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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1595_26_01_1995
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DIÁRIO REGIONAL
BELA VIHTA/MS ANO: 22 N9: 1595 26 DE JANEIRO DE 1.995
QUINTA FEIRA EDITOR: IVAIDO PEREIRA R$ 0,50
IBRIÃD E O PROBLEMII OI SIÚDE NO MUNICIPIO
compromissos, encargos,
despesas, enfLm , funcío
nrá, como ficar'? Pergun
tou o Prefeito.
1
; I
1
O Prefeito Municipal
Abraão Zacarias disse
ontem que "se hó crítl -
casque possam fazer i
minha pessoa, a da nsen
oibilidade, indiferença
social não se coaduna
com a verdade, sempre pe
quei por. um profundo en
volvimento com os mais
carentes, com os deserda
dos pela· sorte e pela so
cfedade".
No tocante ao proble
ma da saúde no município,
o Prefeito disse que
"não é apenas em Bela
Vista, a crise existe em
todo o Brasil, para se
lucioná-la precisamos -
de mais recursos e acina
de tudo de boa vontade
de todos os envolvidos ,
não podemos olhar apenas
para uma direção,para um
setor, mas ter uma visão
global no problema e bus
car soluções".
Quanto a greve <los
médicos, Abraão envioll -
ofício ao Corpo Clínico
do Hospital, transcr'c
ao lado lebra que " em
DlALOGO e ENTENDIMENTO -
nao se pode chegar a lc
gar algum, o povo, aque
les que não podem pagar
por uma consulta,por um
Associação de Pequenos Produtores
do Agua Doce Realiza Assembléia
Propostas de Mudanças na Administração
A Associação de Pequenos Produto - Secretário de Promoção Social João Ka
res do Bairro Água Doce, urna das mais life, que atua diretamente junto as
antigas da nossa cidade, realizou no associações de Bairros, Vereadores
Último d:la 21 à tarde, sabado, uma As Marcos Elias Rios da Cruz e Israel
sembléia Geral que foi convocada pelo Chamorro da Rocha, que é Líder Comu
Presidente da Entidade, Ciro Pereira nitário do Bairro Água Doce, além de
e que contou com as presenças do Pr~ inúmeros moradores e Diretores da
feito Municipal Abraão Zacarias, do Associação.
'
Secretário de Promoçao
Social João Kalife faz uso da alavra, ladeado e
da Rocha e pe.lo Presidente da Associaçao do Bair
ro
remédio, está conscien -
te dos deveres e obriga
çoes nao so dos médicos,
mas também do Poder PÚ
blico".
O Prefeito disse que
o problema do atendimen
to, do próprio funciona
mento do Hospital, nao é
de hoje, "tenho acompa -
nhado há vários anos a
lo Vereador Israel Chamorro
ÃgÜÍÍ Doce, Ciro Pereira'
Na pauta da Assembléia Geral esta-
d, ntas da atual Di
va a prestaçao le co -
retoria e também a apresentaç~o
1
~e
Chapas que desejam concorrer as e e -
- ião da nova Direto
çoes,para a campos ç < -
Abrào Armoa Zac.arias Prefeito Municipal
través deste Jornal, os
debates, as reivindica
ç0es feitas no Rotary,in
regrado por vários médi
cos, repito, nao ê de
hoje, hã décadas a luta
tem sido intensa, seria
mais fácil e com solu
çoes definitivas se so
mãssemos esforços e vor,
tades, o povo seria agra
ria da Associação do· Bairro Água D:icc,
que será realizada no próxioo dia 29,
domingo, na Sede da Entidade.
Leia matéria completa na Pág - 06
Tribuna de Caracol
P,igina 08 1
decido".
Abra,=ín lembrou, também
e é sua maior preocupa -
co, "coa a produti
vidade das consultas:
com a greve nao há
fturamento para o HOS
PITAL, de SUS, pouco
ou muito, é
ss verbas que
pital cumpre
com1 e<
o Hos
seu
PREFEITURA MUNICIPAL. DE BELA VISTA
OF,/GP./021/95 Bela Vista,23 de.Janeiro de 1,995
Do Prefeito Municipal de ,ela Vista
Ao Corpo CI[nico do Hs.tal São Vicente de -
Paula.
Assunto: Em atençao ao
0F. 01/95.
vosso
Atenciosamente,
ABRAÃO AROA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL
expedJ.en tP -
PREZADA SENHORA,
Recebemos o seu expediente, Of. 01/95,no qual
solicita apolo e compreensão para a luta da elas
se médica desta cidade, visando melhorias das
condições de trabalho.
Há ajustes a fazer e que, certamente, implicE_
rào sacrifícios das partes.
Para alcançar esses objetivos existe um cami
nho: o diálogo e entendimento.
Essa é a nossa proposta, mesmo sabendo da cu
pidez de alguns interesses políticos/pessoal ten
tando impedir o entendimento.
A sociedade exige que o funcionamento do sis
tema de saúde esteja voltado para conseguir re
sulcados compatíveis com suas aspirações e neces
sidades, e este Executivo atribui alto nível de
prioridade às questões sociais na busca do desen
volvimento do nosso Município. -
Para o cumprimento dessa missão, p~econizamos
o diálogo.
Nota a Imprensa
O Comandante do 10g RC HEC informa nos Militares inativos Pensionistas
e Ex-Combatentes da FEB que recebeu do Centro de Comunicação do Exército -
(C CO SEX) o seguinte informativo:
1. O pagarento dos servidores civis e Militares, da ativa e inativos e
dos pensionistas, referentes ao mês de janeiro/95, está d:positado pelo
CPEX (Centro de Pagamento do Exército) nesta data para credito em conta
corrente individual em 24 JAN 95 (Terça - Feira) o depósito em tela como
base o soldo de DEZ/94 - sem reajuste.
2. Os valores referentes a remuneraçã~ de férias de Janeiro de 95 serao
l
dep~sitados nas mesmas datas acima e terao como base o saldo de 94 - sem
reajuste.
J. Os valores da folha complementar referente ao reajuste de 22,07 7.
já elaborada pelo CPEx, serão depositados cão logo sejam liberados os re -
cursos correspondentes pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). As Orga
nizações Militares serão informadas oportunamente, da data do pagamento
desta parcela, não havendo condições no presente momento de precisar a res
a.
4. Os contra-cheques referentes ao oês de JAN - 95 já foram reretidos -
aos destinatários e os referentes ao reajuste de 22,07 % se-rao oportuname.!!
te remetidos.
EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV .•
C<r-!A.ll>AKI'E DO lOQ REC MEC
Pré-Inscrição parà o
Telefone .Celular
Interessado em saber quantas pesso
as aproxLaiadamente em nossa cidade se
interessam em participar do sistema -
de Telefonia Celular, fazendo a aqui
siçao de linhas, com o objetivo de
encaminhar reivindicação nesse senti
do à Telems, o Prefeito Municipal A
braão Zacarias decidiu fazer uma pré=
inscriçÕo dos interessados, nesta ter
ça-feira, dia 24. -
Segundo as informações do Chefe de
Gabinete do Prefeito Municipal, Ayres
Cafure, apesar de terem sido realiza
das apenas no período da tarde de ter
a-feira, aproximadamente l50 pessoas
procuraram o escritório da Porte-ira -
'eilões Rurais, na Rua Almirante Bar
~oso, para fazerem a Pré-inscrição
l sertsrss rss s ±r erisse
IC
para a aquisição do Telefone Celular
que serão levadas e nãos pelo prefe
to Municipal diretamente ao Preside.nte
da Teles, Carlos Eduardo Ferreira de
Almeida, ainda esta semana.
' O elevado número de inscritos an!
mou muito o Prefeito Municipal Abraão
Zacarias_, pois ele acredita que o gran
de interesse registrado deverá sensibi
lizar ainda mais o Presidente da Te=
les, fazendo com que ele atenda essa
reivindicação, que representa ua gran
de aspiração de significativa parcela
d: nossa sociedade, basta dizer que a
lem das quase 150 prê--escriçÕes fei -
tas no dia 24, dezenas de pessoas . j ã
Procuraram a Prefeitura Municipal, nos
~ltimos dois dias, tentando a inclusão
de seus nomes na lista. (UR)
O a 1. 95
p,'
RETRITO OE
Educar é trabalho sério, para ser feito por gente experiente,
num processo longo de respeito, liberdade e disciplina.
Esta é a proposta do Centro Educacional Maria Auxiliadora,
uma escola com método Piaget e Maria Montessori
e máximo de 25 alunos por sala de aula.
CENTRO EDUCACIONAL
MARIA AUXILIADORA
Da pré-e§cola à 4º série
o ÁJrea.de recreação com play-ground
e quadra de areia para esportes.
e Assistência pedagógica extra aula
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Rua Gal Soares da Rocha 90 - Tel 439-1254
CEP: 79.260-000 - Bela Visa - MS "
UM ROCEIRO
Sol escaldante, fumaça e fo
go co:r.põcm o doloro. o cenário -
de onde inda eima em viver o
desolado homem do campo.
No registro de nascmento
d ste herói anônimo constam
rinta e poucos anos m média ,
mas sua feição demonstra m is
ele cinquenta. A família stá
constituída e a prole é numero
sa: quase sempre chega aos dez
filhos. Algumas das filhas fa
talmente se prostituirão. Pcssi
mismo? Pré-julgamento? Não! E
realidade do inexorável mal dos
tempos I odernos que chega ao in
erior, acompanhando o ciclo vI
cioso da pobreza absoluta. A la
voura, fonte de alimcntacão far
ta e suporte financeiro, já não
existe. A pecuária leiteira fra
cassou e o boi-macho está sendo
a única alternativa viável, com
o mínimo de mão-de-obra, provo
cando o desemprego em masoa.
Lúgubre retrato de um rocei
ro vê-se estampado no rosto de
cada membro da família, tal e
qual seus antepassados, como
mostra a velha fato amarelada -
na parede. Saudade de um bom
tempo que se foi, sufocada por
uma atualidade insuportável.
Nada lhe resta, porque nada
possuiu. Forçado pela necessida
de, o caminhão que transporta=
leite é a condução. Arma-se de
coragem e migra para a cidade -
grande sonhando com nova ilu
são. Mas as empresas só aceitam
jovens doutorados e com cinco -
anos de experiências. Se ainda
fosse moco e preparado, o empre
go seria seu. Desolação, humi=
lhacão é o prato do dia. Procu
ra uma saída. Como solucão al
guL. l!. o. r c u pinra, du
<H• ... r: 1 i :i.., um b • do -
no chão.
K noite, a e trelas a lua
for m sua fri cobertura. Nova
mente o dia, e lá vai ele à pro
cura, um ub-emprego, que boi
serio! - zr 1.dor, ou viqia .•• -
Qu lquer coisa sustenta a famí
lia.
Fin lr::cntc a doença. Meu De
us - e agora? P n:,lio, aposcnto
doria ... Qual nada! - não esta
va com o carnê cn di • Enfren -
tou filas interminveis, xtor
cões e muita covardia. Volta a=
manhã! Roubaram o dinheiro do
órgão, e voce ainda não contri
buiu!
Não fossem os bicos como ze
lador na casa do sonegador, ou
de vigia na casa do advogado
"doutor", amigo do político
fraudador, até fome passaria,au
mcntando ainda mais sua dor.
Faltam-lhe forças, a saúde
está minguada e a morte, anun -
ciada. 8 inevitável a procura -
do órgão salvador. Três dias e
três noites na fila, enfim a
consulta ... Do nada adiantou
seu corpo foi jazer inerte sem
pelo menos um soro no banco
do corredor. Não havia leito, -
não havia remédio, não havia va
ga, não havia médico! Só se ou=
via gritos de dor. "Faltava tu
do, atê respeito com o agricul=
tor". Recebeu na indigência a
lápide com estes dizeres:"Senhor
agora fui convocado para plantar
em outro roçado, porque neste -
eu terminei - muitas lutas en
frentei e tantas vidas alimen -
tei. Mas enJim, na sua glória
eu vou ser rei".
Tribuna da Fronteira
UIÁRIO REGIONAL
FUNDADO EM:
20/02/1972
ENEMPLAR: R$ 0,50
GERENTE COHERGIAL: }k~ria Estela Velnsqucz Pereira ASSINATURAS:
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ub;:ildino Rod::igues SEMESTRAL: R$ 50,00
1---::------------------lANUAL: R$ 100, 00
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO:
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - -t< OS ORIGINAIS ENVI/
23 - FOSE: (067) 439 _ 1410 - FAX -
439
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Propriedade da Rede Ilelavistense de Jornais - LTDA ABRAJORI
CGC-MF - 15.513.203/0001/90
EDITOR: Ivaldo Pereira
17
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ca t
Pr
de
cà ~,
JONAL. TRIHUNA DA FRONTEIRA DIÃllIO Rl(;lOMAL
BELA VISTA, 26 DE JA o
-
Rotary e o
Mercosul
Rotary é uma Instituição de abrangência verda
delramente Internacional, ensejando, na 'atual1da
de, ao rotarianos e rotarianas, momentos de re
flexão, dentro outrnu coiono, oobre o Merendo Co
mum do Sul, tendo cm mente que ou paísen que coi
põem o Cone Sul estão, em boa hora, tentando con
ciliar seus Interesses recíprocos através de uma
forte integração, objetivando dinamizar e fomen
tar, cada vez mais, nu relaçÕco empreoarinio p~
ra o incremento cio desenvolvimento e da competi
tividade interMcionnl, partindo o MERCOSUL, com
o objetivo pol!tico· de consolidar e implementar
o projeto de integração doo economias de cada
pníu-mcmbro, inobstante ou sérios desafios que
exigem 6Uperoc;;Õo de obstáculos naturais, decor -
rentes da abetura de um novo mercado, buscando o
intercâmbio bilateral de experiências e de infor
moções nas áreas sócio-econômico, financeira, cÕ
mercial e de estatística, promoção e implementa-:
c;;Õo de programas técnicos de intercâmbio, cultu
ral, profissional e de livre comércio na área ~
mergente do Mercado Comum do Sul, carreando van
tagens aos respectivos países, ao empresariado,
às profissões liberais e, em especial ao consumt
dor, cm termos de redução de preço final, e no
sistema de trocas. Assim, a partir de 12 de ja
neiro de 1.995, destacar-se-á a importância no
calendário do MERCOSUL, que marcará a entrada em
vigência de uma zona de livre comércio parcial e
de uma união aduaneira imperfeita entre os qua -
tro países, Brasil, Argentina, Uruguai e Para -
gua1.
Enquanto que, a união aduaneira perfeita so
será consolidada no ano 2.006, todavia, antes,em
2.001, uma série de produtos também terá a sua -
Tarifa Externa Comum (TEC), Por outro lado, será
total, em 12 de janeiro de 1,999 a zona de livre
comércio entre o Brasil e a Argentina.
Em 1g de janeiro do ano 2.000, teremos a zona
de livre comércio total entre os quatro países ,
com a inclusão do Uruguai e Paraguai.
No ano 2.001 ocorrerá a eliminação das listas
de produtos de exceções em Tarifa Externa Comum
(TEC). Enquanto que, no ano 2.006 entrara em vi
gor a Tarifa Externa Comum para 24 bens de info!
mática e centrais telefônicas, consolidando, as
sim, a união aduaneira perfeita entre os outros,
países.
Enfim, no
gios atuais das
do Fogo.
~ importante registrar que o MERCOSUL acaba -
de ser beneficiado com a instalaçao de um cabo
de fibra ótica, de 23 mil circuitos, facilitando
sobremaneira as transmissões telefonicas, televi
sivas e de dados, cuja inovação tecnológica pro
vêm da EMBRATEL, TELINTAR e ANTEL!. ligando Las
Toninas, Punta del Este e Florianopolis, atingi~
do Fortaleza.
Cabe aos 53 mil rotarianos brasileiros, a0s -
15.500 rotarianos argentinos, juntamente com os
companheiros uruguaios e paraguaios, dar,tambem,
sustentação à nível de clube e distrito, visando
consolidar o MERCOSUL.
A Conferencia Distrital proporciona uma exc que op lico r
te oportunfdade para todos os rotarianos e tuas fa tiva.
mfl1as se encontrarem para um período de d!vertf . tá-1e
to e companheirismo. f claro que h multa fnfo1 cia de
o rotaria a ser adquirida também. é perder u
Nas Conferencias, um ponto alto ocorre quando o 1 nt e
Governador de Distrito apresenta o Representante novo. Lenbr
Pessoal do Presidente,O Representante é a pessoa to ó ter u Conferência pe r-
que escolhi para comparecer à Conferencia em eu tabê fizer rua parte.
lugar. Ele é a pessoa que leva a mensagem e divulga As Conferencias variam batante nas diferente
as mais recentes informações sobre Rotary. partes do mundo. Em .lgumas parte a ênfane & n
Defxe-me enfatizar que o representante é uma esco sesuão plenária tando todos presentes.Em outras
lha pessoal minha, e esse é um dever que levo muito o banquete parece ter ura importância ator. As
a sério. Para escolher a melhor pessoa, eu pesquiso Conferencias variam, durndo de um a três d1as. Al
cuidadosamente as características da Conferência guns dftritos sempre fazem sua cónfer@neta em lu
planejada, e então tento Indicar um ex-governador - gares turísticos longe d sua própria irena.
que se encaixa perfeitamente com o Distrito. Frequentemente, essa última ação requer permia-
Recentemente, um Governador de DItrito escreveu são special do Presidente.
uma carta paro Evanston, na qual dizia:"!'. claro que Muitos distritos preferem realizar o evento na
sei que Bill Hintley não escolhe o representante - cidade mm que vive o Governador, e pedir ao clube
pessoalmente.,. "Posso assegurá-los de que o faço. local para ser o organizador, O perigo aqui é que
tê mesmo a carta de convite começa com as palavras a coordenação da conferencia pode ser conf1ada a
"Eu pessoalmente o escolhi".. sócios que não tem grande conhecimento do que é
Qual é então a tarefa de meu Representante, e co real·nte necessário.
mo ele pode fazer o melhor uso das três grandes o- Os custos da ConferênHa também variam. Voce
portunidadcs que tem de falar na Conferência? ta:nbém pode encontrar um ~•,trito que apresente
Peco ao Representante que apresente um discurso profissionais na área de entretenimento, especial
de importância, preparado especialmente para a oca- mente contratados com uma considerável d~spesa. Ou
sião, baseado no tema "SEJA AMIGO". Em segundo ly tros usam os talentos dos rotarianos locais. U~
gar, ele deve fazer um breve discurso sobre as ma- característica prazerosa de muitas con(erêncinu é
is recentes informações rotárias e, por Último, tem o alta qualid.'.lde dos oradores convidados. Em ou
a oportunidade de apresentar algumas conclusões. A- tras palavras, deve haver alguma coisa para todos.
lém de falar, espera-se que o Representante e sua Estou certo de que na Conferência Distrital é
esposa compareçam a todos OE trabalhos e aos aconte de primeira qualidade, e completamente desfrutá
cimentos sociais. vel. Se, entretanto, voce acredita que ele pode me
Por acreditar que o papel do representante é tão lhorar de alguma forma, suas sugestões serão cons}
importante, peco a todos aqueles a quem convidar P.!! deradas pelo Governador e sua equip
0
e,
ra aceitar somente se acreditarem que podem verda - "SER AMIGO" é a maneira mais evidente de demonE_
deiramente preencher os requisitos que acabei de ex trar interesse na qualidade da conferência Part1c1
plicar. pe e apóie o Governador. Leve sua família, e incen
Essas palavras mostram que tenho um cuidado mui- tive seus companheiros o fazerem o mesmo.
to especial com a minha parte na organização da co~ AÍ então voce poderá dizer:
ferência. É, portanto, desapontador quando o Repre- "Si, eu participe!!",
Patrulheirismo
HISTÓRICO
O Projeto Patrulheirismo foi implantado em 1.962
na Comarca de são Carlos, Estado de São Paulo, por
iniciativa do Dr. Marino da Costa Terra, então Juiz
de Direito que acumulava as Varas Civil, penal e de
Menores daquela Comarca,
Dr. Marino procurou enfrentar o problema do me
nor desassistido combatendo-o em suas fontes, avali
ando ser mais importante fazer um trabalho preveni
vo, evitando que o menor chegasse à condição de ré~
em um processo que o marcaria para o resto da vida.
Entendeu, como solução dar ao adolescente uma orien
tação educativa, contando também com o apoio da co
munidade e, mais tarde, dos familiares dos menores.
O Patrulheirismo foi sendo estruturado, elaboran
do um programa educacional próprio, pautado numa fi
losofia de educação direcionada ao campo da assis
tência, promoção social e formação educativa de cri
anças e adolescentes, mormente aqueles com dificur-
• dades de acesso a recursos sócio-econômicos.
FILOSOFIA
A prática do Patrulheirismo objetiva dar as condi
çÕes de segurança e apoio de que o adolescente nc
cessita para dar vazão ao seu potencial criativo,pa
ra o conhecimento de suas habilidades e seu conse -
quente desenvolvimento.
Visa dar ao jovem uma oportunidade maior para re
Drogas:/ Copacabana ultrapassa as O0 favelas do flexão sobre seu cotidiano, debatendo-se com esse =
Rio - Nas dez maiores capitais brasileiras, o nume as noções de "direito e dever", tornando-o um indi
ro de estudantes secundários que usaram cocaína au víduo mais participativo e consciente, junto à cole
mentou 717, no período de 1,989 a 1.993. Numa uni- tividade. -
ca noite em Copacabana (um dos bairros mais ricos A estratég:b. de ação dessa filosofia tem por ba
do Rio), em determinados locais vende-se mais dro- se o trinômio - Educação - Recreação - Trabalho.
gado que em todas as 400 favelas cariocas somadas Através da Educação, são dados os primeiros pas
onde se alojam quadrilhas de narcotraficantes. Uma sos do jovem dentro da obra, onde são avaliados to
juventude drogada·é uma juventude infeliz e ruma - dos os fatores que colaboraa: na formacão do adoles
para sua autodemolição. (ABIM) centc: conhecimentos adquiridos no lar, na escola no
-b (PE) 1 grupo de amigos, etc., visando além de "informar" ,
Rato C
omo al:illlent.ol 1- Em Timb_au a , a guns -
o fortalecer hábitos e atitudes sadias.
=ecolhedores de lixo chegam ate a comer ratos. ra,
1 di t mi
A Recreação objetiva dá não somente a expansão e
esses animais são repelentes e a em _sso rans ~
b i Co 1
i ifi o divertimento, mas também o respeito à vivência
.:ores de terrível peste bu on..ca. me-..os s.gn _
ca um atentado contra
O
asseio e ate o bom senso,e grupal e a disciplina, além de garantir um espaço
minho para coisas piores. Nao se trata de "ser criança" de forma assistida. Através de ati
pdrepara
O
b~a a de fome mas de cultura e civiliza- vidades cooperativas, gincanas, jogos, etc., o ado-:
e um pro em ' lese ente aprende espontaneamente um sentimento. de -
ção. (ABIM) xssk++kkk9 k #k #+ kwkk#kkftkttk#iwki colaboraçao, unidade e respeito mútuo.
"" •
ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DK SUA_CIDADE
ano 2013 será o fim dos privilé-
Zonas Francas de Manaus e Terra
NOTÍCIAS BREVES
Você já participou
e t «a m
O aspecto Trabalho é un complemento das outras
etapas educativas, continuando o adolescente sob o
rientação do CAMP (Círculo de Amigos do Menor Pa
trulheiro), realizando, enquanto patrulheiro edu
cando, um treinamento educativoª estágio em empre
sas colaboradoras convenindas ao programa sócio-e-:
ducativo da entidade.
Essa vivência proporciona ao jovem unir teoria
e prática, "experimentando" o uníverso profissio -
nal, de modo assistido e orientado, o que vem a
favorecer a sua auto-seleção vocacional. Ao mesmo
tempo, dá-se o esse cond içÕes par a, inclusive, cus
1
_
tear seus estudos através de uma Bolsa de Estudos- '
eliminando assim uma das causas da evasão escolar.
Não necessariamente o adolescente que ingressa no
CAP é, encaminhado a este aspecto do trinômio de
ação, Sua participação no estágio supervisionado é
de opção sua e de seus familiares e, de acordo com
suas condic;;Ões de estudo e possibilidades, e desde
que a entidade tenha obtido condições de estágio -
compatíveis, juntoa uma empresa colaboradora. Den
tre essas condições, incluem-se os aspectos de se
urança, saúde, supervisão CAP - epresa, e bene
fícios como auxílio - transporte e refeição.Fira-
se com as empresas um termo de colaboração ao pro
grama sócio-educativo da entidade.
Procura-se avaliar com o jovem a dinâmica que
envolve a vivência profissional, para que esse te-
nha condições de fazer uma escolha consciente, me
diante o acompanhamento do CA.11? ou media:ite sua
busca individual; todos os procedin:entos dentro da
entidade visam dar-lhe condições para, em qualquer
area que esse vier escolher enquanto _fucuro profis
sional,o adolescçnte tenha meios de crescimento de
foma sadia e satisfatória. O objetivo é prepará -
lo para a vida, ~
Promove-se o acompanhamento escolar dos patru -
lheiros-educandos, na rede de ensino foral, sendo -
pre-requisito para ingresso no programa patrulhei
tismo, a frequência e dedicação aos es t·udos regula
res. Auxilia-se na busca de vagas na rede de ensi-:
no público, caso necessário. O Curso Básico reali
zado na entidade é complementar ao ensino foral ,
sendo ensino "Suplementar", como Curso de Supriren
to. A obra é essencialmente educativa e de preven
çao.
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n-
li
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J
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
#%4#ttk#%%#tkt##ktktkktkkttkktttkttttt
Livra Center Ltia
Esotéricos e LiterârioE
LIVROS1:I Técnicos,
1a Administração,Eco
Informática,Engenhar' o •
Psicologia, Educacao, Dircito,etc.
nom1a,
RUA:'
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Barão do !tio
FONE:
79.002_- 174
Branco 1.407
(067) 724 ~ 4397·_
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DE COMBUSTÍVEL L TOA
age
1' 251-1103
Combustivel Filtrado, Filtros,
Troca de Oleo, Borracharia e
Lanchonete
1
t·.
t'
1
l
10A! DA 0N1II 1 »1RIO REGIONA!
1.95
GOVERNO INTERIOR DEIX
R$.62 MILHÕES NO SETOR
Uma d[vida de R$ 62 milhões, referente a 20 kI
1metros de pavimentação asfálttca realizada e não
paga pelo Governo anterior é mals uma herança pesa
da que o Governo WVIlson Barbosa Martins terá de e
quactonar para poder retomar o programa de Investi
mento no setor rodoviário. Um levantamento realiza
do pela Secretara de obras revela que, de un to -
tnl de 1,648 kl@metros (337) e deixou 437 deste
total para a atual Administração pagar.
Das 38 frentes de trabalho lançada o governo
anterior concluiu apenas três, deixando 35 obras de
pavimentaçao Incompletas e mesmo não Iniciadas,com
grandes prejuízos para os Municípios que ser inm
bene[Jclodos e pnrn o bolso do contribuinte. Somen
te para concluir estas obras contratadas, o Secre-
tárfo de Obrns, Ricardo BachR, uvalin que será
necessário investir mnis R$ 247 milhões, além de
quitar a divida vencida de R$ Estado, o que reve -
la, segundo Ricardo acha, que a Administração an
terior lançou obras num volume muito superior n cn
pecidade de pagamento do Estado.
Em função do lançamento e início de dezenas de
obras de pavimentação ao mesmo tempo, sem recursos
para honrar os compromissos, o resultado só pode -
ria ser a não conclusão de quase nenhuma destns ~
bras.
Esse é o coso, por exemplo, da Rodovia que ligo
Sidrolândia n Marncnju, que dos seus 86 quilôme
tros de extensão teve quase 70 quilômetros executa
CILQTE DE
RODOVIIRIO
DE ooaç
CUMPRIU
DE
TIS
O Projeto de doação de cosas implantado pelo
Governo anterior não cumpriu o meta estabelecido ,
deixando de atender mais de 507 do Programa de Des
favelnmento, dentro da previsão de donr 4.675 ca::
ses, sô na Capital.
No interior, de um total de 13.250 unidades do
Programa, foram concluídas efetivamente apenas 187,
ou seja, 2.325 casas.
Os dados, fornecidos pela Companhia de Desenvol
vimento Habitacional Urbano (CDIIU), revelam que o
investimento previsto para as casas da Capital foi
de aproximadamente R$ 11 milhões e cerca de R$ 27
m~lhÕes seriam gastos com o programa do interior ,
so com material de construção.
Dentro do Convênio estabelecido para a constru
çao das Unidades nos Municípios, entre a Secreta -
ria de Habitação e Desenvolvimento Urbano (SDHU) e
a CESP (Companhia Energética de São Paulo) - que
aplicou recursos como indenização ao Governo do
Mato Grosso do Sul pela inundação que ocorrer com
a construçao dn Usina Hidrelétrica de Porto Prima
vera - entraram para os cofres públicos (segundo -
dados de Jl/12/94) R$ 5,4 milhões, dos quais apenas
~
sva
dos, restando apenas a pavimentação de l6 qu!lime
tros. Parn concluir ~stn obra bastaria apenas no
Governo ,rntt>rlor niio ter iniciado outras que tive
ram trechos de apenas 10 a 15 quilômetros pavimen
tados, sem utilidade concreta m função disso,
Apesar de estar somente 807 concluída, a Rodo -
via S!drolndla/Maracaju foi Inaugurada offcfalmen
te (pelo Governo onterlor). O mesmo procedimento ,
de ianugurar obras inacabadnR, [oi adotado no caso
das Rodovias Bela Vista/Jardim (827) e Jardim/Por
to Murtinho (58Z conclu[da), O trecho que liga Bo
nito n Gula Lopes, que teve apenas metade de seus
64 quilômetros pavimentados, só niio foi oficialmen
te ianuguroda porque a chuva tornou o trecho inacã
budo tntransitôvcl, 1mpedIndo a passagem da coitt
va governamen tal.
DEFINIR PRIORIDADES
Pavimentação asfálcica inacabado e uma dívida -
de R$ 65 milhões não foram as Únicas heranças de.!_
xadas ao atual Governo.
Enquanto lançava obras de asfalcaoento, a Adi
nistroçao anterior praticamente nada fez para man
ter Rodovias e pontes em condiçoes de uso, causan
do transtornos e prejuízos para os motoristas. •
Devido aos probleas con a falta de anutenção,
agravados com cerca de 12 dias de chuvas no início
do ano, o Dersul está hoje com 40 frentes de obras,
recuperando os pontos considerados cais críticos,
atraves de revestirento priãrio, "dando condições
de trafego, principalmente nas regiões de· lavou -
ras", disse o Diretor do órgão, Evandro E i f_a
ustino Dias. ur co
à Ele lebrou que o Departaento encontrou ua si
a""
EDUCªçlo E
tuaçao bastante crítica, "Estamos CD:ll 40 frentes:
de obras e temos 15 pontes que preci f i
tas", disse. sam ser re e -
Destacou que a grande maioria d ( d
de madeira) d vid - - as pontes to as
LHOES DE REI S
- - ' e
O
as pessimas condições obrigou
o orgao a interditar rodovias.
Sao os casos do trecho entre Três Lagoas/Alto -
Sucuriu (tres pontes interditadas) S g Ri /A
- , antn ta ra·,
- pua una ponte, a outra já foi cons« -
lina/Fátima do Sul (duas ertada), Crist!
estivesse totalrente ir de (uma ponte), além , Pontes), Rio Negro/Rio Ver
regular junto ao Minis de/Paeleira, que o- q ue liga capo Gra
cério da Educação. • di -d per gos e pode ser inte_r
ta a. Para recuperar os pont, {
l
os cr ticos o Der -
su estima um investimento inicial d •
e R$ 700 oil-
Na área de educação , sos com empreiteiros
a dívida encontrada pe- estudantes e a opinião
lo Governo Wilson Mar - pública. O çnus mais pe
tins inviabiliza o se - sndo sobrou para as famí
tor num curto prazo. O lias, obrigadas a enfre
Estado deve às empreitei tara maratona das filas
raso montante de Rs 2 a disputa por vagas.
milhões e 24 mil, A Os responsáveis dire
maior porte foi gasta o tos pela educação, os
com a construção dos oi· professores, por suo vez,
centros da Universidade desafiaram a fome trabn-
Estadual (UFMS): l mi lhando pelo maior arro -
1ão 395 mil reais. O cho salarial (piso de
restante são débitos re- 0,SZ do salário mínimo)
ferentes a reforma, am - de sua história. Na pri
pliação e construção em mcira gestão de Wilson ,
Escolas na rede Estadu - o piso atingiu 3,5 salá
al. Segundo levantamento rios.
do DOP, o Governo vai - De acordo com O DOP,
ter que desembolsar mais das l7 obras lançadas na
R$ l milhao para con - rede escolar, 13 estão
cluir O que falta. inacabadas, sete delas
Apesar da divulgação com menos dn metade. A
exaustiva, o Governo an- Escola 11 de Outubro, em
terior alem de nao cons- Carpo Grande, é uma en "
truir mais salas de aula·' tre os que tiveram ape _
que os outros ainda dei- nns 20% do obra executa
xou de honrar copromis- da.
Durante a reunião realizada com o conjunto do
secretariado, Wilson Martins afirmou que o Caverno
vai avaliar a possibil~dode de retomar parte dcs -
tas obras, visando concluir as Rodovias que falcoe
poucos quilômetros pnra completar o pavimentação.
De acordo com Wilson esta definição de priorida
des será feita ouvindo as comunidades interessadas
e levando em conta a posição estratégica desta Ro
dovia pnra o escoamento da safra. Outro problema
que será avaliado pelo Governo é o das oito obras
de pavimentação contratadas e que não foram inicia
R$ 1,.3 milhão foi repassado aos Municípios. O sal
do, neste caso, seria de R$ 4,l milhões.
I.NVASÃO
A situação deixado pelo Administração anterior
provocou a invasão de 985 fnmílins no Jardim das
Hortências (Aero Rancho), uma área de 47 hectares
entre as cinco do Programa .de Desfavelamento da
Capital.
A decisão do atual ~overro para dar início à so
luçao do problema criado foi realizar, através da
CDl!U, um levantamento entre os famílias invasoras,
para identificar as que forem contempladas pelo Go
verno anterior.
As infonnaçÕes a respeito da invasão dão conta
de que há dezenas de famílias não con,empladas nos
254 lotes com bases já construídas no Jardim das
Hortêncins e que, na mesma região, 7]3 famílias in
vadiram terrenos não aprovados pela Prefeitura,se
qualquer infra-estrutura. Para ambos os casos, a
CDHU encaminhou a Secretaria um levantamento com -
pleto, para que sejam tomadas as devidas provi -
dências.
Dos oito centros da _!!.,
niversidade iniciados,!!.
penas dois foram entre
gues prontos. Os restan
tes estão com as obras
entre 65 e 957 da conclu
sno.
Uma informação sobre
a UEMS
EDUCAÇÃO
das pelo Governo anterior, c o é o cavo da Rodo -
vLa Campo Grande/Santa Kfta do Pardo, que nao tem
suquer o seu leito natural L:plantado.
O Governador Wilson M rtins vai avaliar m
a situação do conjunto de obras de pavimentaçao
que está sendo realizado pela Cesp na regiao dos
Munfcfpfos de Anaurflandfa, Batalporà, Bat iguassu
e Brasllãndfa, à título de Indenizaçio ao Estado
pela Inundação de terras ocasfonadas pelo lao da
Usina de Porto Primavera. O reltôrlo da Secreta -
rio de Obras rev la que, apesar do acordo feito
entre os Estados de São Paulo Mato Grosso do
Sul, apenas 45, de um total de I42 qufl@metros, fg
ran de fato pavimentados pela Cesp. Considerando -
que estas obras estão sendo realizadas aeo ônu
para os cofres públicos locais, • de grande inte -
ressedo Govemodor garantir o aceleramento de pa
vimentação destoa Rodovias.
QUADRO GERAL DA PAVIMENTAÇÃO DE RODO'IAS:
KM CONTRATADOS: 1.648
VALOR CO!'lTRATADO: R$ 392 MILHÕES
KM EXECUTADO: 560 (J3%)
VALOR PAGO: R$ 83 MILHÕES (21% DO TCYrAL)
EXECUTADO E NÃO PAGO (D!VIDA): R$ 62 MILHÕES
SALDO À EXECUTAR: R$ 247 MILHÕES
PRINCIPAIS OBRAS INCOMPLETAS.
TRECHO CONTRATADO EXECUTADO % DIVIDA
Sidrol.ãn/
dia/Maracaju 861cm 68km 80% 5 milhões
Parai.so / empadão
do Sul Slko 29km 57Z 1, 6 mllh.io
Bela Vista/
Jardim 90 km 74km 82% 1, 7 milhão
Bonito/Guia
Lopes da Laguna 641cm 43km 677 4,2 milrões
Jardim/Porto
Murtinho 173km 101km 597 2 21lhes
Rodovias sem Manutenção,
outra herança encontrada
q
r;
a
Zé
de
t
ca
q
1
e,
:
n
T
Direito de Todos!!
causou espanto en
tre os Secretários, du =
rance a reunião com o Go
vernador, na ültia quar
ta-feira.
A Unespe (Universida-
de Estadual Julio de Mes
quita Filho), considera:
da entre os de exceln -
cia do pais, te apenas '
12 centros, enquanto a
Universidade Estadual
te 16.
A primeira distorção
encontrada na Universida
de - e corrigida peló
Governo - foi o fato da
ex-reitora ter sido no -
meada definitiva no car
go, embora a instituição
LIVROS; PELO CORREIO
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or rvaldo Pereira. cada exemplar s ' } ?alista e Escri
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
DIÁRIO REGIONAL
SIÔDE PRIORIZA POLÍTICI
MODERNI· DE ITENDIMENTO
r
Sem investimentos na assistência à saú- menos saldadas. Além disso, a falta de in
de nos Últimos quatro anos, o Estado en vestimentos no setor,de pessoal, inviabili
frenta neste momento, sérias dificuldades za o funcionamento de unidade como o Hospi
no octor da oaúde pública. A situação se -- tal Geral· de Campo Grande, Santa Cao de
agrava ainda mais, na medida cm que O Go Dourados, Hospital do Câncer e ainda 10 -
vorno herda da administração passada uma - hemocentros e ll unidades mistas de saúde,
divida em obras que foram executadas no que foram parcialmente edificadas, restan
montante de R$ 21 milhões 460 mil. Este - do ainda para a operacionalização a conclu
quadro foi apresentado pelo secretário Nel sao e aparelhagem.
son Barbosa Tavares ao governador Wilson :;: Em 19 municípios do Estado, incluindo -
Martins, de quem recebeu a incumbência pa a Capital, a administração anterior deixou
ra priorizar a elaboração de uma política- oem concluir um total de 20 obras no setor
de saudc moderna e, sobretudo oimpática à de saúde. Além da divida de R$ 21 milhões
população. 460 mil, o atual governo teria que inves -
Para tanto, o Governo investe agoza na tir, apenas no término dessas obras, mais
democratizaçao dessa política, levando ao R$ 10 milhões 560 mil. o secretário Nelson
conhecimento da sociedade os principais - Barbosa Tavares ressalta que em todas elas
problemas enfrentadqs pelo setor, princi - serão necessários, também, investimentos -
palmente no que diz respeito • às dívidas em equipamentos e pessoal para a operacio
contraídas com obras na gestão passada, e nalização assistencial, como determina a
que não chegaram a ser concluídas, muito - .política administrativa do Governo Wilson
WILSON INICIA
REVISÃO DA UEMS
O Hospi a! Gera de campo Grande exem -
pli ica o quadro apr ent do ao gover dor.
A administração pe sada contra.ou obr
pelo valor de R$ 43 milhões 629 mil (ape -
nas a edificação do prédio),'tendo p4go 'R$
29 milhões 22 mil. Ao d ixar o cargo, a
adninistravão passada ntregou a obr com
959 concluíd e um débito de R$ 12 milhÕ ~
219 mil. Para concluir a dificação do
llospi al Geral,• o atu l governo terá que
aplicar mais R$ 2 milhões 181 mil.Moeu re-
1 a tório, o secretário 'Tavai s lembra que serão ne
cessãrios ainda invest. tos na ordem de R$ 16 mi
lhes em equipamentos par coloar o Hospital em [un
cionarrento. Esse total,soado zos R$ 12 milhões 219
mil,equivale ao volume de rursos que foi in stí
do no prédio pelo governo passado.Além disso, par
equipar e ativar os 1.400 leiton projetados, neri:io
necessários invest.i.rrentos da ordem de R$ 40milhões.
d
CiOVERNO PRIORIZA ENSINO BASICO
Se nos anos anteriores a educação públi
ca esteve relegada, desta vez reassume seu
lugar de destaque na administração de Wil-
A Universidade Estadual vai ser aprimo- son Martins, como acontece em ãmbito fede
rada dentro dos próximos quatro anos. Aral. A política educacional, voltada para
revisão em seu projeto pedagógico já come- o ensino fundamental, terá o mesmo trata -
çou. A primeira medida tomada nesse senti- mente que recebeu na primeira gestão.
do pelo governador foi nomear uma reitora Ao final da reunião com o secretário,na
"pró-tempore", qualificada assim enquanto última quarta-feira (18.01), ele colocou a
a instituição não for devidamente autori- educação como prioridade, ao lado da saúde
zada pelo Governo Federal. e da recuperação das estradas. Para levar
A reformulação vai seguir orientações - avante seu projeto, o governador quer con
de uma consultoria técnica e terá a parti- tar com a ajuda da sociedade. A intenção é
cipacão da sociedade. O secretário de Edu aprimorar a gestão democrática do ensino,
cação, Aleixo Paraguassu Neto, anunciou - envolvendo de fato a comunidade. Com as or
"que este ano não haverá novos vestibula - ganizações sindicais de trabalhadores em.
res. Nem outros novos cursos serão criados,
até que os já existentes sejam regulariza
dos. "A UEMS será reestruturada, mas não à
custa do ensino fundamental, que é voltado
para as classes menos favorecidas", sen -
tenciou Paraguassu.
o Governador Wilson Martins manifestou
sua vontade de ver a universidade consoli
dada, voltada para o desenvolvimento econ2
mico, científico e tecnológico do Estado. - Retomar os inves
"Queremos um povo preparado, culto, que te timentos nas áreas
nha em alta a ciência e a tecnologia",afir da educação saúde
rnou. e recuperação de
Desde a campanha, então candidato ao estradas. Esta ê a
Governo, Wilson garantiu rever a implanta- intenção do Governa
cão da UEMS - que acabou transfonnadl. em dor do Mato Grosso
polêmica pelos adversários. Mesmo assim do Sul, Wilson Mar
sustentou sua posição e como governadores tins, anunciada na
tá ... honrando o compromisso. manhã de (20.01) ,du
Defesa Civil emia cesta de #E±#.±±
20 escalão. Ele en-
1
• t desabr·1gados fatizou que º traba
aliem1OS 3 tt5ã
Pela enchente
. "--, ra reverter a grave
g crise que assola o
Estado em face de -
·dívidas deixadas pe
la administração -
passada.
Para o governo -
do Estado, o siste
ma de saúde terá
que sofrer algumas
modificações em ca
ráter emergencial
Estudos visando o
fim das filas e a
possibilidade do u
_ suário marcar con
·sultas pelo télefo::
ne, já estão em ,an
Os desabrigados pela enchente em Porto
Murtinho (480 Km da Capital) e Anastácio -
(127 Km) estão recebendo as cestas básicas
enviadas dia (20.01), pela Coordenadoria -
Estadual de Defesa Civil. São respectiva
mente 100 e 40 para as famílias cadastra -
das nas duas cidades.
o mantimento faz parte das ações emer
genciais de ajuda que o Governo do Estado
está prestando às populações desalojadas -
pela última cheia dos Rios Paraguai e Aqui
dauana através da Defesa Civil e de outras
secretarias. As cestas são suficientes pa
ra alimetnar as famílias durante um mês.
Governo vai Recuperar Eficiência
de Educação, Saúde e Estradas
FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES CO~ERCIAIS E INDUSTRIAIS DE MS
ALERTA AÔS EMPRESÁRIOS
A Federação das Associações Comerciais e Industriais de MS e a Asso -
ciac;ão Comercial de Campo Grande, vem à público alertar aos Empresários·
para a cobrança indevida efetu~da, indistintamente, a todas as empresas
de nosso Estado, pela Associacao Coercial e Industrial do Brasil, medi
ante a emissão de Ficha Bancaria de cobrança.
Essa entidade não tem cunho sindical e tão pouco representa as epre
sas sulmatogrossenses, visto que nenhuma delas sao filiadas à referida -
entidade. Colocamos para tanto, nossas assessorias jurídicas à disposi _
ção dos Srs. empresários para maiores esclarecimentos ao mesmo tempo em
que informamos já termos procedido a interpelação de tal entidade.
VACNER S. MARTINS (Pres. FACIMS) NELSON HACIF (Pres. A.C.C.G)
Bela Vista-MS., 24de Janeiro de 1.995 - Passaos is ãos de V,S3 Docuento alertando a
os senhores _empresários de cobranças Indevidas que circula e nossa cidade diante for-
luios bnncarios de cobrança. BRUNO CAUAt;O BRM'DÃO (Prcs. Assoe. Coe. 'de BcJn Vista)
damento pelos técni
cos do sistema esta
dual de saúde. "A po
pulação necessita de
um tratamento de ci
vilidade", explicou
o governador, defen
dendo ainda uma polí
tica de melhoria sa
larial para os médi
cos que prestam ser
viços para a comuni
dade.
Ressaltando o pa
pel do professor na
formação da socieda
de, tornando-a mais
digna e desenvolvi -
da, o governador fa
lou dos avanços que
já vêm ocorrendo nos
primeiros dias de
sua administração. A
democracia,fundamen
tada no diálogo, foi
lembrada pelo chefe
do Executivo Estadu
l "Os bons tempos -
estão de volta. Ja
mais fugiremos às
responsabilidades de
discutir a situação
dos professores a
partir da sua própri
a categoria". -
.Wilson Martins
disse ainda, que os
indices de reajuste
M rlinr,.
Hos ital Geral
educação, cs canais de discussão já então
reestabelecidos. A Secretaria de Educação,
por sua vez, depois de um minucioso diag -
nósticc da situação, apontou medidas para
resgatar a escola pública.As soluções es
tão destrinchadas num documento intitulado
"Diretrizes de Governo". A educação foi di
vidida em quatro temas: acesso à educacão
básica, sucesso escolar/aprendizagem, pro
fissionais e gestão da educação.
O estudo faz um detalhamento das neces
sidades de obras. Entre elas a conclusão -
das C0:1Strucões, reformas e ampliações ina
cabadas, além da construção de oito estabelecirrentos
na Capital e e:n Municípios do interior; salas de aula
(72) ,ampliação (104Je adequação cam infra-estrutura.
para o magistério es
tão sendo analisados
pelas secretarias de
Administração, Educa
cão e Fazenda, em -
conjunto com repre -
sentantes do profes
orado.
"Tenho confiança
ro destino de Mato
a recuperação dases
tradas. O Departamn
to Estadual de Estra
das e Rodagens (Der
sul) e o Departamen
to de Obras Públicas
(DOP) estão fazendo
levantamento para ve
rificar as áreas
,mais atingidas.
:a
-.
:e
-- 1-.
Grosso do Sul". Com
esta frase o governa COMPLETANDO A-EQUIPE
dor do Estado ressaI Com a posse de ma
tou o desejo de tra is cinco importantes
balhar pela supera nomes do 20 escalão 'l-
cão das crises. Ele Wilson Martins prati
apontou o setor a- camente completa a
grícola como princi- equipe de auxilia
pal alavanca para a res. Na solenidade
retomada do desenvol foram empossados: -
virrento e a diminui= Benedito Odacir de !
cão dos problemas s2 Rezende - Procurador
ciais.Para Wilson Geral da Defensoria :
Martins, o aooio ao Pública do Estado,osª ~
homem do campo, com aldo Vieira de An •
financiamentos e to- drade - Diretor Ge - 'E
do tipo de informa - ral da Academia Esta
cão necessáia, cons- dual de Segurança PG
titui-se numa 'obri- blica, Nelly Bacha
gaçao primordial que assessora espec ·
1
,e
qualquer governanté". valdir shieue.sj,'
Para facilitar o roma - Diretor-Ad'uh
escoamento da safra to do Previsul 'h--
• _ - e o
agricola, o governo índio terena, Ev6
do Estado estara adQ dia Vargas na
tando medidas emer -, Sub-Secretaria - ·
seneiais com a fi-+ cial p/ As?s '
naliclac:le de promover Indígenas. os
1
I-
CLÍNICA CONSULTÓRIO MÉDICO
ODOHTOLÓCilC·o FARMACÊUTICO
. . ,,-
.RUA: DR.COSTA MARQUES , 809 - TEL: 287 - 1217
PORTO MORTINHO - MS
'
7
)
' )
l
DIÁRIO REGIOAL.
u j,
EM ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO DO BAtRRO ÁGUA DOCE
FOI PROPOSTA MUDAH(AS NA ADMINJSTRAÇAO DA OLARIA
clonárfos, multas vezes sem ter recur
os para Isso e obrigando a Prefeitu
ra a fnJetar recursos na entfdade,se
nenhum retorno para a comuntdade,
PREFEITO
SECRE ÃRIO P OPÕE MUDAN AS
NA ADMINISTRACÃO DA OLARIA
A Associa,ao d Pequeno Produto -
re do Bairro kgua Doc, , uma das mais
ant la da nossa cidade, realizou no
,íLL1mo dia 21 i, Lnrde, sóbndo, uma A!!_
embléfa geral que fof convocada pelo
Prcaldnntc dn untldndr, Ciro Perclrn
e que contou com as presenças do Pre
feito Municipal Abraão Zacarias, do O Prefeito Municipal Abraão Zocnr 1
Secretárfo de Promoção Social João Ka as, dirigindo-se aos moradores, explf
ltfe, que atua diretamente Junto as cou que nesse Inc1o do terceiro ano
Asoe fações de Bairros, Vereadores - do eu mandato decidiu adotar uma pos
Marcos Elias Klos da Cruz e Israel tura de ator responsabilidade nas
Chamor ro da Rocha, que é 1 (der Comunl coisas administrados pelo poder pÚbll
tãrfo do lalrro Água Doce, além de I- co Municipal, frisou que vêm lutando
númcro:; morodor n e Diretores dn Asso muito para que a Associaçiio de Morndo
e1ação. Na pauta da Assembléia Geral res do na Irro Água Doce safa da situa
cntnvn n preotoçÕo de contas da atual çio em que hoje se encontrn, pois j1
Diretoria e também a apresentação de se passara sete anos de existência -
chapas que d sejam concorrer à elel- da Olaria da Entidade, o!J maquinários
ção para a composição da novo Direto estão ficando velhos, as instalações
rio dn Associação do Bairro Água Do:: físicas já estão bastante deteriora -
ce, que será realizada no próximo dia das e até agora nenhum resultado con-
29, domingo, no sede do entidade. ereto foi obtido em favor da comunidn
de do Bairro Água Doce. O PrefeitÕ
ressoltou que na reunião com os pre -
tendentes à Presidência do Associação
de Pequenos Produtores do Bairro Água
Doce, que contou também com as presen
ças do Secretário de Promoção Social
João Kalife e do Vereador e líder -
Comunitário do Bairro, Israel Chamor
ro da Rocha, foram colocados e discu
tidos alguns pontos fundamentais para
a implantação de uma nova dinâmica ad
ministrativa na olaria, visando acim::i"
de tudo a evolução e o fortalecimento
da Associação de Moradores, tornando
a de uma vez por todas independente -
dos favores da Prefeitura e auto-sufi
ciente na sua produção de tijolos.
Partindo desses princípios o Pre -
feito Abraão Zacarias assinalou que o
objetivo principal dessas mudanças
que estão sendo propostas, é fazer
com que a Associação de pequenos pro
dutores do Bairro Água Doce realmente
venha a beneficiar os moradores do
Bairro, cumprindo com os seus princí
pios básicos, "porque até hoje, sem
querer culpar esta cu aquela Direto -
ria anterior, nada disso aconteceu" ,
afirmou o Prefeito.
Abraão Zacarias, em suas palavras,
também deixou claro que a Prefeitura
Municipal, através da Secretaria Muni
cipal de Promoção Social, vai dar ma:
is um crédito à nova Diretoria a ser
eleita e continuará ajudando e inves
tindo na Olaria da Associação, mas
deixou claro que é necessária a imple
mentaçao das mudanças apresentadas pe
lo Secretário João Kalife. "Vamos pa~
ticipar ativamente, mas é necessário
que haja o respaldo devido, coso con
trário a Prefeitura será obrigada a
retirar sua participação na produção
da Olaria, porque nós não podemos gas
tar o dinheiro público em programas
que nao tenham o retorno em prol da
sociedade, ou de uma comunidade em ge
ral" salientou o Prefeito e complemen
tou: "isso aqui é de vocês, é do Bair
ro Água Doce e a Prefeitura não pode
dispor de suo estrutura, transportan
do barro, lenha, arcando com custos -
de combustíveis e outras despesas,sem
que haja um resultado positivo, não
para a Prefeitura, mas sim para a co
munidade envolvida nesse programa".
O Prefeito Municipal finalizou.su
as palavras convocando todos os mora
dores do Bairro Água Doce a participa
rem da eleição para a nova Diretoria
no próximo dia 29, ressaltando ter a
certeza de que essa eleição vai mudar
a história do Bairro Água Doce e
pediu o fim das distinções entre ven
cedores e vencidos, "a delllOcracia é
isso, tem que existir o ganhador ou o
perdedor, mas todos devem acira de tu
do assumir o compro"'1sso de ajudar a
administrar essa Associação, porque e
la e de todos voces e fie for bem admi
nistrada, tenho certeza, terá condiçÕ
es de servir e ajudar toda a counida
de do Bairro Água Doce".
O Secretário de Promoção Social do
Município, João Kalife, tendo cm vis
to o situação deficitária da Olaria -
administrada pela Associação de Peque
nos Produtores do Bairro Água Doce
existente há mais de sete anos e que
até hoje não obteve resultados posi
tivos na sua sua produção, e con
siderando que tanto a comunidade do
Bairro Água Doce como a própria Pre -
feitura ~unicipal, que até hoje prati
camente vinha bancando o produção di
tijolos, não estão sendo beneficiadas
com o retorno devido, apresentou uma
proposta de mudança no sistema admi -
nistrativo do Olaria, a ser implanta
do pela nova Diretoria que será elei
ta no próximo dia 29 e que, em resu -
mo, consiste na implementaço das se
guintes normas:
* Os funcionários que trabalharão
na produção de tijolos passarão a re
ceber um percentual sobre a produção
mensal, ficando uma parte para a Asso
ciação cobrir as suas despesas e apli
car cm favor dos Associados e da co::
munidade do Bairro Água Doce, cabendo
ainda à Prefeitura Municipal uma con
tra-partida pelos serviços de trans -
porte de barro, lenha, etc ... presta-
• dos à olaria do Bairro Água Doce.
O Secretário Municipal de Promoção
Social, João Kalife, que atua direta
mente ligado às Associações de Bair -
ros, explicou que o grande problema -
boje enfrentado pela Associação
de Pequenos Produtores do Bairro Água
Doce é a falta de um padrão normal de
produção na olaria administrada pela
entidade, ou seja, num mês ela chega
a produzir 80 e até 90 mil tijolos, o
que da para cobrir todas as despesas
com funcionários, energia, etc... e
ainda sobra alguma coisa, já no outro
mês a produção cai muito, gerando
'grandes dificuldades e não cobrindo -
nem mesmo a folha de pagamento dos
trabalhadores, que tem de ser paga do
mesmo jeito, assim como a energia con
sumida pelos maquinários, cujos cus -
tos giram hoje em torno de mais de R$
300,00 (trezentos reais) mensais.
Dentro do nova formo de Administra
ção da Associação de Pequenos ProdutÕ
res do Bairro Água Doce, acertada e
cocuo acordo entre os candidatos à
Presidente da Entidade, o Prefeito Mu
nicipal Abraão Zacarias, o SecretáriÕ
João Kalife e ainda o Vereador Israel
Chamorro da Rocha, representante da -
quele Bairro na Câmara MunicipaJ., fi
cou definida que a meta a ser alcança
da será a produção de 100 mil tijolos
mensais, com isso, cada trabalhador
• já integrado ao novo sistema adminis:
trativo, poderá ganhar cerca de dois
salários mínimos mensais, a entidade
poderá cumprir com a contra-partida -
devida à Prefeitura e ainda sobrará
un percentual para· ser aplicado em be
nefício da própria Associação e da cÕ
munidade do Bairro Água Doce como um
BRAAO ZACARIAS
todo.
Através desse sistc=, de partici
pação dos Funcionários na produção da
olaria, os trabalhadores também se
sentirão incentivados à produzirem ma
is, porque quanto mais a olaria produ
zir mais eles vão ganhar, ao contra •
rio do que_acontece hoje, onde, produ
zindo cu não, no fial do rês a Asso
ciacao e obrigada a pagar os seu fun
A PRESTAÇÃO DE CONTAS
Conforme previa a convocação da As
sembléia Geral, e Presidente da Asso
ciacão do Bairro Água Doce, Ciro Pe -
reira, com ajuda do Secretário de Pro
moção Social João Kalife, fez a pres
~açao de contas da entidade aos Asso
ciados e moradores do Bairro, onde fi
cou demons:rada a seguinte situação:
a Associaçao te hoje uma. dívida de
aproxiadamente 75 nll tijolos,incluí
Prefeito Abraão Zacarias fala aos moradores do Bairro Água Doce, ladeado
pelo Secretário_João Kalife, Vereadores Israel Chamorro e Marcos Elias e o
Presidente da Pereira
--
/
Apesar do cau tempo que fez no sábado, dezenas de moradores do Bairro Á -
gua Doce participaram da Assembleia geral
da aí a folha de P.agaoento dos funcio
nários do mês de dezccbro que a inda
não foi quitada. O pagamento dessa dÍ
vida será o principal compror:ússo a
ser cumprido pela nova Diretoria, a
ser eleita no próxioo dia 29.
Com relação aos tijolos recebidos
pela Prefeitura Municipal, em pagamen
to do transporte de barro, lenha ;
outros serviços prestados à Associa -
ção de pequenos produtores do Bairro
Água Doce, o Prefeito Municipal A
braao Zacarias inforou que eles são
usados na construção de carneiras pa
ra os cais carentes e pessoas de bai
xa renda falecidas e nossa cidade. A
lém desse atendimento arestado aos me
nos favorecidos pela sorte, é inten -
çao do Prefeito Municipal, segundo su
as palavras, ioplantar w:, prograca ai
melhoria das ooradias das fa!:Úlias po
bres e cais carences, muitas delas
morando hoje em verdadeiros casebres
e barracos, na periferia da cidade. "
nossa meta usar nesse programa os ti
jolos fabricados pela olaria do a!r
ro Água Doce e entregues à Prefeitu -
ra, cm contra-partida pelos serviços
prestados pela municipalidade àquela
entidade" assinalou Abraão. -
VEREADORES APOIAM AS
PROPOSTAS APRESENTADAS
Ioportante ressaltar que todas as
l ,,
f
._,,.
proposições apresentadas na Assembléia
Geral, tiveram o total e irrestrito a
poio dos Vereadores Marcos Elias Rios
da Cruz e Israel Chamorro da Rocha
que e morador e líder Comunitário do
Bairro Água Doce. Ambos usaram da pa
lavra para reforçar as propostas defi
nidas conjuntamente entre os cand!da
tos a Presidencia da Associação de Pe
quenos produtores do Bairro e a Pre -
feitura Municipal, que prevêem mudan
€as radicais na fora de Adinistra -
ca0 da olaria da entidade, dando A
ela um_carater de empresa, com vistas
a torna-la, realente, produtiva e
auto-suficiente.
AS CHAPAS APRESENTADAS
Curprindo outro objetivo da Asse
bleia geral da Associação de Pequenos
produtores do Bairro Águ D f
_ a oce, ora
apreentadas tres chapa -
concorr d - - s que estarao
en o as eleiçoes para nova D!-
retoria no próximo dia 29, que foram
as seguintes:
I - Chapa "DO POVO PARA O POVO" - en
cabeçada por Mercedez Rsaldi
2 - Chapa "TRABALHO' JUSTIÇA E UNIÃO"
encabeçada por Elizeu Medina
3- Chapa "DE FRE
F 'NTE PARA O POVO"
encabeçada por August, ,,-
Pinto .o +aao Leite
.. El te. Rtoel@is
marca de Bela Vista-!S. FAZ SABER à tod il desta cidade e Co
l, 'L, tos quantos o preset Ed
ctanas vire que, apresentaram os Documentos exi!d" ·nre Iilade Pro
r.o Civil Brasileiro, Incisos I u e IV • g os pelo Ar.180 a C5a?
,e pretendei se -
GILSON CARVALHO DA SILVA e PATitl'.'CtA DION1.SIA Dã;, casar:
teiros, residentes nesta cidade; ele ilitar, , NO, brasileiros, sol -
Morin Luisa Tobias de Carvalho· ela rec i i ho de Nilson da Silva e
ra Delfino e Nair D!onisia Delta. :epcion:sta, fLlha de Roero Perei-
Se alguém souber de algum impedimento
• ' que se oponha na foma dn Lei.
Bela Vistn-MS., 24 de Janeiro de 1.995
Janilde Rosa dos Santos _ O(iciala
(REPORTAGEM: BALDINO RODRIGUES)
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JORNAL TPIUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL
BELA VI> A, 26
TRIBUNI PIR
---- ----------------
J6venes Rechazan a Oviedo
La rcmociõn dcl
Titular de la ANR,Eu
qcnio Sanabria Cante
ro, por cl claro a
poyo manifestado a
la candidatura del
general Oviedo, fue
reclamada por miem -
broa de la juventud
colorada. Afirman
que este incita peli
qrosamente a un en -
frentamiento entre
civiles y militares.
Como una incitactón a
un enfrentamiento entre
civiles y militares rue
ron tomadas por jóvenes
colorados de diferentes
• correntes in te mas de
la ANR las afirmaciones
del titular de la Junta
de Gobierno, Eugenia Sa
nabria Cantero, de que
el actual comandante del
Ejército, general Lino
Oviedo, representa la
carta de triunfo del co
loradismo para el '98.
En el pronunciamiento
dado a conocer a la opi
nión pública, la juventu
de colorada reclamá 1ã
remoción del presidente
partidario "por atentar
contra el anhe lado proy
ecto de unidad y querer
llevar a una nueva lu
cha, tensa y agresiva,en
tre los movimicntos que
conforman nuestro parti
do". -
"Nosot1::os buscamos -
un sistema político na -
cional que se sustente
en la civilidad y no en
un esquema perimido, re
trógrado y corrupto, cc
to es todo sistema de go
bierno dirigido por un
militar con complejo me
siánico y de gran perjui
AFIRMAN QUE TITULAR COLORADO INCITA A LUCHA CÍVICO-MILITAR
■RECLAMAN DESTITUCIÓN DEL PRESIDENTE DE LA JUNTA DE GOBTERNO
Jóvenes de diversas corrientes de la ANR rechazaron el claro apoyo mani -
festado por el Presidente colorado, Eugenia Sanabria Cantero, a la candidatu
ra del general oviedo
cio en todos los Órdenes
de la sociedad", agrega.
Los jóvenes republica
nos sentencian que el
titular del Partido Colo
rado, antes de atentar -
contra la institucional!
dad de la centenaria nu
cleación política mani -
festando un claro apoyo
a un candidato militar ,
debería preocuparse en
aclarar las numerosas de
nuncias de corrupción
que pesan contra su admi
nistración en Puertos.
"Estas denuncias no
hacen más que aumentar -
el dcscreimiento popu -
lar hacia !a dirigencia
partidaria. Por ética
personal, política y pro
fesional. Sanabria Cante
ro debe renunciar a los
dos cargos: como presiden
te del partido y como fun
cionario público, y vol -
ver a su base, si alguna
vez la tuvo", sen tencia -
el comunicado.
"RETRÕGRADO PRESIDENTE"
Félix Ortellado, en vi
sita a nuestra RedacciGn
con miembros de la juven
tud colorada, afirmó que
"el retrógrado presidente,
que se caracteriza por su
comportamiento servil, ob
secuente, de origem esen=
cialmente stronista, hoy
nos quiere miserablemente
enganar e imponer la can
didatura de un general
con perfiles dictatora -
les, de mentalidad deli
(Õltima Hora, 20/01/95)
"Sanabria Cantero
nos quiere imponer
la candidatura de un
general de complejo
napoleónico".
(Félix Ortellado)
Es preciso coordinar una agenda el desarrollo
inmune al estéril ruido de la política.
Eso se conseguirá siepre y cuando el gobfer
no tenga el interés y la capacidad de aglutinar
talentos y esfuerzos para rovilizar al sector pu
blico y a la sociedad civil en la realización de
programas destinados al creciciento econócico y
al progreso social.
Esa agenda tiene gente tan valiosa ~ooo para
iniciar los decorados t ieopos económico y social.
La cuestiÓn es llegar a la certeza de que tan
importante coco la democracia es colocar al país
en camino hacia el desarrollo.
E!ECUTIVO AUTORIZó ARAIICEL CERO A PODLCTO
Tomates, cebol
las, ajos, zanaho
rias, bananas, P!
nas y naranjas ya
cuentan cor. el de
decreto por el
cual se retiram -
temporalmente de
la lista del régi
en de adecuac1ón
del Mercado Común
del Sur (Merco
sur). La decisión
obedece a que se
pretende satisfa
cer la demanda 1n
terna de los ru -
bros, ante el dé
ficit que suele existir en esta tempg
RUBRO
Tomate
Cebolla
Banana
Pina
EJECUTIVO AUTORIZÓ ARANCEL
DE LA LISTA DE ADECUACIÓN
Zanahoria
SALE
30'1. Enero
30'1. Enero
30 Enero
ENTRA
Ma o
Setiembre
Setiembre
30% Enero Ma o
30'1. Enero Ma o
rante y de complejo napo
leónico".
"No volverecos a per
mitir que el destino de
nuestro País sea conduci
do nuevamente hacia el
yugo de la dictadura. Sa
nabria Cantero se está
aprovechando de la proxi
midad de los coproisos
electorales para lanzar
este apoyo al militar.
No acptaremos este ti
pode candidaturas im =
pucstos, eso es categóri
co", expresó finalmente.
,.--------- -----------
TIEM PO DE TRABAJAR
POR EL PAÍS
Juan André Cardozo
Nosotros necesltamos t ner un crecimtento eco
nóIco uperior al 4 por Lento. Ahora apgnas •
nos aproximamos a este porcentaje, Y para avan -
zar hacfa el desarrollo debomos lograr un crecI
miento sostenido de 8 a I0 por ctento, invaria -
ble por más de qufnce anos.
Esta es la unica man ra para alirdel atraso.
ITenemos conciencia de que debemos trabajar ,
trabajar arduamente y por e. País, para alcanzar
sa meta?
i Qulénes?
Todos, por supucsto. Pero prlncipolmcntc lo~
responsables de la condución nacional y de los
sectores productivos
Sin embargo, el panorama no s favorable para
qu entremos en el tiempo económico o en el tiem
po social. O para compatibilizar el ttempo pol{
tlco con esas imprcscindiblcs fases.
De nuevo el cronograma político hará dif{e1l
superar el umbral de las actividades circunscrip
tos a este campo. Elecciones interas en los par
tidos políticos y de la definiciõn de cnndidotu=
raspara las elecciones munfcipales estarán ab -
sorbfendo otra vez a los actorcs políticos, lici
tando su tempo para dedicarse a las tareas que
cor.tribuyan al desarrollo.
Si nos dejamos arrastar por los interescs po-1
líticos, lamentablementc más sectarios en nucs -
tro País, no habrá la devida dedicación en el
Congreso y en el gobierno para la ndopción de
las medidas económicas y sociales que nos saquen
del estancamiento en que nos encontr..imos.
Y entonces tendremos otro ano desperdiciado.
Pero con inteligencia y voluntad podc::x,s cam
biar este panorama.
Bastará que los responsables trabajen. Y que
los políticos y otros factores de poder nos per
turben. Que no hagamos caso a la actividades y
titicas diversionistas. Desviacionistas y elust
vas.
30% Ma o Setiembre
Naran a 28% Enero Ma o
Fuente: Dirección de Comercialización - MAG
ta de los productos en nuestro media.
La intención es utilizar las tres
oportunidades y luego aprovechar la
entrada de los rubros con aranceles -
bajos.
Esto se dará siguiendo el cronogra
ma impuesto por las normas del bloque
económico, utilizando el régien de
adecuación.
Es decir, que si un producto cuen
ta con 30 por ciento de arancel, para
el '95, esta cifra debe ir disinuyen
do cada ano hasta alcanzar el nivel
del O por ciento.
As!, el tomate, con arance1 30 por
ciento en el '95, para el l de enero
del '96 debe contar con ur 27 por c!
ento, posterior=nte proseguirá la
reducción: 217 en el '97; 147 en el
'98; 77 en el '99 y para el2.000,07.
Esta isa disinución paulatina -
tendrán todos los productos, salvo
las naranjas, que inician el '95 con
un arancel del 28 por ciento.
(C1ia Hora - 23/01/95)
I·
• ACÁPITE: SIEiliE RUBROS SERÁN SEPARADOS TEMPORALMENTE DE LA
LISTA DE ADECUACIÕN, A FINDE CUBRIR LA DEMANDA LOCAL
rada.
El Ejecutivo firmá cl Decreto n?
7.304 por el cual se dispone la sepa
ración de catálogo de los siete pro -
duetos, cuyas importaciones tendrán
un arancel cero a partir de enero, en
el caso de seis renglones hortifrutI
.0las. La pifa tendrã este regiren a
partir de mrryo.
La fecha de reingreso a la lista
tabién difere segin el articulo.1os
tomates (frescos o refrigerados), las
zanahorias y nabos (frescos o refrige
·ados), las bananas plátanos (f'rcscos
y secos) y los agrios frescos y secos
(naranjas) deberãn estar reinsertos -
en el régimen de adecuación en el
mes de mayo. Las cebollas, los ajos e
pis retornarían al rol de adecuaci-
.õn en setiembre.
DISPOSICION DE OURO PRETO
Este mecaniso es posible teniendo
como respaldo normativo lo dispuesto -
en la VII Reunión del Corisejo del Mer
cado Comúm (CMC), en el brasilena loca
lidad de Ouro Preto, en dicfebre pasa
do. En aquella oportunidad, el CNC cmi
t1ó su decisón MERCOSUR/CMC/DEC. @
24/94, por la cual se otorga a los cua
tro estados partes del bloque la facui
tad de retirar y volver a reintroducii
productos de sus respectivas listas.
Este procedimiento se puede repetir
sólo tres veces en el período de ade -
cuación fi1'al de los Ítem y en tres fe
chas anuales, el 1 de enero, el l de
mayo y el l de setiebre.
Los argumentos para explicar esta
situación se dan porque para esta tem
porada se presenta un déficit de ofer-
POSTO ORTEIRA
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t
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.,
,..,
1 R ENTIIÇIO
A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de
Caracol será fix , denominada TRIBUNA DE CARACOL destacará s
notícias caracolenses, assim como as publicações de Editais
avisos, cobertura do legislativo e do Executivo. Uma nova Colu
na Social abrangendo aspectos esportivos e culturais, uma vez
por-mês publícaremoa entrevista com líderes caracolenses.
Contamos com o apoio do povo de Caracol para manter essa
TRIDUNA do Municí io.
p
·11ENÇIO CIRICOL
O Gerente da Sucursal deste Jornal em Caracol, KENER LOPES
LEITE, está desenvolvendo uma campanha de assinaturas. Você pg
de receber o Jornal cm su cuna ou local de trabalho aprove1 -
tando cate mên promocional.
A Assinatura ANUAL custa R$ 90, 00 (VENTA REAIS) - você pg
de pagá-1 m 2 ou 3 vezes.
Aproveite, faça a assinatura do JORNAL DE SUA CIDADE, a TRI
BUNA DA PRONTEIRA,
Numa iniciativa -
do Prefeito Juvino
Godoy, publicamos na
edição de ontem o Cô
DIGO TRIBUTARIO do
Município.
Foram distribui -
dos 100 exemplares -
na cidade, todos po
derão consultar o c6
digo a respeito de
cobrança de taxas,al
varás, ISS, IPTU, cn
fim, saber como e
porquê vai pagares
sa ou aquela taxa co
brada pela Prefeitu-
ra. Juvino Godoy - Prefeito Municipal
ta transparência - -
da Administração Juvino Godoy.
À
CD 1
~
RIBUTIRID
A estrada que liga Caracol a
Bela Vista está intransitável ,
já não era satisfatória, com as
chuvas ... se transformou numa -
trilha. Buracos, verdadeiras
crateras são uma ameaça à segu
rança dos motoristas, é mais fa
cil viajar a cavalo ou de carro
ça, se bem que também é perigo=
so, pois o animal pode quebrar
uma perna.
o
E as pontes?
Todas elas em precárias con
dições.
Aceitamos a justificativa ,
CHOVEU MUITO, tudo bem, mas que
tal iniciar AGORA o trabalho de
recuperação, afinal as
pararam?
E as pontes?
chuvas
E TEMPO DE CRISE O IEAHOI
NEGÓCIO É ZER PUL.KCID DE
Josélio vai Ingressar no PSDB
O vereador José -
lio dos Santos (?;'.-[)B),
eleito Presidente da
câmara Municipal vai
ingressar no PSDB.
Será mais um "tu
cano" no partido do
Presidente Fernando
Henrique Cardoso. Jun
to can ele diversas li
deranças de Caracol
se filiarão ao PSDB.
Falando ontem a
nossa reportagem, Jo
sêlio disse que "ca=
racol, a exemplo de
nilhares de Municí -
pios cm todo o Bra -
sil, despertou para
uma nova era, várias
obras foram executa
das na cidade, asfal
to, casas populares,
Hospital.e Escolas ,
despertou também no
aspecto social, cul
tural e económico, é
preciso que haja no
vas alternativas e
possuo mu,i.tas afini
clades com o partido
ele Fernando Henrique
Cardoso".
A respeito de sua
saída do PMDB, José
lio foi taxativo,"po
lítica se faz com cs
paços na comunidade~
sou jovem, tenho o
apoio da juventude -
de Caracol, aliado -
ao apoio de pessoas
mais experientes,das
chamadas velhas lide
ranças, gente de tra
dicção em Caracol, p
deremos viabilizar
projetos a curto e
su RCADOTIMBI
a
-+ gear;
. ' . . .
O maior estoque de gêneros alimentícios, bebidas, frios, armarinhos
e ferragens da cidade, pelo menor preço.
v. Brasil, 1.140 - Fone: 95-145 - Fax: 495-115-CARACOL-MS
Vereador Josélio dos Santos
Presidente da Camara Municipal
médio_prazo, enfim.,
tudo e uma questão -
de espaço".
Um dos projetos
de Josélio é mobili
zar os jovens caraco
lenses para a ativi
dade política, "ya -
mos criar o PSDB jo
vem, intensificar o
contato desses jo
vens com as lideran
ças·do partido no Es
tado, despertar vocã
coes políticas e pre
parar quadros para a
prox1.ma eleição". Pa
ra ele, "a renovação
dos qvadros é muito
importante, assim co
mo o incentivo 2
ssembléia
A eleição para a Mesa Direto
ra da Assembléia Legislativa po
lariza as atençoes dos caraco
criação de Associa -
r,,õc s Sindica tos e
cursos de formação e
aperfeiçoamento, que
remos trazer o SEBAAE
para Caracol, para
a realização de pa -
lestras".
Quanto a eleição
da Mesa Diretora da
Câmara Municipal dis
se que "agora vamos
arregaçar as mangas
e trabalhar cara me
lhorar a dualidade
de vida do iosso ~
vo, não há rusgas e
nem divergências, va
mos sim, somar esfor
cos e viabilizar pro
jetos na comunida
de".
lenses' n•ais precisamente no to
cante ao futuro Presidente e se
cretário da Assembléia.
Isto
porque Hal
denir Mo
ka e RO -
berto Or
ro são
dois Depu
tados com
base em
Caracol ,
sao consi
derados
os DEPUTA
DOS do M
nicípio -
u.n do
PMDB.
d
1
Ca
ta
Os do-
is são candidatos • .
Muitos es. a Presidente.
lei;ão de 3.? torcendo pela
oRRó, na voá_, outros pela de
Caracol esta "e politicamente
tada em ca"}to bem represe
ka A · s rande Orro Mo-
, rroyo e Valdir K - ' -
veram expres . - eves obti-
dade e o Bs~"a votacão na ci
t
• confia na pos
as apresentadas .s pro _
panha. s durante a caro-
Dep. Roberto erro
BELA VIHTA/MS ANO: 22 N9: 1595 26 DE JANEIRO DE 1.995
QUINTA FEIRA EDITOR: IVAIDO PEREIRA R$ 0,50
IBRIÃD E O PROBLEMII OI SIÚDE NO MUNICIPIO
compromissos, encargos,
despesas, enfLm , funcío
nrá, como ficar'? Pergun
tou o Prefeito.
1
; I
1
O Prefeito Municipal
Abraão Zacarias disse
ontem que "se hó crítl -
casque possam fazer i
minha pessoa, a da nsen
oibilidade, indiferença
social não se coaduna
com a verdade, sempre pe
quei por. um profundo en
volvimento com os mais
carentes, com os deserda
dos pela· sorte e pela so
cfedade".
No tocante ao proble
ma da saúde no município,
o Prefeito disse que
"não é apenas em Bela
Vista, a crise existe em
todo o Brasil, para se
lucioná-la precisamos -
de mais recursos e acina
de tudo de boa vontade
de todos os envolvidos ,
não podemos olhar apenas
para uma direção,para um
setor, mas ter uma visão
global no problema e bus
car soluções".
Quanto a greve <los
médicos, Abraão envioll -
ofício ao Corpo Clínico
do Hospital, transcr'c
ao lado lebra que " em
DlALOGO e ENTENDIMENTO -
nao se pode chegar a lc
gar algum, o povo, aque
les que não podem pagar
por uma consulta,por um
Associação de Pequenos Produtores
do Agua Doce Realiza Assembléia
Propostas de Mudanças na Administração
A Associação de Pequenos Produto - Secretário de Promoção Social João Ka
res do Bairro Água Doce, urna das mais life, que atua diretamente junto as
antigas da nossa cidade, realizou no associações de Bairros, Vereadores
Último d:la 21 à tarde, sabado, uma As Marcos Elias Rios da Cruz e Israel
sembléia Geral que foi convocada pelo Chamorro da Rocha, que é Líder Comu
Presidente da Entidade, Ciro Pereira nitário do Bairro Água Doce, além de
e que contou com as presenças do Pr~ inúmeros moradores e Diretores da
feito Municipal Abraão Zacarias, do Associação.
'
Secretário de Promoçao
Social João Kalife faz uso da alavra, ladeado e
da Rocha e pe.lo Presidente da Associaçao do Bair
ro
remédio, está conscien -
te dos deveres e obriga
çoes nao so dos médicos,
mas também do Poder PÚ
blico".
O Prefeito disse que
o problema do atendimen
to, do próprio funciona
mento do Hospital, nao é
de hoje, "tenho acompa -
nhado há vários anos a
lo Vereador Israel Chamorro
ÃgÜÍÍ Doce, Ciro Pereira'
Na pauta da Assembléia Geral esta-
d, ntas da atual Di
va a prestaçao le co -
retoria e também a apresentaç~o
1
~e
Chapas que desejam concorrer as e e -
- ião da nova Direto
çoes,para a campos ç < -
Abrào Armoa Zac.arias Prefeito Municipal
través deste Jornal, os
debates, as reivindica
ç0es feitas no Rotary,in
regrado por vários médi
cos, repito, nao ê de
hoje, hã décadas a luta
tem sido intensa, seria
mais fácil e com solu
çoes definitivas se so
mãssemos esforços e vor,
tades, o povo seria agra
ria da Associação do· Bairro Água D:icc,
que será realizada no próxioo dia 29,
domingo, na Sede da Entidade.
Leia matéria completa na Pág - 06
Tribuna de Caracol
P,igina 08 1
decido".
Abra,=ín lembrou, também
e é sua maior preocupa -
co, "coa a produti
vidade das consultas:
com a greve nao há
fturamento para o HOS
PITAL, de SUS, pouco
ou muito, é
ss verbas que
pital cumpre
com1 e<
o Hos
seu
PREFEITURA MUNICIPAL. DE BELA VISTA
OF,/GP./021/95 Bela Vista,23 de.Janeiro de 1,995
Do Prefeito Municipal de ,ela Vista
Ao Corpo CI[nico do Hs.tal São Vicente de -
Paula.
Assunto: Em atençao ao
0F. 01/95.
vosso
Atenciosamente,
ABRAÃO AROA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL
expedJ.en tP -
PREZADA SENHORA,
Recebemos o seu expediente, Of. 01/95,no qual
solicita apolo e compreensão para a luta da elas
se médica desta cidade, visando melhorias das
condições de trabalho.
Há ajustes a fazer e que, certamente, implicE_
rào sacrifícios das partes.
Para alcançar esses objetivos existe um cami
nho: o diálogo e entendimento.
Essa é a nossa proposta, mesmo sabendo da cu
pidez de alguns interesses políticos/pessoal ten
tando impedir o entendimento.
A sociedade exige que o funcionamento do sis
tema de saúde esteja voltado para conseguir re
sulcados compatíveis com suas aspirações e neces
sidades, e este Executivo atribui alto nível de
prioridade às questões sociais na busca do desen
volvimento do nosso Município. -
Para o cumprimento dessa missão, p~econizamos
o diálogo.
Nota a Imprensa
O Comandante do 10g RC HEC informa nos Militares inativos Pensionistas
e Ex-Combatentes da FEB que recebeu do Centro de Comunicação do Exército -
(C CO SEX) o seguinte informativo:
1. O pagarento dos servidores civis e Militares, da ativa e inativos e
dos pensionistas, referentes ao mês de janeiro/95, está d:positado pelo
CPEX (Centro de Pagamento do Exército) nesta data para credito em conta
corrente individual em 24 JAN 95 (Terça - Feira) o depósito em tela como
base o soldo de DEZ/94 - sem reajuste.
2. Os valores referentes a remuneraçã~ de férias de Janeiro de 95 serao
l
dep~sitados nas mesmas datas acima e terao como base o saldo de 94 - sem
reajuste.
J. Os valores da folha complementar referente ao reajuste de 22,07 7.
já elaborada pelo CPEx, serão depositados cão logo sejam liberados os re -
cursos correspondentes pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). As Orga
nizações Militares serão informadas oportunamente, da data do pagamento
desta parcela, não havendo condições no presente momento de precisar a res
a.
4. Os contra-cheques referentes ao oês de JAN - 95 já foram reretidos -
aos destinatários e os referentes ao reajuste de 22,07 % se-rao oportuname.!!
te remetidos.
EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV .•
C<r-!A.ll>AKI'E DO lOQ REC MEC
Pré-Inscrição parà o
Telefone .Celular
Interessado em saber quantas pesso
as aproxLaiadamente em nossa cidade se
interessam em participar do sistema -
de Telefonia Celular, fazendo a aqui
siçao de linhas, com o objetivo de
encaminhar reivindicação nesse senti
do à Telems, o Prefeito Municipal A
braão Zacarias decidiu fazer uma pré=
inscriçÕo dos interessados, nesta ter
ça-feira, dia 24. -
Segundo as informações do Chefe de
Gabinete do Prefeito Municipal, Ayres
Cafure, apesar de terem sido realiza
das apenas no período da tarde de ter
a-feira, aproximadamente l50 pessoas
procuraram o escritório da Porte-ira -
'eilões Rurais, na Rua Almirante Bar
~oso, para fazerem a Pré-inscrição
l sertsrss rss s ±r erisse
IC
para a aquisição do Telefone Celular
que serão levadas e nãos pelo prefe
to Municipal diretamente ao Preside.nte
da Teles, Carlos Eduardo Ferreira de
Almeida, ainda esta semana.
' O elevado número de inscritos an!
mou muito o Prefeito Municipal Abraão
Zacarias_, pois ele acredita que o gran
de interesse registrado deverá sensibi
lizar ainda mais o Presidente da Te=
les, fazendo com que ele atenda essa
reivindicação, que representa ua gran
de aspiração de significativa parcela
d: nossa sociedade, basta dizer que a
lem das quase 150 prê--escriçÕes fei -
tas no dia 24, dezenas de pessoas . j ã
Procuraram a Prefeitura Municipal, nos
~ltimos dois dias, tentando a inclusão
de seus nomes na lista. (UR)
O a 1. 95
p,'
RETRITO OE
Educar é trabalho sério, para ser feito por gente experiente,
num processo longo de respeito, liberdade e disciplina.
Esta é a proposta do Centro Educacional Maria Auxiliadora,
uma escola com método Piaget e Maria Montessori
e máximo de 25 alunos por sala de aula.
CENTRO EDUCACIONAL
MARIA AUXILIADORA
Da pré-e§cola à 4º série
o ÁJrea.de recreação com play-ground
e quadra de areia para esportes.
e Assistência pedagógica extra aula
A PARTIR DE 01/12/94
Rua Gal Soares da Rocha 90 - Tel 439-1254
CEP: 79.260-000 - Bela Visa - MS "
UM ROCEIRO
Sol escaldante, fumaça e fo
go co:r.põcm o doloro. o cenário -
de onde inda eima em viver o
desolado homem do campo.
No registro de nascmento
d ste herói anônimo constam
rinta e poucos anos m média ,
mas sua feição demonstra m is
ele cinquenta. A família stá
constituída e a prole é numero
sa: quase sempre chega aos dez
filhos. Algumas das filhas fa
talmente se prostituirão. Pcssi
mismo? Pré-julgamento? Não! E
realidade do inexorável mal dos
tempos I odernos que chega ao in
erior, acompanhando o ciclo vI
cioso da pobreza absoluta. A la
voura, fonte de alimcntacão far
ta e suporte financeiro, já não
existe. A pecuária leiteira fra
cassou e o boi-macho está sendo
a única alternativa viável, com
o mínimo de mão-de-obra, provo
cando o desemprego em masoa.
Lúgubre retrato de um rocei
ro vê-se estampado no rosto de
cada membro da família, tal e
qual seus antepassados, como
mostra a velha fato amarelada -
na parede. Saudade de um bom
tempo que se foi, sufocada por
uma atualidade insuportável.
Nada lhe resta, porque nada
possuiu. Forçado pela necessida
de, o caminhão que transporta=
leite é a condução. Arma-se de
coragem e migra para a cidade -
grande sonhando com nova ilu
são. Mas as empresas só aceitam
jovens doutorados e com cinco -
anos de experiências. Se ainda
fosse moco e preparado, o empre
go seria seu. Desolação, humi=
lhacão é o prato do dia. Procu
ra uma saída. Como solucão al
guL. l!. o. r c u pinra, du
<H• ... r: 1 i :i.., um b • do -
no chão.
K noite, a e trelas a lua
for m sua fri cobertura. Nova
mente o dia, e lá vai ele à pro
cura, um ub-emprego, que boi
serio! - zr 1.dor, ou viqia .•• -
Qu lquer coisa sustenta a famí
lia.
Fin lr::cntc a doença. Meu De
us - e agora? P n:,lio, aposcnto
doria ... Qual nada! - não esta
va com o carnê cn di • Enfren -
tou filas interminveis, xtor
cões e muita covardia. Volta a=
manhã! Roubaram o dinheiro do
órgão, e voce ainda não contri
buiu!
Não fossem os bicos como ze
lador na casa do sonegador, ou
de vigia na casa do advogado
"doutor", amigo do político
fraudador, até fome passaria,au
mcntando ainda mais sua dor.
Faltam-lhe forças, a saúde
está minguada e a morte, anun -
ciada. 8 inevitável a procura -
do órgão salvador. Três dias e
três noites na fila, enfim a
consulta ... Do nada adiantou
seu corpo foi jazer inerte sem
pelo menos um soro no banco
do corredor. Não havia leito, -
não havia remédio, não havia va
ga, não havia médico! Só se ou=
via gritos de dor. "Faltava tu
do, atê respeito com o agricul=
tor". Recebeu na indigência a
lápide com estes dizeres:"Senhor
agora fui convocado para plantar
em outro roçado, porque neste -
eu terminei - muitas lutas en
frentei e tantas vidas alimen -
tei. Mas enJim, na sua glória
eu vou ser rei".
Tribuna da Fronteira
UIÁRIO REGIONAL
FUNDADO EM:
20/02/1972
ENEMPLAR: R$ 0,50
GERENTE COHERGIAL: }k~ria Estela Velnsqucz Pereira ASSINATURAS:
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ub;:ildino Rod::igues SEMESTRAL: R$ 50,00
1---::------------------lANUAL: R$ 100, 00
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO:
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - -t< OS ORIGINAIS ENVI/
23 - FOSE: (067) 439 _ 1410 - FAX -
439
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1544
DOS À REDAÇÃO NÃO
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Propriedade da Rede Ilelavistense de Jornais - LTDA ABRAJORI
CGC-MF - 15.513.203/0001/90
EDITOR: Ivaldo Pereira
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JONAL. TRIHUNA DA FRONTEIRA DIÃllIO Rl(;lOMAL
BELA VISTA, 26 DE JA o
-
Rotary e o
Mercosul
Rotary é uma Instituição de abrangência verda
delramente Internacional, ensejando, na 'atual1da
de, ao rotarianos e rotarianas, momentos de re
flexão, dentro outrnu coiono, oobre o Merendo Co
mum do Sul, tendo cm mente que ou paísen que coi
põem o Cone Sul estão, em boa hora, tentando con
ciliar seus Interesses recíprocos através de uma
forte integração, objetivando dinamizar e fomen
tar, cada vez mais, nu relaçÕco empreoarinio p~
ra o incremento cio desenvolvimento e da competi
tividade interMcionnl, partindo o MERCOSUL, com
o objetivo pol!tico· de consolidar e implementar
o projeto de integração doo economias de cada
pníu-mcmbro, inobstante ou sérios desafios que
exigem 6Uperoc;;Õo de obstáculos naturais, decor -
rentes da abetura de um novo mercado, buscando o
intercâmbio bilateral de experiências e de infor
moções nas áreas sócio-econômico, financeira, cÕ
mercial e de estatística, promoção e implementa-:
c;;Õo de programas técnicos de intercâmbio, cultu
ral, profissional e de livre comércio na área ~
mergente do Mercado Comum do Sul, carreando van
tagens aos respectivos países, ao empresariado,
às profissões liberais e, em especial ao consumt
dor, cm termos de redução de preço final, e no
sistema de trocas. Assim, a partir de 12 de ja
neiro de 1.995, destacar-se-á a importância no
calendário do MERCOSUL, que marcará a entrada em
vigência de uma zona de livre comércio parcial e
de uma união aduaneira imperfeita entre os qua -
tro países, Brasil, Argentina, Uruguai e Para -
gua1.
Enquanto que, a união aduaneira perfeita so
será consolidada no ano 2.006, todavia, antes,em
2.001, uma série de produtos também terá a sua -
Tarifa Externa Comum (TEC), Por outro lado, será
total, em 12 de janeiro de 1,999 a zona de livre
comércio entre o Brasil e a Argentina.
Em 1g de janeiro do ano 2.000, teremos a zona
de livre comércio total entre os quatro países ,
com a inclusão do Uruguai e Paraguai.
No ano 2.001 ocorrerá a eliminação das listas
de produtos de exceções em Tarifa Externa Comum
(TEC). Enquanto que, no ano 2.006 entrara em vi
gor a Tarifa Externa Comum para 24 bens de info!
mática e centrais telefônicas, consolidando, as
sim, a união aduaneira perfeita entre os outros,
países.
Enfim, no
gios atuais das
do Fogo.
~ importante registrar que o MERCOSUL acaba -
de ser beneficiado com a instalaçao de um cabo
de fibra ótica, de 23 mil circuitos, facilitando
sobremaneira as transmissões telefonicas, televi
sivas e de dados, cuja inovação tecnológica pro
vêm da EMBRATEL, TELINTAR e ANTEL!. ligando Las
Toninas, Punta del Este e Florianopolis, atingi~
do Fortaleza.
Cabe aos 53 mil rotarianos brasileiros, a0s -
15.500 rotarianos argentinos, juntamente com os
companheiros uruguaios e paraguaios, dar,tambem,
sustentação à nível de clube e distrito, visando
consolidar o MERCOSUL.
A Conferencia Distrital proporciona uma exc que op lico r
te oportunfdade para todos os rotarianos e tuas fa tiva.
mfl1as se encontrarem para um período de d!vertf . tá-1e
to e companheirismo. f claro que h multa fnfo1 cia de
o rotaria a ser adquirida também. é perder u
Nas Conferencias, um ponto alto ocorre quando o 1 nt e
Governador de Distrito apresenta o Representante novo. Lenbr
Pessoal do Presidente,O Representante é a pessoa to ó ter u Conferência pe r-
que escolhi para comparecer à Conferencia em eu tabê fizer rua parte.
lugar. Ele é a pessoa que leva a mensagem e divulga As Conferencias variam batante nas diferente
as mais recentes informações sobre Rotary. partes do mundo. Em .lgumas parte a ênfane & n
Defxe-me enfatizar que o representante é uma esco sesuão plenária tando todos presentes.Em outras
lha pessoal minha, e esse é um dever que levo muito o banquete parece ter ura importância ator. As
a sério. Para escolher a melhor pessoa, eu pesquiso Conferencias variam, durndo de um a três d1as. Al
cuidadosamente as características da Conferência guns dftritos sempre fazem sua cónfer@neta em lu
planejada, e então tento Indicar um ex-governador - gares turísticos longe d sua própria irena.
que se encaixa perfeitamente com o Distrito. Frequentemente, essa última ação requer permia-
Recentemente, um Governador de DItrito escreveu são special do Presidente.
uma carta paro Evanston, na qual dizia:"!'. claro que Muitos distritos preferem realizar o evento na
sei que Bill Hintley não escolhe o representante - cidade mm que vive o Governador, e pedir ao clube
pessoalmente.,. "Posso assegurá-los de que o faço. local para ser o organizador, O perigo aqui é que
tê mesmo a carta de convite começa com as palavras a coordenação da conferencia pode ser conf1ada a
"Eu pessoalmente o escolhi".. sócios que não tem grande conhecimento do que é
Qual é então a tarefa de meu Representante, e co real·nte necessário.
mo ele pode fazer o melhor uso das três grandes o- Os custos da ConferênHa também variam. Voce
portunidadcs que tem de falar na Conferência? ta:nbém pode encontrar um ~•,trito que apresente
Peco ao Representante que apresente um discurso profissionais na área de entretenimento, especial
de importância, preparado especialmente para a oca- mente contratados com uma considerável d~spesa. Ou
sião, baseado no tema "SEJA AMIGO". Em segundo ly tros usam os talentos dos rotarianos locais. U~
gar, ele deve fazer um breve discurso sobre as ma- característica prazerosa de muitas con(erêncinu é
is recentes informações rotárias e, por Último, tem o alta qualid.'.lde dos oradores convidados. Em ou
a oportunidade de apresentar algumas conclusões. A- tras palavras, deve haver alguma coisa para todos.
lém de falar, espera-se que o Representante e sua Estou certo de que na Conferência Distrital é
esposa compareçam a todos OE trabalhos e aos aconte de primeira qualidade, e completamente desfrutá
cimentos sociais. vel. Se, entretanto, voce acredita que ele pode me
Por acreditar que o papel do representante é tão lhorar de alguma forma, suas sugestões serão cons}
importante, peco a todos aqueles a quem convidar P.!! deradas pelo Governador e sua equip
0
e,
ra aceitar somente se acreditarem que podem verda - "SER AMIGO" é a maneira mais evidente de demonE_
deiramente preencher os requisitos que acabei de ex trar interesse na qualidade da conferência Part1c1
plicar. pe e apóie o Governador. Leve sua família, e incen
Essas palavras mostram que tenho um cuidado mui- tive seus companheiros o fazerem o mesmo.
to especial com a minha parte na organização da co~ AÍ então voce poderá dizer:
ferência. É, portanto, desapontador quando o Repre- "Si, eu participe!!",
Patrulheirismo
HISTÓRICO
O Projeto Patrulheirismo foi implantado em 1.962
na Comarca de são Carlos, Estado de São Paulo, por
iniciativa do Dr. Marino da Costa Terra, então Juiz
de Direito que acumulava as Varas Civil, penal e de
Menores daquela Comarca,
Dr. Marino procurou enfrentar o problema do me
nor desassistido combatendo-o em suas fontes, avali
ando ser mais importante fazer um trabalho preveni
vo, evitando que o menor chegasse à condição de ré~
em um processo que o marcaria para o resto da vida.
Entendeu, como solução dar ao adolescente uma orien
tação educativa, contando também com o apoio da co
munidade e, mais tarde, dos familiares dos menores.
O Patrulheirismo foi sendo estruturado, elaboran
do um programa educacional próprio, pautado numa fi
losofia de educação direcionada ao campo da assis
tência, promoção social e formação educativa de cri
anças e adolescentes, mormente aqueles com dificur-
• dades de acesso a recursos sócio-econômicos.
FILOSOFIA
A prática do Patrulheirismo objetiva dar as condi
çÕes de segurança e apoio de que o adolescente nc
cessita para dar vazão ao seu potencial criativo,pa
ra o conhecimento de suas habilidades e seu conse -
quente desenvolvimento.
Visa dar ao jovem uma oportunidade maior para re
Drogas:/ Copacabana ultrapassa as O0 favelas do flexão sobre seu cotidiano, debatendo-se com esse =
Rio - Nas dez maiores capitais brasileiras, o nume as noções de "direito e dever", tornando-o um indi
ro de estudantes secundários que usaram cocaína au víduo mais participativo e consciente, junto à cole
mentou 717, no período de 1,989 a 1.993. Numa uni- tividade. -
ca noite em Copacabana (um dos bairros mais ricos A estratég:b. de ação dessa filosofia tem por ba
do Rio), em determinados locais vende-se mais dro- se o trinômio - Educação - Recreação - Trabalho.
gado que em todas as 400 favelas cariocas somadas Através da Educação, são dados os primeiros pas
onde se alojam quadrilhas de narcotraficantes. Uma sos do jovem dentro da obra, onde são avaliados to
juventude drogada·é uma juventude infeliz e ruma - dos os fatores que colaboraa: na formacão do adoles
para sua autodemolição. (ABIM) centc: conhecimentos adquiridos no lar, na escola no
-b (PE) 1 grupo de amigos, etc., visando além de "informar" ,
Rato C
omo al:illlent.ol 1- Em Timb_au a , a guns -
o fortalecer hábitos e atitudes sadias.
=ecolhedores de lixo chegam ate a comer ratos. ra,
1 di t mi
A Recreação objetiva dá não somente a expansão e
esses animais são repelentes e a em _sso rans ~
b i Co 1
i ifi o divertimento, mas também o respeito à vivência
.:ores de terrível peste bu on..ca. me-..os s.gn _
ca um atentado contra
O
asseio e ate o bom senso,e grupal e a disciplina, além de garantir um espaço
minho para coisas piores. Nao se trata de "ser criança" de forma assistida. Através de ati
pdrepara
O
b~a a de fome mas de cultura e civiliza- vidades cooperativas, gincanas, jogos, etc., o ado-:
e um pro em ' lese ente aprende espontaneamente um sentimento. de -
ção. (ABIM) xssk++kkk9 k #k #+ kwkk#kkftkttk#iwki colaboraçao, unidade e respeito mútuo.
"" •
ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DK SUA_CIDADE
ano 2013 será o fim dos privilé-
Zonas Francas de Manaus e Terra
NOTÍCIAS BREVES
Você já participou
e t «a m
O aspecto Trabalho é un complemento das outras
etapas educativas, continuando o adolescente sob o
rientação do CAMP (Círculo de Amigos do Menor Pa
trulheiro), realizando, enquanto patrulheiro edu
cando, um treinamento educativoª estágio em empre
sas colaboradoras convenindas ao programa sócio-e-:
ducativo da entidade.
Essa vivência proporciona ao jovem unir teoria
e prática, "experimentando" o uníverso profissio -
nal, de modo assistido e orientado, o que vem a
favorecer a sua auto-seleção vocacional. Ao mesmo
tempo, dá-se o esse cond içÕes par a, inclusive, cus
1
_
tear seus estudos através de uma Bolsa de Estudos- '
eliminando assim uma das causas da evasão escolar.
Não necessariamente o adolescente que ingressa no
CAP é, encaminhado a este aspecto do trinômio de
ação, Sua participação no estágio supervisionado é
de opção sua e de seus familiares e, de acordo com
suas condic;;Ões de estudo e possibilidades, e desde
que a entidade tenha obtido condições de estágio -
compatíveis, juntoa uma empresa colaboradora. Den
tre essas condições, incluem-se os aspectos de se
urança, saúde, supervisão CAP - epresa, e bene
fícios como auxílio - transporte e refeição.Fira-
se com as empresas um termo de colaboração ao pro
grama sócio-educativo da entidade.
Procura-se avaliar com o jovem a dinâmica que
envolve a vivência profissional, para que esse te-
nha condições de fazer uma escolha consciente, me
diante o acompanhamento do CA.11? ou media:ite sua
busca individual; todos os procedin:entos dentro da
entidade visam dar-lhe condições para, em qualquer
area que esse vier escolher enquanto _fucuro profis
sional,o adolescçnte tenha meios de crescimento de
foma sadia e satisfatória. O objetivo é prepará -
lo para a vida, ~
Promove-se o acompanhamento escolar dos patru -
lheiros-educandos, na rede de ensino foral, sendo -
pre-requisito para ingresso no programa patrulhei
tismo, a frequência e dedicação aos es t·udos regula
res. Auxilia-se na busca de vagas na rede de ensi-:
no público, caso necessário. O Curso Básico reali
zado na entidade é complementar ao ensino foral ,
sendo ensino "Suplementar", como Curso de Supriren
to. A obra é essencialmente educativa e de preven
çao.
I
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
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1
l
10A! DA 0N1II 1 »1RIO REGIONA!
1.95
GOVERNO INTERIOR DEIX
R$.62 MILHÕES NO SETOR
Uma d[vida de R$ 62 milhões, referente a 20 kI
1metros de pavimentação asfálttca realizada e não
paga pelo Governo anterior é mals uma herança pesa
da que o Governo WVIlson Barbosa Martins terá de e
quactonar para poder retomar o programa de Investi
mento no setor rodoviário. Um levantamento realiza
do pela Secretara de obras revela que, de un to -
tnl de 1,648 kl@metros (337) e deixou 437 deste
total para a atual Administração pagar.
Das 38 frentes de trabalho lançada o governo
anterior concluiu apenas três, deixando 35 obras de
pavimentaçao Incompletas e mesmo não Iniciadas,com
grandes prejuízos para os Municípios que ser inm
bene[Jclodos e pnrn o bolso do contribuinte. Somen
te para concluir estas obras contratadas, o Secre-
tárfo de Obrns, Ricardo BachR, uvalin que será
necessário investir mnis R$ 247 milhões, além de
quitar a divida vencida de R$ Estado, o que reve -
la, segundo Ricardo acha, que a Administração an
terior lançou obras num volume muito superior n cn
pecidade de pagamento do Estado.
Em função do lançamento e início de dezenas de
obras de pavimentação ao mesmo tempo, sem recursos
para honrar os compromissos, o resultado só pode -
ria ser a não conclusão de quase nenhuma destns ~
bras.
Esse é o coso, por exemplo, da Rodovia que ligo
Sidrolândia n Marncnju, que dos seus 86 quilôme
tros de extensão teve quase 70 quilômetros executa
CILQTE DE
RODOVIIRIO
DE ooaç
CUMPRIU
DE
TIS
O Projeto de doação de cosas implantado pelo
Governo anterior não cumpriu o meta estabelecido ,
deixando de atender mais de 507 do Programa de Des
favelnmento, dentro da previsão de donr 4.675 ca::
ses, sô na Capital.
No interior, de um total de 13.250 unidades do
Programa, foram concluídas efetivamente apenas 187,
ou seja, 2.325 casas.
Os dados, fornecidos pela Companhia de Desenvol
vimento Habitacional Urbano (CDIIU), revelam que o
investimento previsto para as casas da Capital foi
de aproximadamente R$ 11 milhões e cerca de R$ 27
m~lhÕes seriam gastos com o programa do interior ,
so com material de construção.
Dentro do Convênio estabelecido para a constru
çao das Unidades nos Municípios, entre a Secreta -
ria de Habitação e Desenvolvimento Urbano (SDHU) e
a CESP (Companhia Energética de São Paulo) - que
aplicou recursos como indenização ao Governo do
Mato Grosso do Sul pela inundação que ocorrer com
a construçao dn Usina Hidrelétrica de Porto Prima
vera - entraram para os cofres públicos (segundo -
dados de Jl/12/94) R$ 5,4 milhões, dos quais apenas
~
sva
dos, restando apenas a pavimentação de l6 qu!lime
tros. Parn concluir ~stn obra bastaria apenas no
Governo ,rntt>rlor niio ter iniciado outras que tive
ram trechos de apenas 10 a 15 quilômetros pavimen
tados, sem utilidade concreta m função disso,
Apesar de estar somente 807 concluída, a Rodo -
via S!drolndla/Maracaju foi Inaugurada offcfalmen
te (pelo Governo onterlor). O mesmo procedimento ,
de ianugurar obras inacabadnR, [oi adotado no caso
das Rodovias Bela Vista/Jardim (827) e Jardim/Por
to Murtinho (58Z conclu[da), O trecho que liga Bo
nito n Gula Lopes, que teve apenas metade de seus
64 quilômetros pavimentados, só niio foi oficialmen
te ianuguroda porque a chuva tornou o trecho inacã
budo tntransitôvcl, 1mpedIndo a passagem da coitt
va governamen tal.
DEFINIR PRIORIDADES
Pavimentação asfálcica inacabado e uma dívida -
de R$ 65 milhões não foram as Únicas heranças de.!_
xadas ao atual Governo.
Enquanto lançava obras de asfalcaoento, a Adi
nistroçao anterior praticamente nada fez para man
ter Rodovias e pontes em condiçoes de uso, causan
do transtornos e prejuízos para os motoristas. •
Devido aos probleas con a falta de anutenção,
agravados com cerca de 12 dias de chuvas no início
do ano, o Dersul está hoje com 40 frentes de obras,
recuperando os pontos considerados cais críticos,
atraves de revestirento priãrio, "dando condições
de trafego, principalmente nas regiões de· lavou -
ras", disse o Diretor do órgão, Evandro E i f_a
ustino Dias. ur co
à Ele lebrou que o Departaento encontrou ua si
a""
EDUCªçlo E
tuaçao bastante crítica, "Estamos CD:ll 40 frentes:
de obras e temos 15 pontes que preci f i
tas", disse. sam ser re e -
Destacou que a grande maioria d ( d
de madeira) d vid - - as pontes to as
LHOES DE REI S
- - ' e
O
as pessimas condições obrigou
o orgao a interditar rodovias.
Sao os casos do trecho entre Três Lagoas/Alto -
Sucuriu (tres pontes interditadas) S g Ri /A
- , antn ta ra·,
- pua una ponte, a outra já foi cons« -
lina/Fátima do Sul (duas ertada), Crist!
estivesse totalrente ir de (uma ponte), além , Pontes), Rio Negro/Rio Ver
regular junto ao Minis de/Paeleira, que o- q ue liga capo Gra
cério da Educação. • di -d per gos e pode ser inte_r
ta a. Para recuperar os pont, {
l
os cr ticos o Der -
su estima um investimento inicial d •
e R$ 700 oil-
Na área de educação , sos com empreiteiros
a dívida encontrada pe- estudantes e a opinião
lo Governo Wilson Mar - pública. O çnus mais pe
tins inviabiliza o se - sndo sobrou para as famí
tor num curto prazo. O lias, obrigadas a enfre
Estado deve às empreitei tara maratona das filas
raso montante de Rs 2 a disputa por vagas.
milhões e 24 mil, A Os responsáveis dire
maior porte foi gasta o tos pela educação, os
com a construção dos oi· professores, por suo vez,
centros da Universidade desafiaram a fome trabn-
Estadual (UFMS): l mi lhando pelo maior arro -
1ão 395 mil reais. O cho salarial (piso de
restante são débitos re- 0,SZ do salário mínimo)
ferentes a reforma, am - de sua história. Na pri
pliação e construção em mcira gestão de Wilson ,
Escolas na rede Estadu - o piso atingiu 3,5 salá
al. Segundo levantamento rios.
do DOP, o Governo vai - De acordo com O DOP,
ter que desembolsar mais das l7 obras lançadas na
R$ l milhao para con - rede escolar, 13 estão
cluir O que falta. inacabadas, sete delas
Apesar da divulgação com menos dn metade. A
exaustiva, o Governo an- Escola 11 de Outubro, em
terior alem de nao cons- Carpo Grande, é uma en "
truir mais salas de aula·' tre os que tiveram ape _
que os outros ainda dei- nns 20% do obra executa
xou de honrar copromis- da.
Durante a reunião realizada com o conjunto do
secretariado, Wilson Martins afirmou que o Caverno
vai avaliar a possibil~dode de retomar parte dcs -
tas obras, visando concluir as Rodovias que falcoe
poucos quilômetros pnra completar o pavimentação.
De acordo com Wilson esta definição de priorida
des será feita ouvindo as comunidades interessadas
e levando em conta a posição estratégica desta Ro
dovia pnra o escoamento da safra. Outro problema
que será avaliado pelo Governo é o das oito obras
de pavimentação contratadas e que não foram inicia
R$ 1,.3 milhão foi repassado aos Municípios. O sal
do, neste caso, seria de R$ 4,l milhões.
I.NVASÃO
A situação deixado pelo Administração anterior
provocou a invasão de 985 fnmílins no Jardim das
Hortências (Aero Rancho), uma área de 47 hectares
entre as cinco do Programa .de Desfavelamento da
Capital.
A decisão do atual ~overro para dar início à so
luçao do problema criado foi realizar, através da
CDl!U, um levantamento entre os famílias invasoras,
para identificar as que forem contempladas pelo Go
verno anterior.
As infonnaçÕes a respeito da invasão dão conta
de que há dezenas de famílias não con,empladas nos
254 lotes com bases já construídas no Jardim das
Hortêncins e que, na mesma região, 7]3 famílias in
vadiram terrenos não aprovados pela Prefeitura,se
qualquer infra-estrutura. Para ambos os casos, a
CDHU encaminhou a Secretaria um levantamento com -
pleto, para que sejam tomadas as devidas provi -
dências.
Dos oito centros da _!!.,
niversidade iniciados,!!.
penas dois foram entre
gues prontos. Os restan
tes estão com as obras
entre 65 e 957 da conclu
sno.
Uma informação sobre
a UEMS
EDUCAÇÃO
das pelo Governo anterior, c o é o cavo da Rodo -
vLa Campo Grande/Santa Kfta do Pardo, que nao tem
suquer o seu leito natural L:plantado.
O Governador Wilson M rtins vai avaliar m
a situação do conjunto de obras de pavimentaçao
que está sendo realizado pela Cesp na regiao dos
Munfcfpfos de Anaurflandfa, Batalporà, Bat iguassu
e Brasllãndfa, à título de Indenizaçio ao Estado
pela Inundação de terras ocasfonadas pelo lao da
Usina de Porto Primavera. O reltôrlo da Secreta -
rio de Obras rev la que, apesar do acordo feito
entre os Estados de São Paulo Mato Grosso do
Sul, apenas 45, de um total de I42 qufl@metros, fg
ran de fato pavimentados pela Cesp. Considerando -
que estas obras estão sendo realizadas aeo ônu
para os cofres públicos locais, • de grande inte -
ressedo Govemodor garantir o aceleramento de pa
vimentação destoa Rodovias.
QUADRO GERAL DA PAVIMENTAÇÃO DE RODO'IAS:
KM CONTRATADOS: 1.648
VALOR CO!'lTRATADO: R$ 392 MILHÕES
KM EXECUTADO: 560 (J3%)
VALOR PAGO: R$ 83 MILHÕES (21% DO TCYrAL)
EXECUTADO E NÃO PAGO (D!VIDA): R$ 62 MILHÕES
SALDO À EXECUTAR: R$ 247 MILHÕES
PRINCIPAIS OBRAS INCOMPLETAS.
TRECHO CONTRATADO EXECUTADO % DIVIDA
Sidrol.ãn/
dia/Maracaju 861cm 68km 80% 5 milhões
Parai.so / empadão
do Sul Slko 29km 57Z 1, 6 mllh.io
Bela Vista/
Jardim 90 km 74km 82% 1, 7 milhão
Bonito/Guia
Lopes da Laguna 641cm 43km 677 4,2 milrões
Jardim/Porto
Murtinho 173km 101km 597 2 21lhes
Rodovias sem Manutenção,
outra herança encontrada
q
r;
a
Zé
de
t
ca
q
1
e,
:
n
T
Direito de Todos!!
causou espanto en
tre os Secretários, du =
rance a reunião com o Go
vernador, na ültia quar
ta-feira.
A Unespe (Universida-
de Estadual Julio de Mes
quita Filho), considera:
da entre os de exceln -
cia do pais, te apenas '
12 centros, enquanto a
Universidade Estadual
te 16.
A primeira distorção
encontrada na Universida
de - e corrigida peló
Governo - foi o fato da
ex-reitora ter sido no -
meada definitiva no car
go, embora a instituição
LIVROS; PELO CORREIO
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perança" e "Nossa Terra Nossa Gente 5, ?pos de Ira e ES
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...............
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
DIÁRIO REGIONAL
SIÔDE PRIORIZA POLÍTICI
MODERNI· DE ITENDIMENTO
r
Sem investimentos na assistência à saú- menos saldadas. Além disso, a falta de in
de nos Últimos quatro anos, o Estado en vestimentos no setor,de pessoal, inviabili
frenta neste momento, sérias dificuldades za o funcionamento de unidade como o Hospi
no octor da oaúde pública. A situação se -- tal Geral· de Campo Grande, Santa Cao de
agrava ainda mais, na medida cm que O Go Dourados, Hospital do Câncer e ainda 10 -
vorno herda da administração passada uma - hemocentros e ll unidades mistas de saúde,
divida em obras que foram executadas no que foram parcialmente edificadas, restan
montante de R$ 21 milhões 460 mil. Este - do ainda para a operacionalização a conclu
quadro foi apresentado pelo secretário Nel sao e aparelhagem.
son Barbosa Tavares ao governador Wilson :;: Em 19 municípios do Estado, incluindo -
Martins, de quem recebeu a incumbência pa a Capital, a administração anterior deixou
ra priorizar a elaboração de uma política- oem concluir um total de 20 obras no setor
de saudc moderna e, sobretudo oimpática à de saúde. Além da divida de R$ 21 milhões
população. 460 mil, o atual governo teria que inves -
Para tanto, o Governo investe agoza na tir, apenas no término dessas obras, mais
democratizaçao dessa política, levando ao R$ 10 milhões 560 mil. o secretário Nelson
conhecimento da sociedade os principais - Barbosa Tavares ressalta que em todas elas
problemas enfrentadqs pelo setor, princi - serão necessários, também, investimentos -
palmente no que diz respeito • às dívidas em equipamentos e pessoal para a operacio
contraídas com obras na gestão passada, e nalização assistencial, como determina a
que não chegaram a ser concluídas, muito - .política administrativa do Governo Wilson
WILSON INICIA
REVISÃO DA UEMS
O Hospi a! Gera de campo Grande exem -
pli ica o quadro apr ent do ao gover dor.
A administração pe sada contra.ou obr
pelo valor de R$ 43 milhões 629 mil (ape -
nas a edificação do prédio),'tendo p4go 'R$
29 milhões 22 mil. Ao d ixar o cargo, a
adninistravão passada ntregou a obr com
959 concluíd e um débito de R$ 12 milhÕ ~
219 mil. Para concluir a dificação do
llospi al Geral,• o atu l governo terá que
aplicar mais R$ 2 milhões 181 mil.Moeu re-
1 a tório, o secretário 'Tavai s lembra que serão ne
cessãrios ainda invest. tos na ordem de R$ 16 mi
lhes em equipamentos par coloar o Hospital em [un
cionarrento. Esse total,soado zos R$ 12 milhões 219
mil,equivale ao volume de rursos que foi in stí
do no prédio pelo governo passado.Além disso, par
equipar e ativar os 1.400 leiton projetados, neri:io
necessários invest.i.rrentos da ordem de R$ 40milhões.
d
CiOVERNO PRIORIZA ENSINO BASICO
Se nos anos anteriores a educação públi
ca esteve relegada, desta vez reassume seu
lugar de destaque na administração de Wil-
A Universidade Estadual vai ser aprimo- son Martins, como acontece em ãmbito fede
rada dentro dos próximos quatro anos. Aral. A política educacional, voltada para
revisão em seu projeto pedagógico já come- o ensino fundamental, terá o mesmo trata -
çou. A primeira medida tomada nesse senti- mente que recebeu na primeira gestão.
do pelo governador foi nomear uma reitora Ao final da reunião com o secretário,na
"pró-tempore", qualificada assim enquanto última quarta-feira (18.01), ele colocou a
a instituição não for devidamente autori- educação como prioridade, ao lado da saúde
zada pelo Governo Federal. e da recuperação das estradas. Para levar
A reformulação vai seguir orientações - avante seu projeto, o governador quer con
de uma consultoria técnica e terá a parti- tar com a ajuda da sociedade. A intenção é
cipacão da sociedade. O secretário de Edu aprimorar a gestão democrática do ensino,
cação, Aleixo Paraguassu Neto, anunciou - envolvendo de fato a comunidade. Com as or
"que este ano não haverá novos vestibula - ganizações sindicais de trabalhadores em.
res. Nem outros novos cursos serão criados,
até que os já existentes sejam regulariza
dos. "A UEMS será reestruturada, mas não à
custa do ensino fundamental, que é voltado
para as classes menos favorecidas", sen -
tenciou Paraguassu.
o Governador Wilson Martins manifestou
sua vontade de ver a universidade consoli
dada, voltada para o desenvolvimento econ2
mico, científico e tecnológico do Estado. - Retomar os inves
"Queremos um povo preparado, culto, que te timentos nas áreas
nha em alta a ciência e a tecnologia",afir da educação saúde
rnou. e recuperação de
Desde a campanha, então candidato ao estradas. Esta ê a
Governo, Wilson garantiu rever a implanta- intenção do Governa
cão da UEMS - que acabou transfonnadl. em dor do Mato Grosso
polêmica pelos adversários. Mesmo assim do Sul, Wilson Mar
sustentou sua posição e como governadores tins, anunciada na
tá ... honrando o compromisso. manhã de (20.01) ,du
Defesa Civil emia cesta de #E±#.±±
20 escalão. Ele en-
1
• t desabr·1gados fatizou que º traba
aliem1OS 3 tt5ã
Pela enchente
. "--, ra reverter a grave
g crise que assola o
Estado em face de -
·dívidas deixadas pe
la administração -
passada.
Para o governo -
do Estado, o siste
ma de saúde terá
que sofrer algumas
modificações em ca
ráter emergencial
Estudos visando o
fim das filas e a
possibilidade do u
_ suário marcar con
·sultas pelo télefo::
ne, já estão em ,an
Os desabrigados pela enchente em Porto
Murtinho (480 Km da Capital) e Anastácio -
(127 Km) estão recebendo as cestas básicas
enviadas dia (20.01), pela Coordenadoria -
Estadual de Defesa Civil. São respectiva
mente 100 e 40 para as famílias cadastra -
das nas duas cidades.
o mantimento faz parte das ações emer
genciais de ajuda que o Governo do Estado
está prestando às populações desalojadas -
pela última cheia dos Rios Paraguai e Aqui
dauana através da Defesa Civil e de outras
secretarias. As cestas são suficientes pa
ra alimetnar as famílias durante um mês.
Governo vai Recuperar Eficiência
de Educação, Saúde e Estradas
FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES CO~ERCIAIS E INDUSTRIAIS DE MS
ALERTA AÔS EMPRESÁRIOS
A Federação das Associações Comerciais e Industriais de MS e a Asso -
ciac;ão Comercial de Campo Grande, vem à público alertar aos Empresários·
para a cobrança indevida efetu~da, indistintamente, a todas as empresas
de nosso Estado, pela Associacao Coercial e Industrial do Brasil, medi
ante a emissão de Ficha Bancaria de cobrança.
Essa entidade não tem cunho sindical e tão pouco representa as epre
sas sulmatogrossenses, visto que nenhuma delas sao filiadas à referida -
entidade. Colocamos para tanto, nossas assessorias jurídicas à disposi _
ção dos Srs. empresários para maiores esclarecimentos ao mesmo tempo em
que informamos já termos procedido a interpelação de tal entidade.
VACNER S. MARTINS (Pres. FACIMS) NELSON HACIF (Pres. A.C.C.G)
Bela Vista-MS., 24de Janeiro de 1.995 - Passaos is ãos de V,S3 Docuento alertando a
os senhores _empresários de cobranças Indevidas que circula e nossa cidade diante for-
luios bnncarios de cobrança. BRUNO CAUAt;O BRM'DÃO (Prcs. Assoe. Coe. 'de BcJn Vista)
damento pelos técni
cos do sistema esta
dual de saúde. "A po
pulação necessita de
um tratamento de ci
vilidade", explicou
o governador, defen
dendo ainda uma polí
tica de melhoria sa
larial para os médi
cos que prestam ser
viços para a comuni
dade.
Ressaltando o pa
pel do professor na
formação da socieda
de, tornando-a mais
digna e desenvolvi -
da, o governador fa
lou dos avanços que
já vêm ocorrendo nos
primeiros dias de
sua administração. A
democracia,fundamen
tada no diálogo, foi
lembrada pelo chefe
do Executivo Estadu
l "Os bons tempos -
estão de volta. Ja
mais fugiremos às
responsabilidades de
discutir a situação
dos professores a
partir da sua própri
a categoria". -
.Wilson Martins
disse ainda, que os
indices de reajuste
M rlinr,.
Hos ital Geral
educação, cs canais de discussão já então
reestabelecidos. A Secretaria de Educação,
por sua vez, depois de um minucioso diag -
nósticc da situação, apontou medidas para
resgatar a escola pública.As soluções es
tão destrinchadas num documento intitulado
"Diretrizes de Governo". A educação foi di
vidida em quatro temas: acesso à educacão
básica, sucesso escolar/aprendizagem, pro
fissionais e gestão da educação.
O estudo faz um detalhamento das neces
sidades de obras. Entre elas a conclusão -
das C0:1Strucões, reformas e ampliações ina
cabadas, além da construção de oito estabelecirrentos
na Capital e e:n Municípios do interior; salas de aula
(72) ,ampliação (104Je adequação cam infra-estrutura.
para o magistério es
tão sendo analisados
pelas secretarias de
Administração, Educa
cão e Fazenda, em -
conjunto com repre -
sentantes do profes
orado.
"Tenho confiança
ro destino de Mato
a recuperação dases
tradas. O Departamn
to Estadual de Estra
das e Rodagens (Der
sul) e o Departamen
to de Obras Públicas
(DOP) estão fazendo
levantamento para ve
rificar as áreas
,mais atingidas.
:a
-.
:e
-- 1-.
Grosso do Sul". Com
esta frase o governa COMPLETANDO A-EQUIPE
dor do Estado ressaI Com a posse de ma
tou o desejo de tra is cinco importantes
balhar pela supera nomes do 20 escalão 'l-
cão das crises. Ele Wilson Martins prati
apontou o setor a- camente completa a
grícola como princi- equipe de auxilia
pal alavanca para a res. Na solenidade
retomada do desenvol foram empossados: -
virrento e a diminui= Benedito Odacir de !
cão dos problemas s2 Rezende - Procurador
ciais.Para Wilson Geral da Defensoria :
Martins, o aooio ao Pública do Estado,osª ~
homem do campo, com aldo Vieira de An •
financiamentos e to- drade - Diretor Ge - 'E
do tipo de informa - ral da Academia Esta
cão necessáia, cons- dual de Segurança PG
titui-se numa 'obri- blica, Nelly Bacha
gaçao primordial que assessora espec ·
1
,e
qualquer governanté". valdir shieue.sj,'
Para facilitar o roma - Diretor-Ad'uh
escoamento da safra to do Previsul 'h--
• _ - e o
agricola, o governo índio terena, Ev6
do Estado estara adQ dia Vargas na
tando medidas emer -, Sub-Secretaria - ·
seneiais com a fi-+ cial p/ As?s '
naliclac:le de promover Indígenas. os
1
I-
CLÍNICA CONSULTÓRIO MÉDICO
ODOHTOLÓCilC·o FARMACÊUTICO
. . ,,-
.RUA: DR.COSTA MARQUES , 809 - TEL: 287 - 1217
PORTO MORTINHO - MS
'
7
)
' )
l
DIÁRIO REGIOAL.
u j,
EM ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO DO BAtRRO ÁGUA DOCE
FOI PROPOSTA MUDAH(AS NA ADMINJSTRAÇAO DA OLARIA
clonárfos, multas vezes sem ter recur
os para Isso e obrigando a Prefeitu
ra a fnJetar recursos na entfdade,se
nenhum retorno para a comuntdade,
PREFEITO
SECRE ÃRIO P OPÕE MUDAN AS
NA ADMINISTRACÃO DA OLARIA
A Associa,ao d Pequeno Produto -
re do Bairro kgua Doc, , uma das mais
ant la da nossa cidade, realizou no
,íLL1mo dia 21 i, Lnrde, sóbndo, uma A!!_
embléfa geral que fof convocada pelo
Prcaldnntc dn untldndr, Ciro Perclrn
e que contou com as presenças do Pre
feito Municipal Abraão Zacarias, do O Prefeito Municipal Abraão Zocnr 1
Secretárfo de Promoção Social João Ka as, dirigindo-se aos moradores, explf
ltfe, que atua diretamente Junto as cou que nesse Inc1o do terceiro ano
Asoe fações de Bairros, Vereadores - do eu mandato decidiu adotar uma pos
Marcos Elias Klos da Cruz e Israel tura de ator responsabilidade nas
Chamor ro da Rocha, que é 1 (der Comunl coisas administrados pelo poder pÚbll
tãrfo do lalrro Água Doce, além de I- co Municipal, frisou que vêm lutando
númcro:; morodor n e Diretores dn Asso muito para que a Associaçiio de Morndo
e1ação. Na pauta da Assembléia Geral res do na Irro Água Doce safa da situa
cntnvn n preotoçÕo de contas da atual çio em que hoje se encontrn, pois j1
Diretoria e também a apresentação de se passara sete anos de existência -
chapas que d sejam concorrer à elel- da Olaria da Entidade, o!J maquinários
ção para a composição da novo Direto estão ficando velhos, as instalações
rio dn Associação do Bairro Água Do:: físicas já estão bastante deteriora -
ce, que será realizada no próximo dia das e até agora nenhum resultado con-
29, domingo, no sede do entidade. ereto foi obtido em favor da comunidn
de do Bairro Água Doce. O PrefeitÕ
ressoltou que na reunião com os pre -
tendentes à Presidência do Associação
de Pequenos Produtores do Bairro Água
Doce, que contou também com as presen
ças do Secretário de Promoção Social
João Kalife e do Vereador e líder -
Comunitário do Bairro, Israel Chamor
ro da Rocha, foram colocados e discu
tidos alguns pontos fundamentais para
a implantação de uma nova dinâmica ad
ministrativa na olaria, visando acim::i"
de tudo a evolução e o fortalecimento
da Associação de Moradores, tornando
a de uma vez por todas independente -
dos favores da Prefeitura e auto-sufi
ciente na sua produção de tijolos.
Partindo desses princípios o Pre -
feito Abraão Zacarias assinalou que o
objetivo principal dessas mudanças
que estão sendo propostas, é fazer
com que a Associação de pequenos pro
dutores do Bairro Água Doce realmente
venha a beneficiar os moradores do
Bairro, cumprindo com os seus princí
pios básicos, "porque até hoje, sem
querer culpar esta cu aquela Direto -
ria anterior, nada disso aconteceu" ,
afirmou o Prefeito.
Abraão Zacarias, em suas palavras,
também deixou claro que a Prefeitura
Municipal, através da Secretaria Muni
cipal de Promoção Social, vai dar ma:
is um crédito à nova Diretoria a ser
eleita e continuará ajudando e inves
tindo na Olaria da Associação, mas
deixou claro que é necessária a imple
mentaçao das mudanças apresentadas pe
lo Secretário João Kalife. "Vamos pa~
ticipar ativamente, mas é necessário
que haja o respaldo devido, coso con
trário a Prefeitura será obrigada a
retirar sua participação na produção
da Olaria, porque nós não podemos gas
tar o dinheiro público em programas
que nao tenham o retorno em prol da
sociedade, ou de uma comunidade em ge
ral" salientou o Prefeito e complemen
tou: "isso aqui é de vocês, é do Bair
ro Água Doce e a Prefeitura não pode
dispor de suo estrutura, transportan
do barro, lenha, arcando com custos -
de combustíveis e outras despesas,sem
que haja um resultado positivo, não
para a Prefeitura, mas sim para a co
munidade envolvida nesse programa".
O Prefeito Municipal finalizou.su
as palavras convocando todos os mora
dores do Bairro Água Doce a participa
rem da eleição para a nova Diretoria
no próximo dia 29, ressaltando ter a
certeza de que essa eleição vai mudar
a história do Bairro Água Doce e
pediu o fim das distinções entre ven
cedores e vencidos, "a delllOcracia é
isso, tem que existir o ganhador ou o
perdedor, mas todos devem acira de tu
do assumir o compro"'1sso de ajudar a
administrar essa Associação, porque e
la e de todos voces e fie for bem admi
nistrada, tenho certeza, terá condiçÕ
es de servir e ajudar toda a counida
de do Bairro Água Doce".
O Secretário de Promoção Social do
Município, João Kalife, tendo cm vis
to o situação deficitária da Olaria -
administrada pela Associação de Peque
nos Produtores do Bairro Água Doce
existente há mais de sete anos e que
até hoje não obteve resultados posi
tivos na sua sua produção, e con
siderando que tanto a comunidade do
Bairro Água Doce como a própria Pre -
feitura ~unicipal, que até hoje prati
camente vinha bancando o produção di
tijolos, não estão sendo beneficiadas
com o retorno devido, apresentou uma
proposta de mudança no sistema admi -
nistrativo do Olaria, a ser implanta
do pela nova Diretoria que será elei
ta no próximo dia 29 e que, em resu -
mo, consiste na implementaço das se
guintes normas:
* Os funcionários que trabalharão
na produção de tijolos passarão a re
ceber um percentual sobre a produção
mensal, ficando uma parte para a Asso
ciação cobrir as suas despesas e apli
car cm favor dos Associados e da co::
munidade do Bairro Água Doce, cabendo
ainda à Prefeitura Municipal uma con
tra-partida pelos serviços de trans -
porte de barro, lenha, etc ... presta-
• dos à olaria do Bairro Água Doce.
O Secretário Municipal de Promoção
Social, João Kalife, que atua direta
mente ligado às Associações de Bair -
ros, explicou que o grande problema -
boje enfrentado pela Associação
de Pequenos Produtores do Bairro Água
Doce é a falta de um padrão normal de
produção na olaria administrada pela
entidade, ou seja, num mês ela chega
a produzir 80 e até 90 mil tijolos, o
que da para cobrir todas as despesas
com funcionários, energia, etc... e
ainda sobra alguma coisa, já no outro
mês a produção cai muito, gerando
'grandes dificuldades e não cobrindo -
nem mesmo a folha de pagamento dos
trabalhadores, que tem de ser paga do
mesmo jeito, assim como a energia con
sumida pelos maquinários, cujos cus -
tos giram hoje em torno de mais de R$
300,00 (trezentos reais) mensais.
Dentro do nova formo de Administra
ção da Associação de Pequenos ProdutÕ
res do Bairro Água Doce, acertada e
cocuo acordo entre os candidatos à
Presidente da Entidade, o Prefeito Mu
nicipal Abraão Zacarias, o SecretáriÕ
João Kalife e ainda o Vereador Israel
Chamorro da Rocha, representante da -
quele Bairro na Câmara MunicipaJ., fi
cou definida que a meta a ser alcança
da será a produção de 100 mil tijolos
mensais, com isso, cada trabalhador
• já integrado ao novo sistema adminis:
trativo, poderá ganhar cerca de dois
salários mínimos mensais, a entidade
poderá cumprir com a contra-partida -
devida à Prefeitura e ainda sobrará
un percentual para· ser aplicado em be
nefício da própria Associação e da cÕ
munidade do Bairro Água Doce como um
BRAAO ZACARIAS
todo.
Através desse sistc=, de partici
pação dos Funcionários na produção da
olaria, os trabalhadores também se
sentirão incentivados à produzirem ma
is, porque quanto mais a olaria produ
zir mais eles vão ganhar, ao contra •
rio do que_acontece hoje, onde, produ
zindo cu não, no fial do rês a Asso
ciacao e obrigada a pagar os seu fun
A PRESTAÇÃO DE CONTAS
Conforme previa a convocação da As
sembléia Geral, e Presidente da Asso
ciacão do Bairro Água Doce, Ciro Pe -
reira, com ajuda do Secretário de Pro
moção Social João Kalife, fez a pres
~açao de contas da entidade aos Asso
ciados e moradores do Bairro, onde fi
cou demons:rada a seguinte situação:
a Associaçao te hoje uma. dívida de
aproxiadamente 75 nll tijolos,incluí
Prefeito Abraão Zacarias fala aos moradores do Bairro Água Doce, ladeado
pelo Secretário_João Kalife, Vereadores Israel Chamorro e Marcos Elias e o
Presidente da Pereira
--
/
Apesar do cau tempo que fez no sábado, dezenas de moradores do Bairro Á -
gua Doce participaram da Assembleia geral
da aí a folha de P.agaoento dos funcio
nários do mês de dezccbro que a inda
não foi quitada. O pagamento dessa dÍ
vida será o principal compror:ússo a
ser cumprido pela nova Diretoria, a
ser eleita no próxioo dia 29.
Com relação aos tijolos recebidos
pela Prefeitura Municipal, em pagamen
to do transporte de barro, lenha ;
outros serviços prestados à Associa -
ção de pequenos produtores do Bairro
Água Doce, o Prefeito Municipal A
braao Zacarias inforou que eles são
usados na construção de carneiras pa
ra os cais carentes e pessoas de bai
xa renda falecidas e nossa cidade. A
lém desse atendimento arestado aos me
nos favorecidos pela sorte, é inten -
çao do Prefeito Municipal, segundo su
as palavras, ioplantar w:, prograca ai
melhoria das ooradias das fa!:Úlias po
bres e cais carences, muitas delas
morando hoje em verdadeiros casebres
e barracos, na periferia da cidade. "
nossa meta usar nesse programa os ti
jolos fabricados pela olaria do a!r
ro Água Doce e entregues à Prefeitu -
ra, cm contra-partida pelos serviços
prestados pela municipalidade àquela
entidade" assinalou Abraão. -
VEREADORES APOIAM AS
PROPOSTAS APRESENTADAS
Ioportante ressaltar que todas as
l ,,
f
._,,.
proposições apresentadas na Assembléia
Geral, tiveram o total e irrestrito a
poio dos Vereadores Marcos Elias Rios
da Cruz e Israel Chamorro da Rocha
que e morador e líder Comunitário do
Bairro Água Doce. Ambos usaram da pa
lavra para reforçar as propostas defi
nidas conjuntamente entre os cand!da
tos a Presidencia da Associação de Pe
quenos produtores do Bairro e a Pre -
feitura Municipal, que prevêem mudan
€as radicais na fora de Adinistra -
ca0 da olaria da entidade, dando A
ela um_carater de empresa, com vistas
a torna-la, realente, produtiva e
auto-suficiente.
AS CHAPAS APRESENTADAS
Curprindo outro objetivo da Asse
bleia geral da Associação de Pequenos
produtores do Bairro Águ D f
_ a oce, ora
apreentadas tres chapa -
concorr d - - s que estarao
en o as eleiçoes para nova D!-
retoria no próximo dia 29, que foram
as seguintes:
I - Chapa "DO POVO PARA O POVO" - en
cabeçada por Mercedez Rsaldi
2 - Chapa "TRABALHO' JUSTIÇA E UNIÃO"
encabeçada por Elizeu Medina
3- Chapa "DE FRE
F 'NTE PARA O POVO"
encabeçada por August, ,,-
Pinto .o +aao Leite
.. El te. Rtoel@is
marca de Bela Vista-!S. FAZ SABER à tod il desta cidade e Co
l, 'L, tos quantos o preset Ed
ctanas vire que, apresentaram os Documentos exi!d" ·nre Iilade Pro
r.o Civil Brasileiro, Incisos I u e IV • g os pelo Ar.180 a C5a?
,e pretendei se -
GILSON CARVALHO DA SILVA e PATitl'.'CtA DION1.SIA Dã;, casar:
teiros, residentes nesta cidade; ele ilitar, , NO, brasileiros, sol -
Morin Luisa Tobias de Carvalho· ela rec i i ho de Nilson da Silva e
ra Delfino e Nair D!onisia Delta. :epcion:sta, fLlha de Roero Perei-
Se alguém souber de algum impedimento
• ' que se oponha na foma dn Lei.
Bela Vistn-MS., 24 de Janeiro de 1.995
Janilde Rosa dos Santos _ O(iciala
(REPORTAGEM: BALDINO RODRIGUES)
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JORNAL TPIUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL
BELA VI> A, 26
TRIBUNI PIR
---- ----------------
J6venes Rechazan a Oviedo
La rcmociõn dcl
Titular de la ANR,Eu
qcnio Sanabria Cante
ro, por cl claro a
poyo manifestado a
la candidatura del
general Oviedo, fue
reclamada por miem -
broa de la juventud
colorada. Afirman
que este incita peli
qrosamente a un en -
frentamiento entre
civiles y militares.
Como una incitactón a
un enfrentamiento entre
civiles y militares rue
ron tomadas por jóvenes
colorados de diferentes
• correntes in te mas de
la ANR las afirmaciones
del titular de la Junta
de Gobierno, Eugenia Sa
nabria Cantero, de que
el actual comandante del
Ejército, general Lino
Oviedo, representa la
carta de triunfo del co
loradismo para el '98.
En el pronunciamiento
dado a conocer a la opi
nión pública, la juventu
de colorada reclamá 1ã
remoción del presidente
partidario "por atentar
contra el anhe lado proy
ecto de unidad y querer
llevar a una nueva lu
cha, tensa y agresiva,en
tre los movimicntos que
conforman nuestro parti
do". -
"Nosot1::os buscamos -
un sistema político na -
cional que se sustente
en la civilidad y no en
un esquema perimido, re
trógrado y corrupto, cc
to es todo sistema de go
bierno dirigido por un
militar con complejo me
siánico y de gran perjui
AFIRMAN QUE TITULAR COLORADO INCITA A LUCHA CÍVICO-MILITAR
■RECLAMAN DESTITUCIÓN DEL PRESIDENTE DE LA JUNTA DE GOBTERNO
Jóvenes de diversas corrientes de la ANR rechazaron el claro apoyo mani -
festado por el Presidente colorado, Eugenia Sanabria Cantero, a la candidatu
ra del general oviedo
cio en todos los Órdenes
de la sociedad", agrega.
Los jóvenes republica
nos sentencian que el
titular del Partido Colo
rado, antes de atentar -
contra la institucional!
dad de la centenaria nu
cleación política mani -
festando un claro apoyo
a un candidato militar ,
debería preocuparse en
aclarar las numerosas de
nuncias de corrupción
que pesan contra su admi
nistración en Puertos.
"Estas denuncias no
hacen más que aumentar -
el dcscreimiento popu -
lar hacia !a dirigencia
partidaria. Por ética
personal, política y pro
fesional. Sanabria Cante
ro debe renunciar a los
dos cargos: como presiden
te del partido y como fun
cionario público, y vol -
ver a su base, si alguna
vez la tuvo", sen tencia -
el comunicado.
"RETRÕGRADO PRESIDENTE"
Félix Ortellado, en vi
sita a nuestra RedacciGn
con miembros de la juven
tud colorada, afirmó que
"el retrógrado presidente,
que se caracteriza por su
comportamiento servil, ob
secuente, de origem esen=
cialmente stronista, hoy
nos quiere miserablemente
enganar e imponer la can
didatura de un general
con perfiles dictatora -
les, de mentalidad deli
(Õltima Hora, 20/01/95)
"Sanabria Cantero
nos quiere imponer
la candidatura de un
general de complejo
napoleónico".
(Félix Ortellado)
Es preciso coordinar una agenda el desarrollo
inmune al estéril ruido de la política.
Eso se conseguirá siepre y cuando el gobfer
no tenga el interés y la capacidad de aglutinar
talentos y esfuerzos para rovilizar al sector pu
blico y a la sociedad civil en la realización de
programas destinados al creciciento econócico y
al progreso social.
Esa agenda tiene gente tan valiosa ~ooo para
iniciar los decorados t ieopos económico y social.
La cuestiÓn es llegar a la certeza de que tan
importante coco la democracia es colocar al país
en camino hacia el desarrollo.
E!ECUTIVO AUTORIZó ARAIICEL CERO A PODLCTO
Tomates, cebol
las, ajos, zanaho
rias, bananas, P!
nas y naranjas ya
cuentan cor. el de
decreto por el
cual se retiram -
temporalmente de
la lista del régi
en de adecuac1ón
del Mercado Común
del Sur (Merco
sur). La decisión
obedece a que se
pretende satisfa
cer la demanda 1n
terna de los ru -
bros, ante el dé
ficit que suele existir en esta tempg
RUBRO
Tomate
Cebolla
Banana
Pina
EJECUTIVO AUTORIZÓ ARANCEL
DE LA LISTA DE ADECUACIÓN
Zanahoria
SALE
30'1. Enero
30'1. Enero
30 Enero
ENTRA
Ma o
Setiembre
Setiembre
30% Enero Ma o
30'1. Enero Ma o
rante y de complejo napo
leónico".
"No volverecos a per
mitir que el destino de
nuestro País sea conduci
do nuevamente hacia el
yugo de la dictadura. Sa
nabria Cantero se está
aprovechando de la proxi
midad de los coproisos
electorales para lanzar
este apoyo al militar.
No acptaremos este ti
pode candidaturas im =
pucstos, eso es categóri
co", expresó finalmente.
,.--------- -----------
TIEM PO DE TRABAJAR
POR EL PAÍS
Juan André Cardozo
Nosotros necesltamos t ner un crecimtento eco
nóIco uperior al 4 por Lento. Ahora apgnas •
nos aproximamos a este porcentaje, Y para avan -
zar hacfa el desarrollo debomos lograr un crecI
miento sostenido de 8 a I0 por ctento, invaria -
ble por más de qufnce anos.
Esta es la unica man ra para alirdel atraso.
ITenemos conciencia de que debemos trabajar ,
trabajar arduamente y por e. País, para alcanzar
sa meta?
i Qulénes?
Todos, por supucsto. Pero prlncipolmcntc lo~
responsables de la condución nacional y de los
sectores productivos
Sin embargo, el panorama no s favorable para
qu entremos en el tiempo económico o en el tiem
po social. O para compatibilizar el ttempo pol{
tlco con esas imprcscindiblcs fases.
De nuevo el cronograma político hará dif{e1l
superar el umbral de las actividades circunscrip
tos a este campo. Elecciones interas en los par
tidos políticos y de la definiciõn de cnndidotu=
raspara las elecciones munfcipales estarán ab -
sorbfendo otra vez a los actorcs políticos, lici
tando su tempo para dedicarse a las tareas que
cor.tribuyan al desarrollo.
Si nos dejamos arrastar por los interescs po-1
líticos, lamentablementc más sectarios en nucs -
tro País, no habrá la devida dedicación en el
Congreso y en el gobierno para la ndopción de
las medidas económicas y sociales que nos saquen
del estancamiento en que nos encontr..imos.
Y entonces tendremos otro ano desperdiciado.
Pero con inteligencia y voluntad podc::x,s cam
biar este panorama.
Bastará que los responsables trabajen. Y que
los políticos y otros factores de poder nos per
turben. Que no hagamos caso a la actividades y
titicas diversionistas. Desviacionistas y elust
vas.
30% Ma o Setiembre
Naran a 28% Enero Ma o
Fuente: Dirección de Comercialización - MAG
ta de los productos en nuestro media.
La intención es utilizar las tres
oportunidades y luego aprovechar la
entrada de los rubros con aranceles -
bajos.
Esto se dará siguiendo el cronogra
ma impuesto por las normas del bloque
económico, utilizando el régien de
adecuación.
Es decir, que si un producto cuen
ta con 30 por ciento de arancel, para
el '95, esta cifra debe ir disinuyen
do cada ano hasta alcanzar el nivel
del O por ciento.
As!, el tomate, con arance1 30 por
ciento en el '95, para el l de enero
del '96 debe contar con ur 27 por c!
ento, posterior=nte proseguirá la
reducción: 217 en el '97; 147 en el
'98; 77 en el '99 y para el2.000,07.
Esta isa disinución paulatina -
tendrán todos los productos, salvo
las naranjas, que inician el '95 con
un arancel del 28 por ciento.
(C1ia Hora - 23/01/95)
I·
• ACÁPITE: SIEiliE RUBROS SERÁN SEPARADOS TEMPORALMENTE DE LA
LISTA DE ADECUACIÕN, A FINDE CUBRIR LA DEMANDA LOCAL
rada.
El Ejecutivo firmá cl Decreto n?
7.304 por el cual se dispone la sepa
ración de catálogo de los siete pro -
duetos, cuyas importaciones tendrán
un arancel cero a partir de enero, en
el caso de seis renglones hortifrutI
.0las. La pifa tendrã este regiren a
partir de mrryo.
La fecha de reingreso a la lista
tabién difere segin el articulo.1os
tomates (frescos o refrigerados), las
zanahorias y nabos (frescos o refrige
·ados), las bananas plátanos (f'rcscos
y secos) y los agrios frescos y secos
(naranjas) deberãn estar reinsertos -
en el régimen de adecuación en el
mes de mayo. Las cebollas, los ajos e
pis retornarían al rol de adecuaci-
.õn en setiembre.
DISPOSICION DE OURO PRETO
Este mecaniso es posible teniendo
como respaldo normativo lo dispuesto -
en la VII Reunión del Corisejo del Mer
cado Comúm (CMC), en el brasilena loca
lidad de Ouro Preto, en dicfebre pasa
do. En aquella oportunidad, el CNC cmi
t1ó su decisón MERCOSUR/CMC/DEC. @
24/94, por la cual se otorga a los cua
tro estados partes del bloque la facui
tad de retirar y volver a reintroducii
productos de sus respectivas listas.
Este procedimiento se puede repetir
sólo tres veces en el período de ade -
cuación fi1'al de los Ítem y en tres fe
chas anuales, el 1 de enero, el l de
mayo y el l de setiebre.
Los argumentos para explicar esta
situación se dan porque para esta tem
porada se presenta un déficit de ofer-
POSTO ORTEIRA
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,..,
1 R ENTIIÇIO
A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de
Caracol será fix , denominada TRIBUNA DE CARACOL destacará s
notícias caracolenses, assim como as publicações de Editais
avisos, cobertura do legislativo e do Executivo. Uma nova Colu
na Social abrangendo aspectos esportivos e culturais, uma vez
por-mês publícaremoa entrevista com líderes caracolenses.
Contamos com o apoio do povo de Caracol para manter essa
TRIDUNA do Municí io.
p
·11ENÇIO CIRICOL
O Gerente da Sucursal deste Jornal em Caracol, KENER LOPES
LEITE, está desenvolvendo uma campanha de assinaturas. Você pg
de receber o Jornal cm su cuna ou local de trabalho aprove1 -
tando cate mên promocional.
A Assinatura ANUAL custa R$ 90, 00 (VENTA REAIS) - você pg
de pagá-1 m 2 ou 3 vezes.
Aproveite, faça a assinatura do JORNAL DE SUA CIDADE, a TRI
BUNA DA PRONTEIRA,
Numa iniciativa -
do Prefeito Juvino
Godoy, publicamos na
edição de ontem o Cô
DIGO TRIBUTARIO do
Município.
Foram distribui -
dos 100 exemplares -
na cidade, todos po
derão consultar o c6
digo a respeito de
cobrança de taxas,al
varás, ISS, IPTU, cn
fim, saber como e
porquê vai pagares
sa ou aquela taxa co
brada pela Prefeitu-
ra. Juvino Godoy - Prefeito Municipal
ta transparência - -
da Administração Juvino Godoy.
À
CD 1
~
RIBUTIRID
A estrada que liga Caracol a
Bela Vista está intransitável ,
já não era satisfatória, com as
chuvas ... se transformou numa -
trilha. Buracos, verdadeiras
crateras são uma ameaça à segu
rança dos motoristas, é mais fa
cil viajar a cavalo ou de carro
ça, se bem que também é perigo=
so, pois o animal pode quebrar
uma perna.
o
E as pontes?
Todas elas em precárias con
dições.
Aceitamos a justificativa ,
CHOVEU MUITO, tudo bem, mas que
tal iniciar AGORA o trabalho de
recuperação, afinal as
pararam?
E as pontes?
chuvas
E TEMPO DE CRISE O IEAHOI
NEGÓCIO É ZER PUL.KCID DE
Josélio vai Ingressar no PSDB
O vereador José -
lio dos Santos (?;'.-[)B),
eleito Presidente da
câmara Municipal vai
ingressar no PSDB.
Será mais um "tu
cano" no partido do
Presidente Fernando
Henrique Cardoso. Jun
to can ele diversas li
deranças de Caracol
se filiarão ao PSDB.
Falando ontem a
nossa reportagem, Jo
sêlio disse que "ca=
racol, a exemplo de
nilhares de Municí -
pios cm todo o Bra -
sil, despertou para
uma nova era, várias
obras foram executa
das na cidade, asfal
to, casas populares,
Hospital.e Escolas ,
despertou também no
aspecto social, cul
tural e económico, é
preciso que haja no
vas alternativas e
possuo mu,i.tas afini
clades com o partido
ele Fernando Henrique
Cardoso".
A respeito de sua
saída do PMDB, José
lio foi taxativo,"po
lítica se faz com cs
paços na comunidade~
sou jovem, tenho o
apoio da juventude -
de Caracol, aliado -
ao apoio de pessoas
mais experientes,das
chamadas velhas lide
ranças, gente de tra
dicção em Caracol, p
deremos viabilizar
projetos a curto e
su RCADOTIMBI
a
-+ gear;
. ' . . .
O maior estoque de gêneros alimentícios, bebidas, frios, armarinhos
e ferragens da cidade, pelo menor preço.
v. Brasil, 1.140 - Fone: 95-145 - Fax: 495-115-CARACOL-MS
Vereador Josélio dos Santos
Presidente da Camara Municipal
médio_prazo, enfim.,
tudo e uma questão -
de espaço".
Um dos projetos
de Josélio é mobili
zar os jovens caraco
lenses para a ativi
dade política, "ya -
mos criar o PSDB jo
vem, intensificar o
contato desses jo
vens com as lideran
ças·do partido no Es
tado, despertar vocã
coes políticas e pre
parar quadros para a
prox1.ma eleição". Pa
ra ele, "a renovação
dos qvadros é muito
importante, assim co
mo o incentivo 2
ssembléia
A eleição para a Mesa Direto
ra da Assembléia Legislativa po
lariza as atençoes dos caraco
criação de Associa -
r,,õc s Sindica tos e
cursos de formação e
aperfeiçoamento, que
remos trazer o SEBAAE
para Caracol, para
a realização de pa -
lestras".
Quanto a eleição
da Mesa Diretora da
Câmara Municipal dis
se que "agora vamos
arregaçar as mangas
e trabalhar cara me
lhorar a dualidade
de vida do iosso ~
vo, não há rusgas e
nem divergências, va
mos sim, somar esfor
cos e viabilizar pro
jetos na comunida
de".
lenses' n•ais precisamente no to
cante ao futuro Presidente e se
cretário da Assembléia.
Isto
porque Hal
denir Mo
ka e RO -
berto Or
ro são
dois Depu
tados com
base em
Caracol ,
sao consi
derados
os DEPUTA
DOS do M
nicípio -
u.n do
PMDB.
d
1
Ca
ta
Os do-
is são candidatos • .
Muitos es. a Presidente.
lei;ão de 3.? torcendo pela
oRRó, na voá_, outros pela de
Caracol esta "e politicamente
tada em ca"}to bem represe
ka A · s rande Orro Mo-
, rroyo e Valdir K - ' -
veram expres . - eves obti-
dade e o Bs~"a votacão na ci
t
• confia na pos
as apresentadas .s pro _
panha. s durante a caro-
Dep. Roberto erro

