TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº247_01_05_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº247_01_05_1977Número da edição247Data de publicação1 de maio de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -22.100631016026 , -56.528407120262486 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº247_01_05_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto p - o E TO Ci O S • UM SONHO RI Fundador: Ivaldo P.ereira Ano VI N.o 247 1 Bela Vista Mato Gros■o DO H OS O Dr. Ruben Albert,)· ALbott dr, Castro Pinto, Prefeito de Bela Viola, falou em nome dos vinte Prefeitos parlicipnnles do Segundo Encontro Após s sudações de praxe, assim se mnai!ehtou o prefeito de no11sa eiclnrle ... Prtfeilo da rnaig longínquu e da muls lcndárlu cidude matogrosseuse que e situa nil fl·o11tPiru Hrarsll-Purnguni, onde us gus do pa beija as duas Bela Vis tas irmãs sinto-me profundamente honra do o engrunclcc:ido em pnd!.'1' rnprooeu tnr e falar l'tn uome dus vint prefeitos que oonstituem o Progr1rnrn Promu11icípio. Priueipulmente porque fui pra hora miuhn, o primeiro Secretário ue Educa ção e Cultura e Saúda do gl'llude Ou· veo Fernando Corrêa da Couta, e lln jd vejo este lugar ocupado por um jovem educador, idenlistn, cullo, inteligente, u cesivel e pro[undnrnento diplomata no atendel' e no compreender as reivindica ções que ruzemoo om uume da infância e du rnocidnde m?.togrnA1Hmee. Meus senhores. u experiênc1n do PRO MUNlCIPIO em Belu li!;ta realmente tem '} sido um sucesso. Basta dizer que no se- ,, 1 tor do ensino municipal, passamos de 700 para cerca de 8 mil o.lunori, em menos . de um ano e meio de admini11trnçfio. As construções. de escolas com verbas de auxilio dos municípios nós ja estamos em fs.se de co,1clu:1üo auxiliado i;em dú vida, pelu bou vontude llu Pt•e[eilurti quo conillruiu para lauto, ató uma olaritl. uma íúbricu de tijólos, pura poder comple mentnr a pequena importância deotinada pelo Governo Federul, ao Eslndual, por fnlta de recurllOli íinauceiroo pum tal m;s ter. Criumos também doutro do programa PROilUNIGIPIO om Bola Vista, puvilllÕt'll de merenda escolar o j estamos vm fa se de construção do quarto pavilhão. O primeiro construido, ao quo me parocu, inédito em Mo.lo Grasno compõem-se de um refeitório aberto, alegre, coberto com capim sapê e com posteo de urotira cn 'ernizudos e unexo uma porte de alve naria compreeMl~ndo cop:i, cozinlla, undt:l :;ão gunrdncos na a1mentos du mPrnndu tGcolu.1· que o município comprn t' que os pois do11 alunos comp!Pmentnm com pro du!os ae suas granjus e das uus hortas As crianças te.a umn lugar upropri±do on. de fazer as snes refeições, prender ru i rlinH:lltOS ti<.' lsi~!,·tl' lilIIlt':llll. tL, li t! ·utü· 1·-.:_· mitiem aquelas noções ás ugs familias. das quais silo compostas d camponeses. 'ofessot Lourenberz. não qurro ser 2. n.is extensu. Voss Exetenct ja foi f convidado por nós lá ,1~ 13'.•l.1 list•1, n .-c~:,:r l"·· wwevanente e municio. l. (xcia. tv aquele cnsej } /,fiz COID graudo ho11ra j,Ul'il IJÓ~, de Íll,lU· ' utar a escola "São Geraldo", escola que funcionou duramto 30 anos num a Ião da uma Igreja Católica e nunca pi guém havia tido a idéia de cunstur u prédio esculur naquele rebalde du zo na rural à1• ,guo. Doce, e foi 110 ui ual governo dinàmico de Gurcia ~leto, f(,i nu gestil.o da Secretaria __ do Dr. Louremberg que nós recebemos To mil cruzeiros com 06 quais construimos Uill ?'1f1:10. ?G eSCO· ln. ampll'nndo uquelc. planta inicial dada pela Secretaria e onde nós gastamos» conto e cinquentn mil cruzeiros, isto e setenta e cinco mil, por conta do _mu111- cipio importünciu j pagas e recebidas e iuncionaodo hoje com mais de 300 alu uos frequentando essa escola, ainda aca bamoe de inaugurar um Clube Agricolt1. que foi o inicio dos dizeres daquela pla ca que Voss11 Excelêucia viu lá e:sta_ 11 1pa. tia. - Aqui será iniciado o aprendizado agric'lle para os menoros da p:;oola Suo Geraldo e acabatuo8 agoru, com o auxilio cio I~~CR, d•1 formarmos eose Clube Jgricoln. Aqui e~lá presente conosco nflo só a minha e!lpusa que é miuhu auxiliar d!re tn no Setor de Educação, eowo também o casal paulista Pedro Carvalho, paulis tas de Aruçaluba, que ulem de serem ~técnicos tsm sericicultura no nonso muui cipio, ato transformando um nevo aflito, nu po "o dsconfiado q u e para introduzir uaa idélu e coacrtJtiza-lu é preciso que se t,~. nhu muito ideúlismo, moito boa vontade e muita cunstilncia uo trnlialho de quo é posGuidor oste c1urnl. S:io técnicos, realço, em s.:rid.:11!111rn como em educação. Já:esta mos ('c1m seis pavilhões de 2ericicultura montados dois em alto ostllo e quatro rústicos e que já vo neste mês, dar ao muuieipio umn tonelada de cazulos. ls!lo pura umtt txp&riê11ci1:1 é umn grnnde coi sa e este csul é que está uos a uxiliun clo' 1m pal't,1 cio aprendizado agrícoh,. pa ru menores no ensino de primeiro grau em Bt!lll Vista. Eu desejo que lrnja Felioidude comple ta nf'stcs três dias do nosso segundo en contro PRO~lUNICIPIO e que nóR possa mos levar à nossa gente mais t'Palizações, mui espernçu pura que nos:·, Matt, Grof'so, uno e indiviso, quo nó tenha mes realmente uma população infantil e uma ponula. ao de adolescentes que realmente conheçam a cultura e tenham o patriotismo necessário pa ra levar ainda mais para a fr~nte este nosso Brasil que a Re>voluçiio nos dt uno vnmente dl.' presente, que a Revoluç!i.o revigorou e tez com que o Brasil ergues se a sua palavra de Fé no crnário polí tico internacional. Origem da Gnme1111- rap;ãt do Dia das Mães Falando cm [ldc, Horiz<-nte. onde foram concentradas esteano as festividades do dia do Trabalho, o presidente Geisel enumerou ns realiza çüe« de seu governo, reafirmando que a finalidade da nação governamental é básicamente o homem, di-«e que o governo está emprnhdo cm com!%, ter u inUnç. o,"uma docnçn crontt':l de nos!u. l nk n qual decorre, ntre outra- razões, "de defeitos de mentalidnde, que precisamos varrer de nossa men te, num esforço conjunto e comum, para tornar ida menos cara c para qu possamos usufruir de 111nior qunnudnrlt- ele Uc11:, • _ .. A inflação, segundo o_presidente, sofre refeito eternos ,muito mais difíceis de eliminar-., · internos, como deficiências que ainda temos en nossa produçió e na circulação de no-o bens e sobretudo nn sua comercialização,-. O hospital São Vicente rle Paula, de Holn Vista, que h& pouc:o tempo foi man chete aos jornais devido a propnlada ce leuma de 1,ua encnmpnção pela Prefeitu ra ~Iunicipul. volta no uotieário, desLfl vez atrnvéa de um fnlo desagrndáve): ROUBO. Na noite do dia 29, quando es tavum de plnnt!io duaG cn!ermoiraa e um onfermeil'o, aumiu da Sccrt,tariA. 11 impor tO.nC'ia de crS !!.000,00 (doi::; mil c~uzeiro ) orlun::los do movimento diário. : Direto ria uu mll.nbíl,segulnte. intoirda dow con tecimentos procurou descobrir o autor ou autores, c!Jnu.rwdo à re~r,oasabilidade os planto:.iisla~, onfermeirnr- Eva RibE>iro, Ro s Pereira t! o enfermeiro ,Jc-selito Pedro S!!lleR .. a enfermeiras alegavam iuoclln cia. ussim como o Joselito, fazendo com que fosse chamado o senhor Delegado de Polida para tomar !Hl devldlis provi dénciu. PROVIDE:--ICIAS Primelrnmeute o srnllor Delegado de Policia, em comp1.1nhi1t do investigador Carvu!ho. C!vou parn a Delegacia li enfer meira Ev& e o ellfermriro Joselito, os quais ~cmpre U('gaudo a autoriu do rou bo, procuravam se defender das acusações. Em seguida, foi chmdn a enfermeira Rosa, urna senhora ptiraguaia (]U~ bt:i mui to tempo presta oerviço11 ao Hospital, scmpre carente de nrelissienais de enfermagem. Após ,,minuciosa investigação", Joelito confessou a nutorili do roubo, iaoceutan do as duns rnformeiras. Preso Joselitu e dispeuendas ns cnformeirns, o caso pode ria se d:u por encerrado, pois o ladrão devolvru um::i. parte do dinheiro roubado, 111a.s a "estórin'· do roubo merece um "comentnrio". DENÚNCIAS Umn pessoa ligada ao Hospital procu rou n. noasn reportagem para ACUSAR do violênciaa o senhor Delegado de Po licia. iaspotor Carvalho e outro ooldudo du PM. Afirmou u ronte quu ··a enfermei ra Eva sotreu VIOLÊNCIAS n Cadeia Pública. tendo I"vado murros, empúrrões e amenças do maiores brutalldndei;, o roes• mo tendo se pnHsa.do com Roaa. ·•o cor po de enlorrnageni do Hospital ao oucoo tra revoltado com os nrbitrariedndes co metidas, tendo duas enfermeira& (Apare cidu e Iolnda) sofrido criso de nervos com a ntitu-le dos policinis. Disse aindn que O!! medicnmenton do 1:--.'PS eucontram RI' u Secretaria, e a todo momento os enfermeiros sito obrigados a entrar n emn, to que e errado, e msis errado inda ti u providêncin tonasd pela Ui· ret<,ria cio l-IOFpilul. Um ~lurilza l'i nhei. ,-. P. IJ,. J-lello Lour,·iro lev:.ndo o fa to à Policia quendo poder; ser restulvi de no Hospi:al" ' E!:.C'IDA DE Prour:as a ·ferreira Eva, em sua i'C'Sidi'ncin., tenrl0 11 mPFma comprovado a vt·rac1dude dos foto;; acima co,ueu1udos. Disse que ''r<.>slmeate FOfri Yiolêacic1s na i: Pública, e a Rosa tanbém:". O fatos devem li(ll' 111rnn,dos, pois somos cnntra II violêoci!I arbitrária. A os rnocen [e,s núo dpvpm pagar pelos pecadnres. SBNHOR No din 12 de maio comemora-se o DIA DA ENFERMEIRA; neste Dia, ENHOK, enviai os vossos anjes pnra guardar os 0 't1njos de l:iranco". Fazei, Senhor, que nem sempre o .P.JSTO pngue pelo peca dor, mas fuztii. ugima ele tudo. o E3pirito ·Snnto ilumine :i rr.ente aos homem para que e!H srjum aempre o reflexo da Luz na Terra. S,.nhor: Os doentes, neste dia, deixant de lado os teus l11mentoK e suas lamúrias e uníssonos pedem PAZ. JUSTI ÇA, AMOR para as mulheres e os homanli que diuturnamonle ajudam u urnenb1ar seus sofrimontos. AMÉM ... O Dia d1.1s Mães foi co memorado pela primeira vez, publicamente, dia 10 de maio de 1908, em Fila délfia, EstadoP Unido• na pequenina cidude_chaoui da Gruftom. !<oi ougerido poln. jo- . vem Jaa Jarvls, orm, 1:m rna homenagem à su11 fa lecida mãe, fato c,corri• do em 1905. O presidente Woodrow Wilson dos Estados Uni dos, em l 014 mandou In cluir oficialmente no ca lendário f Pderal da Na. çâo. a comemoração do Dia dns Mães. o Br11sil, u luiclo.tlvu. da comemoração do Dia da8 jJiies, partiu da An• citiçllo Cristã de Moçu de Porto Alegre, RS; que o comemorou em 12 do maio de 1918; exemplo que fui imitado no an0 e guinte pela ACM do Rio; e em 1921, a ACM pauli■ta também comemorava. Em 5 de maio de 1932, através de DP.creto c-flci al do Chefe do governo orovisórlo, Getúlio Var ga8 o Brasil panou a co memorar oficialmente a data do segundo domingo de maio, como o Dia das Mães. Oração ao Divino Espirito Santo Espit'it'.l Santo, você que me esclarece tudo que ilumina tod•>s os meus caninhes {pra que.eu atin ja o meu ideal, você que me ri: o dom divino de perdoar e esquecer o mal que me fazem. e que tudos os in!tuntes ele mi -nhn vrda ei:tá comig&, eu qut1ro ne11te curto diá Jugu, agrddecer-lhe por tudo e conlirmar mal11 ma voz que eu nunca quero me separar de 110:e p,•r maior qut ufa a ilusil<1 material não será o mínimo de vontade que eu sinto de um dia estar com vocé e todos 011 meus irmãoa na gloria perpétua! Obrigado maia uma vez. A pessoa deTará fazer essa oração 3 dia■ seguidos fazer o pedi do e dentro de 3 dias 11rá alcançada a graça por mais dilicil que seja, publicar assim que receber a graça Por muitas graça alcançada Obrlgatlo mal, uma vez. Acacla 01-5.77 Rela Vista - Ml Tribuna da Fronteira j .J UI IDl COLHEM l E ,z LUCROS Indústria Brasileira Ter umn Colheltadelrn Automotriz SLC é pos suir umn máquina que colhe lucros e tnmbém representa n conquista dn trnnqUllidade e se gurnnçn nn hora da colheita. Pois com n SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do cnmpo. Gente que, como ,·ocê, est:í preocupa da cm assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta mente especializados; treinados na fábrica e sempre presentes na horn da colheita, com peças originais que osseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milho (para colher com a nova Plataforma de 3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotrfz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionarão tranqtiilídade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo isso, os que já confiaram a sua co lheita a uma SLC acreditam no ue plantam porque sabem com o que colhem. 12) UUfiCIH IUAYIR4 l1Dl. --,--:,-;:,:------:-,.,---~' ,. .~ - ~~ ~} a..>""e ,-e .; %% ._;.d ___., ..... ~.J e à :':":, ...... -• - ... » ao a + : i . » • » .. ±% .-. I .o . hi3 s} á? ±±é$ 53.d. ..%à ±<9-i32:,3 #e ± . -~ a 3%±s ·"- Z:e&; -- s5 t« Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados A . ~ R ,... h 1 Fl • ss1_stencia Técnica Permanente Matriz ua - •uarec a oriano 2049 . Fone, 286 _ C p l " x. osta 180 Ponta Pora - M. FILIIIS: - ftMDMBIII BEUl VISTA ,,,, j l· A Execução [7 .,p7 77 LQJ L1 l1 llli No dia 2l de abril <lc 1192, ua <·idude do Hio de Janeiro, cumpriu-se a setença de morto do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o conhecido e patriótico Tiradentc·. O p u t í li u 1 o foi erguido no e n m p o ela Lampadosa, e, be.e, por diversos depoimentos e principalmente través do padre Penaforte, que lhe prestou assistência religiosa, que Tiradentes t<·ve u1n C 1)ttlj>ortatnento de {!rttnde corogi!m, en .. frcalnndo tu, o com .crrnidnJc. Atitude de 11111 homem 1uc Fni,iu o que fnzin e o que querin. Contn n 1ist6riu, ter silo ele um herói, justamen tl, pcl11 ob,tlnnçio cm dnr no Brasil mais e por ter mantido o mesmo pensamento até o, últimos degraus que os !-epurnvom du morre. Niio ucgou, como nllHtoR u'egarnni. Talvez, o que tenha nrnr .. cado, seguindo-e as nrrativas históricas, 1enhu bicio II sun comt:incin do ideais. Depois de morro :ve o eu corpo esquartejado e ,cus restos cs• pulhado, pelos prioc1pui, pontos da cidade, Iga res onde falava de suas idéias. A cabcçn rcprc ecnlnodo u rnn po,içüo de liderançn elentro elo grupo- fo! colocnela em prnça pública cm Vilo UiCA pnro todos verem o que 1inhn sobrado dn qnele que tentara expor n liberdade ao povo bra silcin,. A Hcpúblicn, porém, dcclnrou-o 1erói nn• cionul. conferindo-lhe em 1965 no goyerno de • <'natclo Dronco, o thulo de "Patrono da Noção Brasileira." T _Joaquim José dn Silvo Xnvicr, conhecido por T1r_nrlcnu,s, nasceu em Pombnl cm São João <lei Ilc·1, no E•ln<lo de Minas Gcrnie, no nno de 17-ló Vindo <l_e 1111111 ín,milin de pequenos • Íazrndciro~ de condição _média, era o. quarto filho ,ll'ulre se• 1s irmuns, F1co11 órfão nos ll· unos de idade, tendo +ido educndo pelo padrinho, que era cirurgião e clinicava, Daí nasceu o seu interesse por 'nrativo atendimentos práticos, que lhe vnlen nos mais tnr<lo, 11 ulcnnha do 1'irncle11te~. l'o~rnin nmplos co nlwc1111enlos elo terrenos c cxplornçiio dos srm recursos, tendo truhnlhnclo vúr111s ycze~ neste rnmo. Chr.gou u ser trop•iro e cumercionro, como solda do nüo cons<'gniu fnzcr cnrreirn, ffcndo Fomprc pre· terido nus promoçõrs, cstncionnnclo 110 Posto de Alferes. Serviu na <'ompnnhin de Dru~õcs d,, Vt la Rica, depois Iegimento da Cavalariu paga de Minas Geris. Primórdios cln Conspiração A Conjuração ou Inconfidência Mineira levo lnsplra~ão na lndcpendêncio dcs Estados Unidos e prlntlpolmonlo na• 1déios revoh11·ion{1rins cln Frunçn. Com aquele costume elne fort>illus nbn.tuelns brnFileiras de man• darem seus filhos porn II Univrrsidadc ele Coiri1hru •pnrn estuelur, épocn cm qure sr "doutor" cru o alcance mn.ximo ele cducnçilo e pouco• podinm rhe- gar até ela, devido aos nltos custos, as ieléinP de lihcrelnde inClamoYom os cstudunteB. Ao retorna• rem ao llrusil, vivenciavum u grooele - difcrcnçu entre os pní~es. Aindn no governo ele Luis <ln Cu nha Meneses, 'Tiradentes jí crticava n situação de Minns Gerais e do Brasil em gcrul. Muito franco até certo ponto ingênuo, deixava-se levar pelo eutminsmo patriótico, falando ecm cnutcln e mos trando n todos o que se poclcriu fazer paro melho rar n sitmvilo brasileiro. Tratnvn do assunto com todos os que encontrava. Logo em seguida, tornou so s figuro principal <ln conjuraçilo. Pcrmnneceu mais ele um nno no Rio de Janeiro onde manteve contato com José Alvares Maciel, recém chegado de Coimbra, onde. fora cstuelor. Jlncicl cm mineiro e parente próximo do chefe militnr eln Capitania, Francisco de . Paula Freire ele Anelrneln. Tirnclenttts e !11nc1el tt'l'ernn~ ,únos encontros, onde os ielcnis dn lnelcpendi',nc,n fornm lomondo formn. Nilo &e rnbe oo cert:i ele c1ucm par tiu n idéia eln Inconfidência. Nus autos da Dcvns• sa da Inconfidêncin ?llincirn, eacontrn,·nm•1c 09 eleclornções ele Tiradentes ele que fora ele o res ponsúvel pelo movimento. E possível que a idéia tcnhn sido sugcrieln por Mnciel, porém mcg~, cl• mente Tiraclcnte• foi n grande fwurn da conjura çilo. O n,ovimcnto i aceitei@ com Pg;; mn o. eobrnnçu do enorme dinda de qunse 1 arrobas, pelos quinto;: otrasurloa. Como 11 _popu t· ção não podia pagar, a propaganda dos incont dentcs foi muito "bem nceitn, pois todos estavam revoltorlo• com a ordem. Os meses de janeiro, fevereiro -ele 1789 for11111 os mais férteis em mw9! ria r!e rcunlÕt'B e 11umcnto di, sent1mc-ntu patn • tico, L'orém, a 15 de março ,lo mc,mo º~º• d Joa· quim Silvério d,,s Heis, um dos consp,rn or~;, traiu os compnuhciros. Unrbnccna, numa toma ._ d ·· é • ende n derramo. para e posição estratégica. suP."y dos inconfidentcs asslin roubar o trunfo prineP"+;dentes viajava qu ! seriu_ n rcvoltn _<lo povo· ,~do or espiões, para o Rio de J iro, mas, ez__l'd 1 f'ap1tnn111 • c..conuc•se não conseguiu volr Par ",, 1o de maio de • cm caso d,· um1"º"• mn, no 1 ª ·c1 elo iijo @ cor@s. ? Tim+d«cm; ";7". fiéis vez, ses gdog ai l"fio a respeito das conspirações. o ., de is Tr4dentes depõe. ela,_ ru""!" 'iara Nesa ocrsiio. o juiz&s, j4 P9;;pp,,e. e quase çoes por escnt o do• outros rncT. ele tes faln so todos tinhnm fulndo. "Só _entio • •~iran res onsnbi hre s conspiraçao a·vi"%?"j iaii'à r lidado do ovicnto. Por9""",, .a e os demais tugul Tirn,lcute• é condena o ore tem n suu peua comut.udn. la vezes me pergunto: ) que resto fazendo como pecuarista em benefício da coletividade e engran clr.ri111ento do país? Porque son um pecuarista? Se rú i<to uma ui! idnde uobn; ou rendosa! Vejo meu vizinho ao lado em 2 quadra- de ses- 111:iriu, foturur o mesmo que e consegue ern 50 quadras de pec:vária com 20%, de de»frute. Quan• do vejo um terneiro nascer me entusiasmo com tu pelagem seu porte, seu preso. Raciocínio; terei que l."sperar três anos para desfrutar; uté lá sobem on se ulteram ns yucina,, banho,, arrimados, agua das, peões, capatazes, leis trabalhistas, adubos, o· ficinn•, vermífuf(o-. uotibió1icos, Fal minem!, etc Olho meu vizinho está lananelo e ell banhando. Estou hnnhnnelo e de plnntan,lo. Eu banhanelo e ele colhendo. Um umi:;o pccuurisln arrenrlurn 70 heetares por tO mil cruzeiros ao ano, Foi renovar o contrato 77-í8 por 20 mil cruzeiro< quanelo chegou um a gricultor e não tc•ve dúYielas, ofereceu 120 mil por dois anos, pagos oelinntndos. . E agora: Pccauisra ou ªí!riculror? Que faço? To ilo~ t'Slcs onos serão perdidos? Em urrra roda na Cooperativa de CornPs eliz um pccnnristn: Nu minha idade passar par agricultu ra'/ Impossi'el! iIas se não passo não poderei su• bsistir. O jeito é vender .J00 reses. mns ninguém qncr saber ele gaelo de aio. Entüo não entouron ------------------------= elo os 'Cnlres e vendenelo ns vnco.s gorelas. É o jeito. Aí faço uma parceria com um •ujicultor Dá uns 130 mil por qun•lra líquidos, 520 mil cru zeiros cm 6 meses e ainda ponho dinheiro do go· do nn poupnoça Agora pergunto: ,onde Ynmos achar boi daqui a 3 anos? Estas vocns não gerarão mais e n setocnte morrerá. A gniiuha dos ovos de ouro morreu! O complcxc frigorífico do Estado. como ficnrá da qui d 3 anos! O médico n·terinário? Os peões, o ,·avolo, a traelição? é uma verdade na Europa o· Estudos Unidos que o boi come a soja, aqui a so ja comeu o !,oi ... Pora mr.lhor elucidJr e pronr porque a nossa pecuária está em crie, aqui vão alguns dados re ais que rrrifico.mos; Um novilho d 3,5 onos em 197-1 valia CrS l.100,00, hoje vale í.rS l.800,0li. Com um no,·ilho em 1974, compravam-se 12 rolos de orame hoje 2. Pngnvam-sc 5 empregado• hoje 2, 33 bois compravom I pic,up, hoje eiio neces@ários 46. 30 bois compravam um I trntor 80 IIP, hoje precirn-,e de 60. Compra,•nm·•e 4 tonclndu de hipcrfosfoto, hoje uma lonc)uda. Compravam-se •J0 sacos de nrroz com cnsea, hoje 18. E compra vam-se 20 sucos de soja, hoje 9. Creio que isto diz tuelo. Um ovo ar para su csnfer to • Retarante dormitório e ambiente super familia. 9lima 'otczl ie oslancicanelo. ?tua Almirante Banoso 323 BELA VISTA lVIT. Brasília - A CPI que in,·es• tignrá a situação das comuni- -----------------------~ ----------•------------dndes índígcnn~ brasiJ.,iras Ee- • rá ins1.n1ada. esta mana, sob o presidênc;in do de_pmudo Frei tos Nobre, pa.ra discutir o• g-ra• 'es problemas de invasões de terras_que atingem a grande ma,ona des,os comumdadcs a destinação da renda indfee na, os reflexos da polfrien ~de ocupaçüo da Amazônia nns co munidades tril>ni• e o rebeio namento entre missões reliaio- sns. e Fnnoi. - ADVOGADO ~~~mJ'.í@Jlar) - Rua 3 de Outubro fio ião0 a €)3313A) Bela Vista Mato Grosso fü r. Avas aso ta Casta Mares ADVOCACIA EM GERAL Hun Voluntários dn Pátrio, 376 - Fone 210 Bela Vista Mato Grosso fornm pflrdidos os !'O• p,ui11te docuu1ento.,: Título de Elollor C.irlelrn de Idantidade Ccrtificntlo d Heservlstn C ut<."lc·u Nuclonnl de bu billlaçüo Registro de Armas de Dofesa, portenccrnte ao oenhor Akxnndro Cnr- 11rlro. Resl::lenle na rua lfarncuju S/N Jardim M'l'. Publlcn<;ão que B" faz para obtenção du 2J. via 4 de rualo de 1977 Declaro, e por cuja de· claração, asumo inteira responi;abllldacle que foi extraviada o bloco de notas fiscais de prndutoi· modelo 4 de nº 225.371 a 225.380 qa3 me fora fornecido mediante noli cltação minha à Exnto ria de Rendas de Guia Lopes da Laguna ?11.T. Os quais se acham :.!ffi brauco de nº 225. 376 A 22ó380 Jardim 22/4/77 Ady Cândido Barboi:a Fazenda Alvorada Inscrição fü:1t. 500.005:-l CPF 021934771 Situação INDIO do . 1 . l 1 l • f 1 : 1 1 1 ' 1 [7 tâ ' t ",rnfl lL lseficitas TO GROSSO L_~---------,,----------------------------=---=--l 01.5.77 Bela VIta MT, T'ribun da Fronteira ------------------- Dr José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecolopia, Cliulca Geral CR!I RJ 17.937-- CRM-MT 439/s - CPF 058043377 Consultório lua Quinze de Novembro, 481 - Tel 123 OELJ VISTA _______________ _. 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Mareionilio Eodrigues dos Santos, brasileiro, casado, criador, resi dente em Carcol. tendo falecido sua mãe Maria Antonla RodriguM dos 8antos que era viúva,. nesta clrtade Jo Bela Vih ta no dia lG de março de 1971, confor me prova a Inclusa ce1·tidão de óbito, sem deixar testamento, deixando bens e herdeiros todos maiores, ficando o· re querente no posse a administraçao dos bens e nesta qualidade quer processar o orrolamwto dos bens deixados por i;ua miíe. Nestas condi çõe1, requer a V. Excln. nlravés de advogado tl dos demais herdeiros, mandatos inclusos, a abertura do compe tente arrolamento. nomeando o reque rente invantRriante, admitindo-o a pres tar compromisso legal de inventariante. e assinar o respectivo têrmo, fnzer as declrações de estilos, por seu advoga do com podere.s especiais para tanto. Dá a presente o valôr de CrS 1 9"iíl,00. Nes tes termos, p. deferimtnto. Bela Vi~ta. )1 de dezembro rio 19'i1 o Dr. C',ulos F., dy Sá de Medeiros. CPF 003821081 OAB MT 616. Despacho: DR.A. c/ taxa e de pósito. Nomeio inventariunte o Sr. Mar cionilio R. dos Santos que, comprornissn do, falará cm prin,eiras declarações. O pedido Dão Ioi acompanhado do que faz necessário no arrolomento. Após digam os interessados. J. 20/12/71 (a) Dr. Mar co Antonio Cnudia. Pctlçlío de Fls. 40. Exrnº Sr. Dr. Juiz de Direito da comr ca de Bela Vista. Marcionilio Rcrlrigues dos Santos. inventariante dos bens dei xndos por falecimento de Mria Antonia Rodrigues dos Satos, em tramite pelo Ca_rtórlo do 1 Oficio, vem mui res peitosamente a presença de VExcia que por um lapso não foi declarado nos ter mos das primeiras declarações o nome de um herdeiro neste inventó.rio O sr João Rodrigues dos Santos que se en- contra em lugar incerto e não snbido, há mais de 2o anos. motivo porque re quer a V. Excia. que o referido herdeiro sej:l citado por edital na forma da lei, e upós soja-lhe nomeado curador. Requer ainda a juntada aos autos do INCRA de vidamente quitado referente ao último exercício. Nestes term1Js. Pede dolerlmon to. Btla Vista. 25 de abril de 1077 (a) Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros. Despacho: .Junte-se, dt·fii'o o pedido. n. Vista, 25/ 04/77 a) Dr. Valter José Rodrigues Con trera. E por este juízo foi determinado n expedição do preseute Edital, com pra zo de trinta dias pelo qual fica citado o herdeiro J oü o Rodrigues dos Santos, f!lho de 'Theocloro Rodrigues do1:< Santos e de Maria Antonia dos Santos, para habllltar-se no referido Inventário. O pre sente Edital será. publicado e aflxado na forma da lei pura que não se alegue igno rítncia, dado e passado nesta cidade e co maren de Bela Vista, Estado de Mato Gl'Osso, aos vinte e cinco dias do mes de nbrll do uno de mil novecentos e se tenta e sete. Eu Pedro Vergílio da Silva Escevente juramentado, o datilografei e assino. Dr. Valter José Rodrigues Con trera - Juiz de Direito. fzibuna da Fronteira Gráfica e Editora Apa CGC. MI'. JJ.201.26MJO0I Inser. 13059234-J Diretora [2residente: aia 8stela 'U. [2rira !lJiretoc 'Responsável: .J o a l d o JJ e e e / r a D E PA RT A).IE H TOS: Comercial: Crnando Grancisco 9asco e c..ltloaro /Jutira Re d aç ã o : José Maria de Barros e Vasconcclo, 5 Editorialista) A r te : Tiého Guedes Corrêa C ir e n I u;ão: Jane Velasques C o ~n posição: Peuonio Leão, Lyberacy Lino Altair Marques, Laucidio Medeiros O f i e i n a (Ch e f e) Adair Aniceto Redação. Administração: Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista. bit. Assinatura Anual Bela Vista Cr 150.00 Demais Jlunlcipios CrS 180 00 Composto . e Impresso na. Gráfica e Edit:rn AP A Produtor_ do alareo Bodoquena km. 54- _Rodovia Jardim- Porto Murtinh ma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo M t rGrn O , Escritórifl a O rosso' em Jardim Avenida Duque de Caxias (ao lado d o. Hotél Oriente) Cx. Po,tal 08 J Impressos C ame reiais lnscriqão Estadual 13.088.446-4 estudantis Serviços a Cores cgc O3.570,314/0001-18 .1 Ui 4582 O T PO - MT. I ela VJsta Mt. Trlbuntt da Fronteira _______ ...,.;.;.;;;.;;.;~ 01-5-77 CONHECI· E 1 > • DV LINH L PLEM(NTOS M SSEY FERG 1 i. • a ., - Estilo mcckmo e funcional. - F:!tro de ar seco. - Sistema hi':áulico com grande capcidade de levante. - T ransmissão com 8 valocidades à frente e duas à ré. - Painel de instrumentos iluminado. • Motor diesel Per!ins de 4 d!ndros, de 79 0/. - Embreagem dupla reforçada. - Dirc-ção hidr6ulica. - Rodas trasairo.s am ajuste automático de bitolas. - Bloqueio da é:br:---ncial (opcionaD. ga 2@9 $,g F"2#2 E343 %,1,Q,RAM8 ,Ç,~E,E31 53229 UI! Z&96 R'els &eüs a#» S#±'S&Eis E. r, - .. 1 #& +75;: Ar% ·2. _.,...._,, -~ 17 a 1.0, 5±~Cg AMA UM - , APOLIMARIO No ECO#Cn RES MÁQUINAS ACiRÍCOLAS - l TDA. 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Em que [Jl'Se a nulurnl oµoui,,u1o de al guns mnatoprosxenses tradicionalmente do C01' 1TRA a maioria rios que militam nos te opulL'nlr, ~lato Grosllo dofieja quo n idé1u vice]" no torrnno da rt>ulldnde. Gru Çi.l?j no bom sonso e n clarlvldêncin. dou HlUS vúrlos llderns regionais e da lru prensa falada o escrita, travse umnu lu- ta bonita. rm W1·mos elrvadoi;, 11em utn quef! peinrnul11, sem ofensas no millndre lhelo, sem descortezia. 'Tudo oatá sendo f eito consoante as regrus du urbanidade, do respllllo mútuo e da e!Pgânclu dos pronunc!amPutos. Para snthfoção grral, e::pecialm1•ntl: dos que vivem na rPgiáo 1.mlion, uté mesmo os nossos prezados ir mãos do Norte se ugllum "'Uffi bolo mo vimento de upio à nobllilanle campanha, vindo. sobretudo, a maior elevuçúo do nivel de desenvolvimento das zonas, que se pretende dividir. Estamos integrudon numa pugna Pmlurntemenle elogiável, cer tos de que contribuímos para o bem co mum dn coletividade malogrossense. Tu do ludlcu que os nossos sonhoo dlvlolo niHtas, vividos e alimentados durante vá rios anos, agora r.onstrulrúo numa caplên dlda reaU<lude. É preciso, toda viu, que l guns espíritos esclurecldos de nooau ter ra deixem de P.ocarar o problema sob o prisma do indHerE'nth!mo. Não deve eer ad1,ta<lo o princípio do oamba ''Delxl-' ae Aguas Rolarflm·•, para ver a sobra da manteiga depois doe ovoe fritos ... É ne- 1 oessárlo uma tlefinlçiio clara, especial- 1 mente dos homens públicos, apesar de 1 nao ter o movimento nenhuma coloraçúo parlldária. Urge que todos se integrem, it 1fOOffiTiillJ ill]f » Gffiill[ Escreveu: Raman Angel Jara Bispo de Lu Sereno, ~Chile. 1.10m tnrdnnçn, em tão glorio~ b Iniba, contrlbuiudo com a su elicient colribo rço, fim de que pol'snm c:o!l 1 pflrt!ll1ur garlioR1-.11nenlo doe fruto!! nazonutloR o mn rnvíllwsoR dccorrenle11 cJu vitória do mo vlmonlo. Ni11guéru rJe-., l'lcur à m,11 gem deotn campanlln Todos, t1em oxeeçfio de ela ae üll Hlucle, devt-m colaborar para que num fu uro b~m próximo oH noasoR irmãos do Norte e nóa do Sul - alnm!' ir müs pelo s<mlimento de brasllldado 011- tojumoo comomornndo u grande d!illl d1- vl1Jloaista. Avunte acleptoo da divlr.üo. A conjugnçíio do esforço1.; é 11 condição de vitól"lu dun grandes rNillzaçô<-a. Q1·om porfia ma!a caça. Vamos dividir pra mult lpliour. (Trunocl'ito de CORREIO DO ESTADO, edição do 26-10-HJ!l3). Há uma mulher que tem algo de Deus pela imensidude de seu umor, e muito de anjo pela lncans.iV'I aullcilud.i de neus cmrla?os; uma mulher que, sendo iovem, possui a r1,flexiio de u111a Rnciã,e. na ve lhice, tro balh11 com o vigor da juventu de; uma mulher quií quando ignorante descobre os s gredos da vida com maia acêrto qne o o , bios e, quando lnslruida se afai. à si111plic1d,1de das crlancas; Utnli mulher quP sc•n ·;o pobre se satisfaz com ª. fd1ci,1ade daqueles qu'e ama, e, sendo rica, dariu com pruzer uas riquezas para nao te1· na almn a ferida da ingratidão urna mulher que, sendo Yorle eelremece ante o gemido de uma criança, o 11endo d!!b1l, ac1qu1rJ; às vêzes, a bravura do Je áo; uma mu_lher que, enquanto vivé. não t1abernos es!1mur, porque ao seu Indo to das as Jores se esquecem, mna que depoio de mortn, daríamos tudo o qm, somos e tudo o que temos para poder vê-la de novo para receber dela um só ubruço, p11.ra es cutar de seus lábios uma só palavra. Não exijuis de mim o nome deota mulher se não quizerdss que umedeça oom lãgrlmas o vosso àlbum, puis eu a vi passur uo meu caminhe. Quando vossos Hlhos cres cerem, lêde-lh.:s esta página, e eleo, co• bri1H.lo de beijos vossa fronte, dir-vos-ii o que um humilde viajor, como pága da magnifico. hospedagem r-ecebida, deixou llqui para vós e para. eles; um reira.to mie. Culabá - O Deputado Sérgio Cruz vol- tou enfocar em díscurso proferido no Grnnde Expediente da 1- e s s ã o d a Asoembl~ln Legislativa, a questtlo divi slonlilla, uflrmnndo que cm têrmos locais "o que se quer com u Divisão é a libe'. ração de doi6 estados que de fato já e xislPm, para que Norte e Sul, desvencl-1 hadoe1 dêt1to romantiRmo borrego e ca- .,: poogn, rlêste trndicionallamo rastejante e provinciano, possam srguir o seu próprio dwino polleam caminhlir o seu próprio ca minho, sem chapéu na mão. mas coro fôr- .. 9" suficiente para reivindicar do Gover no da República as condições essenciais pará nsiumlrem li. poeiçilo histórica no i- progrumn de intograçfio nacional''. •, Para o parlamentar sulista "o tam11nho do Mnto Grosso não tem rtipresenlallo na prática, nenhuma grnndez11 em têrmo~ econOmicoe o oociaio, Tem isto oim - 1tcen tunu - roduzldo a nçiio governamental e impedido a grando marcha para o Oeste". Apóo tecer conoideruções elogiosas às ~laeut--s p_r~dutorue rurnio do Norte que Jó. De derimram a Ia vor da Divisão Ser gio Cruz lamentou que "esta meomii. sen so.tez n~o tenha encontro.do gnnrida no oportumsmo de Reis Costa, bairrismo de Bento Porto o no prdnntismo de Raimun- do Pombo'', a quem qualificou de "agita- 1 l doreo da nnli-divinão". O senador !{Jchid Snldunhu Derzi, que há 23 anos consecutivos vem exercendo a função de legis- OE EA7OS lE ±±4±;± lÇ Ul I gU lf /'A a e receber n Ordem do fito Branco" no" - ~e grande olidal, tr:1tluziudo a conquiat:1 d~u § © ( íl ~ ~ /4 [) f r conde~or-..ição cm rccon!1ecimc11to do Governo ~~ r{j .::,, lo 't'u,10 que •·ooc bro,tlcir,, tem feito não •6 ~ l a prol de seu E-tado, o t.lt• :foto Gros,o, co~o ck •uu ~atriu. A meJidl.rn que o senador S ld h 1 D,·n1 rt"ccbeu no úllirnn dia 21 aqui e 1 Il ª~rª . BAILE ,·cio <e juntar o outras tamb.ém mu·~ • rns1 ia O baile no Gremio Pedro Rufino, nnimndo pc- tantes, que ele já havia recebido de " 1 0 m,por- lo conjunto Blue Star contou cem a presença de I trnngeiros: a "O relem do Cedro. do Lih~.~~~o• ~ó••· · muitos Associados e visitantes entre_os quis d. [ !em_!sega do México, e a "Odem de ó,,' !Ii,"r..e sra Joio Carlos _Brande-_Gareis (J { da iria. 5±ldinhg Dr±i _atcgros-ese j,]'' }, "Pirei«o da Corra de Jnrclim) Wil-on Xa- I ~J Por', e filhu de um imi••rian~ liLan -.": re on an - (amona, Major Botelli e Sra. Geraldo . Jn· 10 para o B:a-il aos 1 ans,, shei B,"""?que ve- ~•ce, llicnrdo - Alice, Moacir - Deolind·, s .. to Hu- 1 <e tornou um bm,ilciro fao.iii-, S rzl, e que ire,,+hió, Tén idé itzs iíi' ií, { E-cijií 5íiásáís ri. e',,2?" • dom e_ llmn em compan_lnu do JOYcm Dr. Cnd1i10. Cur• •il•ura. Hnchid, que é o quarto flho e e am~Ídn indo o_som do coujuto blue _Sar notei a f. } doze. pa--ou á iníin·is at.,, , {"""" otal de run do Banco do brasil em animado bate papo. ! da- crianças felizes, em sua cidáa· ,,"pala os !do de undo grau, ! o. fez em Cá c,,, 1 < e, e o , un-o rn{>enor 11a F~,·uid l ci • • n . AGRADECIMENTOS de elii@ d» fio d jei. ·,,,cioal , J?irctorn,,dn E&culn Municipul de 2.u •ruu Dr • ,lo. t!r. Sl+nha Der;i v!ou à P, '; _forrun- Joaquim Murtinho agradece ao Sr. Ca,[, j • cxtcrccu a •ucdi eina por d •• !lla l orn, onde d • r:- • • b ... pe as • ... a €seIs t) s • cu e,rns que CXJHlllliineamente empre•tou ., 1 vos, acumula11do " • , •• l - • o, con~ecul1· Es ol · . • uque a • v cxcn·1c10 uc -ua f' - e e, pois Ul5 c:s.rte1rns da mc,mn até O 1 um mandato de er ], prol-sao com to nüo cl1ugnrnm. .. nou1en- ~refeito d~ . l cd:ic t)r t· com utn outro o de .' e <U:t cr, a t· notul. Emb , d' as maiores fortunas do E,«j, ]",pendo uma Jlr " · ,. . d ~ nuu e e ,, ato Gr vplletano e fazéntlru d ( ' • • osso ciso·iíi- «ei» ã 24"j"2,,12gg de so de cawpc:ln <ln r1C',a ncJnrr-" d/ crll ., o gran, çio ugropeca:iria, realizada'., ecente exposi- .., 11 h u· • • • • 11 ' nmpo G 1 - n '.m ,, crzi conheceu dT !d d rance) cas nó início da vida; '!'ul 1ades econômi mrc·aids, ±e«éia. ois".,","}" radante, «@nita tle fainili., uum,•r, ' ,.. p ra p1obrc,, e chefe d L, l O Cl11 e onrurlez qe ele re·e}, 'nto, ° exemplos o trabalho denodad,' de seu pai, somado tino_comercial, fiz. " profícuo, e " um exclente êneia qe ele {"n de sldah Derzi a po- O <e d, Hoje, no mundo de : pia.",los f @ asa.," ."pf - $"%;Pg; i i- i@ : ";" 1 , r - ..J!O • l"U•IU $ ,. • "-<• eta é o trabt, ' "" ' +aa ·tistraelo li u1 ], Mi o, m.s ele zosti ., '' predi- a de suas f:uwn<lns ,a,' muito de ir pnrn parlamentares. j .'· ·de se rerigor das ;p ta» '. à audita foi> : 'r' " ' Ides nto a clássica tic o sa. ih;[; ~ . <Jumuo n popular. ., Jt 1 it:i, DA&t:# e . l VISITA - 1reu ou entre nós para u , 'd • ti111ado lrmilo Chico. ma rapivla visita o e F . l d DESPEDlDA or a ''º e enrinb 1 o popular roí G a homenagem de <le•pe,Hdn foi .a;; ""% ?calde Mí@ir. i -iüsís com a re 1 ena to ir. EJer Romc:iro e contou presença de inúmeros amigo+. 3D090-&$ . . ANIVF.RSÁRr0S Pair,o,u n._ Ctltureba d!l Sih'll C[UII comoo em_companhia de muitos amiguinhos. lorou Estela V. l crc.tra, Antero Loureiro F • 1 do10,. Etelka L. Ferreira e Nir L • rot nn Cnr- • opes, it. l/3177 :-.. ~17 li - --~------ -·-- 1 Ano são -2-- E - . : _ .... _....,_ .. ·' . • ~ ... Cuiabn - Em pl'onua cimento proferido D A sembléi Legislativa, Deputado Serio Cru, qwtlilicou o mor!meato .nli-dlvisionlstu comi) "manifo-1tuçiio de fraque za e ínjustificúv<'l temor de nll-!uus selvrui trudi c:ionall~tao do Norte QU< com evidente pu. slonalls mo, dei;cooh<lcom u l'"íl· lídude e descambam para um tipo confuso de roje! ção, projetando uma <li. torcida imug<im de misê rln e pobreza pnra o fu turo e proisror Estudo du Aroazonlo. Legal". Pum fJ rllpresentanle sulino, "a dlvleúo existe 11 o ma1·co divisório torna se mai:3 vbivel a cada m::.nlf6stnção contrária''. Por Iim Scrgio ()ruz la mentou o 1::nvolvlrnento direto do Governador no processo anli-diviaionis ta, nfirmnndo que o !:ir. Garcia Neto "não tem i do honesto com o Sul, oa• de Jimltou-ee n uma rtU· nlão sJcreta com um pe queno grupo divisiouist, a que:n certament,. uão vai )evllr em consldE>r:l• ção, quando lev11r o e"U relillórlo ao Presideute Geísel, uma vez que o Memorial foi feito de til· comenda para co!ltra dl-i,,/ tar o II PND" O ponto do encontro da Socio · dade murtlnhonse Rua. Dr. Correa Nº 56 Porto Murlinho Mato Orosi;o J Preço deste Exemplar Cr$. 3,00 J ,,. 1 u lo ,.,., ' 9 i l!, 1 .. l n, l Leia e q assina ll) ll} o Jornal l Tribuna '1 1 da 1 , Fronteir~ l . :.. l 1 lll Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº246_24_04_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº248_09_05_1977 Voltar para a lista de itens