TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº257_31_07_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº257_31_07_1977Número da edição257Data de publicação31 de julho de 1977Número de páginas10GeoCoordenada -22.099994820714645 , -56.53184015735942 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº257_31_07_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto MITO GROSSO DO SUL VII NASCER 11.º ]ME} 9 EE 1978 Balli {E) - O presidente Geisel deverá enviar esta sema nu, ao Congresso, mensaom para a criação do Estado do Muto Grc do Hui, cujo pi fp,efro governador, com mandato de els anos, deverá ser nomeado a I de de janeiro do 1!178, fazendo com que o utual f:(JVernndor Gnrcl-1 Neto cumpra o seu ôltlmo ano Ce governo dirigindo apenas o Mato Grosso do Norte. Mais rico, o Mato Grosso do Sul será. respoooablllzndo por 75% das atuai!. dlvldue de Mulo Grosso e ser o sétimo Estudo m!lis lm portante da Federação. As infor.nações foram divulgadas no fl nul da emana que passou, em Brusllla, e a donomlnuçilo Mato Grosco do Sul é a mula ugradún:l aos mutogrossenee11 e por isthJ scrú o f lei a 11 z a d a para o Novo Estado que terá Campo Grande como Capital. ! . lJu til Fundador: I v a 1 d o Per e i r a Ano VI No 257 31/7177 Bela Vista Mato Grosso Com a presença do mundo economl co belavistense, de autoridades munici- pulR e do gerente de fillRis Sr. !i'alsPal Ca!U de Carvalh 1J o Banco Brasileiro de Desconto inaugurou a sua agencia em nossa cidade. O dia 19 do corrente mar cou um acontecimento dos mais signili .cativos e importantes para o nosso rnu nic!plo, pois, hó muito tempo a popula ção belavistense aguardava a chegoda de um banco parttculur. O Bradesco, se gundo o prefeito Ruben de Castro p'into está destinado a desempenhar um impor- tnte papel no rnunlclplo, principalmente no tocante ao _npoió e incentivo à pequenos ngri cultores e médias empresas. A solenidade de inau ruração revistiu-se de inusitado brilhantismo con tando com n presença de figuras reprcsentntiTns de nosan ■ociednde, destncando-s<' o senhor Pre- feito Munici!_lal e !enbora, Atnoasio de Almeida !elo, Sebastião Zacarias, Dr. Carlos Edy Sá de Medciro•, Dr. Gevair Fcrreirn Lima (promotor do Comarca], Eduardo Ocariz (Consul dó Paraguay, Sidney Mascarenhas, Jacinto Miranda, Manoel Ro. drigues de Miranda, Dr. Sergio Roberto Perondi Mar Bailai, Elo Bailai, Dr Roberval Borges ~•car Snlomiio, Dr. Pedro José Pnlmieri, Deocle eiano de Vasconcelos, Antonio Urbieto, Epominon du füc?bnr, Fernandes Ah·es Gomes Filho (Che fe da Ciretran), José Simplicio da Costa Marques (Presidente da Câmaru Municipsl), Ely de Araujo Barbosa, Afonso Dillon unes Leite (Vereadores) Ot11vio Loureiro de Almeidn, Dr. Ivan da Costa l'arques do Departamento Juridico da Tribuna da Fronteira e Evilasio Nunes de Miranda Exator Chefe. Bençãos Iniciou-se a solenirtade de Inaugura ção com a benção às mvdernas instala ções pelo padre Adriano, pedindo à Deus ,.que continuasse a proteger o banco e que seus propósitos de harmonia e de bem servir à comunidade fossem sempre o ref!exo dos ensinamontos do Rabi da Galiléia". De:icerrando a fitu. o Prefeito ilunlcipal Ruben de Castro Pinto e 8ua esposa D. Clotilde, com o gerente senhor Antonio ~antana de Souza convidando os presentes a ingreesarem no recinto. Oradores O primeiro a Iazer uso da pálavra foi o Prefeito Municipal que manifestou a sua alegria por aquele acontecimento, .. que !!em dúvida assinalava um novo marco para o desenvolvimento de Bela Vista". Dillt1e o prefeito: .,O Bradesco é um grande banco e aqui, senhor gerente, habita um grande povo. Nós muito espe ramos desta in·stituição, e saiba, senhor gerente, que o nosso município oferece grandes perspertiv as em todos os seto res." !ssegurou ainda ,.que, um dos tra balhos que o banco deve executar é o de apoio e incentivo ao pequeno acrricul tor". A. seguir falaran o presidente da Câmara Municipal José Simplicio àa Cos ta Mlrques, o advogado Pedro Palmiere. que foi o grande mentor para a instala ção da agencia em Bela Vista. Palmierl quando presidente da Câmara Municipal batalhou junto com seus pares ao sen tido de ser a agencia instalada a curto prazo. Em sua oração Palmierl salientou: ,.A presença do Bradesco em Bela Vista é motivo de incentida satisfação, de modo especial para mim e meus ex companheiros de Câinara, pois, trabalha mos para que isto hoje se tornasse rea lidade; manifesto ainda minha confi:rnça nu banco que atualmente é o maior banco particular do Brasil". O gerente de filiais, senhor Faissal Calil àe Carvalho, resumiu seu discurso em uma só frase, que disse tudo: ,Bel vistenses, a casa é de vocea, estamos aqui para servir". Um coquetel encerrou a festiva solenida de, transcorrendo num ambiente de fran ca camaradagem e distinção entre os presentes Trabalho Conjunto . . Mais uma vez, Tribuna da Fronteira e Emissora Marisca! Lopes, de Bela Vis ta (Paraguay) trabalharam em conjunto, numa prova cabal de que dois povoo irmãos se unem também através da im prensa. Ao diretor da ZP-23, jornalista Valeria Penha o nossa muito obrigado pela colaboração. ■■ o ■ 4<4< ■ ■ ....,,. E - - Q €3 d.1.1 aa.. ..... e:, = :z - >< ul ·o o:: a • :z < z = a - LtJ = Q c::r 0% a ◄ :::, 4.;:J 4 1 • ' 1 Prefeito Ruben de Castro Pinto e esposa descerrando a Festa ... PREFEITO MUNICIPAL SftUDftNDO O B RI D E S C O. SEDE DO BANCO BRIDESCO ConRlderando que ue vá. plnntnr arroz em uma re virgem, o necessárias na da menos que a rollzaçio de 17 prtl. ca, compondo um processo indispenwá vel pau uma cultura do arroz bem con duzida. PrátlcBR e111wnolal11 puru o cultivo de arroz de sequeiro: 1- Amostragem do Solo: Tem 11 flnall dade de ne fazer um posterior análise da terra, para se conhecer o potencial da mesma e usrlm determinar u neces sldado de correçllo o ou adubuçllo; 2. Desmatamento: Compreende o des bravamento da áreu; 3- Enlelramento: Deve ser feito cortan do o entldo dus águas e e possível em nlvel, evitando no mãxlmo juntar terra às leiras a distancia entre as leiras de. vo ser entro 3o e 5o metros, levondo em consideração u decllvldudn do tenono, tipo de solo e quantldude de m'.lterlul a ser enlelrndo. Nota: As loiras devem ser posteriormente destruídas; 4- Controle u Erosllo: Pura terrenos com declividade em torno de 2%, recomenda-se fazer uracão, ~radagem e plAntlo em oí col. De 2 a 6%, recomenda-se o uso de cordões de contorno , m curva de nlvel. Acima de 6%, recomenda-se o terracea mento do base larga, 5- Correçllo do Solo. Calngem, apllca Qáa de calcãrlo de acordo com a neces sidade expressa ua análise do solo. Adu baçllo Corretiva devem BElr orientuda por um técnico; 6- Aração: Deve ser executada e uma profundidade de 2o a 25 cm, com a fina lldade de revolver 0 Olo e melhor Incor porar o cálcarlo ou adubo corretivo (se for O ODBO.) 7- Catação de Ralzes: Após a primeira arnção, poderá ser feita manual ou me oanlcamente: 8- Primeira Gradagem Pesadn: Logo a pós a catação de raízes, cem a flnalidu de de destorroo.r o terreno; 9- Catyção de Ralzes (repasse): Deve ser feita manualmente, logo após a pri meira gradagem pesada; 10, Segunda Gradagem Pesada: Reco menda-se quando o indica do de infosta ção de ervas daninhas da área a ser cul tivada, for acentuado; 11- Gradagem de Nivelamrnto: Deverá ser realizada alguns dias antes do plan tio e em nível 1.!- Plantio e Adubação de Manutenção. Plantio e AJubaçü.o aiío operações feitas simultâneamente com plantadeira/aduba·• detra. 12. Variedades: Ciclo Curto IAO - 25 Pratão Precoce • Douro.do . Precoce Ciclo Médio IAC - 47 IAC- 1246 IAC-!í544 12.2- Espaçamento e Densidade Espaçamento 40 cm 45 « 50 « 55 « 60 « 12. a. Profundidade de Plantio De 03 05 cm 12,4- Época rio Ploutlo Para clclo curto. Dezembro Pum ciclo [Iiédlo - 15/10 a 30/1J 12.5- Tra tamento dn Semente: A semen te devorá ser tratada com ln1rntloldas e fungicidas, seuindo as devidas orienta ções técnicos. 12.6- Adubação de Manutenção: SerA feita baseada na análli<e dó llolc, rsem pre com a reoomendaçflo de urn térmico. 13- Tratos Culturall5: 13.1- Controle de ervas danlnhab Podo ser manual ou mecfinlco, porém sempt·e untes do periilhameoto. 13.2 Controlei, n Pragas e Doonçns Pragas- lagartas em geral, pulgões e percevejos Doenças Fú□gicas- Bruzone Cercons poriose e Helmintosporlose. Nota: Pura controle das pragas e loen ças acima ciladas, deve-se procurar ori entações Técnicos; 14- ColhP.ita: Devo ssr Iniciada quando 2/3 do cacho estiver maduro, aí, o ar roz está com a umidade Ideal de colhei ta, ou sejo, 20% oproxlmudameute; 15 - Secagem Umidude Temperatura da secagem 25% 4-t O e 20% 40 ° e O tempo de seeagem é de 8 a 10 ho ras, o resfriamento d,werá ser lento. O nrri,z para o armazenamento deverá es tar com n umidade dos grãos em torno de 13% • 1G - Armazenamento: Após u secagem, o arroz deverá ser urmuzenado até u comercialização. Deve-se ter cuidados es peciais no nrmazenameoto e àurunte o me mo; 17 - Comercialização: Baseado. na polí tica de preços mínimos. EMATER - MT Unidade Operativa de Bela Vista -MT ' COMERCHll EXPORUlDORll E IMPORTIGORN BEL VISTA LIDAI Sementes Selecionadas - Adubo 'lrellan" - Luhrilimles lnselicidas RUA CiEHERAL OSÓRIO S/N - BELA-VISTA - MATO CiROSSO GRÁFICR Densidade 40 mentes/metro linear 45 « « 50 « « 55 « « 60 « ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso Impressos em uma ou mais cores • lmproec!l Ccmorclals - estudantis • Serviços lnscrlçao Estadual 13088.446.4 llUI MIRECHIL RDBIAIIO 1582 a Cores cgc 03570,314/0001.18 POHTll PORii nI MI. H algum tempo atrs, o ilustre io vernador Garcia Neto. levado pelo eu comprovado espirita público e alta v1buo dos iateresses e problemas matogrosseD ses, sentiu a necessidade de um pequeno remanejamento nos altos escalões da admioistraçüo estadual, no qual 1nclu1a a Chefia da Casa Civll. Transferiu daquele alto posto para na Secretaria do Indústria, Comércio e Turismo, o Sr. Dttvld Bal11nluc, e recon duziu à vida pública um bomcm a quem Mato Groo já deve inestimável parcela de serviços prestados nos mais diferen tes setores da atividade humana, e que voltava a dnr ao seu Estudo e aos seus coestaduanos o brilho da sua inteligen • ela e o valor dos seus conhecimentos umalhados ao longo de uma vivência das mais longas, dos mals nobres e dignas. Assumiu u Çhefia da Casa Civil o Dr. Archime::dos Per1::irn. LilI!u, homem público de escolas, jornalista vibrante e empresário dos mais destacados. A sem nenhum dosdou para o seu antecessor, a sua a'!ceosão àquele alto cargo vem mais uma vez comprovar o sàbio provér bio ioglês. O novo Chefe do. 8asa Cívil, porta dor de honrosa e brilhante folha de ser viços prestados ao seu Estado c!e Goiás e ao Governo Federal, dlgoificando altos encargos e comissões, conquistou de Imediato a simpatia e admiração gerais de um modo especial os homens de im prensa, que reencontram no tratamento fidalgo, afetivo e cordial que lhc>s é di~ pensadu pelo Dr. Archimides Pereira Li· m o Ilustre experiente e equilibrado o jornolist11. que fez uma verdadeira es cola em nos o Estado, jamais superada. .. O homem certo para o lugar certo. Ltder por excelênrin o chefe por força nobre, qualidades que exornom a sua personalidade excelsa, Dr. Archemi des Pereira Lima, sem deixar de ser 0 homem público que s_e rev_elou no segundo quartel do século, jumuis foi polit:co. Certa Yez quuado ainda à frente do seu «Estado de Mato Grosso» que fundou na capital do Estado e é hoje O mais anti 0 diário matogrossense nos meada jl 40, o jornalista Archimedes Pereira Lim considerado o «prineipe dos jornaii mato grossenses» na expressão do q so J«ye Ferr·ir de 'Vascoaen,,"""" creveu um editorial iattilado «á }, da megera», onde êle focaiizuu ,. retoro da polituc, a utentiea,'' ~;",,g do governo dos povos que 1 ' nr1a admirou e admira, mas , e_ sempre mesquinha e rasteira as +a,PP?Hicagem soais, a agressão mor 1 a mçoes_ pes conslituida que ele seC: à uutondade repudio itiasigente,, "ombateu e O chefe da <;asa c· li • . . Pereira. Lima O grande iv Arcb1medes deu ao norte' do Esta ,, epresrio que industrial matogrosse, " Pi'or parque co tnquebrantável volta- o ornem púbti conselbeiro moderado e ger o chefe e imprensa matogrosse-• s rio de toda a Tr; 'use. an crito a «Luta» Dr. José Ribamar Silva da Cruz Partos, Gr • , ll:lecologia. Cli . ' ruca Geral CRM RJ 17.937- CR.MA 439 /s - CPF 05S043377 Consultório Excelentisimo Senhor Rube Alberto A. 4i Cs. tro Pio to Diguí.'simo fHt> feito Municipal de Bel Vista MT AUA )1T 7x0!J/2{J de Dourados MT Tel NR 1023 061 019 1500 Tenho prnznr· comuni car vossa excelencia e. provação Prodezran re cursos vlnte et um ml- 1hões de cruzeiros dex. tlnados obrns redes de tranomisRüo Ponta Porã Bela Vistn ft rede dis tribuição ·energln elélri on sed município pt ln formo vg ainda obras deverão marcar quarto trimestre 77 pt saudaçõ es José EUas Moreira-pre sidente Al:loulrnat ct Presidente Assulmat Rode Tranemissão Ponta Porá - Bola Vista Mlnhitério da Educsção e Cultura MEC Fundação l[ovimento Hrnsiieíro de Alfllbetizaçã o ,fobral Coordenação Estadual do Mobra! /Sul /Mt Agência de lllobilização - amobe -----.:_ _.-, Rua Qs !umnze de Novemb BE ro, 481 - Te! 123 3LA VISTA Nota para 'Oivttlgação Mobral na Área Pro fissional 1 - Estão em funciona mento no Sul do Estado 09 Baieões de emprego. Nos sPguintes Municípios: 01- Aquidauna 02- Caarapó 03- Camapuã 04- Campo Grande 05- Corumbà 06. Dourados 07- Fatíma do Sul 08- Gloria de Dourados 09- Três Lagoas 2- Cursá tratorista convênio Mobral .Maasey Ferguson: Total de ele mentos treinados 168 3- Informação Profissi onal: Implantado atá o mo mento em 28 Municípios onde existe Posto Cultural Objetivo: dar ao mo- / hraiense é à cumunidl.1· fJ[. de em geral a ooortuol dade de escolha de nm4 profissão. / ± ________ 1 Pede_!!%!_z !! T ribm_da_Fronte!r !l.Tl CON E i • A agricultura só é forte quando é mccaniz.ada. Mecanize sua Jnyoura com Massey Ferguson. Do desmatamento à colheita, a maior e mais completa linha de máquinas e implemeatos agricólas do Brasil. Converse com o revendedor Masscy Ferguson de sua região. Estude com ele o equipamento mais adequado para a sua lavour.1 c a melhor forma de se obter o financiamento. . Aproveite o crédito que toda a rede bancária está lhe oferecendo. 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Brevemente filiais em Rela Vista e Antoni0 Joã•> Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 Ponta Porã 79.900 Mato Grosso Beln VIsta - Mt. Ttibun n Fronteira .' os PRIMEIROS PaVOADOR s E HABITA ~s DO SUL DE MATO GR S O A E11panba, em primeiro lugar. cube 11 gra. dulí dando volta. glória do, primeiros povortdores do ter- Em 1797, Cuetuoa Pinto de lllranda rttórlo Sul dti Mato Grosw,, resumindo-se, Montenrgro põe cm exC1cuçilo o pr1,jrto porem, esta glória, únicamente, na fun- de Luiz de Albuquerque de Melo P<!rel daçllo da Colonln de Mnrucnjú, em 1.538, ra e áceres, maadundo fundar à mnr acima do salto dus Sete Quedas, u uma gem esquerda do rio lfoudêgo umu co légua mais ou menos desta e da murgem 1011111 mlllt11r, que danomlnou Presidio de direita do rio Parnná, eludo que Xernz. Miranda, nome este que passou no rio à margem esquerda do Rio Mirandu, to-. Mondego. ve vida 11fêmera. A 30 de abril de 1845, o Sr. Henrique Ouaraf, em 1579, percorrendo us planí de Beureparai Rohan, natural do Rio de eles do alto du sena. que chamou Plunl- Janeiro, tt,ndo percorrld•1 pu1·te de3te lllr clo do Jguntemi nuda coniilrulu em uor;- rltórlo, no seu regresso à Culabá, upro o território. sentou as uus exposições do Eiitado po- O11 ,JesuHas com sua capital em Santo lltlco, militar e moral Cio bulxo Par1.1gual, Inlolo Maior, eltuudas ns vertentes do pus quais, declarando que a pupulação 'Teblcuarí afluente do Rto Purugual, la.m total de Miranda, Comapuan, Anhandui, a Gualra e de lá, vinham pelo alto da Vacaria em conjunto era de 4.498 habl Sorra de llaracojó, lambem nudn 1:ons- ttrnteis, 664 civilizados e 3.834 índios, se trulram em nosso tenllórlo. conclui, que toda esta faixa, naquele 11• Os bandeirantes pnulistas, nas suu pe- no, continuava em completo abandono. netrações rrnsta parte 11!• tenllórlo pátrio, Foi nesse mesmo no de 1.845, de 21 nenhuma bPnfellorla fizeram. • de agosto a 15 de agosto de 1847, que E. de supor-se que assim uconteclu, pe- Joaquim Franclsco Lopes, mineiro de lll faltll de confiança ou garantia, n es- nscimento, domiciliado em Santana de tabllldade de qualquer povoado que vJPs- Paronaíbn, preposto <le Barão de Anto sem de fundar nesta parle do solo brasl- nina e João Henrique Elllot, com alguns lelro, quer de uma, quer de outra parte. companbelro11, encentuvam cinco Pxcur- 8ó em 1766, easa confiança velo de ções nePtas p:1ragens, pnrn abertura rle firmar-se, m11ndando o Morgbudo de Ma- uma estrada já projetado, ligando Silo theus fundar a vinte léguus do rio Pura· Paulu à Província de 'lato Grosso, via ná, à margem esquerda do rio Iguatemi, Tibagí, (hoje Pal'Oná) Parnnnpanema, Pa a oolonla militar deste mesmo nome, a- raná, lvlnhelmn, Brilh,rnte. l1Jnque lflran provadll por carta de 22 de março d da, concessão feita pelo Presidente de 1767, uma atalaia, como dizia,• para ver ão Pauli) aquele Uim1o e depois pelo o que ae pnesu em todos esseii sertões, Império, por força do aviso de 31 de Ja até o rio NhauJui, que, como se vê do neiro de 1 49, µubllcada no Diário do Rio capítulo x foi deatruída pelus forças es- de Janeiro de 5 tle Feveriro rlaquele ano p:rnbolas, em outubro de 1777. antão órgão oficiul. ovas estradas de Chamou-se ela antes, Cachoeira dos 1847 a 1849, realizaram Lopes e Elliot Prazeres, Nossa enllorn dos Prazeres nestes sertões, dos quais regressaram ao de Iguatemi, Praça de ossa Senhora dos Parnná, em setembro de 1829, pura do Przere, São Francisco da Paulo do J. novo, em 1853, estarem nesta parte, do guatemí, e, finalmente, o de Colcnia Mi- Território ui do Est11do de :.~ato Grosso. litar do Iguatemi. Antes da Pundação des- Nestas incursões, na de 1849 e nu de ta Colonla, estiveram por cá Antonio An- 1858, na Fazenda Agna Fria, poes~ de tunes Maciel, André de Zunega y León, Antonio José de Souza, nasceram Anto Peacoal llorelra Cabrul Lemes. as em nia e Maria, filhas ilegítima,; de Joaquim slmplea diligência. Só o último, embora Lopes. Uma outra excursão, esta, em de pouca duraçlo, teve um campo en- 1 57, realizou ainCla Joaquiro F'rnncisco trlnchelrado na região do Xerez e oiten- Lopes, percorrendo toda a região ivinhei ta canou no Rio Miranda. ma, Amambai, habitada nu épocn sómen- Em 1776, João Leme do Prado, por or- te por indios selvagens. Ainla que na dem de Luis de Àlbuquerque de Mello intenção de uma posse das terras per Pereira e Cácere8, fez o reconbecimea- corridas, tais incursões por ordem de B to do rio Mbotelei, mudando o seu no- rão de Antonina, multo cooper!lrllm pa me para o de Mondêgo e o Uucago, seu ra o povoamento do nosso território, ain afluente, para o de Aquidauana, escolhen. da que algumas partes dele continuas do um lugar, um pouco abaixo da foz sem despovoado por muitos anos. do Ribeirão Saibro, pura um estabeleci- A 29 de juubo de 1 50, 1.1 mcrgem es mento futuro, o que não se re11.liz0u. 1 quPrdn do Rio Puraguai, é fundada a co- Outra expedição nessas parugeos sob llna militar "Fecho dos Morros", que te as ordens de João Lemes <lo Prarlo, vol- ve ida efêmera, destruida como foi lo tou mais uma vez, em 1783. go depois. por forças paraguaia5, ao co- Eru 1783, Cândido Xavier de Almeida mando do Capitão Vila MHyor. e Scmza, falecido em 1831, em ão Pau- Em l 56, o cap. Francisco enes da Cu lo explora o rio lgurel, até sua cabe- nha. por ordem do presidente da provin celra, na Serra Caaguassú; mas, como eia de M:ito Grosso, explora as terras os outros, nacta edifioou. Cubeceira,: do S1rnto Antonio, Santa Ger- Em 1786, Ricardo Franco e outros, des- trude, Cachoeira, Santa Maria, Dourados condo o Rio Paraguai chegam u Baia Ne- e escollle um lugar em que mais tarde, Colonia Militar de em 1862, foi fundada ", m 186I, fol te Lourado:, que destruída ., eoitriida ém Jmh ,,'ás, ode Feito estes estudos '' ~recisar nu mos pro face dos meflmos, rimelros po• rua ordem cronológica , .l'já uicíj»to voadores e hubltuntes e 11 • do sul de Mato Grosso. _ 0 seu po- p O r T A p O R à ti da cos- voado joga com os mat8, !"%%,q em ião ri, "rap)",,,,)""ateo 1">38 por ordtlm de oru ng • o j Ayula, ae! (ruiu lugur tenente de • oao ' ma do sulto das S..:te Quedae, 11 margem direi@ ás ir is@. 9%,0%$/ ." uma légua, na latitude austra. 1e ' 9'30 e ;a Íongltude, merldlano de Parlt1 de 58.º12'1, deslruldtt em 1676, pdos b 1 n· delrante& paufüias. assunto tratado no (upltulo X neste modestio trabalho, desaparecendo com el toda a qualquT ocupação espanhola, em nosso território. para quase um século depois começar a dos Portugueses. Foi em J7G6, que o Morgado de Matheus mandou fundar e Colonla militar se lguaternl a margem esquerda do rio do mesmo nome, a 20 léguas da sua fóz, no rio Paraná, essa destruída pelos espanhóis, a 27 de outu • bro de 1777, o que levou esta zona a continur em completo abandono sem moradores. sem habitantes, ainda por muitos anos. Depois desses Jatos, quem o primeiro II fixa r-i::e no terretórlo, hoje munlclplo de Ponta Porã, não e pode precisar. Pt.1rece nos no entanto, que foi o tenente Antonio Jotio Ribeiro, em 1862, com os eus companheiros quando de fundação de colonia militar de Dourados, naqueles ano. Oiz o Dr. João ieveriano da Fonse ca, uo seu Dicionário Geográfico, que u colonia militar de Dourados, fundada, a lO d~ maio de 1831, em um plunalto da serra Amnmbi junto e um pouco ao norte riu primeira e maior das tres cabeceiras do rio Dourados afluente do Brilhntes e conta vertente do Lageado cabeceira do Apa. a 66 quilômetros d~ colonia rle Miranda, começou com um núcleo de 10 colonos e uma pequene. forç1:1 militar. r-.·ão duvid&mos que a colonia mi litar de Dourados tivesse começado com 10 colonos e uma pequena força militar não em 1831, mns Pffi 1862. aquele nno de 1 31, na data referida houve apenas o esboço de um projeto, para cuja execução em I856, partiu de Cutabá a fim de explorar a região apito Francisco Nunes da Cunha, '4 come já ficou dilo linhas atrás esdolb e um lugar apropriado 4 fudaçaó d ·," nia projetada Ponta Por, quando d, 4 exploro+cio. aida no tinis um s6 { tante, salvo uquE>les habitantes dar ·- L d • d . _ eg1ao. ogo _Iepois la destruição coloia 3 lguatemi, o muuicipio de Ponta p - e ora vol- (Continua ... ) DEUS ... Adeus .. , No voltarei jamaia, nlo tentarel recomeçar poJ<; seria iriutil, nlio vale a pena tentar, vo. cf' julga estar U'I pode5- tntl, e t·U subordlnel-rue e! a SeTVa. Mas você, talvez sen. tiu.e mal servido o re oleou fazer-me notar ser demais ara você Adeu!'l ... Não chore pelu minha falta, por qu'3 nunca !lor riste quando eu estava presente • Não julguo-mti uma santa, para não sentir-ye um Demônio, um DernO nio que eu amo, um De mônio que eu S"O!pre so nhei tê-lo comigo. Adeus ... Mas responde-me sor rindo, compreenda o s gnifieado destas palavras e procure nilo fitar-me Dos olhos, pra não ver a gotu lírnµldt1. e crrnta llna que colará em mi nha face Não ... nó.o <lê me o úl· limo beijo, por que o sen tirá amargo; nmargo de sofrimento, amargo de saudade e sobre tudo de muito amor. Não ... uão ndianta, nt'.l é dois corpos estira dos maltratados e desu nidos. A 1eus ... Nada mais nos uoe, nem mesmo 0 nosso - mor púl" mais forte quP de foi, ele mat1Ji:-nos de tormento, desilusões, e principalmente muita saudade Não chore.. . simples mente adeus ... Olga M Borges G.L L Alexandre Carneiro perdeu os documentos I dentidade, carteira de reservista, carta de r servista, registro de ar· mas. Rua Maracajú S/N. JARDIM - M'l'. F Funilaria e Pintura de Veículo em Geral - Mecânica Especializaà:t em V lk o swagem - AVENIDA INTEGRllÇBO , INASTIICIO • • MIO GROSSO I T - .. Bola VInt - MI. ·- ---- ..... ·---- T;huna da Fron!eir ---------• - -- - - - - Desfile cívico militar. A <ire nde Atração em Dela Vista Por Marciano Lopes O rlesíilc clvlon-rr:llltur, com fl p:1rti,:l pnçt1o de todos o estudanl das +co, las estadual e municipais, carros leó rie0, a gurhoflll l.rnpa cio 10° fü-glmc-1110 <lo Cavalaria, Clubes e Asoeiaçõe reaiiz do o longo da Av, 'Teolc1o tiva conti- ' tulu-1<0 1111 grande atração do dlu 2O de ,Julho l'ITI Ht>la Vh,tu, 1111 Rlla Da lu ! 11 ftl!H. Iniciando prec[sumente às 9 horas, lo! o rulloso espetáculo aberto pela fnn frlrm Cnslrlo Brnnco, da Escol« Estndu ul de 1" e 2 Grnus, h merag tudo ei dade com um pelotüo ele alunnt- co11,:u zlndo urJ cores <l11 ol<l ide, VPt ml'!ho, l>· a:i co, nmarelo o vereio, em fll ,i,, moças rpnzes com tç48 e outro troféus es norllvc1s alusivos à glnúsllca l'emonlnn, ju<iô, gir1ôstica rltmlou o outro••, Um bo nito númt·ro de gluú. tlca mocJ~rna f. d a presentado diante do pnlauque oficial por Maria de Ft llrna L. Plulwiro. A f.'scola Munlclpul irtes o Ol'icios l•'.ngº ,José G. Neto também upreseniou se b•l· lbanto:::ente eoru suu funfarru, b , l.z 1 ~ t· 1,luaos do Jurdim du Infância rum lelrafi do Alfabeto e outt o8 trunspOItundo s principais produtos du região, tnls como soja, arroz, bicho-da-seda e 1n,tro:, além de uma bnnlta alegoria ali deseobrimAnto do Brusil e a lntroduçiio cio roP 110 Pa is. Uesfllarnm tombém Dam,u; do Reino Roluhus, Et;cravas, índios, e todos os Es tados rf.preHentados hcmenugeando o mundo livre, bem como uma miniatura da Esc. llunlclpul Castelinho Encaatudo. A Escola Municipal Jarbas Passuriuho npree,eutando-se com bicicletas, executan do rllrnçue em lenços o jogos, bem corno a Escola Municipal de 1, Grau Serra di nho, com um carro mostrando a produ çfio da Escala, tais como laranja, café, cona;de-nçucar, algodão e banana. Seguiram-se UR Escolas de 1° Grau Costa Reuou, Nunc11 Tevi, Silo Clt>menle Siio Patrlclo, eata (:onduzindo um artís tico bolo alusivo aos 59 anos da cldnde; l e Silo Geraldo, prestando uma homena- gem 1 às normalistas de 77, e (l Clube A- :contcceu ele 18 a '22 elcstr mês o curso de trn gricola Süo Geraldo, apresentando alu- torista promovido pela Comc_rcinl Ouavira e Vai no8 com produto e ferrumentas agrico- met do Brasil, em colaboração com o represen las numa carroça com plantações que IOlllC local Sr. Ary Ricardo Brando Pelvalles. , . . foram convidados para o curso mais de B80 Agri- os alunos cultivam no colégio, ostentan- tores e pecuarista,; sendo que somc111e 10 fo_- do no rústico veiculo a faixa: Quem Plan· 1am os que se iuscre,·ernm, e 17 foram 111é o f,. ta Colhe 1 6s Plantamos E Colhemos.' nal. De parabens está Bela Vista com e-te evento A seguir o obral, com seus a- pois ganhou mais l7 Tratoristas formados. io fi- lunoo 1 6 E í de 2o Gr mal do curso fo1 ofcrcculo um lato Churrasco se, logo upos a scla 'e : irau no He,tuuronte cio Gaúcho pdJ ("omerrial Guavi- ·loaquim Murtinho, Centro Civico prof. ,a através de seu gerente Sr José Elia- Maciel. Vernec, Departamento de Cullura e Eti· portes, Departamento Feminino, represen· lação dos Estados com sues roupas ti· Picas, ioiciando- E' com 11lato Grosso e Prestando uma homenagem à vizinha República do Paragul.li. Uma 1ilegor!11 à Prefeitura iIunicipal de Bela V!sta e sua atual admini~traçiio atletas, carros alegóricos o umu Iluda miniatura da Praça Castro Alves, obra municipal. Motoqueirod e motoristas de taxis desfilaram bomcnngennelt> o governo municipal ele Bela Vis ta, encerrando o desfile CÍ'ÍCo o Sindic.ito Rurol, com suas numcros~s e rnrindns máquinas ogrlcolas e grupos de cavaleiros. Veio o •cguir o bcHssiruo desfile militnr. com os ;;arbosos cuvoleiro& do 10' H.<.. urrancnndu n ,' plausos do grande público prc;cnte. f 1 ' A Você não pode continuar trabalhando como antigamente. A sua lavoura não deve ficar parad:i no tempo. ] Ela precisa de uma revolução. 1 A Linha da Valmet esta 111, Justamente para isso. Ela vai colocar nas suas mãos os tratores mais avançados do mundo. l /Venha até aqui. Vamos acertar 4 1 JJ o financiamento com o Banco do Urasil ou outro banco do seu agrado. A sua fazenda vai sentir a presença revolucion:íria da Va!met. t4 O ponto de onconlro dodo Rua Dr. Corre11 NO 56 ------7 Porto Mato TO CHES da Soei•· murtinhenH llurtlnho Oros10 1 e i n I Gunviro em :loto Grosso) Jorge Ueno e Tako shi Owatari (representantes_da Valmet do rasily e ários pecuaristas, mecanico: de tratores, e con 'idnelos c,pcciais. Comercial Gunvira !:..tdu, atrn, é, d·s seus direto res, gerentes e repeserntantes agradece a todos onc cobhorurnm para que o curso fosse levado ,;lé o finnl. entre eles u Sru. Hrjnne Carneiro l'rop. da FozcniJ l!arn;?a ontle foi dado n práticu de como manejar um tr,llor no mio, Diretor da II rau Joaquim lurcinho que cedeu ruas salas para aula d> teoria. S. Fernandes Alves Goms (Cire- iram), Sr. Jnir de Freitas (Emat,:r). e u todos que No decorrer do curso foram feitas pnlcstru• pe- comparece.um no cncnra,nculo da entrega de la E.IATEIVMT a•rav<'!s de seu técnico agrícola certificados. No encerramento destucanos as pa· r. Jnir de hcito;, CIRETHANlilT por seu Dirc luvrn,; do aluno ili;;ucl Yarciro. ngraelccendo nos tor Sr. Fernandes Ah-es Gomes l•'illio, pda EMA- Professores e Diretores da Va'met do Brasil S/A T1'-H de Conservação de Solo, pelo Dctron como por e-ta promoção trazi,ln u Bela Vista, e foi ofere- 11111 Trator na cielnde •• luito hon foi_ n ntual'ão do~ 1 recido pelu Comercio Guavira premios aos 1 e 2 dirigir ' rofessores da Vulmct do Brasil rs. Tukn;;lu colocados. Ow;tnri e Jor"C Ueno, que viernm especialmente de Silo Paulo para ministrar o rc:fcrido curso .. Destacamos as presenças dos rs, Antonio Lima _ (Gerente do Ilauco do Brasil S/A), Miguel Ban- elão Dclvnllcs (lnelus1riul) ílcncelito Gon~alo lTéc• niro A"rlcola do Emutcr .lt), Fr:mcisco Rolim (Acodc~ico de ngronomio que se encontra e;n nossa cidade pura nuxilinr o escritório local da EMATEH. ~11), Fernundes ,Jvet Gomes Filho (Di retor elo Circtrnn), Ari Hicar<lo (R-,prescntnntc da Com e rei nl G u n vi r a em Bela Visto) José Elius Jlncicl (Gerente Procurador •la C o m e r 'este Exemplar €C:$ 3,00 Partiste!!!.. Deixando-me n a mala trltlle t.ol!dão leüJbro-me do tempo em que felizes vivíamos Porem hoje só saudade■ me resta de voce Qu11 ndo ... quando volta rás'? não sei! Vivo a torturar-me com ex8à pergunta E nenhuma resposta tu do é triste e vazio. A alegria que linha, tu levaste consigo No dia que ma disse adeus. Hoje, choro... choro de dor e dei saudades. De voce. Mas apesar de muito chorar e sofrer. Tt-nho o coração cheio de esperanças de um dia Te ver chegar ... Tal vez ... Ta!vez ... nunca mais volte. Mas eu te espero Só por essa esperança eu continunrei tendo Uma r-azáo para viver. Te esperei .! te espero ... e sempre te esperarei Talves um dia te verei regressar o ponto. De partida em que.·· me deLxas-te E a saudade se apagará morrerá para eampre. Olga M. Borges Praça Presidente Dutra .. 163 Com modernas instala.;ões, dispõe de um grande estoque de calçados. Paraiso dos Calçados ê especia lizado no ramo e tem tudo pura bem servi-lo. Em matéria de. calçados. conheoa a últiu,a moda lançada nos grandes centros, visitando Paraiso dos Calçados. Ponta Porã • MI 31-7-77 S.I& Vtata • IIT. Tribuna d11 FronLelrn _______ ;.,;.__ BELA VISTA CD EMOR U f ESTIVAM ENTE 59, ANOS por M A RC IA NO LOPES No .,·ltlmo dia 20 de Julho. o blst(irl• 1 uumcro•u co111i1iv11 µ11urn11i. Sr. Akir Cot'll 1 1 °, 1 ~.'re· u • • Di 64 M 'ipl d·, Arena , e or co mutcfpto de Bela VIst, quo tem co- ·ir!g, """""""",,""ti 1íã«tono l I li I P 1 .,, ll 10 ... Urllll HI,• rep .,,., . 1 mo sede a bel 0 ucolhedoru ,1'IiCt, Soares da iln, sendo todos recep- do Apn". plantada nu fronteira com u clonados pelo Prefeito Ruben de. C. P111tor vizinha Rtipúbllra do Puragunl, festejou O sua esposa Sru Clotilde. e i;ua fllh1.1,Letlt11 o 69 nnlversárlo de su11 lndepe11dfiucl11 lforla Castro PJnto, diretora da Casa do política, reallzundo extono programa Artesão de Bela Viela, Preslilente ,da CI·, oomemorutlvo, com a participço macl- E mura Municipal e outras uut1,rJdadPs local~ Qa e entui;lasta de toda a suu populuçlio Os festejos cornemoratlv.os aos 59 anos e a presença de Ilustres uulol'ldades de Beln Vistu tiveram inicio às 6 horus convidadas e vlsit1tnles. com a alvoradn festiva pelo banda Mur- o Prefeito Ruben ele Castro Plr::to, ciul rir~ Tres Lagoas, percorrewlo us prln que vem dirigindo os deRllnos da rlcu, e clpal"' l'UUB da cldn de. lendârla região, imprlmlndo-lbe urna no- Após às uutoridudes vlsllantes serem va mentalidade administrativa, foi o ru: recepcionudus no Aeroporto Militar, se de anfltrlfio du data magna de Bela V1stn gulu•Bl< às 8:30 horas u sPlenldndc de ha.il• recebendo de maneira cordial e fidalga teamento dos pavilhões nuolonul, do Es tcidos 011 que nll foram comungar com os lado e do Munlclplo na Praça Castro .AL belavlstenses as alegrias da sua festa ves pelos Senhores Deputados riuben Fl- mb:lma. gue'iró Comandante Orlando Mendes e Dr Autoridades Presentes Archl~edes P. Lima, Chefe da Casa Civil Dentre as autoridades e figuras re- representando O G O v e r n a d o r do Es presentallvas do ê.Blndo que se fizeram lado ao som do Hino Nacional executado presentes às restlvldudes de ílela ~lsta pela Banda Marcial de Tres Lagoas. Pre destacavam·lltl o8 senhores Dr. Archime- sentes, as autoridades visitantes e locais des Pereira Lima, que represer1:ta~a o grond~ massa popular, além àe estudantes. Governador Gnrola. Neto, impossibilitado 'Tiveram lugar a seguir as grandes fes de· c<>mparecer por ter vJnJado para Bra- tivldades alusivas ao festivo acontecimen sllla atendendo. chamado do Presidente to lniclundo-se com O grandioso desfilo Geisel; Dra. Ana Celeste Lima, represen ejico militar, sem dúvida o ponto alto das tando a: Sra. lfori11 L1gla de Borges Gar- comemorações. ela primeira Dama do Estado; Deputado Ruben Figueiró, lider do Governo e do I TORNEIO DO LAÇO Estado e Sra, comand110te Orlando Men· Simultaneamente com as festividades des e Sra. , .~onaul do Paraguai em Bela do "Dia da Cidade", realizou-se em Be Vista, Don Eduardo Ocariz; Frei Roose- la Vista, 1e 17 a 20 deste, numa signifi velt Sá Medeiros Prefeito de Bo- cativa homenagem à cidade nmversan nito; Dr.Fr a n 0isco Cesário ante o 1 Tornéio Nacional do Laço pro de Oliveira, prefeito de Rio Negro: Sr. movido pelos fazendeiros da regluo, Srn André.Tadeu .Ocampos prefelln de Caracol: dica to Rural e 'lub do_Laço de Bela Sr Altevir--·Alencar prefeito de Nioaque, Vista, com a purltc1paçao de peoes dos sua. esposa e, comitiva; Dr. Fernando de Estados do Rio Grande elo Sul, San.ta Freitas prefeito de. Jardim; Vice-prefeito Catarina Paraná e Mato Grosso, conquis Eron dos Santos e Comitiva; Dr. Pedro U- tando o primeiro lugar o reprosentante birajara prefeito de Aquidauana, sua espo- de Bela Vista, José Carlos Pacheco, se eá e comitiva·· autoridades admlntstrahve. gurndo-se mata quatro colocados, inclu do ·Paraguai,' Don Anastpasio e esposa e indo-se o miui-peúo. CIR A à REOIÇiiO São. Paulo 20 de julho de 1.977 Prezado Ivaldo: Faço-lhe portador de transmitir aos be lvist3nses em geral os meus votos de parabens pelo 'trãn'scurso de mais um a niversário da "Princesa do Apa". Que o progresso lhe seja uma constan te! Por outro Iado,dnformo ao amigo que 1 dnerel estar na cidade de Campo Gran de, ,no .começo do mês .de Agosto, defen dendo os interesses da empresa para a qual advogo aqui em Silo Paulo. Depen dendo do rumo dos acontecimentos, pre. :tendo dar uma esticada at~ Bela Vista ,para matar saudades e desfrutar da sua ;agradável compunhio. • Por derradeiro, informo-lhe que n nos sa "querida Tribuna da Fronteira'' está sendo lirJa no Japão, onde se encontra nossa colega Amélia, que esteve junta mente conosco aí em Bel& Visto, por o casião do Projeto Rondon, sendo certo que conseguiu bolsa do estudos por um ano. Enviei à mesma alguns exemplares da "'l'rlbuna" e ela. confirmou o recebi m•nto. Um grande abraço do amigo, João de Ollv,eira Rodrigues. Bela Vista ( Mt)23 de julho de 1977. l)mo. Sr. lvuldu Pereira Ne Ia. Prezado Ivuld11: ,· nel-me quando vo Sinceramente mo1O'_ qf@ião especi- é m pa8sou às mio a e f º1 d ''Tribuna da l<rontelra". Con esso u " á ·o do jornal em que quando vJ, o n uner • . 1 que mfío1< de vArias,),essofB não ntrne ern n Tribuna, penei sim, que era um ·outrq periódico. sre»senta«o do seu 1yrma! ,,2}; 1 • ã,o 05 a;str.,tos, ttnflrn a e IÇ pg9!y''qu: eu presenciasse nm toda 'oz com N co tt jamats pensei em ver. un , ato que ditu a sua ca- confesso, apesar de acre/tar n p1cidade de trabalho, sonhei em ver a Tribuna triunfante e empolgante. Se a mim que aqui convlvo:trouxe tantos re cordações da luta de nossos fundadores e dos que aqui ulnd,1 labutaru calculo qual11. emoçô,es huverllo de senti os be Iavistenses qU~ daqui se afastaram leva dos pela lula em busca. de melhores di as Quero que meus amigos e parentes longinquos possam também entlr orgu lho de Bela. Vista. !-eu espil'ito empreended 1,r aliado a coragem da Estela, deverão conduzí.los a grandes vitórias é o que desejamos. Parabens a você, Estela e_sua equi pe. Recebam nossa admlrnçao e nos so incentivo. Que o grande Pai do Céu • continue a velar por vocês, pelo seu8 trabalhos e por suas familias. Sinceramente Dr. Késio Loureiro Pinheiro e Famllla ·BEL·A. VISTA Um novo lar para seu confor 1 to - . Restaur·ante dormitório. e ambiente super Familiar. Otimo. local de. estacifinament.1, Rua filmiraot.e Barroso 323. Bra::;illa (SDIRP) • Os jogadores profis sionais de futebol podtrilo ostentar pro paganda comtrcial nos uni!ormes espor tivos salvo os de marcae de fumos ou de h~hidas alcoólicas, segundo determi· -na projeto do Senador- Benjamin Farah (MDB/RJ), agora aprovado pela Comis são de economi!l. do Senado' que acolheu assim, o parecer favorável do Senador Altair Becker (ARENA/SC). Segundo o autor da . proposição, seu projeto originou-se na crise financeira que se abate sobre os clube, brasileiros de futebol, sendo raros, ou nenhum - na opinião de Farah - os que conseguem apreaentar superavit nos seus balanços anuais. MT. Dr. Laucídio Valdez de Barros Cirurgião Dentista CRO - 557 MI. Clinica de Crianças e adultos - Atende-se com horn m11rcudn Consultório Av. Duque. de Caxias, 508 (Ao Lndu do Banco Finnncinl) )A3,00M) - $iTô GRO$$O ' CARTA A REDAÇÃO J. l.,.J. Matriz Santo Afonso 79260 Bela Vi.ta, Mato Groso ;-6 Julho 197i iledaror e Editor Tribuna da Fronteira e-ta Prtzado halclu: Quero aproveitar destes ocos minutos para expressar or e,crito º" unt111H·IOS que ara sinto ao ver os trabalho ~., e,lÍI realizando em prol l, no-a querida Bela Vista. Lendo o jornal comemorativo do unive<E:Írio da cidade, eu l eu mim mesmo e cllHO cn . ,. , I ue este jornal está agindo desinrercHnilnmentc pelo bem de nossa comunidade. Portan to; quer<> que uce1le, por mau humildes e por menos bem escolbida~ ns minluu palavras, os meus pnrnbéns por um trabalho bem feito, as bem feito mesmo. As vezes, é mm· pre bom que n gente receba umas palavrinhas de elogio dá força para continuar reali zando o ideal no qual acredi tnmos. flealmente, o que fez com a edição comcmorallvn foi di.,no das muis t.fusivas congratulações. O que pode mos dizer se: não: conunue. No que puder. poderá contn.r com JlOS~a. colaboração Qnc Deus cóntínue. nbenço ando seus emprendimentoP E sobre tudo, nhcnçonndo todos os foncionátios deste jornal. Sincera,mentc, Pe. Haroldo fur{i&on. CSSR. Senador. Quer Bra sileiros apoiando Presidente Geisel Ralo •X- SERGIO ROBERTO PEROMD! ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso Br11sília (SDIRPJ - Em n o v o pronunl!íameoto sobre o quadro político brasileiro, aoali,mndo as opções que se oferecem para a implantação de um sistema institucional dur11.douro o· Vicé-Líde'r José Sarney, da Maioria, afümou que a Revolução não tem outro: objetivo e jamais se perdeu de sua perspectiva no senti do de ua sociedade de mocrática. Enfatizando que os ·' atos ·revôh,iclon~rios n~o Jrir' são feitos com o desejo [, de eternizá-la mas sim, com.o. uma necessidade , de construir uma demo· 1 cracia essenci11l, o par• lamentar, depois de ace~- /.-. tuar que um estado _d· 1 tatorial tem motivaçoes f pessoais, de castas, de r grupoe e de interesses, 1 ressaltou que o Brasil jamais pereorreu esse caminhes. Ao final, José :SarneY conclamou os brasileiros de boa vontade para evitar a radícalização e cerrar fileiras . em torno do Presiden,te Gelsel. porque ele, mais do que nunca, interpreta, agora, os destiaos do povo br sileiro. I 1 Os Primeiros Povoadores e Habitantes do Sul de Mt. e ontinuaçõo .. ' tou a ser povoado, com de Dourados, que destrulda a 2) de dwzembro de 1861 foi rP:.tnurarln u :ll do junho <lo 1872, a 7 de abril do o.no 11ogul11te, criada no lugar uma lmrrolra o agencia fü,cal. Da ta por tanto, de 1882, o8 verdadeiros primeiros povoadores do solo pontporanene ain da que tenha havido uma lr1tc1·rnpçílo de sete nos e meses. F ]B3, obtendo do Governo Imperial, pelo 1),,, .. 11 •• 1179<J, tlr novr, rln 1IPY.(•rnhro rir, lflll!, [ll'r· missão para colher erva mate nos terrenos devo lutos da fronteira com o Paraguai, entre Hineào «de Júlio e as cabeceiras do ri Iguatemí, 'Toma La. rangeira veio de ooperar no povoamento le Pon u P'orá, estabelecendo·se à margem direita do llio Verde, com uma carreta de bois, que recebeu do patrão em pagamento de seus serviços prestalos como é empregado do mesmo, no fornecimento las trops brasileiros em operação, na puerra do Paraguai, Foi com e+ta cnrreta que 'Tomiz Laran eirá, homem pobre, afoito no lrnhnlho, deu co neço em pesson, à elaboração da erva mte no muuiclpio, conrluzínrlo u no Porto Murtinho no llio l'arnguni, onde ,lel11 dispunh:1, vcn<lcn1lo,1t. Com o r·orra <li, tcmio, uurncnlnndo Ft·rnprc " «a fortuna, começou fluir pente de todas as par te» a estas paragens, brasileiros, paraguaios, argen tino, todos empregados n elaboração da erva mntc, de sorte que, o CJlltl um PÓ homc111 encetou con,titui hojo n grnndc Emprcrn ~la!,: Lnrnngcira 'A da qual si o principnis cios o Cup. Heitor Mendes Gonçalves e o •eu filho Fcrnnnrlo Jorge Mendes Gonçalves. Depois <lc Tomtíz Lnrnnjcirn, fixurnrn <lo111icflio no )lunicfpio, Adão de Barros e um senhor Quci• róz de Tui em lmpcum; José Firmino cm Amnm ha(; Olimpio ilonleiro e Emilio Culhnu, cm l'on, tA Pora, Gnbricl de Tnl, em int Virgini; To• máz Pereo, cm Silo Tomáz; Joiio Vítor nn Fnzeuda Paraixo, Manoel Pinheiro, na Fazenda 5ão Gubricl, de sorte que, olé o 11110 de lll91, eles eram os írni• cos moradores no municlpio de Ponln l'oril. Naquele ano de 1891, foi o populnç,fo <lo muni dpio oumentuilu com a chegada de Constantino de Almr.idn e seus filhos Zcforino e Jacinto de Almeida: Seguiram-se nos nnos seguintes: Mnrin Jrnlllo Peimru, Mnrcclino .Mnciel. Joào Antonio dn Trin· dade, Frnncisro Hos~ cln Conceição, Vrr<lclino llu déca, Manoel Moreira etc. llm 1897, entrou pnrn o município o ~lnjor rc• Ínrmndo <lo exército, Francisco Jlurquc• Tury Sc rejo, comandando um contingente policial, o pri meiro que vem a esta fronteira. Do• seus clc;cendcntes existem quatro no 111unl dpio: duns filhns domicilin,lns ncFtn ciclutlt', siio cosndos, umn com o Sr. Lourenço Gumes Montei ro e outru com o r. Abel Limn, 11111bus pcs;i•as ,·oucdtuodus no nosso meio. Peln r•súluç:io 11° 255 de 10 ele Abril •lc 19CO, Ponto Poril foi clevo<ln à cntcroriu de Di,1ri10 de Pnz, send<, o seu primeiro Jmz no;i1cnilo, o cupi tão João Antonio da Trindade que exerceu por onze anos contlnuos, e cm 1912, pelo resoluçüo n' 617 dr 18 <lc Julho o de Município, sendo elei to seu primeiro lnlen<lcnlc, o ciclo<lilo João Pon• ciano Je Muros, nuturnl do Hio Grande <lo <lo Sul. Em 19!ã, pelo Lei n.o 721, de 23 de setembro foi Pontn l'oril elc,·ndn :1 Comnrcn, com os limi tes constantes ela rcspccLivn Lei. lmtr.ludn n l:l de Juuho <lo ano seguinte de 1916. Boje Ponto Pora, depois de Cnmpo Crondc e de Corumbá, é o primeira cidade do Sul <lo Estado, tendo tido <li,·crsos Jomni,: O St1l. A Folha do 'ovo, O Ponta Porü, A Fronteira e .-iutros. A ci dade conta com uma população superior n cinco mil habitantes, o ilunicfpio uLUnlmcnte, com -lo mil bobitantee. A H.n superfície é <le 29.ooo quilomctros quo• drudos, mais ou menos. Este pequeno trobnlho já se achava no prelo, quando pelo Lei r,• 131, <le li de setembro. publico,ln no Diário Oficinl do Esta do, de 5 <le outubro deste ono, foi crindo o Mnu nicipio de Amanhai, Perdeu assim, o municfpio de Potttu Porà mnis CMu parte de seu território e uns 15 mil de 1eus hnbitantes. MIRANDA Miranda começou a ser verdadeira- m<'nle p•)voarlo, em 1797 com u fuoda· c;ílo cio f're idio rio me mo nan;e. Não se leva em conta a história Xerez (Jeres), dos epanhoes. fundada em 1580, pelo célebre Hui Dia"! Mo!rprejn às. margens do Mbotetí, como os primeiros habitantes de:se Município, visto que abantlonud,t em seguida a sua fundação o8 svu moradores não podem, ussim, ser considerados, João Ltma do Prado, porem, na8 flllHB <>xploroçõ,•s pelos rios Mlrnnda f Aqulrlnuana, em 1776, a procura rle um lugar pura fundar. uma colonla militar e e do varadouro deste último ao Anhan duí, por onde 1111tes varnvom oi:i pau!Js- . las viu Cuiabi, u1·rastundo por terras as bUa~ canoas, abandonado em 1735, em troca do Pardo, Cumpu, Coxim, mal!; conveniente aqueles destemldCls rlesbra vadores dos nossos ~erlõus, Hupôs ter deRcoberto V(•Bligios da untiga colrrnla castelhana, um pouco abaixo do Uaco go, corno era chamado o Aquldnuna. Abanrlonada, como fui, ern seguida a sua fuuduçilo como já rir.ou dilo, lm possível seria a conservação dos 8eus vestígios, p111· lüo larg'> espaço, quase duzentos anos. Demais, Antonio Raposo Tu vares, o seu suposto destruidor, nüo desceu o rio MlrandLL Pelo m<'nos não dizem os fatos. O que está provado é que André Fernandes. em IG48, repelido n11 região de Xerem, quando do ataque u Terec· nhl e ele outras colonias espanholas, bnnhurbs pelas agu_as de Jejuí, por for ças partidas de Assunção, r"cuando, subiu n serra por onde havia desciJo. Unindo-se n Ar:tonfo Raposo Tva;es no nllo da serra de Maracujú, tornaram rutno :'forte, ncredilando-se que a Xeres foi por ele destruiria, foi ti fundada em 1593, pelo historiador Rui Dias de Gus rnan, no rio Purdo. Não I oi, porlantu, o Xeres os vestígios encontt'lldos por ,loüo LPmes do Prado, abaixo da fóz do Aquirtaunnn, no rio 1iranda. Projt·tarla <>m 17í'li, p~Je; enti'io Presidente d Povincia, Luís de Albu querque de ifrlo Pereira Cú.ceres, foi o presídio de Miranda fundado em 1797, nas margens do rio ~~botei, µor ordem de Caetauo Pinto de iliranda Montene gro, que, por este fato, o rio passou a chamar-se ~liran1a em boCPenugem ao fundador do Presidio. O pre&id!o até 1801, quando o Teo. Prancisco Rodrigues do Prado parte a fü11 de dest•u:r o forte de São J usé, construido a u:argem direi ta do rio Apn, pelos espanhóis, o que se v~rificou u 1° de Janeiro de 1802, não passava de um simples destacamento mi litar. mas, com o decorrer do tempo, pa ra ali afluíram indivíduos de diversos pontos, que, entrcg&ndo-se a lavoura e a criação de gado, foram os primeiros povoadores do ::nunicípio, onde mais tar de, uma mulher cujo nome não podemos ldenlificá-lo, tinha, urna. fazendi,. com um número superior a nove mil reses. Foi deBse :lunicípio que, ao supor-se, partiram os primeiros morJ.dores de Nio- :tt-1-71 aque. ,. 2G de agosto de 1835, Mirania foi elevada a categoria de de distrito de Paz. A 30 de maio d 1857 a de Vila, iny; talada a 2o de janeiro d0 1859. Em 1865 foi 11 vila invadida por [orças pa r 11 g u a 1 as que ocuparam-na Seicho-No-ie: Supermer· c:ado Religioso (Continuação) A vertlucle está em todas as religiões, todas e lus fnlnm <le Deus e Deus é a verdade, Deus é pu ro e ele está toda n perfeição. o que nlrnpnlha o munifei;tução do plano de Deus, na tara é n tentativa d e cl i v i ,1 i r u V e r d a d e, divirlir D e u 8, e n q u n n t o J e s li d nos ensina o contrário "Guarda-os Em 'Teu ome, Que me Deste, l'ara Que Eles Sejam Um _A+im Como is".Amai-vos Uns aos Outros Assim Co mo Eu V,,s Tl'nho Amacio" João 13:3-1. Ensina-nos o Seiclw· 11-le _que pura compreen• <lermos n verdade é neceHúrio uma profunda Pro· fissão <le Fé. onde se examina o que se pensa ele si mesmo como que valor dá u si mesmo filho de Deus? P o i e. c ,e 11 t n m e n t e 0 <iue você per.•o ele si é o que você pensa dos outros., Desta forma, se pensa como Filho <le Deus snbe que é herdeiro de todo bonançn e ma ravilhas de Deus., Daí cumprirá com certeza o ma ior <los mandamento, - Ame o trem próximo como n Ti me,mo. O seu próximo timbém é filho Deus. Nós que lideramos o movimento para brasilel ros aqui em Dourados, somos muito gratos ao Frri Lino, que muito nos ajudou na divulgação da Seicho• o- le. Pedimos também perdão aqueles que deixam de orientá-los bem ou que porventura algum dia e sentiu u~rc<lido .-m seus princípios <le fó, since• ramente nos cabe a culpa em particular indepen dt·nte <ln eicbo l o le. Nós somos nrnd_n neneJ 110 conhecimento <ln eicho o le. por 1sso nos perdoem. Muito Obrigado Itnllvio llortins Bomfim 11ua lllonso Pena Esq. Teodoro Saliva ft L E Dedaração Declaro para os devl d ()i- t'ft>ltfls que extraviei os documeuloR abaixo descriminados, cujus 118 caructerlslica,: são a 8 seguintes. Certificado de proprl•• dados de um veiculo mnren Ford Beli 'Tipo Perua Placa C1-717 cor Anrurela Clrns11l11-L84FPA -2!26 Certificado n° 13980 MT.018. Bel Vista 18 de ,Julho de l.!)77 Túllo Loureiro RECANTO LANCHES O ponto de encontro da Sacie• dade murtlnljlHU Rua Dr. Correa Nº 56 Porto Murtinho lfato Grosso 1 MÓVEIS Elelro-Domésticos em Geral Facilidades de pagamentos • Colchão divino inte grado [Algodão, espuma, sisa, modelo ortopédico e firmeza progressivo) Casa Ale Móveis, Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. 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Pugo Brasiliano dias, ref complementação por serviços de assadores oonf. recibo CrS 120,00 - Pagamento referente uquis. de wWsky, conforme oh. 64€079 do Banco do Brasil S.A. CrS 8.fi80,00 - Pago Bar Santo Afonso, NF 212 referent~ aquisição de Gelo CrS 1.800.00 . Pago Supermercado Fukaya, NF 12883 referento aquisição de Bebidas e utensllios para cozinha Crg 32.160,00 Total da Despest1 CrS 55.964,80 Saldo entTOgue ao tesom·eiro do Clube do Laço Cr$ 7.097,20 TOTAL CrS (iS.062.00 Cristóvão llran Costa ílU ffil[L[lJU (ID E? O senuàor Itnlívio Coelllo, da Arena mnatogrossense, previu que o Brasil so frera umu 11guda crise em termos de pe-· cuâriu e que us autorido.des governa mentais diretamente ligadas ao proble na devem adotar medidos urgentes de socorro, antes que o Pais passe da con- 1lição de exportador de carne à coodí· çilo de importador. Lembrnndo que devi !o à conjuntura econô•nka 0t1cional e mundial as distorções para o setor são inevlté veis, assrgurou que "a pecuária tem ido maior vitima" dos programas governumeotais de combate : iuflição. 'Hoje, u suspensão de crédito para o produtor, para a pecuária, é um fato grave. Muito mais gruve, porém é a JU· RUficlêncla gritante de preços para os produtos do scto", frisou Itulivio Coelho, lltisinuluudo que ''os custos de produção 1 nilo lomm conliaos a temp11 e Re torna ~_. rum elevadissimos, o que tem impossibi litado, nos últimos anos, aos pecuaristas, o desenvolvimento normal de suas f-1 tivi <lades". Na sua or,mmo, o pecuarista, atual ente, "é um produtor desestimulado" e 'que "isso representa luevltavelmeute um rebtioho abandonado, ele baixa p1·oduti• vidade, um maior abate de fêmeas para suplementur ui; necessidades de numerá rio, o que vai comprometer, num l'uturo tnuito breve, & oapaeidade de produção nacional". entre ai; atuais deficiências d11 pecuária nacional. o senador, pecua t[sta de longos anos, situa a falta de s Hstência médko-vetarinllria o não rema '1ejameuto das pastagens e 'uma Réric de outras difículdadc-s "enfim, um coujuntc, de coisas que está importando em dveli tio do rebanho". . Após traçar, rapid>tmAnte, as principa IS dificuldades da p e o u á ri a brasileirn, ·º senador Itolívio Coelho deteve-se es- Trilua da Fronteira Propriedade da ORJIV APE LE. 6)2CM) t1- Direto Respenusdel: O o aldo ]reira !Diretor Comercial: dtloaro /Jutira pecificumente na situação atual do Pan te.nnl Iatogrossense, ussol1do nos últi mos tres anos por violentas enchentes, que redundaram numa rPduçüo assustado ra da capacidade de pucrição do que considern-se o mJior c~atro de cria de gil- , do de corte do mundo, e garante que, se a- neln Vista té fim do ano de 1975 o Pantanal coo- Demais Municipios seguin. exportar 3oo mil reses diretum,rn te para ubute e outro tanto para as in- vernn.dus, a partir de agora terá condi- ções de prover os abatedouros e centros de engorda com pouco mais de 2oo mil resc,s, o que vai refletir considera vel- Í mente no panorama nacional, fazendo a carne atingir preços elevadíssimos. Essa queda, segundo explirou, é decorrente não só das inundações, mas da crise que envolve a pecuárh brasileira. No caso es- pecifico do Pantanal, as cheias colabu- R D d e raram muito para a diminuição, já a par- t lua )uque le .axias tlr do segundo semestre, da oferta de , Bela Vista - Mt. gado. Isso porque os criadores, além de I ·------------------! perderem cerca de 2o por cento rios re- banhos nas inuod>1ções, tiveram cerca 1 de 3o por cento das matrizes enfraque- , oidas que abortaram IJU simplP.Rmeute Dr não 'entraram no cio, interrompendo o • ciclo normal de reprodução. Nesse caso, uma matriz que há dois anos oã.o pari nenburn bezerro, só voltará a uma boa rase de reprodução ein c-asu d3 olio o correm novas ·inundações, no próximo a no: ou seja, só dentrn de quatro anos é Bela Vista que essa fêmea coloct1rá em condições o primeiro animal para abate, levando se em conta quase um ano de gravidez e outros tres pura o crc·scirner.to do uni ma}. Em siatese, esse fator n-presenta que a .pecuaria nacion .. ll i-ofrerà uurn Te e.s-ão ain.la mais aguda nos póxinos quatro anos e qt!o só uma tomada de posição urgente do governo federal evi torà uma crise ainda mais prolongada. A r t e : Hélio Guedes Corrên Circulação:Jane Velasqucs C o rn p os i ç à o: Petronio Leão, LyLeracy Lino Altair .(arques, Laucidio Medeiro» 1 m p r e s s ii o: 'ilson Uoberto de Souza Heclaçào. Aclministrnçào e Oficinas à Hua Duque ele Cnxius / Ileln Vista. Mt Assinatura Anual CrS 150.00 Cr$ 180,00 Dr. Oto Maracajá Ora. Tazue Hara Clínica Geral e Tiranquinho Branquinho Pediatria Funr.ionando em período Integral para melhor atender os belavistenses. Ava Afonso da Casta Marques ADVOCACIA EM GER"AL Run VolunlÍlrios da Pátria, 376 • Fone 210 Mato Grosso Papa lnalisa si tua€ão no Brasil Telegrama da TFP à Paulo VI ' R u a Sã o P a u I o S/N s. O Professor Plinio Cor rêa dE' Oliveira, Presidente do Comelho acional do TFP enviou telegrama a Paulo VI manife,tanJo perplexidade an te a alocução com que o Pnpn recebeu o Embnixador do Bra sil junto ao Vaticano. Espera mos - diz o telegrnmn que com a maior nrgéncin Voua antidade manifeste de p6bli co 005 governos comunistas o horror que a Vossa Santidade causam as atrocidades cometi dn■continuamente 10bre os povos que eles clominam. Como se recorda, Panlo VI, naquela oportunidade, fez nln,ão üs violações de Di reitos humanos que teriam o corridos em atividades repres sivas ao comunismo no Bra- sil. Mas observa o Prof, Plínio Corrêa de Oliv.eirn - eau alocução não contém qualquer censura á violação de direito• humanos que o c-omuni,mo , internacional vem cometendo em nosso território ao insti. gar continuamente o lut11 de classes e a revoluç o social com patente violação da sobe rania brasileira. Instigação e- sa favorecida pela atitude de simpatia, quando não de cum• plicidade, de eclr.siá■tico1 e lei• gos da chamada esquerda-cató- ca com os manejou sovieticos Exemplos disso são certas poe sias e afirmações doutrinárias ele D. Pedro CuaHáliga., Bi•• po de São Felix do Araguaia, MJIRTINS Máquina da Beneficiar Arroz, a Secador paro Cereais Atacado e Varejo. ULA ORGANIZAÇIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO E REOLIO •' A n to n 1 o João MT Podo Jdiirio Ewtdo da Mato ,rw++o Gomwre de Bl Vista Carrllrifl do 2.11 0fiio Edital de Praça Edital de Praça O J>ourur lo!io Cario• Iradv Gren, Juiz de Di reito da Comrea de Bel Vi. ta, Estado de Mto Grosso, por «bstitição legal, na for ma da lei, rir .... Faz Saber n todo quantos o presente Edital vi rem ou dele conhecimento tiverem, que no dia 09 de setembro de 1977, 9,00 h», no átrio tio Forum de•ra co• marca, o Sr. Porteiro dos Au· rlit6rio1 João flilnrio l'erern, levará n praça os bens penho rudo1 no• Auto• de Execução que Banco Itu S/A move con. na Ary rticudo B. Delvnllu, em triimite por êste Juízo e Cnr t6rio do 2.o Olfcio, 11 nAo ha• vendo licitantes foi designado o dia 19 de setembro de 1977, h 9:00 horas, para a cvcntuul segunda praça, sendo os e guinte bens penhorados: Um oallo comercinl, erlifirndo no lote de terreno n.o l da rua Sebastião Crispim do lego, medindo 5,50x60 wctrt>s, de vidamente tran1crito &0b n.o 20.768 lh. 90, Ih ro S-1, avalia. do cm CrS 100.000,00 (cem mil cruzeiro,), ,·11lor por qunn to será levado à praça para 1rr arrematado lº' quem ma ior lance der acima da valla çio, 1endo a ,·cedo íeitu à viata ou medinte fiador ido. neo pelo pruo de 1re1 dias. E paro que ningucm po .. a nlc gar ignorância foi determina da a expediçilo do presente Edital que será afixado no forum local no lugar de co tume l'l publicado an forma dn hi. O que cumprn•■c com in teira observancia das precri çõe1 legai,. Dado e pussado neata cidade de Bela Vista, Etado de .Mato Grouo, aos vinte e dois dias do me» de Julho do ano de mil novecen 101 e setenta e 1cte. Ea FLO· RINDA BENITES Eicrilo do 2.o Ofício, fiz datilografar, bscrevo Dr. Joio Cario, Brnnde1 Garcia - Juiz de Direito CASINHA Ata N.o ;r FELIZ 22 Aos 27 d1ae do mês de julho de um nil nove centos e setenta e sete, à s 9 hs, no prédio da Escola de 1 Grau "A Ca sinha Feliz", sito á rua XV de Novembro n 156 foi renliz11de uma reuni ão dando por encerrada todas as atividades da escola. Foi iniciada com palavras da Sra. Direto ra Maria Lnureiro Pinhei ro, expondo os motivos de tal atitude, dizendo que o objetivo era de preencher uma lacuna no ensino de Bela vista e que esta idéia frutifi cou-se e o ensino pré primArlo já conta com estabelecimento munici pal especealizado. Nossa meta era de servir e a creditamos que levamos avante nosso mister, com carinho e dedicação. Não foi objetivado lucro e to dos os que nos procura ram pobres ou ricos, fo ram atendidos. Agradeço pela confiança deposita da colocando.me à dis posição de todos. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião na qual lavrei a presentt- ata que lida e a chada vai assinada por mim e demais presentes. Marllza Loureiro Pinheiro Enoly Loureiro Assis Elza Nogueira Barbosa Mariza Garcete Baita Amelia Lourdee Gonzales Andresa C. Lourelro 'de Almeida. CRÔNICA SOCIAL E ST E L , Deeflle Eatudunlll 'Todas a Escolas apresentara se com multo garbo. Oa 01trro11 alegóricoi-, o 1O° RC, os cvleiros, o Clube do Laço., M a s ... foi destaque mesmo o d e lif i • lo da Eac. do Arlof:l e Ofícios sob u di roço do Hoitu domes. Vu-se o traba lho bom feito das nlcgorl11R upreoontudrltl s blusas de todos os alunos forum pln· tudu11. Sabemos quo o trnhulho foi enor me, porque ucompunhamos de perto os preparativos, mas ... enfim, os belavisten ses o visitantes mereciam os sacrlfíelos du Dlreçn o, profoesoree, uuxlllares ad mlnl11tratlvos e at(I dos alunos. #<000 -3 Bailes Em grande estilo o G.P.R. abriu euoe portos para receber sous Inúmeros aqao clado11 e convidados para o Nat da Princesa do Apa. Som contaginnte, mul ta olegrla n descontraçlio mesclados à elegunclu dns Sras. e Srtno. presentas. Iarcaram presetH;a: o sr. Prefeito Mu olcl)Jal e Sra., Dep. Ruben Figueiró e Sra., Pref. André Ocampos e Sra. (Ca,a col) e Inúmeras autoridades de Belln Vista Paraguo.l. Tambem anotei o casal major Alves e us filhas (Magda o Mr ela), Sra. Mngaly esposa do amigo Coro nel Gay, tambem de férias entre nós. 0860<,090 Na«cimentos O lar do clsal Claudlooor e Fátima, ficou em festa com a chegada da "Cego nha que lhes presenteou" com um lindo menino. Itallvlo e Llca, multo corujas já come moraram os dois meses de seu robusto menino. 1 0099908 Jantar Festivo Há dias plBsados o Rotary de nossa cidade recebeu com alegria o novo governador do Distrito 451 o Sr. Paulo Philbols e Sra. Inúmeros rotarianos r;uas espoRas e convidados flzeram-ee presentes. Notei o elegancia da Sra. Bea triz Mascarenhas. 9198G CHA Por motivos alheios à nossa vontade dei xou de ser publicado em nossa Edição Especial o chá realizado na residência da Sra. Nice Miranda. Naquele dia foi a passagem da Diretoria da Cosa da Amiza de, sua nova presidente, Sra. Ana M!!. Oca rlz. Também fez-se a entrega de uma pe quena lembrança à sra Marileide Moreira ex- tesoureira dn Casa da Amizade que mudou-se para Amambai. Houve. um lin do desfile oom 08 trajes de Marlza Mo das. Foram apresentados os últimos lan çamentos em toillete (com muito brilho) até 08 descontraidos esportes. Desfilaram Nice, Zenóbia, Flávia, olange, Jantce e Mariza. Chamou atenção o bom gosto da decoração onde aconteceu a agrádavel reunião. Vlsitus à Redação Com grande 8at!sração receberno3 a visita do casal Mujor Mosqueira e Dra. Áurea. Eles nos disseram, que sempre quando recebem a Tribuna da Fronteira sentem enorme alegria. Soubemos que breve seu filho Miltinho estará servindo como oficial em Bela Vista. Isto é mo tivo de alegria para nós, pois Miltinho ostudou aqui enfim fez parte cla juventude Estuadaatil. de Bela Vista. Fuluado em Estudante, Miltinho sentiu-se bastante triste. quando soube que a Escola Paroquial Santo A fonso encerrou ,mas atividades, pois foi aluno daquela tradicional Escola. Recebemos e retrlbuimos os abraços enviados pelo Cap. Aldo e Sra. Nos dá satisfação em saber que nas mais lon- Tr b é e p.crada corn ginqunas plagaa a 'rilup4 ansiedade e lida com carinho. r.o G ANIVERSÁRIOS uJ- Jaquellne Barros recebeu Reus nrnlg de nhos para festejarem mais um ano " ,2%#t a «nos os wesav Pinheiro encheu-se de jovans para Xº memorarem o aniversário do Asp. ~ guato. A noite transcorreu com mu to som, snlgndinhos e beblrlas. +0 4 -0 PARABENlZAMOS pela partlclpaçllo atuanto e loconsável das Srtns: EHznbeth Araújo e Neusa Bor ges Rainha o princesa do 1 Torneio Internacional do Laço em Bela Vista. Pro clanmos de jovens assim entusiastas e participantes. 930$9600 . 1° TORNEIO DE LAÇO Gonzo.ga "revelou-se", organizando e realizando o lº Torneio de Laço, foi su cesso Total. Gonzaga: Sinceramente va lorizamos 11eu trabalho, por experiência própria, eabemos como é socrificado rea llznr algo, pois quando lança-se a Idéia, todoe concordam, todos prometem, mae na horn do trabalho sAo poucos 011 quo parliclpam. AGRADECEMOS o empenho dos alunos dn Escola Cas telo Branco que elaboraram os Trnba· lhos l'obre Bela Vista. Apresentaram tra balhos valiosos, só que não foi po1111ivel publicar todos, mas valeram as pesqui sas feitas, a participação de cada aluno, pois, ficaram conhecendo um pouco ma is eobre a Hlstória de Bela Viste. Esten demos nossos elogios à prof Aida L. Paes que foi a grande lncenttvadora. D89-08i98: ALMOÇO Bneta nte concorrido o Arroz Curretel ro promovido em pról da Capela do Es pírito Santo. Da participnçfio de todos depende a realização de mnls esta obra pnra o engrandeoimllnto de Bel11 Vista. .GoGiG ADMIRAMOS O Trnbalho incansável das pessoas que r.om dedicação realizam Curso de Hatizadoe, Cur!lo de Noivos, Retiro para Jovens, Retiro para Casais. É um Traba lho que exige sacrüíclos, porem só ma is tarde é que vemos darem seus bons frutos. Parabens e sempre em frPnte. 08o&9±0%3 EDIÇÃO ESPECIAL _ Sentimo-nos satisfeitos com repereus sao que teve a Edlçao Especial da Tri buna da Fronteira. A procura desse e xemplar é intensa, tanto • por pessoas da cidade como de outros lugar&s. Foi um trabalho ArduQ, porem •Wcompensou ver a excelente aceitação. Nosso muito obrigado a todos que de uma forma ou outra colaboraram. 90 D939900 Casamentos ~-~ Bermudez ti Flávia em grande acon- A A B B teclmento 11ocial di~seram o tradicional Foi excelente a idéia da AABB ceder "sim" a eles desejamos felicidades. suas dependências p/ brincadeiras dan- Com um suculento churrasco, AI- çantes, pois há tantos jovens em férias ziro e Maria receberam grande n° de e a noite não tem o que fazer. convidados par11 juntos comemorarem 1 " o início de vida-a-dois. · ~ LIVRO Recebemos alguns exemplares do livro Crônicas do Cotidiano de autoria do dinâmico Coronel Gay, é um livro de grande interesse público. -383-# PASSAMOS . Um domin_go diferente na bonita e a conchegante Fuzenda Marilândia d~ pro priedade do Dr. Késio. Ele e sua espo sa D. Maria, excelentes aníritriões nos proporcionaram um ambiente de muita cordialidade. Para nós foi uma revela ção a filha do .casal, Vera Rit11, que "~ primeira vista" parece ser uma garote. "fechada" porém descobrimos ser ela ma menina bastante comunir.attva e r opinião. e n úhllea Federativa do Brasil 'i ã i«to, ar9rso Comarca de Bel Vista cii6rio do 2 otieto 0 Doutor Jofio c,i.rlos Brtindes Garcia, Juiz de DIrolto dn comarca do Bel VIsta. Estado do Mato Grosso, por «nbs tilulção legal, uo forma du lei, etc ••. Fuz saber a todos quantos o preso t e Edllal virem ou dele coohec,mt-t:lo u. rem que no dia 09 de sotc•mbro de {Gh5+'io6o horas, no 4trio do Forum desta couurca, o Sr. Porteil'o doa Audi tórios João Hilário Perera, levará a pra ça 08 bens penhorados nos autos de E xecução que C IA I TA Ú DE INVESTI MENTO crédito e financiamento move contra Àri Ricardo Brandão Dolvallu, em trO.mile por êste Julzo e Cartório do 2º Ofício, e não havendo llcltnntee foi designdo o dia 19 de eetembro do 1977, às 10:00 horas, para a eventual segun. da praça sendo oi, e«:1gulotes OR bens pe nh orados: um salão comercial, edificado uo lote de terreno nº t 1 da rua Sebasti ão Crlspln do Rêgo, medindo 5,50x60 metros. devidamente transcrito sob n° 20.768, na. 90, livro 3-L., avullado em Cr$ 100.000,00 (cem mll cruzeiros), valor por quanto será levado à praça parn ser arrematado por quem maior lance der acima da avaliação, sendo a veada fel• ta à vista ou mediante fiador ldon110 pe lo prazo de tres dias. E pa.ra que nlo· guém possa alegar Ignorância foi deter minada a expediçlo do presente Edital que será afixado no forum local no lu gar de csstume e publicado na forma d11 ltil. O que cumpra-se. com inteira obser vância das p1·escrlções legaiH. Dado e passado nesta cidade de Bela Vista, Es tado de Mato Grosso, aos vinte e dofs dias do mes de Julho de mil novecen tos e sotenta e sete. Eu Escrivão do 2° Ofü:lo, fiz datilogrdfar, subscrevo. Dr. João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito Coluna SEICHO-NO-JÉ 1 I • 1 1, i "TRANSFORME O FRACASSO EM :ÊXITO'' Masaharu Taniguchi A queda é uma oportunidade. A vocês que se lamentam por terem c~ido, anuncrn: a queda é· uma oportu Illdade". Se h ' nuo :>uvesse a queda certamente o mu nd o não teria um aspecto tão belo COno tem. Assim falando, voces se as- sus am. E porqu ' a d e sempra pemaram que que ª é maléfica. Porém caros leito. res se as seme t - ~ d, entes não caíssem na ter- .$," o arro? rim fruas? is de frut porque as sementes de arroz e as caem é qu d arroz todo ct· e po emos comer saborear $]?°, lias e ta@bem podemos T t e ciosas frutas an o aos homen • ) acontece O me 8 como às ssmentes i,t .. mente ao ca· smo. Pode ser que a se· 1 do iigria,""8,}erra, tenha derams - Q 1e mugoa: · ' -- ue horror' A ? • - e pisoteada," "}m derrubada ao chão Para a é,,""rei morrendo. __ oportunidsá {""" porém, chegcu uma VE'r se, mais d em melhor para desanvol cna bonita «,,"" que estar gurdde nu leira. ,xa no uHo de uma prate· - Cai, meu Deus! Logo após as • trar uma terra sim pensar, já vai encon· não encontrar multo fértil que untes curava e aind' recebe. umidade que pro· solar lança.jj," ais, a necescaris Ia: lor. Se· a sem um sorriso cheio de. ca· orjei .,"; Ão,fvess caiã?E go: "a qued . n sso. por isso que di· verdade. +",, ,Uma oportuniãd. e taro tendo ,","F"to em que catrem; es matar cresclm.ent 0 P 0 rhinidade para seu o. 1 r 1 h Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº256_20_07_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº258_09_08_1977 Voltar para a lista de itens