TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº772_22_02_1986 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº772_22_02_1986Número da edição772Data de publicação22 de fevereiro de 1986Número de páginas8GeoCoordenada -22.123174334892628 , -56.517120189270734 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº772_22_02_1986 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1,1.IJA'I Oll Cl!LI-L; 1 V/1.IJO l'J.l1LJ Ili -ANO: V- NY 72 -BELA VISTA-MS DE Z2/02 X OI DE !ARCO DE 1.986- lRLÇO '.',1 lXi''J'l11 TRIBUNA OI FRONTEIRD ANO-IV ESCREVE PEDRO PEDREIRA Estamos comemo rando o nosso l 4 9 uni versário. Ingressa - mos no ano l5. , Foi no dia 20 de fevereiro de 1972 que iniciamos a cami nhada, não vamos fa lar dos sacrifícios, dos lutas, <los desa fios, não vamos olhar pata o passado, mas - para o futuro. Cheios de esperança. • lloje já. não - é só a Tribuna da Fronteira, edi tani'os jornai s para todas as cidades <la região. - Estamos deixando por esta passarela cha mada vida, alguns exemplos, cxperiên - cias e nem o próprio tempo poderá apagar as nossas marcas. Tribuna da Fronteira faz parte <la história de Bcla Vista. Não é fácil - fazer jornal no intc rior, mas o jornalis mo interiorano cgra tifi'cantc. - Temos procura do no decorrer desses anos aprimorar o nos so produto - O JORKXL e, também, temos pro curado acompanhar a ebulição dos tempos mo'tlernos. Tudo se pas sa rápido demais. vã rias transformaçoes políticas, iociais ~ económicas estão se processando. Procura mos acompanha-las. Um vento for te, de mudanças, es tá sacudindo velhas. estruturas, estamos sentindo isso aqui 119 jornal,mai·s, pre cisamente nos homens e mulheres que fazem a TRIBUNA. Algo de'novo - está surgindo. .. O Brasil ja não é o mesmo. e até a nossa Bela Vista - sente o clima dessas transfo rmaçõcs. Outro dia.. me perguntaram qual era ººº Rccoemos 0t cío do Presidente da Comissão Munici pal de Esportes, - ELIO LINO RODRIGUES informando que no período de 28/2 a 2/3, será realiza da em nossa cidade a VIII Copa Morena de Futebol de Sa - li.io .. a vantagem cm fazer Jornal no interior. Nuo vantagens mato riais, pois só 6os mcrccnirios <la in formação visam uni comente essas vania gcns, Respondi que cu tinhn apenas - uma vidn- nesta Ter ra - em toda parte ha alvos apropria dos e o jornalis - mo interiorano me permitia a opor tunidade de'parti cipar ativamente - <lc ·mudanças e de aprimoramento, E algo assim como T plantar um pé de manga e depois - colher os pri moiros frutos. llojc comemo ramos o 14 9 aniver sário. Temos abso luta certeza de que csté jornal sobre Yiverã ao próprio tempo. llaverâ con tinuidade. Sempre. Quanto.a objetivos linha editorial, - etc,etc, sempre - lembramos-que há - jornais interiora- .nos que vegctam,es tão a serviço única mente de seus pró- prietários,mas nós da TF. chegamos - até aqui. LIVRES, porque·sempre man tivemos os olhos - abertos e as nos- sas lanças sempre estiveram afiados para combater os - demonios da estagna •• ção, da hipocrisia: do entreguismo, da picaretagem e do - imobilismo mental. Um vento for te sopra na Reda - ção, 1986. sera mui to melhor que 1985, sob todos os aspectos. FELIZ ANIVER SÃRIO TRIBUNA DA FRONTEIRA, PREÇO DO EXEMPLAR « C O P I M O R E N » 1-'artlcipar.io do torneio : . Pon ta Porã, Antonio - João. Campnnãrio e Bola Vista, Os jo gos terão seu iií elo dia 24, ás 20- horas. no Gini.ísio de Esportes. Segundo o Presidente da Co - missão Municipal- de Esportes 'a nu - n icipali d d e . !, ,, . pre acompanhando o esporte bela - vistense, incen i vando- o para seu aprimoramento, an te seus nunicí= pcs, purticipnr5 ativamente da pronoção", A COPA MO- CIRNIVIL-88 NL.»IA LDIAO MAIS? FOTOS ·DO CARNAVAL 1 86, NO CLUBE BE - l.AVISTENSE. MARILETE RO DR IGUES CORREA ·1° LUGAR - GINALIDADE. AMARILDO COR- xo 1° LUGAR MASCULINO. Um fato-• - Mas há políti "Sui generis" vem ca na PM? - ocorrendo em nos Não, não há sa cidade. Tratã- politica na PM, mas se da transferên- já injunçôes polítl eia de vários sol cas. dados da Policia- Explicamos:- Militar, normal·- vários soldados, ou sob o prisma de melhor, todos os - remanejamento que estavam servin mas inusitado do em Bela Vista quando o fato é foram transferidos visto sob o pris "A PEDIDO" para ou ma...político. - tros municípios .- Problemas Acontece que estes existem, normal ~oldados NÃO PEDI- onde atuam homens, RAM suas· tranferên mas generalizar - ciasestas foram por causa de um solicitadas-por po ou'outro caso par líticos, ou melhor, e "2.000. ticular. é suma - pelo PMDB local. i e ceccs c-l ssue LU- TRINSFERÊNCIAS INUSIT MIAS.; • fontes ligadas á própria Policia - Militar, essas transferências fo ram solicitadas porque os soldados 'estavam em Bela - Vis ta há mui to.~ tempo ~ ji co nheciam todos os seus moradores fato este que im pedia um traba lho mais rigor so". RI.A uma rea- li:a,ão da TV - Morena. Ja {a part da tradiçao , salonístca de nos so Estado e. sem dúvida aluna mais uma vez obte ra sucesso. Essas - transferências pre judicaxm e mui to os soldados , pois aqui pos - suem suas ca sas. familias etc, etc, e agora de· uma hora pa ra outra, "por política", tive ram que arcar . com enormes Pre juizos. Bela Vista. é una cidade tranqÚila, onde , realmente, todos se conhecem, nao e . uma terra •••• violenta. -------------~--..--1 L YAO DEIXA PMJ 'O POSSO FICAR NO PARTIDO DOA MENTIR -pagina 4- ----- ,. ANTONIO SI·LV!-'IH/ X.1'.VIEíl .o Presidente - da cimara MunicipRl de Bela Vista, Anto mio Silveira Xaviv~ que está desenvol vendo um bom trab lho frenLe ao Le g1,slativo belavis tensc implantando r,efo.:-mas que se f z1ar necessárias,a lem de procurar e quipá-la com o que há de de melhor falou - ontem à reportagem de a TRIBUNA DA FRONTEI- RA, conclamando o povo a se unir à campanha prÓl LÚ dio Coelho ao Go verno do Es:tado. Disse o popu lar Toninho: HEstá na hora de Bela Vista des pertar, formando: uma corrente, en volvendo todos os segmentos da comu nidade, apoiando: LÚdio Coelho para o Governo do Esta do e Pedro Pedro; ian para o Sena do. LÚdlo rnoG r-ou em Campo Grande, na Prefeitura Muni c!pal, n sua ca pacidade de trvba lho, a sua hones - tidade e o seu a - mor ao nonso Esta do. Pedrossian é o grande lÍdcr que todos conhecem , tudo o que plane- • jou quando Gover nador o atual Go - verno está tentan do fazer. AÍ estão Ginásios de os Es- portes, construi dos em quase todos os Municf pios - hoje servin do até de cabide de empregos para - os que ontem criti c_avam suas constru çoês- Apaporé,Guai rã Porã e tantos: outros projetos que - transtormaram nosso Estado, Estes são os hanens que precisamos homens de ação,de tra balho e· de obras e não de PRCMESSISTAS. Fina lizando Toninho lançou· o brada "DESPERTA BEL/ VISTA CCT-1 LÚDIO E PE DROSSIAN'.' . DITO !- e vr:Iro foi o - mies do Carnaval. P Ih;os,colabirz,i errs,magos e bruxa - tolos brincaram a qua tro noites (e d1o) uns desfilraun pela a v -ni<la, outro, ro_; ;;-, loês. Foi o mês da co vocação da seleção br_ s!leira, e de oura - convocaçoê:;, polÍLk~ sobretudo./lgLU'lS CO!" tes de t-iinistro:; e no mea-ções de oulro::;, com o Presidente Sarney se afastando cad3 vez rr;, is do P!IDB. Mas tudo - . isto faz parle úo jo goda vida (ou da poli tica). - Ehquanto Pedros sian e LÚdlo inlciorn a caminhada, conseguindo importantes adesoês no interior, os "caciques" do PFL em Campo Grançle estão procurdfldo a luz no final do túnel, e - até agora só consegui ram vislumbrar uma tê nue chiama de uma vela. Estão se esquecendo - das bases, estas não - querem acerto com o PM DB- quem viver verá. Aqui em Bela Vis ta, os vereadqres es - tão preparando munição não vai ser fácil para o prefeito aguentar os disparos. Já se passa-/_ 72 , - - - de Inconpetnela do - prefeito anterior qu era do H'. Pela 1órtca Pr feiura devri e ar impecável, cm as fine. çs m dia, quadro coa ploto (e satisfatrf) as, pelo 'eito, ainda segundo os ve'dores o que ocorreu e es - ocorrendo, é nada ma!s nada menos que uma sé rie de dlvf'rgê-nciDS de rretodos. Já se pergun ta: -Todas as Prefei turas da fronteira es tão quebradas, é bom - lembrar que os prefei tos da área nos -Úl'ti mos seis rr.t::.es,eram - do PMDB. E agora? A missão da im - prensa é informar, a do jornalista é divul gar e se possível ques tionar,sempre, fazendo do jornal un meio de a primorarnento de nossas insti tuiçoês. Neste "camavàl" t' s lido em outros - ornais e participando de conversas onde se - u u·i,•1- • • +0 tA. politicna tens aco4 nrndo se traben nna Canora, no D!netá, n Prefeitura, •• Temo absoluta cer. teza de que ele, coa _ b a t an s msur1dade saberá avaliar a a, _ candidatura. o é moço pau m,r iJ urJldo com r I'.!l( "·" tes e tapinhas nas coe tas. Evidente que, para Bela Vista, e reio, mui to ban ter un repre sentante, mas, coerên. cia, cabeça frla e n:·. llsoo, não fo.zem rr.al a ninguem. Em tempo: Há llU1 ta gente interessada no:; $$$$$$ q1Je tal ca'ldida tura pode render, do _ que preocupada real.me te cem o futuro de Be la Vista. E .tem aqueJ velha estória do - "boi de piranha" .Co mo diz o Pedrel: ra, para "Há um tudo, tempo até - mesmo para se fa lar bobagens...", Pois e. (IP) TURISMO SE UL . _..,J,ll • DE LXE A PROGRAMAÇÃO CONOSCU. ÔNIBUS TREM AVIÃO - NAVIO . A TIME TOUR - TURlSMO LEVA VOCE ONDE QUIZER "E VOCE ESCOLHE FORMA DE PAGAMENTO· .... ·++1A.Ir PELAS MliOS DE QU_EM TEM EXPER1ÊNC1A *** Jeito Especial 1 ·• ··---- de Fazer· RLSERVA DE PASSAGENS AEREAS PARA QUALl/úhR CIDADc. USE <DS SERV1ÇOS DA TIME TOUR TURISMO RUA: - 13 DE MAIO 2310 TELEFONE: (067)-382-7436 -382-7987 EMBRATUR-00145-00-42-7 Turismo t 261, 1 ODOVII DOS ESQUECIDOS Jl8 IM • PORI MORTINHO :no nlJltJIRIIO- rid:i histórica, situa s margens do rio raguay, habitada - r um povo bom e hos ,t,ilciro, c .. stá mar inalizada, esqueci por aqueles, polí ticos carreiristas jlll' s Ó 11 v i s i t ,1 m em pocas eleitorais, Ge 1.1Jmcnt<' de iVl,(). O Mun i..: Í pi o - V SllÍ I111('11~,as JlOl(·ll cial idade:s no .il' tor, sem falar - que a con:; 1 ru.;iio - do POJ(T() dCir:í no a vida :í t:i úadc. Acontece que nem estrada Porto Murtinho possui. - Quem se aventura a viajar pela llll 2h7, a ESTRJ 1 DOS ESQlJf: C!UOS, verá uma= « j ' I l 1 t-J o - L r , .., 1 ·- '-·' • • •' BURJÇOS, VJLETAS E J "ESTRJDA" BR 267 ... 511 J..,n1 l'''I hora, hu l',IUIS, ':tJCl:IS, ele~ moronamentos, cn' - - fim, uma urcntura digna de um filme - cp1co. Na época das cleiçocs mu11ici p,1is. o Governo do PMIJII mandou pa- ra Porto Murtinho m:íquinns e homens. Trabnlharam Jc Porto engorda 130.000 por arrecada va- milhoes para sagrados co do Governo, JS nao recebe nada cm promessas. Depois de a travessar várias en chentcs. o Governo-= Federal, atendendo - o veementes apelos Jo povo murtinhense, r,•solvcu construir o DIQUE. Mas a histó ria desse "DIQUE" é usunto para outra reportagem. pois transformou-se numa NOVELA. . Graças a. 1ni- ciativa privada Por to Nurtinho está do tada Jc bons hoteii, entre outros o Hotel dos Camalotes. Beira Rio e Americano, gra as as suas bele>às naturais e facilida- des para a pesca . Jtrai milhares de tu tistas por ano. Pos: ,100, rios os fres Murtinho mais de bois troca, SÓ paisagem linda, mas sofrerá as agruras de urna rodovia que não merece a mínima atenção das autori dades. O motorista arrumaram ruas, es tradas vicinais e até o acesso a cidade. Depois, bem, depois é ou tra história. •• O PMDB perdeu nho do mup:I. Agora ,e fula na cidade cm . 1,1ic·roc.lrcna gem, estão até brigando para ver quem 'o mandará", Se o P/1011 ,, derrotado nas eleições, ou o PFL. vitorioso. Est5 cm jogo mui tos empregos e VOTOS. Mas , e ;i cstrada,?·Estrada? Os caminho - nciros, transpor tadores da prin cipal riqueza - do municipio -o gado - os motoris tas de ônibus . os viajantes, os turistas, enfim, todos aqueles que precisam ir a Porto Murtinho ro garn, não mais ao GOVERNO DO ESTJDO. mas ao GOVERNO FE DERJL, que tome providências, ur gentes, dcfiniti- vas. Aquele povo, bom, trabalhador e hospitaleiro não mdrcce esse desca so. esse olhar pa ra os lados e a In <li fe rença. Porto Murti nho precisa de - ui_ta_coisa. vamos º' 10 • itu«o da Bus .o e tas {ao critica, que a ROIArY HUE DE FOI!O MUI T iNHO apelou ao ciandnte do 9 li( s e d i a d o em J A R D I M , para efetuar o n e - cessários reparo». Segundo infot soes. ''não há verbas para os r paro". DI ainda que ''se quisesse o DR{I. poderia r parar a estrada e faz r a sua nanuten - çfo períódic.1", Eis a intera do ofício enviado ao 99 HLC. pelo hJIARY: "(J R0TJ1O' C l.llli lll: l'0IU O MlJ/l I I - MIO, através de seus membros, vem por - meio desta solicitar a !'.a, os reparos nccessarios n::i !lll 267. t rcrho .JJl!lJHI a POHTO ,1lJRfJ:-:IIO. r:11 sollc i tação se prende ao fato de que l'orto·~l11rtinho dep•·11dc - cm grande parte cless:i estrada per onde é o fluxo maior de .oda a sua atividade comercia' e ..:oti-. diana. Devido ao péssio estado que se cncontrn . nossn cidade derá ficar isolada do P/1S", cm po- com paciência, con ·segue rodar a 40 a • FÀCIL ... PARA OS ANIMAIS ••** as eleições e I riscou Porto Murti Temos visto v5rius m~qu1nas do DERSUL, em JARDIM, á cspera ... sa - be la DEUS DO QUE. A conscrvaç5o da estrada é responsabilidade do 9° BEC, mas, se gundo informações. o mesmo não está em condições de atender. FAL1A VER BJS. Então, que o DERSUL assuma a responsabilidade e dê início imediata mente aos trabalhos de recuperação da ESTRADA DOS ESQUECIDOS. :_ ------------------------------------- Dr.Antonio do Nascimento ADV06ADO CIC. 006!474.381-00 -Õ',B/MS 2809 CAUSAS CIVEIS. CRINI!AIS, QUESTÃO DE TERRAS, DIREITO DE FAMILIA E • TRABALHISTA". ESCRITÕRIO: AV. RIO BR,NCO 193 . RESIDENCIA: AV. RIO BRA!CO 187 FONE- 305 PORTO CEP: 79."zso ~lURTTNHO - MS , Abra a Sua Porta .Para o Req uirite· e o Bom Gosto L. M MOVEIS SUA Rl:SIDENCIA OU ESCRITRIO MERECE QUALIDADE ACIMA DE TUDO. ARTE, REQUINTE E BOM GOSTO: A~liRIOS, GUARDA ROUPJS EMBUTIDOS. COP,, COZINHA, MOVEIS FABRICADOS COM MADEIRA DE LEI E FORMI CJ- DURABILIDADE. "'• SERRASUL R-UA DA REPÚBLIÇA N. ·10_0 FONE: 439-129.6 • BELA VISTA 1$4TO GROSSO DO SUL 1 1. 1, JRM'! HEI'A D; IR TEIA llll l 1 . 1 1 ' ----------------- --- ---- CALVINO ,, • 10 POSSO f IC Mfirmando que " o p:.if1B pt·rdcu ,1 - s0a pureza ide1oi -:,1. traiu a confiança cl,J 'povo, transformou .~c 1111111 verdci rc, saco de atos, uma &alnda ide@'lõglca, onde con vivt•Ip ,•:-.quordist:is de esquina, conservado - rcs, la tiruntlifrfo.s:,j oportunistas, engana~ dores, promcssislus e mentirosos, por tudo islo, pelo compromis- so que assumi • com o pov que me ele - g,•u •. vereador, O - MMIS VOTADO EM BP.LA VISTA, nio posso - continuar no -Parti-s do da mentira", dis se ontem. a rcport! gc111 de a TRLBUNA 7 DA FRONTEIRA. o· ve reaclor MARCELO CALVA'. NO, -· J?rosseguindo , Calvano, diz, "veja a situaçio em Bc- Ml:.IHIHA", "Por v:íria,; vc::(Vi, - pros!óc - puiu - o Govcr- nu<lor est~vc cm llela Vista, e corn ;,trtuc lc ·'S:CU. pisca J • -•p1.-:;ca 0,111.•rvoso J ''prometeu o asfal to imcdlutnmcnte dizia el.c, mas, perdido no tempo e no espaço , o . imc<l iat amcn te ga - nhou uma <limcn süo atemporal ninguém sabe quando e nem - como, s6 o ho men promessista é que o pode. dizer". • A respeito de segurança pública , o vé rcador Calvano - disse que "se Bc'la Vista tc::m segurança e, mu- i~ _ _pelos valo ' ' * ... VEREADOR MARCELO CALVANO ***. - -···--=--- :..__------ - rse u 1 ç .i o p o l1- t e; .. r;ovcrno :kn raso, M;:relo.Calva ,,o t.•,l tende que :. "G f"d l") n jJ o roJc IIIJ Í S S'J l'l!gall,1 do , stanos a beira do abismo. sinto vcrconha ao ver que . tudo aqui lo que pregavu - mos nos pal:inqucs hoje serve de mo tivos tas". Com refern cia a Mdinist1 s çiio ::ur.1cipal , Marcelo diz. /"'o prcfcl to llft,'Nl - :ACARTAS. usando- de sua can<'tJ. 'Ci1 exonerando paulatl namente l' ínsistcn tc1;icntc runcion:i-· rios públicos, em geral alcg.1r1do (1) 4 .. '(1)- PATRICIA HOJ{AES ( 2) - MAR ILENE CORRl:A (3) - MARCOS LÕRIS (4)- OTAIR CORREA E +EIA- .:;: . ' . ~--···:: ~'" ··-·.:. ás.. "' ' ,, ~ •. - ,";". 3.._+ Você· Não .. ' . . ' PARA:-CONHECER A ?RECISA . IR DELIGIP'SJ .COMI·DA - ... - . •· 1-tINEIRA • · ELA · VÊIO - .. o. Jp; "Ti, ::,'coPIHO CELAo, ' JS ffi:Ll.a:rÀs. DA :, .,° ·• · VINHC JJAS íHP.C,RES COZI r. .:. PRocbSNé1As E À • 'ÀNorE tr E.'. "riuA DE tos E ~ ~ E vÀP..rm~ ... ··• ciuEr.íós 11 UMA- Ex- ,..· .... -" DE"DE ÃP.ERITI • . • CLUSIVIDADE GERAES. ,.. . - . . _..a+a.-s" ·- ... la Vista, o Governa- res pessoais des dor WILSON BARBOSA ses abnegados - MARTINS, em 1982, au- policiais do que torizou que falisse - . pela assistin mos na campanha cm eia .e vontade - reformas de educnção, desse Governo • - saúde e· o que é promessista. Chc-. mais •··importante, se gam ao cumulo - gurança pública, e através do Pre que falássemos· tam- siderite do, Dire bém do sor,ho • do be , tório do PMDB -; lavistensc. • que te • ·de pedir -à trans ria em· seu Gover ferincia desses - no a p-:x:-~?iJ,(:{.J.A: .-;:de~ p_olicia'is milita ligar Belii"."'Vista - • res de nossa c1 por asfal tô ao res • -'.da<le pa.r sim - to do pais. TUDO.:'?lês capricho e • • ·;. , ' '. . ,t :-:-:,~ -'. 7 --i-i-------· --~.---·:=:=-.-- .. ---?".:.;- ... • .,...._.,._._... ns.asa. • !, ·--- '()::-, tJ.. vil L /'. j , , mina o no pio e qu ]0te " ;J ."I l' ll l l t l li t .t l" . 1 • . nar o povo. l a 's , . . s15tenta me s [ r r .i os pob 1 • ,. . 1 , hortas cortu t Í I j, ' r. o asfalt r luto ... <, .. i 1 • r iI , IO EA- 1I 'f • :-, ~- 1 1 1 11 ( 1 1!.l: 1t"\i '1~ 1 1 :,!' ()S', i.! 1"I: ! in.1! 1.:c11 1 e , 1 •,11:n r. )r' r~-~-~--------- ' (3) . " EURO PED E SE!lUIO CRUZ SINAIS DOS TENPOS Quando ser do MDB - era ''difÍcil",eu era do partido,accmpanhava os - meus amigos Sergio Cruz Roberto Orro e Valter Pe reira. Não cobrava maté: rias desse pessoal,era tudo na faixa. r-:ARCELO MIRANDA HOJE Hoje o meu MDB- passou a ser PDB, e vejo nele o Senador Rachid. FigueirÓ,Sch! midt, Marcelo e ou - tros destaques da P~ litica sulmatoros scr.se. Vejo_to.mbém - varios pecuaristas - belavistense, gente do dih·iro as o tempo é u n roméd1 p o d e r o s o .. r Tudo e! voltando ., PUREZA TDEOLÓGICA VAMO::l CO!.OCAk o::.; primos 1./0S Jêi Olhn pe::.sonl vamos dar uma bas ta no demagogia; aceitar uma reall dadc: ou OG polÍ~ ticos encarem de fato o novo tempo oobrotudo ds do - PMDB ou pendurem as chuteiran. Cer to está o LÚdio :. viu que no PMDB - nao dá, não casa com as suas idéias e foi para o PTB do Jânio. CRUZ CREDO Nesta edição o vereador Calvano des ce a ripa no PNDB, diz que o partido - oerdeu a "Pureza I deológica". Perdeu mesmo vereador, es tou com voéê. só se vê coerência no PT e. no PDT, o restante •• , sinais dos tempos. RJ:"CLAM/CÕES j C que já ouvi d reclamnacoes dos "ser moe' do Padre Bento não eata ro eib! di ria, em diferenças sociais, etc. POIS E Quem recla - mou comigo é figu ra de destaque do PMDB. Oras bolas, o partido tem em seu programa a RE FORMA AGRÁRIA e a cabar com as injus tJ.ças sociais. Quem é do PM DB, e não quem es tá no PMDB,TEM,Di VE E PODE CONCORDAR COM O PADRE BENTO. OUTRA COISA A 'Igreja mu - dou sim, não é ma is aquela Igreja - que so fazia casa-· mentes, batizados festinhas,missas em latim e os padres viviam junto com - os ricos. Mudou sim e não me venham can éssa história de - comunistas, para - um cara meio alfa betizado é s±mpl~~ reconhecer que o - materialismo· diaq tico não casa e- nem namora com o - marxismo. ESTOU COM O PADRE E NÃO ABRO C'.!l"LC, 0 em bela ta es a f!ar,d igual circo de - horrores. Depois cu conto. cheques; de con - r ~rrí'r.cln,, ... t;,::n,a N ver!de,mas verd de uso,a r esti infesta cl de r bcs,not..r frl1;:,, r .;t.rr.t, - rambiqa, etc. Nu. c se rou ou tan o neste- P:d ;. CMIDTOATO'j Além de Il de.fonoo Pinheiro lançado cnr.didoto- ' a deputado stadu- al em B La V1a ta há mair dc- i de Ponta Po ro, dois d.i Jnr dim, um de Por to Murtinho, um de Maracaju; va- rios que "de 1á" - i d 1 Z§ID _...aer - Nessa questão estou com o padre Bento e com a Igr~ ja, só não concor dei foi ..Sº'!!-·ª .. sua._,. • cifúe-a.' a respeito do Carnaval. Foi tudo muito bonito e ão hou ve "excessos"• . - Muito pelo con - erário, até foi- Vejam so, lá em Campo Grande juntaram o LÚ - dio, Pedrossian e aquele turco simpático, o Za her; Comentam que o Levy es tá "quase" se - acertando com o PMDB, no inte - rior os pefeÍi~ tas nao querem- e R ILDEFONSO PINHEIRO MURTINHO história é tão - tenebrosa que fede mais que esgoto. Cruz credo.o. que está aconte- cendo em Porto - E NÃO É só LÁ NÃO % [fil □ "daqui" e "dali" com raires, etc, etc. Lembram-ae do Doutor Ely? É - so uma ça. lembran- ". •• w i ,, te ,, - 1 'TINA CARDINAL ' .... ·. t 2 ) RODOLFO PEREIRA E. .. ~ t-- .. SENHORA E'AMIGA. . . 3 ) - BERNUDEZ E FLAVIA 4 ) - ADIÚANE _.PEREIRA DINIZ JORNAL (' TRtrBUNA DA ' - 1 FRONTEI- RA. K AZE 'aos .coM .. --------·------------------------------------ -------------- l 1 r 1 1 t 1 1 , l 1 ' '/1 Cursos Irregulares vão ser Cu.i1celados Através de Decretos A sr!on! r ln r,, r'/tl 'Í(· ilrJn F no. lur e Rele F!íca - SE, através da rn e tu Hog nal doe Efu caço d Dla V!ta M5 órgic ·r.carena do ele.. fiscalizar e executar na morna±. do 0nino nas itedes E!>l;,du:J.l, llunfc!pal f' porlic11lnr, dl,ul a umn comunicado o rienté.lndo on nlunoo a fazeremn suas matri cula somente em es colas que estejam - com aeu~ cursos re ularizadns pelos - Óruãor. compctcnLcs - do sistema de ensino, Scl(undo ::i pro fessora Lldla Zornlj de Candia, rcspondcn do pelo NÚclem de --j Serviço oe Vida Escg lar e Rrde Flsicad ~ diplomas. e cerlifi- i cados expedidos pe las escolas irregula- res não têm validade legal. De acordo com o documento os alunos devem no a to da matri •. cula verlficar a si~ tuação legal do cur so emn que está in gressando, a fim de evitar possiveis - transtornos ou pre juízos à sua vida escolar ou até mesmo não receber seu "di ploma" ou "certiri cado" ao concluir'. o mesmo. ----- O f'rof<'.;'Jor /ln-- I o / 1 vr•::i rJr. 01 l vi"! ira Coordenador Goral de Vida Fs col r1.r r, florlr: I· Í - nica faz um apelo f às unidade, eco 1.-:irer; pnru CJuC :~ 1 divulguem ,iunto- aofl Bcus olunos- os nLoo CJUC com provem a rcgul.a- 1·ldwJ() de escola. Outro alerta Ó quanto nos cur- oac Supletivos - compactos ou de suplências de 12 e 22 Grúus. Esses cursos estão proi bidos de funcio- nar em nosso Esta do desde dezembrÕ de 1984 data limi te para as esco- - 1 as que mantinham esses cursos auto rizados e/oure- conhecidos- desaú capital rior do !n r.:;t.vJo- o E - Prorum d .dura;o Intpra- ido a 1 4a e- l cretaria rir cJo P Grriu - ou OLraVCI,; do 'PG - Supletivo - to 1? Grau via ád1o Os passos ne céssÚrios para a regularização de uma escola: 1) - Criação- qualquer escmla·precisa - ser criadá. No ca so de uma escola pÚblica eia é cria da por Decreto ou Lei do Poder Exe cutivo. Se for - particular é cria da através de umã Ata ou a entidade mantenedora faz - publicar a Ata em jornais locais. 2) Autorização de funcionamento - A escola precisa ser autorizada para fun cionar tanto a de pré-escolar como a de i2 e 22 Graus. A autorização de= funcionamento e um ato concedido a es cola, por um pra zo de 2 anos, pelo frnú l ) , ex1,°• 5 t. J l/[) J - LEIA r; ,";S:;, J NE 03 JORNAIS - DA 'REDE. ---- - --------------1 e Deus de Irmão Conselho Estadu al ~e Educação e publicado no Diá rio Oficial do E~ - tado.3) Reconhe- cimento de funclo namen to- É um a tÕ concedido por tem po indeterminado: também pelo Cbn selho Estadual - de Educação e - publicado- no Diá rio Oficlal. -vá-los. Esclarece a inda que apenas - as escolas ofici ais estão creden ciadas a oferece rem cursos su pletivos no CES Centro de Estudos Supletivos (exis tentes em Campo - Grande e Dourados) nos NAES- Núcleos Avançados de Edu cação Supletiva que funcionam em escolas estaduais e municipais da- [ ::--~-~~=~~-:----:-~~--:~r=-,~_:_-:~.:.._..:_:_..-:.....:. _:::= _ _:~-;:_:-=._....:.._:-_:-:.._· ==-=---:..==-=-:_..::-~=-----:.:.... -- ----------• .- JORNAL TRIBUNA DA FRONrEIRA HÁ QUINZE ANOS COiY! VOCÊ. LEITORES l 1 1 ,! 1 Qualquer irregu laridade na en trega deste jor - nal favor comu nicar pelo tele fone : 439-1410 lhe tara), a Ir Ja e o Honn. à luz da opção referencia! los pobres, pela lit r tacão integ a do - bame, rurna cns nte par ic!ração camuto visando a construção de una soci dadc- jusl e fm.t..cma anuncicndo- assim o reino definitf Vo. ConSc i<:ntc de urr.a - mútua_ irr.plicação fÓ - e_ vida a rgreja reco menda a oração, o je - ·un, a esnola e outras aU.vidades especificas para ll'TI aprimoramento da conversão pessoal Descja-se assim aper-'. fciçoar o relaciona mento filial de con fiança com o Pai , pe lo Espirita Santo,1-las a Igreja pede tarrbér-- a seus fiéis a conver são no sentido social para maior fratemida de. E que em seu tes temunho,Jesus Cristo condicionou a autenti cidade dos cristaõs: e a eficácia da evan gelização ao amor fra temo: "nisto todos: saberão que sois meus discipulos se vos _ amardes uns aos ou - ,.,_ J «5 Cristo ,( u con - 'edo p}no. A liberta •o da opr sso do ho num sobre o herm pas- 'ou a .r u, etgney d 1erosão o k. ,do m tu origem e ao ;!'f"l!7í!O l'- :npo em Zlli".i!.i co sequências. Neste contexto a C:mpanha da FroternJ <b.dc tom e:nt,=i.o senti do vcrdadcil'o. A con - VC!'Sno e (l celebração dos mislérios poscaJ.s.: exige de cada cristão uma ré ativa,pois a i•Fé SE'fll obras é morta'' (Tg. 2,14-19). Por outro ln do a consc:ienti.zação e a mobiliZàção pacífica do povo para a luz das exigências da Fé supe rar as injustiças e fa zer acontecer a parti lha dos dons,a acolhid do outro e sua promoç? hur;,.ana e cristã fazem - parte do objetivo da -' Campanha da Fraternida de .deste ·ano. "TERRA "!Xl'i" DE = DEUS; TORNADO-·' 'PROBLE M/ PELO HOME11" " A VOZ DA NATI.:. VIDADE - "CAMPANHA. DA FRA TERNIDADE DE 1986". . 9 D.E A NOSSA CinA!JE CRUZEIRO DO SUL. ENPRESA DE RECE SUA PAS. A MERCADORIA- .• -PARA COM SECUR,ANÇA QUt..LQUER E FRETE RAPI'DEZ E /OCE CRUZEIRO Do PARA QUALQUER A OPORTUNIDADE DE THAQUILIDADE. USE OS SUL. UMA TRADIÇÃO". OFE DESPACHAR CIDADE DO ECESS1VEL, SERVIÇOS DA OS SEUS CLJENTES. A TRANSPORTADORA QUE COMIECEi +•• - - --------·----- " 1 J , , l • 1 7 PMDB de Guia Lopes Abastecimento Preocupado de Água (' 'li'll C.ll':IJI '1• 11 - hr,,.;tJo dJ1(!1Í1io m1111i cipsl do PMp} em ui:i lopes da Laguna cst i . vI ,llll <'J11 d tuditn ,I ('OJ'I ll )'Ol('/Jl,'l,l•11 '.,ll- an Larbosna 'tartins . oas1ao m que lhe l'XJ>ll 1 ;(.'f.lll I p1t,,11p.t·· çao da populaçao d quell' l,Jllllll'Ípin l'Olll rc•J.1ç.10 .i -~)'.u.1 di, trihida para o con sumo humano uma ez que ha deficienía nns equ i p:1111l'n tos de tratamento, P,11 l f) l .. /ll<•:;1•111,11,tc J,,,::, l)l'fl' {' '• d JH>JJll J 1 - . 111 ( 1)1 Íl' l)Jl ,t .. rio ri o, um,o H', <j11C ,l 11111 - lc d, ,·ap1a,:,o d, •l)'.llil l <t 1 1 o 1-li , :ind:, <JU< b:1- nha u I l'Xl('IViü atea de agricul t11r:1 :in1,,,-, de checar a cidade Com isso, as poten cial idades de poqüi €ao por defensi -' 1 ' 0 s ar Í e o J.1 s ;; ii 0 ba ' unte ranges o ; 1 tema d trat J , ' I) O (• )( l { (l I l t ( ;:; lill'Íl Íl'lli(' p.tr;t a iuna saudável - li<) l,l!,O d1.. (.•_,l,ll - l llll l ,l.11 lt:1d.1. O problema segundo os peemedc bistas. o mais rave que vem sen Jo c11frcnt:Jdo pela cid::iJc :1tual1tl·nte. 'A sua solução de vc ser colocadn: como prioridade um'' afirmaram. Conenta L !) l ( •j fl 1 '- ll l., L 1 ·, - de recuperação do sis era. as que - fo,.i;:t •·.,pc :n • 11. • p:dí::i Jt;'' p,,1• :i reduç:io ío1 ,. í-- n l Jilô • lo dL ·orrt·r da audiência fo1 - solicitado ao Go vernador a inclu s:io de Cuia Lopes cnt rc ,ts cidades que sediarão os mu .P F L ESTI FORTE NO MU NICÍPIO com - PORTO ~IURTl/'sll{)- Se' Mundo informações dó Presidente do Oire tono M11n icípa I dÕ Partido da r:rente Li heral. '/1Ul:RLEY LOÚ llET. "o partido estã uni<lo e forte no - município, se prc parnnuo para atuar - ter1or deixou T muitos débitos atê cheques pen <lentcs (pré-data dos) enfim. um caos que M/RCIO NIL tcrj que - ter paci6ncia e equilíbrio para - re!>"Olver". •••• VANDLRLEY LOPES decisivamente neste ano cm que csco lhcremos o Governa dor do Estado". Quanto á Admi nistração Municipal, VanJerley disse que "a si t uaçiio da Pre íci tura está caotl ca, o prcfci to an- 1.0UBET Para Vande_I ler, "o nome que reune o consenso - cm Porto Nurtinho para o Governo - do Estado e - o de Lüdio Coelho. um homem honestp e um administra dor capaz".,. / resreito de coligaçocs . o presidente do PFL disse que "a partir de agora a situ:ição vai se dcflnir,cm minha opinião te mos que fechar c~m I.Údio e Pedrossian'.' Dr. Geraldo .Pinheiro Murano. IHJ/: •• CLIIIC/ /TENDIMENTO FONE: A1l()NJO BELJ ,J()J() E 24 S/N C lRllRG I / 00 11S 439 - 1059 VIST/ tin l vis1 e' nau rodo±a J J li 1 1 ,1 de a Maracaji e. se possivel, lan- e a 4tt ,nt,1 Ç ,j O ,l 1 Í 1 t 1 ~ ,1 até HON!IO, ARNE/ FIS 1· "' LUZA'i MANAUS- O Servi;e Exato de - P,·oduto de Origem Ani1:ial (SERPA). ói,;iH li,Rado a Delegacia . Regional <lc l 1sca lização sobre o transporte de Carnes de origem animal para propor as - Secretarias de Saúde Municipal e Estadual uma forma de combate Dais efetiva ao abate clandestino é de Ga do Bovino, que diariamente [ciT na margem direita do Hio Negro, nos municipios do Careiro e Au tazcs. Segundo o chefe do SERP/, srn,O COELHO GUHl,RÀLS. existe uma grande falha no scrviçm de fiscalização sobre o ab:ite clandestino. tanto no ambito Fe- deral quanto no Estadual e Nuni cipal. por falta de um prograwa conjunto e. principalrnc~tc, de um corpo de fiscalização pais coeso e quantitativo. Ele explicou que o SERP/ - s6 possui 25 fiscais para cobrir toda a pcri feria de t".anaus, . a fim de impedfr a entra da de carne bovinã abatida ilegalmen te. Para o chefe do SERP/. a solu•.·• ção para impedir a "quebra" da fi s calização. e unir as forças do Ni - nistério da Agri· - cultura as do Go - yerno do Estado, - através de um pro grama conjunto de combate ao aba - te clandestino. ..,.. LEIA ASSINE E TRI- BUNA DA FRON TEIRA ... FUNCIONANDO EM NÓVAS E MODERNAS INSTALA ÇOES: ÁLCOOL- DIESEL- GASOL INA LAVAGEM DE CARROS RUA BARÃO DO LADÁRIO S/N . FONE:439-1025 • - • BELA VISTA MS 1 1 1 1 1 1 +! '1 4I r l, 1 1 1 1 SEUASUL MÓVEIS APRESENTA COMEN'T ANDO a 'º" ANIVERSÁRIOS No dia 18 pp. foi - conemorado mais U'll ano de vida da fofinha Ma rlana Rodrigues Correa, SEUS PAIS Amarildo e Lila pro porcionaram l'1la festi~- ' .nha nu1 to concorrida na Lanchonete Mak's para - os nuitos.convidados de Mariana. O SALÃO ·na Lanchonete Mak's todo decorado com mui tos_ baloês, sacolinhas surpresa, a bonita me sa de doces, delicio sos salgadf!1!'1os·e re trigerantes fizeram a alegria da petiiaila. POR lÁ ALÉM Pinheiro Pannegiane - Alessandra Leite, Ma- Luiza Borges, Vanessa Sal anão, Gabriela Pe reira, Lolota càrd.inal Mª Beatriz Ntmes, e - Mah.ina Oliveira. À MARIANA Desejamos felicida ··des, aos anfitrioês A: marildo e Lila, para - béns pela agradável festinha. ·NO DIA • 20 pp. o salão do Coraj esteve todo deco rado com enormes ba - - loês azul e brànco,pa péis decotativos azui - e branco, palhacinhos enfeitavam as mesas , a mesa de doces era l.l'lla atração a parte para a criançada_., tudo isso para festejar o l a- ' - ' ninho do garotao Renan. Dos avós por sinàl._ rruito corujas: Otacilio, • 1 . • .Marilene ,Laurindo e I-. racema, registrei as- . presenças de charmosas É filho do casal - convidadas: Maira Del- .l;loney Sinx>es - Neire ..: valle, Patricia e Otá- que recepcionaràm seus via Rodrigues, OÜvia --- • convt._dados mirins com • ---·- -- . - ··- • ) 1 i l # 1 1 1 • 4 I - ' , . ostoro cachorro qu:n- te, saldirhos e re- fr!gerantes e os adul t.o:; multo /lr;ky, Cc l"' veda e suculento chur ranco, PAHJ DIVE rnm /J.; c r·fonÇélS um palhaço fo.zla a:; br-ln cadeiras. AÚ11 Dos avós Pulo-EI- L !,O DJA 21 completando ma is um o e vida o - Presidente da Cara - a rhor Antonio Silve! ra Xavier, o popular To nlnho. Par;..lYn'.;! - Ricardo Vasconce los rindd à» Toa. É que seu f'Hho Femüflcto·z.i.· carias Vasconcelos de apenas 1? anos ten - MADALENA da, Doroteu Gonçalves- e Sra. , mui tos paren tes e amigos do casal an.t:itrião fizeram-se- , presentes. OS CONVIDADOS Mirins diverti .•· ,· .. LEILA CORREA abriu uma enonne vala Essa esquina é mui to movimentada,principal mente por carros e a qualquer momento pode ra ocorrer um grave a cidente . Está necessi tando de reparos ur - gentes! MUITA GENTE Reclamando e soli- •' • t i'.. •e citando a autoridade - ·t; competente, no caso Ju tou vestibular bara i íz de menores: é que 3 genharia na. PUC em ca garotos perambulam pe pinas na Faculdade de • las ruas, en't:ram nas - Lins,em Lins e em Vigo, casas,mexendo nas coi sà Minas"Gerais· e q~-:- .. • sas, ,riscando e sujan- capacidade gárotão: _, do paredes. A noite f1 Passou ns 3.- Você real cam nos bares, incoao- nte e$e parabéns dando os presentes e ' .-y.°'' ·- ,. • também dormindo pelas ' ,· . · j ·· - · ·,_ cadeiras e ate em po.r- "]...' tas de clube., só trao .- • - embora quando alguém-- >••• '·os acorda •+ ·-· ESSES MENORES LEITE e a deles também. COLÉGIO Quando a Prof' Rosi ta era Diretora do Vera Guimaraês fez promoções angariou fundos e adqui riu vários Ventila.dores de Teto, Isto porque n verão não há quem supo te o calor nas salas.Já se passaram mais de 1 a no e os ventiladores a té agora não foram ins talados.Sabem porque?= 'As instalaçoés elétr1- càs da Escola não pres ta'll". Os alunos que es perem e so.fram até que alguém resolva arrega çar as mangas, ter ini ciativa e Trabalhar dei xando de lado as exigên cias burocráticas e as famosas· "ordens. nao - sei de onde" RENAN .. . _. t; : . . . .. Tem pais, só que - Não Ta-nam col".hec:i.mento por onde andam pela - noite adentro e por is so devem ser toadas providências urgentes • pela nossa segurança- DE PARABÉNS O casal Doutor Femando - Hiepher pelo nascimento de um garotão. *** - ... ,, a SRAS. HENRIQUE E RONALDO PEDRA ESCOBAR ram-se prá valer com o palhaço animador da - festa e com as lembran cimas e baloês distr btlidos. • • - AO.GAROI'ÃO Renan mil labàre das de felicidades e aos papais Roney e"Nei re parábéns pela boni- ,í'estâ. • • LilA R. ,. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº771_15_02_1986 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº773_28_02_1986 Voltar para a lista de itens