TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº243_20_03_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº243_20_03_1977Número da edição243Data de publicação20 de março de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.10070258005299 , -56.53283762866147 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº243_20_03_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto RIBUNI OI FRONTEIRI 0t/ o« w «e c o l o s/soo roo .ao±ra, secoai so e» )w artios publicados com assinaturas dos tores não trad, ., ,,, ,, _ ,,- propósito de estimular o debate do- proble ;:"""" ' vPini4o do _jornal. ui publica,ão obedece o ema« mune1pai e dr refletir as diversas tendências do pensamento ,_ F_u_n_d_a_dor e Diretor Rcsponsávol lvaldo Pereira O primeiro compromisso +rio, profundo e irredutível do jornalita no campo da tia com a verdade, pro cura da verdade, a aspiração à vtlade, o desejo da erda de, sua intendo de nlo trair jamais este principio o d bata da rdde., (Prudt de Morares Neto) CANTINHO Pedro Pedrera Hoje falo em nome da direção da TRIBUNA: mais um vez sou portador das «alternativas emanadas da alta di região do Jornal (no $ jornalzinho nllo, primeiramente agradeço ao Presidente dn C!lmara Municipal de Bela Vista Jo sé Simpllclo •la Custo Marques as ~mó.• veis e elogiosas palavras rnvladas à Re daçilo. O presldrate elogiou a nossa co herlur& dos trabalho11 legislativos ... contiuaremos senhor presidente, conti nuaremos ... J, Recebemos também uma "amável' crtinhn do senhor prefeito municipal soliclta1!do 11 publicnç!lo do desmentido ll 1·espt:1to da _nota tr·nn cri ta do Jornal FOLHA DE AO PAULO, ln titulada PO LUIÇÃO, ,Jã eaviumo11 a nota ao Depar tamento Juricllco dn 'l'RIBU A e comuni camos no seuhnr pref:itfl que Publicare mos o E11ch1rec!mento prestado, ou seja s palvras referentes ao artigo- PO LUIÇÁO, quanto us demais, a LEI 5.250 Artigo 29 no Ihe dó. o direito de OFEN DER (em nosso transcrição não houve ofensa pessoal) e muito menos Publicr Ull Rt>latório a respeito de Obras Ere !9das, pois foge ao teor do artigo PO- ''IÇO. O rugo 34 da lei 5.250 diz ... .::.erA negnda n publicação dn resposta ou retificnção qnaodo: 1 - Quando nào tiver rolação com os fa tos referidos na publicação a que pre tende responder· 9 ' - • quando contiver exp:-essões caluaio- 8a8, difamutórias ou injuriosas sobre o 1ornal .. periódico, emissoras ou agencias de noliclas em que houver a publicação que lhe Jen mctivos ... »- quando se referir a terceiros em con diçoPs que criem para estes igual direito de resposta ... . _Ai está: o que vnmos publicar e aquilo que solicitamos «que as autori dades Municipais se manifestem a res peito·..e o senhor prefeito Municipal ~e manifestou ... A nota será publica no Jornal COREIO JARDINENSE Jcrna/ qne transcreveu a nota Poluição ... ,, 1 presa comercial ( como outra qualquer) e liUa mercadoria é o ESPAÇO (que nos per mite pagar 11 funcionários bel vlsteases) e somos obrigados a obedecer uma te be la de preços o um critério de pagamento ... n110 somos r:oatra ninguém ... não perten cem os a nenhum grupo polltlco ... não te mos Inimigos declerndos ... (ou cão) a não ser a prepotência, o abuso do poder a estagnação, o injuHliça, etc:, etc ... O que precisa (e está faltando) haver em Bela Vista é diálogo ... repetlml)s ... DIALOGO ... nas diálogo exige duea pessoas ... com Idé ias diferentes que dialogando poderão che. ar a uma síntese pE:rfelta ... uma coisa fica bem clare., de uma vez por todas ... Estamos coastruludo com sacriiíclos uma empresa reglo!!al. nossa matriz é Bela Vis ta, aqui edificaremos uma grande idús trln ed1tor1al. .. por favor .. , aiio aos a trapalhe... deixe-aos trabalhar em paz ... esqueça-aos o Jornal é patrimônio de Bela Vista e o que é importante o po- vo estó. CODOIICO •.. e (nóR o povo) pedi mos... mais compreenüo e menos guer ra. mna1s paz e menos guerra, mais har n.onia e menos guerrn. E ... quem não quer se molhar não saio na chuva ... ninguém é obrigado a ficar onde não se sente bem ... estamos (graças a Deus) livres para decitfir a respeito oe nosso futuro ... cada um é dono de seu nariz ... "Os inco modados que se mudem... nóR estamos be:n ... tranquilos ... crescendo ... lutando ... e satisfeitos da vida ... e não é para me nos ... o café equilibra a nossa balança de pagamentos ... e viva o gooa110. . . e viva o agri cultura ... e viva o Brasil colosso que vai prá frente ... com a ajuda. de Deus e doe bons brasileiros... » CARTA A REDACAO > b O que os nossos leitores precisam sa er, é o seguinte: Nosso jornal está de Portas abertas para quem quer que seja, Plicamos as matérias que chegam à Re açao, acontece que o jornal é uma em- VERDADE DILERMA DO PUNE GE 1 E RAIS POR üSO ILEGAL DA PI TENTE _O comandante do II Exi'.lrcito, general Dilerrando Gomes Monteiro, puniu disci p!Jnarmente os gr.nersls da reserva remu nerada (F-1) Morenci do Couto e iilv e Marillo Malaqulas dos Suntos, além do capitão Emillo Varo!!. pr uso e designa çiio hierárquica mllitur Pm atlvldacle 0 co mercial, segundo se informou, ontem no QG do lbirapuera. Os oficiais punidos vlnlJa1J1 assinando documeutos da tirma Mombras Montepio dcR Mllltare11 do Brasil e suas usslnaturas eram precedidos do cargo que possuiu no Exército quando estava na ativa. Tal procedimento po1 ém, é proibido oelo Es tatuto dos Militares, de acordo côm a Lei 5.774 de 23 de dezembro de 1971, artigo 32, parágrafo XVITI. O Exército vem omn pannando a transgrcessão dessa norma por olversos oficiais de reserva remunerada, ocupantes de cargos dt> n,la('Õl'ti ptibllcat1. chefia de segurança e dueção de empre- 11as, eseoles e orgúos públicos. Diante dis- 80, comenta-se, dever3 haver novas puni çoes, que atingirão primeiro os que mais abusos vêm praticando. RONDII POLIC 1 Peixes do Panta nal Continuam Morrendo Toneladas do pelxf't1, constltuidaR principal mente cio dourado, pncó e glrlpoca, morreram not1 últlmok cllaR no Hlo Silo Lourençc e seus ufluen • tes, no Alto Pantanal Matogros11ense. ,o con firmar u mortundad3 o Eliretor do Departarnénto de Produção Animal, Lu iz Carlc.s V1lorlun, admi tiu que os CUUSliR aluda nilo t:stiio bem deflolclds Na opinião de Luiz VI• toriuo e de alguns fazen deiros da região panta neira, o extermínio se deve ao acúmulo de ma terlul tóxfoo neuro ulado DUJj águas, em consequen ela das grandes queima õas que se vereflcam na região nesta época do a no. Somado aos resfduos de ngentes químico!! u tilizado na agropecuária e sa hipótese é também apoiada pelo naturalis ta Fritz Pluma da Uni• versldade Federal de ;la to Grosso, que vem do vunclundo Insistentemen te, o uso de Inseticidas pesticidas e desfolhantes como causa das profun das alterações no eco sistema <fo Pantanal. Foram registradas e fichadas no JJ. vro de Registro de Prostitutas da Dele gacla de Polícia Civil, as mundanas de nomes Valentina Jara, de 20 anos de i dade - [delina Vilalba, de 23 noos e Cluu dia Martins, de 32 anos respectivamente Foi preso e recolhido à Cadela Pú- , blica, o indivíduo de nome José Hum- berto Gaúaa. A prisão foi efetuada em cumprlme1te de P1·ieão Preventiva decre :i,----------- tada pelo Poder Judiciário local. Câmara Municipal de B V O individuo de nome Geoês Correa • • da Silva, conhecido pela alcunha d e «Galo" demonstrando sua péssima educa ção e flllta de bom senso, achoa p o r bem desacatar com palavras. um honra do cidadão e exemplar chefe de familia Deu azar, pois os investigadores Oiivei ro e Carvalho recolheram o poracgráflco a fim de engulir, retratar-se e pr,1meter lela Vista, 17 de março de 1977 nunca mais ser mal educado com seu Do presidente da Câmara Municipal semelhante. O galo comeu o pão que o Ao limo. Senhor Ivaldo Pereira diabo amassou, permaneeendo na gaiola Assunto: Edição n 2 4 2, "Tribuna da Fron- dos inocentes por 24 boras. Foi detido 11 ~chamos que o Aspírito de «dedo . ,, __ para averfguAção, o motorista de táxi . 0 gatrlbo" não leva a anda ... A não leira de 06 de março de 19. de nome Adair Lete Vieira. , ~:r um clima do discórdias e ofensas. . . 1- Valh?-me do presente para em nome Foi designado para comandar a fim "" de polêmicas... já_houve um e. l dos Edis Belavistenses congratular-me de remover o _detento de nome _Pedro , que rugiu as regras de Educação e di. com .S , pela cobertura_ de reportagem Marques Araújo, da cadeia de Jardim go !tais: feriado os prlacíplos éticos ... a que efetuou na Reunião da . Câmara para Bela Vista o Iovestigador Olivei 'Pra quem não sabê, ofender com gri. Municipal do_dia 28fev._77, publicado na ro Nicanor da Cunha. 9s e palavras ásperas uma senhora grá- Ediçao da Tnbuna da Fronteira, dn dia Nota Ja Redação: Aproveitamos ida chega a ser um verdadeiro atenta- 6 rner. p.passado. . da oportunidade para c.umprimentar o do a Razão)...e o que está conte. 2-Vale ressaltar o carinho todo especial senhor Delegado de Policia de Bela 'is do no é beoéflco para Bela Vista . . . u que V.S- tem dedicado no trabalho de ta, José Loureiro pelos relevantes servi- / .... amos acl:uar as idéias ... purillcar .1s bem informar a nossa populição. L~vàn- ços que vem. prestando a coletividade. - 'entes, ·f, :. ulibr ou- do até 11les os ratos reais, desmentindo Sua atuação frente a Delegacia vem , ·relletir com equ I no • • • e desta maneira, os falsos boatos, princi- , sendo motivo de 1·u·bilo por parte da po- ' 'ª 6 coisinhas mais ... paimente pela maneira informal, com pulação Belavistense que agora sente-se que divulgou as noticias. • segura com a presença do presta- 3- Sem mais no momento aproveito da tivo e educado José Loureiro. Nossos oportunidade para apresentar e V.S e a parabens ao senhor governador pelo a todos os funcionários da "Tribuna," meus certo da nomeação e nossas congratula protestos de elevada estima e distinta ções ao delegado e sua dinâmica equipe conslderaçii.o. extensivas aos conponentes da Pvllcla Atenciosamente José Simplicio da C. Militar em nossa cidade. Continuem a- Marques - Presidente gindo como homem da lei.. . acima de Noedi Leite Larangeira - Secretário tudo ... da lei e da ordem. f " O homem mato grossense, esteja nos campos limpos, fronteira sul. nas matas de Dou rados, no planalto de Maracajú, no Pantaoal do Corun>bâ e CácerP.s, nos cerrados do Leste ou nas interminadas 1<elvas Amazônicas do Norte, será sempre a preocupaçúo máxima do Poder Público. melho rar o seu padrão de vi da e ampliar o seu niod de aspiração, são metas primordiais, sem o al cance das qual• não· se terá conseguido o pleno df:seavolvimento do Es tado, que não deve ser avaliado sómente pela ·sua contribuição para a elevação do produto na. cfonel. ina11. princlpal mente pela distribuição mais justa deste, entre aqueles que anonima mente Gontribuem para essa elevação. Governador José Gar cia Neto. Trihu d. Fronteir TRATORES Vfll 1 ., IM -EMEN C liflE l9C OS Indústria B'rasileira Ter uma Colhc!lndeira Automotr!z SLC é pos suir umn máquina que colhe lucros e também representa a conquista da tranqtiilidade e se gurança na hora da colheita. Pois com n SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente cjuc, comu ,·oc<', l'slá preocupa, da cm assegurar a sua colht'lta. Assistência Técnica com profissionais alta mente especializados, treinados na f:ibrica e sempre presentes na hora da colhe!la, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras l, --------- e. .... ::--~.,. -- ' ) . milho (para colher com a nova PIatfo:,na de 3 ou 4 linhas) ou outros :::rüos, encontn,á um modelo de Colhe:tade1ra Automotriz SLC (do tamanho de sua lavoura e seus opcionais, que lhe proporcion:ir.ío tranqU!hdade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co Jhe!t.n a uma SLC :icreditam no que pl3ntam porque sabem com o que colhem ---~-~ '·· : . . # é « --3 . :· -~ - ~ ;7c? ... )oi .t.··8 i! -R é5 J Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC ~ ImpiementosSelecionados -Assistê:.1cia Tecnica Permanente Matriz - Rua Marechal Floriano 2o49 Fone, 286 - Cx. Postal 180 - Ponta Porã - Mt FILIBIS: IMAMBII YiSUI . ' j ~ ' 1 i 4 •. T I 1 1 ,lf ' t VI!a· Mt. 'rrihuo11 da F1onleir11 20 377 l - GARCIA NETO: MATO 6R0SSO (Continuação} ESTADO SOLUÇÃO !ol a crluç/lo do Jinanclameulo de loteR urbanlz111loR drRllnados n famlllaR ele ba Ixíssimu renda sem condigo de par prePlações d~ casa própria. A prlmPira experiência el!tó. sendo reallzad1.L em Cu- ' Jabá, com Uoo lotes. Recursos plicados pela COHAB-M'r em 1970: 49 milhoe, 688 mil urrocud11çllo 110 mesmo perlodo: 4 milhões 358 mil cruzeiros. Previdência Social Oosenvolvlda no Est.1clo pelo Ins- tituto de Previdência S(lclnl dos Servldo ru do Estndo -lpemat, a prev1dêncilL em Mato Groeso se Inclui da maneira mais Imediata denl ro da pro pi) lçüo governa mental que vlsu o HomAm, cm primeiro plano. Nos dol'i últimos anos a t>voluç1io de eeu atendimento uo8 8urudo cre ceu 100 por cento, acompanhado de uma necessária evoluçlo de todos os mecanismos de atendimento necessários de_produtor agropecuário. No período de o. aeelstõncia duplico.da: convênios, apli. 1975/1976 os sete privcipais produtos a nação de maiores reoursos, pr onlo nten- : gícolas cresceram 4/ por cento, em de dlmento médlco-hoapltal!!r ao segurado corrência das condlçoes favor_avels e ul!u e raclonallzaçiio dos serviços. das aos recente8 incentivos fiscais e fl- A esft-ra de atendimento e asslstên- nunc.ilros. proporc10nados por dlver;;os c:lu do Jptimat tem se diver;;ldo êontt- programas federais e estaduais 0111 exe nuamente tnto pelo creectmento demo- cução: Por ou.ro lado a agricultura foi gráfico do próprio 1!:slado de Mato Gros. equacionada dentro de uw bl1<tema com so como pela sofl.-ttcação da· medicina ução abrnngt!nte em lodos os setores de r; 1 s dias de hoje. • seu desenvolvimento, denominado iiste !;::J, ma O peru clona I Integrado da Agropecu- õ.rla SOJA. constllu!dopela Empresa Ma togroAsense dti Asi.lstêncla Técnica e Ex tensão Rural EMATER, Companhia de Desenvolvimento Agrícola - CODEAGRI Companhia de Armnzens e Silos de Ma to Grosso -CASEMAT e Instituto dtl Ter ras de Mato Grosso INTERAT. A 0ção desse sistema mostrou-se eficaz pr!Lci palmente no dlãlogo com o produtor ru rnl. Na afra 19?6 77 n área colhida de verá crescer em mais de 11% e a produ ção em 2:-l2o/o umtt excelente promissu ten do em vi ·ta a realldude nacional que necessita da expansão do setor produtivo com vi,;ti,.s à contenção do processo inflacionário e gecçiio de excelentes im p'lrtO.vels e ao abastecimento lutemo. A estratégia goveroamel!tal no setor agropecuário pum atingir esses resulta- dos e projeções . ba ·eou-se 1 em lnstru A grunde meta do Estado de Mato m e o t o s q u e v á o d e s d e Grosso é passar da condição de expor regularização fuodiárlu, colonização, me- tador de matérias primas à po.;ição de canlzaçi'10 agrícola, assistência técnica e estado industriellzadc,. A política oficial extensão rural, iuseminação artificial, de- 1 norteou-se a partir '1a defasagem verlfl fes~ sanitária anlm&I e vegetal. armaze. ceda enlrl.' os SPtores primário e i:ecuo nameoto, semente,; e mudas, cooperati- dárlo, justificando a utilização de instru vismo, eletrificção rural, corretivos e mentos adequaaos à motivaçllo ao desen fertllizantes, promoção ugraria. e preser- volvimeato industrial, cujas atividade~ em vação de recur:;os n11.turais, associados 1976 foram: a realização do 12 Simpó~io a mecidas paralelas de alcance junto com ~itciooal Sobre Distritos Industriais . que outros órgãos estoduai11 e federais. reuniu 516 interressados e especialistas Um dos lnslruru3atos de ação do Go- para avaliar e analisar a pclitica brasi veroo Estadual toi a assistência técnica, leira de promoção industrial a favor do destlnvolvida at11vés da ER:11ATER-MT, crescimento harmônico das diversas re cuja equipe de técnicos elevou-se de 201 giõi;is geo~econômicas do País e a éles em 197:5 para 272 em 1976 atlngi_odo . a couçentração dos grandes centros indllB todos os muolciptos do Estado. Fora.m a- triais urbanos. Participaram todos os tendidos G.882 p:-odutores de média e a 1- secretários de Indústria e comércio do ta rendo. junto aos qu•1s foi orientada pais, órgãos federai& privados. Outra me u aplicação d'3 983 milhões de cruzeiros. dida, foi a criação da Coa.panhfa Mato- Programas federais co,110 o Desenvol- grossense de Ferro-Ligas - Fermat, em vimento de Cerrado- POLOCE":TRO. de Três Lagoas, ao sul do Estado, que con Desenvolvimento do pnotacal-PRODEPAN, tará até 1980 c:>m cinco fornos de 20 de Incentivo à Produção e Beneficlamen- m~ga.wats com produção de 44 mil tone- Segurança Nesse setor hr a destacar o esforço de svolvido para a capacitação profissio nal do servidores nus áreas civis e mi lllares da ecretaria de egurança Públl· ca. A descentralização e racionuHzucüo da atividudes de expedição de carteiraR de identidade e de h>tbilltaçào a condu tores de veículos foi l)utra 'l!eo!da sunea• doru de impasses administrativos. Umn medida do eltwado ulcaoce social e profissional foi o aumento substancial da rtmuneraçüo nll Policiu -:-.1111tar, r:om vistas à eleçüo e qunlidade dos efetivos, Jre11ponsá veis por signlfico.Uv&. margem da segurança pública uo Estado. Paralela mente o reequipamento das ualdacl.es po lciis civis e militares, construção de no vas unidades integradas de segurança pú b,ice, vieram representar uma considerá vel e -,fuc,:üo no quadro de segurança pu blica no E-lado de Mato Grosso, a dei. peito dus dificuldades provenientes ria vasta e:--a•nsüo territorial. O llepartameoto Estadual de Trânsito pôde ioiciar um processo de modernização que já começou a ser implantado em to lo o E·tudo, impllcundo na aplicatilo de rec:1rsos da ordem de nove milhões de cruzeiro,; aplicados eu, semáforos inali zaçào, camponhus edu<:otlves e expedição de documentação. Fundação do Bem Estar do Menor A Fundação do Bem-Estar do Menor de Mato Grosso - FEBEMAT vem atuando com prioridade na prevenção_ da marg1- nalldude do menor. Funciona C'm Culab,'.1 um Centro de Atração do lltnor para 1.Hluca-Jo, prvfisr.looallza•lo e encaminhr para empreo. Uma Importante meta u e desenvolvida em todo o decorrer des te ano 1wr u lnleriodzação da ª"sistên cla prevtinllvo ao menor, P.lem de um Pla no fntegrndo p:i.ra Prevençllo, no período 1977/7!1, em convênio com a FUNABEM Agricultura e Abastecimento O Estado de Mato Grosso apresenta -se ntualmente como um dos Estados que melhores condições poasul para con lrlbu[r com o desenvolvimento do pais e com o equilibro de sua balança de pa gameotos. Detentor dt gronde va1lacão de cl!ma e solo A de lmenim área dispo nivel, vem atrnlndo um grande fluxo migratório e e transformando em grnn- to da Borracha Vegetal - PROUOR, au,d liaram a execução desses projetos. MECANIZAÇÃO AGRÍCOÍ • iniciou-se em 1976 o sistema de patrulhas recai zadus cu;a execução será realizada pe la CODEAGíll. ARMAZENAMENTO- a capacidade de armazenamento de Mato Grosso no acompanhou o cre6cime1110 de rrna agrl culturll, que obrigou 11. CiSEMAT Jncrc. mentar em 1976 su estrutura operacionnl em 09,7 % em o feria de armnzerrnmonto. Atualmente u capacidAde estático de ar mazenurnento do Estado é de. 700 mil to nelarias próprias e alocadas. O crescimen to do atendimento n clltrntes foi 395 por cento nn última safra, em decerrêncla do desenvolvimento do Programa Matogros seuse de Armazenamento - PROMASA, que pretende elevar até 1079 pura um mi lhão de toneJa!laR o cap-tcidad~ e tática de armazenamento do Estudo. DEPE r A ITÁHI. ANLIAL-deseo• v.,ivlda Através da loclu•áo do Estado no Programa Naciona! de Saúde Animal e projetos de combate à onemla Infecciosa. e Ievantumonto, helmlntológico, !ie consll tuiram na linha básica de coxduta. Inseminação Artificial. O Programa Matogrowsen se de Inseminação Artificial atingiu em 1976 11 5-1 propriedades, realiz.ando 18 mil rn•emi11nçõe,, 16 mil exnrte• ennitários e 17 mil ginecológicos. !-ementr.1 ~lclborndas • A comcrcinliznçAo de 1500 tunelndn, de ,emente, Edecionada•. en ,n!veu com• plexus operações de produção, aqui,içâo e de :i•• ,istêncin técnicn no cnmpo de produção Diaman tino, Onrra do ugres, Hondon6polis e Jciara, loborot6riot e usinas de beneficiameuto de e mentes , por fim, o enquadrnmenw do Estado de Jllato Gn,rn na políricn de preços mínimo• paro semente• Edecionadn• junto à Comi .. ão de Finuanciumento da Produção. p,.•qui,a Agropecuária • Fornm des.-nvolvi,101 em 1 1976 •lois programa• no âmbito da Secretaria de Agricultura. um ictiol6gico, com a AFEocioçllo de empresários da Amazônia all-m d,1 articulação com a Embrapa que resultou na consolidação do Centro 'acion•I de Pecuária de Corte, em Com• po Grande, unidade, de âmbito estadual cm l'o· rumbá e Dourado• e nidade de Pe,qui,a de Cuiab6, resultando na formação da Empresa Esta dw, de Pesquisa Agroprcuária Indústria Comércio e Turismo Iadas anu ls cada Pró alcool, qur j temn quatro projetos nprova dos para o es!ndo, três para lcool do e 11111-1il 1 • açúcar e um de mundi oca, alé de duas outras unidades em fase de aprecinçfio. N11 prlmrlrit fase Mato Grosso poderá produzir GOO mil lilrns diarios de álcool·anidro. Convênios de coopernçllo com u Companhln Mato grossense de Mineraç1o etarat pra pesqulus tuds geológicos no Estado. Equalizuço dos Preços de Combustiv,-1 -l Energia um pusso ir portante lll1" favor da popclaçào fui u oblon(iio da equalizacl! o do pIe cos dos combustlvel11 o da energia eltltrlca Pra Mato Grosso. nrns euros no Estado. A+Im, por auto rização o onselho Na cional de Petró!P0, nten, dendo u gestões felt11s pelo Governador Garci 1 elo 11.0 Presidente Erne►- to Geisel, nlcaaçc.u-se a equnllzecllo em M11.l<1 Grosso dos preços dos combu11tívd11 e da ener gia t-létrlca. }E E ATO LANCHES O ponto de encontro da Soclo dade murtlnhense Rua Dr. Correa N 2 56 Porto Máto Murtinb11 . Grosso ... • •. .,, r e lssine 0 Jornal Tribuna da Fronteira Léiâ MINERIÇÃO BODOQUENi LTDI Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•· Escritório em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Orient•J Cx. Postal 08 - - Ida _!"d "t- Tribuna da Fronteira GARCIA NETO: MATO (Continuação/ só a conomia dvinda desa medida no gás liqulft!to de petróleo, cuja reduço foi Cr$ 1,o por bujão de Í Kg, de nove milhões e melo de cruzeiro refletidos diretamente no cu.to de vida. O preço e«qualiz +do da energia elétrica deixa de ·er um impeeilho para s ind«triai- que de-ejam e t rnlnr em llato (;ro•~o. J)ISTIUTOS INU_U 'TIHA Acham-se em fase de levantamentos técnicos e e+· tudos para implantação os distritos industrias de C11111pu Grandc e de Cuiab!c Turismo Crida há menos de ,!ois anos n Empresa Mato• grossense de 'Turismo 'TUILMAT vem e pautando pela fixação de um política uniforme de turismo no Estuelo. o momento, dois grandes projetos estão em execução, o Balneário de Aguas Quentes cujos estudo« estão em fase de conclurào. Jl:l· rn n comrnu·no de um n1oclerno cornplexe• !miro• termal e o aproveitamento turístico de Chapada doM Cnimurile• urruvl,s ,te convênio entre o Govcr m, Esra,lual e u EIIIHATUH o 111ai 1•r município do mundo com um potencial turístico invejável, enquadrado numnn área de 3o il hectares já_de eretada pelo Governo do Estado como de utilida do pl1hhcn pnrn de fins ,lt·~ur,ropinçno. O l'anlanul mnro~rossensc vem sendo o ,jelo tlc c,rndoM p11rn nprovcitamen10 turl,lico cm foce suo ecologia, be l,·za e recursos 1101urui~. Energia Planejamento . A Área de planejamenut» no E-talo, deenvolvida pela Secretária de l'lanejento e Coordenação Ge ral teve ampla atuação como executota de at dade·meio, Hlá que de·tacar o proeeo de elabo ração orçamentária do E·tado que pa·o no, últimos ano· por profundas modifica+e com a doação de novos conceito e asimilação de no· vos método objetivar do maior integração entre o planejamento e o orçamento, de forma ase gurar fetivamente c» recursos financeiros nece ~ários á concreti:wçà•> dns oçõe➔pru::rurnodaP. o~ projetos e otividndcs fornrn o::rupados em rnb-pro• gramas que por ue vez +e agrupam em pro!Ia mas representativos dos meios e instrumentos de ações orgânicamente articulados, e essas açóe do !(0Vcrno f,:rom reunidas em grande grupos deno miondos funçõed, ntrové• dos quais e procurou olconçnr os objetivos cst.ndoaiP. Sob o fon_nn . •lt' empréstimo, o Governo cstutluul ''!" cont1111.wln· ,1., 110. progrnnrn• inicin,los em 1975, e tendendo ás novos neccssidnclcs de in,estimento t.unto na área econômico-social quanto de infraestrutura realizou um montante de 472 milhões de cruzei ro• sob o formo de emprestimos intcrno• e xter nos, Dos programas federais que atuam em Mato Grosso dos 256 milhões de cruzeiros previstos, 1?8 milhiks fomm liberado•. Nesse ,cror htí dnM conPi1lt·rnçõe• fundamcntoís u se fnzcr. A prlmcir•1 6 o produçào o clifusüo tlu energia elétrica 110 Estndo. A seguntlo a sua utili znçilo no cnmpo ,oclnl. tombbm. inovado no Esm• do de Mato Grosso, 11 exemplo tio sistcmn ele li• gação domiciliares de água financiada. o ano passado 4.135 fnmilins ,ln bnixn rendo em oito muni ci/>ios mais impur10111cs tio Estodo forom heneÍI• n, o, com n ligoçà'l de cnergin elétrica fíoacindn longo prazo, Estudos reJlizados pelo Centrais Elé1ric11s iln1ogrc,s.cnses ·1 A - CE.IAT, imlicarnm nesse; núcleos tle boixn renda, gastos da ordem de 50 cruzeiro• 111cm1-is cn111 iluminaçilo convencional afora as dificuldades naturais da inc- , xistêncin ele iluminçilo e ele outros rccur.os. Pro· gramou-se n di[milo tlu cncrgin elétrico o rssns fo. milios em moldes de baixo cnslo. A preHhçilo men• snl do pn,lrio ,b energia é tle 25 cruzeiros acre· eido do consumo mensal mínimo estimnelo em 30 kw, CrS l8,,l5, somondo Cr$ 13,45. A C EM A T cons1u1ou tlois fatos inusitados, a completo ousên· eia ,le inu1l11nplência no pn::nmrnlo dos prestações, e u crcscenle clcva~ão do pudr-Jo s6ciu • econômico dos consumidores, depois do im1alnçào cio luz elé trirn, n pon10 de e fazer necessária a cnlucaçilo tle mctlielores nessas casas, porque o consumo gemi ultrapassou aos_ 30 kw estimados. ELl"I'HOBIIAS - Nesse aspecto, a CEMAT rece beu dn ELETHOBH,S ,olici1açào de toda n meto• dologin oplicudn em lnlo Grc"o no finnnciomento tio p~drôcs de energia clé1ricu paro dirnlgaçào no resto!9,pf%. CO MO EVOLUÇAO DO CON l1O DE E- NEl{GIA - lm 1976 o cecimento de energia elé trica no Estado, em termos de consumidores, foi de 36 mil novas ligações. O consumo por classe de consumidores registrou mnior numcnto no setor de ilumiouçào públ,cu. t:lc1rificuçilo rural c industrial. Em 1977 n C E il A T pre,·ê n crioçào de seis cJoperath·os regionais de e 1 e t r i fic o ç ã o rural e n incnrpornçào de mnil novos consumido res, decorrentes dos programas cm nndomento. o ono de 1976 n ccreturin de a(ule pre• ocupon·se com o nmplio,;ão do, sens sen-iços e com o melhoria tio rctle de uni'.lndrs Fanitári~s, dinnrnizoçào dos serviços e convênios. cumpnnhos em massa duplicando os vncinoções, convê11ios e criando umn estrutura copa,: de rnporlor n demnn· cio de saúde que Mato roso começa a impor com seu crr•cimenlo tlcm?~rófico ncrnluudo. IUA DE DE .ODE: foi duplic.1do o núme• ro de unidade de Foúde existentes no Estutlo, fi6 rm 1975, po1 o l ?. em 1976, afora s reformas e omplioções. Em 1976 foram construidas unidades tle soútle cm 13 muoiclpios, e refo,matlos as já e xis1cntcs cm sele 1111111icipios e ampliados três. As ,•onstruções oheeleccm n critérios e neressidJrles de funcioooJidotl.: e rncionoliznçi!o, implicando nn D· plicnç' o d<! recursos do ordem tlr JO mill,ões de cruzeiros. CONVÊNIOS diversos convénios e protocolo de inl~nçües foram firmntlos no st'tor saúde, tle•s· tnconrlo•se crm o FUNRURAL poru II cessão de unidotles volontes ele comb11te no cãnrer • com três cm funcionamento • e com o I P paro ntcndimcn· to ,los ,rgurnclos da previdência nas unidades sa ni1úrias tio Escado. lh, convênios a Secrelorla de Saúde recebeu 6 milhõc• e 200 mil cruzeiros cle recurso;. A Vncinoçilo no EsUlclo nns diversas modolidn des e foi.xa• etúrins duplicou afora as ações de c mcrg:ênrin em colaboração com u Comissão de De fcsa Civil tle ~hto Grosrn poro olendcr às pupu laçõe• atingidas por enchenles no Estodo Além cio 'acinnçilo lornm distribuídos rncdicumt'ntos e 30 10 nclodas d•, alimentos. Educação e Cultura Obras Públicas Trnnsformado em autarquia cm 1976, o Departamento de ühras Públicas• DOP. dcscnvol veu intenso trabalho aplicando 62 milhões e 328 mil crnzciros em obrns construidos cm todo o Es tado distribuído• em postos sanitários distritais poSlos fiscais, 26 unidades escolores, oito unida de~ ft1nit:írins conclui<lns, cinco unidnJcs ele eegu• rnnç, pública, e mnis obras de diferentes nature zns, obe,leceu,lo i políticu de podronizaçào das ronsltuçõce fixada pelo Governador Garcia Neto de forn10 a se ter custo baixo, construções rncio• nalizadas e func,onois segundo padrões oprov6dos nas diferentes áreas de atuação n que se deuinnm GROSSO Saúde ESTADO < formação e o 'alurizaç.1o tio homem comti tui-se num dos itens mtis relevantes paro n dinn • mização, do processo de desenvoh-imento s6cio ec,,aomico. O Govrrno de ,lato Gro•so tlc!iniu como umn de suas aetas prioritárias o expansão do sistema educacional, desUlcaotlo a foh:o etário dos 7 nos 14 nnos, que correspoude no ensino O· brigat6rio de l.o grau. aforo o diversificação e c-· quipomento do ensino dr 2.o grou, supletivo e universitário. Construção e Ampliação. 120 salas foram construidas e equipadas na zona urbnnn, 110 na zona n::ral, •ló recuperados e reformadas. 115 ampliadas e equipadas, Resukmdo 110 aplicação de recursos da ordem ele 58 milhões 696 mil cru· z,·iros, dos quais 4-1.406 em construção de unidades csrolnrcs. Os equipamentos distribuídos atingiram n 26.880 carteiros, 17 cnntinas 27 biblit.tccns, 30 salas de udmiais1raçào e 70 lnborn16rios . .ls 72 so. las de aulas lnldadas de íinoncinmento de., Fundo de Assistência Social, dn Cnixn Económica Fe. deral, de convênio no valor tle 200 milhões de Fundação Cultural Apoio Adminstrativo E••ce ,etur, ,oh a u-ponrnbili,lntle da. ~ecretari_n de Administração desempenhou-se realizando di versas atividades apear da arilez do setor, tomou 0 hun,ern como rnetu b'i•ica a er valorizada. A im, principiou o-s estudos para a implantaçãvv do plano de classificação de cargos do funcionalismo estadual em moldes cou»siderado» excepcionan, [OI corrigir os erros e omiHile• , erificndos no pluno da esfera federal. Outro athidndc, dentro da nova mentalidade sugerida no plrno de clussificaçlio de cargos, bem como modalidade de concessão de au mento de vencimento aos servidores estaduais, De neficiando com percentuais maiores os servidore menor remuneração e com percentuais mais bai ,co~ os de moior remuneração, permitindo II corre• ção de antigas distorções salariais. 'o dia do funcionário público em 19í6, oGover. no Estadual organizou um encunlro do funciono liPn10 ºj,ortuni,lude e1u que a:;sinou menFa"em à Assembléia Legislativa propondo aumento rn1urial, doou à ,&•o•·iaçào dos :,en·idore;; P{1blico• Esrodu ais criada nessa data, urna áren de ..•.. heclares porn u construção de ,uo setle no Centro Pollticn e .dmini.irativo e d.,,,u, oinda, área para o cons. truçüo ele 9-J I casas financiudas para •ervidores lambem on árcn do Ctntro Polltico e AdminiHra• tivo. r.xecuçilo e coodenação da política financeirn do F.~tatlo .-m 1?76 desenvolveu-se de- fo_rmn o aper• fe1çonr os ,1s1emn de controle da fiscalização e orrccutlação criando centros ele informações fiscai• ploncjomento fiscal e control-, de estímotiva con; o objetivo de dor melhor trnlllmenlo dados • cole• tados, aperfeiçoar e desen,·olver os técnicas fisco is e por extensão, codo o istema de Estimativa do Estodo. Tanto assim, que a receita tributária estadual ~cm nprcseutando_ super de nrrccarlaçã,, lomando-se por base a estimativa orçada Banco do Estado de Mt. Os financiamentos concedidos, atendcntlo à so j. citação dos diversos setores da produção, inda 1 • é • 1 • • n s na com rc,o._ rum . particular e po cr público t.ev um crescimento global de 91% ' " Constituindo-sr na ativitlade mais rcpreseota1i,·a do _economia estadual. o •ctor primário recebeu n maior soma de recursos _nos oprr ações tio flanco ", um índice do crescimento 461% o setor d cr~ 110s e•pecl31P, hnb,tnctonnl, social. inl , e turn e outros crescem 107% sobre ra estru terior. Os recursos globais a r d o exercic,o nn cm 1976 o»roo iii»"" ±,3, Wcn »il 782 cruzeiro:. 5ía %, ai- que .,"2. 192 cru liquido do flanco CrS 7 3.'ll B m 1 '?· O lu superior uo de 1975 N., • • 2o,27 fo, 870/0 . 1 • este ano O B d , nsta ar-se no Rio de Janeiro ., t:':;lnt ever-J Banco Central. Ja autorizado pelo Loteria do Estado de Hato Gros o _ veada de bilhetes da LE [:, milhoes de cruzeiros. MAT foi superior 0 ' n REDR • .. no PAIBENS VEaERDORES Sr. Redator: Lendo u Trl buna da FrontJ!ra do dl· a 13 p.p, deparei-me cm uma reportagem a qual de ixo-me admirudo. Conhe ço Bel1:1 VJsta há 32 anos em e-Re tempo todo nun• cn soube que noi-sos ve readon8 i;ollcltassem á qullo que realmente te m•;s direito. Mas... nun cu é tarde, chegou a ho ra, pois o que elu ro, clnmaram é multo justo. Porque não lirarmoe aqui noss cédula de ludentl darle? Por acaso Bela Vista é pior que ou'ra cidade? tierá que não é Brasil também? As auto ridad eA c:>mpetentrs di zem que é irnpol!sivel, mas porque? Temos uma administração a altura, legislad ores oompeteotes etão de parabén3 os nossos vereadores, [a çaru forças, gritem mes• mo, por aquilo que nece situ.mos e merecemos já pensaram em quauto ficartí. a um pohre que uão poje perder um dl· a de triibalho a ter que gstar com viagem, c-m hotel e outras coisas mais Como poderá a das- e pobre andar docu mentada, como exige a lei? Parabéns vereadores sempre firmes, pt;r que vc!e!. nãu estilo mendi • gaodo, estilo pedindo o que é nosao, digo, do PO· VO BELA VlSTENSE. ALFREDO MELO M g'y EIS Eletro-Domésticos em Geral - Facilidades de Pagamento .,, Colchão casa ALE Casa espuma, Ale sisai, Mveis: divino molejo ortopédico e firmeza progressiva) Onde Voce Compra Tudo Pcxra Integrado Algodão o Lar. 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Todus as metas administrativas do atual Governo do Estarlo de Mato Gros so convergem pra o mesmo denomina dor comum traçado em todos os setoreR da atividade pública estadual: o homem como meta final do Governo. /-.ssim, tod!IR as atividades setoriais tem buscado adequar-se a essa filosofia definida em Hl75 pelo Governador José Garcia Neto que se propô;, a realizar um governo polltieo, assim entendido co mo inteiramente voltado paru a valori zaçüo do ser llumnuo. Por Isso, reafirma 11empre, n!lo Sb preocupou com a suu perpetuaçilo t:im obras. grdudlosas, mat<, na gmndlosldade das obras de infra-estrutura social urgen te necessárias num Estado como Mato Grosso, cujo crescimento extrapola bas tante à média nacional. Assim, há que se destacar a preo CU'aç!1o c,[icla com a educaçilo. eliúde, com o artesão, com o funcionário públi co estadual, com o saneamento bàsico e a Plevação do padrão !:!Ócio-econômico da populaçflo de camadas menos favo recidos. Assim, oll.o pode deixar de se salientar a inovação introduzida em Ma to Gcosso, pior.eira. no Brasil, de finan cimento, de ligações domiciliares de á gua tratada a familias residentes em bairros pobres e de padrões de energia elétrica. Pesquisas posteriores vieram mostrar sensível elevoção d0 padrão de vida dessas populações. Contudo, a ad mmistração estadual vê-se continuamen te aa iminência de superar os desafios da distância e da vastidão do território matogrossense, que aliada aos naturais problemas administrativos. levou o Go- Promoção Social Criada há um ano e ulto mese11 n Fuodaç!lo de Promoç!1.1 ·oclal • PROSOL tem comCl fllosorla promover o homem através de programas destinados õ. me lhoria do 1ma condição :1ócio ecunômlca. Tem sido dada uma atenção especial ao urteso matogrossense, detentor de uma rica gama de crlnt.lvldade que estava morrendo por falta de estimulo. Para rea tivar o artesanato ea Mato Grosso, concentrou-se esforços para atender às necessidades materiais e sociais dos ar tesões, criando dt1sde o ambiente propício ao trabalho em onze centros comunltu rlos de artesanato no Etdo oferecendo treinamento, estimulando novos artesões ensinando métodos que possibilitem mller a provellamento da matéria-prima, aqui sição de leda a produção dA qualquer natureza de artesanato pelas "Cus11s do Artes[lo" que funcionam no Estudo, e comercializam cs produtos sem fins lucrativos, realização de feiras livres, e exposições e desfiles de moda artesanal fora do Estado, além do aproveitamento do artesanato indígena. Um dos exemplos de recuperação d➔artesaouto em decadência qu'! a PRO- OL pôde realizar foi os das . rendeiras culabaoas, uma urte em que foi assimi lada dos iodios que habita,am a rl"'giào de Cuiabá antes da fundaao da cidade, cujo couhecimeoto restringia-se a 30 artesãs de Idade m~dia acima 50 anos. Hoje es se número subiu para 364, e tende a cregce::-, J1strihuidas Oll faixa etária de 13 a 5o anos. Os novos métodos a primorados do artesanato introduzirlos nos treinamentos reduziu o prazo de te celageru da rede, permitiu melhor renda e garantia de comercialização ao urtesão Afora esse programa a PROSOL de senvolve outros 011 área soci11l atenden do a entidades sob sua responsabilidade direta e Indiretamente au..xilla o:.:tras, pro gramas de prevenção à margín11lização rto menr,r, com assistência e profissiona lização em clubes do pequeno trabalhador programas de alimentação e nutrição u t i l i z a o d o o s i s t e m a de mi- ol-ioclústrias do rico artesanrito alimen tar matogrossense e, ultimamente um programa inédito no Estado, a difu~ão da soja como ellmeoto de múltipla uti lização nas classes menos favorecidas. Ceotral de Leite de Soja- , presidente éa Proso, Maria Lgia de Borges Garcia encomendou ao Jns!ltuto de 'fecuologla da Alimentução, ela UnlverFidarlc de C'a!l1· pinas, um projeto para implantação d uma usina pioneira no Brnil para pro dução de mil litros diários de leite de soja destinado à venda no con sumidor por um preço em torno de um cruzeiro. Foi assinado este mês covo. nlo de financiamento d Suleco e o Go. verno de Mato Grosso para a implanta ção dessa central que funcionará até Ju nho em Culab ~ Centro de Reabllit·1ção- , Funrlnç1lo Pro HOl mantém t>m Culabá o único centro de reabilitação do Estalo e da região norte do pais, atendendo à demanda de toda essa vasta região. tanto a segura dos da previ1encia como particulares 0 não-segurados. Saneamento Básico Melhorar a quallr1ade de vida ur bana no Estado com vistas a consolidar até 1.980 o programa de saneamt•nto Bá· sico do Estado dentro da filosofia do Planasa foi a pl'Ouosição definida pel11 Companhia de aâeamento do Estudo de Mato Grosso: Sanemat. Inovando complei.,mente nesse l!P.• tor, a Saaemat adotou em ,lato Grosso o sistema dP ligação dom:c!llar de água em bairros pobres de tod6s as cidades onde atua, atra vês de sistema de finan ciamento a longo prazo, cuja mensalida de pode chegar até a cinco cruzeiros. Isso implicou al( m do aumento do nú mero de ligação realizadas passando de 203 mil em 1.975 para 2'io mil em 1.97G. significundo 38 por cento de acréscimo. nm significativo aumento das rêde de distribuição de água, que chegaram n 115 mil melros. Segundo a empresa, a ofer ta de água tmtaJ11 às familias de baixa renda contribui seosive!ment::! para a diminuição do coeficiente de mortalidade infantil e, também, no aumento du vida média da população. Durante o uno 1976, a ANEMAT' a tingiu a 24 muicipios no Estado nos qua is todo o ahaFtecimeoto de água é tra tado. O faturameoto da empresa cres ceu de 1l milhões e meio de 1975 pa ra 22 milhõa e !2 mil em l97h, repre sentanc!o 9!i por cento de crescimento, decorrente principalmente das medidas de modernização e racionRlização admi nistrativa e da iocorporacão de mais se te municípios ao i:istema Saoemal. A relação arrecadação / faturamento, 85,9% em 1975 elevou - se para 36,6 % em 1976 No ano passado foram instaladas estações compactas de tratamento e Miranda e Porto Murtioho, a últimas ciJades servidas pela Saoemat onde a ãgua era fornecida "lo nahira". Em estações compacta o fornecimento de gun creu para dois mil metroR cúhfcoti, om poç1111 tubulares profundos equt pados e acoplado a r e• des de distribuição, 288, mil litros hora; numc•nto de 3250 metros cúbicos reservatórios; 15 mil ILO .. tros de extensão em t dutoras e sub-udutoras, e outras utividuaers estrl tat: do ,,olor, que lmpll• curam cm lnvestimentofl du ordem de ó2 milho8, !J 15 m II e 5!J7 cruzeiros. Habitação Foi outro setor im pulsionado pelo Governo do Estado, em face de su imediata atenção no setor dn atlvldlade social e reallt.ado atravéz da Compnnhla de .:JCabitaçõe9. rle Mto Grosso-COHAI MT. que, resumidamente realizou a construção de trê.i conjuntos ha bitar.i'l· nis, somando 2.245 hnbi tações, nas cidades de Cu1ahá e Campo Grande inc!t;lodo 944 casas de., tinados a servidores ela dual,; tUjlJ projeto já foi aprovado na área do entro Políllco • . .dmlols tr ativo, em Cuiabá, cons tru;,:ão de 141 cusas em terrenos próprios dos be udedàrlos, aplicando re curs'.1S da ordem de oito milhões, aplicação e re lho1ia das habituçõ'a nos primeiros Lücleos r3 idenciais construidos no E,lado em número de 433 casas no projeto ex perimeutal, qui> 1omará recursos já aprovados pe lo BH, no valor de 9 milhões e 990 mil cruzei ros; implantação de uni dades comunitárias para centros de artesanatos e de mini-indústriSJ.s de ar tesanato aliIDentar em diversos municípios. Ou tro programa de ature za iminentemente social t {Continua) , GR FICI Impressos em uma ou mais cores Impressos Comerciais Inscrição Estadual 13.088.446-4 estudantis - Serviços a Cores cgc 03_.570.314/0001-18 RUI MllRECHDL FLORHlNO IMPERITRIX 1582 PONTA LTDI. - PORD MI. ,· Del Vista- M -------------------------~Tríl.J !'lll <,,! Fron!Pira --_;.....;.,.;..;,.;.;.;_~--------- Dr. José Ribamar Cruz da Silv,1 l'artoic:, Ginec:•1logía, Clinlcu Geral Cornmilórlo - l-tu11 Quinzt, eh> Novembro, 481 . Te! 203 RELA VISTA Autorizado Motocicletas - Motores de Revendedor Grupos Geradores Rua - ' ·.U YAMAHil Popa • Assistência - Técnica ~ Peças 905 Marechal Floriano, Porã • tvt. Ponta rrrr»mor±w±030±0w0reremo0roer.0Erre;0o#& Acessórios para todos os carros Nacio nais parabrisas, escapamentos, rodas, consoles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. 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TE Dr. Ivan nronso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntários ela Párria, 376 - Fone 210 ,Bela Vista Mato Gosso ADVOGADO &$BJ1O3)O Rua 3 de Outubro (A0 140 DA €)3213A)Y Bela Vista Mato Grosso 0 Si.disto Rurl de B3e! Vista on vida os senhores proprietários rurais 11 p:1rt!CIJ).!l'Plll do urna f('llrtil10 li() prtixl mo di1 ;6.0%77, pra trataren de mte-. res e+m a, vela·fundos en a ratifi cação de Titulos n fixa de Fronteira, contundo com u presetuç de Funeioa LÍO' c'o l11t'r;1. .ia C,·rlPZ l cJp ,·o 'S,) COlll():!l'(•('illlPII. to, antecipadamente Agradece 'irHJÍl!ato Hural de ela Vista L-1cai: Gr,•mlo l't•dro lCul'lno Iio,ário: !)OO.l1orn~ Prezado Ivaldo: Não poderia deixar trascorrer "i ulibis" mais um aniversário da querida 'T:-ibur.a da Frontelru•·, ncon tecírlo na sem:iwl pasPudn. Tal vez ai; pn lavras uqui usadas sjama até uma repc> tição e:fado ha de tantas outras que o prcznoo amigo tem recebido. T·>davia, desde quando conh ·ei a hospitaleira "Prin. ces'1 do Apr" e travei contato com o rll oamismo e nrrojo, e~peraoc;a E- fé nu por vir, atributos tuerentes u sua pessa, sem prr acreditei D,!i; 'e empreendimento jor alistico, consoante reinter+damente pr3- curei demonstrar através de corresprm dêacias, que Óil"e!Ii !av•r parte do;; ar quivos da empresa. Portanto, não seria 1.Je~la 01,ortuoldade que deixarici de reno var e r-?dobrar us meus votos de r,ara bl:ns ao amigo Ivaldo e a todos quantos coostituem a equipe r~spons!'.l.vel pela clr culaçlo da "Tribuna da Fronteira". É a força do trab,ilh <i serviço do p:ogres~o de B~Ja Vi ;ta. "Ttab tlh 1i. .. não pela co mid.1 que perece; W'l8, pela que ,rnb3lsta par1 a vida eterna" (Je:;us) Cordlalme:1t~ Dr. Joã.o de Oliveira Rodrigue, - ~ão Paulo - P. 1 l ' l 1 1 l 1 1 1 • 1 i Artigos finos para moda brasileira. 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V TRITO Presentes Nivaldo tle BatTO!I, rfonso Dlllon, Ely ele Jraujo 81nbosJ, Osvuldo Turlnt, Car los Ct•ntul'iii11, ,Jopó ~ldl'qUeE<, Getulio Lino e lldt 1 funso Plnhelrn, fallon :-1.>etll LH"an jelrn. Devido u l'nltn do Noedl, e por Indisposição do Gelullo Lino; assumiu u secretar!& o ve re11dor lldefouso P:nhetl'O, do MDB... A prefeitura enviou à Câmara. a relação doR funcio nários municipais, inclusivP. inativos e pensionistns... foi a pedido do vereador c.ly A' Barbosa ... A pedido do vereador Carlos Ctmturião foi urqul vnda u correspondência enviada pela fir ma Unlilo Agricola ao Ministro da Agri cu 1 tmn ... seguudo Carlos ... a Cllmara de ve permanecer alheia aos acontecimen tos surgldob POIT~ aquela indústria e o Preft!ito Municipal... É pois é ... , E • [.' !Jr, l J. 1 ri ' il E r 09-& É Elogiável ver sempre a opinião equilibrada do ve reador Turiul. .. (já foi prefeito) ... um ver dadeiro "gentleman" ... ele merece- .. para béns. Pauleir-::1. e,?-h;tern funcionarias municipais que es tao l'eoebendo aléra do &lilário mínimo vigente ... "Vereador Nivaldo de Barros e Afonso Dillon de que maneira estes funcioná, ios recolhem o INP ? pergunta dos dois vere2.do1·es ... sei lá eu ... O Vereador Nivaldo de Barros solicitou à Prefeitura ;~Ulll<'l!llll que t!nviasse à Câmara fotocó pias das olhus de pngamento ... foi aprn V<l<la por uuamidade ... Já o Centurião J)cdiu que fossa enviada uma saudação ao Goveru-tdor Gar.-:la Neto pela passa gen do segundo ano de sua admlnititra çau ... Turini 1 /U_ ~m plr:nárlo o oficio enviado pelo l'refeito Municipal ao Miaistro da Ágri $lura ...tel·gama envido ao seiír overnador... e u:giram ( • _ os comentários .(Ai..jR {%P9s 4 sessão ma) ... ••• 1 ••• ... sal de cl- Pcll1 o Pet.lrteirn Arquivamento E o Ely Barbosa pediu que fosse urqui vada estus correspondências...lógico: foi a:cuúld;:i ... Of.LOUO No primeiro diálogo for:nl entre Arena r ~!OH, t> •nador l't·l1 ()ulo P<,rll'lln. iJl'l'· sidente do C·ungesso, e deputndo Ulisses Guimar!ic-s, ptt•1.-IJetttc :.:•!clon:il <la opoat· ção, reumramn-se a portas fechadas du rur,te um,1 hora o ,li) mi11ul'>~. no uulJlnc te de Porte!la. no Senado, sob grande ex peetativa de parlam, ntnre,, e j,,rnnlista, Ao sairt·m do encontr·o. ncg,.1·11in- -eu re- velar os assuntos tratados, íllll!S ns ver sões corrente~ eram d,' que o diálogo ver sara sobre as rclornw- pülitica,;. Portelia disso que eabin a Ulisses, como convlcla do, l'azc>r as revelaçõe!". Ullsscc; su lu pe· ' la taogentc dizenclo qtte untef: prect11ava conversar rom a Ex.:('UtiYa NaciouuL C LÇ,DI ,TrS O Emb:ilxar1or rfq.; E(;A, ,Jr.hn Cr:mmlni:. yrometL·u aos culç»distu-. br:.1t;ilelros que suas preocupações cum as umeaçus de no vas restrições as veoc:;1s p>it·a o mercado americano l'er,1o 1-·vudas ao Governo de sei pais. Disse que utau comissão estuda o assunto em Washington e que us opi niões dos brasileiros ser+o «um importa te t'lemt•ulo n.1 decisf'.o !'iual>, Verdade? ~Oi'íHAR r:m1 DE'.IIOCRAC[A O ~linislro da lndú~tria e do Comércio, Angelo C&lmon de disse ao coweutat· as reivindicações dos empresários das in dústrias de base, eXJJ,essr1t; no documen to divulgado pelo :-r. Einar Kok, que Pa-uleira e poluição «lodos nós temos o direito de um dia so- O Vereador Ely Araújo Barbe nhnrmnos com uma democracia plena, m +s requereu à mesa que fosse enviado ao politic ... do Presidente Geisel neste sen Executlvo a seguinte solicitação: 1 t1_do é gradual_1~ta.» E acreci;entuu. «O Pre- 1) Providênci11s no Rentido de adquirir s1dente temn feito um esforço colossal no macacões, botas e luvas pura os funclo- st>ntldo_ de provocar a volta do pais à nnrios que ,cuidam da coleta ele lixo. . . norcr ali<lade. Agora, é preciso termos em 2) ~lacacões brancos gorros brancos e mente que Roma. não foi feita em um dia.» botas para os funcio~àrios dCl Matadoc. FIESP NÃO CO'.IENTA ro Municipal. A p,e3idt 1ncia da FederaçãCl das Indús- 3) Protetores 1iudilivos para os funeio- trinas do Estado de São Paulo (FIESP) de nó.1·ios du UsioB. cidiu não e manifestar obre o recente pronunciamento do presiden'e do Sindl rato <las Indústrias de '.láquinas e da Ai;soclação Brasileira das Indústrias de Máquinas, sr. Einar Kok. Porém, o dire· tordo Departamento econô,nico da FIESP, sr. OsvtJldo h1Jmvi manifestou-se contrá- rio aos pontos-de- vh,ta do sr. Eínar Kok DISTENSÃO A <listensão é irreversível a médio przo», disse o vice- pre:,idente <la . .ssoci-1 aç :o Sro.sllcira para o desenvolvimento da Indústria de base (ABDIB) e p.-esiden te da San vas. tir. Henrique David ~nnson, 1 ao corneatar o documento do empresário Kok_. «Este documento», dis~e ele, tem o OllJCUr/J[~ JlmS ménto de recolocar um tema que foi re- legado a segundo plano pelo curnavul e fõ)rt'!min pelo clima emocional com que se esti u lt1111usUB[!J$ discutindo o relacionamento Briu;iJ/Esta- - ' dos Unidos». Segundo Sanson, o documen- to de Einar Kok reafirma o que mnuitos empresários têm dito: querem'Js liberda de para expressar-nos e isto exige a dis. tensão.» C_oruunico que foi exk..1.- FRANCELINO viado o Certificado de E o Nivaldo Logo depois de receber em seu gabine- proprieJade de um veícu- Onde já se viu o transporte de te durante meia hora_o president<! do Coo- ~E rg;;;a Chevrolet 197J carnes ser feito por camionetas? r gress0, senador Perónio Pcrtell, e mo- Co: branco Ev ·9. , is:ri::%.s]zz p. ar upspyzz:#$ jji#±± • maraes, a Lrmou o presidente da .-rena - . • ire ran 1 Francelin? P~teira: -«O senador Petrôni~ propi:iedade Corr,er~i~l Porlella e um dos lideres do partido te ~foreira LTD.. Aventdu. i todas as credenciais pra tratar d4" Duque de Caxias. Jardim 'j assuntos e de outros. Fica esclarecido ~"' :'llT.. _ Ainda o Nivaido , rém, que Oil contatos que ele vem {_ Publicação qge se fz pa Solicitar ao Executivo uma fiscali• 1 tecdo sobr_e rerorm9s políticas são feitos ru obtenção 2 via zação Rigorosa nos açougues da cidada ] como residente do Congresso. Cumpre pois tem Boi _na Lil,ha ..'alguem and, "ssinalar alémn disso, qas nós nos man- cobrando muito ... ma:< muito mesmo.. . temos mütuu e permanentenuente informa- aq_m u~. preço! ali outro, por ai vai. . . dos a respeito destes assuntos.» (h1. .. m ... h1. «pobre consumidor) OPOSIÇ.-O O d~putado Ulysses Guirnurfies anun . _ ou após o encontro com Petrónio Po« gue ai reuuir Executiva Ncion"{$ MDB ara dar-lie conhecimento d P . . teudo da conver.::1 que , 0 ° cor- ,1ra rnnd1tar: Na porta do céu es- presidente do Se,, manteve com o tá o seguinte letreiro: Todo pecado pode iá sida na+.,' ",A Executiva deve- ser perdoad E d r ~ u ' "' a t1 a ela r ·.- • . o •• rm o "ferno: Nenhum I diretório nacionl a fim <ie e~nm_o do pec;HO pode ser esquecido. situação politic:! naciun:.il. exammar a Alçada Federal Disse o Ely que ·poluição» é de ai çada federal ... Hegundo o decreto 1-113. O Presidente O meu peusamenlo é democrático, os meus sentimentos são democráticos ... disse o presidente Marques ... mas a turma uão está para brincadeira e pl'eB slonam: A Câmara n/lo tem dinheiro nem puru o cafezinho ... o. seci'etái·ia pnra enviar uma carta foi ourlgada a pe dir Cr$ 5,00 à Tesouraria du Prefel turu Municipal . . . E DAI'? perguuta dos vereadores: Oude está a verba da Câmara? 1 1 °' ' ...... ", ~, ,, y ta li. o is • __________ ... __ ...... _ É inadmissível ver os funcionários que cuidam da limpeza do,; lixos mexen do em detritos, sujeiras de toda a es pécie. manipulando excrementos, sem u ma ner.essária proteção. Assim como onde admitir que os empregados de Mata douro trabalhem sem condições de hi giene ... e pobres funcionário da Usina trabalhando o tempo todo com aquele barulho ensurdecedor numa verdadeira po luiçáo sonora ... ( ... credo ... ) f. B IL Justificativa Brasilin, AN-- A sp. rintendência de Contra lt•:-. de ExploraçJo d Petrobrás (SUPEX), coa firmou 1t ro,J!ização de u. Jllcl /lO'il licltnçuo ]':Ir os contratos do risco«, provavelmente em ab il. Oiant•• do lntere3 C1 d:1; companhias intorn;1e1,, nJJi; pela f,•t ,/,, ,ma;,o nas e pela Bacia de San los, a nova llcitaç o Jn. clott-á pelo menos duas áreas em cndtt uma des sas regíõea. Chegam a trezentoA milhões tlo to neladus as reservas de magnésio metálico do Ce ara A informação é da Seeretari 1 de Obr.is e Serviços Públicos do Es tfldo ucr,sceutundo qlll' tais reservas podem t rantir a instalação de uma usina de matéria prima e cr1Icloução, c:i jo projeto, no valor de duzentos e cinquenta rul Ihõ.~ .. de dólares, ofere ce trezentos e clnqu !fi- ta novos empregos. Proibição Brasília. A - E:1tão proibidos, de CJI'Cnlur em lodo o território naci,wol oa veiculo.~ movidos a diesel que upr1>sentem ernissiro excessiva de fu maça. E que venJeu prazo de 60 dias fixado por decreto, para que todos os veículos apre sc-ut.anat'm suas bombas injetoras reguladas e !11- cradag por oficinas auto rizadt!S. ' / r O Sr.José Francisco d1 Silva filho perdeu sss d cumentos e pede quem acha:- favor entrega s Prefeitura Municijal de .:J,i:dit,: P.G.U 200.066 Ca: teira C.N.H 200 OGJ Ca: teiru Profüsional«B" d11 • tg 2403/74 Exp P 31 Ciretram /j ( . f- Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº242_06_03_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº244_06_04_1977 Voltar para a lista de itens