ser profunclamenle impressionados pela mulllclt1o imensa daqueles que todas as Sociedades da mundo deixam à beira do caminho, feridos no corpo e nu 11lma, des pojudos da tuo dignidade humana sem púo, sem vz, som defesa e sózinllos no inforluulol "~xp.-rimentamos dificuldades, é certo em cumpurltlhur aquilo que nós possui mos, com -o fim de contribuir para o de sup11rocln1t•nto das :lesigualdades do um mundo tornado injusto. E no entanto, as t!eclamções de princípios niio bastam. E por isso que é necessário e salutar re cordarmo-no.,, de que somos ad1niaistra tiores dos dons de Deus o de que "a pe nitência do tempo da Quaresma deve ser nfto npenls iuterna e individual, mns também externa e social'' (ll Concílio do Vuticnno, Const. Sacrosuuctum Concilium, sobre a ugr11dn Liturgia, n, 110) "Ide Junto do pobre Lúznro que rnfre fome e miséria. Tornui-,·os o próximo de!t,. n fim de que ele reconlea na ·vosso olhar, o olhar de Cristo que o acolhe, e nas vossas mãos, as mãos do senhor n repartir os seus dons. lespondei des te modo, ccm generosidade, aos apelos que vos i rão ser dirigido- nas vossas Igrejas particulares para aliviar os mais deserdado o paro participar no progresso dos povoo mnis desprovidos de hcns. Gabinete da Presidência Oo: PRESIDENTE DA GAMARA ~lUNI GIPAL OE CCIABA A: Exma. Sra Diretor 1 Do Jornal Tri buntt Da Fronteira A~SUNTO: Comunicação (faz) Senhora Diretora, Tenho a grata satisfação de co municar à V. E- ... a. que no dia 1° passado foram t.>mpossados os seguintes vereado res eleitos à câmara illuulclpul de Cma· bá, J.ara. o quatriênio Hl7711981: ARENA; Amadeu Melo - Benedito Pinheiro -- Be nedito Alves Ferraz - Giuncblglio Bello Juliano Costa ll!urques - João Barbosa Caramuru. 11laría Nazureth Hahn - Moi sés Mendes Martins Jr. - Ovídio Fernandes Roberto França - Rubens I3elem. MDB Aldizio Cruz - Gilson de Barros - João Torres e Odll ioura. Para as lideranças foram escolhidos João Barbosa Caramuru • Giu!1chiglio Bel lo e Amadeu ll!elo, pela Arena; Aldizio Cruz, Odil Moura pelo 11108. respectiva mente líderes e vice-JíderPs. 1 ,, "Nós queremos !em brnr-vos as palavras do eenhor Jesus, que o Apóstolo Sào Pnulo conser ,·ou como nlgo precioso, pum. acudir nos frnco5-: 1 'B& mnis felicidade em dar do que cm receber,. ( Act, 20 35) E cxortnmo-vo, o todos, nrnu<los fi lhos e fillm.s, n purificar anim os vossos cornçõrs, colherem ns p,-6ximas eclcbrn~õc• p:i,cni• e nnun riarcm no mundo n jubilosa nova da salvação. • E aos dilttos Irmãos e Filhos do Brasil. On<lc hoje "' abre mais uma cnmpnnhn dn Frater nidade, centrada c:-tc nno no bcn1 ntuul temn "Fraternidade, e lamilia", diremo, nindo; cadn um A mesa que dirigirá os tra- balhos da Casa no biênio 77179, [oi con fiada nos edis: Benedito Alves Ferraz (presidente) Roberto França (vice-pre&i dente) • Benedito Pinheiro (t O secretári o) - Rubens Belém (2° secreiário ). Nesta oportunidade, apresento a V. Exa. os melhcres votos de grande consideração e estima. Benedito Alves Ferraz Presidente Fundado em 2502-72 Rcdctor-Chdo - '- c.~.'J. f_':r r,, 'Triba da Fronteira é u m a publicação du GH,l-lCA e UllTOHA .P, Diretora Proprietária - Maria Estela • Pereira CGC, MF. 05.201.2 0O2 !se. 10.59254-5 Assinatura Anual IJda i-ta Demais Muntcipios Bela Vim, r rS 150,00 CrS JUO_.OO Mato Gros«o '"Compr .. to e Impreso na Gr.ífíc.a e Editorr. Al'A Hua Duque de Caxias >jn Cs. Postal 23 (Matriz) Iela Vista Mt. /lr. Ivan Monso da {Casta arpes ADVOCACIA EM GERAL Hun Voluntários d:,. Pátria, 3í6 • Fone 210 1 ! Bela Vista Mato Grosso ADVOGADO ê~«:JlJ'J' .Q)Jll.r) - Rua 3 de Outubro (A9 LA0 DA €)13AN Bela Vista .'.fato Grosso O ponto d encontro da Soei • • dado murllnhonrn H.ur Dr. Conca N" rili Declaro pa.ra on devidos fins e efeitos que extra vleí os docu mentos nb..iíxo dbcr1,ni nadvs, cujas caracter ís· tlcas são as seguintes. Certificado de pi oprie dade de veiculo IJ.O 0003516 expedido peh 18.u Ciretran em 24-3-7d da Camiüneta ma;·c;_t ehev1 olet ·too 1!l76 cor amarela Placa C J 993 Chassi Cl-14FBR119953P, e Taxu Rodoviária e Seguro. Bela 'lata 24-2-77 Sebastião Zacarias 1 J Dr. José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CR~l RJ 17.93 7 - • CR'.'i.·M1' 439/s - CPF 05804-3377 Consultório • Rua Quinze de Novembro, 481 . Tel 203 BELA VISTA l ,. pm; • Li u mais cores Impressos Inscrição Estadual Comerciais 13.088.446-4 estudantis Serviços cgc a Cores 03.570.314/0001-18 RU PO V T· Bela Vlal& • Mt. Tribuna dll Frontt>lrA -· ----~----------; COMERCIAL GU MADAL FRONTAL Para Uso T CARRECiADOR CF • 30 Agrícola Grande s u 1 liveladora p e r T L C. RCHESDN de Arrasto a t u 2 MADAL - PLDI 9 li IMPLEMENTOS AGRICOLAS S.. Pioneira no Brasil na Fabricação de Discos para Arados e Grades y MAQUINAS QUE COLHEM LUCROS Indústria Brasileira re y- . . : • : 1 ' . /. 040 .~".d-. b'é__Ftr, "se{±t±czn. . 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Arl1111lo Correa Bue- prova a Escritura Pública o suplicante 4% GUES r:o:-;TflEHA, .Julr. de Direito d11 Co- no. Cerliflcundo,;;e plenamente do conteú- havia assumido nas responsabilidades das M d d ll I d ili it I l t h·1potc,~a 0 , JJquJdou-as d:i melh'.'I' forrn, a mure de bel Visa, Estado du I alo o os 1 u os e a c u< e e a rani-a- w º 1 Grofl,Hl, 11 1 1 forma dn lel, etc; ção pretendida, e>itubeleceu-s·· o preço que o direito reconhece como form /e Fnr. Sahrr <11.10 por ,1uizo o Cartório corto do negócio, assumindo o suplleante pagamento, faz ndo-o par instruente u do tº Oficio tramita os autos de Ação de comprador' os õnui; c::nstantes das duas blíco. Inclusive nu l!qul•luçao com O Snr. LocuplPlaçào ou enrlqurclmc>nto lllclto, escrlluras de garantia hipotecária, uma Ell bérfo de Souza Barbos pagou com cumulada com Perdas o Danos, requeri- de 307 vacas o outra de de 1.500 vacas o gado de sua marca ", estando para drt por W,Lldomar Lebedt>nco, contra Mo- que gravavam o Imóvel, 2. 4. E de se es quem quiser ver e é um questo de lel reno Pnlm e Orucllla Esplndola Palrn, do clurecer que, os suplfcudos 1Joreno Pa- turna, examinnr o que contém n Escrituro teor seguinte: Exm Sr. Dr. ,Juiz de Direi- lm e sua mulher Orucilfa Esplndola P11lü1 lavraria no Livro uº 5, II. f2/42v, datada li> !ln Cuurnrca d11 Bela Vista - Mt. 1. Wal- já lncluRlve, por ocasião da estada do de 0. 10. 1!l72, no C11rtfirlo do 7º Oficio dumnr Lehedonco. bmsllell'O, casado. pe- suplicante na propledade, uão mala ~e da Comarca de Campo Grande l"1t). 2.ll. cunris1a, rebldentes e domiciliados à Hua oucootruvam, subendo por vizinhos do Portanto. rllante de documPntos que niío llôl'lo :-i1111ões do Souza, 178, 1,m Presidco- referido Imóvel que eles haviam se hnvlam porque duvidar da autênllc:ldade te Prudente (SP) por seus patronos "ut retirado, em virtude de terem vendido a deles e, pagando o preç,, exigido, lnclu Juslt umenlo de mandato. vem propor o Paulo Struucb Filho, dai porque não pro slve ônus das pr->priedari,•s, não linhn e prcRPnto Ação de Locupletaçüo ou enrl- ourou, ainda por no saber onde se en ião tem o suplicant ... , p rquf! duviclar, quocimento Ilícito cumull1da com Perdas cootravam e pela clareza do documento tanto antes como agora, a dospelto da a e Danos, contrn ;i[oreoo Palm. e Oracllla exibido. 2. 5. Marcou-se então a data de grada porta da justiça não ter nlnda sen Espludola Pulm b·asllelros, cu~ados, ele 13 Je outubro para a 1·eallzaçiio do oegó- sibilizarlo UClR seus apelos de ver o 11eu pecuarista, ela do lar, residentes e dom!- cio daquele mesmo uno de 1970 na ci- direito consagrado e restltuldo o que é cllludos na Fazenda Agua Azul, oeste ~iu- dado de Paranavaí, Estudo do Paraná sru, o quP foi fruto do seu trabalho e a nicipio. Tendo em vista 011 fulos e moti- onde residia o suplicante ,comparecendo presi:int11-se cristalino de provas e Isento vos que passa a expor ... E. S. P. 2. Os ru- os Snrs. Paulo Strauch Filho e Arlindo de outra qualquer exigêucia pedida ao co tos ~. 1. no Início do mês de outubro do Cor:-ea Bueno. Então naquela data o su- mum dos homens, em virtude dos suph n.oo de 1.970 o supllcuote, conheceu Pau- plicante, assumiu por ln&trumento públl- cactos, através de decbão judiciária que lo Strauch Fllbo que dizia proprietário ele co (Livro 51, fls 2G e verso. do 1º Ofici- anulou o compromisso de compra II ven 4.0on hccture,-. do terras pastais e la vru- o - Tabelionato "Tomazoni" a rosponsa- da, entre ele e Paulo Strauch Filho, vi dia, nu Fazenda ·•Agua Azul" no muni- bilidt1de pelos ônu que gravavam o i- rem loeupletando-se indevidamente, num cipio de 1:lelt1 Vista Mt. pretendendo ven- móvel, perante o Sr. Alindo Correa Bu- verdadeiro enriquecimento Ilícito, do que do-ln. Diante rle:;sa proposta. visto con- euo. devedor de umo hipotéca e credor é seu. 2.10 De tal sorte, com o retorno dlções e preço, o negócio intert'ssou em de outra que vinculava a propriedade da propriedade plt>na aos suplicados além princípio ao suplicante, estabelecendo-se lendo-se no texto da E critura que: Ar- do que investiu que estâ. sendo cobrado Imediatamente ir ve-la "in loco·' bem co- lindo Correa Bueno ... primeiro decl11ran- por ação própria, pagou 400 (quatrocen mo exumlmlr e docmnentação do Imóvel. te ... fica totalmente responsável pela tas) vacas, sendo 250 (duzentas e clnquen- 2. 2. Renlmentl' após pert:orrer as t~rras obten,;ão de qual quer papéis e doeu- ta) oriundus da quilaç.io hipotecária com da F11zm1<la Aguo. Azul e-xamloar a dor.u- ruentOf., inclu ive de compra e venda, a- Arlin_do Correa Bueno, conforme respon mentoçüo do vendedor não levo dúvidas ouênci11 e outros, do Sr. Claudlno !ao- su bl11rlade subscrita por Escritura e no em promover u realização do m,gócio, cêocio Barbosa e sua mulher, e de Ells- malsinndo compromisso de compra e ven to1N111dJ conhPcimento na oportunidade, 1 bério de Souza l:5arbosa e sua mulher, da e, 150 vacas oriu .... d11s da quitJção hi do _seguinte situ!lçào da propriedarle: a) Es- que possam se tornar necessários para potecárm cem o Sor. Elisbériu de Souza cntura de Compm e- Veodd em nome de que o segundo declurunte, poss:1rn ulti- Barbosa, por meação, que gravavam 8 Paulo Struuch Filho, trunsmlt!dn por Ar- mar e completar inclusive registrar juo- propriedade, além do mais, existem as lindo Corre Bueno e sua mulher, refe- to--ao Registro de Imóvel competente, perdas e danos, causados, lucros cessan rente u 2.000 hectare ; b) Escritura de o documentação da Fazenda Agua Azul, tes e danos emergentes, frutos do tempo Compra e Venda em nome de iloreno Pa- ora adquirida pelo mesmo, com a àrea em que es1eve a frente da propriedade lm, transmitida. por Arlinrlo Correa Bueno de 4.0O0 hectares. 2.6. Vê&se claramente como verdadeiro dono. 3. Do malsinado e sua mulher referente a 2.000 hectan-s; nesta Escriture que, as partes sa o Arlm I documento de compromis O de c Cl e . d d i ri C B • • " l t o::npru e ornproans~o f, compra e ven a qu - o orree ueoo, primeiro uec aran e e, venda, as in11do pelos suplicados 3 1 A 1 tado, feito_ por _Moreno Paim e sua_ u- Valdemar Iebegdeco. segundo _declaran- nulidade do instrumento, declarada em lher Oracilia E,piodola Palm à Paulo te. . , . om e,e1.o, coocom1 an emente ação ordinária movldu por Or - 11 E 1 Strauch Filbo raferentes ás 2.000 hectares o ato de assunção da responsabilidade pindola Paim e que acusou c~~oª ré~ de terras ou ref,•1•,dn Fazenda Agua Azul das h1potécas que nao eram suas, sim tambem o suplicante e sua co l • conforme Escritum de aquisição descrita do Paulo trauch Filho e iloreno Paim volvendo.o em •tma demand d sorte, en oo item b; d) Débito oriundo de uma par- e sua mulhPr Oracilia Espindola Paim, era parte Integrante do ai ª d 8 qna não ceria pecuó.riu, cun istente ell 30-' vacas gravado a propriedade' foi realizaca a misso sim Ci!ssionário d lega O cowpr~- senélo credor Ehsbério de Souza Barbo- tra smi:são d. s 2.000 h ct ' e e e no máxi I S 8 - e ares em rome mo poderia figurar Cú ri· . - sa e devedor Arlinrio Correa kueoo, gra- de Paulo traucb Filho, ou me ma data passivo, po;ito atinai-lo mo I isconsórc10 vando o imóvel (L. 76, fls. 117/11 , 20. 10. 13 de outubro de 1970, (comprovaçilc a- causa. mas irreleék,, reultado da 1967- 011rtório/ do 5° oficio, da Comarca nexa), e ne dia imediato. J4 de outubro de nu lide uma vez vi e ª sua. JD!e~rJçao de U. Grande), e dê bito oriundo de uma 1970, r, ito o tê,·mo de transferência do tvéi "resoluto ia";]}e o ricipi tmu parceria/ pecuária, consistente em 1.500 contrato de compra e venda. isto é ces- accipiens" essa r :~is, res_olv1tur rns vacas seudo credor Arlindo Correu Bue- são dos dire:tos à escrituração, referen seu direito à 0 ~ 1 ªd e, nao atinge no e devedores Paulo trauch Filho, Mo- t• ao compromisso de Moreno Paim e ou e n r 1 açao . e lorupletação l'l:loo l'aim e sua mulher Oracilia Espio- sua mulher inclu,iv(I vendo-6e o reconhe q u e c I m e n t o sem dola Paim gravando o imóvel (Lu. cimento de firma na mesma data, pelo -'il, fls. v;I0. 0o.12.196 ), 2.3Poisbem,co- cartóno de nhecendo exatamente a situação da do- Pureoavai. 2.8. ain,ln mais, no dia 20 de cumentação dl) imóvel e entrando· em outubro de 1972, conforme também com- il Padre fs • .. nhóis confr t1 e mu ·s Continua repercutindo in, tensamente na E-punha o lan. uento do livro leria do silencio no hile a ,P. prorlam a verdade iteiri publicado pela Soredde Cai tural Covalonga, a deção e-· l ,.,11h11lri .tu "h,·•l••rlla. d11. ·no já e encontra golada, A iniciativa da Socirdde Cu!. tural Coadonga viu-e favo recida por uma Declaracão de apoio ao livro e a ua 'Adli:a lntrudutóri.,••, Fllh-crilll JHIC 1. 06l padres do clero secular e religioso daquele país ibérico, E. declaração foi estampada no ~Ali(;'', print·ip.,i jornal de Madrid. e por importante diários de varias pra1pa cidade» espanholas; larcelo 11a 'nlência, S.-, ilha, Bilbao• Gra11n1la, Cbnlolaa .'tltilu::a, S., lamanca, Plomplono, Zara~o7J, J..1 Curuna, :innt·,n der, Valladolil Oviedo, Cadi z, an chatian L'rida, Vigo' Badajoz. H'alma dr :Ldlorcu. (ABDI) [lmericanos fyem de Megalóp##is la Caiiforr.ia ( , fomosa rnelrópul,· SJo Francisco, Califórnia, e+tá per dedo ua classe média. O D,· paramento de Saúde da cidad re ou <JUt' entre 1970 e 197., n l'opuluçilo de SJo Fran cisco continuou decresceuao, com um êxodo calruln,lo em 61.000 !iauitante•. A cla«e IIIC dia da cidade a e·IÚ JU"nt!onar. do por causa da deterioração do sistema escolar. alto fíidi cc de crirninalidad~ aumento de impo-to, ,oure o proprie dade. IABDI) (Continua) Aborto obriga Médicc .1bando - nar a Inglaterrc: O prof. li. V alley. méclico católico inglês, declarou qu: foi forçado a abandonar o CrJ Bretanha por não pcder ali e tercer ua profissão com p'eni liberdade de con-ciêll .:ia. _Q_uando ele afinnou aos co mtes universitários das Facul dade$ de IJeG'cin~ e no Departn mento de aúde e egurnnçu ocial que não podia pratica: abortos, devido a uma quetão de consciência. foi,lhe WI'> que não havia lugar pOl'll el, exercer a medicina dentro d , Serviço !lc1onml de Sa(íd órgão estatal ingles (ABL'' L "Uma Firma Que Ajuda Crescemos de mãos dadas Avenida Teodoro Sativa Construir a Nova com AGRICULTOR ) ~1 ( 1 te. ) p t ça r r· Po (i çaJ ti d.à, te c ree; tre tnt de Y, De Perto da Ponte Internacional Bela Vista·· e o Povo BelavistF:nse ±la 9314 la VI! 1 • Mt. Tribuna J11 Fronti:>íra República Beia Vista E .Mato Cartório ,1o o do e (C o n t n i u a e; à o) 1.o Ütir:io ro-,Ha, ainda potque, entá dito nn respei- tr na questão agitada, sua mais crista- 11ivol eonleuça judiciária onYocuda qu•': li11:.1 aµlicação, posto encontrar-se o rnpli "Heoumiudo onteudo que upena'l houve c,tnle na hituaçlio da p~s~oa arflljada pa prejulzos palrlrnonials para u autorn, nt,o r.1 fom do mundo ideal do direltn espo [ícaudo provado uos nulos que Wuldeurnr lindo e c,tlcado aos pt>s aiuda que sus J,ebc•1lo11co oft'luou c111 sou nome o paga- tentando àl:! mãos a prova do que é seu ruento da hlpotou11 pura Arlindo Corrêa ,1.::i. O PmlnPnte ,, preclaro jurista pátrio )luono e El1Hbér10 l!at·bosa, fultundo aqui J~ulor D!us rh:liua em sua obra "Da Rr', que~tão de alta lndag-uçüo compl'Obató1·ia. ponsabUldurle Civil" vol II, pág. 8-U. que uão dl:icullda no presente feílo. (Senlcn, tem dlrellu ele pedir repartição toda pes. ça •· fh; 307). 3.2 Então, o clocumenlo d<• HOu que rtrmonslre um prejulzo e sua ln- 11ultaçúo (Escritura Públlcn. fls 141) em justiça. O quando dos sujeitos ativos da que apurnce Al'llndo Col'l'êa Bueno e sua reparação de'H atender a esse principio mulher como purcelrrJ pensador e criador tio amp!u slgnlficaçitc. 4.4. Quanto ao en de Waldemur LebPclenco pagando com rlqueclmouto lllcll.ü. é elo a lucupletaçfio gado da marca "W" inclusive em virtu- por parle de alguém com o empobreci do da rosponsab!l1clude 1rn~umlrla por eR- rr.t>nto de ouu·em tendo como requisitos te, por oult·u Escritura Púullca (Livro 51. a ftllta de justa causa para aquele enr! ns. 61i e vert-:o do 1º Ofício ua Comarca quoclmento; o ato empregado a l"im de de ParanavuC, parece ter passado desper- obter contra a moral a oportunidade de oebido, d.v, pela respeitável sentença e o lucros ou vantagens conseguidos 11m dt' acórdão proferido, est11ndo no mundo do trlmento de lerr.eiro. 4.5. E óbvic que proces'<o, nfio fora dele. a;1sl;n r.omo a co,.n a anulação do referido compromisso Eicrilura de quitação feita por Arlindo de compra e vendo, lendo pretendido in Cprrea Bueno e l:!Ull mulher, 1.500 vacas clusive, despojar o suplicante de seu dl devidas pelos suplicados e Paulo Strauch reito, os suplicados viro m retornar parna FIiho lavrado e ussln'lda no mesmo Livro II patrimonio comum do casal, o imóvel (61) na folha anteriúr (55) do mesmo Cor- transmitido e, com Isso, parte do preço tório no mesmo dia, constando a presen- que deverium pagar para adquiri-lo desem- • ça de Vnl<lemnr Lebedeaco. uo ato. 3.3. bolsado pelo suplicante, com as qu!taçõi>s Daquele compromisso, até dolo vislum- das hipotecas que grii.vavum o imóvel. um brou-se por parte d<:l Paulo Strauch Fllbo dos efeitos do nulidade, reconhecido re quando pelo contrnto reconhrce que os mnnsosamenle • pela doulrln11 e o direito rnplicados só eram rnspoasáveis por 250 pretoriano. é o restituição Je slato que l vacus, enquanto nu Escritura de hipoteca unte as pnrtes e como coo agraçü(l des i responsub!lidadc> era pelo menos de 750 se principio, tem direito iacoatestâ vel o vncai;. posto i;er comum a divido e ela- suplicante do que é seu 5. CO TCLU ÃO. men ao céus o compromisso que diz ser 5.1. por essus razões e com fundamento quitado, na realidade não é de quitação nos arts. 1.51 e eguiales do Cod. Civil, nenhuma. em virtude da cláusula expressa propõ<:l o suplicante a presentt1 ação de (G) de i;er até a própria posse a titulo pre· locupletaçüo ou enriquecimento ilícito. cârlo enquanto nüo fosse recebida a úl- cumulada com perdas e dano&, para rea lltna nota promisfória dada em pagumen- ver o que pagou como parte do preço da lo, daí até porque o suplicante não exi-, aquisição do imóvel denominado Fnzea giu a Escritura definitiva dos suplicadoi;, du Agut1. Azul, pelo~ suplicados. consi~ por exl tir umu lmbeditíva desobrigando- tente nas 400 (quatrocentas) !!abecas de os enquanto não fosse liquidado o últi- ado (vacas), ou seu equivalente em cti mo úetil 3.4 .. . verdade é que só após aneiro da época da restituição, bem co- l 1Ioreao Paim ter colocado em cobrança mo as perdas e danos causados e tes coo os titulos e des erem dtivolvidos com istentes aos lucros cessmites e danos lllenção de falência de um dos emiten- emPrgentes que re 11lt'lram da perda· 5.2. les é que então resuitou na alegação Requerem per isso, a citaçáo dos supli õU tentada na açilu, quando não valia c:.1dos na Fazenda Agua Azul, neste mu- por quitação os tltulos, enquanto no efe- nicipio, para respoaderPm 110s termo da tivumeate liquidurlcs e a própria defini- demande. contestrrndo querendo e afinal ção d,, negócio guarda es a garantia ex- condenados nos lermos do pedido, custas Pressa no compromisso ronf.1rme está processuais e hoo orários incidentes em lntame'.Jte comprovado na demanàa aliás '2.0% sJbre o valor da execução apurada. Por provas junmdns pela prrmovente 5.3. Protesta-se por _todo genero _de pro lêxlbiçúu dos litulos colocados em cobrun- vas t-m direto adm1hdos, especialmente Ça). , 6 isso demonstra qual rude e drás-I juntada de documentos, testemunhas, etc. l ticu d.v. foi respeitável sentença. 4. Do bem como a oitivu de testemunhas atra- direito do Suplicante à Ação de Loctiple- vés Je Carta Precatória, nos termos do Dr. VALTER JOSÉ RODIG tação ou enriqutlcimento ilícito cumulada artg. 33 . do C.P.C. Oá-se à presente para TRERA Juiz de Direito. com perdas t: danc.s 4.1. Aquele que me os efeit7s fü·ca!s o valor de C~S 100.000,00 tecu•a a proteção dus leis, coloca-me en- (cem mil cruzeiros). P. deferimento Bela te os selvagens do deserto e põe-me nas Vi_ t~. 13 de _ Julho de 1976 (as) !!!aos, clnva que servirá para me Cir10 Falcuo-- adv. 607 (lll) e 'etender (A luta pelo DirPito -· R u d_o f Carlos Edy Sá Medeiros - adv. 616 (MT) o» Jhering) 4. 2. A exortação proferida DESPACHO DE FLS. 02. DR.A. citem-se ~ OeJo mais genial e lúcido jurista, encon- 1 os réus. Bela Vista, 13/07/16 (h) Dr. Val- . ES CON- te!' José lloilrigur, Cnt:er. CE«T1 ÃO DE FL,. 8:l. C'l-:titi<.:", 111·.n • .: • u ,prl· 1· mento ao m•111tl,1 !o 1·Ptr1J ,, . I ' ·! , vel 1u;sinatUl'd, lt•r-ml' dfri'~1 •> ,l • ( r• d•--. Fazendas Agu»_ Azu!, Ia·ui e ir" j ria, diligencatlo a procura do para!oro do Sr. Moreno Paim sendo ai informado [ que o ffi""JDI) l'UCO!l'l',l t•C' r sldind e n ·Ju I clmdm, Com,Hrn li<• DtHLJ ,11u.nc1, n:i l'a ! daria Paim, onde montra-" rssi'no ] com sua familia, confore infrtç: o h- , tida junto a [l: 1ão A lo. preposto de { Moreno Paim, na sede Fazenda rua [ Azul. O refrri,to e YCI';. ,1,, r d••(J f • !:,, ; l Vista. 16 de julho d 19ii {+) Mar1s { Eurlpccles ~raL1 1•rle • <ll"I ·i 11 rir ,Ju•llc;:1 1 Dl.'.:31'.C'IIO DE !;LS. 1 i:L Vi:-tu.➔, ctr:. Ci te-se o réu Moreuo Paim na fora :eque rida de IIs. 1t2 Int. DA« Vi-t, 1;G 7G ] (a) Dr, Vltor José I drizu s Co11lr<'!':l. ' CEFlTID,O /Jf· FLS: 1:1~. • :,•r<irir:-1 <JI•" ,.,,, Laudelino Soares Rocha Oleial de Jus tiç.a desta comarca, em cumprinnto uo respeitável malado retro. expedido pelo riDJ. Dr Juiz de Direito !na Coma:n de Dom ,quino - :lt.. ,p: Jiri.d•rn" ,10 mu nicípio de ·aciva e l esg:lo em .u cimeira ne padvin i'9im:, por vá'i:s v. zes a procura do Sr. Moreno D;+in .Ou cilda Espíndo:a Puir:1. o qu ·l pr, .. r; i•'.1 i não furarr: f-□ronlra,!n-. ,·ui "i. ior • ' s obtida·, de pes-oa, (!U'· lá. , !,Í 1 • ! •. PU • , endereço desst: c1rl1!1tiío é ig ,e r cio;• :-,o J sabido, este e o motivo d· que drixe: d· , citar, du pr, --.ent•· 111a"rlarl11. ,. r !·• i l,, ;, l verdade e !ou fé. Don Aqui1o 0!0 76. O Oficial de Justiça () ilegivel DESA- I CHO DE FLS. 139 Vistos, etc ..• s ll'l"'llf')" i da certidão de fls, 138 cite-se o réu Mo- I reno P11im a•.ravb d 0 Editnl com o 'll"'! zo de 20(vinte) rl1 ;:_ B. 'i ta 03.02-77 (a) Dr. Valter José Iodrigues Cntrera. F: tando o réu :lorPno I aim em ,ug , .. iP· certo e nilu sahido, fúf Jdermin,H!:i ,! ex pedição do prei-enlP Edital, com prazo <! • vinte dias, pelo qual fie± citado o «f ri do rf!u, para conLPstur a ução, querendo. sob pena de revelia. i"il11 !'edo co:lle!'tn da li pre ente açilo no praz"" :IP ,it1'.c li as, se r,resumirão como v:•r~:Hl!'i:·r s ,,,; 1 fatos articulados pc•lo autor. E-:te Pdit--I ; ~Prá publicado e 11fixe.do ª"" forma ela 1, i. Dado e passado nesta c1<.1ac1e f' 1...:owarc:i de Bela Vista Estado de Mato Grosso. hc.JS quatro dias do mês de fevereir0 do uno de mil novecentos e setenta e sete. Eu (PEDRO VERGILIO DA SILV,), E~cl't-Yen- te juramenta do. o datilografei t• as,ino. O [):. 'nlkr ,Joi,;t Rod ' .11·'!l l nt. ,-11.. j111z ,1 • l) •· ,t l !1 l'O"!l 11"1'!1 fl<' H;la Vi-ta Estado de ''· .! l l''• • ..,. , llH 1,11 ITlil dn lei, e°, I-' z, bysr a (ol s !!li :11· ,, n:,•wut-• 1. li ,·.i l , 1 ou i!t•lc l'<lilil,•· l'Í' 1 • ,1 tivre (]llC, Ili! : , '11· t,· juiz·,, 110 E lí fie'» 'o Fotum e na a la ls Audi@teias, no di qui as {10) de bril de 197/, is novo (0)) hrs o pte rs d s Auditório. !o.to IHlari» Perenta, le rn ,l a pmncir,1 pra~·a c,i,; t: .. í , 1 1,•11ho1·.1do:-1 nn E . '! :::ir> q•H· !aunel Ro tz Miranda move l·')lltl'a ,rda lor• ira )!1- ; 11,i .. rn f :.l111lfe por este Jizo o (Cartório de Segundo Gil», e para t 1· ru·•I •'e· !Unrla Prac,1 design1o o diz v!te e cin r·o ('~.í) cl,• abiil c!c UJ77 1o :0e,r horário e lo- ' , :,!, p1 : os suntes be- n1, enho a!s de pro p:·i, d.trJp de rtw<iido Rn ·!r;: s do 'janda, ma . í ·, ria r•x,•cut:i da , yda 'lo;Pit"''. iiraw'a: • cln q•wnta e; ·lt,c; (::i:i) va- :J,; pr(,pr;a para repro lt,c::í0 :1! três (03) a ,,J ta (8 anos de idade, em 'om est 1o, que s en pr·n•1am Jrl poder rio BP nhor Atanasio de Mello. i:ob ront:rt!o, avaliadas <·m trinta f' oitr, mi ] e qt..i1di<•11t• ·: r:-uzei1·0 .. crS 38..00,00/, vulor {or quan te será levado a praça pa r2 sr·m arrematados pa ri! que'-, !Tiaior ofert,; o f r"cer ::cirn11 da avalia ;ão sendo feita a ven da a vista, u med ian le fia lor idôneo p<:-lo pra zo de !rês (3) dias. E ,pa ra qu· n!nguem alegue igr, •rãnch. mJ.ndei ex pe,,ir o prPs'·nt~ Edital c,u!-' ,;r:-rá pub!lc.:ado na Impren•-) Oficial do Es tado C' duns vezE>t, :::o Jornal desta cidade, na forwu da Lei. O que cumpi-a com inteira ob servâot:ia das prescri ções Ir gal,. Dado e pas· sado ne,;ta cidade de Dela 'i,t:J., fat:ido de lhto Gro•,o. ª"'' cJoi, dia, do· me, de março do ano de mil • no ,·cccntoE- e setenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes Escri• ,Eo <lo Sei!nndo Ofício. o da· tilografei e subscre,·o Dr. Valter Jo,é }(,,drigues Contrera - Juiz ele Direito 4 = ''Vendemos qualidade" t.lateriais de Construtão em Gerâl - Telhas Francesas, de. Alumin~o Amianto, Brasilit e Eternil, Tilolos, Manilhas,_ flrnle!~_s, conj~Q!a~ SJ1:!jriJs, conexões calvanizadas e plásticas, ferros, chapas, tmtas, vidros, arames, sal - ludo para sua constru~ao. vem1que os prem. VENDEMOS QUALIDADE . "A única que mantém um estoque 1 ~ a:: Cel. 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Por sua vez, o ,1 ornal dos Munlcipios Mtogrossenses, través do seu jovem Di retor Jornnlistn Ilélio Leite, ofereceu ao Dr. José Ferreira de freitas um lauto jantar na PEIXARIA FLUTUANTE na Ca pital do Estado, no dl,1 11 último, oportu nldade em qur.> inúm,•ras homenng,•ns [c., ram tributadas àquele alto uxiltur da a dministraeio José Gurciu Veto, destacun do-se a prestudn pelo J ornallsta Almerin do Costa, Assessor de Imprensa da Pre feitura :!unicipul de Várzea ürande que em nome do Jornal dos Municipios fêz uma magnifica sudação ao universariun te, s• guindo-Fe da apre~entaçüo de um número mu,icul por partEl do excelente valor e funcionó t"io público José Homero de Paiva que demonstrando extraordiná rios dotes artísticos prestou s:ia homena gem, seguiniu-se da declamação de uma poesia por parte do jornalista Waldemar Balock e mareou prena a apresentuçüo do GRUPO DE TEATRO EXPERIMENTAL DE CUIABÁ . Ao aeontecimento tistlvernm presen tes o rcpuswta11tc do Governador do Esta do Dr. J,,sé Curlo:; Avelino de Souza Viei ra, Chefe de Gabinete do Governa1lor, Se cret1rios Carlos Frederice Soares de Cam pos -- Da Viação e Obms Públicas do Es tudo, Dr. Antonio Alves Duarte, do Posto de Saúde, Chefe da Casa Militar do Governo Coronel Francisco Antunes da ONDA DE DEMISSÕES Horas depois de confidenciar a alguns ussPssores que já se prepura va para um retiro de carnaval em sua chácara na Cha• pada dos Guimarães, o gov1irrnndor José Grclu Neto. de llalo Grosso, foi surpre entlido por mais uma dns convulsões que vê, porseguindo snu administração. Na quarta feira passada, o presidente do di retório regior:al do llDB, José Aníbal Bou- 1 et, revelou que o ndvogu<lo Luiz Garcia, ex-governador de erglpe e Irmão de Garcia Neto. recebe 25.000 cruzeiros por mês como procurador do Estado junto ao Supremo Tribunal Federal-''embora em dois doos niio tenha defendido causa al guma", amsa•,111 Bouret. No dia seguin te, quando o Palácio dos Paiaguás ensa iava a resposta à denúncia emedebista, espocou em Cuiabú a demissão coletiva da diretoria da Companhia de Desenvol vimento Agrícola do Estado (Codeagri). Os motivos alegados pelos demissio nários foram "os desmandos e a prepo tência de Armando Borges"•- Diretor ad ministrativo da empresa e cunhado do go vernador. Imediatamente, Garcia Neto não só aceitou a demissil.u coletiva como tam bém exonerou eu próprio cunhado, de cisõe8 que acabaram melindrando o Se cretário da Agricultura, Edmundo da Si!-' va Taques, de quem todos os demissioná rios eram subordinados. a sexta-feira. foi a vez de Taques demitir-se em cará ter irrevogável, gesto solidariamente Imi tado por treze auxiliares diretos. No fi nal da semana, algo atarantado pelas sucessivas deieeções, o gov1:1rnador ~e re cusou a receber o correspondente de VE J A em Cuiabá, Oscar Ramos Gaspar. "Ele está sem tempo e sem condiçõei, emocio nais para receber jornali!;tus", justificou seu assessor de imprensa. De todo modo, Garcia Neto promete dedicar os feriados carnavalescos à restauração de sua mu tilada equipe administrativa. 19. 02: 77 (SúlJado)-- [,'oram detirlos o re colhíctos à Çndclu Pública o quarteto Ra tão Colhares, Marciano Martines, 'Tuba de Oliveira e Arnaldo Vuldez. por esta· rem embriagados e provocarem desordens no curnuvat ou pista do Ingrácio. Passa ram o carnaval nu cubículo. BEBml FlT'J.IP.r1LDI •• O individuo de no m 6 Pedro Ajala Paz, r.nlur:il de Aqul dnunnn, resolvru curtir '> carnaval à mo da Fittlpaldl. Embriagou-se e saiu pelas ruas da Princesa do Ara fazendo cavalo de pau. Foi dedado por telefone e imedia tamente foi recolhido ao paraíso dos ino, eentes, passando o carnaval fechado. MOTOQUEIROS F!TIJPALDI-- Pagaram caro o seu de11rei:pelto ao sossêgo públl co. Burlaram a vlgilO.ncla da patrulha, po rém reeeberam o castigo Divino. Foram parar no hospital com várias escoriações generalizadas, os motócl!.s Ricardo Bran dão e seu amigo Belo de tal, que prati cavam altas velocidades e altíssimas uce lerndas na motóca pelas ruas de nossa cily. Passaram o carnaval diferentes. (Hos {Jltalizados). 20. 02. 77 (Domingo) - BEBUM MA<-:HÃO --0 Indivíduo de nome Clodoaldo Gomes vulgarmente conhecido pela alcunha de "Mineiro', após encher a cara, reROlveu espancar 6Ua companheira. que apesar do estr às vésperas ae receber a visito. da cegonha, não escapou de uma tremenda surra. O telefone tocou e o Delegado par tiu incontinenti para o local e recolheu o machão à delegacia, encaminhando n. mulher ao hospital para os devidos fins. O bebum? - passou o <:arnaval no paraí so dos inocentes. 25. 02. 77 (6 FEIRA)- Foram detidos e recolhidos à Delegacia de Policia Civil os indivíduos de nome Celestino Villlba e Severiano Cardoso, por se encontrarem sem documentos. Na Delegacia, alegaram se'. trabalhadores da Faz. Caracol, pro priedade do Sr. Antonio Maria Nunes Rondou, sendo confirmado pelo Sr. Luiz Fernando Nunes Rondon, que atendendo soh.aça,, do Sr. D_elegado, compareceu à Delegacia para 1dentüícá-Ios e levá-los a Fazenda. NOTA: -- A Segurança Pública está de olho na CITY. CM P (ontrn N H! Tóxicos , Ae«ente· a polsn h Aleanh Ocidental construi. rara desbaratar poderosa tele le traficaute de entorpren. tres. Doze destacadas fgurs .. lo entrobando inter vonal de tóxicos pudera er apt rados, depois de ua ht«: que durou munis de Il me.e. ó Número da Impl/ado sob4 c t0, redes igualmente detidos. O contrabandistas coneturan. despachar do I'ai140 par Europa e Ca.,adá cad' II toueladas tóxicos, tos u'i. mos cinco ano, a mato pal te em latas com rótulos d produtos em conserva. (BIM, Utilidade Geral Renovação de Inscrições A Secretaria da Fa• zendu baixo portaria circular delflrmlnund•• que os pecuaristas sujei tos à inscrição na Faz·n da Estadual providenciem a renovaçilo até 31 de março. Bom Domingo para oce Dc,put.ado GaHão .lluller. Bom Domingo para Voce", por ler defendido pela impren sa õ,· Brasílio no último <li., 29 de Janeiro, o reurgi.e nto de alguns antigos partido, políticos. ·'Bom Domingo para oce', por se lembrar de defende as tendências ideológicas co agrada no mundo irteiro e que nqui se acham cauflad , nas sublegendas dos atuai partidos, pcrque ideal nã<- c coisa que se desfaz como »e apagase o giz do quadro-ne. gro; ideal é coisa do íntim,, de cada um e está lnteott' em todas as classes, cja ela de caréter religioso, comecinl, esportivo ou político. Documento perdido Mlgut!l Cuanc!ú Declara que extravin·? sua Carteira de .Moto1 i!i - ta expedida em Bela is. ta. Esta Publicacão se faz para obtenção da 2 Via 06-03-77 s 1 Ele{zo-Domésticos e Geral - Facilidades de Pagamento - ohao ' Casa espuma, Ale divino Integrado sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva) (Algodão, MóveiP: Onde Rua 7 de Setembro, 140 Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. Ponta Porã Mato Grosso j l l Ai Vta - Mt. ,,.-- ---------- -- Trllinr.: d· Fro1tefr 1 J e TO • • j ,1 ~-·· __: -./ LJ Hó. maio do 16 ,;ao:; l<1lmc.in:os raiares e implnmc.ntos aarícol s no Brasil e desde entao, r.%iL d , metude dos agricultores brasil iro estão do no::so lado. Isto graças oo esforço q110 lemos lello para proporcionar segurança aos quo investem na compra do nossos produtos. T, mo_; a maior linha do te 1lore:; agrícolas pata que você tenha a m íq:Jlfl<! C.dta J),H..; qt:,.!CjUCr l,11c:L1 ou t,1m ,nho d,. prcpdcdado, 'º ?.60 """ nd:i, ('m ledo o Branü, sernpn! porto de vocl•, com n1ec:inico_; treinados na própr111 l.1brica e . um completo r <•claque de peços do t essas. ["ygG YJ I P.'6. in(un,,rns outras razõc~ para você ficar do nosso lado e conünuur ganhar.do me:mo na hora do troca, pois cs tratcre3 Ma::~cy Fergu.;on ~.10 os quo olcançom o maior valor de revendcl. Fique Gcmprn do lado e, do mais forte. 'tql _,~ @@__ . -.-----------' s+ 3%.% ijjM íl r? ffilíl fill s.U 1 Rua Teodoro Sativa s/n • Matriz: Rua Marncha~ florlm!J, Bela Vista Mato Grosso Ponta Porã Mt -----::::::::::::::::::::::::::::_-_:_-_-_-.:=======================--- - -_ -_ -_ -..=-:.-:.-:..-:..-:.- _- _- _- _- _- _-_- _- _- _- _- _- _- _- _- _- _- ~ 00 m1 00 ~,~ IBHill till Tííl : .J de Esmilda Proença (Didi) Artigos finos paro Senhoras e Senhoritas, Bolsas 9 As últimos novidades d a moda brasileira. Compra diretamente .das Fábricas das famosas marr:as: Gledson, Cori~ 80yard, Deblu. e harm Boutique u~a Pa!avri ha sernpre em moda. Rua Antonio João 256 (em frente ao prédio Banco Itaú) - Bel Vista _ lato Grosso Sementes Se $: s/ IUJ C"l f .'.3:'r 3 ~ n ..... 1r·{ i. ::, ºª· 1 ,, e r r i Li ..,..J u ~- s as. ST TJ GROSSO Tribuna da f rm te ira "Liberdade e0m 1 (0 V li I V• .~t'I'. . ,,,.ir,-, - J ] Ano -- <· ,1 1•lc1 - " ----------------~-·---..... ~ ENFOQ E( SOCIED Ainda Carnaval. . A 101ds follona do C11r11f1 no G.P.ll. (l.o l11gu1·) tff!a. Ueairlz Plnbciro. Fez J:.1s no ltluln, pois -;umbou pd1 valer. Acom: pu nhou-u quarH, o t.umpo todo, seu pal sr. João. E ioso uí... o 1wgóclo é sumbur. A V. , E J E , • DES'l'AQUEl Eufóricos r,urllndo o bom curnavnl<'s co: 11.osevell - Iruui, Miguel - lfolt Maria, Scl>u~liúo Zucnrlns - Alrxundrn, Ern~rno Humonu, Decu - Mnrluzlnbu, Antero· Z!li. ENGRAÇADOS ... O cusal de palh11ços que brincaram nté o sol Vnner e EteUm ralar ... NA FESTA Do Rei Momo, trajadns de lindas Ciga nas as Srlas. Eliza Maria f' Mariza Olivei ra que 1111mbou bastante eom seu Iovo ''Coruja" O Bloco dos Grandalhões ohumou atonçilo, é claro, pelo tamanho dos componentes: Belo e Marco Ronchlo, Sebnsti!ío Zacarias Filho e outros lam bem "pequeninos" COLA RORARA:M Ch>11mndo os blocos e os premiados npresentdnclo-os no público a Srtn. Gilca Liuo e Adão Carlos «08$9%53 ( l,quipe 11.1 l'arf, 1ui., ::, 1111<1 /(,,·, •· ,,,._ ild 1 -t•J e Teus. Cri@o fone dr« da inibas ami+ nhà ou bater a ·ua porta hujr a nutre. ·na 1u oe o reunhe«riu! fano aput vria, vonu, lru ileiro do srl K..t tumors as vou, ra o taque! ±a:. Afinal «de contas, ele vera verad iro ele real nw,11c t•J;.:i-tl11. J-111 'ur-r clí1,·r q11e !11•<1,11 t a11u-. quilos r gramas mediu tantos metros qtnto ,·e-nlÍnit•lr,>•, ra wcot,velado prlas turbas, chega4 ,odfl t•1J1p,.wir.uJo ,hi ,Ja~r•11 ... (· r-f• t1n•,1J t·ntn •Jllt" tinha que parar «e de«nf ar perto do poo r 'amaria, Quer dizer, que ele tinha um curar4o qv ,:dpÍIUU COfll 11-- Jllt' .. mas lgri .. (' U Jl1("1õ;Jll·1J"' 11111• >Ít'Úl·~ qtw nf, .. 1.lf" !!,••l:t,.1 cotu 11a·do,: Jll('lllH fru.:. trarões igual a nós. - : {~ ,..6 uu, nride111t-· d...1. lti-t6ri1, que., fJ('t" l' l"ll não fomos colegas dele quando ra menino ri a zaré. Hem poder ter ·urgido em 1977 em no+·a idade em vez de na pequena cidade israelerse uns 1900 anos ui r{i,, )!(, 1 1111i1as ohrn• <l,• :irle ('() •1ue rr,,lnu,n• te Mh· fazem um injn-tia. Muita- pinturas e - culturas 0 representam como delicado jove t)o' impulsos mais agressivos eriam de toar « cale ('li"' dt· rrinr.t;a~ o·..t HJt1tlnr ,e1l11nho ... Uffrlf•-'•ar h rua. Em outras representações ele aprece como homem das Dores, Percebe--c qun-e s lágrima no- olhos e sentir um nó na garganta ao falar, l i:t·a quat1ro!I nàn tt•tn 11ndu J. ver t·urn a npun·n~·1a do Jesus qur conhecemos dos Evangelhos. ào FCÍ dt• outra roie;a nrni11 importnntt- Jrnra _no .. ,.a , l· tla c,piritual do que conhecer o verdadeiro Jesus. Se ele fosse npnrt·cer em Bela 1-tn h1,Jc, imagino que Jesus teria uproxinwdarncntc l ,11 t' llS cm do c,tomrn. Se damos crédito no sud:írio de Turim ele <leve ter sohre•~nlilo acima <la moí<> ria dos homens de eu tempo. us olhos acharia umu profundidu,le qua•c <los oceanos. '.hnal, não foi a mente atrás desses olhos que primeiro concebeu e criou os próprios oceanos? o scu ro,to 'Crin no bronzeados fci,õe• h~ru-111odcla<las de um nristocra<a o <lact'nden<r da linlm n·nl dr Da'Í: de o rd dos reis, o crindor ,los reis. No 8('U ro..,to tambccn cncontrnrin ns linhmt durar ru• des, limpas de 11111 trabalhador, o curpi.ilciro, é o !ilho tlc um cnrpimciro. Sun ,·oz scriu r ic a , fi0nora e mu!--lcal co1uo un1 rouxinol, Íílo profunda. e ressonante qual urna calnraln. _.final 1odn mclo<l1n trep11lanto, e pene trnnte cn<la som arrudo grave, cada suFaurrinho é nada em comparação à beleza daquela voz. Sua pele seria bronzeado pela cxposuro comtante no E-oi n chuvn e no ,·ento. t1r1q müos serinn1 cult"" .. jada de usar as ferramentas de carpin<ciro todos o, dias por 20 nnoF. hso. cu acho. seria umi1 representação jmtas de Cristo como apareceria como cidadão mo demo hoje. Porqoc nüo fechar os olhos de 'CZ em quando e refrescar a alma con1 a visão daque las feições'/ Aprenda reconhecer catln sombra de exprcseão como aparece no rosto dele. ENLACE Dia :/6 pp. uuirnm-se pelos laços ma trimoniois: lber e wami. A Igreja Matriz de Santo Afonso, decorada em branco e rosa, recebe wami que trujava lindo ves tido de noiva nns cores lambem rosa. b branco, e nu mão uma rosa vermelba.~ lber trnjavu terno claro. E foi assim, pe raute grande n de convidado11 que disse ram o tradiclounl •·si01" Ao meio dia houve suculento churrasco na Fazenda em Caracol, e- a uoile, após a cerimonia. um coquotel no Club::i em A ,tonio João. .NIVERSARI.NTES DO MES 03 - Maria da Graça S. da Costa Mar ques. 10--Luciane F. da Costa Marque!', (1º a11i11ho) IMfDRMIE 02.03.77 - Foi detido para averiguações, o indiví:iuo de nome Nilsou ·Meireles, em preg do do P'lsto Rio Apa. 02.0:1,77 - fü•mldo Chaves, bebum, h, vando uma vidu ociosa, reoolveu provo cm· atritos num bar, porém um inforrnun- 11~ ua0nlmo telefonou e saiu uma patru lila comaucludu pelo Delegado que logo eucontri>u•o, eonduzlndo•o para o paraiso dos lnoccnteg, que upóg i:nrar do pilequt>, teve que roçar o pátio lnteruo da cadeia. 03.03.77 - Ros,dino Vargus- Residente no B .. irro do Nunca-Te-Vi, o.ndou uprontan do uma de suas costumeiras ações. En cher a cura e provocar os outros. Foi de dado e o Delegado maudou uma escolta uté o Bairro rt>co!heudo o bebum para o xadri>z para descantio semanal. 03.03.77 - O Indivíduo de norue Sebas tião ifonteiro de Souza, foi detido para Uns de aver:guações e esclarecimento. seudo solto tão logo ficou esclareridas as coisas que pescvnm sobre 8uu pessna. Sebastião é o populariseimo Cambarala maia. O iuvestigador CJrvalh".l foi o respousáVl!l pela dellgêociu. José Loureiro • Delegado saro apossados na pró"7' . j ,.. j 7, os nuas eCT • unt ' ll 1 ,1, (1 - • • ' •r-111·1 .. 'll , ' . - C· , •t· TIO (e l • .. • rios de Iud! 'r. ""@+n Nação IJ lfjl11iuc· d1 i•~:,cuu,.,.. •'. aId Ui !}, q, , Civil Archime- T'+dano e Chefe da ,4a.aram ('t)ll'ilt' de !1t·r .. ira Lnn,, c,u(' ll •' 1 '' • • , ir 'Íll 6ice+si ioruís@o neto a ser";;;;' • ,to , okoí•!;!Ú" d(• Jl ' ·(' • • 1 • I . 1 , • w,A , (' t,:f.'f:t pr"· correr no Palácio +li!4as ,J 0 si<lir!" p,•l·> Governa@r 4o ,""3G- L'ec.1•nLliio de l íl d u !' l r 1 ,l, .o " ' , J !'' l niuc vcrn Cl·o c Turiflrno. Jl.in '· 1 ·'. ' ,. : g7a eh fia da Cusa t·XPrcrudo dc~ut• , :.i ' • ' ·• 1 Civil do íloveruo E•,t;,du1:l, é n<l'O~.ir o fl industria!, tendo sido 'er,•acJor cm 'Í'erouo .. em (.,,1111po !;r,llld(' duru.n~e 1,rc. leslaturas e presidente da Camar inicipal, alem de Presidente do D!re tó1io uniripal da Arena em Campo ir de. Secretrio de gru!urna. açao 'T d:.tuo 'em t:Xt.:'rc.•ndo a 1u11çao de S~c1 e• t(u lo' de Indústria. C,rn1(•rcio e Turismo tlesúe !!J7i", ,,. r ecentem,•ri!d, cuo:i.ulnt1vu 111eute com a d - .~dt11lturn. E _cng-e nlwlro agrô11or110 e inid ,u suas ativida de;; nu vida pública c·r mo extemnont .t~ lnci;l da ,e 1rmat em Uourndos, em HlGü, tendo sido post riormente chefe de ,:a b!nete du :::ilcrdaria dl• rgrlcultura, pre slúeote da Jr;soc!ução de Agrônomos de Mato Grog;;o. coasellll'iro representante de ~!ato G;·0ti>O juuto ao C0uselho De liberutivo da f-udam e da Sudeco, i:;ecre t:írio de Agricultura, deputado t>staclunl e Lo suplente à Câ!!Jdfa Frderal por Mato Grosso na atnal legislatura. O no vo cbefe da Casa Cívil, Archímedei, Pe reira Llmu, tem uma longa passagEm pela udministraçúo pública e privada em [ID[ Que tipo de pessoa seria? Qu,· seria sun primcirn imprcssilo se o encontrasse na rua! nbc como classificamo.3 nossos amigos. Pois hem. Se tiver uma lista de Chn'ldadoe para uma ÍC!tn, ,·ocê dirá tl uma amiga: "Qae tal con vidar Kntia?" Ela responde ''lei:ul, ela é bacana mesmo.'' E "Ilnroldo?~ "De jeito alg:um, de é n morte de qualqacr fesla". Conscientem~nte o u i n e o n s e i e n t e m e n t e n ós classificamos todos os nosso• conheridos. Alem disso temos impref:sôes concrct11~ e nLsoluta~ deles Existem dois pro'érbios quo, no• aj,1dam nvn]inr os amigos: "Aves do me::mo tipo, FC ajun t;,m'• ~ º Diga-me qut:m são seus nrn igoa e eu lhe direi que tipo de pessoa você é"'. Em ,;st.a disso, com que tipo de pessoa sf!rin nsflocin<lo o Cristo se estivesse eru nosEa ci da.de'! Encontraria nas cns-as dos rico/! Encontra riu no.3 contlominio~ <la classe média ou nas fave• In.s dos pobres'! Encontraria convers.an<lo coai n.s datilogmfas ou balconista nas lojas? E•tnria nos su permercado,;, nos shoppin~ center '! Ele iriu ao cinema. ou entrt! os ntorce e atrizes nos teatros'! Tenho certeza que Cri:,to cs1arin cm todos esses lugares. e Cristo escolhesse seus compnnheiro• co 1110 o fez c1n Israel,. cu acho que cncontra.rin en tre os motoristas de cn1nluh:lo. lu, rndnrc:,. c.:.tiva dores. Ele gostava dos que trubalhnrnm com u; suas müos, com as mangas arregaçadas. E tinlia. algo em Cristo que nLrniu_ hon1cns dt:stc tipa. Dois de seus discípulos chamavam "os filho; do trovo". Sul era c:>nhccitlo como o ho mem sem medo ele Tarso. Pedro, o lida deles tu• dos, era mais pronto cou1 scu.s punhoi, ou c-on1 uma c::-pndn <lo ouc com uma oração ou um <fll.i l'.to b:itt:-·p:1r,r,. ~ruclo isto indica que :-e fo,.re e::rn lher hoje em dia, iria para os cui:; e.lo porto e diri.l a um marinheiro ou um eFtivarlor; Você ai, Yt.·nhri co migo" ou ele certo iria !Í [úbrica de aço e di ria a utn bruto dv homoau: ,..Sc:;:ue-r.uc~~ E.;-tc:;. ~cru umu pobvr.1,· d(•ixarint.n tudo n i-:oa palavra, suas ferramenta-, suas familias, seu lares para acom. p:1.nh:i~lo • L"'ll era sua atracão. Como en1 Pa.l,· .. ti na, eus discípulos serÜLnÍ hcn, fortes.. m;: -culo ose calejados. Tem que concordar t.JUC s6 o uia.. is maclino dos homens atrairia homens as-sim a primeira vu•tn. f,tf l G, ,; o. Fo! ro •). teu t,o Í:l lit.i ,: • o . 1 (l t ! t ' . 1,: ui' ?-•1>1' ' ui,, !t't de estabeleeientos da ensino, diretor a im. prensa Oteil do D+par. tamento Estadui de Iu. prensa e Propa4tia, 1.ih, 1li[ío em Cotrb , Secretario de .deu 'A, ta nos estudos de Gla e Mato Grosso, presida, tr cJa Funr!açilo ll1n,ll CentrI, além de 111111t1C' rcs ntivldadeR nn óre:1 de imprensa privada ln clu!ndo a Yundaçan e d1- reçi'io de dívcnwi,; jo(·.nr• is no fü;tndo, d OH (Jlllll-i 1> "D!ár'o de Mato Grosso. Mármore: Outra Riqueza Que Grosso ?ossui l . ,, . J:?aí, _nüo devemos ser surpreendidos ue um a.,. pnme1ros nlos de Cruto foi um "C•lo ~ culiuid:i<le. O templo de Jerossie» d + ,[7 • O . . - me ia ee- tarc, em area. _pátio do templo estava lotad de comerciantes Cristo entrou í-6:z:inho no a • 0 armado com açoite feno de cordn' U lbp tio, d 1 •· mo·uro oru o.que 4 oz e pânko tomou conta dos - merciantes. Ninguem o apôs, ninguemn q; com eh-. Abaudonnr.nn seu p5tio r •e dº l lC~lrn •un )' b u Inheiro ganias 2tunas mesas e bancas . TudG . • : mm dinmc da ira dele Ele nºio f • d fugi N f . . • • o, na a rnan umu ura~;;a ira, expul,;;ou n-. o,·c:lb::u, . b .• !i~ com o açoite. Derrubou suas mesa cai,rito- drnhciro no chão. ,u 'ended d. s e espalhou o • • T- 1 • or e pombas d' e: 1re tuc o l'FO ,laqui e pare d r l IS- sa de meu Pi um xnerc::i<lo f e :i.zer < a. ca- Ouc c-i--tatµra irnpone~te t- h 1 voce conhece ou de que leu m ª- • qoe homen te uuma turba grande as' entraria calmamen pt:rtcz:1 ? Cri .. to'"' f • . ,- ~1ru e l!ntparia com es - ' " CZ JUtarucntc ISSO is vezes, foi 36 hora, • 1 . comer, caminhando ui].., e em e ornur nem aids4e zcmt«, a.,],,";o a· rui!metro. John Glenn, astronaur. _" curando_... Coronel ró· eu v@o moo. 'i.,,"}""j"ano di--e _lo±g .a- t u.1s1:: pc.ríeit.a m as ;j, uma condicção física • • aqui/o cu co rsto nos C'>n••dho< du 'l l nheeemos de tar o ritmo <lei;. -, ,~u ,. que poderia a.g:uen .. Frequcntcmc111c Cri-to f ~e demonjo.:. invurhvcl~ .. cn rcntou le:giõe~ ::,,11auá;_ A final não· f ,,;rue os tuandn ';, Afa-ta te ata.ruí.-.: c-air do e,, ""Fam seus olhos que viram X . rorno uni r.110 - tl?H;:i o~iio UlU } .. • mundo veio-lhe ao en Homem com t:sp[riLo i L"l<·m mo:-:n·:i no crmi~éO'_ltro d': l'emitério. O ho- u r a -lo mais, em ...,.. rio e ningut:tn p o d i~ . n • · f .... "rn t·orrc t • ::.,;e "a torça para scnurft.Jo E n e_ e n1nguen1 tir,ha ~uc,n 1.a1ru.s O .. t:" ~ ~ tao feroz .. . ·u por i; "";ar ter ti. ui.' e,Z"" i alo ir.,";; jpi«.s» e." ";: ' mporou-lhe a penu. e• ,lá se falou que Ma- to Grosso seria o Ceio!· ro do Brasil e Isto ID'F• cha para uma refllid:.:de dentro em breve_ O ar· roz, o trigo, a soju, '> algodão, a mandioca e outros produtos uo-ríco lae: estão proporcioi;'ando a Ma to Grosso uma pro dução que não podia ser imaginada ,. p o u e o ,,,ail de cinco anos atrás. A pec:1ária, isto nt!m s1 fala. Até parece que o Pantanal foi criaco por Deus pata ser um imen- 5? curral. F <1 la-~e que e xistem fazendeiros que ão sabem quantas ci:.· beças de gado possui. ato Grosso é, realmen- te um Estado fant.ás'.ic'> e se alguem exagera u0 pouco mais sobre as ri quez'.ls de Mato Gros,o é po;,;;ivel que !lp'.lre',M alguem pensando que Íf;• to <'Corre pc,r conta J , irnaglnaçtio. Pode se, ." ~Iats a potencialidade e conômica de Mato Gros. so é imensa, maior JJle~ mio do que se possam i m;,gmar. Por exemplo: 0 marmore mtogrossers, que ate agora Ic i explorado não é fruto d> ~~daginção e sim da rea- 1 ade. Aqui S:! fali, sobre O mármore·de Co· rul:lbá e de Bonito ma3 e>.., 5lem outras reaiõ: ... o nd e o márnore éi.te e P O d e se trans- 1 formar dentro em bre,J j Duna enorme força eco nomica para Mato Gro5- so. .; co l lhe be: d d ql tu de ' ir ' o nl ta na no tos ac ca Pc:. a] Dr a.p De) nh Pa gJc. ll.ht a l liac fo, am Cen og s a ° a° e[ 1, la Pr6, Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº241_27_02_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº243_20_03_1977 Voltar para a lista de itens