TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº953_24_06_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº953_24_06_1989Número da edição953Data de publicação24 de junho de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.11426876302113 , -56.52671855546723 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº953_24_06_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto inJt 1 is . o ag o. vc, :!rra F' 9. vive: ates, ' Preci; A Asocfaçio de DIre torcs de JornniB do lntc rlor de Mato Grosso do Sul(APJOPI-MS), clcr,cr,i no próximo din Jl de Ju lho o nua novn rlirctorin. o encontro da ontldn de, em Naviraf, no últ!- -::o dnmlngo, foi apresen tada n chnp.'.l "UNIDADE E PROGRESSO". tendo n1 l're sidêncio um dos d ln•to res da Rede Delavistense de Jornnis, o jornn l i,;t.1 lvJldo Pcreiril ( Correio J1rdincns,•l. .o Oh ,de. 3, es: :le r,l· o t e qua· ' :resc!.: ca, 2ce, noroso • -01íc: der, fc: ião e séc!: erio: e p:' s, 5 ancs , tetrê" pilê.: ove' ces· e:" 1e? 3ce? J'.10 X'lllI - E egera A 1 Ptn de lv.ddo, de nos entre e I cs o· cr inci:io de s região, fazem parte da um informativo mensal da chnpo Jo:io ?,ntnl feio ,!e 0- cntid:idc e n realiza~Õo llvcira(.lorn,tl da Praça, . de cursos e seminários de Ponta Porii); ~!/lrin :::.cela apcrfelçoamento. Este ru Velargue: Pereira(Tribuna po será composto pelo Se da I·rontclrn, llL·lu ViJtn); cret1Írlo, Tesoureiro, m; Alvoro PLrcirn(Trlbunn Po iu Alvoro Pereira, Dorl= pular, Jnrdli~); José Limã vol Sczar Quintana, Jor Neto(O l'nntnneiro, Aqui- gc Pacheco, José Lima N!:c dnu:rnn); Dorlv:11 Sczar to e Duprê Garcia Coelho, Quintana (Gazeta Popular, nomes escolhidos porre Doura<los)· - c~te belavis- nidircm nos proximidades tc11sc que vcnc~u no jorna ele Bela Vista. 1-lsno cio Interior em nos= A sêde, ou melhor, o ~<> Est~<lo. cscrit5rio de representa çÕo àa ADJORI cm Camp~ Grnndc vai co11tinunr; cm estudos apenas a mudança rlr. endereço. -1 prl□ciro plano, jorn.11ist.1n lhpr~ Carcia Coelho, Dor1val Se:ar Quintanna e Joao Natalício de OIive!ra, integrantes da ch,1pa "U:-:IDADE E PROGRESSO". Els os inlcgran::cs da chapa "C:SI!l.DE E PRllGRFSSG": Presidente: Ival<lo l'Prcir.'.l(Dela Vista e Jnrdim) .l? Vice Presidente: Duprê G. Coelho(Campo Grande) le ,· 19 Vice-Presidente: Eclio Carnuiro Pedroso(Dourados) 19 Secretário: Jo:io 1':atalÍcio de Olivcit'o(Ponta Porii) 19 Sec;etário: Alv.'.lro Percirn;Jardim) 19 Tesoureiro: Mari.'.l Estela Velasqucz Pereiro(Porto !!uninho e Bela Vista) 2Q Tesoureiro: José Oliveira Valadares(:S::iviraí) Diretor de Eventos: Dorival Sczar Quintana-Dourados )iretor Cultural: José Lima Neto (Aquid.'.lu.'.lna) Diretor de Patrinônio: Vandcrley Carvolho(P.'.lranaíha~ RelnçÕes PÜblicas: Jesus lle::nondes (Três Lagoas) Diretor-Depto.Juríd ico: Adiles do A. Torres (Dourados ) CONSELHO FlSCAL SUPLEHES é a ,. Presidente: Pedro Ari-1 Zoli Correa Batista - No a Andradina. Mc::ibro: Nelson Dia;; da 1 osa - Corumbâ. ·1 ler!ro: Jairo de Lima ndo Novo. q•;: ns°, Reé: c e" ' ASSESSORES DO PRESIDE:-:TE dos objetivos do Pre ldente, se eleito, seráa cr-ação de um grupo de as Valdemar Bairosky(Co ruribá. Irincu E'errari - Mi randa. Jorge Pacheco - Amam l,.1i - recentemente fili.!!_ do a ADJORI. sessores, um grupo de tra ,balho, visando dinamizar v:írios setores da ADJORI, A disputa pela coordc nação regional do ~tovi= mente, Popular c!e Recons trução Nacional(HPRN), o té a Ültlma terça fciri envolvi.'.! apenas o diret rio elo PR:-: no Estado e a_! ,uns nomes do PFL liga dos a nla governista de HS. Tal disputa, porem, tomou outro runo após o Deputado Henrique Moraes Dedé(PTB) ter anunciado que seu partido também cên de participar do pro cesso. Henrique Dedé conside ra "perigosa" as manobras do PFL de comandar a can pnnha de Fernando Collor de }1elo .'.lqui cm Mato Gros so do Sul,. pois, segundÕ ele, "o PRN foi formado no Estado com o objetivo de fort.'.lleccr nas eleiçõ es do ano que vem, o no ne de Pedro Pedrossian ao Governo do Estado. O parlamentar vai mais longe ao afirmar que "o PRN vem tomando corpo cm Mato Grosso do Sul devi do ao·engajamento das ba ses do PTB no processo"--: Ele ad.:i.ite, por outro la do, que o PTB se identi= fica com uma facção do DE 1:)89 HLD/'!'OR C!!,I f.: IV ei ti e €araria de e.. PFL, porém, rechnç::i o f! sfolois.o daqueles qu2 "lig.'.lclos ao r,ovcr,:o do E~ tado, tentar toar para si a coordenação da c.'.ln panho de Collor de 'elo cm Mato Grosso do Sul". Deputado Henriqn<> Dcdé. Henrique Dedé anunci ou que para qualquer to mado de posição "terenos que aguardar a :-eunião d.'.l Executiva Nacional do Par tido, e se por acaso for definid.'.l a fornacão da frente trabalhista, unin do o PTB e o PDT aqui e; Mato Grosso cio Su:!. have ra dissidência, princi- palaerce porque as bases estio nos cobrando ur.a posição". Ao fazer una anál!se da atual disputa pela c~ ordenação c!o :fPR~~, nota se que o crescimento da ala do PFL que ª?Oi& o Governo éo Estado no pr~ cesso v.'.li contra o dis curso de Collor de elo en n1ão aceitar o apoio de governistas e oportu nistas co:tpro::lc tidos co; o síste:::.'.l. Baseado neste aspec to é que Henrique Dedé defende que "o PTB deve entrar r.o proccsso,pc,is não podenos ficar i=obi lizadcs e ter:?!:',os de bri gar para evitar o fluxo desse pessoal em nosso ca:níntio". Henrique Dedé não anunciou seu engaja mento n.'.l C.'.lmpanha de Col lor de Mello devendo espe rar ainda 'a reunião d:; Executiva Xacional do PTB, nas de i:nedíato de fende que o PRN e Mato Grosso do Sul deve ser coordenado pelo PTB,PRN e PTR. manter os en- con ros ensafs, al tcrnan do-se os locais de reuni ao, co 4 flnfane pl1rn se fn zer reunfôes onde aInda não foram realizadas, a xemplo das cidades do Bol sa0. '1t:TTO 'rRABALHO Segundo o candidato a Presidente, Ivaldo Perei ra, "prometemos apenas pruI to trabnlho e dcscnco,des de J n, que os conpanhe iros Joqé Lima Seto, Diretor rultur&l e Dorival rezar Ouintann, Diretor de Even. tos, terão muita partlci paç3o, pois e:n nossa pau ta estn a realização de Semin;Ír los e Cursos de A perf e içoa:nento. Assin co no os que estiverem nais d ireta:rente ligados a mim, caso do João ~atol!cio,Al 'aro Pereira, Jorge Pache co e Duprê". ADJORIAl'WS-; TOCOS N CA.'lPO GRA}iDE DIA J I iJE Jl'LHO. via ie lr é2imen A Direção da AP da Escola Estadual de I? e 2g Graus "CAS TELDO BRANCO" not!fca o resa1. tado da FESTA JUNIA realizada no da 17 p. passado. Por re!o desta, vem agradecer a todos que cola!>orar.1::-. direta (» indirt:t,1- ente para que o evento ocorres ~~ co::. fr,:rndl· sucesso. "!-.Jito Õ h:-ls::,.1do. • - lü:LATÔR!O DE RECEITAS E DF.S ?ESAS h.ó-;;:·,u:·,11:s !JA k.EALILA Cü D FSl JIã o77 CTG: RECEITAS D: D!versas Barracas RECEITA 3RL'L: ... ~czs l..667,00 DESPESAS A: Di.ve'!"SOs Forr.eccdores l- D!str!b.de Bebidas Antirt! e~ :;czs 305. 9Õ 2-- D!s-=.:-!b. de Bebid.'lS Brah.."1..l ................. :;czs 355, 11 3 - C.,,s~ c!.:i.s Tintas . . ·:czs 181.80 !. - Fct"":'l.Jndos do 3Q Mn~tscério ................. ~czs 750.00 5 - Fábr!c., de Gelo Santo Afon ,o :<CZS 15,0Õ 6 • Mercado Boo Gosto . ................. i:czs 52.00 T01AL /,CZS l. 5},a1 L!CR0 L!QCEJO SCZS 3.007 ,19 HAP.OLOO ~.CA',Ll!EI;.o - p;i,_-srm::, TE AP CASTELO SRA'CO. (hJ 1 A 182 E_XJ:.QB_E_L__ESEERA POR VOCÊ COM GRAMDES ATRAÇÕES E PERSPECTIVAS DE EXCELEt:TES NEGÓC ros 1 RODEiOS PENCAS _fl BAILES MOTOCROSS MUITA ALEGRIA E AOJELA HOSPiTALID DE DA FRONTEIRA, L 0/89. CIOS , , .ITl.!J•A l., . A- ,, PREFEITURI • MUNICIPI DE BE ·a VIS A Atos do Poder Execu- 1 tivo n- 005/89 li l'.f f(J IJl l 'l , 1 • .5,7 »is,n o 1 } (!fl C:l'l () Sal, no u .. 'J IL 1, ,. ccr.t·, , idas d aondo e, . J tivo d: Lel complemn u r! Jl9 r.Y, cJ1 ,:t, '" i.vv< bro d 1981, 1 :; 1 L V 1 : DESIGNAR /, l,,cinnr,ri11 CtllUU-hMl!lAlhllT~, AHCf, p.1m o• r't' •t , !ir.çiio ~ ~ 11,, t.scolo Municlp, 1 Gru Jubas Passarinho, à prrtir de 18.0.89 (l'ut t, 11 ,i'lí!/8' d• 18,0'.J.8'l). SLJSPF.NDEH CONTHATO D_L!_l1ABAL!IQ ri" Func ior,a• lv .JAIR SANTOS , pc lo pra zo de 75 dias sm remuneração, ó p: tir d 15.05.89Pont, N,194/89 de 15.05.89). EXPF.01EN'l'l·. Out no di:, 2 de maio(!(' 1989, sera con :·i,1-!',dc> ponto fcultntivo no Paço Munici p··I J, B,•J,J v1s·ta.(l0rt.tl2.20G/89 de 24.0S 69}. CONCEDER LlCENÇA GESTANTE Á Funcion~rie CARNEM RAMGNA PINTO CARVA VALHO, ;1 p:,rl ir dc• 12 de- m:.irço dc· 89 a 09. 07.89 (Port. N~. 192/89);  tuncion~rin REGINA ÁGUEDA DE LlMA, R partir de 01.04.89 a 29.07.8(Port. N.193 89 d I l. OS. 89) . • Lei Municipal n; 859 /89 GABimTF. DCJ l'fir.F!-110 '" l• La fl l ,·pÕr• : , t)!·t• rj, r,' :•,, r. ·,ç u d vi publi ca e da outra providnci ri.t.111 J [•'.Ur lc!r·.J ,, [j, 1·, Vir 11,}'. l Ch, JP 11,·. o Gro!l o <lo i·u1, ,,pr OV(.IJ ' , u l: - m lgo a seguino Lei: AFITTGO 19- Flc,, 11:c-nlm <!• nn1dr,r.•J, 1 Vi, P~ blicr,: A Hur, o rr. tJ, nor--111~ çi';o, r,ar ,1, ! 1.1 c/ as Ruas Fernandes Rodrigurs e Hu,, Al ·,Í d< d,, Sllvn Corr<·l,J nr,• quadrfüj l& <' 12, lS <' 11, 1'> c• 10 e• 13 C' ÇJl3, rt(. üalrro Prirn,, vc rn I, p:,::;:c.ar:1 :, d1.nomJar-sv Hu:i Mi:iro•l Rodrigues dt Mlronoa. ARTIGO 22 - fice o Chefe dc Poder Executl ~. nu or J z;ido ;, m:1ndar ccn fecc ionar pl;,c;i de dLnomlnnçi°;o para a cl ,ida Ru.,. ARTIGO J9- E~la Lei entrar6 vru vigor nL data d sua publicação, revgodes as dis ·pc,siçÕes crn ccntrário. Dela Visla-MS., 16 de junhc de 1989. Edson Medeiros de Moraes Pr·efeito Municipul 111-1 r ' A Prcfeitur& Municipal ac Dela Victa , Eslado de Mato Grcsso do Sul, convoca o Sr. Jullàc Freitas, a comparecor n0 Gati- nete do Prefeito ~unicipal, no prazo 30 (trinta) dias, a cortar desta data, para tratar de assunto relacionado a olvida A tiva. O não compErecimrnto nc pr·azc estabclc cido irrportará n,, a.pl icação de m d idas j.!:1_ diais c::.blv<cis. Bela Vista(MS). 15 dt.: junho dE 1989. Edson Medeiros oe Moracs ?refeito Municipal . C '1A .... · · • • • • • • • • • ' .•. ' •• ' Edital de Convocaç·ão n 001/89 CONCEDER FÉRIAS REGULAMENTARES Ao Func: i oni, r lo SEVERO COELHO DE SOUZA , rcl:ll.iv,~, :1c pcrlooo de 88/89, u pé,rt.ir dt.: 0~•.0~.8!:.,:. 31.05.BS-.(Port. Nl.185/89 de 02 O:,. 89). Ao Funcionário ADÃO ESPINDULA BRITES,r~ 1·1t lva,:; ,1c p,•riodo d<. SE./89, a p,,rtir· de 02.05.89 a 31.05.89.(Port. ne 186/89 ac 0 0$. 89). Ao Funcionário LINO AFONSO, relatives ac pcriodo ~e 86/89, n partir dL 02.os.se. a 31.0S.8E.(Port. n• 167/8e-o2.05.89). à Funcion~rla CATALINA RAMCNA FREITAS , reltivas ac período de 87/88, a. p~rtir de 04.05.89 a 02.06.89.(Port. N 189/89,de 03 05.8). Ao Furcionário SANDP.O JOSÉ P. DE TOLEDO rrl~tivcs ac p, riodo de 88/89, a partir dc OB.05.89 a 06.0€.89(Por t. NS 190/8 de 04. OS.89). Ao Fu~cion~rio REINECIO VARGAS, rclati vcs ao pcriodo oe Se/89, a prtir d 08/0S 89 à 06.06.89 (P~rt. NI 191/8e de 08.5.89) Á Funcion~ria ERACLIDES NUNES, rclbti - vas ac pcrloc:o de 87/88, a partir de 15.05 89 a 13.06.89.(Port.N2 195/89 de 15.S.89). ho Funcionário BERNARDO EPINOSA, rela 1vas no pLrioao CL 85/89, a purrir Jc 16. 05.SS à 14.06.89.(Port. Ne 196/89 de 15.0S 89). t,o Furcionáric EMETÉRIO MEDINA, r, lbti v:is ac- pLriodo de· 88/89, a partir de 01.0S -. 89 30.0.89.(Port. N2.197/8e de 16.5.89) • Ao Funcionário BENEDlTO ANASTÁCIO •, re l ivas ao pt•riodo de 86/87, ?. partir de lc.05.89 à 16.0E.89.(Port. NI 199/89 de 18 0.s9). Fur.cionária RAMONA_CARNA_PEREIRA,re ativas ao periodo de 88/89, a pé.rir de 22.05.89 à 20.0E.89.(Port.N2 201/89, de 19 OS .8S·). Á Fu~cionária EMILIANA CORONEL PAREDES r,lativas ao periodo de 87/Be, a oartir d~ 15.05.89; 13.06.89.(Por. N2.202j99 de 22 os. as l. Ao Funcionário JAYl-lE CANDIA, rela ivs i::o pr.iodo oc BE/89 a par ir de 29.05.89 à 27.0ê.89.(Port. N2.2-C3/89 dv 3ü.S.es). Bc>}"' Vis a-':$., 31 CE· mé.io de 1.969. DECRETO H: 017/89 GABINETE DO PREFEITO EM.OS CS JUKHO '.:'!: 19['.9. 020?- ir!ti!iii'---- 3000- D 3111.01- EDSO ' •!EDEIROS DE MCRAES Prefeito Municipal. Edson Medeiros de Moraes, Prefeito Mu nicipal de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, usandoy das atribuições que lhe sio ccnferi~as e oe acordo com O dis posto e~ artigo 120 da Lei c~~plemcntar ne 07 de 20 oe novembro de 1961. DECRETA: ARTIGO 11 )- Nos termos da Lei t•it,r.icip,,l N9 830/89, Artigo 1 2 fica aberto um cridi to Adicional Suplementar no valor oe NCZS 82,SOO,OO(Oi:enta e oois mil 0,uiohentos cruzaaos ncvos), a ser designaoo n~s se guintes DolaçÕes orçamentárias. EXECUTIVO 0202- Gabinete DO PnEFEITO 30ú, Despesas correntes 3132- Outro~- Sicrviçc.s e ercargo 2.000,00 111J.0',-<;1•r D,.p/-.:·,r1 0203-Sí-.Cf<r lMtl/, DF PL1·r:E: •. lA·lLt;1') 3(,Qú-0• !"'(.:,I ~ ,. Cl•íTl C t' !; ;3111.01-'f,r.c/, Vnrtng<n., fix .... 02011- /,:::-Sf.:.CRl/, .JUf<JDJCA 3000- Despe» correr +: 3111 .01 -'l,-r.r./ v •r.1 ·,," r,: ftx,,, 0205-Sf:CF,E.Thfilh [J!: /,l MH! 1 STH/,CA'' 3000-Despes:s crrertg 3111.02-Di.:ir-l'ls ........•. , ••••••• 3.C 4000- DESPESfS DE CAPITAL 41?0- I::qvipm~ nto ,,. t .Pr.r·r,; r c:r.l" O206-SECRETARIA DA FAZENDA 3000- Despesas crrores 3111 .02-Di.'.,ri ·..; ..............•..• 3.C 3~51-Jurvs e·, D1v/CorlriJ1 ,,,, ..... 3.0C 0207-SECRETARIA DE SAÚDE FE:. SCIL ------ 4000- D,·spc:sé1~ r,, c·;:1··,1 4 110-Cib ra, , Instalagcs........· 3. COC. 4120-f:.ouip/Mül. Pl·r·:,:,r.,·r,:..L 3.C~C. OZ08=SECRETAPIA DE ED.E 3000-Dc:sp,. :.;.~· Cnrn r ·,. 3111.02 Diarivs ....··..·.........00 3!11.02 Outras dspi varia,u....3.0. 4000-Despcsas C"p1t•i . 4110-Cbr--,s, In~v.1,.ç;::, s ........ 12.c:;c 4120-Ecuip/ 't. Permanente......3. 0209~SECRf::'íARIA Oi:. V/üúr<./,.S i:. SlP';;pt:: •• 4000- Dc•sp1 S'JS rJc C·,pi té! l 4110-0br,,s ,: rt:::.;·;.,l·,çi',•::i 14.Cv- 4120-Equip/Mat. Permanente...... 5,5% Scr:,a ... -.-.- ... a2.s: · ARTIGO 3 9 - Este Decr o entrar vii na da La. de su;:, publ ic;,çé:o n vuw••~;;s a: disposições c-m cçfltr&rio. - Bela Vista-M, 08 de Junho ce 19z. Edson MPdeiros de Moraes P~efeito Muricipal. REDE BELAVISTUISE OE JORPIAIS LTDA. - QUE O POVC, S'EJA BEM INFORMADO- GRAFICA E EDITORA APA 0203- SECRETARIA DE PLANEJAMENTO 3000- Despesas Correntes 3132- Outros servi e Encargos 500,00 0205- SECRE'l'AR1A DE ACl-11 JSTRACÃO 3000- Desp(sas correntes 3111.01-Ver.c/ t: Vantag(n~ fixas .. 7.000,00r-------------------- 3l20- Material de consumo 1.000,00 E X? E D I ENTE 3132- Ou ros sr-r/ e er.cargos 4 .000,00 JO!l'sAL TRIBUNA DA FROTIEIRA . . 3?.Sl- lné.tivos ...•............... 3.000,00 (FUNDADO E 20 DE FEVEREIRO DE 1972)· FUNDADOR: IVALDO ?EREIRA • 0206-SECRE'!'ARlA DE FAZENDA - REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA 3000- Despesas correr- E-S G~"'ITE: GILsoi; SILVA SANTOS 31 3 2 O S / ~~RTAGENS: · UBALDINO RODR!GU"S E L"1Z í&: - utros er e en:argos ••.•• 7.000,00 nu" .. s CORREA. "' '" NOTICIAS. ABI'< . _,✓;; • ,-., AE, PLANALTO E CORRES?OSDt,,'· REDAÇÃO. ADI: <» R . A' • NJSTRAÇÃO E PARQU~ GR,FICO: ~. 5%!: ?:- ginetes.i5-r de Títu.l e Propria - Registro no os e Documentos n2 JS: - PADRÃO DE QUALIOAC:;: - '"-~SSOS EM GERAL • SERVIÇO DE UN071PAGE,,I CO i, ECl;OEs DE l.lVROS E REVISTAS . 60LIT1NS IMPRESSos A CORES UJolA. t~ DO CtUl'Q 1(0!: ll1.A,Vt$t2.N!i.f E:t JOI.MAIS llUA DA REPúi!UCA. sr , . llELA. VSTA.MS - 0~07- SF.C/ DE SAÚDE E PFtOMOCÃG se IAL 3000- D !ãpc·.sa!ã co,·ren PS 3120- Ma erial de Consumo 3.000,00 3131- Remunt1açio Scrv/ pessoa·s.1.000, o 3).32- Outros Servi e er.cargo· .... 2.000,00 0208- SECílETARIA D!:'. EC. E CUL. E DESPORTO UM SEMANÁRIO DA REDE ELAISTEs E 105% 3000- De p~sas cc-rr,;n e:s e 3111.01-Verc/ e Van ;.,gc,ns : xas.33.ooo,oo 2~.:o;-i:· 513 • 2 º3/0001-59 3131- Rerune:-acüo erv/ Pessoais 4.000,0 DIRETORA: MARIA "EA-Sr >-! e, ., ::Uito Refora te ze to <la Put t:, 1-!.iran, ntecen, ·4a ca, 'e;ara, 7l e ente ~ toào 7e=, «c» ; a aet ?rre 2 sr a r---..'.'. R l t f 1 ter «1 , , l 5. •••2. ) 1.------- --- é o iar'tCt .. 3. ·7, A TIi TJlUNA º" C/MCOL, nu cd leão dn semana passa dR, publicou um11 matéria crltlcando o estado de a bandono cm que uc encontrava n rodovia, assim como s pontes... Tal crítica mereceu resposta da Trfbu na Populnr, de Jnrdim, por sua vez criticando a re ferlda atérta. Acontece que a TC através de sua re presentante em Caracol(erente) entendeu mal as re clamações de vários fazendeiros... tratava-se de al gumas C8trndas viclnais e de pontes nestas estradas e não a rodovia Bela Viatu/Corncol, e as pontes nes tn rodovia. Não é preciso o referido jornal lembrar que a men tira têm pcrnaq curtns, nôs não ment Imos, prova d l!'_ so é que até hoje procuramos fazer um Jornalismo a dulto e, por assim procedermos é que fazemos essa re tlflcoção. De mnis a mais, Jornalista honesto nã; mente, erra, e quantas vezes a TP não "errou"? Por enquanto, a rodovia Bela Vista/Caracol encon tra-se em bom estado, mas as pontes precisam de re paros. Fica a retificação.(UR). 'E O '!SUL, NÃO COSTA DELAS'! -- - ----- ,!. ...... 12. ' ... ...... 1 Estrada Bela Vista/Cara col, Mal Entendido ' 1 1 ......... ". + ·a. Pr;-o,1 a reora da,rte logo na safeu da cidade, próx!me a Cerâmica Já-Te-Vi, que depois de muitos pedidos e solicitações o DERSUL resolveu reformar, só que estava trocando as tábuas da par te de cima da pont~, o madeira□ento de baixo era tg do da ponte velha(veja foto), quando o Senhor Mane co Miranda entrou na jogada contra o que estava a contecendo. Não sei o que deu; As pontes da rodo via Caracol/Bela Vista há muito tempo precisam ser reparadas, não adianta arrumar um lastro., que solta aqui e outro ali; Mas o problema mais grave ultia mente trata-se da ponte sobre o Córrego Candelâo, na rodovia que dá acesso às Caleiras, que encontra se em péssimo estado e nem mediante os insistentes pedidos da Câmara Municipal o problema é solucion~ do. Vale lembrar que por essa rodovia trafegam dia riaente centenas de caminhões que fazem o trans Porte do CalcÓreo da Fazenda Itnmnraty. Com isso o DERSUL deveria se preocupar!! Faltou o Foguetório Mas o engraçado mesmo é que desta vez, ao contrd rfo de antes, ndo houve foguetório, passuata e d1s cursos piblcos. Nen mesmo a Imprensa local (lefa se Rede Belavstense de Jornais), sabfa da visito do secrccnrlo, npcnas os integrantes do PKDB. Esperamos que a viagem do secrtirfo sirva pelo menos para ele tomar conhecimento dne dificuldades de se trnnsltar pela c!tada' rodovia e levar ao co nhecimento do ilustre Governador Marcelo Mlrnndn, que n nosso ver, ainda niio a conhece. E uma pena que nas vezes em que o homem veio À nossa cidade o tempo estava bom. Já imaginaram o Marcelo viajando de carro até nossa cidade? No mlnlrno chegaria com a parte "traseiro baixa" tchla danl(icndn, garganta ardendo de tanto pó e com alguns "galos" nn cabeça devido os solavancos. Pena que nem tiio cedo ele vem visitar Belo Vista!! BELAVISTENSES QUE SÃO NOT!CIA!! E. não é que o "Caçador de Mr.,fias", ex-governa dor de Alagoas, Fer ando Collor d, Meloa da apro tando o diabo e terreiro alheio. M áreas peng debfs as, pefellstas, pedetf tas, ptebi ta o! tros Ps mais, a cois, anda feia. O p I!t!queiros mumI fcados, curcumfdos, polítfcos prof1, fonafs, puxas sacos do poder, na eminêncfa de sore despe jados de seus confortiveis gabinetes, estio todos "Collorlnilo". Querem mesmo é continuar no poder. Mas no tem boca, o líder nas pesquisas de opL nfão pública fá avisou: "não quero o apolo desses polítLcos, quero npeaas o apolo do povo". r. prPc_!: sa mafs? SÓ falta o diabo "Collorir". A conclnuar como est ê bomn muitos tecnocratas ireci prcparoado suas mudanças para o PaIsmais pró ximo. Ao que nos parece o Roddguea JÓ avisou que não quer saber de pulftico bras1leiro no Paraguai, i perigoso infestar a tranquilidade paraguafa; Na Bolívia não tem Infração, eles não vão querer Ir; Acho que a solução vai ser a ColÕohin. Tomara que os guerrilheiros os sequestrem todos e paçam a A mnzÕnia como resgate, aí eles estão fritos, os Ea tados Unidos não vão deixar a recompensa ser paga! Muito nos orgulha quando vemos um belavistense se destacando no cenário estadual e nacional. São v~ rios esse:; homens e mulheres oriundos da nossa Be la Vista de cantas hiscôrins. Um exemplo de mulher belavistense que é destaque: Ora. Vera Thilde Cns tro Pinto, advor,oda, defensora intransigente dos as pectos sócios-econômicos de nossa gente. F.xcmplos de homens be lavtstenses são muitos, no momento citaremos ape nos um: Trata-se do pro= dutor rural, Diretor de ,çÕes Operacionais da UDR ~egional Campo Grande e que nos Últimos dias vem desenvolvendo seus es(or ços na luta pela defesa dos produtores de soja do nosso Estado com o obje tivo de sensibilizar o Go verno Federal quanto ao preço irrisôrio pago pe- _, lo produto no País. Falac..c.. ___, mos de João Bismarck Nu~es Rondon(fóco), irmão dinâmico P~esldente do Sindicato Rural de Belà ta, Luiz Fernando Nunes Rondon. ) do Vis f L------------=--=-----' 'edo Deus feito o homem e a mulher, sua compa- nheira, 0 Dinbo pensou logo, numa grande e vil as aeirn: ~a co:inha do seu rancho, preto, velho, de s?bido, colocou sobre ua trerpe, um grande tacho --sado, e juntou, sem mais demora, uns seiscentos urubus, alqueires de papagaios, muitas onças cangy <;us, cento e três galinhas chocas, quinhentos den t:s d.: cobra, milhões de línguas compridas, e da fu suo C- a sogra!!- A t SECRETARIO VIAJA POR RODOVIA ATÉ BELA VISTA A manchete r.ierece destaque por alguns. Refere, se a vinda do Secretário de Educação 'alter Perei ra à Bela Vista, qunnào na irnposs;bilidade de ate~ r!sar na cidade O avião que trazia a c.ooitiva se cretarial, devido O mau tempo, teve que pousar em Jardim, da onde o Secretário, Deputado Mola e cia tiverao que percorrer a rodovia 060 de carro. O f~ to pode parecer engraçado, mas coco nossos gover antes e seus assessores estio mal restuados a V!.a.jar confortavel.ocnte cm aviões vagos com o di nheiro do povo, percorrer a 060 de carro é notícia, J/,. QUE O ASSUNTO É A SOJA - VEJAMOS: Realmente é vergonhoso o quadro que hoje avista mos: No Brasil, que é um dos maiores produtores de soja do mundo, possuidor do maior plantador de so ja do plancta(lein-se Olacir de Moraes), a saca de 60 quilos custa nado mais que NCZS 14,00; No outro lado da fronteira, no Paraguai, a mesma saca vale nada menos que NCZS 30,00 ou NCZS 40,00. E depois não querem que fazemos contrabando. CONTRAB/NDO-U}li BOA IDtlA QUE NÃO PODE SER SEC.UIDA! ! V0.:es já imaginaram se alguém resolve fazer duas visitas no Paraguai, por dia, de bicicleta, e com upa saca de soja na garupa. Daria para ganhar por mês nada menos que cerca de CZ$ 1.500,00, o que é uma renda mensal considerável, não acham? SÓ que ninguém deve fazer isso, é proibido!! "ALGUÉM TA PASSANDO A MÃO NO NOSSO DINHEIRO"!! Com toda a sua ignorância·, outro dia um ;igricul tor afirmou: "Se nós produzimos a maior safra dã história, o preço médio da soja no mundo é o maior de todos os tempos e nós não conseguimos nem pagar a nossa dívida com os bancos, alguém deve estar pns sondo a mão no que deveria ser nosso lucro". Deve estar? Pois, pois, cumpadre! ! 1 Motocross em Julho Em julho, durante a l8Q EXPOBEL, sera realiza da em nossa cidade ur.a prova de Motocross que con cará com os. melhores pilotos do Estado. Os moto queiros belavistenses Juarez Ferreira, Oton Pinhet ro, Jurondir e Arsenio Ortiz já estão em franco preparativos para a prova, só ainda não definiram se correrão na pista do Parque de Exposições ou na Rua Duque de· Caxias que encontra-se totalmente es buracada desde o ano passado. Se a minha sugestãÕ é válida, a Duque de Caxias está melhor, para Mo tocross, é claro!! RECLAMAÇÕES CONTRA A IMPRENSA!! Nos surpreendeu outro dia urna recln~~ção que chegou até nós. Vejam bec, ultimamente inú~eras promoções-vêm sendo realizadas na cidade, bailes, festas, desfiles, shows, etc. Reclamaram que aio prensa quase não se faz presente e não divulga ta is acontecimentos. Kão i beo por aí. Para começar, com raríssimas exceções, a imprensa recebe comuni cados, convites ou qualquer informação de tais e= ventos. Isso para nós é falta de um pouquinho ma is de preocupação por parte dos procotores,nfinnl de contas não somos adivinhos, certo! Para nós não custa nada fazer tais divulgações, agora, virem re clamar que não fazemos nem uma fotografia dos a= contecimentos é o cúmulo da falta de desconfiÕme tro. Para quem nao sabe, o custo hoje, de ua fo tografia jornalística, incluindo filme, revelação fotolito e confecção está acima de NCZS 15,00.Per gunto, dá onde sai esse dinheiro, do meu bolso? COm raríssimas exceções, a verdade é que dar co lher de chá para os outros não enche a barriga de ninguém!! vão cata lata!! GR~lIO PEDRO RUFINO ATUANTE E DINICO. Desse não podemos esquecer, isso-porque o tra balho, a dedicação e amor pelo que se faz são fa tores que levam ao progresso, ao desenvolvimento, ao alcance das metas aloejadàs. Esses ideais fa zem parte do dia-a-dia da diretoria do clube, res mo enfrentando-os percalços inerentes a ua ent! dade que congrega várias ideologias. Dificuldades de lado, a noite para os casais, nas sextas fei ras, discoteque da juventude, no sábado e no do::ún go para os baixinhos, das 04: 00 às 08: 00 hs, al.G.' do almoco tradicional todo domingo, são atrações que os sócios e convidados desfrutasezanalente. TRIBUNA D/ FRONTEIRA., O MAIS LIDO NA REGIÃO!! "UMA NOITE NO VELHO OESTE"! ! VEM A!. A afira;ão tem sua razão de ser,a final são mais de- 18 anos na luta pela defesa dos interesses maio res de Bela Vis- ta e r_egião. }'.as um foto que cha- ma a atenção são os elogios e as críticas que são feitas aos arti-k} gos, comentarias,· notícias ou re portagens veiculadas no TF. Isso chama-se IBOPE, que, graças a Deus, semanalmente comprovamos. Ou tro dia una "fofoqueira" da esquina nos parou para dizer o que ouviu por aí: segundo ela, um engraça dinho lhe perguntou se este redator andava com me do e por isso deixado de crLEiear às pessoas. Santa ignorância, mas explicm:ios: :S.ossas críticas são furi Éa próxiaroocão da UDR JOVEM de Bela V!s ta na semana da 182 EXPOEL. Aguarde UMA NOITE NO VELHO OESTE, co cenários do artista da terra Mar cos Lóris, cànsiderado por alguns prornÔtores de e ventos coo um dos cais criativos do Estado. Po= dem ir preparando as botas, lenços, chapéus e 0 38(podc ser 44), para participarem da sensacional noite que deverá ser animada pelo BAXA.~A SPLITZ. Fiquec tranquilos, vai ter até estaciona~ento pa ra os cavalos!! "O GRITO DE LIBERDADE DE UM POVO"! l O que ais podeos dizer à grande nação preta e branca espalhada por esse Brasil de meu Deus.A !?enas parnbt:ns botafoguenses pelo título de cape ao carioca de 89, derrotando na final seu caiar ri vale nrqui-ini-oigo flamengo. Parabéns ao botafo= guense_Ivan Marques, esse titulo, após 21 anos na fila,é simplesmente o_GRITO DE LIBERDADE DE UM PO VO, é CAMPEÃO, é CAMPEAO. Valeu o choro da grande torcida, valeu o choro da garotinha Sonja. Valeu botnfoguenses! ! r 1 ,. rLA VI I 24 . ' Henrique Oed - p de telefone público ara Nioaqoe e construção de um hospital em Bodoquena ia e ão r I l1zada a e nna pasada na A em- blefa Le flatlva, o Deputado Henrique Mora Ded presentou varias Ind[caçoe e requerimentos oli- eftando ao Governo do Ftado que através das sete tartas e autarquias promoveuem a Implantação de be neffeio em munfcIplos loclfzados na reglão udo ate do Estado, Para o munte[pfo de Nfoaque, Henrique Moraes De d está plelteando [unto TELEMS a Implantação de um telefone público que realize ligações Interur banas em frente ao prédfo da Associação de Morado res da Vla o Mluel, que segundo o parlamentar, "vaf beneffelar cerca de 100 famflta". CARACOL. - PRÉ.DIO PARA CORREIOS Ji para o município de Caracol, o Deputado olt citou à EmprcHn llrosilclra de Corretor, e Teléyra - fon que seja viabilizada a Implantaçio de um pre d1o para o funcionamento dos correfos. A inlclati va d Dedé partfu de nol lcitoçÕcs da populaçiio e ele requer Jm.,nto ,1pre:1ent ado na Ciimara Municipal de Ca rucol pelo vc>renc.!or llcnnlto llcnlgno de Souza. Prcocupndo com o grundc n~mero de ncidentcs que vem ocorrendo nn Ili{ 419, que liga oAssentamento Pa d roe tro do BrnsH no munidpio ele Nioaque, Henri-: que Dedi envlou expediente no Diretor Geral do DER SUl solicitando n construção ele uma rodovia parale la, com aproxlmadnmentc 15 quilômetros, A BR 419.0 parlamentar justifica n necessidade devido nos mo radores do Assentamento não possuirem outra via pa rase deslocarem até Nioaquc. baseado em informações prestadas pelo vereador Jicomo Dngostini, o Deputado Henrique Dedé solici tou ao !'residente dn ENERSVL a imediata recupera - cão das lumin.:Írlas da cidade de Guia Lopes da Lau no. Dcclé lembrou no Presidente dn empresa que a p~ Os cardeais do PFL de Mato Grosso do Sul não con seguirão impedir as bases de "collorir". O esforco de fechar o partido em torno do candidato Aurelia no Chaves só vai cansá-los, uma vez que alguns dos líderes pe(elistas perderam o entusiasmo por Aure liano quando sentiram a sua baixa contacão junto a preferência do eleitorado e foram atraídos pelo fe nômeno FERKANDO COLLOR DE MELLO. - O fato do Deputado Estadual Ari rigo npoiar a candidatura de Fernando Collor desmonta parte do partido no Estado e pode, inclusive, isolar Aure liano, uma vez que levará nesta jornada prefeitos, vereadores e líderes partidários. Essa debandada po de ser una senha e imã para os outros que estão in seguros cm declarar apoio ao "Caçador de Marajás"--; em Alagoas. Por isto está muito difícil a cúpula pe felista segurar seus companheiros nas fileiras de Aureliano Chaves. Se é oportunismo ou não, o fato é que Collor es tá arrasando com os partidos políticos e adversári os com sua grande vantagem nas pesquisas de opini ão pública. Rigo conseguiu, com esta manobra, a co ordenac;.ão do Movimento Popular de Reconstrução Na: cional(MPRN) em Mato Grosso do Sul, órgão que dará sustentação à candidatura de Collor à Presidência da República. Para o desespero dos pedrossianistas do PRN, te rão de conviver com Rigo e outros pefelistas nestã caminhada de Collor rumo ao Palácio do Planalto. Não adianta o jovem político pedrossianista De nas Lugo, Presidente Regional do PRN, tentar impe dir a participaçao de Rigo na caopanha eleitoral de Fernando Collor de Mello, já que o parlamentar pe felista, uma velha "raposa" da política estaduo: , acertou sua inclusão no processo com a cúpula na cional do MPRN. Queiram ou não, Denas Lugo e Ari Rigo terão de andar juntos. As divergências poderão continuar, mas o ponto de vista da mecanização da campanha de Collor deve ser consensual para não prejudicar a e leicao de Collor am Mato Grosso do Sul. O movimento, inclusive, será responsivel pela confecção'de cartazes, faixas e outros instrumen - tos de propaganda do Presidenciivel. tudo isso de verá •. ~ar ao encargo de Rigo por ser coordenador do MEfu~. Rigo e seus companheiros não deixarão 0 PFL, eles apenas não irão apoiar o candidato do par tido, Aureliano Chaves, à presidência da epblica. A agremiação pode ficar intactã, mas todos os mem bros do corpo pefelista não ficarão juntos nesta campanha presidencial. Poderão sim, se encontrarem. no segundo turno - se tiver - caso Aureliano ou Col lor nao se classificarem ou um deles passar pelÕ primeiro teste. ~!as, essa jogada não está agrdando nem um pouco a cupulado PFL. O Deputado Federal Levy dias é um aurelianista por conviccão e joga com ele até o fio. O. Presidente regional do partido, Deputado Federal ~ r,---:---;-:---------------------_;G:,:ª:,:n::;d:i:·~J:a:m:i:l:_n~a:-:º_":n:o~rjr;e~de amor" por Aureliano to- ' . . .,. dav!a mantém-se fiel à po , ·y• b F I b it hoMt LIA. e bases de indie III- âl 'I a le U o s . : lo como candidato. Se Au-= reliano conseguir passar para o segundo turno, to dos estarão com ele. Do contrário, poderá haver u ma debandada geral rumo a Collor. No momento, a verdade é que o PFL sofre as do res de não conseguirdes tacar-se nesta campanha. ADILSON TIDADE. (Diário dn Serra). Manoiras lilares: "pera;ão G«avira" O Sr. Ministro do Exército, en nota oficial, es clarece à população brasileira: "O Exército Bras! leiro, nn prineira quinzena de outuhro, participa ri de um exercício, envolvendo as três FORÇAS AR,~ DAS, nn !Íren do Comnndo Mll ltar do Oeste, Mato Gros so do Sul. Na ocasião vai realizar tiro real em d~ as Õrens, apropriadas, especificas~ limitadas, nÕ interior das Fazendas CHAPENA(ao sul de Miranda) e SANTA VIRGIKIA(prÓxima a Ponta l'orà-~IS), cedidas por seus proprietários parn esse fim. Acrescente - se que essas duas regiões não estão incluídas na á rea do pantanal. O tiro real, indispensável para o adestramento operacional das tropas, será realiza do sob controle direto do Comando Militar do Oes te que planeja o exercício sem.que se macule a eco logia local, permanente preocupação do Exército Bra sileiro ao longo da sun história. Cumpre ainda ob servar que no decurso da OPER,ÇÀO GUAVIRA, equipes do Exêrcito Brasileiro assistirão à comunidade da irea de manobra, particularmente através de presta ção de apoio médico, odontológico e outras. órgãos da imprensa, entretanto, vem noticiando que o Exér cito vai bombardear o Pantanal Sul-matogrossense e induzindo a opinião pública a imaginar ações de a gressão à preservação do ceio ambiente na região. Nada cenos ,·erdadei ro. Questionar o comporta - menta do Exêrcito Brasileiro no que se refere à pre servação ambiental ê ato que revela, antes de mais nada, profundo desconhec.imento de sua maneira de o perar, se não de al disfarçada má fê. Por issomes mo, tal questionamento é inadimissível. Simples trabalho de pesquisa demonstraria sobe Jarente que a Forço Terrestre desde a época pionei ra da ocupação da fronteira, vem mantendo rigorosã m~nte preservadas ,1s áreas entregues à sua jurisdi cao, coma comprova o estado ecológico das mesmas: Tal atitude ê norca da instituição. Ela vem de mui to antes do rodiso atual, transcende em signiÚcã do a importância à iaovimentação inconsequente d-;; pessoas e entidades, que mals se preocupam em pre servar os espacos que a mídia lhes concede. Na rea Udade, questionáveis são os interesses que se es condem por de trás de tamanha or'luestraçâo". Publicação feita a pedido do 102 Regimento de Cavalaria Mecani~ada - Rcgicento Antonio João - Be la Vista - Mato Grosso do Sul. T U B O S D E C o N C R E T o s ROA: 1111 1 n.,; 11 JJ , n dr • 1 te a t ra de j l u:: In blIa, porét nao pode con ar c ete Indf ipyenua vel serviço, Também ao Pre fdene da EN' ele solfcltou que eja Informado os critérfos adotados pela empresa para os ,, .. rviço de pl1ação de roo de de energia elétrica na zona rural do E tado. A Industrialização no municIpfo de Bodoquena ta bém fof confderada pelo parlamentar petebista.Ain dn 1111 hcmann pnns,tdJ <•le uollcltou no Gov rnador Marcel o Mirond;1 e ao Secretário da SAÚde, nn on MI rnndn, Informações sobre n vlabflid,llc de se cons truir um hospital r,:unJclpal n,1q11ela cldndc. Dedé j11&tificou-Re, clizcndo que "com a Jr..plllnt_!! çÕo dn emprco,1 Cnlllllrgo Correu, o número d<! c:lgran tes em Bodoquena tende a aum ntur, o que acarreta rã uma sobrecarga ainda mafor no parco serviço de sade alI existente". flnallznr suas lndicnçÕes e requerlmentoR no plenárfo da Assembléla Legislativa Estadual, o de putado Henrique Dedê, novamente, voltou a tentar a nsibl lizar nn nutoridades 11overn111:ie11tal, pnrn com os problemas vividos pela populaciio r<•sldente nos~ doeste do Estado. Em seu pronunciamento, Dedé, considerado um dos mais atuantes deputados da atual gestiio, afirmou que "antes das posições políticas, temos que pen - sar na população, pois de nadn adianta tennos par tidos (ortes, se a democracia só vlrá a ser real mente implnntadu através de melhores condições de vida e de trabalho do nosso povo". a G E N E A L R O • n O N FONES: ?55-1205 - 255-1202 N0:2 5 l 255 13"'6 "ONI'!'.'O-MATO DORES DO PFL Indicador ~li!!e,------------------------~•i G R O S S O D O S U L Escr" tóri e lotai RUA: 15 DE NOVENBN!O m;T,i V 1 STA Escritório Jurídico NELSOIL CHAGjlS ADVOGADO FONES: ESCRITÓRIO: Rua Tencn e Bernardes no~- RESIDENCIA: Av. Cel. JARDIM !'>-•·- ·--=---·,- ... ~~-,..,-...--i ... -~~ ~ - .~~ •• -, e onsultório Médico Odontológico DR. TELEFONE: 251 - 1721 251 - 1712 439 - lJ82 MS. 0118-MS 2.491-A. ESCRITÓRIO RESrnENCIA Camisão no 65i MJTO GPOSSO DO sr: 1 RENATO DE SOUZA_ ROSA M!DICO-CR!-1 - MS - 2049-HOAARIO: 17-21 1 R. UEIATí Eí0 S. 10RRES CIRURGIÃO DENTISTA - CRO - MS HOPÁRIO - 13 - 21 HORAS. ENDEREÇO: Rua General Osório N0 660 BELA VISTA - MS. pj3._LUIZ ANSELMO DA SIL.Y_A CIPURGIÃO DENTISTA CRO - MS. HORÁRIO: 08·00 - 12·00 HORAS o • e le i « Dra. Maria tCeleste idatCt e Silva ij TO OAB/MS TRABALHISTA QUESTÕES ESCRITÓRIO: Rua Coronel - 53S Camisao, FONE: 439-1302 - CENTRO - CEP: 79.2r BELA VISTA - MATO GROSSO DO Advogado FONE: DR. D=,::; OAB/MS Ic ESCRITôRIO SALVACOR LOUREIRO --4 F-5 ___:;$.. 3.369 029.875.191-20 FONE: 251 - 1451 a, •. do :r a ;lo era fo a:tn caz tal ou iist crtan das as 5a:tz deu a cA 7e v 0 1 Te! p :.ilia ::í.ia 7eador 7a13 ..o, e lia 1ui6± RUA: lo DE MAIO, 341 RESIDENCIA: RUA O1Avo e '-"' BILAC, 146- • 25 1 - 1410. Ao cROSso DO SUE: CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS - D!( ADVOGADA 3281 141. 490.10.-'. :' o lit1 4 91-' "ÔRIO ACI /'• ,· .. ,, . . xc f PA - S si -E 1 UNDADO EM IO DE MAIO DE 1975 - ANO XIV 1 10 48 - 24 DE JUNHO DE 1989, Todos nós tomon no nosso int uno um forte desejo de sermos f liz0s. Dou criou assim, isto 6, Deus nos cha ma para a felicidade, que comoça já a qui, mas culmina com a ressurreição para a vida eterna. Podemos dizer que este desejo que to mo; do sermos felizes, chamado que Deus nos faz que nos realizarmos como pessoas humanas, 6 a nossa vocação, f claro on - tão que todos tomos a nossa vocação, por que o plano do Pai é que .odos nojamos felizes. Deus ó amor e ama a cada um dr nós com amor infinito. Sabemos tnmbém quP. rrnliznr,,mos nossa vocar,ão no serviço, no amor ao próximo, na doação total de nossa vida nos irmãos por amor a Drus. Cristo nos deu o exem - plo disso e ó também por isso que elo nos diz: "Quem perder a sua vida por cau sa de mim e do Evangelho, salvi-la-i" - (Me 835). O que difere é a maneira do viver es ta doação, o modo de realizar este chama do de Deus e isto são as diversas voca cães. lssim a maioria é chamada por Deus para realizar este plano do Pai através do amor conjugal e familiar. Outros são chamados por Deus para a vida sacr.rdo - tal ou religiosa, doando a sua vida in - distintamente a todas as pessoas. t im portante estannos conscientes de que to das as vocações são igualmente boas e santas. Melhor é aquela vocação quo Deus deu a cada l)m e mais santa é aquela pessoa que vive mais plenamente a sua vocação . O lugar propicio, o ambiente favorá - vel para Deus semear as vocações é a fa milia, por isso se pode dizer que a fa mília é a sementeira das vocações. o se meador é bom; a semente também 6 de boa qualidade; se, pois, não produz o csper~ do, certamente o canteiro, isto é, a fa mília, não estava bem preparada. Dai con cluimos como é importante haver um am- FDMÍLID, SEMENTEIRA DE YOCIC9ES biente familiar alegre e sadio. O can .ei ro de mudes, o viveiro de qualquer hort - liça ou outra planta 6 preparado com um capricho e um amor todo especial, porque sabemos mui o bm que as plantinhas preci sam de um clima, de um ambiente favorável para poderem o dosenvolver bem e assim :1car fortor. r produzir hons fru os. Quando se rata de plantas, nós onton demos perfeitamente que tudo is.o é noccs sário, se queremos ter um resultado posi tivo. Porque então não caprichamos mais nas nossas familias? Porque não ex:is .e mais dedicação e mais amor no preparo r na conservação destas sementeiras de voca cões? Ou será que as plantínhas destes cantriros, que são os filhos, não valem tanto quanto as mudas das hortaliças? Para que o ambiente familiar seja favo rável para o desenvolvimento sadio de to= dos, é preciso que haja diálogo franco , respeito, fidelidade, amor, dos pais en tre si, dos pais para com os filhos e dos filhos para com os pais. Se falta isso, é CómO Se faltasse o sol, a chuva, a luz e o calor para as plantas. A família 6 a sementeira das vocações. O semeador é bom, porque é o próprio Deus, que nos ama com amor infinito. A SP mente também é de boa qualidade, porquP. é a vocação, o chamado oue Deus nos faz para sermos felizes. o terreno em que à semente é lançada é a familia. Se esta f.or boa, o fruto será abundante e todos sairemos ganhando, porque haverá bons pais de família, como também bons padres, irmãos e irmãs. Amiga ou amigo, se você leu esta peque na reflexão e gostaria de ter maiores in formaçãoes sobre sua vocação, principal mente religiosa ou sacerdotal, pode pro - curar-nos no seguinte endereço, Pe. IVO MUELLER Sede Capela C. Postal 17 89896- Itapiranga - SC DESARMONIA CONJUGAL muito fácil listrar os inimigos da oa convivência do casal, aquilo que ir. erfere em nossa vida e provoca crises, a ritos, ressentimentos, intolerância e muitas vezes separações. São os agentes da desarmonia conjugal. 1- FALTA DE DIÁLOGO: Há quem garanta que ~-fim do dialogo e também o fim do amor. Não há mais nada a fazer. Quando o casal já parou de conversar e sua vida se re- 6u~e em mera troca de palavras, ou ofen s1s mútuas, é porque o· amor está se es [aindo depressa. E só a volta do diálogo 0 L restabelecê-lo e reconfortá-lo. :- DESUNIÃO DO CASAL· Gênios difícies .,pac1encia de um para com o outro; bri as na frente dos filhos; guerra de noer os; cobrar demais; fiscalizar cada gesto ela ou dele, como se fosse sentinela cm dmpo de concentração; obrigar os filhos marem partido, ficando do "seu" lado verdade, existe um lado no casamento, nosso lado) ' - EGO1SMO: Pouca abertura para a doação Partilha e o amor; viver numa redoma, a astar-se dos problemas ("isso não é comi o não tenho nada a ver" - será que não enho mesmo?); criar o filho no consumis- e na insensibilidade; transformar nos a casa numa fortaleza completamente a eia, cega, muda e surda a qualquer pro •Cma ou necessidade de um semelhante. CI'ME: É um agente corrosivo do casa - nto, pois se resume na falta de respei- e na desconfiança. O ciúme é um verda ir~ campo minado e não é possível atra essá-lo sem estilhaços e feridas. O ciú ao homem diminui, degrada e desyalori . sua mulher. tum comportamento 1nace1- vel e intolerável. . EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO: Com bens mate - ais: o consumismo desenfreado leva ao banjamcnto, à inscnsihilidaêt e à falta fraternidade. A gente tem de parar pa pens. r: isto que pstã aentro de nossas casas, o ladrão pode levar, o fogo pode queimar. M.As há valores mais •✓Prdaaeiros e permanentes e estes nenhum ladrão rouba nem o incêndio destrói. 6- EXIGÊNCIAS DEMAIS: Um não aceita a mo nor falha do outro, quer sempre a perfei çao, mas se esquece de seus próprios de - feitos, que são muitos, s6 que estão bem camuflados.O casamento se transforma então numa neurose contínua,pelas cobranças,pelas exigências,pelas imposições, e sobretudo , pela incapacidade de aceitar o outro como ele,é, e não como a gente gostaria que e lo fosse. 7-- AUTORITARISMO DOENTIO: Vi ver dando or-. dens, julgar-se superior; tratar a mulher sem o menor respeito; usi-la em vez de a- •má-la (machismo). Autoritarismo que pode também caracterizar a esposa mandona, in transigente, sem respeito e delicadeza pa ra com os filhos e o marido. -- E há ainda um inimigo tão terrível co mo esses todos: o ÃLCOOL, pois desintegra a família, em pouco tempo. A gente sabe de casos de filhos que, de joelhos, pedi ram a Deus a morte ripida do pai, pois já nao aquentavam mais aauele inferno em que se transformou sua vida, desde que e- le começou a beber. - HÉLIO FRAGA - JORNALISTA E ESCRITOR PROGRAMA DE VIDA NENHUMA MANHà - Se oração fervorosa. NENHUM TRABALHO - Sem boa intenção. NENHUMA ALEGRIA - Se um obrigado a Deus. NENHUMA PALAVRA - Sem se lembrar do Onipresente. NENl-!UM SOFRIMENTO- Sem serena resignação. NENHUMA OFENSA - Sem perdão. ENHUMA FALTA - Sem arrependimento . NENHUMA AÇÃO AO PRÕXU!O - Sem ser interpretada benignamente . NENHUMA BOA OBRA - Sem humildade. NENHUM POBRE- Se~ auxílio NENHIJ:i CORAÇÃO SOFREDOR - Sem uma palavra de con forto. NENHUMA NOITE - Se exame de consciência. Conta a lenda, que dois manjes há al qumas centenas de anos, leram num 1 lvro bem grosso que nos confins do mundo oxis tc um lugar, em que o céu o a erra se to cam. "Vamos para lá", disseram os dois "Afinal de contas queremos ir para o céu" Já na noito soquinto despediram-se dos demais irmãos do convento e pusrram-sc n caminho. "Não ·,oltaremos ant?s ele termos encontrado este lugar - disseram - nrm que tenhamos de procurar at6 o rim de nos sa vida". Assim, coram andando dia por dia, du rante muitos anos. Por vezes, podiam su bir a um carro puxado por cavalos. Outras vezes tiveram.de utilizar-se de algum na vio. Passaram por regiões super quentes onde o sol escaldava, e por lugares onde chovia sem parar; por países cobertos pe la neve. Subiram montes e desceram vales. Certa vez, um deles quase se afogou doutra feita o ouro quase morreu de fe - brc. Então perdiam a vo~tadc e a coragem. "Ah, não vamos encontrar nada", lamPnta - vam, mas sempre de novo punham-se a andar. Um dia esse imenso esforco foi recom pensado. Estavam finalmente <liantc dum e norme portal, que parecia dar para o céu Conforme ha~iam lido antes da partida , bastava bater e a porta se abriria por si mesma, dando o acesso direto a Deus.Son - tiam o coração a bater-lhes até a goela e estavam pálidos de excitação. Bateram e a porta abriu-se lentamente. Ai:ibos entraram com cautela, e olharam ao seu derredor Reconheceram então o convento e as celas que hã anos haviam abandonado. Os dois monges compreenderam a lição de sua longa caminhada: o lucrar onde o céu e a terra se tocam, está bem perto de nós. Sempre e a toda hora. É o lugar que Deus assinalou. t ali aue se encontra a porta que leva para o céu. Ou melhor ain da , está dentro de cada um de nós. Portanto, se queres achar o céu . não precisas fazer longas viagens, não oreci sas praticar acõcs heróicas, conquistar , países ou subir para o alto de montes que ninguém jamais pisou. Nem é preciso que sejas algum presidente ou que sejas Papa. Basta que sejas o João ou o Pedro a .a ria ou a .larlene ... O lucrar onde o céu e a terra se tocam é tnnto-a cozinha, na qual Maria seca a louca, como a escola na qual Pedro ajuda aos scus colegas; ou en lão o campo de futebol no oual João é o melhor camarada do mundo; Õu então o hos pital no qual Marlenc visita a sua amiga. Experimentem! Batam muitas vezes à ?OE ta do céu. Ela se abrirá por si mesma e vocês já estarão a caminho de Deus. Alegria Este e~ recado que te quero dar: o recado do meu tempo para o teu amanhã. E não te enganes: as coisas simples são as mais difíceis para os homens que esqueceram de ser simples, por injuncões da têcnica e da ciência Será preciso que saibas olhar para o crepúscu lo no campo e compreender que não foram os homens que o pintaram. Que saibas escutar o barulho de um riacho cor rendo sobre as pedras e lc~brar que não foram os homens que o ensinaram a cantar. Que saibas olhar para uma flor que desabrocha e entender que não foram os homens que a fizeram fornosn. Que saibas fitar_uma estrela luzindo na f1r.a eno e saber que não foram os homens que a colo cara no céu. • • --------------------------------- Câmara é ·Ver. Carlos Alberto Ocáriz Mutirão para Troca de Luminárias Vereador Sydney Leite utirão na Vila Planalto e Abertura de Ruas , e • a - --- - -- ------- o Vereador pedetfsta ydney 'unes Leite fez as seu!ntes solleftaçoes na imara Munfcipnl para '1 '"' •w j ll f d lo um 'Hll lltÀfJ t:A V 1 LA OlJ llA 1 RRO l'LN:A!! Til, bem afm como SI IAM Alll'IITAS A'; RUAS llARÀO no >111.C:AÇt• 1. MARl:CIIAI l)l'()l)ORO, l11•nn1l0 nquelo VI ln o Centro da Idade. "A 'VHLA PLANALTO está pó!nua, e ao mesmo tem- P" cll..1,ntu do Cuncro ,1,, r1,1,,,k", 11ffrno11 Syclney. Cont fundo, vejamos: l - "A >•un l lltlARl10 l'f l ~Pll) n~, pod,• ,· .. r aberta porqu,•, l'ntrc o Cf.JRO l)A CJllAlll: e u Vil.A l'J.A'/,l To existe uma grande proprtedaderural (aproxima - damente duas chácaras); 2'-- ,r, !HIAS BARÃO DE NI:I.CA(fJ e iAllEC'IIAL sio passíveis de aberturas, pois são DEOílORO previstas nos loteamentos. Acontece quu t1t1ncn <lftns ruas nao foram abertas e jnmais o poder piblfco mostrou interesse nesse 6Cntido. O que ncontcco cncio? A populaçio daquela Vila tem que fazer um enorme percurso para chegar oo Centro dn Cidade, pelas ruas JJARÀO DO J.ADÁRIO (de_!! vinn<ln a dlta propriedade rurnl) ou pela AVENlílA TEODORO SATl VA ( indo até quase o IISfu'sílEPÃ). Agora é a época adequada a abertura das citadns ruas. INVERNO e TE~WO SECO. ~ ficll nbrir-se aque las ruas, em pleno brejo. Ali5s, ouvi fnlar que, cm virtude desse abando no, um cidadiio já "diflcou ur.,a residência no local destinado a rua. Se íor verdade, é risível. Pois n fiscalizaçio dt O Vereador Carlos Alberto OcJriz - rr sid~ntc da c;nJrn ~unJclpal,solicltou o endereçamento de expc t1icnto ao i:,rn,o Senhor Diretor J>-resldcnte da Cner - sul, com copta ao Exmo. Senhor Prefeito Munfc1pal no sentido que det minem com a r.,,1,clr.111 urgenclB ~m rnuttr~o" parn que sejam trocadas todllls a,; lum1na rlas cm notrnn cidade que se cncontnHn queimadas, e que ,,stn op<'rAçÃo seja concret lzadn antes do anivc_E Riirio de Em<111clpnciio Pol{tlca 20.07.!!9. [PONTE_ DO CANOELà Para que 11eja ( nJ re .. do expdiente 110 Geral do o RSt:L, e-o cnpl11 ,,o D! retor ln ~ .. cerando Indicação g 067/89, e que vidi:ncias urg ntes quanto aos reparos na bre O c6rrcro Candulio, dn rodo!! que Bela Vlst ãs C iein1s, Indica 110 ·wca pela)] vez, e que até present data não tomadas as providéncins, ocndo q~e se naJ '·• ser atendido, esto rodovjn ficara 1ntcrd!t,> do coo isto prc_judicor o c,scoa ·nto c!o n. r ca::mraty, bcn cw.o aos produtores d asa r,,. Recadastramento Imobiliário solic!ou ao EXMO. Sr. PREFF.1TC1 ''.ll);lCll',L DE BE LA VlST,, no sentido de que nprovcite o corrente a no, para fazer ua completo rccadastramento imobi - li~rio para efeito de trlbutaçno, quanto nos pro prtetiries, quanto as edificações, e, atê nesmo , quanto II tributnçio. ,trr.ia Sydney que, "Essa indicação tem r11zâo de ser e virtude de ocorrências quanto a trihutnçio. E:emplo: Vereador Cássio Acioly Escoamento na Cohab 7 1 Para que seja endereçado expediente ao Presiden te ela Associaç::Ío do Distrito S". S~ <lc Fáti::i:i, da possibilidade de implantar n cultura da cana e crin çào de um alambique. Segundo Cássio, "Const<lerando que trnta-sc de uma formaçio de baixo custo, haja visto que n FPAER tem grande empenho em ajudar, vindo com Isto gerar empregos e melhores condições ele vida dos mo radores do citado Rairro". 1 - ~o ,no de 1.988 ful lançado pnra pagar inpos tos t ~ritoriais e preelial, quanto ao imõvel que possuo n Rua Tiradentes, nesta cidade. No ano de l.Q8°, fui lançado para pagar imposto predial, no ~nico ii:,Õvel da Rua Ti r11elcntcs, por duas vezes ( f~ tocopi.1 ;,nexo). 2- Quando da cobrança da dh·ida ativa, segundo soube, d~tcnninados imõveis estavam lançndos cm no me de duas pessoas: o antigo e o no,·o proprietário. 3 - Quando da cobrnnça <ln dívida ativa, segundo fu! inforrado, hã lançamentos ma noe de pessoas qu~ j:1 :-':orrcram h:i tr'!.t!tn -ilnos, .;,ro:<lmadnmcntc. - i noticias de que terre:os edificados, estio apenas lançados coo territorial. se isso realmente for verdade, co esti sendo prejudicado, o que er hipótese algura. Se lsso for verdade, é veis n3o cadastrados, e, ~ando os tributos". Asfalto ou Calçamenl~ Para que seja endereçado expcdlentc ao nhor Prefeito ~un!cipal, no sentido d se asfnlto ou calçarcnto coMunitrírio nas prir.c'.; rua& nao asfaltadas de nossa cfdade, mas pr mente as de maior trifego. Para que seja endereçado expediente ao Sr. Pedro lbanhes, Chefe da Exatoria de Rendas Estaduais, com cÕpias ao Delegado de Polícia e ao Prefeito Munici pal, solicitando r.,aior fiscalização ao godo abatido nos açougues de nossa cidade. Fntendc Cássio que, "Tal solicitaçio se faz ne - ccssária, haja visto que não há fiscalização e ins peção sanitária, por não existir Matadouro P~blico. Considerando que há vários açougues trabalhando clandestinamente, sem as devidas documentaçÕes,ven dcnelo inclusive, animais clandestinos, vindo com is to prejudicar os produtores e tambéo os consumido ben capaz de existir imõ res qué compram carne de péssima qualidade". por conseguinté, não pa- r--------------------------~ o tesouro públ1- não pode ocorrer, SUBSTITUtÇÃO DE LUMINAR IAS fiscalização nos ftçouúues f xpansão da Rede Elétrica Que medidas se~am tomaelos no sentido de que se jnrn substituídas as luminárias e,clstentes na Rua Antonio João, esquina com a Rua Antonio Maria Coe lho (um.1 em frente ao Sindicato Rural, e outra cm frente à Drogaria Garcia), tendo em vista que as ditas estão inutilizadas, urna vez que não acendem, confon::c pode ser constatndo. - Segundo Sydney, "Hã poucos dias, houve, segundo consta, un trabalho de substituição das luminárias danificadas. No entonto, devido ao grande núoero que cstõo necessitados de substituição tem-se a im press~o de que, npenas as indicadas nesta Cãmara ~ antcrior.,,ente, é que foram substituidas. /ntl 03.wencc, costuo..lv.a-sc fazer UIT.a oarca nos postes CJjas luminárias nccessitavnrn ser substituí das. E. com isso, a equipe de reparos, fazia O se~ trabalho com acerto e a contento. Hoje, parece-me que essa prática foi abandonada. Se o fo!, sugerimos que a r.:esrna seja rc.:idotada". Fec1'o da Área da Escola José ~larin Paloieri e pre paro da terra para cultivo. Outra i.ndicaçio de SYD:,E'. foi,no sentido de que scj· ?rvvidcnciada o fecho da 5rcn que circunda a Eccolu "~nicipal José Marta Paloicri, ben assi:n, co mr o --~~aro da terra, a fim de que proceda o plan tio, ~te ... dC'ndo. dessa fornn, as ncccssid:id~s dn eS col..":. Bastante ntuante, o edil rásslo Acioll, do rn apresentou virias Requerimentos e Indicações no ple nário Legislativo flelavistensc. Vejn os tr:1b11ll"·:, do Vereador n seguir: ''Para que seja cndcrcçftrlo expcrlJcntf' ,1.0 r· <'. ,r. Prefeito Municipal no scnt Ido que deter!ne ao Se - 11.2.7.".1:1%%1 os».ao«,aro««·as.aos ."..d 12"%1 %7.. - junto, o Sccrctârto de Or tá certf{cu- • do "5 ela bl el h pcraçÕ.es da TELf~v_s e::i Ponta Porã, co::i cópia pro ema a rua, quê com as constantes c uvas neste ... r,·;o, per{odo, 0 problema tornn-~e mais grave". Ilm'! Senhor Eduardo C:odbem, Diretor Regior.al Dourados, r<,,iter;indo Requerie:ento n'? 088/89, • do de 17. 05. 89, e□que solicita infornaçào q a regulariz:içào dos telefones neste ~unidplc, ven causando grandes transtornos. Afin:iou Cissio, "So!:lOS sabedores aue até Y..I'." de 1.990 será irplantado novo siste~~. r::as 'lsta necessita de u::,a regularização urgente, 4 ?rofi siderando que e julho, coc,emora-se o an!ver&i: ';s ao de nossa cidade, trazendo com isso c:uitos te:~ ~::.r:! de t"s, aumentando ::mito a de.r,ande de telefone. ·,•:ês cu ,----------,---------------1 :, ~!'ora .:/1me: :nado , 1gg ~----------------------1 ° proo Para que seja endereçado expediente ao i'.l=- .. r G:iii• Sr. ~refeito Xunicipal, com cÕpia ao Chefe c!o. , lbt critorio local da EXERSUL, Sr. José da Cruz r,J ':speü do, no sentido que seja escudada a possibili~ . ,:: sete de ser montado o sistema de energia monofás!Cl : :::plic· regiao rural desta ctdade. da a, ~egundo Cássio, "Considerando que este s!S: • tas to ma e usado em vários Estados no nosso País, e r.ente , grande ':'alia para toda nossa região rural, ;- -:;a, de e seu estado economicamente baixo, por ser co= r- ':l! que te de ':'adeira, o que representa instalação ê.e ~ ·- ~. d':s elctricas no interior, ou seja, eletrff!: • a dor cao rural. . a!e ' Considerando que a eletricidade ausenta + ,_"o d ti id d "U •,eleza u v ª e e a produção, põe água em cornti.• :~~o à e (bom para a saude) e conserva no gelo ali:::eot:! .,, produtos' reduzindo perdas, além de dar oais :. • " div~1. cro ao homem do campo (e ao Pais), melhora s~! da com alg:1m conforto (luz, TV, ferro elétr-ic.{ inibe o e,codo rural. Sabemo b - ,, r d s tam em que o custo de postes de e.~ a usa os na construção dessas linhas é doze • zes rneoor do que a linha trifásica suste~W por postes de eii::ento. ' ;:; L Citam '°':li "Uls;,, aso."ã", [;"o 4o zere»1 "o soes", t?e ":-;- .OS do corrente ano onde diZ· . ,;·~-e, • ao se pode po - ' :: - -.. ..- .,. 0 ' rcc, tat:1.par o sol co::i a P-,,,. • -.1no::i· -ª· s postes de ci - , isa"> de madeira t -b' i_::ento sao bastante duraw-· .• .. '.•. ª- ª"•tl a, ... em sao q d o•e • -1- - ,;;;- tados) e 'a ·d uan o convenienteoe "+,:5Ga. re e t~ifâsic • el?-.C·· ,_. - rendi.r,entos e lh- a proporciona ::: •' • e,: sao me or perf - lhot<· .- ela conectada S orance a apare - 1 .: a.~ensc tamente • o que' sair do forno ã lcoM _, ::~, - ba, para o microond o • - • ainda não esta as, implica um cust ., ·-:;, •e se seria, antes r:os preparados para assuo..ir- Y;t~ -i '?: .... Isso ale'= d , passar por uma fase Lnteredil'' z, "o, - e trazer d .. , --~ •O o • dade brasileir 1 ° campo para o te! h+"! de ' afastar as susª ª1 nda teria o salutar efeit rszs _a; Pe ta d ·': ?- o ::i<1is barato s e que no Brasil não se,.. ,, a.l,-,d cocisso-es. porque O mais caro produz ~-- -: ~11·· a ;-t·. ilvra, ., 'a, ° ' • Co Cio ..... r:. nt~ • tu.àr _..,, "•ll + be ·, o l'lc , c "3, $, m 'e, o, .. "'" ...... e. ... >., te , 7 • 'd- + 1 ' ? "4,°, "ze, +"t- ' .6,3 c. c ·a±., Telefones ~Par 1ue seja endereçado expediente ao Exmo. Sr. ~refeito Xunicipal, no sentido de viabilizar n ex - pans:io do red-, elétrico monofásica no Distrito N!!. $2. de Fátima, no P.nirro Át;ua Doce, no Bairro Serra dinho, ua vez que os mesoos necessitam de tal bcn; fício. 1 • Reparo na Rede Elétrica Para que seja endereçado expediente ao EX1:?o. Sr. ~refeito Municipal, com cõpias ao íliretor Regional dn fnersul e ao Chefe do escritório local, no senti do que ~etermine com a mÃxima urgência o reparo d~ rede eletrica na Rua Antonio Maria Coelho. Afirmou Cã~sio, "Considerando a constante queioa de ootores eletricos na Posto R.io Apn, totalizando 'ELO i - = ..JRAO MINI IÍl Tal solicitação requer o máximo e~penho para que A? o problea não venha causar d d. 'CAE!OS Cc gn ; ' ~ oo ores anos, ne::i pre- N!l! Ol!!:?u::ro ., REFRIGERADO. ATENDENDO cau cr " juízos aos usuários". "REs{«., WFEIçOEs. " cósr@o Aipo];"7L.. Para_quc seja endereçado expediente ao E:,a,:o. sr. 55 ~ 'f'RE:-a:E: A Siu'G:Str! .. Prefeito ~'.unicipnl, paro que deten-.inc o patrolai::en to e encascalhaoento do cõrrego o lado da ponte s A O PACIENTE PRECISA DE AILENCIO E REPOUSO Quem sonhava com paz social e poli.ica seio na familia brasileira com o sim - les advento da Constituição do 05 de ou ibro de 1988- a "Constituição dos Mie - veis", no arroubo do deputado 1li5ses imares no dia festivo de sua promulga - To em pleno calor de Brasília - deve es r boquiaberto, espantado e perplexo di- te do quadro político que estamos viven . Um quadro onde as paixões e as ambi - õcs militantes se chocam numa oceânica , ~--.anndo cm risco o grande projeto da pró ia Constituição que é a complementação transição democrática com a eleição residencial e a feitura de leis comple - ntarcs e leis ordinárias destinadas a gulamentar muitos dos direitos consagra s pela Lei Maior, sem se falar na elabQ ção das Constituições Estaduais, leis rgãnicas municipais e respectiva legisla ·o complementar, concluindo-se, assim, a· ande e difícil tarefa de ordenação juri ica do País. - Uma Constituição, por si só, como doeu nto elaborado por cidadãos eleitos pe oovo, não resolve, milagrosamente, de 2aç1: !c!: que a!4 1a, ts rge' o an!s:' u!tc3 ' 1efev um dia para 'o outro, o problema pessoal de cada um, assim como a rece1 a médica , assinada pelo esculápio, também por si ó não cura, de um dia para o outro, o pro - blema patológico do pacien e; os remédios e o regime dietético prescri .o é qu vão curar o doente, quando curável. ~ Conr. i tuicão é a lei suprema de um 0 ais. "Pixa lhe as normas de gorverno, discrimina os direitos e os deveres, distribui as compe tências, limita a ação da autoridade pú - blica e assegura ao pov o ambiente de or dem, indispensável ao progresso e à paz na seriedade. "E o que nos ensina Pedro Calmon. Ora, assim como e~fcrmo ou sua fa milia se comprometem, junto ao médico, a seguir as prescrições em favor da saúde do doente, os cidadãos também se comprome tem a cumprir a Constituição de seu Pais. Quando os constituintes assinaram e "jura ram" cumprir a Constituição, não o fize - ram apenas cm nome próprio, mas também em nosso nome, já que em nos se nome, e sob pi.Q teção de Deus, eles elaboraram a Carta Magna sonhada pela sociedade. Quem toma a clássica pinguinha segui- da de feijoada quando estava orientado para :omar leit, comer chuchu e ou ris comidinhas die.éticas, es.á sequramente nveredando para a complicação do seu ca so clinico, expondo-se às consequências de seu comporamen o, e desafiando, numa a itude suicida, a sabedoria e o aconse - lhamento médico. Também, quem faz do di - reito de greve, assegurado pelo es atuto constitucional, mas ainda não r·gulamen a do, o abuso da greve pela greve, institui o "grevismo", faz do direi o de greve o "dever da greve", parando o Pais, "proi - bindo" pela violência o trabalho de quem quer e precisa trabalhar, prejudicando a grande maioria dos cidadãos, jus.amncn .e os mais carentes, os mais necessitados os indefesos, como vem ocorrendo nas gran des capitais e nos centros industriais , está inegavelmente piso'eado e rasgando a Constituição que jurou cumprir e defender como cidadão, já que todos são responsá veis por ela e por sua obediência. RAYMUNDO FARIAS DE OLIVEIRA ESCRITOR E ADVOGADO. Ligações Perigosas na França, como em Tangará Profissionalmente ou não, há leitores dos ao hábito do livro não ê estranha obra de Chodcrlos de Laclos, o coronel rancês que traçou para a posteridade a ida imoral e decadente da corte que te- inúmeros de seus representantes gui - atinados - e cujos algozes também ren ramn, logo depois, a devida homenagem , :na própria cabeça, ao invento de mon eur Guilhotin. O livro de Laclos, agora um requinta espetáculo cinematográfico, anteceden em sete anos a Revolução Francesa , o implica mera coincidência: a desen - eada farra sexual só poderia trazer em U rastro uma violentíssima forra e con quente derramamento de sangue. E n5o zia, de cátedra, a Marquesa de Mer - il, que a "dor só sente uma vez?" , is é, tanto na cama qunato na quilhoti a dor só é sentida apenas em um deter nado momento ... A beleza dos cenários de hoje, se cor rado à da França de então, é natural - nte diversa, mas agasalham, ambas, pe- rigosas ligações, que facilmente encontra mos, na interiorana cidade de Tangará, es tabclecidas por pessoas cínicas e corrom pidas como o Visconde de Valmont e a Mar quesa de Mertcuil, dominantes em Paris Ou a jovem casta ou pura Cccile, que vi - brou dó contentamento ao receber os ensi namentos atilados da marquesa, no tocante aos cuidados que deveria tomar quando transasse (tempo contemporâneo) com todos os homens de quem se tornasse amante, por quanto, ao estar com o marido, sentiria vergonha apenas da primeira vez. Todos nascemos para santos, dizia Léon Bloy. Mas a grande totalidade é pecadora (este termo também é visto nos dicionã rios), e nós nela estamos mergulhados Talvez por isto, possamos antever o que a História põe à disposição dos que nela sa bem ver como se sucedem os fatos. E fatos não são coisas, já dizia Jules S. Monne - rot, os fatos são derivados de ações huma nas fundamentadas em valores morais- para o Bem ou para o Mal. Os fatos, acontecem porque o ser humano assim o quer. Tudo o que o homem faz é com pleno conhecimento e ciente das consequências que daí podem advir: o fato é uma decorrência de seu ser. E o que acontece cm tangará é um fato: ai se vive num grande e dinâmico bordel . Tal como.o ambiente onde pululam as per - sonagens de Laclos. E temos na interiori na cidade brasileira, até mesmo uma jovem que vai para um motel sem saber para quê. As ligações perigosas sempre existiram e jamais deixarão de existir, elas são de corrências da condição humana. EntretantÕ quando se tornam ostensivas e devassas , diretamente projetadas em todo e qualquer lar,· no seio de toda e qualquer familia , sem subterfúgios de espécie alguma, podem dar em guilhotinas, quando não en pelo - tões de fuzilamento pela frente. No ritmo em que vamos, qual o jeitinho brasileiro para semelhante situação? Sas sá Mutema ou a benção de D. Eelder que , por ser também "baixinho", abençoa a "san ta" Xuxa, no programa do Faustio, c;:ue bru talmente cortou a imagem do octogenário~ sacerdote, deixando-o perdido no espaço?. BANCOS· FIICE· OCULTA DO CIIPITI ISMO As bolsas de valores e os bancos par ulares são, a um tempo, os pilares e quinta-essência do capitalismo, siste- econômico, que, como sabemos, é ore so da democracia sem adjetivos e sem «lhacão. Por necessidade de sobrevi - eia, são estas instituições as maio - s defensoras àa lei de' mercado, da a1 as bolsas são de fato o recinto on- este se realiza de maneira mais com eta e sofisticada. Os Bancos, por sua , são o instrumento de maior raio de ao, de transferência de valores, atra $ das câmaras de compensação, possibi Rdo ainda as operações de termo. Em ou as Palavras, são a esquina da livrei tiva, do livre trânsito de capitais, Por contrapartida, de valores, mercado as e utilidades. Se~ bancos e bolsas, impossivel ima - ª: o capitalismo atual, sem livre ini tiva, impossivel pensar en democracia ~õs, Pobres semi desenvolvidos, eufe éticamente chamados de País em desen Vimento, na realidade agraciados por Pernos paternistas, ultra-intervencio s, pelo contrário, vivemos numa econg a esquizofrênica, ~arcialmcntc engessa e parcialmente não, ao bel-prazer er dos 1obies orqarizados. Neste au tico samba de criolo doido, os paladi nos da livre negociação raspam o que po dem a seu favor, com discursos democráti cos, mas aproveitando ao máximo os pontos sufocados pelo gesso do governo. Os bancos aproveitam os vários congelamentos, como os dos aluguéis, por exemplo, mas, aciona dos pelos vis senhoris que inutilmente ten tarn defender os proventos de suas aplica ções, não só defendem-se na justiça, natu- 4 PRIMEIRA PROPOSTA DE POLITIA SALARIAL O deputado·ANtônio Cllos de Mendes Tha me (PSDB-RS) foi o primeiró parlamentar a apresentar uma proposta de política sala - rial, nos primeiros dias de março. Por isso, em obediência ao critério àe prioridade cronológica, todos os demais projetos, inclusive o projeto do deputado O'smundo Rebouças (que é o mais aceito pe los ministros do governo Sarnev) tramitam ·na Câmara dos Deputados anexo ao projeto, do deputado paulista, que ~em o nÇ 1596 . O roieto do deputado T}me provê rea justes mensais automáticos para repor perda do poder aquisitivo decorrente • da inflação no mês anterior. unicamente a ceita a_idéia de que o clima de grevismo, nao sera superado sem a.definição de re - ralmente morosa, com o peso de seu poder econõmico, mas recorrem sistematicamente, àchicana mais rasteira, adiando por anos o pagamento devido, marcando com vergonha e a sombra ~ace luminosa do capitalismo completo. Covardemente jogam con dois pe sos e duas medidas, i';Ualando-se em malva àeza aos governos patrimonialistas e poou listas que nos agridem como carrapatos as vacas. gras clarãs de reposição salarial. Aliás, para a outra variável básica da economia, que é a taxa de câmbio, o Ministério da FAzenda acaba de definir regras de desva lorizacão mensal do cruzado, em taxas men sais correspondentes à in:lação no perio:: do. Uso de Tranquilizante ,, prornovldo pelo l'ronnv, Qlll' tem a frente a 1! Da mn Cccf1 1a Moraes, foi coroado de Sucessos! A PROt!OÇÃO aconteceu no GrPmlo. A mesn ele salgad!nhos, bisco.:!_ tos e bolos chnmov., ntençiio pelas vnricdndes clecor!!_ tfvamente expostas. A DECORAÇÃO do palco e passnrcla todo em verde oliva de bom Rosto e crlntivldn<lc. LINDOS !1ClllELTTOS DA Houtiqt1c Kawny, masculinos, fvmininos e infnn - tis fnr,,:n c::ibid"s por chan-osos r:mncquins. Rcceb!!_ rama ma!tos aplausos! l - () q,:urtcto de manecas, aqui cm ensaio fotogri fico, quando frequc•ntnrnn o curso de manequim ml nistrado por André e Uerto: Rosana ~ello, Octavia Rodrigues, Patrfea Rodrigues, Dayane Pal;Ício. r l 1, Ai:_<ll:_ ,k 1idt11' foi co memorado no dia 2) PP· llEISI' ffHh do casnl Sargento ke tenda. A resfd@nc1a ficou lotada dos amigos que fora cumprI men'ar a aniversariante por tao ltn'a Idade. 1 anos! Felicidades gat 1 nhn ! flESl'IIX muito --, DAYA::1: PALÁCIO, 3 - Momentos de Pity Leite na passarela, acompanha da de um ele;ante ato. m le ' 1 D 2 - A 1,t~11011, dr.,p·Íticn e• ch1r:•.o•rn l.olotnC,1r<linol. r..O lt d e Minha Filha Ela é tão terna! É angelipura ... Ela é tão frágil! É lexifrágil ... Ela - criatura, Toda ternura, E compreensão! ... Que na amargura Ela □e segura Pela não! Minha filha, be::, ai:,nda ! Ilu:!!inada. Abençoada. Maria Iznhel Borba Recife-PE, 05.12.88. GU !" ' con• inu r ·;a tório. Ao despertar, certo cheia de pesadelos, se num monstruoco insc o, sem qu forma cão ex erior modifique e alma,plcna de bondade e tranob ernura. - , como insc o morre> e, cm pllq1nas; es, embebida de :::e lgu i<;:c <' deso•;p<'ro, mancc 6 uma natural fusão do estranho dia a dia, sen que oc consiga tes elcmen os. r.xpcrimen a-se, por vezeo, no da leitura, uma sensação de pesadelo, mal estar, mas a narraçao e tao coerente que se rica sempre soh o ~u uma realidade - e o lei or ~rnt<' a: .. -são de '1lle ornou conheclmcn~o do rela: uma exocriiincia profunda e 1nt ira:-cn e vidn, ;;ur ref10te ilr:c;ustiosar.cnt<'_o' isoladamnen+o f um livro inperecivel literatura uni:oral. rranz vaP:a, rorr<'u nos 41 anos óc: de, ·..ítima de longn tuberculose. Em .. r !s, pessoa estranha, cnsir0srr.ada, urrcdia, fícil. Enfrrmo e a ronó ona pcr;:,ancncia sa· rial ainda mais acentuariam a sua cs r· sa. A sua convivência quase se liri.a, «uta circulo far:iiliar, on<lc o pai era Íl"' -t~ai 5 , prepotente. "adores Publicara muito pouco, passara u.-:i t • 'fe~Õ::: despercebido r, à beira do desenlace. :•;:,.x Bro f, seu único amigo, incur.bié cara de aueirnar seus r.anuscritos. Brod,não cumpriu sua determinação,e os seus manuscritos e cscrc·,eu i! biogre. ~s avt, do escritor. A atual Foi um sucesso univcrséll e todas as· guas do mundo ganharan um novo adjet~; kiano, para qualificar o esoecífico e: tástico clima em que se .des~nrola:'.1 ce:· •icessê conflito;: humanos, marcados pela opr~: :ro a:ol.i que o proprio homem criou para a sua 'l: A obra de Kafka é diminuta,:nas e1:E- .~créo.., uma extraordinária infll:ência cansei!.'. • •l:ios, ,., ou. insconsciente nas novas gerações de de cri tores em todos quadrantes da terr~ • :'::::entu. Os seus livros, em poucas páginas As, pro: genuinamente os seus dramas configura "'• r.egoci; personagens e garante- lhes ~ imortalié: ::'.,éade, ! O ambiente é sempre O mesmo: o nei res que que no burguês, absorvido pelas ;:r.esq·::· "?l::.enco preocupaçoes cotidianas, dos seus e:::?:- .,_:°'" o pc Ou dos seus livros; e a ação é contaõa ,.' o fenõ maneira realista nas minúcias, todavia [e e, fatos escapam as leis do espaço e do :.. ,1er a.li tornando-se como que símbolos de uma :,: ·:tJs, fa· dade transcendente to Po·, • A • , 'o metamorfose, publicada em 1916, ; DA los primeiros trabalhos de Kafka, se;Ter y, te o mais importante. sc, Para quem gosta de ler, este livro. • t:cos o certeza agradará . ? . 'e s : .. c!arde ed-h•.Ç!e CHà BENEFICENTE . • • lstt r. E A novo constituição deu um passo importante ao nos garantir direitos trabalhiscas diferentes desas =e-=757{mm5mm.77e- c 'cios,coo o auenro do razo da 1iceca ater±éG ;;:::,.;=:..====::::=::::;:==:-=::=~,depara 120 dias e cinco meses de estnbilldade no e; prego npôs a licença. :-las sabemos que ainda não foi Õ suficiente e que nem r.csmo as leis que jã existiam sao sempre cumpridas. E nlém dessas dificuldades prã ticas, existem ns e~ocionuis. - Quem diz que criar filhos e trabalhar são ativica des paralelas, esquece um ponto importante: elas en~ volvei:, papéis opostos. Ser mÃc significa ter como prioridnde o outro. Ser profissional significa apren der a pensar mnls em si mesma. A mãe cede, abre es~ paço e mão de algumas de suas necessicndes. A profis sional, ao contrário, ter.i que ser um pouco egõcentri cn. Agressiva, conquistadora,ambiciosn. Atitudes ade quadas e um ambiente, não servem para o outro. ~ perfei~amente possível . porém, desempenhar bem os dois p~p~is. Ainda mais porque uma mulher que co- 7_,__e-c-e-! ntece seu próprio valor tato dentro coo fora de ea em pról da reforma d . Santo Ao; _ ta Icreja atr:- ., . • h /nso, sera realizado no 01:1 Juno as 17 horas na a : ±o c" Mancco e .. . resi encia a • ice Miranda Vamos colab • . .. , orar oois O conv1~ .. apenas NCZS 5, O O novos e sera- o service', riaàos e b sa orosos biscoitos, =iolos,e:• E ESTE TE.XTO FAZ ?ARTI: DA EDIÇÃO DE Jt:.:,:;o DA REVISTA NOA. Autor: Monoh Sit:1onsen , to:: eY.1 .tas er ; • htada. Ill sa te mais chances de ser - C'5" a ajuda d urna boa ae. .a 4 O co::panheiro e Estado s:Ío J;:?•' para aliviar noss o elas V-:, ~ ª car~a - e deve::-.os lucJ!' ., • •~s o funda - l - •·· Para coe;ar. ,, 'enzal eso é a nossa P, pa que -os f' ever.oos conbater o senti.=en-· través ·: az confundir o dcseJ'o de renJ/ ao trabalho ,:lc;: lar. E, b: co una fora de abas , so retudo t -ct • nnl 1:iútil . ' entar evit.nr o desga:, cias e d ' saoendo abrir não de pequenas " n grande fant . . r, da de tudo a, ·asía de super-ulhe' ' e e todos. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº952_17_06_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº954_01_07_1989 Voltar para a lista de itens