TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº213_06_06_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº213_06_06_1976Número da edição213Data de publicação6 de junho de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.103811949553688 , -56.52920629334862 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº213_06_06_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL -- I ALIO PEHEHA ,.No V Redação, Oficinas e Adruinh1tração B J Vi t Ili' d J l d 1~6 • ú • _ ""o ae«» «avaro _ Rua Duque ele Caxias S/N _ CBMPO N lvaldo Pereira No gosto de relvin dlcar as honras de pro- • reta, mas já tinha pre venido claramente al guns leitores sobre o que esperar do jogo 8esenta x Jardim. Um time agressivo, tasiuan te, bem coordenado em campo (Jardim) e outro lutando apenas com a força do entusiasmo, em um esquema defini do. Foi longe o Sessen ta, longe até demais. Formado a últlmu. hora, os pupilos de Kalife de monstraram que em Be la Vista se joga um bom futebol, falt1J.ndo ap,:mas mais entrosamento. O lmpurlante é o treinador amalgnr estes jog»dores num time coeso e com padrão coletivo. Indiscu tivel a vitória do E.C. Jardim, 2x0 foi um pla car justo e sem dar mar gens a outros comentá rios. Agora· lastimável a atitude da torcida pre sente ao estádio fazen do do jogo um verdadei to festival de pancada ria. A invasão do cam po por elementos que se dizem desportista ve lo comprovar uma velha tese: estádio sem alam brados é chamariz p/ confusão. Poderiam os "concordar" com brigas entre os jogadores (até num Brasil x Uruguai acontece) mas... a Tor cida Invadir o Campo p/ Surrar Jogadores e e o JJ,1.iz, essa não. La mentível e acima de tu do covarde às agressões acontecidas no Estádio Octávio Fontoura. a tor cida nuncu deveria to mar tal atitude. Paga mos para ver um espe táculo de futebol e vi- mos uma péssima de monstração de esporti vidade. Ruim u arbitra gem, falhou no segundo gol ele Jardim, fulbou 111 clu. ive em atender as diversas reclamações dos jogadores e folhou pela falta de pulso. o vn mo culpar ninguem em MUNIC PIO MITO particular. mai- .. ,,s ele mentos que pruvocarum a "guerra caupal" fi quem ciente: Voees est5o trab :ilhando contrc o esporte belavistense.. ' , PRCIRA E MM #ti. ituado em região da erra de Maracaju, Antonio ,João. municiplo do sudoeste do Estado, é uma das 1.200 locali dades brasileiras despro vidas de médico para nssistencia á sua popu lação. Para encontrar uma solução para o pro blema esteve em visita à Universidade Estadual de Mato Grosso o verea dor Arnaldo Marques da Silva que expôs a situa çáo do municipio que já cbteve do Funrural e da Pusmat os recursos ne cessários para a contra tação de um profissional além da ajuda de custo da Prefeitura local. Se gundo levantamento dos conselhos regionais de medicina. existem no Pais 72.500 médicos e, no entanto, bá 1.200 mu nicipios sem um só [a- cultativo, embora 138 _-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_- destas localidades te- nham mais de 20 mil hu- bitantes.O municipio de Antonio João esta liga do aos principais centros sul-matogroseuses como Ponta Porá, Dourados. Maracaju e Campo Gran de por ótimas rodovias e tem na agropecuária i-ua principal riquesa po rlendo brevemente se destacar junto às demais cidades do Estado, prin cipalmente às da região fronteiriça. Os 25 anos do Rotary Club de Beta Vista. O Rotary de nossa cidade comemorou em grande esfüo o seu Ju bileu de • Prata. Aguar dem a edição especial do dia 30 com a cober tura total do aconteci mento. Arnaldo Marques (foto) ...,_, o-.a' Brevemente em Jardim: ''O Progressista" - semaná rio composto e impresso em Jc.rdim. E E E Gráfica Editora Vanguarda Impressos em geral - edição de livros - impressos oficiais - escolares - comércios - Brevemente em Jardim ========== MOVEIS DELBfl MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTIOS • E M GERAL SINTOS E ZINCINElll LIDII. IYENIDll DUQUE- DE CAXIAS- 446 JARDIM-MI Hsrins 02 Iel Vista Mt 06/06/76 Medicina is iifiéis nERnM O RESPEITO" (Por Flamlnlo Fanti nl - Jornal Movimento). O contundente desa bafo oontrn u mercantil! zuçílo da proflssílo médi ca feito pelo doutor Pau lo Musa atingiu inicial mente vpenus as poucos centeuue de leitores do jornal E quema, da cl dadezinha de Fruta!, no Trlílngulo llllneiro, ao qual ele deu uma entre vistu. ris e de quase 15 mé dicos. Pura eleR, o CRl1 n[10 deveria tratnr como réu o dr. Paulo Musa, mas sim apurar as de- 11ú11clas por ele formula das. Um mês depois da entrevista, contudo, suns denúncias irlnm chegar no conhecimento do Conselho Regionul de lledlcina, úrgio encurre gado ele fisralizar a obe diência aos postulados do Código de Ética lllé dica. Logo, o presidente do CRM, Arnaldo Elias, torno-:.. pública sun intbn ço de levar eu colega do Triíngulo :linelro a julgamento, por viola çio do Código de Ética. Essa disposiçü levantou imediata e ruidosa iusa tisfação entre os estu rir.ntes da Faculdade de llledicinn da Universid de E·deral de Minas Ge O DÍretórto Acadê mico Alfredo 13nleua e o Cetro de E tudos, de l!ediclnn, entidades estu dnntl da UFMG, divul garam amplamente a en trevista do semanario Esquema e n couvocu ção feita pelo CRM ao médico Paulo Musu, pu ra que comparece se pe rante o órgão. uma As sembléia Geral cerca de duzentos aluno da Fuculdncle de Medicina discutiram o as unto, chegando a conclusão unânime ele que as de· nunr.ias "c01 respondem ü realidnde", e que "a convocuçilo traduz mais um meio de cercear a liberdade de expres ilo"'. Decidiram então apotur a declarações de médico, umpliur o debate a res peito du ccmercinliza çüo da profição e con vidar os represententes POSTO snNTll CATARINA LIA Aberto dia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Gula Lopes da Laguna lllt. do CRM e da Associa ço Médica de Minas Gerais para uma dlscus silo pública do assunto. Estimulado pela . pronta e inédita solida riedade dos estudantes, um grupo de médicos co meçou a clrcul!ir um a baixo-assinado. no qual estraubavam o julga mento de Paulo Musa argumentando que "as denuncias eram infeliz mente verdadeiras. de aominio público e já clássicas na literatura médica do Bra il e em outros países". Com 141 assinaturas, in cluindo renomados pro fssionais, o documento afirraa que "seria de se esperar pelos próprios ordennmentos do Conse lho ., em obediência à ética, uma slndicílnciu prévia com o devido si gilo nn apuração dos fa tos". E conclui : .. 1 ão há dúvida que a quebra do sigilo, com ampla di vulgttção, tem c•>ncreta mente u111 caráter inti midatório"'. Os resultado oão demoraram. Apenas cin co dias depois de anun cia r à imprensa sua in tensão de levar o caso a julgamento, o presi dente Arnaldo Elias re cava e dizia que o mé dico de Frutal upenas ~oi convidado a prestar certos esclarecimeatos e não há nenhuma preten ção de julga-lo ou puni lo". A Associação Médi ca de Minas Gerais, que anteriormente havia se colocado "inteiramente solidária com o conselho, apesar de nunca termos ouvido ralar no nome des te médico"', passou a as sumir uma atitude mai.s cautelosa -- distribuiu um pres-release à Im prensa, datado de oito dias antes, dizendo que o problema não era da sua alçada. Aos estudan tes de Medicina, que já .haviam formalizado o convite para o debate público, marcado para a última segunda-feira, o presidente da AMMG, Jo sé de Laurentys Medei ros, repondeu que jul gava pouco oportuna a data sugerida", por ser antes do dia marcado para a audiência entre o CRM e Paulo Musa. Em Fruta, cidadezi nha próxima à UberHl.n dia, com cerca de vinte mil habitantes, onde es teve Movimento na se mana passada, a reper cussão tinha sido das mflis favoráveis ao dr. Paulo Musa, "figura muit<' conheciJu. e popu lar aqui, na definição dos mercadores. O sema nário Esquema, que cir culou no dia de maio dedicou toda sua primei ra página ao desdobra meato ria entrevista. bi potecaundo apoio ao mé dico "que disse umu ver dade tão antiga quanto o Juramento de Hipócra tes . No começo da se mana passada, um gru po de Jovens da cidade planejava fretar um ôni bus para comparecer à audiência em Belo Hori zonte. O motivo alegado lnlcl almente para justUiçar li possível aplicação de uma punição à Paulo Mussa era a infração do artigos º. e 91º do Có digo de Etica, que esta belecem que as críticas acs "atos que infringem o8 postulados éticos ou as di5posições legais que regem o exercício da profi Pão·• não pode rão ser feitas publica mente, como no caso de uma tntrevista à Impren sa. Ao contrário, o mé dico "deve dar conbeci mento ao CRM com dis crição e fundamento". Segundo o presidente do CRM. Musa "generalizou fatos isolados e formu lou criticas que a nossa classe médica não mere ce, infringindo os princí pios de apreço e solida riedade que refletem a harmonia da classe e lhe aumentam o concei to púhlico". Por seu la do, Paulo Musa desde o principio confirmou suas declaraçõci; com a mes ma firmeza com que fi zera a criticas, desta cando que. se transgre diu o codign de ética medica "violou-o onde devia ser violado". Um dos médicos que (Continuo no pog. 03) FIOiil MURDNO MÉDICO Atende pelo INPS e IPEMAT Horários: Mha- H z.,, rospta 13,00- 16,00 hs: Posto de Saae 16,00- 19,00 hs: Consul6ri R- 15 de Novembro, 75 - Fone 178 _ DR. Bela Vista. COMERCIO E ~EREDIS UNIÃO DGRICDLA LTDA " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VIST' Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Perto da Ponte Internacional ------------ Avenida Teodoro Sativa Hela Vi»t 06/6/76 Mediina "OS MÉDICOS PERDERAM O RESPEITO" (Continuação) organizou o abaixo-assi nado afirmou a Movi mento que ,a l'IXlgência de sigilo nos processos •·caracteriza a Indisposi ção generalizada dos Conselhos Regionais de Medicino em apurar ns denúncias apresentadas. contribuindo pnra abafar os casos de abusos na profissão": No caso do médico de Frutal a pre "ª em -puni-lo tem o pa pel de intlmidur :i cltSSe médica em gerol neste tipo de denúncia. Aliás, a perspectiva de conter as denúncias chega a casos extremos como por exemplo, a: atitude do presidente da A11socl ação Médica BraCJllelra, que tomou a Iniciativa de procurar o lllnlstro da Justiça, solicitando a Interferência do Serviço de Censura do Departa mento da Polícia Fede ral oo sentido de evitar a publh!u.ção de maté rias considerada@ Incon venientes para o concel to da classe médica". Paulo Musa foi ao CR I na tarde de quarta feira da semana p .. ssa da. Prestou depoimento durante duas horas e mela e, segundo disse à imprensa depois, mante ve as declaraçõl's. O presidente do Conselho. Arnaldo Autonlo Elias. disse que o "depoimen to vai ser analizado" mas que "não xiste nenhuma denúncia con creta a ser apurada". D EN EVI P- O que é mala Im portante na vida huma na ? R- O respeito de ca da um n si mesmo. P- O que e tá obran do no mundo atual ? R- De re 1.Jeito. desa mor, ambição desenírea da. Os homen não se reiipeitandu ni.lo pode se amar. Enganar aos ou tros. hoje tornou- e si nonlmo de esperteza. O bom comerciante hoje, é o que melhor engnnn OR seus freguese . O me lhor profissional lil.Jeral é o que mais complica o caso: o advogado que faz o processo se arras tar, o médico que pede ao doente mil exumes desnecessários ete. P- O que o homen, procura _incessantemen te ? R- O homem procura incessante!llente a feli cidade, mas raríssimos süo os que a conseguem. Para se sentir feliz são tantos os fatores que aparentemente tem que ser satisfeitoe, que nós, homens comuns, medío cres, parece impossivel alcançar. E no entanto a receita da felicida1le está contida em uma ú nica e curta frase de São Francisco de Assis. Frase que encerra todos os compêndios de f i 1 o s o f i a existentes: - "O homem feliz é o que se conten ta com o que tem". P- Admite que a ciên cia e a religião serãc sempre antagonlcas ? . R- Acho que não há antagonismo entre a ci- encla e n religifl<' pois houve grandes cientistas adeptos fervorosos de religiões. como houve religiosos, que se torna ram grandes cientistas. Apeou. acho que, em determinado momentos históricos, determinadas religiões, por seus che fes politicos, procuram a todo custo frear o processo cientifico. Quan do, por exemplo, a Igre ja Catolica, na Idade Média, punin com a pe na de morte os que se atreviam a estudar o o corpo humuno por meio da dissecação. Quando esta mesrua i greju queimou Nino Gior dano Hruno e quase fez o mesmo com Galileu por terem eles provado que a terra é que gira va em torno do oi. Há uma série enorme de exemplos como estes em que vemos, sempre as religiões tentando fre ar o progresso. Mas a curiosidade do bomem é tremenda. Ele procura pesquisa, progride sem pre. E sempre vence aos que lhes querem impedir de ir adiante. P- O que representa vencer na vida ? R- Vencer na vida é estar tranquilo consigo mesmo. P- No Brasil os mé dicos foram-se por vo cação ou por quererem um status ? H.- Não acredtto em vocação. Acredito. Isso sim que haja pessoas responsáveis e irrespo- sáveis. Vocaçilo não Como um rapaz que nuca viveu os prnl.JJe mas de um hospital, po de dizer que tem vocu çi.lo plrn médir.o? Ele pode se empolgur por algum filme 0u r<'rnaucc ou casos que ouve con tar. Mas vocacão, não. Por várias c!rcuu tan· cio , nunca por vucução o inllividuo escolhe a profissão. dependeo d o de suas qualidades morais, intelectuais e de sua formação. Dentro deste meu rucio cinio alguns vão ser mé dicos simplE:smente por que precisam de uma profi .. ão par:, 1rnb:1lhar, ou tros por pensar em ganhar bem, outros a procura dn tatus. A maneira de cada um e portar vai depender das qualidades que citei acima. P- Como situa a nedicina no pais ? R- ou tentar resumir o que penso, pcrque acho este um problema muito sério. Os médicos, de um mo do geral, perderam o respeito por si mesmos, e, em cone quencia, desnior:t.lizarnm cou, a profies:lo 'l,_UC já não merece mais o respeito do povo. R:í uma crise mornl muito grande da classe médicn. Todos os postulados agrados da ética médica, tão respeitados até 20 ou 30 anos atras, são violenta dos a todo inslllnte. Cirurgiões n indicar opc rntões desnecessnríni!-. Uculis tas, donos das rendosas 6ti ca receitando óculos dispen savcis. Clinico a pedir série infindavel de exames porque tem por centagem nos labora tórios. Radiografias solicitadas sem necessidade alguma. Cesa rianns feitas como se fossem brinqnedos. O pediatra que para justificar a consulta feita substitui o leite materno por leite artificial. O atestado mé dico para jutificar faltas aos serviço, vendidos pelo preço de uma consulta. A espciali dales médicas criadas por necessidade cientifica paan do a jogo comercial da classe: o clínico manda o doente pa ra o radiologista, este o envia ' ,aro n µiru·colo(!i~t.a.., o ;?int'<'O ogista o manda ao laboratoris 111... enquanlo h,,uver dinhe, ro! Enfim, falta total de 1,,, nestidade, de principios, de honradez e acima de tudo, de cnridode. Tripudiar assim sobre um t-er humuno doentt". nrces,i1ando lllnlo de ajuda. E pen•ar-,e que até bem pouco tempo era uma profis süu tilo d1gnn. tào honrada .. A figura do médico impunha respeito. É verdade que ainda e xistem daqueles médicos idea listas, conscientrs, estudiosos. las são em grande minoria e ucabhm ,ufocados. marginali zados. O porque de ta trans formaçiio na classe médica se rin outro capítulo a analisar, mas creio que não cabe a mim, nem aqui. P- Como situo a saúde do brasileiro? H- f: sabido. ,,ficialmen te divulgado pela Organi ação Mundial de Saúde, que dois tc.rçus da humanidade é constituida de subnutridos. Como nos países mais evoluidos a fome é menor. nós, os povos subdesenvol vidos, contribuimos, é eviden te, com uma. taxa muito ma ior para a formação daquela média. Ora, um homem sub nutrido, por isso só, já é um individuo doente. E mais ain da; CS!Jl subnutriç.ão na infaneia causa danos irreparáveis para o resto da vida, mesmo que ele venha algum dia a se nu trir melhor. Em 'º" grande maioria, o quadro da saúde do brasileiro é uma calamida de; subnutrido, com hábitos de higiene pmticnmente nulos (falta de aparelhagem sanití ria, falta de água tratada descalço, com os dentes po dres), com hábito. alimenta re completamente deficientes m quantidade pre!a pobre za e em qualidade por mil crendices, O brasileiro x po-to a um em no de mo l-tia- tropicais e infecciosa ào apreentando qualqurr de fesa organica, um verdadei ro pasto para tas praga. Sempre Melhor Não se diga pior e: momento algum. Se voce já cooirn gue escutar com paci ência nas horaP difíceis ... e pede silenciar a própria irril8ção nas horas amargas ... Se tem ânimo para sofrer em lamentação... Se j suporta os problemas da própria casa, procurando solu cioná-los sem azedume e sem queLxa ... e tem força para calar esse ou aquele ussuoto infeliz .. Se respeita o. lilJer dade dos .. e agueutu a Vi.sita da enfermidade sem a larmar o ambiente onde se encontre ... Se desculpa ofensas reconhecendo que somos tambem capazes de o fender ... Se procura o traba lho com alegria ... Se confia em Deus e espera por Deus, ssm desesperar, sejam quais sejam as circunstancias da vida ... Então, voce já terá melhorado muito e pros i,eguirá sempre melhor. TRDTOREST COMERCIO DE MAQUINAS Adubos TAMOIO e inseticidas --Sementes selecionadas tis isris ti " Mie ! » I E IMPLEMENTOS AGRICOUIS bela Vi.ta 06/6/76 Crônica UM EX-COMBATENTE Altevir Alencar Todas ue tardes o pobre homem mutilado passava pela cnlçuda do Colégio. Parava, por ins tantos, obFervaudo atra vés das grudes que cer cam o estabelecimento, os bandos de colegiais em recreio, 1mmt1 ulga zurra própria da mocida de. Não orn mendigo. ó linha uma perna. A ou tra fora amputada à ai turu cio joelho. Andava arrimado a uma muleta e a um cajado. Envellle ciclo precocemente, ao drnjoso ... ero eles as cria luras paru quem a vida, ao invés de se constituir, um presente de Deus, era um martírio uma amarga provaçil.o. Esse homem era (digamos assim) um "coude nado à vidu" De modo invariável a garotada ao avistar o desgraçado, corri em sua direção, subia nas grades e come çuva a gritaria: Pernee ta! Perneeeta!! Profundamente triste cabisbaixo. mis humi llmdo aindll, o infeliz se afastava silencioso, pe uosamento, npoiad • na rústtea :letu de pana, muleta que suportuva dois pesos: o do corpo mutilado do homem e sua carga de sofrimen tos e amarguras. E. frente uo Colégio mora um Coronel rt-for mudo <ln Policia do Es tado. Homem conserva dor, nacionalista, reto. Mantinha a cara fchuda por trás de seus bigodes brancús. eso.:ondenclo, por trú;; ele óculos Je aros grossos, um olhnr '1e linee. olhos vivos e atentos. olhos de UI"' verdadeiro soldado. O Coronel assistia diáriamente àquela cena constrangedora, sentado num banco de seu jar dim residencial. Nestus ocuslõeA o velho militar muntinha-se impassível. mas visivelmente revol tudo. Uma tarde, não su portou mais. Após a gri tarla dos estudantes que atiraram pedrs e ma gas podres no mutilado o Coronel foi ló dentro, vestiu o colete e o pale tó, po8 o chapéu na ca beça, empunhou a benga la, atravessou a rua pi saneio duro e foi bater à porta do Colégio. O Diretor do Educandário o recebeu com urbanidade. A autoridade desejava dirigir a p. lavru os estudantes em coujunto. Foi ateudldo em seu desejo, imediata mente. uspenderam-se as aulas No auditório do Co légio estava a moior ba gunça do mundo. A mo lec·ada gritava. cuspia, assobiuva, urrava. Uns puxando os cabelo de outros. Mocinhas adoles contes S':!ntavam- e nas filas da frente, de mini- aia, cruzavam as per nus mostrando até a ( es paço pllra ú nome [elo} numa atitude u que os cretinos chamam de "deslniblda'', de coutrai du··. e eu chamo de "eí nica", "senvergonha ' Quanclo o Diretor ubiu ao palco com o Coronel e burulho diminui (mas não acabou). Apre enta do à assistência como uma alla pat,mte da For ça Públlca. o Coronel recebeu uma salva de palmas (mais de moleca gem que de admiraçiio e respeito). Con!irmou sua apreentaçlo. Flu eute. 11aturnlmente comunica· tlvo, de gestos fidalgos e elegantes, foi "entran do" na estudantada de leve, sinuoRO, maleà vel. certo ... como fuca em melancia. Aplicou em instantes a mais diplo mática e arrasadora li ção de educação moral e cristã. Disse que assis tiu, abismado e com o coração sangrando, tudos os dias ao drama degradante cto apupos, às pedradas atiradas ao homt10 de uma perna só. Recordou que ninguen é profeta em sua terra, que Jesus também rom apedrejado, insulunndo, cuspido, o fendido com palavras que cortam a própria ulmu. Explicou que esta seria a mais desumana forma de se dirigir a um Herói al!ional (Aí II ba gunça no auditório ter minou no duro). "Aque le pobre velho a quem vocês dirigem impropé rios. que hoje perambu la pela ruas da ci dade. síleucil'so como um vulto, arra11tandn ua carga de sofrimentos, domo coisa esquechla, tem um crédito muito grande no coração de uma Pàtria ingrata a in- justa como ,·ocõ,;. O Bra sil precisou dele em mo mPutos ungusliosos. Ele, como vocês agora, já foi jovem. Mal saído da adolescência o Brasil en trou em guerra contra os pa!ses do Eixo (Ale manha- Japão- Itália). eu nome é iIA OEL. MANOEL fel para a guer ra, como soldado do Hrasil. Lá, nos campos tenebrosos e gelados de batalha, elevou com seu heroísmo, bem alto. o nome do Rrasli, garantiu a segurança da Pátria nos mais terrivei om, bates travados no Vale do Rio Pó: ilootese, Ca- maiore, opressasso, ilonte Castelo, Porreta Termi. Lutou para que nós boje pudéssemos vi ver ne te clima de paz e de prosperidude. Lu tou de armas nas mão noites e dias, contra um Inimigo audaz e tradi clonalmente rico e pode roso. Hoje, e quecido e obscuro, é um pária que arrasta pelas vias públi cus sua dor, não mai refletindo, nem de longe a figura do belo e es belto combate, jovem e esperançoso que vc,ltou uo Brasil coberto de Rua CllSil glórJas e de medalhas. Afinal, meus jovens, es te é o destino amargo dos bravos, dos corajo sos, dos velhos soldados. Re8peitem-no: Ele é dig no do nosso respeito: Da nossa admiração. So bretudo, da nossa gra tidão: A esta altura o au ditório estava 111Jencioso como uma porta, como vldo até às lágrimas. Quando ja ía se retiran do do palco; uma das moçus segurou o Coro oel, respeltosamerte, pe la manga do paletó: Senhor Coronel, a quela perna que lhe falta... ele a perdeu na guerra contra os alemã es? ... No, minha rílha. Aquilo foi uma cachaça dolca que e!A tomou, de senvergonha que é, trepou numa mesa para fazer um discurso. caiu e quebrou a perna e a cara! ... E 8aiu pisando du ro. DOCUMENTO PERDIDO BIUL de Leoutioa de, Prado Ferreira Produtos alimenticios m geral, bebidas, latarias em geral 13 de junho ecos e molhado-s Jardim Mato Grosso O Sr. José Francisco da Uva Filho peroeu seus documentos e pede quem achar favor entregar na Prefeitura iluniclpal de Jardim P.G.U. - 200.066 Carteira C. .H 200.066 Carteira Profissional 'B" ata 24,09 74 - EXP. PI3{ Ciretran. publicaçüc que se faz caso nao os encontre pa ra obtenção da 2' via RECEBEMOS FOLHINHAS E .CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: GRftflCA TRIBUNtl Dll fRONJflRI BODOQUENB LTDI "Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 - Rodovia Jardim _ Porto . "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no N M Murtmho ovo ato Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao l d d H a o o otel Oxiente) Cx. Postal 8 MINERAÇÃO Dela Vista M 0o/0o/76 Polltica e <ioverno l'ia 0. ·---- --- ----· INDICADOR PROFI DR. JOftCYR M. MOREIRII Dr. Horacio (ardin dos Santos , Médico - veterinário Cirurgi5:o Dentista [NO[R[tO: Casa n.o IO - Vila Mililar RUA t. l. 2a] BHA VISJA III0 6:0 ' PORJO MURJIHHO WM) [OSSO IPEMIT NOVO QUADRO DR. EVERALDO A. ROCHA oI»- Rl 4 II Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho Mt. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO 0AB - MT :183 Cl'F 008-2958i0 Rua 15 de ovembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua C'el. Juvêncio 225 Jardim Mt Dr. João C. P almieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 302: 2091 039)0 3023123 €02l10, 3J8 1.0 242A3, %0N)3 332$)D2y&). 3+3335 Campo Grande Mato Grosso SER8G 9GERE PER ADVOGADO E CRITÓRIO Rua 3 de Outubro ( . o lado da iretran) Bela Vista llato Grosso .. :.:.· ... DR. GIL MARCOS dvogado SAUT - 048/iAJ 951 tu lei. Auhij • 032 8OI! - III , 0. I9SE A12SiO #TO Advogado Escritório. Av. Duque de Caxias, 78S ,Jardim Mato Gro o lnacio Ciuitte Melges Cirurgião - Dentist:: C RO - 126 - M!T Atende-se pelo INP5 • ll'DIAT • IPASE Rua Duque de Caxias - 289 ,Jardim - MT -SERRARIA '.E $,35 e- .n. e<5. ' '2- ' CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - :'ilt. De Antonio Remo Penzo Cuiabá - (SEOIIATJ Após estudos mlnuncio sos elaborados pela Se cretaria de Aclmlnlstrn ção, contundo com dados fornecidos pelo Ipemat, foi concluldo, há poucoa rllas. novo quadro e, as im o texto legal relacionado do com o novo quadro de pessoal de Instituto Previ denciário :lo Estado. Aprovado ao tra bulho pelo Sr. Gover nador, a matél'ia de veu cimentos dos ~euhores Diretores, reclassHicuçã o do pessoul d,, apoio, e, !':!Sim aumento numérico de -ervldores, face à ex pansão dos serviços da quela Autarquia. que, em breve. pus ará a ier mai or número de agencias Por outro lado, o senhores médicos. dentista e farmaceuticos ter-ao substancial aumen to de vencimentos, pas sando para CrS 3.000,0íl 3.750,00,4.500,00 e 5.250.00, dependendo da carga ho rária diária (4 horas),cur sos que tenha e • terupo de exercicio profissional. NEY BRllGii ADMITE Mercantilismo Brasília - A existen cia de um acentuado grau de mercantilis::no naEI ati vidade., exercida pelos médicos brasileiros foi admitido públicamente pe lo ministro da Educação, Ney Braga. O ministro contudo eximiu o sistema de en sino desta responsabili dade dizendo tratar-se de um problema de fisca lização a ser exercida pelo Ministério do Tra balho através do Conse lho Federal de Medicina. Segundo Ney Braga,o es tudante de medicina já recebe da Universidade os ensinamentos de ética profü:sional, raconhecen do todavia a gravidade do problema. O MEC solicitará às instituições de ensino uma maior ênfase nos cursos de medicina aos estudos sociológicos. co mo antropologia e psico logia social. nu tentativa de _humanizar um pouco m1Is os novos médienns. Iela Vista Mfr 06/06/76 Politia e 0Velo C, DULD DE IDENTIDBDE ONIZIDI , Cuiabá - (SEDIMAT) As cédulas de ldeotlda des em ~11'. n partir do dia 20 desse mfit! já c11- tio sendo confecciona das dentro do "Padrão Nacional", obedecendo normas da Academia Naciou:d 111• Polícia em consonll.ndu r.om a Poli cla Federal após encon tro nacional de dirigen tes de Órgãos Givis rle ldentiflcuçiítl em Brasilia. Instrução nesse sen tido, a ecretarla de 'e gurançu Pública do Esta do de Mato Grosso, atra vés do Instituto de Iden tificação do Estado, aca bu da distrlbnir circula lares à Imprensa, rotógra gruros, despacbautt>s e a ôrgüos públicos de mo do geral contendo as ln formações necessúriaR à conrecçio da CEDULA DE IDENTIDADE, Responsável e honesta'' Deputado Sergio Cruz(MDB) (Sessão ele :!5/03, ill) Para declarar que. "de acordo com a ori entação ela nossa lldc rançu. u atuação du bancada do J 8 serú de apoio exclusivo às reivindicações popula lares. Será de oposição séria, raspon:aá vel e ho nest:i.. Em seguida, comentou longamente um expedi ente da Cemat ch,·gnndo à C'nsa em resposta a sua sugestão para que fosse l'Or,stitui,to um ul'U po de Trn bulho 1•or a queli,, órgiio estadual, incumbido de promover estudos com vistn à e laboração de projetos p:ira solucionar a carên cia dP energia elétrica na região sudoeste do Estadc; quando o ora dor teceu criticai; ao llnguajar utilizi.clo n:i. carta-resposta, "manja damente tecnicista, ou seja. falar bastante e não dizer nada" se- gundo explica o orador· "0 que temo pro curado fazer, desde que assumimos o mandato esta Casa. é apontar soluções." E cita a ob servação do presidente nacional ela Arena, de putado Francelino Perei ra, para Que oMDB a ponte soluções e não f&ça demagogia. ·•Esta é uma lição que o go vernador de MT sida não aprendeu·• - ob;,er va o orador. E para completar sua explana ção anterior: "Este pro blemu de energia p.étri para o sudoeste só terá solução efetiva. com programa corajoso, ·em timidez, seu o raquitis mo que tt'm marcado as andanças eleitorais <lo Dr. G•Hcia Neto, ponti. lhadus de bunquetes reuniões partidárias, ~ ele um rosário de pro messas do tamanho de sua incapacidade geren eia!' PREÇO DESTE EXEMPLDR CR$ 2,00 PARA REQUERER Pura o interessado requerer sua Carttira ou Cedulu de Identidade dr ve apresentar os seguin teõ documentos: certidã'> de nascimento ou de Cll· sarnento ou ainda o Cer tificado de Reservista ( original ) ;Titulo de elei tor ( original ) ; 3 ( três ) fotografias, tamanho 5x7 em papel liso, brilhante, fundo branco, l-lodlll ador- Deputado Horácio Cerz6simo (Arena) Sessão de 15/03176 Por iudic'lçüo da li derança da ARE A, o de pulado Horácio Cerzósi mo usou da tribuna pa ra "externar os nossos senti- meatos civicos e mesmo efetivos... e exteriorizar o prisma que norteia nossos passos de homem público e quais o obje tivos que desejamo: al cançar." Após suuclar a seu;; eminentes pares com con fessada amizade e res peito, confia em que to dos hajam retorua<:lo aos trabalhos "com vontade férrea de novamente reencetarmos as lutas em favor do nosso pov'l e em favor do aprimors meato do regime cl ~mo crático ... pois, hoje, so mos melhores conhecedo res da complexidade po lítica". O parlamentar are nista falou de suas con vieções dtmocrãticas t'diterando seu incondi cional apoio às medidas revolucionãriu adota da.s a partir de 64, as sim como rejtistrou sua fiel colaborllÇão em fa vor do fortalecimento no, sem retoque, de pa letó e gravata vem sorriso. l'ara requerer 2 via, apresen mr a11 publicações em jornal, Os documentos serão devolvidos no ato do atendimento. A partir de agora, Atestados de Antecen dentes só serão forneci dos aos portadores da nova Cedula de Identida de, anexa declaração da firma ou órgão que soli- Pagina 0o cita o atestado. Ainda sobre fotogra fias. elas deverão conhir no verso o endereço completo do fotógrafo em carimbo de borracha, h•gível, bem como não serão aceitas as fotos de pessoas do sexo mascnlino com cabelos no rosto, e também não serE.o aceitas fotos de "5 minutos". NOSSOS PASSOS DE HOMEM PUBLICO var que nossos governantes estão atentos aos reclamo populare, e lodo fazendo p/ diminarem os males, e ofe tecerem melhores condições de vida para o povo. Referindo-r<: ao pleito de no,·embro deste ano, o dcpultldo r.onsidem "imperio o que se faça sentir nossa participnç.ão efetiva nas lutas eleitomis ... com espirilo mo cleraclor, de modo a amainar o ânimo!'. C•tm um conjunto de es forços em favor do bem co mum:" P:irn finalizar, sintetizo eu pensamento a respeito dos deveres do homem públi co: 'não nos deixemos levar pelo radicalim10 e, acima da! s eparaçõrs partidária•, deve mos lutar com patriotismo e amor em favor do Brasil e do povo matogrossense." e I J n L· da Rgremiuçilo oartldá ria em cujo quadro" se encontra integrado. Lembrou que no a no em curso serão re formuladas as adminis trações municipais e. dos seus resultados se rão extraidos "os refle xos preponderantes pa ra u C0llii0lidação do chamado "milagre bra sileiro." 'Sendo o nosso pais uma potencia emer gente segundo a ex pressão do 'ecretario de Estado americano _ o, Brasil e considerado, amda, na atual conjuntu ra interoaciooal como sento um oasis de paz e de progresso, apesar da co_nturbação, do ·ódio das mcompreensões e xistentes em toda a fa ce da terra:·. "Diante de tantas distorções, de tantos e go,smos e falta de a mor là fora, devemos ap-adecer a Deus pelo C,!Dla de. ordem pública "Pgu ie a familia brasi e ra expressou co m v ee meneia o deputado Horácio Cer zóimo, todavia, declarou que }9o povo traves uma a- de dificuldades, mas ele e ente confortado por obser Documemto Perdido . Foi extraviado na cidade de Dourados M.T. O certificado de Reser vi sta expedido em Foz de Iguaçú e Carteira de motonsta expedida em Cascavel do Paraná de propriedade de Luiz Car- },Nagr, por@ãr ã e', Sã3s5o, residente e_ a Vista l1.T Publicação que se faz Para obtenção da 24 via. l ,. REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: lq de Maio 365 Jardim -- Mete ,., .. , .... l r Calendário Eleitoral ----------------- , O CBLENDDR O E - Pura orientar o pú llllco « Tribuna da Fronteira » insere a re lação das datas de hn porlllncla referente no pleito que Sfl forlrá u 15 de ovembro de 1076, atingindo até apu ração final dos sufrug! os (25 de novemllro ). As eleições são para escolha de Prefeitos, VE e-Prefeitos e Vereado res. 15 de Maio 1 - Último dia para o eleitor filiur-se ao pur lldo e, sob sua legenda poder disputar a eleição de prefeto, vice prefei o ou vereador; 2· último dia para o prefeito reuuuciar, a rim rje poder concorrer a vereador; 3- inicio do ptuzo no curso do qual se tornará Inelegível, para prefeito ou vice prefeitu, quem os 1,uce • der ou substituir e, bern assim, o conjuge, ou os parentes cvnsauguineos ou ufin,; daquele,;, até terceiro grau ou por adoção; l inicio do prazo no curso do qual se tornará inele givel, para vereador, o vice-prefeito que suce der ou substituir o pre- folto bem assim o con juge ou os parentes con sanguíneos ou aiins da quele, até o terceiro grnu ou por acloçüo. 19 de Maio Inicio do prazo, que vigorá até o dia 27 de agosto, para o partido, em convenção munici pal, escolher candidatos e iustltuir sublegendas. 6 de Agosto Enüerramr.nto do a listamento eleitoral e de transferenciu do do micilio de ele:tol'eS. 15 de Agosto último dia para de sincompatibilizaç:1o, nos casos previstos em lei dos candidatos u pre feito e vice-prefeito; 2- dat!l a parlir da qual. durante tre: meses, o p11rtldo poderá fazer fuo cionar. das 14 à 22 hs. alto-ratantes ou arnpli ficn:::lores. de voz, na sede, depen<lr.ncia e ve iculo seus. 17 de Agosto Data a purlir da qu·ll é vedada a utiliza ção, em campanha eiei toral, de veiculo e em barcações pertencentes IRIU! N [ROMEIRA Fundado 25 /02/72 Redator -Chefe • dut1!do /Jurira "As opiniões emitidas nos artigos assinados não representam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrários a este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editorais e nos comentários não assinados' TRlllUNA DA FHONTElllA é uma publicação da Empresa Gráfica Tdbuna da fronceirn. R. ME. 2Lz± o!! 1 III. 1u-1 Assinatura Anual Bela Vista Cr$ 100,00 Demais Muuicipios CrS l20,0 O Redação, Admiuistrnç:lo e Oficina, Rua Duque de Caxias s/n Bela Vista Mato Grosso ao poder público, inclu slve suas autarquius e so.::ledades de economia mista 17 de Agosto Ultimo dia para o partido realizar a con vençãc; nrnnlcipul desti nada a escolha de cun didatos a prefeito e vi ce-prefeito e vereador. 6 de Setembro Encerramento às J 8 hs., do prazo pura en· trea, no Cartório Elei toral, do requerimento de registros de candi datos un plntto munici pal. 15 de Setembro Ultimo cliu para cle sincumpatibilização. nus cu ·os µrevisto em lei, rios candidate, a verea dor. I! de Outubro Encerramento d o prazo para julgamento do pedido de registro o cundidatos, inclusive aGs que tiverem sido in pugnados. 14 de Outubro Inicio do prazo de 30 dias durante o qual o partido· disporá de ho . rários para propaganda grt!tuita, atru ves de e missoras ile rádios e te le visão de qualquer po teuciu. A partir deste momento, será permiti da, como proganda elei torul paga, apenas a di vulgação, pela imprensa escrita, do curriculum vitae do candidato e do n de seu registro na .Justiça Eleitoral, bem como o partido a que pertenee. 16 de Outubro 1- Instalação, pela Justiça Eleitoral, nu se de de cada Município de comissão especial de transporte; 2- encerra mento do prazo para a Executiva Municipal in dicar ao Juiz .Eleitoral os membros do comitê interpartidário de inspe- com inicio às hs. e ço. encerramento às 17 hs. 5 de Novembro 16 de Novembro Encerramento d o Inicio, às S hs, da prazo para o eleitor re- apuração, pelas Juntas querer a 2 via de sen Eleitorais. titulo perdido ou extra- 25 de Novembro viado. l2 de Novembro. Térruiuo !ls 23 hs. do período de pro;a ganda gratuita através do rádio e da televisão 13 de Novembro Encerramento. à s i ns. do prazo para propaganda politka me diante comidos ou reu niões púllllc,,s. 15 de Novembro Eleição paro os cur gos de prefeito, ,•ic .... prefeito e vereador, Encerramento o o prazo paru apuração rrnH ,Juntas Elr•itornls. NOTA: Este calen lario Eleitoral está su jeito a alteração no que se refere a propaganda eleiton!I no rudio e te levisão. Venda mais seus produtos anun ciando na ··Tribu na da Fronteira" de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação - Troca <le Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s,'n Bela Vista Mato Gros;:o O ponto de encontro da Sociedade murtlnhense Rua Dr. Correa 562 Porto Murtinllo Mato Grosso $50<-8<· c« >->- ->---cp: ~ . C a s a P e e u a ri s t a Ltda 1 } K } Produtos Veterinários e Agrícolas, Ferragens, , Artigos de Montaria e Materiais de Corstruçao # À c«o { * Av. Duque de Caxias, 606 i 1 C. 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Mencionou as decla rações dos Prereltos do GronJe Dourados regis tradas pela imprensa nacional a respeito da real situação po lilicu do E,tado p11ru, entüo, cliza 'luc •'.lalu Gro,;o f,_,i acometido de uma moléstia ukunhudn de oligarcia, cujo n-méclio será exposlo cm 15 de novembro, quando o mato grossense marginalizado, ur rado pela indiferença de um Governo prolcxo e andej, fa zer o seu manifesto, em rui do", ntru, és do ,•oto conscicn te .... Falou de uma mioo ria situacionista que se acomoda om troca de pequenos favores admi nistrativo e aqueles ma Is deãtemidos que se ar riscam •'à 1went•;ra dn portamento rastrejante da poli tia de aliciamento coereto, orientodu dirt'l11111rnlt' pelo Palácio Paiazuis, e citou o Centro Educacional de Aqui dauana", onde· segundo o pnrlamcntnr "'(oi rnuntuôo u111 posto de inscrição partidária i'o1ene,ncnlt· nherto BOA (uncio nárius do Educunclúrio pdo prbprio Covernoclor". Analisou a apreensão dos nossos produtores quanto no prohlemn da cnrêncrn de vias de ucesso para rscoamen to do grande ,afro ogrltolo, e comentou os problemas d armazenamento... tacando u incupncidnde do Poder Públi co cm tlnr no agricultor condi çõ<s para qur o frnto do co lhei1a niio seja impiedc»nmcn re trogotlu pelo abandono da estradas vicinis e pela inope raia da ,CASEMAT". inda, censurou o "com- DOCUMENTO PERDIDO O r. José Francisco da 'llva Filho perdeu seus documentos e pede quem uchar favor entregar na Prefeitura Municipal de Jardim P.G.U. - 200.0GG Carttiira C. .H 200.0GG Carteira Profissional "B" 0ata 2409 /74 - EXP. P/31ª Ciretra!!. publicaçiic: que se faz caso não os encontre, pa ra obtenção da 2ª via TRIBUNA DA FRONTEIRA d t ,. ,'i Serviço da ·Orgão Indepenlene Hcgiflo'' , E, , OI E ... Pedro Pedreira o jogo de domingo p.p. não agradou Lamentáveis os aconte cimento ocorrido, nu E,wclio OCTAVIO FONTO HA, quan cio a torcida invadiu o campo pnrn 'URRAH o juiz da par tida e jogadores. Lamentamos profundamente porque os ntu ais diri:!entes da LED junto com os dirigentes do essen .tu tudo fazem para ele,·ar o bom nome do esporte bela vi-tens e elementos "desre parndoo para frequentarem 0 t:. redr J»se hlieii entusiasmado com o funciona .. mento do INP • no Tiospital . Vicente de Paulo. Diz o presidente da Câmuru "que tudo esta funcionando cm perfeito harmonia cxccutondo o l.N PS local a verdadeira po litica social do governo revo lucionnrio- ambiente público" e+tragam a fc•to ,. d e m o n í' l r n m que ainda o "In» tmto animal é mni, forte t' a. feras despertam". Hidícu lo...Lamentavel...e queira De u que nunca mais aconteça. Briga entre os jogadores, ain da v .. i, mas n torcida invadir o campo ... invadir o campo é Laruentav.-1... E o policiamen to? Comentários e mais comentários a respeito doo nome• que n Tribuna vem promcvendo; Nivaldo de Barros e Afonrn Dilon Nunf'• Leite. Os comeotiírios "ganham dia a dia no rontex to~ opiniões fnvoraveis e tu· do indica que o atual secretá rio do Diretório e o atuante vereador serão elementot de proa no c•quema do portido governista. .OS "P O noticioso da imprensa nacional niio revelou a parte oculta dos protestos feitos pela esquerda contra a vit;itu cio Presidente Geisel à Inglnlerrn. AR m11nifesluçõe P.squerdlslas na lo gla terra e Eunç sío organizadas por escrito rios t:'~peciuizados, que pura tal pagam os mu nlfestu11tes segundo o papel a desempe11bar na manifestação. Assim, os carregadores de cartuzes ou fuiXll8 ganham uss~o.ou e O cumpnrecimeoto com gritos vale U Sl0,00. Este fulo explica o o comparecimento em grupos organizados. Em Londres o n de manifestantes andava a•> redor de 50 pessoas. As faixas e cartazes eram reco lhidotl após a manifestação ao escritôrlo da "Anistiu luteracional para 110 dia seguinte se rem distribuidos uovalllente. Em consequPnCI~ dn crise iuternaciooll. a taxa de desemprego da Europa anda ao redor de 8% a 15%. e os mani[estautes são recruta dos entre os desempregados, que consideram um biscate. O fato explica a disputa entre eles pa ra carregarem os cartazes ou as faixas, já que por este serviço são melhor remuot1rado11. USS 20,00 Poucos jornais brasileiros noticiaram que entre as faixas havia uma que dizia; •·L1- berdude pura cs homosexuais". No Brasil não existo falta de liberdade para esse tipo de ati vidade, não chega ao ponto de haver legislação que permita o casamento entre . homens como na Inglaterra. Talvez as faixas dAsse tipo los11em dirigidas às familias residentes na lude::,endencla ou Mostardeiro as qual.a tem solicitados medida da policia contra os "ln.vestis" que transfor maram essas ruas em areaa de op,..rações, com visivel mal-estar para as familias residentes. O jornal Ingles Dally Express, de cir- '' EM LONDRES Carlos M. de Assis culação de 2.982.loo exemplares diários, publi C'OU em mancbete - "Geisei dl>. uma bofetada na esquerda", referindo-se à respo~td do Presi dente Geisel à comi,;são que pretendia fazer uma investigação no Brasil. O presidente Ge!sel não pediu que u m 11. comlsaão b r a s i I e i r a fosse a Londrei1 investigar os atentados aos direitos e.la pessoas humana, quando bom baP explod&m em restaurantes de Londres fa zendo vitimas inocentes e indefesas. E os ·'au tenlicos·· do krasil imaglna,·am que 11ãc seriam cassados por causa <la visita uo exterior do Prts!Jrnte. o qual temeria as repercussões .das esquerdas _da França é Inglaterra. O Presidente Ge1;;el nuu teme os comunas e seus aliados nsm aqui. nem em qualquer lugar do mundo ' . 1 • . _O "autentico" Getulio Dias em entre- v.sta à imprensa, admitiu implicitamente o 11.polo aos manifestantes de Londres, qu1rndo disse "Oi r~l_tos humano~ sii? como matemática. quiml-:a fmca, um patnmomo da Humanidade". O pres sldente Gelsel está certo quando diz que a "O" tensão" será lenta, gradual e segura ote 18 cassações não necessitam serem tão ie~tas m as duais e seguras. Caso as cassações conti • gra em "passo de tartaruga" dillcUmente ao f~eJD 11eu governo terá as c<>ndições para uma d e cracia estável no Brasil. 1e5o- Palams da Pmidente Geisel (Cuiabá. 8 de abril de 1976 _ i--o lndepen_denr.1a - 880. <ta República _ ~- da Revolução Redentora). - "Nós temos 1 --. da me livre, todo■01 cidadão são liv llill regI vivem com e pela iierd@d. s6 a {j%, '9d@s para 01 lrresponlláveia." a erdade Estamos aguardando os nomes dos candidato• d candidatos pelo :MDD. O silêncio, ou melhor. a expectativa é grande no me 10 politico belavistens. Pela grande humildade D. Arncy Moreira ,Men des Gonçalves, nunca permi uu que fizessemos qualquer alusão ao seu nome. Mas ho je., CIO! perdoe D. Ar.:icy. te nwa qur. agradece-la de públi co 0 apoio que dedica à no! ,;a TF. A querida senborn º"' nossos sinceros agradecimen tos .. Esta endo cada d i " mais difícil rnnnter cm funcionameJJtO uma. indústria grifica cm Be l~ V"!"-. A prometida :'ener ria elétrica, não vem satisfa zndo as ncc:cssidndcs e somos obngadoe II Fazer Mileres Na pare da manha em, 3 horas para imprimir O jornal e múmcros •crviço1 ç.ifieo.-' A pane da tarde não podemo• contar_ pois a mesma é "du vidosa'.. vem ou não vem" E: a pergunta crucial que !a· item o, 1mprcosores da TRl· BUNA. Esperamos que a» promessas' sejam cumprida pois da maneira como estão a8 coisa, ahc.rnativa será mudar o "centro das ativida U;' da _TF. dciundo aqui cm la V lSlcl n ncce•sário p,in fzer sobreviver TRIBUNA atender o poucos pedidos i;raficos da cidade. Aqui nio podemos penar em ampliação devido, principalmente, a "es ca .. a eneria". E verdade- uma triste verdade... mas ver dade. [ [ f Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº212_30_05_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº214_13_06_1976 Voltar para a lista de itens